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----O "FENÔMENO" PLANETA ATLÂNTIDA----

(Por Runildo Pinto)

#só quem vai sabe, sabe nada.

O Rio Grande do Sul tem se apresentado na conjuntura brasileira como referência em vários
quesitos desde a cultura até a política. Entretenimento, nem se fala! Concentra-se nesta região a
lenda de que é o Estado mais politizado do Brasil, vejamos: de cada (3) três eleitores, 2 (dois)
votaram no Sartori, a população do Rio Grande do Sul entre todos os Estados brasileiros, é a que
dá maior audiência ao "realit Show" da rede Globo, chamado BBB e tem o festival mais eclético
(nivela tudo por baixo) da face da terra, o "Planeta Atlântida". Entendam, esse imaginário
popular está na mesma linha de quem achava que um clube de futebol do Rio Grande do Sul iria
acabar com o Planeta Terra. Tal estado de espírito é Patético!

Todos estes "fenômenos" são exemplos de uma concepção megalomaníaca inspirada na


ideologia do latifúndio, que em grande escala dita a estupidez, impunidade e a truculência em
cada recanto desse Estado. Às concepções de que o gaúcho é um ente dotado de todas as bênçãos
da valentia são falsas. O gaúcho, na pratica, não reconhece essa condição. O gaúcho é
homofóbico, machista, racista e, é um ser tão fragmentado e estúpido que toma mate (chimarrão)
com água a uns 70 graus centígrados embaixo de um sol de 40 graus, também, em centígrados.
Essa é a situação psicológica do gaúcho.

Todos os fenômenos descritos aqui começam pela doutrinação ideológica, diuturnamente


ventilada. Todo evento começa com o hino do Rio Grande do Sul, hino racista, não é para menos
que o "Planeta Atlântida", um festival para jovens, começa com um guasca bombachudo
cantando o pavilhão do Estado. O hino em um trecho mostra toda sua truculência, diz: "povo que
não tem virtude acaba por ser escravo". Ouso afirmar que o hino é racista e não há outra
interpretação.

Só para variar esse Estado que esbanja fenômenos por todos os poros, trás os mais renomados e
desqualificados cantores de sucesso da nação brasileira e alguns do exterior. Chamo este festival
de, o FESTIVAL DOS CARETAS, onde uma juventude em sua maioria assimilam como uma
esponja a ideologia dominante, degustando o que tem de pior na música brasileira. Mas é preciso
entender esse fenômeno, essa doutrinação e inversão da cultura está implícita em uma crise de
valores vivenciada pela sociedade brasileira embutida em uma crise econômica onde a elite mais
levanta a bandeira do Brasil e dos Estados em nome da precarização da vida da maioria. Se enfia
goela abaixo um patriotismo a moda CBF, ´para encantar incautos.