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COMUNICAÇÃO

* Fazer comum uma informação, transmitir informações


de uma pessoa para outra, ou para um grupo.

•Pessoa para Pessoa


•Mensagens escritas em pedras
•Por sinais : Sonoros (tambor), e visuais (fumaça)
•Por mensageiros escritas em papiro, pergaminho,
papel, etc.
TELECOMUNICAÇÕES
• TELÉGRAFO
• Comunicação através de sinais elétricos.
1844 – Samuel Morse (Telégrafo)
• Sinal curto, ponto ou 'dit' (·)
• Sinal longo, traço ou 'dah' (-)
…---…
SOS
Eventos importantes= Mensagens Correios,
Trens, Titanic
TELECOMUNICAÇÕES
• TELEFONE -1876 – ALEXANDRE
GRAHAM BELL
RÁDIO - 1886 – GUGLIERMO MARCORNI
• SATÉLITE-1957 – RUSSIA – SPUTIK,
mas somente em 1960 o TELSTAR para
convesações telefônicas.
• LASER-1959 –
TELECOMUNICAÇÕES
• Em 1856 Meucci construiu um telefone
eletromagnético
• Meucci foi reconhecido postumamente em
11 de junho de 2002 quando o Congresso
dos Estados Unidos aprovou a resolução
No. 269 na qual se reconheceu que o
inventor do telefone foi, na realidade,
Meucci e não Alexander Graham Bell.
Definição de Arco e Nó
Objetivo é o de padronizar o conceito de nó e o conceito de
arco
ESTRUTURA DE UMA REDE
• Nomenclaturas equivalentes:
 Rede de comunicação
 Rede de comutação
 Rede de circuitos
TIPOS DE CENTRAIS
TELEFÔNICAS
• Em função do mercado para o qual as
centrais se destinam, elas se classificam
em:
• Centrais Públicas (Públicas -CO -
Central Office)
• Centrais Privadas
CENTRAIS PÚBLICAS
Em linhas gerais, conforme a abrangência:
• Central Local
• Central Trânsito
• Central Tandem
• Central Mista
Central Local
É aquela na qual chegam as linhas dos assinantes, cada
uma com uma numeração própria, e tem a função
básica de interligá-las quando requerida. O comprimento
médio do fio entre a central e o terminal do assinante é
de 5 Km.
Estágios de Linha Remotos -
ELR
O ELR é um equipamento que integra as funções de
comutação, transmissão, energia, climatização e
distribuidor geral, em um robusto gabinete mecânico
(container), para um número limitado de assinantes.
Central TANDEM
Quando há necessidade de interligar duas
ou mais centrais locais. utilizam-se linhas
com funções específicas para troca de
informações entre elas, denominadas de
Linhas de Junção.
Central Mista
Quando centrais Tandem tem interligados
assinantes.
Recebe linhas de assinantes e linhas de
junção.
Central Trânsito
Centrais Trânsito são aquelas destinadas à interligação de
centrais de áreas locais diferentes. Por elas cursam o tráfego
interurbano, delimitado por uma área de atendimento
regional, agregando uma certa quantidade de centrais locais.

Trânsito local

A central trânsito pode ter


também a função de uma central
local.
Centrais Trânsitos em rede
Nacional

Os centrais trânsitos de uma rede nacional


subordinam-se a uma hierarquia de nível
crescente, desde a central local até a central
internacional.
O Brasil adota a denominação utilizada pela UIT -
T a partir do centro internacional.
A figura a seguir se refere a uma rede
predominantemente analógica.
O país é
dividido em
áreas
primárias de
grande
Centrais extensão
locais dos territorial, tanto
Grandes maior quanto
centros menor
Tributárias for a
diretas densidade
das telefônica da
trânsito região. A área
primária possui
um centro
trânsito
principal
chamado
centro classe I
A ESTRUTURA DA REDE
DIGITAL
Funções mais complicadas como a bilhetagem, inserção
de supressores de eco, comutação de atenuadores,
comutação a quatro fios, eram possíveis somente nas
centrais de maior nível (I e II), nas digitais, estas
facilidades puderam, de forma econômica, ser
disseminadas nas centrais mais próximas aos
assinantes (classe III e IV).
A estrutura digital do futuro terá apenas centros classe I e
II digitais.
A representação é feita com a forma geométrica quadrada.
NGN

1010110 Dados
1010110 IP

LAN

LAN

Voz
1010110 Vídeo
PLANOS FUNDAMENTAIS
• PLANO DE NUMERAÇÃO
• PLANO DE TARIFAÇÃO
• PLANO DE ENCAMINHAMENTO PLANO
DE SINALIZAÇÃO
• PLANO DE TRANSMISSÃO
• PLANO DE SINCRONIZAÇÃO
PLANO DE NUMERAÇÃO
• usar exclusivamente ALGARISMOS DECIMAIS;
• cada assinante ou ramal de PABX, precisará de um
número individual exclusivo;
• Quantidade de Algarismos devem ser suficiente para a
expansão demográfica e da densidade telefônica para
25-50 anos.
• Comprimento de sua numeração varia de 4 a 8
algarismos. A UIT -T prescreve que o primeiro algarismo
da numeração de assinantes não deve ser ZERO nem
UM, reservados para outras finalidades. Restam,
números iniciados por 2-9, que nos proporcionam as
seguintes capacidades de numeração:
PLANO DE NUMERAÇÃO
CÓDIGO DE ÁREA E PREFIXO
NACIONAL
• Código é único e exclusivo para cada área do
país e, juntamente com o número local, forma
o NÚMERO NACIONAL SIGNIFICATIVO.

• Formato completo:
Local (YNNNNNNN)
DDD (0 + OP + AB + YNNNNNNN)
DDI (00 + OP + AB + YNNNNNNN)
CÓDIGO DE ÁREA E PREFIXO
NACIONAL
• Grafia correta
• DDD (011) 3333-4444
• DDI +5511 3333-4444
PLANO DE NUMERAÇÃO
0300 – (Paga quem origina a ligação, tarifa fixa) Criado pela
Norma 6/99, tem tarifa única nacional, ou seja,
independentemente da hora da ligação, local ou destino, o
preço pago por minuto é o mesmo para todo o país.
0500 – Destina-se ao registro de intenção de doação a
instituições de utilidade pública (por exemplo, Unicef/Criança
Esperança)
0800 – (Paga quem recebe a ligação) Regido pela Norma 4/94,
é anterior à criação da Anatel.
0900 – Definido pela Norma 4/97, o usuário paga pelo serviço
de telecomunicação.
TARIFAÇÃO
TAXA refere-se a um pagamento fixo, feito
de uma só vez para remunerar o serviço
executado' uma única vez.
A TARIFA é repetitiva e relacionada à
remuneração periódica pelo serviço
prestado.
CRITÉRIOS DE TARIFAÇÃO
TARIFA FIXA (flat rate) – valor cobrado do assinante por
período de assinatura independente do uso.
TARIFA POR CHAMADA COMPLETADA (message rate) -é
um critério em que se contam as chamadas originadas por
um assinante e que foram atendidas.
MULTIMEDIÇÃO (multimetering) -é um critério em que se
considera o tempo de conversação das chamadas
originadas.
MULTIMEDIÇÃO POR TEMPO E DISTÂNCIA (Time-zone
metering) Critério em que se considera o tempo de
conversação e a distância da chamada.
CONTADOR DE PULSOS
Para a medição por chamada temos um contador
associado a cada terminal de assinante no centro
telefônico. Cada vez que o assinante origina uma
chamada e esta é completada, incrementa-se uma
unidade a esse contador. O incremento desse
contador entre o primeiro e o último dia do mês indica
a quantidade de chamadas completadas no mês. A
central telefônica tem apenas que um pulso elétrico
para fazer o contador avançar uma unidade, porém
sem considerar a duração das chamadas e a
distância.
PULSOS ALEATÓRIOS DE
KARLSSON
• Tempo de conversação (Tc);
• Pulsos em R segundos;
• Não há sincronização de inicio de
chamada;
• R pequeno estoura o contador;
• R grande perde a precisão;
• Tempo X e Y não tarifado;
• Vantagem para o usuário;
PULSOS ALEATÓRIOS DE
KARLSSON
Consequências de R grande
KARLSSON MODIFICADO
• Pulso antecipado mas cancela o primeiro pulso.
• Implementação mais complexa, mais justo.
KARLSSON ACRESCIDO
• Pulso antecipado, não cancela o primeiro pulso,
favorece a operadora.
DEGRAUS TARIFÁRIOS
O cálculo da distância geodésica entre dois pontos faz-se pela
resolução de triângulos esféricos.
DEGRAUS TARIFÁRIOS
• Os novos critérios, normalmente utilizam
somente 4 degraus tarifários
• DC – Área Conurbada
• D1 - Até 50km
• D2 - De 50km a 100km
• D3 - De 100Km a 300Km
• D4 - Acima de 300Km
COLETA DE DADOS DE
TARIFAÇÃO NAS CENTRAIS
• um fotógrafo a cada central da área para
fotografar cada painel com contadores de 100
assinantes
• equipamentos complementares que permitem
às centrais eletromecânicas produzirem fitas
magnéticas com os dados de tarifação;
• Envio de informação pela porta serial;
• Envio de informação via rede, protocolo TCP/IP
Pesquisa
• Prefixo de todas operadoras do País
• Códigos de país.
• Qual o método aplicado no Brasil? Qual o
tempo de R?