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Direito

Administra.vo

Kelly Lissandra Bruch


DIREITO ADMINISTRATIVO
•  É o conjunto de normas, princípios e
costumes jurídicos que de forma harmônica
regula:
– atuação dos órgãos e dos agentes públicos,
– as a.vidades públicas que tenham por
obje@vo realizar de forma concreta os fins
desejados pelo Estado / bem público.

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PRINCÍPIOS DO DIREITO ADMINISTRATIVO

•  Ar@go 37 da Cons.tuição Federal.


•  São eles: legalidade, moralidade,
impessoalidade e finalidade, publicidade,
eficiência, con.nuidade dos serviços públicos,
mo@vação, indisponibilidade, tutela e
autotutela da administração pública,
razoabilidade e proporcionalidade, segurança
jurídica, supremacia do interesse público,
igualdade ou isonomia, especialidade e
presunção de legi.midade ou veracidade.

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PRINCÍPIO DA LEGALIDADE
•  Todo administrador está vinculado à uma determinação
legal e por isso, não pode pra.car qualquer ato que não
esteja previsto na lei;
•  Atos pra@cados fora da lei serão atos inválidos, que
podem responsabilizar o autor na esfera disciplinar, civil
e criminal;
•  A vontade pessoal do administrador não pode prevalecer
sobre a lei.

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PRINCÍPIO DA MORALIDADE
•  Os administradores públicos devem pautar
seus atos pela atenção às regras de
moralidade pública;
•  Esta moralidade cons@tui um dos
pressupostos de validade de todo ato da
Administração Pública;
•  O responsável pela prá@ca de atos imorais
serão responsabilizados.

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PRINCÍPIO DA IMPESSOALIDADE E
FINALIDADE
•  Todos os atos pra@cados pela
Administração Pública deverão ser
dirigidos aos administrados, ou seja,
todo o ato pra@cado deverá ter uma
finalidade pública;
•  Não serão aceitos atos com caráter de
pessoalidade, ou seja, para atender
interesses pessoais ou de grupos
específicos.

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PRINCÍPIO DA PUBLICIDADE
•  É o dever de divulgação oficial de todos os
atos, contratos, bem como dos demais
instrumentos que forem celebrados pela
administração pública;
•  A veiculação deverá ser feita em por órgãos
oficiais de imprensa para que só depois disso
passem a ter validade;
•  É requisito de eficácia e moralidade dos atos
administra@vos.
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PRINCÍPIO DA EFICIÊNCIA
•  Os atos da administração pública devem ser
pra@cados com perfeição para garan@r que
sejam eficientes;
•  Devem alcançar o obje.vo pretendido de
forma que a a@vidade desenvolvida atenda
perfeitamente o interesse público que a
mo@vou.

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PRINCÍPIO DA CONTINUIDADE DOS
SERVIÇOS PÚBLICOS
•  Os serviços públicos não poderão ser
interrompidos;
•  Devem ter a devida regularidade;
•  Desse princípio decorre a
impossibilidade dos funcionários da
administração pública pra.carem greve
nos serviços necessários e
imprescindíveis.
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PRINCÍPIO DA MOTIVAÇÃO
•  É obrigação dos administradores públicos
mo.varem todos os atos que editam, sejam
eles gerais ou de efeitos concretos;
•  Mo@var significa mencionar o disposi.vo
legal aplicável ao caso concreto, ou seja,
relacionar os fatos que concretamente
levaram à aplicação daquele disposi@vo legal.

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PRINCÍPIO DA INDISPONIBILIDADE

•  Todos os interesses, bens e serviços públicos


não estão à disposição dos órgãos públicos.
•  A função da administração pública é geri-los e
não u@lizá-los em proveito dos
administradores;
•  A administração pública somente pode dispor
por meio de autorização decorrente de lei;
•  Todos os interesses, bens e serviços
pertencem à sociedade e não aos
administradores.
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PRINCÍPIO DA TUTELA E DA AUTOTUTELA DA
ADMINISTRAÇÃO
•  A administração pública fica obrigada a se
autopoliciar em relação aos seus atos, levando em
consideração o mérito e a legalidade;
•  O sistema de controle de atos da administração é
judicial, ou seja, ao Judiciário cabe a revisão das
decisões tomadas no âmbito da administração
pública, no tocante à sua legalidade;
•  Mas a própria administração pode anular os atos
ilegais, ou revogar os atos válidos e eficazes quando
se mostrarem inoportunos para os fins buscados
pela própria administração.
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PRINCÍPIO DA RAZOABILIDADE E
PROPORCIONALIDADE
•  A administração pública deve pra@car atos
que sejam considerados razoáveis, ou seja,
não deve cometer excessos ou escassez, para
não prejudicar a sociedade.
•  Equilíbrio entre outros princípios:
economicidade e transparência?

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PRINCÍPIO DA SEGURANÇA JURÍDICA

•  Veda a Administração Pública mudar a interpretação


que havia dado a lei;
•  Depois de apresentar um entendimento sobre uma
determinada lei, a Administração Pública não pode
apresentar um novo entendimento e anular o ato
pra@cado anteriormente, sob pretexto de que a
interpretação foi equivocada;
•  Só o Poder Judiciário poderá modificar essa
intepretação.

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PRINCÍPIO DA SUPREMACIA DO INTERESSE
PÚBLICO
•  O interesse público deve sempre ser
superior ao interesse privado;
•  A Administração Pública não pode deixar
de atender o interesse público, de toda a
sociedade, em favor de interesse
privado.
•  A prá@ca de ato administra@vo que
contrarie esse princípio gera
responsabilidade.
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PRINCÍPIO DA IGUALDADE OU DA
ISONOMIA
•  Todos têm direito de receber da
Administração Pública tratamento igual,
porque de acordo com a Cons@tuição Federal,
ar@go quinto, todos são iguais perante a lei;
•  Os eventuais bene`cios só poderão decorrer
de determinação legal, como acontece com o
atendimento privilegiado para crianças,
gestantes, idosos, portadores de necessidades
especiais, doentes, etc.

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PRINCÍPIO DA ESPECIALIDADE
•  Os órgãos da Administração Pública devem
cumprir rigorosamente a finalidade para a
qual foram criados;
•  É vedada a prá@ca de tarefas estranhas para
as quais foram legalmente des@nados;
•  A Administração Pública está sempre
vinculada à legalidade estrita.

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PRINCÍPIO DA PRESUNÇÃO DA
LEGITIMIDADE OU VERACIDADE
•  Todos os atos da administração pública
gozam de presunção de legi.midade e
veracidade, porque em tese a
Administração Pública só pra@ca atos
que a lei determina;
•  A presunção é rela.va e admite prova
em contrário.

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GOVERNO

Executivo;

Poderes Legislativo;

Judiciário.

Administração
Pública
ÓRGÃO QUE COMPÕEM
A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
•  Administração Pública é o conjunto de
en.dades e de órgãos incumbidos de
realizar a a.vidade administra.va;

•  Tem por obje@vo a sa.sfação de todas


as necessidades cole.vas, bem como
dos fins obje@vados pelo Estado em prol
da cole@vidade.
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ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DIRETA

•  Formada por entes integrantes da federação


e seus respec@vos órgãos.
•  Os entes polí@cos são a União, os Estados, o
Distrito Federal e os Municípios que atuam
por meio de seus setores especializados de
competência.

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ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA INDIRETA

•  É o grupo de pessoas jurídicas de direito


público ou privado, criadas a par@r de lei
específica, que atuam de forma paralela à
Administração direta, prestando serviços
públicos ou explorando a.vidades
econômicas;
•  Podem ser autarquias, fundações, sociedades
de economia mista e empresas públicas.

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TERCEIRO SETOR
•  É o setor composto pelas sociedades paraestatais que
incluem as organizações sociais e os serviços sociais
autônomos;
•  Inclui também as pessoas jurídicas que atuam em prol do
interesse cole.vo;
•  São pessoas jurídicas de direito privado e integram a
administração pública indireta, atuando em conjunto
com a Administração Pública na prestação de serviços
públicos.

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ATOS ADMINISTRATIVOS
•  Segundo Hely Lopes Meirelles,
•  “É toda manifestação unilateral de vontade
da Administração Pública que,
•  agindo nessa qualidade tenha por fim
imediato adquirir, resguardar, transferir,
modificar, ex>nguir e declarar direitos,
•  ou impor obrigações aos administrados ou a
si própria.”

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GRAU DE LIBERDADE DOS ATOS
ADMINISTRATIVOS
•  VINCULADO – quando não há liberdade para
o administrador, porque o ato está
estritamente vinculado à lei;

•  DISCRICIONÁRIO – viabiliza escolha para o


administrador público, que terá uma margem
de liberdade para atuar, porém sempre
dentro do que prevê a legislação.

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ATOS ADMINISTRATIVOS IMPORTANTES

•  PERMISSÃO – é o ato administra.vo negocial


por meio do qual o Poder Público faculta
delega, a mtulo precário, mediante licitação da
prestação de serviços públicos feita pelo
poder concedente, a pessoa que demonstre
capacidade de desempenho por sua conta e
risco.

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ATOS ADMINISTRATIVOS IMPORTANTES

•  AUTORIZAÇÃO – é o ato administra.vo


discricionário por meio do qual a
Administração Pública autoriza um par@cular a
u@lizar bem público de forma especial, como
na autorização de uso de uma rua para
realização de uma quermesse.

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ATOS ADMINISTRATIVOS
IMPORTANTES
•  LICENÇA – ato vinculado. O interessado tem
direito de obte-la e pode exigi-la, desde que
preencha certos requisitos. Ex: licença para
dirigir veículo.
ATOS ADMINISTRATIVOS IMPORTANTES

•  CONCESSÃO – é o ato vinculado ou


discricionário por meio do qual a
Administração Pública delega prestação feita
pelo poder concedente mediante licitação na
modalidade concorrência à pessoa que
demonstre capacidade para seu desempenho,
por sua conta e risco e por prazo
determinado. - Lei 8987/95

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EXTERIORIZAÇÃO DOS ATOS
ADMINISTRATIVOS
•  Decretos;
•  Portarias;
•  Alvarás;
•  Resoluções;
•  Pareceres;
•  Ordem de Serviço;
•  Oocio; e,
•  Despacho.

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AGENTES PÚBLICOS
•  São todas as pessoas incumbidas, de forma
defini@va ou transitória, do exercício de
alguma função estatal;
•  Normalmente, desempenham funções do
órgão da administração ao qual estão
vinculadas, mas excepcionalmente podem ser
alocadas em funções para as quais não
tenham o cargo.

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CLASSIFICAÇÃO DOS AGENTES PÚBLICOS

•  AGENTES POLÍTICOS – @tulares dos cargos


estruturais à organização polí@ca do país, ou
seja, Presidente da República, Governadores,
Prefeitos, vices, ministros, secretários,
senadores, deputados federais, deputados
estaduais e vereadores.

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CLASSIFICAÇÃO DOS AGENTES PÚBLICOS

•  FUNCIONÁRIO PÚBLICO – servidor que


@tulariza um cargo e está sob regime
estatutário;

•  EMPREGADO PÚBLICO – servidor que tem a


@tularidade de um cargo, mas está sob regime
da CLT, que não é no entanto, o mesmo
regime da inicia.va privada. É inves@do por
concurso público.

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CLASSIFICAÇÃO DOS AGENTES PÚBLICOS

•  SERVIDORES EM CARÁTER TEMPORÁRIO – são


aqueles que prestam serviços por um período certo e
determinado, em decorrência de uma situação
excepcional, visando atender ao interesse público;
•  Não são nomeados em caráter efe.vo;

•  COLABORADORES – jurados, mesários de eleição,


recrutados para o serviço militar, entre outros.

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PRINCIPAIS DIREITOS DOS SERVIDORES
PÚBLICOS
•  EFETIVIDADE – cargos que pressupõem
aprovação em concurso público e situação de
permanência. Não acontece com os
comissionados, que são livremente
nomeados, porém em caráter provisório.
•  ESTABILIDADE – permanência do servidor
público que sa@sfaz o estágio probatório. É o
direito de permanência após atendimento de
requisitos determinados por lei.
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RESPONSABILIDADE DO ESTADO

•  A Cons@tuição Federal determina que as


pessoas jurídicas de direito público e as de
direito privado prestadoras de serviços
públicos, responderão pelos danos que seus
agentes, nessa qualidade, causarem a
terceiros, assegurado o direito de regresso
contra o responsável nos casos de dolo ou de
culpa.

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RESPONSABILIDADE DO ESTADO

•  É obje.va ou subje.va?
•  Para alguns é sempre OBJETIVA, ou seja, não depende da
prova de culpa, somente da prova do fato e do dano;
•  Para outros estudiosos pode ser SUBJETIVA no caso de
omissão, porque na falta de prestação do serviço ou na
prestação deficiente, deve haver prova dessa falta ou da
deficiência;
•  Em geral, o Judiciário tem decidido pela responsabilidade
OBJETIVA.

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IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA

•  São atos ilícitos pra.cados contra bens


públicos, que tem como consequência
prejuízo ao erário público;
•  Podem resultar em suspensão de direitos
polí.cos, a perda da função pública, a
indisponibilidade dos bens e o ressarcimento
ao erário, na forma e na gradação previstas
em lei, sem prejuízo da ação penal cabível.

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BENS PÚBLICOS
São bens públicos:
a)  Os de uso comum do povo, tais como rios,
mares, estradas, ruas e praças (afetado)
b)  Os de uso especial, tais como ediocios ou
terrenos des@nados a serviço ou
estabelecimento da administração federal,
estadual, territorial ou municipal, inclusive as
autarquias (afetado)
c)  Os dominicais ou dominiais, aqueles sob os
quais o Estado exerce domínio, sem
des@nação específica. 39
LIMITAÇÃO AO DIREITO DE PROPRIEDADE
•  A propriedade é um direito do cidadão brasileiro,
conforme determina a Cons@tuição Federal;
•  O direito de propriedade deve ser exercido em
consonância com as suas finalidades econômicas e
sociais e de modo que sejam preservados, em
conformidade com a lei própria, a flora, a fauna, as
belezas naturais, o equilíbrio ecológico e o
patrimônio histórico e arms.co, evitada a poluição
do ar e das águas;
•  Mas o proprietário pode ser desapropriado, por
necessidade ou u@lidade pública ou interesse social,
bem como por requisição em caso de perigo público
eminente. 40
MEIOS DE INTERVENÇÃO NO DIREITO DE
PROPRIEDADE
•  REQUISIÇÃO – quando o Poder Público no caso de
urgência u@liza bens de par@culares, móveis ou
imóveis, sem necessidade de autorização judicial e
de forma transitória. Haverá reparação ao
proprietário pelos danos causados;
•  OCUPAÇÃO TEMPORÁRIA – u.lização transitória,
remunerada ou gratuita, de bens par@culares pelo
poder público, para a execução de obras, serviços ou
a@vidades públicas ou de interesse público;
•  Normalmente ocorre para depósito de
equipamentos des@nados a realização de obras e
serviços nas vizinhanças da propriedade par@cular.
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LIMITAÇÃO ADMINISTRATIVA
•  É toda imposição geral, gratuita, unilateral e
de ordem pública condicionadora do exercício
de direitos ou de a@vidades par@culares às
exigências do bem estar social;
•  Exemplo: rodízio de veículos!

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SERVIDÃO
•  É o ônus real de uso imposto pela
administração pública à propriedade
par.cular para assegurar a realização e a
conservação de obras e serviços
públicos, ou de u.lidade pública,
mediante indenização dos prejuízos
efe@vamente suportados pelo
proprietário.
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TOMBAMENTO
•  É uma forma de garan.r uma determinada
propriedade fique protegida por ser
patrimônio cultural brasileiro;
•  O tombamento obriga o proprietário a
conservar o bem, aceitar a fiscalização do
Poder Público, impede obras que re.rem a
visibilidade do bem tombado e atribuem o
direito de indenização pelas despesas
extraordinárias realizadas para a conservação
do bem. 44
DESAPROPRIAÇÃO
•  É a transferência compulsória da propriedade
par.cular (ou pública de en@dade de grau inferior
para a superior) para o Poder Público, por u.lidade
ou necessidade pública, ou por interesse social,
mediante prévia e justa indenização;
•  É o instrumento que o Estado u@liza para remover
obstáculos à execução de obras e serviços públicos;
para implementar planos de urbanização; para
preservar o meio ambiente contra a devastação e
poluição e para realizar jus.ça social com a
distribuição de bens inadequadamente u@lizados
pela inicia@va privada.
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UTILIDADE OU NECESSIDADE PÚBLICA
•  Segurança Nacional;
•  Defesa do Estado;
•  Socorro público em caso de calamidade;
•  Salubridade pública;
•  Criação e melhoramento de centros de população,
seu abastecimento regular de meios de subsistência;
•  Aproveitamento industrial de minas e jazidas
minerais, de águas e da energia elétrica;
•  Assistência pública a obras de higiene, casas de
saúde, clínicas, estações de climas e fontes
medicinais;
•  Exploração e conservação de espaços públicos;
•  E outros previstos em lei.
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INTERESSE SOCIAL
•  Para fins de reforma agrária, o imóvel rural
que não esteja cumprindo sua função social,
mediante prévia e justa indenização em mtulos
da dívida agrária, com cláusula de preservação
do valor real, resgatáveis no prazo de até
vinte anos a par@r do segundo ano da sua
emissão;
•  As benfeitorias úteis e necessárias serão
indenizadas em dinheiro;
•  Não serão desapropriadas para esse fim a
pequena e a média propriedade, conforme
definição legal, e a propriedade produ@va. 47
FUNÇÃO SOCIAL DA PROPRIEDADE

•  Em conformidade com o ar@go 186 da CF/88, a


função social da propriedade é cumprida quando a
propriedade rural atende, simultaneamente,
segundo critérios e graus de exigência estabelecidos
em lei;
•  Requisitos – aproveitamento racional e adequado;
u@lização adequada dos recursos naturais
disponíveis e preservação do meio ambiente;
observância das disposições que regulam as relações
de trabalho; e, a exploração que favoreça o bem-
estar dos proprietários e dos trabalhadores.
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LICITAÇÃO
•  É o procedimento administra.vo vinculado, por
meio do qual a Administração Pública seleciona a
proposta mais vantajosa para realizar a contratação
da qual está necessitando;
•  É u@lizada para contratação de obras, serviços,
compras, locações, alienações, concessões,
permissões, entre outros;
•  É obrigatória para a administração direta, para
autarquias, fundações públicas, empresas públicas,
sociedades de economia mista, e todas as en@dades
controladas direta ou indiretamente pelo poder
público.
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