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O brinquedo popular e o
ensino de música na escola
Popular Culture and Musical Teaching in Fundamental Education
Fernanda de Souza
Universidade Federal do Paraná (UFPR)
f_fernandadesouza@yahoo.com.br
Resumo. O presente relato apresenta uma experiência concreta de utilização da cultura popular no
ensino de música na escola, abordando a importância do brincar para o ensino de música e para o
desenvolvimento da criança, bem como sua presença nas manifestações da cultura popular. Tal
reflexão foi possível a partir de uma prática vivida junto aos alunos da sétima série do Colégio
Estadual São Pedro e São Paulo, em Campo Largo, Paraná, junto aos quais se utilizaram os recursos
disponíveis do folguedo bumba-meu-boi para o ensino da música.
Abstract. This report presents a specific experience of music teaching using truly brazilian traditional
folk music, addressing the importance of playing for the music teaching and child development, and
their brodly presence in tradicional manifestations of brazilian culture as well. This approach was
possible from an applied experience with students of St. Peter and St. Paul College, located in Campo
Largo, Paraná, Brazil, which were gided to manipulate aspects of brazillian traditional folk manifestation
bumba-meu-boi as a suport to their music learning.
Introdução
Em minha prática docente, tenho realizado para o ensino da música. Para fundamentar a expe-
experiências positivas de aplicação de alguns ele- riência prática de sala de aula, procurou-se aprofundar
mentos da cultura popular como uma alternativa viá- as noções do brincar e sua importância no desenvol-
vel para o ensino de música no ensino fundamental. vimento da criança de um modo geral.
A escolha da cultura popular como uma base para o
O brincar e a brincadeira são elementos im-
ensino de música na escola tem seu motivo especi-
portantes nos processos tradicionais de
almente devido à simplicidade de sua aplicação e
musicalização, de onde decorre a viabilidade da uti-
mínimas necessidades de recursos instrumentais
lização de elementos próprios à cultura popular, tam-
formais, bem como a diversas possibilidades de
bém chamados de brinquedos populares, para o
manipulação e combinação de materiais, não exclu- ensino de música na escola, especialmente para as
sivamente musicais, de maneira que a música pode crianças que cursam as séries fundamentais.
ser trabalhada no contexto escolar também em rela-
ção às demais linguagens artísticas. A cultura popular e a educação musical:
brinquedos, brincadeiras e brincantes
O relato de experiência a seguir refere-se a
uma prática vivida junto aos alunos da sétima série O cancioneiro folclórico brasileiro é rico em
do Colégio Estadual São Pedro e São Paulo, em manifestações culturais que envolvem a música. As
Campo Largo, Paraná, junto aos quais se utilizaram formas musicais mais conhecidas do nosso folclore
os recursos disponíveis do folguedo bumba-meu-boi são as brincadeiras de roda, os jogos, as parlendas,
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SOUZA, Fernanda de. O brinquedo popular e o ensino de música na escola. Revista da ABEM, Porto Alegre, V. 19, 75-81, mar. 2008.
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os acalantos e os folguedos. A maioria desses brin- daquela do conservatório e das escolas de música,
quedos populares apresenta temas ligados a con- pois enfoca um “ensino não-formalista, onde as cri-
textos culturais regionais, e são vivenciados através anças absorvem a estruturação rítmico-melódica atra-
da música, dança, canto, teatro de bonecos, etc. vés da prática” (Tanaka, 2001, p. 6).
Nessas manifestações são também utilizados figu-
rinos e adereços, instrumental variado, bem como O ambiente de criação e difusão musical nes-
comidas e bebidas típicas. sas manifestações populares carrega em si os valo-
res e comportamentos da coletividade que a cria.
Hermano Vianna (2000, p. 5), em seu livro Ele revela muito do que o povo é e o que ele faz, de
Música do Brasil comenta que “[…] brincadeira é o maneira direta e funcional, pois tal ambiente nasce
nome usado pela maioria dos brasileiros para se re- dos processos técnicos coletivos de composição que
ferir aos seus folguedos, folias, autos e festas. Há são transmitidos por meios práticos e objetivos. Nes-
muita brincadeira no Brasil.” Os participantes des- se sentido, o termo brincante, utilizado para nominar
ses brinquedos populares denominam-se brincantes, os participantes dos também chamados brinquedos
cujas brincadeiras, repletas de musicalidade, envol- populares, apresenta-se em plena harmonia com
vem tanto a criança como o jovem, o adulto e o ve- esse ambiente criativo, pois é através da brincadeira
lho. A integração entre as diferentes linguagens ar- que acontece o processo de aprendizagem.
tísticas é presente nessas brincadeiras. Harue Tanaka
(2001, p. 3), em seu trabalho sobre ensino e apren- O brincar
dizagem do cavalo-marinho em João Pessoa, obser-
São muitos os autores que realizaram estu-
va a presença
dos sobre a importância do brincar na vida da crian-
[…] de uma interação entre o fazer musical com outras ça, sendo que todos enfocam o brincar como uma
linguagens extra-musicais, utilizando a música não das necessidades básicas para o seu desenvolvi-
apenas como mera ilustração para a expressão de mento sadio. Os aspectos sobre o brincar relaciona-
outra linguagem, mas integrando diferentes manifes-
tações artísticas expressivas – teatro, música, dança dos a seguir foram elaborados a partir do estudo das
e artes plásticas. contribuições de importantes estudiosos dos cam-
pos sociocultural, filosófico e psicológico.
Sobre esse assunto, Maffioletti e Rodrigues
(1992, p. 19), em seu livro sobre cantigas de roda, O brincar é algo que a criança realiza com
comentam que as diferentes linguagens – corporal, muita naturalidade, basta observá-la na rua, na es-
musical e cênica – permitem aprendizagens cola, em casa para perceber o quanto o brincar é
cognitivas, efetivas e sociais nas diferentes áreas do significativo. Quando uma criança diz “vamos brin-
conhecimento. car”, ela pode estar se referindo a brincadeiras, brin-
quedos, faz-de-conta, mágicas, fantasias, jogos,
A prática de danças folclóricas também per- entre outros. Ao observarmos por alguns instantes
mite que a criança ou o adolescente valorize suas uma criança brincando, notamos que qualquer obje-
manifestações culturais, compreenda a relação en- to, seja uma folha de papel, uma garrafa de plástico,
tre corpo, dança e sociedade, e adote uma postura um simples pedaço de madeira, enfim, qualquer idéia
não-discriminatória em relação às nossas manifes- ou situação pode tornar-se um brinquedo ou uma
tações artísticas (Lima; Macena, 2003, p. 354). brincadeira.
Outra constatação importante da pesquisa de Como explica Maluf (2003, p. 33), o brincar
Tanaka (2001) diz respeito a como ocorre o proces- sempre foi e sempre será uma atividade muito
so de assimilação no brinquedo popular. Segundo prazerosa, acessível a todo o ser humano, de qual-
ela, é de forma bastante intuitiva, predominando o quer faixa etária, classe social ou condição econô-
uso da palavra e a demonstração dos passos e mo- mica. Segundo a autora, através do brincar a crian-
vimentos, bem como a imitação da música e o can- ça relaciona-se com a realidade, diferenciando seu
to que aos poucos vão sendo aprendidos pelos mundo interior, fantasias, desejos e imaginação, do
brincantes mirins (Tanaka, 2001, p. 6). seu mundo exterior, que é a realidade por todos com-
partilhada. Assim, é através da brincadeira que a cri-
As atividades pedagógicas inspiradas na cul- ança expressa seus desejos, fantasias, vontades e
tura popular oferecerem a oportunidade da vivência conflitos.
criativa e solidária presente nos folguedos e em ou-
tras expressões artísticas. Verifica-se que a apren- É através do brincar que ela se comunica. “É
dizagem musical nos grupos de pessoas que vivem muito raro encontrarmos uma criança que não brin-
as manifestações da cultura popular como o carna- que, sendo até mesmo algo muito estranho e
val, o maracatu, o cavalo-marinho, etc., é diferente preocupante […]” (Pereira; Gomides; Lima, 1997, p.
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30). Segundo Maluf (2003, p. 20) a criança que não gua nem sua forma de raciocinar, mas sim a oportu-
brinca poderá ter problemas futuros, já a criança que nidade que tem de brincar com a linguagem e o pen-
brinca normalmente é feliz e poderá ser um adulto samento (Bruner apud Kishimoto, 2002, p. 143).
equilibrado física e emocionalmente, conseguindo
enfrentar os problemas da vida com mais facilidade. Para muitos autores a socialização é um dos
aspectos marcantes no desenvolvimento da crian-
Para Garcia e Marques (2001, p. 11), a infân- ça, sendo o ato de brincar o grande responsável por
cia é a idade das brincadeiras, através dela a crian- esse desenvolvimento.
ça satisfaz, em grande parte, suas necessidades e
desejos particulares. Froebel, comentado por Sabemos que todas as brincadeiras exigem
Kishimoto (2005, p. 68), concebe o brincar como uma regras, mesmo que sejam explícitas, como, por
atividade livre e espontânea, responsável pelo desen- exemplo, na brincadeira de faz-de-conta. Segundo
volvimento físico, moral e cognitivo, pois o brincar Maluf (2003, p. 18), através das brincadeiras em gru-
desenvolve os músculos, a mente, a coordenação po a criança observa condutas, apropria-se de valo-
motora e, principalmente, faz as crianças felizes. res e significados, compondo um repertório de re-
gras que tecem os diversos papéis sociais; é assim
É importante a criança brincar, pois ela irá se que as crianças aprendem sobre regras de compor-
desenvolver permeada por relações cotidianas, e tamento.
assim vai construindo a sua identidade, a imagem
de si e do mundo que a cerca (Maluf, 2003, p. 20). A brincadeira, quando realizada em contato
com adultos ou outras crianças, possibilita a desco-
Quando as crianças brincam nota-se a satis- berta de regras, ou seja, a criança descobre a se-
fação que sentem ao participarem das atividades, qüência de ações que compõem a modalidade do
momentos de riso, alegria, excitação. No entanto, a brincar e não só a repete, mas toma iniciativa, altera
contribuição do brincar vai além desses impulsos sua seqüência ou introduz novos elementos (Bruner
parciais, o aprendizado de brincadeiras propicia a apud Kishimoto, 2002, p. 142).
liberação de energia, a expansão da criatividade, for-
talece a sociabilidade, estimula a liberdade e o de- A criança, quando brinca, interfere e altera a
sempenho (Garcia; Marques, 2001, p. 11). brincadeira da forma que lhe dá mais prazer, e isso
faz com que se desenvolva a competência em recri-
Para Maluf (2003. p. 76), o brincar é um as- ar situações, conduta criativa tão necessária nos
pecto fundamental para se chegar ao desenvolvimen- tempos atuais.
to integral da criança. Segundo a autora, brincar é
importante por ser uma atividade na qual a criança Segundo Brougère (2004), o jogo também é
se interessa naturalmente e porque desenvolve suas uma forma de socialização que prepara a criança
percepções, sua inteligência, suas tendências à para ocupar um lugar na sociedade adulta. O autor
experimentação. explica:
[…] quando brincamos exercitamos nossa Toda socialização pressupõe a apropriação da cultura,
potencialidade, provocamos o funcionamento do de uma cultura compartilhada por toda sociedade ou
pensamento, adquirimos conhecimento sem estresse parte dela. A brincadeira aparece como atividade que
ou medo, desenvolvemos a sociabilidade, cultivamos a permite à criança a apropriação dos códigos culturais
sensibilidade, nos desenvolvemos intelectualmente, e seu papel na socialização foi muitas vezes destacado.
socialmente e emocionalmente […]. (Maluf, 2003, p. (Brougère, 2004, p. 40).
77).
Portanto, se considerarmos as idéias de
Bruner (apud Kishimoto, 2002, p. 142), no seu Vigotsky (apud Maluf, 2003, p. 21), quando explica
estudo com crianças pequenas comenta a impor- que todo ser humano está inserido dentro de um
tância da brincadeira no desenvolvimento de suas contexto cultural que determina suas formas de pen-
competências, e diz que em situações de brincadei- sar e agir, torna-se transparente a importância do
ra a criança desenvolve a intencionalidade e a inteli- brincar na vida da criança, pois ela irá se desenvol-
gência, é através da brincadeira que a criança apren- ver permeada por relações cotidianas, e assim vai
de a se movimentar, a descobrir regras, a falar e de- construir a sua identidade, a imagem de si e do
senvolver estratégias para solucionar problemas. mundo que a cerca.
O brincar também contribui para a aprendiza- Para Vygotskiy (apud Maluf, 2003, p. 22),
gem da linguagem, pois para a criança ser capaz de quando a criança brinca cria uma situação imaginá-
falar sobre o mundo, ela precisa saber brincar com o ria, e é devido a esse aspecto que o ato de brincar
mundo. O que faz com que a criança desenvolva o difere das demais atividades. Partindo dessas con-
poder de combinação não é a aprendizagem da lín- siderações, Garcia e Marques (2001) consideram o
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brinquedo ou a brincadeira a riqueza do imaginário ques (2001, p. 11), o ato mais importante do ser hu-
infantil. Segundo as autoras, é através da brincadei- mano é a criação e a recriação da cultura, e requer a
ra que a criança consegue conjugar seu mundo de brincadeira e orientação do adulto para que aconte-
fantasia com a realidade, transitando, livremente, de ça o acesso ao acervo cultural.
uma situação a outra (Garcia; Marques, 2001, p. 11).
Nesse sentido, Tizuko Kishimoto (2002, p.
Eugênio Tadeu Pereira, professor de música 139) considera ser um dos papéis da escola tornar
do Centro Pedagógico da UFMG, explica que as brin- acessível à criança esse acervo de bens culturais do
cadeiras populares, quando aliadas a um trabalho povo brasileiro, bem como aqueles elementos da
de investigação e de inventividade lúdica, proporcio- cultura que não a escolarizada, para assim enrique-
nam a criança um instigante olhar sobre a nossa cer o repertório imaginativo da criança. Para o autor,
cultura (Pereira; Gomides; Lima, 1997). A importân- as instituições escolares não proporcionam ativida-
cia dessas brincadeiras populares, sempre des, a partir do brincar, que auxiliem na construção
permeadas de personagens fantásticos e de situa- de um saber significativo na criança, pois, poucos
ções imaginárias, pode ser constatada nas idéias são os espaços para brincadeiras livres. Os horários
de Vigotsky, quando argumenta que a cultura forma são rígidos, com turmas homogêneas, atividades
a inteligência e que a brincadeira de papéis favorece padronizadas e pouca escolha da criança (Kishimoto,
a criação de situações imaginárias e a reorganiza- 2002, p. 139).
ção de experiências vividas.
Cristina Maluf faz uma crítica referente às prá-
Bruner (apud Kishimoto, 2002, p. 140), tam- ticas escolares. Para a autora, embora seja com-
bém reforça esse pensamento ao mostrar que a edu- provada a importância do brincar, do brinquedo e do
cação deve ser permeada pela cultura. Segundo o jogo no desenvolvimento da criança, não são efeti-
autor, para um bom desenvolvimento pessoal e soci- vas as propostas pedagógicas que incorporam o
al a criança precisa estar em contato com elemen- lúdico no trabalho escolar. Para ela, é o professor
tos da cultura, tanto em aspectos locais como uni- que deve criar oportunidades para que o brincar acon-
versais. teça na escola de forma educativa, pois é através de
brincadeiras que a criança constrói seu próprio pen-
Segundo Kishimoto (2002, p. 149), enrique- samento: o educador deve estabelecer uma cone-
cer o imaginário da criança brasileira significa xão entre o prazer, o brincar e o aprender, é preciso
[…] introduzir em sua experiência a riqueza folclórica, que os professores se coloquem como participan-
com suas lendas sobre a fauna e flora: vitória-régia, tes, acompanhando todo processo da atividade,
jibóia, boto cor-de-rosa, seres que habitam regiões mediando os conhecimentos através da brincadeira,
da Amazônia e Mato Grosso. Reviver as festas e
do jogo e outras atividades (Maluf, 2003, p. 34).
os contos populares, reproduzir os personagens
típicos do Nordeste, do agreste e da caatinga, das
zonas de garimpagens, das pampas e regiões pan- Em certo sentido, se o ensino dos conteúdos
taneiras significa abrir a porta da cultura, oferecer escolares for cansativo, demasiadamente sério e
o acervo de imagens sociais e culturais que enri- desvinculado da realidade da criança, não a valori-
quecem o imaginário. zando como construtora de conhecimento, pode-se
Entretanto, podemos perceber que o brincar apresentar uma realidade adversa ao ambiente cria-
é a atividade predominante da infância, estando mui- tivo. Diante de uma escola que oferece pouca ale-
to além de ser apenas um entretenimento nas suas gria, os jovens dão provas de crescente impaciência
vidas. O brincar de fato contribui para o desenvolvi- e a resistência manifesta-se por meio da rebeldia,
mento integral da criança, pois estimula o imaginá- da apatia e até mesmo na recusa em freqüentá-la
rio infantil, auxilia na socialização e no desenvolvi- (Volpato, 2002, p. 15). A alegria que essa espécie de
mento das suas competências. Através do brincar a escola promete à criança será uma alegria que so-
criança aprende a criar significações, a comunicar- mente poderá ser desfrutada depois de muito esfor-
se com os outros, a tomar decisões, a decodificar ço, muita disciplina, muitas lições de casa, provas e
regras, a expressar a linguagem e socializar. brincadeiras não brincadas.
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Recebido em 31/01/2008
Aprovado em 04/03/2008
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