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Plataforma LightPad i1600G

160-channel DWDM Multiservice System

Guia de Referência Técnico

V4.1.201203.1A
Plataforma LightPad i1600G 160-channel DWDM Multiservice System
Guia de Referência Técnico

Versão Guia V4.1.201203.1A


Versão V4.1
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Padtec S.A.
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GUIA DE REFERÊNCIA TÉCNICO
Plataforma LightPad i1600G
Versão 4.1

V4.1.201203.1A Padtec S.A. iv


V4.1.201203.1A Padtec S.A. v
Índice

1. Introdução ......................................................................................................................................................... 1-1


1.1. Estrutura do Guia ..................................................................................................................................... 1-1

2. Características da Plataforma LightPad i1600G ............................................................................................... 2-1


2.1. Principais Características ......................................................................................................................... 2-1

3. Arquiteturas e Aplicações em Rede .................................................................................................................. 3-1


3.1. Topologias de Rede Suportadas .............................................................................................................. 3-1

3.2. Configuração dos Equipamentos DWDM da Padtec ............................................................................... 3-2

3.3. Mecanismos de Proteção Óptica na Plataforma LightPad i1600G .......................................................... 3-9

4. Descrição Funcional do Sistema DWDM da Padtec ...................................................................................... 4-10


4.1. Considerações Iniciais ........................................................................................................................... 4-10

4.2. Estruturas da Plataforma LightPad i1600G: Transmissão, Supervisão e Miscelânea ........................... 4-10

4.3. Estrutura de Transmissão ...................................................................................................................... 4-11

4.4. Estrutura de Supervisão & Gerência ...................................................................................................... 4-24

4.5. Estrutura de Miscelânea ......................................................................................................................... 4-32

5. Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec .............................................................. 5-1


5.1. Transponder Terminal 2,5 Gb/s G.709 FEC Bidirecional ......................................................................... 5-4

5.2. Combiner 2,5 Gb/s G.709 FEC Bidirecional............................................................................................. 5-6

5.3. Transponder Terminal 10 Gb/s G.709 FEC Bidirecional .......................................................................... 5-8

5.4. Transponder Regenerador 10 Gb/s G.709 FEC Bidirecional ................................................................. 5-11

5.5. Transponder 8,5 Gb/s Fibre Channel FEC Bidirecional ......................................................................... 5-14

5.6. Muxponder 10 Gb/s - 4 x STM-16 G.709 FEC Bidirecional ................................................................... 5-16

5.7. Combiner 10 Gb/s - 8 x Multiprotocolo G.709 FEC Bidirecional ............................................................ 5-18

5.8. Combiner 10 Gb/s - 2 x 4 Gb/s Fibre Channel G.709 FEC Bidirecional ................................................ 5-20

5.9. Combiner 10 Gb/s ODU-XC G.709 ........................................................................................................ 5-22

5.10. Transponder Terminal 40 Gb/s G.709 Bidirecional (TT400-9x) ............................................................. 5-24

5.11. Transponder Regenerador 40 Gb/s G.709 Bidirecional (TR400-9x)...................................................... 5-26

5.12. Muxponder 40 Gb/s G.709 Bidirecional (TM400-9x) .............................................................................. 5-28

5.13. Transponder 3R Medidor de Taxa Bidirecional ...................................................................................... 5-30

5.14. Transponder 3R Multi Taxa Bidirecional ................................................................................................ 5-33

5.15. Transponder 2R Multi Taxa Fibre Channel Bidirecional ......................................................................... 5-35

5.16. Transponder 2R Bidirecional .................................................................................................................. 5-37

5.17. Sub-bastidor de Transponders e Amplificadores (4U) ........................................................................... 5-39

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5.18. Multiplexador/Demultiplexador Óptico DWDM ....................................................................................... 5-40

5.19. Multiplexador/Demultiplexador Óptico DWDM com Atenuador Variável ............................................... 5-42

5.20. Módulo Integrado Multiplexador, Demultiplexador e Supervisory Channel Mux / Demux (SCMD) ....... 5-44

5.21. Módulo Integrado Multiplexador com VOA, Demultiplexador e Supervisory Channel Mux / Demux
(SCMD)................................................................................................................................................................ 5-46

5.22. Optical Add and Drop Multiplexer (OADM) ............................................................................................ 5-48

5.23. Reconfigurable Optical Add and Drop Multiplexer (ROADM)................................................................. 5-50

5.24. ROADM WSS (Reconfigurable Optical Add and Drop Multiplexer - Wavelength Selectable Switch) ... 5-51

5.25. Sub-bastidor 14U.................................................................................................................................... 5-52

5.26. Amplificadores Ópticos........................................................................................................................... 5-54

5.27. Pré-Amplificador ..................................................................................................................................... 5-55

5.28. Amplificador Booster de 17 ou 21 dBm .................................................................................................. 5-58

5.29. Amplificador Booster de 24 dBm ............................................................................................................ 5-61

5.30. Amplificador de Linha de 17 dBm .......................................................................................................... 5-64

5.31. Amplificador de Linha de 21 dBm .......................................................................................................... 5-67

5.32. Amplificador de Linha de 24 dBm .......................................................................................................... 5-70

5.33. Pré-Amplificador Raman +28 dBm ......................................................................................................... 5-73

5.34. Pré-Amplificador Raman +30 dBm ......................................................................................................... 5-76

5.35. Amplificador Óptico com Bombeio Remoto (RPU – Remote Pump Unit) .............................................. 5-79

5.36. Sub-bastidor de Amplificadores ............................................................................................................. 5-82

5.37. Chave Óptica de Proteção Unidirecional (Altura 1U e 4U) .................................................................... 5-83

5.38. Chave Óptica de Proteção Bidirecional .................................................................................................. 5-86

5.39. Módulo Compensador de Dispersão – DCM.......................................................................................... 5-87

5.40. Fibra Compensadora de Dispersão – DCF ............................................................................................ 5-88

5.41. Unidade Modular de Fibra Compensadora de Dispersão – DCFM........................................................ 5-89

5.42. Módulo Compensador de PMD – PMDC ............................................................................................... 5-91

5.43. Optical Interleaver .................................................................................................................................. 5-92

5.44. Supervisor de Transponder/WSS Pai .................................................................................................... 5-93

5.45. Supervisor Filho Gerenciado de Transponder ....................................................................................... 5-94

5.46. Supervisor de Amplificadores ................................................................................................................. 5-95

5.47. Supervisor de Amplificadores (com interface Ethernet) ......................................................................... 5-96

5.48. OCM (Optical Channel Monitoring) ........................................................................................................ 5-97

5.49. Supervisory Channel Mux / Demux (SCMD) .......................................................................................... 5-98

5.50. Unidades de Canal de Supervisão Terminal e Cliente ......................................................................... 5-100

5.51. Unidade de Canal de Supervisão Fast Ethernet .................................................................................. 5-102

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5.52. Shelf House Keeping – SHK ................................................................................................................ 5-103

5.53. MOSA – Módulo OSA (Optical Spectrum Analyzer) ............................................................................. 5-104

5.54. Unidade de Canal de Voz (VoIP) ......................................................................................................... 5-106

5.55. Protected Power Module (PPM) – Distribuidor de Alimentação ........................................................... 5-107

5.56. Main Power Module (MPM) – Distribuidor de Alimentação .................................................................. 5-108

5.57. Distribuidor de Alimentação (Miscelâneas Sub-bastidor de produtos 9U) ........................................... 5-109

5.58. Módulo de Ventilação Gerenciado – FAN GR ...................................................................................... 5-110

5.59. Módulo de Ventilação Gerenciado – FAN G8 ...................................................................................... 5-111

5.60. Módulo de Ventilação Gerenciado – FAN 10 (Miscelâneas Sub-bastidor de produtos 9U)................. 5-112

5.61. Bandeja de Acomodação ..................................................................................................................... 5-113

5.62. Defletor de Ar ....................................................................................................................................... 5-115

5.63. Bastidor Equipamento DWDM ............................................................................................................. 5-117

6. Descrição Física do Sistema ............................................................................................................................ 6-1


6.1. Considerações Iniciais ............................................................................................................................. 6-1

6.2. Características Gerais .............................................................................................................................. 6-1

6.3. Montagem do Bastidor ............................................................................................................................. 6-2

6.4. Exemplo de Configuração do Sistema ..................................................................................................... 6-3

7. Expansão da Capacidade do Sistema DWDM da Padtec ................................................................................ 7-1


7.1. Considerações Iniciais ............................................................................................................................. 7-1

7.2. Alternativas para Expansão Modular........................................................................................................ 7-1

8. Normas de Segurança e Etiquetas ................................................................................................................... 8-1


8.1. Primeiros Socorros para Choques Elétricos ............................................................................................ 8-1

8.2. Respiração Artificial .................................................................................................................................. 8-1

8.3. Tratamento de Queimaduras ................................................................................................................... 8-1

8.4. Método de Respiração Boca a Boca ........................................................................................................ 8-2

8.5. Normas de Segurança – Regras gerais ................................................................................................... 8-4

8.6. Etiquetas Indicadoras de Perigo, Proibição e Comando .......................................................................... 8-5

9. Abreviaturas, Acrônimos e Referências ............................................................................................................ 9-1


9.1. Abreviaturas de Acrônimos ...................................................................................................................... 9-1

9.2. Referências .............................................................................................................................................. 9-4

Anexo A. Compatibilidade de Unidades de Supervisão ......................................................................................... 1


Anexo B. Compatibilidade com Unidades de Refrigeração Térmica ..................................................................... 1
Anexo C. Descrição de Cabos e Pinagem ............................................................................................................. 1
Anexo D. Transceivers SFP/XFP Homologados para Produtos Padtec ................................................................ 1
Anexo E. Índice Remissivo ..................................................................................................................................... 1

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Capítulo 1: Introdução

1. Introdução
A Plataforma LightPad i1600G da Padtec suporta sistemas CWDM (Coarse Wavelength
Division Multiplexing), DWDM (Dense Wavelength Division Multiplexing) e híbridos (CWDM
mais DWDM). Este Guia de Referência Técnico da Plataforma LightPad i1600G refere-se às
características da Plataforma LightPad i1600G, ou seja, aplica-se a sistemas DWDM e híbridos
(DWDM mais CWDM). A capacidade máxima desta plataforma é de 160 canais multiplexados
em um sistema DWDM (80 canais na banda C e 80 canais na banda L, com capacidade de até
10 Gb/s ou 40 Gb/s por canal).

1.1. Estrutura do Guia


Capítulo 2: Características da Plataforma LightPad i1600G

Apresenta resumidamente as principais características da Plataforma LightPad i1600G, com


destaque à capacidade de integração das tecnologias CWDM e DWDM em uma mesma
plataforma de transporte óptico.

Capítulo 3: Arquiteturas e Aplicações em Rede

O sistema DWDM da Padtec aplica-se a topologias de rede ponto-a-ponto, barramento e em


anel. O equipamento DWDM da Padtec suporta as configurações Terminal e Terminal de Anel
e pode também incorporar módulos ativos (ROADM – Reconfigurable Optical Add and Drop
Multiplexer) ou passivos (OADM) de derivação e inserção de canais ópticos. São apresentadas
também várias arquiteturas de proteção utilizando o Sistema Óptico de Proteção da Plataforma
LightPad i1600G.

Capítulo 4: Descrição Funcional do Sistema DWDM

O sistema DWDM da Padtec pode ser separado em três estruturas complementares: estrutura
de transmissão, estrutura de gerência e estrutura de miscelânea. Neste capítulo é feita a
descrição funcional do sistema DWDM da Padtec, incluindo tanto os equipamentos Terminal e
Terminal de Anel quanto todas as unidades que os compõem.

Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades

São apresentadas em detalhes as especificações técnicas de todas as unidades que compõem


a Plataforma LightPad i1600G.

Capítulo 6: Descrição Física dos Equipamentos

Este capítulo mostra como os equipamentos da Plataforma LightPad i1600G são compostos
mecanicamente. Para as duas configurações suportadas, Terminal e Terminal de Anel, é
passada uma regra de composição de bastidor (rack), indicando o correto posicionamento das
unidades e Sub-bastidores que compõem o equipamento.

Capítulo 7: Expansão da Capacidade da Plataforma LightPad i1600G

Neste capítulo são apresentadas às alternativas de expansão da Plataforma LightPad i1600G


através da conexão em cascata de módulos de multiplexação e demultiplexação. São
apresentadas não só as alternativas de expansão do sistema DWDM, mas também a
possibilidade de expansão da Plataforma LightPad i1600G de um sistema puramente CWDM
para um sistema híbrido CWDM mais DWDM.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 1-1


Capítulo 1: Introdução

Capítulo 8: Normas de Segurança

São apresentadas normas de segurança aplicáveis a sistemas ópticos de transporte segundo


padronização internacional.

Capítulo 9: Abreviaturas, Acrônimos e Referências

Contém todas as abreviaturas e acrônimos contidos no Guia bem como todos os documentos
referenciados.

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Capítulo 2: Características da Plataforma LightPad i1600G

2. Características da Plataforma LightPad i1600G


Sistemas WDM (Wavelength Division Multiplexing), ou sistemas de multiplexação por divisão de
comprimento de onda, são sistemas de comunicação óptica que compartilham uma mesma
fibra entre diferentes fontes de luz ou portadoras ópticas. Esta técnica permite a transmissão de
vários comprimentos de onda na mesma fibra, levando à otimização da capacidade de
transmissão da fibra.

Normalmente a transmissão de múltiplas portadoras ópticas se dá em regime linear de


operação, no qual a transmissão na fibra óptica é descrita por suas características de
atenuação e dispersão.

Em regime não linear, onde as penalidades ocorrem em situações de elevada potência e se


acentuam nas condições de baixa dispersão, o uso de sistemas WDM pode sofrer penalidades
tão severas que eventualmente inviabilizam a transmissão.

A Plataforma LightPad i1600G é um sistema de comunicação óptica WDM desenvolvido e


produzido pela Padtec S.A. Este sistema é projetado para alto desempenho em regime linear e
alta tolerância ao regime não linear, permitindo elevados níveis de potência mesmo nas
condições mais desfavoráveis de baixa dispersão. Desta forma pode operar em qualquer tipo
de fibra óptica de acordo com as recomendações ITU-T G.652, G.653 e G.655. Tais fibras
devem estar de acordo com as recomendações ITU-T G.650.1 e G.650.2.

A Plataforma LightPad i1600G pode ser usada tanto em redes de longa distância quanto em
redes metropolitanas. A separação entre canais ópticos pode ser de 200 GHz, 100 ou 50 GHz
(ITU-T G.694.1), chamados, nesta condição, de sistemas DWDM (Dense WDM), ou de 20 nm
entre canais (ITU-T G.694.2), quando são chamados de sistemas CWDM (Coarse WDM).

Integra as tecnologias DWDM e CWDM em um único sistema de transmissão óptico,


compartilhando a mesma gerência de rede e utilizando a mesma estrutura mecânica.

Segue um breve descritivo das principais características da Plataforma LightPad i1600G.

2.1. Principais Características


 Integra as Tecnologias CWDM e DWDM, permitindo uma implantação inicial com um
número menor de canais ópticos CWDM em topologias ponto-a-ponto ou anel. Sua
capacidade pode ser expandida, sem interrupção de serviço, até 160 canais ópticos
DWDM (80 canais na banda C e 80 canais na banda L, com capacidade de até 10 Gb/s
ou 40 Gb/s por canal).

 Aplicável em redes de acesso, metropolitana e de longa distância, suportando as


configurações Terminal, Terminal de Anel e OADM. Os OADMs fixos são oferecidos
para derivação / inserção de qualquer número de canais ópticos para sistemas uni e
bidirecionais, sendo úteis na composição de redes de acesso. São disponíveis também
OADMs de banda, ou seja, que fazem a derivação e inserção de um subconjunto de
comprimentos de onda multiplexados. Incorpora também OADMs reconfiguráveis
(ROADM – Reconfigurable Optical Add and Drop Multiplex), os quais derivam canais
ópticos configuráveis pelo sistema de Gerência.

 Suporta funcionalidades da OTN (Optical Transport Network), implementando uma


estrutura de quadro conforme especificada nas recomendações ITU-T G.709, G.871,
G.872, G.873.1 e G.874 para sinais STM-16 e STM-64. Tais funcionalidades

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Capítulo 2: Características da Plataforma LightPad i1600G

incorporam várias facilidades de gerenciamento de falha e desempenho bem como


código corretor de erro (FEC – Forward Error Correction).

 Para aplicações metropolitanas e de longa distância, a incorpora amplificadores


ópticos EDFA (Erbium Doped Fiber Amplifier) nas configurações booster e pré.
Especificamente para aplicações de longa distância pode incorporar amplificador EDFA
de linha e amplificador Raman. Os amplificadores ópticos a fibra dopada com Érbio
incorporam funcionalidades de Controle Automático de Ganho.

 Seu sistema óptico de proteção atua no evento de falha do sinal (perda do sinal
óptico) ou de degradação do sinal (sinal óptico com potência degradada), com tempo
de comutação sempre inferior a 15 ms, suportando três arquiteturas:

o Proteção de fibra óptica: todo o tráfego transportado pela fibra óptica é


protegido. Aplicável a topologia de rede ponto-a-ponto com diversidade de rota
entre as fibras principais e de proteção.

o Proteção de canal óptico, ou de OSNC – Optical SubNetwork Connection: cada


canal óptico pode ser protegido individualmente. Aplicável a qualquer topologia
de rede (ponto-a-ponto, barramento, anel), podendo atravessar várias
topologias de redes distintas.

o Proteção canal óptico e de transponder: cada canal óptico é gerado por dois
transponders distintos. Nesta arquitetura de proteção são necessários dois
conjuntos de multiplexadores e demultiplexadores ópticos. Aplicável a qualquer
topologia de rede (ponto-a-ponto, barramento, anel), podendo atravessar
várias topologias de redes distintas.

 Transparente, compatível com qualquer interface digital óptica em taxas de 2 Mb/s até
40 Gb/s e qualquer protocolo (SDH ITU-T G.803, ATM, Ethernet, ESCON, FICON, etc),
introduzindo uma latência extremamente baixa no sinal óptico transportado.

 O sistema de gerência da Plataforma LightPad i1600G permite o gerenciamento de


cada um dos canais ópticos transmitidos através de um canal de supervisão óptico, que
pode ser acessado em cada local da rede óptica. Todas as unidades ativas que
compõem o sistema DWDM/CWDM são controladas por um elemento de rede gateway
(GNE) que se comunica internamente com as unidades com um protocolo proprietário e
com o centro da gerência através do SNMP. Os algoritmos usados pelo sistema de
gerência são armazenados em uma unidade de processamento principal, que pode
trabalhar redundantemente no modo mestre-escravo, e está localizada no centro de
gerência. O sistema de gerência usa o Linux como sistema operacional e o TCP/IP
como plataforma de transporte. A interação com pessoal de operação é muito
amigável, sendo totalmente gráfica.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 2-2


Capítulo 4: Descrição Funcional do Sistema DWDM da Padtec

3. Arquiteturas e Aplicações em Rede


O objetivo deste capítulo é abordar aplicações sistêmicas da Plataforma LightPad i1600G. Não
serão detalhados aspectos de especificação técnica dos equipamentos e módulos envolvidos
nas soluções apresentadas. Este detalhamento será feito em capítulos posteriores. Serão
abordados os seguintes aspectos:

 Topologias de redes atendidas pela plataforma.

 Configurações de equipamentos aplicáveis às diversas topologias.

 Arquiteturas de proteção óptica.

Todos os exemplos apresentados consideram sistemas ópticos unidirecionais, ou seja, que


utilizam uma fibra óptica na direção de transmissão leste-oeste e outra fibra óptica na direção
de transmissão oeste-leste. No entanto, a Plataforma LightPad i1600G suporta tanto operação
unidirecional quanto bidirecional.

A Plataforma DWDM da Padtec está de acordo com as recomendações ITU-T G.696.1, G.697
e G.698.1 (além de outras mencionadas neste Guia).

3.1. Topologias de Rede Suportadas


O sistema DWDM da Padtec aplica-se a topologias de redes lineares – ponto-a-ponto e
barramento – e redes em anel.

Uma topologia ponto-a-ponto possui apenas duas estações finais (terminais) que acessam
(derivam e inserem) todos os canais ópticos. Entre as estações finais pode haver estações
repetidoras com a função de amplificar opticamente o sinal óptico multiplexado, sem acessar
nenhum canal óptico. Nestas estações repetidoras estão presentes módulos gerenciados de
amplificação óptica de linha. Em termos de máxima distância de enlaces mono e multispan, a
Plataforma LightPad i1600G atende à norma G.692 do ITU-T. A figura a seguir ilustra uma
topologia ponto-a-ponto com duas estações repetidoras.

Topologia ponto-a-ponto com estações repetidoras

Uma topologia em barramento possui duas estações finais em que todos os canais ópticos
são terminados e estações intermediárias que acessam (derivam e inserem) alguns canais
ópticos. Eventualmente, entre as estações intermediárias pode haver estações repetidoras com
amplificadores ópticos de linha gerenciados. A figura a seguir ilustra uma topologia em
barramento com duas estações intermediárias e uma estação repetidora.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 3-1


Capítulo 4: Descrição Funcional do Sistema DWDM da Padtec

Topologia em barramento com duas estações intermediárias

Uma topologia em anel possui um conjunto de estações em anel que se comunicam através
de duas rotas alternativas, uma no sentido horário e a outra no sentido anti-horário. Algumas
estações em anel podem terminar todos os canais ópticos – exemplo típico de anéis
metropolitanos onde todo o tráfego destina-se a uma estação concentradora – e outras podem
acessar apenas alguns canais ópticos. Em topologias em anel de grandes perímetros podem
ser necessárias estações repetidoras para prover a amplificação óptica do sinal multiplexado. A
figura a seguir ilustra um exemplo de topologia em anel, com 5 estações em anel e uma
estação repetidora.

Topologia em anel com 5 estações

3.2. Configuração dos Equipamentos DWDM da Padtec


Para atender às estações que acessam canais ópticos, as seguintes configurações são
suportadas pelos equipamentos DWDM da Padtec: Terminal, Terminal de Anel e OADM Fixo
e Reconfigurável. As estações repetidoras são atendidas através de módulos gerenciados de
amplificação óptica de linha, integrantes da plataforma DWDM da Padtec.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 3-2


Capítulo 4: Descrição Funcional do Sistema DWDM da Padtec

3.2.1. Configuração Terminal


A configuração Terminal é utilizada em estações onde todos os canais ópticos devam ser
terminados e o sinal óptico multiplexado é enviado para apenas um sentido de transmissão –
leste ou oeste. Este é tipicamente o caso de estações finais de topologias ponto-a-ponto e em
barramento. A figura a seguir ilustra um exemplo de configuração Terminal.

Equipamento da configuração Terminal

Na figura anterior o equipamento na configuração Terminal possui apenas um par de


mux/demux. Dependendo da arquitetura de proteção utilizada (ver item 3.4) mais de um par de
mux/demux pode ser necessário. Também é possível a conexão em cascata de até dois
conjuntos mux/demux para a expansão granular da plataforma DWDM (ver Capítulo 7). Possui
também amplificadores ópticos de potência (transmissão) e de pré-amplificação (recepção).
Estes módulos de amplificação óptica são opcionais e podem ser usados dependendo das
características do enlace óptico. Um canal óptico de supervisão, operando no comprimento de
onda de 1510 nm, é inserido logo após o amplificador óptico de potência e retirado
imediatamente antes do pré-amplificador. Todas as informações de gerência coletadas
localmente bem como comandos de configuração emitidos pela gerência centralizada de rede
são transmitidas através deste canal óptico de supervisão. Opcionalmente o equipamento pode
se comunicar com a gerência de rede centralizada através de uma DCN (Data Communication
Network).

3.2.2. Configuração Terminal de Anel


Já a configuração Terminal de Anel aplica-se às estações intermediárias em uma topologia
barramento e a todas as estações de uma topologia em anel. Nesta configuração, os canais
ópticos podem ser:

 Acessados (derivados e inseridos) localmente.

 Passantes ou expressos, ou seja, entram no sinal multiplexado de leste e saem pelo


sinal multiplexado de oeste.

Em um equipamento Terminal de Anel os canais ópticos expressos podem estar bastante


atenuados ou com a relação sinal/ruído degrada devido ao acúmulo de ruído gerado por
amplificadores ópticos presentes em suas rotas. Deste modo, pode ser necessário à
regeneração destes canais. Esta regeneração pode ser feita no sinal óptico multiplexado,
através do uso de amplificadores ópticos, ou individualmente para cada um dos canais através

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 3-3


Capítulo 4: Descrição Funcional do Sistema DWDM da Padtec

do uso de Transponders 2R (Re-amplificação e Re-formatação) ou 3R (Re-amplificação, Re-


formatação e Re-temporização). A figura a seguir ilustra um equipamento na configuração
Terminal de Anel.

Equipamento na configuração Terminal de Anel

Na figura anterior o equipamento na configuração Terminal de Anel possui apenas um par de


mux/demux para cada direção de transmissão (um par para a direção leste e um par para a
direção oeste). Dependendo da arquitetura de proteção utilizada (ver item 3.4) mais de um par
de mux/demux pode ser necessário. Também é possível a conexão em cascata de conjuntos
mux/demux para a expansão granular da plataforma DWDM (ver Capítulo 7). O equipamento
possui também amplificadores ópticos de potência (transmissão) e de pré-amplificação
(recepção). Estes módulos de amplificação óptica são opcionais e podem ser usados
dependendo das características do enlace óptico. O canal óptico de supervisão é inserido logo
após os amplificadores ópticos de potência e retirado imediatamente antes dos pré-
amplificadores. Toda a informação de gerência envida através do canal de supervisão do lado
leste é enviada também através do canal de supervisão do lado oeste. Esta configuração em
anel para o canal óptico de supervisão aumenta a confiabilidade do sistema de gerência de
rede, que se torna imune a uma falha simples de arco do anel. Todas as informações de
gerência coletadas localmente bem como comandos de configuração emitidos pela gerência
centralizada de rede são transmitidas através deste canal óptico de supervisão. Opcionalmente
o equipamento pode se comunicar com a gerência de rede centralizada através de uma DCN
(Data Communication Network).

O equipamento Terminal de Anel é um OADM de alta capacidade, podendo acessar localmente


todos os canais ópticos que chegam dos lados esquerdo e direito. O número de canais ópticos
acessados localmente pode ser reconfigurado, podendo crescer com o aumento de tráfego
local.

3.2.3. Configuração OADM Fixos


Além das duas configurações de equipamentos já citadas, a Plataforma DWDM da Padtec
suporta equipamento na configuração OADM para derivação e inserção de qualquer número de
comprimentos de onda. Ou seja, estas unidades podem ser totalmente customizadas para
melhor atender aos requisitos técnicos do sistema DWDM. A matriz de derivação e inserção é
fixa, ou seja, tanto os canais passantes quanto os canais acessados localmente não podem ser
alterados.

Os OADMs podem estar na configuração Single Homing (SH) ou Dual Homing (DH).

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 3-4


Capítulo 4: Descrição Funcional do Sistema DWDM da Padtec

O OADM SH acessa (retira e insere) os canais ópticos apenas de um lado de transmissão:


leste ou oeste. Já o OADM DH acessa os canais ópticos dos dois lados de transmissão: leste e
oeste. A figura a seguir ilustra as configurações SH e DH de OADMs para uma rede com
topologia em barramento, onde o OADM está na estação intermediária.

Configurações de OADMs

No exemplo da figura anterior são utilizados OADMs SH e DH de um canal. Há também


OADMs SH e DH disponíveis para sistema ópticos bidirecionais. Além dos canais DWDM, o
canal óptico de supervisão também pode ser acessado pelos OADMs, apesar de não aparecer
na referida Figura.

Os OADMs fixos são uma alternativa de baixo custo bastante interessante para as topologias
de rede em barramento e em anel, quando existem estações com um número pequeno de
canais ópticos derivados e inseridos. Além disso, os OADMs acarretam uma baixa perda de
inserção aos sinais ópticos passantes (canais expressos).

Uma alternativa de OADM oferecida pela Padtec são os OADMs de banda. Estas unidades
permitem a derivação e inserção de subconjuntos (bundles) de comprimentos de onda
consecutivos, suportando também as configurações Single Homing e Dual Homing. Os OADMs
de banda aplicam-se a sistemas unidirecionais ou bidirecionais e são produzidos segundo
necessidades específicas da rede do cliente. OADMs de banda podem ser usados como
componentes importantes em topologias de rede em estrela, hub e árvore, como ilustram as
Figuras a seguir.

Exemplo de topologia em estrela com OADM de banda

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Capítulo 4: Descrição Funcional do Sistema DWDM da Padtec

Exemplo de topologia em hub com OADM de banda

Exemplo de topologia em árvore com OADM de banda

3.2.4. Configuração ROADM


A crescente demanda por serviços broadband, vídeo on-demand e não-interrupção de tráfego
está direcionando o desenvolvimento das redes DWDM em suas aplicações metropolitanas e
de acesso. Para se obter escalabilidade e capacidade nos nós de rede, com custo efetivo,
funcionalidades como adição e extração de canais em nós estratégicos da rede são
mandatórias. Os ROADMs disponibilizam um mecanismo automático para adicionar capacidade
às redes, de maneira flexível e sem a necessidade de interromper o serviço para upgrades
baseados no empilhamento de sistemas. Os ROADMs possibilitam aos administradores da
rede selecionar, via software de gerência, quais canais DWDM serão adicionados ou extraídos
em um determinado nó de rede além de permitir proteção de canal óptico em redes em anel. O
ROADM é uma solução de networking inteligente para provedores de serviço em redes
regionais e metropolitanas que demandam por dinamismo e flexibilidade.

A Padtec oferece duas soluções de ROADM para redes com distintas densidades de
interconexão. O ROADM Grau 2 é adequado para topologias em anel e o ROADM Grau 5 para
topologias em malha.

3.2.4.1. Novas demandas de redes, conceito WSS e descrição funcional


A Plataforma LightPad está alinhada com os requisitos das novas gerações de redes ópticas de
longo alcance e metropolitanas. As principais características destas redes são:

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 3-6


Capítulo 4: Descrição Funcional do Sistema DWDM da Padtec

Redes Long-Haul e Ultra Long-Haul:

 Maiores distâncias sem regeneração Óptico-Elétrico-Óptico.

 Possibilidade de cascata de amplificadores ópticos.

 Funcionalidade de correção de erro.

 Rotas redundantes com recuperação a falhas em menos de 50ms.

Redes Ópticas Metropolitanas:

 Distâncias curtas e médias, em geral até 200 km.

 Baixo custo de conectividade para diversos tipos de serviços.

 Possibilidade de agregação de sub-lambda.

 Provisionamento rápido (bandwidth on demand).

 Flexibilidade para suportar mudanças no perfil do tráfego.

 Suporte a ASON/GMPLS (LMP, OSPF-TE e RSVP-TE) para estabelecimento


automático de conexões ópticas e descoberta da topologia da rede.

Plataforma LightPad – Evolução das redes metropolitanas

Com o intuito de atender as características de flexibilidade destas topologias, a Padtec


disponibiliza a solução ROADM WSS, capaz de adicionar (add) ou extrair (drop) canais, além
de permitir configurá-los como passagem para qualquer nó presente no WSS. Este ROADM foi
desenvolvido com uma arquitetura modular permitindo operar como Grau 2 e podendo evoluir,
grau a grau, até Grau 5, sendo adequado para topologias de redes em malha. Em cada nó, os

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 3-7


Capítulo 4: Descrição Funcional do Sistema DWDM da Padtec

ROADMs WSS da Plataforma LightPad i1600G são capazes de adicionar e derivar 40/80
canais (banda C e banda L), remotamente, através das funcionalidades de configuração no
sistema de gerência. Além da característica citada anteriormente, o ROADM WSS também
suporta ASON/GMPLS (LMP, OSPF-TE e RSVP-TE).

A tecnologia WSS foi empregada no ROADM Grau 5 e o seu princípio de funcionamento é


ilustrado na figura abaixo. A partir de “N” portas WDM de entrada, o WSS permite que qualquer
comprimento de onda, independente da porta de entrada, seja bloqueado ou encaminhado para
a porta de saída.

Ilustração do princípio do ROADM WSS

O Grau do ROADM é função do número de módulos WSS utilizados no chassi. Cada módulo
corresponde a um grau. Desta forma, a solução de ROADM da Padtec é flexível para se
adequar a diversas topologias em malha com custo eficiente. A figura a seguir ilustra uma
topologia de rede onde ROADMs de diversos graus são utilizados.

Rede malha com ROADM

Conforme citado anteriormente, o ROADM WSS possui suporte à ASON/GMPLS. O plano de


controle ASON/GMPLS habilita a Plataforma LightPad i1600G para suportar características
avançadas como o aprovisionamento de serviços fim-a-fim, re-roteamento, restauração de
caminhos ópticos e descoberta automática de topologia e recursos, tornando a plataforma plug-
and-play.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 3-8


Capítulo 4: Descrição Funcional do Sistema DWDM da Padtec

A maior facilidade no gerenciamento da rede e aprovisionamento de caminhos ópticos viabiliza


diminuição de OPEX, tornando a operação da rede mais ágil.

O plano de controle permite que a proteção da rede seja mais efetiva, permitindo a combinação
de proteção com restauração de caminhos ópticos, atendendo a diferentes demandas dos
serviços.

Algoritmos avançados de RWA (Routing and Wavelength Assignment) permitem a otimização


na alocação de recursos na rede, permitindo a criação de rotas disjuntas para caminho principal
e proteção, através da definição de SRLGs (Shared Risk Link Groups). Tais algoritmos utilizam
informações disseminadas automaticamente através do protocolo OSPF-TE.

Através da gerência da Plataforma LightPad i1600G, as seguintes opções para criação de


caminhos ópticos estão disponíveis:

 Rota explícita e comprimento de onda definidos.

 Apenas rota explícita definida.

 Apenas comprimento de onda definido.

 Nenhum parâmetro definido (RWA automático).

 Criação de caminhos ópticos disjuntos (principal e proteção).

O Plano de controle ASON/GMPLS da Plataforma LightPad i1600G é baseado nos protocolos


LMP, RSVP-TE e OSPF-TE, e é constantemente atualizado de acordo com a evolução das
normas dos grupos de trabalho CCAMP e WSON do IETF, e normas aplicáveis do ITU-T.

3.3. Mecanismos de Proteção Óptica na Plataforma LightPad i1600G


Este item apresenta os mecanismos de proteção óptica atualmente disponíveis na Plataforma
DWDM da Padtec, que pode integrar a tecnologia CWDM.

Há três alternativas de proteção disponíveis, todas operando na camada óptica e, portanto,


transparentes à taxa de modulação usada:

 Proteção de fibra.

 Proteção de canal óptico sem proteção de equipamento;

 Proteção de canal óptico com proteção de equipamento.

Os três mecanismos trabalham na configuração 1+1 e possuem as mesmas características de


operação. Variam apenas quanto ao nível de atuação: a proteção de fibra atua sobre o sinal
óptico multiplexado e as proteções de canais ópticos atuam sobre cada canal óptico
individualmente.

Além dos mecanismos de proteção citados acima, a Plataforma LightPad i1600G também
permite uma alternativa para prover a proteção de rota e de falha de unidades transponders:

 Proteção 1+1 ODP, também conhecida como “Y-cable protection”.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 3-9


Capítulo 4: Descrição Funcional do Sistema DWDM da Padtec

4. Descrição Funcional do Sistema DWDM da Padtec

4.1. Considerações Iniciais


Este capítulo apresenta a descrição funcional do sistema DWDM da Padtec. É apresentada a
descrição funcional para exemplos de equipamentos na configuração Terminal e Terminal de
Anel, incluindo todas as suas unidades, de modo que se possa ter uma noção do
funcionamento da Plataforma LightPad i1600G.

4.2. Estruturas da Plataforma LightPad i1600G: Transmissão, Supervisão e


Miscelânea
O Sistema DWDM da Padtec pode ser divido em três estruturas complementares:

 A Estrutura de Transmissão é a que agrupa as partes do sistema envolvidas


diretamente na comunicação óptica entre estações. Fazem parte desta estrutura os
Transponders, os Mux/Demuxs, os Amplificadores Ópticos, os Compensadores de
Dispersão, etc.

 A Estrutura de Supervisão é a que agrupa as partes responsáveis pela supervisão, local


ou remota, do sistema e de suas unidades. Fazem parte desta estrutura os
Supervisores, os Canais Ópticos de Supervisão, os gerenciadores de infra-estrutura
(Shelf House Keeping – SHK), bem como equipamentos auxiliares, tais como Hubs,
Switches, Modems, etc.

 A Estrutura de Miscelânea agrupa as partes da infra-estrutura do sistema como os


Bastidores, Fontes de Alimentação, Ventiladores, Bandejas de acomodação de
cordões, etc.

Estas três estruturas serão descritas separadamente para equipamentos na configuração


Terminal e Terminal de Anel.

A figura a seguir ilustra um exemplo de sistema DWDM em barramento que utiliza


equipamentos da Plataforma LightPad i1600G na configuração Terminal e Terminal de Anel.
Este sistema, que será utilizado na descrição funcional, possui as seguintes características:

 Todos os trechos das ligações entre as estações possuem um enlace de proteção além
do enlace principal.

 As estações 1 e 3 estão ligadas à DCN (Data Communication Network) da empresa


operadora de telecomunicações proprietária do sistema.

 Incorpora pré-amplificação Raman para prover ganho adicional aos enlaces ópticos.

 Opera com sistema óptico de proteção para o sinal óptico multiplexado entre as
estações 1 – 2 e 2 – 3.

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Capítulo 4: Descrição Funcional do Sistema DWDM da Padtec

Exemplo de Sistema DWDM em barramento

Para o sistema DWDM em barramento (conforme descreve a figura anterior) o sistema pode
ser equipado com um canal óptico utilizado somente para o tráfego de gerência entre as
estações Terminal de Anel e Terminal. Os equipamentos responsáveis pela geração do tráfego
do canal óptico de gerência são denominados de módulos de Canal de Supervisão Cliente
(colocados em uma estação Terminal de Anel) e Canal de Supervisão Terminal (colocado em
uma estação Terminal). Adicional ao canal de gerência, os módulos Canal de Supervisão
(Terminal ou Cliente) podem ser equipado com um canal de dados digital a 64 kb/s G.703 e um
canal de voz, de acordo com o modelo do produto. Nesta configuração do módulo Canal de
Supervisão, os dados G.703, da voz e gerência, são agrupados e transmitidos utilizando
apenas um canal óptico, fora da grade do sistema DWDM.

A seguir está descrita a lógica de operação dos módulos de Canal de Supervisão (Terminal e
Cliente) com a configuração completa do módulo (Gerência, voz e G.703).

4.3. Estrutura de Transmissão


4.3.1. Equipamento Terminal
A estrutura de transmissão do equipamento Terminal está mostrada na figura a seguir. Esta
figura inclui as unidades que constituem a estrutura de transmissão do equipamento bem como
os esquemas de interligações.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 4-11


Capítulo 4: Descrição Funcional do Sistema DWDM da Padtec

Estrutura de transmissão do equipamento Terminal

4.3.1.1. Interligações
No sentido de transmissão o equipamento é composto por um conjunto de transponders (um
transponder por canal óptico) ligados a um mux que por sua vez se liga a um amplificador
booster. A saída do booster vai para uma das entradas do SCM – Supervisory Channel
Multiplexer. Na outra entrada do SCM está o canal óptico de supervisão gerado pela unidade
CST – Canal de Supervisão Terminal – e sua saída conecta-se à entrada da chave óptica.
Apesar de fazer parte da estrutura de gerência do equipamento, a unidade CST é mostrada
aqui para que a noção de conjunto não seja perdida, uma vez que o canal óptico de supervisão
é transportado junto com os demais canais ópticos que transportam tráfego de clientes.

No sentido de recepção os sinais ópticos principal e de proteção recebidos do DGO ainda


multiplexados, são amplificados através do amplificador Raman. Os sinais de saída do
amplificador Raman, já sujeitos a um primeiro estágio de amplificação são direcionados para a
chave óptica, que pode realizar a comutação de proteção em caso de falha ou degradação do
sinal atualmente selecionado. A saída da chave óptica segue para a unidade SCD –
Supervisory Channel Demultiplexer, que tem a função de separar o canal óptico de
supervisão dos canais multiplexados e enviá-lo à unidade CST. A outra saída da unidade SCD
envia os canais ópticos para a entrada do pré-amplificador EDFA. Depois deste segundo
estágio de amplificação, os canais ópticos multiplexados seguem para a unidade demux, que
os separa e entrega aos seus respectivos equipamentos da camada cliente.

A seguir há uma breve descrição funcional de cada uma das unidades que constituem a
estrutura de transmissão do equipamento Terminal.

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Capítulo 4: Descrição Funcional do Sistema DWDM da Padtec

4.3.1.2. Transponder
Descrição Funcional: o Transponder converte um sinal óptico de entrada com comprimento de
onda (faixa de 760 a 860 nm ou 1250 a 1650 nm) modulado em intensidade em um sinal óptico
de saída na janela de 1550 nm, operando de acordo com a grade DWDM do ITU-T, rec.
G.694.1. Os sinais ópticos de saída gerados pelos Transponders são enviados a unidade
Multiplexador Óptico.

Exemplo de uso do Transponder e Representação Funcional: A figura mostra uma aplicação do


Transponder em um equipamento Terminal DWDM de 8 canais.

Representação funcional do Transponder

4.3.1.3. Modelos de Transponders


 Transponder Terminal 2,5 Gb/s G.709 FEC Bidirecional

O transponder envelopa e desenvelopa um sinal óptico STM-16 modulado em intensidade, tipo


NRZ, em um sinal OTU1 que modula uma portadora óptica na grade DWDM padronizada pela
recomendação ITU-T G.694.1.

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Capítulo 4: Descrição Funcional do Sistema DWDM da Padtec

 Combiner 2,5 Gb/s G.709 FEC Bidirecional

O módulo Combiner 2,5 Gb/s possui 2 interfaces clientes cujo tráfego é agregado para a
transmissão em uma interface OTU1.

 Transponder Terminal 10 Gb/s G.709 FEC Bidirecional

O transponder envelopa e desenvelopa um sinal óptico STM-16, STM-64 ou 10GE modulado


em intensidade, tipo NRZ, em um sinal OTU2 que modula uma portadora óptica na grade
DWDM padronizada pela recomendação ITU-T G.694.1.

 Transponder Regenerador 10 Gb/s G.709 FEC Bidirecional

Unidade que regenera o sinal óptico OTU2 modulado em intensidade, tipo NRZ, em um novo
sinal OTU2 que modula uma portadora óptica na grade DWDM padronizada pela
recomendação ITU-T G.694.1.

 Transponder 8,5 Gb/s Fibre Channel FEC Bidirecional

O transponder envelopa e desenvelopa um sinal óptico 8,5 Gb/s Fibre Channel em um sinal
OTU2 que modula uma portadora óptica na grade DWDM padronizada pela recomendação
ITU-T G.694.1.

 Muxponder 10Gb/s - 4 x STM-16 G.709 FEC Bidirecional

A unidade Muxponder permite a multiplexação/demultiplexação de 4 sinais ópticos assíncronos


STM-16 (2,5 Gb/s), modulados em intensidade, tipo NRZ, em um único sinal OTU2 (10,7 Gb/s)
que modula uma portadora óptica na grade DWDM padronizada pela rec. ITU-T G.694.1.

 Combiner 10 Gb/s - 8 x Multiprotocolo G.709 FEC Bidirecional

O módulo Combiner tem 8 interfaces clientes cujo tráfego é agregado para a transmissão em
uma interface OTU2. Cada interface cliente pode transportar sinais com os seguintes protocolos
e taxas de bit:

o Gigabit Ethernet (GbE) – 1,25 Gb/s

o ESCON – 200 Mb/s

o Fibre Channel (FC) / FICON – 1,0625 Gb/s

o 2G Fibre Channel (2G-FC) / 2G FICON – 2,125 Gb/s

Os protocolos 2G-FC e 2G-FICON ocupam, cada um, o equivalente a 2 dentre as 8 interfaces


clientes disponíveis. Os protocolos GbE, FC / FICON e ESCON ocupam, cada um, 1 dentre as
8 interfaces clientes disponíveis.

 Combiner 10 Gb/s - 2 x 4Gb/s Fibre Channel G.709 FEC Bidirecional

O módulo Combiner tem 2 interfaces clientes Fibre Channel/FICON cujo tráfego é agregado
para a transmissão em uma interface OTU2. Cada interface cliente pode transportar sinais com
os seguintes protocolos e taxas de bit:

o 2G Fibre Channel (4G-FC) / FICON – 4,250 Gb/s

 Combiner 10 Gb/s ODU-XC G.709

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Capítulo 4: Descrição Funcional do Sistema DWDM da Padtec

O módulo Combiner ODU-XC possui 8 interfaces clientes cujo tráfego é agregado para a
transmissão em duas interfaces OTU2. Cada interface cliente pode transportar sinais com os
seguintes protocolos e taxas de bit:

o Gigabit Ethernet (GbE) – 1,25 Gb/s

o Fast Ethernet – 100 Mb/s

o 1G Fibre Channel (1G FICON) – 1,065 Gb/s

o 2G Fibre Channel (2G FICON) – 2,125 Gb/s

o 4G Fibre Channel (4G FICON) – 4,25 Gb/s

o ESCON – 200 Mb/s

o STM-16 – 2,5 Gb/s

o STM-4 – 622 Mb/s

o STM-1 – 155 Mb/s

o HD-SDI – 1,485 Gb/s

o SDI/DVB-ASI (SMPTE 259M-C / 259M-B / 259M-D) – 270 Mb/s

 Transponder Terminal 40 Gb/s G.709 FEC Bidirecional (TT400-9x)

O transponder envelopa e desenvelopa um sinal óptico STM-256, 40 GbE ou OTU3 em um


sinal OTU3/OTU3e NRZ-DPSK ou RZ-DQPSK que modula uma portadora óptica na grade
DWDM padronizada pela recomendação ITU-T G.694.1.

 Transponder Regenerador 40 Gb/s G.709 FEC Bidirecional (TR400-9x)

Unidade que regenera o sinal óptico OTU3/OTU3e modulado em NRZ-DPSK ou RZ-DQPSK,


em um novo sinal OTU3/OTU3e que modula uma portadora óptica na grade DWDM
padronizada pela recomendação ITU-T G.694.1.

 Muxponder 40 Gb/s G.709 FEC Bidirecional (TM400-9x)

O Muxponder 40G realiza a multiplexação de 4 sinais ópticos STM-64, 10GbE LAN, 10GbE
WAN (auto-negociação não-aplicável), 8,5 G FC/FICON e OTU2/OTU2e em um sinal
OTU3/OTU3e NRZ-DPSK ou RZ-DQPSK que modula a portadora óptica dentro da grade
DWDM padronizada pelo ITU-T.

 Transponder 3R Medidor de Taxa Bidirecional

O Transponder 3R Medidor de Taxa Bidirecional converte um determinado sinal óptico de


entrada com comprimento de onda na faixa de 770 a 860 nm multimodo ou na faixa de 1250 a
1650 nm, dependendo do modelo, modulado em intensidade e com formato NRZ em um sinal
óptico de saída na janela de 1550 nm, operando na grade DWDM do ITU-T.

Este transponder é responsável pela regeneração, reformatação e retemporização (3R) do sinal


de entrada, além de ler e detectar a taxa de bits do sinal do cliente, reportando isto ao sistema
de gerência.

 Transponder 3R Multi Taxa Bidirecional

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Capítulo 4: Descrição Funcional do Sistema DWDM da Padtec

O Transponder 3R Medidor de Taxa Bidirecional converte um sinal óptico proveniente de um


módulo SFP em um sinal óptico de saída na janela de 1550 nm, operando na grade DWDM do
ITU-T.

Este transponder é responsável pela regeneração, reformatação e retemporização (3R) do


sinal, A interface de entrada é transparente à taxa (1 Gb/s a 10 Gb/s) e aceita os seguintes
protocolos:

o 1/10 Gigabit Ethernet (GbE)

o 1/2/4/8/10,5 Gb/s Fibre Channel

o 1/2/4/8/10,5 Gb/s FICON

o ISC2/ISC3

o Infiniband SDR e DDR

 Transponder 2R Multi Taxa Fibre Channel Bidirecional

O Transponder 2R Multi Taxa Fibre Channel converte um determinado sinal óptico de entrada
Fibre Channel em um sinal óptico de saída na janela de 1550 nm, operando na grade DWDM
do ITU-T. Aceita sinais ópticos de entrada Fibre Channel de 1 Gb/s à 8 Gb/s.

 Transponder 2R Bidirecional

O Transponder 2R converte um determinado sinal óptico de entrada em um sinal óptico de


saída na janela de 1550 nm, operando na grade DWDM do ITU-T. Aceita sinais ópticos de
entrada de 2 Mb/s a 2,5 Gb/s.

A figura a seguir ilustra uma aplicação do Transponder em dois equipamentos Terminais de 8


canais.

Representação funcional do Transponder

4.3.1.4. Multiplexador Óptico


Descrição Funcional

O Multiplexador Óptico ou Mux é um dispositivo que agrupa em uma única fibra óptica os sinais
ópticos com diferentes comprimentos de onda que chegam a sua entrada. Estes sinais de

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 4-16


Capítulo 4: Descrição Funcional do Sistema DWDM da Padtec

entrada são provenientes das unidades Transponder. O sinal de saída é denominado sinal
óptico multiplexado.

Representação Funcional e Exemplo de Uso do Multiplexador Óptico: A figura a seguir ilustra


um exemplo de aplicação de um mux de 8 canais ópticos.

Representação funcional do Multiplexador Óptico

4.3.1.5. Demultiplexador Óptico


Descrição Funcional

O Demultiplexer (demux) realiza função inversa ao mux. Recebe em sua entrada o sinal óptico
multiplexado e separa os vários canais ópticos que o compõem. Estes sinais ópticos de saída,
cada qual com um comprimento de onda distinto, são encaminhados para suas respectivas
fibras ópticas de saída.

Representação Funcional e Exemplo de Uso do Demultiplexador Óptico: A figura a seguir ilustra


um exemplo de aplicação de uma unidade demux.

Representação funcional do Demultiplexador Óptico

4.3.1.6. Amplificadores à Fibra Dopada com Érbio


Estes amplificadores utilizam alguns metros de fibra óptica dopada com Érbio como meio
gerador de ganho para o sinal óptico multiplexado. Há três possibilidades de se posicionar um
amplificador óptico a fibra dopada com Érbio em um sistema DWDM. Pode estar localizado
logo após a unidade Mux (amplificador de potência ou booster), imediatamente antes da

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 4-17


Capítulo 4: Descrição Funcional do Sistema DWDM da Padtec

unidade Demux (pré-amplificador) ou no meio do enlace óptico (amplificador de linha). Estes


três modelos de amplificadores ópticos são descritos a seguir.

Descrição / Função do Pré-Amplificador

O Pré-Amplificador a fibra dopada com Érbio constitui o último elemento ativo de amplificação
antes da demultiplexação dos canais de dados, estando localizado na recepção.

Representação Funcional e Exemplo de Uso do Pré-Amplificador

A figura a seguir ilustra um exemplo de aplicação de um pré-amplificador óptico em um sistema


DWDM.

Representação funcional do Pré-Amplificador

Descrição / Função do Amplificador de Potência (Booster)

O amplificador booster a fibra dopada com Érbio constitui o primeiro elemento de amplificação
de um enlace óptico. Localiza-se logo após a unidade de multiplexação sendo, portanto,
utilizado na transmissão.

Representação Funcional e Exemplo de Uso do Booster: A figura a seguir ilustra um exemplo


de aplicação de um amplificador óptico booster em um sistema DWDM de 8 canais.

Representação funcional do Amplificador Booster

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Capítulo 4: Descrição Funcional do Sistema DWDM da Padtec

Descrição / Função do Amplificador de Linha

O Amplificador de Linha a fibra dopada com Érbio é a unidade intermediária de amplificação no


enlace óptico. Localiza-se entre as unidades SCMD.

Representação Funcional e Exemplo de uso do Amplificador de Linha: A figura a seguir ilustra a


aplicação do amplificador óptico de Linha em um sistema DWDM de 8 canais.

Representação funcional do Amplificador de Linha

4.3.1.7. Amplificador Raman


Descrição Funcional

O pré-amplificador Raman normalmente se caracteriza como primeiro elemento da recepção,


localizado imediatamente antes da chave óptica (quando disponível), SCD (Supervisory
Channel Demultiplexer) e Pré-Amplificador a fibra dopada com Érbio. Realiza o primeiro estágio
de pré-amplificação do sinal proveniente do enlace óptico e aplica-se somente a enlaces de
muito alta perda. Diferentemente dos amplificadores a fibra dopada com Érbio, o efeito de
amplificação do Raman ocorre sobre a própria fibra do enlace óptico e a amplificação por canal
independe do número de canais.

Representação Funcional e Exemplo de Uso do Raman: A figura a seguir ilustra um exemplo de


aplicação do amplificador Raman como primeiro estágio de pré-amplificação de um sistema
DWDM.

Representação funcional do Amplificador Raman

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 4-19


Capítulo 4: Descrição Funcional do Sistema DWDM da Padtec

4.3.1.8. Sistema Óptico de Proteção


Descrição Funcional

O Sistema Óptico de Proteção ou Chave Óptica é um dispositivo utilizado para prover proteção
de rotas ópticas. Pode ser utilizado como proteção do sinal óptico multiplexado ou
individualmente para cada um dos canais ópticos. Comuta automaticamente do sinal principal
para o sinal de proteção ao detectar queda do nível da potência óptica recebida.

Representação Funcional e Exemplo de Uso da Chave Óptica: A figura a seguir ilustra um


exemplo da aplicação da Chave Óptica para proteção do sinal óptico multiplexado.

Representação funcional do Sistema Óptico de Proteção

4.3.1.9. Supervisory Channel MUX (SCM)


Descrição Funcional

Tem a função de multiplexar o canal óptico de supervisão, gerado pela unidade Canal de
Supervisão Terminal (CST) e transmitido no comprimento de onda de 1510 nm, com o sinal
óptico multiplexado.

Representação Funcional e Exemplo de Uso do SCM: A figura a seguir ilustra em exemplo de


aplicação do SCM em um sistema DWDM com amplificação óptica (booster) e com Chave
Óptica de proteção do sinal multiplexado.

Representação funcional do SCM

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Capítulo 4: Descrição Funcional do Sistema DWDM da Padtec

4.3.1.10. Supervisory Channel DEMUX (SCD)


Descrição Funcional

Esta unidade possui a função de separar o canal óptico de supervisão dos canais de dados. O
canal de supervisão é enviado à unidade CST e os canais ópticos multiplexados são enviados
ao amplificador Raman.

Representação Funcional e Exemplo de Uso do SCD: A figura a seguir ilustra em exemplo de


aplicação do SCD em um sistema DWDM com pré-amplificação óptica e com Chave Óptica de
proteção do sinal multiplexado.

Representação funcional do SCD

4.3.1.11. Módulo Compensador de Dispersão – DCM/DCF


Descrição Funcional

A função destas unidades é compensar o efeito dispersivo inserido nos dados transmitidos pela
fibra devido à dispersão cromática. Aplica-se em sistemas DWDM de longa distância, onde a
máxima dispersão tolerada pelas unidades Transponders é ultrapassada.

Representação Funcional e Exemplo de Uso do Módulo Compensador de Dispersão - DCM: A


figura a seguir ilustra um exemplo de aplicação de um DCM, posicionado entre o pré-
amplificador e a unidade demux.

Representação funcional do DCM

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 4-21


Capítulo 4: Descrição Funcional do Sistema DWDM da Padtec

4.3.1.12. Módulo Compensador de PMD – PMDC


Descrição Funcional

A função desta unidade é compensar o efeito de dispersão PMD (Polarization Mode


Dispersion). Aplica-se em sistemas DWDM de canais OTU3.

Representação Funcional e Exemplo de Uso do Módulo Compensador de PMD – PMDC: A


figura a seguir ilustra um exemplo de aplicação de um PMDC, posicionado anteriormente ao
Transponder.

Representação funcional do PMDC

4.3.2. Equipamento Terminal de Anel


O equipamento na configuração Terminal de Anel é usado nas estações intermediárias de uma
rede em barramento ou em anel. A figura a seguir ilustra um exemplo de estrutura de
transmissão do equipamento Terminal de Anel. Neste exemplo o equipamento Terminal de Anel
constitui-se em dois bastidores (racks), com um deles apontando para uma direção da rota
(bastidor 1: NORTE ou LESTE) e outro apontando para a outra direção (bastidor 2: SUL ou
OESTE). A quantidade de bastidores utilizados em um equipamento Terminal de Anel depende
das características do sistema: número de canais ópticos derivados e inseridos localmente,
número de canais ópticos passantes com necessidade de regeneração 3R, necessidade de
amplificadores ópticos, DCMs, etc.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 4-22


Capítulo 4: Descrição Funcional do Sistema DWDM da Padtec

Estrutura de transmissão do equipamento Terminal de Anel

4.3.2.1. Interligações
Bastidor 1:

No sentido de transmissão o equipamento é composto de um conjunto de transponders (um


transponder por canal óptico) ligados a um mux que por sua vez se liga a um amplificador
booster. Os canais ópticos multiplexados e amplificados pelo booster vão para uma das
entradas do SCM – Supervisory Channel Multiplexer – cuja saída está ligada à entrada de
um sistema óptico de proteção. Na outra entrada do SCM está o canal óptico de supervisão
gerado pelo CSC – Canal de Supervisão Cliente.

No sentido de recepção os sinais ópticos principal e de proteção recebidos do DGO ainda


multiplexados, são amplificados através do amplificador Raman. Os sinais de saída do
amplificador Raman, já sujeitos a um primeiro estágio de amplificação são direcionados para a
chave óptica, que pode realizar a comutação de proteção em caso de falha ou degradação do
sinal atualmente selecionado. A saída da chave óptica segue para a unidade SCD –
Supervisory Channel Demultiplexer, que tem a função de separar o canal óptico de
supervisão dos canais multiplexados e enviá-lo à unidade CSC. A outra saída da unidade SCD
envia os canais ópticos para a entrada do pré-amplificador EDFA. Depois deste segundo
estágio de amplificação, os canais ópticos multiplexados seguem para a unidade demux, que
os separa e entrega aos seus respectivos equipamentos da camada cliente.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 4-23


Capítulo 4: Descrição Funcional do Sistema DWDM da Padtec

Bastidor 2:

O esquema de interligações do Bastidor 2 é similar ao esquema de interligações do Bastidor 1


já apresentado. Deve ser ressaltado que os Bastidores 1 e 2 compartilham somente uma
unidade CSC.

4.3.2.2. Transponder
Descrição Funcional

Normalmente o modelo Transponder Regenerador é utilizado em equipamentos na


configuração Terminal de Anel e tem a função de regenerar individualmente cada um dos
canais ópticos passantes (canais expressos). Aceita sinais OTU2 e OTU3. Para sinais OTU1 ou
de 2,5 Gb/s é necessário utilizar 2 transponders na configuração back-to-back.

Representação Funcional e Exemplo de Uso do Transponder Regenerador: A figura a seguir


ilustra um exemplo de aplicação de Transponder Regenerador em um equipamento DWDM
Terminal de Anel com 8 canais ópticos passantes. Neste exemplo todos os canais são
passantes, não havendo derivação e inserção local de canais.

Representação funcional do Transponder Regenerador

As demais unidades que compõem a estrutura de transmissão do equipamento Terminal de


Anel são as mesmas já descritas para o equipamento Terminal.

4.4. Estrutura de Supervisão & Gerência

4.4.1. Equipamento Terminal


A estrutura de gerência do equipamento Terminal está mostrada na figura a seguir. Esta figura
inclui as unidades que constituem a estrutura de gerência do equipamento bem como os
esquemas de interligações com a estrutura de transmissão. As unidades de transmissão são as
mesmas mostradas anteriormente.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 4-24


Capítulo 4: Descrição Funcional do Sistema DWDM da Padtec

Estrutura de transmissão e gerência do equipamento Terminal

4.4.1.1. Interligações
O Supervisor de Transponders é um dispositivo fundamental dentro da arquitetura do sistema
DWDM da Padtec pelo fato de fazer a interligação entre a estrutura de gerência do
equipamento e a rede de dados da operadora (ou DCN), quando algum dos pontos de acesso a
esta rede se faz presente na estação. Existem dois modelos de Supervisor de Transponders,
diferentes física e funcionalmente: Supervisor de Transponders Pai e Supervisor de
Transponders Filho.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 4-25


Capítulo 4: Descrição Funcional do Sistema DWDM da Padtec

O Supervisor de Transponders Pai recebe e armazena as informações de todas as unidades


gerenciáveis do equipamento DWDM, podendo externá-las via Gerência Local, enviá-las a
outras estações via Canal de Supervisão ou enviá-las para a Gerência Central via DCN. A
palavra gerenciável deve ser entendida aqui como um atributo de toda parte do sistema capaz
de externar alguma informação (parâmetros ou alarmes) sobre sua condição operacional e / ou
receber comandos, independentemente da estrutura sistêmica a que pertença (transmissão,
gerência ou miscelânea).

O Supervisor de Transponders Pai se interliga, via conexão Ethernet (10BaseT), com a


seguinte parte da estrutura de gerência:

 Gerência Central, via DCN.

O Supervisor de Transponders Pai se interliga, via conexão serial RS-232, com as seguintes
partes da estrutura de gerência:

 Desktop ou notebook de Gerência Local.

 Supervisor de Amplificadores.

O Supervisor de Transponders Pai se interliga, via conexão serial RS-422, com a seguinte parte
da estrutura de gerência:

 Supervisor de Transponders Filho, quando a configuração do equipamento exigir, ou


seja, quando há mais de 10 transponders em um equipamento.

Interliga-se também, via interface serial que corre no cartão traseiro do Sub-bastidor de
transponders (que será visto no Capítulo 5), ao Canal de Supervisão (Terminal ou Cliente) que
também faz parte da estrutura de gerência, e aos Transponders, que são partes da estrutura de
transmissão.

O Supervisor de Transponders Filho, não presente no exemplo mostrado na figura anterior,


será visto na descrição da estrutura de gerência do equipamento Terminal de Anel.

O Supervisor de Amplificadores, embora possua apenas um tipo de implementação física,


pode trabalhar em 3 condições: Supervisor de Amplificadores, Supervisor de Amplificadores Pai
e Supervisor de Amplificadores Filho. Em qualquer um destes casos, sempre se liga aos
amplificadores via interface serial que corre no cartão traseiro do Sub-bastidor de
amplificadores a que pertencem.

A primeira condição de funcionamento só faz sentido se não houver Supervisor de


Amplificadores Filho na configuração do equipamento. Nesta condição o Supervisor de
Amplificadores se liga, obrigatoriamente, ao Supervisor de Transponders Pai, como visto
anteriormente, e pode se ligar à Chave Óptica no caso dela fazer parte da configuração do
equipamento, como mostra a figura anterior.

Na condição de Supervisor de Amplificadores Pai, irá se conectar ao Supervisor de


Transponders Pai e ao Supervisor de Amplificadores Filho. E por último, na condição de
Supervisor de Amplificadores Filho, irá se conectar ao Supervisor de Amplificadores Pai e à
Chave Óptica ou SHK, da mesma forma como visto na primeira condição de funcionamento.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 4-26


Capítulo 4: Descrição Funcional do Sistema DWDM da Padtec

4.4.1.2. Supervisores
Descrição Funcional

Os supervisores constituem os elementos de rede do sistema de gerência, sendo responsáveis


por coletar todas as informações dos equipamentos conectados à rede. Há três modelos de
supervisores: Supervisor de Transponders Pai, Supervisor de Transponders Filho e Supervisor
de Amplificadores Ópticos. Para cada equipamento DWDM há somente um Supervisor de
Transponder Pai, responsável por coletar as informações dos demais supervisores do
equipamento e passá-las à gerência central, através da interface Ethernet, ou à gerência local.
Os Supervisores de Transponder Pai de equipamentos diversos se comunicam através do
canal óptico de supervisão.

Representação Funcional e Exemplo de Uso do Supervisor: As Figuras a seguir mostram


exemplos da aplicação das unidades supervisoras.

Representação funcional dos Supervisores de Transponder

Representação funcional dos Supervisores de Amplificadores

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 4-27


Capítulo 4: Descrição Funcional do Sistema DWDM da Padtec

4.4.1.3. Canal de Supervisão Terminal


Descrição Funcional

A unidade Canal se Supervisão Terminal é responsável pela comunicação de dados de


gerência entre estações remotas. A partir de dados recebidos do Supervisor de Transponders
Pai local, gera o canal óptico de supervisão. Possui as configurações Canal de Supervisão
Terminal (CST), quando instalado em um equipamento Terminal, ou Canal de Supervisão
Cliente, quando instalado em equipamento Terminal de Anel.

Representação Funcional e Exemplo de Uso da Unidade Canal de Supervisão Terminal: A


figura a seguir ilustra um exemplo de aplicação da unidade CST.

Representação funcional do Canal de Supervisão Terminal

4.4.1.4. Shelf House Keeping - SHK


Descrição Funcional

O Shelf House Keeping – SHK - é um dispositivo que coleta informações de um conjunto de


itens / equipamentos e / ou atua sobre um conjunto de equipamentos. As informações
coletadas recebem o nome de telessinais e as ordens de acionamento recebem o nome de
telecomandos.

Representação Funcional e Exemplo de Uso do SHK: A figura a seguir ilustra um exemplo de


aplicação da unidade Shelf House Keeping.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 4-28


Capítulo 4: Descrição Funcional do Sistema DWDM da Padtec

Representação funcional do Shelf House Keeping

4.4.1.5. MOSA – Módulo OSA


Descrição Funcional

O MOSA coleta as informações de potência e OSNR (Optical Signal to Noise Ratio) de cada
canal presente na banda C (C21 a H60). O MOSA reporta as informações obtidas ao sistema
de gerência, que disponibiliza graficamente os valores reportados.

Representação Funcional e Exemplo de Uso do MOSA: A figura a seguir ilustra um exemplo de


aplicação da unidade MOSA.

Representação funcional do MOSA

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 4-29


Capítulo 4: Descrição Funcional do Sistema DWDM da Padtec

4.4.2. Equipamento Terminal de Anel


A figura a seguir ilustra a interligação entre as estruturas de gerência e transmissão para um
equipamento na configuração Terminal de Anel.

Estruturas de transmissão e gerência do equipamento Terminal de Anel

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 4-30


Capítulo 4: Descrição Funcional do Sistema DWDM da Padtec

4.4.2.1. Interligações
Na figura anterior o Supervisor de Transponders Pai do bastidor 1 comunica-se, via conexão
serial RS-232, com as seguintes partes da estrutura de gerência:

 Desktop ou notebook de Gerência Local.

 Supervisor de Amplificadores Pai (Bastidor 1).

O Supervisor de Transponders Pai comunica-se, via conexão serial RS-422, com a seguinte
parte da estrutura de gerência:

 Supervisor de Transponders Filho (Bastidor 2).

O Supervisor de Transponders Pai comunica-se, via conexão Ethernet (caso haja DCN), com
a seguinte parte da estrutura de gerência:

 Gerência Central.

Conecta-se também, via interface serial que corre no cartão traseiro do Sub-bastidor de
Transponders, ao Canal de Supervisão Cliente e aos Transponders do Bastidor 1.

Do Supervisor de Transponders Pai parte uma cadeia que interliga vários dispositivos, via
interface serial RS-232, a partir do Supervisor de Amplificadores Pai (Bastidor 1). Esta cadeia é
a seguinte: o Supervisor de Amplificadores Pai se liga ao Supervisor de Amplificadores
Filho do Bastidor 2, e este se liga à Chave Óptica do Bastidor 1. Esta, por sua vez, se liga à
Chave Óptica do Bastidor 2. Finalmente, a Chave Óptica do Bastidor 2 se liga ao SHK – Shelf
House Keeping do Bastidor 1.

O Supervisor de Transponders Filho se liga, via interface serial que corre no cartão traseiro
do Sub-bastidor de Transponders, aos Transponders do Bastidor 2.

O Supervisor de Amplificadores Pai se liga, via interface serial que corre no cartão traseiro do
Sub-bastidor de Amplificadores, ao pré-amplificador, ao booster e ao Raman do Bastidor 1.

O Supervisor de Amplificadores Filho se liga, via interface serial que corre no cartão traseiro
do Sub-bastidor de Amplificadores, ao pré-amplificador, ao booster e ao Raman do Bastidor 2.

4.4.2.2. Canal de Supervisão Cliente


Descrição Funcional

A unidade Canal se Supervisão Cliente é responsável pela comunicação de dados de gerência


entre a estação local e as duas estações remotas adjacentes. A partir de dados recebidos do
Supervisor de Transponders Pai local, gera o canal óptico de supervisão. Possui as
configurações Canal de Supervisão Terminal (CST), quando instalado em um equipamento
Terminal, ou Canal de Supervisão Cliente, quando instalado em equipamento Terminal de Anel.

Representação Funcional e Exemplo de Uso da Unidade Canal de Supervisão Cliente: A figura


a seguir ilustra um exemplo de aplicação da unidade CSC.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 4-31


Capítulo 4: Descrição Funcional do Sistema DWDM da Padtec

Representação funcional do Canal de Supervisão Cliente

4.5. Estrutura de Miscelânea


A estrutura de miscelânea da Plataforma LightPad i1600G – DWDM é a mesma para
equipamentos Terminal e Terminal de Anel.

4.5.1. Canal de Voz (VoIP)


Descrição Funcional

A unidade CVA-4SSA é o elemento que implementa a comunicação de voz entre sites


presentes em um mesmo grupo lógico. Esta placa é responsável pelo suporte à chamadas
VoIP e pela interpretação/digitalização das informações (voz). O CVA-4SSA comunica-se com o
canal de supervisão Ethernet (SCME) através do backplane.

Representação Funcional e Exemplo de Uso do CVA-4SSA: A figura a seguir ilustra um


exemplo de aplicação do Canal de Voz.

Representação funcional do Canal de Voz

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 4-32


Capítulo 4: Descrição Funcional do Sistema DWDM da Padtec

4.5.2. Main Power Module – MPM ou Protected Power Module – PPM (Distribuidor de
Alimentação)
Descrição Funcional

A função do MPM/PPM é distribuir energia elétrica DC para todos as unidades de um bastidor


da Plataforma LightPad. Fornece as tensões de -48 VDC, 0 VDC e Terra de bastidor (Ground)
para todas as unidades ativas do bastidor.

Representação Funcional e Exemplo de Uso do MPM/PPM: A figura a seguir ilustra um


exemplo de aplicação da unidade MPM (ou PPM).

Representação funcional do Main Power Module (MPM)

4.5.3. Ventilador – Módulo FAN GR/G8


Descrição Funcional

O FAN GR/G8, ou unidade de ventilação, tem por objetivo prover ventilação forçada ao Sub-
bastidor de Transponders e ao Sub-bastidor dos Amplificadores Ópticos.

Representação Funcional e Exemplo de Uso dos Fans: A figura a seguir ilustra um exemplo de
aplicação das unidades de ventilação em um bastidor com Sub-bastidores de transponders e de
amplificadores ópticos.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 4-33


Capítulo 4: Descrição Funcional do Sistema DWDM da Padtec

Representação funcional do Fan Module

4.5.4. DGO / DIO


Descrição Funcional

Tem a função de interligar o bastidor Padtec com os equipamentos clientes do sistema DWDM.

Observação: As unidades DGO/DIO utilizadas em conjunto com amplificadores Raman 30


dBm devem possuir conectores que suportam alta potência.

Representação Funcional do DGO / DIO: A figura a seguir ilustra a conexão entre um bastidor
da Padtec e os equipamentos clientes através de DGO / DIO.

Representação funcional do DGO / DIO

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 4-34


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5. Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec


Este capítulo apresenta detalhadamente a especificação técnica de todas as unidades que
constituem a Plataforma LightPad i1600G. A plataforma possui equipamentos com conexões do
tipo SC - APC (SC – Angled Physical Contact), LC – APC (LC – Angled Physical Contact), LC –
UPC (LC – Ultra Polished Connector) e LX5-APC.

A Tabela a seguir apresenta as unidades que compõem a Plataforma LightPad i1600G


separadas em estruturas de transmissão, supervisão e miscelâneas.

Estruturas Unidades
Transponder Terminal 2,5 Gb/s G.709 FEC Bidirecional
Combiner 2,5 Gb/s G.709 FEC Bidirecional
Transponder Terminal 10 Gb/s G.709 FEC Bidirecional
Transponder Regenerador 10 Gb/s G.709 FEC Bidirecional
Transponder 8,5 Gb/s Fibre Channel FEC Bidirecional
Muxponder 10 Gb/s - 4 x STM-16 G.709 FEC Bidirecional
Combiner 10 Gb/s - 8 x Multiprotocolo G.709 FEC Bidirecional
Combiner 10 Gb/s - 2 x 4Gb/s Fibre Channel G.709 FEC
Bidirecional
Combiner 10 Gb/s ODU-XC G.709
Transponder Terminal 40 Gb/s G.709 FEC Bidirecional
Transponder Regenerador 40 Gb/s G.709 FEC Bidirecional
Muxponder 40 Gb/s G.709 FEC Bidirecional
Transponder 3R Medidor de Taxa Bidirecional
Transmissão Transponder 3R Multi Taxa Bidirecional
Transponder 2R Multi Taxa Fibre Channel Bidirecional
Transponder 2R Bidirecional
Sub-bastidor de Transponder e Amplificador (4U)
Multiplexadores/Demultiplexadores Ópticos
Multiplexadores/ Demultiplexadores Ópticos com VOA
Módulo Integrado Multiplexador, Demultiplexador e SCMD
Módulo Integrado Multiplexador com VOA, Demultiplexador e
SCMD
Optical Add and Drop Multiplexer
ROADM
ROADM WSS
Sub-bastidor WSS e Transponder 40G (9U)
Pré-Amplificador EDFA
Amplificador EDFA Booster 17 ou 21 dBm

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-1


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

Amplificador EDFA Booster 24 dBm


Amplificador EDFA de Linha 17 dBm
Amplificador EDFA de Linha 21 dBm
Amplificador EDFA de Linha 24 dBm
Pré-Amplificador Raman +28 dBm
Pré-Amplificador Raman +30 dBm
Amplificador de Bombeio Remoto
Sub-bastidor de Amplificadores
Chave Óptica de Proteção Unidirecional (1U e 4U)
Chave Óptica de Proteção Bidirecional
Dispersion Compensation Module (DCM)
Dispersion Compensation Fiber (DCF)
Unidade Modular - Dispersion Compensation Fiber (DCFM)
Polarization Mode Dispersion Compensation
Optical Interleaver
Supervisor de Transponders/WSS Pai
Supervisor de Transponders Filho
Supervisor de Amplificadores
Supervisor de Amplificadores (com interface Ethernet)
OCM (Optical Channel Monitoring)
Supervisão
Supervisory Channel Mux/Demux
Canal de Supervisão Terminal e Cliente
Canal de Supervisão Fast Ethernet
Shelf House Keeping
MOSA – Módulo OSA (Optical Spectrum Analyzer)
Unidade de Canal de Voz (VoIP)
Main Power Module (Distribuidor de Alimentação)
Protected Power Module (Distribuidor de Alimentação)
Distribuidor de Alimentação (Miscelâneas 9U)
Ventilador (FAN GR)
Miscelâneas
Ventilador (FAN G8)
Ventilador (FAN-10)
Bandeja de Acomodação
Defletor de Ar
Bastidor
Unidades por tipo de estrutura

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-2


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

O sistema DWDM da Padtec está em conformidade com as recomendações G.664, G.691,


G.692, G.957 do ITU-T, GR-1312-CORE, GR-2979-CORE e IEC 60825-1 (outras
recomendações são também mencionadas neste Guia).

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-3


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.1. Transponder Terminal 2,5 Gb/s G.709 FEC Bidirecional

5.1.1. Modelo

Campo Descrição

T25D -

C: Banda C
Banda
L: Banda L

Canal Canal fixo: C21 a C60 (Espaçamento 100 GHz)

4GT -

E: Modulação externa (LASER MI)


Característica (tipo de modulação do LASER)
Vazio: Modulação direta (Laser MD)

Taxa de Operação S ou vazio: STM-16 Bit Rate (2,5 Gb/s – 2,7 Gb/s)

3: 1550 nm

Interface Cliente 4: 1310 nm

S: Módulo SFP

S: Short-Haul
Alcance
L: Long-Haul

Customização -

5.1.2. Precauções de Manuseio


O Transponder OTN 2,5G G.709/FEC Bidirecional utiliza Lasers Classe 1. Por esta classe de
Laser ser a mais segura das existentes, não exige nenhum cuidado especial por parte do
usuário que o manuseará. Entretanto, recomenda-se a precaução de manter os olhos fora da
linha de direção do conector de saída do Transponder. Sempre que os conectores dos cordões
de manobra exteriores ao transponder forem retirados, deve-se tomar o cuidado de tampar os
adaptadores no frontal do equipamento para evitar que o conector interno do equipamento se
suje. Ao retirar o Transponder do Sub-bastidor, o mesmo deve ser envolto em embalagem
blindada e antiestática para evitar que os componentes do equipamento possam ser
danificados.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-4


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

Classe do Laser Interfaces de exposição à


radiação (Laser)
IEC 60825 (2007-03) FDA (4.9)

CLASS I LASER PRODUCT


CLASS 1 LASER PRODUCT

 OUT1

 OUT2

5.1.3. Procedimento de Remoção da Unidade do Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover o Transponder do Sub-bastidor.

Se houver comunicação com a gerência:

 Executar os comandos de “LASER OFF 1” e “LASER OFF 2” para desligar os Lasers


do Transponder OTN 2,5G G.709/FEC Bidirecional.

 Desconectar os seus cabos ópticos.

 Retirá-lo do Sub-bastidor.

Se não houver comunicação com a gerência:

 Desligar o Transponder OTN 2,5G G.709/FEC Bidirecional retirando-o parcialmente do


Sub-bastidor, e em seguida retirar os cabos ópticos.

5.1.4. Procedimento de Inserção da Unidade no Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao inserir o Transponder no Sub-bastidor.

 Inserir parcialmente o Transponder OTN 2,5G G.709/FEC Bidirecional no Sub-bastidor.

 Conectar os cabos ópticos em seu painel frontal.

 Inseri-lo totalmente no Sub-bastidor,

 Se for necessário e for possível, executar o comando para ligar os seus Lasers.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-5


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.2. Combiner 2,5 Gb/s G.709 FEC Bidirecional

5.2.1. Modelo

Campo Descrição

TCX1 -

Taxa Interface de Rede 1: OTU1

Mecânica (Altura) 4: 4U

Interface de Rede P: SFP DWDM (Canal Fixo)

T0: Suporte à GbE

G1: Suporte à ESCON / Fast Ethernet / GbE /


Características
STM-1 / STM-4 / STM-16 / 1G FC / 1G FICON / 2G
FC / 2G FICON / SD-SDI / HD-SDI – General
Communications Channel (GCC)

5.2.2. Precauções de Manuseio


O Combiner 2,5 Gb/s utiliza Laser Classe 1, implementados através de SFPs. Por esta classe
de Laser ser a mais segura das existentes, não exige nenhum cuidado especial de manuseio
por parte do usuário. No entanto, recomenda-se manter os olhos fora da linha de direção do
conector de saída do Transponder. Sempre que os conectores dos cordões de manobra
exteriores ao Combiner forem retirados, deve-se tomar o cuidado de tampar os adaptadores no
frontal do equipamento para evitar que o conector interno do equipamento se suje. Ao retirar o
Combiner do Sub-bastidor, o mesmo deve ser envolto em embalagem blindada e antiestática
para evitar que os componentes do equipamento possam ser danificados.

Classe do Laser Interfaces de exposição à


radiação (Laser)
IEC 60825 (2007-03) FDA (4.9)

CLASS I LASER PRODUCT


CLASS 1 LASER PRODUCT
 OUT OTU1

 OUT Client 1

 OUT Client 1

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-6


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.2.3. Procedimento de Remoção da Unidade do Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover o Combiner do Sub-bastidor.

 Desconectar os seus cabos ópticos.

 Retirá-lo do Sub-bastidor.

5.2.4. Procedimento de Inserção da Unidade no Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao inserir o Combiner no Sub-bastidor.

 Inserir totalmente o Combiner no Sub-bastidor.

 Conectar os cabos ópticos em seu painel frontal.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-7


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.3. Transponder Terminal 10 Gb/s G.709 FEC Bidirecional

5.3.1. Modelo

Campo Descrição

T100D -

C: Banda C
Banda
L: Banda L

Canal fixo: C21 a C60 (Espaçamento 100 GHz)

T: Sintonizável - C21 a H60 (Espaçamento 50 GHz)


ou C21 a C60 (Espaçamento 100 GHz)
Canal
TC: Sintonizável Grade C - C21 a C60
(Espaçamento 100 GHz)

TH: Sintonizável Grade H - H21 a H60


(Espaçamento 100 GHz)

A: NRZ com intervalo de dispersão cromática


configurável via gerência
Modulação
Vazío: NRZ

4 -

GT: Terminal com quadro OTN ITU-T


G.709/Y.1331 (FEC)

HT: Terminal com quadro OTN ITU-T G.709/Y.1331


(XFEC 25%)

JT: Terminal com quadro OTN ITU-T G.709/Y.1331


(XFEC 7%)
Família
PT: Terminal com quadro OTN ITU-T G.709/Y.1331
(FEC) com proteção ODP (funcionalidade descrita
no capítulo Erro! Fonte de referência não
encontrada.)

QT: Terminal com quadro OTN ITU-T


G.709/Y.1331 (XFEC 25%) com proteção ODP
(funcionalidade descrita no capítulo Erro! Fonte de
referência não encontrada.)

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-8


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

Campo Descrição

S: Single Bit Rate: 9,95Gb/s (10,7Gb/s)


transparente

T: Transparent Dual Bit Rate: 9,95Gb/s (10,7Gb/s)


Características
e 10,3Gb/s (11,1Gb/s) transparente

Vazio: Dual Bit Rate: 9,95Gb/s (10,7Gb/s) e


10,3Gb/s (11,1Gb/s) com gerência

A: NRZ com intervalo de dispersão cromática


configurável via gerência
Modulação
Vazío: NRZ

1: 850 nm

2: 1310 nm
Interface Cliente
6: 1550 nm (40km)

7: 1310nm S-64.1 (20 km) conforme ITU-T G.691

S: Short-Haul
Alcance
L: Long-Haul

5.3.2. Precauções de Manuseio


O Transponder Terminal 10G G.709 utiliza de Lasers Classe 1. Por esta classe de Laser ser a
mais segura das existentes, não exige nenhum cuidado especial por parte do usuário que o
manuseará. Entretanto, recomenda-se a precaução de manter os olhos fora da linha de direção
do conector de saída do Transponder. Sempre que os conectores dos cordões de manobra
exteriores ao Transponder Terminal 10G G.709 forem retirados, deve-se tomar o cuidado de
tampar os adaptadores no frontal do equipamento para evitar que o conector interno do
equipamento se suje. Ao retirar o Transponder do Sub-bastidor, o mesmo deve ser envolto em
embalagem blindada e antiestática para evitar que os componentes do equipamento possam
ser danificados.

Classe do Laser Interfaces de exposição à


radiação (Laser)
IEC 60825 (2007-03) FDA (4.9)

CLASS 1 LASER PRODUCT

 OUT 1
CLASS I LASER PRODUCT
 OUT 2

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-9


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

Classe do Laser Interfaces de exposição à


radiação (Laser)
IEC 60825 (2007-03) FDA (4.9)

5.3.3. Procedimento de Remoção da Unidade do Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover o Transponder do Sub-bastidor.

Se houver comunicação com a gerência:

 Executar os comandos de “LASER OFF 1” e “LASER OFF 2” para desligar os Lasers


do Transponder Terminal 10G G.709.

 Desconectar os seus cabos ópticos.

 Retirá-lo do Sub-bastidor em seguida.

Se não houver comunicação com a gerência:

 Desligar o Transponder Terminal 10G G.709 retirando-o parcialmente do Sub-bastidor,


e em seguida retirar os cabos ópticos.

5.3.4. Procedimento de Inserção da Unidade no Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao inserir o Transponder no Sub-bastidor.

 Inserir parcialmente o Transponder Terminal 10G G.709 no Sub-bastidor.

 Conectar os cabos ópticos em seu painel frontal.

 Inseri-lo totalmente no Sub-bastidor.

 Se for necessário e for possível, executar o comando para ligar os seus Lasers.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-10


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.4. Transponder Regenerador 10 Gb/s G.709 FEC Bidirecional

5.4.1. Modelo

Campo Descrição

T100D -

C: Banda C
Banda
L: Banda L

Canal fixo: C21 a C60 (Espaçamento 100 GHz)

T: Sintonizável - C21 a H60 (Espaçamento 50 GHz)


ou C21 a C60 (Espaçamento 100 GHz)
Canal
TC: Sintonizável Grade C - C21 a C60
(Espaçamento 100 GHz)

TH: Sintonizável Grade H - H21 a H60


(Espaçamento 100 GHz)

4 -

GR: Regenerador OTN ITU-T G.709/Y.1331 (FEC)

HR: Regenerador OTN ITU-T G.709/Y.1331


1
Família (XFEC 25% )

JR: Regenerador OTN ITU-T G.709/Y.1331


1
(XFEC 7% )

S: Single Bit Rate: 9,95Gb/s (10,7Gb/s)


transparente

T: Transparent Dual Bit Rate: 9,95Gb/s (10,7Gb/s)


Características
e 10,3Gb/s (11,1Gb/s) transparente

Vazio: Dual Bit Rate: 9,95Gb/s (10,7Gb/s) e


10,3Gb/s (11,1Gb/s) com gerência STM-64

2: 1310 nm
Interface 2
Vazio: 1550 nm, de acordo com alcance

1
Código Corretor de Erros XFEC somente na interface Rede 1. Interface Rede 2 implementada com Código Corretor de Erros FEC.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-11


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

Canal fixo: C21 a C60 (Espaçamento 100 GHz)

CT: Sintonizável - C21 a H60 (Espaçamento


50 GHz)
Canal Interface 2
CTC: Sintonizável Grade C - C21 a C60
(Espaçamento 100 GHz)

CTH: Sintonizável Grade H - H21 a H60


(Espaçamento 100 GHz)

S: Short-Haul
Alcance
L: Long-Haul

5.4.2. Precauções de Manuseio


O Transponder Regenerador 10G G.709 utiliza de Lasers Classe 1. Por esta classe de Laser
ser a mais segura das existentes, não exige nenhum cuidado especial por parte do usuário que
o manuseará. Entretanto, recomenda-se a precaução de manter os olhos fora da linha de
direção do conector de saída do Transponder. Sempre que os conectores dos cordões de
manobra exteriores ao Transponder Regenerador 10G G.709 forem retirados, deve-se tomar o
cuidado de tampar os adaptadores no frontal do equipamento para evitar que o conector interno
do equipamento se suje. Ao retirar o Transponder do Sub-bastidor, o mesmo deve ser envolto
em embalagem blindada e antiestática para evitar que os componentes do equipamento
possam ser danificados.

Classe do Laser Interfaces de exposição à


radiação (Laser)
IEC 60825 (2007-03) FDA (4.9)

CLASS I LASER PRODUCT


CLASS 1 LASER PRODUCT

 OUT 1

 OUT 2

5.4.3. Procedimento de Remoção da Unidade do Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover o Transponder do Sub-bastidor.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-12


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

Se houver comunicação com a gerência:

 Executar os comandos de “LASER OFF 1” e “LASER OFF 2” para desligar os Lasers


do Transponder Regenerador 10G G.709.

 Desconectar os seus cabos ópticos.

 Retirá-lo do Sub-bastidor em seguida.

Se não houver comunicação com a gerência:

 Desligar o Transponder Regenerador 10G G.709 retirando-o parcialmente do Sub-


bastidor, e em seguida retirar os cabos ópticos.

5.4.4. Procedimento de Inserção da Unidade no Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao inserir o Transponder no Sub-bastidor.

 Inserir parcialmente o Transponder Regenerador 10G G.709 no Sub-bastidor.

 Conectar os cabos ópticos em seu painel frontal.

 Inseri-lo totalmente no Sub-bastidor.

 Se for necessário e for possível, executar o comando para ligar os seus Lasers.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-13


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.5. Transponder 8,5 Gb/s Fibre Channel FEC Bidirecional

5.5.1. Modelo

Campo Descrição

T100D -

Banda C: Banda C

Canal fixo: C21 a C60 (Espaçamento 100 GHz)

T: Sintonizável - C21 a H60 (Espaçamento 50 GHz)


ou C21 a C60 (Espaçamento 100 GHz)
Canal
TC: Sintonizável Grade C - C21 a C60
(Espaçamento 100 GHz)

TH: Sintonizável Grade H - H21 a H60


(Espaçamento 100 GHz)

4 -

HT: Terminal 3R com Quadro OTN ITU-T


Família
G.709/Y.1331 (XFEC 25%)

Gerência do Protocolo Cliente T: Transparente ao protocolo cliente

Taxa de Operação U: 8,5G FC - Fibre Channel (8,5Gb/s)

1: 850nm multimodo
Interface Cliente
2: Intra-Office 1310nm

Alcance L: Long-Haul com APD

5.5.2. Precauções de Manuseio


O Transponder 3R 8,5G Fibre Channel G.709 Bidirecional utiliza-se de Laser Classe 1. Por esta
classe de Laser ser a mais segura das existentes, não exige nenhum cuidado especial por
parte do usuário que o manuseará. Entretanto, recomenda-se a precaução de manter os olhos
fora da linha de direção do conector de saída do Transponder. Sempre que os conectores dos
cordões de manobra exteriores ao Transponder 3R 8,5G Fibre Channel forem retirados, deve-
se tomar o cuidado de tampar os adaptadores no frontal do equipamento para evitar que o
conector interno do equipamento se suje. Ao retirar o Transponder do Sub-bastidor, o mesmo
deve ser envolto em embalagem blindada e antiestática para evitar que os componentes do
equipamento possam ser danificados.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-14


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

Classe do Laser Interfaces de exposição à


radiação (Laser)
IEC 60825 (2007-03) FDA (4.9)

CLASS I LASER PRODUCT


CLASS 1 LASER PRODUCT

 OUT 1

 OUT 2

5.5.3. Procedimento de Remoção da Unidade do Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover o Transponder do Sub-bastidor.

Se houver comunicação com a gerência:

 Executar os comandos de “LASER OFF 1” e “LASER OFF 2” para desligar os Lasers


do Transponder.

 Desconectar os seus cabos ópticos.

 Retirá-lo do Sub-bastidor em seguida.

Se não houver comunicação com a gerência:

 Desligar o Transponder retirando-o parcialmente do Sub-bastidor, e em seguida retirar


os cabos ópticos.

5.5.4. Procedimento de Inserção da Unidade no Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao inserir o Transponder no Sub-bastidor.

 Inserir parcialmente o Transponder no Sub-bastidor.

 Conectar os cabos ópticos em seu painel frontal.

 Inseri-lo totalmente no Sub-bastidor.

 Se for necessário e for possível, executar o comando para ligar os seus Lasers.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-15


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.6. Muxponder 10 Gb/s - 4 x STM-16 G.709 FEC Bidirecional

5.6.1. Modelo

Campo Descrição

TM100D -

C: Banda C
Banda
L: Banda L

Canal fixo: C21 a C60 (Espaçamento 100 GHz)

T: Sintonizável - C21 a H60 (Espaçamento 50 GHz)


ou C21 a C60 (Espaçamento 100 GHz)
Canal
TC: Sintonizável Grade C - C21 a C60
(Espaçamento 100 GHz)

TH: Sintonizável Grade H - H21 a H60


(Espaçamento 100 GHz)

4 -

Vazio: Terminal com Quadro OTN ITU-T


G.709/Y.1331 (FEC)

H: Terminal com quadro OTN ITU-T G.709/Y.1331


(XFEC 25%)

J: Terminal com quadro OTN ITU-T G.709/Y.1331


(XFEC 7%)
Família
P: Terminal com quadro OTN ITU-T G.709/Y.1331
(FEC) com proteção ODP (funcionalidade descrita
no capítulo Erro! Fonte de referência não
encontrada.)

Q: Terminal com quadro OTN ITU-T G.709/Y.1331


(XFEC 25%) com proteção ODP (funcionalidade
descrita no capítulo Erro! Fonte de referência não
encontrada.)

425D -

5.6.2. Precauções de Manuseio


O Muxponder 4 x 2,5G G.709/FEC Bidirecional utiliza-se de Laser Classe 1. Por esta classe de
Laser ser a mais segura das existentes, não exige nenhum cuidado especial por parte do
usuário que o manuseará. Entretanto, recomenda-se a precaução de manter os olhos fora da

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-16


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

linha de direção do conector de saída do Transponder. Sempre que os conectores dos cordões
de manobra exteriores ao Muxponder 4 x 2,5G forem retirados, deve-se tomar o cuidado de
tampar os adaptadores no frontal do equipamento para evitar que o conector interno do
equipamento se suje. Ao retirar o Transponder do Sub-bastidor, o mesmo deve ser envolto em
embalagem blindada e antiestática para evitar que os componentes do equipamento possam
ser danificados.

Classe do Laser Interfaces de exposição à


radiação (Laser)
IEC 60825 (2007-03) FDA (4.9)

CLASS I LASER PRODUCT


CLASS 1 LASER PRODUCT

 OUT OTU2

 OUT1, OUT2, OUT3 e


OUT4

5.6.3. Procedimento de Remoção da Unidade do Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover o Transponder do Sub-bastidor.

Se houver comunicação com a gerência:

 Executar os comandos de “LASER OFF O”, “LASER OFF S1”, “LASER OFF S2”,
“LASER OFF S3” e “LASER OFF S4” para desligar os Lasers do Muxponder 4 x 2,5G
G.709/FEC Bidirecional.

 Desconectar os seus cabos ópticos.

 Retirá-lo do Sub-bastidor em seguida.

Se não houver comunicação com a gerência:

 Desligar o Muxponder 4 x 2,5G G.709/FEC Bidirecional retirando-o parcialmente do


Sub-bastidor, e em seguida retirar os cabos ópticos.

5.6.4. Procedimento de Inserção da Unidade no Sub-bastidor


 Utilizar pulseira antiestática ao inserir o Transponder no Sub-bastidor.

 Inserir parcialmente o Muxponder 4 x 2,5G G.709/FEC Bidirecional no Sub-bastidor.

 Conectar os cabos ópticos em seu painel frontal.

 Inseri-lo totalmente no Sub-bastidor.

 Se for necessário e for possível, executar o comando para ligar os seus Lasers.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-17


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.7. Combiner 10 Gb/s - 8 x Multiprotocolo G.709 FEC Bidirecional

5.7.1. Modelo

Campo Descrição

TC100D -

C: Banda C
Banda
L: Banda L

Canal fixo: C21 a C60 (Espaçamento 100 GHz)

T: Sintonizável - C21 a H60 (Espaçamento 50 GHz)


ou C21 a C60 (Espaçamento 100 GHz)
Canal
TC: Sintonizável Grade C - C21 a C60
(Espaçamento 100 GHz)

TH: Sintonizável Grade H - H21 a H60


(Espaçamento 100 GHz)

42 -

GT: Terminal com quadro OTN ITU-T


G.709/Y.1331 (FEC)

HT: Terminal com quadro OTN ITU-T G.709/Y.1331


(XFEC 25%)

JT: Terminal com quadro OTN ITU-T G.709/Y.1331


(XFEC 7%)
Família
PT: Terminal com quadro OTN ITU-T G.709/Y.1331
(FEC) com proteção ODP (funcionalidade descrita
no capítulo Erro! Fonte de referência não
encontrada.)

QT: Terminal com quadro OTN ITU-T


G.709/Y.1331 (XFEC 25%) com proteção ODP
(funcionalidade descrita no capítulo Erro! Fonte de
referência não encontrada.)

8 -

5.7.2. Precauções de Manuseio


O Combiner utiliza Laser Classe 1. Por esta classe de Laser ser a mais segura das existentes,
não exige nenhum cuidado especial de manuseio por parte do usuário. No entanto, recomenda-

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-18


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

se manter os olhos fora da linha de direção do conector de saída do Transponder. Sempre que
os conectores dos cordões de manobra exteriores ao Combiner forem retirados, deve-se tomar
o cuidado de tampar os adaptadores no frontal do equipamento para evitar que o conector
interno do equipamento se suje. Ao retirar o Combiner do Sub-bastidor, o mesmo deve ser
envolto em embalagem blindada e antiestática para evitar que os componentes do equipamento
possam ser danificados.

Classe do Laser Interfaces de exposição à


radiação (Laser)
IEC 60825 (2007-03) FDA (4.9)

CLASS I LASER PRODUCT


CLASS 1 LASER PRODUCT
 OUT OTU2

 OUT S1, OUT S2, OUT S3,


OUT S4, OUT S5, OUT S6,
OUT S7 e OUT S8

5.7.3. Procedimento de Remoção da Unidade do Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover o Combiner do Sub-bastidor.

 Desconectar os seus cabos ópticos.

 Retirá-lo do Sub-bastidor em seguida.

5.7.4. Procedimento de Inserção da Unidade no Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao inserir o Combiner no Sub-bastidor.

 Inserir totalmente o Combiner no Sub-bastidor.

 Conectar os cabos ópticos em seu painel frontal.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-19


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.8. Combiner 10 Gb/s - 2 x 4 Gb/s Fibre Channel G.709 FEC Bidirecional

5.8.1. Modelo

Campo Descrição

TC100D -

C: Banda C
Banda
L: Banda L

Canal fixo: C21 a C60 (Espaçamento 100 GHz)

T: Sintonizável - C21 a H60 (Espaçamento 50 GHz)


ou C21 a C60 (Espaçamento 100 GHz)
Canal
TC: Sintonizável Grade C - C21 a C60
(Espaçamento 100 GHz)

TH: Sintonizável Grade H - H21 a H60


(Espaçamento 100 GHz)

44GT2 -

5.8.2. Precauções de Manuseio


O Combiner utiliza Laser Classe 1. Por esta classe de Laser ser a mais segura das existentes,
não exige nenhum cuidado especial de manuseio por parte do usuário. No entanto, recomenda-
se manter os olhos fora da linha de direção do conector de saída do Transponder. Sempre que
os conectores dos cordões de manobra exteriores ao Combiner forem retirados, deve-se tomar
o cuidado de tampar os adaptadores no frontal do equipamento para evitar que o conector
interno do equipamento se suje. Ao retirar o Combiner do Sub-bastidor, o mesmo deve ser
envolto em embalagem blindada e antiestática para evitar que os componentes do equipamento
possam ser danificados.

Classe do Laser Interfaces de exposição à


radiação (Laser)
IEC 60825 (2007-03) FDA (4.9)

 OUT OTU2
CLASS 1 LASER PRODUCT CLASS I LASER PRODUCT
 OUT S1 e OUT S2

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-20


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

Classe do Laser Interfaces de exposição à


radiação (Laser)
IEC 60825 (2007-03) FDA (4.9)

5.8.3. Procedimento de Remoção da Unidade do Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover o Combiner do Sub-bastidor.

 Desconectar os seus cabos ópticos.

 Retirá-lo do Sub-bastidor em seguida.

5.8.4. Procedimento de Inserção da Unidade no Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao inserir o Combiner no Sub-bastidor.

 Inserir totalmente o Combiner no Sub-bastidor.

 Conectar os cabos ópticos em seu painel frontal.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-21


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.9. Combiner 10 Gb/s ODU-XC G.709

5.9.1. Modelo

Campo Descrição

TCX -

1: Uma interface DWDM


Interface de rede
2: Duas interfaces DWDM

Taxa Interface de Rede 2: OTU2

4: 4U
Mecânica (Altura)
9: 9U

Interface de Rede 1 D: DWDM Sintonizável

D: DWDM Sintonizável
Interface de Rede 2
Vazio: Em caso de modelo de uma interface
DWDM

A0: Interface(s) de rede com GFEC / Interface(s)


cliente Multiprotocolo – Suporte à 4G FC / 4G
FICON
Características
A1: Interface(s) de rede com GFEC / Interface(s)
cliente Multiprotocolo

5.9.2. Características Paramétricas


Característica Especificação

Mín: -60
Tensão nominal de entrada [VDC] Típ: -48
Máx: -36

Consumo em -48 VDC [mA] Máx: 900


5
MTBF [horas] 2 x 10

Temperatura máxima de operação módulo óptico


70
(carcaça do transceiver lado rede) [ºC]

Temperatura máxima de operação FPGA (Field


85
Programmable Gate Array) [ºC]

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-22


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.9.3. Precauções de Manuseio


O Combiner ODU-XC 10 Gb/s utiliza Laser Classe 1. Por esta classe de Laser ser a mais
segura das existentes, não exige nenhum cuidado especial de manuseio por parte do usuário.
No entanto, recomenda-se manter os olhos fora da linha de direção do conector de saída do
Transponder. Sempre que os conectores dos cordões de manobra exteriores ao Combiner
forem retirados, deve-se tomar o cuidado de tampar os adaptadores no frontal do equipamento
para evitar que o conector interno do equipamento se suje. Ao retirar o Combiner do Sub-
bastidor, o mesmo deve ser envolto em embalagem blindada e antiestática para evitar que os
componentes do equipamento possam ser danificados.

Classe do Laser Interfaces de exposição à


radiação (Laser)
IEC 60825 (2007-03) FDA (4.9)

CLASS I LASER PRODUCT


CLASS 1 LASER PRODUCT
 OUT OTU2

 OUT S1, OUT S2, OUT S3,


OUT S4, OUT S5, OUT S6,
OUT S7 e OUT S8

5.9.4. Procedimento de Remoção da Unidade do Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover a placa do Sub-bastidor.

 Desconectar os seus cabos ópticos.

 Retirá-lo do Sub-bastidor.

5.9.5. Procedimento de Inserção da Unidade no Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao inserir o Combiner ODU-XC 10 Gb/s no Sub-bastidor.

 Inserir totalmente o Combiner ODU-XC 10 Gb/s no Sub-bastidor.

 Conectar os cabos ópticos em seu painel frontal.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-23


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.10. Transponder Terminal 40 Gb/s G.709 Bidirecional (TT400-9x)

5.10.1. Modelo
Modelo (Serigrafia Painel Frontal): TT400-9A (2 slots) / TT400-9B (3 slots)

Detalhamento Modelo TT400-9x (Etiqueta Painel Frontal):

Campo Descrição

TT400 -

C: Banda C (Sintonizável)
Banda
L: Banda L (Sintonizável)

9 -

2: 2 Slots
Mecânica
3: 3 Slots

P: M.S.A. Modulação NRZ–DPSK


Interface / Modulação (Rede)
Q: M.S.A. Modulação RZ-DQPSK

BF: OTU3/OTU3e com Gerenciamento / XFEC


Característica (Rede) (7%) implementado de acordo com o padrão I.7 da
G.975.1

Interface (Cliente) R: M.S.A. Modulação NRZ (1550 nm)

KA: STM-256 Gerenciável


Característica (Cliente)
EA: STM-256 / 40 GbE / OTU3 / Sem
Gerenciamento / FEC para clientes OTN

S: Padrão
Desempenho camada óptica (rede)
A: Sensibilidade -15 dBm

A -

5.10.2. Precauções de Manuseio


O Transponder Terminal 40G utiliza de Lasers Classe 1. Por esta classe de Laser ser a mais
segura das existentes, não exige nenhum cuidado especial por parte do usuário que o
manuseará. Entretanto, recomenda-se a precaução de manter os olhos fora da linha de direção
do conector de saída do Transponder. Sempre que os conectores dos cordões de manobra
exteriores ao Transponder Terminal 40G forem retirados, deve-se tomar o cuidado de tampar
os adaptadores no frontal do equipamento para evitar que o conector interno do equipamento
se suje. Ao retirar o Transponder do Sub-bastidor, o mesmo deve ser envolto em embalagem

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-24


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

blindada e antiestática para evitar que os componentes do equipamento possam ser


danificados.

Classe do Laser Interfaces de exposição à


radiação (Laser)
IEC 60825 (2007-03) FDA (4.9)

CLASS I LASER PRODUCT

CLASS 1 LASER PRODUCT

 OUT OTU3
NRZ-DPSK
 OUT 1

RZ-DQPSK

5.10.3. Procedimento de Remoção da Unidade do Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover o transponder do Sub-bastidor.

 Desconectar os seus cabos ópticos.

 Retirá-lo do Sub-bastidor em seguida.

5.10.4. Procedimento de Inserção da Unidade no Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao inserir o Transponder no Sub-bastidor.

 Inserir totalmente o Transponder no Sub-bastidor.

 Conectar os cabos ópticos em seu painel frontal.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-25


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.11. Transponder Regenerador 40 Gb/s G.709 Bidirecional (TR400-9x)

5.11.1. Modelo
Modelo (Serigrafia Painel Frontal): TR400-9A (2 slots) / TR400-9B (3 slots)

Detalhamento Modelo TR400-9x (Etiqueta Painel Frontal):

Campo Descrição

TR400 -

C: Banda C (Sintonizável)
Banda
L: Banda L (Sintonizável)

9 -

2: 2 Slots
Mecânica
3: 3 Slots

P: M.S.A. Modulação NRZ–DPSK


Interface / Modulação (Rede1)
Q: M.S.A. Modulação RZ-DQPSK

BF: OTU3/OTU3e com Gerenciamento / XFEC


Característica (Rede) (7%) implementado de acordo com o padrão I.7 da
G.975.1

P: M.S.A. Modulação NRZ–DPSK


Interface / Modulação (Rede2)
Q: M.S.A. Modulação RZ-DQPSK

BF: OTU3/OTU3e com Gerenciamento / XFEC


Característica (Rede2) (7%) implementado de acordo com o padrão I.7 da
G.975.1

S: Padrão
Desempenho camada óptica (rede)
A: Sensibilidade -15 dBm

A -

5.11.2. Precauções de Manuseio


O Transponder Regenerador 40G utiliza de Lasers Classe 1. Por esta classe de Laser ser a
mais segura das existentes, não exige nenhum cuidado especial por parte do usuário que o
manuseará. Entretanto, recomenda-se a precaução de manter os olhos fora da linha de direção
do conector de saída do Transponder. Sempre que os conectores dos cordões de manobra
exteriores ao Transponder forem retirados, deve-se tomar o cuidado de tampar os adaptadores
no frontal do equipamento para evitar que o conector interno do equipamento se suje. Ao retirar

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-26


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

o Transponder do Sub-bastidor, o mesmo deve ser envolto em embalagem blindada e


antiestática para evitar que os componentes do equipamento possam ser danificados.

Classe do Laser Interfaces de exposição à


radiação (Laser)
IEC 60825 (2007-03) FDA (4.9)

CLASS I LASER PRODUCT

CLASS 1 LASER PRODUCT

 OUT OTU3 1
NRZ-DPSK
 OUT OTU3 2

RZ-DQPSK

5.11.3. Procedimento de Remoção da Unidade do Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover o transponder do Sub-bastidor.

 Desconectar os seus cabos ópticos.

 Retirá-lo do Sub-bastidor em seguida.

5.11.4. Procedimento de Inserção da Unidade no Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao inserir o Transponder no Sub-bastidor.

 Inserir totalmente o Transponder no Sub-bastidor.

 Conectar os cabos ópticos em seu painel frontal.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-27


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.12. Muxponder 40 Gb/s G.709 Bidirecional (TM400-9x)

5.12.1. Modelo
Modelo (Serigrafia Painel Frontal): TM400-9A (1 slot) / TT400-9B (2 slots)

Detalhamento Modelo TM400-9x (Etiqueta Painel Frontal):

Campo Descrição

TM400 -

C: Banda C (Sintonizável)
Banda
L: Banda L (Sintonizável)

9 -

1: 1 Slot
Mecânica
2: 2 Slots

P: M.S.A. Modulação NRZ–DPSK


Interface / Modulação (Rede)
Q: M.S.A. Modulação RZ-DQPSK

BF: OTU3/OTU3e com Gerenciamento / XFEC


Característica (Rede) (7%) implementado de acordo com o padrão I.7 da
G.975.1

Interface (Cliente) X: XFP

HA: STM-64 / 10 GbE WAN / 10 GbE LAN / 8,5 G


Característica (Cliente) Fibre Channel / 8,5 G FICON / OTU2 / OTU2e /
Sem Gerenciamento / FEC para clientes OTN

S: Padrão
Desempenho camada óptica (rede)
A: Sensibilidade -15 dBm

A -

5.12.2. Precauções de Manuseio


O Muxponder 40G utiliza de Lasers Classe 1. Por esta classe de Laser ser a mais segura das
existentes, não exige nenhum cuidado especial por parte do usuário que o manuseará.
Entretanto, recomenda-se a precaução de manter os olhos fora da linha de direção do conector
de saída do Muxponder. Sempre que os conectores dos cordões de manobra exteriores ao
Muxponder forem retirados, deve-se tomar o cuidado de tampar os adaptadores no frontal do
equipamento para evitar que o conector interno do equipamento se suje. Ao retirar o Muxponder
do Sub-bastidor, o mesmo deve ser envolto em embalagem blindada e antiestática para evitar
que os componentes do equipamento possam ser danificados.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-28


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

Classe do Laser Interfaces de exposição à


radiação (Laser)
IEC 60825 (2007-03) FDA (4.9)

CLASS I LASER PRODUCT

CLASS 1 LASER PRODUCT

 OUT OTU3
NRZ-DPSK
 OUT 1, OUT 2, OUT 3 e
OUT 4

RZ-DQPSK

5.12.3. Procedimento de Remoção da Unidade do Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover o transponder do Sub-bastidor.

 Desconectar os seus cabos ópticos.

 Retirá-lo do Sub-bastidor em seguida.

5.12.4. Procedimento de Inserção da Unidade no Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao inserir o Transponder no Sub-bastidor.

 Inserir totalmente o Transponder no Sub-bastidor.

 Conectar os cabos ópticos em seu painel frontal.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-29


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.13. Transponder 3R Medidor de Taxa Bidirecional

5.13.1. Modelo

Campo Descrição

T25D -

C: Banda C
Banda
L: Banda L

Fxx: Filtro mono-canal, onde xx representa o


número do canal
Filtro
Vazio: Sem filtro (padrão)

Canal Canal fixo: C21 a C60 (Espaçamento 100 GHz)

4BR -

E: Modulação integrada
Modulação do Laser
Vazio: Modulação direta

1: 850 nm multimodo

2: 1310 nm

3: 1550 nm

4: Intra-Office STM-1/4/16, 1310 nm, conforme


Interface Cliente
ITU-T G.957

5: Intra-Office 1310nm com sensibilidade -42 dBm


conforme IBM SA23-0394 (ESCON) atendendo
também a ITU-T G.957

S: Módulo SFP

S: Short-Haul com Pinfet


Alcance
L: Long-Haul com APD

5.13.2. Precauções de Manuseio


O Transponder 3R Medidor de Taxa Bidirecional utiliza-se de Laser Classe 1. Por esta classe
de Laser ser a mais segura das existentes, não exige nenhum cuidado especial por parte do
usuário que o manuseará. Entretanto, recomenda-se a precaução de manter os olhos fora da
linha de direção do conector de saída do Transponder. Sempre que os conectores dos cordões

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-30


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

de manobra exteriores ao Transponder forem retirados, deve-se tomar o cuidado de tampar os


adaptadores no frontal do equipamento para evitar que o conector interno do equipamento se
suje. Ao retirar o Transponder do Sub-bastidor, o mesmo deve ser envolto em embalagem
blindada e antiestática para evitar que os componentes do equipamento possam ser
danificados.

Classe do Laser Interfaces de exposição à


radiação (Laser)
IEC 60825 (2007-03) FDA (4.9)

CLASS I LASER PRODUCT


CLASS 1 LASER PRODUCT

 OUT1

 OUT2

5.13.3. Procedimento de Remoção da Unidade do Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover o Transponder 3R Medidor de Taxa Bidirecional do
Sub-bastidor.

Se houver comunicação com a gerência:

 Executar o comando de “LASER OFF” para desligar o Laser do Transponder.

 Desconectar os seus cabos ópticos.

 Retirá-lo do Sub-bastidor em seguida.

Se não houver comunicação com a gerência existem duas alternativas para desligar o Laser:

 (alternativa 1) consiste em retirar o cabo óptico da entrada do Transponder 3R Medidor


de Taxa Bidirecional provocando o desligamento imediato do Laser.

 (alternativa 2) consiste em desligar o Transponder 3R Medidor de Taxa Bidirecional


retirando-o parcialmente do Sub-bastidor, e em seguida retirar os cabos ópticos.

5.13.4. Procedimento de Inserção da Unidade no Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao inserir o Transponder 3R Medidor de Taxa Bidirecional no Sub-
bastidor.

 Inserir parcialmente o Transponder 3R Medidor de Taxa Bidirecional no Sub-bastidor.

 Conectar os cabos ópticos em seu painel frontal.

 Inseri-lo totalmente no Sub-bastidor.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-31


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

 Se for necessário e for possível, executar o comando para ligar o seu Laser.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-32


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.14. Transponder 3R Multi Taxa Bidirecional

5.14.1. Modelo

Campo Descrição

T100D -

Banda C: Banda C

T: Sintonizável - C21 a H60 (Espaçamento 50 GHz)


ou C21 a C60 (Espaçamento 100 GHz)

TC: Sintonizável Grade C - C21 a C60


Canal
(Espaçamento 100 GHz)

TH: Sintonizável Grade H - H21 a H60


(Espaçamento 100 GHz)

4BD -

Taxa de Operação Suportada A: 1 Gb/s a 10 Gb/s

Interface Cliente S: Módulo SFP

Alcance L: Long-Haul com APD

5.14.2. Precauções de Manuseio


O Transponder 3R Multi Taxa Bidirecional utiliza-se de Laser Classe 1. Por esta classe de
Laser ser a mais segura das existentes, não exige nenhum cuidado especial por parte do
usuário que o manuseará. Entretanto, recomenda-se a precaução de manter os olhos fora da
linha de direção do conector de saída do Transponder. Sempre que os conectores dos cordões
de manobra exteriores ao Transponder forem retirados, deve-se tomar o cuidado de tampar os
adaptadores no frontal do equipamento para evitar que o conector interno do equipamento se
suje. Ao retirar o Transponder do Sub-bastidor, o mesmo deve ser envolto em embalagem
blindada e antiestática para evitar que os componentes do equipamento possam ser
danificados.

Classe do Laser Interfaces de exposição à


radiação (Laser)
IEC 60825 (2007-03) FDA (4.9)

 OUT1
CLASS 1 LASER PRODUCT CLASS I LASER PRODUCT
 OUT2

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-33


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

Classe do Laser Interfaces de exposição à


radiação (Laser)
IEC 60825 (2007-03) FDA (4.9)

5.14.3. Procedimento de Remoção da Unidade do Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover o Transponder 3R Multi Taxa Bidirecional do Sub-
bastidor.

Se houver comunicação com a gerência:


 Executar o comando de “LASER OFF” para desligar o Laser do Transponder.
 Desconectar os seus cabos ópticos.
 Retirá-lo do Sub-bastidor em seguida.

Se não houver comunicação com a gerência existem duas alternativas para desligar o Laser:
 Retirar parcialmente o Transponder 3R Multi Taxa Bidirecional do Sub-bastidor, e em
seguida retirar os cabos ópticos.

5.14.4. Procedimento de Inserção da Unidade no Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao inserir o Transponder 3R Multi Taxa Bidirecional no Sub-
bastidor.
 Inserir parcialmente o Transponder 3R Multi Taxa Bidirecional no Sub-bastidor.
 Conectar os cabos ópticos em seu painel frontal.
 Inseri-lo totalmente no Sub-bastidor.
 Se for necessário e for possível, executar o comando para ligar o seu Laser.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-34


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.15. Transponder 2R Multi Taxa Fibre Channel Bidirecional

5.15.1. Modelo

Campo Descrição

T40 -

C: Banda C
Banda
L: Banda L

Canal fixo: C21 a C60 (Espaçamento 100 GHz)

T: Sintonizável - C21 a H60 (Espaçamento 50 GHz)


ou C21 a C60 (Espaçamento 100 GHz)
Canal
TC: Sintonizável Grade C - C21 a C60
(Espaçamento 100 GHz)

TH: Sintonizável Grade H - H21 a H60


(Espaçamento 100 GHz)

4 -

Família B: Bidirecional

Interface Cliente 2: 1310 nm

Alcance S: Short-Haul com Pinfet

5.15.2. Precauções de Manuseio


O Transponder 2R Multi Taxa Fibre Channel utiliza de Lasers Classe 1. Por esta classe de
Laser ser a mais segura das existentes, não exige nenhum cuidado especial por parte do
usuário que o manuseará. Entretanto, recomenda-se a precaução de manter os olhos fora da
linha de direção do conector de saída do Transponder. Sempre que os conectores dos cordões
de manobra exteriores ao Transponder 2R Multi Taxa Fibre Channel forem retirados, deve-se
tomar o cuidado de tampar os adaptadores no frontal do equipamento para evitar que o
conector interno do equipamento se suje. Ao retirar o Transponder do Sub-bastidor, o mesmo
deve ser envolto em embalagem blindada e antiestática para evitar que os componentes do
equipamento possam ser danificados.

Classe do Laser Interfaces de exposição à


radiação (Laser)
IEC 60825 (2007-03) FDA (4.9)

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-35


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

Classe do Laser Interfaces de exposição à


radiação (Laser)
IEC 60825 (2007-03) FDA (4.9)

CLASS I LASER PRODUCT


CLASS 1 LASER PRODUCT

 OUT 1

 OUT 2

5.15.3. Procedimento de Remoção da Unidade do Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover o Transponder do Sub-bastidor.

Se houver comunicação com a gerência:

 Executar os comandos de “LASER OFF 1” e “LASER OFF 2” para desligar os Lasers


do Transponder.

 Desconectar os seus cabos ópticos.

 Retirá-lo do Sub-bastidor em seguida.

Se não houver comunicação com a gerência:

 Desligar o Transponder retirando-o parcialmente do Sub-bastidor, e em seguida retirar


os cabos ópticos.

5.15.4. Procedimento de Inserção da Unidade no Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao inserir o Transponder no Sub-bastidor.

 Inserir parcialmente o Transponder no Sub-bastidor.

 Conectar os cabos ópticos em seu painel frontal.

 Inseri-lo totalmente no Sub-bastidor.

 Se for necessário e for possível, executar o comando para ligar os seus Lasers.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-36


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.16. Transponder 2R Bidirecional

5.16.1. Modelo

Campo Descrição

T -

01: 100 Mb/s (todos modelos 100 Mb/s são 2R


apenas)

06: 622 Mb/s


Taxa
GE: 1 Gb/s - Gigabit Ethernet / Fibre Channel

20: 2,0 Gb/s

25: 2,5 Gb/s

D -

C: Banda C
Banda
L: Banda L

Canal Canal fixo: C21 a C60 (Espaçamento 100 GHz)

4B

Modulação do Laser Modulação do LASER

1: 850 nm multimodo

2: 1310 nm
Interface Cliente
3: 1550 nm

S: Módulo SFP

S: Short-Haul com Pinfet


Alcance
L: Long-Haul com APD

5.16.2. Precauções de Manuseio


O Transponder 2R utiliza-se de Laser Classe 1. Por esta classe de Laser ser a mais segura das
existentes, não exige nenhum cuidado especial por parte do usuário que manuseará o
Transponder, mas recomenda-se a precaução de manter os olhos fora da linha de direção do
conector de saída do Transponder. Sempre que os conectores dos cordões de manobra
exteriores ao Transponder forem retirados, deve-se tomar o cuidado de tampar os adaptadores

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-37


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

no frontal do equipamento para evitar que o conector interno do equipamento se suje. Ao retirar
o Transponder do Sub-bastidor, o mesmo deve ser envolto em embalagem blindada e
antiestática para evitar que os componentes do equipamento possam ser danificados.

Classe do Laser Interfaces de exposição à


radiação (Laser)
IEC 60825 (2007-03) FDA (4.9)

CLASS I LASER PRODUCT


CLASS 1 LASER PRODUCT

 OUT1

 OUT2

5.16.3. Procedimento de Remoção da Unidade do Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover o Transponder do Sub-bastidor.

Se houver comunicação com a gerência:

 Executar o comando de “LASER OFF” para desligar os Lasers do Transponder.

 Desconectar os seus cabos ópticos.

 Retirá-lo do Sub-bastidor em seguida.

Se não houver comunicação com a gerência existem duas alternativas para desligar o Laser:

 (alternativa 1): consiste em retirar o cabo óptico da entrada do Transponder provocando


o desligamento imediato do Laser.

 (alternativa 2): consiste em desligar o Transponder retirando-o parcialmente do Sub-


bastidor, e em seguida retirar os cabos ópticos.

5.16.4. Procedimento de Inserção da Unidade no Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao inserir o Transponder no Sub-bastidor.

 Inserir parcialmente o Transponder no Sub-bastidor.

 Conectar os cabos ópticos em seu painel frontal.

 Inseri-lo totalmente no Sub-bastidor.

 Se for necessário e for possível, executar o comando para ligar os seus Lasers.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-38


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.17. Sub-bastidor de Transponders e Amplificadores (4U)

5.17.1. Modelo
SB – TrS 4

5.17.2. Descrição Funcional


O Sub-bastidor SB-TrS 4 distribui a alimentação dos Transponders, Amplificadores (somente
Amplificadores de altura 4U), Mediadores, Supervisores e Canais de Supervisão do Sistema
WDM Padtec. Realiza também a conexão elétrica de dados entre esses equipamentos. O Sub-
bastidor SB-TrS 4 possui trilhas para orientação e posicionamento das placas introduzidas,
além de evitar que a placa seja inserida em posição incorreta.

5.17.3. Procedimento de Remoção da Unidade do Bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover o Sub-bastidor SB-TrS do bastidor.

 Retirar todas as unidades do Sub-bastidor.

 Desparafusá-lo.

 Retirá-lo do bastidor.

 Desconectar interfaces elétricas de alimentação em seu painel traseiro.

5.17.4. Procedimento de Inserção da Unidade no Bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao inserir o Sub-bastidor no bastidor

 Conectar a alimentação elétrica no painel traseiro.

 Inserir a unidade no bastidor.

 Parafusá-lo.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-39


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.18. Multiplexador/Demultiplexador Óptico DWDM

5.18.1. Modelo

Campo Descrição

MXD: Multiplexador Óptico DWDM

DXD: Demultiplexador Óptico DWDM


Modelo
MDD: Multiplexador e Demultiplexador Óptico
DWDM

XYY: X = C, L ou H e YY = Canal Inicial Grade


Canal inicial
ITU-T

Número de canais XX: Número de canais

1: 100 GHz

2: 200 GHz
Espaçamento óptico
3: 20 nm

6: 50 GHz

E: Expansão possível
Características
S: Sem expansão (Standard)

1: Banda vermelha

2: Banda azul

4: DWDM banda C
Banda de expansão
5: DWDM banda L

T: Sem possibilidade de expansão (caso o código


de expansão seja S)

C: Complemento da banda C (C20~C60)

1: 1U de altura

Mecânica 2: 2U de altura

3: 3U de altura

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-40


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.18.2. Procedimento de Remoção da Unidade do Bastidor


 Desligar os Lasers de todas as unidades que se encontram conectados à unidade.

 Desconectar todos os seus cabos ópticos;.

 Desparafusá-lo e retirá-lo do bastidor.

5.18.3. Procedimento de Inserção da Unidade no Bastidor


 Inserir a unidade no bastidor.

 Parafusá-la.

 Conectar todos os seus cabos ópticos.

 Ligar os Lasers das unidades conectadas.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-41


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.19. Multiplexador/Demultiplexador Óptico DWDM com Atenuador Variável

5.19.1. Modelo

Campo Descrição

MXVD: Multiplexador Óptico com VOA


Modelo
DXVD: Demultiplexador Óptico com VOA

Canal inicial XYY: X = C ou L e YY = Canal Inicial Grade ITU-T

Número de canais XX: Número de canais

1: 100 GHz

Espaçamento óptico 2: 200 GHz

3: 50 GHz

E: Expansão possível

Características F: Com expansão gerenciável

S: Sem expansão (Standard)

1: Banda vermelha

2: Banda azul

4: DWDM banda C
Banda
5: DWDM banda L

T: Sem possibilidade de expansão (caso o código


de expansão seja S)

C: Complemento da banda C (C20~C60)

1: 1U de altura

Mecânica 2: 2U de altura

3: 3U de altura

5.19.2. Procedimento de Remoção da Unidade do Bastidor


 Desligar os Lasers de todos os transponders que se encontram conectados à unidade.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-42


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

 Desconectar todos os seus cabos ópticos.

 Desconectar todos os seus cabos elétricos.

 Desparafusar a unidade e retirá-la do bastidor.

5.19.3. Procedimento de Inserção da Unidade no Bastidor


 Inserir o Multiplexador/Demultiplexador Óptico com VOA no bastidor.

 Parafusar a unidade.

 Conectar todos os seus cabos ópticos.

 Conectar todos os seus cabos elétricos.

 Ligar os Lasers de todas as unidades conectados à unidade.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-43


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.20. Módulo Integrado Multiplexador, Demultiplexador e Supervisory


Channel Mux / Demux (SCMD)

5.20.1. Modelo

Campo Descrição

MD -

S: Standard (Padrão)

F: Filtro + 2nm (uso com amplificador Raman)

SA: Standard (Padrão) com funcionalidade ALS


Montagem óptica (Automatic Laser Shutdown) - Somente para Canal
de Supervisão SCME-4DP

FA: Filtro + 2nm com funcionalidade ALS


(Automatic Laser Shutdown) - Somente para Canal
de Supervisão SCME-4DP e amplificador Raman

D -

XYY: X = C, H ou L e YY = Canal Inicial Grade ITU-


Canal inicial
T

Número de canais XX: Número de canais

Espaçamento óptico 1: 100 GHz

Características S: Sem expansão (Standard)

T: Sem possibilidade de expansão (caso o código


Banda de expansão
de expansão seja S)

2: 2U de altura (módulo integrado sem ALS)


Mecânica
3: 3U de altura (módulo integrado com ALS)

5.20.2. Procedimento de Remoção da Unidade do Bastidor

 Desligar os Lasers de todos os transponders que se encontram conectados ao


Multiplexador Óptico (ver Procedimento de Retirada do transponder do Sub-bastidor).

 Desligar o Laser do pré-amplificador que estiver na entrada do Demultiplexador Óptico,


caso exista. Neste caso, verificar Procedimento de Retirada do Pré-Amplificador.

 Desligar a alimentação do módulo canal de supervisão (ver Procedimento de Retirada


do Módulo Canal de Supervisão do Sub-bastidor).

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-44


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

 Desconectar todos os seus cabos ópticos e elétricos (se aplicável).

5.20.3. Procedimento de Inserção da Unidade no Bastidor

 Inserir o módulo no bastidor e parafusá-lo.

 Conectar todos os cabos ópticos e elétricos (se aplicável).

 Ligar os Lasers de todos os transponders conectados à unidade.

 Ligar o Laser do Pré-Amplificador conectado no Demultiplexador, caso exista.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-45


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.21. Módulo Integrado Multiplexador com VOA, Demultiplexador e


Supervisory Channel Mux / Demux (SCMD)

5.21.1. Modelo

Campo Descrição

MVD -

S: Standard (Padrão)
Montagem óptica
F: Filtro + 2nm (uso com amplificador Raman)

D -

XYY: X = C, H ou L e YY = Canal Inicial Grade ITU-


Canal inicial
T

Número de canais XX: Número de canais

Espaçamento óptico 1: 100 GHz

Características G: Sem expansão (Gerenciável)

T: Sem possibilidade de expansão (caso o código


Banda de expansão
de expansão seja S)

Mecânica 3: 3U de altura (módulo integrado)

5.21.2. Procedimento de Remoção da Unidade do Bastidor

 Desligar os Lasers de todos os transponders que se encontram conectados ao


Multiplexador Óptico (ver Procedimento de Retirada do transponder do Sub-bastidor).

 Desligar o Laser do pré-amplificador que estiver na entrada do Demultiplexador Óptico,


caso exista. Neste caso, verificar Procedimento de Retirada do Pré-Amplificador.

 Desligar a alimentação do módulo canal de supervisão (ver Procedimento de Retirada


do Módulo Canal de Supervisão do Sub-bastidor).

 Desconectar todos os seus cabos ópticos e elétricos.

5.21.3. Procedimento de Inserção da Unidade no Bastidor

 Inserir o módulo no bastidor e parafusá-lo.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-46


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

 Conectar todos os cabos ópticos e elétricos.

 Identificar o slot do Módulo Integrado (DIP Switch).

 Ligar os Lasers de todos os transponders conectados à unidade.

 Ligar o Laser do Pré-Amplificador conectado no Demultiplexador, caso exista.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-47


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.22. Optical Add and Drop Multiplexer (OADM)

5.22.1. Modelo

Campo Descrição

OADM -

D: DWDM

C: CWDM
Modelo
B: OADM de Banda

W: WDM

C: Banda C

L: Banda L

Banda 1: 1310/1550 nm (Somente modelo WDM)

2: 1550/1310 nm (Somente modelo WDM)

3: 850/1310 nm (Somente modelo WDM)

XX: Número do Canal Inicial


Canal inicial
Vazio: Caso modelo WDM

1: 50 GHz

2: 100 GHz
Espaçamento entre canais
3: 200 GHz

Vazio: Caso modelo WDM

YY: Quantidade de Canais


Quantidade de canais
Vazio: Caso modelo WDM

S: Single Homing
Sistema de proteção
D: Dual Homing

U: Unidirecional
Direção
B: Bidirecional

Alcance S: Short-Haul

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-48


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

L: Long-Haul

0: Dentro Caixa de Emenda

Mecânica 1: 1U de Altura

2: 2U de Altura

5.22.2. Procedimento de Remoção da Unidade do Bastidor


 Desconectar todos os seus cabos ópticos.

 Desparafusá-lo e retirá-lo do bastidor.

5.22.3. Procedimento de Inserção da Unidade no Bastidor


 Inserir o OADM no bastidor.

 Parafusá-lo.

 Conectar todos os seus cabos ópticos.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-49


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.23. Reconfigurable Optical Add and Drop Multiplexer (ROADM)

5.23.1. Modelo

Campo Descrição

ROAD -

Número de canais 40

Banda C: Banda C

Espaçamento entre Canais 2: 100 GHz

S -

Mecânica 3: 3U de Altura

5.23.2. Procedimento de Remoção da Unidade do Bastidor


 Desligue os lasers de todos os transponders conectados ao módulo ROADM (vide
Procedimento para Remover o Transponder do Sub-bastidor).

 Desconecte todos os cordões ópticos do módulo ROADM.

 Desparafuse a unidade e a remova do bastidor.

5.23.3. Procedimento de Inserção da Unidade no Bastidor


 Insira o módulo ROADM no bastidor.

 Parafuse-o no bastidor.

 Conecte todos os cordões ópticos no módulo.

 Ligue os lasers de todos os transponders conectados ao módulo ROADM.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-50


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.24. ROADM WSS (Reconfigurable Optical Add and Drop Multiplexer -


Wavelength Selectable Switch)

5.24.1. Modelo
WSS-50

5.24.2. Procedimento de Remoção da Unidade do Sub-bastidor


 Utilizar pulseira antiestática ao remover a placa do Sub-bastidor.

 Desconectar os seus cabos ópticos.

 Retirá-lo do Sub-bastidor.

5.24.3. Procedimento de Inserção da Unidade no Sub-bastidor


 Utilizar pulseira antiestática ao inserir a placa WSS no Sub-bastidor.

 Inserir totalmente a placa WSS no Sub-bastidor.

 Conectar os cabos ópticos em seu painel frontal.

Observação: Realizar as ligações ópticas somente após a configuração da placa supervisora


SPVL-9.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-51


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.25. Sub-bastidor 14U

5.25.1. Modelo
SB – TrS 9 (Apenas para WSS e Transponders 9U - 40G e ODU-XC)

5.25.2. Configurações e Ajustes no Hardware


O Sub-bastidor de produtos 9U possui um conjunto de Dip Switch localizado no cartão traseiro
do Sub-bastidor. Este conjunto de Dip Switch permite identificar a posição do Sub-bastidor no
rack, uma vez que é permitido diversos Sub-bastidores em um mesmo rack. Cada Sub-bastidor
deve possuir um endereço único.

A identificação é realizada com números de 0 a 31 no DIP Switch. Para realizar esta


identificação, o endereço deve ser configurado como número binário, onde a chave 0 é o bit
menos significativo, e a chave 4 é o bit mais significativo.
0 1 2
Endereço (Formato): <valor Chave 0> x (2 ) + <valor Chave 1> x (2 ) + <valor Chave 2> x (2 )
3 4
+ <valor Chave 3> x (2 ) + <valor Chave 4> x (2 ), onde <valor Chave x> = 1 na posição OFF e
<valor Chave x> = 0 na posição ON.

Ilustração do Dip Switch e exemplo de configuração (endereço)

Cada placa inserida no Sub-bastidor pode ser acessada utilizando um endereço IP específico.
O endereço IP de cada placa utiliza a seguinte metodologia:

169.254. DS . S

Onde,

 DS: Endereço de identificação do Dip Switch do respectivo Sub-bastidor.

 S: Número do slot inferior da respectiva placa a ser acessada. Caso a placa ocupe 2
slots, deve-se considerar o slot no canto inferior esquerdo.

Exemplo: IP interno 169.254. 7.21 – Placa no Sub-bastidor identificado como 7, posicionado no


slot 5 (Superior) / 21 (Inferior).

5.25.3. Procedimento de Remoção da Unidade do Bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover o Sub-bastidor SB-TrS do bastidor.

 Retirar todas as unidades do Sub-bastidor.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-52


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

 Desparafusá-lo.

 Retirá-lo do bastidor.

 Desconectar as interfaces elétricas de alimentação no seu painel traseiro.

5.25.4. Procedimento de Inserção da Unidade no Bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao inserir o Sub-bastidor SB-TrS no bastidor.

 Conectar a alimentação elétrica no seu painel traseiro.

 Inseri-lo no bastidor.

 Parafusá-lo.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-53


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.26. Amplificadores Ópticos

Vários modelos de amplificadores ópticos a fibra dopada com Érbio fazem parte do sistema
DWDM da Padtec:

 Pré-Amplificador.

 Amplificadores de Potência (Booster) de 17, 21 e 24 dBm.

 Amplificadores de Linha de 17, 21 e 24 dBm.

Quanto à amplificação Raman, o sistema DWDM da Padtec incorpora um modelo de pré-


amplificador. Cada um destes amplificadores é formado por um Módulo de Controle e
Supervisão e um Módulo Óptico, os quais se comunicam eletricamente.

O Módulo de Controle e Supervisão, ou MCS, é o responsável pelo ajuste, manutenção e


supervisão dos parâmetros elétricos necessários para o funcionamento do Módulo Óptico de
um amplificador EDFA ou Raman. Ele opera em pré-amplificadores, amplificadores de linha e
de potência (booster). É necessário, no entanto, alterar alguns valores de resistores no circuito
devido às diferentes faixas dinâmicas de operação e medição de potência em cada tipo de
amplificador.

Os amplificadores ópticos da Padtec são de acordo com as recomendações GR–1312–CORE,


GR-2979-CORE, IEC 60825-1, ITU-T G.661, G.662, G.663, G.664 e G.665 (além de outras
mencionadas neste Guia).

A seguir serão descritos os parâmetros de controle e supervisão, as características óptico-


elétricas envolvidas, os alarmes gerados pelo módulo, os mecanismos de proteção, as funções
especiais e a interface de comunicação, para controle e leitura dos dados.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-54


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.27. Pré-Amplificador

5.27.1. Modelo

Campo Descrição

POA -

4: 4U (Compatível somente com supervisor SPVL-4


e SPVL-4SM)
Altura
5 ou Vazio: 5U

C: Banda C
Banda
L: Banda L

14 -

1: Sem laser reserva


Laser reserva
2: Com laser reserva

A (5U) / AA (4U): AGC

B (5U) / AB (4U): Filtro Monocanal

C (5U) / AC (4U): GFF (Gain Flattening Filter)

D (5U) / AD (4U): GFF + AGC


Filtro e Montagens Especiais
F (5U) / AF (4U): AGC Eletrônico

H (5U) / AH (4U): GFF + AGC Eletrônico

L (5U) / AL (4U): GFF + AGC Eletrônico + Faixa


Dinâmica de AGC Estendida

S (5U) / AS (4U): Standard

A: Absent – Não possui

Contato seco I: Internal – No supervisor

E: External – No amplificador e no supervisor

H: High – 48 VDC
Alimentação
L: Low – 5 VDC

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-55


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.27.2. Precauções de Manuseio


Sendo uma unidade que utiliza um laser classe 3R, é imprescindível proteger o conector de
saída ao ligar o Pré-Amplificador. Nunca desconectar o cordão óptico na saída do Pré-
Amplificador (conector OUT) com o Laser ligado.

É importante também, para evitar possível deterioração do conector de saída óptica, não ligar o
laser de bombeio diretamente em sua potência de operação, mas acioná-lo aumentando
gradativamente a potência, com passos de 50mW.

Além disso, é necessário também verificar se o laser está desligado (o LED vermelho “PUMP
OFF” do Pré-Amplificador, deve estar aceso) antes da retirada da unidade do Sub-bastidor.
Caso o LED de PUMP OFF do Pré-Amplificador esteja apagado, desligue o Laser através do
comando de Desligar Laser, via Software de Calibração e Ajuste, via Gerência Local ou através
da Gerência Central.

Classe do Laser Interfaces de exposição à


radiação (Laser)
IEC 60825 (2007-03) FDA (4.9)

CLASS IIIr LASER PRODUCT


CLASS 3R LASER PRODUCT

 OUT

 Monitoring/Mon.

5.27.3. Procedimento de Remoção da Unidade do Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover o Pré-Amplificador do Sub-bastidor.

Caso em que a entrada do Pré-Amplificador está ligada à saída de um SCD:

 Se houver comunicação com a gerência:

o Executar o comando de “LASER OFF” ou “reset” para desligar o laser do Pré-


Amplificador.

o Desconectar os seus cabos ópticos.

o Retirá-lo do Sub-bastidor em seguida.

 Se não houver comunicação com a gerência existem duas alternativas para desligar o
laser:

o (alternativa 1): consiste em retirar o cabo óptico da entrada do Pré-


Amplificador provocando o desligamento imediato do laser.

o (alternativa 2): consiste em desligar a alimentação do Pré-Amplificador,


retirando-o parcialmente do Sub-bastidor, e em seguida retirar os seus cabos
ópticos.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-56


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

Caso em que o Pré-Amplificador está ligado à um Raman:

 Desligar o laser do pré-amplificador Raman (ver Procedimento de Retirada do Pré-


Amplificador Raman do Sub-bastidor).

 Se houver comunicação com a gerência.

o Executar o comando de “LASER OFF” ou “reset” para desligar o laser do Pré-


Amplificador.

o Desconectar os seus cabos ópticos.

o Retirá-lo do Sub-bastidor em seguida.

 Se não houver comunicação com a gerência existem duas alternativas para desligar o
laser.

o (alternativa 1): consiste em retirar o cabo óptico da entrada do Pré-


Amplificador provocando o desligamento imediato do laser.

o (alternativa 2): consiste em desligar a alimentação do Pré-Amplificador,


retirando-o parcialmente do Sub-bastidor, e em seguida retirar os seus cabos
ópticos.

5.27.4. Procedimento de Inserção da Unidade no Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao inserir o Pré-Amplificador no Sub-bastidor.

Caso em que a entrada do Pré-Amplificador está ligada à saída de um SCD:

 Inserir parcialmente o Pré-Amplificador no Sub-bastidor.

 Conectar os cabos ópticos em seu painel frontal.

 Inseri-lo totalmente no Sub-bastidor.

 Se for necessário e for possível, executar o comando para ligar o seu laser.

Caso em que a entrada do Pré-Amplificador está ligada à saída de um pré-amplificador Raman:

 Inserir parcialmente o Pré-Amplificador no Sub-bastidor.

 Conectar os cabos ópticos em seu painel frontal.

 Inseri-lo totalmente no Sub-bastidor.

 Se for necessário e for possível, executar o comando para ligar o seu laser.

 Ligar o pré-amplificador Raman (ver Procedimento de Colocação do Pré-Amplificador


Raman no Sub-bastidor).

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-57


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.28. Amplificador Booster de 17 ou 21 dBm

5.28.1. Modelo

Campo Descrição

BOA -

4: 4U (Compatível somente com supervisor SPVL-4


e SPVL-4SM)
Altura
5 ou Vazio: 5U

C: Banda C
Banda
L: Banda L

17: 17 dBm
Potência de Saída
21: 21 dBm

1: Sem laser reserva


Laser reserva
2: Com laser reserva

A (5U) / AA (4U): AGC

D (5U) / AD (4U): GFF + AGC

F (5U) / AF (4U): AGC Eletrônico


Filtro e Montagens Especiais
S (5U) / AS (4U): Standard

X (5U) / BD (4U): AGC Eletrônico + ALS (Conforme


item Erro! Fonte de referência não encontrada.)

A: Absent – Não possui

Contato seco I: Internal – No supervisor

E: External – No amplificador e no supervisor

H: High – 48 VDC
Alimentação
L: Low – 5 VDC

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-58


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.28.2. Precauções de Manuseio


Sendo uma unidade que utiliza um laser classe 3B, é imprescindível proteger o conector de
saída ao ligar o amplificador. Nunca desconectar o cordão óptico na saída do Booster (conector
OUT) com o Laser ligado.

É importante também, para evitar possível deterioração do conector de saída óptica, não ligar o
laser de bombeio diretamente em sua potência de operação, mas acioná-lo aumentando
gradativamente a potência, com passos de 50 mW.

Além disso, é necessário também verificar se o laser está desligado (o LED vermelho “PUMP
OFF” do Booster, deve estar aceso) antes da retirada da unidade do Sub-bastidor. Caso o LED
de PUMP OFF do Booster esteja apagado, desligue o Laser através do comando de Desligar
Laser, via Software de Calibração e Ajuste, via Gerência Local ou através da Gerência Central.

Classe do Laser Interfaces de exposição à


radiação (Laser)
IEC 60825 (2007-03) FDA (4.9)

CLASS IIIb LASER PRODUCT

CLASS 3B LASER PRODUCT

 OUT
17 dBm Booster
 Monitoring/Mon.

21 dBm Booster

5.28.3. Procedimento de Remoção da Unidade do Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover o Amplificador Booster de 17dBm do Sub-bastidor.

 (alternativa 1): Desligar os transponders ligados ao multiplexador óptico em cuja saída


encontra-se ligado o Amplificador Booster de 17/21 dBm (ver Procedimento de Retirada
do Transponder do Sub-bastidor). Com os lasers dos transponders desligados não
haverá mais sinal óptico na entrada do Amplificador Booster de 17/21 dBm, fazendo
com que o seu laser seja automaticamente desligado. Assim sendo, os seus cabos
ópticos poderão ser desconectados e ele poderá ser retirado do Sub-bastidor.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-59


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

 (alternativa 2): Se o desligamento dos transponders não puder ser efetuado por algum
motivo, o procedimento passa a ser o seguinte. Se não houver perda de comunicação
com a gerência, executar o comando de “LASER OFF” ou “reset” para desligar o laser
do Amplificador Booster de 17/21 dBm, desconectar os seus cabos ópticos e retirá-lo
do Sub-bastidor em seguida. Se não houver comunicação com a gerência existem duas
alternativas para desligar o laser. A primeira consiste em retirar o cabo óptico da
entrada do Amplificador Booster de 17/21 dBm, provocando o desligamento imediato do
laser. A segunda alternativa consiste em desligar a alimentação do Amplificador
Booster de 17/21 dBm, retirando-o parcialmente do Sub-bastidor, e em seguida retirar
os seus cabos ópticos.

5.28.4. Procedimento de Inserção da Unidade no Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao inserir o Amplificador Booster de 17/21dBm do Sub-bastidor.

 Inserir parcialmente o Amplificador Booster de 17/21 dBm no Sub-bastidor.

 Conectar os cabos ópticos em seu painel frontal.

 Inseri-lo totalmente no Sub-bastidor.

 Se for necessário e for possível, executar o comando para ligar o seu laser.

 Ligar os transponders para o caso em que eles tenham sido desligados por ocasião da
retirada do Amplificador Booster de 17/21 dBm (ver Procedimento de Colocação do
Transponder no Sub-bastidor).

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-60


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.29. Amplificador Booster de 24 dBm

5.29.1. Modelo

Campo Descrição

BOA -

4: 4U (Compatível somente com supervisor SPVL-4


e SPVL-4SM)
Altura
5 ou Vazio: 5U

C: Banda C
Banda
L: Banda L

24 -

1: Sem laser reserva


Laser reserva
2: Com laser reserva

A (5U) / AA (4U): AGC

D (5U) / AD (4U): GFF + AGC

F (5U) / AF (4U): AGC Eletrônico


Filtro e Montagens Especiais
S (5U) / AS (4U): Standard

X (5U) / BD (4U): AGC Eletrônico + ALS (Conforme


item Erro! Fonte de referência não encontrada.)

A: Absent – Não possui

Contato seco I: Internal – No supervisor

E: External – No amplificador e no supervisor

H: High – 48 VDC
Alimentação
L: Low – 5 VDC

5.29.2. Precauções de Manuseio


Sendo uma unidade que utiliza um laser classe 3B, é imprescindível proteger o conector de
saída ao ligar o amplificador. Nunca desconectar o cordão óptico na saída do Booster (conector
OUT) com o Laser ligado.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-61


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

É importante também, para evitar possível deterioração do conector de saída óptica, não ligar o
laser de bombeio diretamente em sua potência de operação, mas acioná-lo aumentando
gradativamente a potência, com passos de 50mW.

Além disso, é necessário também verificar se o laser está desligado (o LED vermelho “PUMP
OFF” do Booster, deve estar aceso) antes da retirada da unidade do Sub-bastidor. Caso o LED
de PUMP OFF do Booster esteja apagado, desligue o Laser através do comando de Desligar
Laser, via Software de Calibração e Ajuste, via Gerência Local ou através da Gerência Central.

Classe do Laser Interfaces de exposição à


radiação (Laser)
IEC 60825 (2007-03) FDA (4.9)

CLASS IIIb LASER PRODUCT


CLASS 3B LASER PRODUCT

 OUT

 Monitoring/Mon.

5.29.3. Procedimento de Remoção da Unidade do Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover Amplificador Booster do Sub-bastidor.

 (alternativa 1): Desligar os transponders ligados ao multiplexador óptico em cuja saída


encontra-se ligado o Amplificador Booster (ver Procedimento de Retirada do
Transponder do Sub-bastidor). Com os lasers dos transponders desligados não haverá
mais sinal óptico na entrada do Amplificador Booster fazendo com que os seus lasers
sejam automaticamente desligados. Assim sendo, os seus cabos ópticos poderão ser
desconectados e ele poderá ser retirado do Sub-bastidor.

 (alternativa 2): Se o desligamento dos transponders não puder ser efetuado por algum
motivo, o procedimento passa a ser o seguinte. Se não houver perda de comunicação
com a gerência, executar o comando de “LASER OFF” ou “reset” para desligar os
lasers do Amplificador Booster, desconectar os seus cabos ópticos e retirá-lo do Sub-
bastidor em seguida. Se não houver comunicação com a gerência existem duas
alternativas para desligar os lasers. A primeira consiste em retirar o cabo óptico da
entrada do Amplificador Booster provocando o desligamento imediato dos lasers. A
segunda alternativa consiste em desligar a alimentação do Amplificador Booster,
retirando-o parcialmente do Sub-bastidor, e em seguida retirar os seus cabos ópticos.

5.29.4. Procedimento de Inserção da Unidade no Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao inserir Amplificador Booster do Sub-bastidor.

 Inserir parcialmente o Amplificador Booster no Sub-bastidor.

 Conectar os cabos ópticos em seu painel frontal.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-62


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

 Inseri-lo totalmente no Sub-bastidor;

 Se for necessário e for possível, executar o comando para ligar os seus lasers.

 Ligar os transponders para o caso em que eles tenham sido desligados por ocasião da
retirada do Amplificador Booster (ver Procedimento de Colocação do Transponder no
Sub-bastidor).

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-63


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.30. Amplificador de Linha de 17 dBm

5.30.1. Modelo

Campo Descrição

LOA -

4: 4U (Compatível somente com supervisor SPVL-4


e SPVL-4SM)
Altura
5 ou Vazio: 5U

C: Banda C
Banda
L: Banda L

17 -

1: Sem laser reserva


Laser reserva
2: Com laser reserva

A (5U) / AA (4U): AGC

B (5U) / AB (4U): Filtro Monocanal

C (5U) / AC (4U): GFF (Gain Flattening Filter)

D (5U) / AD (4U): GFF + AGC

E (5U) / AE (4U): Acesso Estágio Intermediário

F (5U) / AF (4U): AGC Eletrônico

Filtro e Montagens Especiais G (5U) / AG (4U): Acesso Estágio Intermediário +


AGC Eletrônico

H (5U) / AH (4U): GFF + AGC Eletrônico

J (5U) / AJ (4U): Acesso Estágio Intermediário +


AGC Eletrônico + GFF

S (5U) / AS (4U): Standard

Y (5U) / AY (4U): Acesso Estágio Intermediário +


AGC Eletrônico + GFF ALS (Conforme item Erro!
Fonte de referência não encontrada.)

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-64


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

A: Absent – Não possui

Contato seco I: Internal – No supervisor

E: External – No amplificador e no supervisor

H: High – 48 VDC
Alimentação
L: Low – 5 VDC

5.30.2. Precauções de Manuseio


Sendo uma unidade que utiliza lasers de classe 3B, é imprescindível proteger o conector de
saída ao ligar o amplificador.

É importante também, para evitar possível deterioração do conector de saída óptica, não ligar
os lasers de bombeio diretamente em sua potência de operação, mas acioná-los aumentando
gradativamente a potência, com passos de 50 mW.

Além disso, é necessário também verificar se os lasers estão desligados antes da retirada da
unidade do Sub-bastidor.

Classe do Laser Interfaces de exposição à


radiação (Laser)
IEC 60825 (2007-03) FDA (4.9)

CLASS IIIb LASER PRODUCT


CLASS 3B LASER PRODUCT
 OUT Stage 1

 OUT Stage 2

 Monitoring/Mon.

5.30.3. Procedimento de Remoção da Unidade do Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover o Amplificador de Linha do Sub-bastidor.

 Se não houver perda de comunicação com a gerência, executar o comando de “LASER


OFF” ou “reset” para desligar os lasers do Amplificador de Linha, desconectar os seus
cabos ópticos e retirá-lo do Sub-bastidor em seguida. Se não houver comunicação com
a gerência existem duas alternativas para desligar os lasers. A primeira consiste em
retirar o cabo óptico da entrada do Amplificador de Linha provocando o desligamento
imediato dos lasers. A segunda alternativa consiste em desligar a alimentação do
Amplificador de Linha, retirando-o parcialmente do Sub-bastidor, e em seguida retirar
os seus cabos ópticos.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-65


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.30.4. Procedimento de Inserção da Unidade no Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao inserir o Amplificador de Linha do Sub-bastidor.

 Inserir parcialmente o Amplificador de Linha no Sub-bastidor.

 Conectar os cabos ópticos em seu painel frontal.

 Inseri-lo totalmente no Sub-bastidor.

 Se for necessário e for possível, executar o comando para ligar os seus lasers.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-66


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.31. Amplificador de Linha de 21 dBm

5.31.1. Modelo

Campo Descrição

LOA -

4: 4U (Compatível somente com supervisor SPVL-4


e SPVL-4SM)
Altura
5 ou Vazio: 5U

C: Banda C
Banda
L: Banda L

21 -

1: Sem laser reserva


Laser reserva
2: Com laser reserva

A (5U) / AA (4U): AGC

B (5U) / AB (4U): Filtro Monocanal

C (5U) / AC (4U): GFF (Gain Flattening Filter)

D (5U) / AD (4U): GFF + AGC

E (5U) / AE (4U): Acesso Estágio Intermediário

F (5U) / AF (4U): AGC Eletrônico

Filtro e Montagens Especiais G (5U) / AG (4U): Acesso Estágio Intermediário +


AGC Eletrônico

H (5U) / AH (4U): GFF + AGC Eletrônico

J (5U) / AJ (4U): Acesso Estágio Intermediário +


AGC Eletrônico + GFF

S (5U) / AS (4U): Standard

Y (5U) / AY (4U): Acesso Estágio Intermediário +


AGC Eletrônico + GFF ALS (Conforme item Erro!
Fonte de referência não encontrada.)

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-67


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

A: Absent – Não possui

Contato seco I: Internal – No supervisor

E: External – No amplificador e no supervisor

H: High – 48 VDC
Alimentação
L: Low – 5 VDC

5.31.2. Precauções de Manuseio


Sendo uma unidade que utiliza lasers de classe 3B, é imprescindível proteger o conector de
saída ao ligar o amplificador.

É importante também, para evitar possível deterioração do conector de saída óptica, não ligar
os lasers de bombeio diretamente em sua potência de operação, mas acioná-los aumentando
gradativamente a potência, com passos de 50 mW.

Além disso, é necessário também verificar se os lasers estão desligados antes da retirada da
unidade do Sub-bastidor.

Classe do Laser Interfaces de exposição à


radiação (Laser)
IEC 60825 (2007-03) FDA (4.9)

CLASS IIIb LASER PRODUCT


CLASS 3B LASER PRODUCT
 OUT Stage 1

 OUT Stage 2

 Monitoring/Mon.

5.31.3. Procedimento de Remoção da Unidade do Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover o Amplificador de Linha do Sub-bastidor.

 Se não houver perda de comunicação com a gerência, executar o comando de “LASER


OFF” ou “reset” para desligar os lasers do Amplificador de Linha, desconectar os seus
cabos ópticos e retirá-lo do Sub-bastidor em seguida. Se não houver comunicação com
a gerência existem duas alternativas para desligar os lasers. A primeira consiste em
retirar o cabo óptico da entrada do Amplificador de Linha provocando o desligamento
imediato dos lasers. A segunda alternativa consiste em desligar a alimentação do
Amplificador de Linha, retirando-o parcialmente do Sub-bastidor, e em seguida retirar
os seus cabos ópticos.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-68


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.31.4. Procedimento de Inserção da Unidade no Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao inserir o Amplificador de Linha do Sub-bastidor.

 Inserir parcialmente o Amplificador de Linha no sub-bastidor.

 Conectar os cabos ópticos em seu painel frontal.

 Inseri-lo totalmente no Sub-bastidor.

 Se for necessário e for possível, executar o comando para ligar os seus lasers.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-69


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.32. Amplificador de Linha de 24 dBm

5.32.1. Modelo

Campo Descrição

LOA -

4: 4U (Compatível somente com supervisor SPVL-4


e SPVL-4SM)
Altura
5 ou Vazio: 5U

C: Banda C
Banda
L: Banda L

24 -

1: Sem laser reserva


Laser reserva
2: Com laser reserva

A (5U) / AA (4U):AGC

B (5U) / AB (4U):Filtro Monocanal

C (5U) / AC (4U):GFF (Gain Flattening Filter)

D (5U) / AD (4U):GFF + AGC

E (5U) / AE (4U):Acesso Estágio Intermediário

F (5U) / AF (4U):AGC Eletrônico

Filtro e Montagens Especiais G (5U) / AG (4U):Acesso Estágio Intermediário +


AGC Eletrônico

H (5U) / AH (4U):GFF + AGC Eletrônico

J (5U) / AJ (4U):Acesso Estágio Intermediário +


AGC Eletrônico + GFF

S (5U) / AS (4U):Standard

Y (5U) / AY (4U):Acesso Estágio Intermediário +


AGC Eletrônico + GFF ALS (Conforme item Erro!
Fonte de referência não encontrada.)

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-70


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

A: Absent – Não possui

Contato seco I: Internal – No supervisor

E: External – No amplificador e no supervisor

H: High – 48 VDC
Alimentação
L: Low – 5 VDC

5.32.2. Precauções de Manuseio


Sendo uma unidade que utiliza lasers de classe 3B, é imprescindível proteger o conector de
saída ao ligar o amplificador.

É importante também, para evitar possível deterioração do conector de saída óptica, não ligar
os lasers de bombeio diretamente em sua potência de operação, mas acioná-los aumentando
gradativamente a potência, com passos de 50mW.

Além disso, é necessário também verificar se os lasers estão desligados antes da retirada da
unidade do Sub-bastidor.

Classe do Laser Interfaces de exposição à


radiação (Laser)
IEC 60825 (2007-03) FDA (4.9)

CLASS IIIb LASER PRODUCT


CLASS 3B LASER PRODUCT
 OUT Stage 1

 OUT Stage 2

 Monitoring/Mon.

5.32.3. Procedimento de Remoção da Unidade do Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover o Amplificador de Linha do Sub-bastidor.

 Se não houver perda de comunicação com a gerência, executar o comando de “LASER


OFF” ou “reset” para desligar os lasers do Amplificador de Linha, desconectar os seus
cabos ópticos e retirá-lo do Sub-bastidor em seguida. Se não houver comunicação com
a gerência existem duas alternativas para desligar os lasers. A primeira consiste em
retirar o cabo óptico da entrada do Amplificador de Linha provocando o desligamento
imediato dos lasers. A segunda alternativa consiste em desligar a alimentação do
Amplificador de Linha, retirando-o parcialmente do Sub-bastidor, e em seguida retirar
os seus cabos ópticos.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-71


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.32.4. Procedimento de Inserção da Unidade no Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao inserir o Amplificador de Linha do Sub-bastidor.

 Inserir parcialmente o Amplificador de Linha no Sub-bastidor.

 Conectar os cabos ópticos em seu painel frontal.

 Inseri-lo totalmente no Sub-bastidor.

 Se for necessário e for possível, executar o comando para ligar os seus lasers.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-72


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.33. Pré-Amplificador Raman +28 dBm

5.33.1. Modelo

Campo Descrição

ROA -

4: 4U (Compatível somente com supervisor SPVL-4


e SPVL-4SM)
Altura
5 ou Vazio: 5U

C: Banda C
Banda
L: Banda L

28 -

1: Sem laser reserva


Laser reserva
2: Com laser reserva

M (5U) / AM (4U): Bombeio em 1480 nm (somente


para bombeio remoto)

N (5U) / AN (4U): Bombeio em 1440 nm e 1450 nm


(somente para Amplificador Raman com 2 Lasers)
Filtro e Montagens Especiais
S (5U) / AS (4U): Standard

Z (5U) / AZ (4U): Bombeio em 1440 e 1450nm ALS


(Conforme item Erro! Fonte de referência não
encontrada.)

A: Absent – Não possui

Contato seco I: Internal – No supervisor

E: External – No amplificador e no supervisor

H: High – 48 VDC
Alimentação
L: Low – 5 VDC

5.33.2. Precauções de Manuseio


Sendo uma unidade que utiliza lasers de classe 4, é imprescindível proteger o conector de
entrada ao ligar o amplificador, já que o amplificador Raman realiza o bombeio em contra
propagação ao sentido de transmissão do sinal.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-73


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

É importante também, para evitar possível deterioração do conector de entrada óptica, não ligar
os lasers de bombeio diretamente em sua potência de operação, mas acioná-los aumentando
gradativamente a potência, com passos de 50mW.

Além disso, é necessário também verificar se os lasers estão desligados antes da retirada da
unidade do Sub-bastidor.

Classe do Laser Interfaces de exposição à


radiação (Laser)
IEC 60825 (2007-03) FDA (4.9)

CLASS IV LASER PRODUCT


CLASS 4 LASER PRODUCT

 IN (Espalhamento Raman)

5.33.3. Procedimento de Remoção da Unidade do Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover o Pré-Amplificador Raman do Sub-bastidor.

Se houver comunicação com a gerência:

 Executar o comando de “LASER OFF” ou “reset” para desligar os lasers do Pré-


Amplificador Raman.

 Desconectar os seus cabos ópticos.

 Retirá-lo do Sub-bastidor em seguida.

Se não houver comunicação com a gerência à única alternativa é:

 Desligar o Pré-Amplificador Raman, retirando-o parcialmente do Sub-bastidor.

 Retirar os seus cabos ópticos.

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: o caminho óptico de recepção (Rx) formado pelos trechos


Linha  DIO, DIO  Raman e Raman  SCD não deve ser desfeito em hipótese alguma
com os lasers do Pré-Amplificador Raman ligado. Se isso acontecer o Pré-Amplificador
Raman será danificado. Se houver chave óptica no caminho de recepção até o Raman, a
integridade do cabeamento óptico nos trechos que a envolvem devem ser preservados.

5.33.4. Procedimento de Inserção da Unidade no Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao inserir o Pré-Amplificador Raman no Sub-bastidor.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-74


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

 Garantir que o caminho óptico de recepção (Rx) formado pelos trechos: Linha  DIO,
DIO  Raman e Raman  SCD, estejam realizados (todos interligados entre si.

 Inserir parcialmente o Pré-Amplificador Raman no Sub-bastidor.

 Conectar os cabos ópticos em seu painel frontal.

 Inseri-lo totalmente no Sub-bastidor.

 Se for necessário e for possível, executar o comando para ligar os seus lasers.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-75


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.34. Pré-Amplificador Raman +30 dBm

5.34.1. Modelo

Campo Descrição

ROA -

4: 4U (Compatível somente com supervisor SPVL-4


e SPVL-4SM)
Altura
5 ou Vazio: 5U

C: Banda C
Banda
L: Banda L

301 -

M (5U) / AM (4U): Bombeio em 1480 nm (somente


para bombeio remoto)

Filtro e Montagens Especiais S (5U) / AS (4U): Standard

W (5U) / AW (4U): 4 Bombeios ALS (Conforme


item Erro! Fonte de referência não encontrada.)

A: Absent – Não possui

Contato seco I: Internal – No supervisor

E: External – No amplificador e no supervisor

H: High – 48 VDC
Alimentação
L: Low – 5 VDC

5.34.2. Precauções de Manuseio


Sendo uma unidade que utiliza lasers de classe 4, é imprescindível proteger o conector de
entrada ao ligar o amplificador, já que o amplificador Raman realiza o bombeio em contra
propagação ao sentido de transmissão do sinal.

É importante também, para evitar possível deterioração do conector de entrada óptica, não ligar
os lasers de bombeio diretamente em sua potência de operação, mas acioná-los aumentando
gradativamente a potência, com passos de 50mW.

Além disso, é necessário também verificar se os lasers estão desligados antes da retirada da
unidade do Sub-bastidor.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-76


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

Observação: Os conectores do DGO interconectado ao Raman 30 dBm devem possuir suporte


a alta potência.

Classe do Laser Interfaces de exposição à


radiação (Laser)
IEC 60825 (2007-03) FDA (4.9)

CLASS IV LASER PRODUCT


CLASS 4 LASER PRODUCT

 IN (Espalhamento Raman)

5.34.3. Procedimento de Remoção da Unidade do Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover o Pré-Amplificador Raman do Sub-bastidor.

Se houver comunicação com a gerência:

 Executar o comando de “LASER OFF” ou “reset” para desligar os lasers do Pré-


Amplificador Raman.

 Desconectar os seus cabos ópticos.

 Retirá-lo do Sub-bastidor em seguida.

Se não houver comunicação com a gerência à única alternativa é:

 Desligar o Pré-Amplificador Raman, retirando-o parcialmente do Sub-bastidor.

 Retirar os seus cabos ópticos.

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: o caminho óptico de recepção (Rx) formado pelos trechos


Linha  DIO, DIO  Raman e Raman  SCD não deve ser desfeito em hipótese alguma
com os lasers do Pré-Amplificador Raman ligado. Se isso acontecer o Pré-Amplificador
Raman será danificado. Se houver chave óptica no caminho de recepção até o Raman, a
integridade do cabeamento óptico nos trechos que a envolvem devem ser preservados.

5.34.4. Procedimento de Inserção da Unidade no Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao inserir o Pré-Amplificador Raman no Sub-bastidor.

 Garantir que o caminho óptico de recepção (Rx) formado pelos trechos: Linha  DIO,
DIO  Raman e Raman  SCD, estejam realizados (todos interligados entre si).

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-77


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

 Inserir parcialmente o Pré-Amplificador Raman no Sub-bastidor.

 Conectar os cabos ópticos em seu painel frontal.

 Inseri-lo totalmente no Sub-bastidor.

 Se for necessário e for possível, executar o comando para ligar os seus lasers.

Observação: Os conectores do DGO interconectado ao Raman 30 dBm devem possuir suporte


a alta potência.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-78


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.35. Amplificador Óptico com Bombeio Remoto (RPU – Remote Pump Unit)

5.35.1. Modelo

Campo Descrição

RPU -

4: 4U (Compatível somente com supervisor SPVL-4


e SPVL-4SM)
Altura
5 ou Vazio: 5U

C: Banda C
Banda
L: Banda L

27: + 27 dBm
Potência de bombeio
30: + 30 dBm

1: Sem laser reserva


Laser reserva
2: Com laser reserva

M (5U) / AM (4U): Bombeio em 1488 nm (para


bombeio remoto)

P (5U) / AP (4U): Bombeio e Sinal em Fibras


Separadas (modelos de +27 dBm e +30 dBm)
Filtro e Montagens Especiais
Q (5U) / AQ (4U): Bombeio e Sinal na Mesma Fibra
(modelo de +27 dBm)

S (5U) / AS (4U): Standard

A: Absent – Não possui

Contato seco I: Internal – No supervisor

E: External – No amplificador e no supervisor

H: High – 48 VDC
Alimentação
L: Low – 5 VDC

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-79


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.35.2. Precauções de Manuseio


Sendo uma unidade que utiliza lasers de classe 4, é imprescindível proteger o conector de
saída ao ligar a Fonte de Bombeio. Assim, sempre que os lasers estiverem energizados, este
conector sempre deverá estar ligado ao sistema ou a um equipamento de medida.

É importante também, para evitar possível deterioração do conector de saída óptica, não ligar
os lasers de bombeio diretamente em sua potência de operação, mas acioná-los aumentando
gradativamente a potência, com passos de 50 mW.

Além disso, é necessário também verificar se os lasers estão desligados antes da retirada da
unidade do Sub-bastidor.

Classe do Laser Interfaces de exposição à


radiação (Laser)
IEC 60825 (2007-03) FDA (4.9)

CLASS IV LASER PRODUCT

CLASS 4 LASER PRODUCT

Remote Pump Unit - 28 dBm  OUT

Remote Pump Unit - 30 dBm

5.35.3. Procedimento de Remoção da Unidade do Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover a Fonte de Bombeio do Sub-bastidor.

Se houver comunicação com a gerência:

 Executar o comando de “LASER OFF” ou “reset” para desligar os lasers da Fonte de


Bombeio.

 Desconectar os seus cabos ópticos.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-80


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

 Retirá-la do Sub-bastidor em seguida.

Se não houver comunicação com a gerência à única alternativa é:

 Desligar a Fonte de Bombeio, retirando-a parcialmente do Sub-bastidor.

 Retirar os seus cabos ópticos.

5.35.4. Procedimento de Inserção da Unidade no Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao inserir a Fonte de Bombeio no Sub-bastidor.

 Inserir parcialmente a Fonte de Bombeio no Sub-bastidor.

 Conectar os cabos ópticos em seu painel frontal.

 Inseri-la totalmente no Sub-bastidor.

 Se for necessário e for possível, executar o comando para ligar os seus lasers.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-81


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.36. Sub-bastidor de Amplificadores

5.36.1. Modelo
SB – Amp 5

5.36.2. Procedimento de Remoção da Unidade do Bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover o Sub-bastidor de Amplificadores do bastidor.

 Retirar todas as unidades do Sub-bastidor de Amplificadores.

 Desparafusá-lo.

 Retirá-lo do bastidor.

 Desconectar as interfaces elétricas de alimentação no seu painel traseiro.

5.36.3. Procedimento de Inserção da Unidade no Bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao inserir o Sub-bastidor de Amplificadores no bastidor.

Com o Sub-bastidor de Amplificadores em mãos:

 Conectar a alimentação elétrica no seu painel traseiro.

 Inserir a unidade no bastidor e parafusá-la.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-82


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.37. Chave Óptica de Proteção Unidirecional (Altura 1U e 4U)

5.37.1. Modelo Chave Óptica altura 1U

Campo Descrição

OPS -

5: 50/50
Acoplador de saída (Relação de potência de
7: 70/30
Transmissão DGO OUT 1 / DGO OUT 2)
9: 90/10

A: Sensibilidade -25dBm / Saturação -10 dBm /


Comprimento de onda 1280 a 1580 nm

B: Sensibilidade -15dBm / Saturação 0 dBm /


Comprimento de onda 1280 a 1580 nm

C: Sensibilidade -5dBm / Saturação 10 dBm /


Comprimento de onda 1280 a 1580 nm

D: Sensibilidade +5dBm / Saturação 20 dBm /


Comprimento de onda 1280 a 1580 nm
Sensibilidade
E: Sensibilidade -20dBm / Saturação -5 dBm /
Comprimento de onda 1280 a 1580 nm

F: Sensibilidade -20dBm / Saturação -5 dBm


(acoplador de saída com fibra multimodo)

G: Sensibilidade -25dBm / Saturação -10dBm


(Acoplador de entrada e saída com fibra multimodo
/ Comprimento de onda 600 a 1100 nm / Acoplador
de amostra de sinal 50/50)

1: 1dB

2: 2dB

...
Acionamento
9: 9dB

0: 10dB

A: Ajustável

A: Alimentação 85/265 VAC 50/60 Hz


Alimentação
D: Alimentação em – 48 VDC

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-83


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

Altura 1: 1U

5.37.2. Modelo Chave Óptica altura 4U

Campo Descrição

OPS2 -

Mecânica 4: 4U altura

AA: Chave unidirecional, comutação assimétrica,


sensibilidade -40 dBm, saturação 10 dBm,
acoplador de saída 50/50, medidas de potência na
recepção 1 e 2, com Bargraph, alimentação -48
VDC
Configuração Chave
AC: Chave unidirecional, comutação simétrica,
sensibilidade -40 dBm, saturação 10 dBm,
acoplador de saída 50/50, medidas de potência na
recepção 1 e 2, com Bargraph, alimentação -48
VDC

5.37.3. Procedimento de Remoção da Unidade do Bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover a Chave Óptica do Bastidor.

 Desligar a alimentação da Chave-Óptica.

 Desconectar os cordões ópticos.

 Retirar a unidade do bastidor onde está fixada.

 Desconectar as interfaces elétricas de alimentação em seu painel traseiro (somente


para chave óptica 1U).

5.37.4. Procedimento de Inserção da Unidade no Bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao inserir Chave Óptica no Bastidor.

Para inserir a Chave-Óptica no bastidor é necessário:

 Conectar as interfaces elétricas em seu painel traseiro (somente para chave óptica
1U).

 Fixar a unidade no bastidor.

 Parafusá-la.

 Conectar os cordões ópticos.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-84


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

 Ligar a alimentação da Chave-Óptica (somente para chave óptica 1U).

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-85


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.38. Chave Óptica de Proteção Bidirecional

5.38.1. Modelo

Campo Descrição

OPS2 -

Mecânica 1: 1U altura

AB: Chave bidirecional, sensibilidade -40 dBm,


saturação 10 dBm, acoplador de saída 50/50,
Configuração Chave medidas de potência na recepção 1 e 2, módulo
SCMD integrado, saída de monitoração de MOSA,
com Bargraph, alimentação -48 VDC

5.38.2. Procedimento de Remoção da Unidade do Bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover a Chave Óptica do Bastidor.

 Desligar a alimentação da Chave-Óptica.

 Desconectar os cordões ópticos.

 Retirar a unidade do bastidor onde está fixada.

 Desconectar as interfaces elétricas de alimentação em seu painel traseiro.

5.38.3. Procedimento de Inserção da Unidade no Bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao inserir Chave Óptica no Bastidor.

Para inserir a Chave-Óptica no bastidor é necessário:

 Conectar as interfaces elétricas em seu painel traseiro.

 Fixar a unidade no bastidor.

 Parafusá-la.

 Conectar os cordões ópticos.

 Ligar a alimentação da Chave-Óptica.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-86


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.39. Módulo Compensador de Dispersão – DCM

5.39.1. Modelo

Campo Descrição

DC -

Tecnologia M: Fibra com grade de Bragg

Dispersão compensada XXXX ps/nm

Mecânica 1: 1 U

5.39.2. Procedimento de Remoção da Unidade do Bastidor


 Desligar o laser do pré-amplificador que estiver na entrada da unidade (verificar
Procedimento de Retirada do Pré-Amplificador).

 Desconectar todos os seus cordões ópticos.

 Desparafusar a unidade.

 Retirá-la do bastidor.

5.39.3. Procedimento de Inserção da Unidade no Bastidor


 Inserir a unidade no bastidor.

 Parafusá-la.

 Conectar todos os seus cordões ópticos.

 Ligar o laser do Pré-amplificador conectado à unidade (se aplicável).

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-87


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.40. Fibra Compensadora de Dispersão – DCF

5.40.1. Modelo

Campo Descrição

DC -

Tecnologia F: Fibra compensadora de dispersão

Dispersão compensada XXXX ps/nm

1: 1 U
Mecânica
2: 2 U

5.40.2. Procedimento de Remoção da Unidade do Bastidor


 Desligar o laser do Pré-amplificador conectado à entrada do DCF (verificar
Procedimento de Retirada do Pré-Amplificador).

 Desconectar todos os seus cabos ópticos.

 Desparafusá-lo.

 Retirá-lo do bastidor.

5.40.3. Procedimento de Inserção da Unidade no Bastidor


 Inserir o DCF no bastidor.

 Parafusá-lo.

 Conectar todos os seus cabos ópticos.

 Ligar o laser do Pré-amplificador conectado à unidade (se aplicável).

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-88


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.41. Unidade Modular de Fibra Compensadora de Dispersão – DCFM

5.41.1. Modelo
Mecânica Modular: SB-0204HAA (Unidade integrada de 4 slots – Altura total 2U)

Modelo (Serigrafia Painel Frontal das unidades inseridas na Mecânica Modular): DCFM

Detalhamento Modelo DCFM (Etiqueta Painel Frontal):

Campo Descrição

DC -

Tecnologia FM: Fibra compensadora de dispersão

5 km: Compensação equivalente a 5 km de enlace

10 km: Compensação equivalente a 10 km de


enlace

20 km: Compensação equivalente a 20 km de


Distância de compensação enlace

40 km: Compensação equivalente a 40 km de


enlace

80 km: Compensação equivalente a 80 km de


enlace

42NSA -

5.41.2. Procedimento de Remoção da Unidade do Bastidor


 Desligar o laser do Pré-Amplificador conectado à entrada do DCFM (verificar
Procedimento de Retirada do Pré-Amplificador).

 Desconectar todos os seus cabos ópticos.

 Remover as unidades DCFM dos slots da mecânica integrada.

 Desparafusar a mecânica integrada.

 Retirá-la do bastidor.

5.41.3. Procedimento de Inserção da Unidade no Bastidor


 Inserir a mecânica integrada no bastidor.

 Parafusá-la.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-89


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

 Inserir as unidades DCFM nos slots.

 Conectar todos os seus cabos ópticos.

 Ligar o laser do Pré-Amplificador conectado à unidade (se aplicável).

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-90


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.42. Módulo Compensador de PMD – PMDC

5.42.1. Modelo
PMDC-450

5.42.2. Procedimento de Remoção da Unidade do Bastidor


 Desconectar todos os seus cabos ópticos.

 Desparafusá-lo.

 Retirá-lo do bastidor.

5.42.3. Procedimento de Inserção da Unidade no Bastidor


 Inserir o PMDC no bastidor.

 Parafusá-lo.

 Conectar todos os seus cabos ópticos.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-91


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.43. Optical Interleaver

5.43.1. Modelo

Campo Descrição

OI -

Banda C: Banda C

Espaçamento menor 1: 100 GHz

Espaçamento maior 1: 50 GHz

Mecânica 1: 1U de altura

5.43.2. Procedimento de Remoção da Unidade do Bastidor


Optical Interleaver – MUX:

 Desconectar os cordões ópticos dos sinais DWDM de entrada.

 Desconectar o cordão óptico do sinal DWDM de saída.

Optical Interleaver – DEMUX:

 Desconectar o cordão óptico do sinal DWDM de entrada.

 Desconectar os cordões ópticos dos sinais DWDM de saída.

 Desparafusar a unidade Optical Interleaver e retirá-la do bastidor.

5.43.3. Procedimento de Inserção da Unidade no Bastidor


Inserir a unidade Optical Interleaver e parafusá-la no bastidor.

Optical Interleaver – MUX:

 Conectar os cordões ópticos dos sinais DWDM de entrada.

 Conectar o cordão óptico do sinal DWDM de saída.

Optical Interleaver – DEMUX:

 Conectar o cordão óptico do sinal DWDM de entrada.

 Conectar os cordões ópticos dos sinais DWDM de saída.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-92


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.44. Supervisor de Transponder/WSS Pai

5.44.1. Modelo
SPVL-4 (apenas disponível para Sub-bastidor 4U)

SPVL-90 (apenas disponível para Sub-bastidor 9U)

5.44.2. Procedimento de Remoção da Unidade do Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover o supervisor.

Para remover o supervisor do Sub-bastidor, utilizar os seguintes procedimentos:

 Desconectar os cabos elétricos de seu painel frontal.

 Retirá-lo do Sub-bastidor.

5.44.3. Procedimento de Inserção da Unidade no Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao inserir o Supervisor de Transponder Pai.

Para inserir o supervisor do Sub-bastidor, utilizar os seguintes procedimentos:

 Inserir a unidade no Sub-bastidor.

 Conectar os cabos elétricos em seu painel frontal.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-93


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.45. Supervisor Filho Gerenciado de Transponder

5.45.1. Modelo
SPVL-4SM

5.45.2. Procedimento de Remoção da Unidade do Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover o Supervisor.

Retirar o Supervisor Filho Gerenciado de Transponder do Sub-bastidor de Transponder não


exige nenhum cuidado prévio, basta:

 Desconectar os cabos elétricos de seu painel frontal.

 Retirá-lo do bastidor.

5.45.3. Procedimento de Inserção da Unidade no Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover o Supervisor.

Inserir o Supervisor Filho Gerenciado de Transponder do Sub-bastidor de transponder não


exige nenhum cuidado prévio, basta:

 Inserir a unidade no Sub-bastidor.

 Conectar os cabos elétricos de seu painel frontal.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-94


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.46. Supervisor de Amplificadores

5.46.1. Modelo
SPV – 5AO

5.46.2. Procedimento de Remoção da Unidade do Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover o Supervisor de Amplificadores do Sub-bastidor.

Retirar o Supervisor de Amplificadores do Sub-bastidor de amplificadores não exige nenhum


cuidado prévio, bastando:

 Desconectar os cabos elétricos de seu painel frontal.

 Retirá-lo do Sub-bastidor.

5.46.3. Procedimento de Inserção da Unidade no Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao inserir o Supervisor de Amplificadores no Sub-bastidor

Inserir o Supervisor de Amplificadores no Sub-bastidor de amplificadores não exige nenhum


cuidado prévio, bastando:

 Inserir a unidade no Sub-bastidor.

 Conectar os cabos elétricos em seu painel frontal.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-95


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.47. Supervisor de Amplificadores (com interface Ethernet)

5.47.1. Modelo
SPV5AO-48DCE

SPV5AO-5DCE

5.47.2. Procedimento de Remoção da Unidade do Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover o Supervisor de Amplificadores do Sub-bastidor.

Retirar o Supervisor de Amplificadores do Sub-bastidor de amplificadores não exige nenhum


cuidado prévio, bastando:

 Desconectar os cabos elétricos de seu painel frontal.

 Retirá-lo do Sub-bastidor.

5.47.3. Procedimento de Inserção da Unidade no Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao inserir o Supervisor de Amplificadores no Sub-bastidor

Inserir o Supervisor de Amplificadores no Sub-bastidor de amplificadores não exige nenhum


cuidado prévio, bastando:

 Inserir a unidade no Sub-bastidor.

 Conectar os cabos elétricos em seu painel frontal.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-96


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.48. OCM (Optical Channel Monitoring)

5.48.1. Modelo
OCM-40 (monitoração de 4 interfaces de interconexão)

OCM-80 (monitoração de 8 interfaces de interconexão)

5.48.2. Procedimento de Remoção da Unidade do Sub-bastidor


 Utilizar pulseira antiestática ao remover a placa do Sub-bastidor.

 Desconectar os seus cabos ópticos.

 Retirá-lo do Sub-bastidor.

5.48.3. Procedimento de Inserção da Unidade no Sub-bastidor


 Utilizar pulseira antiestática ao inserir a placa OCM no Sub-bastidor.

 Inserir totalmente a placa OCM no Sub-bastidor.

 Conectar os cabos ópticos em seu painel frontal.

Observação: Realizar as ligações ópticas somente após a configuração da placa supervisora


SPVL-90.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-97


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.49. Supervisory Channel Mux / Demux (SCMD)

5.49.1. Modelo
Campo Descrição

SCMD -

1: 1310nm

2: 1470nm

Comprimento de onda 3: 1510nm

4: 1625nm

5: 1450nm

S: Standard

Montagem óptica F: Filtro ± 2 nm (uso com amplificador Raman)

B: Bidirecional

Mecânica 1: 1U de altura

A: Funcionalidade ALS (Automatic Laser Shutdown)


- Somente para Canal de Supervisão SCME-4DP
Características
S ou vazio: Padrão

5.49.2. Procedimento de Remoção da Unidade do Bastidor


SCM:

 Desligar os lasers de todos os transponders que se encontram conectados ao


Multiplexador Óptico (ver Procedimento de Retirada do Transponder do Sub-bastidor),
em cuja saída encontra-se ligado o SCM.

 Desligar a alimentação do módulo canal de supervisão (ver Procedimento de Retirada


do Módulo Canal de Supervisão do Sub-bastidor).

 Desconectar todos os seus cabos ópticos e elétricos (se aplicável).

SCD:

 Desconectar os cabos ópticos e elétricos do SCD (se aplicável).

 Desparafusar a unidade SCMD e retirá-la do bastidor.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-98


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.49.3. Procedimento de Inserção da Unidade no Bastidor


Inserir a unidade SCMD e parafusá-la no bastidor.

SCM:

 Conectar todos os seus cordões ópticos e elétricos (se aplicável).

 Ligar os lasers de todos os transponders ligados ao Multiplexador Óptico em cuja saída


o SCM encontra-se ligado.

SCD:

 Conectar todos os seus cordões ópticos e elétricos (se aplicável).

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-99


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.50. Unidades de Canal de Supervisão Terminal e Cliente

5.50.1. Modelo

Campo Descrição

SCM -

Vazio: Compatível com supervisor SPVJ

L: Compatível com supervisor SPVL-4


Modelo
M: Compatível com supervisor SPVL-4 e com
Gerenciamento – Somente em conjunto com
unidade de topologia barramento com ALS

T: Terminal
Tipo
C: Cliente

4 -

A: Barramento – ligação ponto-a-ponto com ALS


(Automatic Laser Shutdown) – Somente em
conjunto com modelo com Gerenciamento
Topologia/Características
B: Barramento – ligação ponto-a-ponto

S: Estrela – ligação ponto-multiponto

Comprimento de onda 5: 1510 nm

L: Long-Haul
Alcance
S: Short-Haul

5.50.2. Procedimento de Remoção da Unidade do Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover a Unidade de Canal de Supervisão do Sub-bastidor.

O laser da unidade de Canal de Supervisão não pode ser desligado por comando de gerência.
Assim, a única alternativa para desligá-lo, antes da retirada dos cordões ópticos, é desligar a
alimentação da unidade, retirando-a parcialmente do Sub-bastidor de transponders. Com a
unidade desligada, os cordões ópticos podem ser retirados.

5.50.3. Procedimento de Inserção da Unidade no Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao inserir a Unidade de Canal de Supervisão no Sub-bastidor.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-100


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

 Inserir parcialmente a unidade de Canal de Supervisão no Sub-bastidor de


transponders.

 Conectar os cabos ópticos em seu painel frontal.

 Inseri-lo totalmente no Sub-bastidor.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-101


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.51. Unidade de Canal de Supervisão Fast Ethernet

5.51.1. Modelo
Campo Descrição

SCME -

4 -

C: Sem ALS
Proteção ALS (Automatic Laser Shutdown)
D: Suporte à ALS

P -

5.51.2. Procedimento de Remoção da Unidade do Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover a Unidade de Canal de Supervisão do Sub-bastidor

 Remover as conexões ópticas existentes.

 Remover as conexões elétricas existentes.

 Retirar a unidade do Sub-bastidor.

5.51.3. Procedimento de Inserção da Unidade no Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao inserir a Unidade de Canal de Supervisão no Sub-bastidor

 Inserir parcialmente a unidade no Sub-bastidor.

 Realizar as conexões elétricas.

 Realizar as conexões ópticas.

 Inserir totalmente a unidade no Sub-bastidor.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-102


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.52. Shelf House Keeping – SHK

5.52.1. Modelo
SHK

5.52.2. Procedimento de Remoção da Unidade do Bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover a SHK do Bastidor.

 Retirar o cabo elétrico do painel frontal da Unidade SHK.

 Desconectar as interfaces elétricas em seu painel traseiro.

 Remover os conectores EURO do seu painel traseiro.

 Desparafusar a unidade.

 Retirá-la do bastidor.

5.52.3. Procedimento de Inserção da Unidade no Bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao inserir o SHK no Bastidor.

 Inserir a unidade no bastidor.

 Parafusá-la.

 Conectar os dois euro-conectores no seu painel traseiro.

 Conectar as interfaces elétricas no painel traseiro da unidade.

 Conectar o cabo elétrico do painel frontal da Unidade SHK.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-103


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.53. MOSA – Módulo OSA (Optical Spectrum Analyzer)

5.53.1. Modelo

Campo Descrição

MOSA -

Multiplexação D: DWDM

C: Banda C
Banda
L: Banda L

vazio: 1 x 8

Número de Interfaces A: 1 x 16

B: 1 x 4

1: 25 GHz

2: 50 GHz
Espaçamento entre Canais
3: 100 GHz

4: 200 GHz

D1 -

5.53.2. Procedimento de Remoção da Unidade do Bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover o MOSA do Bastidor.

 Retirar os cabos elétricos do painel frontal do MOSA.

 Retirar os cabos ópticos do painel frontal do MOSA.

 Desconectar as interfaces elétricas em seu painel traseiro.

 Desparafusar a unidade.

 Retirá-la do bastidor.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-104


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.53.3. Procedimento de Inserção da Unidade no Bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao inserir o MOSA no Bastidor.

 Inserir a unidade no bastidor.

 Parafusá-la.

 Conectar as interfaces elétricas no painel traseiro da unidade.

 Conectar as interfaces elétricas no painel frontal da unidade.

 Conectar as interfaces ópticas no painel frontal da unidade.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-105


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.54. Unidade de Canal de Voz (VoIP)

5.54.1. Modelo
CVA-4SSA

5.54.2. Procedimento de Remoção da Unidade do Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover o Canal de Voz CVA-4SSA do Sub-bastidor

 Remover as conexões elétricas existentes.

 Retirar a unidade do Sub-bastidor.

Observação: Em caso de remoção de uma placa CVA-4SSA, e posterior reinserção em um


Sub-bastidor, as últimas configurações armazenadas na unidade serão restauradas.

5.54.3. Procedimento de Inserção da Unidade no Sub-bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao inserir o Canal de Voz CVA-4SSA no Sub-bastidor

 Inserir parcialmente a unidade no Sub-bastidor.

 Realizar a interconexão elétrica entre a unidade e o Canal de Supervisão.

 Conectar o telefone analógico na porta “PHONE”.

 Inserir totalmente a unidade no Sub-bastidor.

 Configurar o ramal da respectiva estação (site).

Nota: Cada bastidor da plataforma LightPad i1600G suporta apenas 1 canal de voz CVA-4SSA.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-106


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.55. Protected Power Module (PPM) – Distribuidor de Alimentação

5.55.1. Modelo
PPM4816-3 (16 A)

PPM4835-3 (35 A)

MCPPM16-3 (Placa opcional para gerenciamento do PPM)

5.55.2. Procedimento de Remoção da Unidade do Bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover a PPM do Bastidor.

 Desligar os disjuntores frontais das vias A e B de alimentação.

 Desligar de seu painel frontal todos os cabos elétricos que vão aos equipamentos.

 Desligar os fios dos pinos frontais dos sensores de alarmes de vias.

 Desligar os cabos alimentadores de energia DC das vias A e B.

 Desparafusar a unidade.

 Retirá-la do bastidor.

5.55.3. Procedimento de Inserção da Unidade no Bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao inserir PPM no bastidor.

 Inserir a PPM no bastidor.

 Parafusá-la.

 Ligar os cabos alimentadores de energia DC das vias A e B.

 Ligar os fios dos pinos frontais dos sensores de alarmes de vias.

 Ligar no seu painel frontal todos os cabos elétricos que vão aos equipamentos.

 Ligar os disjuntores frontais das vias A e B.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-107


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.56. Main Power Module (MPM) – Distribuidor de Alimentação

5.56.1. Modelo
MPM 48/48 – 3

5.56.2. Procedimento de Remoção da Unidade do Bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao remover a MPM do Bastidor.

 Desligar os disjuntores frontais das vias A e B de alimentação.

 Desligar de seu painel frontal todos os cabos elétricos que vão aos equipamentos.

 Desligar os fios dos pinos frontais dos sensores de alarmes de vias.

 Desligar os cabos alimentadores de energia DC das vias A e B.

 Desparafusar a unidade.

 Retirá-la do bastidor.

5.56.3. Procedimento de Inserção da Unidade no Bastidor


Utilizar pulseira antiestática ao inserir MPM no bastidor.

 Inserir a MPM no bastidor.

 Parafusá-la.

 Ligar os cabos alimentadores de energia DC das vias A e B.

 Ligar os fios dos pinos frontais dos sensores de alarmes de vias.

 Ligar no seu painel frontal todos os cabos elétricos que vão aos equipamentos.

 Ligar os disjuntores frontais das vias A e B.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-108


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.57. Distribuidor de Alimentação (Miscelâneas Sub-bastidor de produtos


9U)

5.57.1. Modelo
SSC-10

5.57.2. Procedimento de Remoção da Unidade do Sub-bastidor


 Desconectar as ligações elétricas da unidade.

 Remover a unidade.

5.57.3. Procedimento de Inserção da Unidade no Sub-bastidor


 Inserir a unidade no Sub-bastidor.

 Conectar a alimentação da unidade (cabo elétrico).

Nota: A unidade SSC-10 possui um filtro de alimentação interno composto por um circuito
passivo de indutores e capacitores. Para evitar transiente de tensão, a unidade SSC-10 deve
ser conectada no sub-bastidor, e posteriormente alimentada. Em caso de inserção fora do
procedimento especificado, é possível que as placas inseridas sejam reiniciadas (reboot),
afetando a operação do sistema.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-109


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.58. Módulo de Ventilação Gerenciado – FAN GR

5.58.1. Modelo
FAN-GR

5.58.2. Manutenção Preventiva


Aconselha-se uma inspeção visual anual em cada ventilador interno do FAN GR

5.58.3. Procedimento de Remoção da Unidade do Bastidor


 Desligar a alimentação do Bastidor.

 Desconectar os cabos elétricos.

 Retirá-lo do bastidor em seguida.

5.58.4. Procedimento de Inserção da Unidade do Bastidor


 Inserir o FAN no bastidor.

 Conectar os cabos elétricos.

 Alimentar o bastidor.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-110


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.59. Módulo de Ventilação Gerenciado – FAN G8

5.59.1. Modelo
FAN-G8

5.59.2. Manutenção Preventiva


Aconselha-se uma inspeção visual anual em cada ventilador interno do FAN G8.

5.59.3. Procedimento de Remoção da Unidade do Bastidor


 Desligar a alimentação do Bastidor.

 Desconectar os cabos elétricos.

 Retirá-lo do bastidor em seguida.

5.59.4. Procedimento de Inserção da Unidade no Bastidor


 Inserir o FAN no bastidor.

 Conectar os cabos elétricos.

 Alimentar o bastidor.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-111


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.60. Módulo de Ventilação Gerenciado – FAN 10 (Miscelâneas Sub-bastidor


de produtos 9U)

5.60.1. Modelo
FAN-10

5.60.2. Manutenção Preventiva


Aconselha-se uma inspeção visual anual em cada ventilador interno do FAN-10

5.60.3. Procedimento de Remoção da Unidade do Sub-bastidor

 Remover a unidade do Sub-bastidor.

5.60.4. Procedimento de Inserção da Unidade no Bastidor

 Inserir a unidade no Sub-bastidor.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-112


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.61. Bandeja de Acomodação

5.61.1. Modelos
BD – CO

CPCO

5.61.2. Procedimento de Remoção da Unidade do Bastidor

 Remover a unidade do bastidor.

5.61.3. Procedimento de Inserção da Unidade no Bastidor


Ao inserir a unidade, é possível incluir um Defletor de Ar atrás da CPCO, com a finalidade de
compartilhar o espaço utilizado no bastidor. Para este caso, utilizar os procedimento abaixo
para inserir a unidade no bastidor:

 Inserir o Defletor de Ar no bastidor.

 Fixar a unidade através das duas cavidades de parafusos localizadas no inferior do


painel frontal.

 Posicionar a CPCO na extremidade superior do Defletor de Ar.

 Fixar a unidade através das cavidade de parafusos localizadas no painel frontal.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-113


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

Caso a instalação não utilize CPCO em conjunto, utilizar os procedimentos abaixo:

 Inserir a unidade no bastidor.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-114


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.62. Defletor de Ar

5.62.1. Modelos
DFL-2

5.62.2. Procedimento de Remoção da Unidade do Bastidor

 Remover a unidade do bastidor.

5.62.3. Procedimento de Inserção da Unidade no Bastidor


Ao instalar um Defletor de Ar, é possível incluir uma CPCO no painel frontal da unidade, com a
finalidade de compartilhar o espaço utilizado no bastidor. Para este caso, utilizar os
procedimento abaixo para inserir a unidade no bastidor:

 Inserir o Defletor de Ar no bastidor.

 Fixar a unidade através das duas cavidades de parafusos localizadas no inferior do


painel frontal.

 Posicionar a CPCO na extremidade superior do Defletor de Ar.

 Fixar a unidade através das cavidade de parafusos localizadas no painel frontal.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-115


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

Caso a instalação não utilize CPCO em conjunto, utilizar os procedimentos abaixo:

 Inserir o Defletor de Ar no bastidor.

 Fixar a unidade através das cavidades de parafusos localizadas no painel frontal.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-116


Capítulo 5: Especificação Técnica das Unidades do Sistema DWDM da Padtec

5.63. Bastidor Equipamento DWDM

5.63.1. Modelo
BT-44

5.63.2. Descrição Funcional


Estrutura metálica que abriga as partes do sistema DWDM, permitindo que elas se interliguem
de forma coesa e organizada para compor partes maiores deste sistema que possam ser
instaladas em uma estação.

5.63.3. Composição
O bastidor é confeccionado e estruturado em chapa de aço, pintado com tinta eletrostática na
cor “Bege Ral 7032”, com porta em aço e acrílico, medindo 2007 x 601 x 408 mm (altura,
largura e profundidade com porta), com capacidade de acomodação vertical de 44 Us, padrão
19”. Apresenta dois alojamentos laterais para passagem de cabos verticalmente, dispostos um
de cada lado. O alojamento a direita (visão frontal) é destinado aos cabos elétricos enquanto
que o alojamento da esquerda é destinado aos cabos ópticos.

A estabilidade mecânica do bastidor é garantida por quatro sapatas, sobre as quais se


acomoda. Possui travessas que permitem fixá-lo ao assoalho da estação através de buchas de
fixação. A estrutura também permite a fixação superior, através de calhas, esteiras ou
longarinas e fixação em parede. O chão do bastidor é vazado por furo retangular permitindo que
o acesso ao bastidor dos cabos ópticos, elétricos e de comunicações possam ser realizados
pela parte superior ou inferior.

O bastidor pode ser montado com molduras fixas ou móveis de 19”, 23” e ETSI, com várias
opções de perfis para diversas montagens e fixações.

5.63.4. Observação Referente à Armazenamento e Transporte


Todas as unidades da Plataforma LightPad i1600G devem ser armazenadas e transportadas
individualmente, exceto na situação identificada a seguir. O transporte de unidades inseridas no
bastidor/sub-bastidor pode danificar mecânica e funcionalmente as unidades.

 As unidades Sub-bastidor 4U e 5U, PPM (Protected Power Module),


Multiplexador/Demultiplexador Óptico, SCMD, FAN G8, Supervisores 4U, Canal de
Supervisão 4U, Defletores de Ar e Calhas de Acomodação de Fibras podem ser
transportadas quando montadas e aparafusadas no bastidor/sub-bastidor, somente
se o bastidor encontra-se na posição horizontal e embalado com a respectiva caixa
de madeira e calços de acomodação.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 5-117


Capítulo 6: Descrição Física do Sistema

6. Descrição Física do Sistema

6.1. Considerações Iniciais


O objetivo deste capítulo é mostrar a composição física dos equipamentos da Padtec abrigados
dentro dos bastidores presentes nas estações que compõem a Plataforma LightPad i1600G.

6.2. Características Gerais


Seguem algumas características gerais da Plataforma LightPad i1600G em relação a aspectos
mecânicos, de alimentação, consumo e transporte:

 Acessibilidade: a Plataforma LightPad i1600G atende às orientações de acessibilidade


propostas na ETS 300 119-4.

 Dissipação de calor: a Plataforma LightPad i1600G tem seu bastidor e Sub-bastidores


projetados de modo a favorecer a dissipação térmica por convecção, tal como
recomendado pela ETS 300 119-4. Refrigeração forçada pode ser empregada quando
necessário.

 Peso: o peso do Sub-bastidor sub-equipado é inferior a 18 kg, conforme especificação


da ETS 300-119-4.

 A Plataforma LightPad i1600G pode ser alimentada através de linhas DC de -48 V ou


de linhas AC através da conversão AC-DC. Em ambos os casos o sistema tem
redundância de via de alimentação e de proteção de via. Atende às normas ETS 300
132 (ETS 132-1 e ETS 132-2). Cada elemento ativo da plataforma possui um conversor
DC-DC independente, gerando suas tensões de alimentação apropriadas a partir do
sinal de alimentação de -48 VDC recebido da unidade MPM (Main Power Module).

 Se ocorrer falha de alimentação para os equipamentos, ao restabelecer as condições


de funcionamento os mesmos voltam a atuar com as configurações que tinham antes
da falha, sem necessidade de intervenção de operador. A recuperação do tráfego é
instantânea e a situação de estabilidade do Sistema de Gerência e seus alarmes
ocorrem em menos de 30 segundos.

 A substituição das fontes de alimentação da Plataforma LightPad i1600G não afeta o


tráfego do sistema ou as demais unidades presentes no sistema (Hot-Swap).

 A Plataforma LightPad i1600G é montada em bastidor metálico, condutivo, com planos


de aterramento e barramentos internos de aterramento conforme especificado pela
ETS 300 253.

 A Plataforma LightPad i1600G excede a especificação de faixa de temperatura de


operação proposta pela ETS 300 019, podendo trabalhar entre -10C e +45C (exceto
os produtos com temperatura indicada - temperatura máxima em operação não
contínua). A umidade relativa máxima é de 90%. As unidades de transposição de
comprimento de onda permitem a operação sem variação de potência óptica em toda a
faixa de temperatura de operação.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 6-1


Capítulo 6: Descrição Física do Sistema

 A Plataforma LightPad i1600G, tanto na configuração CWDM quanto na configuração


DWDM foi homologada pela ANATEL no que diz respeito a EMI e EMC segundo as
normas ETS 300 386 -1-2. A Plataforma LightPad i1600G está também de acordo com
as recomendações EN 300 386-3, EN5022 Classe B e FCC parte 15 Classe A ou B. No
que diz respeito às condições acústico-ambientais a Plataforma LightPad i1600G
atende à norma ETS 300 753.

 Os equipamentos da Padtec, em particular a Plataforma LightPad i1600G, tanto nas


versões C quanto DWDM ou na sua forma integrada C e DWDM, atendem às
especificações ambientais de armazenamento definidas no item 4 da ETS 300 019-1-1,
nos seus aspectos de proteção contra água e temperatura do local de armazenamento.
Atendem também às condições estabelecidas na ETS 300 0019-1-2, em referência a
classe 2.2 no que diz respeito aos cuidados no transporte.

 Os Sub-bastidores usados pela Padtec em sua Plataforma LightPad i1600G seguem os


padrões mecânicos definidos pela norma ETS 300-119-4.

 Dimensões: as dimensões dos Sub-bastidores da Plataforma LightPad i1600G seguem


as condições de acessibilidade definidas na ETS 300 119-4.

 Os equipamentos Padtec são compatíveis com as diretivas RoHS (EU Directive


2002/95/EC), caracterizando-se nas exceções permitidas pela norma.

 A vida útil para qualquer configuração de equipamento da Plataforma LightPad i1600G


é de 20 anos.

6.3. Montagem do Bastidor


A partir do exemplo de sistema DWDM apresentado no Capítulo 4, reproduzido na figura
abaixo, serão mostradas as composições dos equipamentos nas configurações Terminal
(estações 1 e 3) e Terminal de Anel (estação 2).

Exemplo de sistema DWDM interligando 3 estações

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 6-2


Capítulo 6: Descrição Física do Sistema

6.4. Exemplo de Configuração do Sistema

6.4.1. Composição do Equipamento Terminal das Estações 1 e 3


As unidades que compõem os equipamentos Terminais das estações 1 e 3 são as seguintes:

 1 MPM.

 1 SHK – Shelf House Keeping.

 1 Hub.

 8 Transponders (até 10 por Sub-bastidor).

 1 Supervisor de Transponder Pai.

 1 Canal de Supervisão Terminal.

 1 Tampa Cega.

 2 FAN G8.

 6 Calhas CPCO de Acomodação de Cabos.

 4 Calhas Traseiras.

 2 Defletores de ar.

 1 Mux.

 1 Demux.

 1 SCMD.

 1 Chave Óptica.

 1 Amplificador Raman.

 1 Amplificador Pré.

 1 Amplificador Booster.

 1 Supervisor de Amplificadores.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 6-3


Capítulo 6: Descrição Física do Sistema

Bay face (ou plano de face) do Equipamento Terminal das estações 1 e 3:

1 MPM – Main Power Module

1 SHK – Shelf House Keeping


1 Hub
1 Tampa Cega
1 FAN G8
8 Transponders
1 Supervisor de Transponder Pai
1 Canal de Supervisão Terminal
1 Calha CPCO
1 Defletor de ar (2U)
1 Multiplexer
1 Calha CPCO + 1 Calha Traseira
1 Demultiplexer
1 Calha CPCO + 1 Calha Traseira
1 SCMD
1 Calha CPCO + 1 Calha Traseira
1 Chave Óptica
1 Calha CPCO + 1 Calha Traseira
1 FAN G8
1 Amplificador Booster
1 Amplificador Raman
1 Pré-Amplificador
1 Supervisor de Amplificador
1 Calha CPCO
1 Defletor de ar (2U)

Exemplo de composição do equipamento Terminal

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 6-4


Capítulo 6: Descrição Física do Sistema

6.4.2. Composição do Equipamento Terminal de Anel da Estação 2


As unidades que compõem o equipamento Terminal de Anel da estação 2 são as seguintes:

 2 MPMs.

 1 SHK – Shelf House Keeping.

 16 Transponders.

 1 Supervisor de Transponder Pai.

 1 Supervisor de Transponder Filho.

 1 Canal de Supervisão Cliente.

 4 FAN G8.

 12 Calhas CPCO de Acomodação de Cabos.

 8 Calhas Traseiras.

 4 Defletores de ar.

 2 Multiplexers.

 2 Demultiplexers.

 2 SCMDs.

 2 Chaves Ópticas.

 2 Amplificadores Raman.

 2 Amplificadores Pré.

 2 Amplificadores Booster.

 2 Supervisores de Amplificador.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 6-5


Capítulo 6: Descrição Física do Sistema

Bay face (ou plano de face) do Equipamento Terminal de Anel da estação 2:

1 MPM – Main Power Module 1 MPM – Main Power Module


1 SHK – Shelf House Keeping
1 Tampa Cega
1 FAN G8 1 Tampa Cega
1 FAN G8
8 Transponders
1 Supervisor de Transponder Filho 8 Transponders
1 Supervisor de Transponder
1 Calha CPCO 1 Canal de Supervisão Cliente
1 Defletor de ar (2U) 1 Calha CPCO
1 Multiplexer 1 Defletor de ar (2U)
1 Calha CPCO + 1 Calha Traseira 1 Multiplexer
1 Demultiplexer 1 Calha CPCO + 1 Calha Traseira
1 Calha CPCO + 1 Calha Traseira 1 Demultiplexer
1 SCMD 1 Calha CPCO + 1 Calha Traseira
1 Calha CPCO + 1 Calha Traseira 1 SCMD
1 Chave Óptica 1 Calha CPCO + 1 Calha Traseira
1 Calha CPCO + 1 Calha Traseira 1 Chave Óptica
1 Calha CPCO + 1 Calha Traseira
1 FAN G8
1 FAN G8
1 Amplificador Booster
1 Amplificador Booster
1 Amplificador Raman
1 Amplificador Raman
1 Pré-Amplificador
1 Pré-Amplificador
1 Supervisor de Amplificador
1 Supervisor de Amplificador
1 Calha CPCO
1 Defletor de ar (2U) 1 Calha CPCO
1 Defletor de ar (2U)

Bastidor Sul Bastidor Norte

Exemplo de composição do equipamento Terminal de Anel

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 6-6


Capítulo 7: Expansão da Capacidade do Sistema DWDM da Padtec

7. Expansão da Capacidade do Sistema DWDM da Padtec

7.1. Considerações Iniciais


Neste capítulo são apresentadas alternativas para a expansão modular da plataforma DWDM
da Padtec. O modo mais simples de expansão de um sistema DWDM é a adição de novos
transponders até que a capacidade final dos módulos de multiplexação e demultiplexação já
instalados seja atingida. No entanto, o objetivo deste capítulo é apresentar alternativas de
expansão modular através da conexão em cascata de módulos de multiplexação e
demultiplexação. As alternativas apresentadas a seguir correspondem as modularidades dos
mux/demux normalmente ofertadas pela Padtec. Entretanto, outras modularidades podem ser
oferecidas de acordo com a necessidade do cliente.

Neste capítulo os sistemas DWDM são unidirecionais, ou seja, há uma fibra para a transmissão
na direção leste-oeste e outra fibra para a direção oeste-leste. Para sistemas bidirecionais,
também suportados pela plataforma DWDM da Padtec, todos os números de canais
mencionados neste capítulo deveriam ser considerados pela metade. Isto porque em sistemas
bidirecionais um mux de N canais suporta a N/2 canais ópticos bidirecionais.

7.2. Alternativas para Expansão Modular


A plataforma DWDM da Padtec, uma vez instalada e operacional com um conjunto de
mux/demux, permite a expansão na capacidade total de canais ópticos suportados através da
adição de mais UM conjunto de mux/demux. Esta expansão pode ser realizada em serviço, ou
seja, sem afetar os canais ópticos já operacionais. O acoplamento entre o conjunto mux/demux
original e o conjunto mux/demux de expansão é obtido através de um mux/demux de banda
que deve ser incorporado mecanicamente ao conjunto mux/demux original.

Os módulos de multiplexação e demultiplexação suportados pela plataforma DWDM da Padtec


estão resumidos na tabela a seguir:

Channel Spacing Mux / Demux


# of Channels
200 GHz 100 GHz 50 GHz Coupled

4 x x x x

8 x x x x

16 x x x x

20 x x x x

32 x x x

40 x x x

80 x x

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 7-1


Capítulo 7: Expansão da Capacidade do Sistema DWDM da Padtec

Módulos de Multiplexação e Demultiplexação

A expansão modular da plataforma DWDM da Padtec ocorre através da ligação em cascata de


até dois conjuntos mux/demux. Os módulos conectados em cascatas deverão operar em
bandas (C ou L) ou sub-bandas (azul e vermelha) distintas. Estes módulos podem apresentar
capacidades distintas, por exemplo, um módulo mux/demux de 4 canais pode ser conectado
em cascata a um módulo mux/demux de 20 canais. Deve-se ressaltar que para efeito de
dimensionamento do enlace óptico, através do cálculo do orçamento de potência disponível por
canal óptico, deve ser sempre considerada a capacidade final do enlace, ou seja, o enlace já
com a expansão. Outro ponto importante é que, caso seja prevista necessidade de expansão
do sistema DWDM, os módulos mux/demux inicialmente instalados devem incorporar
multiplexadores e demultiplexadores de banda ou sub-banda para permitir a expansão do
sistema em serviço, sem afetar os canais ópticos já operacionais. A Tabela a seguir mostra as
alternativas de combinações de módulos mux/demux suportadas pela plataforma DWDM da
Padtec.

C Band
L Band
Blue Red

4 x x x

8 x x x

16 x x x

# of Channels 20 x x x

32 x x

40 x x

80 x x

Possibilidades de combinações de módulos Mux/Demux

Pela Tabela nota-se que os módulos mux/demux de 4 a 20 canais ópticos são disponíveis para
as sub-bandas azul e vermelha e para a banda L. Já módulos mux/demux de 32 e 80 canais
são disponíveis para as bandas C (sem separação de sub-banda) e L.

A seguir serão apresentadas alternativas de expansão da plataforma DWDM da Padtec.

7.2.1. Alternativa de Expansão DWDM: Sub-banda Azul mais Sub-banda Vermelha


A banda óptica C, que compreende os comprimentos de onda na região de 1525 a 1562 nm,
pode ser dividida em duas sub-bandas:

 Sub-banda azul: de 1525 a 1544 nm.

 Sub-banda vermelha: de 1547 a 1565 nm.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 7-2


Capítulo 7: Expansão da Capacidade do Sistema DWDM da Padtec

Nesta alternativa de expansão, o sistema DWDM em uma fase inicial de instalação possui um
conjunto mux/demux operando da sub-banda azul (ou vermelha). Este conjunto mux/demux
possui incorporado à sua mecânica um mux/demux de sub-banda (azul mais vermelha), de
modo a permitir a expansão do sistema DWDM em serviço, sem afetar os canais ópticos já
operacionais.

A figura a seguir ilustra como o sistema DWDM pode ser expandido a partir da multiplexação
das sub-bandas azul e vermelha:

Expansão do Sistema DWDM via adição de sub-banda

Na figura somente o lado de transmissão é apresentado, mas no lado de recepção deve haver
um esquema similar para os módulos de demultiplexação. No exemplo acima o sistema DWDM
foi inicialmente instalado com um conjunto mux/demux operando na sub-banda azul. Este
conjunto mux/demux poderia corresponder a módulos de 4, 8, 16 ou 20 canais ópticos. Em uma
fase posterior de implantação, o sistema DWDM sofre uma expansão na capacidade através da
adição de um novo conjunto mux/demux que opere na sub-banda vermelha. Este novo conjunto
de expansão pode suportar até 20 novos canais ópticos DWDM. Deste modo, esta alternativa
suporta até 40 canais ópticos DWDM quando na configuração final. Como os módulos iniciais
de multiplexação e demultiplexação já incorporam os mux/demux de sub-banda, a expansão na
capacidade do sistema DWDM pode ocorrer sem afetar os canais ópticos já operacionais.

7.2.2. Alternativa de Expansão DWDM: Banda C mais Banda L


Outra alternativa de expansão da plataforma DWDM da Padtec, é a utilização das bandas
ópticas C e L:

 Banda C: de 1525 a 1565 nm.

 Banda L: de 1570 a 1620 nm.

Nesta alternativa de expansão, o sistema DWDM em uma fase inicial de instalação possui um
conjunto mux/demux operando na banda C. Este conjunto mux/demux incorpora na mesma

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 7-3


Capítulo 7: Expansão da Capacidade do Sistema DWDM da Padtec

mecânica um mux/demux de banda (bandas C mais L), de modo a permitir a expansão do


sistema DWDM em serviço, sem afetar os canais ópticos já operacionais.

A figura a seguir ilustra como o sistema DWDM pode ser expandido a partir da multiplexação
das bandas C e L:

Expansão do Sistema DWDM via adição de banda

Na figura somente o lado de transmissão é apresentado, mas no lado de recepção deve haver
um esquema similar para os módulos de demultiplexação. No exemplo acima o sistema DWDM
foi inicialmente instalado com um conjunto mux/demux operando na banda C. Este conjunto
mux/demux poderia corresponder a módulos de 4, 8, 16, 20, 32, 40 ou 80 canais ópticos. Em
uma fase posterior de implantação, o sistema DWDM sofre uma expansão na capacidade
através da adição de um novo conjunto mux/demux que opera na banda L. Este novo conjunto
de expansão pode suportar até 80 novos canais ópticos DWDM. Deste modo, esta alternativa
suporta até 160 canais ópticos DWDM quando na configuração final (80 canais na banda C e
80 canais na banda L, com capacidade de até 10 Gb/s ou 40 Gb/s por canal).

7.2.3. Alternativa de Expansão DWDM: A Partir da Plataforma LightPad i1600G – CWDM


O sistema de transporte óptico desenvolvido pela Padtec suporta em uma mesma plataforma
as tecnologias CWDM (Coarse WDM) e DWDM. A tecnologia CWDM opera na janela óptica de
1310 a 1610 nm, suportando até 16 canais ópticos com espaçamento de 20 nm entre eles. Esta
tecnologia caracteriza-se pelo baixo custo de seus módulos, uma vez que o alto espaçamento
entre canais permite o uso de filtros ópticos de menor resolução e transmissores ópticos sem
nenhum tipo de controle de temperatura. É uma tecnologia muito adequada a redes ópticas
metropolitanas e de acesso, que não necessitem de um alto número de canais ópticos e de
amplificação óptica. Neste item são descritas alternativas de expansão de capacidade de
transporte proporcionadas pelo sistema da Padtec, que é a evolução de uma plataforma
puramente CWDM para uma plataforma integrada CWDM mais DWDM. Deste modo, em uma
fase inicial a rede óptica contempla apenas a tecnologia CWDM, o que diminui o custo de
implantação da rede. Com o aumento do tráfego, e consequentemente com o aumento da
receita da operadora de rede, esta plataforma originalmente CWDM pode ser expandida para
suportar canais DWDM. Esta expansão pode ocorrer de dois modos, os quais serão descritos
nos itens a seguir.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 7-4


Capítulo 7: Expansão da Capacidade do Sistema DWDM da Padtec

7.2.3.1. Integração Através do Mux/Demux CWDM


Como já mencionado, o espaçamento entre canais CWDM é de 20 nm. A largura de banda de
cada um dos canais CWDM é de 13 nm. Dentro destes 13 nm podem ser inseridos até oito
canais DWDM com espaçamento de 200 GHz (1,6 nm) ou até 16 canais DWDM com
espaçamento de 100 GHz (0,8 nm), desde que sejam selecionados canais nas bandas C ou L
(bandas de operação DWDM). Deste modo, uma possibilidade de integração de CWDM com
DWDM seria utilizar-se alguns comprimentos de onda CWDM localizados nas bandas C e L
para o transporte de canais DWDM. Ou seja, alguns canais CWDM são “sacrificados” para
possibilitar o transporte de canais DWDM adicionais. Cada canal CWDM “sacrificado” permite a
adição de até 16 canais DWDM. A figura a seguir exemplifica esta possibilidade de integração.

Integração CWDM mais DWDM diretamente no mux/demux CWDM

Na figura somente o lado de transmissão é apresentado, mas no lado de recepção deve haver
um esquema similar para os módulos de demultiplexação. Neste exemplo, os canais referentes
aos comprimentos de onda de 1530 nm e 1550 nm suportam a saída de um mux DWDM, o
qual pode conter 8 ou 16 canais ópticos DWDM. Deste modo, o sistema CWDM de até 14
canais ópticos é expandido para um sistema híbrido CWDM mais DWDM que pode suportar até
46 canais ópticos.

7.2.3.2. Integração Através de um Mux/Demux de Banda


Uma segunda alternativa de integração CWDM mais DWDM ocorre através de uso de módulos
mux/demux de banda. Estes módulos, incorporados aos mux/demux CWDM, combinam e
separam canais ópticos CWDM de canais ópticos DWDM operando na banda C ou L. Para que
a banda C ou L seja destinada aos canais DWDM, três canais CWDM devem ser não utilizados.
Caso a banda C seja reservada ao sistema DWDM, os canais correspondentes aos
comprimentos de onda de 1530, 1550 e 1570 nm não devem ser utilizados para CWDM. Caso
a banda L seja reservada ao sistema DWDM, os canais correspondentes aos comprimentos de
onda de 1570, 1590 e 1610 nm não devem ser utilizados para CWDM. A figura a seguir ilustra
esta alternativa de expansão do sistema óptico.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 7-5


Capítulo 7: Expansão da Capacidade do Sistema DWDM da Padtec

Integração CWDM mais DWDM via mux/demux de banda

Na figura somente o lado de transmissão é apresentado, mas no lado de recepção deve haver
um esquema similar para os módulos de demultiplexação. No exemplo acima o sistema óptico
foi inicialmente instalado com um conjunto mux/demux CWDM, onde a banda C ou L não é
utilizada. Este conjunto mux/demux poderia suportar até 13 canais ópticos CWDM. Em uma
fase posterior de implantação, o sistema óptico sofre uma expansão na capacidade através da
adição de um novo conjunto mux/demux DWDM que opera na banda C ou L. Este novo
conjunto de expansão pode suportar até 40 novos canais ópticos DWDM. Deste modo, esta
alternativa suporta até 53 canais ópticos DWDM quando na configuração final. Como os
módulos iniciais de multiplexação e demultiplexação CWDM já incorporam os mux/demux de
banda, a expansão na capacidade do sistema óptico pode ocorrer sem afetar os canais CWDM
já operacionais.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 7-6


Capítulo 8: Normas de Segurança e Etiquetas

8. Normas de Segurança e Etiquetas

8.1. Primeiros Socorros para Choques Elétricos


 Não toque no paciente com mãos descobertas até o circuito ter sido aberto.

 Abra o circuito desligando as chaves. Se isto não for possível, proteja-se com material,
seco, isolante e livre o paciente do condutor.

8.2. Respiração Artificial


 É importante começar uma respiração boca a boca imediatamente e procurar socorro
médico imediatamente.

8.3. Tratamento de Queimaduras


Este tratamento deve ser usado após o paciente ter recuperado a consciência. Ele pode
também ser empregado enquanto a respiração artificial estiver sendo aplicada (neste caso deve
haver pelo menos duas pessoas presentes).

ADVERTÊNCIA

 Não tente remover as roupas que estiverem em contato com as partes queimadas.

 Aplique gaze seca nas partes queimadas.

 Não aplique pomadas e unguentos ou outras substâncias oleosas.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 8-1


Capítulo 8: Normas de Segurança e Etiquetas

8.4. Método de Respiração Boca a Boca


Ajoelhe-se no nível da cabeça do paciente. Coloque uma mão sob a cabeça do paciente e a
outra sob seu pescoço. Levante a cabeça do paciente e deixe-a reclinar-se para trás tanto
quanto possível.

Paciente com a cabeça reclinada o tanto quanto possível

Desloque a mão do pescoço até seu queixo: coloque seu polegar entre o queixo e a boca do
paciente, o indicador ao longo de sua mandíbula, e mantenha os outros dedos juntos como na
Figura. E aspire profundamente o ar.

Preparo para a respiração boca a boca

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 8-2


Capítulo 8: Normas de Segurança e Etiquetas

Com o polegar entre o queixo do paciente e sua boca mantenha seus lábios juntos e sopre nas
cavidades nasais.

Sopro nas cavidades nasais

Enquanto estiver realizando estas operações observe se a caixa torácica do paciente enche-se.
Se isto não for possível significa que o nariz do paciente está bloqueado: neste caso abra a
boca do paciente tanto quanto possível pressionando seu queixo com sua mão (Figura abaixo),
coloque seu lábios em volta de sua boca e sopre. Observe se o peito do paciente infla-se. Este
segundo método pode ser usado pode ser usado ao invés do primeiro mantendo as narinas do
paciente fechadas usando as mãos que estavam suportando a cabeça do paciente. A cabeça
do paciente deve permanecer inclinada para trás tanto quanto possível. Comece com dez
rápidas expirações, então continue em ciclos de doze a quinze expirações por minuto. Continue
até o paciente tiver recuperado a consciência.

Abertura da boca do paciente para iniciar a respiração


boca-a-boca no caso de obstrução das narinas

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 8-3


Capítulo 8: Normas de Segurança e Etiquetas

8.5. Normas de Segurança – Regras gerais


 Antes de realizar qualquer instalação, ligação testes e operações de manutenção, leia o
Guia de Referência Técnico, em particular os itens relacionados a:

o Instalação.

o Ligar, testes e operação.

o Manutenção.

o Observe as regras de segurança.

 Quando o equipamento estiver operando não é permitido a ninguém o acesso a partes


do equipamento que estejam etiquetadas com rótulos de advertência.

 No caso de absoluta necessidade é permitido o acesso ao interior do equipamento, ou


partes do equipamento ao pessoal técnico ou de manutenção aqui definidos como:

o Pessoal que tenha o conhecimento técnico adequado e experiência necessária


para se precaver contra perigos que possam ocorrer durante uma operação ou
medição, de modo a reduzir ao mínimo as situações de riscos para si e para
terceiros.

 Nos casos gerais vale o seguinte:

o O pessoal de serviço pode apenas substituir as unidades com falhas, por


outras unidades reservas.

o Não é permitido ao pessoal de serviço reparar partes não especificadas.

o Para a limpeza eventual das partes externas do equipamento, não use de


forma alguma substâncias inflamáveis ou substâncias que de alguma forma
possam alterar os rótulos, inscrições, etc.

o É recomendável o uso de pano úmido para remoção de poeira do painel do


equipamento.

 As regras de segurança estabelecidas neste Guia descrevem as operações e/ou


precauções a serem observadas para salvaguardas do pessoal de serviço durante as
fases de trabalho e para garantia da segurança do equipamento, i.e., não expondo
pessoas a situações de risco a saúde.

 Sempre que as proteções de segurança forem violadas REMOVA A TENSÃO. Para


remover a tensão, desligue a chave da fonte de alimentação e da linha de alimentação.

 As regras de segurança no início deste Guia são descritas pelo seguinte símbolo de
declaração:

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 8-4


Capítulo 8: Normas de Segurança e Etiquetas

Símbolo de advertência

8.6. Etiquetas Indicadoras de Perigo, Proibição e Comando


As etiquetas estão de acordo com as normas internacionais ISO 3846. Os símbolos ou
declarações (aviso) são envolvidos em figuras geométricas: ISO 3864.

Símbolo de aviso indicando uma proibição (fundo branco com borda


vermelha e símbolo ou aviso em cor preta)

Símbolo indicando advertência ou perigo (FUNDO AMARELO-SÍMBOLO


E BORDA EM COR NEGRA)

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 8-5


Capítulo 8: Normas de Segurança e Etiquetas

Aviso com informação ou instrução


(FUNDO AMARELO – AVISO E BORDA PRETOS)

As etiquetas são afixadas para indicar condições perigosas. Elas podem conter qualquer
símbolo conhecido ou algum aviso necessário à salvaguarda do usuário e pessoal de serviço
contra situações de risco, especificamente:

 Tensões elétricas perigosas.

 Sinais ópticos nocivos.

 Riscos de explosão.

 Partes mecânicas móveis.

 Os símbolos apresentados a seguir são todos símbolos possíveis de serem


encontrados em um equipamento Padtec, mas não são necessariamente no
equipamento que este Guia se refere.

8.6.1. Tensões Elétricas Perigosas


Este símbolo de advertência deve ser afixado próximo a altas tensões, e indica o risco de
choques elétricos. Caixas marcadas com este símbolo devem ser abertas por pessoal
autorizado pela Padtec.

Símbolo de advertência para o perigo de descargas elétricas

Se o equipamento for de Classe um e conectado à linha de alimentação, então o símbolo


associado a ele estabelece que o equipamento deve ser aterrado antes de ser conectado à
fonte de alimentação, e.g:

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 8-6


Capítulo 8: Normas de Segurança e Etiquetas

Instruções sobre aterramento

8.6.2. Sinais Ópticos Perigosos


Toda a saída de sinal óptico, proveniente de LASER, deve conter etiquetas de acordo com as
Normas Internacionais IEC 60825-1.

Indicação da presença de um raio LASER. O nível de perigo deve estar registrado em uma etiqueta retangular:

 Se o LASER for um produto classe 1, a etiqueta.

 Classe do LASER.

 Potência emitida.

 Comprimento de onda.

 Norma de referência.

 Medidas de precaução feitas dependendo da classe do LASER.

 Indicações dadas em aberturas, painéis e intertravamento de segurança.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 8-7


Capítulo 8: Normas de Segurança e Etiquetas

Instruções para manuseio seguro do laser

8.6.3. Partes Mecânicas Irradiadoras de Calor


As presenças de partes mecânicas irradiadoras de calor são indicadas pela seguinte etiqueta
de advertência, de acordo com a norma IEC 60417.

Símbolo de advertência para o perigo de contato com superfície irradiante de calor

Como estabelecido pela norma IEC 60950-1, as partes mecânicas tocáveis são aquelas para
as quais a temperatura T excede os limites estabelecidos pela seguinte fórmula (temperaturas
em °C):

(T-Tamb) = < (Dtmáx + 25° – Tmra)

Onde

 T = Temperatura da parte mecânica medida na temperatura ambiente Tamb.

 Tamb = Temperatura ambiente durante o teste.

 Dtmáx = Valor definido pela Norma IEC 950, e especificada na tabela abaixo.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 8-8


Capítulo 8: Normas de Segurança e Etiquetas

 Tmra = A temperatura ambiente máxima permitida pela especificação do equipamento


ou 25°C, sempre a maior.

Partes acessíveis ao operador Temperatura (°C)

Metal Vidro, porcelana Plástico,


borracha

Botões manuais, seguros ou tocados 35 45 60


por curtos períodos

Botões manuais, Tc, seguros 30 40 50


regularmente

Outras superfícies de equipamentos 45 55 70


que podem ser tocados

Superfícies internas do equipamento 45 55 70


que podem ser tocadas

8.6.4. Compatibilidade Eletromagnética


As normas de compatibilidade eletromagnética dependem do tipo de instalação que está sendo
realizada (terminação dos cabos, aterramento) e das condições de operação (equipamentos,
presença de coberturas blindadas etc.)

Antes de iniciar qualquer instalação, ligar, testar, operar e realizar qualquer manutenção
consulte o Guia de Referência Técnico do Equipamento DWDM especialmente os itens
relacionados a:

 Instalação.

 Ligar, testar e operar.

 Manutenção.

8.6.5. Regras Gerais – Instalação


 Todas as conexões (instalados na parte externa dos painéis dos equipamentos) são
feitas com cabos blindados usando somente conectores referidos neste Guia de
Referência Técnico ou em Normas de Instalação da Estação Operadora.

 Cabos blindados devem ser adequadamente terminados

 O aterramento do equipamento é feito utilizando-se condutores com diâmetro e


impedância apropriados.

 As blindagens (se utilizadas) instaladas durante o processo de instalação devem ser


limpas e desengraxadas.

 Antes de instalar unidades de blindagem deve-se proceder à limpeza e retirar a graxa


de todas as superfícies periféricas (molas de contato, pontos de conexão, etc).

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 8-9


Capítulo 8: Normas de Segurança e Etiquetas

 As placas das gavetas devem estar adequadamente aparafusadas às gavetas, e estas


ao gabinete.

 Para instalar corretamente equipamentos compatíveis com as normas de CEM siga as


instruções dadas.

8.6.6. Regras Gerais – Ligar, Testes e Operação


 Instale as unidades elétricas como requerido de forma a garantir a CEM.

 Comprove que o equipamento está operando com todas as blindagens propriamente


posicionadas (coberturas blindadas das placas, conectores, proteções etc).

 Para usar apropriadamente equipamentos compatíveis com normas CEM observe as


informações.

8.6.7. Regras Gerais – Manutenção


 Descargas eletrostáticas: Antes de remover proteções DEE dos monitores, conectores,
etc., observe as medidas de proteção estabelecidas. Assegure-se que as proteções
DEE foram recolocadas após as operações de manutenção e monitoramento.

 A maioria dos dispositivos eletrônicos são sensíveis a descargas eletrostáticas, a


etiqueta de advertência correspondente é a seguinte:

Instrui sobre precauções contra descargas eletrostáticas

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 8-10


Capítulo 9: Abreviaturas, Acrônimos e Referências

9. Abreviaturas, Acrônimos e Referências

9.1. Abreviaturas de Acrônimos


A/D Add and Drop

AGV Amplificador de Ganho Variável

APC Angled Physical Contact

APD Avalanche Photodiode

APS Automatic Protection Switching

ASON Automatically Switched Optical Network

AT Amplificador de Transimpedância

ATM Asynchronous Transfer Mode

BMPD Back Monitor Photodiode

CAG Controle Automático de Ganho

CAP Controle Automático de Potência

COS Canal Óptico de Supervisão

CSC Canal de Supervisão Cliente

CST Canal de Supervisão Terminal

CWDM Coarse Wavelength Division Multiplexing

DC Direct Current

DCN Data Communication Network

Demux Demultiplexador

DGO Distribuidor Geral Óptico

DH Dual Homing

DIO Distribuidor Intermediário Óptico

DWDM Dense Wavelength Division Multiplexing

EMC Electromagnetic Compatibility

EMI Eletromagnetic Interference

ESCON Enterprise Systems Connection

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 9-1


Capítulo 9: Abreviaturas, Acrônimos e Referências

FD Fotodiodo

FEC Forward Error Correcting

FICON Fiber Connectivity

GMPLS Generalized Multiprotocol Label Switching

GND Ground

GNE Gateway Network Element

IP Internet Protocol

ISO International Organization for Standardization

ITU-T International Telecommunication Union – Telecom Standardization

LASER Light Amplification by Stimulated Emission of Radiation

LED Light Emission Diode

LOS Loss of Signal

LSB Least Significant Bit

MOD Modulador

MPM Main Power Module

Mux Multiplexador

NRZ Non Return to Zero

OADM Optical Add and Drop Multiplexer

OCM Optical Channel Monitoring

OSNC Optical SubNetwork Connection

OTN Optical Transport Network

OTU Optical Transport Unit

PIN Potência de Entrada

PIN-FET Fotodiodo PIN-Field Effect Transistor

POUT Potência de Saída

ROADM Reconfigurable OADM

RX Recepção

SCA Software de Calibração e Ajuste

SCD Supervisory Channel Demultiplexer

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 9-2


Capítulo 9: Abreviaturas, Acrônimos e Referências

SCM Supervision Control Module; Supervisory Channel Multiplexer

SDH Synchronous Digital Hierarchy

SH Single Homing

SHK Shelf House Keeping

SNMP Simple Network Management Protocol

STM-N Synchronous Transmission Mode-level N

STM-N Synchronous Transmission Mode-level N

TCP Transmission Control Protocol

TTL Transistor-Transistor Logic

TX Transmissão

VGA Variable Gain Amplifier

WDM Wavelength Division Multiplexing

WSS Wavelength Selectable Switch

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 9-3


Capítulo 9: Abreviaturas, Acrônimos e Referências

9.2. Referências
IEEE 802.3-2002: IEEE Standard for Information technology--Telecommunications and information
1
exchange between systems--Local and metropolitan area networks

IEEE 802.3ae -2002: IEEE Standard for Carrier Sense Multiple Access with Collision Detection (CSMA/CD)
2 Access Method and Physical Layer Specifications-Media Access Control (MAC) Parameters, Physical Layer
and Management Parameters for 10 Gb/s Operation.

ISSO 300 386: Electromagnetic compatibility and radio spectrum matters (ERM); Telecommunication
3
network equipment; Electromagnetic compatibility (EMC) requirements

4 ISSO 50081 Class B: Electromagnetic compatibility – Generic emission standard

5 ISSO 50082 Class B: Electromagnetic compatibility – Generic immunity standard

ISSO 5022 Class B: Limits and methods of measurement of radio disturbance characteristics of information
6
technology equipment

ISSO 55022 Class B: Information technology equipment – Radio disturbance characteristics – Limits and
7
methods of measurement

8 ETSI ETS 300 019: Environmental conditions and environmental tests for telecommunications equipment

9 ETSI ETS 300 119: European telecommunication standard for equipment practice

10 ETSI ETS 300 132: Power supply interface at the input to telecommunications equipment

11 ETSI ETS 300 253: Earthing and bonding configuration inside telecommunications centres

ETSI ETS 300 385: Radio equipment and systems (RES); Electromagnetic compatibility (EMC) standard for
12
digital fixed radio links and ancillary equipment with data rates at around 2 Mb/sec and above

13 ETSI ETS 300 386-1: Electro-Magnetic Compatibility (EMC) requirements

14 ETSI ETS 300 386-2: Electro-Magnetic Compatibility (EMC) requirements

ETSI ETS 300 417-1-1: Transmission and Multiplexing ISSO; Generic requirements of transport
15
functionality of equipment; Part 1-1: Generic processes and performance

16 ETSI ETS 300 753: Acoustic noise emitted by telecommunications equipment

17 FCC part 15 Class A or Class B

18 GR–1312–CORE Generic Requirements for OFAs and Proprietary DWDM Systems

GR-2979-CORE Generic Requirements for Optical Add-Drop Multiplexers (OADMs) and Optical Terminal
19
Multiplexers (OTMs)

IEC 8012: Eletromagnetic Compability for Industrial Process Measurement and Control Equipment – Part 2
20
– Eletrostatic Discharge Requirements

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 9-4


Capítulo 9: Abreviaturas, Acrônimos e Referências

IEC 8013: Eletromagnetic Compability for Industrial Process Measurement and Control Equipment – Part 3
21
– Radiated Eletromagnetic Field Requirements

IEC 8014: Eletromagnetic Compatibility for Industrial Process Measurement and Control Equipment Part 4
22
– Electrical Fast Transient

23 IEC 60417: Graphical symbols for use on equipment

24 IEC 60825: Safety of laser products –Part 1: Equipment classification and requirements

25 IEC 60825-1: Safety of Laser Products – Part 1: Equipment classification, requirements and user’s guide

26 IEC 60950-1: Information technology equipment – Safety

27 ISSO 3864: Graphical symbols – Safety colors and safety signs

28 ITU-T G.650: Definition and test methods for the relevant parameters of single-mode fibers

29 ITU-T G.652: Characteristics of a single-mode optical fibre and cable

30 ITU-T G.653: Characteristics of a dispersion-shifted single-mode optical fibre cable

31 ITU-T G.654: Characteristics of a cut-off shifted single-mode optical fibre and cable

32 ITU-T G.655: Characteristics of a non-zero dispersion-shifted single-mode optical fibre and cable

ITU-T G.661: Definition and test methods for relevant generic parameters of optical amplifier devices and
33
subsystems

34 ITU-T G.662: Generic characteristics of optical amplifiers devices and subsystems

35 ITU-T G.663: Application related aspects of optical amplifier devices and subsystems

36 ITU-T G.664: Optical safety procedures and requirements for optical transport systems

37 ITU-T G.665: Generic characteristics of Raman amplifiers and Raman amplified subsystems

38 ITU-T G.666: Characteristics of PMD compensators and PMD compensating receivers

39 ITU-T G.671: Transmission characteristics of optical components and subsystems

40 ITU-T G.691: Optical interfaces for single channel STM-64 and other SDH systems with optical amplifiers

41 ITU-T G.692: Optical interfaces for multichannel systems with optical amplifiers

42 ITU-T G.693: Optical interfaces for intra-office systems

43 ITU-T G.694.1: Spectral Grids for WDM Applications: DWDM Frequency Grid

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 9-5


Capítulo 9: Abreviaturas, Acrônimos e Referências

44 ITU-T G.694.2: Spectral Grids for WDM Applications: CWDM Frequency Grid

45 ITU-T G.696.1: Intra-domain DWDM applications

46 ITU-T G.697: Optical monitoring for DWDM systems

47 ITU-T G.698.1: Multichannel DWDM applications with single channel optical interfaces

48 ITU-T G.703: Physical/Electrical Characteristics of Hierarchical Digital Interfaces

49 ITU-T G.707/Y.1322: Network node interface for the synchronous digital hierarchy (SDH)

50 ITU-T G.709: Interfaces for the Optical Transport Network

51 ITU-T G.783: Characteristics of Synchronous Digital Hierarchy (SDH) Equipment Functional Blocks

52 ITU-T G.784: Synchronous Digital Hierarchy (SDH) Management.

53 ITU-T G.798: Characteristics of Optical Transport Network Hierarchy Equipament Funcional Blocks

54 ITU-T G.803: Architecture of transport networks based on the synchronous digital hierarchy (SDH)

55 ITU-T G.813: Timing Characteristics of SDH Equipment Slave Clocks (SEC)

ITU-T G.8201: Error performance parameters and objectives for multi-operator international paths within the
56
Optical Transport Network (OTN)

ITU-T G.823: The control of jitter and wander within digital networks which are based on the 2048 kb/s
57
hierarchy

ITU-T G.825: The control of jitter and wander within digital networks which are based on the synchronous
58
digital hierarchy (SDH)

59 ITU-T G.8251: The control of jitter and wander within the optical transport network (OTN)

ITU-T G.826: End-to-end error performance parameters and objectives for international constant bit rate
60
digital paths and connections

ITU-T G.827: Availability performance parameters and objectives for end-to-end international constant bit
61
rate digital paths

62 ITU-T G.841: Types and characteristics of SDH network protection architectures

63 ITU-T G.842: Interworking of SDH network protection architectures

64 ITU-T G.871: Framework for Optical Transport Network Recommendations

65 ITU-T G.872: Architecture of Optical Transport Networks

66 ITU-T G.873.1: Optical Transport Network (OTN): linear protection

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 9-6


Capítulo 9: Abreviaturas, Acrônimos e Referências

67 ITU-T G.874: Management Aspects of the Optical Transport Network

68 ITU-T G.875: Optical Transport Network Management Information Model for the Network Element View

ITU-T: G.955: Digital line systems based on the 1544kb/s and the 2048 kbit/s hierarchy on optical fiber
69
cables

70 ITU-T G.957: Optical interfaces for equipments and systems relating to the synchronous digital hierarchy

71 ITU-T G.958: Digital line systems based on the synchronous digital hierarchy for use on optical fibre cables

72 ITU-T G.959.1: Optical Networking Physical Layer Interfaces

73 ITU-T G.7041: Generic Framing Procedure GFP

NBR 12304: Limite e Método de Medição de Radioperturbação em Equipamentos para Tecnologia da


74
Informação

PN 03:012.02.009:1999: Especificações Gerais de Suprimento de Energia em Corrente Contínua para


75
Equipamentos de Telecomunicações

76 PN 03:012.04.040:1999: Condições de Ensaios Ambientais Aplicáveis a Produtos para Telecomunicações

V4.1.201203.1A Padtec S.A. 9-7


Anexo A: Compatibilidade de Unidades de Supervisão

Anexo A. Compatibilidade de Unidades de Supervisão


SPVL-90 SPVL-4 SPVJ-4 SPVJ-4S SPVJ-4SM SPVL-4SM SPV-5AO

Transponder T25 X X X X *

Combiner TC100 FEC/XFEC 25% X X *

Combiner TC100 XFEC 7% X *

Combiner 2 x 1 GbE /
X X *
Combiner ODU-XC 8 x 1

Transponder T100 OTN


X X *
FEC/XFEC 25% (Sintonizável)

Transponder T100 OTN XFEC 7%


X
(Sintonizável)

Transponder T100 OTN


X * X *
FEC/XFEC 25% (Canal Fixo)

Transponder T100 OTN XFEC 7%


X
(Canal Fixo)

Transponder T100 FEC/XFEC 25%


X X *
ODP

Transponder T100 XFEC 7% ODP X

Muxponder TM100 OTN


X X
FEC/XFEC 25%

V4.1.201203.1A Padtec S.A. Anexo A-1


Anexo A: Compatibilidade de Unidades de Supervisão

SPVL-90 SPVL-4 SPVJ-4 SPVJ-4S SPVJ-4SM SPVL-4SM SPV-5AO

Muxponder TM100 OTN XFEC 7% X

Transponder Medidor de Taxa X X X X *

Transponder 2R X X X X *

Transponders 40 Gb/s X

Combiner ODU-XC 8 x 2 X

Amplificador altura 4U X *

Amplificador altura 5U sem ALS X X X

Amplificador altura 5U com ALS X X

SCML / SCMM X

SCME X

Demais SCM (4U) X

Fan GR X X

Fan G8 X

Mux/Demux (gerenciáveis) X

Chave Óptica Unidirecional X X

Chave Óptica Bidirecional X

MOSA X

V4.1.201203.1A Padtec S.A. Anexo A-2


Anexo A: Compatibilidade de Unidades de Supervisão

SPVL-90 SPVL-4 SPVJ-4 SPVJ-4S SPVJ-4SM SPVL-4SM SPV-5AO

ROADM X

WSS-50, PMDC, OCM-40 e OCM-80 X

SHK X X

Legenda

X Compatível

Contatar Padtec para


* verificar
compatibilidade

Incompatível

V4.1.201203.1A Padtec S.A. Anexo A-3


Anexo B: Compatibilidade com Unidades de Refrigeração Térmica

Anexo B. Compatibilidade com Unidades de Refrigeração Térmica


Kit Térmico (FAN G8, Defletores de ar, tampas
FAN GR FAN 10
cegas com extensão, porta do bastidor ventilada)

Transponder T25 X X

Transponder T100 OTN/FEC (Sintonizável) X

Transponder T100 OTN/FEC (Canal Fixo) X X

Muxponder TM100 OTN/FEC (Sintonizável) X

Muxponder TM100 OTN/FEC (Canal Fixo) X X

Combiners (exceto 8 x 2 ODU-XC) X

Amplificador altura 5U (exceto ROAC30) X X

Amplificador Raman ROAC30 X

Amplificador altura 4U X

WSS, SPVL-90, OCM, Transponder 40 Gb/s e


X
Combiner ODU-XC 8 x 2

Legenda

X Compatível

Incompatível

V4.1.201203.1A Padtec S.A. Anexo B-1


Anexo C: Descrição de Cabos e Pinagem

Anexo C. Descrição de Cabos e Pinagem


 Cabo UTP Ethernet – Conector RJ-45

 Cabo Serial – Conector DB9

V4.1.201203.1A Padtec S.A. Anexo C-1


Anexo C: Descrição de Cabos e Pinagem

 Cabo Serial – Conector DB9 / RJ-11

 Cabo CCI 4 fios – Conector RJ-11

V4.1.201203.1A Padtec S.A. Anexo C-2


Anexo D: Transceivers SFP/XFP Homologados para Produtos Padtec

Anexo D. Transceivers SFP/XFP Homologados para Produtos Padtec

Potencia de
Distância Comprimento Sensibilidade Saturação
Produto Fabricante Aplicação Transmissão
[km] de Onda [nm] [dBm] [dBm]
[dBm]

Transponder Opnext /
2 STM-16 (I-16) 1310 -10 a -3 -18 -3
2,5 Gb/s G.709 TRF5916AVLB400

JDSU / SFP- 1
2 STM-16 (I-16) 1310 -9,5 a -2,5 -18
MS1LKTD3DCA (overload)

Combiner Oplink / TRPW48L2/E2 80/120 DWDM (OTU1) 1550 0a4 -28 -8


2,5 Gb/s G.709
Finisar / FWLF-1631-XX 120 DWDM (OTU1) 1550 0a4 -28 -9

Muxponder 10 Gb/s Opnext /


2 STM-16 (I-16) 1310 -10 a -3 -18 -3
G.709 TRF5916AVLB400

JDSU / SFP- 1
2 STM-16 (I-16) 1310 -9,5 a -2,5 -18
MS1LKTD3DCA (overload)

Combiner 0,5 (Fibra MM 1G Fibre Channel ou GbE


Optoway / SPM-7101WG 850 -9 a -4 -17 -3
TC100DCT-42GT8 50/125 µm) (1000BASE-SX)
G.709
Opnext / 0,5 (Fibra MM 1G Fibre Channel ou GbE
850 -10 a -3 -17 0
TRF2716AELB200 50/125 µm) (1000BASE-SX)

Gigabit Ethernet
Optoway/SPS-73160WG 160 1000BASE-ZX e 1G Fibre 1550 1a5 -36 -10
Channel

V4.1.201203.1A Padtec S.A. Anexo D-1


Anexo D: Transceivers SFP/XFP Homologados para Produtos Padtec

Potencia de
Distância Comprimento Sensibilidade Saturação
Produto Fabricante Aplicação Transmissão
[km] de Onda [nm] [dBm] [dBm]
[dBm]

Opnext/ Gigabit Ethernet


40 1310 -1 a 3 -27 0
TRF5756AMLB000 1000BASE-EX

Opnext / Gigabit Ethernet


2 1310 -10 a -3 -18 -3
TRF5916AVLB400 1000BASE-T

Combiner 10 Gb/s STM-1 / STM-4


- 2 1310 -8 a -15 -23 -
ODU-XC G.709 SFP I-1 / SFP I-4

STM-1 / STM-4
- 15 SFP S-1.1 / SFP S-4.1 / 1310/1550 -8 a -15 -28 -
SFP S-1.2 / SFP S-4.2

STM-1
- 40 1310 -5 a 0 -34 -
SFP L-1.1

STM-1
- 80 1550 -5 a 0 -34 -
SFP L-1.2

STM-4
- 40 1310 -3 a 2 -28 -
SFP L-4.1

STM-4
- 80 1550 -3 a 2 -28 -
SFP L-4.2

STM-16
- 2 1310 -10 a -3 -18 -
SFP I-16

STM-16
- 15 1310/1550 -5 a 0 -18 -
SFP S-16.1 / SFP S-16.2

V4.1.201203.1A Padtec S.A. Anexo D-2


Anexo D: Transceivers SFP/XFP Homologados para Produtos Padtec

Potencia de
Distância Comprimento Sensibilidade Saturação
Produto Fabricante Aplicação Transmissão
[km] de Onda [nm] [dBm] [dBm]
[dBm]

STM-16
- 40 1310 -2 a 3 -27 -
SFP L-16.1

STM-16
- 80 1550 -2 a 3 -28 -
SFP L-16.2

0,5 Gigabit Ethernet


- 850 -9,5 a -3 -17 -
(50 μm MMF) 1000Base-SX

Gigabit Ethernet
- 10 1310 -11,5 a -3 -19 -
1000Base-LX

Gigabit Ethernet
- 80 1550 0a5 -24 -
1000Base-ZX

OTU1
- 20 1310 -5 a 0 -18 -
P1S1-1D1

OTU1
- 20 1550 -5 a 0 -18 -
P1S1-1D2

OTU1 1550
- 80 0a4 -28 -
DWDM (Banda C)

- 20 ESCON 1310 -19,5 a -10 -33 -

- 20 2G/1G Fibre Channel 1310 -5 a -3 -22 -

- 20 4G Fibre Channel 1310 -8 a -3 -18 -

- (Coaxial) 0,350 DVB-ASI / SD-SDI - - - -

V4.1.201203.1A Padtec S.A. Anexo D-3


Anexo D: Transceivers SFP/XFP Homologados para Produtos Padtec

Potencia de
Distância Comprimento Sensibilidade Saturação
Produto Fabricante Aplicação Transmissão
[km] de Onda [nm] [dBm] [dBm]
[dBm]

- 10 SD-SDI 1310 -2 -22 -

HD-SDI / 3G-SDI
- (Coaxial) 0,350 SFP Video Elétrico / SFP - - - -
SMPTE

- 10 HD-SDI / 3G-SDI 1310 -2 -22 -

Muxponder 40 Gb/s STM-64 / 10Gigabit


Opnext/
G.709 7 Ethernet 10GBASE-L / 10G 1310 -6 a -1 -11 -0,5
TRF5013FN-GA000
Fibre Channel

STM-64 / 10 Gigabit
2 (STM-64) Ethernet / OTU2
- 10 (10 Gigabit P1I1-2D1 / VSR2000-2R1 / 1310 -6 a -1 -11 -
Ethernet) I-64.1 / 10GBASE-LR /
10GBASE-LW

STM-64 / OTU2
- 20 1310 1a5 -11 -
P1S1-2D1 / S-64.1

STM-64 / 10 Gigabit
Ethernet / OTU2
- 40 P1S1-2D2b / S-64.2b / 1550 -1 a 2 -14 -
10GBASE-ER /
10GBASE-EW

V4.1.201203.1A Padtec S.A. Anexo D-4


Anexo D: Transceivers SFP/XFP Homologados para Produtos Padtec

Potencia de
Distância Comprimento Sensibilidade Saturação
Produto Fabricante Aplicação Transmissão
[km] de Onda [nm] [dBm] [dBm]
[dBm]

STM-64 / 10 Gigabit
Ethernet / OTU2
- 80 P1L1-2D2 / L-64.2 / 1550 0a4 -24 -
10GBASE-ZR /
10GBASE-ZW

Transponder Multi
Avago/AFCT-57R5APZ 4 4G/2G/1G Fibre Channel 1310 -9,5 a -3 -29 -3
Taxa Fibre Channel

CS Ethernet SCME Optoway / SPS-3380-


80 Fast Ethernet 1510 -5 a 0 -34 -8
C510G

Optoway / SPS-3380- 130


Fast Ethernet 1510 -5 a 0 -34 -8
C510G (29 dB)

Optoway / SPS-33120- 155


Fast Ethernet 1510 0a4 -34 -8
C510G (34 dB)

Oplink /
200 Fast Ethernet 1510 1a5 -43 -7
TRCE03KE2C000C3

Optoway / SPS-33200- 210


Fast Ethernet 1510 1a5 -45 -10
C510G (46 dB)

Optoway / SPS-33240- 225


Fast Ethernet 1510 5a8 -45 -10
C510G (50 dB)

Optoway / SPS-33240-
240 Fast Ethernet 1510 5a8 -45 -10
C510G

Diversos Finisar / FTLF1323P1BTL 40 STM-1 L-1.1 1310 -5 a 0 -34 -10

V4.1.201203.1A Padtec S.A. Anexo D-5


Anexo D: Transceivers SFP/XFP Homologados para Produtos Padtec

Potencia de
Distância Comprimento Sensibilidade Saturação
Produto Fabricante Aplicação Transmissão
[km] de Onda [nm] [dBm] [dBm]
[dBm]

Optoway / SPS-3120WG 20 STM-1 e Fast Ethernet 1310 -14 a -8 -31 -8

Finisar / FTLF1217P2BTL 2 100BASE-FX e ESCON 1310 -20 a -15 -29 -14

10GBASE-SR e 10GBASE-
Optoway / SPM-2100WG 0,3 850 -7,3 a -1 -9,9 -1
SW

8G/4G/2G/1G Fibre
Optoway/SPM-4100WG 0,15 850 -8,2 a -2 -12,5 0,5
Channel

Merge 8G/4G/2G Fibre Channel e


10 1310 -8,2 a 0,5 -12,6 0,5
Optics/TRX10GDP0310 10GBASE-LR

STM-16, Gigabit Ethernet


Optoway/SPS-9340G 40 1000BASE e 2G/1G Fibre 1550 -2 a 3 -20 0
Channel

Opnext /
40 STM-16 (L-16.1) e OTU1 1310 -2 a 3 -27 -9
TRF5956AVLB300

Nota 1: As marcas registradas, informações, especificações e nomes comerciais mencionados são de responsabilidade de seus respectivos
proprietários.

Nota 2: As especificações de comprimento de onda, sensibilidade e saturação são características dos modelos de SFP/XFP, verificadas em
02/02/2011. Para especificações mais atualizadas dos componentes, verificar as informações com os respectivos fabricantes.

V4.1.201203.1A Padtec S.A. Anexo D-6


Anexo E: Índice Remissivo

Anexo E. Índice Remissivo


G.666 .......................................... 9-5
A N
G.671 .......................................... 9-5
ALS ................................................. 2 G.691 ................................... 5-3, 9-5 NRZ ......... 4-13, 4-14, 4-15, 4-16, 9-2
Amplificador de Transimpedância 9- G.692 ............................ 3-1, 5-3, 9-5
O
1 G.694.1 .....2-1, 4-13, 4-14, 4-15, 9-5
Anel .. 1-1, 2-1, 3-2, 3-3, 3-4, 4-10, 4- G.694.2 ................................ 2-1, 9-6 ODP ........................................ 3-9, 1
11, 4-22, 4-24, 4-26, 4-28, 4-30, G.696.1 ................................ 3-1, 9-6 OSNC ................................... 2-2, 9-2
4-31, 4-32, 6-2, 6-5, 6-6 G.697 ................................... 3-1, 9-6 OTU-1 ....................................... 4-13
APC.......................................5-1, 9-1 G.698.1 ................................ 3-1, 9-6 OTU-2 .............................. 4-14, 4-15
APD .............................................9-1 G.703 ................................. 4-11, 9-6 OTU-3 ....................................... 4-15
APS ..............................................9-1 G.707 .......................................... 9-6
P
ASON ...........................................9-1 G.709 . 2-1, 4-14, 5-4, 5-5, 5-9, 5-10,
AT 9-1 5-12, 5-13, 5-14, 5-15, 5-16, 5- PIN .............................................. 9-2
ATM .....................................2-2, 9-1 17, 9-6 PIN-FET ....................................... 9-2
G.783 .......................................... 9-6 PMD............................................ 9-5
B
G.798 .......................................... 9-6 ponto-a-ponto 1-1, 2-1, 2-2, 3-1, 3-3
BMPD ..........................................9-1 G.803 ................................... 2-2, 9-6 POUT .......................................... 9-2
G.8201 ........................................ 9-6 Proteção de canal óptico com
C
G.871 ................................... 2-1, 9-6 proteção de equipamento ..... 3-9
CAG .............................................9-1 G.872 ................................... 2-1, 9-6 Proteção de canal óptico sem
CAP..............................................9-1 G.873.1 ................................ 2-1, 9-6 proteção de equipamento ..... 3-9
G.874 ................................... 2-1, 9-7 Proteção de fibra ................. 2-2, 3-9
D
G.957 ................................... 5-3, 9-7
R
DCN 3-3, 3-4, 4-10, 4-25, 4-26, 4-31, G.959.1 ....................................... 9-7
9-1 Gateway...................................... 9-2 ROADM.. 1-1, 2-1, 3-6, 5-50, 5-51, 9-
Dispersão ...... 4-10, 4-21, 5-87, 5-88 GbE ........................................... 4-14 2, 3
Gigabit Ethernet .............. 4-14, 4-24 RS-232 ............................. 4-26, 4-31
E
GMPLS ...................... 5-52, 5-53, 9-2 RS-422 ............................. 4-26, 4-31
EMI .......................................6-2, 9-1 GNE ...................................... 2-2, 9-2
S
ESCON ........................ 2-2, 4-14, 9-1
I
SCA ............................................. 9-2
F
IP 9-2 SDH ........................ 2-2, 9-3, 9-5, 9-6
FD 9-2 ISO ....................................... 8-5, 9-2 SNMP................................... 2-2, 9-3
FEC 2-2, 4-15, 5-4, 5-5, 5-16, 5-17, 9- isso .............................................. 9-5 STM-1 ....................... 2-1, 4-13, 4-14
2, 1 ITU-T 2-1, 2-2, 3-1, 4-13, 4-14, 4-15, STM-16 ..................... 2-1, 4-13, 4-14
Fibre Channel 4-14, 4-16, 5-14, 5-35 4-16, 5-3, 5-54, 9-2, 9-5, 9-6, 9-7 STM-64 ....................... 2-1, 4-14, 9-5
FICON ......................... 2-2, 4-14, 9-2
L T
G
LASER 5-5, 5-10, 5-13, 5-15, 5-17, 5- TCP ...................................... 2-2, 9-3
G.650....................................2-1, 9-5 31, 5-34, 5-36, 5-38, 5-56, 5-57, TCP/IP ......................................... 2-2
G.650.1........................................2-1 5-60, 5-62, 5-65, 5-68, 5-71, 5- Topologia............................. 3-1, 3-2
G.650.2........................................2-1 74, 5-77, 5-80, 8-7, 9-2 TTL .............................................. 9-3
G.652....................................2-1, 9-5 LED ...................5-56, 5-59, 5-62, 9-2 TX 9-3
G.653....................................2-1, 9-5 LOS.............................................. 9-2
V
G.655....................................2-1, 9-5 LSB .............................................. 9-2
G.661..................................5-54, 9-5 VGA ............................................ 9-3
M
G.662..................................5-54, 9-5
W
G.663..................................5-54, 9-5 MCS .......................................... 5-54
G.664.......................... 5-3, 5-54, 9-5 MOD ........................................... 9-2 WSS .......................................... 5-51
G.665..................................5-54, 9-5

V4.1.201203.1A Padtec S.A. Anexo E-1