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Introdução à Engenharia de Controle e Automação

Bruno Henrique Groenner Barbosa

brunohb@deg.ufla.br DEG - UFLA

Minha Formação

Graduação em Engenharia de Controle e Automação (2003) – UFMG

Vestibular 1997, o primeiro do curso de C&A

Monografia Final de Curso: Cálculo das perdas de temperatura na aciaria da usina Belgo Mineira de João Monlevade (Arcelor)

Minha Formação

Minha Formação

Minha Formação

Mestrado em Engenharia Elétrica (2006) - UFMG

Área: Sinais e Sistemas

Grupo MACSIN: Modelagem, Análise e Controle de Sistemas Não-lineares

Instrumentação, Modelagem, Controle e Supervisão de um Sistema de Bombeamento de Água e Módulo Turbina-Gerador

Minha Formação

Minha Formação

Minha Formação

Minha Formação

Minha Formação

Minha Formação

Minha Formação

Doutorado em Engenharia Elétrica (2009) - UFMG

Área: Sinais e Sistemas / Inteligência Artificial

Computação Evolucionária e Máquinas de Comitê na Identificação de Sistemas Dinâmicos Não- Lineares

Estágio de doutoramento na UNSW, Canberra, Austrália, durante o ano de 2008:

Grupo ALAR (Artificial Life and Adaptive Robotics)

Experiência Acadêmica e Profissional

Iniciação Científica (2001-2002)

Sincronismo de Osciladores Caóticos: estudo, projeto e construção de circuitos

Estágio Curricular (2002-2003)

Usina Belgo Mineira em João Monlevade

Estágio em Docência – UFMG (2006)

Disciplina: Instrumentação Industrial

Professor Substituto – UFMG (2006-2007)

Disciplinas: Laboratório de Controle e Automação I, Laboratório de Controle e Automação II, Laboratório de Eletrônica Analógica e Digital e Estágio Supervisionado

A Engenharia

Arte de aplicar conhecimentos científicos e empíricos e certas habilitações específicas à criação de estruturas, dispositivos e processos que se utilizam para converter recursos naturais em formas adequadas ao atendimento das necessidades humanas

para converter recursos naturais em formas adequadas ao atendimento das necessidades humanas Fonte: Dicionário Aurélio

Fonte: Dicionário Aurélio

A Engenharia

O mundo sem engenheiros (www.anvari.org):

A Engenharia • O mundo sem engenheiros ( www.anvari.org ) :

A Engenharia

O mundo sem engenheiros:

A Engenharia • O mundo sem engenheiros:

A Engenharia

O mundo sem engenheiros:

A Engenharia • O mundo sem engenheiros:

A Engenharia

O mundo sem engenheiros:

A Engenharia • O mundo sem engenheiros:

A Engenharia

O mundo sem engenheiros:

A Engenharia • O mundo sem engenheiros:

A Engenharia

O mundo sem engenheiros:

A Engenharia • O mundo sem engenheiros:

A Engenharia

O mundo sem engenheiros:

A Engenharia • O mundo sem engenheiros:

A Engenharia

Teoria x Prática

Uma base teórica sólida permite entender bem as coisas práticas e ajuda no desenvolvimento de novas idéias e produtos.

É do conhecimento que surgem as idéias para projetos inovadores que servirão de benefício prático para a sociedade.

A Engenharia

A Engenharia

A Engenharia

Resolvedores de problemas.

Procuram as melhores formas, mais rápidas e menos dispendiosas de utilizar matérias primas e forças da Natureza para responder a desafios.

Não só considerações técnicas, mas também ambientais, sociais e financeiras.

A Engenharia

Sucesso profissional do engenheiro moderno:

não está relacionado apenas com as notas na graduação

não está muito relacionado com os títulos de pós-graduação adquiridos

fortemente relacionado com fatores pessoais:

honestidade, força de vontade, caráter, iniciativa, entusiasmo, motivação, capacidade de comunicação, metodologia de solução de problemas, aptidão para o gerenciamento e para o trabalho em equipe

A Engenharia

Foco na transformação de produtos e materiais

física, química, matemática (aço)

biologia (eng. genética)

Foco nos processos e serviços: informação

informática (processamento de dados)

sistemas de gerenciamento

aumentar a produtividade (aumento da disponibilidade ou diminuição do custo)

dados) ▫ sistemas de gerenciamento ▫ aumentar a produtividade (aumento da disponibilidade ou diminuição do custo)

A Engenharia

Anteriormente era possível dividir os engenheiros em cinco grupos:

os que trabalhavam com estruturas

os que trabalhavam com transformação de materiais

os que trabalhavam com fluxo de potência

os que trabalhavam com o processamento de sinais e dados

os que trabalhavam na interface desses grupos, preocupados com o controle do comportamento da máquina a partir do fluxo de informações ou com a instrumentação necessária (sensores, atuadores, protocolos)

da máquina a partir do fluxo de informações ou com a instrumentação necessária (sensores, atuadores, protocolos)

A Engenharia

Com o uso de tecnologias avançadas de controle e de fluxo de informação em todos os grupos, surge a necessidade de implantação dos cursos de controle e automação

Consequência:

versatilidade

trabalho em equipes multidisciplinares:

engenheiros, administradores, economistas, advogados, etc.

▫ versatilidade ▫ trabalho em equipes multidisciplinares: engenheiros, administradores, economistas, advogados, etc.

A Engenharia de Controle e Automação

Engenharia de que?

Qual é o produto ou processo?

objeto abstrato!

Conhecimento eclético

Por ser uma engenharia de base tecnológica, devemos estar sempre atualizados (pensem na informática)

Os conceitos teóricos pouco mudam

A Engenharia de Controle e Automação

Envolve os cursos: Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica e Ciência da Computação

de Controle e Automação • Envolve os cursos: Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica e Ciência da Computação

A Engenharia de Controle e Automação

Controle:

Ramo do conhecimento que estuda maneiras sistemáticas de descrever sistemas e de sintetizar ações tais que esses sistemas se comportem de maneira previamente determinada

Fonte: Enciclopédia da Automática

ações tais que esses sistemas se comportem de maneira previamente determinada Fonte: Enciclopédia da Automática

A Engenharia de Controle e Automação

Automação:

Estuda maneiras de implementar e de realizar ações para tornar um sistema ou processo automático, sendo que tais ações podem, ou não, ter tido sua origem na área de controle

Fonte: Enciclopédia da Automática

A Engenharia de Controle e Automação

Atividades:

concepção, especificação, configuração e instalação de sistemas automatizados

avaliação de desempenho e otimização de sistemas automatizados em operação

integração de sistemas automatizados isolados (ilha de automação) concebendo uma automação completa desde os sistemas de produção até os sistemas de gestão empresarial da empresa

A Engenharia de Controle e Automação

Atividades (cont):

desenvolver produtos, serviços e software para controle e automação

análise de segurança e manutenção dos sistemas de controle e automação

gerenciamento dos sistemas produtivos e das informações

A Engenharia de Controle e Automação

Principais ramos da indústria que empregam técnicas de automação e controle:

controle de processos industriais: química e petroquímica, papel e celulose, farmacêutica, siderúrgica e metalúrgica, mineração e cimento, tratamento de água e efluentes, nuclear

controle de sistemas elétricos: geração e distribuição de energia elétrica, motores e geradores

controle embarcado: aviões, foguetes e mísseis, automóveis, trens e metrôs, navios e submarinos

automação da manufatura e robótica: montadoras de automóveis

automação predial: automação de prédios, shopping centers, hospitais

A Engenharia de Controle e Automação

Quando surgiu a Eng. de Controle e Automação?

Cursos:

Mecatrônica USP: Engenharia Mecânica – Habilitação Automação e Sistemas

Engenharia de Controle e Automação (UFSC,

1988)

Ênfases em controle da Engenharia Elétrica

Ênfases em controle e automação de outras engenharias (Química e Computação)

A Engenharia de Controle e Automação

Cursos:

As formações oferecidas por esses cursos não são homogêneas

PUC-MG: Mecatrônica x Controle e Automação

O profissional formado em Controle e Automação normalmente possui formação mais ampla, menos dependente das outras engenharias

formado em Controle e Automação normalmente possui formação mais ampla, menos dependente das outras engenharias

A Engenharia de Controle e Automação

Cursos:

Quantos cursos de Controle e Automação existem hoje no Brasil?

Em 1996 eram 8 e em 2005 eram 60 segundo a Enciclopédia de Automática. Hoje já são mais de 100! Estamos dominando o mundo

A Engenharia de Controle e Automação

A Engenharia de Controle e Automação
A Engenharia de Controle e Automação

A Engenharia de Controle e Automação

Conselho Nacional de Educação (CNE):

Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia (Resolução).

Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CONFEA)

Discrimina em 1999 as atividades profissionais do Eng. de Controle e Automação (Resolução)

MEC – 1994: Controle e Automação como habilitação específica, com origem na Elétrica e Mecânica:

Controle de processos, sistemas industriais, instrumentação e informática industrial, administração de sistemas de produção e integração e avaliação de sistemas

A Engenharia de Controle e Automação

Participação importante da SBA (Sociedade Brasileira de Automática)

criada em 1975 com o objetivo de promover a ciência e tecnologia do controle automático

Enciclopédia de Automática

Revista Controle e Automação

Inscrevam-se!

ENECA

A Engenharia de Controle e Automação

Discussão da lista da SBA:

Quantos nomes de cursos de engenharia existem no Brasil?

MEC planeja mudar nome de diversos cursos de engenharia (2009):

de um total de 258 nomes para 22!

planeja mudar nome de diversos cursos de engenharia (2009):  de um total de 258 nomes

nomenclatura_MEC.pdf

A Engenharia de Controle e Automação

Discussão da lista da SBA:

MEC planeja mudar nome de diversos cursos de engenharia

Resposta do primeiro presidente e fundador da SBA:

mudar nome de diversos cursos de engenharia ▫ Resposta do primeiro presidente e fundador da SBA:

SBA-MEC-2009.pdf

A Engenharia de Controle e Automação

Exercício:

Baixar e ler o artigo:

e Automação • Exercício: ▫ Baixar e ler o artigo: Pena, R. T., Jota, F. G.

Pena, R. T., Jota, F. G. e Seixas Filho, C. “A New Undergraduate Degree in Control Engineering”. IEEE Transactions on Education, vol. 44, no. 4, pp. 399-405, 2001.

Encontrar o artigo no Portal da Capes

A Engenharia de Controle e Automação

Exercício:

A Engenharia de Controle e Automação • Exercício:

A Engenharia de Controle e Automação

Exercício:

A Engenharia de Controle e Automação • Exercício:

Controle

Processo:

dispositivo ou uma transformação que se deseja controlar

Controle • Processo: ▫ dispositivo ou uma transformação que se deseja controlar

Controle

Controlar um processo significa atuar sobre ele, ou sobre as condições a que o processo está sujeito, de modo a atingir algum objetivo

Para que controlamos um processo?

Controle de velocidade CD-Player

Temperatura do forno a gás

Pressão e temperatura do corpo

Desempenho, estabilidade, comportamento desejado

Controle

Para controlar um processo é necessário conhecer o processo

Modelos matemáticos

Perguntas frequentes:

O que controlar?

Qual é o objetivo do controle?

Como controlar?

matemáticos • Perguntas frequentes: ▫ O que controlar? ▫ Qual é o objetivo do controle? ▫

Controle

Para controlar é necessário conhecer o processo

Controle • Para controlar é necessário conhecer o processo

Controle

Monitoração: elementos sensores

responsáveis pela leitura do estado em que o processo se encontra

existem sensores de presença, de nível, de pressão, de temperatura, de umidade, etc

Controle

Monitoração: elementos sensores

Controle • Monitoração: elementos sensores

Controle

Monitoração: elementos sensores

Controle • Monitoração: elementos sensores
Controle • Monitoração: elementos sensores

Controle

Monitoração: elementos sensores

Controle • Monitoração: elementos sensores
Controle • Monitoração: elementos sensores
Controle • Monitoração: elementos sensores
Controle • Monitoração: elementos sensores
Controle • Monitoração: elementos sensores

Controle

Monitoração: elementos sensores

Controle • Monitoração: elementos sensores
Controle • Monitoração: elementos sensores

Controle

Monitoração: elementos sensores

Controle • Monitoração: elementos sensores
Controle • Monitoração: elementos sensores
Controle • Monitoração: elementos sensores

Controle

Monitoração: elementos sensores

Controle • Monitoração: elementos sensores
Controle • Monitoração: elementos sensores
Controle • Monitoração: elementos sensores
Controle • Monitoração: elementos sensores

Controle

Atuação: atuadores

elementos que atuam sobre uma grandeza física do processo, atendendo a comandos que podem ser manuais ou automáticos

Controle

Atuadores

Controle • Atuadores

Controle

Atuadores

Controle • Atuadores
Controle • Atuadores

Controle

Atuadores

Controle • Atuadores

Controle

Controlador:

componente que une o resultado da leitura dos elementos sensores com os objetivos de controle e manipulam os elementos atuadores, implementando alguma lógica de controle

Controle

Controlador:

Controle • Controlador:
Controle • Controlador:

Controle

Sistema biológico x Sistema Mecatrônico

Controle • Sistema biológico x Sistema Mecatrônico

Controle

Controle manual:

Controle • Controle manual:

Controle

Termos:

Variável controlada: a grandeza do sistema de interesse a ser medida e mantida em um valor desejado

Variável manipulada: a grandeza ou condição alterada de modo a permitir que a variável controlada seja afetada

Setpoint (valor de referência): o valor desejado para a variável controlada

Controle

Controle em malha-aberta

Controle • Controle em malha-aberta

Controle

Controle em malha-aberta

Controle • Controle em malha-aberta

Controle

Controle em malha-fechada

Controle • Controle em malha-fechada

Controle

Controle em malha-fechada

Controle • Controle em malha-fechada

Controle em Malha Fechada

O desempenho de um sistema é analisado em duas etapas:

Transiente

Estado estacionário

em Malha Fechada • O desempenho de um sistema é analisado em duas etapas: ▫ Transiente

Controle em Malha Fechada

Em determinados sistemas, a utilização de controlador, malha fechada, é necessária para satisfazer alguns critérios de controle:

Rejeição à perturbação

Erro em estado estacionário

Resposta transiente

Sensibilidade à mudança de parâmetros da planta

Controle em Malha Fechada

A implantação de um sistema de controle geralmente envolve :

1. Escolha dos sensores para medir os sinais de retroalimentação

2. Escolha dos atuadores

3. Obter modelos da planta, sensores e atuadores

4. Implementar o controlador baseado nos modelos e nos critérios de controle

5. Avaliar o desempenho do controle, por simulação e finalmente no sistema físico

6. Repetir esse procedimento de modo a obter uma resposta do sistema físico satisfatória

Estabilidade

Um sistema é estável se, para qualquer entrada limitada, a sua saída é também limitada

Ponte sobre o desfiladeiro de Tacoma:

Em 7 de novembro de 1940, aproximadamente às 11 horas, a ponte sobre o desfiladeiro de Tacoma começa a entrar em colapso, em função de vibrações geradas por ventos, que não eram fortes. A ponte havia sido aberta para o tráfego há apenas alguns meses.

▫

Tacoma

Ações de Controle

Controle on-off

Ação proporcional

Ação integral

Ação derivativa

Ações de Controle

Controle on-off:

Ações de Controle • Controle on-off: • u ( t ) = { U1 se e(t)

u(t) ={

U1 se e(t) > 0 U2 se e(t) < 0

Ações de Controle

Controle on-off

Problema no zero (ruídos): solução histerese na lógica de controle

Problema de oscilações:chaveamento mais rápido (vida útil de equipamentos)

histerese na lógica de controle ▫ Problema de oscilações:chaveamento mais rápido (vida útil de equipamentos)

Ações de Controle

Ação Proporcional:

Ações de Controle • Ação Proporcional: • Ação Integral ( anular erro estado estacionário ): •

Ação Integral (anular erro estado estacionário):

• Ação Proporcional: • Ação Integral ( anular erro estado estacionário ): • Ação Derivativa (preditiva):

Ação Derivativa (preditiva):

• Ação Proporcional: • Ação Integral ( anular erro estado estacionário ): • Ação Derivativa (preditiva):

Controlador PID

Dentre os controladores, o mais conhecido e utilizado é o PID (proporcional, integral e derivativo):

Controlador PID • Dentre os controladores, o mais conhecido e utilizado é o PID (proporcional, integral
Controlador PID • Dentre os controladores, o mais conhecido e utilizado é o PID (proporcional, integral

Sistemas de Controle

Tipos de Controle

Controle analógico

Controle digital

Sistemas de Controle • Tipos de Controle ▫ Controle analógico ▫ Controle digital

Controlador PID

PID analógico:

Controlador PID • PID analógico:

Controlador PID

PID digital (rotina):

1. P(k) = Kp E(k)

2. I(k) = I(k-1) + Ts (E(k) + E(k-1)) / (2 Ti)

3. D(k) = Td (E(k) – E(k-1)) / Ts

4. U(k) = P(k) + I(k) + D(k)

Controle

Estabilidade operacional, segurança operacional e pessoal

Controle • Estabilidade operacional, segurança operacional e pessoal

Controle

Adaptação à perturbações externas

Controle • Adaptação à perturbações externas

Controle

Exemplos:

Controle • Exemplos:

Controle

Exemplos:

Controle • Exemplos: Segway (Pêndulo Invertido):

Segway (Pêndulo Invertido):

Controle • Exemplos: Segway (Pêndulo Invertido):
Controle • Exemplos: Segway (Pêndulo Invertido):

Controle

Exemplos:

Controle • Exemplos:
Controle • Exemplos:

Controle

Exemplos

Controle • Exemplos

Controle

Exemplos

Controle • Exemplos

Controle

Sistema de Bombeamento

Variável controlada

Variável manipulada

Setpoint

Controle

Sistema de Bombeamento

Como controlar?

Instrumentação

Sensores, atuadores, controlador

Controle

Sistema de Bombeamento:Instrumentação

Controle • Sistema de Bombeamento:Instrumentação
Controle • Sistema de Bombeamento:Instrumentação
Controle • Sistema de Bombeamento:Instrumentação

Controle

Sistema de Bombeamento: Instrumentação

Controle • Sistema de Bombeamento: Instrumentação

Controle

Sistema de Bombeamento: Instrumentação

Controle • Sistema de Bombeamento: Instrumentação

Controle

Sistema de Bombeamento: Instrumentação

Controle • Sistema de Bombeamento: Instrumentação
Controle • Sistema de Bombeamento: Instrumentação
Controle • Sistema de Bombeamento: Instrumentação

Controle

Sistema de Bombeamento: Instrumentação

Controle • Sistema de Bombeamento: Instrumentação

Controle

Sistema de Bombeamento: Instrumentação

Controle • Sistema de Bombeamento: Instrumentação

Controle

Sistema de Bombeamento: Instrumentação

Controle • Sistema de Bombeamento: Instrumentação

Controle

Sistema de Bombeamento: Instrumentação

Bancada PC

Controle • Sistema de Bombeamento: Instrumentação ▫ Bancada PC

Tela Sinóptico

Tela Sinóptico

Tela Controle

Tela Controle

Tela Gráficos

Tela Gráficos

Controle

Sistema de Bombeamento

Malha Aberta

Controle • Sistema de Bombeamento Malha Aberta Malha Fechada

Malha Fechada

Controle • Sistema de Bombeamento Malha Aberta Malha Fechada

Atividade

Projetar um sistema de controle automático:

Controle dinâmico em malha-fechada

Objetivo de controle

Justificativa para usar malha-fechada

O que se espera do sistema de controle, por exemplo, erro aceitável.

Instrumentação (sensores e atuadores)

Variável manipulada, controlada, setpoint

O que será avaliado?

Coerência (realmente representa um sistema em malha fechada)

Criatividade

Complexidade

Apresentação na sala

Qual a pontuação?

33 pontos

Para quando?

Daqui a duas semanas deverás ser entregue a parte escrita e feita uma apresentação de 5 minutos por grupo -todos os integrantes do grupo deverão falar !

Automação

Sistema, apoiado em computadores, que substitui o trabalho humano em favor da segurança das pessoas, da qualidade dos produtos, da rapidez da produção, da redução dos custos e de uma maior flexibilidade.

Mais disponibilidade e qualidade da informação sobre o processo.

dos custos e de uma maior flexibilidade . • Mais disponibilidade e qualidade da informação sobre

Automação

Um dos primeiros sistemas automáticos que se tem notícia:

Um dos primeiros sistemas automáticos que se tem notícia: • Sistema automático de abertura de portões

Sistema automático de abertura de portões Heron de Alexandria (10-70 DC)

de abertura de portões Heron de Alexandria (10-70 DC)

http://www.mlahanas.de/Greeks/HeronAlexandria-Dateien/heron_ani.gif

de abertura de portões Heron de Alexandria (10-70 DC) http://www.mlahanas.de/Greeks/HeronAlexandria-Dateien/heron_ani.gif

Automação

Substituir o homem em tarefas de máquinas

Automação • Substituir o homem em tarefas de máquinas

Automação

Substituir o homem em tarefas de máquinas

Automação • Substituir o homem em tarefas de máquinas

Automação

Substituir o homem em tarefas de máquinas

Causa desemprego?

Segurança?

Automação • Substituir o homem em tarefas de máquinas ▫ Causa desemprego? ▫ Segurança?

Automação

Substituir o homem em tarefas de máquinas

Causa desemprego?

Segurança?

Automação • Substituir o homem em tarefas de máquinas ▫ Causa desemprego? ▫ Segurança?

Automação

Substituir o homem em tarefas de máquinas

Causa desemprego?

Segurança?

Automação • Substituir o homem em tarefas de máquinas ▫ Causa desemprego? ▫ Segurança?

Automação

Substituir o homem em tarefas de máquinas

Causa desemprego?

Segurança?

Qualidade? Desperdício?

• Substituir o homem em tarefas de máquinas ▫ Causa desemprego? ▫ Segurança? ▫ Qualidade? Desperdício?
• Substituir o homem em tarefas de máquinas ▫ Causa desemprego? ▫ Segurança? ▫ Qualidade? Desperdício?

Automação

Automação

Automação

Robótica

Séc. XVIII

Automação • Robótica Séc. XVIII Séc. XXI

Séc. XXI

Automação • Robótica Séc. XVIII Séc. XXI

Automação

Envolve a implantação de sistemas interligados, assistidos por redes de comunicação

Sistemas supervisórios e interfaces homem- máquina

Auxilia a monitoração e análise dos problemas

Possibilita a expansão e controle do processo

homem- máquina ▫ Auxilia a monitoração e análise dos problemas ▫ Possibilita a expansão e controle

Automação

Controle: Sistemas Dinâmicos

Acionados por

Descritos por

Nomes

 

Equações diferenciais

Contínuos no tempo

Tempo

Equações de diferença

Discretos no tempo

Eventos

Álgebra de Boole, autômatos e programas computacionais

A eventos discretos

Automação

Sistemas dinâmicos “convencionais”

Pressão da água no sistema de bombeamento no tempo

▫ Pressão da água no sistema de bombeamento no tempo • Sistemas dinâmicos a eventos discretos

Sistemas dinâmicos a eventos discretos

Eventos instantâneos, repetitivos ou esporádicos

Assumem valores num conjunto enumerável

Alterações instantâneas

Exemplo: regras de causa efeito

Automação

Controle dinâmico

Realimentação negativa (malha-fechada)

Controle preditivo, baseado em modelos, não- linear, adaptativo, robusto, etc

baseado em modelos, não- linear, adaptativo, robusto, etc • Controle de eventos ou Controle lógico ▫

Controle de eventos ou Controle lógico

Por meio de circuitos

Variáveis binárias

Automação

Controle lógico: exemplo

Partida de um processo de trocador de calor.

Automação • Controle lógico: exemplo ▫ Partida de um processo de trocador de calor.

Automação

Controle lógico: exemplo

Partida de um processo de trocador de calor.

Especificações: Quando o operador apertar o botão Start, o controlador lógico deve:

a) Verificar se existe pressão Pv > Pmin, no gerador de vapor e se existe nível no reservatório de líquido frio Hf > Hmin

b) Em caso afirmativo, energizar a bomba Bf que movimenta o líquido frio

c) Confirmada vazão de líquido Vf > Vmin, acionar a válvula FIC que comanda o vapor pelo sinal C

d) Em qualquer momento, ocorrendo Pv < Pmin ou Hf < Hmin ou Vf < Vmin ou To > Tmax, caracteriza-se uma emergência E: o sinal de comando da válvula FIC de vapor deve ser zerado, para interromper o fluxo de vapor, e a Bomba Bf deve ser desenergizada

Automação

Controle lógico: exemplo

Partida de um processo de trocador de calor.

Notação:

P

= 1 se Pv > Pmin

P = 0 se Pv < Pmin

H = 1 se Hf > Hmin

H = 0 se Hf < Hmin

V

= 1 se Vf > Vmin

V = 0 se Vf < Vmin

T

= 1 se To > Tmax

T = 0 se To< Tmax

B

= 1 se Bf energizada

B = 0 se Bf não energizada

Automação

Controle lógico: exemplo

Partida de um processo de trocador de calor.

Automação • Controle lógico: exemplo ▫ Partida de um processo de trocador de calor.

Automação

Controle lógico: exemplo

Automação • Controle lógico: exemplo

Automação

O CLP (Controlador Lógico Programável):

Dispositivo digital que controla máquinas e processos

Início em 1968 com objetivo de substituir os painéis de relés

Vantagens:

Flexibibilidade

Confiabilidade

Ocupam menos espaço

Programáveis por PCs

Fácil manutenção

Controle lógico e dinâmico

Funções avançadas

CLPs

• Relés:
• Relés:
CLPs • Relés:

CLPs

Evolução:

CLPs • Evolução:
CLPs • Evolução:

CLPs

• Arquitetura:
• Arquitetura:

Fonte de alimentação

CPU: responsável pela execução do programa, atualização da memória de dados e memória imagem das entradas e saídas

Memórias de usuário e de dados

CLPs

Estrutura fixa ou modular:

CLPs • Estrutura fixa ou modular:
CLPs • Estrutura fixa ou modular:

CLPs

Módulos de Saída

CLPs • Módulos de Saída

CLPs

Módulos de Saída

CLPs • Módulos de Saída

CLPs

Módulos de Entrada

CLPs • Módulos de Entrada

CLPs

Módulos de Entrada

CLPs • Módulos de Entrada

CLPs

Ciclos de Operação

1.

2.

3.

4.

5.

Processamento Cíclico

de Operação 1. 2. 3. 4. 5. ▫ Processamento Cíclico Varredura das entradas Varredura do programa

Varredura das entradas Varredura do programa e execução do Programa Atualização da Memória Imagem de Saída e Saída Comunicação Housekeeping

CLPs

Linguagens de Programação de CLPs

CLPs • Linguagens de Programação de CLPs

CLPs

Linguagens de Programação de CLPs

Texto estruturado

Linguagem com bases em Pascal e C

Contém elementos essenciais de uma linguagem moderna, como as estruturas condicionais (IF-THEN-ELSE e CASE OF) e iterações (FOR, WHILE e REPEAT)

de uma linguagem moderna, como as estruturas condicionais (IF-THEN-ELSE e CASE OF) e iterações (FOR, WHILE
de uma linguagem moderna, como as estruturas condicionais (IF-THEN-ELSE e CASE OF) e iterações (FOR, WHILE

CLPs

Linguagens de Programação de CLPs

Lista de Instruções

Semelhante ao Assembler

CLPs • Linguagens de Programação de CLPs ▫ Lista de Instruções  Semelhante ao Assembler
CLPs • Linguagens de Programação de CLPs ▫ Lista de Instruções  Semelhante ao Assembler
CLPs • Linguagens de Programação de CLPs ▫ Lista de Instruções  Semelhante ao Assembler

CLPs

Linguagens de Programação de CLPs

Blocos Funcionais

CLPs • Linguagens de Programação de CLPs ▫ Blocos Funcionais

CLPs

Linguagens de Programação de CLPs

Ladder (diagrama de contatos)

Baseada na representação gráfica da lógica dos relés

Programação de CLPs ▫ Ladder (diagrama de contatos)  Baseada na representação gráfica da lógica dos

CLPs

Linguagens de Programação de CLPs

Ladder (diagrama de contatos)

CLPs • Linguagens de Programação de CLPs ▫ Ladder (diagrama de contatos)
CLPs • Linguagens de Programação de CLPs ▫ Ladder (diagrama de contatos)

CLPs

Linguagens de Programação de CLPs

SFC

Exemplos

CLPs • Linguagens de Programação de CLPs ▫ SFC Exemplos

Automação

A automação rompeu as fronteiras do chão de fábrica

Buscou fronteiras mais amplas, abrangendo a automação do negócio ao invés da simples automação dos processos e equipamentos

Automação

Tarefas:

Definir diagramas lógicos de sistemas de controle

Definir a instrumentação necessária

Definir a arquitetura das redes de chão-de- fábrica, incluindo rede de instrumentos, rede de sensores e atuadores

Executar a sintonia das malhas de controle

Consumo de energia e insumos

Estoques de produtos intermediários e finais

Negócio da empresa

Otimização de toda a cadeia produtiva

Automação

A Pirâmide da Automação

Automação • A Pirâmide da Automação A n t e s Depois

Antes

Depois

Automação

A Pirâmide da Automação

Automação • A Pirâmide da Automação

Automação

Redes e Arquiteturas

Automação • Redes e Arquiteturas

Automação

Redes e Arquiteturas

Automação • Redes e Arquiteturas

Automação

Redes e Arquiteturas

Automação • Redes e Arquiteturas

Redes de Automação

Redes e Arquiteturas

Redes de Automação • Redes e Arquiteturas

Redes de Automação

Redes de Automação

A Evolução da Automação

Algumas malhas por operador

A Evolução da Automação • Algumas malhas por operador Fonte: Cláudio Makarovski [Emerson] (Aula Prof. Constantino)

Fonte: Cláudio Makarovski [Emerson] (Aula Prof. Constantino)

A Evolução da Automação

Várias malhas por operador

A Evolução da Automação • Várias malhas por operador Fonte: Cláudio Makarovski [Emerson] (Aula Prof. Constantino)

Fonte: Cláudio Makarovski [Emerson] (Aula Prof. Constantino)

A Evolução da Automação

As salas de controle

A Evolução da Automação • As salas de controle Fonte: Cláudio Makarovski [Emerson] (Aula Prof. Constantino)

Fonte: Cláudio Makarovski [Emerson] (Aula Prof. Constantino)

A Evolução da Automação

Dezenas de malhas por operador

da Automação • Dezenas de malhas por operador Fonte: Cláudio Makarovski [Emerson] (Aula Prof. Constantino)

Fonte: Cláudio Makarovski [Emerson] (Aula Prof. Constantino)

A Evolução da Automação

Centenas de Malhas por operador

da Automação • Centenas de Malhas por operador Fonte: Cláudio Makarovski [Emerson] (Aula Prof. Constantino)

Fonte: Cláudio Makarovski [Emerson] (Aula Prof. Constantino)

A Evolução da Automação

Painel de operação em 1980’s

A Evolução da Automação • Painel de operação em 1980’s

A Evolução da Automação

Painel de operação em 1990’s

A Evolução da Automação • Painel de operação em 1990’s

A Evolução da Automação

Painel de operação em 2000’s

A Evolução da Automação • Painel de operação em 2000’s

A Evolução da Automação

Painel de operação recente

A Evolução da Automação • Painel de operação recente

A Evolução da Automação

Estado da Arte

A Evolução da Automação • Estado da Arte Fonte: Aula Prof. Constantino

Fonte: Aula Prof. Constantino

A Evolução da Automação

Estado da Arte

A Evolução da Automação • Estado da Arte Fonte: Aula Prof. Constantino

Fonte: Aula Prof. Constantino

Automação

Atuação

Automação • Atuação Fonte: Aula Prof. Constantino

Fonte: Aula Prof. Constantino

Automação

Atuação

Automação • Atuação Fonte: Aula Prof. Constantino

Fonte: Aula Prof. Constantino

Automação

Atuação

Automação • Atuação Fonte: Aula Prof. Constantino

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Automação

Atuação

Automação • Atuação

Automação

• Atuação Manipuladores Robóticos
• Atuação
Manipuladores
Robóticos
Automação • Atuação Robótica Móvel
Automação
• Atuação
Robótica Móvel

Automação

Supervisório:

Automação • Supervisório:

Automação

Supervisório:

Automação • Supervisório:

Automação

Supervisório:

Elipse

Automação • Supervisório: Elipse

Automação

Supervisão:

Automação • Supervisão:

Automação

Supervisão:

Automação • Supervisão:

Automação

Supervisão:

Automação • Supervisão:

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Supervisão:

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Curiosidades:

Fábrica de automóveis da Volkswagen na Alemanha:

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Curiosidade:
▫ Fábrica de
automóveis da
Vokswagen na
Alemanha:

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Fábrica de automóveis da Vokswagen na Alemanha:

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Curiosidade:

Ponte giratória na Escócia:

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Curiosidade:

Ponte giratória na Escócia:

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