Você está na página 1de 90

3.

36pt

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 1 / 71


METROLOGIA

Stanley Primo Ferreira

INSTITUTO FEDERAL DO CEARÁ

Maracanaú, 19 de Setembro de 2017

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 1 / 71


Sumário

3.36pt
7 Micrômetro

1 Introdução a metrologia
8 Relógio comparador

2 Unidades de medida 9 Goniômetro e projetor de perfil


3 Erro de medição 10 Seleção de sistemas de medição
4 Sistema de medição 11 Confiabilidade de processos de medição na
5 Calibração de sistemas de medição indústria
6 Paquímetro 12 Referências

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 2 / 71


Apresentação da disciplina

Objetivo da disciplina

1 Conhecer as definições e terminologias da metrologia.

2 Compreender e avaliar os parâmetros envolvidos em um processo de medição.

3 Conhecer as principais técnicas e instrumentos/sistemas de medição.

4 Compreender a importância da metrologia nos processos industriais.

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 3 / 71


Apresentação da disciplina

Cronograma - etapa 1

Aula 1 - Apresentação da disciplina; introdução à Metrologia.


Aula 2 - Unidades de medida e sistema internacional.
Aula 3 - Erro de medição.
Aula 4 - Sistemas de medição.
Aula 5 - VS1: aulas 1 a 4.
Aula 6 - Calibração de sistemas de medição; resolução da VS1.
Aula 7 - Resultados de medições diretas e indiretas.
Aula 8 - Propagação de incertezas através de módulos.
Aula 9 - Controle de qualidade.
Aula 10 - VS2: aulas 6 a 10.

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 4 / 71


Apresentação da disciplina

Cronograma - etapa 2

Aula 11 - Seleção de sistemas de medição; resolução da VS2.


Aula 12 - Paquímetros
Aula 13 - Prática de medição com paquímetros.
Aula 14 - VS3: aulas 11 a 13.
Aula 15 - Micrômetro; resolução da VS3.
Aula 16 - Prática de medição com micrômetro.
Aula 17 - Goniômetro e relógio comparador.
Aula 18 - Prática de medição com goniômetro e relógio comparador.
Aula 19 - VS4: Aulas 15 a 18.
Aula 20 - Segunda chamada das VS1, VS2, VS3 e VS4.

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 5 / 71


Apresentação da disciplina

Bibliografia indicada

Bibliografia básica
LIRA, F. A. Metrologia na indústria. 10 ed. São Paulo: Érica, 2015.

Bibliografia complementar
ALBERTAZZI, A.; SOUSA, A. R. Fundamentos de metrologia científica e industrial. São Paulo:
Manole, 2008.

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 6 / 71


Introdução a metrologia

Introdução a metrologia

3.36pt
7 Micrômetro
8 Relógio comparador
1 Introdução a metrologia
9 Goniômetro e projetor de perfil
2 Unidades de medida
3 Erro de medição
10 Seleção de sistemas de medição

4 Sistema de medição
11 Confiabilidade de processos de medição na
indústria
5 Calibração de sistemas de medição
12 Referências
6 Paquímetro

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 7 / 71


Introdução a metrologia

Medir

Rotineiramente nos deparamos com o ato de medir para as mais diversas finalidades:

horário no despertador; consumo de energia;


cor da calça; velocidade do automóvel;
tamanho do sapato; tempo do semáforo;
quantidade de arroz; grau do óculos;
temperatura da geladeira; rotação do motor;
volume de leite; dimensão da peça;
tempo de cozimento; ...

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 8 / 71


Introdução a metrologia

Medir pra quê?

Monitorar: observar passivamente grandezas.

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 9 / 71


Introdução a metrologia

Medir pra quê?

Monitorar: observar passivamente grandezas.

Controlar: observar, comparar e agir para manter dentro das especificações.

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 9 / 71


Introdução a metrologia

Medir pra quê?

Monitorar: observar passivamente grandezas.

Controlar: observar, comparar e agir para manter dentro das especificações.

Investigar: descobrir o novo, explicar, formular.

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 9 / 71


Introdução a metrologia

Medir pra quê?

Monitorar: observar passivamente grandezas.

Controlar: observar, comparar e agir para manter dentro das especificações.

Investigar: descobrir o novo, explicar, formular.

”O conhecimento amplo e satisfatório sobre um processo ou fenômeno somente existirá quando


for possível medi-lo e expressá-lo através de números” (Lord Kelvin, 1883).

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 9 / 71


Introdução a metrologia

Algumas definições

Medição: conjunto de operações que tem por objetivo determinar um valor de uma
grandeza.
Mensurando: objeto da medição, grandeza específica submetida a medição.
Instrumento de medição: dispositivo utilizado para realizar medições individualmente
ou associado a um ou mais dispositivos suplementares.
Sensibilidade: razão entre a variação de uma indicação de um sistema de medição e a
variações correspondente do valor da grandeza medida.
Resolução: menor variação da grandeza medida que causa uma variação perceptível na
indicação correspondente.
Erro de medição: diferença entre o valor medido de uma grandeza e um valor de
referência.

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 10 / 71


Introdução a metrologia

Algumas definições (cont.)

Exatidão de medição: grau de concordância entre o valor medido e um valor verdadeiro


do mensurando.
Indicação: valor de uma grandeza fornecido por um sistema de medição.
Indicação direta: número mostrado pelo sistema de medição. A indicação direta pode ou
não ser apresentada na unidade do mensurando.

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 11 / 71


Introdução a metrologia

Precisão × exatidão

Figura 2.1: Ilustração da variação da precisão e exatidão (STRAFACCI NETO, 2010).

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 12 / 71


Introdução a metrologia

Precisão × exatidão

Precisão: indica o quanto as medidas repeti-


das estão próximas umas das outras; está as-
sociada a dispersão dos valores resultantes de
uma série de medidas.

Figura 2.1: Ilustração da variação da precisão e exatidão (STRAFACCI NETO, 2010).

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 12 / 71


Introdução a metrologia

Precisão × exatidão

Precisão: indica o quanto as medidas repeti-


das estão próximas umas das outras; está as-
sociada a dispersão dos valores resultantes de
uma série de medidas.
Exatidão: indica o quão próximo do valor real
(ou valor de referência), está o valor medido.

Figura 2.1: Ilustração da variação da precisão e exatidão (STRAFACCI NETO, 2010).

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 12 / 71


Introdução a metrologia

Algarismo significativo

Figura 2.2: Grandeza medida por dois instrumentos de medição com resoluções
distintas.
FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 13 / 71
Introdução a metrologia

Algarismo significativo
Em (a) o algarismo que representa a primeira
casa depois da vírgula não pode ser determi-
nado com precisão, devendo ser estimado. Es-
timamos a medida do comprimento da barra
em 9,6 cm, onde o algarismo 9 é o correto e 6
é o duvidoso.

Figura 2.2: Grandeza medida por dois instrumentos de medição com resoluções
distintas.
FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 13 / 71
Introdução a metrologia

Algarismo significativo
Em (a) o algarismo que representa a primeira
casa depois da vírgula não pode ser determi-
nado com precisão, devendo ser estimado. Es-
timamos a medida do comprimento da barra
em 9,6 cm, onde o algarismo 9 é o correto e 6
é o duvidoso.
Em (b) a maior resolução é possibilita verificar
que o comprimento da barra está entre 9,6 cm
e 9,7 cm. Neste caso, estimamos que o com-
primento da barra seja 9,65 cm, sendo os alga-
rismos 9 e 6 são corretos e o algarismo 5 é o
duvidoso.

Figura 2.2: Grandeza medida por dois instrumentos de medição com resoluções
distintas.
FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 13 / 71
Introdução a metrologia

Exemplos de algarismo significativos

Devemos identificar o algarismo mais significativo e o menos significativo (algarismo duvidoso)


de uma sequência numérica.
56,0 cm

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 14 / 71


Introdução a metrologia

Exemplos de algarismo significativos

Devemos identificar o algarismo mais significativo e o menos significativo (algarismo duvidoso)


de uma sequência numérica.
56,0 cm
0009,0

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 14 / 71


Introdução a metrologia

Exemplos de algarismo significativos

Devemos identificar o algarismo mais significativo e o menos significativo (algarismo duvidoso)


de uma sequência numérica.
56,0 cm
0009,0
220 V

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 14 / 71


Introdução a metrologia

Exemplos de algarismo significativos

Devemos identificar o algarismo mais significativo e o menos significativo (algarismo duvidoso)


de uma sequência numérica.
56,0 cm
0009,0
220 V
3700 kWh

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 14 / 71


Introdução a metrologia

Exemplos de algarismo significativos

Devemos identificar o algarismo mais significativo e o menos significativo (algarismo duvidoso)


de uma sequência numérica.
56,0 cm
0009,0
220 V
3700 kWh
0,2301

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 14 / 71


Introdução a metrologia

Exemplos de algarismo significativos

Devemos identificar o algarismo mais significativo e o menos significativo (algarismo duvidoso)


de uma sequência numérica.
56,0 cm
0009,0
220 V
3700 kWh
0,2301
0,00001000

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 14 / 71


Introdução a metrologia

Exemplos de algarismo significativos

Devemos identificar o algarismo mais significativo e o menos significativo (algarismo duvidoso)


de uma sequência numérica.
56,0 cm
0009,0
220 V
3700 kWh
0,2301
0,00001000
Para facilitar, algarismos significativos são todos os algarismos necessários na notação científica,
exceto o expoente.

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 14 / 71


Introdução a metrologia

Operações com algarismo significativos

Realizar as operações somente após reduzir as parcelas para a mesma unidade.

Soma e subtração ⇒ O resultado de uma soma ou de uma subtração deve ser relatado
com o mesmo número de casas decimais que o termo com o menor número de casas
decimais.

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 15 / 71


Introdução a metrologia

Operações com algarismo significativos

Realizar as operações somente após reduzir as parcelas para a mesma unidade.

Soma e subtração ⇒ O resultado de uma soma ou de uma subtração deve ser relatado
com o mesmo número de casas decimais que o termo com o menor número de casas
decimais.

6,5 + 2,14 = 8,64 ≈ 8, 4

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 15 / 71


Introdução a metrologia

Operações com algarismo significativos

Realizar as operações somente após reduzir as parcelas para a mesma unidade.

Soma e subtração ⇒ O resultado de uma soma ou de uma subtração deve ser relatado
com o mesmo número de casas decimais que o termo com o menor número de casas
decimais.

6,5 + 2,14 = 8,64 ≈ 8, 4 90 − 2,14 = 87,86 ≈ 88

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 15 / 71


Introdução a metrologia

Operações com algarismo significativos

Realizar as operações somente após reduzir as parcelas para a mesma unidade.

Soma e subtração ⇒ O resultado de uma soma ou de uma subtração deve ser relatado
com o mesmo número de casas decimais que o termo com o menor número de casas
decimais.

6,5 + 2,14 = 8,64 ≈ 8, 4 90 − 2,14 = 87,86 ≈ 88

Produto e divisão ⇒ O resultado deve ter o mesmo número de algarismos significativos


que o fator com menor quantidade de algarismos significativos.

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 15 / 71


Introdução a metrologia

Operações com algarismo significativos

Realizar as operações somente após reduzir as parcelas para a mesma unidade.

Soma e subtração ⇒ O resultado de uma soma ou de uma subtração deve ser relatado
com o mesmo número de casas decimais que o termo com o menor número de casas
decimais.

6,5 + 2,14 = 8,64 ≈ 8, 4 90 − 2,14 = 87,86 ≈ 88

Produto e divisão ⇒ O resultado deve ter o mesmo número de algarismos significativos


que o fator com menor quantidade de algarismos significativos.

6,3 × 2,14 = 13,482 ≈ 13

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 15 / 71


Introdução a metrologia

Operações com algarismo significativos

Realizar as operações somente após reduzir as parcelas para a mesma unidade.

Soma e subtração ⇒ O resultado de uma soma ou de uma subtração deve ser relatado
com o mesmo número de casas decimais que o termo com o menor número de casas
decimais.

6,5 + 2,14 = 8,64 ≈ 8, 4 90 − 2,14 = 87,86 ≈ 88

Produto e divisão ⇒ O resultado deve ter o mesmo número de algarismos significativos


que o fator com menor quantidade de algarismos significativos.

6,3 × 2,14 = 13,482 ≈ 13 6,3 ÷ 2,14 = 2,9439252 ≈ 2,9

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 15 / 71


Introdução a metrologia

Rejeição de números

Critério de Chauvenet
Teste de Dixon

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 16 / 71


Unidades de medida

Unidades de medida

3.36pt
7 Micrômetro
8 Relógio comparador
1 Introdução a metrologia
9 Goniômetro e projetor de perfil
2 Unidades de medida
3 Erro de medição
10 Seleção de sistemas de medição

4 Sistema de medição
11 Confiabilidade de processos de medição na
indústria
5 Calibração de sistemas de medição
12 Referências
6 Paquímetro

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 17 / 71


Unidades de medida

Um pouco de história

O desenvolvimento da linguagem ... O papel do Faraó e do Rei ...


A necessidade de contar ... A busca por referências estáveis ...
Só os números não bastam ... Finalmente, em 1960, a unificação.
Unidades baseadas na anatomia ...

Figura 3.1: Representação histórica de sistemas de medição.


FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 18 / 71
Unidades de medida

Por que um sistema de unidades padrão

Clareza de entendimentos internacionais (técnica, científica).


Transações comerciais.
Garantia de coerência ao longo dos anos.
Coerência entre unidades simplificam equações da física.

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 19 / 71


Unidades de medida

Unidades de medidas
Grandeza Tabela 3.1: Unidades de base
SI Inglês
Dimensão
Nome Símbolo Nome Símbolo Nome Símbolo
comprimento l, x, r . . . L metro m pé ft
massa m M quilograma kg libra lb
tempo t T segundo s segundo s
corrente elétrica I, i I ampere A ampere A
temperatura
T Θ kelvin K Rankine R
termodinâmica
intensidade
Iv J candela cd candela cd
luminosa
quantidade de
n N mol mol mol mol
substância

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 20 / 71


Unidades de medida

Múltiplos e submúltiplos)

Figura 3.2: Lembrando do ensino básico.

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 21 / 71


Unidades de medida

Múltiplos e submúltiplos) (cont.)

Figura 3.3: Relação de múltiplos.


FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 22 / 71
Unidades de medida

Múltiplos e submúltiplos) (cont.)

Figura 3.4: Relação de submúltiplos.


FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 23 / 71
Unidades de medida

Grafia correta

Quando escritos por extenso, os nomes de unidades começam por letra minúscula, mesmo
quando têm o nome de um cientista (por exemplo, ampere, kelvin, newton,etc.), exceto o grau
Celsius.
A respectiva unidade pode ser escrita por extenso ou representada pelo seu símbolo, não sendo
admitidas combinações de partes escritas por extenso com partes expressas por símbolo.
Quando pronunciado e escrito por extenso, o nome da unidade vai para o plural (5 newtons;
150 metros; 1,2 metros quadrados; 10 segundos).
Os símbolos das unidades nunca vão para o plural. Ex: 5 N; 150 m; 1,2 m2 ; 10 s).
Os símbolos são invariáveis, não sendo admitido colocar, após o símbolo, seja ponto de abrevi-
atura, seja "s"de plural, sejam sinais, letras ou índices.

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 24 / 71


Unidades de medida

Grafia correta (cont.)

Multiplicação: pode ser formada pela justaposição dos símbolos se não causar anbigüidade (VA,
kWh) ou colocando um ponto ou × entre os símbolos (m · N ou m × N)
Divisão: são aceitas qualquer das três maneiras exemplificadas a seguir: W/(sr·m2 ), W·sr−1 ·m−2
W
ou .
sr·m2
Em português o separador decimal deve ser a vírgula.
Os algarismos que compõem as partes inteira ou decimal podem opcionalmente ser separados
em grupos de três por espaços, mas nunca por pontos.
O espaço entre o número e o símbolo é opcional. Deve ser omitido quando há possibilidade de
fraude.

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 25 / 71


Unidades de medida

Exemplos de erros

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 26 / 71


Unidades de medida

Exercícios

1. Segundo as regras de grafia estabelecidas para as unidades e para os símbolos das unidades
do SI, identifique erros nas seguintes expressões e proponha a forma correta quando for o
caso.
a. 210 K = duzentos e dez graus Kelvin;
b. 10 ◦ C = dez graus Centígrados;
c. 5,0 kg = cinco quilos;
d. 2,0 N = dois Newtons;
e. 220 Vts = duzentos e vinte volts;
f. 34,7 m/s = trinta e quatro vírgula sete metros por segundos;
g. 12,5 m/s/h;
h. 12.312,4 m;
i. 0,000 0124 3 s;
j. 35nm = trinta e cinco nanômetros.

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 27 / 71


Unidades de medida

Exercícios

1. Segundo as regras de grafia estabelecidas para as unidades e para os símbolos das unidades
do SI, identifique erros nas seguintes expressões e proponha a forma correta quando for o
caso.
a. 210 K = duzentos e dez graus Kelvin kelvins (ou kelvin se a frase se referir a um ponto específico
na escala kelvin);
b. 10 ◦ C = dez graus Centígrados Celsius;
c. 5,0 kg = cinco quilos quilogramas;
d. 2,0 N = dois Newtons newtons;
e. 220 Vts V = duzentos e vinte volts;
f. 34,7 m/s = trinta e quatro vírgula sete metros por segundos segundo;
m
g. 12,5 m/s/h m/(s · h) ou m · s−1 · h−1 ou ;
s·h
h. 12.312,4 m 12 312,4 m ou 12312,4 m;
i. 0,000 0124 3 s 0,000 012 43 s ou 0,00001243 s;
j. 35nm = trinta e cinco nanômetros nanometros.

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 27 / 71


Erro de medição

Erro de medição

3.36pt
7 Micrômetro
8 Relógio comparador
1 Introdução a metrologia
9 Goniômetro e projetor de perfil
2 Unidades de medida
3 Erro de medição
10 Seleção de sistemas de medição

4 Sistema de medição
11 Confiabilidade de processos de medição na
indústria
5 Calibração de sistemas de medição
12 Referências
6 Paquímetro

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 28 / 71


Erro de medição

Definição

Figura 4.1: Representação da diferença entre indicação e valor verdadeiro


Erro de medição é a diferença entre o valor indicado pelo sistema de medição e o valor verda-
deiro do mensurando.

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 29 / 71


Erro de medição

Definição (cont.)

O erro de medição está presente cada vez que a indicação do sistema de medição não coincide
com o valor verdadeiro do mensurando.
Matematicamente, o erro de medição pode ser calculado como:

E = I − VV (4.1)

Onde:

E → erro de medição;
I → indicação do sistema de medição;
VV → valor verdadeiro do mensurando.

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 30 / 71


Erro de medição

Exemplo de erro

A tabela a seguir mostra os resultados de um experimento realizado em


◦ 4.1: Valores na balança.
uma balança digital. Uma massa conhecida é repetidamente medida pela Tabela
n Indicação (g)
balança digital. O valor de massa é de (1,00000 ± 0, 00001) kg. Seria 1 1014
esperado que a indicação da balança sempre coincidisse com o valor 2 1015
3 1017
verdadeiro da massa. Entretanto, a balança indica 114 g. A balança
4 1012
apresenta um erro de medição positivo que pode ser calculado pela eq. 4.1. 5 1015
6 1018
E1 = I1 − VV 7 1014
= 1014[g] − 1000[g] 8 1015
9 1016
= 14 g 10 1013
11 1016
As imperfeições do sistema de medição, as limitações do operador e as 12 1015
influências das condições ambientais são exemplos de fatores que induzem
erros de medição.
FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 31 / 71
Erro de medição

Tipos de erro

Vamos utilizar como exemplo o teste de precisão de tiro de canhões:

são quatro concorrentes;


canhão situado a 500 m de alvo fixo;
mirar apenas uma vez;
disparar 20 tiros sem nova chance para
refazer a mira;
distribuição dos tiros no alvo é usada para
qualificar canhões.

Figura 4.2: Representação dos tiros de canhões.

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 32 / 71


Erro de medição

Tipos de erro (cont.)

Erro sistemático: é a parcela previsível do


erro. Corresponde ao erro médio.

Erro aleatório: é a parcela imprevisível do


erro. É o agente que faz com que medições
repetidas levem a distintas indicações.

Figura 4.3: Representação dos tiros de canhões.

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 33 / 71


Erro de medição

Precisão × exatidão

Precisão: capacidade de obter sempre resultados semelhantes quando repetições são efetuadas
(pouca dispersão). Portanto, dizer que um sistema é preciso não significa dizer que sempre
acerta, mas apenas que se comporta sempre da mesma forma nas mesmas condições.
Exatidão: capacidade de um sistema funcionar sem erros, tendo sempre um ótimo desempenho.
Um sistema que sempre acerta é um sistema com ótima exatidão.

Figura 4.4: Representação de precisão e exatidão.


FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 34 / 71
Erro de medição

Erro sistemático

É possível estimar o erro sistemático de um sistema de medição. Para isso, devem ser efetuadas
medições repetitivas de um mensurando cujo valor verdadeiro é bem conhecido.
Quanto maior o número de medições repetitivas, melhor será a estimativa do erro sistemático.

Es = Ī∞ − VV (4.2)

Onde:

Es → erro sistemático;
Ī∞ → média de um número infinito de indicações;
VV → valor verdadeiro do mensurando.

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 35 / 71


Erro de medição

Tendência

Na prática não se dispõe do valor verdadeiro do mensurando e de infinitas medições para de-
terminar o erro sistemático de um sistema de medição.
Geralmente obtemos um número restrito de medições, assim a tendência (Td) pode ser usada
para obter uma estimativa do erro sistemático:

Td = Ī − VVC (4.3)

Onde:

Td → tendência;
Ī → média de um número finito de indicações;
VV → valor verdadeiro convencionado do mensurando.

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 36 / 71


Erro de medição

Correção

No exemplo da balança, a tendência é calculada pela diferença entre a média da doze indicações
e o valor verdadeiro convencional da massa padrão:

Td = 1014[g] − 1000[g] ⇒ Td = 14 g

Esse resultado mostra que a balança, em média, indica 15 g a mais do que deveria indicar.
O parâmetro correção (C) pode ser usado para exprimir uma estimativa do erro sistemático. A
correção é numericamente igual à tendência, porém seu sinal é invertido:

C = −Td = VVC − Ī (4.4)

Correção é a constante que, quando somada a indicação, compensa o erro sistemático de me-
dição.

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 37 / 71


Erro de medição

Indicação corrigida
Calculando o valor da correção para o exemplo da balança, temos: C = −Td = −14 g Então 14 g
devem ser subtraídos da indicação para compensar os erros sistemáticos.
Indicação corrigida é a indicação de um sistema de medição após a compensação dos erros
sistemáticos.

Figura 4.5: Representação de tendência e correção.

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 38 / 71


Erro de medição

Erro aleatório

O erro aleatório pode ser calculado para cada


indicação:
Eai = Ii − Ī (4.5)
Onde:
Eai → erro aleatório da i-ésima indicação;
Ii → i-ésima indicação;
Ī → média das indicações.

A repetitividade define a faixa dentro da qual


Figura 4.6: Representação de variação aleatória.
espera-se que o erro aleatório esteja contido.

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 39 / 71


Erro de medição

Erro aleatório

Figura 4.7: Exemplo de distribuição uniforme ou retangular.

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 40 / 71


Erro de medição

Erro aleatório (cont.)

Figura 4.8: Exemplo de distribuição triangular.

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 41 / 71


Erro de medição

Distribuição de probabilidade

Figura 4.9: Distribuição com um dado.

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 42 / 71


Erro de medição

Distribuição de probabilidade (cont.)

Figura 4.10: Distribuição com dois dados.

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 43 / 71


Erro de medição

Distribuição de probabilidade (cont.)

Figura 4.11: Distribuição com três dados.

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 44 / 71


Erro de medição

Distribuição de probabilidade (cont.)

Figura 4.12: Distribuição com quatro dados.

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 45 / 71


Erro de medição

Distribuição de probabilidade (cont.)

Figura 4.13: Distribuição com seis dados.

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 46 / 71


Erro de medição

Distribuição de probabilidade (cont.)

Figura 4.14: Distribuição com oito dados.

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 47 / 71


Erro de medição

Teorema central do limite

Quanto mais variáveis aleatórias forem combinadas, tanto mais o comportamento da combina-
ção se aproximará do comportamento de uma distribuição normal (ou gaussiana).

Figura 4.15: Curva normal.

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 48 / 71


Erro de medição

Distribuição normal
A distribuição normal retrata com boa aproximação, as distribuições de frequência de muitos
fenômenos naturais e físicos.

A curva normal padrão apresenta:


forma de uma boca de sino;
área sob a curva = 1;
média → µ =;
desvio padrão → σ.

Figura 4.16: Curva normal padrão.

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 49 / 71


Erro de medição

Exemplos de distribuição normal

Figura 4.17: Exemplos de curvas normais.


FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 50 / 71
Erro de medição

Desvio padrão
v
u Pn
t i=1 (Ii − Ī)2
v
u Pn
σ = lim (4.6) t i=1 (Ii − Ī)2
n→∞ n s = lim (4.7)
n→∞ n−1
Onde:
σ → desvio padrão populacional;
s → desvio padrão amostral;
Ii → i-ésima indicação;
Ī → média de um número finito de
indicações;
n → número de medições repetitivas
efetuadas. Figura 4.18: Efeito do desvio padrão na curva normal.

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 51 / 71


Erro de medição

Incerteza padrão

Denomina-se incerteza padrão (u)o valor do desvio-padrão do erro aleatório de medição.


Estimativa da incerteza padrão de uma distribuição normal associada ao erro de medição é
usada para caracterizar quantitativamente a intensidade da componente aleatória do erro de
medição.
População é o termo que se usa em estatística para descrever o número total de elementos que
compõem o universo sobre o qual há interesse em analisar.

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 52 / 71


Sistema de medição

Sistema de medição

3.36pt
7 Micrômetro
8 Relógio comparador
1 Introdução a metrologia
9 Goniômetro e projetor de perfil
2 Unidades de medida
3 Erro de medição
10 Seleção de sistemas de medição

4 Sistema de medição
11 Confiabilidade de processos de medição na
indústria
5 Calibração de sistemas de medição
12 Referências
6 Paquímetro

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 53 / 71


Sistema de medição

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 54 / 71


Calibração de sistemas de medição

Calibração de sistemas de medição

3.36pt
7 Micrômetro
8 Relógio comparador
1 Introdução a metrologia
9 Goniômetro e projetor de perfil
2 Unidades de medida
3 Erro de medição
10 Seleção de sistemas de medição

4 Sistema de medição
11 Confiabilidade de processos de medição na
indústria
5 Calibração de sistemas de medição
12 Referências
6 Paquímetro

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 55 / 71


Calibração de sistemas de medição

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 56 / 71


Paquímetro

Paquímetro

3.36pt
7 Micrômetro
8 Relógio comparador
1 Introdução a metrologia
9 Goniômetro e projetor de perfil
2 Unidades de medida
3 Erro de medição
10 Seleção de sistemas de medição

4 Sistema de medição
11 Confiabilidade de processos de medição na
indústria
5 Calibração de sistemas de medição
12 Referências
6 Paquímetro

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 57 / 71


Paquímetro

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 58 / 71


Micrômetro

Micrômetro

3.36pt
7 Micrômetro
8 Relógio comparador
1 Introdução a metrologia
9 Goniômetro e projetor de perfil
2 Unidades de medida
3 Erro de medição
10 Seleção de sistemas de medição

4 Sistema de medição
11 Confiabilidade de processos de medição na
indústria
5 Calibração de sistemas de medição
12 Referências
6 Paquímetro

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 59 / 71


Micrômetro

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 60 / 71


Relógio comparador

Relógio comparador

3.36pt
7 Micrômetro
8 Relógio comparador
1 Introdução a metrologia
9 Goniômetro e projetor de perfil
2 Unidades de medida
3 Erro de medição
10 Seleção de sistemas de medição

4 Sistema de medição
11 Confiabilidade de processos de medição na
indústria
5 Calibração de sistemas de medição
12 Referências
6 Paquímetro

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 61 / 71


Relógio comparador

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 62 / 71


Goniômetro e projetor de perfil

Goniômetro e projetor de perfil

3.36pt
7 Micrômetro
8 Relógio comparador
1 Introdução a metrologia
9 Goniômetro e projetor de perfil
2 Unidades de medida
3 Erro de medição
10 Seleção de sistemas de medição

4 Sistema de medição
11 Confiabilidade de processos de medição na
indústria
5 Calibração de sistemas de medição
12 Referências
6 Paquímetro

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 63 / 71


Goniômetro e projetor de perfil

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 64 / 71


Seleção de sistemas de medição

Seleção de sistemas de medição

3.36pt
7 Micrômetro
8 Relógio comparador
1 Introdução a metrologia
9 Goniômetro e projetor de perfil
2 Unidades de medida
3 Erro de medição
10 Seleção de sistemas de medição

4 Sistema de medição
11 Confiabilidade de processos de medição na
indústria
5 Calibração de sistemas de medição
12 Referências
6 Paquímetro

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 65 / 71


Seleção de sistemas de medição

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 66 / 71


Confiabilidade de processos de medição na indústria

Confiabilidade de processos de medição na indústria

3.36pt
7 Micrômetro
8 Relógio comparador
1 Introdução a metrologia
9 Goniômetro e projetor de perfil
2 Unidades de medida
3 Erro de medição
10 Seleção de sistemas de medição

4 Sistema de medição
11 Confiabilidade de processos de medição na
indústria
5 Calibração de sistemas de medição
12 Referências
6 Paquímetro

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 67 / 71


Confiabilidade de processos de medição na indústria

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 68 / 71


Referências

Referências

3.36pt
7 Micrômetro
8 Relógio comparador
1 Introdução a metrologia
9 Goniômetro e projetor de perfil
2 Unidades de medida
3 Erro de medição
10 Seleção de sistemas de medição

4 Sistema de medição
11 Confiabilidade de processos de medição na
indústria
5 Calibração de sistemas de medição
12 Referências
6 Paquímetro

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 69 / 71


Referências

Bibliografia

ALBERTAZZI, A.; SOUSA, A. R. d. Fundamentos de metrologia científica e industrial. São Paulo: Manole,
2008.
LIRA, F. A. d. Metrologia na indústria. 10. ed. São Paulo: Érica, 2015.

STRAFACCI NETO, G. Por que geometric dimensioning and tolerancing (GD&T). Revista Metrologia e
Instrumentação, p. 88–90, agosto 2010.

FERREIRA, S. P. (IFCE) Metrologia Maracanaú, 19 de Setembro de 2017 70 / 71