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Redação

Dissertação
Aulão Prof. Everaldo Radlinski e Prof.ª Tharen

ACAFE
Título: Instigativo / Temático / Nominal / Sai da conclusão

Dissertação
Prof. Everaldo Radlinski e Prof.ª Tharen Teixeira
Criticidade / Conotação / Recurso de estilo
1. Uso de adjetivo - Antes do tema e da retomada de tema e nas MA’s
2. Uso de advérbio terminado em “...mente” – Depois de verbos ou intercalados
3. Uso de aspas – Até “seis”.
4. Uso de travessão - Até “três”.
5. Uso de figuras: (figura + assunto nas metaforizações)
metáfora/comparação/ironia/personificação/gradação/paradoxo/sinestesia
6. Uso de frase nominal – Até “três”
7. Uso de verbos expressivos em tom figurado (Vários)
8. Uso de marcas de autoria originais (Várias)
9. Pontuação diferente – Uso de ponto e vírgula e dois-pontos.
10. Uso de barras entre adjetivos, substantivos e substantivos e com e/ou
11. Uso de três marcas de autoria conotadas longas
12. Oito expressões entre vírgulas

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Verbos Adjetivos Advérbios
1. Instiga 1. Incontestável 1. Dessensibilizadamente
2. Revela 2. Vívido 2. Insustentavelmente
3. Fomenta 3. (i)legítimo 3. Descabidamente
4. Acentua 4. Preconceituoso 4. Impetuosamente
5. Recrudesce 5. Onipresente 5. Letargicamente
6. Vivifica 6. Grandiloquente 6. Tenuemente
7. Legitima 7. Prejudicial 7. Incipientemente
8. Favorece 8. Indelével 8. Incoerentemente
9. Fragiliza 9. Indolente 9. Paulatinamente
10.Valida 10.Apático
10.Incomensuravelmente

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— Ixi, bocó, só me falta essas palavrinhas isteporá nossa redação!

Uisx, uisx, ... Evite, evite!


cada vez mais / muitas vezes / hoje em dia / mesmo (a) / referido (a)

Verbos gerais Gerundismo e Locuções antais Advérbios de tanso

1. Fazer 1. dando 1. simplismente


2. Ter 2. transformando 2. principalmente
3. Trazer 3. vem crescendo 3. consequentemente
4. Dar 4. vem fazendo 4. frequentemente
5. Ser 5. irá assustar 5. necessariamente
6. Estar 6. está tendo 6. geralmente

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Estrutura dos parágrafos:
Ideia inicial
Argumentos = informações comentadas
Ideia análise
Volume de informações
D_1 2 informações + 1 citação (se possível)
... sempre comentadas ...
D_2 2 informações + 1 citação (se possível)
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Conclusão de 3’/4’ linhas em duas frases
Por conseguinte, + Retomada de tema + Verbo

+ resumo/análise do 1.º.
ao memso tempo que / e / resulta / contraposto /

+ resumo/análise do 2.º.

Logo, + floreio (= volta à inspiração, ou frase nominal com figura, ou ainda, citação)

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Linha antiga
1. A falência do sistema carcerário brasileiro
2. A redução da maioridade penal
3. As mudanças climáticas e o futuro da vida.
4. O destino dos resíduos na sociedade consumista
5. O Congresso Nacional deve armar ou desarmar o Brasil?
6. Igualdade de gênero
7. Violência Escolar
Linha atualidade [com temática específica]
1. Credibilidade da justiça ou Confiança no Judiciário
[Qual a importância do instituto da delação premiada?]
2. O pensamento suicida
3. Representatividade [reforma política]
[A elegibilidade da CF/88 deve ser alterada para um Brasil sem crise?]
4. Desautorização dos pais na educação dos filhos
5. Violência Policial
6. Apropriação Cultural
7. Envelhecimento ativo e reforma previdenciária
8. O país da política ou A política de encenação
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“O grande ator político comanda o real [por meio do] do imaginário."

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No interior de um país existem vários países, no
Brasil, o país da política dominou e silenciou
todos os outros. Há uma supervalorização da “fala
política” que invade todos os espaços: o domicílio, o
trabalho, a universidade, o espaço urbano. Também
pudera, quem não gostaria de se tornar um
parlamentar? Ter um belo salário e um trabalho que
não exige uma qualificação profissional? Além do
mais um político tem poder até para legislar sobre
assuntos que escapam a sua competência. São os
senhores da nação e nós, pobres eleitores, somos
os seus servos. Mas tudo isso é tema para romance
de analista político, não é da minha conta. [...]
Acredito que para o discurso político ser
democrático, é imprescindível o circuito de outros
discursos como forma de desenvolver o
conhecimento de nossos próprios problemas e
aprofundar nossa relação com o mundo.
http://zonacurva.com.br/o-pais-da-politica/

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Em recente publicação pude notar que
grande parcela da população está
“enlouquecida” com a possibilidade de ter
como Presidente da República um senhor de
nome Jair Bolsonaro, Deputado Federal
pela 6ª vez, representante do eleitor no Estado
do Rio de Janeiro, filiado ao Partido
Progressista.
[...] Declarações assim são bastante
“conclusivas” e “inteligentes” quando nos
recordamos de Sarney; Collor, que apesar de
ter sofrido impeachment retornou por cima,
como Senador; Lula e Dilma que também
foram reeleitos; Paulo Maluf que sempre
retorna das “cinzas” e tantos outros (“malas
biscas”) que se perpetuam no poder por este
Brasil afora.

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VOCÊ SABE O QUE É PRESIDENCIALISMO DE COALIZÃO?
Como dito anteriormente, já escrevemos sobre o presidencialismo de coalizão antes,
mas vamos fazer um apanhado geral sobre os conceitos e definições desse arranjo. O
termo presidencialismo de coalizão foi criado pelo cientista político Sérgio
Abranches, em 1988, e significa o ato de fechar acordos e fazer alianças entre
partidos políticos forças políticas em busca de um objetivo específico. Para o
professor Adriano Codato, esses acordos entre partidos são, normalmente, com a
finalidade de ocupar cargos em um governo. Na mesma linha, o professor Antônio
Carlos Pojo do Rego, o presidencialismo de coalizão nada mais é do que a forma com
a qual o Poder Executivo conduz a administração pública, distribuindo postos
administrativos em busca de apoio político e a formação de uma maioria
parlamentar. Nesse sentindo, podemos compreender que para que um governo consiga
colocar em prática sua agenda governamental, se faz necessário criar uma base de
sustentação, de apoio, no poder Legislativo.

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Dos 594 parlamentares eleitos em 2010, 273 são empresários (246 deputados e 27 senadores),
160 compõem a bancada ruralista (142 deputados e 18 senadores), 73 são da bancada
evangélica (três senadores e 70 deputados), e apenas 72 parlamentares (64 deputados e oito
senadores) são considerados representantes dos trabalhadores, da bancada sindical. A sub-
representação atinge também as mulheres, que representam apenas 9% dos 513 deputados e
12,3% em um universo de 81 senadores. Isso, sem mencionar a presença ínfima de negros,
homossexuais e indígenas no parlamento.
http://www.pad.org.br/content/para-mudar-o-pa-s-reforma-pol-tica-precisa-ir-muito-al-m-da-mudan-do-sistema-eleitoral
“Queremos uma reforma política que vá muito além da simples mudança do sistema
eleitoral. Precisamos de uma reforma do poder, de como se exerce o poder, de quem exerce o
poder, em nome de quem se exerce o poder e quais os mecanismos que se tem de controlar o
poder”, disse o membro do colegiado de gestão do Instituto de Estudos Socioeconômicos
(Inesc), José Antônio Moroni*. A fala foi feita durante o debate Reforma Política – o que temos a ver com isso? –
promovido pela FLD e o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs no Brasil (Conic), no dia 10 de outubro, em Porto Alegre (RS). Além
de convidados, participaram do debate o presidente do Conic, Dom Manoel João Francisco (ICAR), o 1º vice-presidente, Dom
Francisco de Assis da Silva (IEAB), o tesoureiro, pastor sinodal do Sínodo Nordeste Gaúcho, Altemir Labes (IECLB), e a secretária
geral, pastora Romi Márcia Bencke (IECLB).
É urgente ampliar os espaços de participação cidadã e dos sujeitos políticos. “Deveríamos estar
discutindo a democracia representativa, combinado com a democracia participativa e
direta”, afirmou Moroni. “Precisamos de um novo modelo de democracia.”

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“O termo “envelhecimento ativo” foi
adotado pela Organização Mundial da
Saúde no final dos anos 90. Procura
transmitir uma mensagem mais
abrangente do que “envelhecimento
saudável”, e reconhecer, além dos
cuidados com a saúde, outros fatores que
afetam o modo como os indivíduos e as
populações envelhecem” (Kalache e
Kickbusch, 1997).
Segundo a Organização Pan-Americana
da Saúde – Opas – OMS “Até 2025 o
Brasil será o sexto país do mundo em
número de idosos.

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O movimento Nova Cara da Terceira
Idade convoca a sociedade para
repensar a imagem dos maiores de 60
anos.
Segundo a PNAD (Pesquisa Nacional por
Amostra de Domicílio), foi constatado que
as pessoas com mais de 60 anos arcam
com, pelo menos, metade da despesa
familiar em 53% dos domicílios brasileiros.
E esses percentuais vão se elevando na
medida em que os idosos sejam de
classes mais modestas, tornando-se
primordiais no sustento da família. Ainda,
segundo a pesquisa, 81% se declararam
independentes para as tarefas cotidianas e
64%, que costumam viajar. Ou seja, todos
são consumidores ativos.

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Diferença de regras entre Benefícios assistenciais (LOAS)
homens e mulheres Idosos ou deficientes de baixa renda têm
Hoje, as mulheres podem se aposentar direito a um benefício assistencial mesmo sem
antes dos homens (com cinco anos a nunca terem contribuído, o que é considerado
menos). O governo pretende reduzir essa injusto com os demais que contribuem. A ideia é
diferença de forma gradual, unificando em 65 desvincular este benefício da política de reajuste
anos a idade mínima para todos. A nova do salário mínimo, que permite ganhos reais. Os
regra vai afetar mulheres com até 45 anos. benefícios seriam reajustados só pela inflação.
No caso dos homens, o corte é de 50 anos.
Tempo mínimo de contribuição
Deve subir dos atuais 15 anos para 25 anos

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Principais pontos da Reforma da Previdência
Regras de transição
O governo quer que a regra de transição dure 15 anos para que os efeitos da reforma das contas da Previdência sejam mais rápidos. Quem for
enquadrado na regra de transição (com 50 anos ou mais) poderá se aposentar dentro das regras atuais, mas pagará um pedágio de até 50%
para requerer o benefício. Se faltarem dez anos para a aposentadoria, a pessoa deverá trabalhar mais cinco, ou seja 15 anos.
Idade mínima
No setor privado, os trabalhadores se aposentam com pouco mais de 50 anos, assim que completam o tempo de contribuição (35 anos,
homens e 30 anos, mulheres). O governo quer fixar idade mínima de 65 anos, podendo chegar aos 70 para novas gerações. No funcionalismo,
já há idade mínima (de 60 anos, homens e 55 anos, mulheres).
Diferença de regras entre homens e mulheres
As mulheres podem se aposentar antes dos homens (com cinco anos a menos). O governo pretende reduzir essa diferença de forma gradual.
Com isso, elas deverão levar mais de 15 anos para se igualar aos homens.
Pensão
A pensão por morte, que é integral, deve ser reduzida para 60%, mais 10% por dependente, para todos os segurados (INSS e serviço público).
Trabalhadores rurais
Considerados segurados especiais, os trabalhadores das áreas rurais podem se aposentar por idade (60 anos homens e 55, mulheres),
bastando apenas comprovação da atividade no campo. O governo quer que esse segmento também passe a contribuir para o regime, ainda
que em condições mais facilitadas. A idade também vai subir.
Desvinculação do piso da Previdência do salário mínimo
O governo pretende desvincular o reajuste do salário mínimo (que permite ganhos reais) do piso previdenciário, o que exerce forte impacto nas
contas do INSS. Mas, o assunto é polêmico e ainda não há definição se proposta de mudança será enviada ao Congresso junto à reforma da
Previdência.

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"Nem a juventude sabe o que pode, nem a
velhice pode o que sabe.“
José Saramago

"Assim como os picos cobertos de neve são


bonitos, os cabelos brancos de velhice
também, tem sua beleza. Não apenas
beleza, mas sabedoria também, de que
nenhum jovem pode se vangloriar.“

Osho – ou Chandra Mohan Jain

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Método APAC
Depois de tanto descrever sobre realidade do atual Sistema Penitenciário, o qual se mostra
totalmente ineficiente e falido, trazendo-nos insegurança e incertezas de um futuro harmônico,
traremos à luz algo de inteiramente novo, inusitado e revolucionário, em se tratando de
humanização da pena e efetiva recuperação do preso. Em 1972, um grupo de quinze pessoas
preocupou-se com o grave problema das prisões na cidade de São José dos Campos (SP) e
passou a pesquisar a situação em nível nacional. Inúmeras entrevistas feitas nos presídios, como
o de Humaitá mostram a este grupo a certeza de que seria necessário uma mudança urgente no
sistema. Em 1974, o juiz da Vara de Execuções Criminais da comarca, Dr. Sílvio Marques Neto,
considerando a necessidade de ofertar novas vagas para o crescente número de detentos, tomou
a decisão ousada de transferir a gerência do presídio de Humaitá para aquela equipe, a qual
instituiu a APAC – Associação de Proteção e Assistência aos Condenados, entidade jurídica,
sem fins lucrativos, com o objetivo de recuperar o preso através de um método de valorização
humana, protegendo a sociedade e promovendo a justiça. A APAC aceitou a tarefa de
reformar a prisão de Humaitá e dirigi-la, com o apoio da comunidade, sem praticamente nenhum
ônus para o Estado (incumbido apenas da alimentação e do pagamento da luz e da água),
dispensando a figura do policial e do carcereiro.

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SISTEMA PENITENCIÁRIO

Estado terceirizou segurança interna do presídio e o acompanhamento médico e jurídico dos presos.

Paraná exporta modelo de gestão privada


O modelo de gestão privada de presídios, que surgiu em 1999 no Paraná e está
sob questionamento na Justiça, começa a se difundir para outros Estados.
O consórcio que criou o sistema na PIG (Penitenciária Industrial de
Guarapuava), o Humanitas Administração Prisional Privada, foi contratado há
dois meses para gerir a Penitenciária Industrial Regional do Cariri, em Juazeiro
do Norte (CE). Acre, Tocantins, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul estudam
adotar o modelo.
A gestão no Paraná começou em novembro de 1999, a partir de iniciativa do
governo estadual. A PIG hoje oferece aos internos a possibilidade de estudar e
de trabalhar em um galpão de móveis instalado por uma empresa privada dentro
do presídio.

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