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b) Por contato: Ao encostar dois objetos idêntico,

estando ao menos um deles carregado, o que tiver


maior quantidade de elétrons sede para aquele que
tiver menos até ambos entrarem em equilíbrio
elétrico, ou seja, ambos ficam com o mesmo valor
ELETROSTÁTICA de carga final e com o mesmo sinal, porém a
soma das cargas permanece constante.
I) CARGA ELÉTRICA:
Dizemos que um corpo está eletricamente neutro Q1  Q2
Q'  Q1  Q2  Q'Q'
quando o número de prótons é igual ao número de 2
elétrons.
Dizemos que um corpo está carregado c) Por indução: Ocorre quando aproximamos uma
positivamente quando o ele perde elétrons e assim carga eletrizada de outra neutra, mas sem encostar
o número de prótons é maior que o de elétrons. uma na outra. As cargas ficam com sinais opostos.
Dizemos que um corpo está carregado
negativamente quando ele ganha elétrons e assim Tem-se inicialmente uma
o número de elétrons é maior que o de prótons. carga neutra, ou seja, o
Obs.: Só é possível para um átomo ganhar ou número de prótons igual
perder elétrons. O próton e o nêutron estão ao de elétrons.
“presos” no núcleo.
Próton Elétron Nêutron
Aproxima-se um bastão
Carga Carga Não tem carga carregado eletricamente
Positiva Negativa elétrica. da carga neutra. Se o
Dizemos que bastão for de carga
Valor da carga Valor da carga
ele é neutro. positiva (observe a figura)
de 1 próton: de 1 elétron:
p = +1,6 x 10 -19C e = - 1,6 x 10 -19C ele irá atrair os elétrons, e se ele for de carga
Unidade de negativa, irá repeli-los.
Qp = n x p Qe = n x e carga elérica:
Qp = carga total Qe = carga total C = coulomb Conecta-se um fio
positiva (C) negativa (C) mC = 10-3 C terra ao corpo neutro
n = número de n = número de C = 10-6 C e elétrons poderão
prótons em elétrons em C = 10-9 C ser atraídos ou
excesso excesso pC = 10-12 C repelidos através do
fio, dependendo do
II) FORMAS DE ELETRIZAÇÃO sinal do bastão.

a) Por atrito: Friccionando dois objetos de Ainda com o


materiais diferentes. (tab. completa no final da apost.) bastão próximo
Ao friccionar dois Série Triboelétrica corta-se o fio terra,
objetos quaisquer da + vidro não havendo mais
lista ao lado, o objeto mica o deslocamento de
que está acima fica com lã elétrons.
carga positiva e o que seda
está abaixo, negativa. papel A carga que até então
As cargas ficam madeira estava neutra passa a ficar
eletrizadas com sinais âmbar eletrizada com sinal oposto
opostos. ebonite ao do bastão.
(Veja também a tabela enxofre
no final da pág. 4) – celulóide
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III) FORÇA ELÉTRICA (Lei de Coulomb): V) CAMPO ELÉTRICO DE UMA CARGA PUNTIFORME:

Importante: ocorre sempre entre duas cargas elétricas. Desempenha o papel de transmissor de interações
entre cargas elétricas.
k o . Q1 . Q2 ko . Q
F E F  E. q
d2 d2

E = campo elétrico (N/C ou V/m)


Q = carga fixa (C) (C = 10-6)
F = força elétrica de cargas puntiformes (N) q = carga móvel (C) (C = 10-6)
2
9 N .m
ko = constante eletrostática no vácuo = 9.10
C2 a) Convenção do sentido do vetor campo elétrico E:
Q1 e Q2 = carga elétrica fixa (C) (C = 10 ) -6 O campo elétrico de O campo elétrico de
uma carga positiva uma carga negativa
d = distância entre as duas cargas (m) gerado em um ponto P gerado em um ponto P
tem sentido para fora tem sentido para fora
Cargas de sinais opostos Cargas de sinais iguais da carga. da carga.
se atraem. se repelem.

b) Campo elétrico entre duas cargas:


IV) FORÇA RESULTANTE Com sinais diferentes Com sinais iguais
1)

N = nulo

2)

c) Campo elétrico resultante gerado por duas


cargas elétricas pontuais:

3)

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VI) CAMPO ELÉTRICO UNIFORME IX) POTENCIAL ELÉTRICO

Num Campo Elétrico Uniforme, as superfícies É uma grandeza escalar, portanto não é
equipotenciais, por serem perpendiculares às representada por uma flecha de vetor. Além disto,
linhas de força, são planas e paralelas entre si. o seu valor não é em módulo, ou seja:
Q+ V+ e Q–V–

k o .Q
V
d

V = Potencial Elétrico (V)


N .m 2
9
ko = constante eletrostática no vácuo = 9.10
C2
-6
Q = carga elétrica fixa (C) (C = 10 )

d = distância entre a carga e o ponto do potencial


elétrico que será calculado (m)
VII) DIREÇÃO E SENTIDO DA FORÇA
Caso existam várias cargas gerando potencial em
SOBRE UMA CARGA MÓVEL (Q) IMERSA
um ponto, o potencial resultante é a simples soma
EM UM CAMPO ELÉTRICO UNIFORME
algébrica dos potenciais produzidos
separadamente pelas cargas Q1 , Q2 , Q3 , ...
F  E. q
VA = V1 + V2 + V3 + ...
1) Quando a carga móvel for
positiva, a força tem a mesma
k o .Q1 k o .Q2 k o .Q3
direção e sentido do campo VA     ...
elétrico. d1 d2 d3
2) Quando a carga móvel for
negativa, a força tem a mesma
direção do campo elétrico,
porém sentido oposto.

VIII) CARGA ELÉTRICA IMERSA EM UM


CAMPO ELÉTRICO UNIFORME EM
EQUILÍBRIO COM A GRAVIDADE
U = DDP = Diferença de Potencial Elétrico
k .Q
P=F  m.g  E. q Com a fórmula V  o , calculamos o potencial
d
elétrico em dois pontos A e B (portanto usamos a
fórmula duas vezes) e achamos VA e VB.

A ddp entre os pontos A e B será: U = VA – VB.

A ddp entre os pontos B e A será: U = VB – VA .

Se um dos pontos for muito distante da carga, ou


seja, tende ao infinito, então V = 0.
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X) SUPERFÍCIE EQUIPOTENCIAL XII) TRABALHO DE UMA CARGA
ELÉTRICA MÓVEL
É qualquer superfície cujos pontos têm todos os
potenciais elétricos iguais.  IF  q.(Vinicial  V final )

No campo de uma carga puntiforme Q, as


superfícies equipotenciais são esféricas e  AB  q.U AB   AB  q.(VA  VB )
concêntricas com a carga Q.
As linhas de força são perpendiculares às  BA  q.U BA   BA  q.(VB  VA )
superfícies equipotenciais.
Observe na figura abaixo que o cálculo do trabalho
depende apenas do potencial de onde a carga sai e
do potencial de onde a carga chega. O trabalho
não depende da trajetória que a carga percorreu.

 I  q.U BC

 II  q.U BB  0

 III  q.U CC  0

 IV  q.U BA

Observe que no sentido do campo E o potencial  V  q.U AC


V vai diminuindo o seu valor.
E.d = U Série Triboelétrica:

XI) ENERGIA POTENCIAL


ELETROSTÁTICA

EA = q . VA EB = q . VB

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