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Faça um exercício de imaginação com seus alunos para que eles reflitam sobre sobre seus

preconceitos. Para isso, narre a a situação. Você pode escrever o perfil das pessoas no quadro
ou simplesmente lê-las uma a uma, com o cuidado de no final da dinâmica computar quantos
"votos" teve cada uma das pessoas.

Houve uma catástrofe nuclear, o futuro da humanidade esta em jogo existe um


abrigo subterrâneo que pode abrigar somente seis pessoas faça sua escolha e
destaque somente seis:

1.( ) Jovem aristocrata, homossexual dono de uma escola para moços.

2. ( ) Negro, pastor, teólogo, revolucionário e pacifista condenado por causar


desordem publica.

3. ( ) Artesão desempregado, amigo de ladrões, condenado á morte.

4. ( ) Músico filho de uma mulher com sífilis, surdo, temperamental.

5.( ) Homem, que fora uma criança difícil não falou ate os três anos de idade,
disléxico, reprovado na escola fundamental, anarquista perseguido pelo FBI.

6.( ) "Nerd" tímido, pouco popular na escola, desobedeceu a seu pai e


abandonou a faculdade no terceiro período de matemática para estabelecer
seu próprio negocio baseado numa invenção revolucionaria.

7. ( ) Estudioso, portador de múltiplas deficiências, causadas por uma doença


rara, degenerativa, paralisante e sem cura.

8. ( ) Estudioso, não fuma e nem bebe, solteiro, grande organizador, autor de


um famoso livro autobiográfico intitulado "Minha Luta”.
9. ( ) Filho adotivo da aristocracia, grande administrador, admirador da música
e do teatro,construiu grandes obras em seu governo sendo também musico e
poeta.

10. ( ) Moço tímido na adolescência foi soldado e trabalhador voluntário, filho


de aristocratas, teve educação esmerada, engenheiro civil, empresário bem-
sucedido pai de 12 filhos.

11.( ) Prostituta perseguida e condenada a morte pela justiça.

12.( ) Filho de imigrantes, foi coroinha, atleta, graduado em direito, condenado


a 15 anos de prisão, tendo sido anistiado.

13.( ) Órfã de pai, tímida, fez voto de castidade e tinha problemas cardíacos.

14. ( ) Órfã criada em um orfanato, foi adotada varias vezes, até se casar aos
16 anos. Atriz e viciada em drogas.

15.( ) Viciado em cocaína, especialista em sexualidade, fumante de cachimbo


inveterado.

16. ( ) O pai recusou-se a reconhecer sua paternidade, ainda jovem foi


acusado de atentado ao pudor, volúvel, inconstante sendo pintor deixou muitas
obras inacabadas.

Terminado de ler ou escrever os perfis, enumere no quadro a quantidade


de votos que grupo de pessoa obteve e revele cada uma das
personalidades:

1-Platão, filósofo grego – por ter sido um dos maiores filósofos da humanidade.
2-Martin Luther King – Nobel da Paz por ter liderado o movimento que colocou
fim aoracismo nos Estados Unidos no anos 60.

3-Jesus – por ser o maior pacifista de todos os tempos.

4-Beethoven – por ser um dos maiores compositores de todos os tempos .

5-Albert Einstein, físico alemão – pai da teoria da relatividade, considerado um


dos maiores físicos da humanidade.

6-Bill Gates, dono da Microsoft – Por ter sido responsável pelo


desenvolvimento doscomputadores pessoais no nosso século.

7-Stephen Hawking – por ser o maior físico da atualidade.

8-Adolf Hitler – ditador alemão responsável pela ideologia nazista, por ter
comandado o extermínio de mais de 6 milhões de judeus nas câmaras de gás
nos campos de concentração na Segunda Guerra Mundial.

9-Nero, imperador romano que colocou fogo em Roma e perseguiu os cristãos


- por ser o mais cruel e louco de todos os imperadores romanos, tendo criado o
Coliseuon de milhares de cristãos foram trucidados e ter incendiado Roma.

10-Osama Bin Laden – por ser o maior líder terrorista da história.

11-Maria Madalena – por ter sido injustamente julgada pela Igreja Católica e
sórecentemente reconhecida como amiga e seguidora de Jesus.
12-Fidel Castro, presidente socialista, radical e vitalício de Cuba – por ser
responsável pela prisão, tortura e morte de milhares de cubanos nos últimos
anos.

13-Madre Tereza de Calcutá – por ter sido Nobel da Paz e ter dedicado a sua
vida a erradicar a pobreza, mortalidade e a fome.

14-Marilyn Monroe, por seu trabalho como atriz de filmes famosos, por
seu envolvimento com drogas, acusada pelo FBI por espionagem e pelo seu
suicídio.

15-Sigmund Freud – por ser considerado o pai da psicanálise moderna.

16-Leonardo da Vinci – por ser considerado um gênio do Renascimento.

DINÂMICA PARA TRABALHAR PRECONCEITO E EXCLUSÃO


PARTICIPANTES: até 20 pessoas.
TEMPO: 40’
MATERIAL: Etiquetas autocolantes com frases como:
SOU CRIATIVO: OUÇA-ME
SOU INFERIOR: IGNORE-ME
SOU PREPOTENTE - TENHA MEDO
SOU SURDO(A) – GRITE
SOU PODEROSO(A) – RESPEITE
SOU ENGRAÇADO(A) – RIA
SOU SÁBIO(A) – ADMIRE-ME
SOU ANTIPÁTICO(A) – EVITE-ME
SOU TÍMIDO(A) – AJUDE-ME
SOU MENTIROSO(A): DESCONFIE
SOU MUITO PODEROSO(A): BAJULE-ME
APERTE MINHA MÃO
ABRACE-ME
ME ISOLE
PISQUE PARA MIM
ME CONVIDE PARA DANÇAR
AFASTE-SE DE MIM
IGNORE-ME
SEGURE MINHA MÃO
DIGA-ME OLÁ
ME FAÇA UM ELOGIO
ME DESEJE PARABÉNS
ME FAÇA UM CARINHO
ME CONVIDE PARA SENTAR
OBJETIVO: Trabalhar temas como: Preconceito, Exclusão Social,
“Booling”(atitudes de chacota, piadinhas e agressões entre os indivíduos,
principalmente observada nas escolas e nas relações de trabalho), Reforçar a
Auto – Estima, Percepção de Padrões Energéticos Pessoais.
DESCRIÇÃO: O facilitador explica ao grupo que farão uma atividade onde
serão coladas etiquetas na testa de cada um e que ninguém pode ver o que
está escrito em sua testa, nem os poderá falar o que está escrito na testa dos
outros.
PROCESSO:
1- Colocar as etiquetas na testa de cada um. Reforçando que não poderão saber
o que está escrito e que nem um participante pode contar ao outro o que está
escrito.
2- Após todos estarem devidamente “rotulados”, pedir para que andem pela sala e
interajam uns com os outros de acordo com o que está escrito na testa de cada
um. Isto é, se comportando de acordo com o que está escrito na testa de cada
um dos participantes.
3- Deixar que interajam por volta de 5 minutos.
4- O facilitador deve observar atentamente as reações e clima gerado pelo
exercício para que tenha subsídios para fomentar a discussão posterior.
5- Após esse período cessar a atividade e pedir para que sentem. Mas, não tirem
a etiqueta. Vale a norma de não saber o que estava escrito em sua testa nem
comentar o que está escrito na testa dos outros participantes.
6- Perguntar a cada participante, individualmente:
. Que sentimentos teve durante a atividade? Sentiu-se bem? Pressionado?
Deslocado? Confortável?
.Como os outros participantes reagiram com você. Como se sentiu em relação
a eles.
. O que acha que está escrito em sua testa?
- Pedir para que tire sua etiqueta e olhe o que está escrito.
. Era isso que esperava que estivesse escrito? A atitude que tiveram com você
foi justa? Agora que sabe o que estava escrito, seu sentimento em relação a
como lhe trataram mudou?
7- Ao término de todos os depoimentos, perguntar:
- O que podem extrair dessa experiência?
- O que acarreta esse tipo de situação: Preconceitos? O hábito que temos de
Rotular as pessoas? A própria pessoa não ter autoconfiança e autoestima e
irradiar essa energia para os outros?
- O que ocorreu durante a atividade, pode acontecer em nosso dia a dia?
- As pessoas que foram discriminadas, como se sentiram? O que
poderiam fazer para não se sentirem assim?
- As pessoas que se sentiram desconfortáveis. O que poderiam fazer
para se sentirem melhor?

Nota: O facilitador precisa se preparar para discutir os conceitos de:


O que são preconceitos, porque ocorrem. O que podemos fazer a
respeito?
O que é um rótulo? Porque tendemos a rotular as pessoas? O que isso
acarreta nas relações.
Como nossas energias e pensamentos podem influenciar a nós mesmos
e as reações dos outros?
Esta dinâmica é uma releitura da Dinâmica - Patinho Feio (ANTUNES, Celso. Jogos para
estimulação das múltiplas inteligências. 3ª edição, Petrópolis, Vozes, 1999) e da Dinâmica -
Rótulos de autoria não identificada.

Dados da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula

1. Compreender que as diferenças individuais devem ser respeitadas;


2. Valorizar as diferenças presentes na sala de aula e em outros espaços sociais;
3. Refletir acerca de posturas preconceituosas adotadas pelas pessoas de forma não intencional e
suas consequências;
4. Participar de atividades que mostrem ao grupo a importância do respeito mútuo;
5. Identificar a presença de atitudes racistas em diferentes grupos de convivência.

Duração das atividades

2 aulas de 50 minutos

Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno

Sugere-se que não se trabalhe conhecimentos prévios para inclusive não influenciar no diagnóstico inicial
acerca das concepções dos alunos.
Estratégias e recursos da aula

Aulas com dinâmicas em grupo.


Atividade 1 (1ª Aula de 50 minutos)
a) Os/as alunos/as deverão permanecer sentados nas carteiras, em seus respectivos lugares.
Propor ao grupo de alunos/as um jogo no qual eles/as deverão ouvir três situações as quais farão a opção
por uma alternativa. Ao se decidirem, deverão assinalar a alternativa escolhida em uma ficha entregue a
cada aluno/a pelo/a professor/a. Para dar início ao jogo, o/a professor/a expõe quatro imagens no quadro
à frente da turma, com as devidas indicações (A, B, C, D), e relata a primeira situação:
A)
Fonte: http://images.google.com.br/images?gbv=2&hl=pt-
BR&sa=1&q=MENINO+NEGRO+&btnG=Pesquisar+imagens&aq=f&oq=
B)

Fonte: http://loiradistraida.blogs.sapo.pt/40274.html
C)
Fonte: http://www.healthcompass.co.uk/images/little%20black%20girl.jpg
D)

Fonte: www.endurancebrasil.com.br/port/cavalos/pepe.php
Situação 1:
Várias crianças estavam participando de um campeonato na escola, quatro delas venceram, porém havia
apenas um troféu. Vamos imaginar que vocês são os juízes no campeonato, para quem vocês dariam o
troféu?

Situação 2:
Você estava na sua casa e, de repente, ouviu alguns gritos de socorro. Você foi até o portão e encontrou
uma senhora apontando para as crianças, dizendo que uma delas havia lhe xingado e tentado lhe roubar
as sacolas. Como a senhora estava muito descontrolada, não foi possível identificar quem havia lhe
desrespeitado e as crianças saíram correndo assustadas. Qual das crianças você acha que desrespeitou
a sen hora?
Situação 3:
Haverá um a festa muito legal em sua casa, condomínio (ou bairro) e você terá o direito de levar apenas
um convidado. Quem você escolheria para levar à sua festa dentre as crianças que estão expostas no
quadro?
b ) Após realizar a votação, fazer a leitura dos votos para cada situação e revelar aos alunos quem foram
as crianças mais votadas por eles em cada situação.
c) Em círculo, refletir com os alunos sobre as crianças escolhidas e questionar:
1) Quais foram as crianças mais e menos votadas em cada situação?
2) Por que vocês acham que essa criança escolhida merecia o troféu? O que ela tem de diferente dos
outros?
3) Qual o motivo que o/a levou a escolher determinada criança como responsável pelo comportamento
agressivo com a senhora da situação relatada?
4) Por que você escolheu tal criança como sua convidada para a festa? O que o/a faz pensar que seria
uma boa companhia para você?

Atividade 2 (2ª Aula de 50 minutos)


A) Retomar com os alunos o jogo da aula anterior e propor a continuidade do mesmo. Nesse momento, o
grupo deverá se dividir em quatro subgrupos sendo que cada grupo deverá criar uma história envolvendo
as crianças representadas pelas imagens expostas anteriormente. No entanto, nesse segundo momento
do jogo, essas crianças receberão características pessoais que deverão ser associadas às imagens, de
acordo com o que o grupo definir:
1) Criança muito levada, não obedece a pais nem a professores. Freqüentemente envolve-se em brigas
com colegas na escola.
2) Criança manhosa: utiliza do recurso do choro sempre que deseja algo.
3) Criança educada e amiga. Sabe dividir seus brinquedos e adora fazer novas amizades.
4) Criança muito inteligente e já venceu vários campeonatos de matemática na escola. Sabe tudo sobre
computador.
Se o grupo já for alfabetizado, deverá registrar o texto em folha sulfite para ser lido posteriormente. Caso
o grupo não seja alfabetizado, o/a professor/a deverá fazer a produção de texto com as crianças, à
medida que relatarem suas idéias.
Apresentar as produções e discutir o conteúdo das mesmas.
Comentários para o professor:
Professor/a, esteja atento/a ao seu papel enquanto mediador/a das discussões sobre preconceito racial
com a turma! Seguem alguns exemplos de proposições nas quais você poderá fundamentar-se:
1) Assim como em outros locais na nossa sociedade, a escola é capaz de reproduzir a discriminação
racial de várias maneiras e tem por obrigação romper com isso!
2) É necessário revermos os apelidos que colocamos em nossos colegas, pois muitas vezes são apelidos
pejorativos e geram desigualdades entre os mesmos.
3) É papel do/a professor/a opor-se às imagens negativas criadas em relação aos negros.
4) Faz-se imprescindível resgatar valores da cultura e história do povo de etnia negra.
5) Combater idéias que vinculem a raça negra à condição de escravo, de subordinado.
6) As atitudes preconceituosas e desrespeitosas para com o outro devem ser repudiadas.
7) A diversidade cultural deve ser cultivada.
Recursos Complementares

Sugestão de leitura complementar para o/a professor/a:


AQUINO, J. G. Diferenças e preconceito na escola: alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Editora
Summus, 1998.
GOMES, Nilma Lino. Alguns termos e conceitos presentes no debate sobre relações Raciais no Brasil:
uma breve discussão. In: BRASIL. Educação anti-racista: caminhos abertos pela Lei Federal no
10.639/03. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e
Diversidade, 2005.
Avaliação

A avaliação deverá ser contínua, processual, diagnóstica. Ao/a professor/a cabe perceber como lida com
as diferentes posições tomadas pelos alunos frente ao preconceito e à discriminação racial no cotidiano
escolar.
Auto-avaliação dos alunos (oral ou por escrito): Participação individual. Os/as alunos/as deverão refletir e
registrar seu posicionamento frente às situações de preconceito discutidas no decorrer da aula.
Avaliação dos/das alunos/as pelo/a professor/a: Observar o envolvimento e participação dos/as alunos/as
nas reflexões, discussões e na produção de texto; verificar se houve respeito aos momentos de fala e
escuta e às opiniões dos/as colegas.

“A História da “Máquina Registradora”


OBJETIVOS:
1. Demonstrar como a busca do consenso melhora a decisão.
2. Explorar o impacto que as suposições têm sobre a decisão.
PARTICIPANTES: até 15 pessoas
TAMANHO DOS SUBGRUPOS: 5 membros cada; sendo possível orientar
vários subgrupos, simultaneamente.
TEMPO: de 1h a 1h30 (varia de acordo com a quantidade de participantes).
MATERIAL:
- Uma cópia da história da “Máquina Registradora” para cada membro
participante e uma para cada grupo.
- Lápis ou caneta.
- Gabarito das repostas corretas.
DESCRIÇÃO: O coordenador explica ao grupo que fará uma dinâmica para
exercitar as habilidades de trabalho em grupo e consenso.
DESENVOLVIMENTO:
1. O facilitador distribui uma cópia da história “Máquina Registradora” para
cada membro. Explicar que terão 10 minutos para ler a estória e assinalar para
cada uma das afirmações se é verdadeira falsa ou desconhecida.
2. A seguir, serão formados subgrupos de cinco membros aproximadamente.
Cada subgrupo recebe uma nova cópia da história da “Máquina Registradora”,
para um trabalho de consenso de grupo. O tempo para preenchimento das
declarações é de 12 a 15 minutos.
3. Colher as respostas de cada grupo, anotando na lousa e comparar as
respostas de cada grupo.
4. A seguir, anunciar as respostas corretas.
DISCUSSÃO:
Juntar o grupo e em painel, analisar:
- Como foi viver essa experiência?
- O porquê e quais fatores contribuíram para as respostas.
- O que motivou cada um em separado a dar determinada resposta.
- Houve mudança nas respostas individuais no momento da discussão em
grupo?
- O que podemos concluir com esse exercício?
- Como pudemos tirar tantas conclusões sem apurar os reais
acontecimentos? Haja vista que a maior parte das afirmações são
desconhecidas.
6. CONCLUSÕES:
- As suposições podem fazer com que tomemos decisões erradas. Muitas
vezes não conhecemos os fatos e pré-julgamos. Podemos fazer um
comparativo com a primeira impressão que temos de alguém. Será que
podemos julgar sem conhecer. Isso se aplica a tudo.
- Nossos valores tendem a influenciar nossas decisões – Julgamento.
- Muitas vezes não temos todos os elementos para julgar, ou por que não
prestamos atenção ou não temos conhecimento de todos os fatos, ou ainda
existe um fator tendencioso que não percebemos.
- Com a ajuda de outros, através de uma conversa, discussão ou busca de
consenso podemos tomar melhores decisões e termos uma visão mais ampla
dos fatos reais, já que podemos colher mais informações e impressões.

“A História da “Máquina Registradora”


Um negociante acaba de acender as luzes de uma loja de calçados, quando
surge um homem pedindo dinheiro. O proprietário abre uma máquina
registradora. O conteúdo da máquina registradora é retirado e o homem corre.
Um membro da polícia é imediatamente avisado.

Declaração acerca da história: Verdadeiro – Falso - Desconhecido


1. Um homem apareceu assim que o proprietário acendeu as luzes de sua loja
de calçados ........... V F ?
2. O ladrão foi um homem......... V F ?
3. O homem não pediu dinheiro.......... V F ?
4. O homem que abriu a máquina registradora era o proprietário.................V F
?
5. O proprietário da loja de calçados retirou o conteúdo da máquina
registradora e fugiu ........V F ?
6. Alguém abriu uma máquina registradora......... V F ?
7. Depois que o homem que pediu o dinheiro apanhou o conteúdo da máquina
registradora, fugiu....... V F ?
8. Embora houvesse dinheiro na máquina registradora, a história não diz a
quantidade............ V F ?
9. O ladrão pediu dinheiro ao proprietário. .................. V F ?
10. A história registra uma série de acontecimentos que envolveu três pessoas:
o proprietário, um homem que pediu dinheiro e um membro da polícia ............
VF?
11. Os seguintes acontecimentos da história são verdadeiros: alguém pediu
dinheiro – uma máquina registradora foi aberta – seu dinheiro foi retirado ...... V
F?

GABARITO -“A História da “Máquina


Registradora”
Apenas a quarta e a sexta afirmação são verdadeiras. As demais são falsas
premissas ou indefinidas.
1- Desconhecida. Foi um negociante que acendeu as luzes da loja, mas não há
menção se este negociante é o proprietário da loja. Pode ser um funcionário.
2- Desconhecida. Não se sabe se houve um roubo, portanto não se pode dizer
se houve um ladrão.
3- Falsa. Na estória está claro: : “quando surge um homem pedindo dinheiro“.
4- Verdadeira. O texto diz: “ O proprietário abre uma máquina registradora”.
5- Desconhecida. O texto não define quem tirou o dinheiro da máquina
registradora, nem mesmo se era dinheiro, apenas diz: o conteúdo foi retirado.
6- Verdadeira. Alguém (o proprietário) abriu a máquina registradora.
7- Desconhecida. Não há como saber se houve um roubo, nem que o homem
fugiu. Só sabemos que ele correu.
8- Desconhecida. Não se sabe se havia dinheiro na máquina registradora.
9- Desconhecida. Não se sabe se o homem era ladrão ou não.
10- Desconhecida. Não se sabe se o negociante é também o proprietário.
11- Desconhecida. Não se sabe se havia dinheiro na máquina registradora.
OBS: Não esqueça: a estória está abaixo.