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Propriedades dos Materiais

Sumário

Tensão e Deformação

1

Deformação Elástica e Plástica

6

Elasticidade

7

Ductilidade

8

Resiliência

10

Fluência

11

Tenacidade

13

Dureza

14

Resistência à Flexão

14

Resistência à Compressão

14

2

Propriedades

dos Materiais

Tensão e Deformação

Materiais utilizados em engenharia,

quando estão em serviço, sofrem algum

tipo de solicitação mecânica, como for-

ças ou cargas. O comportamento me-

cânico do material é a relação entre as

solicitações aplicadas e a sua resposta

de acordo com suas propriedades. Tais

propriedades mecânicas são verifica-

das com experimentos laboratoriais. Um

dos fatores para se avaliar o material

é a natureza de sua solicitação, sendo

as principais cargas de tração, de com-

pressão ou de cisalhamento. Há tam-

bém as cargas torcionais que não são

puramente cisalhantes.

O tempo de aplicação das cargas pode

ser constante ou alternado e é um fator

importante para o estudo de fadiga do

material (tempo de vida útil).

Toda tensão exercida em um material

provoca uma deformação. Tensão em

engenharia pode ser compreendida

como a pressão (tração ou compressão)

exercida em certa área do material:

σ = F [Pa]

A

A deformação ε é um valor proporcional

à alteração geométrica do material:

ε = l l 0

l

0

= l

l

0

O grau de deformação de uma estru-

tura depende da magnitude da carga

aplicada. Quando a carga aplicada é

uma tensão de tração relativamente pe-

quena, a tensão e deformação são dire-

tamente proporcionais.

σ = E.ε

Conhecida por Lei de Hooke, onde E é o

modulo de elasticidade (ou modulo de

Young) e tem a ordem de grandeza de

Gigapascal (GPa).

Propriedades

dos Materiais

Propriedades dos Materiais Figura 1: Gráfica Tensão vs. Deformação. Os materiais também podem sofrer ten- sões

Figura 1: Gráfica Tensão vs. Deformação.

Os materiais também podem sofrer ten-

sões de cisalhamento.

τ =

F

A 0

Sendo F a carga imposta paralelamente

às faces superior e inferior de um mate-

rial.

Sendo F a carga imposta paralelamente às faces superior e inferior de um mate- rial. Figura

Figura 2: Tensão de cisalhamento.

Propriedades

dos Materiais

Assim como as tensões de compressão

e tração tem o módulo de elasticidade,

a tensão de cisalhamento tem o módulo

de Cisalhamento (G).

τ = G.γ

Exemplo Petrobras - 2012 - Engenheiro de Inspeção - 42 Um cabo de estanho, com

Exemplo

Petrobras - 2012 - Engenheiro de Inspeção - 42

Um cabo de estanho, com diâmetro de 5 cm e comprimento de 10 m, está

sob ação de uma força de 5.000 N. A maior deformação elástica que esse

cabo pode sofrer sob a ação dessa força é de 1 mm. Qual o menor módulo

de elasticidade que um material deve apresentar para atender essas con-

dições de projeto?

(A)

1, 3 GP a

(B)

6, 4 GP a

(C)

12, 8 GP a

(D)

25, 5 GP a

(E)

80, 0 GP a.

Solução:

O módulo de elasticidade relaciona tensão e deformação na lei de Hooke

generalizada:

σ = E.ε

E = σ

ε

Propriedades

dos Materiais

A tensão em uma situação de tração pura é a força de tração dividida pela

área. A deformação para a condição limite imposta no enunciado é a elon-

gação máxima dividida pelo comprimento original. Assim:

Resposta: D

E

E

= F /(π.(D/2) 2 )

(∆L/L)

= 5000/(π.(5.10 2 /2) 2 )

(0, 001/10)

= 25, 5 GP a

Exemplo Petrobras - 2012 - Engenheiro de Inspeção - 47 Dois materiais estão sendo considerados

Exemplo

Petrobras - 2012 - Engenheiro de Inspeção - 47 Dois materiais estão sendo

considerados para a produção de uma mola. Esses materiais apresentam as

seguintes propriedades: material X, o limite de elasticidade ocorre para uma

deformação de 0, 05, e o módulo de elasticidade é 100 MP a; material Y, o

limite de elasticidade ocorre para uma deformação de 0, 01, e o módulo de

elasticidade é 1000 MP a. Os dois materiais apresentam um comportamento

linear-elástico até o limite da elasticidade. A mola com a maior capacidade

de armazenar energia é a produzida com o material

(A)

X, que é capaz de armazenar uma energia de 125.000 J/m 3 .

(B)

X, que é capaz de armazenar uma energia de 5.000.000 J/m 3 .

(C)

Y, que é capaz de armazenar uma energia de 10.000.000 J /m 3 .

Propriedades

dos Materiais

(D) Y, que é capaz de armazenar uma energia de 50.000 J /m 3 .

(E) Y, que é capaz de armazenar uma energia de 1.250.000 J /m 3 .

Solução:

A energia de deformação específica:

u =

2.E = (E.ε) 2

σ

2

2.E

Considerando o módulo de elasticidade de cada material:

E X = 100 MP a

e

E Y = 10 MP a

As deformações máximas:

ε X = 0, 05

ε Y

e

= 0, 01

As energias de deformação avaliadas com esses valores:

u X = 125 kJ/m 3

e

Propriedades

dos Materiais

Resposta: A

u Y = 50 kJ/m 3

Deformação Elástica e Plástica

Na região onde a tensão e deformação

são proporcionais, ocorre a deformação

elástica do material. A deformação cau-

sada por certa tensão nessa área volta

ao seu estado inicial depois de retirada

a carga (idealmente, os materiais apre-

sentam uma inelasticidade dependente

do tempo que, na maioria das vezes, são

desprezados).

Se aumentarmos a tensão gradativa-

mente, irá formar uma curva no gráfico

σxε a partir do ponto de limite de pro-

porcionalidade, e o material atingirá a

deformação plástica, que é permanente

e não recuperável.

A tensão no ponto de curvatura é defi-

nida como tensão limite de escoamento

(σ e ), que representa uma medida de re-

sistência à deformação plástica.

), que representa uma medida de re- sistência à deformação plástica. Figura 3: Gráfica Tensão –

Figura 3: Gráfica Tensão – Deformação.

Propriedades

dos Materiais

O ponto P do gráfico é conhecido como

o limite de resistência a tração, sendo a

tensão no ponto máximo da curva. Essa

tensão corresponde à tensão máxima

que pode ser sustentada por uma estru-

tura que se encontra sobre tração. Após

esse limite irá causar uma fratura no ma-

terial.

Elasticidade

Um material apresenta uma elasticidade

elevada quando sua relação tensão-

deformação permanece proporcional

a altas tensões. Quando um corpo é de-

formado em uma direção, ocorre defor-

mação em todo seu volume. O Coefici-

ente de Poisson (ν) dá a razão entre as

deformações laterais e axiais.

ν

= ε x

ε

z

= ε y

ε

z

Para materiais isotrópicos é possível re-

lacionar os coeficientes de elasticidade

e de cisalhamento.

E = 2G(1 + ν)

é possível re- lacionar os coeficientes de elasticidade e de cisalhamento. E = 2 G (1

Figura 4: Poisson.

Propriedades

dos Materiais

Ductilidade

Representa o grau de deformação plás-

tica que o material suporta até que

ocorra a fratura.

Se o material apresentar uma deforma-

ção plástica muito grande, ele é conside-

rado dúctil; caso essa deformação seja

pequena ou nula, é considerado frágil.

Numericamente pode ser representado

como um alongamento ou redução de

área percentual

AL% = L f L 0 .100

L

0

redução de área percentual AL % = L f − L 0 . 100 L 0

Figura 5: Material Frágil (Wikipédia).

2

Propriedades

dos Materiais

Propriedades dos Materiais Figura 6: Material Ductil (Wikipédia). Exemplo Petrobras Biocombustível - 2011 -

Figura 6: Material Ductil (Wikipédia).

Exemplo Petrobras Biocombustível - 2011 - Engenheiro(a) de Equipamentos Júnior - Inspeção - 50 A

Exemplo

Petrobras Biocombustível - 2011 - Engenheiro(a) de Equipamentos Júnior

- Inspeção - 50

A classificação entre fratura frágil e dúctil baseia-se na habilidade do ma-

terial em apresentar deformação plástica substancial, com grande absor-

ção de energia, antes da fratura. Sobre a fratura frágil, analise as afirmati-

vas a seguir:

I. Está relacionada à propagação de trincas e apresenta superfície sem gran-

des deformaçoes plásticas aparentes, ao contrário da fratura dúctil, que apre-

senta superfície característica em forma de taça e cone.

Propriedades

dos Materiais

II. Pode ser analisada por exame microscópico (MEV), denominado fracto-

grafica para observar as microcavidades esféricas remanescentes.

III. É possível avaliar a fratura nos contornos dos grãos quando apresentam

forma transgranular.

Está correto APENAS o que se afirma em

(A)

(B)

(C)

(D)

(E) II e III.

Solução:

A fratura frágil ocorre com a formação e propagação de uma trinca, não ocor-

rendo deformação plástica. Fraturas dúcteis, por sua vez, ocorrem apenas

após extensa deformação plástica e se caracteriza pela propagação lenta

de trincas resultantes da nucleação e crescimento de microcavidades.

I.

II.

III.

I e II.

Resposta: C

Resiliência

Resiliência é a capacidade de absorção

de energia do material quando a tensão

aplicada é retirada após uma deforma-

ção elástica. O módulo de resiliência U r

representa a energia por volume neces-

sária para tencionar o material até seu

limite de escoamento.

Matematicamente, U r é a área sob a

curva de tensão-deformação até o limite

de escoamento. Supondo uma região

plástica linear:

Propriedades

dos Materiais

U r =

1

2

σ e ε e

Materiais resilientes são materiais que

possuem elevado limite de escoamento

e pequenos módulos de elasticidade.

2

Fluência

A fluência é uma deformação ao longo

do tempo de um material quando sub-

metido a uma carga ou tensão cons-

tante.

A velocidade de fluência é proporcional

às tensões e temperaturas.

Propriedades

dos Materiais

Exemplo Petrobras Biocombustível - 2008 - Profissional Júnior - Formação: Enge- nharia Mecânica - 31

Exemplo

Petrobras Biocombustível - 2008 - Profissional Júnior - Formação: Enge-

nharia Mecânica - 31

O gráfico esquemático abaixo é típico do ensaio de fluência nos materiais

metálicos. Nele, pode-se observar os estágios da curva de fluênciae a influên-

cia da temperatura no comportamento dos materiais.

cia da temperatura no comportamento dos materiais. Assinale a afirmação INCORRETA para explicar estes

Assinale a afirmação INCORRETA para explicar estes fenômenos.

(A) A curva de fluência para a temperatura intermediária (TB) apresenta os

3 estágios, sendo II o estágio estacionário e III o estágio de fluência acele-

rada.

Propriedades

dos Materiais

(B) Para o ensaio realizado na temperatura intermediária no estágio II, o CP

alonga a uma taxa constante e a ruptura apenas ocorre no estágio III.

(C) Para o ensaio realizado na temperatura TC maior que TB, a taxa do es-

tágio estacionário aumenta, este se torna muito curto e a ruptura ocorre ra-

pidamente.

(D) Para o ensaio realizado na temperatura TA menor que TB, a taxa de de-

formação do estágio estacionário diminui e este se torna muito longo.

(E) Para o ensaio realizado na temperatura TA menor que TB, a taxa de de-

formação do estágio estacionário aumenta e acelera o processo de ruptura.

Solução:

Estágio I: taxa de fluência sofre um decréscimo contínuo.

Estágio II: taxa de fluência praticamente constante.

Estágio III: aceleração da taxa de fluência seguida da ruptura.

Resposta: E

Tenacidade

Representa a capacidade do material

em absorver energia até sua fratura. A

geometria do corpo e o tipo de carga in-

terferem muito na determinação da te-

nacidade do material. A tenacidade ao

entalhe ou a fratura pode ser determi-

nada por um ensaio de impacto, sendo a

tenacidade à fratura uma indicativa de

resistência do material quando este já

possui uma trinca.

Propriedades

dos Materiais

A tenacidade pode ser calculada pelo

gráfico, sendo a área abaixo da linha de

tensão-deformação até o ponto de rup-

tura.

Dureza

É a medida de resistência local a uma

deformação plástica. A dureza pode ser

entendida como a facilidade ou não de

se riscar um material. O material pode

ser extremamente duro, como um dia-

mante, ou macio, como algumas madei-

ras.

Existem diversos tipos de ensaios para

se determinar a dureza dos materiais

como o Rockwell, Brinell e Vickers.

Resistência à Flexão

A resistência à flexão representa a ten-

são máxima desenvolvida na superfície

de uma barra quando sujeita a dobra-

mento, e aplica-se aos materiais rígidos,

ou seja, aqueles que não vergam exces-

sivamente sob ação de uma carga. No

teste de flexão, uma barra sofre tanto

tensões de compressão quanto de tra-

ção.

flexão, uma barra sofre tanto tensões de compressão quanto de tra- ção. Figura 7: Flexão de

Figura 7: Flexão de barra – (Amauri).

Propriedades

dos Materiais

Resistência à Compressão

A resistência à compressão geralmente

é superior à resistência a tração em ma-

teriais compósitos, como o concreto. Já

nos materiais metálicos, a compressão é

relacionada com sua geometria (índice

de esbelteza). Após ultrapassar a ten-

são critica de compressão(P), uma barra

pode sofrer o processo de flambagem.

Nesse caso, o limite de compressão é o

próprio índice de flambagem.

Nesse caso, o limite de compressão é o próprio índice de flambagem. Figura 8: Sistema em

Figura 8: Sistema em compressão (flambagem).

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dos Materiais

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ExemploPetrobras Biocombustível - 2008 - Engenheiro(a) de Equipamentos Júnior - Terminais e Dutos - 55

Petrobras Biocombustível - 2008 - Engenheiro(a) de Equipamentos Júnior

- Terminais e Dutos - 55

Um material a ser selecionado para produzir uma peça por estampagem atra-

vés de uma prensa deve apresentar um valor relativamente elevado para

a(o)

(A)

Tenacidade.

(B)

Resistência térmica.

(C)

Resistência à fratura.

(D)

Módulo de elasticidade.

(E)

Módulo de resiliência.

Solução:

Materiais para serem utilizados em estampagem devem apresentar uma alta

capacidade de sofrer deformação plástica sem sofrer fratura. Ou seja, alta

tenacidade para evitar falhas por trincas ou desgaste por microlascamento.

Resposta: A

Exemplofratura. Ou seja, alta tenacidade para evitar falhas por trincas ou desgaste por microlascamento. Resposta: A

Propriedades

dos Materiais

Petrobras Biocombustível - 2010 - Engenheiro(a) de Equipamentos Júnior

- Inspeção - 43

Processos de deformação plástica em metais dúcteis costumam provocar

aumentos de dureza e resistência, em um efeito conhecido como encrua-

mento ou endurecimento por trabalho a frio. Nessa perspectiva, afirma-se

que o encruamento

(A)

É irreversível em qualquer material.

(B)

Não provoca modificações na ductilidade do material.

(C)

Não provoca modificações na condutividade elétrica do material.

(D)

Não provoca modificações na resistência à corrosão do material.

(E)

Provoca um maior efeito no limite de escoamento do que na resistên-

cia mecânica do mateiral.

Solução:

O processo de encruamento torna o material mais duro e resistente. A mo-

vimentação das discordâncias internas causadas pelo trabalho a frio con-

fere ao material uma modificação interna de suas estruturas. Com o aumento

do encruamento, o limite de escoamento também aumenta.

Resposta: E

Exemplo Polícia Federal - 2004 - Engenheiro Mecânico - 56

Exemplo

Polícia Federal - 2004 - Engenheiro Mecânico - 56

Propriedades

dos Materiais

A resistência à tração aplicada na peça é corretamente expressa por F max

A f ,

em que F max é a força máxima aplicada ao corpo de prova e A f é a área da

seção transversal do corpo após a ruptura do mesmo.

(A)

Certo.

(B)

Errado.

Solução:

A resistência à tração aplicada na peça deve ser expressa por F max , onde A 0

é a área inicial da seção transversal do corpo de prova.

A

0

Resposta: B

Caiu no concurso! TRANSPETRO - 2008 - Engenheiro Junior - Mecânica - 38

Caiu no concurso!

TRANSPETRO - 2008 - Engenheiro Junior - Mecânica - 38

Propriedades

dos Materiais

Propriedades dos Materiais Na seleção de materiais para as mais diversas aplicações estruturais, algu- mas das

Na seleção de materiais para as mais diversas aplicações estruturais, algu-

mas das propriedades que devem ser observadas são: limite de escoamento;

tensão de resistência; módulo de elasticidade e ductibilidade. Assim, com

base no gráfico, os materiais que possuem o maior limite de escoamento,

a maior tensão de resistência, o maior módulo de elasticidade e a melhor duc-

tibilidade, respectivamente, são:

(A)

P; P; Q e R

(B)

P; Q; P e R

(C)

P; Q; Q e R

(D)

Q; P; P e R

(E)

R; Q; P e Q

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dos Materiais

Resposta: B

Caiu no concurso!CEAGESP - 2010 - Engenheiro Nível I - Mecânica - 8 O módulo de elasticidade

CEAGESP - 2010 - Engenheiro Nível I - Mecânica - 8

O módulo de elasticidade de um material metálico é obtido por meio do en-

saio de tração de um corpo de prova, que fornece uma indicação da rigidez

do material e depende das forças de ligação interatômicas.

Ele é determinado pelo quociente ou alongamento específico na região li-

near do diagrama tensão-deformação.

O módulo de elasticidade é

(A)

diretamente proporcional à deformação.

(B)

transversal e corresponde à metade do módulo de elasticidade volumé-

trico.

(C)

menor para metais com temperaturas de fusão elevadas.

(D)

independente da direção de aplicação da tensão nos eixos cristalográ-

ficos.

(E) inversamente proporcional à temperatura do material.

Resposta: E

Caiu no concurso!Eletrobras - 2002 - Engenheiro Mecânico - 66

Eletrobras - 2002 - Engenheiro Mecânico - 66

Propriedades

dos Materiais

A parte hachurada do diagrama tensão x deformação de uma aço representa

a seguinte propriedade mecânica:

de uma aço representa a seguinte propriedade mecânica: (A) ductilidade. (B) resiliência. (C)

(A)

ductilidade.

(B)

resiliência.

(C)

tenacidade.

(D)

fragilidade

(E)

plasticidade.

Resposta: B

Caiu no concurso! Eletrobras - 2005 - Engenheiro Mecânico - 65 A energia total por

Caiu no concurso!

Eletrobras - 2005 - Engenheiro Mecânico - 65

A energia total por unidade de volume que um material absorve durante o

ensaio de tração é denominada módulo de:

(A) elasticidade.

Propriedades

dos Materiais

(B)

rigidez.

(C)

plasticidade.

(D)

resiliência.

(E)

tenacidade.

Resposta: E

Caiu no concurso!Eletrobras - 2005 - Engenheiro Mecânico - 66 Dentre os fatores abaixo, aquele que NÃO

Eletrobras - 2005 - Engenheiro Mecânico - 66

Dentre os fatores abaixo, aquele que NÃO influencia o limite de resitência

à fadiga de um aço é:

(A)

concetração de tensões.

(B)

razão de tensões.

(C)

temperabilidade.

(D)

temperatura de trabalho.

(E)

acabamento supercicial.

Resposta: C

Caiu no concurso!Eletrobras - 2007 - Engenheiro Mecânico - 63 Observe as afirmativas a seguir sobre o

Eletrobras - 2007 - Engenheiro Mecânico - 63

Observe as afirmativas a seguir sobre o diagrama tensão x deformação de

um aço mostrado abaixo.

Propriedades

dos Materiais

I - O nº 6 indica a região de estricção. II - Os nºs 3

I - O nº 6 indica a região de estricção.

II - Os nºs 3 e 4 indicam, respectivamente, os limites de ruptura e escoamento.

III

- O nº 5 indica a região correspondente à propriedade resiliência.

IV

= O nº 1 indica a tensão máxima ou última.

As

afirmativas FALSAS são somente:

(A)

I e II.

(B)

I e III.

(C)

II e III.

(D)

II e IV.

(E)

III e IV.

Resposta: D

Considere o enunciado a seguir para as questões 55 à 58

Propriedades

dos Materiais

Propriedades dos Materiais Figura 9: Figura I Figura 10: Figura II Parâmetros obtidos por meio de

Figura 9: Figura I

Propriedades dos Materiais Figura 9: Figura I Figura 10: Figura II Parâmetros obtidos por meio de

Figura 10: Figura II

Parâmetros obtidos por meio de ensaios mecânicos são importantes para o estudo

do comportamento mecânico dos materiais. A figura I acima ilustra um corpo de

prova padrão submetido a um esforço longitudinal, em um ensaio de tração.

Propriedades

dos Materiais

A figura II mostra o deslocamento δ medido em função da força F aplicada no corpo.

Com relação a esse ensaio, julgue os itens a seguir.

Caiu no concurso!Polícia Federal - 2004 - Engenheiro Mecânico - 55 Para cada valor de F ,

Polícia Federal - 2004 - Engenheiro Mecânico - 55

Para cada valor de F , o alongamento percentual é corretamente expresso

por 100. L

L

0

(A)

Certo.

(B)

Errado.

Resposta: A

Caiu no concurso!Polícia Federal - 2004 - Engenheiro Mecânico - 57 O limite de proporcionalidade é a

Polícia Federal - 2004 - Engenheiro Mecânico - 57

O limite de proporcionalidade é a máxima tensão para a qual, ao ser remo-

vida a força F , permanece uma deformação residual no corpo de prova de,

no máximo, 0, 2 %.

(A)

Certo.

(B)

Errado.

Resposta: B

Propriedades

dos Materiais

Caiu no concurso! Polícia Federal - 2004 - Engenheiro Mecânico - 58 No caso de

Caiu no concurso!

Polícia Federal - 2004 - Engenheiro Mecânico - 58

No caso de materiais dúcteis, quando a força atingir o valor F max começa

a ocorrer redução da seção (estricção) em certo local do corpo de prova e

o valor da tensão real nesse torna-se decrescente.

(A)

Certo.

(B)

Errado.

Resposta: B