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Aula 1 - Introdução Curso Básico e Intermediário Willams Vitor ©

Aula 1 - Introdução

Curso Básico e Intermediário

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Curso Básico e Intermediário Aula 1 – Introdução O que é o iFix O iFix

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Aula 1 Introdução O que é o iFix

O iFix é um sistema de software HMI/SCADA responsável pela coleta de dados de

processos (chão de fábrica) e sua distribuição a pessoas e aplicativos. É muito utilizado em

setores industriais para monitorar dados de variáveis de campo a fim de melhorar desempenho, mensurar produtividade e manter a segurança de pessoas e equipamentos.

Os sistemas HMI/SCADA, são assim designados por cumprirem, em geral, dois papeis. São

eles:

SCADA (Supervisory Control And Data Acquisition), que é a função de coletar dados de controle de processo, permitir o controle automático ou manual dos equipamentos ou dispositivos. O componente SCADA também pode prover informações para outros

usuários ou sistemas em rede, fornecendo dados do processo e alarmes em tempo

real.

HMI (Human Machine Interface), que possibilita ao usuário a interação dos dados lidos do processo em interface gráfica, geralmente são representações sinóticos de equipamentos reais da planta, para seu acompanhamento. Também aceita instruções

de controle e interação do usuário, recebendo e enviando informações através do SCADA.

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Aula 1 - Introdução Curso Básico e Intermediário HMI Client HMI Client SCADA server PLC

Aula 1 - Introdução

Curso Básico e Intermediário

HMI Client HMI Client SCADA server PLC PLC Monitoração, controle e análise HMI Comunicação Cliente-Servidor
HMI Client HMI Client SCADA server PLC PLC Monitoração, controle e análise HMI Comunicação Cliente-Servidor
HMI Client HMI Client SCADA server PLC PLC Monitoração, controle e análise HMI Comunicação Cliente-Servidor
HMI Client HMI Client
HMI Client HMI Client
HMI Client HMI Client
HMI Client HMI Client

HMI Client

HMI Client HMI Client
HMI Client HMI Client
HMI Client HMI Client
HMI Client HMI Client
HMI Client HMI Client

HMI Client

HMI Client HMI Client
HMI Client HMI Client SCADA server PLC PLC Monitoração, controle e análise HMI Comunicação Cliente-Servidor
SCADA server PLC PLC
SCADA server
PLC
PLC

Monitoração, controle e análise HMI

server PLC PLC Monitoração, controle e análise HMI Comunicação Cliente-Servidor Dados, Alarmes, Controle,

Comunicação Cliente-Servidor

Dados, Alarmes, Controle, Comunicações SCADA

Dados, Alarmes, Controle, Comunicações SCADA Obtenção de dados e controle PLC, DCS, RTU, etc

Obtenção de dados e controle

PLC, DCS, RTU, etc Dispositivos de campo

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Aula 1 - Introdução Curso Básico e Intermediário Tecnologias do iFix O iFix utiliza protocolos

Aula 1 - Introdução

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Tecnologias do iFix O iFix utiliza protocolos de comunicação padronizados para a conexão de rede e entre

aplicativos, e também vários métodos de acesso a bancos de dados para movimentar

dados de e para esses bancos de dados. Isso assegura ao iFix a integração com uma ampla variedade de produtos de fornecedores.

Diversas tecnologias e modernos padrões são utilizados para maximizar a flexibilidade do

iFix, permitindo que as equipes de engenharia implementem aplicações rapidamente, além de mantê-los em operação com um alto nível de desempenho.

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Curso Básico e Intermediário Aula 1 - Introdução Comunicações O iFix está ancorado na plataforma

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Aula 1 - Introdução

Comunicações O iFix está ancorado na plataforma Windows©, que suporta uma ampla gama de tecnologias para facilitar o tráfego de dados pela rede. Entre essas tecnologias temos:

Protocolo de rede TCP/IP para permitir a conexão com outros usuários e aplicações iFix na rede;

Capacidade OPC para aplicativos SCADA e HMI;

Tecnologia de acesso a dados como ODBC, OLEDB e ADO;

Scripting e automação VBA para interoperabilidade com aplicativos.

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Curso Básico e Intermediário Aula 1 - Instalação Requisitos de hardware e Software ➢ Processador

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Aula 1 - Instalação

Requisitos de hardware e Software

Processador Intel® Core TM 2 DUO 2.0GHz ou superior;

2 GB de memória RAM, considere usar mais para um melhor desempenho;

10 GB de espaço em disco para a instalação do iFix, considere que deve ter mais espaços para o armazenamento dos arquivos de sua aplicação e também considere que os arquivos de armazenamento de históricos e alarmes crescem em quantidade continuamente.

Uma unidade de DVD

Adaptador de rede 100MBit Full Duplex TCP/IP para a comunicação entre estações SCADA e HMI;

Porta USB;

Placa gráfica de 24bits com resolução mínima de 1024x768.

Microsoft® Windows® XP Professional, Service Pack 3;

Microsoft® Windows® Server 2003, Service Pack 2, Standard or Enterprise Edition;

Microsoft® Windows® Vista™, Service Pack 2, Business, Enterprise, ou Ultimate Edition;

Microsoft® Windows® Server 2008 (32-bit), Service Pack 2, Standard ou Enterprise Edition.

Link para vídeos de tutoriais de instalação do iFix e drivers.

https://www.youtube.com/channel/UCO65678alu7JcDoJnric22g

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Curso Básico e Intermediário Aula 2 - Arquitetura básica de uma aplicação iFix HMI Client

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Aula 2 - Arquitetura básica de uma aplicação iFix

HMI Client
HMI
Client
SCADA server
SCADA
server
HMI Client SCADA server ( D ) ( C ) ( B ) PDB SAC DIT
HMI Client SCADA server ( D ) ( C ) ( B ) PDB SAC DIT
( D ) ( C ) ( B ) PDB SAC DIT
( D )
( C )
( B )
PDB
SAC
DIT
( A ) Driver I/O
( A )
Driver
I/O

Legenda:

PDB

Base de dados de processo;

SAC

Controle de varredura e alarmes;

DIT

Tabela imagem do driver;

Driver I/O

Lê os dados do hardware de processo.

de varredura e alarmes; DIT Tabela imagem do driver; Driver I/O Lê os dados do hardware
de varredura e alarmes; DIT Tabela imagem do driver; Driver I/O Lê os dados do hardware

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Curso Básico e Intermediário Aula 2 - Arquitetura básica de uma aplicação iFix ( D

Curso Básico e Intermediário

Aula 2 - Arquitetura básica de uma aplicação iFix

( D ) ( C ) ( B ) PDB SAC DIT
( D )
( C )
( B )
PDB
SAC
DIT
( A ) Driver I/O
( A )
Driver
I/O

(A) - Driver I/O

- O iFix comunica com o controlador através de um driver I/0.

- Cada driver I/O suporta a comunicação com equipamentos de uma fabricante específico.

- O driver I/O realiza as seguintes funções:

> Leitura e escrita de dados nos dispositivos.

> Transferência de dados leitura/escrita para a DIT (tabela imagem de dados).

(B) - DIT Tabela imagem do driver.

- A Tabela Imagem de Dados é composta de poll records. Estes são denominados

registros que podem conter de um a vários endereços de I/O para comunicação com o controlador. Geralmente cada registro trata de um tipo de dados específico. Cada driver possui sua própria DIT, de onde lê e escreve os dados para os controladores nele

declarados.

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Curso Básico e Intermediário Aula 2 - Arquitetura básica de uma aplicação iFix ( D

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Aula 2 - Arquitetura básica de uma aplicação iFix

( D ) ( C ) ( B ) PDB SAC DIT
( D )
( C )
( B )
PDB
SAC
DIT
( A ) Driver I/O
( A )
Driver
I/O

(C) - SAC Scan (varredura), Alarm (tratamento de alarmes) and Control (controle).

- Realiza as seguintes funções:

> Leitura/escrita nas tabelas imagens de dados (DIT).

> Leitura/escrita na base de dados do processo (PDB).

> Realiza o tratamento da emissão de alarmes.

(D) - PDB Base de dados do processo.

- Na base de dados do processo é onde ficam armazenadas as TAGs do projeto. Cada TAG

corresponde a um tipo de dado. Estes dados possuem atributos e dados (registros) que

são utilizados na sua aplicação iFix.

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Curso Básico e Intermediário Aula 3 – Mais detalhes sobe Driver de I/O e servidores

Curso Básico e Intermediário

Aula 3 Mais detalhes sobe Driver de I/O e servidores OPC

Driver de I/O e servidores OPC são aplicativos de software instalados normalmente em nó SCADA, tem a tarefa de realizar a comunicação com o equipamento de controle,

realizando leitura e escrita de dados nestes equipamentos em uma taxa de atualização

configurável.

Cada um reserva um espaço de memória para armazenar valores correntes ou recuperar alterações recentes. Esse espaço de memória é chamado de DIT e contém uma imagem

dos valores correntes de variáveis do hardware.

É tarefa do driver organizar em poll records os endereços dos dados que chegam e que saem. A atualização destes poll records é definida no parâmetro poll time, uma vez atualizados na DIT, esses dados são encaminhados as diversas partes do iFix em tempo real.

HMI SCADA
HMI
SCADA

Uma DIT para cada Driver de I/O

DIT A DIT B
DIT
A
DIT
B

A atualização é controlada pelo poll time

Driver de I/O - A Driver de I/O - B
Driver de I/O - A
Driver de I/O - B

Equipamentoscon

troladores em

campo.

atualização é controlada pelo poll time Driver de I/O - A Driver de I/O - B

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Curso Básico e Intermediário Aula 3 - Scan, Alarm and Control - SAC Uma das

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Aula 3 - Scan, Alarm and Control - SAC

Uma das tarefas do SAC é realizar a transferência de dados entre a DIT e o PDB, servindo de intermediário, inclusive executando cálculos e lógicas, detectando

condições de alarmes e gerando mensagens. De forma análoga a atualização dos dados

da DIT pelo parâmetro poll time, a atualização das TAGs no PDB é definido pelo parâmetro scan time de cada TAG do database. O scan time também determina a

frequência de execução das lógicas, cálculos e quando os potenciais alarmes são

gerados.

HMI SCADA
HMI
SCADA
PDB
PDB
DIT A SAC DIT B
DIT
A
SAC
DIT
B

A atualização é controlada pelo poll time

Driver de I/O - A Driver de I/O - B
Driver de I/O - A
Driver de I/O - B

Equipamentoscon

troladores em

campo.

atualização é controlada pelo poll time Driver de I/O - A Driver de I/O - B

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Curso Básico e Intermediário Aula 4 - O aplicativo SCU – System Configuration Utility Quando

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Aula 4 - O aplicativo SCU System Configuration Utility

Quando o iFix é iniciado, ele é executado conforme as configurações específicas determinadas em um arquivo. Neste arquivo encontram-se as definições de

programas, nome do nó, base de dados, entre outras definições da estação em

questão. Essas configurações são realizadas utilizando o SCU System Configuration Utility. Este aplicativo permite, entre outras, as seguintes configurações básicas:

Definir os caminhos de pastas;

Definição de áreas de alarmes e mensagens;

Definição dos serviços de alarmes.

Definição da rede;

Definição de tarefas de inicialização;

Definição de Drivers e servidores OPC;

da rede; ➢ Definição de tarefas de inicialização; ➢ Definição de Drivers e servidores OPC; Willams

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Curso Básico e Intermediário Aula 4 - O aplicativo SCU – Path Configuration   Caminho

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Aula 4 - O aplicativo SCU Path Configuration

 

Caminho

Utilização

Base Armazena arquivos executáveis e biblioteca do iFix  

Base

Armazena arquivos executáveis e biblioteca do iFix

 

Language

Arquivos de configuração de idioma utilizado pelo sistema

 

project

Pasta base do projeto.

 

Local

Armazena os arquivos de configuração para a estação. Entre outros arquivos, encontramos aqui o arquivo de configuração do SCU e arquivos de segurança.

Database

Arquivo

de

configuração

da

base

de

dados

(DATABASE)

e

arquivos

de

configuração dos drivers ativos na aplicação.

 

Picture

Arquivos de telas e janelas, bem como configuração de grupos de tags,

modelos de telas, entre outros arquivos relacionados a telas em geral.

 

Application

Arquivos de dados e configurações de aplicações criadas pelo usuário para utilização em conjunto com o iFix.

 

Historical

Arquivos com as configurações de coleta de dados históricos.

 

Historical data

Arquivos de armazenamento de dados históricos. A depender da configuração dos históricos, pode existir um ou mais arquivos para cada dia.

Alarms

Arquivos

contendo

registros

de

eventos

e

alarmes.

A

depender

da

configuração, pode existir de um ou mais arquivos para cada dia.

 

Master Recipe

Arquivos de receitas principais.

 

Control Recipe

Arquivos contendo receitas de controle, bem como registros de erros de download e upload de receitas.

Alarm Areas

Localização da base de dados de áreas de alarmes, geralmente é a mesma pasta do Database.

(AAD)

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Curso Básico e Intermediário Aula 4 - O aplicativo SCU – Network Configuration Um dos

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Aula 4 - O aplicativo SCU Network Configuration

Um dos principais e poderosos recursos de um HMI/SCADA é a capacidade de distribuir informações através de rede para vários usuários nas mais diversas áreas

operacionais e gerenciais do ambiente corporativo. O iFix foi projetado para comunicar

com outros clientes e aplicativos em tempo real, utilizando o protocolo TCP-IP. Dentro de um relacionamento Cliente/Servidor. Sua configuração é bastante simples e se resume a habilitar a rede, o protocolo de rede e a definição de nós servidores válidos.

simples e se resume a habilitar a rede, o protocolo de rede e a definição de

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Curso Básico e Intermediário Aula 5 - O aplicativo SCU – Task Configuration A depender

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Aula 5 - O aplicativo SCU Task Configuration

A depender de suas atribuições, um nó iFix necessita executar determinados

aplicativos. Normalmente esses aplicativos são drivers de I/O, Workspace, SAC ou

algumas vezes aplicativos de terceiros. A caixa de diálogo Task Configuration permite que o usuário defina quais aplicativos devem ser iniciados, seus parâmetros específicos e sua ordem de inicialização. As tarefas podem ser iniciadas em primeiro plano com janela ativa, em primeiro plano com janelas minimizadas (*), ou em segundo plano como processos (%), sem janela ou ícone na barra de tarefas do Windows.

(%), sem janela ou ícone na barra de tarefas do Windows. Tarefa (task) Argumento Parâmetro Descrição

Tarefa (task)

Argumento

Parâmetro

Descrição

adicional

 

S

 

Sincroniza o SAC ao relógio do sistema.

 

Número de

Atrasa a inicialização do SAC em 30 segundos.

D

segundos (ex.:

Recurso que permite ao driver preencher a

D30)

DIT.

 

Número de

Define o tamanho máximo da fila de alarmes.

WSACTASK.EXE

Q

alarmes (ex.:

Se a fila de alarmes não entregues ultrapassar este limite os excedentes serão perdidos.

Q1500)

   

Suprime alarmes de comunicação de drivers.

C

Esse parâmetro deve ser o ultimo da linha de comando.

 

/A

 

Inicializa todos os drivers configurados no SCU.

IOCONTROL.EXE

/S

Sigla do driver (ex.: /SOPC)

Inicializa um driver específico. Outros drivers podem ser especificados repetindo a chave.

 

Número de

 

/D

segundos (Ex.:

Atrasa a inicialização do driver.

/D50)

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Curso Básico e Intermediário Aula 5 - O aplicativo SCU – Drivers A utilização dos

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Aula 5 - O aplicativo SCU Drivers

A utilização dos Drivers e Servidores OPC pelo iFix é posterior a sua seleção na lista de

drivers instalados. O iFix lhe permite selecionar até oito (8) Drivers e Servidores OPC de

cada vez, incluindo os simuladores (SIM e SM2). A ativação de um driver é feita,

primeiramente selecionando-o na lista de drivers disponíveis e em seguida clicando no botão ADD para incluí-lo na lista de drivers.

lista de drivers disponíveis e em seguida clicando no botão ADD para incluí-lo na lista de

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Curso Básico e Intermediário Aula 6 - O aplicativo SCU – Funções de Alarmes Dentre

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Aula 6 - O aplicativo SCU Funções de Alarmes

Dentre todas as funções gerenciais de um nó SCADA iFix, a sinalização das condições inseguras para vidas humanas e processos. É, sem sombra de dúvidas, uma das mais

importantes ferramentas de um nó SCADA.

Em cada TAG do Process Database (PDB) existem campos e instruções que auxiliam o SAC na determinação das condições inseguras e a emissão de alarmes. Tanto para apresentação no sumário de alarmes quanto para o registro em arquivos históricos.

Formato de linhas de registros de mensagem Ferramenta de configuração de linhas de

registros para sumário e arquivamento. Estes

registros são formados por campos das TAGs da base de dados.

para sumário e arquivamento. Estes registros são formados por campos das TAGs da base de dados.

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Curso Básico e Intermediário Aula 6 - O aplicativo SCU – Funções de Alarmes As

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Aula 6 - O aplicativo SCU Funções de Alarmes

As áreas de alarmes As mensagens de alarmes que podem chegar a uma estação iFix, na maioria das vezes

é muito grande e originadas de várias áreas do processo. A distribuição e a filtragem

dessas mensagens é muito importante para a operação dos sistemas. Desta forma, o iFix permite que sejam criadas e rotuladas áreas de alarmes, permitindo assim que os alarmes sejam filtrador e roteados para as áreas específicas, que podem ser áreas físicas na planta, áreas lógicas ou até mesmo equipamentos específicos. Cada TAG pode receber até 15 áreas. Quando uma mensagem de alarme é gerada, ela recebe o rótulo apropriado e destinado ao local especifico.

Alarm AREA

DB:

- Caldeiras

- Bombas

- Tanques

- Tratamento

iFix iClien t iFix SCADA SERVER
iFix
iClien
t
iFix
SCADA
SERVER
iFix iClien t
iFix
iClien
t
iFix iClien t
iFix
iClien
t

Filtro:

- Tanques

- Bombas

Filtro:

- Tratamento

- Caldeiras

Filtro:

- All (todas)

t Filtro: - Tanques - Bombas Filtro: - Tratamento - Caldeiras Filtro: - All (todas) Willams

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Curso Básico e Intermediário Aula 7 - O aplicativo SCU – Funções de Alarmes Cada

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Aula 7 - O aplicativo SCU Funções de Alarmes

Cada um dos serviços de alarme tem suas próprias configurações e interface

independente.

tem suas próprias configurações e interface independente. Serviços Alarm Printer Este serviço, bem pouco utilizado

Serviços Alarm Printer Este serviço, bem pouco utilizado nos dias atuais, oferece a impressão de linhas de registros de alarmes para uma impressora, ligadas ao supervisório através de portas COM, LPT ou USB.

de registros de alarmes para uma impressora, ligadas ao supervisório através de portas COM, LPT ou

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Curso Básico e Intermediário Aula 7 - O aplicativo SCU – Funções de Alarmes Pode-se

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Aula 7 - O aplicativo SCU Funções de Alarmes

Pode-se filtrar os registros desejados, clicando no botão AREAS

permissível definir o conteúdo e forma de cada linha de registro, clicando no botão

FORMAT

Também é

permissível definir o conteúdo e forma de cada linha de registro, clicando no botão FORMAT Também

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Curso Básico e Intermediário Aula 8 - O aplicativo SCU – Funções de Alarmes O

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Aula 8 - O aplicativo SCU Funções de Alarmes

O Alarm File Service

Este serviço escreve mensagens em arquivo texto, no caminho (pasta) especificado na

definição Alarm Path. Os arquivos são criados diariamente e o nome do arquivo é formatado em YYYYMMDD.ALM

O Service Alarm History

Este serviço fornece mensagens a um pequeno viewer, que retém os alarmes apenas temporariamente.

O Alarm Service ODBC

Este serviço é responsável por permitir transferência de registros de alarmes para

arquivo de banco de dados Access, SQL Server e Oracle. Permitindo de forma eficaz a análise de dados de alarmes por longos períodos.

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Curso Básico e Intermediário Aula 8 - O aplicativo SCU – Funções de Alarmes O

Curso Básico e Intermediário

Aula 8 - O aplicativo SCU Funções de Alarmes

O Alarm Network Service

Este serviço permite o compartilhamento de alarmes por rede

entre nós (SCADAs e iClients). Quando habilitado, este serviço inicia no nó SCADA o serviço NAM (Network Alarm Manager) para distribuição dos alarmes entre os solicitantes iClients. Nos nós iClients é iniciado o serviço NAC para requerer alarmes dos SCADAs da lista de nós em rede. Este serviço deve ser habilitado em cada um dos nós que receberão e enviarão alarmes pela rede.

O Alarm Startup Queue Service

Este serviço é responsável pela atualização dos serviços de alarmes de um nó que, por alguma razão, encontrava-se desligado. Esta fila de alarmes é preenchida com alarmes de um período anterior ao reinício do sistema.

O período de recuperação é configurável, bem como a filtragem para obter apenas os alarmes, excluindo-se mensagens do sistema e do operador.

bem como a filtragem para obter apenas os alarmes, excluindo-se mensagens do sistema e do operador.
bem como a filtragem para obter apenas os alarmes, excluindo-se mensagens do sistema e do operador.

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Curso Básico e Intermediário Aula 9 – Drivers e Servidores OPC Uma vez incluídos no

Curso Básico e Intermediário

Aula 9 Drivers e Servidores OPC

Uma vez incluídos no seu sistema, os Drivers e Servidores OPC poderão ser utilizados

pelos nós SCADAs, a fim de ler e escrever dados nos equipamentos de controle (CLP,

SDCD, entre outros). Quando um nó é configurado no modo SCADA, automaticamente o serviço de inicialização de drives é incluído na lista de tarefas de inicialização do iFix. Todos os drivers são iniciados automaticamente pelo SCADA, utilizando-se das configurações definidas no SCU. Os drivers de IO preenchem a DIT levando em considerações os canais, dispositivos e pool records (nesta ordem). Os drivers da versão v.7.x utiliza-se do aplicativo Powertool, que organiza as configurações de forma hierárquica para facilitar e agilizar no desenvolvimento e posterior manutenção ou alteração.

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Curso Básico e Intermediário Aula 9 – Drivers e Servidores OPC - Powertool O POWERTOOL

Curso Básico e Intermediário

Aula 9 Drivers e Servidores OPC - Powertool

O POWERTOOL é a interface de configuração da maioria dos drivers. A configuração

definida pelo powertool será utilizada para criar as DITs necessárias para cada

equipamento envolvido no controle. Você poderá utilizar o powertool de dois modos, configuração e estatísticas.

Com o powertool no modo configuração, você poderá criar e editar suas configurações de canais, dispositivos e blocos.

modo configuração, você poderá criar e editar suas configurações de canais, dispositivos e blocos. Willams Vitor

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Curso Básico e Intermediário Aula 9 – Drivers e Servidores OPC - Powertool O powertool

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Aula 9 Drivers e Servidores OPC - Powertool

O powertool no modo estatísticas, permite a monitoração dos processos de polling dos

drivers. Indicadores de transmissão, recepção, erros e outras informações relevantes

podem ser monitorados. Alguns drivers permitem até a monitoração de valores em tempo real.

relevantes podem ser monitorados. Alguns drivers permitem até a monitoração de valores em tempo real. Willams

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Curso Básico e Intermediário Aula 9 – Drivers e Servidores OPC - Powertool O Driver

Curso Básico e Intermediário

Aula 9 Drivers e Servidores OPC - Powertool

O Driver OPC Client é o driver universal, através dele é possível a conexão com

qualquer equipamento, através de seus OPC Servers. Trazendo a flexibilidade de tornar

possível em um único driver a configuração de conexão com diversos dispositivos, como Rockwell, Siemens, equipamentos modbus, etc. Alguns fabricantes de CLP´s desenvolvem seus proprios drivers OPC, objetivando facilitar o usuário na fase de desenvolvimento da aplicação, tornando mais amigáveis algumas configurações, mas isso não descarta a necessidade de instalação dos servidores OPC destes fabricantes.

Exemplo de alguns drivers de fabricantes:

SI7 Siemens Simatic Driver OPC da Siemens;

MB1 Modicon modbus Driver OPC serial para equipamentos modbus;

MBE Modicon Modbus Ethernet Driver ethernet para equipamentos modbus; ABR Allen-Bradley RSLinx Driver OPC da Rockwell;

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Curso Básico e Intermediário Aula 9 – Drivers e Servidores OPC - Powertool A organização

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Aula 9 Drivers e Servidores OPC - Powertool

A organização hierárquica dos drivers é dividida em três níveis.

- Canais (OPC servers);

- Dispositivos (Groups);

- Pool Records (itens).

Camada hierárquica

Descrição

Exemplos

Canal

Definição dos servidores OPC de interfaces de conexão. É onde selecionamos o servidor OPC de interface do fabricante do equipamento com os CLPs, SDCDs ou outros dispositivos.

SIMATIC NET; RSLinx; Matrikon.OPC.Modbus; Etc

(OPC Server)

O

iFix atribui automaticamente os nomes Server1, Server2, ServerN para

 

cada item deste nível. Cabe ao usuário redefini-lo de acordo com sua

necessidade.

Dispositivo

Definição de dispositivos ou grupos. Muito utilizado na individualização de partes do processo ou equipamentos.

TratamentoAgua; Paletizadora; EsteiraTransporte;

(Group)

O

iFix atribui automaticamente os nomes Group1, Group2, GroupN para

Rockwell_ENSA1

cada item deste nível. Cabe ao usuário redefini-lo de acordo com sua necessidade.

Siemens_EMBALAGEM

Pool Record

Informa o endereço, na memória do equipamento (CLP, SDCD, outros) a

\S7:\@LOCALSERVER\objects\DB\D

(Item)

ser acessado.

B1:1

O

iFix atribui automaticamente os nomes Item1, Item2, ItemN para cada

item deste nível. Cabe ao usuário redefini-lo de acordo com sua necessidade.

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Curso Básico e Intermediário Aula 10 – Process Database O Process Database, comumente denominado “PDB”,

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Aula 10 Process Database

O Process Database, comumente denominado “PDB”, é o banco de dados da aplicação

iFix. Ele centraliza as informações do SCADA em tempo real. É exclusivamente

formado por TAGs, também denominados “blocos”, estes são endereçados a registros de I/O do equipamento. Estas TAGs podem encadear-se em uma série de duas ou mais TAGs, quando processamentos deste tipo tornam-se necessários. Existem vários tipos de TAGs, para armazenar e processar diversos tipos de dados. Cada tipo de TAG (bloco) possui campos internos que definem sua característica. Para desenvolver, administrar e gerenciar o Process Database (PDB) é utilizado o aplicativo Database Manager.

No database manager, cada TAG é representado em uma linha, as colunas

representam os campos da TAG. É possível filtrar as TAGs que se deseja exibir, bem como as colunas. O database manager pode abrir uma database local como uma remota, de outro SCADA na rede.

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Curso Básico e Intermediário Aula 10 – Process Database Willams Vitor ©

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Aula 10 Process Database

Curso Básico e Intermediário Aula 10 – Process Database Willams Vitor ©

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Curso Básico e Intermediário Aula 10 – Process Database – TAGs As TAGs são as

Curso Básico e Intermediário

Aula 10 Process Database TAGs

As TAGs são as unidades básicas de um Process Database. Elas são responsáveis por ler,

escrever, calcular e realizar outras diversas manipulações de valores e dados. Existem

vários tipo de TAGs disponíveis para serem utilizados na criação do seu Process Database, cada uma com característica específicas para atender as mais diversas necessidades do seu processo e elaboração de um eficiente Process Database.

TAGs e sua classificação As TAGs são classificadas em dois grupos básicos, as primárias e as secundárias. As TAGs do grupo das primárias, geralmente estão associadas e leitura e escrita de dados na DIT.

Encadeamento de TAGs As TAGs podem se interligar umas as outras, formando uma cadeia. As TAGs dessa cadeia passam valores uma para outra, que serão processados e transferidos a TAG seguinte da cadeia.

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Curso Básico e Intermediário Aula 10 – Process Database – TAGs Encadeamento As regras básicas

Curso Básico e Intermediário

Aula 10 Process Database TAGs Encadeamento

As regras básicas para encadeamento de TAGs

Uma regra básica deve ser observada na elaboração dos encadeamentos de TAGs.

Os dados devem vir de uma fonte primária, por isso as TAGs que iniciam as sequências devem ser tipo primária. Elas recebem dados direto da DIT e o transporta para uma TAG secundária; Você não pode inserir a mesma TAG em mais de uma cadeia simultaneamente; Cada TAG da cadeia envia os resultados de suas ações a TAG subsequente da cadeia; Por fim, todas as TAGs da cadeia herdam a taxa de varredura da TAG primária que inicia a cadeia.

primary TAG

primary TAG

Analog Inputprimary TAG primary TAG Analog Input Extended Trend Block Secondary TAG Extended Trend Block Secondary TAG

primary TAG primary TAG Analog Input Analog Input Extended Trend Block Secondary TAG Extended Trend Block

Analog Inputprimary TAG primary TAG Analog Input Extended Trend Block Secondary TAG Extended Trend Block Secondary TAG

primary TAG primary TAG Analog Input Analog Input Extended Trend Block Secondary TAG Extended Trend Block

Extended Trend Block Secondary TAGprimary TAG primary TAG Analog Input Analog Input Extended Trend Block Secondary TAG Calculation Secondary TAG

Analog Input Analog Input Extended Trend Block Secondary TAG Extended Trend Block Secondary TAG Calculation Secondary

Extended Trend Block Secondary TAGAnalog Input Analog Input Extended Trend Block Secondary TAG Calculation Secondary TAG Analog Output primary

Trend Block Secondary TAG Extended Trend Block Secondary TAG Calculation Secondary TAG Analog Output primary

Calculation

Secondary TAG

Calculation Secondary TAG Analog Output primary TAG
Calculation Secondary TAG Analog Output primary TAG

Analog Output

primary TAG

DIT
DIT

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Curso Básico e Intermediário Aula 11 – Process Database – Tipos de TAGs No iFix

Curso Básico e Intermediário

Aula 11 Process Database Tipos de TAGs

No iFix você encontrará os mais diversos tipos e TAGs, que abrangem as mais diversas

necessidades na elaboração da aplicação, no entanto, alguns tipos são os mais

comumente utilizados em aplicações de um modo geral.

TAGs para utilização com sinais analógicos

Nome

Tipo

Descritivo

Analog INPUT (AI)

Primária

Recuperam valores da DIT dentro de uma faixa definida entre mínimo e máximo.

Obs.: Este tipo de TAG pode realizar escritas na DIT, desde que habilitados em sua declaração.

Analog Output (AO)

Primária

Escrevem valores na DIT dentro de uma faixa definida entre mínimo e máximo.

Analog Register (AR)

Especial

Recuperam e escrevem dados na DIT. Não pode ser membro de uma cadeia e os objetos animados por esse tipo de TAG recebem seus valores diretamente da DIT sem o controle do SAC e do PDB.

Analog Alarm (AA)

Primária

Similar ao tipo AI, com recursos adicionais relacionados a

controle e gerenciamento de alarmes.

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Curso Básico e Intermediário Aula 11 – Process Database – Tipos de TAGs TAGs para

Curso Básico e Intermediário

Aula 11 Process Database Tipos de TAGs

TAGs para utilização com sinais digitais

Nome

Tipo

Descritivo

Digital Input (DI)

Primária

Recupera valores booleanos (0 e 1) da DIT.

Obs.: Este tipo de TAG pode realizar escritas na DIT, desde que habilitados em sua declaração.

Digital Putput (DO)

Primária

Escrevem valores na DIT, sua especialidade é escrever valores booleanos. Este tipo de TAG não realiza leitura na DIT.

Digital Register (DR)

Especial

Recuperam e escrevem dados na DIT. Não pode ser membro de uma cadeia e os objetos animados por esse tipo de TAG recebem seus valores diretamente da DIT sem o controle do SAC e do PDB.

Digital Alarm (DA)

Primária

Similar ao tipo DI, com recursos adicionais relacionados a controle e gerenciamento de alarmes.

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Curso Básico e Intermediário Aula 11 – Process Database – Tipos de TAGs TAGs para

Curso Básico e Intermediário

Aula 11 Process Database Tipos de TAGs

TAGs para realização de tarefas especiais

Nome

Tipo

Descritivo

 

Calculation (CA)

Secundária

Realiza cálculo de até oito entradas (TAGs ou constantes). Para a realização de cálculos com mais de oito entradas, pode-se utilizar a criação de encadeamentos de blocos de

cálculo.

Program (PG)

Bath Block

Este tipo de TAG pode executar algoritmos simples de 20 linhas, em linguagem própria de script.

Extended Trend (ETR)

Secundária

Este tipo de TAG é capaz de criar um buffer de até 600

valores em um cache para utilização no preenchimento de tendências em tempo real.

Totalizes (TT)

Secundária

Realiza a totalização de valores baseados nos valores de dados anteriores.

Multistate Digital Input (MDI)

Primária

Realiza

a

leitura

de

até

três

endereços

digitais

simultaneamente, possibilitando que assuma valores na

 

faixa de 0 a 7.

 

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Curso Básico e Intermediário Aula 12 – Process Database - Criar TAGs Conforme já falado

Curso Básico e Intermediário

Aula 12 Process Database - Criar TAGs

Conforme já falado anteriormente, as TAGs são as unidades de informação básica do

iFix. São através das TAGs que informações são possíveis de serem exibidas e

manipuladas nas telas da aplicação. As TAGs são utilizadas nas telas, históricos, relatórios e no compartilhamento com outras aplicações. Veremos agora a configuração das principais TAGs aplicadas na grande maioria das aplicações iFix. São basicamente três as formas de adicionar uma nova TAG ao Process Database.

Um clique duplo sobre uma área vazia do Process Database;

Através do menu Block > Add;

Clique no botão Add Block da barra de ferramentas.

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Curso Básico e Intermediário Aula 12 – Process Database - Criar TAGs TAG digital As

Curso Básico e Intermediário

Aula 12 Process Database - Criar TAGs

TAG digital

As TAGs digitais são utilizadas para operarem com valores binários, obtidos de status

de equipamentos de campo. Os valores normalmente são de estado lógico 1 (ligado,

e estado lógico 0 (desligado, aberto, fora de operação,

normal Existem três tipos principais de TAGs digitais. São elas: Digital Input (DI), Digital Output

(DO), Digital Alarm (DA). Também temos a TAG, do grupo das especiais, Digital Register (DR). Alguns dos parâmetros de configuração destas TAGs são comuns entre elas.

fechado, operando, alarmado

)

TAG Digital Input

As TAGs Digital Input recuperam valores digitais da DIT. Tem suporte para recursos simples de alarmes e também podem escrever valores na DIT, no mesmo endereço de leitura, mas esse recurso deve ser previamente habilitado e o endereço declarado também deve permitir escritas.

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Curso Básico e Intermediário Aula 12 – Process Database - Criar TAGs TAG Digital Input

Curso Básico e Intermediário

Aula 12 Process Database - Criar TAGs

TAG Digital Input

As TAGs Digital Input recuperam valores digitais da DIT. Tem suporte para recursos

simples de alarmes e também podem escrever valores na DIT, no mesmo endereço de leitura, mas esse recurso deve ser previamente habilitado e o endereço declarado também deve permitir escritas.

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Curso Básico e Intermediário Aula 12 – Process Database - Criar TAGs Configuração de TAG

Curso Básico e Intermediário

Aula 12 Process Database - Criar TAGs

Configuração de TAG Digital Input Aba Basic

Tag Name: Nome de identificação da TAG com até 30 caracteres para

identificar a TAG nas dinâmicas de telas, históricos e TAG Groups. São

permitidas algarismos na inicialização do nome, mas não podem conter espações em branco. Description: Descrição da TAG com até 40 caracteres de livre preenchimento. Pode conter espaços, números e símbolos. Next: Nome da próxima TAG da cadeia. Addressing Driver: Essa definição de aparente driver refere-se a qual DIT será utilizada para a recuperação ou escrita dos dados. Addressing I/O Address: Endereço de I/O da TAG em um Poll Record válido. Os endereços do Poll Record são declarados em Byte ou Word. Então na declaração do endereço da TAG deve ser referenciado o BIT de acesso ao sinal desejado. Ex: YC001:BOMBA:10002:6 Addressing Hardware Options: Permite selecionar formatos de dados utilizado pelo dispositivo de controle. Geralmente este campo é deixado em branco, ou utiliza-se a opção Server, que utilizará os padrões do sistema. Scan Settings: Por tempo definido de varredura da TAG. O campo Scan Time define o tempo de varredura em segundos, minutos e horas (0,5 = ½ segundo, 1 = 1 segundo, 1M = 1 minuto, 1H = 1 hora). O campo Phase At refere-se a um tempo de retardo nas tarefas do SAC na inicialização o iFix ou na realização de um Reload no Process Database. O Scan Settings também pode ser por Exceção. A TAG atualiza-se quando mudanças dentro de uma escala definida no Deadband do Poll Record ocorrem. Labels: Realiza a substituição do estado ao rótulo definido nos campos Open e no campo Close. O estado Open corresponde ao estado lógico 0 e o estado Close corresponde ao estado lógico 1.

Open e no campo Close. O estado Open corresponde ao estado lógico 0 e o estado

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Curso Básico e Intermediário Aula 12 – Process Database - Criar TAGs Configuração de TAG

Curso Básico e Intermediário

Aula 12 Process Database - Criar TAGs

Configuração de TAG Digital Input – Aba Alarms

Configuração de TAG Digital Input Aba Alarms

Alarm Options Enable Alarm: Habilita a emissão de alarmes da TAG. Os alarmes são enviados a todos os serviços de alarmes do sistema.

Uma vez que o alarme foi gerado, é necessária uma interação com o usuário

através do Alarm Summary para que sejam reconhecidos.

Alarm Options Enable Event Messaging: Habilita o envio de mensagens para os serviços de impressão e armazenamento, mas não para o Alarm Summary. Desta forma, a interação com o usuário torna-se desnecessária. Alarm Type: Seleciona o estado de alarme da TAG. A opção None não emite

mensagens de alarmes. A opção Change of State emitirá mensagem de

alarme nas mudanças de estado lógico em ambos os sentidos. A opção Open emitirá mensagem de alarme sempre que o valor da TAG for para o estado lógico 0 (desligado). A opção Close emitirá mensagem de alarme sempre que o valor da TAG for para o estado lógico 1 (ligado).

Alarm Areas: As mensagens de alarmes são rotuladas com os nomes da lista,

permitindo que seus destinatários realizem as devidas filtragens.

que seus destinatários realizem as devidas filtragens. Alarm iority : Os alarmes também podem ser classificados
que seus destinatários realizem as devidas filtragens. Alarm iority : Os alarmes também podem ser classificados
que seus destinatários realizem as devidas filtragens. Alarm iority : Os alarmes também podem ser classificados
que seus destinatários realizem as devidas filtragens. Alarm iority : Os alarmes também podem ser classificados
que seus destinatários realizem as devidas filtragens. Alarm iority : Os alarmes também podem ser classificados
que seus destinatários realizem as devidas filtragens. Alarm iority : Os alarmes também podem ser classificados
que seus destinatários realizem as devidas filtragens. Alarm iority : Os alarmes também podem ser classificados
que seus destinatários realizem as devidas filtragens. Alarm iority : Os alarmes também podem ser classificados
Alarm iority : Os alarmes também podem ser classificados por prioridade. A ordem de prioridade

Alarm iority: Os alarmes também podem ser classificados por prioridade. A ordem de prioridade classifica-se em Critital, HiHi, Hi, Medium, Low, LoLo e Info.

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Curso Básico e Intermediário Aula 12 – Process Database - Criar TAGs Configuração de TAG

Curso Básico e Intermediário

Aula 12 Process Database - Criar TAGs

Configuração de TAG Digital Input – Aba Advanced

Configuração de TAG Digital Input Aba Advanced

Alarm Extension Field: São campos de texto com até 80 caracteres que adicionarão informações complementares nas mensagens de alarmes.

Security Areas: Abordaremos este tópico no módulo de segurança de usuário. Options Enable Output: Permite que sejam realizadas escritas no mesmo

endereço I/O de leitura. Para ter funcionalidade plena, o endereço de

registro deve permitir escrita. Options Invert Output: Realiza a inversão do sinal de entrada. Startup On Scan: Quando o modo Auto selecionado, força a TAG a iniciar sua varredura para recuperar dados da DIT, em modo Manual retira a TAG

das atualizações automáticas vindas da DIT, permitindo atualizações por

exceção.

DIT, em modo Manual retira a TAG das atualizações automáticas vindas da DIT, permitindo atualizações por
DIT, em modo Manual retira a TAG das atualizações automáticas vindas da DIT, permitindo atualizações por
DIT, em modo Manual retira a TAG das atualizações automáticas vindas da DIT, permitindo atualizações por
DIT, em modo Manual retira a TAG das atualizações automáticas vindas da DIT, permitindo atualizações por
DIT, em modo Manual retira a TAG das atualizações automáticas vindas da DIT, permitindo atualizações por
DIT, em modo Manual retira a TAG das atualizações automáticas vindas da DIT, permitindo atualizações por

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Curso Básico e Intermediário Aula 13 – Process Database - Criar TAGs A TAG Digital

Curso Básico e Intermediário

Aula 13 Process Database - Criar TAGs

A TAG Digital Alarm (DA) possui as mesmas características da TAG Digital Input (DI),

exceto por possuir recursos extras de tratamento de alarme.

Configuração de TAG Digital Alarm Aba Alarms

Contact Name: Uma TAG que terá seu valor alterado para 1 quando for

Contact Name: Uma TAG que terá seu valor alterado para 1 quando for

detectado um Alarme. Funciona como um memorizador do alarme da TAG

Digital Alarm. Para seu valor retornar a 0, depende da opção configurada em Mode. Acknowledge: Volta a 0 quando o alarme é reconhecido. Return: Quando as condições de processo oriundas da ativação do alarme

voltam ao seu estado normal.

All Clear: Quando o alarme é reconhecido e as condições oriundas do alarme retornam ao seu estado normal. Never: É necessário um reset na TAG de contato manualmente. A opção Continuos Output habilita a atualização do valor da TAG de

Contato a cada varredura das tarefas do SAC. Isso serve a garantir que,

em caso desta TAG ser utilizada na lógica do CLP para acionar uma

sirene, garante-se que o valor será de fato escrito em algum momento. Options: Defini-se aqui recursos de reconhecimento automático do de alarmes. ACK Tag: Uma TAG que, quando em 1, reconhece automaticamente o alarme da TAG Digital Alarm (DA). Alarm Suspend: Esta TAG, quando em 1, suspende a emissão de alarmes pela TAG Digital Alarm (DA). Delay Time: Define um tempo mínimo em que o estado da TAG Digital Alarm (DA) deve aguardar para emitir a mensagem de alarme. ReAlarm Time: Define um tempo mínimo em que o sistema aguarda entre uma geração de alarme e outra próxima geração de alarme. Supress COMM Alarm: Selecione para separas a condição de alarme original a partir do alarme COMM (alarme de comunicação), e devolver ao TAG Digital Alarm (DA) o mesmo estado em que se encontrava antes da emissão de um alarme COMM.

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Curso Básico e Intermediário Aula 14 – Process Database - Criar TAGs A TAG Digital

Curso Básico e Intermediário

Aula 14 Process Database - Criar TAGs

A TAG Digital Output (DO) é utilizada apenas para escrever valores na DIT. Sua principal

diferença entre as TAGs Digital Input (DI) e Digital Alarm (DA) é que ela sempre escreve

valores na DIT, por isso ela opera sempre em estado de exceção. Quando uma TAG Digital Ouput (DO) é a primeira de uma cadeia, a cadeia só será executada quando ocorrer alteração de valor na TAG.

Configuração de TAG Digital Output – Aba Basic Output: Invert Output: Inverte o valor de
Configuração de TAG Digital Output – Aba Basic
Output:
Invert Output: Inverte o valor de saída antes de enviá-lo a DIT.
Ao informar o valor lógico em 1, ao ser enviado a DIT o valor é alterado
para 0. Este recurso é utilizado para manter uma coerência com a
interface, onde a lógica de controle seja montada de forma pouco intuitiva.
Write if different: Envia valor a DIT apenas se o valor escrito for
diferente do valor atual.
Initial Value: É o primeiro valor que é enviado a DIT quando o
Process Database é iniciado ou reiniciado.

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Curso Básico e Intermediário Aula 15 – Process Database - Criar TAGs A TAG Digital

Curso Básico e Intermediário

Aula 15 Process Database - Criar TAGs

A TAG Digital Register (DR) lê e grava valores direto na DIT, sem a necessidade de

utilização das tarefas do SAC. Não possui recurso de alarmes ou registros históricos de

eventos. Assim como na TAG Digital Input (DI), para habilitar o recurso de escritas da TAG Digital Register (DR), abra a aba Advanced e ativa-se a opção Enable Output.

Configuração de TAG Digital Register

Configuração de TAG Digital Register
Configuração de TAG Digital Register
Configuração de TAG Digital Register

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Curso Básico e Intermediário Aula 16 – Process Database - Criar TAGs As TAGs analógicas

Curso Básico e Intermediário

Aula 16 Process Database - Criar TAGs

As TAGs analógicas são utilizadas para operarem com faixas de valores entre limites

mínimo e máximo. Os valores normalmente são variáveis medidas no processo como

temperatura, volume, pressão, velocidade, dentre outras. Existem três tipos principais de TAGs analógicas. São elas: Analog Input (AI), Analog Output (AO), Analog Alarm (AA). Também temos a TAG, do grupo das especiais, Analog Register (AR).

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Curso Básico e Intermediário Aula 16 – Process Database - Criar TAGs As TAGs Analog

Curso Básico e Intermediário

Aula 16 Process Database - Criar TAGs

As TAGs Analog Input recuperam valores digitais da DIT. Tem suporte para recursos

simples de alarmes e também podem escrever valores na DIT, no mesmo endereço de

leitura, mas esse recurso deve ser previamente habilitado e o endereço declarado também deve permitir escritas.

 

Configuração de TAG Analog Input Aba Basic

Engine Units: Diferente das TAGs digitais, que operam com valores em apenas

 
Engine Units: Diferente das TAGs digitais, que operam com valores em apenas  

dois estados, esta TAG operam dentro de uma faixa de valores entre limites mínimo

e

máximo com até sete dígitos significativos. Low Limit: Estabelece o valor mínimo da variável. High Limit: Estabelece o valor máximo da variável. Units: Descreve a unidade de engenharia da variável (psi, kgf/cm², m³/h, °C

).

Linear Scaling: Habilita o recurso de escalonamento do valor lido do CLP, quando

o

valor lido do CLP e disponível na DIT não representa o que se deseja indicar

para os operadores. Ex. Supomos que o valor lido do CLP está na faixa de 0 ~ 32767,

enquanto a escala desejada está na faixa de 0 ~ 25 m³/h. O iFix realiza automaticamente o cálculo de linearização dos valores lidos para a escala dos valores exibidos. Faz-se basicamente a seguinte conversão:

 

Exibir = valor _lido / Raw_High * Scale_High => 26400 / 32767 * 25 = 20.14 Enable: Habilita ou desabilita o recurso. Use Egu: Habilita a utilização dos valores de unidade de engenharia Low Limit e High Limit como parâmetros para Scale Low e Scale High, respectivamente. Raw Low: Limite inferior lido do CLP. Raw High: Limite superior lido do CLP. Scale Low: Limite inferior da unidade de engenharia. Scale High: Limite superior da unidade de engenharia.

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Curso Básico e Intermediário Aula 16 – Process Database - Criar TAGs Configuração de TAG

Curso Básico e Intermediário

Aula 16 Process Database - Criar TAGs

Configuração de TAG Analog Input – Aba Alarm

Configuração de TAG Analog Input Aba Alarm

Alarms: São quatro os valores de limites para emissão de mensagens de alarmes. As TAGs emitem mensagens de alarme quando duas varreduras sucessivas detectam que o valor da variável está acima do valor definido em Rate of Change. Low Low: Limite de alarme muito baixo, geralmente um limite critico onde intertravamentos são realizados. Low: Limite de alarme baixo, menos critico e de alerta para que ações possam ser tomadas a fim de evitar intertravamentos. High: Limite de alarme alto, menos critico e de alerta para que ações possam ser tomadas a fim de evitar intertravamentos. High High: Limite de alarme muito alto, geralmente um limite critico onde intertravamentos são realizados. Rate of Change: Os alarmes são gerados quando são detectadas diferenças superiores a este campo. Dead Band: Estabelece quando um valor pode gerar um novo alarme depois que foi inicialmente gerado. A TAG deverá superar este valor para que uma nova mensagem de alarme seja emitida.

depois que foi inicialmente gerado. A TAG deverá superar este valor para que uma nova mensagem

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Curso Básico e Intermediário Aula 16 – Process Database - Criar TAGs Configuração de TAG

Curso Básico e Intermediário

Aula 16 Process Database - Criar TAGs

Configuração de TAG Analog Input Aba Advanced

Alarm Extension Field: São campos de texto com até 80 caracteres que adicionarão informações complementares nas mensagens de alarmes. Security Areas: Abordaremos este tópico no módulo de segurança de usuário.

Options Enable Output: Permite que sejam realizadas escritas no mesmo endereço I/O de leitura. Para ter funcionalidade plena, o endereço de registro deve permitir escrita. Startup On Scan: Quando o modo Auto selecionado, força a TAG a iniciar sua varredura para recuperar dados da DIT. Manual: Retira a TAG das atualizações automáticas vindas da DIT, permitindo atualizações por exceção. Auto / Manual: Seleciona o modo na inicialização. No modo automático, a TAG recebe o valores do driver de I/O ou servidor OPC. No modo manual, a TAG recebe os valores através do operador, receitas, Blocos de programas ou até de Scripts. Options / Filter:

Smoothings: Realiza uma suavização, média ponderada, dos valores da varredura

anterior e varredura atual.

dos valores da varredura anterior e varredura atual. Exibir=peso/16 * anterior + (16-peso)/16*atual. peso=valor

Exibir=peso/16 * anterior + (16-peso)/16*atual. peso=valor definido no campo Value.

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Curso Básico e Intermediário Aula 17 – Process Database - Criar TAGs A TAG Analog

Curso Básico e Intermediário

Aula 17 Process Database - Criar TAGs

A TAG Analog Alarm (AA) possui as mesmas características da TAG Analog Input (AI),

exceto por possuir recursos extras de tratamento de alarme.

Abordaremos aqui apenas os parâmetros que diferem da TAG Analog Input (AI).

Configuração de TAG Analog Alarm – Aba Alarms

Configuração de TAG Analog AlarmAba Alarms

Alarm Options:

Remote Ack: Uma TAG digital para realizar o reconhecimento de alarmes da TAG.

Alarm Supression: Uma TAG digital para suspender a emissão de alarmes da TAG.

Target Value: Um valor alvo em que a TAG deve operar normalmente. Este valor, em conjunto com o calor lido, será utilizado para determinar a emissão de mensagens de alarme de desvio. Alarm Options Type: Estabelece os limites, prioridades, TAGS de contato, reset, delay e realarme. ROC: Rate of Change. Estabelece um limite de aumento ou diminuição do

valor em varreduras sucessivas. Alterações superiores ao valor estabelecido

sucessivas. Alterações superiores ao valor estabelecido geram uma mensagem de alarme. DEV : Deviation. Valor de
sucessivas. Alterações superiores ao valor estabelecido geram uma mensagem de alarme. DEV : Deviation. Valor de
sucessivas. Alterações superiores ao valor estabelecido geram uma mensagem de alarme. DEV : Deviation. Valor de
sucessivas. Alterações superiores ao valor estabelecido geram uma mensagem de alarme. DEV : Deviation. Valor de
sucessivas. Alterações superiores ao valor estabelecido geram uma mensagem de alarme. DEV : Deviation. Valor de

geram uma mensagem de alarme. DEV: Deviation. Valor de desvio considerável a partir do valor definido em Target Value. Priority: Estabelece a prioridade do alarme. Contact: Uma TAG que terá seu valor alterado para 1 quando for detectado um Alarme. Funciona como um memorizador do alarme. Para seu valor retornar a 0, depende da opção configurada em Out Mode. Delay Time: Define um tempo mínimo em que o estado da TAG deve aguardar para emitir a mensagem de alarme. Re-Alarm: Define um tempo mínimo em que o sistema aguarda entre uma geração de alarme e outra próxima geração de alarme.

: Define um tempo mínimo em que o sistema aguarda entre uma geração de alarme e

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Curso Básico e Intermediário Aula 18 – Process Database - Criar TAGs A TAG Analog

Curso Básico e Intermediário

Aula 18 Process Database - Criar TAGs

A TAG Analog Output (AO) é utilizada apenas para escrever valores na DIT. Sua principal

diferença entre as TAGs Analog Input (AI) e Analog Alarm (AA) é que ela sempre

escreve valores na DIT, por isso ela opera sempre em estado de exceção.

Configuração de TAG Analog Output – Aba Basic

Configuração de TAG Analog OutputAba Basic

Addressing Signal Condition: Estabelece como o valor lido do CLP será mapeado. As opções

disponíveis dependem do driver selecionado. O manual do driver deve ser consultado

para detalhamento das opções. Hardware Option: Permite selecionar o formato de dados no CLP. Geralmente este campo fica em branco, ou estabelece que o padrão será definido pelo servidor OPC. Output:

Invert Output: Inverte o valor de saída antes de enviá-lo a DIT. Sendo a faixa de operação da TAG entre 0 ~100, ao informar o valor 0, ao ser enviado a DIT o valor é

alterado para 100. Este recurso é utilizado para manter uma coerência com a interface,

onde a lógica de controle seja montada de forma pouco intuitiva.

é utilizado para manter uma coerência com a interface, onde a lógica de controle seja montada
é utilizado para manter uma coerência com a interface, onde a lógica de controle seja montada
é utilizado para manter uma coerência com a interface, onde a lógica de controle seja montada
é utilizado para manter uma coerência com a interface, onde a lógica de controle seja montada
é utilizado para manter uma coerência com a interface, onde a lógica de controle seja montada
é utilizado para manter uma coerência com a interface, onde a lógica de controle seja montada

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Curso Básico e Intermediário Aula 19 – Process Database - Criar TAGs A TAG Analog

Curso Básico e Intermediário

Aula 19 Process Database - Criar TAGs

A TAG Analog Register (AR) lê e grava valores direto na DIT, sem a necessidade de

utilização das tarefas do SAC. Não possui recurso de alarmes ou registros históricos de

eventos. Assim como na TAG Analog Input (AI), para habilitar o recurso de escritas da TAG Analog Register (AR), selecione a aba Advanced e ativa-se a opção Enable Output.

Configuração de TAG Analog Register

Configuração de TAG Analog Register
Configuração de TAG Analog Register
Configuração de TAG Analog Register

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Curso Básico e Intermediário Aula 20 – Process Database - Criar TAGs A TAG Calculation

Curso Básico e Intermediário

Aula 20 Process Database - Criar TAGs

A TAG Calculation é uma TAG secundária, só pode ser utilizada em cadeias de TAGs,

que é utilizada na realização de cálculos com até oito entradas.

A TAG Calculation herda o Scan Time da primeira TAG primária da Cadeia.

Configuração de TAG Calculation – Aba Basic Inputs A ~ H: TAGs e valores de
Configuração de TAG Calculation – Aba Basic
Inputs
A ~ H: TAGs e valores de entrada. O campo A está reservado a TAG
predecessora da cadeia.
Output Calculation: Define a fórmula de cálculo.

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Curso Básico e Intermediário Aula 21 – Process Database - Criar TAGs A TAG Program

Curso Básico e Intermediário

Aula 21 Process Database - Criar TAGs

A TAG Program Block é uma TAG primária que pode executar scripts de até 20 linhas de

código.

O código é executado em uma única varredura, da primeira a ultima linha. Controle de execução em looping devem ser utilizados caso seja esse o objetivo do bloco.

Configuração de TAG Program Block – Aba Basic

Configuração de TAG Program Block Aba Basic

Proramming Statements 0 ~ 19: Linhas de entrada da linguagem de script. Um clique no botão abre uma janela com as instruções possíveis de serem utilizadas.

Esta linguagem é bem limitada e tem o objetivo de realizar pequenas lógicas, utilizando apenas TAGs do Process Database.

Esta linguagem é bem limitada e tem o objetivo de realizar pequenas lógicas, utilizando apenas TAGs
Esta linguagem é bem limitada e tem o objetivo de realizar pequenas lógicas, utilizando apenas TAGs

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Curso Básico e Intermediário Aula 22 – Process Database - Criar TAGs A TAG Etended

Curso Básico e Intermediário

Aula 22 Process Database - Criar TAGs

A TAG Etended Trend Block é uma TAG secundária que pode realizar o registro em

buffer de 600 registros para utilização em gráfico de tendência instantânea.

Por tratar-se de uma TAG secundária, ela só pode ser utilizada em cadeias de TAGs. Ela também herda o Scan time da primeira TAG da cedeia.

Configuração de TAG Extended Trend Block – Aba Basic Options Clear Bufferes on Startup: Ao
Configuração de TAG Extended Trend Block – Aba Basic
Options
Clear Bufferes on Startup: Ao iniciar o iFix ou ao realizar um reload no
Process Database, todos os valores armazenados no buffer é descartado
Input Tag: A TAG de fonte de dados para bufferização. Opcional, se
deixado em branco a TAG predecessora é utilizada como fonte de dados.
Avg. Compress: Permite especificar o quantidade de dados que serão
coletados para cálculo de média e em seguida armazenado no buffer.
Ex. Uma TAG com Scan Time de 1 segundo e Avg. Compress em 1, teríamos
600 segundos (10 minutos) de registros no buffer, mas se alterarmos o
valor de Avg. Compress para 2, teremos os mesmos 600 registros,
no entanto com uma cobertura de 20 minutos de amostras.

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Curso Básico e Intermediário Aula 23 – Process Database - Criar TAGs A TAG Totalizer

Curso Básico e Intermediário

Aula 23 Process Database - Criar TAGs

A TAG Totalizer é uma TAG secundária que pode realizar a totalização de variáveis

analógicas em intervalos de tempo estabelecido.

Configuração de TAG Totalizer – Aba Basic Options Display Format: Estabelece o número de casas
Configuração de TAG Totalizer – Aba Basic
Options
Display Format: Estabelece o número de casas decimais de precisão
Units: Unidade de engenharia.
Per (HH:MM:SS): Período de totalização. Ex. Supormos que você queira
totalizar a vazão de um fluido em m³/d, você deverá informar 23:59:59.

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Curso Básico e Intermediário Aula 24 – Process Database - Criar TAGs A TAG Multisate

Curso Básico e Intermediário

Aula 24 Process Database - Criar TAGs

A TAG Multisate Digital Input é uma TAG primária que pode realizar um resumo de até

três bits de status digital em uma única TAG. O arranjo binário de entrada possibilita a

esta TAG armazenar valores de 0 ~ 7 (B#000 ~ B#111).

Configuração de TAG Multistate Digital Input – Aba Basic

Configuração de TAG Multistate Digital Input Aba Basic

Device States 0 (000) ~ 7 (111): Campos para edição dos status referentes a cada combinação de valor.

– Aba Basic Device States 0 (000) ~ 7 (111) : Campos para edição dos status

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Curso Básico e Intermediário Aula 24 – Process Database - Criar TAGs A TAG Multisate

Curso Básico e Intermediário

Aula 24 Process Database - Criar TAGs

A TAG Multisate Digital Input é uma TAG primária que pode realizar um resumo de até

três bits de status digital em uma única TAG. O arranjo binário de entrada possibilita a

esta TAG armazenar valores de 0 ~ 7 (B#000 ~ B#111).

Configuração de TAG Multistate Digital Input – Aba Addressing

Configuração de TAG Multistate Digital Input Aba Addressing

Enable Device 1 / 2: Habilita a entrada de endereçamento dos dispositivos um e dois. Por padrão, o device zero já está habilitado.

Obs: A montagem dos bits é feita da seguinte forma d2 d1 d0

um e dois. Por padrão, o device zero já está habilitado. Obs: A montagem dos bits
um e dois. Por padrão, o device zero já está habilitado. Obs: A montagem dos bits

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Curso Básico e Intermediário Aula 24#1 – Process Database - Campos das TAGs Lista dos

Curso Básico e Intermediário

Aula 24#1 Process Database - Campos das TAGs

Lista dos principais campos das TAGs do Process Database

Campo

Descrição

Observações

A_AUTO

O estado Automático do bloco

Automático (1) manual (0)

F_AUTO

está ou não ativado

A_CUALM

Alarme corrente do bloco

Apenas para exibição.

A_CV

Valor corrente do bloco

Um valor número ou expressão texto que representa o valor atual da TAG dentro da faixa do EGU.

F_CV

A_DESC

Texto do campo descrição da TAG

Até 40 caracteres

A_EGUDESC

Unidade de engenharia do bloco

Até 33 caracteres

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Curso Básico e Intermediário Aula 24#1 – Process Database - Campos das TAGs Lista dos

Curso Básico e Intermediário

Aula 24#1 Process Database - Campos das TAGs

Lista dos principais campos das TAGs do Process Database

Campo

Descrição

Observações

A_EHI

O limite superior do bloco

Valor máximo dentro da

F_EHI

unidade de engenharia

A_ELO

O limite inferior do bloco

Valor mínimo dentro da unidade de engenharia

F_ELO

A_ENAB

Status do recurso de alarme

Habilitado (1) desabilitado

F_ENAB

do bloco

(0)

A_HIHI

Limite de alarme muito alto do bloco

Valor numérico, dentro da faixo EGU

F_HIHI

A_HI

Limite de alarme alto do bloco

Valor numérico, dentro da

F_HI

faixo EGU

A_LO

Limite de alarme baixo do bloco

Valor numérico, dentro da faixo EGU

F_LO

A_LOLO

Limite de alarme muito baixo do bloco

Valor numérico, dentro da faixo EGU

F_LOLO

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Curso Básico e Intermediário Aula 24#1 – Process Database - Campos das TAGs O Database

Curso Básico e Intermediário

Aula 24#1 Process Database - Campos das TAGs

O Database Manager também pode exportar e importar a database. Este recurso é muito importante para agilizar o processo de criação das TAGs do Process Database

Exportar:

Menu database -> Export

Importar:

Menu database -> Import

No processo de importação de TAGs, as tarefas do SAC são paralisadas e reiniciadas ao final da importação. Em caso de tentativa de importar TAGs existentes, um diálogo lhe questionará sobre como proceder. Em casos de erros na importação, um relatório será

disponibilizado para consulta.

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Curso Básico e Intermediário Aula 25 – O Ambiente do Workspace Apesar de não existir

Curso Básico e Intermediário

Aula 25 O Ambiente do Workspace

Apesar de não existir uma recomendação formal a respeito, é uma boa ática configurar sua interface ou temas da área de trabalho do Windows para o “Tema Clássico”. Como o iFix trabalha com referências percentuais, esta prática lhe favorecerá na hora do

desenvolvimento e também em tempo de execução da aplicação.

esta prática lhe favorecerá na hora do desenvolvimento e também em tempo de execução da aplicação.

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Curso Básico e Intermediário Aula 25 – O Ambiente do Workspace O Workspace é o

Curso Básico e Intermediário

Aula 25 O Ambiente do Workspace

O Workspace é o ambiente de desenvolvimento das Pictures (displays) da aplicação. As

pictures são as interfaces entre o operador do sistema e a planta.

O Workspace suporta a inclusão de objetos diversos em suas telas. Formas, símbolos,

botões, formulários e diálogos customizados. As possibilidades tornam-se ilimitadas com os recursos de programação de scripts em Visual Basic for Applications (VBA), ampliando infinitamente os seus recursos.

O Workspace pode apresentar-se de duas formas. A primeira, interface padrão das

versões mais antigas do iFix e a segunda, baseada em Panel Ribbons, mais intuitiva e alinhada as modernas interfaces de softwares. Por ser um container ActiveX, o Workspace tem a capacidade de exibir tipos variados

de documentos alinhados a esta plataforma, dentre eles documentos do Word,

planilhas do Excel, documentos PDF do Adobe Acrobat, dentre outros. As Pictures são as interfaces principais para os usuários do sistema. São responsáveis pela exibição dos dados de forma amigável e intuitiva, além de fornecer relatórios de tendências e alarmes.

O Workspace tem recurso de escala automática da resolução de tela. Ele redimensiona

a tela de acordo com a resolução do monitor usado. Todos os elementos da tela serão redimensionados para a resolução do monitor utilizado, com exceção dos objetos do próprio Windows, como Janelas de avisos, botões e formulários.

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Curso Básico e Intermediário Aula 26 – O Ambiente do Workspace O Workspace está dividido

Curso Básico e Intermediário

Aula 26 O Ambiente do Workspace

O Workspace está dividido em três áreas bem distintas.

Na parte superior da janela do Workspace encontramos a Barra de Menu e a Barra

de Ferramentas, ou os Panels Ribbons. Você poderá optar pela interface que melhor lhe convier.

O System Tree, que poderá estar ancorado na esquerda ou direita da janela, ou

também encontrar-se flutuando na Área de Trabalho. Ao centro temos o espaço de trabalho, onde desenhamos nossas telas.

flutuando na Área de Trabalho. Ao centro temos o espaço de trabalho, onde desenhamos nossas telas.

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Curso Básico e Intermediário Aula 26 – As preferências do Workspace O Workspace dispõe de

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Aula 26 As preferências do Workspace

O Workspace dispõe de uma interface amigável e adaptável as preferências do usuário.

Através do menu Workspace > User Preferences

interface; padrões de tamanho e cor de telas; padrões de formas e espessuras de linhas, cores e preenchimento de objetos; dentre outros ajustes. A caixa de diálogo de configurações User Preferences está dividida em Itens, na coluna esquerda, e ajustes do item.

,

é possível definir ajuste na

está dividida em Itens, na coluna esquerda, e ajustes do item. , é possível definir ajuste

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Curso Básico e Intermediário Aula 26 – As preferências do Workspace O Workspace dispõe de

Curso Básico e Intermediário

Aula 26 As preferências do Workspace

O Workspace dispõe de uma interface amigável e adaptável as preferências do usuário.

Através do menu Workspace > User Preferences

interface; padrões de tamanho e cor de telas; padrões de formas e espessuras de linhas, cores e preenchimento de objetos; dentre outros ajustes. A caixa de diálogo de configurações User Preferences está dividida em Itens, na coluna esquerda, e ajustes do item.

,

é possível definir ajuste na

está dividida em Itens, na coluna esquerda, e ajustes do item. , é possível definir ajuste

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Curso Básico e Intermediário Aula 26 – As preferências do Workspace O Workspace dispõe de

Curso Básico e Intermediário

Aula 26 As preferências do Workspace

O Workspace dispõe de uma interface amigável e adaptável as preferências do usuário.

Através do menu Workspace > User Preferences

interface; padrões de tamanho e cor de telas; padrões de formas e espessuras de linhas, cores e preenchimento de objetos; dentre outros ajustes. A caixa de diálogo de configurações User Preferences está dividida em Itens, na coluna esquerda, e ajustes do item.

,

é possível definir ajuste na

está dividida em Itens, na coluna esquerda, e ajustes do item. , é possível definir ajuste

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Curso Básico e Intermediário Aula 27 – O System Tree e a Caixa de Ferramentas

Curso Básico e Intermediário

Aula 27 O System Tree e a Caixa de Ferramentas do Workspace

O Workspace oferece meios de acesso rápido a recursos do

sistema, bem como a agilidade na elaboração de telas e acesso

outros sistemas do iFix através da caixa de ferramentas.

O System Tree

No system Tree temos a árvore completa do nosso projeto, através dele temos acesso a todos os recursos configurados em nosso projeto. Desde a configuração básica do SCU, as Pictures e TagGroups, Drivers e tudo mais que compõem o seu sistema

O Toolbox

O Toolbox oferece acesso rápido as diversas ferramentas de

edição, desenho, aplicação de links, entre outros. Visível apenas quando temos uma Picture em edição, esta caixa de ferramentas também pode ser customizada de acordo com as preferências dos usuários, Inserindo e removendo botões de acordo com as necessidades e conveniências pessoais e de produtividade.

Inserindo e removendo botões de acordo com as necessidades e conveniências pessoais e de produtividade. Willams
Inserindo e removendo botões de acordo com as necessidades e conveniências pessoais e de produtividade. Willams

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Curso Básico e Intermediário Aula 27 – Principais Ferramentas do Toolbox Ferramentas Função Ferramentas para

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Aula 27 Principais Ferramentas do Toolbox

Ferramentas

Função

Ferramentas para recortar, copiar e colar objetos.

Ferramentas para Inserir objetos Timer e Calendário (hora e data do

sistema).

Ferramenta para traçar retângulo.

Ferramenta para traçar retângulo de cantos arredondados.

Ferramenta para traçar elipse ou círculo.

Ferramenta para traçar um meio el ipse ou círculo.

Ferramenta para traçar polígono.

Ferramenta para traçar quarto de círculo ou elipse (fatia de torta).

Ferramenta para traçar tubos.

Ferramenta para traçar linhas curvas.

Ferramenta para traçar linhas retas.

Ferramenta para traçar multilinhas conectadas.

Ferramenta para inserir textos.

Ferramenta para inserir botões.

Ferramenta para inserir datalink.

Ferramenta para inserir sumário de alarmes.

Ferramenta para declara r variáveis locais (picture) ou globais (sistema).

Abre janela de configuração de cores.

Abre janela de configuração fonte para textos.

Ferramenta para inserir gráficos de tendências.

Ferramentas de distribuição linear de objetos na vertical ou horizontal.

Ferramentas de alinhamento de objetos.

Ferramentas para realizar alinhamento central de objetos.

Ferramentas para realizar a disposição de objetos.

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Curso Básico e Intermediário Aula 28 – Os objetos gráficos, textuais e especiais O iFix

Curso Básico e Intermediário

Aula 28 Os objetos gráficos, textuais e especiais

O iFix oferece uma gama bem diversificada de objetos gráficos, sejam eles formas ou

objetos mais complexos que fazem parte da interface.

É correto dizer que o iFix é um aplicativo orientado a objetos e, desta forma, tudo que compõe sua aplicação é tratado pelo iFix como um objeto, portanto estes tem propriedades e métodos que podem ser manipulados e assim serem animados a fim de representar valores e status. Este conceito é visto principalmente dentro do Workspace onde os elementos que compõem o Layout da Picture podem ter suas propriedades manipuladas para promover animações nestes objetos através de links com TAGs do Process Database.

Animações de Objetos Gráficos

A ampla maioria dos objetos gráficos

(retângulos, círculos, polígonos, textos possuem a capacidade de apresentar as seguintes animações:

 

Manipulação de cores.

o

Cor de frente;

o

Cor de fundo;

)

o

Linha de contorno.

Movimento.

o

Posição;

o

Escala;

o

Rotação.

Preenchimento.

o

Horizontal;

o

Vertical.

Visibilidade.

Executar scripts ao receber um clique.

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Curso Básico e Intermediário Aula 28 – Os objetos gráficos, textuais e especiais Willams Vitor

Curso Básico e Intermediário

Aula 28 Os objetos gráficos, textuais e especiais

Curso Básico e Intermediário Aula 28 – Os objetos gráficos, textuais e especiais Willams Vitor ©

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Curso Básico e Intermediário Aula 29 – Animações pelas cores dos objetos Esta é caixa

Curso Básico e Intermediário

Aula 29 Animações pelas cores dos objetos

Esta é caixa de diálogo padrão para animação de cor dos objetos gráficos. Seja a animação na cor de fundo, contorno e frente.

Color by

Current Value A animação se dará pelo valor atual da TAG; Latched Alarm A animação se dará pelo alarme não reconhecido na TAG;

Current Alarm A animação se dará pelo alarme atual da TAG; Range As cores assumidas dependerão de uma faixa de valores entre mínimo e máximo para cada coloração;

Exact Math As cores assumidas dependerão de valores exatos.

Blink on New Alarm Quando a TAG entra em estado de alarme, a animação permanecerá piscando até que o alarme seja reconhecido. Blink on New Alarm Color Estabelece a cor que animará o efeito de piscar ao habilitar o efeito Blink on New Alarm.

Color Threshold

New Alarm

a cor que animará o efeito de piscar ao habilitar o efeito Blink on New Alarm.

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Curso Básico e Intermediário Aula 30 – Animação pela movimentação de objetos Position Horizontal –

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Aula 30 Animação pela movimentação de objetos

Position

Horizontal Realiza o deslocamento horizontal do objeto;

Position Type

Vertical Realiza o deslocamento vertical do objeto. Relative O deslocamento do objeto terá como ponto base as suas referências de posicionamento;

Input Values

Absolute O deslocamento do objeto terá como ponto base as referências da tela, desconsiderando as próprias referências do objeto. Lowest e Highest Input Value São os valores mínimo e máximo da TAG que será utilizada

Pos. out values

para controlar o deslocamento do objeto.

Fetch Limits at Runtime Desconsidera os valores de Lowest e Highest para que sejam lidos os valores de escala mínima e máxima da TAG de controle em tempo de execução. Minimum e Maximmum Offset Estabelece a área de deslocamento do objeto.

em tempo de execução. Minimum e Maximmum Offset – Estabelece a área de deslocamento do objeto.

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Curso Básico e Intermediário Aula 31 – Animação pela escalonamento de objetos Scale Parameters Dimension

Curso Básico e Intermediário

Aula 31 Animação pela escalonamento de objetos

Scale Parameters

Dimension to Scale Estabelece o comportamento do escalonamento.

- Uniform Height and Width Escalonamento uniforme de altura e largura;

- Height Escalonamento apenas na altura do objeto;

- Width Escalonamento apenas na largura do objeto.

Input

Scale Direction Estabelece como se comportará o objeto no momento da animação, ou seja. Estabelece o ponto fixo de expansão ou contração do objeto. Lowest/Highest Input Value Estabelece o valor mínimo e máximo lido da TAG;

Output

Minimum/Maximum Estabelece o percentual mínimo e máximo de expansão e contração

do objeto;

Minimum/Maximum – Estabelece o percentual mínimo e máximo de expansão e contração do objeto; Willams Vitor

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Curso Básico e Intermediário Aula 32 – Animação pela rotação de objetos Input Lowest e

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Aula 32 Animação pela rotação de objetos

Input

Lowest e Highest Input Value São os valores mínimo e máximo da TAG que será utilizada

Output

para controlar a rotação do objeto. Minimum e Maximum Angle of Rotation in Degrees Estabelece o ângulo mínimo e máximo desejado para a rotação do objeto.

of Rotation in Degrees – Estabelece o ângulo mínimo e máximo desejado para a rotação do

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Curso Básico e Intermediário Aula 33 – Animação pelo preenchimento de objetos Direction Direction Settings

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Aula 33 Animação pelo preenchimento de objetos

Direction Direction Settings

Input Ranges

Fill Percentage

Vertical ou Horizontal O preenchimento do objeto se dará na orientação selecionada. Vertical Fill Direction Pode ser selecionada uma das opções. Bottom to Top ou Top to Bottom, onde o preenchimento se dará, respectivamente, de baixo para cima ou de cima para baixo.

Horizontal Fill Direction Pode ser selecionada uma das opções. Left to Right ou Right to Left, onde o preenchimento se dará, respectivamente, da esquerda para direita ou da direita para a esquerda.

Lowest/Highest Input Value Estabelecem os valores mínimo e máximo da TAG de leitura;

Minimum/Maximum percentage Estabelece os percentuais mínimo e máximo de preenchimento.

leitura; Minimum/Maximum percentage – Estabelece os percentuais mínimo e máximo de preenchimento. Willams Vitor ©

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Curso Básico e Intermediário Aula 34 – Animação pela visibilidade de objetos Condition for Visibility

Curso Básico e Intermediário

Aula 34 Animação pela visibilidade de objetos

Condition for Visibility

Condition Expression

Condition Estabelece o operador lógico da condição de visibilidade do objeto. Condition Value Valor estabelecido na condição. Tolerance Tolerância de desvio do valor da condição View Visibility Condition Visualiza o bloco lógico da condição estabelecida.

da condição View Visibility Condition – Visualiza o bloco lógico da condição estabelecida. Willams Vitor ©

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Curso Básico e Intermediário Aula 35 – Os objetos Textuais Os objetos textuais possuem as

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Aula 35 Os objetos Textuais

Os objetos textuais possuem as mesmas possibilidades de animações dos Objetos de

Formas Geométricas, com exceção apenas de propriedade de Rotação e

preenchimento. Mas incorporam propriedades Particulares.

Os objetos DataLink Os objetos Datalink nada mais são que objetos texto automaticamente configurados para a exibição de valores numéricos e alfanuméricos. Desta forma, não existe qualquer impedimento em utilizarmos os objetos texto com a mesma finalidade de um objeto Datalink, porém estes objetos flexibilizam sua configuração.

texto com a mesma finalidade de um objeto Datalink, porém estes objetos flexibilizam sua configuração. Willams

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Curso Básico e Intermediário Aula 35 – Animação de um objeto texto Para abrir a

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Aula 35 Animação de um objeto texto

Para abrir a janela de animação dos objetos texto, deve-se clicar com o botão direito do

mouse sobre o objeto e no menu suspenso selecionar a opção Animation.

A caixa de diálogo de animações avançadas é, geralmente mais utilizada, para animar os

objetos texto. Para acessá-la, clique no botão Configure

Exemplo de animação da propriedade Caption de um objeto texto.

Convertion Type

na Basic Animation Dialog.

Data Convertion Estabelece a forma de conversão do valor da TAG. Range, Table, Format ou Object. Output Error Mode Forma

de exibição em caso de erro

na TAG. User Current Output ou Use Error Table. Exact Match Estabelece valores exatos de conversão Range Comparation Define faixas de valores para realização das conversões.

Range Comparation – Define faixas de valores para realização das conversões. Table Settings Willams Vitor ©

Table Settings

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Curso Básico e Intermediário Aula 36 – Objetos gráficos especiais O iFix também dispõe de

Curso Básico e Intermediário

Aula 36 Objetos gráficos especiais

O iFix também dispõe de alguns objetos gráficos especiais, que em alguns casos

possuem comportamento de aplicativos incorporados. Para a utilização destes objetos,

são necessárias configurações especiais em suas próprias caixas de diálogos. Neste módulo será apresentado o Push Button, o Alarm Summary e o Standard Chart. O primeiro é utilizado para disparar a execução de scripts VBA, o segundo para apresentação e filtragem de alarmes de TAGs e o terceiro para a exibição de Gráficos de Tendências Históricas e Instantâneas.

alarmes de TAGs e o terceiro para a exibição de Gráficos de Tendências Históricas e Instantâneas.
alarmes de TAGs e o terceiro para a exibição de Gráficos de Tendências Históricas e Instantâneas.

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Curso Básico e Intermediário Aula 36 – O objeto Push Button Geralmente utilizado para disparar

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Aula 36 O objeto Push Button

Geralmente utilizado para disparar ações do usuário, como a navegação entre Pictures,

um comando para uma ação em um equipamento, mudança de modo operacional de

um elemento qualquer, etc

programadas em Script através do editor VBA presente no iFix. Este objeto não possui nenhum diálogo de configuração especial, seu diálogo de animação é idêntico aos demais objetos gráficos.

As ações são sempre

aos demais objetos gráficos. As ações são sempre Else ivate Sub CommandButton1_Click() If
Else
Else

ivate Sub CommandButton1_Click() If user.AppMenu.CurrentValue = False Then

OpenPicture "Appmenu.grf"

ClosePicture "AppMenu.grf" End If End Sub

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Curso Básico e Intermediário Aula 37 – O objeto Alarm Summary Este objeto é utilizado

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Aula 37 O objeto Alarm Summary

Este objeto é utilizado para apresentar registros de alarmes gerados pelo sistema,

possui recursos avançados para filtragem e ordenação de registros, cores, seleção de

colunas, dentre outras.

avançados para filtragem e ordenação de registros, cores, seleção de colunas, dentre outras. Willams Vitor ©

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Curso Básico e Intermediário Aula 37 – O objeto Alarm Summary Este objeto é utilizado

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Aula 37 O objeto Alarm Summary

Este objeto é utilizado para apresentar registros de alarmes gerados pelo sistema,

possui recursos avançados para filtragem e ordenação de registros, cores, seleção de

colunas, dentre outras.

avançados para filtragem e ordenação de registros, cores, seleção de colunas, dentre outras. Willams Vitor ©

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Curso Básico e Intermediário Aula 37 – O objeto Alarm Summary Este objeto é utilizado

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Aula 37 O objeto Alarm Summary

Este objeto é utilizado para apresentar registros de alarmes gerados pelo sistema,

possui recursos avançados para filtragem e ordenação de registros, cores, seleção de

colunas, dentre outras.

avançados para filtragem e ordenação de registros, cores, seleção de colunas, dentre outras. Willams Vitor ©

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Curso Básico e Intermediário Aula 37 – O objeto Alarm Summary Este objeto é utilizado

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Aula 37 O objeto Alarm Summary

Este objeto é utilizado para apresentar registros de alarmes gerados pelo sistema,

possui recursos avançados para filtragem e ordenação de registros, cores, seleção de

colunas, dentre outras.

avançados para filtragem e ordenação de registros, cores, seleção de colunas, dentre outras. Willams Vitor ©

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Curso Básico e Intermediário Aula 37 – O objeto Alarm Summary Este objeto é utilizado

Curso Básico e Intermediário

Aula 37 O objeto Alarm Summary

Este objeto é utilizado para apresentar registros de alarmes gerados pelo sistema,

possui recursos avançados para filtragem e ordenação de registros, cores, seleção de

colunas, dentre outras.

avançados para filtragem e ordenação de registros, cores, seleção de colunas, dentre outras. Willams Vitor ©

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Curso Básico e Intermediário Aula 37 – O objeto Alarm Summary Este objeto é utilizado

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Aula 37 O objeto Alarm Summary

Este objeto é utilizado para apresentar registros de alarmes gerados pelo sistema,

possui recursos avançados para filtragem e ordenação de registros, cores, seleção de

colunas, dentre outras.

avançados para filtragem e ordenação de registros, cores, seleção de colunas, dentre outras. Willams Vitor ©

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Curso Básico e Intermediário Aula 38 – O objeto Chart Este objeto é utilizado para

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Aula 38 O objeto Chart

Este objeto é utilizado para apresentar gráficos históricos ou de tendências

instantâneas, possui recursos avançados para definição das penas, linha de tempo,

direção, entre outros.

possui recursos avançados para definição das penas, linha de tempo, direção, entre outros. Willams Vitor ©

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Curso Básico e Intermediário Aula 38 – O objeto Chart Este objeto é utilizado para

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Aula 38 O objeto Chart

Este objeto é utilizado para apresentar gráficos históricos ou de tendências

instantâneas, possui recursos avançados para definição das penas, linha de tempo,

direção, entre outros.

possui recursos avançados para definição das penas, linha de tempo, direção, entre outros. Willams Vitor ©
possui recursos avançados para definição das penas, linha de tempo, direção, entre outros. Willams Vitor ©

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Curso Básico e Intermediário Aula 38 – O objeto Chart Este objeto é utilizado para

Curso Básico e Intermediário

Aula 38 O objeto Chart

Este objeto é utilizado para apresentar gráficos históricos ou de tendências

instantâneas, possui recursos avançados para definição das penas, linha de tempo,

direção, entre outros.

possui recursos avançados para definição das penas, linha de tempo, direção, entre outros. Willams Vitor ©
possui recursos avançados para definição das penas, linha de tempo, direção, entre outros. Willams Vitor ©

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Curso Básico e Intermediário Aula 39 – Os objetos especiais Existem outros objetos com características

Curso Básico e Intermediário

Aula 39 Os objetos especiais

Existem outros objetos com características especiais que trazem funcionalidades

adicionais as Pictures. Estes objetos não aparecem no layout da Picture, são objetos

invisíveis.

O objeto Variável

Usado para armazenar dados diversos, esse

O objeto Variável Usado para armazenar dados diversos, esse objeto pode ter sua visibilidade local ou
O objeto Variável Usado para armazenar dados diversos, esse objeto pode ter sua visibilidade local ou

objeto pode ter sua visibilidade local ou global.

A primeira o tornará disponível apenas na Picture onde declarado e a segunda irá

declará-lo no item Globals do System Tree, que

o

disponibilizará para toda a aplicação.

O

objeto Timer

O objeto Timer

Usado para disparar eventos em intervalos de tempo configuráveis, este objeto realiza a execução de scripts.

para disparar eventos em intervalos de tempo configuráveis, este objeto realiza a execução de scripts. Willams

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Curso Básico e Intermediário Aula 40 – Agrupamento de objetos Os objetos também podem ser

Curso Básico e Intermediário

Aula 40 Agrupamento de objetos

Os objetos também podem ser do tipo Grupo. Este tipo de objeto

consiste no agrupamento de dois ou mais objetos com o objetivo de

ter uma melhor organização do projeto. Por exemplo, para desenhar uma válvula na tela, alguns objetos são necessários, normalmente um polígono, uma linha reta, um meio círculo e algumas vezes um objeto texto para a TAG de identificação.

algumas vezes um objeto texto para a TAG de identificação. O benefício do agrupamento de objetos

O benefício do agrupamento de objetos também se dá também pela facilidade na hora em que é necessária uma reorganização dos desenhos na Picture. Objetos desagrupados devem ser relocados um a um, ou selecionar todos e desloca-los em

conjunto. Já os objetos agrupados facilitam bastante nesses procedimentos.

Os objetos agrupados, ao formar um novo objeto, passam a ter propriedades e estas podem ser animadas e manipuladas, sem comprometer as propriedades dos objetos individuais que o compõe. Para realizar o agrupamento de objetos, basta selecionar todos os objetos que se deseja

agrupar e pressionar as teclas <CTRL> + <G>. Para desagrupar um objeto grupo, selecione-o e pressione as teclas <CTRL> + <R>.

Caso seja necessário editar alguma propriedade de um objeto componente de um grupo, selecione-o no System Tree, se necessário expanda o grupo clicando no sinal de

“+” existente a sua esquerda, selecione o objeto que deseja modificar e realize-a de

acordo com as suas necessidades.

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Curso Básico e Intermediário Aula 41 – Sobre Pictures São as Pictures o principal recurso

Curso Básico e Intermediário

Aula 41 Sobre Pictures

São as Pictures o principal recurso do usuário para acompanhar o comportamento em

tempo real das variáveis de processo e comportamento da planta.

Uma interface bem elaborada é de grande importância, não só para o conforto do usuário e otimização do processo, mas também para obter um melhor aproveitamento dos recursos disponíveis no iFix.

Em um projeto bem elaborado devem ser bem definidas as distribuições dos elementos nas telas, bem como suas funções. Também é importante a existência de telas resumo, alarmes, gráficos de tendências, telas ou janelas de interface para execução de tarefas específicas.

Em geral, as telas devem alinhar a disposição de informações precisas em telas visualmente limpas e confortáveis ao usuário.

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Curso Básico e Intermediário Aula 41 – Criando Pictures Para criar novas Pictures basta utilizar-se

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Aula 41 Criando Pictures

Para criar novas Pictures basta utilizar-se do menu File > New > Picture. Uma janela de

interface é aberta para que o usuário selecione a opção que melhor lhe convier.

que o usuário selecione a opção que melhor lhe convier. Depois que você criar sua tela,

Depois que você criar sua tela, poderá acertar alguns aspectos através da Caixa de

Diálogo Edit Picture. Para acessá-la, clique com o botão direito em uma área da tela e,

no menu suspenso, selecione a opção “Picture

.

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Curso Básico e Intermediário Aula 41 – Criando Pictures A melhor forma de deixar suas

Curso Básico e Intermediário

Aula 41 Criando Pictures

Curso Básico e Intermediário Aula 41 – Criando Pictures A melhor forma de deixar suas pictures

A melhor forma de deixar suas pictures de

acordo com suas preferências é editando os

parâmetros diretamente na Caixa de Diálogo Windows Properties (propriedades). Nela você terá acesso aos parâmetros necessários para customização de sua tela de forma direta

e mais rápida. Todos os objetos e

componentes do projeto podem ser customizados com auxílio da janela de propriedades. Para abrir o diálogo, clique com o botão direito do mouse

sobre uma área da tela e selecione a opção Property Window

clique com o botão direito do mouse sobre uma área da tela e selecione a opção
clique com o botão direito do mouse sobre uma área da tela e selecione a opção

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Curso Básico e Intermediário Aula 41 – Criando Pictures Willams Vitor ©

Curso Básico e Intermediário

Aula 41 Criando Pictures

Curso Básico e Intermediário Aula 41 – Criando Pictures Willams Vitor ©

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Curso Básico e Intermediário Aula 41 – Criando Pictures – Título da interface - Always

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Aula 41 Criando Pictures Título da interface

Aula 41 – Criando Pictures – Título da interface - Always on top: True Alguns desses

- Always on top: True

Alguns desses parâmetros podem ser editados na janela de propriedades da Picture, no entanto você poderá acessá-los diretamente na janela de propriedades dos objetos.

- Background color: 16711680

- Disable auto Scale: True

- Document Height: 5

- Document Width: 100

 

- Recizable: False

- System menu: False

- Title bar: False

- Recizable: False

- Window top percentage: 0,1

- Objeto Texto (1) iFix 5.5 Alignment: 1-Center Auto Size: False Background style: 1-Transparent Caption: iFix 5.5 Font name: Arial; size: 20; style: 0-Regular Uniform scale: False

- Objeto Texto (2) Curso Básico e Intermediário

- Objeto Texto (3) - Calendário Alignment: 1-Center

Auto Size: False Background style: 1-Transparent Font name: Arial; size: 20; style: 0-Regular Uniform scale: False

- Objeto Texto (4) Relógio Alignment: 1-Center

Alignment: 1-Center

Auto Size: False

Auto Size: False Background style: 1-Transparent Caption: Curso Básico e Intermediário Font name: Arial; size: 20; style: 0-Regular Uniform scale: False

Background style: 1-Transparent Font name: Arial; size: 20; style: 0-Regular Uniform scale: False

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Curso Básico e Intermediário Aula 41 – Criando Pictures – Barra inferior da interface -

Curso Básico e Intermediário

Aula 41 Criando Pictures Barra inferior da interface

41 – Criando Pictures – Barra inferior da interface - Always on top: True - Background

- Always on top: True

- Background color: 16711680

- Disable auto Scale: True

- Document Height: 5

- Document Width: 100

- Recizable: False

- System menu: False

- Title bar: False

- Window top percentage: 94,0

- Objeto Button (1) Botão Planta Auto Size: False Background style: 1-FmBackStyleOpaque Caption: Planta Font name: Arial; size: 13; style: Bold Uniform scale: False Width: 5,15 Height: 4,63

- Objeto Alarm Summary (2) Sumário de alarmes

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Curso Básico e Intermediário Aula 41 – Criando Pictures – Área de trabalho da interface

Curso Básico e Intermediário

Aula 41 Criando Pictures Área de trabalho da interface

- Always on top: False - Background color: 16711680 - Objeto Text (1) – Curso
- Always on top: False
- Background color: 16711680
- Objeto Text (1) – Curso Básico e Intermediário
Alignment: 1-Center
- Disable auto Scale: True
Auto Size: False
- Document Height: 66
- Document Width: 100
- Recizable: False
- System menu: False
- Title bar: False
Background style: 0-FillStyleSolid
Caption: Curso Básico e Intermediário
Font name: Arial; size: 40; style: 0-Regular
Uniform scale: False
- Objeto BitMap (1) – intscreen da tela do oficy iFix Startup
- Window top percentage: 5,97

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Curso Básico e Intermediário Aula 42 – Pictures Iniciais Para que o Workspace abra suas

Curso Básico e Intermediário

Aula 42 Pictures Iniciais

Para que o Workspace abra suas telas ao inicializar-se, é preciso que sejam definidas

nas configurações preferenciais do Workspace. Abra o diálogo User Preferences do

Workspace e selecione o item StartUp Pictures. Após definidas, ao iniciar p Workspace no modo Run, suas Pictures serão abertas automaticamente.

Após definidas, ao iniciar p Workspace no modo Run, suas Pictures serão abertas automaticamente. Willams Vitor

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Curso Básico e Intermediário Aula 42 – Pictures Iniciais – Criar uma Splashpic Um recurso

Curso Básico e Intermediário

Aula 42 Pictures Iniciais Criar uma Splashpic

Um recurso bastante interessante, e muito aplicado em softwares em geral, são as

Splashpic. Aquelas telas iniciais que são apresentadas enquanto um sistema está sendo

inicializado. Muitos softwares utilizam este recurso, é o caso do próprio iFix, os softwares do office, etc

- Always on top: True - Background color: 8421376 - Disable auto Scale: False -
- Always on top: True
- Background color: 8421376
- Disable auto Scale: False
- Document Height: 45
- Document Width: 50
- Recizable: False
- System menu: False
- Title bar: False
- Window top percentage: 20

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Curso Básico e Intermediário Aula 43 – Introdução ao Visual Basic for Applications O Workspace

Curso Básico e Intermediário

Aula 43 Introdução ao Visual Basic for Applications

O Workspace oferece várias ferramentas que auxiliam no desenvolvimento do projeto

de IHM. No entanto estas ferramentas sozinhas são limitadas até um determinado

ponto. Para realizar outras tarefas mais elaboradas, tarefas em várias etapas, gerenciar dados e fazer avaliações lógicas, os scripts são as ferramentas mais eficientes. O Workspace utiliza o Visual Basic for Applications como scripting engine.

Por ser uma linguagem de scripts orientada a objetos, o VBA permite a integração de

poderosos recursos as Pictures do iFix. Estes scripts são incorporados aos documentos e não são necessários arquivos ou recursos externos para operarem. Também podem operar com muitos objetos e recursos de terceiros, proporcionando uma capacidade

extra de extensão.

O VBA é dirigido por eventos. Ele utiliza-se de um gerenciador de eventos para detectar ocorrências em objetos e responder com a execução do script associado aquele evento. Por ser simples de programar e também porque muitos scripts são codificados com poucas linhas, o VBA é bastante amigável para programadores iniciantes.

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Curso Básico e Intermediário Aula 43 – Introdução ao Visual Basic for Applications A interface

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Aula 43 Introdução ao Visual Basic for Applications

A interface do VBE está dividida em Barra de Menu e Ferramentas, project Explorer e Painel de Código.

Quando selecionamos um projeto (Picture), os scripts de todos os objetos da Picture

aparecem no painel de código. Cada script é iniciado por um evento associado ao objeto a que pertence. Todas as instruções do script são executadas, do início ao fim, tornando a executar-se novamente em uma nova ocorrência do evento disparador. Uma boa parte dos scripts utilizados nos seus projetos, podem ser realizados com os assistentes presentes nas ferramentas de animação dos objetos.

Evento Objeto project selecionado Explorer Painel de edição de código oeties window
Evento
Objeto
project
selecionado
Explorer
Painel de
edição de
código
oeties window

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Curso Básico e Intermediário Aula 43 – Introdução ao Visual Basic for Applications Barra de

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Barra de ferramentas Experts

Esta barra de ferramentas contém vários comandos que podem escrever scripts

automaticamente, por meio de parâmetros obtidos através do preenchimento de

formulários. Temos scripts de navegação, de gerenciamento de alarmes e de entrada de dados.

de gerenciamento de alarmes e de entrada de dados. Alguns dos principais comandos, funções e procedimento

Alguns dos principais comandos, funções e procedimento VBA mais comumente utilizados nos scripts VBA do iFix.

AcknowledgeAllAlarms DisableAlarm EnableAlarm CloseDigitalPoint OpenDigitalPoint ToggleDigitalPoint ClosePicture OpenPicture ReplacePicture ReadValue WriteValue If Then Else For Next Exit Sub

Reconhece todos os alarmes das TAGs utilizadas na Picture atual; Desabilita a detecção de alarme da TAG especificada; Habilita a detecção de alarme para a TAG especificada; Escreve o valor lógico um a TAG especificada; Escreve o valor lógico zero a TAG especificada; Inverte o valor lógico da TAG especificada; Fecha a Picture especificada; Abre a Picture especificada; Troca a Picture especificada pela nova Picture; Lê o valor da TAG especificada; Escreve um valor na TAG especificada; Permite a execução de lógica condicional;

Realiza execução em laço fechado por um intervalo definido; Força a finalização de execução de uma subrotina, sem terminar as instruções

subsequentes.

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Curso Básico e Intermediário Aula 43 – Introdução ao Visual Basic for Applications Exemplo de

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Exemplo de scripts

ivate sub CommandButton1_click() WriteValue 1, “Fix32.CURSIFIX.HS226_L.F_CV” End Sub

ivate Sub SplashPicTimer_OnTimeOut(ByVal lTimerId As Long) On Error Resume Next Static iTi, iTf As Long

iTi = IIf(iTi = 0, Timer, iTi)

iTf = IIf(iTf = 0, iTi + 10, iTf) SplashPic.RecSplashPicLin.LoInValue = iTi SplashPic.RecSplashPicLin.HiInValue = iTf SplashPic.StartPicTimer.CurrentValue = Timer If Timer >= iTf Then OpenPicture "TitlePic.grf"

OpenPicture "WorkPic.grf"

OpenPicture "BarPic.grf" ClosePicture "SplashPic.grf" End If End Sub

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Aula 44 – TAG Groups Curso Básico e Intermediário Muitas vezes no desenvolvimento de uma

Aula 44 TAG Groups

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Muitas vezes no desenvolvimento de uma aplicação nos deparamos com objetos distintos, mas que podem ser manipulados por uma mesma tela. A exemplo temos

motores, válvulas, controladores PID, entre outros. Estes elementos do sistema são

únicos, mas possuem características de controle e status similares. Um motor geralmente tem Status e comandos similares na maioria dos casos. Em uma aplicação onde existem vários motores, várias válvulas, vários controladores PID´s. A fim de atender a necessidades como essas que o iFix incorpora o recurso de Grupos de TAGs. Este recurso realiza a substituição de Simbolos por TAGs, declarados em um arquivo a parte e aberto junto com a tela. Os símbolos são substituídos em tempo de execução pela respectiva TAG.

TAGNAME

TAGSTAT

TAGON

TAGOFF

“B-901-1"

fix32.CURSIFIX.STATUSMT1

fix32.CURSIFIX.LIGAMT1

fix32.CURSIFIX.DESLIGAMT1

"B-901-2"

fix32.CURSIFIX.STATUSMT2

fix32.CURSIFIX.LIGAMT2

fix32.CURSIFIX.DESLIGAMT2

"B-901-3"

fix32.CURSIFIX.STATUSMT3

fix32.CURSIFIX.LIGAMT3

fix32.CURSIFIX.DESLIGAMT3

"B-901-4"

fix32.CURSIFIX.STATUSMT4

fix32.CURSIFIX.LIGAMT4

fix32.CURSIFIX.DESLIGAMT4

"B-901-5"

fix32.CURSIFIX.STATUSMT5

fix32.CURSIFIX.LIGAMT5

fix32.CURSIFIX.DESLIGAMT5

"B-901-6"

fix32.CURSIFIX.STATUSMT6

fix32.CURSIFIX.LIGAMT6

fix32.CURSIFIX.DESLIGAMT6

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Curso Básico e Intermediário Aula 44 – TAG Groups A ferramenta de configuração dos Grupos

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Aula 44 TAG Groups

A ferramenta de configuração dos Grupos de TAGs (TAG Groups) é o Tag Group Editor. Sua interface é bem amigável e de fácil familiarização.

Sua planilha é dividida em 4 colunas.

Symbol: Corresponde ao símbolo que será configurado na tela; Substitution: Corresponde ao item substituto, a fonte de dados; Description: Corresponde a uma descrição do objeto da linha; Get Full Nane: Clique neste botão para obter o endereçamento completo da TAG definida na coluna Substitution. Os arquivos de definição de grupos de TAG são armazenados na pasta PIC. Eles podem ser acessados diretamente pelo System Tree