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Processo civil III:

Execução no CPC/2015
DOCENTE: BRENA KÉSSIA SIMPLÍCIO DO BOMFIM.
MESTRE EM DIREITO CONSTITUCIONAL PELA UNIVERSIDADE DE FORTALEZA. PÓS
GRADUADA EM DIREITO E PROCESSO DO TRABALHO PELA UNIVERSIDADE DE
FORTALEZA E EM DIREITO E PROCESSO PENAL PELA FACULDADE ENTRE RIOS DO PIAUÍ.
PROFESSORA SUBSTITUTA DO DEPARTAMENTO DE DIREITO PROCESSUAL DA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ. ADVOGADA.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA

 DIDIER JUNIOR, Fredie. Curso de Direito Processual


Civil: Execução. v. 5. 7. ed. São Paulo: Jus Podivm, 2017.
Considerações preliminares
 O NCPC disciplina o processo de execução em seus arts. 771 a
925 (Livro II da Parte Especial).
 O Livro II da Parte Especial do NCPC regula o procedimento da
execução fundada em título extrajudicial, e suas disposições
também se aplicam, no que couber, aos:
a) Procedimentos especiais de execução;
b) Atos executivos realizados em sede de fase de cumprimento de
sentença;
c) Efeitos de atos ou fatos processuais a que a lei atribuir força
executiva (art. 771, CPC).
 Destaca-se no NCPC: possibilidade do magistrado, a
requerimento do exequente, incluir o nome do executado em
cadastro de inadimplentes (art. 782, §§ 3º, 4º e 5º).
 Cumprimento de sentença: arts. 513 a 538, NCPC.
Evolução do processo de execução
 O CPC/73, em sua redação original, disciplinava a execução
indistintamente para os títulos executivos judiciais e
extrajudiciais, muitas vezes exigindo até 3 processos distintos,
entre a propositura da ação e a satisfação do credor –
conhecimento, liquidação e execução (o devedor era citado 3
vezes).
 As Leis 11.232/2005 e 11.382/2006 reformaram a execução de
título executivo judicial, passando esta a ser uma fase de um
processo de conhecimento já em curso, sem nova citação do
devedor, o que foi mantido pelo NCPC.
 Hoje: Cumprimento de sentença (mesmos autos do processo
principal, sem nova citação do devedor) – não há mais
processo autônomo de execução de títulos judiciais,
exceto em se tratando de sentença arbitral, estrangeira ou penal
condenatória.
Cumprimento de sentença
 Sentença: juiz profere um provimento jurisdicional para pacificar
o caso concreto, nos limites subjetivos e objetivos da lide
proposta, que pode gerar um comando que deve ser obedecido
pelo réu, que:
a) satisfaz voluntariamente a este comando, não havendo o que
executar; ou
b) permanece inerte e inadimplente, o que faz com que o credor
tenha interesse de agir e adote providências para a efetivação
do seu direito constituído pela referida sentença (ou acórdão),
que desagua no ingresso da fase de cumprimento.
 Cumprimento de sentença: arts. 513 a 538, NCPC.
 O juiz deve determinar medidas que alcancem o resultado
prático mais aproximado daquele que ocorreria se a obrigação
fosse satisfeita voluntariamente.
“Os que ensinam a justiça brilharão para sempre
como as estrelas”
Dn 12:3