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ELETRÔNICA DIGITAL

Charles Rodamilans
FLIP-FLOP
(CONTINUAÇÃO)
ENTRADAS ASSÍNCRONAS
  Entradas Síncronas
  Seu efeito na saída do FF é sincronizado com a
entrada do clock (CLK)
  Entradas Assíncronas
  Pode SETAR (Q = 1) ou RESETAR (Q=0) o FF em
qualquer instante, independentemente das condições
das outras entradas (das entradas síncronas ou da
entrada de clock)
  São entradas de sobreposição
ENTRADAS ASSÍNCRONAS
ENTRADAS ASSÍNCRONAS
ENTRADAS ASSÍNCRONAS
TEMPORIZAÇÃO EM FLIP-FLOP
  Atrasos de propagação
  É um atraso de tempo em que o sinal é aplicado até o
instante em que a saída comuta de estado
  Ocorre no CLOCK e nas entradas assíncronas
(PRESENT e CLEAR)
TEMPORIZAÇÃO EM FLIP-FLOP
  Freqüência máxima do clock (fMÁX)
  Maior freqüência que pode ser aplicada na entrada
de CLK de um FF para funcionar de maneira
confiável
  Tempos de duração do pulso de clock
  Tw(L): tempo mínimo em que o flip-flop tem que
permanecer no estado BAIXO antes de ir para o
estado ALTO
  Tw(H): tempo mínimo no estado ALTO antes de ir
para o estado BAIXO
TEMPORIZAÇÃO EM FLIP-FLOP
  Largura de Pulsos assíncronos ativos
  Tempo mínimo de duração do PRESENT e CLEAR

  Tempo de transição do clock


  Os tempos de transição de uma forma de onda do
clock (tempo de subida e descida) devem ser mantidos
muito pequenos
  Ex: TTL <= 50ns, CMOS <= 200ns.
TEMPORIZAÇÃO EM FLIP-FLOP
  CIs comerciais
  7474 Duplo Flip-flop D disparado por borda (TTL padrão)
  74LS112 Duplo flip-flop J-K disparado por borda (TTL Schottky de
baixa potência)
  74C74 Duplo Flip-flop D disparado por borda (CMOS de porta
Metálica)
  74HC112 Duplo flip-flop J-K disparado por borda (CMOS de alta
velocidade)
PROBLEMAS DE TEMPORIZAÇÃO
  Exemplo:
  Q1 muda de estado na descida do clock
  J2 estará mudando de estado quando receber a mesma borda
de descida do pulso de clock
  Q2 responderá adequadamente ao nível lógico de Q1, desde
que o tempo de hold (tH) de Q2 seja inferior ao atraso de
propagação (TPHL) de Q1
  Consideraremos que o tempo de hold do FF é apenas o
suficiente para que ele responda de maneira confiável
PROBLEMAS DE TEMPORIZAÇÃO
  Consideraremos que o tempo de hold dos FFs é
apenas o suficiente para que ele responda de
forma confiável de acordo com a seguinte regra
  A saída do FF vai para o estado estado determinado
pelos níveis lógicos imediatamente presentes nas
entradas de controle síncronas antes da transição
ativa do clock
PROBLEMAS DE TEMPORIZAÇÃO
  Exemplo: Determine a saída Q para um FF J-K
disparado por borda negativa que tem como
entrada as formas de onda abaixo. Considere que
tH = 0, e que, inicialmente, Q = 0
PROBLEMAS DE TEMPORIZAÇÃO
  Exemplo: Determine a saída Q para um FF J-K
disparado por borda negativa que tem como
entrada as formas de onda abaixo. Considere que
tH = 0, e que, inicialmente, Q = 0
APLICAÇÕES DO FF
  Armazenamento e transferência de dados
  Divisão de Freqüência

  Contador
DISPOSITIVO SCHMITT-TRIGGER
  Não é classificado como flip-flop
  Possui a característica de um tipo de memória

  Exemplo: INVERSOR comum


  Entrada com tempo de transição relativamente lento
  Quando esse tempo de transição excede o valor
máximo permitido, a saída das portas lógicas e
INVERSORES podem produzir oscilações
DISPOSITIVO SCHMITT-TRIGGER
  INVERSOR comum
DISPOSITIVO SCHMITT-TRIGGER
  Dispositivo Schmitt-trigger
  Recebe sinais com transições lentas e produz saídas
com transições livres de oscilações
  A saída do dispositivo Schmitt-trigger geralmente
tem uma transição rápida
DISPOSITIVO SCHMITT-TRIGGER
  Exemplo: INVERSOR Schmitt-Trigger
MULTIVIBRADOR MONOESTÁVEL
  O monoestável tem tem apenas um estado de
saída estável (normamelmente, Q = 0, Q’ = 1)
  Uma vez disparado, a saída comuta para o estado
oposto (Q = 1, Q’ = 0)
  Permanece nesse estado quase estável por um
período fixo de tempo, tP

  Multivibrador monoestável
  Tem apenas um estado estável
MULTIVIBRADOR MONOESTÁVEL
  Monoestável não-redisparável
MULTIVIBRADOR MONOESTÁVEL
  Monoestável redisparável
  Pode ser redisparável enquanto estiver no estado
estável (Exemplo abaixo: tP = 2 ms)
CIRCUITOS GERADORES DE CLOCK
  FFs têm dois estados estáveis
  São considerados multivibradores biestáveis
  Monoestáveis têm um estado estável
  São considerados multivibradores monoestáveis
  Multivibrador que não tem estado instável
  Multivibrador astável
  A saída desse circuito comuta (oscila) entre dois
estados instáveis
  São úteis para geração de sinais de clock para
circuitos digitais síncronos
CIRCUITOS GERADORES DE CLOCK
  Multivibrador astável
  Oscilador Schmitt-trigger
  Freqüência da forma de onda depende to R e C

  Temporizador 555
  CI que pode ser utilizado como temporizador ou
multivibrador
  Modo astável: opera como multivibrador astável
CIRCUITOS GERADORES DE CLOCK
  Os circuitos descritos anteriormente dependem
dos valores dos Resistores e Capacitores
  Sendo assim, não são estáveis
  Os valores de R e C sofrem alterações devido:
  Temperatura ambiente
  Envelhecimento dos componentes

  Gerador de clock a cristal


  Utiliza cristal de quartzo
  Alta precisão
  Estabilidade

  Vibra em uma freqüência precisa e estável


  Utilizado em sistemas de microcomputadores que
utilizam microprocessadores
DESALINHAMENTO DO CLOCK
BIBLIOGRAFIA

  TOCCI, J. T; WIDMER, N.S.; MOSS, G.L.


“Sistemas Digitais: Princípios e Aplicações”. 10ª
ed., Pearson.
  LALA, P. K. “Principles of Modern Digital
Design”, Wiley, 2007