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37) Quem era o filosofo que decretou a morte de Deus e o surgimento do super homem, como aquele seria liberto de

todas as formas de vida degradantes e idealizadas?

Resposta: Entre vários escritos, criou o termo super homem para designar um ser superior aos demais que, segundo
Nietzsche era o modelo ideal para elevar a humanidade. Para ele, a meta do esforço humano não deveria ser a elevação
de todos, mas o desenvolvimento de indivíduos mais dotados e mais fortes. O super homem idealizado por Nietzsche
deveria ter uma educação eugênica, no sentido de melhoria da condição humana, condição este subordinada as mais
intensas responsabilidades e cobranças por melhorias constantes, sem esmorecimentos ou condescendências, onde o
corpo e a alma aprenderiam a obedecer e a vontade a subordinar-se a disciplina. A característica dominante do super
homem de Nietzsche seria o amor à luta e ao perigo, deixando a felicidade para a maioria, os meros humanos normais,
pois ao super homem caberia o dever de elevar-se além dos limites estabelecidos pela normalidade, pois nada mais
terrível do que a supremacia das massas, segundo Nietzsche.

38) É uma das correntes mais importantes do século 20, que tinha na vida humana concreta, com seus dilemas e
dificuldades, o enfoque principal. Reflete temas como a liberdade e o ser, e tem em Jean Paul Sartre seu mais conhecido
expoente. Como foi chamada?

O existencialismo de Sartre está inteiramente estruturado no princípio filosófico de que no homem a existência precede
a essência, e esta é construída através da liberdade responsável que o homem manifesta ao escolher sua própria vida.
Em sua obra, Sartre não deu uma importância excessiva ao problema religioso, pois não estava preocupado em discutir
acerca da existência ou não existência de Deus. Nada, nem mesmo Deus, pode justificar o homem ou retirá-lo de sua
liberdade total e absoluta, ou ainda salvá-lo de si mesmo. No presente texto, busca-se fazer uma análise da
compreensão que Sartre tem acerca do homem.

39) A escola de Frankfurt discutiu muitos temas fundamentais para entender o século 19 e 20. Entre eles, a influencia da
comunicação de massa sobre a formação da consciência dos indivíduos, e a padronização dos comportamentos e
crenças pelos produtos consumidos. Isso e apresentado pela elaboração de e Horkhelmer através da ideia de

Os primeiros filósofos que detectarem a dissolução das fronteiras entre informação, consumo, entretenimento e política,
ocasionada pela mídia, bem como seus efeitos nocivos na formação crítica de uma sociedade, foram os pensadores da
Escola de Frankfurt. Max Horkheimer (1895-1973) e Theodor W. Adorno (1903-1969) são os principais representantes
da escola, fundada em 1924 na Universidade de Frankfurt, na Alemanha. No local, um conjunto de teóricos, entre eles
Walter Benjamin (1892-1940), Jürgen Habermas (1929), Herbert Marcuse (1898-1979) e Erich Fromm(1900-1980),
desenvolveram estudos de orientação marxista. Os estudos dos filósofos de Frankfurt ficaram conhecidos como Teoria
Crítica, que se contrapõe à Teoria Tradicional. A diferença é que enquanto a tradicional é “neutra” em seu uso, a crítica
busca analisar as condições sociopolíticas e econômicas de sua aplicação, visando à transformação da realidade. Um
exemplo de como isso funciona é a análise dos meios de comunicação caracterizados como indústria cultural. A ideia é a
seguinte: os meios de comunicação de massa, como TV, rádio, jornais e portais da Internet, são propriedades de algumas
empresas, que possuem interesse em obter lucros e manter o sistema econômico vigente que as permitem continuarem
lucrando. Portanto, vendem-se filmes e seriados norte-americanos, músicas (funk, pagode, sertaneja etc) e novelas não
como bens artísticos ou culturais, mas como produtos de consumo que, neste aspecto, em nada se diferenciariam de
sapatos ou sabão em pó. Com isso, ao invés de contribuírem para formar cidadãos críticos, manteriam as pessoas
“alienadas” da realidade.

40) Alguns dizem que e tempo de superar as expectativas e fracassos da modernidade, outros entendem que e uma
espécie de continuação dos ideais modernos. Como foi chamada essa tendência do pensamento filosófico da segunda
metade do século 20, cuja expressão tem em Jean Francois Lyotard seu autor?

A pós-modernidade é esse desencantamento em relação à ideia de um futuro garantido, certo, promovido pelas leis da
história, necessariamente melhor, redentor. Ela [a pós-modernidade] é a construção de um presente possível.

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