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Formação Modular

UFCD (0106) - História da fotografia


(25 Horas)

Área de Educação e Formação: 213 - Audiovisuais e Produção dos Media

O formador: Sérgio Quitério

Mirandela, janeiro de 2018

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Índice
Introdução .................................................................................................................................... 1
Objetivos ....................................................................................................................................... 2
Conteúdos ..................................................................................................................................... 2
História das imagens ................................................................................................................ 3
Pioneiros da fotografia ............................................................................................................. 3
Evolução dos processos fotográficos ........................................................................................... 6
Negativos de vidro:................................................................................................................... 6
Albumina, colódio e gelatina: .................................................................................................. 6
Revolução Kodak: ..................................................................................................................... 6
Linguagens fotográficas ............................................................................................................ 7
Fotografia no início do século XX ............................................................................................. 7
Fotojornalismo e a fotografia documental: ............................................................................. 8
Fotografia como arte ................................................................................................................ 8
Fotografia na atualidade e em Portugal .................................................................................. 9
Conclusão .................................................................................................................................... 10
Bibliografia – Webgrafia ............................................................................................................. 12

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Introdução

O presente manual foi criado no âmbito da UFCD (0106) História da Fotografia, com
duração de 25H, que irá acontecer entre os dias 19/01/2018 e 26/01/2018 nas
instalações da SIACFOR em Mirandela. A supracitada UFCD faz parte da matriz curricular
do Curso de Operador/a de fotografia.
É objetivo deste manual documentar a abordagem efetuada sobre a UFCD História da
Fotografia, assim como, a sua instrumentalização de carater orientador, servindo de
ponto simbiótico entre os conteúdos, os formandos e o formador.

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Objetivos
• Identificar a história da fotografia

Conteúdos

Conteúdos Subtópicos desenvolvidos


História das imagens:
• Câmara escura e câmara lúcida

Pioneiros da fotografia:
• Niépce e a heliografia
Invenção da fotografia
• Daguèrre e a daguerreotipia
• Fox Talbot e a calotipia
• Hippolyte Bayard e os “dessins
photogeniques”
• Hercules Florence e a photographie
Evolução dos processos fotográficos:
• Negativos de vidro
• Albumina, colódio e gelatina
• Revolução Kodak

Evolução de suportes fotossensíveis


Linguagens fotográficas:
• Fotografia no início do século XX
• Fotojornalismo e a fotografia
documental
• Fotografia como arte

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História das imagens

Câmara escura (do latim câmara obscura) é um tipo de aparelho ótico baseado no
princípio de mesmo nome, o qual esteve na base da invenção
da fotografia no início do século XIX. Ela consiste numa caixa
(ou também sala) com um orifício no canto, a luz de um lugar
externo passa pelo mesmo e atinge uma superfície interna,
onde é reproduzida a imagem invertida e enantiomorfa.

Pode fazer-se uma câmara escura simples a partir de uma


caixa onde se perfura um pequeno orifício numa das paredes.
Com uma abertura pequena o suficiente, a luz de apenas uma parte da cena pode
acertar qualquer parte específica da parede de trás; quanto menor o buraco, mais
definida a imagem no lado de trás. Com esse dispositivo simples a imagem fica sempre
invertida, embora usando espelhos seja possível projetar uma imagem que não fique ao
contrário.

Uma câmara lúcida é um dispositivo ótico usado para auxiliar artistas durante o
desenho. A câmara lúcida executa uma sobreposição ótica do objeto a ser visto sobre
uma superfície sobre a qual o artista está desenhando. O artista vê tanto a cena quanto
a superfície do desenho simultaneamente, como numa exposição fotográfica dupla. Isso
permite que o artista duplique os pontos-chave da cena na superfície do desenho,
auxiliando assim na composição precisa da perspetiva. Às vezes, o artista pode até traçar
os contornos dos objetos.

Pioneiros da fotografia

Joseph Nicéphore Niépce (Chalon-sur-Saône, 7 de março de 1765 — Saint-Loup-de-


Varennes, 5 de julho de 1833) foi um inventor francês responsável por uma das
primeiras fotografias. Niépce começou as suas experiências fotográficas em 1793, mas
as imagens desapareciam rapidamente. Ele conseguiu imagens que demoraram a
desaparecer em 1824 e o primeiro exemplo de uma imagem permanente ainda

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existente foi tirada em 1826. Ele chamava o processo de heliografia e demorava oito
horas para gravar uma imagem.

Louis Jacques Mandé Daguerre (Cormeilles-en-Parisis, Val-d’Oise, 18 de novembro de


1787 — Bry-sur-Marne, 10 de julho de 1851) foi um pintor, cenógrafo, físico e inventor
francês, tendo sido o autor, em 1835, da primeira patente para um processo fotográfico,
o daguerreótipo.

Na sequência da sua parceria com Joseph Nicéphore Niépce (selada em contrato


assinado a 14 de dezembro de 1829), Daguerre herdou a invenção e os conhecimentos
adquiridos por Niépce o que lhe permitiu adicionar uma nova variação da câmara
obscura. Cada um trabalhou de forma independente, mas por diferentes vias, Niépce
procurava teimosamente resolver o seu processo com betume da Judeia ao passo que
Daguerre procurava modificar o processo e os materiais usados a fim de reduzir o tempo
de exposição que ainda se mantinha em cerca de uma hora. A imagem formada na
chapa, depois de revelada, continuava sensível à luz do dia e padecia de curta
durabilidade. Daguerre solucionou este último problema ao descobrir que,
mergulhando as chapas reveladas numa solução aquecida de sal de cozinha, este tinha
um poder fixador, obtendo assim uma imagem inalterável.

William Henry Fox-Talbot (Melbury, Dorset, 11 de fevereiro de 1800 — 17 de setembro


de 1877) foi um escritor e cientista inglês, pioneiro da fotografia. Usava a câmara escura
para desenhos em suas viagens. Talbot era um homem bem mais discreto que Daguerre.
Vinha pesquisando a fixação da imagem da câmara escura há tempos. Extremamente
erudito, com múltiplos interesses investigativos, o seu conhecimento se estendiam da
matemática, área em que era especialista, às línguas orientais, passando pela física e
pela química. No ano de 1835, Talbot construiu uma pequena câmara de madeira, com
somente 6,30 cm², que sua esposa chamava de “ratoeira”. A câmara foi carregada com
papel de cloreto de prata, e de acordo com a objetiva utilizada, era necessário entre
meia e uma hora de exposição. A imagem negativa era fixada em sal de cozinha e
submetida a um contato com outro papel sensível. Desse modo a cópia apresentava-se
positiva se a inversão lateral. A mais conhecida mostra a janela da biblioteca de Abadia

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de Locock Abbey, considerada a primeira fotografia obtida pelo processo
negativo/positivo.

Hippolyte Bayard (Breteuil-sur-Noye, 20 de janeiro de 1801 — Nemours, 14 de maio de


1887) foi também um dos pioneiro da fotografia. Contemporâneo de Nicéphore Niépce,
Louis Daguerre e de William Fox Talbot, Bayard aperfeiçoou, em 1839, um processo de
obtenção de uma imagem fotográfica em positivo sobre papel: uma folha de papel era
mergulhada numa solução de cloreto de sódio, que, depois de seca, era mergulhada
numa solução de nitrato de prata, quando estava quase seca era exposta a vapores de
iodo e depois vapores de mercúrio, a luz descolorava a branco as zonas expostas
fotograficamente, pelo que a imagem ficava diretamente um positivo (um processo em
tudo semelhante é ainda hoje utilizado no sistema Polaroid). Daguerre, em 1838 e na
sequência dos trabalhos realizados conjuntamente com Niépce, apresenta o
daguerreótipo : uma imagem em positivo direto mas impressa fotograficamente sobre
placas de cobre. Talbot trabalha entre 1834 e 1839 na obtenção de imagens em negativo
sobre papel (calótipo).

Antoine Hercule Romuald Florence, conhecido como Hercule Florence ou Hércules


Florence, (Nice, 29 de fevereiro de 1804 — Campinas, 27 de março de 1879), foi um
inventor, desenhista, polígrafo e pioneiro da fotografia franco-brasileiro. A ele é
creditada a criação do termo phototographie, em 1834, alguns anos antes de John
Herschel cunhar independentemente o termo photography.

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Evolução dos processos fotográficos

Negativos de vidro:
O suporte ideal para negativos deve ser transparente, plano, de superfície polida,
estável e barato. No ano de 1850 o material que mais se aproximava destas
características era o vidro. Contudo, o vidro não era capaz de segurar os sais de prata,
sendo necessário algo mais que funcionasse como um agente ligante entre o vidro e os
sais de prata.

Albumina, colódio e gelatina:


Os primeiros negativos em vidro datam de 1848; usavam clara de ovo como meio ligante
dos sais de prata ao vidro. A camada de albumina, transparente e muito fina, permitia a
ação dos agentes químicos de processamento. Os negativos assim obtidos reproduziam
o pormenor de uma forma excelente.

Em 1851 surge outro processo de fazer negativos em vidro, apresentado pelo inglês
Frederich Scott Archer. Em vez de albumina, Archer usou como ligante dos sais de prata
uma substância chamada colódio. O colódio é um líquido viscoso, que depois de seco
forma sobre o vidro uma película transparente e impermeável. Vários fotógrafos
tentaram usar o colódio para fazer negativos, sem êxito; o colódio seco é impermeável
e não permite a acção das soluções de processamento.

Revolução Kodak:
Há 125 anos George Eastman e Henry A. Strong tiveram uma ideia revolucionária,
simplificar e popularizar a fotografia. Eastman já tinha dado o primeiro passo, em 1888,
quando inventou o filme fotográfico, e logo depois lançando a câmera Kodak n°.1,
criando assim a Eastman Dry Plate Company.

Foi a primeira câmara portátil, era pré-carregada com filmes para cem poses, quando
acabava, retornava para a fábrica para revelar o filme e recarregar a câmara. O sucesso
veio rapidamente, obrigando os sócios criar uma nova empresa, a Eastman Kodak
Company em 1892, usando uma poderosa campanha de marketing para vender os seus
produtos no mundo inteiro, e imprimindo o ADN da marca no seu novo slogan, “Você

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carrega no botão e nós fazemos o resto”. A Kodak seria uma das mais poderosas e
valiosas empresas do mundo durante o séc. XX, abrindo falência em 2012.

Linguagens fotográficas

Elementos da linguagem fotográfica:


a) planos – corte, enquadramento f) cor – gradação de cinzas, as cores
b) foco – foco diferencial, desfoque, g) textura – impressão visual
profundidade de campo
h) iluminação – sombras, luzes
c) movimento – em maior e em menor grau,
estaticidade i) aberrações – óticas, químicas

d) forma – espaço j) perspetiva – linhas

e) ângulo – posição da máquina l) equilíbrio e composição – balanço,


arranjo visual dos elementos

Fotografia no início do século XX

A fotografia surge como uma forma automática de produzir imagens, mas é apenas a
partir do século XX que começa a desenvolver-se um processo de automação industrial
no campo da produção e comercialização de equipamentos fotográficos. Antes deste
período, a atividade fotográfica era restrita a técnicos especializados, capazes de lidar
com as complicadas operações químicas necessárias à produção de fotografias.

De todas as propagandas de equipamento fotográfico realizadas desde a década final


do século XIX, nenhuma estratégia foi mais comentada do que a das câmeras Kodak. A
primeira câmara Kodak, de 1888, resumia o ato fotográfico à realização de apenas três
passos pelo fotógrafo: “1) Pull the cord. 2) Turn the key. 3) Press the button. And 7oo n
for 100 pictures.”. E assim por diante por 100 fotos.) Este anúncio foi depois simplificado
e reformulado, sendo substituído pelo famoso slogan Kodak: “You press the button, we
do the rest.” Mais do que simplesmente vender uma fotografia, a Kodak estabeleceu
um modelo de comércio para a fotografia amadora que se tornaria padrão durante o
século XX. A câmara Kodak simplificava tanto a preparação prévia da câmara, pois já
vinha carregada com o filme, como tirava das mãos do fotógrafo a necessidade dele

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mesmo realizar o processo de revelação, considerado por grande maioria da população
como uma atividade complicada, difícil e demorada.

Fotojornalismo e a fotografia documental:

A fotografia jornalística e a fotografia documental possuem diferenças, mas não


deixam de ter uma semelhança: as duas têm como principal objetivo retratar a
realidade.

A fotografia jornalística, ao contrário do que muitos pensam, exige muita técnica. Por
mais que se veja fotografias nos jornais que não aparentam ser assim tão boas (na
questão de cores, foco, distância do objeto), o principal dever delas é cumprido quando
o assunto principal é retratado. O essencial é informar os fatos. Sendo assim, o tempo
que o fotógrafo tem para registrar aquele momento é curtíssimo. Ele precisa ser muito
hábil para ajustar a sua câmara e tirar aquela fotografia. A informação não pode ser
perdida.

A fotografia documental, como o seu próprio nome indica, também tem como principal
objetivo retratar a realidade. Porém, ela não possui o senso de urgência e os prazos
apertados de uma fotografia jornalística – o que possibilita o fotógrafo ter mais
liberdade na hora de analisar o cenário, escolher a técnica que se adapta melhor ao
objetivo, etc. Essas fotos podem documentar uma época, uma realidade, ou até mesmo
para fins legais uma prova criminal ou um acidente (nesses casos, existem normas
técnicas que devem ser expressamente seguidas).

Fotografia como arte

A discussão sobre se a fotografia é arte ou não é longa e envolve uma diversidade de


opiniões. Muitos não a consideram arte, por ser facilmente produzida e reproduzida,

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mas a sua verdadeira alma está em interpretar a realidade, não apenas copiá-la. Nela há
uma série de símbolos organizados pelo artista que o recetor interpreta e os completa
com mais símbolos de seu repertório. Fazer fotografia não é apenas apertar o botão.
Tem de haver sensibilidade, registrando um momento único, singular. O fotógrafo recria
o mundo externo através da realidade estética. Num mundo dominado pela
comunicação visual, a fotografia só vem para acrescentar, pode ser ou não arte, tudo
depende do contexto, do momento, dos ícones envolvidos na imagem. Cabe ao
observador interpretar a imagem, acrescentar a ela seu repertório e sentimento.

Fotografia na atualidade e em Portugal

A fotografia, tecnicamente, é definida pelo registro ou impressão, numa superfície


fotossensível, de uma imagem do ambiente externo projetada no interior de uma
câmara escura. Essa definição, bastante consensual, coloca-nos à frente dos elementos
da fotografia: a) o registro, a fixação, relacionados à permanência no tempo do que foi
produzido pelos outros elementos; b) a imagem, que é a própria luz refletida na matéria
existente à frente da câmara; c) esse ambiente externo, o referente, é o que terá sua luz
refletida fixada; da mesma forma que não há fotografia sem luz, não há fotografia sem
referente; d) a câmara escura, o instrumento implícito em toda fotografia, necessário
para isolar e selecionar os raios de luz que comporão a imagem que será registrada. A
definição da fotografia não é seu paradigma central, embora nos leve a ele. Uma das
conceções mais difundidas é a de Barthes, de que a fotografia, através do registro a
partir da luz, atesta que algo (ou alguém) existiu na secção do tempo em que a fotografia
foi tirada: “isto foi”. Isso torna a fotografia totalmente dependente do corte da realidade
que ela fará. Não se pode fotografar o nada. É esta conceção de representação da
realidade, dentro de um formato próprio, que guiará os diversos usos que ela tem, ou
as diversas “correntes” de utilização e a consequente relação com o mundo real que
cada tipo de abordagem implica. Nos nossos tempos, desde o momento em que
acordamos, somos bombardeados por fotos de todos os tipos, em todos os contextos
possíveis. Nós decidimos o que comprar com base em anúncios com belas imagens, e os
produtos que levamos para casa trazem na embalagem fotos para reforçar nossa crença

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de que gastamos bem nosso dinheiro. A fotografia é importantíssima para manter-nos
informados sobre o que acontece no mundo. É ela que nos diz onde deveríamos passar
nossas férias ou quem anda ‘desaparecido’. A imagem estática é tão onipresente que se
calcula que somos bombardeados por cerca de 40 mil fotos todos os dias. Passe dez
minutos na internet e você provavelmente verá centenas delas sem, no entanto, se
lembrar de nenhuma. Em menos de um século, a fotografia deixou de ser algo que
maravilha as pessoas, uma espécie de alquimia, para se tornar algo tão comum que,
muitas vezes, as pessoas nem percebem. Nesse ambiente sobrecarregado de fotos, o
público não é apenas consumidor de imagens, mas também produtor. Se no passado
não era difícil encontrar em um único filme fotos de duas viagens de férias da família
(eu não via motivo para revelar imediatamente, pois ainda havia filme para mais dez
fotos…), hoje a maior parte das pessoas carrega smartphones capazes de tirar
fotografias, editá-las e distribuí-las em qualquer momento, em qualquer lugare. Os
fotógrafos contemporâneos trabalham em um mundo repleto de imagens e cheio de
fotógrafos, no qual qualquer pessoa é um fotógrafo em potencial com uma imagem
exclusiva. Embora a fotografia não seja a realidade e sim uma representação,
consistindo numa espécie de ilusão, como colocado por Arlindo Machado em A Ilusão
Especular, aqui, como o enfoque é totalmente pragmático (o uso da fotografia) basta
ter como pressuposto que a fotografia é tida, de forma geral, como representação fiel
da realidade. Desde que a fotografia foi inventada, ela adquiriu esse status de verdade,
decorrente especialmente do seu uso no jornalismo e pelo próprio uso das pessoas no
dia a dia, por mais que esse status seja questionado por diversos autores. As diferentes
correntes de uso da fotografia pautam-se por esse poder a ela atribuído de mostrar o
real.

Conclusão

A elaboração deste manual permitiu materializar a administração da UFCD de História


da Fotografia num documento único assumindo uma dupla dimensão. Por um lado,
assumiu um papel de referencial orientador dos conteúdos a abordar e, por outro, de

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suporte bibliográfico para os formandos. Entendemos que os conteúdos abordados
permitirão que o formando fique com uma ideia exata da evolução das problemáticas e
técnicas inerentes à história da fotografia.

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Bibliografia - Webgrafia

https://pt.wikipedia.org/wiki/História_da_fotografia

https://www.tecmundo.com.br/fotografia-e-design/60982-175-anos-fotografia-
conheca-historia-dessa-forma-arte.htm

http://pointdaarte.webnode.com.br/news/a-historia-da-fotografia/

http://fotografiamais.com.br/historia-completa-da-fotografia/

http://www.catalogo.anqep.gov.pt

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