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NOVO MAIS EDUCAÇÃO

2017

LÍNGUA PORTUGUESA

Caderno
Ensino Fundamental 1
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Nome do mediador(a)

Caro (a) Professor (a),


você está participando do Programa Novo Mais Educação como Mediador de Aprendizagem.
O seu trabalho é muito importante para o sucesso da aprendizagem dos estudantes. Por isso,
queremos conhecer um pouco sobre os seus conhecimentos em Língua Portuguesa.
Responda com calma, procurando não deixar nenhuma resposta em branco.
Bom teste!

NOVO MAIS EDUCAÇÃO

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Leia o texto abaixo.

A menina corajosa

Esta história aconteceu com a minha bisavó paterna e foi contada pela filha dela, que é
minha avó. Quando criança, minha bisavó morava num sítio. Seu pai sustentava a família
trabalhando na roça. Todos os dias, ela ia levar comida para o pai no roçado, um lugar longe
de casa. Sua cachorrinha sempre ia com ela.
5 Um dia, quando levava a marmita para o pai, andando bem tranquila pela trilheira, num
lugar onde a mata era fechada, viu que a cachorrinha começou a choramingar e a se enrolar
nas próprias pernas. A menina percebeu que alguma coisa estranha estava acontecendo.
Olhou para os lados e viu uma onça bem grande, com o bote armado, a ponto de pular do
capinzeiro em cima dela.
10 No que viu a onça, a menina ficou encarando a danada. Pouco a pouco, sempre olhando
para o bicho, ela foi se afastando para trás sem se virar. Quando pegou uma boa distância,
a menina correu em disparada até se sentir segura.
Quando chegou em casa, estava sem voz. Depois de muito tempo é que conseguiu falar.
Os homens da fazenda pegaram as armas e foram procurar a onça. Mas não a encontraram.
15 Minha bisavó foi muito corajosa, porque na hora em que ela viu a onça, conseguiu
lembrar do que o povo dizia: “Onça não ataca de frente, porque tem medo do rosto da
pessoa. Quem quiser se ver livre dela basta encarar a danada e não lhe dar as costas”.
TOMAZ, Cristina Macedo. De boca em boca. São Paulo: Salesiana, 2002. (P050102A9_SUP)

01) (P050106A9) A menina corajosa dessa história era


A) a própria narradora.
B) avó da narradora.
C) bisavó da narradora.
D) filha da narradora.

Leia o texto abaixo.

O jornal do mundo
Na Roma antiga, as informações eram escritas à mão em placas brancas

As primeiras informações impressas não tinham o formato do jornal que conhecemos hoje,
nem vinham divididas em seções, colunas ou eram ilustradas. As primeiras fotografias em jornal
são de 1880. O jornal passou por uma longa revolução e só chegou à era moderna com a prensa,
inventada por Johannes Gutemberg, em 1447. A história da mídia impressa tem início com a Acta
Diurna, uma espécie de ancestral do jornal. Surgiu em Roma, cerca de 59 a.C., e a ideia veio
de Júlio César, que precisou informar as pessoas, em diferentes cidades, sobre os importantes
acontecimentos sociais e políticos.
As Actas eram escritas em grandes placas brancas e expostas em lugares públicos e
populares. Assim, a população ficava sabendo sobre os escândalos no governo, campanhas
militares, julgamentos e execuções.
Correio Braziliense. Leio e escrevo meu futuro. Caderno Especial. Fragmento. (P090031B1_SUP)

02) (P090031B1) O assunto desse texto é


A) a invenção da prensa por Gutemberg.
B) a história das informações impressas.
C) as informações escritas em placas.
D) as primeiras fotografias em jornal.
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Leia o texto abaixo.

O porquinho e o rato na gangorra

“Vamos brincar na gangorra!”, sugeriu o porquinho. “Ótimo”, respondeu o rato. Eles


pegaram um tronco comprido de árvore e colocaram-no sobre uma pedra. Então, cada um
sentou-se sobre uma das pontas. Mas o peso do porquinho fazia com que sua ponta ficasse
para baixo e o rato podia fazer o que quisesse, sua ponta sempre ficava no ar. “seu lado é
5 pesado demais”, disse ele finalmente. “Então vamos trocar de lado”, sugeriu o porquinho.
E assim fizeram, mas novamente o porquinho ficava sentado embaixo e, por mais que
tentasse, o lado do rato ficava no alto. “Porquinho, você é pesado demais”, constatou
finalmente o rato. Ele chamou um cachorro que ficou junto dele, mas o porquinho continuava
embaixo. Juntaram-se a eles então o gato, o coelho, o pato e a galinha, ficando um sobre as
10 costas do outro, mas o porquinho continuava embaixo. “Seu lado é mais pesado!”, disse o
rato. Finalmente chegaram ainda o galo, o ouriço e o pombo e todos ficaram sobre o outro
no lado do rato. Até que enfim o tronco baixou no lado do ratinho e lentamente o porquinho
começou a subir.
“Agora ambos os lados têm o mesmo peso!”, exclamou o rato. E então começou uma
15 alegre brincadeira de sobe e desce.
Uma história para cada dia do ano. Ed. Brasileitura. p. 16. (P050385ES_SUP)

03) (P050385ES) Os personagens principais dessa história são


A) o gato e o coelho.
B) o pato e o porquinho.
C) o porquinho e o rato.
D) o rato e o galo.

Leia o texto abaixo.

A GAZETA Vitória (ES), quarta-feira, 23 fev. 2011, caderno 2. p.4. (P091045ES_SUP)

04) (P091163ES) No primeiro quadrinho desse texto, a expressão facial da personagem revela
A) confiança.
B) desespero.
C) dúvida.
D) segurança.

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Leia o texto abaixo.

Qual a origem da expressão “pagar mico”?

Ela vem do baralho infantil Jogo do Mico fabricado no Brasil desde a década de 1950. No
jogo, as cartas têm figuras de animais e o jogador tem que formar pares com o macho e a
fêmea de cada espécie. Mas, no baralho, o mico não tem par. Quem termina com a carta na
mão perde – ou seja, paga o mico. Mas cuidado para não levar gato por lebre e confundir mico
com pato. O “pagar o pato” vem da obra Le Facetiae, do italiano Giovanni Bracciolini, de 1450.
O texto fala de um camponês que vendia patos. Uma mulher queria negociar o preço da ave
com encontros entre ela e o vendedor. [...]
BARBOSA, Kleyson. Mundo Estranho. mar. 2010, p. 50. Fragmento. (P050371B1_SUP)

05) (P050372B1) No trecho “... com encontros entre ela e o vendedor.”, a palavra “ela” substitui
A) fêmea.
B) lebre.
C) mulher.
D) ave.

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Leia o texto abaixo.

Tormento não tem idade

– Meu filho, aquele seu amigo, o Jorge, telefonou.


– O que é que ele queria?
– Convidou você para dormir na casa dele, amanhã.
– E o que é que você disse?
– Disse que não sabia, mas achava que você iria aceitar o convite.
– Fez mal, mamãe. Você sabe que odeio dormir fora de casa.
– Mas meu filho, o Jorge gosta tanto de você...
– Eu sei que ele gosta de mim. Mas eu não sou obrigado a dormir na casa dele por causa
disso, sou?
– Claro que não. Mas...
– Mas o que, mamãe?
– Bem, quem decide é você. Mas, que seria bom você dormir lá, seria.
– Ah, é? E por quê?
– Bem, em primeiro lugar, o Jorge tem um quarto novo de hóspedes e queria estrear com você.
Ele disse que é um quarto muito lindo. Tem até a TV a cabo.
– Eu não gosto de tevê.
[...]
– Eu faço a maleta para você, meu filho. Eu arrumo suas coisas direitinho. Você vai ver.
– Não, mamãe. Não insista, por favor. Você está me atormentando com isso. Bem, deixe eu
lhe lembrar uma coisa, para terminar com essa discussão: amanhã eu não vou a lugar nenhum.
Sabe por que, mamãe? Amanhã é meu aniversário. Você esqueceu?
– Esqueci mesmo. Desculpe, filho.
– Pois é. Amanhã estou fazendo 50 anos. E acho que quem faz 50 anos tem o direito de passar
a noite com sua mãe, não é verdade?
SCLIAR, Moacyr. Folha de São Paulo, 3 set. 2001, p. C2.

06) (P090294A8) O trecho dessa narrativa que explica o que resolveu o problema é
A) “– Ah, é? E por quê?”.
B) “– Eu não gosto de tevê.”.
C) “– Amanhã é meu aniversário.”.
D) “– Esqueci mesmo. Desculpe, filho.”.

Leia o texto abaixo.

Universidade Monstros

Mike Wazowski (Billy Crystal) e James P. Sullivan (John Goodman) são uma dupla inseparável
em Monstros S.A., mas nem sempre foi assim. Quando se conheceram na universidade, os
dois jovens monstros se detestavam, com Mike sendo um sujeito estudioso, mas não muito
assustador, e Sulley surgindo como o cara popular e arrogante, graças ao talento inerente para o
susto. Após um incidente durante um teste, os dois são obrigados a participar da mesma equipe
na olimpíada dos sustos. A equipe, por sinal, é formada por uma série de monstros desajustados,
para o desespero de Sulley, acostumado a conviver com os caras mais populares da escola.
Disponível em: <http://migre.me/fVsoR>. Acesso em: 2 set. 2013. (P090148F5_SUP)

07) (P090148F5) Nesse texto, um exemplo de linguagem informal é:


A) “... os dois jovens monstros se detestavam,...”.
B) “... um sujeito estudioso, mas não muito assustador,...”.
C) “... graças ao talento inerente para o susto.”.
D) “... conviver com os caras mais populares da escola.”.
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Leia o texto abaixo.

Historinhas de duas páginas, n. 5, maio 2010. p. 42-43. (P051007ES_SUP)

08) (P051007ES) No último quadrinho, o ponto de interrogação no trecho “... eu conheço ocê?” indica
A) irritação.
B) espanto.
C) empolgação.
D) decepção.

09) (P051009ES) No primeiro quadrinho, o menino


A) está curioso.
B) leva um susto.
C) sente dor.
D) sente medo.

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Leia o texto abaixo.

Má digestão

Um homem vai ao médico reclamando de fortes dores de estômago.


O médico pergunta:
– O que é que você acha que pode ter causado este problema?
O homem responde:
5 – Acho que foi o meu almoço de ontem.
O médico pergunta:
– O que você comeu?
– Ostras.
– E de que cor elas estavam quando você as abriu? – perguntou o médico.
10 O homem olhou para o médico, assustado, e respondeu:
– Era pra abrir?
Disponível em: <http://criancas.uol.com.br/piadas/piadas_variados.jhtm>. Acesso em: 12 ago. 2007. (P08335SI_SUP)

10) (P08335SI) O humor desse texto se estabelece em:


A) “O médico pergunta:”. ( . 2)
B) “– Acho que foi o meu almoço de ontem.”. ( . 5)
C) “– O que você comeu?”. ( . 7)
D) “– Era pra abrir?”. ( . 11)

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Leia o texto abaixo.

OVO FRITO

A Páscoa é do chocolate, o Natal é do panetone, o brigadeiro é do aniversário, o bacalhau


é da Semana Santa, a pizza é do sábado, o churrasco do domingo... e o ovo frito? É de que
dia? Nenhum, em especial. Por causa dessa injustiça, o ovo frito vivia revoltado: por que
ele, nutritivo, barato e fácil de fazer, não tinha um dia só dele?
5 Assim, foi instituído o Dia do Ovo Frito: todas as segundas-feiras, dia em que geralmente
a geladeira está vazia e a mãe não tem tempo para cozinhar.
Como isso acontece em várias partes do mundo, reunidas num Congresso internacional
sobre ovo frito, as autoridades decidiram criar o Dia Mundial do Ovo Frito, que é o dia em
que todas as pessoas do planeta comem o ovo frito em homenagem ao ovo frito.
10 Nesse dia, governadores, prefeitos, mães e professoras fazem discursos enaltecendo
o ovo frito. Todos participam da festa, menos as galinhas, que ficam do lado de fora
protestando com faixas, cartazes e megafones:
– CÓ-CÓ-CÓ-CÓ-CÓ!
FRATE, Diléia. Histórias para acordar. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2006. p.21. (P050445ES_SUP)

11) (P050445ES) De acordo com esse texto, quem fica de fora da festa?
A) As galinhas.
B) As professoras.
C) Os governadores.
D) Os prefeitos.

12) (P050049ES) Segundo esse texto, quem estava revoltado por não ter um dia especial?
A) Bacalhau.
B) Brigadeiro.
C) Ovo frito.
D) Panetone.

Leia o texto abaixo.

Disponível em: <http://www.turmadamonica.com.br>. Acesso em: 04 mar. 2011. (AL0387MG_SUP)

13) (P090807EX) O efeito de humor desse texto está na


A) confissão que o menino faz à professora.
B) expressão da professora no 2º quadrinho.
C) pergunta feita à professora.
D) resposta dada ao aluno.
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Leia o texto abaixo.

Junta, separa e guarda

Papai e mamãe me contaram que vamos morar em outra casa. Vamos mudar de casa,
de rua e de cidade. Mamãe me deu uma grande caixa azul e disse:
– Junte seus brinquedos mais queridos nesta caixa.
Depois, ela me disse:
5 – Esta caixa vermelha é para guardar os brinquedos menos queridos.
Quando eu já estava quase acabando, mamãe chegou com uma caixa verde.
– A caixa verde é para separar os sapatos que não cabem mais nos seus pés.
Depois, mamãe trouxe outras caixas coloridas para as roupas, para os chapéus, para os
joguinhos, para os carrinhos e para minha coleção de figurinhas.
10 De repente, eu me lembrei das outras coisas que queria levar.
– Como vou guardar aquilo tudo que ainda falta?
– Mamãe, como vou levar o cantinho atrás da porta onde gosto de brincar?
– E o desenho que fiz no muro do jardim?
– E aquele buraquinho na porta da cozinha?
DIAS, Vera Lúcia. Junta, separa e guarda. São Paulo: Callis, 2010. Fragmento. (P051044RJ_SUP)

14) (P051044RJ) No trecho “– E o desenho que fiz no muro do jardim?”, a interrogação indica
A) curiosidade.
B) dúvida.
C) irritação.
D) tristeza.

Leia o texto abaixo.

Tradução simultânea

Sou professor de inglês em Taiwan e tenho uma colaboradora chinesa que traduz quando os
alunos não entendem o que digo. No início de cada semestre, conto piadas para que os calouros
se sintam à vontade. Para saber se entendiam bem, perguntei à minha colaboradora se traduzia
palavra por palavra, ou apenas o sentido geral.
– Bem, na verdade, não entendo suas piadas – respondeu ela –, então peço aos alunos que riam.
Crook, Steven. Taiwan. Seleções Reader’s Digest. ago. 2010. p. 42. (P070131C2_SUP)

15) (P070132C2) No trecho “No início de cada semestre, conto piadas para que os calouros se sintam à
vontade.”, a expressão destacada indica circunstância de
A) afirmação.
B) intensidade.
C) lugar.
D) tempo.

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Leia o texto abaixo.

O mar

O mar está sempre em movimento para não sair do lugar. Se o mar saísse do lugar teriam que
mudar os mapas. Se o mar ficasse parado, ele escorreria para cima das cidades e apagaria os
vulcões. A água sobe quando o sol a evapora. O sal da água do mar não evapora. Quando chove
sobre o mar, a água recupera o sal que havia deixado ali com o resto das águas. Há tanta água na
água quanto a água evaporada que há no ar. Há tanta água salgada como lágrima dentro do mar.
Quando a água doce do rio chega, ela deixa de ser doce porque o mar é bem maior e quando
requebra na praia é bonito. E tem gente que morre de sede no meio do mar.
ANTUNES, Arnaldo. Na onda dos versos. São Paulo: Ática, 2003. p. 55. (P050870ES_SUP). Fragmento.

16) (P050874ES) O trecho “... como lágrima dentro do mar...” estabelece uma ideia de
A) causa.
B) comparação.
C) lugar.
D) modo.

17) (P050872ES) A água do rio deixa de ser doce porque


A) o mar sai do lugar.
B) o sal do mar evapora.
C) o mar é bem maior.
D) mar quebra na praia.

Leia o texto abaixo.

SOUSA, Maurício de. As melhores tiras – Cascão. São Paulo: Globo, 2006. (P050374ES_SUP)

18) (P050374ES) No segundo quadrinho, Cebolinha demonstra estar


A) entusiasmado.
B) pensativo.
C) satisfeito.
D) surpreso.

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Leia o texto abaixo.

Disponível em: <http://migre.me/ii8NB>. Acesso em: 12 mar. 2013. (P070109F5_SUP)

19) (P070109F5) Qual é a finalidade desse texto?


A) Dar uma informação.
B) Ensinar uma tarefa.
C) Fazer um convite.
D) Relatar um fato.
Leia o texto abaixo.

Medo é o maior barato!


Às vezes a gente tem tanto medo que fica durinho e nem consegue se mexer! Isso nunca
aconteceu com você? Não vai dizer que nunca ficou com medo?!
Eu não acredito em quem diz que nunca teve medo. Eu acho que medo é importante,
porque ajuda a tomar cuidado e tudo. [...]
5 Mas o mais legal do medo é que ele pode ser divertido! É! Você nunca ficou ouvindo
histórias que dão medo? Meu tio Antônio é superbom em contar histórias assim.
Por exemplo: ele mora no interior e, outro dia, jurou pra mim que viu um chupa-cabra!
Chupa-cabra seria assim como um lobisomem que ataca os animais das fazendas por aí.
Ele disse que era bem de noite e estava no pasto, procurando um boi que tinha sumido.
10 Quando uma nuvem escondeu a luz da Lua, ele deu de cara com um monstro peludo e
cheio de dentes afiados! Era o chupa-cabra, e estava até com soluço!
O meu tio achou que era porque o monstro tinha jantado o boi dele. Meu tio não perguntou
nada, deu um grito e saiu correndo!
Eu não sei se chupa-cabra existe, mas fiquei superligado na história do tio! Aprendi que
15 o medo pode ser o maior barato!
BONASSI, Fernando. Disponível em: <http://www1.uol.com.br/criancas/conto/fn280601.htm>. Acesso em: 5 jul. 2009. (P090544A9_SUP)

20) (P090544A9) Em relação à história contada pelo tio, há uma opinião em:
A) “Ele disse que era bem de noite e estava no pasto,...”. (ℓ. 9)
B) “... ele deu de cara com um monstro peludo...”. (ℓ. 10)
C) “Meu tio não perguntou nada, deu um grito...”. (ℓ. 12-13)
D) “Aprendi que o medo pode ser o maior barato!”. (ℓ. 14-15)
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