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FACULDADE PIO DÉCIMO

PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO


TRABALHO
CONSERVAÇÃO E PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

MATA ATLÂNTICA: IMPORTÂNCIA,


CARACTERIZAÇÃO E CONSERVAÇÃO

ADA REBECA FERREIRA DA S. SIMÕES


ALINE CORREIA DE SOUZA GALVÃO
DANILO FERNANDES VIANA
VALTER FERREIRA ROCHA JUNIOR

ARACAJU - SE
ABRIL/2016
MATA ATLÂNTICA: IMPORTÂNCIA,
CARACTERIZAÇÃO E CONSERVAÇÃO
Ada Rebeca Ferreira da SILVA SIMÕES¹, Aline de Souza CORREIA GALVÃO²,
Danilo Fernandes VIANA³, Valter Ferreira ROCHA JUNIOR4

RESUMO
Presente em 17 estados brasileiros, a Mata Atlântica, apresenta atualmente cerca de 22%
de sua cobertura inicial, na qual 7% bem conservados com fragmentos acima de 100
hectares. Sua inigualável diversidade biológica, lhe classifica como pico (hotspot) de
biodiversidade no planeta, além de responsável por diversos serviços ambientais, como
regulação hídrica de mananciais e proteção de encostas. Competindo por espaço com
cerca de 70% da população, é alvo das mais diversas pressões antrópicas, sob pena de
comprometer a disponibilidade de água para a população, e afetar diretamente a
biodiversidade visa-se necessário a preservação e recuperação desse bioma. A lei da Mata
Atlântica, aprovada em 2006, veio com o intuito de regular o uso e ocupação de áreas
presentes no território da Mata Atlântica. Regulamentado em 2000, o Sistema Nacional
de Unidades de Conservação é considerado uma das mais eficazes estratégias de proteção
de recursos naturais, sendo seu nível de preservação determinado por sua categorização.
Sergipe possui 15 Unidades de Conservação das mais diversas categorias e algumas
inseridas na Mata Atlântica. Diante da situação atual da Mata Atlântica visa-se necessário
a preservação e proteção da mesma, através da utilização racional dos recursos naturais
seguindo os parâmetros técnico-jurídicos existentes.
Palavras-Chave: bioma, preservação, recuperação

¹Engenheira Agrônoma, Universidade do Estado da Bahia – UNEB. Email: ada.uneb@hotmail.com.


²Engenheira Florestal, Universidade Federal de Sergipe – UFS. Email: aline_sc7@hotmail.com.
³Engenheiro Civil. Mestrando em Engenharia de Processos, Universidade Tiradentes – UNIT. Email:
danilofviana@yahoo.com.br.
4
Engenheiro Florestal. Mestrando em Agricultura e Biodiversidade, Universidade Federal de Sergipe –
UFS. Email: valterjunior.91@hotmail.com.
1. INTRODUÇÃO
Composta por diversas formações florestais, como, Florestas: Ombrófila Densa,
Ombrófila Mista, Estacional Semidecidual, Estacional Decidual e Ombrófila Aberta, a
Mata Atlântica e seus ecossistemas associados como as restingas, manguezais e campos
de altitude, apresentavam uma área originalmente de aproximadamente 1.300.000 km²
em 17 estados da federação (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Goiás,
Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Alagoas,
Sergipe, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí) (MMA,2010).
Com remanescentes reduzidos, calcula-se que cerca de 22% de sua cobertura
original encontra-se em diferentes estágios de regeneração. Sendo cerca de 7% bem
conservados e com fragmentos acima de 100 hectares. Apesar da fragmentação, estima-
se que na Mata Atlântica encontram-se cerca de 20.000 espécies vegetais,
correspondendo a cerca de 35% das espécies existentes no Brasil, possuindo altos níveis
de endemismo, cerca de 8.000 espécies, e espécies ameaçadas de extinção. Comparando-
a com continentes como a América do Norte, com 17.000 espécies e a Europa com 12.500
espécies, fica notável a importância da Mata Atlântica na conservação da biodiversidade
mundial (MMA,2010).
A Mata Atlântica abriga hoje 383 dos 633 animais ameaçados de extinção no
Brasil, de acordo com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais
Renováveis - IBAMA. Sendo um hotspot de biodiversidade e considerada a segunda eco-
região mais ameaçada de extinção do planeta foi decretada Reserva da Biosfera pela
Unesco e Patrimônio Nacional, na Constituição Federal de 1988 (SOS MATA
ATLÂNTICA). Em 2005, a ONG Conservation International identificou 34 hotspots
localizados na mata atlântica, na qual representam 2,3% da cobertura total terrestre do
planeta, apesar de pequenas, estas áreas suportam mais da metade das plantas endêmicas
do planeta (JOPPA et al.,2011).
De acordo com estimativas do IBGE, 2010; cerca de 72% da população nacional
vive na Mata Atlântica, cerca de 145 milhões de habitantes em 3.429 municípios com
área total ou parcial inclusos no bioma. Prestando importantes serviços ambientais, como
a regulação do fluxo de mananciais hídricos, manutenção da fertilidade do solo, oferta de
belezas cênicas com suas paisagens, auxilio no equilíbrio climático e proteção escarpas e
encostas das serras, além de deter e preservar um patrimônio histórico e cultural imenso
(MMA,2010).
Com isso a Mata Atlântica sofre das mais variadas pressões antrópicas, sob pena
de comprometer o futuro da vida nas cidades e no campo: sem as matas ciliares, os rios,
lagos e represas ficarão cada vez mais poluídos e assoreados, inviabilizando a
disponibilidade de água para a população e agricultura que ficam à mercê da sazonalidade
de chuvas. A vegetação nos topos de morro e áreas muito íngremes, quando
desprotegidas, causam inúmeros prejuízos econômicos, sociais e ambientais.
Necessitando não somente de manutenção, mas de estratégias de recuperação
(MMA,2010).
Para isso, as áreas protegidas, como as Unidades de Conservação e as Terras
Indígenas, apresentam papel importante para amparar a da diversidade biológica e
cultural da Mata Atlântica.

2. LEGISLAÇÃO
A Constituição Federal desde 1988 declara a Mata Atlântica como Patrimônio
Nacional, e em 1993, quando foi editado o Decreto Federal n.750/93, que definiu
legalmente os termos da proteção específica para os ecossistemas integrantes nesse
bioma. O Decreto Federal n.750/93 vigorou até a sua revogação, em 2008, pelo Decreto
n.6.660, ou seja, por quinze anos, durante os quais determinou práticas que nortearam a
atuação na sua proteção por todo o SISNAMA
Em 2006, foi aprovada a Lei 11.428, mais conhecida como Lei da Mata Atlântica.
No entanto, o texto do referido instrumento legal, bem como do Decreto Federal
n.6660/08, representa evidente retrocesso na proteção e flexibilização dos elementos
contidos no Decreto Federal n.750/93, sem que tenham ocorrido grandes alterações no
bioma (VARJABEDIAN, 2010).
Além da diretriz de que as áreas naturais remanescentes necessitam ser protegidas
e conectadas na paisagem, estudos indicam que evidenciar as causas e os efeitos da
fragmentação de ecossistemas são fundamentais e devem ser combatidos por políticas
públicas bem fundamentadas (RAMBALDI & SUÁREZ DE OLIVEIRA, 2003).
A grande dependência entre o equilíbrio dos ecossistemas aquáticos e a
preservação dos ecossistemas terrestres que os margeiam ou contornam, fato que implica
a sobrevivência da população e de muitos organismos, como os anfíbios e os peixes, estão
cada vez mais ameaçados pelas ações antrópicas no bioma da Mata Atlântica (MENEZES
et al., 2007).
A Lei 11.428 de dezembro de 2006, a Lei da Mata Atlântica, traz também avanços
expressivos na conservação e recuperação da vegetação nativa da Mata Atlântica, abrindo
a possibilidade dos municípios, incluídos total ou parcialmente no bioma, atuarem pro
ativamente na sua defesa. A lei dispõe sobre a utilização e proteção da vegetação nativa
do Bioma Mata Atlântica e em seu art.38, instituindo o Plano Municipal de Conservação
e Recuperação da Mata Atlântica. Na qual deve ser elaborado e implementado em cada
município abrangido pela Mata Atlântica, regulamentado pelo o art. 43 do Decreto no
6.660, de 21 de novembro de 2008 (SANTOS, 2014).
As normas de grande abrangência e repercussão, tais como os do Novo Código
Florestal, deverão ser observados e cumpridos, bem como várias outras que se relacionam
ou orientam como o licenciamento ambiental de uma atividade ou empreendimento
realizado tanto pela União, pelo Estado ou pelo Município, sofrendo alterações
importantes, revelando graves vícios de ordem técnica e legal, bem como permissividades
e flexibilizações incompatíveis com o atual nível de ameaça.

3. ESTRATÉGIAS DE CONSERVAÇÃO
Ecossistemas tropicais perturbados geralmente possuem alta capacidade de
regeneração natural, no entanto necessitam de fragmentos próximos para que realizam
como fonte de propágulos (GUARIGUATA & OSTERTAG, 2001).
A proteção legal de áreas naturais, através da criação de Unidades de Conservação
(UC) é considerada uma estratégia eficaz para garantir a manutenção, a longo prazo, dos
recursos naturais. As unidades são consideradas vitais para qualquer estratégia de
conservação da biodiversidade, funcionando como abrigo para as espécies quem não
conseguem sobreviver em ambientes alterados. Além disso, são áreas onde os processos
ecológicos ocorrem sem maiores intervenções antrópicas, possibilitando a manutenção
de serviços ambientais indispensáveis ao homem, e contribuindo para a preservação de
suas características culturais e históricas (OLIVEIRA, 2010).
A criação de unidades de conservação (SNUC-Sistema Nacional de Unidades de
Conservação da Natureza) é regulamentada pela Lei nº 9.985/2000 e o Decreto
4.340/2002. No Brasil, as unidades de conservação foram divididas em dois grupos: o
primeiro pelas Unidades de Proteção Integral onde a proteção da natureza é o principal
objetivo, por isso as normas e regras são mais restritas, permitido apenas o uso indireto
dos recursos naturais. O segundo grupo, contempla as Unidades de Uso Sustentável, que
visam conciliar a conservação da natureza com o uso sustentável dos recursos naturais.
(MMA,2010).
Vale ressaltar que a criação de Unidades de Conservação deve ser delimitada por
critérios atuais e confiáveis, de forma a preservar as áreas de maior prioridade para a
conservação da diversidade biológica, suscetibilidade às ações do ser humano e com
recursos naturais ainda significativos, englobando características bióticas e abióticas
(OLIVEIRA, 2010).
Ao contrário do que se pensa, as unidades de conservação não são ambientes
intocáveis e se mostram comprovadamente vantajosas para os municípios, visto que a sua
manutenção pode diminuir ou evitar acidentes naturais ocasionados por enchentes e
desabamentos; possibilitar a manutenção da qualidade do ar, do solo e dos recursos
hídricos; permitir o incremento de atividades relacionadas ao turismo ecológico, e
proporcionar a geração de emprego e renda. Diversos municípios brasileiros se abastecem
de água oriunda de unidades de conservação, o que prova a importância socioambiental
destes locais. As UCs são exemplos de como é possível compatibilizar o desenvolvimento
econômico com preservação ambiental. (MMA,2010).
Após a criação de uma Unidade de Conservação (UC), deve-se compor um plano
de manejo, este deve ser elaborado no prazo máximo de cinco anos e elaborado em função
dos objetivos gerais pelos quais a UC foi criada. O plano de manejo é um documento
consistente, feito a partir de estudos que inclui diagnósticos biológicos, físicos e sociais.
O plano estabelece ações a serem desenvolvidas e manejo dos recursos naturais da UC,
seu entorno e, quando for o caso, os corredores ecológicos a ela associados, podendo
também incluir a implantação de estruturas físícas dentro da UC, visando minimizar os
impactos negativos sobre a UC, garantir a manutenção dos processos ecológicos e
prevenir a simplificação dos sistemas naturais. Uma das ferramentas mais importantes do
plano de manejo é o zoneamento da UC, que a organiza espacialmente em zonas sob
diferentes graus de proteção e regras de uso. (MMA, 2010).
Brooks & Rylands (2003) afirmam que inserir o entorno das áreas protegidas no
planejamento e manejo dos recursos naturais é fundamental, mesmo nas maiores UCs da
Mata Atlântica, a área é insuficiente para suportar a manutenção de predadores de topo e
grandes mamíferos, importantes para o equilíbrio da biota em qualquer ecossistema.
O uso e manejo dos recursos naturais permitidos dentro de cada UC variam
conforme sua categoria, que é definida a partir do objetivo da sua criação. Em outras
palavras, é importante que na escolha da categoria de uma UC seja levado em conta as
potencialidades e especificidades de uso que o espaço dispõe para que ela seja uma
oportunidade de efetivação de desenvolvimento local. (MMA, 2010).
3.1. Unidades de Conservação em Sergipe

No estado de Sergipe existe quinze Unidades de Conservação da natureza, sendo


três particulares, três do governo federal, duas municipais e sete estaduais, sendo que duas
das estaduais está em fase de recategorização (SEMARH, 2010). Para o cumprimento dos
objetivos das unidades do estado, a SEMARH fará a implantação do seu conjunto de UCs,
com a recategorização daquelas unidades conflitantes com a legislação vigente.
(VASCONCELOS, 2013).
Diversas unidades de conservação em Sergipe estão inseridas no Bioma Mata
Atlântica, sendo elas (SEMARH, 2010; VASCONCELOS, 2013):
Parque Nacional - PARNA da Serra de Itabaiana – Com cerca 8.030 hectares de
Mata Atlântica, envolve a Serra de Itabaiana e localiza-se nos municípios de Areia
Branca, Itaporanga, Campo do Brito, Itabaiana e Laranjeiras. Sendo administrada pelo
ICMBio Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e IBAMA.
Floresta Nacional FLONA de Ibura – Composta por 144,16 hectares em área de
Mata Atlântica com formações de floresta estacional semidecidual nos estágios médio e
avançado de regeneração, em associação com manguezal. Localizada nos municípios de
Nossa Senhora do socorro e Laranjeiras. É administrada pelo ICMBio Instituto Chico
Mendes de Conservação da Biodiversidade.
Área de Proteção Ambiental Morro do Urubu – Maior remanescente de mata
atlântica em área urbana de Aracaju, limita-se ao Norte com o rio do Sal, ao Leste com o
rio Sergipe, e ao Sul e Oeste com as áreas urbanas da zona Norte de Aracaju. Sofre com
a pressão urbana e se descaracteriza cada vez mais, comprometido, sobretudo pela
invasão, construção e urbanização das favelas na área.
Refúgio de Vida Silvestre Mata do Junco – Localizado no município de Capela, é
um dos maiores remanescentes florestais do Estado, com área total aproximada de 766
ha. Tem objetivo de preservar um fragmento de Mata Atlântica, considerada um dos 34
hotspots mundiais, devido a presença de espécies ameaçadas, a exemplo de Pyriglena
atra (rendeira-dos-olhos-de-fogo) (BRASIL, 2003) e do macaco-guigó (Callicebus
coimbrai) (Jerusalinsky, 2006)
As Reservas Particulares de Proteção Natural (RPPN), apresentam escassez de
estudos e informações, vale mencionar: Fonte da Bica, Bom Jardim e Marinheiro.
4. CONCLUSÕES
Diante de toda a magnitude biológica intrínseca a Mata Atlântica, fica de maneira
inquestionável a imposição do dever de conservar, preservar e restaurar a Mata Atlântica.
Cabendo aos mecanismos jurídicos serem reguladoras e eficientes no resguardo ambiental
do país, observando as regras e restrições para uso e exploração das florestas nativas e
mais eficientemente na restauração de ambientes indevidamente suprimidos e punição
dos devidos responsáveis.
Ainda que incipiente, consegue-se visualizar, um crescente empenho por parte do
poder público e da sociedade na proteção desse importante bem, indispensável à
qualidade de vida humana, promovendo uma efetiva utilização sustentável dos recursos
naturais.
5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BRASIL/MMA. 2003. Instrução Normativa N.03, de 27 de maio de 2003. In: Lista
Oficial das Espécies da Fauna Brasileira Ameaçadas de Extinção. Ministério do Meio
Ambiente (MMA), Brasília. Diário Oficial da União – Seção 1. 101: 88–97.

BROOKS, T. E; RYLANDS, A.B. Species on the brink: critically endangered terrestrial


vertebrates. In: C. Galindo-Leal e I. de G. Câmara. The Atlantic forest of South
America: biodiversity status, threats and outlook. 2003. pp 360-371. Island Press,
Washington, D.C.

Decreto Nº 6.660, de 21 de Novembro de 2008. Regulamenta dispositivos da Lei nº


11.428, de 22 de dezembro de 2006, que dispõe sobre a utilização e proteção da vegetação
nativa do Bioma Mata Atlântica.

GUARIGUATA, M. R. E.; OSTERTAG, R. Neotropical secondary forest succession:


Changes in structural and functional charactiristics – Forest ecology and management.
2001.

JERUSALINSKY, L., OLIVEIRA, M.M., PEREIRA, R.F., SANTANA, V., BASTOS,


P.C. &, FERRARI, S F. 2006. Preliminary evaluation of the conservation status of
Callicebus coimbrai Kobayashi & Langguth, 1999 in the Brazilian state of Sergipe.
Primate Conservation. v.21.

JOPPA, L.N.; ROBERTS, D.L.; MYERS, N.; PIMM, S.L. Biodiversity hotspots house
most undiscovered plant species. PNAS 108. 2011.

Lei nº 11.428/2006 - Dispõe sobre a utilização e proteção da vegetação nativa do Bioma


Mata Atlântica, e dá outras providências.

MENEZES, N.A., WEITZMAN, S.H., OYAKAWA, O. T., LIMA, F.C.T. de, CASTRO,
R.M.C., & WEITZMAN, M.J. 2007. Peixes de água doce de Mata Atlântica: lista
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neotropicais. Museu de Zoologia – Universidade de São Paulo.

MMA - MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Mata Atlântica: patrimônio nacional dos


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Núcleo Mata Atlântica e Pampa; organizadores Maura Campanili [e] Wigold Bertoldo
Schaffer. – Brasília: MMA, 2010. 408 p.
RAMBALDI, D. M.; SUÁREZ DE OLIVEIRA, D. M. (Org.) Fragmentação de
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OLIVEIRA, J. C. C.; BARBOSA, J. H. C.. Roteiro para criação de unidades de


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SEMARH - SECRETARIA DE ESTADO DO MEIO AMBIENTE E RECURSOS


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VARJABEDIAN, Roberto. Lei da Mata Atlântica: retrocesso ambiental. Revista


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VASCONCELOS, C.A.; OLIVEIRA, A.G.V.; FARIAS, M.C.V. UNIDADES DE


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Congresso Nacional de Educação Ambiental, V Encontro Nordestino de Biogeografia.
Paraíba, 2013.