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GUIA DE AMOSTRAGEM DE AERODISPERSÓIDES EM AR Vigência Revisão
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1. Técnica Analítica

Método de coleta de aerodispersóides através de amostrador gravimétrico individual


junto a zona de respiração do operador. Aplicando-se a técnica analítica de
laboratório adequada para a quantificação do analito.

2. Princípio do Método

Este método aplica-se à avaliação de poeiras que possam conter sílica livre
cristalizada, partículas incômodas , poeiras e/ou fumos metálicos, névoas de óleo
mineral e fibras inorgânicas em ambientes de trabalho, através da coleta de
amostras individuais.

3. Referências Normativas

Vide anexo 10 (limites de tolerância).

4. Reagentes e Soluções

Solução de detergente

5. Material e Equipamentos

5.1. Material de Coleta:


 Ciclone
 Porta-filtro (cassete)
 Membrana PVC ou éster celulose ( a ser definido de acordo com o
analito, vide anexo 1)
 Cassete duplo em poliestireno com 37 mm de diâmetro
 Mangueiras e tubos flexíveis
 Banda de vedação em celulose

5.2. Equipamentos de Coleta:


Bomba de amostragem gravimétrica ( amostrador gravimétrico)
Sistema para calibração de bomba de amostragem pessoal.

6. Interferências do Método
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A data de validade do cassete é dada a partir de sua saída do laboratório, sendo


esta de 90 dias , para os analitos dependentes de prévia análise gravimétrica.

A saturação do filtro (excesso de particulado sobre a membrana), ocasiona erros


de quantificação e qualificação do analito durante a realização da análise.

A direção do vento ou exaustão do ambiente interfere na quantificação do


aerodispersóide.

A umidade relativa do ar interfere na quantificação do aerodispersóide.

A calibração errada da bomba de amostragem(Vazão-Litros/minutos) interfere na


quantificação gravimétrica do aerodispersóide.

7.Procedimento

OBS: A coleta das amostras fica sob responsabilidade do técnico solicitante,


cabendo ao laboratório apenas orientá-lo quanto ao procedimento para
tal. Podendo o laboratório rejeitar a amostra do técnico solicitante.

7.1. Calibração da bomba amostradora gravimétrica:

Montar o sistema de calibração conforme instrução do fabricante do equipamento.

Umedecer as paredes do cilindro de calibração mediante formação de bolhas


sucessivas.

Ajustar a vazão da bomba de acordo com o analito, anexo 1 em questão e então


acopla-la ao calibrador ajustando o cassete em linha.

Verificar o valor da vazão Q, e repetir o procedimento por 10 vezes. Por fim obter a
média aritmética dos valores obtidos.

Caso a vazão não se encontre no valor ideal ajustar a bomba gravimétrica através
do controlador de fluxo em paralelo com seu rotâmetro e repetir o procedimento
acima.

7.2. Amostragem:
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As bombas de amostragem devem ser afixadas na cintura do trabalhador, através


de um cinto, em posição que não atrapalhe a operação que ele estiver realizando e
que permita o acompanhamento do funcionamento das bombas pelo técnico.

O elemento de amostragem(cassetes) deve ser posicionado na zona de respiração


do trabalhador. O porta-filtro, no momento da coleta, deve estar com a face de
amostragem voltada para baixo.

Deve-se observar que a mangueira de amostragem não sofra estrangulamento, e


que o elemento de amostragem fique em posição oposta à da bomba.

O equipamento deve ser ligado e durante o tempo de operação devem ser feitas
observações com relação a seu funcionamento e com relação ao ambiente de
trabalho

Devem ser anotados os seguintes dados:


 data de coleta;
 nome da empresa ;
 técnico responsável pela coleta;
 código do filtro;
 temperatura ;
 umidade;
 volume de ar coletado;
 vazão da bomba;
 posto de trabalho onde foi realizada a coleta;
 Observações sobre a origem e/ou descrição do areodispersóide.

As amostras consideradas válidas, que podem ser enviadas para o laboratório, são
aquelas que:

Não apresentam excesso de material (saturação), o que ocasiona o seu


desprendimento do filtro;

Não tenham sofrido contaminação de qualquer tipo;

Tenham sido coletadas através de bombas de amostragem que apresentaram boas


condições de funcionamento tais como fluxo contínuo e bateria em boas condições;

Cujo porta-filtro não apresente prejuízo à sua integridade;

As observações que podem ser liberas no relatório final ou em anexo são:


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1 - filtro saturado – para efeito de validade analítica dos resultados,


recomenda-se não ser considerado aquele cujo o filtro coletor encontra-se
saturado em massa(mg). Deste modo, este resultado segue apenas para efeito de
referência. Se possível, para obtenção de um resultado confiável, recomenda-se
utilizar um menor volume de amostragem. Mesmo que o valor mínimo em litros
tenha sido usado, cabe ao responsável técnico ter a sensibilidade de quanto litros
coletar

2 - particulado não aderido ao filtro – para efeito de validade analítica dos


resultados, recomenda-se não ser considerado aquele cujo o filtro coletor
encontra-se com particulado não aderido ao filtro. Deste modo, este resultado
segue apenas para efeito de referência. Se possível, seria apropriado utilizar um
menor volume de amostragem, ou em caso de coleta como poeira total, se houver
interesse técnico, pode ser aconselhável uma coleta sob a forma de poeira
respirável(menor granulometria do particulado proporciona maior aderência ao
filtro).

3 - cassete sem lacre de segurança – para efeito de segurança dos


resultados, recomenda-se não retirar o lacre de segurança do cassete ou substituí-
lo. Caso o ciclone utilizado seja da SKC, seria apropriado solicitar um cassete
triplo(três partes – sendo a superior removível). Os cassetes duplos (duas partes)
são apropriados para ciclones MSA.

4 - sílica livre cristalina de poeira total – Informamos que utilizamos o


método NIOSH 7602 por Espectrofotometria de Infravermelho. O método descreve
a análise de sílica livre cristalina sob a forma de poeira respirável. Para efeito de
validade analítica, recomenda-se realizar a coleta de poeira respirável utilizando o
ciclone.

5 - volume – o volume de ar amostrado no filtro estava abaixo da faixa


descrita na metodologia. Para efeito de validade analítica dos resultados,
recomenda-se proceder a amostragem com volume maior de ar, de modo a
aumentar a massa(mg) de particulado e assim a confiabilidade do resultado. Além
disso, quanto mais massa(mg) de particulado estiver no meio coletor , maior será
a exatidão do resultado laboratorial. Por isso, aconselha-se sempre coletar o
máximo que o meio coletor suportar sem saturá-lo ou sem causar desprendimento
de massa.

6 – membrana inapropriada – Informamos que os filtros utilizados nas


coletas devem estar de acordo com a metodologia de coleta do analito. Por
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exemplo, não é apropriado coletar poeiras de sílica com filtros de 0,8 m. Assim
como, não é apropriado coletar fumos metálicos com filtros de 5m.

7 – massa aderida ao suporte – Devido à saturação do filtro coletor de


fumos metálicos, parte dos fumos podem ficar retidos no suporte de celulose.
Neste caso, é aconselhável diminuir o volume de amostragem.

8 – pesagem fora da validade – A validade de membranas submetidas a


pesagem em balança analítica é de 90 dias (Ex. poeiras, fumos metálicos).

7.2.1.Tempo de amostragem (T):

Deve-se consultar o anexo 1 e observar o analito onde se tem para cada elemento a
vazão(Q) da bomba e os volumes mínimos e máximos.

Sendo:
T = tempo
Q = vazão

T  1L ---------- 1 min
Qmédia(L)--------- T (min)
Ex: Alumínio:

Vazão da
Volume Volume
Analito Tipo de bomba de
Mímimo Máximo Método Referências
Coletor amostragem
(Litro) (Litro)
(L/min)

Alumínio MCE 1a3 10 400 SESILab - Pro ACGIH


(Al) 02/13

T’ : 2 L ------------1min
200 ------------ T’

T = 100’(minutos)

7.3. Remessa:

As amostras coletadas deverão ser enviadas ao laboratório acompanhadas dos


dados necessários para o processamento analítico. Os porta-filtros devem ser
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transportados com a face amostrada para cima e com os orifícios de entrada e saída
de ar vedados.
Utilizar o plugue vermelho na face amostrada, e o plugue azul na outra face.
Transportá-los de maneira que não sofram choques.

8. Cálculo de Resultados

Com o tempo e a vazão de amostragem, determina-se o volume da amostra.


Volume (m3) = vazão (l/min) x tempo (min) x 10-3
A concentração é obtida dividindo-se a massa da amostra (mg), fornecida pelo
laboratório, pelo volume de ar da amostra (m3):

Concentração em mg/ m3 = massa da amostra (mg)


volume de ar da amostra (m3)
9. Bibliografia

Revista brasileira de Saúde Ocupacional, nº 51 - Vol. 13 julho,agosto,setembro.1985

NBR 10562 - Calibração de vazão , pelo método da bolha de sabão , de bombas de


baixa vazão utilizadas na avaliação de agentes químicos no ar; Associação
Brasileira de Normas Técnicas.

Elaborado em / / Verificado em / / Aprovado em / /

________________________ _______________________ ________________________


Adriano Nascimento de Oliveira Eliane Cristina Pires do Rego Responsável pela Qualidade

ANEXO 1 –POEIRAS EM AR INTERIOR


Centro de Tecnologia Ambiental
...................................................................................................................................................................................................................................................................
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laboratório de toxicologia ocupacional & higiene industrial

Coleta de Amostras de Poeiras Totais em Ar Interior


Cliente/Dados Para Contato Data de coleta das amostras

Empresa Técnico Responsável pela coleta

Código Local de coleta Temp. Temp. Tempo de Vazão


do filtro B.U (ºC) B.S (ºC) coleta (L/min)
(min)

Observações
B.U. = temperatura do bulbo úmido
B.S. = temperatura do bulbo seco

FIRJAN CTA Rua Pedro Alves, 14 Fone (21) 233-6510


Federação das Indústrias do Centro de Santo Cristo 20220-281 Fax (21) 233-6208
Estado do Rio de Janeiro Tecnologia Ambiental Caixa Postal 8512 (20212-970) centroambiental@firjan.org.br
Rio de Janeiro RJ Brasil www.firjan.org.br

ANEXO 2 – FLUORETO/CLORETO/FOSFATO/BROMETO/NITRATO/SULFATO
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Coleta de Amostras de Ânions(ácidos dos ânions) em Ar


Cliente/Dados Para Contato Data de coleta das amostras

Empresa Técnico Responsável pela coleta

Código Local de coleta/Observações sobre o Temp. Temp. Tempo de Vazão


do material de coleta B.U (ºC) B.S (ºC) coleta (L/min)
coletor (min)

Observações
B.U. = temperatura do bulbo úmido
B.S. = temperatura do bulbo seco

FIRJAN CTA Rua Pedro Alves, 14 Fone (21) 233-6510


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ANEXO 3 – ÓLEO MINERAL


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Centro de Tecnologia Ambiental


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Coleta de Amostras de Névoas de Oleo Mineral


Cliente/Dados Para Contato Data de coleta das amostras

Empresa Técnico Responsável pela coleta

Código Local de coleta/Observações sobre o Temp. Temp. Tempo de Vazão


do filtro material de coleta/Nome do oleo coletado B.U (ºC) B.S (ºC) coleta (L/min)
relativo ao código do filtro (min)

Observações
B.U. = temperatura do bulbo úmido
B.S. = temperatura do bulbo seco

FIRJAN CTA Rua Pedro Alves, 14 Fone (21) 233-6510


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ANEXO 4 – POEIRAS E FUMOS DE METAIS


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Coleta de Amostras de Metais em ar


Cliente/Dados Para Contato Data de coleta das amostras

Empresa Técnico Responsável pela coleta

Códig Local de coleta/Observações sobre Metais a Temp. Temp. Tempo de Vazão


o do o material de coleta analisar B.U (ºC) B.S (ºC) coleta (L/min)
filtro (min)

Observações
B.U. = temperatura do bulbo úmido
B.S. = temperatura do bulbo seco
EX.: Ferro=Fe, Estanho=Sn, Alumínio=Al
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ANEXO 5 – FIBRAS DE ASBESTOS


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Coleta de Amostras de Fibras de Asbestos em Ar


Cliente/Dados Para Contato Data de coleta das amostras

Empresa Técnico Responsável pela coleta

Código Local de coleta Temp. Temp. Tempo de Vazão


do filtro B.U (ºC) B.S (ºC) coleta (L/min)
(min)

Observações
B.U. = temperatura do bulbo úmido
B.S. = temperatura do bulbo seco
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ANEXO 6 – VAPORES DE MERCÚRIO


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Coleta de Amostras de Vapores de Mercúrio


Cliente/Dados Para Contato Data de coleta das amostras

Empresa Técnico Responsável pela coleta

Código Local de coleta/Observações sobre o Temp. Temp. Tempo de Vazão


do filtro material de coleta B.U (ºC) B.S (ºC) coleta (L/min)
(min)

Observações
B.U. = temperatura do bulbo úmido
B.S. = temperatura do bulbo seco
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ANEXO 7 – CROMO HEXAVALENTE


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Coleta de Amostras de Vapores ou Poeiras de Cromo Hexavalente


Cliente/Dados Para Contato Data de coleta das amostras

Empresa Técnico Responsável pela coleta

Código Local de coleta/Observações sobre o Temp. Temp. Tempo de Vazão


do filtro material de coleta/Nome do oleo coletado B.U (ºC) B.S (ºC) coleta (L/min)
relativo ao código do filtro (min)

Observações
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B.U. = temperatura do bulbo úmido


B.S. = temperatura do bulbo seco

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ANEXO 8 – POEIRAS DE NEGRO DE FUMO


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Coleta de Amostras de Poeiras de Negro de Fumo em Ar


Cliente/Dados Para Contato Data de coleta das amostras

Empresa Técnico Responsável pela coleta

Códig Local de coleta/Observações sobre o Metal Temp. Temp. Tempo de Vazão


o do material de coleta B.U (ºC) B.S (ºC) coleta (L/min)
filtro (min)
Assunto: Unidade
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GUIA DE AMOSTRAGEM DE AERODISPERSÓIDES EM AR Vigência Revisão
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Observações
B.U. = temperatura do bulbo úmido
B.S. = temperatura do bulbo seco

FIRJAN CTA Rua Pedro Alves, 14 Fone (21) 233-6510


Federação das Indústrias do Centro de Santo Cristo 20220-281 Fax (21) 233-6208
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ANEXO 9 – POEIRAS
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Coleta de Amostras de Poeiras e Sílica Cristalina em Ar


Cliente/Dados para contato Data de coleta das amostras

Empresa Técnico Responsável pela coleta

Códig Local de coleta/Observações Parâm. Temp Temp. Tempo de vazão


o do sobre o material de coleta B.U(ºC) B.S(ºC) coleta(min) (L/min)
filtro

Observações
O prazo máximo de validade das massas dos filtros, para análise gravimétrica, é de 90 dias.
B.U. = temperatura do bulbo úmido
B.S. = temperatura do bulbo seco
Parâmetros:
P.R. = poeiras respiráveis
P.T. = poeiras totais
SiO2 = análise de sílica livre cristalina
PNOC = Particulates Not Otherwise Classified

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A n e x o 1 0 - G u i a d e a mo s t ra g e m e m a r
Vazão da
Volume Volume Forma
Analito Tipo de bomba de
Mímimo Máximo Método de Limites de Tolerância Referências
Coletor amostragem
(Litro) (Litro) coleta
(L/min)

Alumínio (Al) MCE 1a3 10 400 CTA - Pro 02/13 Fumos e poeiras Poeiras: 10 mg/m³
ACGIH
0,8 m Fumos: 5 mg/m³

Arsênio (As) MCE 1a3 30 1000 CTA - Pro 02/13 Fumos e poeiras 0,01 mg/m³ ACGIH
0,8 m

Cádmio (Cd) MCE 1a3 25 1500 CTA - Pro 02/13 Fumos e poeiras 0,01 mg/m³ ACGIH
0,8 m

Cromo (Cr) MCE 1a3 10 1000 CTA - Pro 02/13 Fumos e poeiras 0,5 mg/m³, como Cromo metálico ACGH
0,8 m

Cobre (Cu) MCE 1a3 50 1500 CTA - Pro 02/13 Fumos e poeiras Poeiras: 1 mg/m³ ACGIH
0,8 m Fumos: 0,2 mg/m³

Ferro (Fe) MCE 1a3 10 400 CTA - Pro 02/13 Fumos e poeiras Como Óxido de Ferro: 5 mg/m³ ACGIH
0,8 m
(1) ACGIH
Mercúrio (Hg) TSS - fase 0,15 a 0,25 2 100 CTA - Pro 02/12 Vapores (1) 0,025 mg/m³
Hydrar (2) N.R.-15
(2) 0,04 mg/m³ Anexo 11

Manganês (Mn) MCE 1a3 10 400 CTA - Pro 02/13 Fumos e poeiras 0,2 mg/m³ ACGIH
0,8 m

Níquel (Ni) MCE 1a3 10 400 CTA - Pro 02/13 Fumos e poeiras 1 mg/m³ ACGIH
0,8 m
(1) ACGIH
Chumbo (Pb) MCE 1a4 200 1200 CTA - Pro 02/13 Fumos (1) 0,05 mg/m³
(2) N.R.-15
0,8 m (2) 0,1 mg/m³ Anexo 11

Estanho (Sn) MCE 1a3 5 200 CTA - Pro 02/13 Fumos e poeiras 2 mg/m³ ACGIH
0,8 m

Zinco (Zn) MCE 1a3 2 400 CTA - Pro 02/13 Fumos e poeiras Poeiras: (Óxido de Zinco) 10 mg/m³ ACGIH
0,8 m Fumos: (Óxido de Zinco) 5 mg/m³
MPVC – membrana de policloreto de vinila MEC- Membrana de éster celulose

Anexo 10 - Guia de amostragem em ar - continuação


Vazão da Volume Volume Forma
Analito Tipo de bomba de Mímimo Máximo Método de Limites de Tolerância Referências
Coletor amostragem
(Litro) (Litro) coleta
(L/min)
Cromo (1) ACGIH
MPVC 1a4 8 400 CTA - Pro 02/44 Vapores e poeiras (1) 0,05 mg/m³
Hexavalente (Ác. (2) N.R.-15
Crômico) 0,8 m (2) 0,04 mg/m³ Anexo 11

Sílica (SiO 2) MPVC 1,7 400 800 CTA - Pro 02/61 Poeiras totais e vide N.R. N.R.-15
5 m Anexo 12-1/4
respiráveis

Asbestos MCE 0,8µm


>0,5 400 1920 NIOSH - 7400 Fibras vide N.R. N.R.-15
[cassete triplo Anexo 12
de 25mm]
ACGIH
Negro de Fumo MPVC CTA - Pro 02/62
5 m 1,5 a 2 85 570 Poeiras totais 3,5 mg/m³ N.R.-15
Anexo 11
Cloreto(Ácido
clorídrico) TSS – fase 0,2 a 0,5 3 100 NIOSH - 7903 Gás e Vapores 5,5mg/m³ N.R.-15
silica gel Anexo 11

Fosfato(Ácido
Fosfórico) TSS – fase 0,2 a 0,5 3 100 NIOSH - 7903 Aerosol 1,0mg/m³ ACGIH
silica gel
Brometo(Ácido
bromídrico) TSS – fase 0,2 a 0,5 3 100 NIOSH - 7903 Gás e Vapores 9,93mg/m³ ACGIH
silica gel
Nitrato(Ácido
nítrico) TSS – fase 0,2 a 0,5 3 100 NIOSH - 7903 Gás e Vapores 5,16mg/m³ ACGIH
silica gel
Sulfato(Ácido
sulfúrico) TSS – fase 0,2 a 0,5 3 100 NIOSH - 7903 Aerosol 1,0mg/m³ ACGIH
silica gel
MCE 2,5 mg/m³ NIOSH
Fluoreto 0,8 m 1a2 12 800 CTA - Pro 02/65 Aerosol
Poeiras em
MPVC 1a3 50 400 CTA - Pro 02/64 Poeiras totais 80 g/m³ ANVISA
Ar Interior
5 m

MCE 20 500 CTA - Pro 02/64 Névoas 5,0 mg/m³ ACGIH


Oleo mineral 1a3
0,8 m
s (1) ACGIH e OSHA
Poeiras Resp . (1) 5 mg/m³
MPVC 1,7 75 1000 CTA - Pro 02/62 Poeiras respiráveis (2) N.R. - 15
Incômodas 5 m (2) 4 mg/m³ Anexo 12-1

MPVC – membrana de policloreto de vinila MEC- Membrana de éster celulose

Anexo 10 - Guia de amostragem em ar - continuação


Vazão da
Volume Volume Forma
Analito Tipo de bomba de
Mímimo Máximo Método de Limites de Tolerância Referências
Coletor amostragem
(Litro) (Litro) coleta
(L/min)

0,1 a 0,2 8 96 NIOSH - 6015 Vapores 14 mg/m³


Amônia TSS – fase N.R.-15
20 ppm
sílica gel Anexo 11

Formaldeído 0,2 a 1 5 100 NIOSH - 3500 Vapores 2,3 mg/m³ N.R.-15


Impinger Anexo 11

Cloro Impinger 1a2 5 100 Vapores 2,3 mg/m³ N.R.-15


Anexo 11
OSHA
Fluoreto(Ácido TSS – fase 0,2 a 0,5 3 100 NIOSH - 7903 Gás e vapores 3,0 ppm ACGIH
fluorídrico) sílica gel NIOSH
Hidróxidos e sais
básicos MPTFE 1a4 70 1000 NIOSH - 7401 Poeiras 2,0mg/m³ NIOSH
1,0 m

Cianetos TSS – fase 0,2 a 0,5 3 100 NIOSH - 6010 Gás e vapores 9,0mg/m³ N.R.-15
hidróxido Anexo 11

Peróxido de
Hidrogênio Impinger 0,5 5 100 OSHA VI-6 Gás e Vapores 1,0 ppm N.R.-15
Anexo 11

Soda Cáustica Impinger 15 200 1000 NIOSH - 7401 Gás Vapores 2,0mg/m³ NIOSH

Ácido Fórmico TSS – fase 0,2 a 0,5 3 100 NIOSH - 2011 Gás e vapores 7,0mg/m³ N.R.-15
sílica gel Anexo 11

Sulfeto(Ácido TSS – fase 0,2 a 0,5 3 100 NIOSH - 7903 Gás Vapores 10,0mg/m³ N.R.-15
sulfídrico) sílica gel Anexo 11

Ácido Acético TSS – fase 0,2 a 0,5 3 100 NIOSH - 2011 Gás e Vapores 20,0 mg/m³ N.R.-15
sílica gel Anexo 11

ANEXO 11 - ILUSTRAÇÃO DE PORTA-FILTRO DUPLO E TRIPLO


PORTA-FILTRO DUPLO PORTA-FILTRO TRIPLO

DUPLO TRIPLO