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Ente tina hhrénice nko € explorade comncialmerte, 7 podenda ar utilizade de forma Yatuita, UVRO ELETRONICO / FlippingBook - Permite Anotagées e Impresstio estudo baseadownos exames nacionais e testes intermédios / 2006-2016. da) Loli CoM CeCatelar el SITUACOES-PROBLEMA BIOLOGIA / 10.° e 11.° ANOS LIVRO DOXALUNQ, SEM SOLUCOES NOTA INTRODUTORIA OBJETIVOS: + Facilitar 0 processo de ensino-aprendizagem a professores @ alunos de Biologia e Geologia (10.2¢ 11.2 anos). + Contribuir para a preparacao dos alunos no exame nacional de Biologia e Geologia. MATERIAL (49 provas): + Exames nacionais de Biologia e Geologia, 1.* e 2.* fases, de 2006 @ 2016, num sub-total de 22 provas. + Exames nacionais de Biologia e Geologia, época especial, de 2007 a 2015, num sub-total de 9 provas. = Testes intermédios de Biologia e Geologia do 10.° ano, de 2008 a 2012, num sub-total de 6 provas. + Testes intermédios de Biologia e Geologia do 11.° ano, de 2008 a 2014, num sub-total de 12 provas. METODO: 1) Agruparam-se os itens, de acordo com os seguintes critérios: itens diretamente relacionados com atividades experimentais (a); © _itens diretamente relacionados com a interpretagao de um texto e/ou figura (b); © tens néo diretamente relacionados com atividades experimentais nem com a interpretacao de um texto e/ou figura (e). 2) Em (a) e (b), organizaram-se os temas de acordo com os anos de escolaridade respetivas sequéncias programaticas, na medida do possivel 3) Em (c), classificaram-se os itens de acordo com 0 ano de escolaridade @ respetivos temas ¢ unidades programaticas. 4) Ordenaram-se os itens, em cada tema ou unidade programattica, de acordo com a sua tipologia (escolha miltipla, verdadeiro e falso, correspondéncia, ordenagao e construgao). 5) Inseriram-se os critérios de classificagao nas margens laterais das folhas respetives. elaborado por http://netxplica.com xtraido e adaptado de iave.pt RESULTADOS: 1. CADERNO (a): Laboratério Virtual (atividades experimentais) de Biologia e Geologia = 10.2 @ 11.2 anos; 2. CADERNOS (b): Situagdes-Problema de Biologia - 10.° e 11.° anos (ESTE CADERNO) e Situagées-Problema de Geologia- 10.° @ 11.2 anos; 3. CADERNO (c): Itens Clasificados de Biologia e Geologia- 10.* e 11.2 anos. DISCUSSAO E CONCLUSAO: Os cademos produzidos cumprem os objetivos iniciais, uma vez que simplificam o trabalho de alunos e professores e contribuem para 0 seu sucesso, ao: + possibilitarem identificar, quase imediatamente, os itens adequados a situacao de ef aprendizagem pretendida: + permitirem reconhecer os contetidos mais e menos avaliados nos exames nacionais (2008-2018), bem como os itens ja repetidos. elaborado por http://netxplica.com xtraido e adaptado de iave.pt iNDICE 6. Introducao do tucunaré no Lago Gatun 8. Teiaalimentar 9. Ospeixes do gelo 10. A Euglena gracilis 12, Membranas biologicas 14, As «formigas cortadeiras» 15, Amibas 16. Produgdo Primaria em Ecossistemas Hidrotermais 18. Atividade fisica 19. O colibri de pescoco vermetho 20. Insetos produtores de fio de seda 21. Paludismo: 22. Veiculos motorizados 23. Produgao de biocombustiveis, 24, Estrogénio 25. A sensagao de dor 26. A Alimentacdo do Morcego Vampiro 28. Osmorregulagao em aves marinhas 30. Os Mangais 31. Queda das folhas no Outono 33.0 mitho 34. A doenca de Kwashiorkor 35.0 Modelo de Treino LH + TL 36. DNA e cromatina 37. Bases nucleotidicas sintéticas 38. Processamento Alternativo elaborado por http://r xtraido e adaptado 40. A renovagao dos antibidticos 42. Funcionamento do miRNA 44. Vaucheria litorea e Vaucheria compacta 45. Os choupos 46. Produgao de quitina pela levedura Pichia pastoris 48. Meiose e fecundagao 50. Ciclo de vida de um fungo 51. Ciclos de vida 52. Ciclo de vida da levedura Saccharomyces cerevise 53. O Mar dos Sargacos 54, Rato-canguru 56. O milho responde ao ataque da lagarta 58. A vespa parasita dos castanheiros 60. Cnidarios 62. O parasita Schistosoma mansoni 64. A malaria 66. Toxoplasma gondii 68. Doenga da murchidao do pinheiro 70. Feéfitas 72. Ciclo de vida dos rotiferos 74. Os dinoflagelados 76. Trufas 78. Giardia: um elo perdido na evolugéo das células eucaridticas? 80. Volvocaceae etxplica.com de iave.p' 82, Simbiose entre Ginkgo biloba € Coccamyxa 84. Evolugao por fusao 88. Recifes de coral e «branqueamento» 88. Quem so os crocodilos do deserto do Saara? 90. Um estudo filogenético de trés, espécies de lagarto 92, A evolucao dos Felinos 94. O sapal de Castro Marim 96. Neurospora crassa 98. Classificagao em trés dominios 99. Plantas e algas 100. Plantas carnivoras: as orvalhinhas 101. Leguminosas e bactérias 102.Um novo antibiotico elaborado por http://netxplica.com extraido e adaptado de iave.pt Introdugao do tucunaré no Lago Gatun Em 1967, foi introduzido no Lago Gatun, na zona do canal do Panamd, um peixe da espécie Cichla ocellaris, nativo do tio Amazonas. Este peixe, conhecido na regiao Amazénica como 0 tucunaré, tem caracteristicas predatérias, ou seja, ndo desiste de perseguir outros peixes até os capturar. £ uma espécie importante para as pescas desportiva @ comercial. Cichla ocellaris adaptou-se muito bem ao seu novo habitat, tendo proliferado em grande escala. A figura 1 representa a teia alimentar no Lago Gatun antes da introdugao de Cichla ocellais. Posteriormente @ introdugao do tucunaré no Lago Gatun, foram realizados estudos para Figura1 - Tela averiguar a influéncia desta nova espécie no local. Os peixes adultos da espécie Melaniris almentarno Lag9_ghagresi sofreram um decréscimo significativo na sua populagao, uma vez que constituem Gate antes" uma das presas de Cichla ocellars. Os restantes peixes do Lago Galun sofreram, igualmente, el uma redugao na sua densidade populacional, a excegao de Cichlasoma maculicauda Tarpon atlanticus a Gobiomuros sdonias ni ptt Chiidonias niger — A [ed . ZO 4 xl Cichlasoma Characinidae Poeciliidae ~ maculicauda Melaniris chagresi om , KP Zooplancton insectos terrestres) Ss Algas verdes http:/inww.portalda palavra.com briilus acoes/TUCUNARE Pa elaborado por http://netxplica.com extraido e adaptado de iave.pt 1. Partindo dos dados fomecidos, pode afirmar-se que, apés a introdugao do tucunaré, (A) 0 alimento disponivel para Melaniris chagresi diminuiu consideravelmente. (B) ocorreu um decréscimo significativo dos insetos terrestres. {C) Chiidonias niger teve mais dificuldade em encontrar alimento. (D) ocorreu um aumento significativo do fitoplancton. 2.No Lago Gatun, Melaniris chagresi e Cichla ocellaris pertencem. (A) a mesma comunidade. {B) a reinos distintos. (C) a ecossistemas distintos. (D) A mesma populagao. 3. Os juvenis de Melaniris chagresi alimentam-se de uma espécie de datnias, Ceriodaphnia cornuta, que apresenta duas variedades: A e B. Aqueles peixes consomem preferencialmente a variedade A.A variedade A reproduz-se mais activamente do que a variedade B, sendo mais abundante nos locais onde nao ha Melaniris chagresi. Nos locais onde este predador esta presente, as duas variedades de datnias apresentam abundancias idénticas. Explique de que modo a introdugao do tucunaré poder afetar a abundancia da variedade B de datnias, relativamente a variedade A, nas zonas onde existe Melaniris chagresi. TUCUNARE ~ Cichla ocelis Oar pagan elaborado por http://netxplica.com traido e adaptado de iave.pt Teia alimentar A Figura 1 representa, esquematicamente, um conjunto de relagées alimentares que se estabelecem entre seres vivos de um ecossistema. FIGURA1 1. Classifique como verdadeira (V) ou falsa (F) cada uma das afirmagdes seguintes, relativas A obtencdo de matéria pelos seres vivos indicados no esquema da Figura 2. (A) A matéria ingerida pela raposa sotre digestao extracelular e intracorporal (B) A digesto de alimentos pelo gafanhoto é realizada apés ingestéo e absorgao dos nutrientes. (C) A minhoca ingere cogumelos, que digere num tubo digestivo incompleto. (D) A aranha serve de alimento a ra, que a digere num tubo digestivo com duas aberturas. (E) As plantas fixam 0 diéxido de carbono para a produgao de compostos organicos. (F) Os cogumelos absorvem os restos de outros seres, apés digesto extracorporal. (G) No gafanhoto, ocorre digestao extracelular seguida de digestado intracelular. (H) A cobra apresenta uma cavidade gastrovascular que se prolonga por todo 0 seu corpo. 2. Se a populacdo de cobras sofresse uma diminuigdo brusca no ntimero de individuos, numa primeira fase, aumentaria a populagao de (A) estorninhos. (B) gafanhotos. (C) ras. (0) aranhas. elaborado por http://netxplica.com extraido e adaptado de iave.pt Os peixes do gelo Os seres que vivem no Antattico estao sujeitos a fatores abiéticos muito limitantes. A baixa temperatura aumenta a viscosidade dos fluidos nestes seres e, no verao, 0 degelo conduz variagao da salinidade da agua do mar. As aguas frias @ salgadas da regido sao ricas em oxigénio, pois nestas condigbes este gas torna-se mais solivel. Nos «peixes do gelo», os vasos so de grande calibre, 0 sangue ndo possui hemogiobina @ 0 oxigénio difunde-se diretamente dos capilares para os tecidos, que se apresentam muito vascularizados e com grande densidade de mitocéndrias, caracteristicas bem evidenciadas no tecido muscular cardiaco. Os «peixes do gelo», alguns insetos e alguns répteis possuem, no seu fluido circulante, proteinas com um papel anticongelante, que permitem 0 bloqueio do crescimento de cristais de gelo. Certas espécies de bacalhau do Artico exibem uma proteina idéntica a dos «peixes do gelo», mas quo nao ¢ transcrita a partir do mesmo gene. A evolucdo destas proteinas ¢ uma das mais fantésticas adaptagdes moleculares que caracterizam a evolucao biolégica. 1. A alta viscosidade do sangue dos «p distribuigao de oxigénio as células porque (A) é facilitadora da oxigenagao do sangue nas branquias. (B) mantém uma pressao sanguinea elevada ao nivel dos capilares, (C) é compensada pelo didmetro do limen dos vasos onde circula 0 sangue. (D) permite que 0 sangue atinja a artéria aorta com uma elevada pressao. 8 do gelo» nao constitui um obstculo & 2. Relacione as caracteristicas do tecido muscular cardiaco dos «peixes do gelo» com a viscosidade do fluido circulante. elaborado por http://netxplica.com extraido e adaptado de iave.pt hitipigenome. must gesimisclicetish 1 ipa FIGURA1 A Euglena gracilis ‘As euglendfitas so algas unicelulares dotadas de mobilidade que vivem, predominantemente, em 4gua doce, embora possam também ser encontradas em ambiente marinho. Cerca de um tergo dos 40 géneros conhecidos sao fotoautotréficos, enquanto os restantes géneros S40 quimio-heterotr6ficos. Mesmo os géneros fotoautotréticos podem sobreviver em heterotrofia, ilustrando, claramente, a impossibilidade de incluir as euglenétitas no grupo dos protistas semelhantes a plantas ou no grupo dos protistas semelhantes a animais. A alga Euglena gracilis, representada na Figura 1, & um protista que possui, além de estruturas celulares comuns & maioria dos eucariontes, dois flagelos que partem do reservatorio, Esta estrutura 6 responsavel pela fagocitose © pelo armazenamento de alimento, sob a forma de paramilo, um glicido de reserva. A pressao osmdtica desta alga 6 regulada pela agao do vactiolo contractil, que recolhe 0 excesso de agua de todas as partes da célula e a langa para o exterior, através do reservatério. O periplasto, uma pelicula estriada e flexivel, permite-Ihe a mudanga de forma. Euglena gracilis pode tornar-se exclusivamente quimio-heterotréfica se for colocada em ambientes privados de luz. Nessa condigao perde a sua coloragéo esverdeada, mas recupera-a se for, de novo, colocada em ambientas iluminados. Diversas experiéncias revelam que, suometida a antibiéticos ou a agentes mutagénicos, Euglena gracilis perde definitivamente os seus pigmentos fotossintéticos. O tipo selvagem Eugiena gracilis estipe Z tem, entre outras, a particularidade de apresentar uma capacidade fotossintética 60 vezes superior a da planta do arroz. Flagelo Reservatério Mancha ocelar Vactolo contractil Cloroplasto Corpo de paramilo Nucleo Periplasto elaborado por http://netxplica.com a0) extraido e adaptado iave.pt 1. A caracteristica que impede as euglendfitas de serem consideradas, entre os protistas, como organismos semelhantes a plantas ou semelhantes a animais 6 a presenga ou a auséncia de (A) vaciolos. (B) cloroplastos (C) fiagelos. (D) mitocéndrias. 2. Em Euglena gracilis, as macromoléculas alimentares (A) atravessam a membrana plasmatica pela bicamada fosfolipidica. (B) passam para o meio intracelular envolvidas pela membrana plasmatica (C) sao transportadas através de proteinas da membrana plasmatica. (D) igam-se a glicolipidos, passando ao meio intracelular por difusdo facilitada. 3.0 paramilo é um (A) polimero do grupo dos Acidos gordos. (B) monémero do grupo dos gliicidos. (C) polimero do grupo dos hidratos de carbono. (D) monémero do grupo das proteinas. 4. Em Euglena gracilis, o periplasto 6 uma estrutura que substitu (A) a membrana celular. (B) a parede celular. (C) 0 complexo de Golgi (D) o citoplasma. 5. Explique de que modo a passagem da autotrofia para a heterotrofia permite a sobrevivencia de Euglena gracilis quando submetida a antibiéticos. elaborado por http://netxplica.com extraido e adaptado de iave.p' Membranas biolégicas ‘As membranas biolégicas delimitam as células, separando os contetidos celulares do meio envolvente. ‘As membranas podem também delimitar compartimentos intracelulares que facilitam a ‘corréncia de processos metabélicos diversificados e eficientes. O conhecimento da estrutura das membranas biolégicas fundamental para compreender as suas fungées. A Figura 1 representa algumas interagdes entre sistemas membranares intracelulares e a membrana plasmatica. FIGURA 1 Deere a acenaaEERESa Proteina Membranar Proteina Secretada Membrana Plasmatica Complexo de Golgi Ribossoma Reticulo Endoplasmatco Rugoso (RER) elaborado por http://netxplica.com ae extraido e adaptado de iave.pt 1. A porgdo glicidica das glicoproteinas encontra-se no das vesiculas golgianas, de forma a que, na membrana plasmatica, contacte com o meio (A) interior... intracelular (B) interior... extracelular (C) exterior... intracelular (D) exterior ... extracelular 2. A fiuidez das membranas biologicas é importante para o funcionamento das células, 0 que 6 confirmado pelos processos representados na Figura 1, porque (A) 6 efetuado o transporte do mesmo tipo de biomoléculas. (B) as membranas possuem a mesma composicao quimica (C) ocorre a fusdo de diferentes porgées de membrana. (D) ¢ efetuado 0 transporte de diferentes proteinas. LLLivingstone © BIODIDAC elaborado por http://netxplica.com As «formigas cortadeiras> As «formigas cortadeiras» do género Aita apresentam uma complexidade social elevada. Os seus formigueiros sao constituidos por centenas de cdmaras de diferentes tamanhos, onde se encontram as castas de formigas especializadas em tarefas distintas. As formigas coletoras transportam as folhas, que S40, posteriormente, cortadas. Enquanto elas cortam 0 material vegetal, bebem a seiva que se liberta das margens cortadas, 0 que constitui uma importante fonte de energia para estes insetos. No formigueiro, outras formigas cortam as folhas em fragées cada vez mais pequenas, mastigando-as e encharcando-as em enzimas, formando uma pasta mole, que 6 posteriormente espalhada sobre um substrato de fungos. Ha ainda, na superficie, formigas trabalhadoras responsaveis pela limpeza do local e, no formigueiro, formigas coletoras de detritos, que os recolnem e transportam para camaras especiticas a grandes profundidades. Nesta relagao entre fungos e formigas, os fungos recebem protegao e alimento preparado pelos insetos, podendo crescer e acumular nutrientes nas extremidades das suas hifas, onde Se concentram agiicares e proteinas que serdo, posteriormente, utilizados pelas formigas, quando ingerirem essas extremidades. No percurso evolutivo, surgiram plantas capazes de produzir inseticidas e fungicidas, que as protegem da ago das formigas. Em paralelo, as formigas evoluiram no sentido de detetarem muitos desses compostos, evitando utilizar as folhas das plantas que produzem essas substncias. 1. As formigas alimentam-se realizando uma digestao (A) extracorporal, com enzimas capazes de promover a degradagao da celulose. (B) intracelular, da qual resulta a degradacao das células das folhas recolhidas. (C) intracorporal, com a degradagao da pasta produzida a partir das folhas, (D) extracelular, da qual resulta a lise de substancias produzidas pelos fungos. Fecal droplet x Let pup y \ * ~aShde Substrate elaborado por http://netxplica.com extraido e adaptado de iave.pt 14 Amibas ‘As amibas sao protozodrios capazes de colonizar grande variedade de ambientes @, na sua forma vegetativa (trofozoito), multiplicam-se por fisso bindria. Alimentam-se por fagocitose de outros protozodrios, de fungos, de algas e de bactérias. No entanto, algumas bactérias resistem & acdo das amibas, evitando a inclusao em vesiculas fagociticas (fagossomas), ou, quando incluidas, evitando a digestao e utilizando-as como hospadeiras. Estas bactérias multiplicam-se num fagossoma da amiba, que nao se funde com os lisossomas, podendo ser libertadas para o meio, quer por lise das células hospedeiras, quer através de vesiculas. A coevolucao entre as bactérias e as amibas originou espécies bacterianas que se tomaram endossimbiontes obrigatérios e outras que infetam e destroem os protozoarios hospedairos. 1. As bactérias captadas pelas amibas (A) passam para 0 meio intracelular envolvidas pela membrana plasmatica (B) atravessam a membrana plasmatica pela bicamada fosfolipidica. (C) sdo transportadas através de proteinas da membrana plasmatica. (D) ligam-se a glicolipidos, passando para o meio interno por difusao facilitada. 2. De acordo com 0 texto, as amibas portadoras de bactérias patogénicas podem ser veiculos transmissores de doengas quando, nas células das amibas, (A) nao sao produzidas enzimas hidroliticas. (B) os vactiolos digestivos estao ativos. (C) nao se formam vaccolos digestivos. (D) as enzimas hidroliticas estao inativas 3. A multiplicagao dos trofozoitos ocorre normalmente quando as condigées do meio sao , apresentando os descendentes combinagdes genéticas entre eles. (A) favoraveis ... diferentes (B) favoraveis ... iguais (C) destavoraveis ... diferentes (D) desfavoraveis ... iguais 4, Durante 0 processo de multiplicagao dos trofozoitos e das bactérias, verifica-se uma (A) divisao mitética do nucleo. (B) redugao do niimero de cromossomas. (C) citocinese assimétrica. (D) replicacao do material genético. elaborado por http://netxplica.com = extraido e adaptado de iave.pt Pera yar Producao Primaria em Ecossistemas Hidrotermais Uma das mais surpreendentes descobertas efectuadas no dominio da biologia das grandes profundidades foi a dos ecossistemas ligados as fontes hidrotermais profundas, quer pela exuberancia, quer pelas caracteristicas dos organismos. Nos povoamentos hidrotermais profundos, a produgdo priméria 6 assegurada por bactérias que obtém a energia necesséria para a fixago do CO2 a partir da oxidacao de sulfuretos, tais como o H2S ou 0 HS-, provenientes, na sua maioria, dos gases vuloanicos que emanam das fontes hidrotermais. ‘As bactérias que vivem nas fontes hidrotermais sao hipertermdfilas, possuindo uma temperatura étima de crescimento muito elevada. Para sobreviverem a tais temperaturas, estas bactérias apresentam um grande niimero de adaptagées, pois, & medida que as membranas celulares sao sujeitas a temperaturas altas, a estabilidade e a fluidez essencial ao bom funcionamento ficam comprometidas. Assim, estas bactérias apresentam alterages ‘na estrutura dos fosfolipidos constituintes das suas membranas, que resultam no aumento do tamanho das caudas dos Acids gordos e na sua saturagao (remocao das ligagdes multiplas). Desta forma, os fosfolipidos ficam mais compactados, mantendo a estabilidade das membranas a temperaturas e a press6es mais elevadas, (© organismo mais caracteristico do ecossistema hidrotermal 6 um animal vermiforme tubicola, de grandes dimensées, Riftia pachyptila, que forma densos agregados e que nao possui nem boca nem tubo digestivo, intervindo na sua nutrigao bactérias simbiontes. Este animal transfere sulfuretos para um érgao especializado no seu corpo, onde se alojam as bactérias simbiontes. 1. De acordo com 0 texto, tendo em conta a forma como produzem matéria organica, as bactérias das fontes hidrotermais sao seres (A) quimiotréticos, pois utiizam a energia térmica das fontes hidrotermais. (B) quimiotréticos, pois utilizam energia resultante da oxidacao de substratos (C) fototr6ticos, pois utilizam energia luminosa. (D) fototr6ticos, pois utilizam a energia resultante da atividade vulcdinica. 2. No processo de produgao de matéria organica desorito no texto, a fonte de eletrdes € 0 (A) hidrogénio. (B) sulfureto de hidrogénio. (©) oxigénio. (D) didxido de carbono. 3. De acordo com 0 texto, uma das adaptagdes das bactérias hipertermofilas & temperatura esta relacionada com alteragdes moleculares da membrana celular ao nivel da (A) regido polar das proteinas intrinsecas. (B) regio nao polar das proteinas intrinsecas. (C) extremidade hidrofilica dos fostolipidos (D) extremidade hidrofébica dos fosfolipidos. 4. Riftia pachyptila tem, na sua extremidade, uma pluma vermelha que absorve agua sulfurosa utiizada pelas bactérias que vivem no seu interior. As bactérias penetram no verme quando este ainda estd no estadio juvenil, pois, mais tarde, a boca desaparece. Explique, tendo em conta a morfologia de Riftia pachyptila, no estado adulto, os beneficios que as bactérias simbiontes e o referido animal retiram desta associagao. hitp:www.climate policy walcher.orgiextren environmenits/image 8/3382_18_17,png elaborado por http: extraido e adaptado de iave. pt Atividade fisica Qualquer animal, capaz de atividade fisica intensa, tem um sistema de transporte que Ihe permite destocar rapidamente grandes quantidades de substancias. As células constituintes de tecidos e érgéos necessitam de um continuo fomecimento de nutrientes, para realizarem eficazmente 0 seu metabolismo. As células musculares, em ‘especial, consomem nutrientes geram residuos em grande quantidade. Se uma dada quantidade de glicose demorasse 1 s a percorrer por difuso 100 um, demoraria 100 s a percorrer 1 mm e trés anos a percorrer 1 m, distancia comparavel & que a glicose tem de percorrer desde o intestino humano até ao oérebro. Este exemplo ilustra a Teduzida eficacia do processo de difusdo em organismos complexos. No decurso da evolugao animal surgiram sistemas de transporte que permitem, com eficdcia, a chegada de nutrientes e oxigénio as células, bem como a remocao de residuos resultantes do metabolismo. ‘A Figura 1 representa esquematicamente os volumes médios dos fluidos corporais para um homem de 70 Kg. \Vasos linfaticos Fiuido intracelular 28,0L Fluido intersticial 11,0L Paredes dos capilares Membranas celulares ACE EEE Fluido extracelular (14,0 L) 1. A sobrevivéncia das células, num organismo, é conseguida a custa de trocas com os fuidos extracelulares. Explique, a partir dos dados da Figura 1, de que modo a interacao entre os fluidos extracelulares permite a eficdcia do metabolismo celular. elaborado por http://netxplica.com i extraido e adaptado de iave.pt Taxa metabolica basal (mL O,/g) O colibri de pescoco vermelho O colibri de pescogo vermetho & uma pequena ave migratoria que percorre cerca de 1000 Km sobre 0 oceano, partindo da zona sudeste dos Estados Unidos com destino ao México @ a ‘América Central. Esta ave manifesta, assim, capacidades energéticas extraordindrias, © colibri alimenta-se de néctar, rico em agucares, e de pequenos insetos, armazenando lipidos em grande quantidade e quase duplicando 0 seu peso. 1.0 ° © Colibris © Outras aves 0.5 0.0 Massa corporal (g) 1. © colibri transforma o alimento em reserva energética, essencialmente, na forma de , dando origem a . quando forem, posteriormente, utilizados. (A) triglicerideos ... monossacarideos (B) triglicerideos ... Acidos gordos (C) glicogénio ... monossacarideos (D) glicogénio ... acidos gordos 2. A elevada capacidade energética do colibri, que Ihe permite fazer o percurso migratério, 6 apoiada pelos dads do grafico da Figura 1, uma vez que (A) a taxa metabolica vatia na razéo direta da massa corporal (B) a. uma pequena massa corporal corresponde uma baixa taxa metabdlica. (C) a taxa metabolica varia na raz&o inversa da massa corporal. (D) a uma grande massa corporal corresponde uma elevada taxa metabilica. elaborado por http://netxplica.com 19 extraido e adaptado de iave.pt igura 1 ~ Rolagao entre a massa taxa metabdtica basal em algumas aves. Figura 1 ~ Par de glandulas Insetos produtores de fio de seda Varios s40 0s insetos produtores de fio de seda, mas apenas sete espécies sao criadas para fins comerciais. O bicho-da-seda da amoreira, Bombix mori, contribui com 95% da produgao mundial de seda, enquanto outros, como Antheraea yamamai, Antheraea pernyi, Antheraea mylita, Antheraea assama, Atlacus ricini e Philosamia cynthia, contribuem com os restantes 5%. (© bicho-da-seda, na fase de lagarta, fia a seda ao redor do seu corpo e, depois de 3 dias de fiagao, 0 casulo fica completo. A lagarta converte-se em pupa, no interior do casulo, e ao fim de, aproximadamente, 10 a 12 dias, transforma-se em borboleta (fase adulta), rompendo o ‘casulo @ quebrando 0 longo fio de seda em muitos fios curtos. fio de seda de B. mori 6 produzido em glandulas com células especializadas na sua sintese. © fio constituido principalmente por trés componentes proteicos: a fibroina, a sericina e a P25. A fibroina 6 o principal componente do fio de seda, e a sericina é uma proteina que possui propriedades adesivas, fundamental para manter as fibras de fibroina unidas. A P25 é uma glicoproteina que tem um papel importante na manutengao da integridade do fio de seda. A glandula sericigena, estrutura onde é produzida o fio de seda, ilustrada na Figura 1, 6 dividida morfologicamente em trés partes: posterior, mediana e anterior. Na regido posterior, as células sintetizam as moléculas de fibroina e de proteina P25, que formam 0 fio insolivel e, na regiéo mediana, segregam a sericina. Estas moléculas so langadas no lumen da glandula, deslocando-se para a regiao anterior, onde ocorte a estruturagao do fio de seda, pronto para a formagao do casulo. 4 — Regio anterior 2 — Regio mediana 3 — Regio posterior 1. A fibroina é um polimero constituido, essencialmente, por unidos por ligagdes (A) aminodcidos ... peptidicas (B) monossacarideos ... glicosidicas (C) aminodcidos ... glicosidicas (D) monossacarideos ... peptidicas 2. As proteinas que constituem 0 fio de seda sao sintetizadas nas células secretoras, ‘enquanto 0 fio é estruturado no lumen da glandula, Relacione 0 processo de transporte destas proteinas para o lumen com as suas caracteristicas estruturais. elaborado por http://netxplica.com extraido e adaptado de iave.pt Paludismo © paludismo & uma doenga provocada por protozoérios introduzidos no sangue humano através da picada da fémea do mosquito Anopheles gambiae. A fémea, ao alimentar-se de sangue, adquire um suplemento nutricional abundante com dez aminoacidos essenciais, 0 que Ihe proporciona uma maior taxa reprodutiva. Os mosquitos controlam o sistema de coagulacao durante as suas refeig6es por possurem substancias anticoagulantes na saliva. Uma dessas subsiancias — a anofelina — & uma molécula peptidica inibidora da enzima trombina. Esta enzima converte o fibrinogénio, proteina solivel do plasma, em fibrina, proteina insolivel, formando coagulos que impedem a circulagao do sangue. (© mosquito deteta odores através das terminagdes axonais dos neurénios olfativos das antenas, que, na sua superticie, possuem recetores aos quais se ligam as moléculas odorantes. Manipular com preciso 0 comportamento dos mosquitos através das suas faculdades olfativas 6 uma estratégia que pode contribuir para salvar muilas vidas. 1. O suplemento nutricional obtido na dieta das fémeas do mosq permite a sintese de (A) glicidos em vias anabdlicas. (B) prétidos em vias anabdlicas. (C) alicidos em vias catabolicas. (D) protidos em vias catabolicas. Anopheles gambiae 2. Explique de que forma a anofelina pode ser a base para o desenvolvimento de um novo farmaco destinado a prevencdo ¢ ao tratamento de doengas cardiovasculares. elaborado por http://netxplica.com extraido e adaptado de iave.pt 21 hp jw toothycat mg/ano.jpg Veiculos motorizados Os veiculos motorizados interagem com o ambiente através de todo 0 seu «ciclo de vida» — desde o fabrico até ao seu uso em estrada e ao seu eventual desmantelamento, quando atingem o «fim de vidan. Os seres autotroficos fixam CO2, contribuindo, assim, para uma tendencial estabilizacdo da concentracao deste gs na atmosfera. Apos a morte dastes organismos, 0 enterramento geolégico permite @ incorporacéo da matéria organica na crosta terrestre (sedimentos), podendo originar combustiveis fosseis. A Figura 1 (A e 8) representa esquematicamente a circulagéo do CO2 entre diferentes sistemas. FIGURAS 1? 018 wom™_ CO, co, @aee/ 1. 0.CO2 produzido pelos veiculos motorizados 6 adicionado a atmosfera, onde se acumula, porque (A) tem sido promovida uma intensa florestagao a nivel global (B) as plantas consomem CO2 a mesma taxa a que este gas ¢ emitido. (C) aumentou o recurso a energias alternativas nas uitimas décadas. (D) a emissao de CO2 para a atmostera é superior a sua extragao. elaborado por http://netxplica.com extraido e adaptado de iave.pt Produgao de biocombustiveis ‘A produgo de biocombustiveis com recurso a culturas como a soja depende, em termos de produtividade, da ocupagao exclusiva de grandes extensdes de solo. As microalgas afiguram- se como uma alterativa para a produgao de combustiveis, uma vez que tm a capacidade de duplicar a sua biomassa varias vezes por dia e de produzir, pelo menos, quinze vezes mais 6leo por hectare do que as culturas alimentares concorrentes. Para otimizar os processos de producdo e extracao dos dleos, recorre-se ao aumento do teor lipidico, bloqueando as vias metabdlicas responsaveis pela acumulagéo de compostos energéticos, como 0 amido, @ a diminuigao do catabolismo dos lipidos. O silenciamento por mutago de genes das vias metabdlicas referidas ou a redugdo significativa da quantidade de mRNA desses mesmos genes também podem conduzir a um aumento do teor lipidico celular. pos a extragao dos dleos para a produgao de biodiesel, os gliicidos (hidratos de carbono) existentes no bolo vegetal remanescente podem ser utiizados como substrato para a produgao de etanol. O didxido de carbono, resultante do processo de fermentagao, pode, por sua vez, ser utilizado na produgéo de mais biomassa (microalgas), 0 que permite o funcionamento em sistema fechado e uma otimizacao de todo o processo bioenergético 1.0 aumento do teor lipidico nas microalgas pode ser conseguido através da redugao da (A) sintese dos lipidos e do bloqueio das vias anabélicas dos glicidos. (B) degradacao dos lipidos e do bloqueio das vias catabélicas dos glicidos. (C) sintese dos lipides e do bloqusio das vias catabélicas dos glicidos. (D) degrada¢ao dos lipidos e do bloqueio das vias anabélicas dos glicidos. Poon AS) Ss F\s OY ge = ee TTY EON OMX) aa) I) elaborado por http://netxp xtraido e adaptado de iave.p' a.com Figura 1 - Atvagao do estrogénio na regulagao da sintese de albumina, Estrogénio Os sistemas endécrino e nervoso controlam grande parte das fungées dos organismos, nomeadamente, 0 crescimento, a reprodugéo e muitos outros processos fisiolégicos, intervindo diretamente no metabolismo celular. As hormonas atuam apenas em células que possuem recetores especiticos, que podem localizar-se na membrana celular, no citoplasma ‘ou no niicleo da célula-alvo. © estrogénio 6 uma hormona que, em aves fémeas, atua na regulacao da sintese da albumina, a proteina mais abundante da clara do ovo, como se apresenta na figura 1 Estrogénio Complexo hormona-receptor > Kw RNA polimerase Gene da albumina 1. Ao chegar as células-alvo, 0 estrogénio difunde-se através da membrana celular ¢ une-se arecetores, (A) estimulando diretamente a tradugao dos genes. (B) inibindo diretamente a transcrigdo dos genes. (C) estimulando diretamente a transcrigao dos genes. (D) inibindo diretamente a tradugao dos genes. Albumina elaborado por http://netxplica.com 24 extraido e adaptado de iave.pt A sensacio de dor A sensacao de dor 6 assegurada pelo sistema nervoso periférico e auxilia 0 oérebro a analisar @ a decidir sobre situagdes de risco. A dor é responsével pela demarcagao dos limites fisicos do nosso préprio organismo, tentando evitar lesdes tecidulares e garantir a manutencao da vida. Foi feito um estudo neurolégico om trés familias consanguineas, originarias do norte do Paquistdo, que incluiam seis criangas insensiveis a qualquer tipo de dor. Os exames a que as criangas foram sujeitas vieram mostrar que, apesar de serem insensiveis a dor, todas tinham a capacidade de perceber sensacées de toque, variacdes de temperatura, de cécegas e de pressao, Quando se efetuaram estudos genéticos as trés familias, verificou-se que o gene que codifica a proteina Nav —1.7, proteina intrinseca da membrana do neurénio, apresenta mutagdes diferentes em cada familia, por delegao ou por substituicdo: na familia 1, uma guanina foi substituida por uma adenina no exao 15, na familia 2, tinha ocorrido uma delegao de uma timina no exo 13, enquanto, na familia 3, uma citosina foi substituida por uma guanina no exo 10. Todas as mutacdes alteram a funcao da proteina Nav -1.7 que forma o canal de sédio, indispensavel para desencadear a despolarizagao dos neurénios sensitivos relacionados com a sensacao de dor. 1. A sensagéo de dor constitui um sinal de que a homeostasia do organismo esté comprometida, pelo que este aciona mecanismos de regulagao . que constituem processos de retroalimentacao (A) quimica ... negativa. (B) eletroquimica ... negativa. (©) eletroquimica .. positiva. (D) quimica.... positiva. elaborado por http://netxplica.com extraido e adaptado de iave.pt upload wikimed! wikipacia’e FIGURA A Alimentagao do Morcego Vampiro (© morcego vampiro, Desmodus rolundus, 6 um pequeno mamifero que se alimenta do sangue de outros mamifferos de grande porte, enquanto estes dormem. Se 0 morcego vampiro encontrar uma presa, ingere todo 0 sangue que puder, no menor periodo de tempo possivel, antes que a vitima acorde. ‘Ap6s 0 inicio da refeicao, a agua do sangue ingerido rapidamente absorvida e transportada para o sistema renal. Assim que a refeigao termina, 0 morcego vampiro comeca a digerir 0 sangue concentrado no tubo digestivo. Como este sangue & composto, essencialmente, por proteinas, € produzida uma grande quantidade de residuos azotados, os quais sao excretados sob a forma de ureia numa urina muito concentrada, conforme se ilustra no grafico da Figura 1. Quando 0 morcego j4 ndo se alimenta hd vatias horas, produz pouca urina, muito concentrada, de forma a evitar a perda de agua do corpo. 6,000} 5,000} 4,000 3,000) 2,000) Concentragao da urina ( mosmoles —) 1,000 Concentragéo —» de plasma 7 Tempo (horas) Inicio da ingestao elaborado por http://netxplica.com extraido e adaptado je iave.pt Taxa de fluxo da urina (mV/ka/min «=== 1. Adigestao do sangue ingerido pelo morcego vampiro é (A) intracelular e dela resultam, essencialmente, monossacarideos. (B) extracelular e dela resultam, essencialmente, monossacarideos. (C) intracelular e dela resultam, essencialmente, aminodcidos. (D) extracelular e dela resultam, essencialmente, aminoacidos. 2. Comparando a condigao que se regista no grafico da Figura 1 duas horas apés a ingestéo de alimentos com a que se regista dez minutos antes desta ingestao, verifica-se que 0 morcego vampiro elimina (A) maior volume de urina com maior quantidade de solutos. (B) maior volume de urina com menor quantidade de solutos. (C) menor volume de urina com maior quantidade de solutos. (D) menor volume de urina com menor quantidade de solutos. 3. Assim que o morcego inicia a ingestéo do sangue, a concentragéo de hormona antidiurética (ADH) no plasma sanguineo (A) reduz-se, 0 que diminui a quantidade de urina produzida. (B) reduz-se, 0 que diminui a permeabilidade do tubo coletor. (C) eleva-se, o que aumenta a permeabilidade do tubo coletor. (D) eleva-se, 0 que aumenta a quantidade de urina produzida 4, Justifique a alteragao verificada no flux de urina excretada nos dez minutos iniciais da refeigao do morcego. efaborado pot http://Hetplica, extraido e adaptado de iave. htpss/upload.wikimedt a.orgiwikpeciacomm ons'2/27/Desmodus_ + otundus_1847,69 Osmorregulacao em aves marinhas As aves marinhas, como as gaivotas, bebem agua do mar, conseguindo manter o equillbrio osmético sem acesso a agua doce. Ao ingerirem agua salgada, 0 contetido do tubo digestivo fica hiperténico em relacao ao meio interno. Para compensar, hd um movimento de agua do meio interno para o tubo digestivo, enquanto os sais sao absorvidos para o plasma sanguineo. Em resposta a esta absorgao de sais, a agua volta a entrar para o plasma. © aumento de volume do plasma e 0 aumento da concentragao de sais estimulam a glandula do sal, que produz uma secregao muito concentrada, permitindo repor os valores normais. A Figura 1 representa, esquematicamente, a variagéo do volume do plasma e da sua concentragao salina, antes e depois de ser ingerida agua salgada pelas gaivotas. FIGURA1 Ingestao de ‘agua salgada Concentragao de sais no plasma Volume do plasma Tempo (min) Feo. elaborado por http://netxplica.com extraido e adaptado de iave.pt 1. Logo apés a entrada de Agua salgada no tubo digestivo, ocorre absorcao de sais, em simultaneo com um movimento de agua em direccao ao meio 0 que leva da pressao osmética no plasma. (A) interno ... & diminuigao (B) extemo ... A diminuicao (C) interno a0 aumento (D) externo ... ao aumento 2. As condigdes do plasma verificadas no momento X, assinalado na Figura 1, provocam a da glandula do sal, promovendo a de sais. (A) estimulacao ... absorgao (B) estimulacao ... excregao (C) inibigao ... absorgao (D) inibigao ... excregao 3. Nas gaivotas, a osmorregulacéo é um mecanismo controlado por retroacio negativa, Porque (A) tende a anular 0 efeito provocado pelo estimulo exterior. (B) tende a ampliar 0 efeito provocado pelo estimulo exterior. (C) favorece a produgao de uma urina abundante. (D) favorece a produgao de urina diluida. itp pestoontro xcomiphatosiunc ategorzed/2008) 96i90/seagul jpg elaborado por http://netxplica.com 2 extraido e adaptado us FIGURA1 Os Mangais Os mangais s4o comunidades que podem incluir cerca de uma centena de plantas angiospérmicas, adaptadas a viverem em Agua salobra ou salgada e que tém como caracteristica comum 0 facto de parilharem a tolerancia a concentragées elevadas de sal. Este tipo de vegetacéo domina a maior parte da zona costeira tropical e subtropical, representando cerca de 0,6% da vegetagao terrestre total peculiar sistema radicular destas plantas proporciona-lhes um conjunto de adaptagdes que Ihes permite suportar concentragées salinas elevadas € as condigdes existentes no lodo onde se fixam. Algumas plantas apresentam raizes aéreas, com lenticulas (poros respiratorios), que, através de tecidos especiais, permitem a difusdo de gases para as raizes submersas. De entre as espécies vegetais caracteristicas dos mangais, Rhizophora mangle possui um sistema de raizes que, através de membranas especiais, consegue evitar a absorcao de sal. Este processo 6 tao eficaz que permite a uma pessoa retirar agua doce de uma planta, apesar de esta se encontrar num ambiente salino. Outras arvores de mangal, como, por exemplo, Avicennia germinans (Figura 1), em vez de impedirem o sal de entrar nos seus tecidos condutores, excretam-no, com gasto de energia, através de glandulas localizadas nas folhas, nos ramos ¢ nas raizes. As florestas de mangal apresentam uma importante diversidade biolégica, com a particularidade de a mesma 4rvore albergar uma comunidade tipicamente terrestre e outra tipicamente marinha. As plantas de mangal desenvolveram estratégias reprodutivas que Ihes garantem maior probabilidade de sobrevivéncia e que facilitam a sua dispersdo. As sementes de algumas espécies germinam na arvore progenitora. Posteriormente, os propagulos caem, dispersando-se pelo oceano, onde permanecem vidveis por periods que podem chegar a um ano. 1. Em Avicennia germinans, as células que constituem glandulas excretoras eliminam sal (A) com intervangao de proteinas, por transporte ativo. (B) sem intervengao de proteinas, por difusao facilitada. (C) com intervangao de proteinas, por difusao facilitada. (D) sem intervengao de proteinas, por transporte ativo. 2. As lenticulas sao necessétias, pois as plantas do mangal t8m (A) de eliminar os gases resultantes do seu metabolismo. (B) as suas raizes num meio com concentracdes elevadas de sal. (C) as suas raizes cobertas de Agua grande parte do tempo. (D) de eliminar aqua, por transpiragao. 3. As lenticulas permitem que as raizes de Avicennia germinans obtenham (A) oxigénio, utilizado na fotossintese, (B) oxigénio, necessario para a excregao de sal (C) didxido de carbono, necessario para a respiragao celular. (D) didxido de carbono, utilizado na sintese de ATP. 4, Mencione o que aconteceria a pressao osmatica no xilema de Rhizophora mangle se 0 processo de filtragao do sal cessasse devido & intervengo de um poluente. elaborado por http://netxplica.com extraido e ada ptado de iave.pt Queda das folhas no Outono Em determinadas espécies de plantas, ocorre a queda de folhas durante 0 Outono. Neste proceso, participam auxinas e etileno. No Outono, 2 diminuigdo de temperatura provoca a descarboxilagao das auxinas, diminuindo © seu transporte do limbo para o peciolo, ficando esta zona mais sensivel a a¢ao do etileno. O efeito do etileno sobre as plantas foi conhecido muito antes da descoberta das auxinas + no séc. XIX, as ruas eram iluminadas com lampadas que queimavam gas; + na Alemanha, a fuga de gas de uma conduta provocou a queda das folhas das arvores ao longo de vérias ruas; + em 1901, Dimitry Neljubov demonstrou que o componente mais ativo do gés de iluminagao éoetileno. AA figura representa esquematicamente a sequéncia de acontecimentos que determinam a absciséo foliar. Limbo > Peciolo Zona de abscisao —> 1 — Manutencao da folha 2 — Indugéo da queda da folha 3 — Queda da folha Nota: —— — Diminuigdo do transporte de auxinas 1. Classifique como verdadeira (V) ou falsa (F) cada uma das seguintes afirmagées, relativas a aco das auxinas e do etileno na queda das folhas. ‘A—No Outono, a concentragao de auxinas no peciolo dimin B —O transporte de auxinas na folha faz-se num Unico sentido, da folha para 0 caule. C—A presenga de etileno na zona de abscisao evita a queda das folhas. D-O processo de absciséo foliar é determinado pela agao de hormonas vegetais. E~A queda das folhas deve-se a atuagao de auxinas na zona de abscisao foliar. F — Altas concentragdes de etileno no peciolo atraem auxinas para a zona de abscisao. G— Estimulos ambientais interferem na produgao de auxinas. H—Na Primavera/Verdo, a acao do etileno determina a abscisao foliar. elaborado por http://netxplica.com 1 extraido e adaptado . je iave.pt a Omilho O milho é um cereal de grande importancia na alimentagao humana e na economia mundial Pensa-se que 0 seu cultivo comegou ha milhares de anos, no sul do México, a partir de uma variedade selvagem A planta do milho (Zea mays) apresenta elevada produtividade; no entanto, é também muito sens{vel a determinados fatores ambientais, que podem prejudicar a sua rentabilidade, como sucede com 0 alagamento prolongado dos solos ou com situagdes de seca prolongada, Em situagdes de seca prolongada, verifica-se que as folhas da planta do milho podem ‘enrolar-se, expondo apenas a pagina inferior, que tem uma cuticula espessa a revesti-la. (© alagamento dos solos reduz a troca de oxigénio entre o solo @ a atmosfera. © metabolismo celular é afetado, passando a produzir produtos finais t6xicos para as células, como, etanol e Acido lactico. Experiéncias realizadas com a planta do milho, demonstraram que, em condigées de hipoxia (caréncia de oxigénio), ha um aumento da produgao de etileno, que se acumiula nas raizes e nos caules submersos. A concentragao interna de etileno aumenta com a duracdo da submersao em agua, induzindo a formagao de tubos de ar, que facilitam a circulagao de oxigénio. As figuras 1A e 1B representa cortes transversais da raiz da planta do milho, submetida a meio com @ sem arejamento, respetivamente. Epiderme elaborado por http://netxplica.com xtraido e adaptado de iave.p! 1.0 . 6 uma hormona vegetal que, em resposta ao alagamento dos solos, a eficdcia da produgao de energia, na planta do milho. (A) etileno ... diminui (B) etanol... diminui (C)etileno ... aumenta (D) etanol ... aumenta 2..0 enrolamento das folhas da planta do milho conduz (A) ao aumento da eficiéncia fotossintética, porque a superticie de captagao de luz se torna maior. (B) A diminuigao das perdas de agua por transpiragao, reduzindo a velocidade de circulacao da seiva xilémica. (C) ao aumento do gradiente de vapor de agua estabelecido entre as células do meséfilo e 0 ar. (D) a dimi xilémica. jigdo da pressao radicular, porque aumenta a velocidade de circulagao da seiva, 3. Explique de que modo as alteragdes morfolégicas, apresentadas na Figura 1B, evidenciam que a planta do milho reagiu a uma situacao ambiental desfavorével, aumentando @ sua capacidade de sobrevivéncia em solos alagados. ys. elaborado por http://netxplica.com extraido e adaptado de iave. pt 33 hip:/databese prota.o rg PROTAntmlPhotie 2olmages%SCLined A doenga de Kwashiorkor A nutrigao € uma condigdo essencial para a sobrevivéncia do individuo. Quando a alimentagao & insuficiente, surge uma forma de desnutrigao designada como deficiéncia calérico-proteica. Para sintetizar as suas proteinas, 0 ser humano necesita de vinte aminodcidos distintos. Destes vinte, oito sdo considerados essenciais, visto que nao é possivel sintetizé-los, sendo obtidos através da alimentagao. A reducao da sintese proteica em situacéio de malnutricao leva & diminuigao da quantidade de proteinas do plasma sanguineo, baixando a sua presséo osmotica. A doenga de Kwashiorkor, que vitima essencialmente criangas apés 0 desmame, é um caso de deficiéncia calérico-proteica severa em que ocorre edema (retengao de liquidos) essencialmente na zona abdominal, vulgarmente designada como «barriga de agua». Considere o fragmento do gene que codifica uma proteina humana (proteina X) a seguir representado e os codes de alguns aminodcidos representados na Tabela 1 Fragmento do gene que codifica a proteina X Tabela 1 .GACGTACCCC: Aminoacido | Codao (codées) Alanina (Ala) | GCU GCC GCA ‘ GCG Glicina (Gli) GGA GGG GGC GGU j . a Arginina (Arg) | CGA ccc Metionina (Met)| AUG Triptofano (Trp) | UGG 1. A sequéncia de aminodcidos codificada pelo fragmento do gene representado & (A) Met-Gli-Ala-Trp (B) Ala-Ala-Trp-Gli (C) Arg-Arg-Met-Gli (D) Arg-Ala-Gii-Trp 2. Se ocorrer_uma mutag4o no fragmento do gene apresentado que o altere para 3°... CGACGTACCCCC.... 5’, a proteina X... (A) perde a sua funcionalidade. (B) deixa de ser sintetizada. (C) mantém as suas caracteristicas. (D) fica com a sua estrutura alterada. 3. Um organismo saudével faz a regulagéo da pressdo osmética do sangue, mantendo-a aproximadamente constante. Relacione a formagao do edema abdominal, em casos de doenga de Kwashiorkor, com a necessidade de regulagao da presséo osmética do sangue. elaborado por http://netxplica.com extraido e adaptado de iave. pt © Modelo de Treino LH + TL Durante 0 estagio para 0 Mundial da Africa do Sul em 2010, a selego portuguesa de futebol dormiu na serra da Estrela, a 1550 metros de altitude, ¢ treinou na Covilha, a cerca de 600 metros de altitude, tentando, dentro do possivel, realizar 0 estagio no método «viver na altitude e treinar num local mais baixo (LH + TL, do inglés Live High + Train Low)». Neste modelo, 0 atleta vive em altitude para obter os beneficios da aclimatacao e treina num local mais baixo para conseguir atingir a intensidade de treino semelhante a conseguida ao nivel do mar. Alletas que usam o método LH + TL vivem e / ou dormem em altitudes moderadas (2000-3000 metros) e treinam em altitudes baixas (< 1500 metros) Em altitude verifica-se uma menor pressao parcial de oxigénio atmostérico (p02), 0 que estimula 0 aumento da produgao da hormona eritropoetina pelos rins, em resposta a uma hipdxia arterial (baixo teor de oxigénio). Esta hormona actua na medula éssea vermelha, estimulando a produgao de eritrécitos, condigao esta denominada policitemia. A uma altitude média de 2200 metros, a eritropoetina atinge 0 seu pico de libertagao no organismo humano entre 24 e 48 horas, declinando a partir dal. Por sua vez, 0 proceso de policitemia é lento, sendo necessérios varios dias para que ocorra aumento da produgao de eritrécitos. 1. Um individuo que viva junto ao mar e que petmanega 30 horas a 2600 metros de altitude apresenta, ao fim desse tempo, (A) uma diminuigao da produgao de eritropoetina nos seus rins. (B) um decréscimo acentuado da taxa de policitemia. (C) um acréscimo do processo de policitemia nos ossos. (D) um aumento da quantidade de eritropoetina no sangue. 2. As oélulas renais, responsdveis pela produgao de eritropoetina, s40 (A) diferenciadas, sendo expressos apenas alguns genes. (B) indiferenciadas, sendo expressos todos os genes. (C) diferenciadas, sendo expresso todo 0 DNA. (D) inditerenciadas, sendo expressa apenas uma parte do DNA. 3. De acordo com 0 texto, a policitemia causada por ambientes hipoxicos 6 um processo (A) rapido de divisao mitética. (B) lento de divisdo meiatica (C) rapido de divisao meistica. (D) lento de divisdo mitética, 4, Relacione as alteragdes verificadas na concentragao de eritropoetina no sangue dos atletas que seguem o método LH + TL com o rendimento energético das células musculares. elaborado por http://netxplica.com extraido e adaptado de iave.pt ub. ‘omicontenv’49i8/93 DNA e cromatina Nos eucariontes, 0 DNA genémico forma um complexo com proteinas nucleares - a cromatina. Para que um gene seja transcrito, a cromatina deve sofrer uma reorganizagao. Uma perturbado, ainda que transitoria, pode repercutir-se no estado da cromatina, influenciando a expressao dos genes @, consequentemente, as caracteristicas das células. Trabalhos recentes revelaram que a manipulagao do metabolismo pode influenciar 0 decurso da diferenciacao celular. Observou-se em ratos de laboratorio que o regime alimentar do progenitor modifica o metabolismo dos lipidos, nomeadamente do colesterol, da sua descendéncia. A andlise ‘molecular revelou que as mudangas metabélicas eram acompanhadas de modificagoes da cromatina nas regiées gendmicas onde estéo localizados os genes reguladores da biossintese dos lipidos. Estas observacdes apoiam a ideia de que o regime alimentar influencia 0 estado da cromatina e a expresséo dos genes transmissiveis as geragdes seguintes. 1. De acordo com os dados apresentados, 0 regime alimentar dos progenitores condicionou 0 ‘metabolismo dos lipides na descendéncia, ao alterar (A) sequéncias nucleotidicas de genes nas células somaticas. (B) estado da cromatina de células germinativas. (C) sequéncias nucleotidicas de genes nas células germinativas. (D) 0 estado da cromatina de células somaticas. 2. Explique em que medida as observacées efetuadas em ratos de laboratério permitem uma nova abordagem da teoria lamarckista da evolugao. 300 nm. elaborado por http://netxplica.com extraido e adaptado de iave.pt Bases nucleotidicas sintéticas Em 2012, um grupo de cientistas conseguiu produzir um par de bases nucleotidicas sintéticas, complementares entre si, diferentes das que se encontram na natureza. Em 2014, 0s mesmos cientistas adicionaram estas bases a um meio de cultura. Este meio de cultura foi inoculado com uma estipe da bactéria E. coli, que expressa um transportador membranar capaz de incorporar estas bases nas células bacterianas. Uma vez dentro da célula, as bases teriam de ser reconhecidas e aceites pelas enzimas que copiam o DNA e pelas enzimas envolvidas na transcric&o dos genes. Os cientistas comprovaram que as bactérias se multiplicaram, sintetizaram c6pias de DNA artificial com seis tipos de bases 2, em 99.4% dos casos, transmitiram 0 novo par de bases a descendéncia. Para que as bactérias identifiquem este novo cédigo, os cientistas tém ainda de modificar os mecanismos de tradug&o, garantindo 0 reconhecimento das bases artiiciais introduzidas nos Acidos nucleicos e a incorporagéo de aminodcidos sintéticos especificos nas proteinas, tornando, deste modo, possivel a produc&o de proteinas inexistentes na natureza. 1.05 novos nuclestidos manteréo a configuragao em dupla hélice do DNA se tiverem (A) bases nitrogenadas que se unam por ligagdes de hidrogénio. (B) moléculas de desoxirribose que se liguem entre si. (C) grupos fosfato unidos por ligagbes de hidrogénio, (D) bases ritrogenadas ligadas a grupos fosfato. 2. A importagao das bases artificiais para a oélula ocorreu através . por meio de um mecanismo de transporte (A) da bicamada fosfolipidica ... mediado (B) da bicamada fosfolipidica ... no mediado (C) de proteinas ... mediado (D) de proteinas ... nao mediado 3. A incorporago de novas bases em E. coliconduziu & (A) alteracao dos mecanismos de tradugao. (B) formagao de novos aminodcidos. (C) alteragao da expressao dos genes. (D) formacao de novas moléculas de DNA. 4, Suponha que, no DNA da estipe de E. coli resultante do estudo descrito, 23% dos nuclestidos sao nucledtidos de timina e 25% sao nuclestidos de citosina. A soma das ercentagens das bases do novo par serd de (A) 52%. (B) 26%. (C) 4%, () 2%. 5. O proceso apresentado no texto pode constituir um mecanismo de selegao artificial capaz de conduzir & evolugao de E. coli. Explique, numa perspetiva neodarwinista, como poderd ocorrer essa evolugao. elaborado por http://netxplica.com extraido e adaptado de iave.p' Processamento Alternativo O patriménio genético de todas as células vivas esta inscrito no seu DNA. Nos seres eucariontes, 0 RNA sintetizado sofre um processamento ou maturagao antes de abandonar 0 niicleo. Durante este proceso, diversas secgdes do RNA, inicialmente transcritas, sao removidas. Estas porgées so chamadas intrOes. As porgdes nao removidas exes — ligam-se entre si, formando um MRNA maduro, que sera traduzido numa proteina. Todavia, entre o DNA e as proteinas esconde-se um outro cédigo, 0 que explica que, apesar de 0 DNA humano nao conter mais do que uma vintena de milhares de genes, as nossas células retirem dele informagao pata fabricar centenas de milhares de proteinas diferentes. Na Figura 1, esta representado um processamento alternativo em que so produzidas duas moléculas diferentes de mRNA a partir do mesmo gene. Este processamento obedece a regras de um cédigo bem preciso, que era até ha pouco tempo inimaginavel. A partir de uma mesma sequéncia de DNA, a célula pode produzir nao um, mas mais de uma dezena de mRNA diferentes. Em cada tecido, a célula reconhece, na sequéncia de um primeiro intro, a informacao que nesse momento conduz a conservagao ou supressdo do exo seguinte. Eis aqui uma nova forma de controlar 0 c6digo da vida, que permite & célula saber como processar 0 RNA pré-mensageiro de acordo com o seu papel no organismo. E gragas a este rocesso que as células se distinguem umas das outras e ajustam os seus comportamentos s circunstancias. Na Figura 2, esta representada a produgdo de diferentes moléculas de mRNA a partir do mesmo gene, em diferentes tecidos. Assim, a partir de um cinico gene, 0 organismo @ capaz de conceber diferentes proteinas cuja funcionalidade é especitica. Exdes DNA aG@ G@ G& Gin RA =| SS pré-mensageiro Processamento de RNA a — mRNA | EC |) | a | elaborado por http://netxplica.com extraido e adaptado le iave.pt 1. 0 processamento alternativo consiste na remogo (A) apenas de introes. (B) apenas de exoes. (C) dos intrées e de alguns exdes. (D) dos exes e de alguns intrées. 2. Segundo 0 modelo do processamento alternativo, durante a diferenciagéo celular formam- se células diferentes, porque cada célula (A) possui diferentes tipos de genes. (B) pode expressar apenas genes diferentes (C) pode expressar de forma diferente os mesmos genes. (D) possui um numero diferente de genes. 3. Explique de que modo 0 processo de inibigao da transcrig&o de genes e 0 processamento alternativo contribuem para a diferenciacao celular. GENE BEB BBE ee Processamento alternativo dos transcritos mRNA mice, ae YY Vo estriado wee oe WY estriado wooo ee AY liso vee ee reonse! ga aD fibroblasto coo WY ~~. sequencias que se tornam introes @ ex00s constitutivos @ exes expressos apenas no miisculo liso @ x > f = \ ad eon pré-miRNA. | elaborado por http://netxplica.com 42 extraido e adaptado de iave.pt Nos tens de escolha miiltipla, selecione a dinica op¢do que permite obter uma afirmacao correta 1. Um determinado miRNA podera (A) regular varios genes num organismo. (B) impedir 0 processamento do mRNA. (C) provocar a separagao de desoxirribonucledtides. (D) inibir a exportagao de exdes. 2. A cadeia de miRNA que silenciard a sequéncia de DNA 5’ ATTCGG 3' de um determinado gene-alvo devera ter uma sequéncia (4) 3 AUUCGG 5. (B)3' UAAGCC (C)5' AUUCGG (0) 5 UAAGCC 3. Ordene as letras de A a E, de modo a reconstituir a sequéncia cronolégica dos acontecimentos que ocorrem durante 0 silenciamento de um gene através de um mecanismo mediado por um miRNA. ‘A. Formagao de um pré-miRNA. B. Bloqueio da traducao do mRNA-alvo. C. Transcrigdo de nuclestidos. D. Formagao de uma molécula com extremidades em forma de laco. E. Processamento enzimético no citoplasma. 4. O desenvolvimento da tecnologia de silenciamento de genes associada ao RNA permite que pequenas moléculas de dsRNA, denominadas siRNA, possam ser introduzidas em Células. Atualmente, varias empresas de biotecnologia podem produzir moléculas de siRNA para qualquer gene humano que o investigador pretenda sienciar. Explique como procederia para tratar, com recurso a moléculas de siRNA, uma doenga celular cuja manifestagao dependesse da producao de um determinado péptido. siete tana e/a] Decree ec tas Vaucheria litorea e Vaucheria compacta Vaucheria litorea e Vaucheria compacia sao algas verde-amareladas, ambas com reprodugao assexuada e sexuada, apresentando um ciclo de vida haplonte. Nestas algas filamentosas, um filamento é constituido por uma nica célula tubulosa, que atinge com frequéncia varios centimetros de comprimento. Esta célula apresenta a particularidade de possuir numerosos e mindsculos nucleos visiveis entre os cloroplastos. Em determinadas condigées, 0 filamento dilata-se na parte terminal e origina um tinico esporo, separado da restante célula por uma membrana. © esporo é multinucleado ¢ multiflagelado, deslocando-se livremente na agua. Ao fim de algum tempo, fixa-se e origina um novo filamento, como se apresenta na figura 1. A lesma marinha, Elysia chlorotica, é um molusco gastrépode que vive na costa leste dos EUA. Alimenta-se preferencialmente de Vaucheria litorea e de Vaucheria compacta e, por corte ou perfuracdo, suga 0 contetido das células das algas, digerindo-o, a excepgao dos cloroplastos. Estes sao retidos em células que revestem o seu sistema digestivo, extensamente ramificado, permanecem funcionais durante varios meses, em perfeita simbiose. Resultados experimentais mostraram que exemplares de Elysia chlorotica, quando alimentados, no inicio do seu ciclo de vida, com Vaucheria litorea, sobreviveram durante os restantes 9 a 10 meses, sem qualquer fonte alimentar adicional. 1. Através dos resultados da experiéncia desorita, infere-se que, nos cloroplastos das algas ingeridas por Elysia chlorotica, continua a ocorrer a (A) conversao de energia quimica em luminosa, nos tilacdides. (B) fixacdo de diéxido de carbono no estroma. (C) sintase de glicose, nos tilacdides. (D) redugo da molécula de agua, no estroma. 2. Vaucheria apresenta reprodugéo com formagéo de grandes esporos muttifiagelados em haploides (A) sexuada ... espordngios (B) assexuada ... esporangios (C) sexuada ... células-mae de esporos (D) assexuada ... cdlulas-mae de esporos Figura 1 — Represent mutta hps/fawujonnsaco boots/Elements_of Str elaborado por http://netxplica.com 7 extraido e adaptado de iave.pt Os choupos A familia Salicacea inclui numerosas espécies de plantas, como, por exemplo, os salgueiros @ 0s choupos. Os choupos adultos apresentam flores na Primavera. As flores masculinas e as flores femininas surgem, geralmente, em drvores distintas. Nas flores, formam-se esporos por meiose. Por germinagdo, os esporos originam entidades multicelulares produtoras de gametas (gametéfitos). Apés a tecundacdo, forma-se uma semente, que inclui o embrido. A semente é, geralmente, dispersa pelo vento e, quando as condigbes sao tavoraveis, germina, originando uma nova 4rvore. No entanto, 0 processo mais comum de repradugao dos choupos é a multiplicagao vegetativa a partir das suas raizes (figura 1). 1. Explique, a partir da intormagao fornecida no texto, a reduzida variabilidade genética entre clones de um choupo e a grande variabilidade genética entre choupos da mesma espécie resultantes de diferentes sementes. elaborado por http://netxplica.com extraido e adaptado jave,pt fl reproduc hits therapy.c booksiE! ructural fig037 png ents_of S nd_ Syste 1690. les Produgao de quitina pela levedura Pichia pastoris A quitina & um polissacarideo estrutural que aparece nas paredes celulares dos fungos, nos exoesqueletos dos insetos e nos de outros Artropodes. Quando pura, esta biomolécula pode ser aplicada em varias areas da ciéncia. Um grupo de investigadores do Laboratério de Engenharia Bioquimica do Departamento de Quimica da Faculdade de Ciéncias e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa conseguiu, utilizando a levedura Pichia pastoris, representada esquematicamente na figura 1, produzir grande quantidade de quitina, a partir da fermentacao de glicerol. A levedura apresenta uma elevada taxa de crescimento, acumulando, nas suas paredes celulares, grande quantidade de quitina. Este polissacarideo 6, posteriormente, retirado das paredes celulares ¢ purificado, toando-se mais maleavel. Nos insetos, a quitina associa-se a proteinas do exoesqueleto impermedvel, tornando-0 rigido pouco extensivel. Para poderem crescer, os animais necessitam de se libertar desse exoesqueleto e de produzir outro, de maiores dimensdes. O processo é designado por muda e ocorre periodicamente. E 0 que se passa, por exemplo, com as térmitas, ou formigas brancas, insetos que se alimentam essencialmente de madeira e que, por isso, s40 responsaveis por vérios estragos em habitagdes. elaborado por http://netxplica.com xtraido e adaptado de iave.p' 1. Na molécula de quitina, as ligagdes que se estabelecem entre as unidades estruturais conduzem de agua. (A) glicosidicas ... a libertagao (B) peptidicas ... a0 consumo ()g + 40 consumo (D) peptidicas ...& libertacao 2. Afigura 1 representa um proceso de reprodugao em que (A) 0 nicleo da célula-mae sofre uma divisdo meistica. (B) a célula-flha e a célula-mae apresentam diferente informacao genética. (C) a célula-filha se desenvolve a partir de um odcito nao fecundado. (D) 0 nucleo da célula-mae sofre divisao mitética. 3. Nas térmitas, constitui uma adaptacao a caréncia de agua a (A) excrecdo de substancias sob a forma de vapor de agua. (B) excrecdo de substancias de elevada solubilidade em agua. (C) presenga de um exoesqueleto quitinoso impermedvel. 4. Devido ao seu regime alimentar, as térmitas podem constituir pragas urbanas, que é necessario combater. Um dos métodos de controlo consiste na utilizagdo de substdncias quimicas que inibem a sintese de quitina. Explique de que modo estas substancias quimicas permitem 0 controlo das pragas de térmitas. ree a Boos eres picea Toate) od elaborado por http://netxplica.com Beeerrnirrcr cast es Meiose e fecundagao ‘Ameiose e a fecundacao sao dois processos complementares na reprodugao sexuada. (Os diagramas |e Il da Figura 1 representam os ciclos de vida de duas espécies diferentes. aed ft f \ or FIGURA 1 osc =O 2 =O) z + O O Q Nascimento e migragao para o interior da bolsa marsupial -> juvenis dependentes dos cuidados parentais > juvenil com vida autonoma, elaborado por http://netxplica.com xtraido e adaptado de iave.p 1. Analise as formulagdes que se seguem, relativas ao ciclo de vida de Hypsiprymnodon ‘moschatus. Reconstitua a sequéncia temporal dos acontecimentos que culminam na formagao de gametas, colocando por ordem as letras que os identificam. (A) Nascimento das crias. (B) Desenvolvimento na bolsa marsupi (C) Formagao de um embriao constituido por células nao diferenciadas. (D) Restabelecimento da diploidia (E) Formagao de células hapldides. 2. No ciclo de vida de Hypsiprymnodon moschatus predomina a , dado que os gametas se formam como consequéncia direta de (A) haplofase ... mitose (B) haplofase ... meiose (C) diplotase ... meiose (D) diplofase ... mitose 3. Durante 0 desenvolvimento embrionario, as oélulas de Hypsiprymnodon moschatus sofrem mitoses sucessivas. Durante este processo de diviséo nuclear, ocorre normalmente (A) recombinagao de genes (B) disjuncao de cromatidios. (C) emparelhamento de homélogos. (D) uma divisao reducional. 4. A energia necessaria ao metabolismo celular de Hypsiprymnodon moschatus é proveniente de um conjunto de reagées globalmente que tém como substrato inicial substancias (A) catabdlicas ... organicas (B) catabélicas ... inorganicas (C) anabélicas ... organicas (D) anabélicas ... norganicas . ipyisamples.sainsbu ysebocks co Uk 9760643095083, sample_295051, oat elaborado por http://netxplica.com extraido e adaptado de iave.pt 55 O milho responde ao ataque da lagarta Um grupo de investigadores descobriu que a planta do milho, quando atacada, emite um pedido de socorro quimico. A planta responde ao ataque da lagarta (Mythimna convecta), libertando uma mistura de quimicos volateis, os quais acabam por atrair uma vespa parasit6ide (Apanteles ruficrus), que deposita 08 seus ovos no interior do corpo da lagarta. Quando os ovos eclodem, as larvas da vespa alimentam-se da lagarta até emergirem & superficie, fixando-se em casulos, onde se metamorfoseiam em pequenas vespas. Esta «bomba-rel6gio» biol6gica acaba por matar a lagarta. Recentemente, descobriu-se que é necesséria uma substdnoia quimica, presente na saliva de Mythimna convecta, para desencadear o pedido de socorro quimico por parte da planta. ‘A figura representa esquematicamente o ciclo de vida de Mythimna convecta. (fe Pupa elaborado por http://netxplica.com extraido e adaptado de iave.pt 1. Classifique como verdadeira (V) ou falsa (F) cada uma das seguintes afirmagées, relativas as interacgdes entre a planta do milho, a Mythimna convecta e a Apanteles ruficrus, descritas nos dados apresentados no texto. A— Apanteles ruficrus é uma espécie parasitbide da planta do milho. B — Danificar manualmente as folhas da planta desencadeard o sinal de alarme quimico, C— As substancias libertadas pela planta atraem Apanteles ruficrus. D — Uma substancia quimica presente na saliva de Mythimna conveota atr ruticrus. E — As plantas do milho nao parasitadas nao atraem quimicamente a vespa Apanteles ruticrus. F - A predagao da planta, por Mythimna convecta, induz esta a produzir um pedido de socarro quimico. G— Mythimna convecta s6 completa o seu ciclo de vida na presenga de Apanteles ruficrus. H— Apanteles ruficrus e Mythimna convecta s8o consumidores de diferente ordem. Apanteles 2. Analise as afirmagées que se seguem, relativas ao ciclo de vida de Mythimna convecta. Reconstitua a sequéncia temporal dos acontecimentos que culminam na formagao de um ‘vo, colocando por ordem as letras que os identificam. ‘A — Formagao do casulo e desenvolvimento da pupa, & custa de reservas alimentares acumuladas. B — Meiose das células da linha germinativa e formagao de células sexuais. C— Unido de gmetas hapldides com restabolecimento da diploidia. D - Mitoses e diferenciacao celular originam um organismo pluricelular, que se alimenta da planta E — Mitoses e expresso diferencial do genoma dao origem forma com capacidade reprodutora. 3. © texto descreve uma cadeia alimentar com um produtor __, que obtém a indispensavel ao seu metabolismo a partir do carbono atmosférico. (A) fotossintético ... matéria (B) fotossintético ... energia (C) quimiossintético ... matéria (D) quimiossintético ... energia elaborado por http://netxplica.com extraido e adaptado 2 je iave.pt nt bokdsystem A vespa parasita dos castanheiros or obetvo orienta ‘A vespa Dryocosmus kuriphilus, originéria da China, 6 uma das pragas mais prejudiciais do producao de (rule. _castanheiro, sendo atualmente considerada uma ameaca para os soutos' europeus, pois a populagao do inseto nao é controlada de forma natural. As fémeas induzem a formagdo de galhas® (Figura 1) na planta, possivelmente através de substancias existentes na saliva. As galhas prejucicam o normal desenvolvimento vegetative do castanheiro, quer através de uma diminuigao do crescimento dos ramos, quer através do impedimento da formagao de frutos, podendo conduzir & morte da planta partir da Entre junho e julho, as fémeas adultas depositam, no interior de gomos foliares, os ovos, que ‘muttpleagaoce _gclodem de 30 a 40 dias depois. As larvas (Figura 2) desenvolver-se lentamente durante 0 outono @ 0 inverno. Na primavera, alimentam-se intensamente dos tecidos das galhas, durante 20 a 30 dias, e transformam-se em pupas. A nova geragao de vespas, formadas por partenogénese, emerge entre maio e julho. vento e 0 voo das fémeas adultas contribuem para a dispersao da praga. Existem, no entanto, algumas variedades de castanheiros resistentes, como, por exemplo, a resultante do cruzamento entre Castanea sativa e Castanea crenata. Nestas variedades, nao ha formagao de galhas, as larvas dos insetos nao se desenvolvem, e as folhas apenas apresentam leves deformacées. httpihortset ashspu elaborado por http://netxplica.com extraido e adaptado de iave.pt 1. 0 alastramento da praga do castanheiro na Europa deve-se principalmente & (A) auséncia de predadores do inseto. (B) hibridacao entre castanheiros. (C) frequéncia de reprodugao do inseto. (D) dispersao rapida dos castanheiros. 2. As variedades resistentes de castanheiro resultam do cruzamento entre individuos e apresentam do que os progenitores. (A) da mesma espécie ... maior variabilidade (B) de espécies diferentes ... maior variabilidade (C) de espécies diferentes ... menor variabilidade (D) da mesma espécie ... menor variabilidade 3. Relativamente & progenitora, as novas vespas, que emergem entre maio e julho, tém (A) 0 dobro do ntimero de cromossomas. (B) uma methor adaptagao ao ambiente. (C) menor capacidade de reprodugao. (D) a mesma constituigo genética. 4. A formacao das diversas estruturas do inseto resulta da que ocorre em células da larva. (A) alteragao do genome... indiferenciadas (B) alteragao do genoma ... diferenciadas (C) regulacao da transcrigao de genes ... indiferenciadas (D) regulagao da transcrigéo de genes ... diferenciadas 5. Na profase da divisdo nuclear que conduz a formagao da larva, verifica-se (A) emparelhamento dos homélogos. (B) replicacao das moléculas de DNA. (C) condensagao da cromatina. (D) separacao aleatéria dos cromatideos. 6. As substancias utilizadas pelas larvas na sua alimentagao sao produzidas nas (A) raizes e transportadas pelo xilema até as folhas, (B) folhas e transportadas pelo floema até aos locais de consumo, (C) raizes e transportadas pelo floema até as folhas. (D) folhas e transportadas pelo xilema até aos locais de consumo. 7. Ordene as expressées identificadas pelas letras de A a F, de modo a reconstituir a sequéncia oronolégica dos acontecimentos, relativos ao ciclo de vida de Dryocosmus ‘uriphilus. Inicie a ordenacao pela letra A ‘A. Formagao da latva. B. Eclosao dos ovos durante 0 verdo. €. Desenvolvimento da pupa. D. Produgao de oélulas germinativas. E. Deposigao de ovos em folhas. F. Emergéncia do inseto adulto, elaborado por http://netxplica.com 59 xtraido e adaptado de iave.pt FIGURA 1 cr s animais incluidos no filo Cnidaria s4o aquaticos, solitérios ou colonials. Muitas espécies apresentam, ao longo do seu ciclo de vida, duas formas: 0 polipo, que vive fixo e tem forma tubular, e a medusa, de vida livre, com corpo gelatinoso em forma de campanula. Ambos apresentam boca central, citcundada por tentaculos, ligada a uma cavidade gastrovasoular. A Figura 1 representa 0 ciclo de vida de uma hidromedusa (classe Hydrozoa) comum nas Aguas costeiras. No ciclo, as formas de pélipo e de medusa so dipléides e alternam entre si Aequorea victoria é uma hidromedusa com caracteristicas bioluminescentes. © mecanismo molecular que permite a emissao de fluorescéncia foi clarificado, em 1962, por Shimomura, quando isolou a proteina fiuorescente verde, GFP (green fluorescent protein). Esta proteina 6 constituida por 238 aminodcidos, sendo os aminodcidos serina, tirosina @ glicina, que ‘ocupam, respetivamente, as posigdes 65, 66 © 67, os responsaveis pelas caracteristicas fluorescentes. Em Aequorea victoria, essa fluorescéncia depende exclusivamente da expressao do gene gfp. Martin Chaifie, em 1994, demonstrou a importéncia da GFP como marcador genético universal, por permitir estudos quantitativos de processos dinamicos nas células vivas. A associacéo do gene gfp @ um gene que expressa uma proteina interveniente num determinado mecanismo celular permite formar um complexo constituido pela GFP e pela proteina envolvida no proceso, possibilitando o seu acompanhamento. ‘A dinamica de desorganizagao e reorganizagéo do involucro nuclear, durante o ciclo celular, foi um dos processos monitorizados com 0 recurso ao marcador fluorescente de GFP. Reconheceu-se que: + a proteina integrada LBR (lamin binding receptor) existe na membrana interna do invélucro nuclear e na membrana do reticulo endoplasmatico; + a proteina periférica Lamina aparece apenas associada a membrana interna do invélucro nuclear; + a LBR faz a ancoragem dos cromossomas & membrana interna do invélucro nuclear, através da Lamina. Quando o invéluoro nuclear perde a sua integridade, a marcagao da LBR com GFP permite observar fluorescéncia localizada na membrana do reticulo endoplasmatico. Quando, no final da anafase, a LBR interage com os cromossomas, estabelece a ligagao com @ Lamina, @ a fluorescéncia passa a estar concentrada na membrana interna do invélucro nuclear. larios Planuia Clabarento! pio hh ee 60 LSE extratthieSvapta et EES SY 1. Os cnidarios apresentam um tubo digestivo e tém uma digestao (A) incompleto ... intracorporal e extracelular (B) incompleto ... extracelular e intracelular (C) completo ... extracelular e intracelular (D) completo ... intracorporal e extracelular 2. 0 pélipo de Aequorea victoria realiza difusio de gases, uma vez que a razéo entre a area da superticie e 0 volume do seu corpo & muito (A) directa ... reduzida (B) indirecta ... reduzida (C) indirecta ... elevada (D) directa... elevada 3. No ciclo de vida da hidromedusa, representado na Figura 1, pode afirmar-se que a meiose 6 pré-gamética, porque (A) 0 zigoto se divide por mitoses sucessivas. (B) a forma de medusa pertence a diplofase. (C) a forma de polipo se reproduz assexuadamente (D) as formas adultas alternam entre si. 4. Em Aequorea victoria, so formas que se reproduzem por (A) 0s pélipos ... esporulagao (B) as medusas ... esporulacao (C) 0s pélipos ... gemulago (D) as medusas ... gemulacao 5. A classe Hydrozoa (A) reine todas as espécies do género Aequorea. (B) inclui maior numero de géneros do que 0 filo Cnidaria. (C) apresenta menor diversidade do que a familia de Aequorea victoria, (D) contém grupos taxondmicos hierarquicamente superiores. 6. A utilizagéo do marcador fluorescente GFP, para observar a dinamica celular, envolve processos biotecnolégicos que permitem (A) alterar a proteina em estudo, conferindo-Ihe caracteristicas de fluorescéncia, (B) sintetizar a proteina fluorescente associada a proteina em estudo. (C) tornar fiuorescentes os genes das proteinas em estudo. (D) ligar 0 gene gip & proteina em estudo, de modo a torné-la fluorescent. 7. A monitorizagao da dinamica de desorganizagdo e reorganizagao do invélucro nuclear permitiu inferir que, durante 0 ciclo celular, (A) a LBR se encontra na membrana do RE quando os cromossomas atingem a espiralizacao maxima, (B) a proteina Lamina passa a integrar a membrana do RE quando o invélucro nuclear se desorganiza. (C) os cromossomas espiralizados, na interfase, apresentam zonas de ancoragem ao invélucro nuclear. (D) 0 conjunto de cromossomas, que se encontra em metatase, estabelece contacto com a LBR. 8. Explique 0s aspetos da relagao entre 0 reticulo endoplasmatico e 0 invélucro nuclear, durante a mitose, que foram evidenciados pela observacao de fuorescéncia em diferentes zonas da célula. elaborado por http://netxplica.com extraido e adaptado de iave.pt a O parasita Schistosoma mansoni Schistosoma mansoni 6 um parasita do filo Platyhelminthes, 0 mesmo filo a que pertence a plandria, embora nao sejam da mesma classe. A forma adulta é unissexuada, sendo o macho menos comprido do que a fémea, possuindo uma fenda longitudinal onde esta se aloja. S40 seres diplontes, com 8 pares de cromossomas e parasitam o homem e um molusco, o caracol do género Biomphalaria. O homem & contaminado ao entrar em contacto com as aguas dos rios onde existem caracéis infetados. No momento em que S. mansoni, num estédio larvar designado cercaria, abandona o caracol e penetra a pele intacta do homem, através da libertagao de enzimas digestivas e de movimentos bruscos que ajudam a furar a pele, perde a sua cauda e entra na corrente sanguinea. Depois da invasao, passa pelo coragao, aleanga os pulmées e, posteriormente, chega ao figado através da corrente sanguinea, desenvolvendo-se nesse orgao até chegar a fase adulta. Em seguida, os individuos adultos acasalados migram do figado para o intestino, movimentando-se pela veia porta-hepatica e instalando-se nas vénulas da parede intestinal. ‘Ai permanecem constantemente acasalados, vivendo em média dois anos. Cada fémea pode produzir em média 300 ovos por dia. Destes, cerca de 20% caem no liimen do tubo intestinal @ 840 eliminados com as fezes. A Figura 1 desoreve as etapas principais do ciclo de vida completo do parasita. Figura 1 — vida d GeragSes sucessivas de cercarias (2° estadio larvar) e con 6: — Invasao . Percorrem 0 organismo 40 caracol pela corrente sanguinea 4 : ‘Atingem o estac , adulto no figado Penetraao na pele 3 Miracidio (1° estadio larvar) iy - 2 gram para (Os 4 ——"_ co intestino ‘S. mansoni nas fezes. Ovo + Desenvolvimento na agua e no caracol Desenvolvimento dentro do organismo humano Nota: As entidades representadas nao esto na mesma escala elaborado por http://netxplica.com extraido e adaptado de iave.pt 1..Na reprodugao de Schistosoma mansoni (A) 08 estadios larvares, miracidio e cercaria, pertencem a fase haploide do ciclo reprodutivo. (B)a variabilidade genética ¢ assegurada na fase do ciclo que ocorre no caracol. (C) os miracidios provenientes de ovos de um casal de adultos séo geneticamente semelhantes. (D) as cercérias originadas por multiplicagéo de um dado miracidio so geneticamente semelhantes. 2. As formas de S. mansoni possuem células com 16 cromossomas e produzem células com 8 cromossomas. (A) larvares ... somaticas (B) larvares ... reprodutivas (C) adultas ... reprodutivas (D) adultas ... sométicas 3. A troca de gases em Schistosoma mansoni e no homem faz-se (A) por difusao direta através de uma superficie especializada, em ambos. (B) por difusao indireta através de uma superficie especializada, em ambos. (C) pela superticie corporal e pela superticie pulmonar, respetivamente. (D) pela superticie branquial e por difusdo direta, respetivamente. 4. A Phytolacca dodecandra é uma planta caracteristica das margens de rios africanos, cujos frutos so utlizados como sab&o pelos povos nativos. Em 1964, durante trabalhos coordenados por Aklilu Lemma na Etiépia, foi observado nos rios, a jusante dos locais de lavagem da roupa, grande numero de caracéis mortos do género Biomphalaria. Estudos posteriores demonstraram a capacidade moluscicida do composto quimico presente nos frutos daquela planta. Assim, cultivo de Phytolacca dodecandra tem sido incentivado junto das populagdes humanas afetadas pela doenga provocada por Schistosoma mansoni. Explique de que forma 0 composto quimico presente nos frutos da planta podera servir como meio de combate propagacao da doenga provocada por Schistosoma mansoni. gry fj ee F gah elaborado por http://netxplica.com 63 extraido e adaptado de iave.pt Amalaria ‘A malaria é uma doenga infecciosa causada por protistas parasitas do género Plasmodium. Estes parasitas 18m um ciclo de vida complexo, que inclui dois hospedeiros: 0 homem e mosquitos do género Anopheles (figura 1). Os parasitas passam por diferentes estédios, cada um com uma morfologia @ um papel distintos no seu ciclo de vida. ‘Amalatia 6 uma doenga frequente em zonas tropicais e subtropicais favordveis & reproducao dos mosquitos, que colocam 0s ovos em Aguas estagnadas, onde as larvas eclodem e se alimentam até atingirem o estado adulto. ‘Apesar de décadas de combate, a doenga tem vindo a ganhar terreno & medida que aumenta a tesisténcia dos mosquitos aos inseticidas e a resisténcia dos parasitas aos medicamentos administrados a pessoas infetadas. Um desses medicamentos é a cloroquina, que, por se ter tornado pouco eficaz, tem sido menos receitada nos ultimos anos. ‘A ocorréncia de mutagdes nos parasitas da origem a diferentes fendtipos, que podem apresentar resistencias distintas aos medicamentos existentes no mercado. Mutagdes que conferem resisténcia aos medicamentos toram, muitas vezes, os parasitas que as apresentam menos aptos em ambientes onde os medicamentos estao ausentes. Figura 1 ~ Ciclo de Divisdo meidtica do zigoto, seguida de varias divis6es mitéticas, originando os esporozoitos /\ 7 @ x 'S4%))) para as glindulas salivares Vida de Plasmoc a7 @ SUZ do mosquito Ingestéo dos gametécitos por um y mosquito e maturagao dos gimetas h ‘no sistema digestivo interior do mosquito ® © Desenvolvimento no 1g nleogao por esporozoitos interior do set humano quando um indviduo é Diterencagso dos merazotis | picado por um mosquito ‘em gametécitos ° ? \ MigragSo dos esporozottos Figado_4 para tigado (9) AJ) a: Reproducio assexuada dos esporozoltos _Q@— e libertago dos merozoitos resultantes para a corrente sanguinea Infeceao dos glébulos vermethos pelos merozoitos que se reproduzem assexuadamente elaborado por http://netxplica.com 7 extraido e adaptado de iave.pt 1. Classifique como verdadeira (V) ou falsa (F) cada uma das seguintes afirmagées, relativas ao ciclo de vida de Plasmodium vivax. ‘A Durante a teprodugao no figado, 0 crossing-over contribu para a variabilidade genética. B — Ocorrem fenémenos de recombinacao genética no interior do mosquito. C—A passagem da fase diplide para a fase haplbide ocorre no interior do corpo humano, D-No figado, ocorre a segregagao dos cromossomas homdlogos. E—Neste ciclo, a fase dipléide 6 dominante. F —A mitose intervém na produgao de merozoitos, nos glébulos vermelhos. GOs esporozoitos presentes nas glandulas salivares dos mosquitos sao haploides. HA redugao cromatica ocorre entre a formagao do ovo e a formacao dos esporozottos. 2. Quando se administram simultaneamente dois medicamentos, com diferente modo de ago, a uma pessoa infetada com Plasmodium, a probabilidade de sobrevivéncia dos parasitas & do que quando se administra apenas um medicamento, 0 que torna o tratamento simultneo com dois medicamentos eficaz do que com um. (A) Menor ... menos (B) maior ... mais (C) menor ... mais (D) maior ... menos 3. A erradicagao da malaria esté dependente da implementagao de medidas de controlo que atuam a diversos niveis. Constituem medidas de intervenedo direta na eliminacdo de larvas do mosquito Anopheles e na transmissao de Plasmodium do mosquito para o homem, respetivamente,, (A) ... a drenagem de pantanos e a administracao de medicamentos que atuam nos eritrécitos humanos. (B) ... a administragéo de medicamentos que atuam no figado e a aplicagao de inseticidas nas paredes das habitagoes. (C) ... a utilizagéo de mosquiteiros nos quartos e a colocagao de telas nas janelas e portas das habitaces. (D) ... a introdugao de peixes insectivoros em pequenos lagos e a aplicacdo cuténea de cremes repelentes de insetos. 4, Explique de que modo a diminuigao da utilizagao de cloroquina nos tltimos anos esta relacionada com a diminuigéo da resisténcia dos parasitas a este farmaco. elaborado por http://netxplica.com : extraido e adaptado de iave.pt Toxoplasma gondii Toxoplasma gondii (T. gondii) 6 um parasita intracelular obrigatério, cujos hospedeiros sao sempre animais endotérmicos. De entre eles, 0 gato 6 0 hospedeiro que assume particular relevancia no seu ciclo de vida. Depois da ingestéo de pedagos de carne contendo cistos, estes invadem células da parede do intestino do gato, desenquistam, multiplicam-se diferenciam-se em gametécitos. Estes fundem-se, originando o ocisto, que é expulso para 0 ambiente no interior das fezes. O ocisto sofre meiose, originando esporozoitos = células muito resistentes e altamente infeciosas ~, que podem permanecer durante muitos anos em ambientes himidos. Apés serem ingeridos por um segundo hospedeiro, os esporozoitos diferenciam-se em taquizoitos, que se multiplicam rapidamente e originam uma infegao aguda. Na maioria dos hospedeiros, no entanto, a infegao torna-se erénica, porque os taquizottos se modificam para outta forma, os bradizoftos, que sao cistos onde as divisdes celulares ocotrem muito lentamente. Os tecidos infetados com bradizoitos persistem durante toda a vida do hospedeiro. Se um novo hospedeiro ingerir tecidos contendo esporozoitos ou bradizoitos, estes diferenciam-se em taquizoitos, e a infecao propaga-se. A Figura representa, de forma esquematica, 0 ciclo de vida de T. gondii Gato- 1° Hospedeiro Rato-2°Hospedeiro @® Cistos ee Es, porozolos 2D @ Bradizoitos Taquizoitos Infeccdo crénica SS Infeccao aguda elaborado por http://netxplica.com extraido e adaptado le iave.pt 1. Classifique como verdadeira (V) ou falsa (F) cada uma das afirmagdes seguintes, referentes ao ciclo de vida de Toxoplasma gondil. (A) Os ocistos sao oélulas diplbides que se originam por fecundagao. (B) Os gametécitos exercem a fungao de gametas. (C) T. gondii provoca infegao no rato, por multiplicagao de células dipléides. (D) A fase sexuada do ciclo de vida é a causa da infegao aguda no rato. (E) Aparte do ciclo de vida que ocorre no gato aumenta a variabilidade genética de T. gondii (F) O ciclo de vida 6 haplonte, apresentando meiose pré-esporica. (G) Na auséncia de gato, a propagagao de T. gondii faz-se por reprodugao assexuada. (H) Esporozoitos, taquizoitos e bradizoftos sao células haploides. 2. elevada capacidade de divisdo de Toxoplasma gondii exige uma grande produgao de , 0 que determina o desenvolvimento (A) proteinas ... do reticulo endoplasmatico rugoso, (B) glicidos ... da mitocéndria. (C) dlicidos ... do reticulo endoplasmatico rugoso. (D) proteinas ... da mitooéndria 3. 0s animais que server de hospedeiros a Toxoplasma gondii sao endotérmicos. Para tal, contribu (A) a troca de gases efetuada por difusao direta. (B) a quantidade de agua e de solutos presentes no seu organismo. (C) um sistema circulat6rio em que a circulagao 6 dupla e completa. (D) um processo de nutrigo por heterotrofia e por ingestéo. 4. Na multiplicagao de taquizoitos, verifica-se (A) emparelhamento de cromossomas homélogos. (B) colocagao, ao acaso, de bivalentes na placa metafasica. (C) redugao a metade do nimero de cromossomas. (D) manutengao do nimero de cromossomas das células produzidas. elaborado por http://netxplica.com extraido e adaptado de iave.pt Figura 1—C proiiferacao e de ispersao do NMP. Nematode adulto Doenga da murchidao do pinheiro © pinheiro bravo (Pinus pinaster) esta sujeito a uma doenga designada por doenga da murchidao do pinheiro. As arvores afetadas apresentam, ao fim de algumas semanas, uma diminuigéo no fluxo de resina, amarelecimento @ emurchecimento progressivos das folhas, ‘comegando pelas mais jovens. A murchidao do pinheiro 6 causada pelo Nematode da Madeira do Pinheiro (NMP), Bursaphelenchus xylophilus, um pequeno animal que mede menos de 1,5 mm de comprimento e infecta as arvores através de um inseto vetor, 0 ‘Monochamus galloprovincialis. pinheiro 6 infetado através do inseto vector quando este se alimenta. Uma vez no interior da planta, ocorre uma r4pida proliferagao do Bursaphelenchus xylophilus, que se alimenta inicialmente dos tecidos dos canais resiniferos. Posteriormente, 0 NMP invade os canais resiniferos associados a0 xilema e outros tecidos corticais, provocando a destruigao das paredes celulares e, simultaneamente, a formagao de bolhas de ar nos vasos xilémicos, provocando a sua morte. Em drvores mortas ou em restos de madeira infetada, o inseto vetor coloca os seus vos, que virdo a transformar-se em pupas. Estas sao invadidas por agregados de larvas de NMP. que se alojam no sistema respiratorio do inseto vetor. Este, ao alimentar-se, alastra a infegao pela populacao de pinheiros. Ovo Larva 0 a Proliferagao a Larva Dispersdo Insecto adulto elaborado por http://netxplica.com 7 extraido e adaptado de iave.pt 1. © emurchecimento dos pinheiros infetados pelo NMP resulta da diminuigao da presséo . 20 nivel das folhas, por interrupoao da circulagao da seiva (A) de turgescéncia ... bruta (B) osmética ... bruta (C) de turgescéncia ... elaborada (D) osmética ... elaborada 2. A perfuragdo das paredes das células do xilema, efetuada pelo nematode, provoca a entrada de ar nos vasos condutores, o que e diretamente responsavel por (A) aumentar a tensdo ao nivel do xilema. (B) impedir a coesao na coluna de agua. (C) aumentar a adesao da agua aos vasos. (D) impedir a transpiragao foliar. 3. Em 1934, 0 NMP foi classificado como Aphelenchoides xylophilus e, mais tarde, renomeado Bursaphelenchus xylophilus. Esta alteracao na classificaco implicou uma mudanga (A) do género e nao da espécie. (B) da espécie e do restritivo espe (C) da espécie e do género. (D) do restrtivo especitico e nao do género, fico. 4. Os sintomas da murchidéo do pinheiro iniciam-se pelas folhas mais jovens, em consequéncia da ‘do metabolismo celular e do aumento da das clorofilas. (A) redugao ... sintese (B) redugao ... degradagao (C) intensificagdo ... sintese (D) intensiticagao .... degradacao 5. No combate a doenga da murchidao do pinheiro, 0 exterminio do inseto vetor seria uma estratégia de sucesso, uma vez que (A) 0 NMP nao poderia completar 0 seu ciclo de vida. (B) 0 ciclo de proliferagao do NMP seria interrompido. (C) a populacao do NMP de cada pinheiro ficaria isolada. (D) a cispersao do NMP tenderia a aumentar. 6. A infecdo do inseto vetor processase durante a sua , através de um estadio de desenvolvimento (A) reprodugao ... pds: (B) reproducao ... pré-zigético (C) alimentacao ... p6s-zigético (D) alimentacao ... pré-zigdtico 7. Em Portugal, uma parte da floresta de pinheiro encontra-se no litoral. Explique de que modo a subida do nivel do mar podera afetar a absorao de gua pelas raizes destas plantas. elaborado por http://netxplica.com laborado por http://net is extraido e adaptado de iave.pt Figura t — Representacdo esquematica do ciclo de vida de u Fedfitas As Fe6fitas sao algas castanhas macrosoépicas, que apresentam dimensdes muito variadas, podendo atingir cerca de cem metros de comprimento. Sendo um grupo maioritariamente marinho, com cerca de 1500 espécies, encontra-se geralmente proximo da superficie do mar. O talo das Fe6fitas diferencia-se em trés partes: 0 disco de fixacao, que Ihes permite fixarem- se a um substrato, 0 estipe, cilfndrico e alongado, e a lamina, que encima o estipe. Possuem como pigmentos fotossintéticos as clorofilas a e c, associadas a carotendides, que Ihes conferem a cor castanha. A parede celular contém fundamentalmente celulose, apresentando outras substancias como a algina, utilizada no fabrico de doces, gelados e na industria farmacéutica, tendo a laminarina como substancia de reserva. ‘A maior das algas castanhas, Macrocystis, também denominada «sequéia dos mares», pode ultrapassar cem metros de comprimento. O crescimento de Macrocystis é assegurado pela atividade de uma regido meristematica, localizada na junoao do estipe com a lamina. Esta alga nao necessita de um mecanismo para o transporte interno de agua. Contudo, precisa de conduzir glicidos das zonas superiores do talo, mais bem iluminadas, para as zonas mais profundas. © estipe possui cordées de oélulas alongadas, que se assemelham ao floema, por apresentarem placas crivosas. No ciclo de vida de outra Fedfita, a Laminaria, representado na Figura 1, as fases haploide e diplbide sao perfeitamente distintas. A alga o esporéfito e, na sua superticie, desenvolvem- se esporangios, produtores de esporos. Estes originam gametéfitos filamentosos @ microsoépicos, que produzem gametas, oosferas e anterozdides. Apos a sua unido, os zigotos desenvolvem-se em novas algas de Laminaria. Espordfito J Gametéfito masculine g J Perea ce 6 Oosfera oy é feminino Sy elaborado por ae fca.com 7“ extraido e adaptadd We iave.pt 1. Macrocystis e Laminaria tém em comum com os organismos do reino Plantae (A) a nutri¢ao por absorgao com digestéo extracorporal. (B) a substancia de reserva e a organizagao celular. (C)a presenca de clorotila e 0 polissacarideo estrutural. (D) a producdo de energia quimica através da quimioautotrofia, 2. Na regiéo meristematica do estipe de Macrocystis, encontra-se um grande ntimero de élulas em divisdo (A) meistica, responsavel pela sobrevivéncia em condigdes destavoraveis. (B) meistica, responsavel pelo crescimento e pela renovacao celular. (C) mitética, responsavel pelo crescimento e pela renovagao celular. (D) mitética, responsdvel pela sobrevivéncia em condigdes destavoraveis, 3. No ciclo de vida de Laminaria, esquematizado na Figura 6, 0 processo que origina a variabilidade genética da descendéncia, através do crossing-over, ocorre na formagao de originando estes entidades e pluricelulares (A) gametas ... dipidides (B) esporos ... haploides (C) esporos ... dipléides (D) gametas ... hapléides 4. As células do espordfito, no ciclo de vida de Laminaria, s40 geneticamente idénticas a0 eas células dos gamet6fitos pares de cromossomas homblogos. (A) esporo .... apresentam (B) zigoto ... apresentam (C) esporo ... ndo apresentam (D) zigoto ... nao apresentam 5. Na fase hapléide do ciclo de vida de Laminaria, (A) 0s gametéfitos resultam da germinacao de esporos diferentes (B) os gametofitos sao entidades unicelulares que participam na fecundacao. (C) 0 espordfito 6 uma entidade pluricelular que forma esporangios. (D) 0 esporsfito origina esporos morfologicamente diferentes, 6. Relacione a existéncia de algas castanhas de grandes dimensdes, como Macrocystis, com a presenga de um estipe com células semelhantes as de um tecido de transporte presente nas plantas. elaborado por http://netxplica.com extraido e adaptado de iave.p' Figura t ~ Representagto esquematica do ciclo de vida de um rotifer. Ciclo de vida dos rotiferos © plancton, base da alimentago de ecossistemas aquatics, é composto por um numero elevado de organismos de dimensdes e formas diversas, pertencentes aos mais variados grupos taxonémicos. No zooplancton, predominam protozoarios, rotiferos e crustéceos. Nas cadeias alimentares, os rotiferos servem de alimento as orias de inimeras espécies de peixes. Os rotiferos so omnivoros e apresentam um sistema digestivo completo. Estes organismos nao possuem nem sistema circulatorio, nem sistema respiratorio e controlam a ‘osmolaridade do seu meio interno através de uma bexiga pulsati ciclo de vida dos rotiferos, representado na Figura 1, inclui reprodugdo assexuada teprodugao sexuada. As fémeas produzem geralmente dois tipos de dvulos, ambos de casca fina: dvulos de «Verao» ¢ ovulos de «Inverno». Os primeiros desenvolvem-se rapidamente, sem fecundagao prévia, produzindo somente fémeas. Perante alteragdes ambientais, como, por exemplo, a escassez de alimento, produz-se uma geracao cujas fameas poem évulos de sInverno» que, se nao forem previamente fecundados, se desenvolvem em machos de reduzidas dimensdes e férteis. Os ovos formados, denominados ovos de dorméncia, apresentam uma casca resistente e espessa, podendo permanecer em repouso por longos periodos de tempo e sobreviver 4 dessecagao e 2o congelamento. Ao eclodirem, esses ovos originam fémeas. elaborado por http://netxplica.com extraido e adaptado de iave.pt 2 1. No ciclo de vida esquematizado na Figura 1, a letra X representa o processo em que cada representa 0 évulo apresenta ntimero de cromossomas da fémea, e a letra processo que assegura a variabilidade genética através do crossing-over. (A)omesmo ... ¥ (B)o mesmo ...Z (C) metade do... ¥ (D) metade do ... Z 2. As fémeas que resultam de ovos de dorméncia s40 (A) haplontes e originam fémeas por partenogénese. (B) diplontes e originam fémeas por gemulagao. (C) haplontes e originam fémeas por gemulagao. (D) diplontes ¢ originam fémeas por partenogénese. 2. Philodina brevipes, Murray. 4, dorsal view, showing whiskers and tags. 2, rostral tip, with whiskers and motile sete, 6 fcot, illustrating mode of telescoping. elaborado por http://netxplica.com extraido e adaptado de iave. pt B hp: hwo coiterasha tur atRott datalmagesta vines%20M 1802562 olMurray, 20180 Slip Os dinoflagelados Os dinoflagelados, cujo ciclo de vida esta representado na Figura 1, s4o pequenos organismos unicelulares protistas, maioritariamente planct6nicos. Em geral, 0 seu ciclo de Vida implica a reprodugdo assexuada por biparticao, na qual, invariavelmente participam células méveis. Em alguns casos, ocorre reproducao sexuada, na qual apés a fusao de duas células, 0 zigoto (planozigoto) pode sofrer meiose ou, sob condigdes destavoraveis do meio, originar um hipnozigoto. Este constitui um quisto de resisténcia, passando os dinoflagelados a.um estadio de vida latente. WA hipnozigoto (quisto) ix s ) é x j ge § elaborado por http://netxplica.com ted extraido e adaptado de iave.pt 1.0 ciclo de vida representado é um ciclo . Porque a meiose & (A) haplonte ... pré-espérica (B) haplodipionte ... pés-zigética (C) hapionte ... pés-zigdtica (D) haplodiplonte ... pré-espérica 2. De acordo com o ciclo representado, os dinoflagelados que se formam por divisao celular, apés um processo de «desenquistamento», (A) sao geneticamente diferentes entre si. (B) t8m 0 mesmo ntimero de cromossomas que 0 respetivo quisto. (C) t8m 0 dobro do ntimero de cromossomas dos gametas que os originaram. (D) sao geneticamente idénticos 2o hipnozigoto. 3. A formaco de planozigotos constitui uma vantagem adaptativa em relacdo a espécies que apenas se reproduzem assexuadamente. Fundamente a afirmacao anterior. RT EE S DSS \ Wp Trufas Em condigées favordveis, nos cogumelos, como na maioria dos fungos, todos os dias alguns esporos amadurecem e sao liberfados para o ar. Ha, no entanto, fungos que frutificam debaixo de terra — as trufas. A ocorréncia de mutagées nas trufas, ao longo de milhées de anos, permitiu a formagao de ‘compostos aromatics que atraem os animais. Quando um animal come uma trufa, a maior parte da polpa é digerida, mas os esporos ndo. Muitas espécies de fungos vivem associadas as raizes de plantas lenhosas, produzindo uma rede de filamentos, ou hifas, que crescem entre as raizes das plantas, formando um 6rgao FIGURA1 ‘compartithado de absorgao conhecido como ectomicortiza. Na Figura 1, estd representado o ciclo de vida de um cogumelo, um fungo pluricelular constituido por hifas, que, no seu conjunto, formam um micélio. elaborado por http://netxplica.com - extraido e adaptado de iave.pt 1.0 ciclo de vida representado na Figura 1 é (A) haplonte, com meiose pés-zigética. (B) haplonte, com meiose pré-espérica. (C) haplodipionte, com meiose pés-zig6tica. (D) haplodiplonte, com meiose pré-espérica. 2. Relativamente ao ciclo de vida do fungo representado na Figura 1, verifica-se que (A) a hifa + 6 uma entidade cuja ploidia é diferente da dos esporos. (B) as hifas resultantes da germinacao dos esporos s4o geneticamente iguais. (C) 0 processo I! envolve fendmenos de recombinacao génica (D) a germinacao dos esporos é responsavel pela alternancia de fases nucleares. 3. Explique de que modo, ao longo das geragdes, as mutagdes referidas no texto tm contribuido para o sucesso reprodutivo das trufas. elaborado por http://netxplica.com aborado por http://netxp os extraido e adaptado de iave.pt Giardia: um elo perdido na evolugao das células eucaridticas? Alguns autores consideram que Giardia apresenta uma ultra-estrutura semelhante & das células eucariéticas mais primitivas. E nucleada, apresentando, curiosamente, dois niicleos idénticos; no entanto, nao apresenta mitocéndrias nem cloroplastos, e a ocorréncia de outros organitos (como reticulo endoplasmatico ou aparelho de Golgi) nao é consensual entre os diferentes autores. Existem diferentes espécies de Giardia, que podem infetar varios animais. No homem, o microrganismo vive em condiges anaerdbias no interior do intestino, alimentando-se dos produtos mucosos secretados pelos tecidos intestinais. Este microrganismo é um parasita unicelular que, ao longo do seu ciclo de vida, alterna entre duas formas: quisto e trofozoito. Os trofozoitos multiplicam-se por biparticéo no interior do intestino delgado. Quando os parasitas passam para 0 intestino grosso, ocorre a formacao de quistos, formas resistentes, que podem contaminar aquiferos, constituindo formas infetantes. A infegao por Giardia (Giardiase) é uma doenga de veiculacao hidrica. elaborado por http://netxplica.com extraido e adaptado de iave.pt 1. Giardia 6 um ser que se alimenta por dos produtos secretados pelos tecidos intestinais do homem. (A) autotréfico ... fagocitose (B) heterotrético ... endocitose (C) heterotrético ... exocitose (D) autotréfico ... pinocitose 2. Ao nivel de um pals, 0s maiores surtos de giardiase estao associados, principalmente, (A) a sistemas hidricos contaminados. (B) a ingestdo de agua em piscinas piblicas. (C) 20 contacto com animais infetados. (0) transmissao direta entre os membros de uma familia. 3. Uma das medidas tomadas durante um surto de giardiase foi a administrago de medicamentos que interferem com a sintese de DNA. em Giardia. Esta medida atua ao nivel dos ,inibindo diretamente a (A) quistos ... replicagao (B) trofozoitos ... replicagéo (C) quistos ... tradugao (D) trofozoitos ... tradugao 4, Alguns autores consideram Giardia um elo perdido na evolugao entre células procariticas © células eucaridticas, enquanto outros detendem que tera evoluido a partir de células eucariéticas mais complexas, por perda de determinados organitos. Apresente uma possivel via de investigagao que permitisse comprovar uma das hipéteses mencionadas e rejeitar a outra. elaborado por http://netxp xtraido e adaptado de iave.p a.com Volvocaceae As Volvocaceae constituem uma familia de algas verdes em que todos os géneros sao algas coloniais méveis em forma de disco ou em forma de esfera. As células vegetativas das col6nias possuem uma estrutura semelhante @ das células de Chlamydomonas, um género unigelular da mesma ordem mas pertencente a outra familia. Todas as células possuem dois fiagelos que permitem a mobilidade destes organismos, dois vactiolos contracteis que tegulam a quantidade de agua no interior da célula, um néicleo em posigao axial e um cloroplasto em forma de taca com um ou dois pirendides, estruturas responsdveis pela sintese de amido. De entre as Volvocaceae, pode destacar-se 0 género Gonium, colénia em forma de disco com 8 a 16 oélulas, e 0 género Volvox, colénia em forma de esfera com algumas centenas ou mesmo milhares de células, dependendo da espécie em causa. Os trés géneros referidos constituem um caso interessante de modelo evolutivo, uma vez que se caracterizam pelo aumento do nlimero de células que os constituem Em Chlamydomonas e em Gonium, as células vegetativas tém capacidade reprodutora e podem formar gametas morfologicamente idénticos as élulas vegetativas, enquanto em Volvox apenas algumas células da colénia tém a capacidade de produzir células reprodutoras, sendo os gametas bem diferenciados. Com excegao dos zigotos, as células destes organismos sao hapldides e nelas as mutagdes que afetam o desenvolvimento podem ser prontamente detetadas. Figura 1 Ropresentai iamydomanas, Goniume elaborado por http://netxp! extraido e ad; ‘om 80 ' ado de iave.p' 1. As células de Chlamydomonas, quando montadas em agua destilada, entre lamina e lamela, aumentam o ritmo de contracao dos vactiolos contrdcteis, porque (A) 0 interior das células 6 hipoténico em relacdo ao meio extracelular. (B) a agua foi transportada ativamente para 0 interior das células. (C)a pressao osmética no exterior das células & superior & do meio intracelular. (D) 0 meio extracelular hipot6nico provocou entrada excessiva de agua nas células. 2. Quando as células de Chlamydomonas sao colocadas em meio de cultura, com uma atmostera enriquecida em CO2 marcado com 14C, é de esperar que o pirendide das células apresente radioatividade, uma vez que 0 amido 6 0 de reserva sintetizado a partir de substancias produzidas durante (A) monossacarideo ... 0 ciclo de Calvin (B) monossacarideo ... a fotofosforilagao (C) polissacarideo ... 0 ciclo de Calvin (D) polissacarideo ... a fotofosforilagao 3.A observagao de células tetraflageladas numa populacdo de Chlamydomonas indica que ocorreu a formagao de durante 0 processo de reproducao (A) esporos ... sexuada (B) esporos .. assexuada (C) zigotos ... assexuada (D) zigotos ... sexuada 4. A ocorréncia de mutagées nas células vegetativas das Volvocaceae ¢ de facil detecao, porque (A) nao sao células diferenciadas. (B) nao possuem cromossomas homélogos. (C) possuem mobilidade por flagelos. (D) sao células com capacidade fotossintética. orado por http://netxplica.com A extraido e adaptado de lave.pt ‘ Simbiose entre Ginkgo biloba e Coccomyxa Ginkgo biloba 6 uma espécie arbérea, cujos ancestrais surgiram no final da Era Priméiia. Esta espécie chegou a atualidade, porque encontrou refgio em vales profundos, quentes @ himidos, no Sudoeste da China, permanecendo inalterada desde ha milénios. Arvore de grande porte, de 25 a 40 metros de altura, alberga no interior das suas células uma alga verde unicelular, que participa no seu metabolismo. Esta associagéo rara é uma endossimbiose. Quando Jocelyne T. Guiller procedia a estudos citolégicos em G. biloba, observou que as suas células em cultura, desprovidas de parede, entravam em necrose em poucas semanas. Em paralelo, surgiam, neste meio, amontoados de formagdes estéricas de um verde brilhante. Constatou, posteriormente, tratar-se de uma alga unicelular do género Coccomyxa (Figura 1). Posta a possibilidade de ter ocorrido contaminaco externa do meio de cultura, a observag4o de intensa proliferacao da alga, no interior de células de G. biloba em necrose, veio confirmar a origem endogena desta alga Observagées feitas posteriormente permitiram detetar a existéncia de Coccomyxa, num estado celular transit6rio imaturo, em células nao necrosadas de diferentes tecidos de G. biloba. Estas formas precursoras da alga nao apresentam quaisquer organitos visiveis num citoplasma homogéneo. ‘Supde-se que a existéncia de formas imaturas da alga em células vivas de G. biloba se deve represso exercida pelo genoma da drvore sobre o genoma do intruso tolerado. Este passa a poder manifestar-se quando as células daquela entram em necrose, possibilitando, entao, a proliteragao da alga. Esta relacdo simbiética, que se revela estavel, poderd ter comegado no momento em que uma alga do género Coccomyxa, ocasionalmente alojada perto do gameta feminino, tera sido conduzida até ele com os gametas masculinos. Incluida no ovo, a alga tera resistido & digestao intracelular, ajustando 0 seu processo de diviso no interior do hospedeiro. Estudos genéticos de amostras de Coccomyxa recolhidas em G. biloba, em diferentes locais do globo, demonstraram semelhancas genéticas entre estas algas. Estas semelhancas sugerem que este tipo de simbiose intracelular foi e continua a ser transmitida de geracao em geragao. FIGURA1 betpsi/wwur research gate.net/profle/Volk er_Huss/publication, 51212061 viewer/AS: 97674829238280014 00298902638/backar cound/2.pn@ i elaborado por http://netxplica.com extraido e adaptado de iave.pt 1. A relagao existente entre Coccomyxa e Ginkgo biloba é uma endossimbiose, porque (A) a alga e a planta apenas sobrevivem se permanecerem juntas. (B) as algas do género Coccomyxa provém de um ancestral comum. (C) as algas vivem no interior das células da arvore, com beneficio para ambas. (D) a alga simbionte com Ginkgo biloba desenvolve-se em células necréticas 2. A existéncia de formas de Coccomyxa em células necréticas de Ginkgo biloba resulta da do DNA do hospedeiro. (A) maturas ... expressao (B) imaturas ... repressao (C) imaturas ... expresso (D) maturas ... repressdo 3. Nos estudos efetuados em culturas de células de Ginkgo biloba, a hipdtese de contaminagao exégena por Coccomyxa foi posta de parte, porque... (A) foram observadas algas no meio extracelular durante a proliferagao. (B) Coccomyxa apenas proliferava no meio intracelular de Ginkgo biloba. (C) havia libertacéo de células da alga a partir de células hospedeiras. (D) se formaram amontoados de oélulas de Coccomyxa. 4, Atendendo as condigies de sobrevivéncia exigidas por Coccomyxa no interior da planta, 6 pouco provavel a proliferagao de células algais nos vasos . porque estes sao constituidos por células : (A) xilémicos ... muito especializadas (B) floémicos ... muito especializadas (C) xilémicos ... sem contetido celular (D) fioémicos ... sem contetido celular 5. A relagao entre Coocomyxa e Ginkgo biloba foi originada na fase do ciclo de vida da planta, enquanto a dispersao da alga pelos tecidos da planta Se iniciou com a divisao do zigoto do hospedeiro. (A) hapldide ... mitotica (B) dipiside ... meistica (C) dipiside ... mitética (D) hapléide ... meidtica 6. Estudos genéticos em Coccomyxa sugerem que, uma vez estabelecida a relagao endossimbitica com Ginkgo biloba, a alga se transmitiu de geragdo em geragao. Explique de que modo os resultados dos estudos efetuados permitem relacionar a transmisséo da relagéo endossimbidtica, de geragao em geragdo, com a forma como se iniciou esta relagao. elaborado por http://netxplica.com extraido e adaptado de iave.p' FIGURA 1 A Evolugao por fusao A representagao da historia evolutiva dos seres vivos pode aparecer sob a forma de drvores filogenéticas. A drvore representada na Figura 1 mostra a formagao de novos taxa, que implicam a fuséo de materiais genéticos provenientes de espécies diferentes, através de fenémenos como a endossimbiose, a hibridagao e a transferéncia de genes. Por exemplo, a maior parte das plantas com flor evoluiu a partir de cruzamentos entre espécies diferentes (hibridagao); algumas bactérias possuem genes de virus que as infetaram; genes de uma bactéria podem circular para outra, através de pontes celulares (transferéncias horizontais de genes). Elysia chlorotica, animal marinho do filo dos moluscos, consome uma alga cujos cloroplastos conserva apenas durante dez meses. A maior parte das proteinas destes cloroplastos 6 codificada por genes que se encontram no genoma nuclear da alga. O niicleo das células do molusco adquiriu alguns destes genes. Assim, para que os cloroplastos neste ‘molusco se possam manter funcionais, tém de contar com proteinas que sao codificadas pelo genoma do molusco, permitindo, desta forma, a sintese de clorofila. Elysia chlorotica transforma-se num «vegetal transit6rio». Lynn Margulis afirmava que certas partes das células eucariéticas sdo, de facto, bactérias. As células de numerosos eucariontes contém bactérias, por vezes de vérias espécies, que so transmitidas através das divisdes celulares. Estes exemplos permitem inferir que a simbiose 6 uma das forcas primérias da evolugao, dando origem a fusdes de genomas e ao aparecimento de novas espécies (simbiogénese). Esta possibilidade de evolugao por fusdo constitui um novo mecanismo que se junta aos restantes mecanismos que constituem a teoria neodarwinista, com implicagdes quer no aparecimento de novas espécies, quer no ritmo da evolugao biolégica. Na realidade, a evolugao por fusao e a evolugao por divergéncia nao se excluem: séo ambas mecanismos de inovagao biol6gica, criando uma diversidade sobre a qual atua a selegao natural. 1 | Endossimbiose 3] Hibridagao elaborado por http://netxplica.com 84 extraido e adaptad le iave.pt 2] Transferéncia de genes A,B, C... K— Espécies 1..Na Figura 1, as bifurcagées significam que (A) membros de duas espécies diferentes podem cruzar-se livremente na natureza. (B) é sempre possivel uma convergéncia num grupo filogenético. (C) se verificam fenémenos de convergéncia e de divergéncia ao longo da evolugao. (D) espécies com caracteristicas diferentes partilnam planos anatémicos semelhantes. 2. A anélise da Figura 1 petmite-nos afirmar que (A) as espécies D e K apresentam um ancestral comum mais recente do que as espécies Ae Cc. (B) a espécie D partiha mais informagao genética com a espécie E do que com a espécie B. (C) a espécie J partina mais informagao genética com a espécie G do que com a espécie K. (D) as espécies G e | apresentam um ancestral comum mais recente do que as espécies Ae B. 3. De acordo com uma interpretacao darwinista, Elysia chlorotica (A) adquire cloroplastos, pela necessidade de produzir alimento. (B) produz matéria organica, por possuir cloroplastos. (C) realiza a fotossintese, em cloroplastos, por indugao do meio ambiente. (D) perde os cloroplastos, por deixar de realizar a fotossintese. 4.0 molusco marinho Elysia chlorotica (A) produz pigmentos fotossintéticos a partir do genoma do cloroplasto. (B) metaboliza compostos organicos que a alga produz depois de ingerida. (C) utiliza temporariamente matéria inorganica como fonte de carbono. (D) mantém a capacidade fotossintética depois de ter perdido os cloroplastos. 5. Segundo Lynn Margulis, a répida aquisicéo de novas fungdes provenientes de espécies filogeneticamente distantes pode relacionar-se com (A) combinagdes genéticas resultantes da fusao de gametas. (B) genomas resultantes da fusdo de células somaticas. (C) pressées seletivas do meio ambiente. (D) processos de reproducao assexuada. 6. Explique em que medida a simbiogénese, perante um ambiente em mudanga, constitui um ‘mecanismo evolutivo complementar dos mecanismos reconhecidos pela teoria neodarwinista. elaborado por http://netxplica.com e extraido e adaptado de iave.pt Recifes de Coral e «Branqueamento» s recifes de coral, em todo o mundo, tém vindo a constituir-se como laboratérios naturais no estudo da dinamica dos ecossistemas quando sujeitos a alteragoes. Uma associagao extremamente importante para os recifes 6 a simbiose que ocorre entre as espécies de corais e as algas unicelulares conhecidas como zooxantelas, 0 que acontece em condigdes ambientais estaveis. Estas algas vivem no interior dos tecidos dos corais construtores dos recifes, libertando para os corais compostos organicos nutritivos e oxigénio (02). Também estéo envolvidas na secrecao do calcio que os corais captam ctivamente da gua, contribuindo para a calcificagéo dos exoesqueletos carbonatados das espécies de corais construtoras de recifes. Por sua vez, as zooxantelas sobrevivem e crescem utilizando 08 produtos formados no metabolismo do coral, como didxido de carbono (CO2), compostos azotados e féstoro. Nos ltimos trinta anos, tem-se verificado um branqueamento dos corais, resultante da reducdo acentuada de zooxantelas ou da redugao da concentragao dos pigmentos fotossintéticos nos cloroplastos das mesmas, ficando exposta a coloracéo branca dos exoesqueletos carbonatados dos corais. Varias hipdteses, todas baseadas no aumento da temperatura da agua do mar, tém sido avangadas para explicar 0 processo celular de branqueamento. Temperaturas elevadas da agua do mar parecem afetar os processos celulares que conferem &s zooxantelas protegao contra a toxicidade do oxigénio. Por outro lado, a fotossintese aumenta a temperaturas da agua superiores a 30 °C Em 2000 e em 2002, os recifes das ilhas Fiji suportaram fortes aumentos da temperatura da gua, 0 que provocou um branqueamento generalizado, embora tenham sido encontradas diferengas de local para local. Verificou-se que algumas espécies de corais so mais resistentes do que outras, j4 que suportam, sem solrer branqueamento, temperatura elevadas da dgua do mar durante mais tempo. Como consequéncia do branqueamento, os corais tornam-se quebradigos e acabam por morrer, 0 que conduz a desestruturagao dos recifes, borado por http://netxplica.com Dee Eee att 1. Num recife de coral, a associagao entre corais e algas estabelece-se porque (A) 08 corais sofrem mutagées geneticas. (B) as condigdes de sobrevivéncia e de reprodugao melhoram. (C) 08 corais e as algas sao filogeneticamente préximos. (D) as condigées ambientais a que esto sujeitos so pouco estaveis. 2. Os corais dependem __da luz, uma vez que (A) diretamente ... transferem energia luminosa para a matéria organica que sintetizam (B) indiretamente ... transferem energia luminosa para a matéria organica que sintetizam (C) diretamente .... consomem matéria organica sintetizada por seres autotroticos (D) indiretamente ... consomem matéria organica sintetizada por seres autotrdficos 3. Nos corais, apés a digestéo no interior , Ocorre a exocitose de alguns dos produtos da digestao. (A) extracelular ... da cavidade gastrovascular (B) intracelular ... de vactiolos digestivos (C) intracelular ... da cavidade gastrovascular (D) extracelular ... de vaciolos digestivos 4. Os corais, quanto & fonte de carbono, e as zooxantelas, quanto ao modo de obtencao de energia, classificam-se, respetivamente, como seres (A) autotroficos e quimiossintéticos. (B) heterotroticas ¢ fotossintéticos. (C) quimmiossintéticos @ autotréficos. (D) fotossintéticos e heterotréticos. 5. A exposicao dos corais a uma temperatura de agua superior a 30 °C provoca um branqueamento generalizado e uma alta mortalidade, porque (A) as algas aumentam a taxa respiratéria, 0 que diminui a disponibilidade de O2 para os corais (B) 0s corais aumentam a taxa metabélica, produzindo grandes quantidades de CO2 (C) as algas sofrem com 0 efeito t6xico resultante do incremento da taxa fotossintética. (D) os corais expulsam as algas consumidoras de grandes quantidades de CO2. 6. Explique, segundo a perspetiva neodarwinista, 0 desenvolvimento de corais resistentes aos fenémenos de branqueamento, a partir de uma populacao ancestral elaborado por http://netxplica.com extraido e adaptado de iave.pt FIGURA 1 Quem sao os crocodilos do deserto do Saara? Actualmente, conhecem-se trés espécies de crocodilos em Africa: Crocodylus niloticus (crocodilo~do-nilo), que apresenta a distribuicdo assinalada na Figura 1; as outras duas, Osteolaemus tetraspis (0. tetraspis) Crocodylus cataphractus (C. cataphractus), habitam florestas e pantanos das regides oeste e central do continente afticano. No passado, Crocodylus niloticus (C. niloticus) ocupava uma area geogréfica maior, que se estendia até ao Norte de Africa e as margens do Mediterraneo. Nesta zona, abundavam lagos tios que permitiram 0 seu desenvolvimento, facto sustentado pelos fosseis encontrados na regido. Nessa altura, as diferentes regis6es do Saara eram himidas, adequadas a fauna alrotropical. A alteragdo das condigdes ambienta's conduziu ao aparecimento de uma zona muito drida no Saara Central. Este facto levou a que a fauna afrotropical se deslocasse para Sul. Contudo, em zonas restritas do Sul da Mauritania, os crocodilos-do-nilo sobreviveram até ao presente, constituindo populagées isoladas em lagoas de pequenas dimensées, vulneraveis a extingao. Para identificar as relagdes filogenéticas existentes entre as populagdes isoladas e as outras, Populagées de crocodilo-do-nilo, foi feito um estudo comparativo de caracteristicas genéticas de alguns exemplares de crocodilos. Foram incluidos neste estudo outros exemplares de grupos afins, de Africa e de outros continentes. Foi analisado e sequenciado o DNA mitocondrial extraido de tecidos de figado e de masculo, tendo sido comparadas as sequéncias obtidas para um determinado gene. Os resultados obtidos permitiram reconstruir as relagées filogenéticas expressas na Figura 2. elaborado por http://netxplica.com i extraido e adaptado de iave.pt 1. Classifique como verdadeira (V) ou falsa (F) cada uma das afirmagoes seguintes, relativas, a distribuicgao geogratica das espécies estudadas e as suas relacées filogenéticas. (A) C. niloticus do Egipto 6 filogeneticamente mais relacionado com C. niloticus do Sudao do que com C. niloticus da Gambia. (B) O género Osteolaemus é filogeneticamente menos relacionado com C. cataphractus do que com C. niloticus. (C) As populacées de C. niloticus que habitam o Este africano tém sido sujeitas a pressdes seletivas semelhantes, (0) A semetnanga genética entre as populagbes dos crocodilos da Mauritania e da Gambia ¢ concordante com a sua proximidade geogratica. (E) Entre as populagées da espécie C. niloticus estudadas nado foi verificada divergéncia filogenética. (F) Do ponto de vista filogenético, Crocodylus johnson’ da Australia é mais diretamente relacionado com C. niloticus do que com C. cataphractus. (G) Nas populacées de C. niloticus do Egipto e do Quénia, o DNA mitocondrial estudado apresenta muitas diferencas, (H) As alteragdes ambientais, verificadas na regido do Saara, podem ter sido responsaveis ela separagao de dois grupos de C. niloticus. 2. No estudo efetuado, 0 estabelecimento de relagdes filogenéticas atuais foi feito com recurso & , enquanto a determinacao da sua distribuigéo geogratica passada se fundamentou em argumentos (A) bioquimica ... anatmicos. (B) bioquimica ... paleontolégicos. (C) citologia ... anatémicos. (D) citologia ... paleontolégicos. 3. Na situagao apresentada, colocou-se o problema de identidade filogenética dos crocodilos- do-nilo, porque (A) eles so muito importantes para 0 comércio de peles. (B) existem populagdes de crocodilos em todo o mundo. (C) foram observadas populagées isoladas, no Saara (D) cles constituem uma espécie em vias de extingao. 4. Os crocodilos do Sul da Mauritania vivem em populagées isoladas, em condiges ambientais adversas. Relacione o isolamento dos crocodilos, nas condicdes referidas, com a possibilidade de cextingao destas populagdes. Figura 2 ~ Relag6es filogensti entre as especies estudadk Paleosuchus palpebrosus (América do Sul) Crocodylus niloticus (Gambia) Crocodylus niloticus (Maurtnia) jus niloticus (Aca do Sul) ; s i Lr i Crocodylus catephrectus (Gabo) Osteolaemus fetraspis (Camarées) Crocodylus niloticus (Madagascar) Crocodyius niloticus (Sudo) Crocodylus niloticus (Egipto) Crocodylus niloticus (Zimbabwe) Crocodyls niloticus (Quénia) elaborado por http://netxplica.com extraido e adaptad de iave.pt FIGURA 1 FIGURA2 Um estudo filogenético de trés espécies de lagarto Nas ilhas Canarias, foi efetuado um estudo filogenético de trés espécies de lagarto do género Gallotia (Gallotia galloti, Gallotia atlantica e Gallotia stehlin) e de quatro populages da espécie Gallotia galloti(galloti Tenerife, galloti Palma, galloti Gomera e galloti Hierro). A Figura 1 apresenta a distribuigao geogréfica de cada uma das espécies estudadas. Com base em dados de genética molecular, foi construido 0 diagrama representado na Figura 2. (Qs nimeros indicam a quantidade de substituig6es de nucledtidos no DNA mitocondrial para © gene do citocromo b (proteina da cadeia transportadora de elettées), a0 longo das geragées, refletindo a disténcia genética entre os ramos. Na ilha de Tenerife, foram analisadas duas populagées, G. galloti S.Tenerite, no sul, érido, e G. galloti N.Tenerite, no norte, himido. Para estudar as diferengas morfologicas dos lagartos das diferentes populagdes, os investigadores recolheram individuos de ambos os sexos de cada uma das populagdes das diferentes ilhas. Os répteis foram criados em cativeiro, mantendo-se a separacdo entre as diferentes populagdes, em condigdes ambientais idénticas. As descendéncias, de cada uma das populag6es, continuaram a mostrar diferengas, de acordo com as caracteristicas parentals. Lanzarote 4 @ 2 2) Gata gatos Gatetia stein | Gallotia atiantica ° ‘00Km 6 [—— Gallotia galloti Paima 3 2 . 4 4 ‘= Gallotia galloti N. Tenerife ! Gatotia galloti S. Tenerife " |! Gallotia galloti Gomera 15 2 | Goltotia galloti Hierro 6 oe Gallotia atlantica 16 Gallotia stehlini elaborado por http://netxplica.com 90 extraido e adaptado de iave.pt 1. As condigdes de cativeiro permitiram 0 cruzamento aleatério entre lagartos eas descendéncias _ diferengas morfolégicas interpopulacionaii (A) de populagées diferentes ... apresentaram (B) de populacées diferentes ... nao apresentaram (C) da mesma populagao ... apresentaram (D) da mesma populacao ... nao apresentaram 2. Relativamente a espécie Gallotia stehtini, a espécie Gallotia atlantica apresenta dispersao geografica e esta filogeneticamente afastada da espécie ancestral (A) maior ... menos (B) maior ... mais (C) menor ... menos (D) menor ... mais 3. Segundo o diagrama da Figura 2, as populagées de G. galloti que apresentam maior semelhanga no DNA mitocondrial para o gene do citocromo b S40, (A) as de La Gomera e as de El Hierro (B) as do sul deTenerife e as do norte deTenerife. (C) as do norte de Tenerife e as de La Palma. (D) as de La Gomera e as do sul de Tenerife. 4. A classificagao apresentada na Figura 26 (A) pratica e filogenética. (B) racional e natural. (C) pratica e natural. (D) racional e filogenética. tps norare es wp contentuploads/2 O1S!08/Gallatia_s imonyit_sidepg @vvmeeertees elaborado por http://netxplica.com 91 extraido e adaptado de iave.pt Ma. +-15.0 A- Felino Ancestral B.aG - Outros Felinos Ancestrais Aevolucao dos Felinos Os primeiros camivoros semelhantes a felinos apareceram no Oligocénico, ha aproximadamente 35 M.a. As atuais espécies de felinos (Subfamilia Felinae) tiveram origem no final do Miocénico e toraram-se numa das mais bem sucedidas familias de camivoros, habitando todos os continentes, excepto a Antarctica. Compreender a sua evolugdo © estabelecer uma nomenclatura taxonémica consensual tem sido um processo complexo devido, entre outros aspetos, ao rapido e recente processo de especiacéo, a um incompleto registo f6ssil e & presenga de caracteristicas pouco distintivas na denticao e no esqueleto das diversas espécie Na Figura 1, esta representada uma proposta de explicagéo de uma equipa de investigadores Para a evolugao dos felinos atuais, que resultou de andlises de fragmentos de genes de diversos cromossomas e de genes de mitocdndrias (22789 pares de bases) e de 16 calibragées fosseis, Determinaram-se 8 linhagens principais derivadas de, pelo menos, 10 migracdes intercontinentais (de M1 a M10) facilitadas pela ocorréncia de flutuagdes no nivel do mar. Migragdes M1 a M4 Africa Eurasia e&> [Bp amsrica do Norte ‘América do Sul +- 10.0 o4 85 80 72 67 62 5.0 FINAL DO MIOCENICO Linhagem —_Linhagemdo Linhagem —Linhagem —_Linhagem Linhagem Linhagem do _Linhagem do da Pantera © GalodaBaia doCaracal doOcelote doLince doPuma —Leopardo Gato doméstice elaborado por http://netxplica.com 8 extraido e adaptado de iave.pt 1. A classiticacao apresentada para os felinos 6 (A) racional e filogenética. (B) racional e natural. (C) pratica e natural. (D) prdtica e filogenética. 2. A andlise da proposta apresentada pela equipa de investigadores permite inferir que (A) a linhagem do gato da Baia deveré apresentar maior numero de estruturas homélogas comuns com a linhagem do leopardo do que com a da espécie ancestral C. (B) a linhagem da pantera é a mais recente das linhagens de felinos representadas, pois foi a que divergiu ha mais tempo de um ancestral comum. (C) a linhagem do leopardo e a linhagem do gato doméstico tém maior proximidade filogenética do que a linhagem do leopardo e a linhagem do puma. (D) a linhagem do lince é representada por um conjunto de espécies que tém um elevado numero de estruturas andlogas comuns. 3. A anélise da proposta apresentada pela equipa de investigadores permite inferir que as migragbes (A) se iniciaram ha, pelo menos, 8 milhdes de anos. : (B) M8 ¢ M10 foram responsdveis pelo aparecimento dos felinos em Atrica. (C) permiticam a disseminagao dos felinos por todos os continentes. (D) M2 e M4 ocorreram em simultaneo. 4. 0 material genético utilizado no estudo tinha na sua constituigéo (A) ribose e uracilo. (B) ribose e timina. (C) desoxirribose e timina. (D) desoxirribose e uracilo. 5. Explique de que forma as migragdes intercontinentais dos f Populagées foram influenciados pelas sucessivas alteragées climaticas. elaborado por http://netxplica.com extraido e adaptado de iave.pt inos @ 0 isolamento das 93 toss researchg 00526618828'b8 ckground’8.png O sapal de Castro Marim sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo Ant6nio, localizado no Sotavento Algarvio, foi a primeira Reserva Natural criada no continente portugués (Decreto n 162/75, de 27 de Margo). O interesse biol6gico da zona e 0 valor arqueolégico do aglomerado de Castro Marim foram algumas das raz6es invocadas no diploma para a criacao da Reserva. © sapal caracteriza-se pela sua vegetagao halofita, sujeita a condigoes exiremas de salinidade @ ao encharcamento periddico pela agua das marés. Ocupa uma area vasta @ plana, sulcada por uma rede de esteiros que asseguram a drenagem e se abrem a agua salgada. Os esleitos so locais privilegiados para a reprodugao de peixes e crustéceos. Castro Marim serve de habitat ou de simples reftigio a numerosas populagdes de aves aquaticas. Embora os anfibios @ os répteis estejam insuficientemente estudados na area da Reserva, destacam-se, nos anfibios, 0 sapo-parteiro-ibérico (Alytes cisterasil) @ 0 tritéo-de- ventre-laranja (Triturus boscai), por serem endemismos ibéricos e, nos répteis, a osga-turca (Hemidactylus turcicus) e 0 camaleao (Chamaeleo chamaeleon), ameacado de extincao. sapo-parteiro-ibérico (Alytes cisternasi) pertence ordem Anura, 0 que significa «anfibio sem cauda», @ mede geralmente menos de 4,5 om de comprimento. Os olhos sao proeminentes e laterais. Tem membros curtos, com 5 dedos nos posteriores e 4 nos anteriores. Possui duas calosidades palmares nos membros anteriores, caracteristica que 0 distingue do outro grupo de sapo-parteiro existente em Portugal (Alytes obstetricans), que possui trés calosidades palmares. Estas calosidades auxiliam os machos a segurarem as fémeas na altura do acasalamento. Os anfibios so um grupo de Vertebrados mal adaptados a vida terrestre. Este facto 6 realgado por diversas caracteristicas do seu corpo adulto, nomeadamente, o grau de desenvolvimento dos pulmées e a necessidade de um meio aquatico para o desenvolvimento ‘embriondrio dos seus descendentes. 1. Na generalidade dos antibios adultos da ordem Anura, a localizagao da superticie de hematose mantém estes animais dependentes do meio aquatic. (A) periférica -.. pulmonar (B) interna ... pulmonar (C) periférica ... cutanea {D) interna ... cutanea 2. As calosidades presentes nos membros anteriores de Alytes cisternasii e de Alytes obstetricans sao estruturas (A) andlogas, por exercerem a mesma fungao. (B) homélogas, por apresentarem a mesma estrutura. (C) hométogas, por exercerem a mesma funcao. (D) anélogas, por apresentarem a mesma estrutura. www shunterstork com - 92500845 elaborado por http://netxplica.com 94 extraido e adaptad le iave.pt A extraordinaria complexidade dos Andes deu origem a formagao de numerosas depressées, cujo fundo esta ocupado por lagos e lagoas. Um desses lagos ¢ 0 Titicaca, onde se pode encontrar 0 sapo-gigante. Este anfibio vive permanentemente na agua, pois, a uma altitude de 3812 metros acima do nivel do mar, nao poderia suportar as baixas temperaturas nem a grande secura do ar. Esta bem adaptado a estas condigdes ambientais, pois apresenta uma elevada razdo entre a superficie cuténea e 0 volume corporal, 0 que lhe permite uma captacao de oxigénio mais eficiente em meio aquatico. 3. Segundo uma perspetiva darwinista, 0 sapo-gigante atual resultou da evolugdo de ancestrais que (A) por usarem pouco os pulmées, na obtengdo de oxigénio, ficaram com estes érgdos reduzidos. (B) desenvolveram uma maior superficie cuténea, para obterem maior quantidade de oxigénio. (C) apresentavam conjuntos génicos que determinaram a formagéo de pulmées mais reduzidos. (D) por terem maior superficie cutanea, se reproduziram mais num meio pobre em oxigénio. elaborado por http://netxplica.com extraido e adaptado de iave.pt 95 hitp:/uploac.wkimesta orgiwkipediaico mmensivierTeim stobius_culeus jo a Neurospora crassa Desde ha cerca de 80 anos que Neurospora crassa 6 um organismo-modelo dos mais importantes para a Biologia. A Figura 1 representa parte de uma arvore filogenética relativa ao género Neurospora, baseada em caracteristicas de natureza evolutiva. Neurospora sitophila Neurospora tetrasperma Neurospora intermedia Neurospora discreta Neurospora crassa ancestral 1. A analise da arvore filogenética representada na Figura 1 permite inferir que (A) Neurospora sitophila deverd apresentar maior numero de estruturas homélogas comuns ‘com Neurospora intermedia do que com Neurospora fetrasperma. (B) Neurospora discreta é a espécie de fungo mais recente, porque divergiu hd mais tempo de um ancestral comum. (C) Neurospora crassa e Neurospora intermedia s0 espécies que apresentam grande proximidade filogenética. (D) Neurospora tetrasperma e Neurospora sitophila deveréo apresentar elevado niimero de estruturas andlogas comuns. hpe:teb stanford.od group neurosporaF ‘oundsporeWebGIFFig Aras 402 jo por http:fnefyplicarcom 96 @iGoico escape GME ve em ° oe — 2. Selecione a tinica opgao que apresenta a distribuigao dos nucledtidos radioativos endo radioativos em duas moléculas de DNA, provenientes da replicago de uma molécula de DNA sem glementos radioatives, apés incubacdo num meio com timina racioatva, representada por AT alt alt AT TOA Tha TOA Tha c 6 c 6G c 6G c 6G (Ay; AT AUT @®)/A T AT Gc Gc Gc ec TOA Tha TOA Tha c 6 cG c 6 cG alt alt alt alt TA TA TA TA c G c G c G c G | a UF ali (oy | a fr alt ec ec Gc ec TOA TOA Tha Tha c 6 coG c 6G c G elaborado por http://netxplica.com a extraido e adaptado de lave.pt Classificacao em trés domi ‘A Figura 1 representa uma arvore filogenética construida com base na andlise da sequéncia de nuclestidos de RNA ribossémico de diferentes seres vivos. FIGURA 1 | Domini Bacteria es Ess Bactérias Halobacterium Bactérias purpura Gram positivas ‘Methanobacterium Methano- Thermoproteus " coccus Fungos Cyanobacteria da Thermo- ‘coceus ‘lavobacteria Pyrodictum Plantas Thermotoga Rhodophyta Stramenopiles 1. Classifique como verdadeira (V) ou falsa (F) cada uma das seguintes afirmagées, relativas i filogenia dos seres vivos representada na Figura 1. (A) As relagées filogenéticas representadas tm por base argumentos bioquimicos. (B) Os seres vivos incluidos em qualquer dos dominios derivaram de um ancestral comum. (C) O dominio Bacteria divergiu mais recentemente do que o dominio Archaea (D) O sistema de classificagao representado 6 do tipo horizontal. (E) Os animais sao filogeneticamente mais préximos das plantas do que dos fungos. (F) As plantas, os animais e os fungos pertencem ao mesmo dominio. (G) O grupo Aquifex inclui organismos filogeneticamente mais proximos do ancestral comum. (H) 0 dominio Eukarya inclui seres eucariontes, unicelulares e pluricelulares. elaborado por http://netxplica.com ia extraido e adaptado de iave.pt Plantas e algas A Figura 1 representa uma arvore filogenética relativa a grupos de seres fotoautotréficos, construida a partir da andlise dos pigmentos fotossintéticos presentes em cada grupo. Clorofila b Ficobilinas Clorofila ¢ Ancestral com clorofila a 1. O diagrama da Figura 1 representa um sistema de classificagao base em argumentos (A) vertical... citolégicos (B) horizontal... ci (C) vertical ... biog (D) horizontal ... bioquimicos 2. As plantas sao os seres filogeneticamente mais proximos das algas ambas possuem ; (A) verdes ... clorofilaa (B) verdes ... clorofilab (C) castanhas ... clorofila b (D) castanhas ... clorofila a elaborado por http://netxplica.com extraido e adaptado de iave.pt , definido com , uma vez que Plantas carnivoras: as orvalhinhas As plantas carnivoras tém todas as caracteristicas de qualquer outro ser vivo do reino das plantas, Contudo, para assegurarem a sua vitalidade e a sua sobrevivéncia, estas plantas necessitam de completar a sua nutrigao com os aminodcidos resultantes da digestéo de pequenos animais. Este processo ocorre nas folhas, em zonas glandulares caracterizadas por intensa atividade de enzimas que digerem as presas. Vérios estudos tm demonstrado que a nutri¢ao heterotrética aumenta 0 crescimento e o desenvolvimento destas plantas e que, em algumas espécies, patece ser essencial a floracdo, possibilitando a perpetuagao da espécie. ‘Ao longo dos tempos, a selegao natural foi favorecendo a sobrevivéncia de plantas oriundas de familias diferentes, mas que conseguiam capturar e digerir pequenos animais. De entre as diversas plantas carnivoras existentes em Portugal, destacam-se as orvalhinhas. As suas folhas modificadas encontram-se cobertas por tricomas glandulares, estruturas que produzem mucilagem, uma substancia que retém as presas e que é segregada sob a forma de goticulas. Apés 0 contacto com a presa, geralmente pequenos insetos, as folhas, cobertas por glandulas, comegam a curvar-se, de modo a envolver a «refeicdo». Segue-se a acao das. enzimas digestivas, que sdo libertadas pelas glandulas, e a absorgao dos produtos assimilaveis. Findo todo este proceso, as glandulas e a folha retomam a forma inicial, sendo bastante comum encontrar restos mortais dos ltimos insetos que foram capturados & digeridos pela planta. 1. Nas orvalhinhas, 0 camivorismo é essencial para a formagao de (A) dcidos gordos. (B) proteinas. (C) hidratos de carbono. (D) fosfolipidos. 2. Quando digerem pequenos animais, as orvalhinhas fazem digestéo (A) intracorporal e intracelular. (B) intracorporal e extracelular. (C) extracorporal e extracelular. (D) extracorporal ¢ intracelular. 3. Nas orvalhinhas e nas hidras, as estruturas especializadas na captura de alimento s40, (A) homélogas, tendo a mesma origem embrionaria.. (B) andlogas, desempenhando a mesma funcao. (C) andlogas, tendo a mesma origem embrionéria (D) homélogas, desempenhando a mesma fungao. 4. A planta carivora Drosophyllum lusitanicum usa uma estratégia Gnica para capturar as suas presas, pois as goticulas de mucilagem dos ticomas glandulares nao retém imediatamente o inseto. Estas goticulas vao-se acumulando na superficie corporal do inseto A medida que este percorre as folhas. Explique de que forma a estratégia usada por Drosophylium lusitanicum permite a redugao do metabolismo das suas presas, facilitando a captura destas. elaborado por http://netxplica.com oe extraido e adaptado de iave.pt Leguminosas e bactérias ‘As leguminosas sao plantas vasculares que excretam flavonoides e outras. substéncias quimicas para o solo. Estas excregdes atraem bactérias fixadoras de nitrogénio* atmosférico que induzem na planta a formagao de nédulos radiculares, onde as bactérias se alojam e se multiplicam, Os flavonoides também induzem a transorigaio de genes nod das bactérias, cujos produtos participam na sintese de moléculas (fatores nod) responsaveis pela diferenciacéo dos nédulos radiculares. AA fixagao biologica do nitrogénio é catalisada pela nitrogenase, enzima facilmente danificada pela presenca do oxigénio molecular. As plantas so incapazes de utilizar a forma elementar do nitrogénio, pelo que beneficiam com esta associacao, formecendo, por sua vez, as bactérias os nutrientes necessérios & sua sobrevivéncia. 1. A ago direta dos flavonoides induz na bactéria a sintese de (A) DNA, (B) RNA mensageiro. (C) RNA pré-mensageiro. (D) proteinas. 2. A distribuigao dos nutrientes organicos as bactérias provoca (A) aumento da pressao osmética no floema, (B) diminuigao de fluxo de nutrientes ao longo do floema. (C) saida de agua do floema para o xilema radicular. (D) entrada de agua no tloema a partir do xilema radicular. 3. Os nédulos das raizes apresentam uma tipica cor rosada devido & produgao de uma forma de hemoglobina, denominada leg-hemoglobina, cuja fungao é (A) evitar a acumulagao de oxigénio livre. (B) atrair bactérias fixadoras de nitrogénio. (C) fornecer oxigénio para as reagées anabdlicas, (D) oxidar a enzima nitrogenase. elaborado por http:/ Um novo antibidtico Descobriu-se um novo antibidtico peptidico, designado teixobactina, sintetizado por uma bactéria Gram-negativa e que inibe a sintese da parede celular de agentes patogénicos Gram-positivos. A Figura 1 ilustra 0 modo de atuacdo do antibiético, assim como as diferencas estruturais das células das bactérias Gram-positivas e Gram-negativas. A bactéria que produz 0 antibidtico exporta-o para além da barreira de permeabilidade da membrana externa, ficando protegida, uma vez que 0 antibidtico nao consegue reentrar na célula. A teixobactina liga-se a dois precursores essenciais & sintese dos consfituintes da parede celular bacteriana. ‘A acao do antibiotico ¢ complementada pela libertagdo de autolisinas, enzimas que interferem na digestao da parede celular. Nao se obtiveram bactérias resistentes a teixobactina, o que sugere que este antibidtico nao leva ao desenvolvimento de resistencia. Bactéria Bactéria Gram-positiva Sram-negativa T ™T —= N MC - Membrana citoplasmaticz q PC - Parede celular ME - Membrana extema an MC P - Precursores PC T - Teixobactina De een Uma) Ee txplica.com _SeCe eet © William Foysey/Northeastern University 1. As autolisinas sao proteinas que digerem mais facilmente a parede celular de bactérias € que sao sintetizadas por (A) Gram-positivas ... isossomas (B) Gram-negativas ... ribossomas (C) Gram-positivas ... ribossomas (D) Gram-negativas ... isossomas 2. As enzimas que permitiriam as bactérias resistir & teixobactina catalisariam a reacdo que envolve a quebra das ligagdes quimicas entre (A) nuclestidos. (B) aminoacidos. (C) monossacarideos. (D) acidos gordos. 3. Refira 0 motivo de as células do organismo humano nao serem destruidas pela teixobactina, 4, Explique, de acordo com a perspetiva darwinista, de que modo a produgao de teixobactina contribu’ para 0 sucesso evolutivo da bactéria que a produz. elaborado por http://netxplica.com extraido e adaptado de iave.pt 103