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Noçoõ es gerais sobre ceé lulas, imunidade, tecidos

e oé rgaõ os - sistemas osteo-articular e muscular

Produção de manuais para formação

e-mail: formacaomanuaisplus@gmail.com

UFCD_6565

50 horas
de Saúde
Noções gerais sobre células, imunidade, tecidos e órgãos - sistemas osteo-
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Índice

Objetivos e conteué dos................................................................................................................................................................. 3

Os principais sistemas do corpo humano: conceitos e funçoõ es.................................................................................. 6

Ceé lula, tecido, oé rgaõ o, aparelho ou sistemas ....................................................................................................................... 6

Noçoõ es sobre o sistema imunitaé rio..................................................................................................................................... 30

Barreiras naturais...................................................................................................................................................................... 30

Imunidade natural e adquirida............................................................................................................................................. 30

Fisiologia celular e humoral................................................................................................................................................... 31

Imunidade natural e adquirida ............................................................................................................................................ 32

Sistemas oé steo-articular e muscular................................................................................................................................... 33

Noçoõ es gerais sobre estrutura e classificaçaõ o dos ossos, articulaçoõ es e mué sculos..........................................33

Biofíésica da locomoçaõ o e dos principais movimentos dos membros.....................................................................37

Funçaõ o e estabilidade da coluna vertebral ...................................................................................................................... 41

Osteoporose, fraturas, luxaçoõ es, principais doenças reumatismais, tumores oé sseos - conceitos; noçoõ es
baé sicas sobre manifestaçoõ es clíénicas; implicaçoõ es para os cuidados de saué de.................................................43

Alteraçoõ es oé steo-articulares e musculares decorrentes do processo de envelhecimento e da mobilidade


- implicaçoõ es para os cuidados ao utente...............................................................................................................................
............................................................................................................................................................................................................ 56

Tarefas que em relaçaõ o a esta temaé tica se encontram no aâ mbito de intervençaõ o do/a Teé cnico/a Auxiliar
de Saué de......................................................................................................................................................................................... 59

Tarefas que, sob orientaçaõ o de um profissional de saué de, tem de executar sob sua supervisaõ o direta. .59

Tarefas que, sob orientaçaõ o e supervisaõ o de um profissional de saué de, pode executar sozinho/a...........60

Bibliografia e netgrafia............................................................................................................................................................. 61

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Objetivos:

 Identificar os principais sistemas do corpo humano e suas funçoõ es.

 Identificar a estrutura e importaâ ncia do sistema imunitaé rio.

 Identificar as estruturas dos sistemas oé steo-articular e muscular e suas funçoõ es, bem
como sinais e sintomas de alerta de problemas associados.

 Identificar as principais implicaçoõ es para os cuidados de saué de a prestar pelo/a


Teé cnico/a Auxiliar de Saué de ao utente com alteraçoõ es dos sistemas oé steo-articular e
muscular.

 Explicar que as tarefas que se integram no aâ mbito de intervençaõ o do/a Teé cnico/a
Auxiliar de Saué de teraõ o de ser sempre executadas com orientaçaõ o e supervisaõ o de um
profissional de saué de.

 Identificar as tarefas que teâ m de ser executadas sob supervisaõ o direta do profissional
de saué de e aquelas que podem ser executadas sozinho.

 Explicar a importaâ ncia de manter autocontrolo em situaçoõ es críéticas e de limite.

 Explicar a importaâ ncia de se atualizar e adaptar a novos produtos, materiais,


equipamentos e tecnologias no aâ mbito das suas atividades.

 Explicar o dever de agir em funçaõ o das orientaçoõ es do Profissional de saué de.

 Explicar o impacte das suas açoõ es na interaçaõ o e bem-estar emocional de terceiros.

 Explicar a importaâ ncia da sua atividade para o trabalho de equipa multidisciplinar.

 Explicar a importaâ ncia de assumir uma atitude proé -ativa na melhoria contíénua da
qualidade, no aâ mbito da sua açaõ o profissional.

 Explicar a importaâ ncia de agir de acordo com normas e/ou procedimentos definidos no
aâ mbito das suas atividades.

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 Explicar a importaâ ncia de prever e antecipar riscos.

 Explicar a importaâ ncia da concentraçaõ o na execuçaõ o das suas tarefas.

 Explicar a importaâ ncia de desenvolver uma capacidade de alerta que permita sinalizar
situaçoõ es ou contextos que exijam intervençaõ o.

Conteúdos

 Os principais sistemas do corpo humano: conceitos e funçoõ es

 Ceé lula, tecido, oé rgaõ o, aparelho ou sistemas

 Noçoõ es sobre o sistema imunitaé rio

 Barreiras naturais

 Fisiologia celular e humoral

 Imunidade natural

 Imunidade adquirida

 Sistemas oé steo-articular e muscular

 Noçoõ es gerais sobre estrutura e classificaçaõ o dos ossos, articulaçoõ es e mué sculos

 Biofíésica da locomoçaõ o e dos principais movimentos dos membros

 Funçaõ o e estabilidade da coluna vertebral

 Osteoporose, fraturas, luxaçoõ es, principais doenças reumatismais, tumores oé sseos -


conceitos; noçoõ es baé sicas sobre manifestaçoõ es clíénicas; implicaçoõ es para os
cuidados de saué de

 Alteraçoõ es oé steo-articulares e musculares decorrentes do processo de


envelhecimento e da mobilidade - implicaçoõ es para os cuidados ao utente

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 Tarefas que em relaçaõ o a esta temaé tica se encontram no aâ mbito de intervençaõ o do/a
Teé cnico/a Auxiliar de Saué de

 Tarefas que, sob orientaçaõ o de um profissional de saué de, tem de executar sob
sua supervisaõ o directa

 Tarefas que, sob orientaçaõ o e supervisaõ o de um profissional de saué de, pode


executar sozinho/a

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Os principais sistemas do corpo humano:


conceitos e funções
Célula, tecido, órgão, aparelho ou sistemas

Cada um de noé s eé fisicamente ué nico, desde a forma de nossa pele ateé o tamanho e o formato
dos nossos oé rgaõ os. O que temos em comum eé um milagroso conjunto de sistemas internos,
cada qual com sua própria e precisa regra de funcionamento.

“O corpo humano eé uma maé quina intrincada e desenvolvida mais complexa e magníéfica que
todos os computadores e invençoõ es que nos rodeiam. “

O corpo humano é formado por uma quantidade enorme de células, que por sua vez,
saõ o consideradas a menor parte dos organismos vivos, sendo, portanto, elementos
estruturais e funcionais.

Dessa forma, podemos considerar o corpo humano pluricelular, constituíédo de 10 trilhões


de células que trabalham de maneira integrada, donde cada uma possui uma função
específica, a saber:

Nutriçaõ o,

Proteçaõ o,

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Produçaõ o de energia e reproduçaõ o

Estrutura da célula

A célula é dividida em três partes, a saber:

Núcleo: envolvido pela membrana nuclear, o nué cleo conteé m o material geneé tico das
ceé lulas (DNA).

Citoplasma: Constituíédo de hialoplasma, o citoplasma carrega o conteué do celular


donde cada organela (mitocoâ ndrias, ribossomos, retíéculo endoplasmaé tico, complexo de golgi,
lisossomos, centríéolos e vacué olos) possui uma função vital, dentre respiraçaõ o, nutriçaõ o e
excreçaõ o das ceé lulas.

Membrana Plasmática: membrana fina e flexíével com permeabilidade seletiva (regula


a passagem e a troca de substaâ ncias) que envolve as ceé lulas.

Tipos de células do corpo humano

O corpo humano eé constituíédo por diversos tipos de células; saõ o aproximadamente 130
tipos que se distinguem mediante suas formas e funçoõ es especíéficas. Dentre as ceé lulas que
fazem parte do corpo humano temos:

Células do cérebro

Composto por milhoõ es de ceé lulas, o ceé rebro eé formado por diversos tipos delas, a saber: a
micróglia (defesa do sistema nervoso), a célula dendrítica (ceé lulas imunes que transportam
antíégenos), o neurónio (transmissaõ o de mensagens) e a célula de Schwann (produçaõ o de
mielina que auxiliam na produçaõ o dos impulsos nervosos).

Células do sangue

O sangue humano eé formado por diversos tipos de ceé lulas, cada qual com sua funçaõ o, as mais
importantes saõ o: as hemácias chamadas de gloé bulos vermelhos ou eritroé citos (transporte de
oxigeâ nio); os leucócitos ou glóbulos brancos (atuam no sistema imunoloé gico do corpo na

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medida em que combate e eliminam micro-organismos); e os trombócitos ou plaquetas
(coagulaçaõ o sanguíénea).

Célula dos ossos

Os ossos saõ o formados por células chamadas de osteócitos (secreçaõ o de substaâ ncias);
osteoclastos (grande ceé lulas com vaé rios nué cleos responsaé vel pela reabsorçaõ o e remodelaçaõ o
do tecido oé sseo); e osteoblastos (síéntese de componentes orgaâ nicos).

Células dos músculos

As células musculares, podem apresentar vaé rios nué cleos, sendo as mais importantes as
células de sarcómero (contraçaõ o muscular) e os fibroblastos (síéntese de proteíénas).

Curiosidades

 A maior ceé lula humana eé a gameta sexual feminino, o óvulo; e, por outro lado, a
menor ceé lula eé o espermatozoide (gameta sexual masculino).

 O agrupamento de ceé lulas formam os tecidos de modo que as ceé lulas em maior
quantidade no corpo humano saõ o as ceé lulas epiteliais, aquelas que envolvem o corpo e os
oé rgaõ os.

 As células epiteliais da coé rnea saõ o as ué ltimas ceé lulas do corpo humano aà morrerem,
visto que necessitam de menos oxigeé nio para realizar as suas funçoõ es. Por outro lado, os
neuroé nios que necessitam de muito oxigeé nio para funcionarem, saõ o as primeiras ceé lulas aà
morrerem.

 Do latim, a palavra ceé lula (cella) significa pequena cavidade.

 A ceé lula foi descoberta em 1665 pelo cientista ingleâ s Robert Hooke (1635-1703).

Como vimos, no nosso corpo, existem muitos tipos de células, com diferentes formas e
funçoõ es, organizadas em grupos, desempenhando, uma determinada funçaõ o. Os grupos de

células formam os tecidos.

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O corpo humano eé formado por 4 tipos de tecidos:

Epitelial,

Conjuntivo,

Muscular,

Nervoso.

Tecido Epitelial

As funções do tecido epitelial saõ o de revestimento do corpo, sensibilidade e secreção de


substâncias.

Para tanto, esse tipo de tecido eé composto por um agrupamento de ceé lulas justapostas em
diferentes formas: cilíéndricas, achatadas ou cué bicas. Curioso notar que nos tecidos epiteliais
não há presença de vasos sanguíneos. Um exemplo notoé rio de tecido epitelial eé a pele
humana, formada pela epiderme (tecido epitelial) e a derme (tecido conjuntivo).

Tecido Conjuntivo

O tecido conjuntivo possui as funçoõ es de sustentação, preenchimento e o transporte de


substâncias; as suas fibras saõ o formadas por dois tipos de proteínas: colagénio e elastina.
De modo que as suas ceé lulas saõ o bem diversificadas quanto aà forma, tamanho e funçoõ es.

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O tecido conjuntivo eé dividido em:

 Tecido adiposo: Composto de ceé lulas adiposas que acumulam gordura (adipoé citos),
este tipo de tecido tem como principal funçaõ o o isolamento térmico do corpo, sendo assim, o
maior depósito corporal de energia. A partir disso, basta notar que uma pessoa magra sente
mais frio que uma pessoa gorda, uma vez que esta possui mais tecido adiposo que a outra
(magra).

 Tecido cartilaginoso: Possui consisteâ ncia firme, contudo flexíével; A sua funçaõ o eé de
sustentação e revestimento, por exemplo, a orelha, o nariz, a traqueia. Aleé m disso, a
cartilagem amortece o impacto dos movimentos na coluna vertebral.

 Tecido ósseo: Tecido rígido, rico em sais minerais, cálcio e colagénio o que torna os
ossos rígidos e resistentes. Aleé m disso, eé inervado e irrigado pelo sangue, sendo a sua
principal funçaõ o a sustentação do corpo, uma vez que compoõ e o esqueleto humano.

 Tecido Sanguíneo: Formado por diversos tipos de células, esse tecido possui as
funçoõ es de defesa do organismo e transporte de nutrientes. Vale lembrar que o sangue eé
um tecido líéquido, composto de hemaé cias, leucoé citos, plaquetas e plasma.

Tecido muscular

O tecido muscular eé formado por células alongadas e especializadas em contração


(proteíénas contraé teis: miosina e actina); apresentam grande inervaçaõ o e vascularizaçaõ o, e são
divididos em:

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 Tecido muscular liso (naõ o-estriado): Caracterizado por movimentos involuntaé rios, o
seu nome corresponde aà ausência de estrias transversais, saõ o exemplos, o útero, a bexiga e
o intestino.

 Tecido muscular esquelético: Recebe esse nome, pois a maior parte desse tecido estaé
junto ao esqueleto; possui ceé lulas longas, presença de estrias transversais e movimentos
voluntaé rios.

 Tecido muscular cardíaco: Encontrado no coraçaõ o, este tipo de tecido possui


movimento involuntaé rios sendo formado por células longas e cilíndricas aleé m de possuir
estrias transversais.

Tecido nervoso

O tecido nervoso eé formado principalmente por células nervosas denominadas neurónios.


Apresenta células longas e estreladas que possuem a capacidade de transmitir impulsos
nervosos. Saõ o exemplos os nervos, o cérebro e a medula espinhal.

Os órgãos do corpo humano saõ o formados pelo agrupamento de tecidos


(epitelial, conjuntivo, muscular e nervoso) e cada um deles possui formas e funções
específicas.

Naõ o obstante, o conjunto de órgãos compoõ em os sistemas do corpo humano, a saber:


digestivo, respiratório, endócrino, circulatório, nervoso, urinário, reprodutor
(masculino e feminino) e excretor. Vale lembrar que os oé rgaõ os mais importantes do corpo
humano saõ o: cérebro, coração, pulmões, estômago, fígado, pâncreas, baço, intestino, rins,
bexiga.

Principais órgãos do sistema digestivo

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Estômago

O estoâ mago tem o formato de uma bolsa e estaé localizado no abdómen. EÉ o oé rgaõ o
responsaé vel pela digestão dos alimentos e das proteínas.

A faringe

A faringe eé um oé rgaõ o tubular que conecta a garganta ao esoâ fago. Vale lembrar que a faringe eé
um oé rgaõ o comum do sistema digestivo e respiratoé rio.

O esófago

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O esófago eé um oé rgaõ o tubular responsaé vel por conduzir o alimento até o estômago depois
de transportado pela faringe.

Intestinos

O corpo humano e formado pelos intestinos delgado e grosso. O intestino delgado eé um


oé rgaõ o tubular (localizado entre o estoâ mago e o intestino grosso) responsaé vel pela absorção

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de nutrientes, dividido em treâ s partes: duodeno, jejuno e íleo. O intestino grosso eé um
oé rgaõ o tubular responsaé vel pela absorção de água, armazenamento e eliminação dos
resíduos soé lidos; dividido em treâ s partes: ceco, cólon e reto.

Fígado

O fígado, localizado no abdoé men, eé o maior órgão interno humano, responsaé vel por
armazenar e filtrar substâncias, sintetizaçaõ o de gordura e produção da bílis.

Principais órgãos do sistema respiratório

Laringe

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A laringe eé o principal oé rgaõ o da fala, uma vez que agregam as cordas vocais; estaé localizada
no pescoço, entre a faringe e a traqueia.

A traqueia

A traqueia eé um oé rgaõ o tubular localizado entre a laringe e os brônquios. A sua funçaõ o eé


aquecer, humidificar e filtrar o ar, para assim, conduzi-lo até os pulmões.

Pulmões

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O corpo humano eé composto por dois pulmões, oé rgaõ os com formato piramidal e consisteâ ncia
esponjosa, localizados na caixa torácica. Responsaé vel pela troca de gases, de forma que
oxigena o sangue e elimina o gaé s carboé nico (CO2) do corpo.

Brônquios

Os brônquios saõ o dois oé rgaõ os tubulares formados pela ramificação da traqueia que levam o
ar para os pulmões.

Principais órgãos do sistema endócrino

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Hipófise

A hipófise (glaâ ndula pituitaé ria ou glaâ ndula mestre) eé uma pequena glândula localizada no
cérebro e suas principais funçoõ es saõ o: a produção de hormônios, regulação dos ciclos
sexuais e o controlo das atividades de outras glândulas.

Tiroide

Situada no pescoço, a tireoide eé uma glândula em forma de borboleta com importantes


funçoõ es no organismo, a saber: crescimento, desenvolvimento, fertilidade, regulação de
ciclos menstruais e controlo emocional. Aleé m disso, a tiroide age na função de oé rgaõ os
importantes do corpo humano, por exemplo, o coração, o cérebro, o fígado e os rins.

Paratiroides

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As paratireoides saõ o quatro pequenas glândulas, localizadas ao redor da tiroide e as suas


funçoõ es saõ o: regulação de substâncias presentes no sangue (caé lcio e foé sforo) e
sintetização de hormônios.

Suprarrenais

As glândulas suprarrenais (adrenais) saõ o formadas pelo córtex e a medula. Estaõ o


localizadas acima dos rins e a sua principal funçaõ o eé a produção e libertação de
hormônios.

Pâncreas

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O pâncreas eé uma glaâ ndula mista responsaé vel pela produção de hormônios (sistema
endoé crino) e o suco pancreático (sistema digestivo). Estaé localizada entre o duodeno e o
baço, na atrás do estômago.

Principais órgãos do sistema circulatório

Coração

Localizado entre os pulmões, na caixa torácica, o coraçaõ o eé um órgão muscular oco


responsaé vel pelo bombeamento de sangue mediados por dois movimentos: sístole
(contraçaõ o) e diástole (relaxamento). Assim, enquanto o lado direito bombeia o sangue
venoso para os pulmoõ es, o lado esquerdo bombeia o sangue arterial para as diversas partes do
corpo.

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Vasos Sanguíneos

Os vasos sanguíneos saõ o órgãos tubulares distribuíédos por todo o organismo, formado por
veias e artérias, que por sua vez, formam os capilares. Saõ o locais por onde circulam o sangue
pelo corpo.

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Principais órgãos do sistema nervoso

Cérebro

Dividido em hemisfério direito (criatividade e síémbolos) e esquerdo (loé gica e comunicaçaõ o),
o cérebro eé o oé rgaõ o mais importante do sistema nervoso, responsaé vel pela produçaõ o de
hormoâ nios, bem como o transporte, organizaçaõ o e armazenamento de informaçoõ es.

Cerebelo

O cerebelo eé um oé rgaõ o localizado abaixo do cérebro e possui funçoõ es muito importantes


como o movimento, o reflexo, a contração dos músculos bem como o equilíbrio do
organismo.

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Medula Espinhal

A medula espinhal, localizada dentro da coluna vertebral, eé o oé rgaõ o responsaé vel pela
produção e condução de impulsos nervosos do organismo para o ceé rebro.

Principais órgãos do sistema urinário e excretor

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Rins

O corpo humano eé composto por dois rins, oé rgaõ os em formato de feijaõ o, localizados na parte
posterior do abdoâ men. Suas principais funções são: filtragem de substaâ ncias, eliminaçaõ o de
substaâ ncias toé xicas, produçaõ o de hormoâ nios e de urina.

Bexiga

A bexiga é o órgão muscular oco em forma de bolsa, localizada na parte inferior do abdoâ men
e responsaé vel pelo armazenamento de urina.

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Principais órgãos do sistema reprodutor

Ovários

Os ovaé rios saõ o dois órgãos em forma ovais localizados na cavidade pélvica das mulheres.
Sua funçaõ o baseia-se na produçaõ o do hormoâ nio feminino, o estroé geno, bem como na produçaõ o
dos oé vulos, as gametas sexuais femininas.

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Útero

Localizado no interior da pelve, o ué tero eé um órgão muscular, oco e elástico, uma vez que
sua principal funçaõ o eé abrigar o feto depois de fecundado.

Clitóris

O clitóris é o órgão sexual feminino localizado na parte superior da vulva e sua funçaõ o
principal eé proporcionar o prazer feminino (orgasmo), visto que sua estrutura eé formada por
inúmeras terminações nervosas.

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Pênis

O pênis é o órgão sexual masculino, externo e cilíéndrico, que faz parte do sistema urinário,
onde ocorre a eliminaçaõ o de impurezas pela urina, e do sistema reprodutor, responsaé vel pelo
prazer masculino.

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Próstata

A próstata eé uma glaâ ndula localizada abaixo da bexiga, responsaé vel pela produçaõ o de uma
substaâ ncia que junto com os espermatozoides compõem o sêmen.

Testículos

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Os testículos são duas glândulas ovaladas localizadas na bolsa escrotal. Suas funçoõ es
correspondem aà produçaõ o de hormoâ nios e das gametas sexuais masculinas, os
espermatozoides.

Outros órgãos do corpo humano

Baço

O baço, localizado na regiaõ o superior esquerda da cavidade abdominal, eé um oé rgaõ o ovalado,


o maior do sistema linfático. As suas funções são: produçaõ o de anticorpos e hemaé cias,
armazenamento de sangue e liberaçaõ o de hormoâ nios.

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Pele

A pele, o revestimento externo do corpo, eé um oé rgaõ o que faz parte do sistema tegumentar e
as suas principais funções são: proteçaõ o, reserva de nutrientes e equilíébrio da temperatura

Apêndice

O apêndice é um pequeno órgão, em formato de bolsa, localizado no iníécio do intestino


grosso. Sua funçaõ o eé a produçaõ o de anticorpos (defesa do organismo), produçaõ o e
armazenamento de bacteé rias que auxiliam na digestaõ o.

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Noções sobre o sistema imunitário


Barreiras naturais

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O sistema imunológico ou sistema imune eé de grande eficieâ ncia no combate a
microrganismos invasores. Mas naõ o eé soé isso; ele tambeé m eé responsaé vel pela “limpeza” do
organismo, ou seja, a retirada de células mortas, a renovação de determinadas
estruturas, rejeição de enxertos, e memória imunológica. Tambeé m eé ativo contra ceé lulas
alteradas, que diariamente surgem no nosso corpo, como resultado de mitoses anormais.
Essas ceé lulas, se naõ o forem destruíédas, podem dar origem a tumores.

O nosso organismo possui mecanismos de defesa que podem ser diferenciados quanto aà
sua especificidade, ou seja, existem os especíéficos contra o antíégeno ("corpo estranho") e os
inespecíficos que protegem o corpo de qualquer material ou microrganismo estranho, sem
que este seja especíéfico.

O organismo possui barreiras naturais que saõ o obviamente inespecíéficas, como a da pele
(queratina, lipíédios e aé cidos graxos), a saliva, o ácido clorídrico do estômago, o pH da
vagina, a cera do ouvido externo, muco presente nas mucosas e no trato respiratório,
cílios do epitélio respiratório, peristaltismo, flora normal, entre outros.

Se as barreiras físicas, químicas e biológicas do corpo forem vencidas, o combate ao


agente infecioso entra em outra fase. Nos tecidos, existem ceé lulas que liberam substaâ ncias
vasoativas, capazes de provocar dilataçaõ o das arteríéolas da regiaõ o, com aumento da

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permeabilidade e saíéda de líéquido. Isso causa vermelhidaõ o, inchaço, aumento da temperatura
e dor, conjunta de alteraçoõ es conhecido como inflamação. Essas substaâ ncias atraem mais
ceé lulas de defesa, como neutrófilos e macrófagos, para a área afetada.

Fisiologia celular e humoral

A fisiologia eé o estudo das funçoõ es das matérias vivas do corpo humano. O seu objetivo
principal eé explicar os fatores químicos e físicos que ocorrem nos sistemas, responsaé veis por
origem, desenvolvimento e continuaçaõ o da vida.

O homem eé um ser autoé nomo porque eé dotado de sensibilidades, sentimentos e


conhecimentos, sendo que, esses atributos fazem parte da sequeâ ncia automaé tica da vida e, saõ o
esses atributos, que nos permitem existir, pois saõ o eles quem nos conduzem aà procura de
energia vital. Por exemplo a fome leva-nos aà procura de comida.

A célula é a unidade básica da vida e do organismo, e cada oé rgaõ o eé um agregado de ceé lulas.
Existem aproximadamente, 75 trilhoõ es de ceé lulas no nosso organismo, estas com funçoõ es, e
formas variadas. Ex: ceé lulas vermelhas → transportam O2 dos pulmoõ es para os tecidos.

Todas as ceé lulas precisam de alimentos, nutrientes para se manterem vivas, que por sua vez
utilizam quase sempre os mesmos nutrientes.

A principal função do sistema imunológico eé prevenir ou limitar a infeçaõ o causada por


microorganismos, sendo que essa açaõ o eé dada a partir de dois ramos, os mediados por ceé lulas
imunes e por os dos anticorpos. O ramo da imunidade por ceé lulas consistes principalmente
nos linfoé citos T (auxiliares e citotoé xicos), enquanto o mediado por anticorpos (humoral)
consiste em linfoé citos B e ceé lulas plasmaé ticas.

Imunidade natural e adquirida

A imunologia é um ramo da biologia, que aplicado aà medicina, estuda o complexo sistema


imunológico do ser humano, ou seja, os organismos que fornecem a imunidade,
protegendo o organismo do homem de doenças, que podem ser causadas por uma grande
variedade de bactérias, vírus, fungos, toxinas, protozoários e vermes, entre outros.

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O sistema imunológico (por meio de anticorpos, antíégenos, imunoglobulinas, e outros) eé
capaz de identificar o que eé proé prio do organismo humano, assim como reconhecer o que naõ o
lhe eé proé prio, os organismos desconhecidos, como os patoé genos jaé citados, ou ainda os oé rgaõ os
transplantados. Os processos que ocorrem a partir da identificaçaõ o do que naõ o eé proé prio do
organismo humano são a base da imunologia.

Existem dois tipos de imunidade:

Imunidade inata – eé a imunidade presente desde o nascimento, sem especificidade


nem “memoé ria imunoloé gica”. EÉ a defesa de primeira linha contra os organismos
desconhecidos, invasores, sendo que a exposiçaõ o naõ o muda sua intensidade. Os três
componentes da imunidade inata saõ o: fíésico – quíémico (pele, secreções, mucosas e cílios);
humoral (complemento, opsoninas e enzimas presentes nas secreçoõ es, mucosas, sangue, etc.)
e celular (ceé lula NK, neutroé filo, eosinoé filo e o mastoé cito). A imunidade inata protege contra
fungos, vermes e bactérias.

Imunidade adquirida – Tambeé m conhecida como especíéfica ou adaptativa, eé ausente


no nascimento, sendo adquirida por meio da exposiçaõ o, que aliaé s, aumenta sua intensidade.
Tem memoé ria eé especificidade. Os seus componentes saõ o os produtos secretados e células
(linfoé citos). A imunidade adquirida protege contra vírus, bactérias (inclusive infeçoõ es
intracelulares) e protozoários.

Qualquer disfunção no complexo sistema imunoloé gico aumenta o risco de infeções,


doenças autoimunes e até mesmo cancro. A isso se daé o nome de imunodeficiência, sendo
que tal quadro pode surgir causado por anormalidades geneé ticas ou congeé nitas (evento
primaé rio), ou surgir como consequeâ ncia de um tratamento, ou outras condiçoõ es (como uso de
esteroides ou imunossupressaõ o para transplantes de medula ou oé rgaõ os).

Sistemas ósteo-articular e muscular


Noções gerais sobre estrutura e classificação dos ossos, articulações e músculos

Apesar de a formação dos ossos se iniciar durante as primeiras semanas de vida intra-
uterina, esta leva muito tempo ateé ficar concluíéda, visto que apenas se obteé m a constituiçaõ o
definitiva de todos os ossos do esqueleto no final da adolescência. Para aleé m disso,

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inicialmente, o esqueleto em vez de ser formado por osso, é constituído por cartilagem, um
tecido muito mais flexíével e elaé stico que naõ o apresenta minerais na sua constituiçaõ o. No
entanto, ao longo do crescimento, esta cartilagem vai sendo progressivamente substituíéda por
osso, atraveé s de um processo denominado ossificação.

Como a ossificação compreende várias etapas, costuma ser um processo lento e complexo.

A primeira fase consiste na formaçaõ o do molde cartilagíéneo de cada osso e do seu


revestimento bastante resistente, denominado pericoâ ndrio. A partir deste revestimento,
existem ceé lulas cartilagíéneas activas, denominadas condroblastos, que ao ocuparem o
interior da substaâ ncia produzem uma substaâ ncia amorfa, sobre a qual os elementos minerais
iraõ o ser depositados.

A última fase decorre a partir da morte dos condroblastos jaé maduros, ou


condroé citos, mais precisamente depois de estes ficarem presos no meio de uma massa que
naõ o lhes permite a sua nutriçaõ o. É então que as células ósseas ativas, os osteoblastos,
penetram atraveé s do revestimento exterior para o seu interior, com o objetivo de constituíérem
centros de ossificaçaõ o a partir dos quais o osso vai sendo formado. Embora os primeiros
núcleos de ossificação apareçam durante a vida intra-uterina, na infaâ ncia existem outros
novos que ao aparecerem vaõ o progressivamente substituindo a cartilagem, o que permite ao
osso crescer em espessura e em comprimento ateé atingir a sua forma definitiva.

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Consequentemente, os ossos apenas estaõ o formados por completo quando toda a cartilagem
for substituíéda por osso, o que acontece ao longo da infaâ ncia.

Os ossos são classificados quanto ao seu formato e segundo a predominância de umas


das suas dimensões (comprimento, largura ou espessura) sobre as outras duas. Assim temos
as seguintes classificações:

Ossos longos onde o comprimento eé maior que a largura e espessura. Saõ o longos,
espessos e tubulares.

Os ossos longos apresentam duas extremidades, denominadas epífise e um corpo,


chamado de diáfise. Este possui no seu interior um canal medular onde aloja a medula oé ssea.

Nos ossos ainda não ossificados (adolesceâ ncia) eé possíével visualizar um disco cartilaginoso
ou cartilagem epifisaé ria, entre epíéfise e diaé fise, relacionadas com o crescimento oé sseo.

Ossos curtos apresentam equivaleâ ncia nas treâ s dimensoõ es. Saõ o curtos, largos, espessos
e cuboé ides. Encontrados apenas nos carpos (maõ o) e tarsos (peé ).

Ossos laminar ou plano possuem comprimento e largura iguais em relaçaõ o aà


espessura. Geralmente apresentam funçoõ es de proteçaõ o, como os ossos do craâ nio (frontal,
parietal e occipital) que protegem o enceé falo e outros.

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Jaé os ossos irregulares apresentam uma forma complexa, ou seja, possuem vaé rios
outros formatos em relaçaõ o aos que jaé foram ditos aqui. Naõ o corresponde a nenhuma forma
geomeé trica conhecida. Exemplos marcantes saõ o as vértebras, mandíbula e o osso temporal.

Os ossos pneumáticos apresentam uma ou mais cavidades, de volume variaé vel,


revestida de mucosa e contendo ar. As cavidades são chamadas de seios ou sinus. Estes
ossos se encontram no craâ nio (frontal, esfenoé ide, maxilar, etmoé ide).

O último tipo de classificação óssea, é o sesamóide. Saõ o pequenos e chatos. Eles saõ o
encontrados em tendoõ es, nos lugares onde cruzam as extremidades dos ossos longos nos
membros. Estes ossos saõ o chamados de intratendíneos.

Encontram-se tambeé m em caé psula fibrosas nas articulaçoõ es e saõ o chamados de


periarticulares.

As articulações saõ o o ponto de união de um ou mais ossos e a sua configuraçaõ o


determina o grau e a direçaõ o do possíével movimento. Algumas articulaçoõ es naõ o teâ m
movimento nos adultos, como as suturas que se encontram entre os ossos planos do craâ nio.
Outras, contudo, permitem um certo grau de mobilidade. EÉ o caso da articulação do ombro,
uma junta articulada esfeé rica que permite a rotaçaõ o interna e externa do braço e os
movimentos para a frente, para traé s e para os lados. Em contrapartida, as articulaçoõ es de tipo
dobradiça dos cotovelos, dos dedos da mão e do pé permitem apenas dobrar (flexaõ o) e
estender (extensaõ o).

Outros componentes das articulaçoõ es servem de estabilizadores e diminuem o risco de lesoõ es


que possam resultar do uso constante. As extremidades ósseas da articulação estaõ o
cobertas por cartilagem, um tecido liso, resistente e protetor que amortece e diminui a fricçaõ o.
As articulações também estão providas de um revestimento (membrana sinovial) que, por
sua vez, forma a caé psula articular. As células do tecido sinovial produzem um líéquido
lubrificante (líéquido sinovial) que enche a caé psula, contribuindo para diminuir a fricçaõ o e
facilitar o movimento.

Os músculos saõ o compostos por fibras que têm a propriedade de se contrair. Os


mué sculos esqueleé ticos, que saõ o os responsaé veis pela postura e pelo movimento, estaõ o ligados
aos ossos e dispostos em grupos opostos em volta das articulaçoõ es. EÉ o caso dos mué sculos que

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dobram o cotovelo (bicípete), que saõ o equilibrados pelos mué sculos que os estendem
(tricípete).

Os tendões são cordões resistentes de tecido conjuntivo que inserem cada extremidade do
mué sculo ao osso. Os ligamentos saõ o compostos de um tecido semelhante, rodeiam as
articulaçoõ es e unem os ossos entre si. Os ligamentos contribuem para reforçar e estabilizar
as articulaçoõ es, permitindo os movimentos soé em certas direcçoõ es. As bolsas saõ o caé psulas
cheias de líéquido que proporcionam um amortecimento adicional entre estruturas adjacentes
que, de outro modo, roçariam entre si, ocasionando o desgaste, por exemplo, entre um osso e
um ligamento.

Os componentes de uma articulação trabalham conjuntamente para facilitar um


movimento equilibrado e que não provoque lesões. Por exemplo, quando se dobra o joelho
para dar um passo, os mué sculos poplíéteos, na parte posterior da coxa, contraem-se e
encurtam-se recolhendo a parte inferior da perna e fletindo o joelho. Ao mesmo tempo,
relaxam-se os mué sculos do quadricíépete da parte anterior da coxa permitindo a flexaõ o do
joelho. A cartilagem e o líquido sinovial reduzem a fricçaõ o ao míénimo dentro da articulaçaõ o
do joelho. Cinco ligamentos em volta da articulaçaõ o ajudam a manter os ossos devidamente
alinhados. As bolsas servem de amortecedores entre estruturas como a tíébia e o tendaõ o da
roé tula.

Biofísica da locomoção e dos principais movimentos dos membros

Entende-se por aparelho locomotor humano o conjunto dos sistemas ósseo e muscular.
Compreende, pois, os ossos e cartilagens e suas unioõ es (articulaçoõ es), os mué sculos estriados e
seus oé rgaõ os anexos. Embora ossos e mué sculos da cabeça nada tenham que ver como a
locomoçaõ o, saõ o estudados conjuntamente com os sistemas oé sseo e muscular. Jaé os mué sculos
lisos e estriados integrantes das víésceras e o mué sculo cardíéaco, constituinte principal do
coraçaõ o, saõ o estudados separadamente.

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Anatomia do esqueleto: o esqueleto de um ser humano adulto apresenta 206 ossos,
constituíédos de um tecido formado basicamente de uma matriz de fibras e proteíénas (osteíéna),
na qual se depositam sais de caé lcio e foé sforo, que conferem ao osso sua dureza caracteríéstica.

Aleé m da porçaõ o externa de substaâ ncia oé ssea, cada osso dispoõ e de uma porçaõ o interna, a
medula (vermelha ou amarela, conforme a proporçaõ o de gordura). Nas medulas vermelhas
formam-se os elementos celulares do sangue. Quanto aà forma, os ossos podem ser longos,
como os dos braços e pernas, com extremidades ligeiramente arredondadas (epíéfises) e uma
zona central (diaé fise); curtos, como os do tarso; e planos, como os do craâ nio.

Os ossos estabelecem conexões entre si por meio das articulações. Estas, em funçaõ o do
seu grau de mobilidade, classificam-se em:

imóveis, tambeé m chamadas sinartroses, como as da calota craniana;

semimóveis ou anfiartroses, quando haé movimentaçaõ o reduzida entre os ossos que


as compoõ em, como nas conexoõ es invertebradas; e

móveis ou diartroses, de grande mobilidade, como as do joelho e do ombro. As


diartroses, pela natureza e importaâ ncia de sua funçaõ o, apresentam uma estrutura mais
complexa, com vaé rias partes:

1) cartilagens articulares, que cobrem as extremidades dos ossos e impedem o


desgaste por fricçaõ o;

2) caé psula, constituíéda de fibras que vaõ o de um osso a outro e manteâ m a coesaõ o do
conjunto;

3) membrana sinovial, que se insere na regiaõ o interna da caé psula e segrega um líéquido
viscoso (a sinoé via ou líéquido sinovial), que lubrifica e nutre a cartilagem articular; e

4) meniscos e ligamentos, que reforçam a articulaçaõ o.

Movimentos de flexão e extensão

Os movimentos de flexão e extensão saõ o encontrados em quase todas as articulaçoõ es


sinoviais, ou completamente moé veis, do corpo, incluindo artelhos, tornozelos, joelhos, quadril,
tronco, ombro, cotovelo, punho e dedos. A flexão faz com que haja diminuiçaõ o do aâ ngulo
relativo dos segmentos, ou seja, aproximaçaõ o dos segmentos. Jaé a extensaõ o faz com que haja
aumento do aâ ngulo relativo.

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Movimentos de adução e abdução

Os movimentos de adução e abdução naõ o saõ o taõ o comuns quanto aà flexaõ o e aà


extensaõ o, e ocorrem apenas nas articulaçoõ es metatarsofalaâ ngicas, do quadril, do ombro, do
punho, e metacarpofalaâ ngicas. A abdução eé o movimento para longe da linha meé dia do corpo
ou do segmento. Jaé a adução eé o movimento de aproximaçaõ o da linha meé dia do corpo ou dos
segmentos.

Movimentos de rotação interna e rotação externa

As rotações podem ser tanto mediais, tambeé m chamadas de internas quanto laterais,
tambeé m chamadas de externas. Como a linha meé dia atravessa os segmentos do tronco e da
cabeça, as rotaçoõ es nesses segmentos saõ o descritas para a esquerda e para a direita a partir da
perspetiva de quem realiza.

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Aleé m desses movimentos, existem termos especializados. Segundo Hamill e Knutzen (1999),
essas denominaçoõ es saõ o para as regioõ es do tronco, escaé pula, antebraço, coxa, braço, e peé .

A flexão lateral direita e esquerda eé um movimento que se aplica apenas ao


movimento da cabeça e do tronco. A cintura escapular tem nome de movimento especializado
que pode ser descrito observando-se o movimento das escaé pulas. O levantamento das
escaé pulas eé denominado elevaçaõ o enquanto que o movimento contraé rio eé denominado
depressaõ o. Se as escaé pulas se movem afastando-se uma da outra, o movimento eé denominado
protaçaõ o ou abduçaõ o.

O movimento de retorno das escápulas eé chamado de retraçaõ o ou aduçaõ o. Aleé m


disso, as escaé pulas podem fazer rotaçaõ o para cima, no sentido da base da escaé pula se afastar
do tronco e a borda superior move-se no sentido a aproximar-se do tronco. Este movimento
denomina-se rotaçaõ o para cima, e a sua volta rotaçaõ o para baixo.

No braço e na coxa, as combinaçoõ es de flexaõ o e aduçaõ o saõ o denominadas de aduçaõ o


horizontal, e as combinaçoõ es de extensaõ o e abduçaõ o saõ o denominadas de abduçaõ o horizontal.
Ambas as denominaçoõ es saõ o realizadas com os membros de forma horizontal ao solo, sendo
que a aduçaõ o aproxima-se da linha meé dia do corpo e a abduçaõ o afasta-se da linha meé dia do
corpo.

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No antebraço, os movimentos de pronaçaõ o e supinaçaõ o ocorrem com a sobreposiçaõ o


do raé dio sobre a ulna. A supinaçaõ o eé o movimento no qual a palma da maõ o eé voltada para a
frente (como na regiaõ o anatoâ mica de refereâ ncia), e a pronaçaõ o, as palmas devem estar
voltadas para a parte posterior do corpo. Estes movimentos tambeé m podem ser chamados de
rotaçaõ o externa (supinaçaõ o) e rotaçaõ o interna (pronaçaõ o).

No punho, o movimento em direção ao polegar eé denominado desvio radial, e em


direçaõ o ao dedo míénimo eé denominado desvio ulnar. Nos peé s, os movimentos de flexaõ o e
extensaõ o saõ o especializados para flexaõ o plantar dorsiflexaõ o e flexaõ o plantar, respectivamente.
Aleé m disso, o peé apresenta outro grupo de movimentos especializados chamados de inversaõ o
e eversaõ o, que ocorrem nas articulaçoõ es intertaé rsicas e metataé rsicas.

A inversão do pé ocorre quando a borda medial do peé levanta de modo que a sola do peé vira-
se para dentro em direçaõ o ao outro peé . Jaé a eversaõ o eé o movimento oposto do peé quando a sola
vira-se para fora.

E finalmente a circundução, que pode ser realizado por qualquer articulaçaõ o que tenha o
potencial em mover-se em duas direçoõ es, de modo que se realize um movimento circular.

Função e estabilidade da coluna vertebral

A coluna vertebral faz parte da estrutura do corpo dos animais vertebrados.

Constitui um eixo de primordial importaâ ncia na comunicaçaõ o entre o sistema nervoso


central e o sistema nervoso perifeé rico e apresenta funçoõ es bem definidas.

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EÉ uma estrutura do corpo humano que ao longo de toda a evoluçaõ o do homem sofreu
grandes transformaçoõ es.

Com uma grande flexibilidade, a coluna vertebral eé formada por estruturas moé veis como as
veé rtebras e os discos intervertebrais, os ligamentos e os mué sculos. No que diz respeito aà s
veé rtebras estas dividem-se consoante as suas caracteríésticas pois elas apresentam
particularidades bem diferentes.

As vértebras apresentam-se maiores aà medida que se vaõ o aproximando do sacro e logo


depois vaõ o diminuindo de tamanho quando mais proé ximas do coé ccix. Esta diferença acontece
porque a regiaõ o lombo sacra sustenta mais peso em comparaçaõ o com as regioõ es cervical e
toraé cica.

Quanto aos músculos, saõ o estes que vaõ o dar estabilidade aà coluna vertebral. Os discos
intervertebrais satisfazem a funçaõ o de amortecedores e daõ o ao ser humano a capacidade de
andar, de correr, de saltar e de poder girar o tronco e a cabeça. Se este sofrer um
traumatismo ou se verificar o seu envelhecimento pode acontecer uma ruptura do anel
fibroso e o nué cleo polposo transbordar de seu local de origem instalando-se um quadro de dor
nas costas.

Como parte estruturante da coluna faz tambeé m parte o canal vertebral que se apresenta
como um tué nel oé sseo que vai desde o craâ nio ateé ao osso sacro. Este segue todas as diferentes
curvaturas da coluna sendo mais largo nas partes da coluna em que se verifica mais
movimento como eé o caso da regiaõ o lombar e da cervical.

Na região torácica este canal eé mais estreito pois os movimentos da coluna nesta zona
tambeé m saõ o mais limitados. Este canal eé de extrema importaâ ncia e deve ser preservado a todo
o custo pois eé nele que estaé alojada a medula espinhal.

A grande maioria dos mamíferos caminham sobre as quatro patas mas, a normal posiçaõ o do
corpo humano eé a vertical. Para aleé m disto ainda sofre o efeito da gravidade o que se traduz
numa grande dificuldade em se manter de peé . Uma das grandes funçoõ es da coluna vertebral eé
conseguir manter a cabeça direita, o que soé eé possíével graças ao Atlas, a primeira veé rtebra da
coluna cervical.

A sua outra grande função eé a de proteger a medula espinhal. Quando haé acidentes a
medula pode ser lesionada manifestando-se na grande maioria das vezes em doenças mais ao
menos graves.

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Osteoporose, fraturas, luxações, principais doenças reumatismais, tumores ósseos -


conceitos; noções básicas sobre manifestações clínicas; implicações para os cuidados de
saúde

Osteoporose eé uma doença metaboé lica, sisteé mica, que acomete todos os ossos. A
prevaleâ ncia da osteoporose, acompanhada da morbidade e mortalidade das suas fraturas,
aumenta a cada ano. Estima-se que com o envelhecimento populacional na Ameé rica Latina, o
ano de 2050, quando comparado a 1950, teraé um crescimento de 400% no nué mero de fraturas

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de quadril para homens e mulheres entre 50 e 60 anos, e proé ximo de 700% nas idades
superiores a 65 anos. Estima-se que a proporçaõ o da osteoporose para homens e mulheres
seja de seis mulheres para um homem a partir dos 50 anos e duas para um acima de 60 anos.
Aproximadamente uma em cada treâ s mulheres vai apresentar uma fratura oé ssea durante a
vida.

Como qualquer outro tecido do nosso corpo, o osso é uma estrutura viva que precisa
de se manter saudaé vel, e isso acontece mediante a remodelaçaõ o do osso velho em osso novo. A
osteoporose ocorre quando o corpo deixa de formar material ósseo novo suficiente, ou
quando muito material dos ossos antigos eé reabsorvido pelo corpo - em alguns casos, pode
ocorrer as duas coisas. Se os ossos naõ o se estaõ o a renovar como deveriam, ficam cada vez mais
fracos e finos, sujeitos a fraturas.

Causas

Noé s temos no corpo células responsáveis pela formação óssea e outras pela reabsorçaõ o
oé ssea. O tecido ósseo vai envelhecendo com o passar do tempo, assim como todas as outras
ceé lulas do nosso corpo. O tecido ósseo velho eé destruíédo pelas ceé lulas chamadas osteoclastos
e criados pelas células reconstrutoras, os osteoblastos. Esse processo de destruiçaõ o das
ceé lulas eé chamado de reabsorção óssea, que fica comprometido na osteoporose, pois o corpo

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passa a absorver mais osso do que produzir ou entaõ o naõ o produzir o suficiente. Alguns
problemas podem interferir na formação dos ossos:

Deficiência de cálcio

O caé lcio eé um mineral essencial aà formaçaõ o normal dos ossos. Durante a juventude, o
corpo usa o mineral para produzir o esqueleto. Aleé m disso, o osso é o nosso principal
reservatório de cálcio, e eé ele quem fornece esse nutriente para outras funçoõ es do corpo,
como o funcionamento cardíéaco. Quando o metabolismo do osso estaé em equilíébrio, ele
retira e repoõ e o caé lcio dos ossos sem comprometer essa estrutura. Esses nutrientes saõ o
obtidos por meio da alimentaçaõ o, por isso, se a ingestaõ o de caé lcio naõ o eé suficiente, ou entaõ o o
organismo naõ o estaé a conseguir absorver esse caé lcio ingerido, a produçaõ o de ossos e tecidos
oé sseos pode ser afetada, naõ o havendo nutrientes suficientes para produzir o esqueleto e
suprir toda a demanda de caé lcio do resto do corpo. Dessa forma, a ingestão insuficiente ou a
má absorção desses nutrientes pode ser uma das causas da osteoporose.

Envelhecimento e menopausa

Cerda de 80% dos pacientes com osteoporose tem-na associada ao envelhecimento ou


menopausa. No caso do envelhecimento, eé necessaé rio entender que os ossos crescem apenas
ateé os 20 anos, e a sua densidade aumenta ateé os 35 anos, começando a perder-se
progressivamente a partir disso. Isso quer dizer que ateé os 35 haé um equilíébrio entre
processos de reabsorçaõ o e criaçaõ o dos ossos, e a partir dessa idade a perda oé ssea aumenta
gradativamente, como parte do processo natural de envelhecimento. Caso o indivíéduo naõ o
tenha criado um "stock" de densidade oé ssea suficiente para suprir esse aumento gradativo da
reabsorçaõ o, os ossos vaõ o ficando mais fraé geis e quebradiços, podendo levar à osteoporose.

Fatores de risco

Mulheres e homens orientais correm mais risco de sofrer fraturas pela osteoporose,
por um problema anatoé mico no feé mur

Histoé ria familiar de osteoporose

Histoé ria preé via de fratura por trauma míénimo

Tabagismo

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Baixa atividade fíésica

Baixa ingestaõ o de caé lcio

Baixa exposiçaõ o solar

Alcoolismo

Imobilizaçaõ o

Auseâ ncia de períéodos menstruais (amenorreia) por longo períéodo

Baixo peso corporal.

Sintomas

A osteoporose eé uma doença silenciosa, que dificilmente daé qualquer tipo de sintoma e se
expressa por fraturas com pouco ou nenhum trauma, mais frequentemente no punho, feâ mur,
colo de feé mur e coluna. Outros sintomas que podem surgir com o avanço da doença saõ o:

Dor ou sensibilidade oé ssea

Diminuiçaõ o de estatura com o passar do tempo

Dor na regiaõ o lombar devido a fraturas dos ossos da coluna vertebral

Dor no pescoço devido a fraturas dos ossos da coluna vertebral

Postura encurvada ou cifoé tica.

Fraturas

Para que possamos definir os tipos de fraturas, primeiramente vamos verificar o que
significa o termo fratura, que eé a quebra ou ruptura dos ossos, causada por um impacto de
intensidade variaé vel. Os ossos embora muito resistentes, tem naturalmente uma capacidade
de deformaçaõ o para que possam absorver impactos, voltando aà sua forma original, quando o
agente causador se dissipar.

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No entanto, cada tipo de acidente poderá trazer aos ossos um tipo de resultado de maior
ou menor dano. Como por exemplo: em acidentes menores poderaé naõ o haver a “fratura”, mas
apenas uma “trinca”, ou os ossos podem despedaçar-se em impactos maiores, podendo chegar
ao grau de fraturas de maior intensidade, como “as expostas”, perigosas pelo fato de que se
naõ o tratadas adequadamente e rapidamente poderaõ o levar aà uma infeçaõ o.

O que caracteriza uma fratura?

1) Incapacidade total ou parcial de movimentos

2) Dificuldade e dor aos movimentos

3) Observaçaõ o de inchaço na aé rea atingida

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4) Posiçaõ o anormal do membro atingido

5) Traumatismos

Classificação das fraturas

Podem ser classificadas da seguinte forma:

1) de acordo com a direçaõ o da linha da fratura

2) conforme a localizaçaõ o anatoâ mica

3) de acordo com a forma linear ou cominutiva

Quanto ao tipo, podem ser:

1) Mué ltiplas

2) Por encurtamento e torçaõ o

3) Completa e incompleta (quando a estrutura oé ssea eé lesionada na sua totalidade ou apenas


em parte).

4) De impacto, oblíéquas, epifisaé rias, penetrantes

5) Por fadiga (stress, comum em atletas)

6) Fechadas ou abertas (Naõ o expostas ou expostas)

Chamamos de fraturas “expostas ou abertas”, quando rompem-se a pele e tecidos


expondo o osso ao ambiente exterior. E saõ o denominadas “fechadas ou naõ o expostas” quando
sente-se que o osso estaé apenas “desnivelado” mas naõ o rompeu a pele.

Existem ainda os tipos de fraturas por fadiga ou esforço, quando o indivíéduo


submete-se aà esforços aleé m de sua capacidade, fatigando a estrutura oé ssea podendo assim
ocorrer o rompimento. E as fraturas ditas patoloé gicas, causadas por patologias preé -existentes,
as quais poderaõ o enfraquecer um osso que teria condiçoõ es normais

Tratamento

Inicialmente cabe aqui dizer, que o sucesso do tratamento em casos de fraturas


independente do tipo dependeraé de forma intensificada da colaboraçaõ o do acidentado. Seraõ o

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necessaé rios exames radiograé ficos combinados com a avaliaçaõ o meé dica, para confirmar-se uma
fratura,e classificar-se o tipo, recomendando-se em seguida o imediato tratamento.

Para cada caso, existem soluções e métodos diferentes, tais como: Braces, Fixaçaõ o
externa, Traçaõ o, Imobilizaçaõ o gessada, etc. Muito importante lembrar que fatores como
localizaçaõ o, gravidade, tipo de fratura, condiçoõ es fíésicas do acidentado e avaliaçaõ o conjunta
entre meé dico e paciente, faraõ o com que se busque a melhor opçaõ o de tratamento e
consequü entemente um melhor restabelecimento da saué de.

Luxação
A luxação eé uma lesão intra-articular em que um dos ossos eé deslocado. Pode estar
associada a uma fratura e geralmente eé causada por um forte traumatismo. Os primeiros
socorros para luxaçaõ o saõ o dar um analgeé sico ao indivíéduo e levaé -lo para o hospital, para que laé
receba o tratamento adequado.

Causas da luxação

A luxação pode ser causada por:

traumatismo direto ou indireto;

queda;

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fratura;

lesaõ o congeé nita;

frouxidaõ o ligamentar, capsular ou muscular gerada por doenças croâ nicas, como artrite,
artrose e outras.

Embora uma luxaçaõ o possa ocorrer em qualquer articulaçaõ o do corpo, as regioõ es mais
afetadas são os ombros, cotovelos e dedos da mão. Em consequeâ ncia da luxaçaõ o pode
haver danos nos mué sculos, ligamentos e tendoõ es que devem ser tratados posteriormente com
fisioterapia.

Sinais e sintomas da luxação

Os sinais e sintomas de uma luxaçaõ o saõ o:

 Dor local;

 Deformidade na articulaçaõ o;

 Proemineâ ncia oé ssea;

 Pode haver fratura oé ssea exposta;

 Inchaço local;

 Incapacidade de realizar movimentos.

Diagnóstico da luxação

Pode-se chegar ao diagnóstico de luxação ao observar a aé rea deformada e atraveé s do exame


de raio X, que evidencia as alteraçoõ es oé sseas.

A ressonância magnética e a tomografia podem ser realizadas apoé s a reduçaõ o da luxaçaõ o


para avaliar os danos causados nos mué sculos, ligamentos e na caé psula articular.

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Primeiros socorros para luxação

Os primeiros socorros em caso de luxaçaõ o saõ o manter a calma e levar o indivíéduo para o
hospital imediatamente. Se naõ o for possíével levaé -lo, chame uma ambulaâ ncia ligando
gratuitamente para o nué mero 192.

Tratamento para luxação

O tratamento da luxação eé feito com a ingestão de analgésicos para suportar a dor e


"reduçaõ o" da luxaçaõ o, que consiste em posicionar o osso devidamente no seu lugar. Isto soé
deve ser feito pelos meé dicos, visto que eé um procedimento perigoso, que requer praé tica
clíénica. E em alguns casos pode ser necessaé rio realizar uma cirurgia para o correto
posicionamento oé sseo, sob anestesia geral.

Após a redução da luxação, o indivíéduo deveraé permanecer com a articulaçaõ o afetada


enfaixada durante algumas semanas para facilitar a recuperaçaõ o da lesaõ o e evitar luxaçoõ es
recorrentes. Depois deveraé ser encaminhado para a fisioterapia, onde ele deverá
permanecer por algum tempo até a completa remissão dos sintomas.

Principais doenças reumatismais

As doenças reumáticas saõ o, nos paíéses desenvolvidos, o grupo de enfermidades mais


frequente no ser humano. A incapacidade funcional e laboral que geram tem um forte
impacto econoé mico-social.

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O que são doenças reumáticas?

São doenças e alterações funcionais do sistema musculoesqueleé tico de causa naõ o


traumaé tica.

Há mais de uma centena de doenças reumáticas, cada qual com vaé rios subtipos, onde se
incluem as doenças inflamatoé rias do sistema musculoesqueleé tico, do tecido conjuntivo e dos
vasos, as doenças degenerativas das articulaçoõ es perifeé ricas e da coluna vertebral, as doenças
metaboé licas oé sseas e articulares, as alteraçoõ es dos tecidos moles periarticulares e as doenças
de outros oé rgaõ os e/ou sistemas relacionadas com as anteriores.

As doenças reumáticas podem ser agudas, recorrentes ou croé nicas e atingem pessoas de
todas as idades. As mulheres, sobretudo a partir dos 65 anos, saõ o quem mais sofre com as
doenças reumáticas.

Como se manifestam?

As formas mais comuns de manifestaçaõ o das doenças reumaé ticas saõ o a dor, a tumefacçaõ o e a
limitaçaõ o da mobilidade.

Quais são as principais doenças reumáticas?

 Osteoartrose;

 Raquialgias (dores na coluna vertebral);

 Doenças reumaé ticas periarticulares, incluindo as lesoõ es musculoesqueleé ticas ligadas ao


trabalho;

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 Osteoporose;

 Fibromialgia;

 Artropatias microcristalinas;

 Artrite reumatoé ide;

 Espondilartropatias;

 Doenças reumaé ticas sisteé micas;

 Artrites idiopaé ticas (com causa desconhecida) juvenis.

Todas estas doenças constam do Programa Nacional Contra as Doenças Reumáticas –


Circular Normativa n.º 12/DGCG de 02.07.2004 – Adobe Acrobat – 649 Kb.

Quais são os fatores de risco das doenças reumáticas?

Cada doença tem factores de risco especíéficos. Há algumas patologias relacionadas com a
praé tica de actividade laboral, de desporto e mesmo de lazer.

Alguns fatores de risco são comuns:

 Idade;

 Obesidade;

 Tabagismo;

 Ingestaõ o de bebidas alcooé licas em excesso;

 Ingestaõ o de faé rmacos.

Como se tratam as doenças reumáticas?

Os tratamentos apresentam terapeâ uticas diversificadas e, frequentemente, visam reduzir a dor


e a incapacidade e melhorar o bem-estar e a qualidade de vida do doente.

Tumores ósseos

O tumor ósseo maligno eé um tipo de cancro que acomete qualquer osso do corpo.
Frequentemente afeta os ossos longos dos braços e coxas, coluna e bacia. Pode ser dividido em
tumor ósseo primário, que eé quando o cancro se desenvolve diretamente no osso

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previamente normal, e tumor ósseo secundário, quando se origina em qualquer outro oé rgaõ o
e se dissemina para os ossos.

Quando as ceé lulas se dividem de forma anormal e incontrolaé vel, podem formar uma massa ou
noé dulo de tecido. Esse noé dulo ou massa eé chamado de tumor e, quando ele cresce, acaba por
comprometer o tecido previamente saudaé vel e a rigidez do osso.

Os tumores ósseos, em geral, raramente causam a morte. Mas, eles ainda podem ser
perigosos e requerem tratamento. Alguns tipos são benignos, o que significa que naõ o saõ o
canceríégenos e outros malignos. Mesmo os tumores benignos podem crescer e comprometer a
estrutura do osso. Os tumores malignos, canceríégenos, podem espalhar-se pelo corpo.

Tipos

Existem vários tipos de lesões ósseas. Algumas destas lesoõ es, aparecem como manchas nos
exames de imagens, poreé m naõ o saõ o consideradas como tumores verdadeiros, e saõ o
conhecidos como pseudotumores. De entre os tumores oé sseos e as lesoõ es pseudotumorais,
alguns tipos acometem mais crianças e outros mais adultos. Eles tambeé m saõ o divididos entre
malignos e benignos, sendo que este ué ltimo naõ o eé canceríégeno e o primeiro, malignos, pode se
disseminar pelo corpo.

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De entre os tumores ósseos benignos e lesões pseudotumorais podemos citar:

Tumor de células gigantes saõ o tumores benignos que apresentam agressividade local.
Acomete principalmente os adultos jovens, na regiaõ o das extremidades dos ossos longos, junto
aos joelhos e punhos

Encondroma é um tumor benigno formador de cartilagem que cresce dentro do


osso, predominam entre as 2a e 4a deé cadas da vida. Acomete principalmente os ossos das
maõ os

Displasia fibrosa eé uma lesaõ o oé ssea benigna, pseudotumoral, que acomete


principalmente a 1a e 2a deé cadas da vida. Pode ser ué nica ou mué ltipla (acometer vaé rios ossos)

Cisto oé sseo aneurismaé tico eé uma lesaõ o oé ssea benigna, pseudotumoral, com
agressividade local, constituíéda por lacunas sanguíéneas.

Dentre os tumores ósseos malignos mais comuns:

Osteossarcoma eé o tumor oé sseo maligno primaé rio mais frequente na faixa etaé ria das
crianças e adolescentes. Acomete principalmente os ossos dos joelhos, ombros e quadris.

Tumor de Ewing acomete principalmente crianças, adolescentes e adultos jovens. Os


ossos mais frequentemente acometidos saõ o os das coxas, braços, pernas e bacia

Condrossarcoma acomete principalmente os adultos. EÉ um tumor maligno formador


de cartilagem. Acomete principalmente os ossos das coxas, braços e bacia

Metástases ósseas saõ o as neoplasias malignas mais comuns dos ossos. Saõ o
disseminaçoõ es secundaé rias de tumores malignos originados em outros oé rgaõ os e sofreram
disseminaçaõ o para o esqueleto. Acomete preferencialmente os adultos. Qualquer carcinoma
pode desenvolver metaé stase. Mais comumente, os da mama, do pulmaõ o, da proé stata, da
tireoé ide, dos rins e do trato gastrointestinal.

Causas

Ainda naõ o eé claro o que causa a maioria dos tumores ósseos. Os meé dicos acreditam que a
doença começa com um erro no DNA das ceé lulas. Este erro faz com que a ceé lula cresça e se
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divida de forma. Esse acué mulo de ceé lulas forma uma massa, ou tumor, que pode invadir as
aé reas proé ximas e tambeé m pode atingir outras partes do corpo.

Fatores de risco

Algumas situações podem aumentar a probabilidade do surgimento da doença:

Síndromes genéticas, que saõ o passadas atraveé s das famíélias como a síéndrome de
LiFraumeni e o retinoblastoma hereditaé rio

Doença óssea pré-existente, como a Doença de Paget, que acomete principalmente


adultos e idosos

Ter se exposto a altos níveis de irradiação, como os usados para tratar caâ nceres
anteriores.

Pessoas com cancros de rim, mama, proé stata, pulmaõ o, trato gastrointestinal e nas
glaâ ndulas da tireoide estaõ o mais propensas a ter tumor oé sseo secundaé rio – metaé stase oé ssea –
quando o caâ ncer se origina em outro local e se espalha para os ossos.

Alterações ósteo-articulares e musculares decorrentes do processo de envelhecimento


e da mobilidade - implicações para os cuidados ao utente

Com a idade as articulaçoõ es perdem o líéquido sinovial que lubrifica as articulaçoõ es fazendo
com que os as cartilagens se desgastem e praticamente os ossos entrem em contato nessas
regioõ es, produzindo atrito e ruíédo de ranger ao movimentar-se.

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As articulaçoõ es e os tendoõ es (bainhas) saõ o lubrificados pelo líéquido sinovial, quando ausente,
faz com que a cartilagem ao redor do osso se desgaste. O principal componente do líéquido
sinovial eé uma substaâ ncia chamada mucina, que conteé m aé cido hialuroâ nico. Nos casos de
careâ ncia de magneé sio, manganeâ s e cobalto (o cobalto eé um dos componentes da vitamina B12)
o aé cido hialuroâ nico naõ o pode ser produzido. Muitas formulações ortomoleculares utilizam
esses íéons para ajudar no tratamento das osteoartroses e osteoartrites.

A perda de massa muscular relacionada ao processo do envelhecimento eé conhecida como


sarcopenia. Haé reduçaõ o no nué mero e no tamanho das fibras musculares, principalmente das
de contraçaõ o raé pida tipo II. Foi sugerido que a perda dessas fibras estaé relacionada com a
diminuiçaõ o da quantidade de motoneuroâ nios que as inervam.

A diminuição das fibras do tipo II, predispoõ e o idoso a tornar-se mais lento em suas
atividades. E o tipo de atividade praticada tambeé m influencia na quantidade e na qualidade
dos tipos de fibra muscular. Como a maioria das atividades realizadas por pessoas da terceira
idade exigem pouco esforço muscular, as fibras do tipo II ficam em desvantagem pois para
recruta-las eé necessaé rio força muscular moderada a maé xima, ao passo que atividades que
necessitam de força leve recrutam exclusivamente as fibras de contraçaõ o lenta tipo I.

A perda da força muscular tambeé m estaé relacionada com a dificuldade que o idoso
apresenta em processar informaçoõ es e ter como resposta a ativaçaõ o muscular.

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Outra alteraçaõ o do sistema musculoesqueleé tico eé a diminuiçaõ o da flexibilidade consequente a


restriçaõ o da força muscular, diminuiçaõ o da elasticidade da pele, da presença de
encurtamentos musculotendíéneos e alteraçoõ es morfoloé gicas periarticulares. Essa diminuiçaõ o
da flexibilidade eé percebida como dificuldade em realizar movimentos amplos.

A partir dos 40 anos, a estatura apresenta certa reduçaõ o em razaõ o da diminuiçaõ o dos arcos
plantares, alteraçoõ es das curvaturas da coluna e deterioraçaõ o das articulaçoõ es intervertebrais.

A fraqueza muscular, restrições na flexibilidade e alteraçoõ es oé sseas modificam a postura


e o padraõ o de deambulaçaõ o do idoso. O comprometimento das reaçoõ es de equilibrio e o
declíénio da força muscular predispoõ em o idoso a quedas, com quadros variados desde
pequenas escoriações, fraturas, morbidade permanente e, até mesmo morte.

O envelhecimento, processo natural pelo qual todos os seres humanos passam, eé


caracterizado por diversas modificações no organismo que, em menor ou maior grau,
influenciam na autonomia, saué de e na qualidade de vida das pessoas. O sistema músculo
esquelético ligado a diversas funções, importantes no nosso organismo, e intimamente
relacionado a questoõ es de capacidade funcional e independeâ ncia de movimentos tambeé m
sofre alteraçoõ es. Uma boa saúde, em especial para os idosos, estaé relacionada a um bom
funcionamento do sistema músculo-esquelético que proporcionaraé a manutençaõ o de
algumas capacidades motoras como força e resisteâ ncia muscular, e que as praé ticas motoras,
embora naõ o consigam frear o processo de envelhecimento, iraõ o proporcionar uma velhice
mais saudaé vel e independente.

Tarefas que em relação a esta temática se encontram no


âmbito de intervenção do/a Técnico/a Auxiliar de Saúde

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Tarefas que, sob orientação de um profissional de saúde, tem de


executar sob sua supervisão direta

O técnico auxiliar de saúde tem com funções:

Auxiliar sob orientações do técnico auxiliar de saúde:

Na prestaçaõ o de cuidados de saué de aos utentes,

Na recolha e transporte de amostras bioloé gicas,

Na limpeza, higienizaçaõ o e transporte de roupas, materiais e equipamentos Na limpeza


e higienizaçaõ o dos espaços e no apoio logíéstico e administrativo das diferentes unidades e
serviços de saué de.

Auxiliar na prestação de cuidados aos utentes, de acordo com orientações do


enfermeiro:

Ajudar o utente nas necessidades de eliminaçaõ o e nos cuidados de higiene e conforto


de acordo, com as orientaçoõ es do enfermeiro;

Auxiliar o enfermeiro na prestaçaõ o de cuidados de eliminaçaõ o, nos cuidados de higiene


e conforto ao utente e na realizaçaõ o de tratamentos a feridas e ué lceras;

Auxiliar o enfermeiro na prestaçaõ o de cuidados ao utente que vai fazer, ou fez, uma
intervençaõ o cirué rgica;

Auxiliar nas tarefas de alimentaçaõ o e hidrataçaõ o do utente, nomeadamente na


preparaçaõ o de refeiçoõ es ligeiras ou suplementos alimentares e no acompanhamento
durante as refeiçoõ es;

Executar tarefas que exijam uma intervençaõ o imediata e simultaâ nea ao alerta do
teé cnico auxiliar de saué de;

Auxiliar na transfereâ ncia, posicionamento e transporte do utente, que necessita de


ajuda total ou parcial, de acordo com orientaçoõ es do teé cnico auxiliar de saué de.

Auxiliar nos cuidados post-mortem, de acordo com orientações do técnico auxiliar de


saúde.

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Assegurar a limpeza, higienização e transporte de roupas, espaços, materiais e


equipamentos, sob a orientação de profissional de saúde:

Assegurar a recolha, transporte, triagem e acondicionamento de roupa da unidade do


utente, de acordo com normas e/ou procedimentos definidos;

Efetuar a limpeza e higienizaçaõ o das instalaçoõ es/ superfíécies da unidade do utente, e de


outros espaços especíéficos, de acordo com normas e/ou procedimentos definidos;

Efetuar a lavagem e desinfecçaõ o de material hoteleiro, material clíénico e material de


apoio clíénico em local proé prio, de acordo com normas e/ou procedimentos definidos;

Assegurar o armazenamento e conservaçaõ o adequada de material hoteleiro, material


de apoio clíénico e clíénico de acordo com normas e/ou procedimentos definidos;

Efetuar a lavagem (manual e mecaâ nica) e desinfeçaõ o quíémica, em local apropriado, de


equipamentos do serviço, de acordo com normas e/ou procedimentos definidos;

Recolher, lavar e acondicionar os materiais e equipamentos utilizados na lavagem e


desinfecçaõ o, de acordo com normas e/ou procedimentos definidos, para posterior
recolha de serviço interna ou externa;

Assegurar a recolha, triagem, transporte e acondicionamento de resíéduos hospitalares,


garantindo o manuseamento e transporte adequado dos mesmos de acordo com
procedimentos definidos.

Auxiliar o teé cnico auxiliar de saué de na recolha de amostras bioloé gicas e transporte para
o serviço adequado, de acordo com normas e/ou procedimentos definidos

Tarefas que, sob orientação e supervisão de um profissional de saúde,


pode executar sozinho

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O teé cnico auxiliar de saué de, para aleé m das tarefas anteriormente descritas, possui um
conjunto de outras que realiza sem a supervisaõ o de um profissional de saué de:

Assegurar atividades de apoio ao funcionamento das diferentes unidades e serviços de


saué de:

Efectuar a manutençaõ o preventiva e reposiçaõ o de material e equipamentos;

Efetuar o transporte de informaçaõ o entre as diferentes unidades e serviços de


prestaçaõ o de cuidados de saué de;

Encaminhar os contactos telefoé nicos de acordo com normas e/ ou procedimentos


definidos;

Encaminhar o utente, familiar e/ou cuidador, de acordo com normas e/ ou


procedimentos definidos

Bibliografia e netgrafia

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www.forma-te.pt

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