Você está na página 1de 30

4?) Calculemos a derivada de f(x) =.vx em Xo =O.

f'(O) lim
f(x) - f(0) . {fX 1 A reta s é secante com o gráfico de f e seu coeficiente angular é:
= = 11m - - = lim3r::r portanto, como
x+o x - O x+o X x+o V x- f(x) - f(xo)
tg a = --'---_-'----''-C
. 1 X - Xo
11m. 3r:;y = + 00, não existe f'(O).
x+o V x portanto, tg a é a razão incrementai de f relativamente ao ponto xo.
Se f é contínua em I, então, quando x tende a xo, Q desloca-se sobre
o gráfico da função e aproxima-se de P. Conseqüentemente, a reta s desloca-se
EXERCICIOS tomando sucessivamente as posições SI, S2, S3, .. , e tende a coincidir com a reta t,
tangente à curva no ponto P.
Nos problemas que se seguem calcule f'(xol.
f(x) - f(xo)
1r Como existe f'(xo) = lim lim tg a ~ tg(lim a) tg il,
H.118 f(xl = 3x + 1, Xo = 2 H_123 f(xl = cos x, Xo = 4 x+xo x - Xo x+xo x+xo
conclu (mos:
H.119 f(x) = x2 + 2x + 5, Xo = H.124 f(x) = ..,r;:, Xo = 1
A derivada de uma função f no ponto Xo é igual ao coeficiente an-
H.120f(x) = x3, Xo = -1 H.125f(xl = ~ Xo = 2 gular da reta tangente ao gráfico de f no ponto de abscissa xo.

H.121 f(x) = Ix I. Xo = 1 H.126flx) = ij';, Xo = O

H.122f(x) = Ixl, Xo = O H.127flx) = x .Ixl, Xo = O

132. Quando queremos obter a equação


de uma reta passando por P(xo, Yo) e
11. INTERPRETAÇÃO GEOMI:TRICA com coeficiente angular m, utilizamos a
fórmula de Geometria Analítica:

131. Seja f uma função contínua no intervalo aberto I. Admitamos que exista a y - Yo = m • (x - xo)
derivada de f no ponto X o E I.
Dado um ponto x E I, tal que x '*
xo, consideremos a reta s determinada Xo x
pelos pontos P(xo, fixo)) e Q(x, f(x)).

Em particular, se queremos a equação da tangente t ao gráfico de uma


função f no ponto (xo, Yo), onde f é derivável, basta fazer Yo = f(xo ) e m = f'(xo)'
A equação da reta t fica:

y - fIxo) = f'(xol • (x - xo)

124-H
125-H
H.130 Determi nar, em cada caso, a equação da reta tangente ao gráfico de f no ponto xQ:
EXERCICIOS
ai f(xl~x+1, xo ~ 3
H.128 Qual é a equação da reta tangente à curva y = x 2 - 3x no seu ponto de abscissa 41 bl flx) ~ x 2 - 2x, xo ~ 1
cl f(xl ~ sen x, xo ~ O
Solução
d) f(xl ~~, xo ~ 1
xo ~ 4 '==> f (xo I ~ 4 2 - 3 •4 o 16 - 12 ~ x
04 el flx) ~ V-;, xo ~ 4

então P14,41 é o ponto de tangência. fi f(xl ~ -Ç.0 , xo ~ 2V2

flx) - f(41
f'lxol ~ f'(41 o lim 4
x-+4 x-

lim Ix 2 - 3xl - 4
x+4 --x---4--
111. INTERPRETAÇÃO CINEMÁTICA
lim ~41(x+1I ~ lim (x + 11 ~5,
x~4 x - 4 x+4
133. Do estudo da Ci nemática sabemos que a posição de um ponto material em
portanto, o coeficiente angular de t é movimento, sobre uma curva T' (trajetória) conhecida, pode ser determinada, em
5 e sua equação é x
cada instante t, através de sua abscissa s, medida sobre a curva A expressão r.
y - 4 ~ 51x - 4). que nos dá s em função de t:

H.129 Determinar a equação da reta tangente ao gráfico de flx) ~ tg x no ponto de abscissa s(t)
rr é chamada equação horária.
Xo ~ 4. y

Solução

Xo ~ 4rr =>f(xo) ~ tg
4
rr
~ 1, então

PI f, 11 é o ponto de tangência.
x
rr
2

senlx-.:r!.1
4
rr
C05 x. COS '4 Sendo dado um instante to e sendo t um instante diferente de to, chama-se
f'(xol ~ f'I.!T) ~ lim
4 rr rr velocidade escalar média do ponto entre os instantes to e t o quociente:
x+4" x--
4
s(t) - s(to) fl.s
vm =
t - to fl.t
~ 2 e a equação da reta t é e chama-se velocidade escalar do ponto no instante to o limite:
s(t) - s(t o ) . fl.s
lim vm lim 11m ~ = s'()
to
t+to t+to t - to /\t+O t

126-H 127-H
Daí se conclui que: H.132 Calcular no instante t = 3 a velocidade de uma partícula que se move obedecendo à
1
equação horária s = - . (Unidades: SI)
A derivada da função s; s(t) no ponto t ; to é igual à velocidade t

escalar do móvel no instante to.


H.133 Um ponto material em movimento sobre uma reta tem velocidade v =~ no instante
t. Calcular a aceleração do ponto no instante to = 2. (Unidades SI)

Solução
134. Sabemos ainda que a velocidade v de um ponto material em movimento A aceleração no instante to =. 2 é igual à derivada de v no instante to:
pode variar de instante para instante. A equação que nos dá v em função do tempo
t:
v'(to) = v'(2) = lim v(t) - v(2) = lim 0 - {/2 =
~2 t-2 ~2 t-2
v ; v(t)
é chamada equação da velocidade do ponto.
{/2:2 + 02 =

Sendo dado um instante to e um instante t, diferente de to, chama-se


aceleração escalar média do ponto entre os instantes to e t o quociente:

a ; ~v~(t~)~-_v~(t-",o~) f:J.v
m t - to ; f:J.t H.134 Calcular a aceleração de uma partícula no instante t = 5 sabendo que sua velocidade
obedece à equação v = 2 + 3t + 5t 2 . (Unidades: SI)
e chama-se aceleração escalar do ponto no instante to o limite:

lim a m lim v(t) - v(to) ; lim f:J.v v'(to)


t+to t+to t - to 6t+O f:J.t

Daí se conclui que: fIxo + f:J.x) - f(xo)


f:J.x
A derivada da função v; v(t) no ponto t; to é igual à aceleração es-
calar do móvel no instante to,

cente a I existe e é único o limite f'(xo); Iim ' portanto,


""'+0
podemos definir uma função 1': I ~ IR que associa a cada xo E I a derivada de f
no ponto xo' Esta função é chamada função derivada de f ou, simplesmente, deri-
EXERCICIOS vada de f.
df
H.131 Um ponto percorre uma curva obedecendo à equação horária s = t 2 + t - 2. Calcular Habitualmente a derivada de f é representada por f', ou Df.
dx
a sua velocidade no instante to = 2. (Unidades 5.1.) A lei f'(x) pode ser determinada a partir da lei f(x), aplicando-se a definição
Solução de derivada de uma função, num ponto genérico x E I:
A velocidade no instante to 2 é igual à derivada de s no instante to:
=
f(x + f:J.x) - f(x)
slt) - s(2) __ l'lm (t 2 + t - 21 - (2 2 + 2 - 2)
s'(to) = s'(2) = lim -'--=-~.c...
f'(x) ; Iim
6x+O f:J.x
t+2 t-2 ~2 t-2
t2 + t - 6 It - 2)(t + 3)
= fim - lim = 5 m/s É isto que faremos logo em seguida para calcular as derivadas das principais
t+2 t - 2 t+2 t - 2
funções elementares.

128-H 129-H
140. Derivada da função exponencial H.138 Obter a equação da reta tangente ao gráfico da função f(x) ==- eX no ponto de abscissa 2.

aX, com a E IR e O < a i= 1, calculemos a sua deri-


H.139 Um móvel desloca-se sobre um segmento de reta obedecendo à equação horária s == cos t
Dada a função f(x) =
(Unidades 511. Determinar:
vada. Temos:
1T
aI sua velocidade no j nstante t == .4 s
/::"y f(x + /::"x) - f(x)
_. 1T
/::"x /::"x b ) sua aceleraçao no Instante t:::'"6 s.
/::"y
f'(x) = 11m A Iim aX • lim
6><+0 '-' X 6X+O 6X+O Solução
a) A derivada de s nos dá em cada instante a velocidade do móvel, isto é, v =
Logo,
~ s'(t) ~ -sen t.

f(x) = aX ==- f'(x) = aX • Qn a N"o instante t ="41T s, temos:

1T 1T.J2
No caso particular da função exponencial de base e, f(x) = eX, temos o re- v( 4) = -sen "4 = - 2 m/s 2
sultado notável: bl A derivada de v nos dá em cada instante a ac.leração do móvel, isto é, a = v'(t) =
f'(x) = eX • Qn e = eX ==- ~os t.
1T
Logo, No instante t ==65, temos:

f(x) = eX ==> f'(x) al-)


1T
= -cos -
1T
= - -
V3 m/s2
662

H.14D Um móvel desloca-se sobre uma reta obedecendo à equação horária s = r4 (Unidades SI).
Determinar:
EXERC(CIOS
a) sua velocidade no instante t = 25,
b) sua aceleração no instante t = 35,
H.135·Obter a derivada das seguintes funções: c) em que instante sua velocidade é 108 m/s ,
d) em que instante sua aceleração é 48 m/s,
flx) = 5 g(X) = x6 h(x) = xiS

H.136 Obter a derivada das seguintes funções:


flx) = c • x n (c E IR e n E N*)
glx) = tg X
hlx) = sec x VI. DERIVADA E CONTINUIDADE

H.137 Obter a equação da reta tangente ao gráfico de f(x) = cos x no ponto 141. Teorema

Solução Sejam a função f:A -+ IR e Xo E A. Se f é derivável em Xo, então f é


O coeficiente angular da reta procurada é: contínua em xo.
,1T
f ("3) = -sen
1T
3" = -
V3
-2- Demonstração
portanto a equação da reta é: Notemos que:
f(x) - fixo)
f(x) - f(xo) = ~:....-.-.:.'.:.:".:... • (x - xo)
x - Xo

132-H 133-H
149. Exemplos bl fazendo x2 + x + 1 o ulx), vem glx) o [ulx) jS, então:
g'lx) o 5 • [ulx) J4 • u'lx) 4
51x 2 + x + 11 (2x + 11
1'?) f(x) == f'(x) ; 2x • sen x • eX
'-.----' ~ "---r'
+
c) Fazendo eX. cos x - x 2 u{x), vem h(x)::o lu(x)]4, então:
uí U2 U3
h'lxl ~ 4 • [ulxlJ3 • u'lx) o 4' lo' • cos x - x 2 )3 • Ie' • cos x - e' • sen x - 2x)
+ x2 • cos x • eX + x 2 • sen x • eX
'-.----' '-----,.------' ~ "---r' '=;-'-'J '---r-'
UI ui U3 UI U2 u]
H.144 Obter a derivada de cada função f dada abaixo.
2'?) f(x) sen x ;
4
~)4 == f'(x) ai flxl 13x 2 + x)11 + x + x 3 1
u b) flx) x 2 1x + x 4 111 + x + x 3 )
cl flx) 12 + 3x + x 2 1s
d) flx) 12x + 31 s2
e) flx) x3 • eX
f) f (x) x • eX + cos x
g) flx) x4 • a 2X
hl flx) e 3X
i) flx) ex2+x+ 1
EXERCICIOS i I flxl -= cos S X
k) flx) =. sen 7 x . cos 3 x

H.141 Calcular a derivada da função polinomial f(x) = ao + atX + 82X2 + '.. + anx n . I1 flxl = a • sen x + b • cos x (a, b E !R)

Solução H.145 Calcular a derivada da função f(x) '"" {sen x + e X }2 (cos x + x 3 )3 no ponto Xo O.
Trata-se de uma soma em que as parcelas têm a forma apx P, portanto, sua derivada é
1
P • ªpx P - . Assi m, temos: H.146 Obter a equação da reta tangente ao gráfico da função f(xl --' (3· sen x + 4· cos x)5
n-I no ponto de abscissa Xo = 1T.
f'lx) ~ aI + 2a2x + 3a3x2 + + n • anx

H.147 Obter a velocidade e a aceleração de um ponto material que percorre um segmento de


H.142 Calcular a derivada de cada uma das seguintes funções: reta obedecendo à equação horária s =- a • e-to CQS t, com a E IR. (Unidades: SI).

a) flx) - 8x ll

bl flxl _2.
x3 .J3
5 7
c) flx) 5 + x + 3x 2
d) fi x) 3 + 5x 2 + x 4
e) flx) x3 + x 2 + x + 5
n n
fi flx) '" 3 + 2x + x 2 , nEN
111. DERIVADA DO QUOCIENTE
H.143 Calcular a derivada de cada uma das seguintes funções:
a) f(x) = eX • sen x + 4x 3 150. Sejam u; u(x) e v v(x) duas funções deriváveis em I e v(x) "" O em I.
b) glxl ~ Ix 2 + x + l)S
cl hlxl o (ex. cos x - x 2 )4 Provemos que a função f(x) c u(x~ também é derivável em I e sua derivada é
v(xl
Solução u'(xl . v(xl - u(x) • v'(x)
f'(xl
a) f deve ser vista como soma de duas parcelas (ex. sen x e 4x 3 l, portanto, f' [v(x) 12
é a soma das derivadas das parcelas, sendo que a primeira parcela é um produto,
Temos:
então:

f'(xl Df(x) - Dle' • sen x) + D14x 3 ) - u(x + Lixl u(x) u(x + Lix) • v(x) - u(x) . v(x + Lixl
'D(e x ) • sen x + eX . D(sen x) -+ D(4x 3 ) """ eX. sen x + eX. cos x + 12x 2
11 y ; f(x + Lix) - f(x) - v(x + Lix)
v(xl v(x + Lixl . v(x)

138-H 139 -H
u(x + 6x) • v(x) - u(x) • v(x) + u(x) • v(x) - u(x) • v(x + 6x)
152. Conseqüências
- ---~_ _-
....

v(x + 6x) . v(x)


1a ) Derivada da função tangente
lu(x + 6x) - u(x)] • v(x) u(x)· [v (x + 6x) - v(x)]
v(x + 6x) • v(x) v(x + 6x) • v(x) Dada a função f(x) ~ tg x, sabemos que f(x) ~ sen x e então podemos
cos x
6u . v(x) u(x) . t.v aplicar a regra da derivada de um quociente:
v(x + 6x) . v(x) v(x + 6x) • v(x)
u(x) = sen x ~ u'(x) cos x
Então: v(x) ~ cos x ~ v'(x) -sen x
6y 6u v(x) . u(x) 6v portanto,
lim = lim - _ . lim - 11m ·Iim
Ax+o 6x Ax+O 6x Ax+o v(x + 6x\ • v(x) Ax+O v(x + 6x) • v(x) AX+O t.x
u'(x) • v(x) - u(x) . v'(x) cos 2 x + sen 2 x
f'(x)
(V(X))2 cos 2 x
Como u e v são deriváveis e continuas, os quatro limites·do segundo mem-
Logo
6y
bro são finitos e, portanto, lim - - é finito, ou melhor, f é derivável em I.
. x+o 6x flxl = tg x ===> f'(x)

Calculando os limites, temos:


, , v(x) u(x) 2a ) Derivada da função f(x) ~ [u(x)]-n, n E ~.
f (x) ~ u (x) • Iv(xlj2 - [v(x)]2 • v'(x)
1
Dada a função f(x) = [u(x)j"n = [u(x)]n' podemos aplicar a regra da deri-
Em resumo:
vada de um quociente:

u(x) U'(x) • vlxl - u(x) • v'(x) f'(x) = O • [u(x)]n - 1 • n· [u(x)]n-I • u'(x) n • u'(xl
f(x) = v (x) =- f'(x) (v(x) J2 [u(x) ]2n [u(x)]n+l

r
-n • [u(x) ln +ll . u'(x)

Em particular, se u( x) x vem a importante regra:

151. Exemplos
eX eX • x 2 _ eX • 2x eX (x 2 - 2x)
1°) f(x) - x 2 ~ f'(x) = EXERCICIOS
(x2 )2 x4

x +12 (2x)(x + 1) - (x 2 + 1)(1) x 2 + 2x - 1 H.148 Derivar as seguintes funções:


2°1 f(x) ---- ~ f'(x)
(x + 1)2 (x + 1)2
x +1
x x
f(xl =.2..,
x
glx) = x24 ' hlxl 1_,
= __
senx
jlxl = -e fx
sen x cos x • a - se n x . a • logea
3°) f(x) ~ f'(x)
aX (a X)2 Solução
(cos x - sen x • logea) 1
flx) = x-I =f'(xl 1-11 • x- 2 := --;2
a X

141-H
140-H
g(x) = 2 • X-
4
=> g'lx) = 2 • 1-4) • x -s
IV. DERIVADA DE UMA FUNÇÃO COMPOSTA
hlxl = (sen xl- 1 => h'(x) = (-1) • (sen x)-l • cos x cos x
= - sen 2 x (REGRA DE CADEIA)
=> i'lxl = 7, 1-2) • le x l- 3 = - l~x
e 153. Seja f:A --> B uma função dada pela lei V = f(x). Seja g:B --> C uma função
dada pela lei z = g(V). Existe a função composta F:A --> C dada pela lei z = F(x) =
H.149 Derivar as seguintes funções:
= g(f(x) I.
2 x 2 + 3x + 1 Supondo que f seja derivável no ponto x e 9 seja derivável no ponto V tal
ai fi xl f) flx)
x7 x-2
que V = f(x), provemos que F também é derivávei em x e sua derivada é F'(x) =
bl flxl = 3x- s x 2 • sen x
gl fix) g'(V) • f'(x) .
1 eX
cl fix) o Temos inicialmente:
x2 + x + 1
_ cos x
h) f(xl ~~ t1z t1z t1V
x +1
di fi xl ~ = !:::.y' t1x
x- 1
x+3 x+2 Notemos que se t1x tende a zero, então t1v também tende a zero pois a
e) f(x) --+~~
x - 1 x+1 função V = f(x) é derivável e, portanto, contínua no ponto x. Assim, para valore,
próximos de x (t1x --> O) a função f assume valores próximos de V = f(xl
(t1V --> O).
H.150 Obter a derivada de cada uma das seguintes funções: Então, temos:

ai fix) = cotg x f) flxl Ix 2 +1) • tg x t1z t1z t1v . t1z


11m --~ 11m --o lim -~= 11m lim
b) flxl = sec x ~x L:i.y
tg x f\x+O I\X+O L\X+O t1x :W+o t1V '\x+O
cl flx) =: cossec x gl flx)
sen x + cos x !:::.Z !:::.V _
di fixl = tg 2 x Como z = g(V) e V = f(x) são deriváveis, l i m , e lim ,- . sao ambos
el fix) = sec x - t9 x ex y+o w.y .x+o uX
hl flx) = l __)2
tg x
finitos, portanto, lim ~z também. Assim z ~ F(x) é derivável e sua derivada é:
I\X-:l>O uX
H.151 Obter a equação da reta tângente ao gráfico de f(x) = + eX no ponto de abscissa
x
Xo -= -1. F'(x) g'(v) • f'(x)
Em resumo:
1 -x 2 1r
H.152 Calcular o valor da derivada da função f(x) = Xl + e + sec x quando Xo 4~.
F(x) = g(f(x)) ==- F'(x) g'(f(x)) • f'(x)

H.153IMAPOFEI-7D) - ~ dada a função y


154. Exemplos
a) Determinar a derivada.
bl Calcular lim y. 10) Derivar F(x) = cos 2x.
X-*+ 00
Fazendo y ~ f(x) ~ 2x e z ~ g(V) ~ cos y, temos:
c) Determinar os pontos do gráfico em Que a tangente passa pela origem.
y' ~ f'(x) ~ 2 e z' = g'(vl ~ -sen y, portanto, vem:
F'(x) ~ g'(vl . f'(x) ~ (-sen vi . 2 ~ -2 . sen 2x
20 ) Derivar F(xl ~ sen 3 x.
Fazendo V = f(x) = sen x e z = g(V) = V3 , temos:
V' = f'(x) ~ cos x e z', g'(V) = 3 V2, portanto, vem:
F'(x) = g'(vl • f'(x) = (3y') • cos x ~ 3· sen 2 x • cos x

142-H
143-H
X2 +SX+I k) F(x) = tg 3 2x
30) Derivar F(x) = e7xL2X j) F(x) = a (aE IR.)
jI F(xl = tg(cos xl I) F(x) = e sen 2x
Fazendo y = 7x 2 - 2x e z = g(y) = eV, temos:
y' = f'(x) = 14x - 2 e z' = g'(y) = eV, portanto, vem:
F'(x) = g'(y) • f'(x) = eV • (14x - 2) = (14x - 2) • e7x2-2X H.156 Calcular o valor da derivada da função f(x) = cos 3 x + sen 3 x no ponto Xo = H/2.

H.157 Calcular o coeficiente angular da reta tangente ao gráfico da função flx) = .'2. SX no
ponto de abscissa -1 .
EXERC(CIOS
H. 158 Obter a equação da reta tangente à curva no ponto de abscissa -2.

H.154 Utilizando a regra da função composta, obter a derivada de cada função abaixo:

ai Flx)=cosnxlnEr,J') d) F(xl = (flxl)n(n (01\1') H.159 (EPUSP-61I As derivadas dos termos da seqüência:

bl Flxl=senxn(nEI\I'1 e) F(x) ~ cos (sen xl H nH


(x 2 1
fi F(x)=sen 3 3x sen x, sen(x + 2\' sen(x • m, ..., sen(x + T)'
cl F(xl =a (aEIR.1
também são termos da seqüência?
Solução
n
a) Fazendo y = f(x) = cos x e z = g(v) = v , temos:
y' = I'lx) = -sen x e z' _ g'lv) = n • v n - l , portanto, vem:
n l
F'(x) = g'(yl • f'lxl = Invn-IH-sen xl = -n • cos - x • sen x
n n l
bl Fazendo V = flx) = x e z = g(yl = sen V, vem: v' = f'(x) n' x -
V. DERIVADA DA FUNÇÃO INVERSA
e z'=g'ly)=cosv e dai:
n l n
F'lx) = g'(y) • f'lx) = Icos v) • (nx n - I ) .~ nx -
cl Fazendo V = flxl = x2
e z = g(vl = aV ,
• cos x
vem: v' = I'lx) - 2x e
155. Seja a função y = f(x) bijetora e derivável em I tal que f'(x) i= para °
z' = g'(v) = a V • logea e dai: ( 21
x E I. Provemos que a função inversa x = ri (y) é derivável em f(l) e que
F'(xl = g'lyl • f'(x) = (a V • logea)(2xl ~ 2xa x • logea -I " 1
n (f )(y) = f'(x) sendo y = f(x),
di Fazendo V = f(x) e z = g(v) = v , vem: v' = f'(xl e
z' = g'(vl = nvn-I, e dai: Como f é bijetora e derivável temos que .6.x i= ° => .6.y i= 0, portanto po-
F'lxl = g'lyl • f'(xl = nvn-II'lx) = n[Hxil n -! I'(x) demos escrever:
el Fazendo y = flxl = sen x e z = glvl = cos v, vem: V f'(x) cos x e
z' = g'(vl = -sen V logo:
F'lx) = g'lv) • f'(x) = (-sen v)(cos x) = -cos x • sen (cos x)
fi Fazendo V = f(x) = 3x, z = g(v) = sen y e t = hlz) ~ z3, temos
y' = f'(x) = 3, z' = g'(y) = cos V e t' = h'(z) = 3z 2 . Sendo f derivável e, portanto, contínua, se .6.x tende a zero, então .6.y
Notemos que F(xl = hl!}(f(xl)), isto é, F é a composta de três funções. Como a regra também tende a zero. Assim, temos:
da composta pode ser generalizada para a composta de n funções, vem:
F'lx) = h'lzI • g'(V) • f'lx) = (3z 2 1(cos v)(3) = (3' sen 2 vllcos v)(3) = w )(y) = lim
l
~x = lim } ,
.
1 1
.6.y = f'(x)
= 9· sen 2 3x • cos 3x 6v+0"'y 6x+0"'y I Im - -
.6.x 6X+0 .6.x
H.155 Obter a derivada de cada uma das seguintes funções:
Logo,
ai F(xl = sen 4x
x
cos 7x e) Flxl = sen e
bl F(xl - - - -
x f) F (x) = x + 3 • tg 4x
sen x (a E IR.)
cl Flxl = a • sen bx (a. b E IR) gl F (x) = a
d) F(xl = cosl3x 2 + x + 51 hl F(x) = cotgl3x - 1)

145-H
144-H
EXERCrCIOS
H.162 Determin ar a função derivada das seguintes funções:
H.160 Determin ar a função derivada das seguintes funções: a) f(x) ~ x 4h
a) f(x) ~ 1092x e) f(x) ~ ~
bl t(x) ~ W
b) f(x) = 1092cos x fi f(x) = arc sen x 2 c) t(x) ~ x yÇ7
c) f(x) = '\IX
d) f(x) = var-:>
x2
g) f(x) = arc cos eX
h) t(x) = arc tg (Qn x) d) t(x) ~ f!;
Solução e) flx) ~ {Ix ...;;

a) f' _ 1
fi t(x) ~..;; + .ç;; _x- 2
-~ g) t(x) ~ ~ la, b EIR)
b) Vamos aplicar a regra para funções compost as: h) t(x) ~ ~ax2 + bx + c (a, b E IR)

1
i) f(x) ~ .Ja+b...r; (a, b EIR)
V = cos x e z = 1092V então f'(x) = z'(v) • V'(x) = ~ • !-sen x)
j) t(x) ax 2 + bx + c E
sen x (a, b, c IR)
ex 2 + bx + a
= - cos x • Qn2

c)f(x) =y';= x
1/2 1
=f'(x)=T
J -I 1
=T' x
-i- =2\7X
1
I) f(x) ~ ~(1 + x + x 2 )4
1 l-I 2 ~ ~x2+1
d) f(x) = ~ = x l/3 = f'(x) ='3' x3
1
=:: - • x
-3 m) f(x) X·

3 nl t(xl (x 2 + 1) • ~
e) Fazendo V = sen x e z = V;, temos: V; 3 +
o) t(x) ~ -2~V;
1
f'(x) = z'(v) • v'(x) ~ 2:;;rv' cos x
eos x = -2-'y=;'s"'e-n-x- x + 1
p) flx) ~ - ----
f) Fazendo V = x2 e z = are sen v, temos:
. ~
q) t(x) ~ eos V;
1
f'(x) = z'(V) • V'(x) = ~ • 2x = VI2x_x4 r) f(x) ~ ~

g) Fazendo V = eX e z = are eos V, temos: s) t(x) = Qn ~


Vl-~
f'(x) = z'(v) • v'(x) = - _ ~ • e
1 x eX
V 1 - V2
= - _/ t) f(x) ~ loga ~
V 1 - e2x
h) Fazendo V = Qn x e z ~ are tg V, temos:

1 H.163 Determinar a função derivada das seguintes funções:


f'(x) = z'(V) • V'(x) = 1 + V2
x
a) flx) = are sen 3x h) t(x) = Qn are eos x
b) f(x) = are eos x 3
i) f(X)=~
H.161 Determin ar a função derivada das seguintes funções: c) f(x) =:: are tg x1 j) f(x) ~ x • arc sen x 2 - e x
3

a) f(x) ~~+ Qn x e) t(x)


Qn x d) t(x) =:: x 2 + are sen x kl flx) = arc eos
V;
ex
x cos x e) f(x) = are cos x - V;
b) f(x) = x n • Qn x (n E FlJ) f) f(x) = Qn (ax 2 + bx fi f(x)
+ c) ~ x • are tg x I) t(x) = Qn arc sen x
c) f(x) ~ (ax + b) • Qn x g) f(x) = Qn sen x are cos x
d) t(x) = sen x • Qn x
(f;
h) f(x) = loga109b x g) f(x)
are sen x

148-H
1Aft .1
H.16 4 Obter a equação da reta
tangente à curva y x • ~ no pont o de abscissa VI. DE RIV AD AS SUCESSIVA
Xo ~ 3. S

H.1G5 Obter os pont os em que x + 1.


a reta tangente à curva y == ---,==-=: e parale Ia ao eixo
. d 157 . Seja f uma funç ão con tínu
V x- 1 os x. a em um inte rval o I e seja 11
pon tos de I em que f é deri o con junt o dos
vável. Em 11 já defi nim os a
H.16 6 Obte r o valo r da deriv ada mad a funç ão derivada prim eira funç ão f', cha-
da inversa da funç ão t(x) ~ x 3 de f. Seja 12 o con junt o dos
+ x no pont o Xo ~ 1. pon tos de 11 em que
f' é derivável. Em 1 pod emo s
Solu ção 2 defi nir a funç ão deri vada de f'
derivada segunda de f e indi care que cham arem os de
mos por f".
dy
y ~ x3 + x = dX ~ 3x 2 + 1 = dx
dy ~
1
-3,,2+1 para x 1, temo s
Rep etin do o proc esso , pod emo s
A deri vada de orde m n de
defi nir as deri vada s terc eira , qua
f repr esen tare mos por f(n).
rta, etc de f.

H.16 7 (EPU SP-6 7) Dada a funç


158 . Exe mpl os
ão Y ~ x 3 + x 2 + 4x, calcu lar a deriv ada de sua funç
no pont o Yo ~ 6. ão inversa
1 '?) Calcular as deri vada s de f(x)
3x 2 + 5x + 6.
H.16 B Dada a funç ão f(x) ~ [u(x ) ]v(x) . calcu lar sua deriv ada. Tem os:
Solu ção f'(x) = 6x + 5
t(x) ~ ~ [e.\'.n u(x) ] v(x) ~ eV(x) • Qn u(x)
[u(x )]v(x ) f"(x ) = 6
f'''(x ) = f(4) (x) = f(s) (xl
Aplicando a regra de derivação = O
da funç ão com post a, temos:
y ~ v(x) • Qn u(x) e z ~ Y 2'?)
e Calc ular as deri vada s de f(x) = sen 2x.
então: Tem os:
f'(x) ~ ~ eY • [v'(x ) • Qn u(x)
f'(x} = 2 • cos 2x
,~W· u'(x )]
z'(y) y'(x)
+ v(x)
e finalmente: f"(x } ~ -4· sen 2x = 2
2 rr
• cos (2x + 2)
f'(x) ~ [u(x) ]V () [ u'(x) ]
x • v'(x) • Qn u(x) + v(x) • ~Txf f'''(x ) = -8 • cos 2x = 2 3 • cos (2x + rr)
f(n) = 2 n • cos (2x + (n- 1 )rr
H.16 9 Obte r a deriv ada da funç
ão f(x) ~ (c os xIx. 2
Solu ção
Emp rega ndo a regra que acab
a de ser dedu zida , vem:

f'(x) ~ (cos x)x. [1 • Qn cos x + x. -sen X] ~


cos x
EXE RCrC IOS
= (cos xix • (Qn cos x - x • tg x)
H.17 1 Calcular as derivadas suce
H.17 0 Obte r a deriv ada de cada ssivas para cada uma das seguintes
uma das seguintes funç ões: funções:
2 a) t(x) = x 4 + 5x 2 + 1
a) f(x) (sen x) (x )
b) f(x) 3 b) t(x) =.1-.
x (x ) x
X
cl t(x) )e ) cl f(x) =e x
d) t(x) = (ex)t g 3x d) t(x) = e-x
e) t(x) = cos x

150 -H
151 -H
H.172 Um ponto móvel sobre uma reta tem abscissa s dada em cada instante t pela lei
s = a. cos(w t + <,O) onde a, W e <,O são números reais dados. Determinar:
a) a lei que dá a velocidade do ponto em cada instante;
bl a velocidade no instante t = O;
c) a lei que dá a aceleração do ponto em cada instante;
d) a aceleração no instante t = 1.
CAPÍTULO VIII
H.173 (EPUSP-67) A função y = A • sen kx, com A> O, e sua derivada segunda y" satisfa-
zem identicamente a igualdade y" + 4y = O. O valor da derivada primeira y', para
x = O, é 12. Calcular as constantes de A e k.
ESTUDO DA VARIAÇÃO
DAS FUNÇÕES

Neste capítulo mostraremos algumas aplicações das derivadas. Veremos que,


a partir da derivada de uma função, muitas conclusões podem ser tiradas sobre a
variação da função e, portanto, sobre seu gráfico.

I. MAxlMOS E MrNIMOS

159. Definições

I) Seja a função f: D ..... IR e seja Xo E D. Chamamos vizinhança de Xo um


intervalo V = ]xo - fi, Xo + fi[, onde fi é um número real positivo.
11) Dizemos que Xo é um ponto de máximo local de f se existir uma vi-
zinhança V de Xo tal que
(Vx)(x E V = f(x) ~ fIxo))
Neste caSl), o valor de f(xo) é chamado máximo local de f.
111) Dizemos que Xo é um ponto de mínimo local de f se existir uma vi-
zinhança V de Xc tal que
('Itx)(x E V == f(xl ;;. fIxo))
Neste caso, o valor de f(xo) é chamado mínimo local de f.
IV) Dizemos que .'0 é um ponto extremo ou um extremante se Xo for um
ponto de máximo local ou de mínimo local de f. Neste caso, o valor de f(xo) é
chamado valor extrer'o de f.

152-H
153-H
Nos exercícios H.175 a H.177 verificar que hipóteses do teorema de Relle estão sa-
Sendo assim, é válido para g o teorema de Rolle: existe Xo E la, b[ tal tisfeitas pela função f no intervalo I.
que g'(x o ) O, isto é,
2x 2 - 3x + 1
H.175I1xl e
g'(x o ) f'(xo) f(b) - f(a) - O 3x 4
- --b ---a---

ou ainda,
X+3 se x <2
H.176 flx) e [-3, 7]
{ 7- x se
f(b) - fia)
f'(xo)
b - a H.177flxl = 1 - Ixl e 1= [-1, 1]

H.178 O recíproco do teorema de Rclle não é válido. Dar exemplos de funções para as quais
a tese do teorema é válida, porém, uma das hipóteses não é.

Interpretação geométrica Nos exercícios H.179 a H.la1 verificar que as hipóteses do teorema de Rolle são satis-
feitas pela função f no intervalo I. Em seguida, obter um c E I que satisfaça a tese do
Segundo o teorema de Lagrange, teorema.
se f é função contínua em [a, b] e de-
rivável em la, bl, então existe um ponto
Xo E la, b[ tal que a reta tangente ao H.179 f(x) x 2 - 6x + 8 e I = [2, 4)
gráfico de f no ponto P( xo, f( Xo )) é
H.180 flx) x 3 - 2x 2 - x + 2 e 1=[-1,2)
paralela à reta determinada pelos pontos
A(a, fia)) e B(b, f(b)), por terem H.181 f(xl x 3 - 16x e [o, 4]
coeficientes angulares iguais.
H.182 Dada f(x)::::: x 3 + 3x 2 - 5, verificar que as condições para validade do teorema do valor
a Xo b x médio estão satisfeitas para a ""- -1 e b.::= 2. Encontrar todos os números (k,
f(21 - f(-1)
oE ] -1,2, [ tal que f'(ol = (2) _ (-11

Solução
EXERCICIOS
Notemos que f é derivável e continua em IR, portanto, também é no intervalo
H.174 Dada f(x) 4x 3 - 9x 2 + 5x, verificar se estão satisfeitas as condições para validade
[-1, 2].
Sua derivada é f'lxl = 3x 2 + 6x. Então:
do Teorema de Rolle em cada um dos seguintes intervalos: [O, 1], [1, ~) e
2 f'loo = 1(21 - li-li = 302 + 60 = 15-(-31... = 30 2 +60-6 0=
5 2 - 1-11 2 - (-1)
lo, 2]. Determinar um número (k em cada um desses intervalos de modo que
= O c -1 + ..j2 ou 0=-1-V2.
f'(oo = O.
Como queremos (k no intervalo ]-1,2(, só convém a= -1 +..j2 .
Solução
Nos exercícios H.183 a H.186 verificar que as hipóteses do teorema de Lagrange são
Notemos que f é derivável e contínua em IR, portanto, também é nos intervalos dados.
satisfeitas pela função no intervalo I. Em seguida, obter um c E I que satisfaça a
5 75
Temos 1(01 = O, f(11 = O e f("2) = 4' Assim, o teorema de Rolle é válido só no In- tese do teorema.

tervalo [O, 1]. Determinemos O E [O, 1] tal que f'(ol = O:

I'(x) = 12x 2 -18x+5 = O = x =


9+-../21
12 ou x =
9--../21
12
H,183flxl = x 2 + 2x- e I = [O, 1)

9 - vS1 H.184f(xl = W e = [O, 1)


portanto, a -:: 12

161- H
160-H
H.185 f(xl ~ v' 100 - x 2 e I = [-a, 6] 166. Lembremos agora os conceitos de função crescente e de função decrescente
num intervalo I.
x 2 + 4x y
H.186 f(x) e I = [2, 6]
x -

2/3
H.187 Dada f(x) =:; x esboçar o gráfico de f e mostrar que não existe um número a,
a EC ]-3, 3[ tal que f'(al
f(3) - f(-3) Uma função f: D -> IR é crescente
(31 _ (-31 . Qual a hipótese do teorema do valor médio
num intervalo I (I C Dl quando. qual-
que não se verificou?
quer que seja X, E I e X2 E I, temos:
Solução Xl < X2 = f(X,) < f(X2)

I(xl

Xl X

Dando valores a x e calculando os


correspondentes valores de tlxl, pode-
mos obter pontos e esboçar o gráfico ao
lado.
y •

Uma fu nção f: D -> IR é decrescen-


te num intervalo I (I C D) quando,
qualquer que seja XI E I e X2 E I, te-
mos:
T emas f '( X 1 2
=3' X
-1/3 enta-o·.

2 J 2 3
f(3) - 1(-31 2 3 / _ (_31 /
f'(al
3 - (-3)
= -3-~
= 3 - (-31
O
X
e não existe a satisfazendo esta última igualdade.
A função f é contínua em IR mas não é derivável no ponto x:: O que está no intervalo
]-3,3[. Isto invalida uma das hipóteses do teorema do valor médio. Podemos também dizer que f é uma função crescente num intervalo
quando, aumentando o valor atribu ido a x, aumenta o valor de f(x).
Nos exercícios H.18B a H.190 verificar que hipótese do teorema de Lagrange não está
_ _ f(xtl - f(X2)
satisfeita pela função f na intervalo I. Notemos ainda que se f e crescente entao > O para todos
x, - X 2
4 Xl, X2 E I, com x, *- X2' pois numerador e denominador têm necessariamente
H.188 tlxl = (x _ 3)2 e I ~ [1, 6]
sinais iguais.
Podemos também dizer que f é uma função decrescente num intervalo
H.189 f(x) e I = [1, 2] quando, aumentando o valor atribuído a x, diminui o valor de f(x).
. d a que se f e'd ecrescente, entao
- .f(XI) X2)
N otemos aln - - -- -
f(- - < O para todos
3X + 2 se X <1 Xl - X2
H.190 f(x) e I ~ [-2,4] Xl, X2 E I, com Xl *- x2, pois numerador e denominador têm necessariamente si·
{ 8 - 3x se x;;:> 1 nais contrários.

162-H 163-H
H.193 Para que valores de x é decrescente a função f(xl ~ 12 .lxl-41?
f(x
4C?) A função f(x) = x 2 - 4 é de- Solução
crescente em qualquer intervalo contido Vamos definir f através de várias sentenças. Como primeiro passo, temos:
em IR _ e crescente em qualquer intervalo f(x) ~ {12X -41. se x;;;' O
de IR+. Sua derivada é f'(x) = 2x tal x \-2x-4L se x <O
que:
e finalmente vem:
f'(x) ,,;;;; O se
2x-4 se x;;;'2
f'(x) ;;;. O se
f(x) = -2x + 4, seO";;;;x<2
{ 2x +4, se -2 < < x O
-2x - 4, se x ,,;;;; -2

5C?l A função f(x) = x 3 - 3x 2 tem f(x) A derivada de f é, portanto:


derivada f'(x) = 3x 2 - 6x, então: 2, se -2 < x < O ou x >2
x ,,;;;; O ou x;;;' 2 =
f'(x) ;;;. O f'(x) =
{
-2, se O < x < 2 ou x < -2
O ,,;;;; x ,,;;;; 2 = f'(x) ,,;;;; O
x
e não é definida para x = O ou 2 ou -2.
portanto: Assim, f é decrescente para x pertencente ao conjunto [0,2) U )- 00, - 21.
f é crescente <=* x ,,;;;; O ou x;;;' 2
H.194 Determinar o conjunto dos valores de x para os quais cada função abaixo é decres·
f é decrescente <=* O ,,;;;; X ,,;;;; 2 cente:
f(x) ~ 3x 4 + 4x 3 - 12x2 + 1;
g(x) ~ eX - x,
h(x) = 3x - 2
x+ 1 '
EXERCICIOS j(x) ~ arc sen x.

H.191 Determinar o conjunto dos valores de x para os quais a função flxl ~ x2 - lagex é
crescente. Em cada um dos exercícios de H.195 a H.203, determinar os intervalos em que f é
crescente e os intervalos em que é decrescente.
Solução
Devemos calcular a derivada de f e determinar em que conjunto a função f' é não H.195flx) = x3 - 9x 2 + 15x - 5
negativa. Temos:
1 2x 2 - 1 H. 196 f(x) = x 4 + 4x
f'(x) = 2x - - = - - -
x x
H.197 flx) ~ x s - 5x 3 + 20x - 2
f '(x) ::;"0
- =- 2x 2x
-1 -::;"=
O -- ..[2 "'"
-2- <;;: < O
x ou x ::;"
..[2
'" -2-..[2
H.198f(x) ~ x +-!
Lembrando que D(f) = IR;, vem a resposta: f é crescente para x;;;' -2- x

H.199flx) = x ~
H.192 Determinar o conjunto dos valores de x para os quais cada função abaixo é crescente.
f(x) ~ 2x 3 - 15x2 - 84x + 13 H.200 flx) = 2 - ~
g(x) ~ 2 • cos x - x + 1
h(x) ~ sen x - cas x H.Z01 f(x) = {2X + 1, se x";;;; 2
i (x) = Iix I - 1I 7 - x, se x 2 >

~66-H 167-H
2 - 1, se
H.2D2 f(x) ~ {x2
x + 2x - 3,
x ~ 1
111. DETERMINAÇÃO DOS EXTREMANTES
se x > 1

2 + x, se x < O 169, Dada uma função f, definida e derivável em ~ la, bL o teorema de


H.2D3 flx) = { x,
x se O<x<l Fermat garante que os valores de x que anulam f', isto é, as raízes da equação
2x - x 3 , se x> 1 f'(x) ~ O são possivelmente extremantes de f.
Assim, por exemplo, os possíveis extremantes da função f(x) ~ x 4 - 4x 3 são
H.204 Estudar a função f:IR+ ~ IR tal que f(x) = logex + 109 Ix + 21 determinando os in-
tervalos em que é crescente ou decrescente. e, as raízes da equação f'(x) ~ 4x 3 - 12x 2 ~ O, isto é, O e 3. Em princípio, tanto
O quanto 3 podem ser ponto de máximo ou ponto de mínimo ou não ser extre·
f:IR ~ IR tal que:
mante. Com toda certeza nenhum número diferente desses dois é extremante por
não anular f'. A questão agora é saber qual das alternativas é correta para O ou
para 3.

H.20G Descrever o crescimento e o decréscimo da função f: [O.21r] -+ IR


tal que f(x) 170. Mais geralmente, dado um número Xo E la, b[ tal que f'(x o ) ~ O, como
= 2 + 3 • sen(2x _!!.)
3 . determinar se Xo é ou não extremamente de f e ainda, sendo extremamente, como
saber se Xo é ponto de máximo ou de mínimo?
H.207 Determinar para que valores de é
x crescente ou decrescente a função f: ~ -+ R tal que
f(x) = eCos x. Ti! resposta:
Xo é ponto de máximo local de f se existir uma vizinhança
V de Xo tal que f'(x) é positiva à esquerda e negativa à direita de x o .
H.20S Provar que se então a função f(x) = -x-
sen x e, decrescente.
De fato, se eXistir uma vizinhança V de Xo com a propriedade citada,
temos para todo x E V:
H.209 Provar que o polinômio f(xl '= 3x s + 5x 3 + 1 admite um único zero real. x < Xo -=- f'(x) > O =- f(x) crescente == f(x) ,,;; f(xo)
X> Xo == f'(x) < O == f(x) decrescente -=- f(x) < f(xo)
Sugestão: calcular lim f(x), lim f(x) e estudar f'(x).
X~-OO x++ 00 e então, Xo é um ponto de máximo local.
H.210 Esboçar o gráfico de uma função f • y
para a qual sao verificadas as seguintes hipóteses:
a) f é continua em IR
b) f(3) = 2
c) f'(x)=-l Se x<3 o gráfico ao lado mostra que, numa
f'lx) = 1 Se x > 3 vizinhança de um ponto Xo de máximo
local, as retas tangentes à curva passam de
H.211 Provar que se f é uma funça"o crescente em I, enta-o coeficiente angular positivo (à esquerda
9 = -f é decrescente em I.
Solução de xo) para negativo (à direita de Xo l.
E o coeficiente angular é justamente a de·
Sejam Xl E I e X2 E I com x, < x2- Temos:
rivada de f.
Xl <x2 =f(xt) <flx2) =-íix,1 ;;'-flx2) =g(xl) ;;'g(x2)
então 9 é decrescente em I.
xo x
H.212 Provar que se f é uma função crescente em I '
1 e h e definida em I pela lei h(x) =
= f0J ' então h é decrescente em I. 2i! resposta:Xo é ponto de mínimo local de f se existir uma vizinhança
V de Xo tal que f'(x) é negativa à esquerda e positiva à direita de xo.
H.213 Provar que se f é crescente num intervalo I g De fato, se existir uma vizinhança V de Xo com a propriedade referida, te·
tOg é crescente em I. '
é crescente em I e existe to g, enta-o
mos para todo x E V:

168-H .. 169-H
'f'
Ven Icamos que 6"11 e 6511 11
são pontos de máximo local, enquanto 2 e 2
311
H.222 flxl = x • Qn x

são pontos de mínimo local. H.223 flx) = Qn Ix 2 + 11


O gráfico da função f confirma nossa análise.

H.225 Calcular o valor máximo assumido pela função flxl = e- lx - a )2.

Solução
f'(x) ~ -2(x-a) • e-lx-a)2
f'(x) ~ O = -2Ix-a) • e-lx-a)2 = O ==> x = a
Como e-(x-a)2 > O para todo x E IR, temos:
x <a ==>x-a<O ==>f'(xl >0
x >a =x-a>O ==>f'(xl <O
Assim xa é um ponto de máximo local de f. O valor máximo de f é:
=
2
fia) = e-la-aI = eO = 1.

Nos exercícios H.226 a H.231 , calcule os valores extremos de f:

H.226 flx) = x2 - 4x - 1

H.227 f(x) = x 4 + 8x

x
H.228f(x) =~

x
H.229 flx) = x2e
EXERCICIOS
x -x
e - e
Nos exercícios H.214 a H.224, determine os extremantes da função f. H.230 flx) = eX + e-x

H.214 flx) = _x 2 - 5x - 4 H.231 flxl = (x _ 1)2/3

H.215 f(x) = 2x 2 - 8x + 11 Nos exerclcios H.232 a H.235 determinar as coordenadas dos pontos extremos da fun-
ção f.
H.216 f(x) = x 3 - 27x + 1
H.232 flx) = x3 - 9x
H.217 flx) = _x 3 + 6x 2 - 12x + 8
1 + x - x2
H.233 flxl = 1 _ x + x2
H.218 flx) = (x_8)3 (x_6)4

1 - x3
1 H.234 flx) = ---;(2
H.219 flx) = x2 + 5x _ 6

Qn x
H.220 flx} = cos 3x H.235 f(x) =--;;z

H.221 f(x) = sen (2x - !!4 ) H.236 Calcular a e b de modo que a função flx) = x 3 + ax 2 + b tenha um extremo relativo
em (1, 5),

172-H
173-H
H.241 Um móvel desloca-se sobre um eixo de modo que sua abscissa s no instante t é dada
H.237 Obter os extremos absolutos de I(x) = x 3 + x2 - x + 1 no intervalo [-2, ~ ]. por s = .a • coslkt + .1'), sendo a, k, .I' constantes dadas.
Determinar:
Solução
a) instantes e posições em que é maxima a velocidade do móvel;
Como f é derivável em [-2, ~
b) instantes e posições em que é mínima a aceleração do móvel.
l. apliquemos o teorema de Fermat:

1 H.242 Um triângulo está inscrito numa semi-eircunferência de raio R. Seus lados medem a,
f'(x) = 3x 2 + 2x - 1 = 3(x + l)(x -"3) e os zeros de f' são os números -1 e 3"1 b e 2 R. Calcular a e b quando a área do triângulo é máxima.

Analisando a variação de sinal de f', temos Solução

-1 1/3

I I x

f'(x) + O O + b

I I 2R 2R 2R
então -1 é ponto de máximo interior e 1/3 é ponto de ml'nimo interior. Calculemos o

valor de f nesses pontos críticos e nos extremos do intervalo [-2, 2"1 ]: Notemos primeiramente que numa semi-circunferência de raio R é possível inscrever di-
ferentes triângulos, todos retângulos. Observemos que a e b, medidas dos catetos, variam
f(-2) = -S +4 + 2 + 1 = -1, fl-l) = -1 + 1 + 1 + 1 = 2, de um triângulo para outro e percorrem o intervalo jo,2RL isto é, O a < <
2R e
22
O < <
b 2R. Para um mesmo triângulo são verificadas as seguintes relações:
e fi ~) = ~ + ~ - .!- +
1111 7
f( 3') 27 + 9 - 3" + 1 = 27 2 S 4 2 8" ab
S =""2 e a2 + b2 = 4R2

y onde 5 é a área do triângulo.


o valor máximo absoluto de f no in- Para determinarmos o máximo de S devemos colocar S como função de uma variável
1
tervalo [-2'"2] é o maior dos números só la ou b). Eliminando b, pois b = Y 4R2 - a 2 , temos:
1 1 t.:~~ 1
1(-21. f( 2')
1
e fH L portanto, é S =- • ab =- • a V 4R2 - a 2 =- • vi 4R2 a 2 - a4
2 2 2
f H) = 2. Provemos que 5 tem um ponto de máximo:
O valor mínimo absoluto de f no in- 1 SR2 a - 4e 3 2R2 a - a 3
tervalo [-2, ~] é o menor dos números
S' ="2 • 2Y4R2 a 2 - a4 = Y4R2 a 2 - ,4

1 1 S' =O =-2R2 a - a 3 =O =-a = RY2


1(-2), 1(2') e 1("31. portanto, é
O < a < R Y2 =- a 2 < 2R2 =- a 3 < 2R2 a =- S' > O
R Y2 < a < 2R =- 2R2 < a 2 = - 2R2 a < a 3 =- S' < O
1(-2) = -1.
O gráfico da função ilustra o exposto. x
e, então, a = R Y2 é um ponto de máximo local.

Conclusão: o triângulo de área máxima é aquele em que a RY2 e b


H.238 Obter os extremos absolutos de f(x) = (x - 2)2/3 no intervalo [1,5]. = y 4R2 - 2R2 ~ R.../2, isto é, é o triângulO isósceles.

1 H.243 Um retângulo de dimensões x e y tem perímetro 2a (a é constente dadal. Determi-


H.239 Dada a função f(x) x _ 2' obter os extremos absolutos de f no intervalo [2,6].
nar x e y para que sua área seja máxima.

H.240 Uma pedra é lançada verticalmente para cima. Sua altura h (metros) em relação ao H.244 Calcular o perímetro máximo de um trapézio que está inscrito numa semi-circunferência
solo, é dada por h = t 3 - 3t 2 - 9t + 1, onde t indica o número de segundos decorridos de raio R.
após o lançamento. Em que instante a pedra atingirá sua altura máxima?

175-H
174-H
H.245 Calcular o raio da base e a altura do cilindro de volume máximo que pode ser inscrito
numa esfera de raio R. H.248 Um fabricante de caixas de papelão pretende fazer caixas abertas a partir de folhas de
cartão quadrado de 576 cm 2 , cortando quadrados iguais nas quatro pontas e dobrando
Solução os lados. Calcular a medida do lado do quadrado que deve ser cortado para obter uma
caixa cujo volume seja o maior possível.
A figura ao lado é uma secção da esfera
e do cilindro inscrito, feita por um plano H.249 Uma ilha está em um ponto A, a 10 km do ponto B mais próximo sobre uma praia reta.
contendo o eixo de simetria do cilindro. Um armazém está no ponto C, a 7 km de B sobre a praia. Se um homem pode remar à
Observemos que numa esfera podem ser razão de 4 km/h e andar à razão de 5 km/h, aonde deveria desembarcar para ir da ilha
inscritos diferentes cilindros, portanto, ao armazém no menor tempo posslvel?
h
r e 2" são variáveis. Para um dado cilin-
H.250 Um fio de comprimento L é cortado em dois pedaços, um dos quais formará um círculo
dro são verificadas as seguintes condi- e o outro, um quadrado. Como deve ser cortado o fio para que a Soma das áreas do
ções: c(rculo e do quadrado seja máxima?

h2
v 1Tr 2 h, O < h < 2R e r2 + -
4
H.251 Um funil cônico tem raio r e altura h. Se o volume do funil é V (constantel, calcular
a razão r/h de modo que sua área lateral seja mlnima.
R2

onde V é o volume do cilindro. H.252 Um fazendeiro precisa construir dois x x


currais lado a lado, com uma cerca co-
Para determinarmos o máximo de V devemos colocar V como função de uma variável
mum, conforme mostra a figura. Se cada
h2 y y y
sô Ir ou hl. Eliminando r, pois r 2 ~ R2 -""""4' temos: curral deve ter uma certa área A, qual o
comprimento mínimo que a cerca deve
ter?
x x

H.253 Uma calha de fundo plano e lados igual-


Provemos que V tem um ponto de máximo:
mente inc1 inados vai ser constru ída do-
31Th 2 brando-se uma folha de metal de largura
V' ~ 1TR2
4
Q. Se os lados e o fundo têm largura
V' O ==>~4-
31Th 2
= h =
2R
Y"'J
Q/3, calcular o àngulo e
de forma que a
calha tenha a máxima secção reta.

2R 4R2 31Th 2
O< h < Y3 ==> h 2 < -3- ==>~-
4
< 1TR2 =V'>O

~<h <2R =V'<O 172. Um outro processo, para determinar se uma raiz Xo da equação f'(x) = O
Y3
é extremamente da função f, consiste em estudar o sinal da derivada segunda de f
2R
e, então, h = ~ é um ponto de máximo local. no ponto xo. O teorema seguinte explica o processo.

Conclusão: o cilindro de volume máximo é aquele em que h = 3Y


2R
e r
2R
= 0"
173. Teorema

H.246 Calcular o raio da base e a altura do cone de área lateral máxima que é inscritível numa Seja f uma função contínua e derivável até segunda ordem no intervalo
esfera de raio R. I = la, bL com derivadas f' e f" também contínuas em I. Seja Xo E I tal que
f'(xo) = O. Nestas condições, temos:
H.247 Calcular o raio da base e altura do cone de volume mínimo que pode circunscrever uma
esfera de raio R. a) se f"(xo) < O, então Xo é ponto de máximo local de f;
b) se f"(xo) > O, então Xo é ponto de mínimo local de f.

176-H
177-H
H.264 Achar o ponto Po situado sobre a hipérbole de equação xv = 1 e que está mais próxi-
portanto: O é ponto de máximo, ~ é ponto de mínimo e 1 não é ponto de máximo mo da origem.

nem de mínimo. Solução


Seja Po = (x, V). A distância de Po à origem é d = -J x2 + v· . Estando Po so-

bre a hipérbole, V = 2..x e, então, d = J x2 + -L


x2
. Calculemos x para que d se-
ja mínima.
1
1 1 -~ x -;3
d' ="2. (x 2 +)(2) • (2x - 2· x-3 )
EXERCICIOS
j x2 +J....2
x
Nos exercidos H.254 a H.259 determine os extremantes da função f, utilizando o d' = O = x4 - 1 = O = x ± 1
critério da segunda derivada.
e, portanto, Po = (1, 1) ou Po = (-1, -1).
H.254 fi xl = xix - 2)3
H.265 Achar O ponto da curva (x_3)2 + (y_6)2 = 20 que está a distância mínima do ponto
x (-2, -4).
. H.255 f(xl - 1 + x.

H.266 Um triângulo isósceles de base a está inscrito numa circunferência de raio R. Calcular
H.256 f(x) x2 eX a de modo que seja máxima a área do triângulo.

H.257 f(x) x -x
e +e
Solução
H.258 flx) 10ge(1 + x 2 ) Seja ABC o triângulo isósceles de base
a = AB e altura h = CE. Sua área é dada
H.259 flx) = Ix _ 1 )2/3 pela fórmula

S = 2..2 ah
H.260 Calcular as coordenadas dos pontos extremos do gráfico da função
No triângulo retângulo BCD, a altura
Qn~ BE é média geométrica entre os segmen-
~_2~ tos que determina hipotenusa CD, en-
f(x)
= (Qn x)2 - tão:
D
a2
H.261 Dada a função f(x)= -Ix - 1)2, determinar os extremos absolutos de f no intervalo (BE)2 = (EC)(ED) =4" = h • (2R - h) ~ a = 2 -J 2Rh - h 2
[-2,3].
1 .r=:-
S = - ah = h V 2Rh - h 2 =
2
-J 2Rh 3 - h4
H.262 Obter os extremos absolutos de flxl = x2 - 4x + 8 em [-1,3].
Procuremos o valor máximo de S para O < h < 2R:
H.263 Dada a função f tal que:
se x <
1
3R
f(xl = {x + 2 S' = O == 3Rh 2 - 2h 3 = O ==h=T
x 2 - 6x + 8 se x;;;' 1
determinar os extremos absolutos de f em [-6, 5]. Como S = O para h = O ou h = 2R e

180-H 181-H
3R 81R4
h ==> S Nos gráficos seguintes, a figura 1 mostra o gráfico de uma função que tem
2 16
concavidade positiva em xo, enquanto a figura 2 ilustra uma concavidade ne-
-
entao h 3R
2 e. ponto de rnaximo
. para S e, neste caso, gativa em xo.

a 2
V!;R.
Lt
~~
2
- 9RT
4
R v'3 y y

H.267 Calcular o raio da base e a altura do cone de máximo volume que se pode inscrever numa
esfera de raio R.

H.26B Determinar as dimensões do cone de área total rninima que pode circunscrever uma es-
fera de raio R.

H.269 Um fabricante de caixas pretende produzir caixas com tampa de um certo volume V, I
cuja base é um retângulo com comprimento igual ao triplo da largura. Calcular as di- I
mensões mais econômicas que deve usar.

-<10--- _
H.270 Uma página para impressão deve conter 300 cm 2 de área impressa, uma margem de
2 em nas partes superior e inferior e uma margem de 1,5 em nas laterais. Quais são as
dimensões da página de menor área que preenche essas condições?
x
I j - - 1_ _

Xo x

H.271 Um fazendeiro tem 80 porcos, pesando 150 kg cada um. Cada porco aumenta de peso Um critério para determinar se um gráfico tem concavidade positiva ou ne-
na proporção de 2,5 kg por dia. Gastam-se Cr$ 2,00 por dia para manter um porco. Se gativa em Xo é dado pelo seguinte teorema.
o preço de venda está a Cr$ 3,00 por kg e cai Cr$ 0,03 por dia, quantos dias deve o fa-
zendeiro aguardar para que seu lucro seja máximo?
179, Teorema
H.272 O custo de produção de x unidades de uma certa mercadoria é a + bx e o preço de
venda é c - dx por unidade, sendo a, b, c, d constantes positivas. Quantas unidades de-
Se f é uma função derivável até segunda ordem no intervalo I ~ la, bl. Xo é
vem ser produzidas e vendidas para que seja máximo o lucro da operação?
interno a [a, b] e f"(xo)"* O, então:
a) quando f"(xo) > O, o gráfico de f tem concavidade positiva em Xo;
b) quando f"(xo) < O, o gráfico de f tem concavidade negativa em xo.
Apenas mostraremos geometricamente que o teorema é válido.

v
IV, CONCAVIDADE

178. Definição
Se f"(xo) > O, então f' é crescente
Seja f uma função contínua no intervalo I ~ [a, b] e derivável no ponto nas vizinhanças de XO, portanto, as tan-
Xu E la, b[. Dizemos que o gráfico de f tem concavidade positiva em Xo se, e gentes ao gráfico têm incl inação crescente
somente se, existe uma vizinhança V de Xo tal que, para X E V, os pontos do e isto só possível sendo positiva a conca-
gráfico de f estão acima da reta tangente à curva no ponto Xo. vidade.

t--
Analogamente, se existe uma vizinhança V de Xo tal que, para x E V, os
pontos do gráfico de f estão abaixo da reta tangente à curva no ponto xo, dize-
·--+1----_
mos que o gráfico de f tem concavidade negativa. Xo x

182-H
183-H
isto é. em Xo a função f" "troca de sinal". ou ainda. em Po Ixo. f(xo)) a concavi- Notando que f'''lx) = 24x - 12. vemos que:
dade do gráfico de f troca de sinal. portanto. Xo é abscissa de um ponto de infle-
f'''(2) = 48 - 12 = 36 cF O e f'''(-ll = -24 - 12 = -36 cF O
xão.
portanto. 2 e -1 são abscissas de pontos de inflexão e esses pontos são:
P = (2, f(2)) = (2. -29) e Q = 1-1. f( -11) = 1-1. -26)
183. Teorema

Se f é uma função derivável até segunda ordem em I = la. bl. Xo E la. bl e EXERCICIOS
Xo é abscissa de ponto de inflexão do gráfico de f. então f"(xo) = O.
Nos exercícios H.273 a H.277 determinar onde o gráfico da função dada tem concavi-
dade positiva, onde a concavidade é negativa e obter os pontos de inflexão, caso existam.
Demonstração
Suponhamos f"lxo) cF O; por exemplo. admitamos f"(xo) > o. Temos: H.273 Hxl = x. + 9x

f"(xo) = lim .!Jx) - f(xo). > O


H.274 fi x) = ~
x
x-+xo X - Xo

. então existe uma vizinhança V de Xo tal que f'(x) - f'lxo) > O, V x E V. H.275Hxl = ~
x - Xo
x cF xo. 2x
Assim. em V. a função f' é crescente, portanto, em V o gráfico de f tem
H.276 flx) - {! Ix 2 + 4).

concavidade sempre positiva. isto é, em Po Ixo. fi xo)) a concavidade não troca de


sinal e Po deixa de ser ponto de inflexão. H.277 Hxl -
_ {Xx2. para
4x
x < 1
3 _ 2 + 7x - 3. para x ~ 1

H.278 Determinar os intervalos em que x deve estar para que o gráfico da função f(x) =
184. Observações := sen x - cos x tenha concavidade positiva.

4
Este último teorema mostra que uma condição necessária para Xo ser a abs- H.279 Determinar as abscissas dos pontos do gráfico da função f(x) == xS - x nos quais a
cissa de um ponto de inflexão do gráfico de f é anular f". Entretanto, nem todas concavidade é negativa.

as raízes de f"lx) = O são abscissas de pontos de inflexão. Se uma raiz Xo de


H.280 Quais são os pontos de inflexão no gráfico da função flxl = Ix2 - 1 )(x2 - 41?
f"(x) = O não anular f· ... o teorema do item 182 garante que Xo é abscissa de
ponto de inflexão. Se. porém, f"(xo) = 1''' (xo) = O. nada podemos concluir. usando Nos exercícios H.281 a H.283, supondo que f é contInua em algum intervalo aberto
a teoria dada. que contém c, faça uma parte do gráfico de f numa vizinhança de c de modo que fi-
quem satisfeitas as condições dadas.

185. Exemplo H.281 Para x> e. f'(xl < O e f"(xl > O e


para x <c, f'(xl > O e f"(xl > O
Determinar os pontos de in!',exão do gráfico da função f:IR -+ IR tal que
H.282 Para x> e. f'lxl > O e f"(x) > O e
flx) ~ x 4 - 2x 3 - 12x 2 + 12x - 5. para x <c. f'lxl > O e f"(xl O <
Temos:
f'(x) = 4x 3 - 6x 2 - 24x + 12 H.283 f'(e) = f"(c) = O e f"(x) > O para x <c ou x> e.
fU(x) = 12x 2 - 12x - 24
H.284 Esboçar o gráfico de uma função f tal que, para todo x real, tenhamos f(x) > O,
As raízes da equação f"(x) ~ O, isto é. 12x 2 - 12x - 24 ~ O são 2 e -1. f'(xl <O e f"(xl > O.

186-H 187-H
H.285 Esboçar o gráfico de uma função f para a qual f(x). f'(x) e f"(x) existem e são
e) lim f(x) lim x 3 = +00
positivas, \f x E IR. x~+oo X++ 00

H.286 Se f(xl =; ao + alx + a2x2 + a3x3, determinar ao,31,82 e 83 de modo que f tenha lim f(x) = lim x3 ~ - 00
x+ - 00 x+-oo
um extremo relativo em (O, 3) e um ponto de inflexão em (1, -1 I,
5
f) f'(x) ~
3x 2 + 2x - 5 ~ 3(x - ll(x +3)
H.287 Se f(x) '" ao + ai x + a2x2 + a3x3 + a4x4, calcular aO I aI, a2' 33 e 34 de modo que o
gráfico de f passe pela origem, seja simétrico em relação ao eixo y e tenha um ponto então:
de inflexão em (1. -11. 5
x ~ - 3 ou X;;' ==> f'(x) ;;, O ==> f crescente

VI. VARIAÇÃO DAS FUNÇÕES - 35 ~ x ~ 1 ==> f'(x) ~ O ==> f decrescente


5
186. Um dos objetivos da teoria deste capítulo é possibilitar um estudo da variação g) f(x) ~ O ==> x ~ 1 ou x
3
de uma função f. Para caracterizar como varia uma função f procuramos determi-
nar: >O
f"( 11 = 8
a) o domínio, f"(x) 6x + 2 == { f"(- 3_) ~ -8 < O
b) a paridade, 3
c) os pontos de descontinuidade; 5
então tem um mínimo em x = 1 e um máximo em x
d) as intersecções do gráfico com os eixos x e y; 3
e) o comportamento no infinito; h) f"(x) = 6x + 2, então:
f) o crescimento ou decréscimo; x <-~ ==> f"(x) < O == concavidade negativa
g) os extremantes;
h) os pontos de inflexão e a concavidade;
i) o gráfico.
x > -~ ==> f"(x) > O == concavidade positiva
1
Como o sinal da concavidade muda em x = -3' o gráfico tem um ponto de
187. Exemplos
_ 1
inflexao em -3
10) Estudar a variação da função f(x) ~ x 3
+x 2
- 5x.
a) Seu domínio é IR. i) gráfico de f:
b) A função não é par nem impar pois:
f(x)
fi-xl ~ (_X)3 + (__ xI 2 - 5(-x) = _x 3 + x 2 + 5x

não é idêntica a f(x) nem a -f(x).


cl A função polinomial f é contínua em R.
d) Fazendo x = O temos fW) = o.

Fazendo f(x) = O temos x 3 + x 2 - 5x ~ O, isto é, x = O ou x =


-1-V21
2

-1 +~21 -1-V21
--2-
ou x ~ -- 2

- os pontos
As intersecções com os eixos sao (O, O) ; (-1. - 2V21 , O) e

( =-!.. +_~
2
21.. OI
"

188-H 189-H
x -_15 . i) gráfico de f:
2.o ) - da f unçao
Estudar a variaçao - f()
x = 2x
f(x) I
a) Seu domínio é D(f) = IR - { ~} I
b) A função não é par nem ímpar pois: 1

-x -1
f(-x) = 2(-x) -5 não é idêntica a f(x). nem a -f(x). 1 I
c) Como g(x) = x - 1 e h(x) = 2x - 5 são contínuas, f(x) = 2 x -_ ~ é
x
2
------~----
- ~IO~.1()_ I
contínua em todos os pontos do seu domínio. Notemos que lim _ f(x) = - e
x+t
00
--------+----+--=....;;::--+------+--1-5------..
;
lim
x+ .1.+
f(x) = + 00. 12"
2
d) Fazendo x = O, temos
0- 1
fIO) = 2 • O _ 5 =
1
5. I
x - 1 I
Fazendo f(x) ~ O, temos 2x _ 5 = O, isto é, x = 1.
I
As intersecções com os eixos são os pontos (0'"5)
1
e (1, O).
I
EXERCICIOS
1
x - 1 x 1 Nos exercícios H.28B a H.297 determinar o domínio, a paridade, os pontos de descon-
e) lim f(x) lim - - - = lim e tinuidade, as intersecções do gráfico com os eixos, o comportamento no infinito, o cres-
x++ 00 X'H 00 2x - 5 x++ 00 2 5 2
cimento ou decrescimento, os extremantes, a concavidade, os pontos de inflexão e ográ-
x fico de f.
1
lim f(x) - 2 (analogamente)
x+-oo H.2BB f(x) = 2x 3 - 6x

1 . (2x - 5) - (x - 1) . 2 -3 5 H.2B9 f(x) = 4x 3 - x 2 - 24x - 1


f) f'(x) =. (2x _ 5)2 (2x _ 5)2 < O, V-x =F 2'
4x 3
então f é decrescente em todo intervalo que não contenha % H.290 f(x) ~ 3x 4 + + 6x 2 - 4

H.291 f(x) = (x - 1)2 (x + 2)3


g) f é derivável em seu dom rnia e f' nunca se anula, então f não tem
extremantes. H.292 f(x) = 3x 2 / 3 - 2x

h) f"(x) = (2Xl~ 5)3 H.293 f(xl = x 1/ 3 + 2 • x 4 / 3

então: H.294 f(xl = 1 + (x _ 2)1/3


5
x < '2- = 2x - 5 <O = f"(x) < O => concavidade negativa H.295 f(x) = x ~
5
x > 2' = 2x - 5 > O =<> f"(x) > O => concavidade positiva x+1
H.296 f(x) = ~
5
Como o sinal da concavidade muda no ponto de abscissa '2 (em que não
9x
H.297 f(x) = x2 + 9'
é definida), concluímos que o gráfico de f não tem ponto de inflexão.

190-H 191-H
Uma função f(x) é derivável num intervalo (a, b). Então:
TH;29 (PUC-71) Se lim (1 +-.!...)x = a, então, para k real e não nulo, o limite
x+oo x P: f é contínua em cada ponto de (a, b)
O: Se num ponto x se tem f'(x) > O a função é crescente nesse ponto
Iim R: Para dois pontos quaisquer xI e x2 de (a, b), tem-se
x+oo
f'(xI + x2) = f'(xd + f'(x21
vale:

e TH.35 (MACK-741 Os pontos de descontinuidade em R das funções f, 9 e h, dadas por


ai ke d) e + k e) k xIx - 2) () () -x _
f ( x) = ----xz:::4 ; 9 x ~ cot9 2x; h x = 4 sao

1+2+ ... +n f h
TH.30 (CESCEM-73) O valor de lim é 9
n+oo n2

a) O b) 0,5 c) 2
a) 2 2k7T x>O
d) +00 e) inexistente

4n b) 2, -2 k2!.. não existem


TH.31 (CESCEM·71 A seqüência (OI); n = O, 1, 2, .... 2

a) é crescente b) é decrescente c) tende para um 7T


c) O, -2, 2 k7T ± 2" não existem
d) tende para zero e) não tem limite
d) -2 k7T infinito
TH.32 (CESCEM-74) A seqüência (an)n Ew
(a + 11! e) nenhum dos anteriores

(n + l)n+1
n!
-;;n
tende para
DERIVADAS
a) O b) ..!... cll d) e e) +00
e

TH.33 (PUC-70) Sobre a função TH.36 (FEI-68) Indicando por Df a derivada de uma função f, tem-se:

y = f(x) ~ {1,. r--:: se x O;;;; 3 a) D(.!..) =


1
OU b) D(uv) Du' Dv c)
1
D(-)
Du
-;j2
+V x - 3, se x>3 u u

pode-se afirmar: d) D(uv) = v • Ou - u • Dv e) nenhuma das respostas anteriores


a) é definida e contínua V x E IR
b) é definida e contínua somente para x 3 > TH.37 (PUC-711 A derivada primeira da função 1 é:
y --k'X
c) é definida V x E IR e descontínua somente para x = 3
d) é definida e contínua somente para x O;;;; 3 1 1 k
a) y' b) y' = - k 2 x 2 cl y' =
e) nenhuma das respostas anteriores - kx 2 x

k ' =--1-
TH.34 (FEI-68) Assinale d) y' --;2 el y
k2x
a) se todas as proposições P, O, R forem verdadeiras
b) se forem verdadeiras somente P e O
c) se forem verdadeiras somente P e R
x2 -1
TH.38 (PUC-721 Se Y = - - Ix ..,...
x+1 -L -1)
• então:
d) se forem verdadeiras somente R e O
e) se todas forem falsas a) y' = x b) y' = 1 c) y' = 2x d) y' 2 e) nenhuma das anteriores.

232-H 233-H
TH,39IFEI-67) Sendo g(x) = ~ ~ : ' então a derivada g'(~) é igual a: TH.48 (MACK-73) Sejam g(x) = sen x; flxl = cos 2x; h(x) = Y3x - 2x 2

a) 2 b) .!..
3
c) 1- d) t e) nenhuma das respostas anteriores 1) g'(:!!..)
4
= - • ~
v2
(g' é a função derivada da função g)

x2 2) f'(:!!..) = -1
TH.40 (PUC-78) A derivada da função V = ~ no ponto x = 2, é: 4
3) h'11) = -2
a) 2 b) 3 c) 4 d) O e) 1
então
1 + 2x
TH.41IPUC-74) A derivada da função V - - - - no ponto x = 1 é: a) se apenas as afirmativas 1) e 2) são verdadeiras
- 2x - 1
bl se apenas as afirmativas 2) e 3) são verdadeiras
a) -2 b) -3 c) -1 dI -5 e) -4 c) se apenas as afirmativas 11 e 3) são verdadeiras
d) se todas as afirmativas são verdadeiras
TH.42IFEI-66) Sendo flx) = (5 - 2x)8, a derivada f'(3) é igual a: e) se nenhuma afirmativa é verdadeira
a) -8 b) 1 c) 8 d) 16 el nenhuma das respostas anteriores
TH.49 (CICE-68) Sendo e a base dos logaritmos neperianos, a derivada da função
Ixl
TH.43 (EPUSP:67) Sendo flxl = 5 • ~, a derivada f'(4) vale:
V = e- no ponto x = O:
a) é igual a 1 b) é igual a -1 c) é igual a ±1
a) O b) 4 c) 15 d) 25 e) nenhuma das respostas anteriores
d) é igual a ±e e) não existe

TH.44 (PUC-70) A derivada da função flx) = tg x, calculada no ponto


TH.50 (PUC-71) A derivada da função V elogex é:
11
x = 4' vale: a) x bl eX cl 1 d) O e) 2

a) 1 b) 2 Y2 d) V3 e) O 3x - 11
c) 2 2 TH.51 (CICE-68) Sendo V = Qn cos ( -4-- l. O~x < 11, a derivada primeira de y em re·

lação a x no ponto x 3211 é igual a:


TH.45 (CICE-68) Seja V(x) a função v(xl = ~. x =F O, V(O) = a. Pode-se afirmar que no
.x
ponto x O: 3 1 11 311
=
a) -4 b) -4 c) -2 d) O e) 4
a) V(x) é descontínua qualquer que seja a
2X
bl V(x) é contínua qualquer que seja a TH.52 (E.E.L1NS-68) Se f(xl = e • Qn x, então:
c) V(x) é contínua se for a = O = 2 • e2 =
a) f'(1) = 3'e 2 b) f'(1) c) f'(1) O
d) v(x) é derivável se for a = O
el V(x) é contínua se for a = 1 dI f'(1) = e 2 e) nenhuma das respostas anteriores

TH.46 (EPUSP-661 A função V = Isen x I TH.53 (E.E.L1N5-67) A derivada da função V = arc tg...r; é:
1 b) 1
a) é descontínua nos pontos da forma k11 (k inteiro) c) 2x
a) 1 + x2 (1 + x) y'X
b) não é derivável nos pontos da forma k11
c) é derivável em qualquer ponto
d) 2 y'X (1 + x) e) nenhuma das respostas anteriores
d) é derivável mas não é contínua
e) nenhuma das respostas anteriores
1 - cos x
TH.54 (PUC-71) A derivada primeira da função V = arc t9 é:
11 sen x
TH.47 (PUC-70) Sendo f(xl = sen 2 2x ,então sua derivada primeira calculada para x = 8 vale: b) ..!..
a) cos x + sen x 3 c) sen x - cos x
a) O b) 1 c) 2 d) 3 e) 4 1
dI cos 2x e) 2"

234-H 235-H
a) tem o limite -2 Xo = 2no ponto
TH.55 (PUC-71) Se y = sen(arc sen x) + cos(arc cos x), a derivada primeira y' será igual a:
b) é derivável no ponto Xo = 2
a) x + 1 b) x - 1 c) 2 d) -2 e) 3 c) é descontínua no ponto Xo = 2
d) não é definida no ponto Xo = 2
TH.56 (EPUSP-68) Seja y = y(x) uma função derivável tal que y(1) >O e x 2 + y2 = 2. e) assume o valor -2 no ponto Xo = 2
A derivada de y(x) no ponto x = 1:
a) não existe b) é igual a 1 c) é igual a -1 TH.64 (EPUSP-68) Considere-se a função definida por f(x) 2x + 1, para x = 1, e
f (x) = x 2 - 1, para x 1. >
d) é igual a ; e) nenhuma das re,;postas anteriores
a) f é contínua em qualquer ponto.
b) f não é definida no ponto x = 1.
c) f é derivável em qualquer ponto.
TH.57 (CESCEA-73) Seja f(x) = 3x 2 + 4x - 1, x E IR. Então, a derivada de f, no ponto
d) a derivada de f tem limite quando x tende a 1.
x = 1, é:
e) nenhuma das anteriores.
a) O b) 10 c) 9 d) 6
TH.65 (PUC-70) Sobre a derivada da função y = f(x) Ix - 71. pode-se afirmar:
x3 I. "Ix
TH.58 (GV-71) A derivada da função dada por y =3 - 1 no ponto x = O vale: ai f'lx) = 11 E IR
b) f'(x) = O, "Ix E IR
a) -1 b) .!.-
3
c) 1 d) 2 e) O c) f'(x) = 1, se x >O
di f'lx) = -1, se x <O
TH.59 (CESCEM-72) O valor numérico do polinômio derivado de P(x) = 3x 4 + 12x - 7 para e) nenhuma das respostas anteriores
x = - 1 vale:
TH.66 (MACK-73) Seja f a função definida por f(x) = 1 x I. O gráfico da função f' If' é a
a) -16 b) -7 c) O d) 3 e) 24
função derivada da função f) restrita ao conjunto

TH.60 (MACK-74) A derivada da função dada por ------11_ f-I- - - - - - - -


- 00 1 1 00 é
x
f(x) = 12; 3x 2
6x
y y

~'
é:

-/
a) bl c)
a) 3x 2 ; b) não existe; c) -4x 3 - 4; dI 15x4 ; e) 6x 4 .
_ 1
I I
TH,61 (CESCEA-721 Assinale a afirmação falsa: -1
a) a derivada da função flxl = x é f'(x) I 1 x -1 x -1 x
I
b) f(x) = k, k constante ~ f'(x) = O c) f(xl=..!...~f'(1)=lim (.!.-11
-1 -1
x x-H x
- 1 ~
d) f(x) ~ f'I1 I = lim _x_ _ e) não sei.
x x-*l x - 1
v y

TH.62 (CESCEM-74) Se f'(x) = 6x, podemos afirmar que flx) vale; d) e)

a) 6x 2 + 3x + k b) 3x 2 + k c) 6x 1 2 + k dI 3x +k el x 6 + k

-1 -1
TH.63 (PUC-71l Seja: x
X se 1';:: x .;:: 2
= f(x)
y = {
-x se x >- 2 -

Pode-se afirmar que a função f(x):

236-H 237-H
DERIVADAS - APLlCAÇOES TH,72 (CICE-70) Seja f(x) uma qualquer função estritamente crescente no intervalo (a, b) e
possuindo .derivada segunda f"(xl contínua em (a, bl. Pode·se afirmar que:
a) a derivada f'(x) de f(x) é positiva em (a. bl
_x 2 b) f"(x) é positiva em (a, bl
TH.67 (CICE-68) o valor de a para o qual a função y = a • x • e tem um máximo no c) Se f'(x) se anula em algum ponto Xo de (a, bl, então f"(xo) O
1 1 d) f"(x) é negativa em (a, b)
ponto (.,[2' ..;2) é igual a:
e) todas as afirmações são falsas
a) ..r; b) ..;2 e) indeterminado
TH.73 (GV-731 Dentre todos os números x e y tais que 2x + Y = 60 existe um par
a e b para o qual o produto xy é O maior possl'vel. Então b - a vale:

TH.68 (FUVEST-78) Sendo b e c reais, a função f, definida por a) O bl 10 c) 50 d) 15 e) 5


f(x) = x 4 + bx 2 + c,
TH.74 (COMBITEC-COMBIMED-75) Cada extremidade de uma haste PQ de comprimento 8
tem um ou dois pontos de mínimo (ver figura). Terá dois pontos de mínimo se e so- é forçada a mover-se em uma guia, como indicado na figura.
mente se:
a) b2 - 4c ;;;. O bl b 2 - 4c >O c) b <O d) c <O e) bc <O

T I

TH.69 (PUC-71I Uma função real de variável real y, cuja derivada primeira e y = -

todo x '* O, possui a propriedade:


a) y tem valor máximo para
b) y tem valor mínimo para
x = 1
x = 1
., 1
X2 para

I_J~~~-
c) é sempre crescente
d) é sempre decrescente I
e) é crescente se x >
O e decrescente se x <O
TH.70 (PUC-71l Na função y = x 3 - 3x 2 + 4x -12 as coordenadas do ponto de inflexão são:
f-X(t) 4
a) (1, -10) bl (2, 10) c) H, 20) d) (-1, -10) e) (2, -10)
Se ao ponto Q se imprime um movimento definido por x(t) = 4 sen 3t, a velocidade de
P em qualquer instante t é:
TH.71 (EPUSP-68) No intervalo -1';;; x ,;;; 1 a função 2x/(x 2 + 2) -2 sen 6t
a) b) 4 cos 3t
a) tem ponto de mínimo e ponto de máximo. V4 - sen 2 3t
b) tem ponto de mínimo mas não de máximo. -6 sen 6t
c) tem ponto de máximo mas não de mínimo. c) 12 cos3t d)
d) tem ponto de inflexão horizontal. V4 - sen 2 3t
e) nenhuma das anteriores. e) 4 V9 - 4 cos2 3t

238-H 239-H
TH.75 (PUC-72) A altura do cilindro circular reto de volume V máximo. que pode ser inscrito TH.85IPUC-78) A equação da reta tangente à elipse da equação
em uma esfera de raio R é: x2 y2 12
-+-= no ponto P = 13'5) é:
R R 2R 25 9
a) V2 b) .,f3 e) ..j3
12 9 12 3 12 3
a) y - 5 = 20 Ix - 3) bl y -"5 = 10 (x - 3) c) y - ""5 = - 10 (x - 3)

TH.76IMACK-74 ) Sendo f' IXo) = I ·Im f(x) - f(xo) e f'lx) ~ dd [Iogex] =~, uv x > O, 12 1 12 9
x+xQ x - Xo x x d) Y + ""5 = -3 (x - 3) e) y - ""5 = - 20 (x - 3)
logex
podemos concluir que L = lim - - - é igual a: 2
x-H 1 - x b +4
TH.86 (CESCEM-73) Dado o trinômio do 2 0 grau y = x 2 + bx +-4-' o seu polinômio de-
a) O; b) -1; c) 1; d) 2; e) -2.
rivado tem como gráfico uma reta tangente ao gráfico do trinômio. E ntão, a ordenada
do ponto de tangência.
TH.77ICESCEA-73) A equação da reta tangente à curva y = x2 no ponto (1, 1) é:
a) é sempre igual a 2, qualquer que seja o valor de b.
a) y = 2x - I b) y = -x + 2 c) y = 3x - 2 d) y = x
b) é igual a 4 para b = O.
cl é igual a b para b = 3.
TH.78 (PUC-73) A equação da tangente à curva y = x 2 + 1 no ponto da abscissa x=I é: d) não pode ser determinada, pois a condição de tangência é impossível, na hipôtese.
formulada.
a) 2x + y = O bl x + y = O c) x - y = O
e) é igual a 5 para algum valor de b.
d) x - 2y = O e) 2x - y = O
x +I
TH.87 (FEI-67) Se a derivada da função f(x) é , então f é crescente nos inter-
x - I
TH.79 (MACK-73) A equação da reta tangente a curva y = x 3 • no ponto x é: valos:
ai y = 6x - 4 bl y = 3x cl y = 3x - 3 a) (-1. O) e (O, 1) bl (- 00, -1) e (-1, 1) c) (-00, -1) e (1, +00)
di y = 3x - 2 e) y = 6x + 5 d) (-1,1) e (1, +001 e) nenhuma das respostas anteriores

TH.80 (MACK-74) Uma tangente a curva f(x) = x2 é paralela à reta 8x - 2y + 5 = O. EntJo o TH.88 (EPUSP-65) Se a derivada de um polinômio Plx) apresentar o seguinte gráfico
ponto de tangência é:
a) (-2,4); b) (2.4); c) (4,2); d) (-4,2); e) nenhum dos anteriore~'. y

TH.81 (FUVEST) A equação da reta que é tangente à curva de equação y = x Ix I, no pontr


(-1,-1), é:
a) y = 2x b) y = -2x - I c) y = -2x -3 d) y = -2x e) y = 2x + 1

TH.82 (GV-71) O ponto (x, y) do I? quadrante no qual a tangente ao gráfico da função dada
por y x 3 - 6x é paralela ao eixo dos x é tal que x 2 vale:
a) O b) 25 cl 4 d) 2 e) nenhuma das alternativas anteriores

TH.83 (MACK-74) Seja a curva de equação y = tg x. A tangente a esta curva no ponto de


abscissa x = rr/4 é perpendicular à reta: a) P(x) será crescente de 1 a 2 e decrescente de 2 a 3
b) 2x - y + 3 = O c) 2x + 2y - 3 O b) P(x) terá três zeros reais e distintos
ai x - 2y + 3 = O =
c) P(x) apresentará um máximo para x = 2
d) x + 2y + 3 =O e) x +Y = O d) P(x) se anulará para x = I
e) nenhuma das respostas anteriores
TH.84 (E.E.L1NS-68) O ponto de eontaeto da tangente à curva y = Vx2 - 16 e paralela à
reta 5x + 3y - 2 O é: TH.89 (CONSART-751 Sabendo que a função derivada f' é estritamente crescente e que
a) (5,3) b) Hi.3) c) (-3. 51 f'(3) = -1, o gráfico que pode representar f é
d) (-3, -5) e) nenhuma das respostas anteriores

240-H 241-H
(B) (C) a) tem máximo no ponto x = o.
b) tem mínimo no ponto x = O.
c} não tem máximo nem mínimo.
d) tem máximo e mínimo
e) nenhuma das afirmações anteriores é verdadeira.

x2 + 1
TH.96 (PUC-78) A função y ~ x 2 _ 4 (x 01= ± 21 tem um ponto de máximo para x igual
a:
a) b) 2 c) -1 d) O el -2

TH.97 (FFCLUSP-69) Para que a equação algébrica

(DI (E) x 3 - (4 + mlx 2 + (4 + 4m)x - 4 m ~ O


admita o valor 2 como raiz dupla, o valor de m deve ser:
a) 01=2 b) 2 c) >O d) <3 el n.r.a.

O NOÇÕES DE INTEGRAL

TH.98 (CESCEA-74) Na figura abaixo, a reta r é tangente ao gráfico da função dada por
2
TH.90 (PUC-71) Afunção y ~ x3 : y = x , no ponto (2, 4). Determinar a área hachurada da figura sabendo que ela vale
2/3 da tangente do ángulo a.
a) tem valor máximo para x = O d) não tem rnaxlmo nem m(nimo
bl tem valor mínimo para x = O e) não tem tangente no ponto x = O
c) tem um extremo em x = O

TH.91 (PUC-71) A função y ~ x 3 - 3x tem um ponto de mínimo relativo para x igual a:


1
ai O b) 1 c) -1 d) 3 el :r-
TH.92 (CICE-701 O maior valor de x 2 - Ix I + no intervalo [-3, 3] é:
a) 2 b) -3 cl O di 6 e) 7

TH.93 (CICE-6S) OIs) extremo(sl relativo(s) do gráfico da função y ~ Ix 2 + 4x I são:


a) (-2, -4), (O, O) b) (-4, O), (-2, -4) c)(-2, 4), (-2, -4)
el (-4, O). (-2, 41, (O, O) d) (-2, -41

x
TH.94 (PUC-74) O ponto de máximo da função
y = 3x s - 25x 3 + 60x - 1 no intervalo [- ~ ,3] é:
ai 8/3 b) 10/3 c) 413 d) 14/3 e) não sei.
a) Xo = O b) Xo = -1 c) Xo ~ 2 d) xo = e) Xo = -2
1
TH.99 (EPUSP-67) A derivada da função f(x) é~. Se fIO) ~ 1, então f(1) é

1 igual a:
TH.95 (USP-67) A função y = 1 + x2
a) O c) 2T. + 1 d) nenhuma das respostas anteriores
4

242-H
243-H
vale y' ~ 15x 2 - 6x + 2. Sa·
TH.100 (CICE-6 8) Seja y(x) uma função cuja primeira derivada
bendo que y(1) ~ 5, y(x) é igual a:

a) 3x 2 + 2x d) 5x 3 - 3x 2 + x + 2
b) 3x 3 - 2x + 4 el 5x 3 - 3x 2 + 2x
c) 5x 3 - 3x 2 + 2x + 1

RE SP OS TA S

TH.26b TH.51 a TH.76b


TH.1 b
TH.27d TH.52d TH.77 a
TH.2 d
TH.28d TH.53d TH.78e
TH.3 b
TH.29b TH.54 e TH.79d
TH.4 d
TH.30b TH.55 c TH.80b
TH.5 b
TH.31 d TH.56 c TH.81 e
l:H.6 e
TH.32b TH.57b TH.82d
TH.7 d
TH.33 c TH.58e TH.S3d
TH.8 d
TH.34b TH.59 c TH.S4b
TH.9 a
TH.35b TH.60c TH.85 e
TH.10e
TH.36 c TH.61 c TH.86 a
TH.11 c
TH.37 a TH.62b TH.87c
TH.12d
TH.38b TH.63 c TH.88 e
TH.13e
TH.39d TH.64d TH.8ge
TH.14c
TH.40d TH.65d TH.90d
TH.15a
TH.41 e TH.66 a TH.91b
TH.16b
TH.42d TH.67 a TH.92e
TH.17 a
TH.43b TH.68 c TH.93 e
TH.18c
TH.44b TH.69d TH.94d
TH.1ge
TH.45e TH.70a TH.95a
TH.20c
TH.46b TH.71e TH.96d
TH.21 b
TH.47b TH.72c TH.97a
TH.22 c
TH.73d TH.98 a
TH.23d TH.48 e
TH.49 e TH.74d TH.99 c
TH.24 a
TH.75 e TH.100c
TH.25d TH.50c

244-H