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Estudo comparativo do

CAT-A e CAT-H em
crianças de 7 e 8 anos

ANDRÉ ALBIN J ACQUEMIN*


MARIA ANGÉLICA DE O. MARTINS**

1. Introdução; 2. Objetivos; 3. Metodo-


logia; 4. Resultados-Discussão; 5. Con-
clusões.

1. Introdução

Dentre as diversas possibilidades de estudo da personalidade infantil, as técnicas


projetivas têm mostrado sua valiosa colaboração. O Children's Apperception Test,
elaborado por Bellack em 1949, introduziu-se progressivamente como técnica
indispensável na realização dos exames psicológicos para crianças. Constituído
inicialmente de 10 figuras de animais em diversas situações, através delas a criança
é levada a contar estórias que permitirão revelar a dinâmica das suas relações
interpessoais e conhecer a estrutura relativa a seus problemas de desenvolvimento.
A escolha de figuras animais baseou-se na idéia de que as crianças se identificam
com maior facilidade com estímulos animais do que humanos. As justificativas
apresentadas salientavam que os animais podiam oferecer algum disfarce nas

* Professor-assistente doutor junto ao Departamento de Psicologia e Educação da Faculdade


de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto. USP.
** Psicóloga da APAE de Ribeirão Preto.
Arq. bras. Psic. apl., Rio de Janeiro, 28 (1): 3747, jan./mar. 1976
atribuições de sentimentos negativos, ou seja, a idéia de dominação ou agressão
podia ser mais facilmente atribuída à figura de um leão do que à de um homem.
Outras justificativas referiam-se ao grande número de respostas animais dadas pelas
crianças do Rorschach, em oposição à quase ausência de respostas humanas e ao
fato de as figuras animais pertencerem ao mundo da criança, através do I contato
que ela tem com as fábulas, fIlmes e brinquedos.
Esta utilização dos estímulos animais com o objetivo de conhecer e com-
preender a personalidade infantil levou vários pesquisadores a estudarem sua vali-
dade, em oposição às técnicas que faziam uso de figuras humanas.
A revisão da literatura sobre o assunto (1,4,5,6,8,9, 10, 13, 14 e 18),
mostra que os estímulos humanos parecem ser mais motivadores que os animais,
sobretudo com crianças entre 7 e 10 anos ou com crianças· de idade mental
superior à cronológica, não existindo, entretanto, homogeneidade nos resultados.
Bellack e Hurvich (3) resumem esta problemática concluindo que "algumas crian-
ças parecem dar-se melhor com os estímulos animais e outras com estímulos
humanos, e tais preferências podem estar associadas a variáveis específicas de
personalidade: por exemplo, as que têm dificuldade em formular respostas reagem
melhor diante das figuras animais".
Analisando essa falta de concordância nos resultados, podemos observar a
grande variabilidade das situações experimentais, sendo que certos pesquisadores
comparam CAT versus TAT, outras CAT versus série humana comparável, varian-
do esta de um autor para o outro. A utilização de tal material cria uma ambigüi-
dade quanto à idade e ao sexo dos personagens representados no material humano
e que não se encontra no animal. Além da constituição diferente de amostras
quanto à idade, sexo, nível intelectual, socioeconômico e tipo de psicopatologia,
verifica-se ainda que estas pesquisas, na maioria das vezes, preocuparam-se muito
mais com a interpretação superficial do teste (comparação do número de palavras,
tempo de reação etc.) do que com a interpretação dinâmica.
Esforços no sentido de controlar variáveis e analisar o teste de um modo
mais profundo foram realizados por Haworth (11) e Lawton (12).
Utilizando uma forma experimental do CAT-H, Haworth comparou-a com o
CAT original e estudou de uma maneira mais aprofundada a dinâmica das estórias
empregando o guia de mecanismos adaptativos nas respostas CAT - Haworth (11)
-, que tem por base a avaliação dos mecanismos de defesa utilizadas pelas crianças
frente aos estímulos animais e humanos. Seus resultados não demonstram dife-
renças significativas entre as duas formas seja quanto ao número de pontos críticos
encontrados, seja ao número de mecanismos de defesas inadequados utilizados.
Seguindo o mesmo processo experimental, Lawton (12) confirmou esses
resultados.
Quanto ao conteúdo das estórias analisado em função da interpretação
dinâmica das estórias ·CAT de Haworth, os resultados de Lawton assemelham-se
aos de Haworth. As ~iferenças mai.s marcantes encontradas foram as seguintes:

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1. Reações mais negativas na forma animal (quadro II - luta; quadro m - .
ataque e quadro IV - desastre), exceto o quadro IV da forma humana, que
aparece com maior número de situações negativas: trombadas, quedas.
2. Adultos masculinos no quadro VIII, somente na forma animal.
3. Adulto visto exclusivamente como mãe no quadro I, forma A.
4. Adulto como poderoso no quadro m, somente na forma A.
5. Criança com um companheiro, quase sempre na forma H do quadro lI.
6. Travessura relacionada a banheiro, mais comum na forma H do quadro X.
7. Aprender a lição, mais freqüente no quadro X da forma animal.

Nas suas conclusões, Lawton salienta que "a maioria das diferenças encon-
tradas pode ser resolvida com ligeiras modificações nos próprios quadros e não
representa nenhuma diferença básica no poder de evocação das formas animais e
humanas".
Após algumas modificações na forma experimental utilizada nas pesquisas
de Haworth e Lawton, Bellack (3) elaborou a versão defmitiva do CAT-H, consi-
derada equivalente à forma animal.
Os trabalhos posteriores - Neuringer e Livesay (17); Myler, Rosenkrantz e
Holmes (16) -, comparando as formas defmitivas do CAT, não observam dife-
renças marcadas e concluem também pela semelhança das duas formas, reforçando
as colocações de Bellack.

2. Objetivos

Esta pesquisa procura verificar, em crianças brasileiras de 7 e 8 anos, se o CAT-H


pode ser considerado como forma paralela do CAT-A, comparando para as duas
formas do teste os seus aspectos quantitativos (tempo total, número de palavras,
descrição e rejeição) e qualitativos (tema, identificação e motivação).

3. Metodologia

3.1 Amostra

A amostra utilizada é formada por 48 crianças de ambos os sexos, freqüentando as


1.a e 2. a séries de escolas de 1. o grau. 1
Para homogeneização da amostra, controlou-se as variáveis idade, escolari-
dade e nível intelectual. Para o nível intelectual, aplicou-se o teste das Matrizes

1 As escolas são mantidas pela rede de ensino do SESI de Ribeirão Preto (SP).

CAT·A e CAT·H 39
Progressivas de Raven - escala especial, aceitando-se somente crianças cujos resul-
tados fossem igual ou superior ao termo médio. Quanto à escolaridade, tomaram-
se crianças cujas idades se enquadrassem exatamente nos limites correspondentes
às La e 2. a séries do 1.0 grau (7 anos a 7 anos e 11 meses e 8 anos a 8 anos e 11
meses, respectivamente).
A caracterização geral da amostra estudada está colocada no quadro 1.

Quadro 1
Características gerais da amostra

Dados gerais Raven Sexo


Idade média
N.o de percentil M F
Escolaridade pontos

1.0 ano 7a. 2m. 20 75 12 12

2.0 ano 8a.4m. 21 75 12 12

3.2 Material e procedimentos usados

Utilizou-se os testes do CAT-A e CAT-H nas suas formas originais. A aplicação foi
feita em condições normais, de acordo com as normas prescritas por seus autores.
- Na primeira fase, metade das crianças de cada série, igualmente divididas de
acordo com o sexo, respondeu ao CAT-A e a outra metade ao CAT-H. Na segunda
fase, 30 a 40 dias depois, inverteu-se a apresentação dos estímulos.
A comparação dos resultados foi feita levando-se em conta os aspectos
quantitativos e qualitativos do material e considerando-se as duas formas do
teste.

Aspectos quantitativos:
• Tempo total: tempo gasto para a formulação das estórias.
• Número de palavras: número de palavras empregadas na construção das
estórias.
.. Número de descrição: respostas descritivas, enumeração dos detalhes da
figura sem elaboração de estória.
• Número de rejeição: ausência de estórias, mesmo após estimulação da
criança.

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Aspectos qualitativos:
• Tema: resumo da ação dramática dominante na est6ria, que permite detet-
minar, conforme Boulanger-Balleyguier (7), as banalidades no teste.
• Identificação: personagem no qual o sujeito parece se projetar. Para a esco-
lha do herói, considerou-se o personagem do qual a criança adota o ponto de vista
na estória, cujas ações e influências são mais not6rias. Se vários personagens
fossem descritos com igual importância, a escolha recaía sobre· aquele mais seme-
lhante ao sujeito, em função do sexo e da .idade, ou sobre o conjunto dos perso-
nagens existentes.
• Motivação: ações atribuídas ao her6i, determinadas a partir daS indicações
dadas por Muller (15) e Boulanger-Balleyguier (7).2

3.3 Tratamento estatístico

A fim de verificar a existência de diferenças significativas nestes aspectos entre as


duas formas do CAT, utilizou-se o teste do X2 , nível de significância .05.

4. Resultados 3 e discussão

4.1 Aspectos quantitativos

o número médio de palavras utilizadas na formulação das est6rias é marcadamente


mais elevado no CAT-H. Além disso, o número de descrições na forma humana
encontra-se significativamente inferior ao da forma animal. .
Estes resultados parecem confirmar pesquisas anteriores quanto ao fato dos
estímulos humanos com crianças de sete anos e mais serem mais estimuladores que
os animais. O CAT-H seria desta forma mais adaptado para as crianças desta faixa
de idade, provocando maior atração e estimulação de est6rias.
As rejeições e o tempo médio total, por sua vez, aparecem com resultados
bastante semelhantes, não se encontrando diferenças significativas entre as duas
formas.

2 Ver - Muller. Le CAT. Recherches IUr le dY1lllmisme enfantin. p. 47-53. Boulanger-


Balleyguier. La penon1lll1ité des enfants normaux et caractérlels à traven le test d'aperception
CAT. p.59-65.
3 Em anexo, os quadros 1 e 2 forneçem os resultados quanto aos aspectos quantitativos e os
quadros 3 a 5, quanto aos aspectos qualitativos. Os resultados significativos são indicados com
asteriscos.

CAT·A e CAT·H 41
4.2 Aspectos qualitativos

Em oito pranchas, as duas formas do CAT proporcionam estórias com temática


geral semelhante. As únicas diferenças marcadas aparecem nas pranchas III e VII,
sendo que as estórias implicando um relacionamento familiar são significativa-
mente mais freqüentes na forma humana do CAT, enquanto as estórias conflitivas
e agressivas predominam na forma animal, confirmando que as pranchas do
CAT-A permitem reações mais negativas que o CAT-H.

4.2.1 Identificação

De um modo geral, as formas humana e animal do CAT provocam para os sujeitos


identificação semelhantes, sendo estas, na sua maioria, relacionadas com as
"crianças" das figuras.
As pranchas 111 e VI, entretanto, acusam diferenças marcantes. Na prancha
III da forma humana, a criança apresenta um índice de identificação significativa-
mebte superior ao da prancha III, forma animal. Quanto à prancha VI, a forma
humana proporcionou numerosas identificações com os três elementos da pran-
cha, o que não ocorreu na forma animal. Outras pranchas (11, VIII) apresentaram
também esta tendência, não acusando entretanto diferenças significativas.

4.2.2 Motivações

As ações atribuídas pelos sujeitos aos heróis das estórias se assemelham em oito
pranchas.
A prancha III da forma animal provoca significativamente mais necessidade
de agressão do que a forma humana. Resultado semelhante, mas não significativo,
aparece também na prancha VII.
Na prancha X, a necessidade de evitar sofrimento é significativamente mais
freqüente na forma animal, enquanto a necessidade de assistência o é na forma
humana. Tendências a maior número de necessidade de assistência e de afiliação se
encontram nas pranchas 111 e IX da forma humana.

5. Conclusões

Considerando os resultados obtidos, podemos concluir que:


• Quanto aos aspectos quantitativos estudados, a forma humana do CAT
parece sensivelmente mais adequada para as crianças de sete a oito anos, propor-
cionando maior estimulação para a formulação das estórias do que o CAT-A.
• Quanto aos aspectos qualitativos analisados, a prancha 111 é a mais diver-
gente, mostrando constante diferença nos temas, identificações e motivações. Esta

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discrepância nos resultados desta prancha se deve, a nosso ver, à própria estrutura
do material do CAT-A e CAT-H (ratinho substituído por uma criança).
Por outro lado, a projeção de sentimentos mais negativos é facilitada no
CAT-A, sobretudo nas pranchas m, VII e X, enquanto o inter-relacionamento
familiar o é no CAT-H, especialmente nas pranchas m, VI, IX eX.
Mesmo assim pode-se dizer que, de modo geral, as duas formas do CAT se
assemelham bastante quanto aos temas, identificações e motivações, sendo as
poucas diferenças constatadas resultado das variações dos estímulos nas pranchas
do CAT-A e CAT-H.

Referências bibliográficas

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10. Furuya, K. Responses of sehool ehildren to human and animal pietures. J. Prol. Tech.,
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11. Haworth, M. A sehedule for the analysis of CAT responses. J. Prol. Tech., n. 27,
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12. Lawton, M. J. Animal and human CATs with a sehool sample. J. Prol. Tech., n. 30,
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15. Muller, Ph. Le CAT. Recherches sur le dynamisme enfantin. Berne, Hans Huber, 1958.
16. Myler, B., Rozenkrantz, A. .I; Holmes, G. A eomparison ofthe TAT, CATand CAT-H
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18. Weisskopf-Joelson, E. .I; Foster, H. An experimental study or the erfeet or stimulus
variation upon projeetion. J. Prol. Teck, n. 26, p. 366-70, 1962.

CAT·A e CAT-H 43
Anexos

Quadro 1
Tempo e número de palavras utilizadas na formulação das
10 estórias do CAT-A e CAT-H

CAT-A CAT-H Teste de


significação

Tempo médio (em minutos) 40' 45' 0,28

Número médio de palavras 712 801 5,22*

Quadro 2
Descrições e rejeições apresentadas pelos sujeitos no
CAT-A e CAT-H

CAT-A CAT-H Teste de


significação

Número de descrições 54 31 6,22*

Número de rejeições 5 7 0,34

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Quadro 3
Temas mais freqüentes apresentados pelos sujeitos nas
estórias do CAT-A e CAT-H

Prancha Tema CAT-A CAT-H Teste de


significação

Alimentação 37 35 0,05
Familiar 5 7 0,34

11 Competição 33 31 0,06
Jogo 7 12 1,30

III Descanso 17 15 0,12


Conflito 13 5 3,54
Confraternização 4 9 1,92
Relação pai-fJlho 11 11,00·

IV Passeio 16 19 0,26
Compra 14 16 0,14
Bicicleta atropelando 3 5 0,50

V Sono 17 17 0,00
Brincando no berço 8 17 3,24
Solidão 6 10 1,00

VI Sono 25 28 0,16
Agressão temida 6 5 0,08

VII Conflito - Agressão 32 22 1,84


Relação pai-filho 7 7,00·

VIII Conversando - tomando café 16 15 0,03


Cochichando 11 7 0,88
Orpem ou desordem 10 11 0,04

IX Solidão 16 17 0,02
Agressão temida 8 7 0,06
Hora de levantar 3 6 1,00

X Banho elimpeza 15 17 0,12


Criança sofre agressão 8 7 0,06
Relação pai-illho 7 6 0,07
1r ao banheiro 6 6 0,08

CAT-A e CAT-H 45
Quadro 4
Heróis indicados com maior freqüência
nas estórias

Prancha Herói CAT-A CAT-H Teste de


significação

As crianças 33 38 0,12
Uma criança 3 4 0,14
O adulto 6 2 2,00

11 Os três 22 35 2,96
Os dois juntos 11 4 3,26
O sozinho 4 6 0,40

III O adulto 33 23 1,78


A criança 4 15 6,36·

IV O adulto 17 15 0,12
O adulto e os fllhos 15 19 0,46
A criança de bicicleta 6 11 1,46

V A criança 21 34 3,06
Uma criança 9 3 3,00

VI A criança da frente 20 18 0,10


Os três 9 20 4,16·
O adulto (pai ou mãe) 7 2 2,76

VII A criança 31 29 0,09


O adulto 13 10 0,38

VIII A criança 10 12 0,18


A mãe ou o pai 10 13 0,09
A família 8 14 1,64

IX A criança 40 38 0,04
O adulto (pai ou mãe) 1 2 0,32

X A criança 24 26 0,16
O adulto 9 14 1,08
Os dois 7 2 2,76

46 A.B.P.A. 1/76
Quadro 5
Motivações mais freqüentes nas estórias do
CAT-A e CAT-H

CAT-H Teste de
Prancha Motivação CAT-A
significação

Alimentação 35 33 0,05
Afiliação 4 4 0,00

11 Competição 7 15 1,90
Consideração 10 6 1,00
Divertimento 3 8 2,26
Assistência 5 3 0,50

III Descanso 18 15 0,26


Agressão 11 2 6,22*
Afiliação familiar 4 7 0,82

IV Aquisição 11 14 0,36
Divertimento 9 12 0,42
Afiliação 5 8 0,68
Proteção 7 3 1,60

V Divertimento 7 12 1,30
Descanso 8 5 0,68
Afiliação familiar 6 8 0,28
Assistência 7 4 0,82

VI Descanso 9 13 0,72
Evitar sofrimento 5 7 0,32
Assistência 4 6 0,40
Exercer proteção 5 3 0,50

VII Evitar sofrimento 26 23 0,18


Agressão 13 7 1,80
Assistência 5 7 0,32

VIII Afiliação 14 19 0,74


Dominação 6 7 0,07
Curiosidade 3 3 0,00

IX Assistência 6 13 2,56
Afiliação 9 7 0,24
Descanso 8 3 2,26
Evitar sofrimento 8 4 1,32

X Exercer proteção 5 12 2,88


Assistência 2 12 8,14*
Evitar sofrimento 12 2 8,14*
Afiliação 8 6 0,28

CAT-A e CAT-H 47

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