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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO TÉCNICA E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO TÉCNICA E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM METALURGIA

MODALIDADE: SUBSEQUENTE

CAMPUS DE SIMÕES FILHO

DEZEMBRO/2015

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia

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Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia 2 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO TÉCNICO DE

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM METALURGIA

CNPJ: 10764307/0006-27 Razão Social: INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA - IFBA CAMPUS: SIMÕES FILHO Esfera Administrativa: FEDERAL Endereço: Via Universitária, S/N, Pitanguinha Cidade/UF/CEP: Simões Filho / BA CEP: 43.700-000 Telefone/Fax: (71) 3396-8400/ (71) 3396-9540 Site da Unidade: http://www.simoesfilho.ifba.edu.br/ E-mail de contato: coordmetal_sf@ifba.edu.br Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais Modalidade: Subsequente

Habilitação, qualificações e especializações

1. Habilitação: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO EM METALURGIA

Carga Horária: 1200h

Plano Curso Técnico de Nível Médio em Metalurgia – Modalidade: Subsequente Campus: Simões Filho

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Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia 3 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO TÉCNICA E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA

Reitor

Renato da Anunciação Filho

Diretor do Campus de Simões Filho

Rui Carlos de Sousa Mota

Diretoria de Ensino

Cláudia Cunha Torres da Silva

Coordenador do Curso Técnico em Metalurgia

Maria Cléa Soares de Albuquerque

Equipe de Elaboração

Prof a . Maria Cléa Soares de Albuquerque, D.Sc. Prof. Esly Cesar Marinho da Silva, D.Sc. Prof. José Jorge Mendes de Freitas, D.Sc. Prof. Luis Alberto Dantas Barbosa, D.Sc. Prof. Jefferson Caponero, D.Sc.

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SUMÁRIO

1 – APRESENTAÇÃO DO CAMPUS........................................................................................................5

  • 1.1 IDENTIFICAÇÃO DO CURSO...................................................................................................................6

  • 1.2 JUSTIFICATIVA......................................................................................................................................7

  • 1.3 OBJETIVOS.........................................................................................................................................14

    • 1.3.1 Geral..........................................................................................................................................14

    • 1.3.2 Específicos.................................................................................................................................14

  • 1.4 CARACTERISTICAS

  • GERAIS

    DO

    CURSO................................................................................................16

    • II – REQUISITOS DE ACESSO

      • 2.1 PROCESSO DE SELEÇÃO......................................................................................................................17

    III – PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO DOS EGRESSOS DO CURSO.........................18 IV – ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO............................................................................19

    • 4.1 COMPONENTES CURRICULARES..........................................................................................................22

      • 4.1.1. Matriz Curricular.....................................................................................................................22

      • 4.1.2. Planejamento dos Componentes Curriculares de cada etapa.................................................23

  • 4.2 ORIENTAÇÕES METODOLÓGICAS........................................................................................................47

  • 4.3 PRÁTICA PROFISSIONAL INTRÍNSECA AO

  • CURRÍCULO.........................................................................48

    • 4.4 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO...........................................................................................49

    V – CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS...........52

    • VI – CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO........................................................................................................56

      • 6.1 CONCEPÇÃO DE AVALIAÇÃO..............................................................................................................56

    6.2 SISTEMA DE AVALIAÇÃO..................................................................................................................57 VII – BIBLIOTECA, INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS...............................................................64

    • 7.1 ACERVO DA BIBLIOTECA ...................................................................................................................64

    • 7.2 INSTALAÇÕES ...................................................................................................................................64

    • 7.3 EQUIPAMENTOS ............................................................................................................................69

    VII - PERFIL DO PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO ENVOLVIDO NO CURSO

    ........................

    78

    IX –DIPLOMAS EMITIDOS...................................................................................................................96 X - REFERÊNCIAS..................................................................................................................................97

    • XI - ANEXOS

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    I – APRESENTAÇÃO DO CAMPUS

    No início da década de 1980 foi instalado no município de Simões Filho, no bairro de Pitanguinha, em uma fazenda, onde se encontra uma das nascentes do rio Ipitanga (um dos principais abastecedores de água da região metropolitana), a Unidade do Centro de Educação Tecnológica da Bahia (CENTEC), procedente de Salvador, mais precisamente do bairro de Monte Serrat [1]. O CENTEC, criado na década de 1970 pela Lei nº 6.344/76, firmou-se como importante centro de formação de Técnicos de Nível Superior, os Tecnólogos. Naquela época, o Estado vivia um período de mudanças, reformas e desenvolvimento: crescimento das atividades industriais, principalmente o Centro Industrial de Aratu (CIA) e o Polo Industrial de Camaçari [1]. O CENTEC atuou por duas décadas formando profissionais em cursos de graduação tecnológica em manutenção elétrica e mecânica, processos petroquímicos, produção siderúrgica, telecomunicações e administração hoteleira. Durante esse período, firmou-se como Instituição modelo pela qualidade de ensino, como também, pelas excelentes instalações físicas de salas de aula e laboratórios, muitas vezes, reconhecida e requisitada pelas indústrias para serviços de ensaios e análises químicas [1]. Em 1993, por força da Lei nº 8.711, de 28 de setembro de 1993, o CENTEC e a Escola Técnica Federal da Bahia (ETFBA) fundiram-se para formar o Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia (CEFET-BA) [2]. A Unidade de Simões Filho passou a funcionar como extensão da então Sede, situada no bairro do Barbalho, em Salvador, sendo chamada de Centro de Treinamento e Desenvolvimento de Recursos Humanos (CTDRH).

    Em 2006, o Governo Federal, a partir do Plano de Expansão da Rede Federal de Ensino Profissional, objetivando ampliar os espaços de formação profissional e elevar o nível de escolaridade de um número cada vez maior de jovens e adultos, determinou ao

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    CEFET-BA a tarefa de implantar a 1ª etapa da expansão. Com isso, foram criados os Campi de Simões Filho (nas instalações do antigo CENTEC), Santo Amaro, Porto Seguro e Camaçari, tendo as duas primeiras iniciado as suas atividades em 2006 e as duas últimas em 2007 [3]. Com a transformação do CEFET-BA no ano de 2008 em Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA), a Unidade de Simões Filho foi transformada em Campus, através da Lei nº 11.892/2008, ganhando autonomia administrativa e financeira [4]. Desde então, o campus encontra-se em fase de transição com a proposta de ofertar cursos de nível superior e Educação de Jovens e Adultos (EJA), devido ao novo formato do IFBA com status de universidade. A importância estratégica deste Campus para a região é de fundamental relevância por oferecer suporte de recursos humanos com capacidade técnica reconhecida para a área industrial, cada vez mais presente nos municípios da Região Metropolitana de Salvador (RMS). Ao herdar as instalações do antigo CENTEC, o Campus de Simões Filho se destaca dos demais campi pela grande disponibilidade de espaço físico, com 340 mil m², sendo destes, 16 mil metros de área construída, o que lhe confere um potencial de crescimento, limitado, obviamente, pela disponibilidade de recursos financeiros e humanos [5]. Além da infraestrutura, o Campus conta com um quadro de pessoal técnico e docente que se compromete com os objetivos institucionais e proporciona à comunidade local um ensino profissional gratuito e de qualidade [1]. No quadro de pessoal técnico estão presentes profissionais de administração, bibliotecários, técnicos de laboratórios, audiovisual, comunicação, serviço social, pedagogia, psicologia, transporte, saúde, enfim um elenco de profissionais atuando dentro de uma estrutura singular de uma instituição com capacidade de oferecer o suporte necessário ao desenvolvimento das atividades acadêmicas.

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    Já o corpo docente, é composto de profissionais das áreas das ciências naturais, humanas, linguagem, matemática, desenho e áreas técnicas, relacionadas aos cursos Técnicos de Manutenção Mecânica Industrial, Metalurgia, Eletromecânica, Petróleo e Gás e Licenciatura em Eletromecânica.

    • 1.1 Missão do IFBA

    Promover a formação do cidadão histórico-crítico, oferecendo ensino, pesquisa e extensão com qualidade socialmente referenciada, objetivando o desenvolvimento sustentável do país.

    • 1.2 Identificação do Curso

    O presente documento apresenta o projeto pedagógico do curso Técnico de Nível Médio em Metalurgia, na modalidade subsequente. O curso é ofertado em consonância à Resolução nº 03/2008 do Conselho Nacional de Educação (CNE) e organizado dentro do eixo tecnológico de Controle e Processos Industriais do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos [6, 7].

    • 1.3 Justificativa

    Localizado na região Nordeste do Brasil, o estado da Bahia possui uma área de 564.733,081 km 2 , sendo o quinto maior estado brasileiro em extensão e, segundo os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, tem uma população estimada em 2015 de 15.203.934 habitantes. A capital, Salvador, de acordo com a última atualização do Censo de 2010, tem aproximadamente 2.902.927 habitantes [8]. A Bahia está localizada na região do semiárido, sendo este o clima predominante no interior do estado. No litoral e nos municípios com até 300 m de altitude, em relação ao nível do mar, o clima é tropical.

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    O relevo do estado é composto principalmente por planaltos, mas também existem planícies e depressões. Um dos grandes destaques do turismo baiano é a Chapada Diamantina, em uma região de serras no centro do Estado. O rio mais importante da Bahia

    é o São Francisco, que cruza o estado do sul para o norte. Outros rios importantes são: o Paraguaçu, de Contas, Jequitinhonha, Pardo, Capivari e Grande [9]. A partir do ano 2000, o mercado de trabalho brasileiro voltou a aquecer, obtendo crescimento econômico, redução das taxas de desemprego, aumento do emprego formal e queda da informalidade.

    A partir do Relatório Anual de Informações Sociais (Rais), disponibilizado pelo

    Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), as regiões Norte e Nordeste obtiveram as maiores variações relativa de postos de trabalho entre os anos de 2002 e 2012, respectivamente, com crescimentos de 102,2% e 77,3%. Nestas duas regiões, as unidades federativas da Bahia (2,3 milhões trabalhadores), Pernambuco (1,7 milhão), Ceará (1,4 milhão), Pará (1 milhão) merecem destaque do ponto de vista de criação de empregos em 2012 [10]. Segundo, Rodrigo Leandro de Moura, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV), o Nordeste é a região que vem apresentando maior crescimento em termos de emprego e a que mais contribuiu para a queda do desemprego [11]. A introdução de novos segmentos industriais na Bahia (automobilístico, papel e celulose, calçadista, entre outros) e a

    expansão de outros setores, já existentes, permitiram uma maior diversificação na economia baiana, fortalecendo a estrutura econômica do estado [12]. O aumento da produção e do emprego proporcionou o crescimento do PIB, como mostrado na Tabela 1 abaixo.

    Tabela 1 – Crescimento Anual do Produto Interno Bruto (PIB) no Estado da Bahia [13]

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    No terceiro trimestre de 2014, o Produto Interno Bruto (PIB) baiano registrou

    expansão de 0,6%, na comparação com o mesmo período de 2013.

    Na comparação com

    o trimestre imediatamente anterior, houve retração de 1,7%, desaceleração que é

    habitual no ritmo

    entre o 2º e 3º

    O

    baixo

    terceiro trimestre

    determinado

    Ano

    Bahia

    Brasil

    • 2010 6,60

    7,50

    • 2011 4,10

    2,70

    • 2012 3,90

    0,90

    • 2013 3,00

    2,30

    de

    atividade

    trimestre.

    crescimento do

    na

    Bahia

    foi

    basicamente pela

    redução no ritmo de expansão da agropecuária e pela retração no setor industrial, a qual

    foi influenciada pela queda tanto na produção da indústria de transformação quanto na construção civil. Segundo o diretor da SEI, mesmo com essa desaceleração, enxerga-se uma perspectiva positiva em médio prazo para a economia do Estado em face do processo de maturação de projetos estruturantes nas áreas de infraestrutura, logística e atividades industriais, a exemplo da Fiol (Ferrovia de Integração Oeste Leste), dos polos Acrílico e Naval, mineração e energia eólica, a partir dos quais serão investidos na Bahia cerca de R$ 50,7 bilhões entre 2014 e 2016 [14]. Estes investimentos contribuirão para melhorar a estrutura produtiva do estado, como por exemplo, o segmento de energia eólica, mineração, indústria naval e a consolidação do Polo Industrial de Camaçari. Responsável por 26,6% da formação do PIB do estado da Bahia, a indústria é o setor mais dinâmico da economia. O elevado grau de concentração geográfica é outra característica marcante da atividade econômica do estado. Apenas duas regiões, a Metropolitana de Salvador (RMS) e o Recôncavo Baiano, respondem por 60,4 % do Valor Adicionado Bruto Industrial do estado [15].

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    Integrado à Região Metropolitana de Salvador (RMS), o município de Simões Filho ampliou sua participação na vida econômica e social da Bahia, tornando-se um dos seus mais atraentes polos de investimentos. Situado geograficamente a uma altitude de 52 metros do nível do mar, o município fica a 22 Km da capital do Estado numa área de 192,163 Km 2 , que corresponde a quase 4% da área da RMS . A cidade de Simões Filho conta com importantes cidades vizinhas como Camaçari, Candeias, Lauro de Freitas, São Sebastião do Passé e São Francisco do Conde, dentre outros municípios situados no Recôncavo Baiano. Registra, com data de referência estimada em 01 de Julho 2014, uma população de 131.630 pessoas residentes, conforme apresentada na Tabela 3 [16].

    Tabela 3 – População Estimada da Região Metropolitana de Salvador (RMS) [16].

     

    População

    Municípios

    Área (Km 2 )

    Estimada

    Região Metropolitana Salvador – RMS

    de

    4.056,92

    3.884.435

    Salvador

    706,799

    2.902.927

    Camaçari

    759,802

    281.413

    Lauro de Freitas

    59,905

    188.013

    Simões Filho

    192,163

    131.630

    Candeias

    264,487

    88.308

    No contexto econômico, pode-se considerar o Centro Industrial de Aratu (CIA) e o Complexo Petroquímico de Camaçari (COPEC) como sendo os dois marcos mais importantes para a economia local.

    O Centro Industrial de Aratu (CIA) é um complexo industrial multissetorial, fundado em 1967 e localizado na Região Metropolitana de Salvador nos municípios de Simões Filho e Candeias. Em sua área encontra-se em operação o Porto de Aratu, além de empreendimentos dos segmentos químico, metal-mecânico, componentes para

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    calçados, alimentício, metalúrgico, moveleiro, de minerais não metálicos, plásticos, fertilizantes, eletroeletrônicos, bebidas, logística, têxtil, serviços e comércio e mais recentemente o segmento Termelétrico.

    Situado às margens

    da

    BR

    324,

    a

    18

    km

    da

    capital,

    14 km do Aeroporto

    Internacional Dep. Luís Eduardo Magalhães, 20 km da Refinaria Landulpho Alves e 25 km do Porto de Salvador, possui 150 km de vias internas pavimentadas e sinalizadas.

    Com 144 empresas, sendo 121 empresas em Simões Filho e 23 empresas em Candeias, o Centro Industrial de Aratu gera, aproximadamente, 13.530 mão de obra direta [17].

    O Polo Industrial de Camaçari é o primeiro complexo petroquímico planejado do País e o maior complexo industrial do Hemisfério Sul. Fundado em 1978, supera as crises mercadológicas e apresenta características marcantes de expansão e diversificação industrial. Mais de 90 empresas, dos mais variados ramos fazem parte do complexo: automotivas, de celulose, metalurgia do cobre, têxtil, de bebidas, de serviços e 34 empresas químicas e petroquímicas.

    O Polo investe na sua modernização com a introdução de novas tecnologias sem abrir mão dos profissionais locais. Desta forma, ele continua se posicionando como âncora do desenvolvimento da Bahia, sendo responsável por 30% do PIB estadual (podendo chegar a 50% se contada a Refinaria Landulpho Alves) e 35% das exportações baianas, com capacidade instalada acima de 11,5 milhões de toneladas/ano de produtos químicos e petroquímicos básicos, intermediários e finais e com faturamento anual em torno de US$ 15 bilhões.

    Alguns dos maiores empreendimentos implantados no estado, nos anos recentes, estão localizados no Polo de Camaçari, sendo, parte deles, líderes no segmento em que atuam: Braskem – maior empreendimento privado do Brasil; Ford – o maior investimento da montadora no mundo com produção de 250 mil veículos/ano; Dow Química - única produtora no país de TDI – diisocianato de tolueno; Continental – primeira unidade no Brasil e Bridgestone/Firestone que juntas produzem 9 milhões de pneus/ano; Paranapanema, antiga Caraíba Metais – principal produtor de cobre eletrolítico do país, proveniente da mina Caraíba, no município de Jaguarari, no semi-

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    árido Baiano; Bahia Pulp – única indústria que produz celulose solúvel com alto teor de pureza em toda a América Latina e Deten – única produtora no país de LAB, matéria prima básica para a produção de detergentes biodegradáveis.

    Em funcionamento desde 29 de junho de 1978, o Polo Petroquímico de Camaçari chega hoje aos 37 anos vivendo um processo de crescimento voltado essencialmente para a ponta das cadeias produtivas.

    Os novos empreendimentos, a exemplo do Polo Acrílico – liderados pela Basf, com parceria da Braskem e participação da Kimberly-Clark, a montadora da JAC Motors e a fábrica de cosméticos/central de distribuição de O Boticário, vão gerar mais de 17 mil novos postos de trabalho, assim como uma demanda estimada de cinco mil profissionais para reposição de mão de obra.

    Para que essas oportunidades possam ser aproveitadas de forma plena, a educação profissionalizante encontra-se descrita entre a série de condições, descritas na Política Industrial do Estado [18].

    É sob estes aspectos que, através do IFBA, o Campus de Simões Filho oferece, há catorze anos, o Curso Técnico em Metalurgia, visando atender às necessidades do Município de Simões Filho e da Região Metropolitana de Salvador no que se refere à oferta de profissionais voltados não somente para o segmento industrial Metalúrgico (o que inclui a Paranapanema, a Gerdau, a Vale Manganês SA, a Ferbasa, e outras tantas de menor porte), além também de indústrias dos setores metal mecânico, automobilístico, petrolífero, de tratamento de superfícies, de fundição, construção mecânica e controle de qualidade, atuantes no Complexo Industrial de Aratu e no Complexo Petroquímico de Camaçari (COPEC).

    A designação do curso Técnico em Metalurgia está definida no catálogo Nacional de Cursos Técnicos (CNCT), instituído pelo parecer CNE/CEB 11/2008, implantado pela resolução n° 3 de 9 de julho de 2008. A forma de oferta do curso (integrada ao Ensino Médio e subsequente a essa etapa da Educação Básica), está de acordo com os Artigos 36-B e 36-C da Lei de Diretrizes e Bases N° 9.394 de 20 de dezembro de 1996

    [6,7,19].

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    De acordo com o Projeto Pedagógico Institucional [5]:

    As concepções dos currículos de cursos devem integrar a formação geral com formação técnica/tecnológica, observando a continuidade do ensino e a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão para prover a formação do indivíduo com conhecimentos técnicos bem como princípios éticos e de responsabilidade, valorizando a cidadania, o respeito mútuo, a solidariedade e o espírito coletivo, objetivando construir uma sociedade mais justa. Os currículos devem, ainda, ter compromisso com as realidades locais dos campi, visando atender as carências existentes e combater as desigualdades para alcançar o desenvolvimento socioeconômico, ambiental e tecnológico regional. Portanto, buscar uma concepção de currículo que aproxime mais o aluno das práticas de sua profissão.

    Tendo em vista a necessidade de adequação da estrutura curricular do curso Técnico em Metalurgia, em consonância ao que rege o Projeto Pedagógico Institucional [5] e à resolução CNE/CEB 06/2012 [20], a qual define as diretrizes curriculares nacionais para a educação profissional técnica de nível médio, a Comissão, formada pela equipe de elaboração deste documento e designada pelo Diretor do Campus, propôs algumas alterações na grade curricular que vinha sendo ofertada. As alterações envolvem a eliminação, inserção de algumas disciplinas e adequação de carga horária, de acordo com as sugestões apresentadas no Catálogo Nacional de Cursos Técnicos [6].

    A modificação sugerida na grade curricular pode ser justificada em função do mercado de trabalho cada vez mais competitivo e à necessidade das empresas por um profissional qualificado e diferenciado, com extenso conhecimento técnico. Aliado a isso, que tenham liderança suficiente a ponto de fazer parte dos grandes desafios relacionados à produção, fazendo-se uso cada vez menos de recursos de forma sustentável, com responsabilidade social e respeito ao meio-ambiente. As alterações envolvem, portanto, a seleção de um conjunto de disciplinas que visam formar um técnico em Metalurgia com uma base mais sólida nas ciências que governam os processos metalúrgicos. Tal proposta visa aumentar a inserção dos egressos do curso, atendendo de forma ampla e diversificada a demanda local da Região Metropolitana de Salvador. O curso será ministrado em dois anos com carga horária total de 1440

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    horas/aula, sendo 18 horas/aula por semana. Assim, as alterações sugeridas na matriz curricular do curso Técnico em Metalurgia, modalidade subsequente são apresentadas na Tabela 4 abaixo:

    Disciplinas incluídas na grade

    Disciplinas com nome e/ou Carga Horária alterada

    Disciplinas suprimidas da grade

    Elementos de Máquinas

    Química (60h)

    Língua Portuguesa (30h)

    (60h)

    Ensaios dos Materiais

    Eletricidade Básica (60h)

    Matemática (30h)

    (60h)

    Metais Não Ferrosos (60h)

    Metrologia (60h)

    Físico-Química (30h)

    Usinagem (60h)

    Desenho Técnico (60h)

    Física (30h)

    Sociologia (30h)

    Inglês Técnico (30h)

    Elementos de Metalurgia

     

    (60h)

     

    Informática Aplicada

    Equipamentos Industriais

    (60h)

    (60h)

     

    Metalografia (60h)

    Gestão da Qualidade (30h)

     

    SMS (60h)

    Combustão (30h)

     

    ONQ (60h)

    Beneficiamento (30h)

     

    Siderurgia (60h)

    Inspeção de Equipamentos

     

    (90h)

     

    Tratamentos Térmicos

    Empreendedorismo (30h)

    (60h)

     

    Conformação Mecânica

    Normas Técnicas (30h)

    (60h)

    Disciplinas permaneceram i

    em nome e carga

    na grade

    Corrosão (60h)

    Instrumentação In

    (30h)

    Tecnologia dos M

    (60h)

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    Fundição (60h)

     

    Soldagem (60h)

    Tabela 4 - Alterações propostas na nova grade curricular do curso técnico de nível médio em Metalurgia

    1.3 Objetivos

    1.3.1 Geral

    Capacitar profissionais para atuarem sob a realidade regional e nacional vigente, em segmentos da Indústria metalúrgica, siderúrgica e metal/mecânica, com capacidade para planejar e supervisionar a execução de atividades de caráter técnico e profissional, aplicando métodos e processos apropriados em conformidade com as Normas Nacionais e Internacionais de produção, qualidade e gestão.

    1.3.2 Específicos

    Formar técnicos em Metalurgia com uma base de conhecimentos instrumentais, científicos e tecnológicos necessários a atender as constantes mudanças do mercado de trabalho.

    Capacitar profissionais para atuar no projeto e operação de sistemas industriais de extração e beneficiamento de minérios, além também dos processos de obtenção e transformação de materiais metálicos.

    Capacitar profissionais a desempenhar funções relacionadas à supervisão e controle dos processos industriais de preparação transformação de matérias-primas e insumos;

    Formar profissionais capazes de aplicar técnicas de medição e realizar ensaios mecânicos para qualificação e seleção de materiais.

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    Capacitar profissionais para usar a metalografia, como ferramenta da metalurgia, e, em particular, em todo o espectro dos produtos siderúrgicos.

    Formar profissionais para atuar no setor de fundição, de conformação mecânica e de tratamentos térmicos dos metais e suas ligas, com capacidade para exercer atividades de orientação e de acompanhamento de todo o processo de produção, visando à racionalização do trabalho e o controle de qualidade do produto final, de acordo com normas vigentes.

    Capacitar profissionais para atuar em empresas nas quais os metais são utilizados em seu processo produtivo, seja de forma manual ou automatizada, nas etapas de laminação a quente, extrusão, trefilação, forjamento, entre outros.

    Capacitar profissionais para disseminar as boas práticas de gestão da qualidade integradas com a preocupação com a segurança dos trabalhadores e a preservação ambiental;

    Capacitar profissionais para identificar e prevenir situações potencialmente propícias aos processos de corrosão, tanto em equipamentos quanto em outros produtos, a partir do conhecimento dos meios, formas e mecanismos relacionados à corrosão e de sua relação com os materiais metálicos e não metálicos, ferrosos e não ferrosos;

    Capacitar profissionais a conhecer os métodos de tratamento dos minerais que dão origem aos metais não ferrosos, tais como o cobre, o alumínio e o zinco, as suas propriedades, aplicações e os processos metalúrgicos extrativos que lhes são aplicados.

    Formar profissionais capazes de executar operações de soldagem, serralheria, ferraria e reparos de estruturas metálicas.

    Contribuir na formação humanística do futuro técnico em metalurgia, com vistas nas responsabilidades socioambiental e de gestão;

    Capacitar profissionais para atender a legislação profissional com atribuições condizentes às Resoluções relativas a atribuições profissionais do CONFEA – Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia e CREA – Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia.

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    17

    1.4 Características do Curso

    Nível: Educação Profissional Técnica de Nível Médio na modalidade Subsequente

    Forma de oferta: Presencial

    Tempo de duração do curso: 2 anos

    Turno de oferta: Noturno

    Horário de oferta do curso: 18h10 as 21h30

    Carga horária total: 1200h

    Carga horária de estágio: 240h

    Tipo de matricula: por Módulo

    Regime: Modular

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    18

    II – REQUISITOS DE ACESSO

    2.1 Processo de Seleção

    Número máximo de vagas do curso: 40 (quarenta) alunos por turma. Número mínimo de vagas do curso: 20 (vinte) alunos por turma. Ano de criação do curso: 2006, de acordo com a resolução nº 16 de 27 de setembro de 2006 [21]. Requisitos de acesso ao Curso: O acesso regular ao curso Técnico em Metalurgia é realizado através de processo de seleção e obedece aos trâmites de todos os cursos técnicos do IFBA. Segundo critérios institucionais, consta de uma prova com caráter interdisciplinar, objetivando avaliar competências e habilidades básicas das áreas de Linguagens, Ciências da Natureza e Matemática, além de uma redação. A escolaridade requerida para ingresso ao curso é o ensino médio concluído.

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    III – PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO

    Este projeto apresenta uma proposta de um novo modelo de organização curricular de nível técnico, a qual privilegia as exigências de um mercado de trabalho cada vez mais competitivo e dinâmico, no sentido de oferecer à sociedade uma formação profissional de bom nível, com duração compatível com os ciclos tecnológicos e, principalmente, mais relacionada com a atualidade dos requisitos profissionais.

    A princípio, o Técnico em Metalurgia poderá assumir responsabilidades inerentes à execução de atividades relativas à sua área de formação, sob a supervisão de um profissional mais experiente, o qual determinará sua autonomia com base no nível de complexidade da tarefa a ser realizada. Vale ressaltar que o aumento de sua responsabilidade e de sua autonomia na execução dessas atividades profissionais dependerão da consolidação de sua formação profissional, a qual só poderá ser conseguida através da experiência prática no desenvolvimento de atividades relativas à sua formação.

    No campo de atuação, o Técnico em Metalurgia poderá exercer atividades na área da produção metalúrgica, siderúrgica e metal/mecânica sob a supervisão de um engenheiro, podendo assumir a coordenação de grupos de trabalho, nos seguintes ramos da atividade industrial: Indústrias metalmecânica, siderúrgica, automobilística, naval, petrolífera, de extração e beneficiamento de minérios, de tratamento de superfícies e de fundição [6].

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    IV – ORGANIZAÇÃO CURRICULAR

    De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio [19], os currículos dos cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio devem proporcionar aos estudantes:

    I - Diálogo com diversos campos do trabalho, cultura como referências fundamentais de sua formação;

    da ciência, da tecnologia e da

    II - Elementos para compreender e discutir as relações sociais de produção e de trabalho, bem como as especificidades históricas nas sociedades contemporâneas;

    III - Recursos para exercer sua profissão com competência, idoneidade intelectual e tecnológica, autonomia e responsabilidade, orientados por princípios éticos, estéticos e políticos, bem como compromissos com a construção de uma sociedade democrática;

    IV - Domínio intelectual das tecnologias pertinentes ao eixo tecnológico do curso, de modo a permitir progressivo desenvolvimento profissional e capacidade de construir novos conhecimentos e desenvolver novas competências profissionais com autonomia intelectual;

    V - Instrumentais

    de cada habilitação,

    por meio da vivência

    de diferentes

    situações práticas de estudo e de trabalho;

    VI - Fundamentos de empreendedorismo, cooperativismo, tecnologia da informação, legislação trabalhista, ética profissional, gestão ambiental, segurança do trabalho, gestão da inovação e iniciação científica, gestão de pessoas e gestão da qualidade social e ambiental do trabalho.

    Nesse sentido, a organização curricular deve aproximar mais o aluno das práticas de sua profissão, tendo o trabalho como princípio educativo, sua integração com a ciência, a tecnologia e a cultura, mantendo a indissociabilidade entre teoria e prática no processo de ensino – aprendizagem.

    Neste projeto, a Organização Curricular foi estruturada em quatro módulos, além do Estágio Supervisionado, detalhado no item 4.4.

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    21

    O primeiro módulo visa construir as competências introdutórias. Os dois módulos seguintes visam trabalhar as competências chaves e o quarto módulo busca consolidar as competências específicas.

    Com a realização dos quatro módulos e do Estágio Supervisionado, o estudante completará o grupo de competências, estando apto a exercer as atividades como Técnico em Metalurgia e receberá o respectivo diploma.

    Na Tabela 5 é apresentado o desenho curricular que contempla a estrutura geral de competências em cada módulo:

    Tabela 5 – Estrutura geral de competências em cada módulo da grade curricular

    MÓDULO 1

    MÓDULO 2

    MÓDULO 3

    MÓDULO 4

    Estágio

    Competências

    Competências

    Competências

    Competências

    Curricular

    Introdutórias

    Específicas

    Específicas

    Específicas

    (240 horas)

    (300 horas)

    (300 horas)

    (300 horas)

    (300 horas)

    Na Tabela 6 são apresentados os grupos de competências para cada módulo. O grupo de competências é representado como uma sigla (GCXX) com a respectiva carga horária. Os conteúdos destas disciplinas são detalhados no item 4.1.2.

    Tabela 6 - Distribuição de Competências em cada módulo da grade curricular

    MÓDULO 1

    MÓDULO 2

    MÓDULO 3

    MÓDULO 4

    ESTÁGIO

    CURRICULAR

    GC

    CH

    GC

    CH

    GC

    CH

    GC

    CH

    GC

    CH

    GC01

    30

    GC07

    60

    GC12

    30

    GC18

    60

    Estágio

    240

    GC02

    60

    GC08

    60

    GC13

    30

    GC19

    60

     

    GC03

    30

    GC09

    60

    GC14

    60

    GC20

    60

    GC04

    60

    GC10

    60

    GC15

    60

    GC21

    60

    GC05

    60

    GC11

    60

    GC16

    60

    GC22

    60

    GC06

    60

     

    GC17

    60

     
     

    TOTAL

    300

    TOTAL

    300

    TOTAL

    300

    TOTAL

    300

    TOTAL

    1200

     

    CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO

    1440

    LEGENDA: GC = GRUPO DE COMPETÊNCIAS / CH = CARGA HORÁRIA

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    O acompanhamento aos alunos se dará de forma contínua e processual e aquele que não for habilitado em um ou mais Grupo de Competências de um determinado módulo, deverá repetir o mesmo fazendo a recomposição somente das competências nas quais não foi habilitado, obtendo dispensa das demais.

    O fluxograma a seguir apresenta a estrutura do curso, desde o ingresso do aluno até a sua formação.

    Entrada Exame de Seleção 1° MÓDULO 300 horas 2° MÓDULO 300 horas 3° MÓDULO 300 horas
    Entrada
    Exame de Seleção
    1° MÓDULO
    300
    horas
    2° MÓDULO
    300
    horas
    3° MÓDULO
    300
    horas
    4° MÓDULO
    300 horas
    Estágio Curricular
    Supervisionado
    Habilitação Técnica
    em Metalurgia

    Diploma de Técnico em Metalurgia

    Figura 1 - Fluxograma da estrutura curricular do curso técnico em Metalurgia.

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    4.1 Componentes Curriculares

    4.1.1 Matriz curricular

    FORMA SUBSEQUENTE AO ENSINO MÉDIO

       

    DISCIPLINAS

    CARGA HORÁRIA

    CARGA HORÁRIA

    SEMANAL (h)

    SEMESTRAL (h)

    GC01

    Eletricidade Básica

    2

    30

    MÓDULO I

    GC02

    Informática Aplicada

    4

    60

    GC03

    Inglês Técnico

    2

    30

    GC04

    Química

    4

    60

    GC05

    Metrologia

    4

    60

    GC06

    Desenho Técnico

    4

    60

     

    TOTAL

    20

    300h

    MÓDULO II

    GC07

    Segurança, Meio Ambiente e Saúde (SMS)

    4

    60

    GC08

    Elementos de Máquinas

    4

    60

    GC09

    Metalografia

    4

    60

    GC10

    Tecnologia dos Materiais

    4

    60

    GC11

    Metais Não Ferrosos

    4

    60

    TOTAL

    20

    300h

     

    GC12

    Instrumentação Industrial

    2

    30

    MÓDULO III

    GC13

    Sociologia

    2

    30

    GC14

    Usinagem

    4

    60

    GC15

    Organização, Normas e Qualidade (ONQ)

    4

    60

    GC16

    Tratamentos Térmicos

    4

    60

    GC17

    Ensaios dos Materiais

    4

    60

     

    TOTAL

    300

    MÓDULO IV

    GC18

    Conformação Mecânica

    4

    60

    GC19

    Fundição

    4

    60

    GC20

    Soldagem

    4

    60

    GC21

    Corrosão

    4

    60

    GC22

    Siderurgia

    4

    60

    TOTAL

    300

     

    CARGA HORÁRIA TEÓRICA TOTAL

    1200

     

    ESTÁGIO SUPERVISIONADO / TCC

    240

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    4.1.2 Planejamento dos componentes curriculares de cada etapa

    Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais Curso: Técnico de Nível Médio em Metalurgia Disciplina: GC01 - Eletricidade Básica

    Período Letivo:

    Carga-Horária: 30h

    Semanais: 2h

     

    HABILIDADES

    CONHECIMENTOS

    Conhecer, aplicar e interpretar os princípios, fundamentos e leis que regem os circuitos elétricos Identificar as grandezas elétricas e sua forma de medição. Identificar as grandezas elétricas em placas de equipamentos.

    Fundamentos de Eletricidade: Estrutura atômica, Campo elétrico, Campo Magnético. Grandezas Elétricas: Representação, convenções, unidades e multiplicadores. Materiais elétricos: Condutores, semicondutores, isolantes e magnéticos.

    METODOLOGIA

    AVALIAÇÃO

    Aulas teóricas expositivas em sala de aula (quadro branco e pincel, slides e projetor).

    Desenvolvimento de pesquisa prévia sobre o conteúdo das aulas, com apresentação no caderno.

    Aulas práticas expositivas acompanhadas de montagens experimentais ou observação.

    Avaliação escrita individual.

     

    BIBLIOGRAFIA BÁSICA

    LIMA JUNIOR, Almir Wirth. Eletricidade & eletrônica básica. 3. ed. rev. Rio de Janeiro: Alta Books, 2009. 294 p. ISBN 9788576083290. VAN VALKENBURGH, Nooger & Neville; NEVILLE INC. Eletricidade básica v.1. Rio de Janeiro: Ao Livro técnico, 1992. Não paginado (Série Common Core; 1). ISBN 852150085-8 (broch.).

    SAY, M. G. Eletricidade geral: dispositivos e aplicações. [São Paulo]: Hemus, c2004. 250 p. ISBN

    9788528905199.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    AIUB, Jose Eduardo; FILONI, Enio. Eletrônica: eletricidade corrente contínua. 14 ed. São Paulo:

    Érica, 2006. 190 p. ISBN 8571948100 (broch.). Capuano, Francisco G; Marino, Maria Aparecida Mendes. Laboratório de eletricidade e eletrônica. 22 ed. Sao Paulo: Erica, 1988. 309 p. Bibliografia: p. [309]. CALÇADA, Caio Sérgio; SAMPAIO, José Luiz. Física clássica: Eletricidade. São Paulo: Atual, 1985. Não paginado. Nahvi, Mahmood; Edminister, Joseph. Tradução: Guilherme Moutinho Ribeiro.Teoria e problemas de circuitos elétricos. 2 ed. Porto Alegre: Bookman, 2005. 478 p. (Coleção Schaum). SILVA FILHO, Matheus Teodoro. Fundamentos de eletricidade. Rio de Janeiro: LTC, c2007. xii, 151 p. ISBN 9788521615361

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    Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais Curso: Técnico de Nível Médio em Metalurgia Disciplina: GC02 – Informática Aplicada

    Período Letivo:

    Carga-Horária: 60h

    Semanais: 4h

     

    HABILIDADES

    CONHECIMENTOS

    Utilizar desenhos e outros documentos em meio eletrônicos elaborados através de programas de CADs e SOLIDWORKS.

    Software de CAD Sistemas de coordenadas bidimensionais;

    Conhecer e aplicar programa de CAD. Conhecer a aplicar programa Solidworks.

    comandos básicos e avançados de edição de desenho; Execução e edição de textos em desenho técnico;

    Elaborar desenhos e croquis através de programas de CADs. Elaborar desenhos utilizando o solidworks – modelagem sólida, paramétrica.

    Comandos para geração de cotas; utilização e geração de camadas; Utilização de comandos de visualização e plotagem de desenhos; Desenhos de elementos de máquinas em 2D/3D. Software Solidworks Modelagem sólida, paramétrica

    METODOLOGIA

    AVALIAÇÃO

    Aula expositiva. Atividades práticas. Exercícios individuais. Estudo dirigido. Pesquisa. Utilização da computação gráfica associando aos princípios e fundamentos do desenho técnico.

    Processual Qualitativa e Quantitativa. Formativa. Em no mínimo três momentos distintos no processo, cujo peso será de 4-3-3.

    BIBLIOGRAFIA BÁSICA

    FIALHO, A. B. Solidworks Premium. Teoria e Prática no desenvolvimento de Produtos Industriais. São Paulo: Erica, 2012. LIMA, CLAUDIA CAMPOS. Estudo Dirigido de Autocad 2009. São Paulo: Ed. Érica, 2008. VENDITTI, Marcus Vinicius dos Reis. Desenho Técnico sem Prancheta com AutoCAD 2010. Florianópolis: Visual Books, 2010.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    HETEM, Jr. A. Computação Gráfica. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2006. SILVEIRA NETO, Walter Dutra; COUTO, Rita Maria de S.; ROSA Silvana Bernardes; A aplicação do tutorial no ensino de software gráfico, direcionado ao método de Educação a Distância. In: Anais P&D 2008. São Paulo, SP: AEND, 2008. POLLONI, Enrico Giulio Franco. FEDELI, Ricardo Daniel. Introdução a ciência da Computação. São Paulo – SP: Pioneira Thomson Learning, 2003.

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    Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais Curso: Técnico de Nível Médio em Metalurgia Disciplina: GC03 - Inglês Técnico

    Período Letivo:

    Carga-Horária: 30h

    Semanais: 2h

     
     

    HABILIDADES

     

    CONHECIMENTO

    Compreender textos

    técnicos

    da

    área

    de

    Prediction; Gêneros textuais;

    metalurgia em língua inglesa;

     

    Skimming; Informação não-verbal;

    Reconhecer

    conteúdos

    linguísticos

    tais

    como

    Pronomes; Referência Pronominal;

    vocabulário e relações sintáticas para compreensão básica do uso da língua; Verificar noções e conceitos sobre estrutura e organização de textos.

    Scanning; Question Words; Inferência Contextual; Grupos Nominais e função das palavras no texto; Estrutura de Parágrafos; Marcadores Discursivos (conjunções); Marcas Verbais I, II, III (Simple Present; Present Continuous, Simple Past; Passive voice); Afixos

     

    METODOLOGIA

     

    AVALIAÇÃO

    As aulas são de natureza teórico-prática. O conteúdo teórico é apresentado por meio de aulas expositivas (com apresentação de slides, demonstração de análises comparativas entre estruturas do português e inglês) seguido da aplicação das teorias em atividades com textos específicos. A correção das atividades é efetivada aberta e coletivamente para fins de fixação dos temas discutidos.

    Devem ser avaliadas regularmente a frequência e a participação nas atividades práticas em cada aula; a efetivação de trabalhos de análise de textos em dupla com e sem auxílio de dicionários, assim como são aplicadas avaliações formais (teste e/ou prova) em dois momentos do curso.

     

    BIBLIOGRAFIA BÁSICA

    MUNHOZ, Rosângela. Inglês Instrumental: estratégias de leitura. São Paulo: Texto Novo, 2000. GUANDALINI, Eiter Otávio. Técnicas de Leitura em Inglês. São Paulo: Texto Novo, 2002. SOUZA, Adriana Grade Fiori (et al). Leitura em Língua Inglesa: uma abordagem instrumental. São Paulo: Disal, 2005.

     

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    ALMEIDA, Rubens Queiroz. As palavras mais comuns da língua inglesa. São Paulo: Editora Novatec,

    2003.

    FERRO, Jefferson. Around the world: Introdução à leitura em língua inglesa. Paraná: IBPEX, 2006. FURSTENAU, Eugênio. Novo dicionário de termos técnicos inglês-português. 24.ed. São Paulo:

    Globo, 2005. TORRES, Nelson: Gramática prática da língua inglesa: o inglês descomplicado. São Paulo: Editora

    Saraiva,2001.

    LAPKOSKI, Graziella Araújo de Oliveira. Do texto ao sentido: teoria e prática de leitura em língua Inglesa. Paraná: IBPEX, 2010.

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    Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais Curso: Técnico de Nível Médio em Metalurgia Disciplina: GC04 - Química

    Período Letivo:

    Carga-Horária: 60h

    Semanais: 4h

     

    HABILIDADES

    CONHECIMENTOS

    Reconhecer as semelhanças existentes entre dois ou mais átomos. Saber fazer a distribuição eletrônica em níveis, sub-níveis e orbitais. Diferenciar substância simples de composta a partir da fórmula molecular. Identificar um fenômeno como físico ou

    1. A matéria e suas transformações: estados físicos da matéria, mudanças de estado, gráficos de aquecimento e resfriamento, substâncias puras (simples e compostas), misturas (homogênea e heterogênea), propriedades gerais, funcionais e específicas da matéria, análise imediata (processos de

    químico. Identificar o melhor método para separar uma mistura. Interpretar gráficos de aquecimento e resfriamento. Comparar dois ou mais elementos químicos em relação às suas propriedades periódicas. Saber fazer a fórmula eletrônica e iônica para um composto iônico Saber fazer a fórmula eletrônica e estrutural para um composto covalente. Reconhecer se determinado composto é iônico ou molecular a partir de sua fórmula. Prever as propriedades de um composto a partir

    separação de misturas homogênea e heterogênea). 2. A constituição da matéria: Composição da matéria: evolução do modelo atômico. O modelo atômico atual: distribuição eletrônica, números quânticos. Principais características do átomo e suas relações: número atômico, número de massa, semelhanças atômicas. 3. Tabela Periódica e propriedades periódicas. 4. Ligações químicas: iônicas, covalentes e metálicas. Propriedades dos compostos iônicos, propriedades dos compostos covalentes, propriedades dos metais. 5. Reações químicas em metalurgia: reações de

    óxido-

    redução; oxidante e redutor.

    de sua fórmula. Reconhecer as propriedades dos metais.

    6. Eletroquímica: pilhas, funcionamento, cátodo e ânodo, eletrólito; espontaneidade de uma reação; Corrosão e proteção de metais. 7. Eletroquímica: Eletrólise: Leis de Faraday; previsão de produtos de eletrólises em meio aquoso e fundido. Eletro-refino de metais.

    METODOLOGIA

    AVALIAÇÃO

    Aulas teóricas e práticas, participação dos alunos com perguntas pertinentes aos assuntos.

    Serão realizadas duas provas, valendo 3 e 4 pontos cada e um conjunto de atividades que somam 3 pontos, composto por atividades práticas, listas de exercícios, trabalhos de pesquisa e visita técnica.

    BIBLIOGRAFIA BÁSICA

     

    USBERCO, João; Salvador, Edgard. Química Geral. 12ª.ed. São Paulo: Saraiva, 2006. FELTRE, Ricardo; Fundamentos da Química. Volume único. São Paulo:

    Moderna, 4ª Ed. 2005. RUSSELL, J. B; Química Geral. Vol 1 e 2. São Paulo: Makron Books, 2ª Ed. 2004

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    Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais Curso: Técnico de Nível Médio em Metalurgia Disciplina: GC05 -
    Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais
    Curso: Técnico de Nível Médio em Metalurgia
    Disciplina: GC05 - Metrologia
    Carga-Horária: 60h
    HABILIDADES
    Período Letivo:
    Semanais: 4h
    CONHECIMENTOS
    Habilitar os alunos a identificar e comparar as
    unidades dimensionais mais utilizados em
    processos de fabricação industriais com
    relação a peças, componentes, acessórios e
    detalhamento de projetos mecânicos com a
    utilização de instrumentos atualizados para
    medições lineares e angulares.
    Conceito de medição; histórico das unidades básicas
    de medidas; métodos diretos e indiretos de medição;
    prefixos gregos e latinos para classificar os múltiplos
    e submúltiplos do metro; sistema internacional de
    unidades; sistema métrico e inglês; conversão de
    unidades; milímetros; polegada milésima e
    fracionária; cuidados básicos no manuseio de
    instrumentos de medidas; manutenção dos
    instrumentos; Normas aplicadas ao controle
    ambiental das instrumentos; aferição periódica dos
    instrumentos; acondicionamento quando fora de uso;
    características; tipos de técnicas aplicadas aos
    instrumentos de medição como régua graduada, trena
    graduada, paquímetro, micrômetro, goniômetro,
    relógios comparadores e blocos padrões.
    METODOLOGIA
    AVALIAÇÃO
    Aulas teóricas: Lousa; aulas expositivas para
    fixação dos conhecimentos.
    Aulas práticas: Aulas em laboratório
    climatizado com aplicação prática de
    medições de peças diversas com os seguintes
    instrumentos: Régua graduada: Leitura e
    manuseio; Paquímetro: leitura e manuseio;
    Micrômetro: Leitura, tipos e manuseio;
    Relógio comparador: acessórios, leitura e
    manuseio; Goniômetro: Leitura e manuseio.
    Teórica por assuntos relacionados, conversões de
    unidades e simulação com desenhos de instrumentos e
    escalas.
    Prática por instrumentos e técnicas de medição.
    BIBLIOGRAFIA BÁSICA
    ALBERTAZZI, Armando; SOUSA, André Roberto de. Fundamentos de metrologia científica e
    industrial. Barueri, SP: Manole, 2008. 408 p. ISBN 978852042116-1
    UNHA, Lauro Salles; CRAVENCO, Marcelo Padovani. Manual prático do mecânico. Curitiba:
    Hemus, 2007. 584 p. (Contendo todas as tabelas técnicas). ISBN 9788528905069.
    BRASILIENSE, Mário Zanella. O paquímetro sem mistério. Rio de Janeiro: Interciência, 2000.
    ISBN 85-7193-034-1.
    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
    INMETRO INST. NAC. DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE
    INDUSTRIAL. Quadro geral de unidades de medida: resolução do CONMETRO N.º 12/1988. 2.
    ed. Brasília: INMETRO, 2000.
    LIRA, Francisco Adval de. Metrologia na Indústria. 7.ed. São Paulo: Érica, 2009. 248 p ISBN
    9788571947832.
    Apostila Metrologia IFBA
    Apostila de Metrologia Mecânica, SENAI - ES
    Metrologia, telecurso 2000

    Plano Curso Técnico de Nível Médio em Metalurgia – Modalidade: Subsequente Campus: Simões Filho

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    29

    Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais Curso: Técnico de Nível Médio em Metalurgia Disciplina: GC06 – Desenho Técnico

    Período Letivo:

    Carga-Horária: 60h

    Semanais: 4h

     

    HABILIDADES

    CONHECIMENTOS

    Percepção espacial; Desenvolver a percepção visual; Adquirir a linguagem gráfica; Analisar graficamente peças e componentes mecânicos; Visão plana bidimensional; Visão plana tridimensional; Utilizar a metrologia linear e angular; Desenvolvimento psicomotor; Ler e interpretar o desenho técnico, em particular o desenho mecânico; Aplicar normas técnicas relativas ao desenho técnico; Aplicar normas técnicas relativas ao desenho técnico mecânico; Elaborar Desenhos técnicos utilizando instrumentos; Elaborar croquis à mão livre.

    Geometria Euclidiana (plana), Figuras Planas, Sólidos, Perímetro, Área, Volumes, Caligrafia Técnica, Projeção Ortogonal, Escalas, Desenho Projetivo, Aplicação de linhas – NBR 8403, Perspectiva, Vistas Técnicas, 1º Diedro, Supressão de vistas, Cortes e Seções, Hachuras Aplicação da NBR 10126 – Cotagem, Croquis Representação gráfica de elementos de máquinas, Tolerância Dimensional, Tolerância geométrica, Rugosidade superficial

    METODOLOGIA

    AVALIAÇÃO

    Aula expositiva. Atividades práticas. Exercícios individuais. Estudo dirigido. Pesquisa.

    Processual Qualitativa e Quantitativa. Formativa. Em no mínimo três momentos distintos no processo, cujo peso será de 4-3-3.

    BIBLIOGRAFIA BÁSICA

    FRENCH, Thomas E.; VIERCK, Charles. Desenho técnico e tecnologia gráfica. 6. ed. São Paulo:

    Editora Globo, 1999. SILVA, Arlindo et al. Desenho técnico moderno. 4.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012. STRAUHS, F. do R. Desenho técnico. 1. ed. Curitiba: Base Editora, 2010.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    MANFÉ, G. Desenho técnico mecânico – Vol. 1. São Paulo: Hemus, 2004. MANFÉ, G. Desenho técnico mecânico – Vol. 2. São Paulo: Hemus, 2004. MANFÉ, G. Desenho técnico mecânico – Vol. 3. São Paulo: Hemus, 2004. SCHNEIDER, W. Desenho técnico industrial. 1. ed. São Paulo: Hemus, 2008. STRAUHS, F. do R. Desenho técnico. 1. ed. Curitiba: Base Editora, 2010.

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    30

    Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais Curso: Técnico de Nível Médio em Metalurgia Disciplina: GC07 – Segurança, Meio Ambiente e Saúde (SMS)

    Período Letivo:

    Carga-Horária: 60h

    Semanais: 4h

     

    HABILIDADES

    CONHECIMENTOS

    Identificar, avaliar e controlar os riscos ambientais, a fim de evitar acidentes, doenças e de prevenir impactos ambientais negativos, principalmente no ambiente de trabalho.

    Higiene e Segurança do Trabalho, NR´s 05, 06, 07, 09, 10, 12, 15, 16, 17, 23, 33 e 35, acidente do trabalho, investigação de acidente, inspeção de segurança, mapa de risco, legislação previdenciária, noções de primeiros socorros, meio ambiente, resíduos, fontes de energia, impactos ambientais (ar, água e solo) e noções de sustentabilidade.

    METODOLOGIA

    AVALIAÇÃO

    Aula expositiva com discussão participativa. Filmes, visitas técnicas, palestras com convidados e estudos dirigidos.

    Trabalhos, pesquisas, seminários e prova.

    BIBLIOGRAFIA BÁSICA

     

    BADIA, João Carlos Newman; RIBEIRO, Dagnon da Silva. Supervisor Técnico de SMS – Higiene e Segurança do Trabalho. PETROBRAS, CEFET-RS e PROMINP: Pelotas, 49p., 2006. BADIA, João Carlos Newman; RIBEIRO, Dagnon da Silva. Supervisor Técnico de SMS – Inspeção de Segurança. PETROBRAS, CEFET-RS e PROMINP: Pelotas, 12p., 2006. BADIA, João Carlos Newman; RIBEIRO, Dagnon da Silva. Supervisor Técnico de SMS – Prevenção e Combate a Incêndios. PETROBRAS, CEFET-RS e PROMINP: Pelotas, 20p., 2006.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

     

    SCHNEIDER, Magda Maronice Machado. Supervisor Técnico de SMS – Primeiros Socorros. PETROBRAS, CEFET-RS e PROMINP: Pelotas, 49p., 2006.

    Segurança e Medicina do Trabalho. Atlas: São Paulo, 51ª ed., 700p., 2002. ZOCCHIO, Álvaro. Prática da Prevenção de Acidentes – ABC da Segurança do Trabalho. Atlas:

    São Paulo, 7ª ed., 278p., 2002. SALIBA, Tuffi Messias. Manual Prático de Higiene Ocupacional e PPRA. 4a Edição. Editora LTC,

    2013.

    Sites:

    Plano Curso Técnico de Nível Médio em Metalurgia – Modalidade: Subsequente Campus: Simões Filho

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    31

    Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais Curso: Técnico de Nível Médio em Mecânica Disciplina: GC08 -

    Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais Curso: Técnico de Nível Médio em Mecânica Disciplina: GC08 - Elementos de Máquinas Carga-Horária: 30h

    HABILIDADES Identificar elementos mecânicos de máquinas. Conhecer detalhes construtivos, tipos, função, materiais de fabricação e nomenclatura

    HABILIDADES

    Identificar elementos mecânicos de máquinas. Conhecer detalhes construtivos, tipos, função, materiais de fabricação e nomenclatura dos elementos de máquinas. Conhecer normas e procedimentos de seleção dos elementos de máquinas. Especificar corretamente os elementos de máquinas. Identificar os esforços a que estão submetidos os elementos de máquinas.

    METODOLOGIA

    Aulas expositivas Aulas práticas em laboratório Resolução de exercícios

    HABILIDADES Identificar elementos mecânicos de máquinas. Conhecer detalhes construtivos, tipos, função, materiais de fabricação e nomenclatura
    Período Letivo: Semanais: 2h
    Período Letivo:
    Semanais: 2h
    Período Letivo: Semanais: 2h CONHECIMENTOS Elementos de fixação Chavetas Elementos de apoio Molas Elementos de transmissão

    CONHECIMENTOS

    Elementos de fixação Chavetas Elementos de apoio Molas Elementos de transmissão Eixos e árvores Cames Cabo de aço Acoplamentos Elementos de vedação

    AVALIAÇÃO
    AVALIAÇÃO

    Atividades práticas em grupo (identificação, especificação e montagem de elementos de máquinas) Avaliações escritas individuais. Listas de exercício. Trabalhos de pesquisa.

    Período Letivo: Semanais: 2h CONHECIMENTOS Elementos de fixação Chavetas Elementos de apoio Molas Elementos de transmissão

    BIBLIOGRAFIA BÁSICA

    MELCONIAN, Janeiro 1966. S.
    MELCONIAN,
    Janeiro 1966.
    S.
    MELCONIAN, Janeiro 1966. S.

    NIEMANN, G. Elementos de Máquinas Vols. 1, 2, 3. Ed. Edgard Blücher. São Paulo, 2002.

    Érica, 2008.
    Érica, 2008.
    Érica, 2008.

    FAIRES, V. M. Elementos Orgânicos de Máquinas. SEDAGRA, Ao Livro Técnico S.A, Rio de

       

    Elementos de máquinas. 9. ed. rev. São Paulo:

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    SHIGLEI, Joseph Edward. Elementos de Máquinas. Editora Livros Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 1984. JUVINALL,
    SHIGLEI, Joseph Edward. Elementos de Máquinas. Editora Livros Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 1984. JUVINALL,

    SHIGLEI, Joseph Edward. Elementos de Máquinas. Editora Livros Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro, 1984. JUVINALL, R. C. e MARSHEK, K. M., Projeto de Componentes de Máquinas, LTC, Rio de Janeiro, 2008. CUNHA; L. S. Manual Prático do Mecânico. São Paulo: Editora Hemus, 661p. PROVENZA, F. Projetista de Máquinas, São Paulo: Escola Protec, 1991, 46ª edição. CASILLAS, A. L., Máquinas - Formulário Técnico. São Paulo: Ed. Mestre JOU, 1981.

    Plano Curso Técnico de Nível Médio em Metalurgia – Modalidade: Subsequente Campus: Simões Filho

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    32

    Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais Curso: Técnico de Nível Médio em Mecânica Disciplina: GC09 Metalografia

    Período Letivo:

    Carga-Horária: 60h

    Semanais: 4h

     

    HABILIDADES

    CONHECIMENTOS

    Conhecer as principais ligas binárias existentes e seus diagramas de fase, bem como a microestrutura formada durante as várias etapas do seu resfriamento; Relacionar composição química e estrutura metalúrgica às propriedades físicas e mecânicas dos materiais metálicos Conhecer as principais técnicas de preparação de amostra para análises metalográficas, no escopo da macrografia e micrografia;

    Aços e Ferros fundidos: Estrutura cristalina, Caracterização e Composição Química. Diagramas de Fases: Fases, Mistura de Fases, Solução Sólida, Diagramas de Fase em condições de equilíbrio, Sistemas Isomorfos e Microestrutura, Diagrama de Fases Fe-C, Microestruturas, ligas hipoeutetóides e hipereutetóides, Determinação das fases, composição e quantidades das fases; Introdução à Metalografia: Definição de Metalografia, Técnicas de Análise metalográfica: Macrografia e Micrografia Macrografia: Preparação, exame e interpretação dos resultados Micrografia: Preparação, exame e interpretação dos resultados

    METODOLOGIA

    AVALIAÇÃO

    Aulas teóricas expositivas em sala de aula fazendo uso de recursos de audiovisual (Datashow e quadro branco). Aulas práticas em laboratório

    Serão realizadas avaliações individuais escritas ou em grupo. A participação nas atividades e em sala de aula servirá também como forma de avaliação do conteúdo trabalhado.

    BIBLIOGRAFIA BÁSICA

    COLPAERT, H. Metalografia dos Produtos Siderúrgicos Comuns. 4 ed. São Paulo: Edgard Blucher, 2008. 652p. COLPAERT, H. Metalografia dos Produtos Siderúrgicos Comuns. 3 ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1974. 412p.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    FAZANO, C.A.T.V. A Prática Metalográfica. São Paulo: Hemus, 1980. 453p. CALLISTER, William D Jr; RETHWISCH, David G. Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012. 816 p. CALLISTER JR.; WILLIAM D. Fundamentos da Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Abordagem Integrada, 2ª ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2006. 702 p. SHACKELFORD, JAMES F. Ciência dos Materiais. 6ª ed. São Paulo: Pearson, 2008.

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    33

    Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais Curso: Técnico de Nível Médio em Metalurgia Disciplina: GC10 - Tecnologia dos Materiais

    Período Letivo:

    Carga-Horária: 60h

    Semanais: 4h

     

    HABILIDADES

    CONHECIMENTOS

    Conhecer os tipos de materiais e como as suas respectivas estruturas influenciam as suas propriedades; Identificar as principais imperfeições dos materiais e como estas influenciam o seu

    1.Classificação dos Materiais da ciência e engenharia 2.Estruturas dos Materiais; 3.Imperfeições nos sólidos; 4.Propriedades mecânicas dos materiais;

    comportamento mecânico; Compreender como as propriedades mecânicas são medidas e o que representam; Compreender os mecanismos que estão por trás das técnicas usadas para aumentar a resistência dos materiais; Identificar a natureza das discordâncias e o seu papel no processo de deformação plástica;

    5.Mecanismos de Deformação e aumento da resistência mecânica;

    METODOLOGIA

    AVALIAÇÃO

    Aulas teóricas expositivas em sala de aula fazendo uso de recursos de audiovisual (Datashow e quadro branco).

    Serão realizadas avaliações individuais escritas ou em grupo. A participação nas atividades e em sala de aula servirá também como forma de avaliação do conteúdo trabalhado.

    BIBLIOGRAFIA BÁSICA

    CALLISTER, William D Jr; RETHWISCH, David G. Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012. 816 p. CALLISTER JR.; WILLIAM D. Fundamentos da Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Abordagem Integrada, 2ª ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2006. 702 p. SHACKELFORD, JAMES F. Ciência dos Materiais. 6ª ed. São Paulo: Pearson, 2008.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    ASKELAND, D. R.; Phulé, P. P. Ciência e Engenharia dos Materiais. São Paulo: Cencage Learning, 2008. 594 p. ASHBY, M. F., JONES, D.R.H. Engenharia de Materiais: Uma introdução a Propriedades, Aplicações e Projeto, Volume I, Trad. da 3ª edição. Rio de Janeiro: Elsevier Editora Ltda, 2007.

    371p.

    ASHBY, Michael; JONES, David R. H. Engenharia de materiais: uma introdução a propriedades, aplicações e projeto. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007. v.2. 436 p. VAN VLACK L. H. Principios de Ciencia e Tecnologia dos Materiais. Sao Paulo : Edgar Blucher, 2002. 427 p CALLISTER JR.; WILLIAM D. Ciência e engenharia de materiais, 5ª edição. Rio de Janeiro:

    Livros Técnicos e Científicos, 2002. 589 p.

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    34

    Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais Curso: Técnico de Nível Médio em Metalurgia Disciplina: GC11 - Metais não ferrosos

    Período Letivo:

    Carga-Horária: 60h

    Semanais: 4h

     

    HABILIDADES

    CONHECIMENTOS

    Classificar os metais entre ferrosos e não ferrosos; Acompanhar industrialmente os processos metalúrgicos extrativos dos seguintes metais:

    Conhecer os métodos de tratamento dos minerais que dão origem aos metais não ferrosos; Conhecer propriedades e aplicações dos metais

    cobre, alumínio e zinco. Aplicar revestimentos de metais não ferrosos (Zn e Cu) por eletrólise.

    não ferrosos e suas ligas; Conhecer a metalurgia dos óxidos e sulfetos; Conhecer os processos metalúrgicos extrativos aplicados aos metais não ferrosos.

    METODOLOGIA

    AVALIAÇÃO

    Aulas expositivas e exercícios de fixação; Listas de Exercícios; Apresentações com Data show; Vídeos didáticos; Demonstrações práticas.

    Avaliação processual; Provas escritas e orais; Atividades em sala de aula pontuadas; Relatórios de demonstrações práticas; Relatórios de visitas técnicas; Seminários.

    BIBLIOGRAFIA BÁSICA

    Gill, C. B. Nonferrous extractive metallurgy . New York: John Wiley & Sons, 1988; F. Habashi. Handbook of Extractive Metallurgy, Wiley-VCH, 1997; Coutinho, C. Bottrel. Materiais metálicos para engenharia. Belo Horizonte: Fundação Christiano Ottoni, 1992.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    Callister Jr., W.D. Ciência e Engenharia dos Materiais - Uma Introdução - 8ª Ed. (e anteriores). Rio de Janeiro, LTC, 2012; Habashi, F. Textbook of Pyrometallurgy. Univ. Laval. Québec: 2002; Habashi, F. Principles of Extractive Metallurgy –Vol. 1, 2 e 3 – Pyrometallurgy.Gordon &

    Breach.1986;

    Rosenqvist, T. Principles of extractive metallurgy. London: McGraw-Hill, 1983; ASM Metals Handbooks. Properties and selections: non ferrous alloys and pure metals; 2000.

    Plano Curso Técnico de Nível Médio em Metalurgia – Modalidade: Subsequente Campus: Simões Filho

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    35

    Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais Curso: Técnico de Nível Médio em Metalurgia Disciplina: GC12- Instrumentação Industrial

    Período Letivo:

    Semanais: 2h

    Carga-Horária: 30h

     

    HABILIDADES

    CONHECIMENTOS

    Ler e interpretar fluxogramas de instrumentação. Diferenciar os sensores, seus princípios de funcionamento e aplicações. Identificar os instrumentos para medição das variáveis industriais.

    Conceitos gerais sobre instrumentação industrial; Simbologia da instrumentação; Instrumentos para medição de pressão; Instrumentos para medição de nível; Instrumentos para medição de vazão; Instrumentos para medição de temperatura;

    Entender processos de medição de variáveis.

    Elementos finais de controle.

    METODOLOGIA

    AVALIAÇÃO

    Aulas expositivas, aulas práticas, exercícios sobre a aplicação do conteúdo apresentado e avaliação da aprendizagem.

    Teste teórico; Práticas em equipe; Prova individual

    BIBLIOGRAFIA BÁSICA

    • 1. BEGA,EgídioAlberto (Org.). Instrumentação Industrial. 2.ed. Rio de Janeiro: Interciência,

    2006. 583 p.

    • 2. FIALHO, Arivelto Bustamante. Instrumentação industrial: conceitos, aplicações e análises. 3

    ed. São Paulo: Érica, 2005. 276 p.

    • 3. SOISSON, Harold E. Instrumentação industrial. São Paulo: Hemus, 2002. 687 p.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    • 1. FRANCHI, Claiton Moro. Controle de processos industriais: princípios e aplicações. São Paulo: Érica, 2011. 255 p.

    • 2. SANTOS NETO, Miguel Pereira. Automação e controle de processos industriais. Simões Filho: Autor, 2012. 130 p.

    • 3. ALVES, José Luiz Loureiro. Instrumentação, controle e automação de processos. 2. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010. 201 p.

    • 4. BORTONI, Edson da Costa. Instrumentação e controle: apostila simplificada. Rio de Janeiro:

    Eletrobrás, [ca 2005]. 83 p. (Programa de eficientização industrial; Procel).

    • 5. IEEE TRANSACTIONS ON INDUSTRIAL ELECTRONICS. New York: IEEE PRESS,. Mensal.

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    36

    Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais Curso: Técnico de Nível Médio em Metalurgia Disciplina: GC13 - Sociologia

    Período Letivo:

    Carga-Horária: 30h

    Semanais: 2h

     
     

    HABILIDADES

    CONHECIMENTOS

    Exercer a cidadania nos seus diferentes âmbitos (movimentos sociais, sindicatos, comunidade ... ). Compreender a realidade nas suas dimensões social, política e econômica e suas interações com o mundo do trabalho.

    Origem da palavra trabalho. A percepção do trabalho em diferentes períodos da história e sua conexão com o sistema econômico. A contribuição de E. Durkheim, K. Marx e M. Weber sobre o mundo do trabalho. Modos de controle do trabalho: Taylorismo, Fordismo. Toyotismo. Liberalismo econômico, neoliberalismo e keynesianismo. Consenso de Washington. Precarização. Tercerização. Características do trabalho no Brasil. Tendências atuais no mundo do trabalho.

     

    METODOLOGIA

    AVALIAÇÃO

    Aulas expositivas - interativas abertas para discussão. Os alunos realizarão trabalhos individuais / grupo e seminários para incentivar a pesquisa e solidificar a capacidade de leitura, compreensão, raciocínio e aprofundamento dos conteúdos das leituras indicadas.

    Serão avaliados os diferentes trabalhos realizados ao longo do semestre. Presença e participação na sala de aula são elementos de ponderação.

     
     

    BIBLIOGRAFIA BÁSICA

    BRYM,

    ...

    (et

    al.) Sociologia: sua bússola para um novo mundo. São Paulo: Thompson

    Learning, 2006. GIDDENS, Anthony. SOCIOLOGIA. 4ª ed. Artmed. Porto Alegre, páginas23 até 36. GOUNET, TH. Fordismo e toyotismo na civilização do automóvel. Boitempo Editorial 1 ª Edição out. 1999 São Paulo

     

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    ANTUNES, R. Os sentidos do trabalho Ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho. 6ª ed. São Paulo: Boitempo, 2002. ANTUNES, R. O caracol sua concha, ensaios sobre a morfologia do trabalho. 1ª edição julho 2005. São Paulo: Boitempo Editorial. DIAS, R. Introdução à Sociologia Editora Pearson, 5ª reimpressão, São Paulo 2007. GOUNET, TH. Fordismo e toyotismo na civilização do automóvel. Boitempo Editorial 1 ª Edição out. 1999 São Paulo VASAPOLLO, L. O trabalho atípico e a precariedade. 1ª edição jul. 2005, São Paulo: Expressão Popular

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    37

    Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais Curso: Técnico de Nível Médio em Metalurgia Disciplina: GC14 -
    Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais
    Curso: Técnico de Nível Médio em Metalurgia
    Disciplina: GC14 - Usinagem
    Carga-Horária: 60h
    Período Letivo:
    Semanais: 4h
    HABILIDADES
    CONHECIMENTOS
    Identificar as bases fundamentais da usinagem.
    Identificar os principais processos de usinagem.
    Realizar cálculos necessários à usinagem.
    Identificar as ferramentas de corte para os
    principais processos de usinagem.
    Utilizar tabelas para realizar cálculos.
    Processos de usinagem: Torneamento;
    aplainamento; fresamento; brochamento;
    serramento; furação, por abrasão e métodos não
    tradicionais de usinagem.
    Prática: Experiências e trabalhos práticos
    relativos aos processos de fabricação
    mecânicos e respectivos a máquinas: torno,
    plaina, fresadora, furadeira, retífica. Cálculo e
    ajustes dos parâmetros pertinentes aos vários
    processos estudados.
    METODOLOGIA
    AVALIAÇÃO
    Aulas expositivas
    Consulta a catálogos de fabricante
    Trabalhos em equipes
    Processual e contínua utilizando as verificações
    de aprendizagem: provas, apresentações de
    seminários e relatório sobre a prática.
    BIBLIOGRAFIA BÁSICA
    ROSSI, Mario. Máquinas operatrizes modernas: comandos óleo dinâmicos, métodos de usinagem,
    utensílios, tempos de produção. Rio de Janeiro: Hoepli, c1970. 562 p.
    DINIZ, Anselmo Eduardo et al. Tecnologia da usinagem dos materiais . 5 ed. São Paulo: Artliber,
    2006.
    255 p. ISBN 8587296019.
    FERRARESI, Dino. Usinagem dos metais: fundamentos da usinagem dos metais. São Paulo:
    Edgard Blücher, 1970. 751 p. ISBN 9788521202578.
    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
    CHIAVERINI, V. Tecnologia Mecânica. Processos de Fabricação e Tratamento, V. III. 2 ed. São
    Paulo: McGraw-Hill Ltda, 1986. 315p.
    CUNHA, Lauro Salles. Manual prático do mecânico : torneiro, ajustador, fresador, ferramenteiro,
    controlador de qualidade, controlador de tempo, afiador de ferramentas, supervisor, técnico em
    máquinas operatrizes, supervisor de produção, desenhista e técnico . São Paulo: Hemus, 1972. 552
    p.
    MACHADO, Alisson Rocha et al. Teoria da usinagem dos materiais . 1.ed. São Paulo: Blucher,
    2009.
    371 p. ISBN 978-85-212-0452-7.
    USINAGEM de ultra precisão. 5 ed. São Carlos: Rima, FAPESP, 2004. 276 p. ISBN 8586552798
    CASILLAS, A. L. Máquinas: formulário técnico . São Paulo: Mestre Jou, [ca 1999]. 634 p. ISBN
    8587068032.

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    38

    Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais Curso: Técnico de Nível Médio em Metalurgia Disciplina: GC15 - ONQ

    Período Letivo:

    Semanais: 4h

    Carga-Horária: 60h

     

    HABILIDADES

    CONHECIMENTOS

    Compreender a relação entre a empresa e o sistema econômico:

    Introdução: Fatores de produção e geração de riqueza, Evolução dos modos de produção e da

    Identificar os fatores do sistema econômico Associar o sistema econômico à empresa Compreender os fundamentos da gestão das empresas e sua visão sistêmica:

    apropriação da riqueza, Empresa, Classificação econômica, fiscal e jurídica das empresas, Teoria clássica da Administração e modelos de operações, Abordagem Clássica da Administração – Taylor,

    Identificar empresas dos vários segmentos econômicos e suas dinâmicas internas a partir de uma visão sistêmica. Conhecer ferramentas de qualidade, administrativas e de gestão. Identificar problemas e utilizar ferramentas da qualidade para detectar, conhecer e resolver os mesmos.

    Produção em massa (Fordismo), Abordagem Clássica da Administração – Fayol, Funções da Administração, Produção enxuta (Toyotismo) Administração de operações: Abordagem sistêmica da administração, Entradas, processamentos e saídas de sistemas. Operações da produção: volume, variedade, variação e contato com o consumidor; Desempenho da produção: qualidade, rapidez, confiabilidade, flexibilidade e custo. Empreendedorismo: Limites e possibilidades do empreendedorismo no contexto atual, Construção de ideias de negócios Organograma: Tipos de organização e seus respectivos organogramas, Gestão da qualidade: Histórico da gestão da qualidade, Modelos da qualidade, Modelo do 5S Modelo da ISO Série 9.000, Modelo da Qualidade Total, Modelo da Reengenharia, Novos modelos de gestão, Ferramentas administrativas, estatísticas e da qualidade: Organograma, Fluxograma, Lista de verificação, Brainstorming, Diagrama de Pareto, Diagrama de causa e efeito, Estratificação, Histograma, Diagrama de dispersão, Gráficos de controle, Ciclo PDCA, 5W1H, Normatização e padronização

    METODOLOGIA

    AVALIAÇÃO

    Aulas expositivas, dinâmicas em grupo e uso de recursos audiovisuais.

    Aspectos a serem avaliados: Competência número 1, Competência número 2, Competência número 3; Instrumentos/procedimentos utilizados: Vídeo e atividade em grupo, Trabalho em grupo associando a teoria sobre a visão sistêmica da Administração e um exemplo prático de um local de trabalho, uma avaliação individual e uma em grupo envolvendo as ferramentas e os modelos da qualidade.

    Plano Curso Técnico de Nível Médio em Metalurgia – Modalidade: Subsequente Campus: Simões Filho

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    39

    BIBLIOGRAFIA BÁSICA

    SLACK, Nigel; CHAMBERS, Stuart; JOHNSTON, Robert. Administração da produção. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2009. 703 p. BULGACOV,Sergio (Org.). Manual de gestão empresarial. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2006. 380 p. MAXIMIANO, Antonio César Amaru. Teoria geral da administração: da revolução urbana à revulução digital. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 491 p.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    ABRANTES, José. Gestão da Qualidade. Rio de Janeiro: Interciência, 2009. BRAVERMAN, Harry. Trabalho e capital monopolista – A degradação do trabalho no século XX. 3ª edição. São Paulo: LTC, 1987. CAMPOS, Vicenti Falconi. Qualidade Total – padronização de empresas. Belo Horizonte:

    INDG,2002.

    GOUNET, Fordismo e Toyotismo – na civilização do automóvel. 1ª edição. São Paulo: Boitempo Editorial. 1999. LUIZ, Sinclayr. Organização e Técnica Comercial – Introdução à Administração. 21ª edição. São Paulo: Saraiva. 1999. OLIVEIRA. Djalma de Pinho Rebouças. Sistemas, Organização & Métodos uma abordagem gerencial. 13ª edição. São Paulo: Atlas, 2002. TAYLOR, FREDERICK W. Princípios de Administração Científica. 8ª edição. São Paulo: Atlas,

    2010.

    TORKOMIAN, Ana Lúcia Vitale. NOGUEIRA, Edemilson. Desenvolvimento de novos empreendimentos. São Carlos: EdUFScar, 2001. VIEIRA, Sônia. Estatística para a qualidade: como avaliar com precisão a qualidade em produtos e serviços. 1ª edição. São Paulo: Elsevier, 1999.

    Plano Curso Técnico de Nível Médio em Metalurgia – Modalidade: Subsequente Campus: Simões Filho

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    40

    Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais Curso: Técnico de Nível Médio em Mecânica Disciplina: GC16 Tratamentos Térmicos

    Período Letivo:

    Carga-Horária: 60h

    Semanais: 4h

     
     

    HABILIDADES

     

    CONHECIMENTOS

    Interpretar curvas de resfriamento isotérmico (TTT) de ligas de aço; interpretar curvas de resfriamento contínuo (TRC) de ligas de aço; reconhecer os diferentes microconstituintes e as microestruturas de ligas de aço resultantes de resfriamento a partir da fase austenita;

    Ligas Ferro-carbono (Diagrama Fe-C, transformação na faixa dos aços e dos ferros fundidos); Transformação Isotérmica (Curvas em C ou TTT, microconstituintes, fatores que afetam a posição das curvas em C, Temperabilidade, fatores que afetam e faixas de

    Distinguir

    os

    processos

    de

    recozimento,

    temperabilidade);

    normalização,

    têmpera e

    revenido

    de

    ligas

    Tratamentos Térmicos dos aços (Recozimento,

    ferrosas

    em

    termos

    de

    objetivos

    e

    procedimentos;

    definir

    temperabilidade;

    Normalização, Têmpera e Revenido) Tratamentos Isotérmicos (Martêmpera e

    descrever

    como

    ocorre

    o

    endurecimento

    por

    precipitação de metais a partir de um diagrama

    Austêmpera);

    de fases.

    Tratamentos Termoquímicos (Cementação,

    Citar e descrever os tratamentos térmicos e termoquímicos que se aplicam às ligas ferrosas e principais ligas não ferrosas; Relacionar os tratamentos térmicos e termoquímicos com as possíveis mudanças nas propriedades mecânicas dos aços e ferros fundidos

    Nitretação, Cianetação e Carbonitretação); Tratamentos térmicos dos Ferros Fundidos; Tratamentos Térmicos de Metais Não Ferrosos e suas ligas (Al, Cu, Mg, Ni, Ti);

     

    METODOLOGIA

     

    AVALIAÇÃO

    Aulas teóricas expositivas em sala de aula fazendo uso de recursos de audiovisual (Datashow e quadro branco). Aulas práticas em laboratório

    Serão realizadas avaliações individuais escritas ou em grupo. A participação nas atividades e em sala de aula servirá também como forma de avaliação do conteúdo trabalhado.

     

    BIBLIOGRAFIA BÁSICA

    CALLISTER, William D Jr; RETHWISCH, David G. Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012. 816 p. CHIAVERINI, V. Tratamento Térmico das Ligas Metálicas. São Paulo: Associação Brasileira de Metalurgia e Materiais, 2008. 272p.

     

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    COLPAERT, H. Metalografia dos Produtos Siderúrgicos Comuns. 4 ed. São Paulo: Edgard

    Blucher, 2008. 652p. COLPAERT, H. Metalografia dos Produtos Siderúrgicos Comuns. 3 ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1974. 412p. CALLISTER JR.; WILLIAM D. Fundamentos da Ciência e Engenharia de Materiais: Uma

    Abordagem

    Integrada, 2ª ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2006. 702 p.

    FAZANO, C.A.T.V. A Prática Metalográfica. São Paulo: Hemus, 1980. 453p. SHACKELFORD, JAMES F. Ciência dos Materiais. 6ª ed. São Paulo: Pearson, 2008.

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    41

    Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais Curso: Técnico de Nível Médio em Mecânica Disciplina: GC17 – Ensaios dos Materiais

    Período Letivo:

    Carga-Horária: 60h

    Semanais: 4h

     

    HABILIDADES

    CONHECIMENTOS

    Conhecer os princípios teóricos e práticos dos principais ensaios destrutivos e não destrutivos aplicados aos materiais

    Importância dos ensaios de materiais. Princípios Básicos, Critérios de Aceitação, Normas, Calibração e Aferição de Equipamentos. Classificação dos ensaios de materiais. Ensaios mecânicos destrutivos: ensaios mecânico de tração, dureza – Brinell, Rockwell, Vickers, Shore e Microdureza, fluência, fadiga, tenacidade ao impacto, tenacidade a fratura, Ensaios não-destrutivos: inspeção visual. íquidos penetrantes, partículas magnéticas, ultrassom e raios-x.

    METODOLOGIA

    AVALIAÇÃO

    Aulas teóricas expositivas em sala de aula fazendo uso de recursos de audiovisual (Datashow e quadro branco). Aulas práticas em laboratório

    Serão realizadas avaliações individuais escritas ou em grupo. A participação nas atividades e em sala de aula servirá também como forma de avaliação do conteúdo trabalhado.

    BIBLIOGRAFIA BÁSICA

    SOUZA, S. A. Ensaios Mecânicos de Materiais Metálicos, Fundamentos Teóricos e Práticos. 5. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2004. GARCIA, A.; SPIM, J. A.; DOS SANTOS, C. A. Ensaios dos Materiais. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 2000.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    CALLISTER, William D Jr; RETHWISCH, David G. Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2012. 816 p. NEPOMUCENO, Lauro Xavier. Técnicas de manutenção preditiva. São Paulo: E. Blucher, 1989. ANDREUCCI, R. Líquidos Penetrantes. Edição: Fevereiro de 2014. Disponível em:

    <http://www.abende.org.br>. Acesso em 05 de Novembro de 2015. ANDREUCCI, R. Partículas Magnéticas. Edição: Outubro de 2014. Disponível em:

    <http://www.abende.org.br>. Acesso em 05 de Novembro de 2015. ANDREUCCI, R. Ensaio por Ultra-som. Edição: Maio de 2014. Disponível em:

    <http://www.abende.org.br>. Acesso em 05 de Novembro de 2015. ANDREUCCI, R. Radiologia Industrial. Edição: Julho de 2014. Disponível em:

    <http://www.abende.org.br>. Acesso em 05 de Novembro de 2015.

    Plano Curso Técnico de Nível Médio em Metalurgia – Modalidade: Subsequente Campus: Simões Filho

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    42

    Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais Curso: Técnico de Nível Médio em Metalurgia Disciplina: GC18 -
    Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais
    Curso: Técnico de Nível Médio em Metalurgia
    Disciplina: GC18 - Conformação Mecânica
    Carga-Horária: 60h
    Período Letivo:
    Semanais: 4h
    HABILIDADES
    CONHECIMENTOS
    Identificar as bases fundamentais da
    conformação mecânica em materiais metálicos;
    Identificar os principais tipos de processos de
    conformação mecânica;
    Identificar as várias zonas de uma junta soldada;
    Identificar os vários tipos de defeitos dos
    principais processos de conformação;
    Processos de Fabricação partindo do metal
    sólido: Laminação,
    forjamento, extrusão,
    trefilação,
    conformação
    de
    chapas,
    hidroconformação.
    METODOLOGIA
    AVALIAÇÃO
    Aulas expositivas
    Consulta a catálogos de fabricante
    Trabalhos em equipes
    Processual e contínua utilizando as verificações
    de aprendizagem: Testes, Provas e
    apresentações de seminários;
    BIBLIOGRAFIA BÁSICA
    KIMINAMI, Claudio Shyinti; CASTRO, Walman Benicio de; OLIVEIRA, Marcelo Falcão
    de. Introdução aos processos de fabricação de produtos metálicos . São Paulo: Blucher, 2013. 235
    p. ISBN 9788521206828 .
    CHIAVERINI, Vicente. Tecnologia mecânica . 2. ed. São Paulo: Makron Books, 1986. 266 p. ISBN
    9780074500897.
    HELMAN, Horacio; CETLIN, Paulo Roberto. Fundamentos da conformação: mecânica dos
    metais . 2. ed. São Paulo: Artliber, 2005. 260 p. ISBN 8588098288 (broch.).
    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
    CUNHA, Lauro Salles; CRAVENCO, Marcelo Padovani. Manual prático do mecânico . São Paulo:
    Hemus, 2006. 584 p. ISBN 8528905063.
    MARCOS, F. de. Corte e dobragem de chapas: tecnologia prática: com 181 figuras e 12
    tabelas. São Paulo: Hemus, 2007. 151 p. ISBN 9788528905816.
    SCHAEFFER, Lirio. Conformação mecânica . 2. ed. Porto Alegre: Imprensa Livre, 2004. 167 p.
    ISBN 8586647136.
    CHAEFFER, Lirio. Forjamento: introdução ao processo . 2 ed. Porto Alegre: Imprensa Livre,
    2006. 202 p ISBN 8576970414.
    HELMAN, Horacio; CETLIN, Paulo Roberto. Fundamentos da conformação: mecânica dos
    metais . 2. ed. São Paulo: Artliber, 2005. 260 p. ISBN 8588098288.

    Plano Curso Técnico de Nível Médio em Metalurgia – Modalidade: Subsequente Campus: Simões Filho

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    43

    Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais Curso: Técnico de Nível Médio em Metalurgia Disciplina: GC19 - Fundição

    Período Letivo:

    Carga-Horária: 60h

    Semanais: 4h

     

    HABILIDADES

    CONHECIMENTOS

    Conhecer os aspectos metalúrgicos da fundição; Conhecer os principais processos de fundição; Compreender o efeito e características da moldagem e da confecção de machos; Compreender e executar as atividades de moldagem, desmoldagem para peças fundidas em areia; Compreender e executar o vazamento de peças fundidas; Compreender o processo de controle de qualidade e defeitos de peças fundidas.

    Histórico da fundição; Aspectos metalúrgicos da fundição; Principais processos de fundição; Modelagem em areia; Vazamento de peças fundidas; Desmoldagem e recuperação da areia; Acabamento e tratamentos de peças fundidas; Controle de qualidade e defeitos de fundição.

    METODOLOGIA

    AVALIAÇÃO

    Aulas teóricas expositivas em sala de aula fazendo uso de recursos de audiovisual (Datashow e quadro branco); Aulas práticas de moldagem, desmoldagem,

    Serão realizadas avaliações individuais escritas ou em grupo. A participação nas atividades e em sala de aula servirá também como forma de avaliação do conteúdo trabalhado.

    vazamento e acabamento. (Fundição em areia)

    As atividades práticas também serão pontuadas através da observação e de um relatório.

    BIBLIOGRAFIA BÁSICA

    BALDAM, R. L & VIEIRA, E. A., Fundição: Processos e Tecnologias Correlatas. 1ª edição. São Paulo. Editora Erica. 2013. TORRE, J. Manual prático de fundição e elementos de prevenção da corrosão. Editora Hemus.

    2004.

    SANTOS, Adalberto Bierrenbach de Souza; BRANCO, Carlos Haydt Castello. Metalurgia dos ferros fundidos cinzentos e nodulares. São Paulo: IPT, 1991. 199 p.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    ASKELAND, D. R.; Phulé, P. P. Ciência e Engenharia dos Materiais. São Paulo: Cencage Learning, 2008. 594 p. CAMPOS FILHO, Maurício Prates de; DAVIES, Graeme John. Solidificação e fundição de metais e suas ligas. São Paulo: USP, 1978. 244 p. ASHBY, M. F., JONES, D.R.H. Engenharia de Materiais: Uma introdução a Propriedades, Aplicações e Projeto, Volume I, Trad. da 3ª edição. Rio de Janeiro: Elsevier Editora Ltda, 2007.

    371p.

    CHRISTIENSEN, J. Gregorich. Manual de fundição. São Paulo: Egéria, 1978. 237 p. CALLISTER JR.; WILLIAM D. Ciência e engenharia de materiais, 5ª edição. Rio de Janeiro:

    Livros Técnicos e Científicos, 2002. 589 p.

    Plano Curso Técnico de Nível Médio em Metalurgia – Modalidade: Subsequente Campus: Simões Filho

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    44

    Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais Curso: Técnico de Nível Médio em Metalurgia Disciplina: GC20 - Soldagem

    Período Letivo:

    Carga-Horária: 60h

    Semanais: 4h

     

    HABILIDADES

    CONHECIMENTOS

    Conhecer tecnicamente os principais processos de soldagem a Arco Elétrico Selecionar entre os processos de soldagem a arco o melhor para uma dada aplicação Relacionar os conhecimentos relativos aos processos à metalurgia física da soldagem;

    Introdução à soldagem: Método de união dos metais; Classificação dos processos de soldagem: por pressão e por fusão; Definição de soldagem; Processos de soldagem; Comparação com outros métodos de

    Identificar a estrutura macroscópica de uma junta soldada e a importância de cada uma dentro do escopo de soldagem

    fabricação. Terminologia e simbologia de soldagem:

    Formação de uma junta soldada; Terminologia de Soldagem; Simbologia de soldagem. Qualificação em Soldagem: Definição de EPS, objetivo, procedimentos, testes e modelo de EPS; Definição de RQPS, modelo de RQPS e Qualificação do Soldador. O arco Elétrico de Soldagem: Soldagem elétrica a arco voltaico; o arco voltaico, características elétricas e térmicas; Princípios de segurança em soldagem: Riscos, causas e normas de segurança. Fundamentos da metalurgia da soldagem:

    Metalurgia física dos aços; Fluxo de calor; Macroestrutura de soldas por fusão; Características da zona fundida; Características da zona termicamente afetada. Processos de soldagem: Fundamentos, equipamentos, consumíveis, técnica e aplicações dos processos de soldagem a arco com Eletrodo Revestido, TIG, MIG/MAG e Arco Submerso.

    METODOLOGIA

    AVALIAÇÃO

    Aulas teóricas expositivas em sala de aula fazendo uso de recursos de audiovisual (Datashow e quadro branco); Aulas práticas

    Serão realizadas avaliações individuais escritas ou em grupo. A participação nas atividades e em sala de aula servirá também como forma de avaliação do conteúdo trabalhado.

    BIBLIOGRAFIA BÁSICA

    MARQUES, P.V; MODENESI, P.J; BRACARENSE, A. Q. Soldagem: Fundamentos e Tecnologia. 2ª Edição Revisada e Ampliada. Belo Horizonte: UFMG, 2005. 362p. WAINER, E.;Brandi, S.D; Melo, V.O. Soldagem – Processos e Metalurgia. São Paulo: Edgard Blucher, 1992, 504p. QUITES, A.M. Introdução à Soldagem a Arco Voltaico. Florianópolis: Soldasoft, 2002, 352p.

    Plano Curso Técnico de Nível Médio em Metalurgia – Modalidade: Subsequente Campus: Simões Filho

    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia

    45

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    MESSLER JR, Robert W. Joining Materials and Strucutures – from Pragmatic Process to Enabling Technology. Burlington, MA: Elsevier, 2004. 790p. MACHADO, I.G. Soldagem e Técnicas Conexas: Processos. Porto Alegre: UFRGS, 1996. MARQUES, P.V; Tecnologia da Soldagem. Belo Horizonte: O lutador, 1991. 352p. 470p. COLPAERT, H. Metalografia dos Produtos Siderúrgicos Comuns. 3 ed. São Paulo: Edgard Blucher, 1974. 412p. CALLISTER JR., W. D. Ciência e Engenharia de Materiais: Uma Introdução. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. 589p.

    Plano Curso Técnico de Nível Médio em Metalurgia – Modalidade: Subsequente Campus: Simões Filho

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    46

    Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais

     

    Curso: Técnico de Nível Médio em Metalurgia

    Disciplina: GC21 - Corrosão

     

    Período Letivo:

    Carga-Horária: 60h

    Semanais: 4h

     
     

    HABILIDADES

    CONHECIMENTOS

    Identificar e prevenir situações potencialmente

    Conhecer a importância da corrosão para a

    propícias aos processos de corrosão em metais,

    economia do país;

    tanto em equipamentos quanto em produtos

     

    Conhecer a relação entre corrosão, meio

    metálicos.

    ambiente e energia;

    Identificar e caracterizar um meio corrosivo;

     

    Conhecer todos os meios corrosivos e sua

    Modificar um meio corrosivo;

    relação com os materiais;

    Classificar a forma de um processo corrosivo;

    Conhecer as formas de corrosão;

    Identificar mecanismos de processos corrosivos;

    Conhecer os mecanismos de corrosão;

    Propor tipos de revestimentos anticorrosivos;

    Conhecer todos os métodos de proteção contra

    Preparar superfícies para revestimentos

     

    corrosão.

    anticorrosivos;

    Medir as taxas de corrosão;

     

    Selecionar metais destinados à proteção catódica;

    Montar um sistema de proteção catódica.

     
     

    METODOLOGIA

    AVALIAÇÃO

    Aulas expositivas e exercícios de fixação; Listas

    Avaliação processual; Provas escritas e orais;

    de Exercícios; Apresentações com Data show;

    Atividades em sala de aula pontuadas;

    Vídeos didáticos; Demonstrações práticas.

     

    Relatórios de demonstrações práticas;

     

    Relatórios de visitas técnicas; Seminários.

     

    BIBLIOGRAFIA BÁSICA

    Gentil, V. Corrosão. 6ª edição (e anteriores). Rio de janeiro: LTC, 2011;

    Jambo, H.C.M.; Fófano, S. Corrosão - Fundamentos , Monitoração e Controle. Edição revisada.

    Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2009;

     

    Callister Jr., W.D. Ciência e Engenharia dos Materiais - Uma Introdução - 8ª Ed. (e anteriores).

    Rio de Janeiro, LTC, 2012.

     
     

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    Ramanathan ,L.V.

    Corrosão e seu controle;

    Brasil: Hemus, 1994;

    Van Vlack, L.H. Princípios de Ciência e Tecnologia dos Materiais. Ed. Blucher, 1998;

    Bockris, J.O’M.; Reddy, A.K.N. Modern electrochemistry. 2ª edição. New York: Kluwer

    Academic/Plenum Publishers, 1998;

     

    Dutra, A.D.; Nunes, L.P

    ..

    Proteção catódica: técnica de combate à corrosão. 4ª edição. Rio de

    Janeiro: Editora Interciência, 2006;

     

    Fontana, M.G., Greene, N.D., Corrosion Engineering. 2ªEd. New York: McGraw Hill, 1978.

    Plano Curso Técnico de Nível Médio em Metalurgia – Modalidade: Subsequente Campus: Simões Filho

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    47

    Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais

    Curso: Técnico de Nível Médio em Metalurgia

    Disciplina: GC22 - Siderurgia

    Período Letivo:

    Carga-Horária: 60

    Semanais: 4

    HABILIDADES

    CONHECIMENTOS

    .Dominar os minérios usados nos processos

    Matérias Primas Usadas na Siderurgia,

    siderúrgicos.

    Minérios, Coque e Carvão Vegetal.

    Dominar o processo de produção de coque e as

    Sinterização de Minério de Ferro

    principais características do coque produzido e

    Pelotização de Minério de Ferro

    seu uso na siderurgia

    Mecanismos de operação do Alto Forno.

    Dominar o processo de produção de carvão

    Mecanismos de Operação do processo HyL e

    vegetal e as principais características do carvão

    Midrex,.

    produzido e seu uso na siderurgia

    Mecanismos de produção de aço via forno

    Dominar o processo de sinterização e os tipos de

    elétrico a arco, LD e AOD.

    maquinas de sinterizar.

    Mecanismo de operação de uma maquina de

    Dominar o processo de sinterização e os tipos de

    lingotamento.

    maquinas de pelotizar.

    Mecanismo de produção de ferro ligas.

    Dominar o processo de produção de gusa

    Aplicação das ligas na produção de aço.

    liquido.

    Dominar o processo de produção de ferro

    esponja e seu uso na siderurgia.

    Dominar os processos de produção de aço e suas

    aplicações.

    Dominar a operação da maquina de

    lingotamento, distinguir as diversas formas do

    aço lingotado e suas aplicações.

    Dominar os processos de ligas de Si, Mn, Cr , Ni

    METODOLOGIA

    AVALIAÇÃO

    Aula expositiva com a participação dos alunos

    Atividade em classe.

    Exibição de filme para fixar o assunto.

    Avaliação escrita.

    Divisão da turma em grupos, para fazer atividade

    Trabalho de pesquisa bibliográfica.

    sobre o tema.

    BIBLIOGRAFIA BÁSICA

    Araujo, L. A. Siderurgia. São Paulo: F.T.D, 1967.

    Bradaschia, C. Garcia do Ó, A.M.P Curso de Siderurgia Geral Com Ênfase aos Processo

    Utililizados no Brasil. São Paulo: Associação Brasileira de Metais.

    Aquecimento Elétrico Industrial – Eletrotermia. Oficinas gráficas da Universidade Federal de Ouro

    Preto - UFOP

    Pena, J.C. et al. Aglomeração de Minérios de Ferro. São Paulo: Associação Brasileira de Metais.

    Herskovic, J. Elaboração do Aço: Fusão e Refino. São Paulo: Associação Brasileira de Metais.

    Formação de eletrodos, curso da Elkem.

    BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

    Site das Siderúrgicas Brasileiras e Estrangeiras.

    Revistas ABM – Metalurgia e Brasil Mineral.

    Plano Curso Técnico de Nível Médio em Metalurgia – Modalidade: Subsequente Campus: Simões Filho

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    48

    4.2 Orientações Metodológicas

    Os cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio têm como finalidade

    a formação do estudante utilizando conhecimentos, saberes e competências profissionais

    necessários ao exercício profissional e da cidadania norteados pelos fundamentos

    científico-tecnológicos, sócio históricos e culturais. Desta forma, um conjunto de

    procedimentos e estratégias deve ser adotado para atingir este objetivo, visando superar

    o modelo de aulas puramente expositivas, no qual o professor é transmissor do

    conhecimento e único detentor do saber.

    A superação da fragmentação de conhecimentos, a interdisciplinaridade, a

    contextualização e a flexibilidade devem ser utilizadas com estratégias educacionais

    favoráveis à compreensão de significados, envolvendo múltiplas dimensões do eixo

    tecnológico do curso e das ciências e tecnologias a ele vinculadas.

    Além disso, é fundamental considerar as características e necessidades dos

    estudantes, seus interesses, condições de vida e trabalho, seus conhecimentos e

    experiências prévias e o perfil profissional do curso na definição dos procedimentos

    didático-metodológicos, diversificando as estratégias de ensino, tendo como

    pressupostos:

    Aproximar o estudante do cotidiano e de situações reais através de atividades

    práticas e do estágio;

    Propiciar o acesso a atividades que contribuam para a formação artística, cultural

    e ética e para o desenvolvimento do senso crítico, da cidadania e da

    responsabilidade social;

    Estimular o espírito investigativo para a realização de atividades de pesquisa e

    produção de tecnologias sociais e de inovações tecnológicas.

    Os novos processos sociais e de trabalho exigem uma nova pedagogia e uma nova

    epistemologia. Com isso, a prática de ensino deve ser desenvolvida como um processo

    permanente de investigação, onde o educando é o sujeito de seu conhecimento e a sua

    aprendizagem, associada a um processo constante de pesquisa. Ou seja, a adoção de

    Plano Curso Técnico de Nível Médio em Metalurgia – Modalidade: Subsequente Campus: Simões Filho

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    49

    estratégias de ensino que ativem a participação do estudante, tornando-o mais envolvido

    e motivado com a própria aprendizagem é o desafio.

    Assim, as práticas na educação profissional compreendem diferentes situações de

    vivência, aprendizagem e trabalho, como estágio, atividades de laboratório, oficinas,

    tarefas em grupo, trabalhos em equipe dentro e fora do ambiente escolar, visitas técnicas

    e desenvolvimento de projetos, exemplos que podem ser utilizados para promover o

    envolvimento do aluno no processo de aprendizagem nessa perspectiva.

    4.3 Prática Profissional Intrínseca ao Currículo

    A prática profissional no curso Técnico em Metalurgia do IFBA, campus Simões

    Filho, foi planejada seguindo as orientações constantes no capítulo XIII da Organização

    Didática dos Cursos da Educação Profissional Técnica de Nível Médio do CEFET-BA,

    aprovado pelo Conselho Diretor em 16 de dezembro de 2008 [22].

    O estágio curricular supervisionado é ato educativo escolar supervisionado,

    desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo

    de educandos. Contempla no mínimo 240 horas de duração e consiste em requisito para

    obtenção de diploma. Prevê orientação profissional (por professores das áreas

    específicas do curso e supervisor do local de realização do estágio), avaliação realizada

    pelo professor orientador (por meio de três entrevistas aplicadas durante o estágio) e

    pelo supervisor do local de realização do estágio (por meio de formulário de avaliação),

    conforme documentos dispostos no anexo A. Ao final, o aluno estagiário entregará um

    relatório assinado pelo supervisor onde descreve as atividades executas durante o

    estágio (ver seção 4.4).

    Aos estudantes será dada a oportunidade de participar de diversas atividades

    intrínsecas ao Currículo, visando estimular a prática profissional, tais como:

    Experimentos e atividades em laboratórios, demandados como auxiliares e

    consolidantes da teoria obtida através dos grupos curriculares específicos;

    Estágio extracurricular no qual o aluno poderá realizar em qualquer período

    desde que sua prática não interfira no andamento do curso, sendo vetada a

    transferência de turma para viabilizar realização de estágio extracurricular.

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    Eventos Científicos como mostras culturais, seminários, fóruns, debates e outras

    formas de construção e difusão do conhecimento;

    Programas de Iniciação Científica que reforçam os investimentos da instituição

    na pesquisa e consequente produção do conhecimento;

    Atividades de Extensão que envolvem, além dos eventos científicos, os cursos

    de formação e diversas ações de fomento à participação interativa e à

    intervenção social;

    Palestras sobre temas diversos, especialmente os que se referem à cidadania,

    sustentabilidade, saúde, orientação profissional e relações democráticas;

    Visitas técnicas que complementem a formação do educando, buscando na

    comunidade externa (daí a importância de relações empresariais e comunitárias

    bem articuladas) algumas oportunidades que são próprias deste ambiente, em

    que se verificam relações de produção em tempo real e num espaço em

    transformação.

    4.4 Estágio Curricular Supervisionado

    De acordo com o capítulo IX da Organização Didática dos Cursos da Educação

    Profissional Técnica de Nível Médio do IFBA [22], a formação do aluno será

    complementada com sua integração à indústria, através do Estágio Curricular

    Supervisionado (prática profissional em situação real de trabalho), o qual se realizará

    em caráter obrigatório após a conclusão dos três primeiros módulos de ensino e

    contemplar, comprovadamente, atividades relacionadas ao Curso Técnico em

    Metalurgia. A carga horária mínima, para o Estágio Curricular Supervisionado, é 240

    horas, sendo permitido ao aluno, realizar estágio em mais de uma empresa, desde que

    sua realização ocorra no período letivo seguinte ao terceiro módulo de ensino concluído

    e respeite a carga horária mínima para cada estágio.

    Durante a realização do Estágio, o aluno será avaliado pelo professor orientador,

    conforme modelo (ver anexo A), através de entrevistas periódicas para verificação do

    andamento de suas atividades e pelo profissional representante da empresa conveniada,

    através de ficha própria fornecida pelo IFBA, conforme modelo (ver anexo A).

    Ao final do estágio curricular, o aluno deverá apresentar, ao professor orientador

    do estágio, um relatório com a descrição de todas as atividades realizadas durante o

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    51

    período, o qual deverá estar devidamente assinado pelo seu supervisor na empresa

    conveniada. Somente após a avaliação e aceitação do relatório por parte do professor

    orientador de estágio e a habilitação em todos os módulos didáticos, é que será

    concedido ao aluno, o diploma referente à conclusão do curso.

    O Estágio Curricular Obrigatório, regido pelo capítulo IX da Organização

    Didática do Ensino Profissionalizante de Nível Técnico [22], é transcrito a seguir

    através dos artigos 93 a 98.

    DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

    Art. 93. A obrigatoriedade do estágio, destinado a propiciar a experiência prática na linha da habilitação profissional escolhida, será estabelecida no Plano de Curso, conforme o Art. 9o da Resolução CNE/CEB no 04/99 e a legislação específica da respectiva habilitação profissional. § 1º Mesmo quando o estágio for de livre escolha do estudante deverá constar no Plano de Curso com as informações referidas no § 3º do Art. 92 do Capitulo XIII desta Norma Acadêmica. § 2º Os cursos que optarem pelo estágio supervisionado obrigatório deverão incluir o Plano de Estágio no Plano de Curso, explicitando a carga horária mínima para realização do estágio.

    Art. 94. O estágio deverá ser planejado, executado, acompanhado e avaliado em conformidade com os Planos de Cursos, as normas da Instituição e a legislação vigente.

    Art. 95. O estudante será orientado e avaliado em seu estágio curricular por um professor-orientador de estágio.

    Art. 96. O estágio não cria vínculo empregatício de qualquer natureza e devem ser observados os requisitos da Lei nº 11.788/08.

    Art. 97. Para efeito de estágio, o conhecimento adquirido na prática profissional realizada em concomitância com o curso, poderá ser objeto de avaliação e reconhecimento.

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    Art. 98. Para os cursos que tiverem definido, em seu Plano de Curso, o estágio curricular como obrigatório, o diploma só poderá ser expedido após a conclusão e aprovação no estágio. Parágrafo Único: Após conclusão das disciplinas ou competências, o estudante terá o direito à renovação de matrícula para realização do estágio obrigatório pelo tempo máximo de dois anos letivos.

    Além do estágio supervisionado ou na ausência deste, a experiência profissional,

    comprovada através das atividades que possibilitem contato com a situação real de

    trabalho, realizadas em laboratório, oficinas, setores de produção, dentre outras, poderá

    ser considerada. Para tanto, o aluno deverá preencher a Ficha de Caracterização de

    Experiência, conforme modelo disposto no Anexo B. Nesta ficha, o aluno deverá

    descrever as atividades realizadas, o chefe imediato ou supervisor deverá comprovar

    esta experiência, a empresa deverá comprovar o vínculo empregatício e período de

    tempo na empresa, e as respectivas documentações legais devem ser apresentadas, para

    avaliação final da Coordenação de Estágio.

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    V – CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES

    Nos cursos subsequentes, o aproveitamento de estudos anteriores compreende a

    possibilidade de aproveitamento de componentes curriculares de outros cursos e deverá

    ser solicitado pelo estudante.

    O pedido de aproveitamento de estudos deve ser avaliado por Comissão de

    Análise composta de professores da área de conhecimento, mediante a adoção de

    critérios: correspondência entre ementas, os programas e a carga horária (CH) cursados

    na outra instituição e a do curso pretendido no IFBA; a CH cursada não deverá ser

    inferior a 75% daquela indicada pelo componente curricular no respectivo curso no

    IFBA; além da correspondência entre os componentes curriculares, o processo de

    aproveitamento de estudos poderá envolver avaliação teórica e/ou prática acerca do

    conhecimento a ser aproveitado.

    Os critérios de aproveitamento de competências e experiências anteriores seguirão

    as determinações do Capítulo X da Organização Didática dos Cursos da Educação

    Profissional Técnica de Nível Médio do IFBA [22], conforme transcritos nos artigos 58

    a 67, a seguir:

    DO APROVEITAMENTO DE ESTUDO

    Art. 58. Entende-se por aproveitamento de estudos, o processo de reconhecimento de disciplinas, competências ou etapas cursadas com aprovação em cursos da EPTNM ou no Ensino Médio, desde que diretamente relacionados com o perfil profissional de conclusão da respectiva qualificação ou habilitação profissional, cursados em uma habilitação específica, com aprovação no IFBA ou em outras Instituições de Ensino da EPTNM, credenciadas pelo Ministério da Educação, bem como Instituições Estrangeiras, para a obtenção de habilitação diversa, conforme estabelece o Art. 11 da Resolução CNE/CEB nº 04/99.

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    Parágrafo Único: Não poderá ser concedido o aproveitamento de estudos do ensino médio para os cursos da EPTNM integrados ao Ensino Médio, conforme determina o Parecer CNE/CEB nº 39/2004.

    Art. 59. O estudante solicitará o aproveitamento de estudos no prazo fixado no Calendário Acadêmico.

    Art. 60. A solicitação para aproveitamento de estudos será

    encaminhada ao Conselho de Curso para análise e emissão de parecer e deverá seguir os seguintes passos:

    I- Quando se tratar de disciplina(s) ou competência(s):

    • a) preencher, no protocolo, formulário próprio, especificando a(s)

    disciplina(s) ou competência(s) pretendida(s);

    • b) anexar os seguintes documentos devidamente autenticados e

    assinados pela Instituição de origem:

    • 1. histórico escolar;

    2. plano do curso da EPTNM, no qual está inserida a qualificação, aprovado pelos órgãos competentes do sistema de ensino conforme estabelecido pelo Art. 13 da Resolução CNE/CEB Nº 04/99 ou programa das disciplinas cursadas com aprovação, com registro de carga horária total das aulas teóricas e práticas. II- Quando se tratar de etapa(s) do curso:

    • a) preencher no protocolo formulário próprio, especificando a(s)

    etapa(s) pretendida(s);

    • b) anexar os seguintes documentos, devidamente autenticados e

    assinados pela Instituição de origem:

    • 1. certificado de qualificação profissional técnica de nível médio com

    o histórico escolar, conforme estabelece o Art. 14 da Resolução CNE/CEB Nº 04/99, ou documento comprobatório de habilitação na(s) etapa(s) cursada(s); 2. plano de curso da EPTNM, aprovado pelos órgãos competentes do sistema de ensino conforme o que estabelece o Art. 13 da Resolução CNE/CEB Nº 04/99, onde está inserida a qualificação ou as etapas cursadas com aprovação. § 1º Quando se tratar de documentos oriundos de instituições estrangeiras, os mesmos deverão ter traduções oficiais, e o curso deverá ter sua equivalência, com os inseridos no Cadastro Nacional de

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    Cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio, aprovada por instituição autorizada pelo Ministério da Educação para tal fim. § 2º Tratando-se de aproveitamento de estudos realizados no próprio IFBA o requerente ficará dispensado do cumprimento da exigência referida na alínea b dos incisos I e II deste artigo.

    Art. 61. O estudo da equivalência da(s) disciplina(s), competência(s) ou etapa(s) será feito pelo Conselho de Curso observando a compatibilidade de carga horária, conteúdo programático ou competências e habilidades, e o tempo decorrido, de no máximo 5 (cinco) anos, da conclusão da(s) disciplina(s), competência(s) ou etapa(s) e a solicitação pretendida.

    Art. 62. Após emissão do parecer do Conselho de Curso os processos, serão encaminhados à A GRA, na Sede, ou a CORES, nas UE. § 1º A Coordenação de Curso deverá informar aos docentes a dispensa do estudante, quando houver, face ao aproveitamento.

    DO APROVEITAMENTO DE EXPERIÊNCIAS ANTERIORES

    Art. 63. Entende-se por aproveitamento de experiências anteriores o processo de reconhecimento de competências adquiridas pelo estudante, no trabalho ou por outros meios informais, mediante um sistema avaliativo.

    Art. 64. O estudante matriculado solicitará, em prazo estabelecido no Calendário Acadêmico, a dispensa de disciplina(s), competência(s) ou etapa(s) tendo como base o aproveitamento de experiências anteriores, de acordo com o que estabelece o Art. 11 da Resolução CNE/CEB no

    04/99.

    Art. 65. A solicitação do estudante para o aproveitamento de experiências anteriores será encaminhada ao Conselho de Curso para análise e emissão de parecer e deverá seguir os seguintes passos:

    I- preencher, no protocolo, formulário próprio especificando a(s) disciplina(s), competência(s) ou módulo(s) em que deseja a dispensa; II- anexar justificativa para a pretensão;

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    III- anexar, quando houver, documento(s) comprobatório(s) da(s) experiência(s) anterior(es).

    Art. 66. O Conselho de Curso analisando a justificativa e o(s) documento(s) comprobatório(s), quando houver e julgando procedente, designará uma comissão para realizar o processo avaliativo. § 1º A comissão de avaliação, referida no caput deste artigo, será composta por, no mínimo, três professores, abrangendo as áreas de conhecimento da(s) disciplina(s), competência(s) ou módulo(s) que o estudante solicita dispensa. § 2º A comissão de avaliação emitirá parecer contendo contexto de realização, critérios de avaliação da(s) competência(s) e o resultado da avaliação. § 3º O Conselho de Curso informará ao estudante a data, local e o horário do processo avaliativo. § 4º O Conselho de Curso emitirá parecer objetivo sobre o processo avaliativo.

    Art. 67. O processo de solicitação com o parecer do Conselho de Curso referente à avaliação do desempenho das competências requeridas será encaminhado à GRA na Sede, ou a CORES, nas UE. § 1º A Coordenação de Curso deverá informar aos docentes a dispensa do estudante, quando houver, face ao aproveitamento.

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    VI – CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

    6.1 Concepção de avaliação:

    A avaliação da aprendizagem dos estudantes é um processo de caráter formativo e

    permanente e visa a sua progressão para o alcance do perfil profissional de conclusão,

    sendo contínua e cumulativa, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os

    quantitativos, bem como dos resultados ao longo do processo sobre os de eventuais

    provas finais.

    A prática da avaliação dialógica e formativa que possibilita a promoção e o

    desenvolvimento não apenas dos estudantes, bem como do professor e da instituição

    como um todo deve provocar a reflexão sobre: a identificação do que vai ser avaliado; a

    constituição, negociação e estabelecimento de padrões avaliativos; a construção de

    instrumentos de medida; o procedimento da medida avaliativa; a análise dos resultados;

    e a tomada de decisão quanto aos passos seguintes no processo de ensino –

    aprendizagem.

    Nesse processo, a avaliação deverá assumir as funções diagnóstica, formativa e

    somativa de forma integrada ao processo ensino-aprendizagem. A avaliação diagnóstica,

    realizada no início, permitirá verificar se o aluno possui as aprendizagens anteriores

    necessárias e também quais os conhecimentos que possui na área do saber em questão; a

    avaliação formativa irá verificar o que o aluno aprende ao longo do processo e como vai

    reestruturando seu conhecimento por meio das atividades que executa; e a avaliação

    somativa irá analisar o grau de domínio do aluno em uma área do conhecimento ao final

    de um período letivo e fornecerá um balanço de resultados ao final de uma etapa longa

    de ensino.

    Vale ressaltar que há necessidade de adequação curricular e adoção de estratégias,

    recursos e procedimentos diferenciados, para a avaliação da aprendizagem dos alunos

    com Necessidades Educacionais Específicas.

    Além disso, a avaliação deve ser sistemática e compartilhada em cada etapa

    educativa, com o diagnóstico das dificuldades e retroalimentação, para verificar se

    houve aprendizagem e apontar caminhos para o processo educativo. Diante das

    dificuldades diagnosticadas, estudos de recuperação deverão ser realizados para

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    promover os avanços na aprendizagem dos alunos. Estes estudos devem ocorrer durante

    o processo pedagógico, incluindo o horário de atendimento ao estudante, definido no

    horário do professor e estar contemplados no plano de disciplina e de aula, conforme o

    disposto na Organização Didática vigente.

    6.2 Sistema de Avaliação

    A

    avaliação

    da

    aprendizagem,

    acima

    referida,

    deverá

    seguir,

    ainda,

    às

    determinações do Capítulo IX da Organização Didática dos Cursos da Educação

    Profissional Técnica de Nível Médio do CEFET-BA [22], conforme transcritos nos

    artigos 45 a 67, a seguir:

    DA AVALIAÇÃO

    Art. 45. O processo de avaliação da aprendizagem deve ser amplo, contínuo, gradual, cumulativo e cooperativo envolvendo todos os aspectos qualitativos e quantitativos da formação do educando, conforme prescreve a Lei no 9.394/96.

    Art. 46. A avaliação compreendida como uma prática de investigação processual, diagnóstica, contínua, cumulativa, sistemática e compartilhada em cada etapa educativa, com diagnóstico das dificuldades e retroalimentação, se destina a verificar se houve aprendizagem e apontar caminhos para o processo educativo. Parágrafo Único O professor, no decorrer do processo educativo, promoverá meios para a recuperação da aprendizagem dos estudantes.

    Art. 47. A verificação do desempenho acadêmico será feita de forma diversificada, a mais variada possível, de acordo com a peculiaridade de cada processo educativo, contendo entre outros:

    I- atividades individuais e em grupo, como: pesquisa bibliográfica, demonstração prática e seminários; II- pesquisa de campo, elaboração e execução de projetos; III- provas escritas e/ou orais: individual ou em equipe; IV- produção científica, artística ou cultural. Parágrafo Único Ao professor compete divulgar, aos seus alunos, o resultado de cada avaliação antes da avaliação seguinte.

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    Art. 48. O estudante terá direito à revisão da avaliação, através de requerimento à Coordenação do Curso, no prazo de 48 (quarenta e

    oito) horas após a divulgação do resultado. § 1º Para análise do pedido deverá ser criada uma comissão com a seguinte composição:

    • a) Coordenador (a) do Curso;

    • b) professor da disciplina ou competência;

    • c) outro professor da área de conhecimento da referida disciplina ou