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Aos membros de grupos pequenos

Sugestões:
1. MATERIAL DE ESTUDO
• Ao receber esse material, dê uma lida no seu geral e
procure conhecer o tema e os assuntos que serão
estudados.
• Estes são estudos para discussão. As perguntas
apresentadas no material visam ajudar o grupo a discu r
em conjunto uma passagem das Escrituras ou o tema,
para compreender o seu conteúdo, significado e
aplicações. A par cipação de cada um é muito
importante. Portanto, busque um tempo de leitura e
preparo antes dos encontros.

2. ORAÇÃO
• Ore pedindo a Deus para que os estudos falem ao seu
coração.
• Ore também pela liderança do seu grupo, por cada
encontro e por cada membro. Peça que a sua vida e esses
estudos abençoe todos.

3. SUA VIDA NO GRUPO


• Você é muito importante no seu grupo e para o grupo.
Além da sua presença, existem muitas maneiras de você
colaborar. Por exemplo, compar lhando com o líder
alguma melhoria que você vê necessário, colocar-se a
disposição para alguma tarefa, convidando alguém do
seu campo para par cipar do grupo, enfim.

Deus abençoe você e sua família!


Prefácio
A nossa Comunidade comemora em Março 13 anos.
Todos os anos fazemos uso desse mês para:
• Apresentarmos nossa missão e valores àqueles que têm estado em
nosso meio, mas não possuem ainda a consciência de quem somos
enquanto comunidade cristã e o que nos dis ngue de outras propostas.
• Relembrarmos nossa missão e valores àqueles que já têm caminhado
conosco nos úl mos anos, reforçando as razões bíblicas e estratégicas de
nossas escolhas, desafiando-os a um maior engajamento.
• Esclarecermos nossa missão e valores àqueles que, apesar de
geograficamente distantes, acompanham nossa comunidade pela
Internet, quer por possuírem crí cas ao nosso modelo, quer por nos
terem como referência no contexto atual.

Nessa oportunidade nós vamos acompanhar em nossos momentos de


adoração comunitária e encontros de grupos a série Marcas de Uma Igreja
que Faz Diferença. De nada adianta uma declaração de missão e valores se
ela não se transformar num desafio diário na nossa prá ca como
comunidade cristã.

Há muito que comemorar nesses 13 anos. No entanto, diante dos desafios


que temos pela frente e confiando nas promessas de Deus reveladas em
sua Palavra, queremos con nuar firmes na proposta de plantação de
novas igrejas. Queremos também estar atentos à cultura que nos cerca e
responder com a mensagem do evangelho que é o poder para a salvação
de todo aquele que crê (Romanos 1:16). Para isso con nuaremos a inves r
numa evangelização intencional que cumpre a missão deixada por Jesus
aos seus discípulos (Mateus 28:18-20).
Essa é pauta dessa série para aprofundamento da nossa fé e comunhão.

Que a graça do Senhor Jesus nos acompanhe em mais essa jornada.

Equipe Pastoral
Comunidade Presbiteriana Chácara Primavera
Março de 2014
MARCAS DE UMA

1 A Centralidade na Palavra
QUE FAZ DIFERENÇA A Comunidade Presbiteriana Chácara Primavera
é uma igreja cristã de tradição reformada...

Anotações: INTRODUÇÃO
A Reforma Protestante do Século XVI (iniciada em 31 de
outubro de 1517) foi importante para o cris anismo porque
chamou a atenção para verdades (doutrinas) e prá cas
bíblicas que haviam sido esquecidas ou distorcidas pela Igreja
Medieval. Não foi um movimento inovador, mas restaurador
das convicções e ênfases do cris anismo original. Algumas de
suas principais contribuições: retorno às Escrituras; a
centralidade de Cristo; a salvação vista como dádiva da graça
de Deus a ser recebida por meio da fé; a Igreja não é a
ins tuição ou a hierarquia, mas o povo de Deus – cada cristão
é um sacerdote.

O PROBLEMA
Se a marca principal da Reforma foi o retorno à Bíblia,
devemos lembrar que desde os primeiros séculos ela foi
amplamente u lizada para os mais variados propósitos.
• Que propósitos seriam esses trazidos
à par r do retorno à Bíblia?
• Existe algum modo estranho de
as pessoas usarem as Escrituras?
• Você conhece alguém que teve uma
mudança radical por conta do impacto
causado pela Bíblia em sua vida?

Em tempos modernos há muita gente que não atenta para o


processo histórico e doloroso até a Bíblia ter o seu alcance e
influência a par r da Reforma. Por exemplo: Como eram
feitas as cópias? Qual seria o custo de um exemplar? Quando
foi o momento histórico que deu início à sua mul plicação?
Isso trouxe alguma contribuição para a Igreja? Houve alguma
resistência? De quem?

Todo movimento histórico tem os seus personagens. Foram


muitos, mas três deles, Mar nho Lutero, Ulrico Zuínglio e
João Calvino, afirmavam o princípio da autoridade suprema
das Escrituras em matéria de fé e prá ca (“sola Scriptura”), e
MARCAS DE UMA

1 A Centralidade na Palavra
QUE FAZ DIFERENÇA A Comunidade Presbiteriana Chácara Primavera
é uma igreja cristã de tradição reformada...

Anotações: Cristo era o centro e a chave da revelação escrita. Os


desdobramentos foram importantes nas vidas das pessoas,
na igreja e sua mensagem, na cultura dentro e fora da igreja
que era impactada, e na expansão missionária.

A PROPOSTA
2 Timóteo 3:16-17
16. Toda a Escritura é inspirada por Deus e ú l para o ensino,
para a repreensão, para a correção e para a instrução na
jus ça,
17. para que o homem de Deus seja apto e plenamente
preparado para toda boa obra.

ALGUNS PONTOS PARA A COMPREENSÃO DO GRUPO:


O que o texto quer dizer com:
“Toda a Escritura é inspirada por Deus”?

Paulo também argumenta sobre os meios da Palavra, dizendo


que além de inspirada, ela é “ú l”, do grego opheleo, que
significa “proveitoso”, “benéfico”. Um paralelo significa vo é
encontrado em Hebreus 4:2, onde as boas novas não
'beneficiaram' ou 'foram proveitosas' para os que as ouviram,
porque a mensagem não encontrou fé por parte dos
ouvintes. Qual é o seu bene cio e u lidade? Paulo aponta
quatro propostas que podemos comentar:
• A Escritura é inspirada e ú l “para o ensino”.
• A Escritura é inspirada e ú l “para a repreensão”.
• A Escritura é inspirada e ú l “para a correção”.
• A Escritura é inspirada e ú l “para a educação
na jus ça”.

As Escrituras são o nosso manual de doutrina (“para o


ensino”). Ela examina se há em nossa vida algum pecado
(“para repreender”), nos dirige a um caminho reto (“para a
correção”), e nos prepara para vivermos a vida marcada por
um caráter segundo o coração de Deus (“para a educação na
jus ça”).
MARCAS DE UMA

1 A Centralidade na Palavra
QUE FAZ DIFERENÇA A Comunidade Presbiteriana Chácara Primavera
é uma igreja cristã de tradição reformada...

Anotações: O ALVO DA PALAVRA: “A fim de que todo homem seja


plenamente apto para toda boa obra”.
• O pecado interfere quando queremos fazer qualquer boa
obra. Então, qual deve ser a nossa referência diante de um
desafio como esse?

A PRÁTICA
A Reforma trouxe de volta a prá ca bíblica que havia sido
esquecida com o tempo. Pensando no que vimos nesse
estudo, vale a pena refle r, compar lhar e pra car:

1. Por que foi tão importante lembrar um pouco da história da


Reforma, os valores e os princípios das Escrituras para a sua
vida e até mesmo para a igreja?

2. O que eu preciso fazer para, de fato, viver as verdades


bíblicas?

3. Como e quando eu vou levar esse propósito adiante?


MARCAS DE UMA

2 A Amplitude da Visão
QUE FAZ DIFERENÇA A Comunidade Presbiteriana Chácara Primavera
é uma igreja... plantadora de novas igrejas...
Anotações:
INTRODUÇÃO
Vimos no encontro passado que a redescoberta da Palavra de
Deus como fonte primária de autoridade na Reforma
Protestante, fez com que homens e mulheres repensassem
suas crenças e prá cas, experimentando um verdadeiro
despertamento espiritual. Isso trouxe um compromisso com
a missão deixada por Jesus em Mateus 28:18-20. Veja o texto:

18 Então, Jesus, aproximou-se deles e disse: “Foi-me dada


toda a autoridade nos céus e na terra. 19 Portanto, vão e
façam discípulos de todas as nações, ba zando-os em nome
do Pai e do Filho e do Espírito Santo, 20 ensinando-os a
obedecer a tudo o que eu lhes ordenei. E eu estarei sempre
com vocês, até o fim dos tempos”.

• O que esse grupo pequeno sabe sobre o inves mento da


Chácara na plantação de novas igrejas em seus 13 anos de
vida?

O PROBLEMA
O Arcebispo William Temple diz: “A igreja é a única sociedade
coopera va no mundo que existe em bene cio dos que não
são membros”. Nessa mesma linha afirma o pastor e teólogo
Diethich Bonhoeffer: “A igreja só é igreja quando o é para os
de fora”. A igreja é, essencialmente, uma comunidade de
discípulos de Jesus em missão no mundo. Sua razão de ser na
história encontra-se no seu propósito de anunciar o
evangelho de Deus aos seus amigos, parentes e vizinhos,
oferecendo-lhes a oportunidade de ouvir, compreender e se
render ao amor e propósito de Deus em suas vidas. Isso
resulta também na plantação de novas igrejas.

• Será que todos os que fazem parte da nossa comunidade


abraçam de fato o desafio de plantação de novas igrejas?
Como discípulos de Cristo, entendemos perfeitamente o que
Deus quer fazer do que somos onde estamos?
MARCAS DE UMA

2 A Amplitude da Visão
QUE FAZ DIFERENÇA A Comunidade Presbiteriana Chácara Primavera
é uma igreja... plantadora de novas igrejas...
Anotações: Assim, a igreja que faz diferença é movida por duas grandes
verdades:

(1) A igreja local ocupa lugar central no plano estratégico de


Deus. Os discípulos que receberam a Grande Comissão de
Jesus em Mateus 28:18-20, representavam a igreja de Cristo
de todas as épocas e em todos os lugares.

(2) A igreja local não é o fim da missão, mas o meio para o seu


cumprimento. Ela não faz missão, ela é missão. A missão faz
parte do seu DNA.

• Quais as caracterís cas que o grupo vê em nossa


comunidade que contribuem para o cumprimento da sua
missão?

A PROPOSTA
Efésios 3:16-21
16. Oro para que, com as suas gloriosas riquezas, ele os
fortaleça no ín mo do seu ser com poder, por meio do seu
Espírito,
17. para que Cristo habite no coração de vocês mediante a fé; e
oro para que, estando arraigados e alicerçados em amor,
18 . vocês possam, juntamente com todos os santos,
compreender a largura, o comprimento, a altura e a
profundidade,
19 . e conhecer o amor de Cristo que excede todo
conhecimento, para que vocês sejam cheios de toda a
plenitude de Deus.
20. “Àquele que é capaz de fazer infinitamente mais do que
tudo o que pedimos ou pensamos, de acordo com o seu poder
que atua em nós,
21. a ele seja a glória na igreja e em Cristo Jesus, por todas as
gerações, para todo o sempre! Amem!”

• Existem quatro pedidos diferentes nos versos 16, 17, 18 e


19. Quais são eles?
MARCAS DE UMA

2 A Amplitude da Visão
QUE FAZ DIFERENÇA A Comunidade Presbiteriana Chácara Primavera
é uma igreja... plantadora de novas igrejas...
Anotações: Paulo diz a par r do verso 18 que devemos compreender a
dimensão do amor (largura, comprimento, altura e
profundidade) e conhecer (experimentar) o amor de Cristo
que excede todo o entendimento. Experimentar é diferente
de compreender.
• Como o amor de Cristo nos ajuda a lidar com as
adversidades que vivemos todos os dias e o compromisso de
expandir o Reino?
• Se olharmos para esse texto que finaliza no verso 21 como
algo que desafia a unidade da igreja e sua missão, qual é a
finalidade (ou fim) dessa missão?
• Qual o recurso para que a missão seja vitoriosa?
• Qual é o instrumento para essa missão ir avante?

A PRÁTICA
Paulo orou de joelhos. As orações dos judeus eram
tradicionalmente feitas em pé. Os fariseus nham por hábito
ficar em lugares estratégicos como nas esquinas e praças, e
oravam em pé para que pudessem ser vistos por quem
passava (cf. Mateus 6:5). Sem dúvida, a a tude de Paulo é
uma clara demonstração de humildade naquela prisão. Ele,
que viveu a missão com excelência, se pôs de joelhos em
favor da igreja, isto é, em nosso favor.

Não há amplitude ou expansão da visão sem oração.


Pensando nesse testemunho de Paulo, vale a pena refle r,
compar lhar e pra car:
1. Como eu avalio o meu papel nesta missão? Tenho mo vos
para orar e agradecer a Deus por aquilo que eu tenho feito
como discípulo de Cristo, ou tenho que confessar a minha “O-
missão”?
2. Tenho demonstrado amor e humildade para com a minha
comunidade, colocando-me de joelhos por ela, inves ndo
através dela, sendo sensível e submisso à agenda de Deus
para a qual fomos convocados e inseridos?
3. Quando e quais mudanças eu pretendo fazer em minha
vida que, ni damente, vão manifestar a glória de Deus?
MARCAS DE UMA

3 A Conexão com Seu Tempo


QUE FAZ DIFERENÇA A Comunidade Presbiteriana Chácara Primavera é uma igreja...
atenta à cultura contemporânea.
Anotações:
INTRODUÇÃO
O encontro anterior focou a nossa responsabilidade em
par cipar a vamente da Grande Comissão deixada por Jesus
em Mateus 28:18-20. E nesse desafio a nossa comunidade
está empenhada na plantação de novas igrejas.

Alcançar pessoas e plantar igrejas não é uma tarefa tão


simples em nossos dias. Se uma igreja quer fazer diferença na
vida das pessoas, então ela precisará conhecer a cultura onde
está inserida. Uma das regras básicas na comunicação é a
necessidade do agente da comunicação (fonte) conhecer não
apenas o conteúdo que deseja comunicar, mas a cultura
(fundo de experiência) daqueles a quem deseja comunicar.

• Antes de definirmos o significado de cultura, o que


percebemos na comunicação de Jesus com outras pessoas
nos evangelhos?

O PROBLEMA
Cultura é um conjunto de valores, crenças e prá cas de uma
sociedade. Isso envolve a sua arte, religião, é ca, os
costumes, maneira de ser, enfim. Não podemos esquecer
que, biblicamente, por melhor que seja uma cultura, ela
também foi afetada pela queda, isto é, pelo rompimento dos
nossos primeiros pais com Deus.

Aqui temos alguns pontos importantes:


• A Bíblia diz que devemos ser sal da terra e luz do mundo (cf.
Mateus 5:13-16).
• Mas diz também que não podemos amar o mundo e nem as
coisas que estão no mundo (cf. 1 João 2:15-16).
• Ela reitera que não devemos nos amoldar ao padrão deste
mundo, mas transformá-lo pela renovação da nossa mente
(cf. Romanos 12:2).
• E a nossa igreja declara em sua visão que devemos estar
atentos à cultura contemporânea.
MARCAS DE UMA

3 A Conexão com Seu Tempo


QUE FAZ DIFERENÇA A Comunidade Presbiteriana Chácara Primavera é uma igreja...
atenta à cultura contemporânea.
Anotações: • Por outro lado, a cultura do mundo – seus valores, crenças e
prá cas – odeia a igreja (cf. João 15:18-19).
Como administrar essa realidade?

A PROPOSTA
Estamos diante de um grande desafio deixado por Jesus,
pelos apóstolos e abraçado pela nossa comunidade. Por isso
temos a oração de Jesus no texto abaixo: João 17:15-21
15. Não rogo que os res do mundo, mas que os protejas do
Maligno.
16. Eles não são do mundo, como eu também não sou.
17. San fica-os na verdade; a tua palavra é a verdade.
18. Assim como me enviaste ao mundo, eu os enviei ao
mundo.
19. Em favor deles eu me san fico, para que também eles
sejam san ficados pela verdade.
20. Minha oração não é apenas por eles. Rogo também por
aqueles que crerão em mim, por meio da mensagem deles,
21. para que todos sejam um, Pai, como tu estás em mim e eu
em . Que eles também estejam em nós, para que o mundo
creia que tu me enviaste.

• Por que será que a Bíblia dedica um capítulo inteiro para


mostrar o cuidado de Jesus em orar pelos seus discípulos?
• Jesus ora para que os discípulos fossem san ficados na
verdade (v.17). Qual é a verdade? O que isso tem a ver com o
“envio ao mundo” (v.18)?
• O mundo tem a sua cultura. Na opinião do grupo, a igreja
tem a sua cultura?
• A igreja complica muito ao levar o evangelho às pessoas?

A importância de conhecer as diferenças para


comunicarmos bem o evangelho:
Cultura gera comportamento; evangelho gera restauração.
Evangelho é a descoberta da minha iden dade em Cristo;
cultura é a minha iden ficação em meio aos outros, seja de
fora ou dentro da igreja.
MARCAS DE UMA

3 A Conexão com Seu Tempo


QUE FAZ DIFERENÇA A Comunidade Presbiteriana Chácara Primavera é uma igreja...
atenta à cultura contemporânea.
Anotações: Cultura é dizer para não usar roupas indiscretas na igreja;
evangelho é ensinar as pessoas a compreender o que significa
ser templo do Espírito Santo, nova criação em Cristo. Assim,
quando o Espírito tem sua ação no interior da pessoa, ela
saberá como se portar dentro e fora da igreja.

Cultura ensina que palavrão é pecado; o evangelho ensina


que o sarcasmo, a indiferença e o deboche são piores que os
mais sujos dos palavrões.

A cultura evangélica nos separa do mundo e demoniza o que


vem dele; o evangelho nos envia ao mundo para redimir a
cultura, pois a cultura precisa de um redentor.

Steve Andrews traz uma reflexão nesse sen do: Como seria a
igreja na qual a única coisa que ofendesse os não cristãos
fosse o Evangelho?

A PRÁTICA
• Como discípulos de Jesus, como tem sido a sua relação com
a cultura de nosso tempo?

- Isolacionismo,
a cultura é má e eu não quero nada com ela.
- Secularismo,
a cultura não é tão má e eu posso me envolver com ela.
- Missão,
a cultura foi afetada pela queda e precisa
de um redentor.

• Quem são aqueles a quem Deus tem me enviado? Tenho


procurado compreender sua cultura? Tenho apresentado a
eles o Evangelho com integridade e relevância?

• O que eu preciso fazer a par r de tudo o que ouvi e


compreendi desse estudo?
MARCAS DE UMA

4 A Intencionalidade na Evangelização
QUE FAZ DIFERENÇA A Comunidade Presbiteriana Chácara Primavera é uma igreja ...
determinada a comunicar a vida em Jesus ...
Anotações: INTRODUÇÃO
Chegamos ao úl mo estudo dessa série. Já compar lhamos
sobre a Palavra de Deus como fonte primária de autoridade, a
extensão da nossa visão na plantação de igrejas e a devida
atenção com olhar missional à cultura que nos envolve. Hoje
abordaremos a intencionalidade na evangelização, o
verdadeiro interesse pelas vidas daqueles que nos cercam. O
obje vo final ao relembrarmos a nossa missão e valores é
desafiar a comunidade a um maior engajamento. A nossa
comunidade cresceu muito nos úl mos anos, mas ela não
pode se acomodar em nenhum desses pontos. Caso isso
aconteça, ela perderá o sen do de ser na sua própria história.

O PROBLEMA
• O grupo está lembrado de Mateus 28:18-20, visto no estudo
anterior? Sobre o que ele fala? Qual é a proposta?

• A missão é um movimento intencional que propõe a se


mover: Fisicamente, Relacionalmente, Reflexivamente e
Corajosamente.

• Em que a prá ca acima contribui em nosso dia a dia e nos


encontros da igreja?

A PROPOSTA
Filipe foi um dos sete diáconos eleitos na igreja primi va e um
evangelista por excelência. Sua vida e seu ministério na
região de Samaria é um exemplo para cada um dos discípulos
de Cristo.
Atos 8:4-8, 25-40
4. Os que haviam sido dispersos pregavam a palavra por onde
quer que fossem.
5. Indo Filipe para uma cidade de Samaria, ali lhes anunciava
o Cristo.
6. Quando a mul dão ouviu Filipe e viu os sinais milagrosos
que ele realizava, deu unânime atenção ao que ele dizia.
7. Os espíritos imundos saíam de muitos, dando gritos, e
MARCAS DE UMA

4 A Intencionalidade na Evangelização
QUE FAZ DIFERENÇA A Comunidade Presbiteriana Chácara Primavera é uma igreja ...
determinada a comunicar a vida em Jesus ...
Anotações: muitos paralí cos e mancos foram curados.
8. Assim, houve grande alegria naquela cidade.
25. Tendo testemunhado e proclamado a palavra do Senhor,
Pedro e João voltaram a Jerusalém, pregando o evangelho em
muitos povoados samaritanos.
26. Um anjo do Senhor disse a Filipe: “Vá para o sul, para a
estrada deserta que desce de Jerusalém a Gaza”.
27. Ele se levantou e par u. No caminho encontrou um eunuco
e ope, um oficial importante, encarregado de todos os
tesouros de Candace, rainha dos e opes. Esse homem viera a
Jerusalém para adorar a Deus e,
28. de volta para casa, sentado em sua carruagem, lia o livro
do profeta Isaías.
29. E o Espírito disse a Filipe: “Aproxime-se dessa carruagem e
acompanhe-a”.
30. Então Filipe correu para a carruagem, ouviu o homem
lendo o profeta Isaías e lhe perguntou: “O senhor entende o
que está lendo?”
31. Ele respondeu: “Como posso entender se alguém não me
explicar?” Assim, convidou Filipe para subir e sentar-se ao seu
lado.
32. O eunuco estava lendo esta passagem da Escritura: Ele foi
levado como ovelha para o matadouro, e como cordeiro
mudo diante do tosquiador, ele não abriu a sua boca.
33. Em sua humilhação foi privado de jus ça. Quem pode falar
dos seus descendentes? Pois a sua vida foi rada da terra.
34. O eunuco perguntou a Filipe: “Diga-me, por favor: de quem
o profeta está falando? De si próprio ou de outro?”
35. Então Filipe, começando com aquela passagem da
Escritura, anunciou-lhe as boas novas de Jesus.
36. Prosseguindo pela estrada, chegaram a um lugar onde
havia água. O eunuco disse: “Olhe, aqui há água. Que me
impede de ser ba zado?”
37. Disse Filipe: “Você pode, se crê de todo o coração”. O
eunuco respondeu: “Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus”.
38. Assim, deu ordem para parar a carruagem. Então Filipe e o
eunuco desceram à água, e Filipe o ba zou.
MARCAS DE UMA

4 A Intencionalidade na Evangelização
QUE FAZ DIFERENÇA A Comunidade Presbiteriana Chácara Primavera é uma igreja ...
determinada a comunicar a vida em Jesus ...
Anotações: 39. Quando saíram da água, o Espírito do Senhor arrebatou
Filipe repen namente. O eunuco não o viu mais e, cheio de
alegria, seguiu o seu caminho.
40. Filipe, porém, apareceu em Azoto e, indo para Cesaréia,
pregava o evangelho em todas as cidades pelas quais
passava.

Pontos a serem considerados:


• O que levou Filipe e demais cristãos a saírem de Jerusalém e
evangelizarem?
• O que significa escolher Samaria como lugar evangelís co?
Você iria para esse lugar?
• Na passagem lida, quais foram os lugares e público que
Filipe esteve e pregou?
• Comparando-se com o evangelista Filipe, que nota de “0 a
10” você daria ao seu evangelismo?

A PRÁTICA
Vamos voltar agora às úl mas palavras da Grande Comissão
em Mateus 28:18-20. Depois de desafiar os seus discípulos a
irem em missão, Jesus afirma: “E eu estarei sempre com
vocês, até o fim dos tempos”. Preste atenção no que Cristo
disse: “Enquanto vocês es verem indo... eu estarei com
vocês”. Qualquer po de receio acabará quando vermos a
certeza de que Jesus está ao nosso lado. Sendo assim:

• Quando você pensa em evangelismo intencional, quem lhe


vem à mente?

• O que você precisa fazer para se tornar um instrumento nas


mãos de Deus?

• Como e quando você fará o que precisa fazer para se tornar


um(a) evangelista?