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Correção dos exercícios propostos

TEMA II. OS RECURSOS NATURAIS DE QUE A POPULAÇÃO DISPÕE: USOS, LIMITES E


POTENCIALIDADES
2.1. Os recursos do subsolo

GRUPO 1

1. 1-C; 2-E; 3-F; 4-A; 5-D; 6-B

2. a) Verdadeira.
b) Falsa. Os recursos geológicos explorados em Portugal não se destinam apenas à produção
industrial mas também à construção civil e obras públicas, à produção de energia e ao aproveitamento
termal e consumo humano, no caso das águas.
c) Falsa. Portugal apresenta um grande número de ocorrências hidrominerais.
d) Verdadeira.
e) Falsa. Algumas minas abandonas em Portugal já foram requalificadas, nomeadamente para a
construção de museus associados à exploração mineira.

3. 3.1. C 3.2. D

4.
4.1. O acréscimo da produção de minerais metálicos foi impulsionado pela manutenção em
valores elevados, desde 2004, das cotações dos metais, mas deveu-se, também, ao aumento da
produção da mina da Panasqueira (volfrâmio) e à consolidação da exploração de zinco em Neves Corvo
e Aljustrel.
4.2. O aumento do consumo de energia em Portugal deve-se a melhoria da qualidade de vida da
população, que implica maior utilização de eletrodomésticos e outros aparelhos, nomeadamente para a
climatização das habitações, ao crescimento dos transportes, sobretudo no que se refere ao trafego de
mercadorias e ao parque automóvel das famílias e pela expansão dos serviços, que utilizam muito
equipamento tecnológico e instalações climatizadas. O aumento do consumo energético reflete-se
negativamente na despesa externa com a importação de combustíveis, contribuindo para o défice da
balança comercial portuguesa e também na vulnerabilidade da economia face às oscilações dos preços
dos combustíveis, sobretudo do petróleo, e a falhas de abastecimento, que podem surgir na sequência
de problemas internacionais,
4.3. O consumo de combustíveis é maior nos distritos de Lisboa e do Porto, seguidos de Setúbal, o
que se explica por se tratar das áreas do país onde existe maior concentração de população, de serviços
e de indústria e, por isso, maior movimento de mercadorias e maior número e intensidade de
deslocações diárias efetuadas a distâncias cada vez maiores.
4.4. À produção de recursos minerais, em Portugal, associam-se alguns problemas, como por exemplo:
dificuldade de concorrer nos mercados internacionais, devido aos nossos custos de produção
serem superiores aos de países como a China, o Chile e o Brasil, que se têm imposto nos mercados
pelos preços baixos, conseguidos à custa de mão-de-obra barata e de incumprimento de regras de

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2.1. Os recursos do subsolo
segurança e ambientais; e os impactes ambientais da indústria extrativa, sobretudo no caso das
unidades desativadas e abandonadas.
4.5. A indústria extrativa, em algumas regiões do país, representam um importante fator de
criação de emprego e fixação demográfica e, por isso, importa que seja mantida e desenvolvida. No
entanto, há que atender aos graves problemas ambientais que pode ter. Por exemplo, a contaminação
dos solos e das águas, superficiais e subterrâneas, com resíduos tóxicos e muitas vezes radioativos; o
encerramento e abandono de muitas minas e respetivas escombreiras, muitas a céu aberto e expostas
às chuvas que dissolvem e arrastam produtos químicos nocivos; a degradação da paisagem com grande
impacte visual, como é o caso das pedreiras e também de muitas minas. Assim, devem ser definidas e
cumpridas regras ambientais para que a exploração de recursos minerais não coloque em risco o
equilíbrio ambiental e a sustentabilidade das áreas onde se desenvolve. Também se deve continuar a
proceder à requalificação paisagística e ambiental das minas e pedreiras encerradas, promovendo a
reutilização dos espaços para fins como museus relativos à atividade extrativa e à valorização lúdica e
turística dessas áreas.
4.6. A Estratégia Nacional para a Energia pretende garantir a adequação ambiental de todo o processo,
o que implica o respeito pelo ambiente desde a produção, ao transporte, abastecimento e consumo de
energia. Assim, é importante apostar no desenvolvimento cada vez maior da produção de energia a
partir de fontes renováveis; melhorar os sistemas de transporte e distribuição de modo a permitir o
transporte e abastecimento de energia renovável e evitar perdas nos percursos; e aumentar a
eficiência energética ao nível das habitações, da indústria e dos transportes, através da
racionalização dos consumos e do melhoramento tecnológico de aparelhos, máquinas e veículos. A
adequação ambiental de todo o processo energético permitirá reduzir as emissões de gases com efeito
de estufa e, ao mesmo tempo, reduzir a nossa dependência externa pelo menor consumo de
combustíveis fósseis que se refletirá num menor défice da balança comercial.

2.1.1. As áreas de exploração dos recursos minerais

GRUPO 2

1. C 2. D 3. C 4. B 5. C

GRUPO 3

1. A 2. A 3. C 4. C 5. C

GRUPO 4

1. B 2. C 3. C 4. D 5. A

GRUPO 5

1. D 2. A 3. C 4. D 5. C

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2.1. Os recursos do subsolo
GRUPO 6

1. D 2. A 3. C 4. C 5. D

GRUPO 7

1. A 2. B 3. D 4. C 5. B

GRUPO 8

1. C 2. C 3. D 4. B

GRUPO 9

1. A 2. B 3. C 4. D 5. D

GRUPO 10

1. C 2. D 3. C

GRUPO 11

1. D 2. C 3. C 4. A 5. D

GRUPO 12

1. D 2. C 3. A 4. D 5. C

GRUPO 13

1. Os dois subsetores que têm vindo a assumir uma crescente importância económica no contexto da
indústria extrativa nacional são os subsetores das rochas industriais e das rochas ornamentais.
2. A maior jazida de mármore localiza-se na faixa Estremoz/Borba/Vila Viçosa, no Maciço Antigo.
O granito, extraído para fins ornamentais, explora-se também no Maciço Antigo, mas as jazidas
podem encontrar-se por todo o território continental, em especial no Centro e no Norte.
3. Portugal possui a maior reserva de cobre da Europa e uma das maiores do Mundo. Com a entrada em
funcionamento em 1989 das Minas de Neves Corvo, Portugal aumentou extraordinariamente o valor de
produção da indústria extrativa, o que lhe permitiu equilibrar e até tornar positiva a balança comercial.
4. O subsetor das águas tem conhecido um crescimento extraordinário, como resultado do
aumento do consumo. Esta situação deve-se fundamentalmente à mudança de comportamento da
população, que se deve à modificação dos hábitos alimentares, falta de confiança na qualidade da água
da rede pública e, ainda, à melhoria do nível de vida.

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2.1. Os recursos do subsolo
GRUPO 14

1. D 2. C 3. A 4. D 5. C

GRUPO 15

1. O valor tem vindo, globalmente, a aumentar, salientando-se, a partir de 2003, a importância da


produção dos minerais metálicos e a quebra registada ao nível daa produção das rochas
industriais.
2. Melhoria do nível de vida da população, mudança de hábitos de consumo, preocupação com a
qualidade da água consumida.
3. Em 2003, o valor de produção dos minerais metálicos manteve-se estável, mas a partir dessa data
aumentou de forma muito significativa, devido à subida da cotação desse recurso a nível mundial e à
melhoria do desempenho registado na exploração, na sequência da introdução de técnicas e tecnologias
mais sofisticadas, que tornaram o produto mais competitivo.
4. As estâncias termais, muito procuradas para fins terapêuticos, começaram a entrar em
decadência em meados do século XX, no decurso da evolução da medicina e farmacopeia. Atualmente,
assiste-se, novamente, à procura de estâncias termais, não só para fins medicinais, mas também como
espaços de lazer, afastados do bulício do turismo massificado. Desta forma, muitas estâncias estão a ser
revitalizadas e são encaradas como âncoras para o desenvolvimento regional, oferecendo emprego à
população, divulgando a região, promovendo a preservação do património e atraindo novos serviços. As
novas termas poderão, assim, ajudar a estancar o despovoamento e a dinamizar económica e
culturalmente as regiões onde se instalam.

GRUPO 16

1. A 2. B 3. A 4. C 5. D

GRUPO 17

1. D 2. B 3. A 4. A 5. A

GRUPO 18

1. O subsetor dos minérios metálicos foi o que mais aumentou entre 2009 e 2011.
2. O aumento verificado foi impulsionado pela nova subida das cotações dos metais nos mercados
internacionais.
3.1. As rochas ornamentais são todas as que, pela sua beleza, são utilizadas na ornamentação de
edifícios e ruas, bem como na construção de mobiliário e de peças decorativas; as rochas
industriais são aquelas que se destinam, essencialmente, à sua transformação na indústria e
construção civil.
3.2. Duas das rochas ornamentais com maior expressão neste subsetor são o mármore e alguns tipos
de granito.

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2.1. Os recursos do subsolo
GRUPO 19

1. A 2. C 3. B 4. B 5. D

GRUPO 20

1. Assiste-se a um aumento do consumo de águas engarrafadas, o que pode ser explicado por:
modificação dos hábitos alimentares; melhoria da qualidade de vida da população; maiores cuidados
com a saúde; falta de confiança na água corrente canalizada; gradual decréscimo do consumo de
bebidas alcoólicas.
2. As regiões com um maior número de ocorrências de recursos hidrominerais são o Norte e o
Centro.
3. As unidades geomorfológicas onde as ocorrências do de recursos hidrominerais é mais elevada são o
Maciço Antigo e os Açores.
4. O setor do termalismo tem conhecido um crescimento nos últimos anos em resultado da
modernização do setor no que se refere ao aumento da procura do turismo termal para fins
terapêuticos mas também o aumento da procura de ambientais mais tranquilos, que permitem
combater o stresse do quotidiano através de programas de bem-estar, pelo que o retorno ao
termalismo permite o aproveitamento dos recursos endógenos e a redução das assimetrias regionais.
Ao nível regional, o termalismo é um fator de dinamismo e de desenvolvimento pois possibilita a
canalização de rendimentos para as áreas desfavorecidas, pois as estâncias termais localizam-se em
áreas de fraca concentração industrial; a construção de infraestruturas, como por exemplo hotéis,
distribuição de energia, vias de comunicação; aumento da oferta de emprego; diminuição do êxodo
rural; desenvolvimento do comércio e dos serviços; intercâmbio cultural.

GRUPO 21

1. As estâncias termais portuguesas encontram-se essencialmente no Maciço Antigo e na Orla


Mesocenozoica Ocidental.
2. Apesar do ligeiro abrandamento, a tendência é de crescimento da procura das águas termais em
resultado do aumento da procura do turismo termal para fins terapêuticos e da procura de ambientes
mais tranquilos, que permitam combater o stresse do quotidiano através de programas de bem-estar.
3. Os fatores que fazem do termalismo um foco de dinamismo e de desenvolvimento regional são:
a canalização de rendimentos para as áreas desfavorecidas, pois as estâncias termais localizam-se em
áreas de fraca concentração industrial; a construção de infraestruturas, como por exemplo hotéis,
distribuição de energia, vias de comunicação; aumento da oferta de emprego; diminuição do êxodo
rural; desenvolvimento do comércio e dos serviços; intercâmbio cultural.
4. O desenvolvimento do termalismo em áreas rurais do interior poderá promover, através dos seus
efeitos multiplicadores, a criação de emprego, a fixação da população, o desenvolvimento de outras
atividades e de outros produtos turísticos, a diminuição do caráter sazonal da atividade turística e a
redução das assimetrias regionais.

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2.1. Os recursos do subsolo
2.1.2. A exploração e distribuição dos recursos energéticos

GRUPO 22

1. A 2. C 3. B 4. C 5. A

GRUPO 23

1. Dada a nossa enorme dependência energética, a existência de petróleo em território nacional seria
um dos aspetos com maior impacto positivo na economia nacional.
2. A pesquisa (prospeção) de petróleo em Portugal, quer na parte continental, quer em zonas off- shore,
ou seja, em mar aberto, é uma realidade. No entanto, são vários os fatores que podem vir a condicionar
a sua exploração futura, como por exemplo: a dimensão das reservas encontradas; a tecnologia
necessária para a sua exploração; a rentabilidade da possível exploração.
3. Existem riscos associados à exploração petrolífera a vários níveis, como por exemplo:
- riscos ambientais como: derrames de crude; explosões; detritos tóxicos oriundos da operação de
perfuração que entram em contacto com a superfície;
- riscos relacionados com o objetivo da Política Energética Nacional de reforçar a diversificação das
fontes primárias de energia tem a ver com o facto de, no caso de vir a ocorrer exploração de petróleo
em Portugal, o país poder negligenciar a atenção que as energias renováveis devem receber.

GRUPO 24

1. Algumas desvantagens associadas à utilização do petróleo como fonte de energia primária são:
recurso não renovável; recurso com elevados impactes negativos para o ambiente.
2. A principal vantagem para Portugal se este se tornar produtor de petróleo será a diminuição da
dependência energética.
3. Para reduzir a dependência externa relativamente aos combustíveis fósseis deverão ser
aplicadas medidas como por exemplo: eliminação de obstáculos nos processos de licenciamento das
energias renováveis, dado o seu elevado potencial como a solar, a hídrica, a eólica, a geotérmica e a
biomassa, visando o aumento da produção de eletricidade a partir de fontes de energia renovável;
estimular o aumento da eficiência energética através da melhoria de processos industriais; promoção
do transporte público, visando a diminuição da circulação automóvel, sobretudo nas cidades;
introdução de fontes de energia alternativas ao petróleo nos meios de
transporte; adoção de novos regulamentos de eficiência energética de edifícios, para minimizar o
consumo de energia por habitantes, como por exemplos construir edifícios de forma a tirar
partido do sol no inverno e evitá-lo no verão.
4. A Política Energética Nacional assenta:
- na segurança e no abastecimento nacional, através da diversificação das energias primárias, da
diversificação da origem geográfica e dos tipos de fontes energéticas, da diminuição da dependência das
importações e aposta nos recursos endógenos, da constituição e manutenção de reservas obrigatórias
de combustíveis, da aposta na eficiência energética;
- no fomento do desenvolvimento sustentável, através da adoção de mecanismos que concretizem os
compromissos assumidos no Protocolo de Quioto e da promoção da utilização racionais de energia;
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2.1. Os recursos do subsolo
- na promoção da competitividade nacional, através da concretização do Mercado Ibérico de
Eletricidade (MIBEL).

GRUPO 25

1. A 2. A 3. B 4. A 5. A

GRUPO 26

1. A introdução do gás natural em Portugal foi um marco importante para o desenvolvimento do país,
diversificando a sua matriz energética e abrindo ao setor produtivo e aos utilizadores uma nova e
importante alternativa em termos de energia. O nosso país passou a poder aumentar a competitividade
da sua indústria, principalmente a de maior intensidade energética, a facilitar o desenvolvimento social
e o bem-estar das populações e a melhorar a segurança dos abastecimentos.
2. O traçado da rede de gasodutos em território nacional coloca em evidência a preocupação no
abastecimento à faixa litoral ocidental, onde se concentra a maioria da população e das atividades
económicas.
3. O porto do Sines assume importância estratégica direta e indiretamente:
- na economia regional, destacando-se o impacto positivo resultante da criação de infraestruturas,
como por exemplo, as redes de transporte e as redes de distribuição de energia e de água, que, ao
criarem condições para a fixação de grandes e médias empresa geram novos postos de trabalho e
contribuem para melhorar o grau de desenvolvimento da região. Além dos empregos ligados
diretamente ao funcionamento regular do porto e das empresas industriais, surgirão
oportunidades de emprego ligadas às necessidades de aquisição de bens e serviços complementares da
atividade do porto, como por exemplo bancos, companhias de seguros e restauração, ajudando, assim,
a fixar a população residente, ou mesmo, a permitir a atração de novos trabalhadores com eventual
reflexo no crescimento da população residente;
- na economia internacional, pois permitirá, por um lado, receber matérias-primas energéticas
(petróleo, cavão e gás natural), que irão diminuir a dependência energética da Europa em relação à
Rússia e, por outro lado, a criação de reservas energéticas estratégicas ao nível europeu. O porto de
Sines poderá, ainda, contribuir para a afirmação geoeconómica do nosso país na Europa e no Mundo,
dado que poderá constituir uma alternativa aos grandes portos europeus, já muito congestionados, e
ser um porto que sirva as rotas marítimas alternativas às rotas do Mediterrâneo. A ligação ferro
rodoviária do porto de Sines a Sevilha-Madrid poderá contribuir para reforçar a economia nacional,
tanto ao nível regional como ao nível internacional. Criar-se- ão, assim, condições para a
internacionalização e para a globalização da economia portuguesa.
4. Portugal, para além da aposta nas energias renováveis, deve promover uma maior eficiência
energética. O nosso país é relativamente pobre em recursos energéticos de origem fóssil, dependendo
por isso fundamentalmente das importações, as quais representam cerca de 85% da energia primária
consumida. No entanto, o potencial de energias renováveis passíveis de serem exploradas é
significativo, com destaque para a energia hídrica, da biomassa, eólica, solar e geotérmica. Destas,
apenas os potenciais hídricos e da biomassa têm vindo a ser explorados em níveis com algum
significado. Neste contexto, torna-se imprescindível promover esforços no sentido de fazer um melhor
aproveitamento dos recursos energéticos endógenos, em especial no que se refere às energias
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2.1. Os recursos do subsolo
renováveis limpas como a energia solar, eólica e geotérmica. Apesar de Portugal ter vindo a realizar
nos últimos anos um investimento significativo no aproveitamento das fontes de energia renovável, o
que é facto é que esse potencial continua subaproveitado quando comparado com alguns dos nossos
parceiros comunitários. Por outro lado, utilizar a energia de uma forma racional contribui não só para a
preservação ambiental, mas também para a diminuição de custos para o nosso país de um forma geral e
para cada um em particular.

GRUPO 27

1. Melhoria do nível de vida da população, desenvolvimento do setor dos transportes, expansão da


indústria.
2. O petróleo é utilizado como fonte de energia primária em numerosos setores de atividade e
também como matéria-prima de muitas indústrias.
3. Entre vários fatores, podem ser referidos: a redução das emissões de gases com efeito de
estufa; a valorização dos recursos endógenos; a diminuição do saldo negativo da balança
comercial externa; a diversificação das fontes de abastecimento energético; a diminuição da
vulnerabilidade do país face aos recursos energéticos.
4. O gás natural, introduzido em Portugal em 1997, representa uma diversificação das fonts
energéticas, diminuindo a dependência em relação ao petróleo, o que se traduz para o país numa
diminuição da vulnerabilidade face ao exterior. Por outro lado, trata-se de um recurso energético mais
económico do que o petróleo (de que somos muito dependentes) e de transporte menos problemático.
Finalmente, embora se trate de uma energia de origem fóssil, é menos poluente do que o petróleo ou o
carvão e, portanto, ambientalmente mais sustentável.

GRUPO 28

1. B 2. A 3. D 4. A 5. A

GRUPO 29

1. Energia renovável é um recurso infinito, que se renova ciclicamente na Natureza. Energia não
renovável é um recurso finito, que não se renova em período de tempo compatível com a procura.
2. Portugal não dispõe de recursos energéticos fósseis. Atualmente, todos os recursos energéticos
fósseis são importados. Esta situação resulta numa situação de grande vulnerabilidade para o país, quer
política quer económica, além de se traduzir num forte dispêndio orçamental.
3. Atendendo às características climáticas do nosso país, a energia solar é a energia que melhores
condições apresenta para se afirmar como energia alternativa. O clima português caracteriza-se pela
existência de uma estação seca que pode chegar aos 5/6 meses, com dias muito longos e ensolarados.
4. A resposta deve ser estruturada apresentando:
– exemplos de regras de poupança de energia, quer a nível individual quer a nível de grupo
alargado;
– exemplos de técnicas e tecnologias que permitam rentabilizar a energia consumida, reduzindo o
desperdício.

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2.1. Os recursos do subsolo
GRUPO 30

1. Falsa. A produção de minerais energéticos é escassa e sem representatividade no contexto da


indústria extrativa portuguesa.
2. Verdadeira.
3. Verdadeira.
4. Verdadeira.
5. Verdadeira.
6. Falsa. A exploração de mármore é especialmente relevante na faixa Estremoz-Borba-Vila Viçosa.
7. Verdadeira.
8. Falsa. O volfrâmio explora-se, atualmente, nas minas da Panasqueira.
9. Falsa. O urânio classifica-se como um mineral energético.
10. Falsa. Em Portugal não se explora carvão desde 1994, ano em que encerraram as minas do
Pejão.

2.1.3. Os problemas na exploração dos recursos do subsolo


a) Os custos de exploração
b) A dependência externa
c) O impacto ambiental
2.1.4. Novas perspetivas de exploração e utilização dos recursos do subsolo

GRUPO 31

1. D 2. A 3. D 4. B 5. D

GRUPO 32

1. A/B/C.
2. “Os enormes problemas ambientais”, “Os fracos teores dos nossos minérios” e “O fraco
desenvolvimento da nossa indústria siderúrgica e metalúrgica” não só não têm contribuído para
contrariar a quebra verificada do número de estabelecimentos em atividade no setor da indústria
extrativa como também são os principais responsáveis pela fraca competitividade deste setor e pelo
progressivo encerramento de minas.
3. Entre 2003 e 2011 verificou-se um decréscimo do número de estabelecimentos em atividade no setor
da indústria extrativa, facto que teve como consequências a redução da atividade económica e o
aumento do desemprego no setor.

GRUPO 33

1. O único país autossuficiente em termos energéticos é a Dinamarca.


2. Portugal está acima da média da UE-27, pois a nossa taxa de dependência encontra-se entre os
61,5-76,8% e a média europeia é de 52,7%.

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2.1. Os recursos do subsolo
3. Alguns fatores que justificam a nossa dependência energética são a inexistência de jazidas
economicamente viáveis de combustíveis fósseis (em particular petróleo e gás natural) e a
reduzida produção a partir das energias renováveis, que obriga à importação de recursos energéticos do
exterior.
4. A elevada dependência energética pode contribuir para falhas no abastecimento de energia se
essas fontes importadas esgotarem ou sofrerem um aumento considerável dos preços nos
fornecedores.
A nível de crescimento da economia, a elevada dependência energética pode levar a um aumento dos
custos de produção, o que provoca a diminuição da produção e do consumo devido aos excessivos
custos.

GRUPO 34

1. D 2. A 3. A 4. D 5. A

GRUPO 35

1. A exploração dos recursos do subsolo pode provocar problemas ambientais, nomeadamente


contaminação de águas e aquíferos, lançamento de gases e poeiras e produção de resíduos que
originam escombreiras, além dos problemas de segurança e saúde pública que lhe podem ser
associados.
2. Algumas características das explorações mineiras portuguesas que explicam a falta de
viabilidade económica são a reduzida dimensão das empresas, a reduzida acessibilidade das
minas, o reduzido teor dos minérios e os elevados custos da mão de obra.
3. O desenvolvimento de uma indústria transformadora associada à exploração dos recursos do
subsolo permitirá transformar os produtos e lucrar com a sus importação depois de
transformados, em vez de os exportar em bruto a baixo custo e tornar a importar a custos mais
elevados.
4. A nível nacional a indústria extrativa apresenta um papel modesto mas a descoberta de novas
minas e de novos recursos pode promover a dinamização desta atividade, assim como pode
cativar investimentos nacionais e estrangeiros.
A nível regional, a indústria extrativa tem uma elevada importância porque a maioria das minas se
localizam em áreas do interior menos desenvolvidas, pelo que podem proporcionar nessas regiões a
criação de emprego e a melhoria das infraestruturas locais.

GRUPO 36

1. Os problemas relacionam-se com problemas ambientais referentes à contaminação das águas e dos
solos, afetando plantas, animais e, por fim, o Homem. A notícia apresenta ainda o problema da
exposição dos terrenos da exploração mineira à chuva, levando à erosão e à oxidação de sulfuretos,
causando o aumento da acidez das águas.
2. Uma medida para minorar os problemas ambientais associados às minas abandonadas será a
reconversão das minas por exemplo em depósitos de resíduos ou museus.

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2.1. Os recursos do subsolo
3. A dependência externa do país resulta, em grande parte, da elevada dependência do seu
sistema energético em relação aos combustíveis fósseis. Esta crescente dependência externa provocada
por uma balança comercial deficitária, no setor dos recursos minerais energéticos, contribui para a
forte vulnerabilidade económica face aos mercados abastecedores e face às instabilidades
conjunturais a nível internacional.
4. A potencialização dos recursos energéticos renováveis permite, por um lado, reduzir a dependência
energética do país e, por outro, aumentar um setor de energia não poluente, considerando que Portugal
possui excelentes condições naturais para o desenvolvimento da energia solar e eólica, constitui uma
grande vantagem a potencialização dos recursos naturais e endógenos.

GRUPO 37

1. A 2. B 3. D 4. A 5. A

GRUPO 38

1. D 2. C 3. A 4. A 5. A

GRUPO 39

1. Modernização e expansão do complexo mineiro.


2. Dois dos seguintes fatores: emprego gerado; aumento das exportações com reflexo positivo no saldo
da balança comercial; motor de desenvolvimento de outras atividades económicas, quer a montante
quer a jusante da exploração mineira.
3. Falta de acessibilidades; pequena dimensão das empresas; elevados custos de exploração.
4. A exploração dos recursos do subsolo, quer decorra ao ar livre ou no subsolo, associa-se, com
frequência, à degradação ambiental, uma vez que é geralmente uma atividade muito poluidora ao nível
da atmosfera, das águas e dos solos. Também a degradação da paisagem, acompanhada, muitas vezes,
das próprias características do relevo, é outro problema a apontar.
Neste contexto, é de grande relevância a definição de uma regulamentação clara e rigorosa desta
atividade, que conduza à implementação de medidas de requalificação ambiental em áreas onde esta
exploração se verifique.

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2.1. Os recursos do subsolo