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CURSO BULLYING NAS


ESCOLAS (200hs)
E-mail:
atendimento@cidadeaprendizagem.com.b
r
Módulos
1 - BULLYING NAS ESCOLAS
2 - PSICOLOGIA SOCIAL
3 - SOCIOLOGIA COMPREENSIVA
4 - RELAÇÕES INTERPESSOAIS
5 - RELAÇÕES HUMANAS

1 - BULLYING NAS ESCOLAS

Lição

1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS

Em todos os ambientes onde pessoas se encontram sejam eles trabalho, família, igreja, tribos, estabe
interpessoais. Nas instituições escolares elas também se evidenciam e originam, muitas vezes, certos d
um mais forte - ou que pelo menos demostra ser assim - e nessa ânsia pelo poder, o suposto mais forte,
Uma vez escolhida a vítima, o agressor irá maltratá-la, visando ridicularizá-la perante os demais colegas.
ocorrendo - são os chamados espectadores. Neste contexto se estabelece o Bullying, que tem como prot
é sempre humilhada, "perde" seus pertences constantemente, falta às aulas sem motivo, apresenta baixo
apresenta manchas e arranhões pelo corpo - nem sempre as consegue justificar - prefere se manter afa
seus espectadores - que o auxiliam em suas práticas- anda sempre em grupos, não suporta ser contraria
grosseiro, aparece com pertences, lanches de suas vítimas - alegando ter sido presenteado por elas. O
alguns casos participa como cúmplice das agressões temendo contrariar o agressor, que por sua vez se

os os

2. FORMAS DE BULLYING
Lição

As formas de Bullying mais comuns em ambientes escolares são: agressões físicas e verbais; ameaças;
a tudo aquilo que vem de outras culturas e nacionalidades - intimidações; piadinhas; assédios; xingam
ridicularizar uma pessoa. Na maioria das vezes a vítima aceita todo o seu sofrimento sem dizer nada
deprimida e sem perspectivas de lutar pelos seus direitos - nesse caso, ela poderá até optar pelo suicídio
de explosão, invada sua escola atire nos colegas e em quem atravessar seu caminho, passando da cond
ela pratica o suicídio em seguida. Pode ser também que a vítima não consiga reproduzir seus maus tratos
do que ela, estabelecendo assim o tão temido círculo vicioso do Bullying. É importante ressaltar que o Bu

3. BULLYING

Bullying se traduz em todas as relações desiguais de poder em que um dos agentes sejam ridicularizad
pode acontecer também entre alunos e professores - inclusive alguns alunos, além de agredir física
relacionamentos visando ridicularizá-los ainda mais. Em contra partida alguns professores utilizam o
conhecimentos e "poder" para humilhá-los. A partir do momento em que o Bullying começa a ser pratic
situações de violência que podem se estender por toda a sociedade. É necessário que todos os envolvi
educação do século XXI e elaborem planos de ação em que valores como o respeito, amor, companhei
os ambientes escolares que investirem nesses valores tão esquecidos em tempos atuais, estarão contrib

4. BULLYING NO BRASIL

No Brasil, a palavra “Bullying” é utilizada principalmente em relação aos atos agressivos entre alunos e/ou
como Bullying, era visto como fatos isolados, “briguinhas de criança”, e normalmente família e escola não t
como problema crônico nas escolas, e com consequências sérias, tanto para vítimas, quanto para agre
empurrões, pontapés, insultos, espalhar histórias humilhantes, mentiras para implicar a vítima a situaçõ
imagens (inclusive pela internet), ameaças (enviar mensagens, por exemplo), e a exclusão. Entre os m
efetivada a agressão, os agressores costumam ameaçar, meter medo em suas vítimas. Já as menina
espalharem segredos para causar mal-estar. As ameaças podem vir acompanhadas de extorsão, chan
vítimas, quanto agressores podem sofrer consequências psicológicas dessa situação de abuso, porém o
(pais e professores) se voltem para o agressor, visto como um marginal em potencial, e a vítima é esq

5. PRESENÇA DO BULLYING

O bullying, ou violência moral, é um problema que sempre esteve presente nas escolas e ultimamente tem sido fonte de preo
mundo cerca de 5% a 35% de crianças e jovens em idade escolar estejam envolvidas, de alguma forma, com atos de violência
sociais e não está restrito a nenhum tipo determinado de escola. Por violência moral, entendem-se maus-tratos, opressão, in

6. IDENTIFICAÇÃO DO BULLYING
Lição

7. PARA EVITAR O BULLYING

8. ORIENTAÇÃO

9. COMO AS ESCOLAS LIDAM COM O BULLYING

10. DIMINUIÇÃO DO BULLYING

11. AGRESSORES, VÍTIMAS E ESPECTADORES

12. FAMÍLIA E ESCOLA

13. ESCOLA E BULLYING

14. CIBERBULLYING OU BULLYING VIRTUAL

15. DIMINIUIR A VIOLÊNCIA

16. LEGISLAÇÃO

17. APOIOS PARA RESOLVER O PROBLEMA

18. AGRESSIVIDADE

19. AGRESSIVIDADE II

20. PAIS E FILHOS


Lição

2 - PSICOLOGIA
SOCIAL
Lição

1. INTRODUÇÃO

2. OBJETO DE ESTUDO

3. INTROSPECÇÃO

4. PSICOLOGIA SOCIAL

5. PATRIMÔNIO PSICOLÓGICO HEREDITÁRIO DA ESPÉCIE

6. CATEGORIAS FUNDAMENTAIS DA PSICOLOGIA SOCIAL

7. ENCONTRO SOCIAL

8. CONTEXTO HISTÓRICO
Lição

9. PSICANÁLISE

10. O GRUPO COMO OBJETO DE ESTUDO

11. DINÂMICA DE GRUPO

12. INTERACIONISMO SIMBÓLICO

13. PSICOLOGIA SOCIAL NO BRASIL

14. PROGRAMA DE ESTUDO PÓS-GRADUADOS EM PSICOLOGIA SOCIAL

15. CRÍTICAS À PSICOLOGIA SOCIAL

16. NOVA PSICOLOGIA SOCIAL E INSTITUCIONAL

17. PSIQUISMO HUMANO

18. O HOMEM COMO SER SOCIAL

19. HISTÓRIAS E SISTEMAS DA PSICOLOGIA

20. PRINCIPAIS LIMITAÇÕES DO ESTRUTURALISMO

3 - SOCIOLOGIA
COMPREENSIVA
Lição

1. INTRODUÇÃO

2. A HISTÓRIA DA SOCIOLOGIA

3. A AÇÃO SOCIAL

4. OS TIPOS DE AÇÃO SOCIAL

5. AS TRÊS CORRENTES TEÓRICAS DA SOCIOLOGIA

6. OBJETIVO NA SOCIOLOGIA COMPREENSIVA

7. ORIGENS DA DOMINAÇÃO E DO PODER

8. DOMINAÇÃO TRADICIONAL

9. DOMINAÇÃO CARISMÁTICA

10. DOMINAÇÃO LEGAL

11. MÉTODO COMPREENSIVO

12. JULGAMENTO DE UM TRAFICANTE

13. A SOCIEDADE E OS INDIVÍDUOS

14. QUAL A DIFERENÇA PARA WEBER, ENTRE AÇÃO E RELAÇÃO SOCIAL


Lição

15. AUTORIDADE E LEGITIMIDADE

16. DESENCANTAMENTO DO MUNDO

17. RACIONALIZAÇÃO NA SOCIEDADE COMPLEXA

18. COMPORTAMENTO SOCIAL

19. A SOCIOLOGIA COMPREENSIVA E A RELIGIÃO

20. A BUROCRACIA NA SOCIOLOGIA COMPREENSIVA

4 - RELAÇÕES
INTERPESSOAIS

Lição

01. INTRODUÇÃO

02. RELAÇÕES INTERPESSOAIS E SOCIABILIDADE

03. A SOCIEDADE É UM SER

04. LINGUAGEM E COMUNICAÇÃO

05. AS PALAVRAS E CONVÍVIO SOCIAL


Lição

06. “O QUE A BOCA FALA OS OLHOS ENDOSSAM”

07. RELAÇÕES INTERPESSOAIS EM UM CONTEXTO SOCIAL

08. O CONTEXTO PEDAGÓGICO DAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS

09. PERGUNTAS ÀS PRÁTICAS DAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS

10. COMUNICAÇÃO INTERPESSOAL NA ESCOLA

11. AS RELAÇÕES INTERPESSOAIS NO UNIVERSO ESCOLAR

12. AS RELAÇÕES INTERPESSOAIS NO UNIVERSO ESCOLAR II

13. AMBIENTE DE TRABALHO E AS RELAÇÕES INTERPESSOAIS

14. AMBIENTE DE TRABALHO E AS RELAÇÕES INTERPESSOAIS II

15. MOTIVAÇÃO

16. AS PARTES DISTINTAS DO AMBIENTE DE TRABALHO

17. RELAÇÕES INTERPESSOAIS E QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO

18. FATORES INTERPESSOAIS E A QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO

19. ARRANJO FÍSICO E AMBIENTE DE TRABALHO


Lição

20. PRINCÍPIOS DOS 5 S

5 - RELAÇÕES
HUMANAS

Lição

01. INTRODUÇÃO

02. SER SOCIAL

03. RESPEITO ÀS DIFERENÇAS

04. RESPEITO ÀS DIFERENÇAS II

05. TEORIA DAS RELAÇÕES HUMANAS

06. EXPERIÊNCIA DE HAWTHORNE

07. TEÓRICOS E CRÍTICAS À TEORIA DAS RELAÇÕES HUMANA

08. PRINCIPAIS CRÍTICAS

09. TEORIA COMPORTAMENTAL

10. CONFLITO ENTRE OBJETIVOS


Lição

11. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE RH

12. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE RH

13. CONHECER O NEGÓCIO E O CONTEXTO DA ORGANIZAÇÃO

14. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

15. A ÁRDUA MISSÃO DO RH

16. A ÁRDUA MISSÃO DO RH II

17. RELAÇÕES INTERPESSOAIS, SOCIAL E PROFISSIONAL

18. OS DEZ MANDAMENTOS DAS RELAÇÕES HUMANAS

19. SER PROFISSIONAL DE RH

20. SER PROFISSIONAL DE RH – UM PAPEL ESTRATÉGICO

Aula Brinde
Assista a Aula Brinde de Educação
Maria Teresa Mantoan - Ensinar e Aprender: nem tudo
depende da didática

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