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Universidade de São Paulo

Faculdade de Arquitetura e Urbanismo


Departamento de Tecnologia da Arquitetura

Conforto Ambiental em Espaços Urbanos Abertos

Acústica Urbana

Ranny L. X. Nascimento Michalski


e-mail: rannyxavier@gmail.com
Ementa
• Acústica Urbana
• Ruído
• Avaliação do Ruído
• Legislação e Normas Técnicas
• Gestão e Controle de Ruído Urbano
• Redução de Ruído Urbano
• Soluções para Espaços Urbanos
Acústica Urbana
• O ambiente urbano é composto
de espaços construídos que são
acusticamente ricos:
- diversas fontes sonoras.

• Espaços urbanos são estruturas complexas:


- onde coexiste diversidade de fontes de ruído,
- onde a atividade (usos) é multifacetada,
- onde qualquer intervenção é complexa,
- onde a percepção de benefícios de intervenção não é imediata,
- onde os custos (financeiros e funcionais) podem ser elevados.
Acústica Urbana
• A qualidade urbana vive do equilíbrio entre espaços/momentos de
vivacidade e de tranquilidade:
Em todos os aspectos sensoriais e na coerência entre estes.

• A percepção do espaço urbano é um processo cognitivo complexo


envolvendo:
- percepção climática,
- percepção lumínica,
- percepção sonora,
- percepção olfativa, visual,
- percepção ergonômica, e
- coerência.

• Diferentes fatores interagem e completam-se para uma imagem global: a


percepção de qualidade do espaço urbano.
Acústica Urbana
• A concepção dos espaços urbanos precisa ser gerenciada cuidadosamente a
fim de possibilitar a criação de ambientes sonoros agradáveis, capazes de nos
proteger dos ruídos indesejáveis, que geram incômodos e acarretam danos à
saúde.
Ruído
• Qualquer som indesejável.
• Ruído é subjetivo.
• Percepção pessoal diferenciada.
• Efeitos negativos
- Psicológicos
- Físicos
• Doenças como distúrbios do sono,
estresse, depressão, irritabilidade e
até problemas cardiovasculares.
• A poluição sonora é considerada
um problema de saúde pública pela
Organização Mundial de Saúde
(OMS).

Fonte: Veja São Paulo, Ed. Abril. 14/05/2008 e 11/08/2010


Começam as reclamações...

• Processos;
• Brigas;
• E até mortes!

Fonte: Veja São Paulo, Ed. Abril. 11/08/2010


Acústica Urbana
• Problemas de saúde devido a exposição a níveis elevados de pressão sonora
• Crescimento da conscientização da comunidade
- têm revelado a necessidade de adoção de estratégias de gestão
voltadas à melhoria da qualidade de vida ambiental urbana.

• Assim sendo, é fundamental para a preservação da qualidade de vida nos


centros urbanos estabelecer normas, métodos e ações que:
- permitam o controle do ruído
- e visem à melhoria da qualidade sonora em áreas urbanas.
Acústica Urbana - áreas de pesquisa:
• Estudo das fontes sonoras urbanas;
• Estudo e proposição de Normas e Regulamentações;
• Estratégias de gestão e controle de ruído urbano;
• Predição de propagação sonora em micro, média e macro escalas;
- Em macro escala: softwares de simulação, mapas de ruído.
- Em micro escala: modelos físicos reduzidos.
• Efeitos de vários parâmetros urbanos e condições climáticas na propagação
sonora;
Exs: - influência da reflexão sonora de fachadas na propagação sonora.
- influência da distribuição do fluxo de veículos na acústica urbana.
• Avaliação objetiva do ambiente e da paisagem sonora;
- levantamentos e medições in situ.
• Avaliação subjetiva do ambiente e da paisagem sonora;
- avaliação psicológica, através de questionários, por exemplo.
Avaliação do Ruído

• Como medir e avaliar?


• Avaliação quantitativa e Avaliação subjetiva:
- Difícil transformar medidas objetivas em efeitos subjetivos.
- Um especialista precisa de um método para uma medição objetiva
do nível de ruído.

• Como medir?
O parâmetro mais utilizado é o Nível de Pressão Sonora (NPS),
expresso em dB (decibel). É uma relação logarítmica entre a pressão
sonora no ambiente e uma pressão sonora de referência.
Avaliação do Ruído - Medição do NPS:
• Através de medições por: • sonômetro ou
medidor de pressão sonora

• O que ele mede? • O NPS de um som, expresso em dB.


• Usa escalas de ponderação, que são filtros em frequências que
procuram reproduzir a resposta do ouvido humano (percepção),
baseadas nas curvas de sonoridade, já que a resposta do ouvido em
função da frequência não tem uma variação linear.
Daí surge o dB(A)!
Níveis de pressão
sonora típicos para
fontes comuns:
Avaliação do Ruído

• Como avaliar?
Para obter uma avaliação do ruído e seus efeitos subjetivos,
foram estabelecidos vários índices ou critérios de conforto.
Os NPSs podem ser comparados com esses critérios de conforto.

Critérios para avaliação de ruído:


• Vários países têm suas próprias normas e recomendações sobre
índices e níveis de ruído para vários tipos de ambientes.
Avaliação do Ruído
Legislação e Normas Técnicas
Legislação Federal de Ruído no Brasil:
IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente) -
Resolução Conama 001 e 002 de 17 de agosto de 1990.

Resolução CONAMA nº 1/90: Estabelece critérios, padrões, diretrizes e


normas reguladoras da poluição sonora.

Resolução CONAMA nº 2/90: Estabelece normas, métodos e ações para


controlar o ruído excessivo que possa interferir na saúde e bem-estar da
população.

Medições e índices de acordo com as


normas ABNT NBR 10151 e NBR 10152:
- Visam ao conforto da população (levam em conta
parâmetros que influenciam o desconforto).
- Consideram a variação dos níveis e a hora do dia
em que ocorre a exposição.
Avaliação do Ruído - Normas Brasileiras:
Normas Técnicas:

ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas):


- NBR 10151 – Avaliação do ruído em áreas habitadas
visando o conforto das comunidades - Procedimento, 2000.
- NBR 10152 – Níveis de ruído para conforto acústico,
1987.
NBR 10151 - Avaliação de ruído em áreas
habitadas, visando o conforto da comunidade:
NBR 10151 - Avaliação de ruído em áreas
habitadas, visando o conforto da comunidade:
- Fixa níveis de aceitabilidade de ruído em comunidades (níveis de critério de
avaliação)

- Determina o procedimento de medição do ruído.


NBR 10151 - Avaliação de ruído em áreas
habitadas, visando o conforto da comunidade:

- Define o parâmetro LAeq (nível de pressão sonora contínuo


equivalente ponderado em A), expresso em dB(A):

É o ruído contínuo
equivalente durante um
certo intervalo de tempo.
NBR 10151 - Avaliação de ruído em áreas
habitadas, visando o conforto da comunidade:

- A duração do ruído deve ser avaliada sobre


um período de tempo relevante, como por
exemplo, “o período diurno e período
noturno”.
- Pode ser definido pelas autoridades locais
de acordo com os hábitos da população.
- Recomenda-se usar a faixa das 7 h às 22 h
para o período diurno e a faixa das 22 h
às 7 h para o período noturno.
NBR 10151 - Avaliação de ruído em áreas
habitadas, visando o conforto da comunidade:

Problemas:
“Se o nível de ruído ambiente for superior ao da Tabela 1 para a área e o
horário em questão, o NCA assume o valor do nível de ruído ambiente.”

Método de medição – precisa ser revisto.


NBR 10152 - Níveis de ruído para conforto acústico:
NBR 10152 - Níveis de ruído para conforto acústico:
- Fixa níveis de ruído compatíveis com conforto acústico
em vários ambientes.
Ambiente dB (A)
Salas de aula 40 - 50
Apartamentos e hotéis 35 - 45
Salas de conferência 35 - 45
Cinemas, teatros 35 - 45
Hospitais 35 - 45
Igrejas 40 - 50
Bibliotecas 35 - 45
Restaurantes 40 - 50
Ginásio de esportes 45 - 60
Dormitórios 35 - 45
NBR 10152 - Níveis de ruído para conforto acústico:

Problemas:

“O valor inferior da faixa representa o nível sonoro para conforto,


enquanto que o valor superior significa o nível sonoro aceitável para a
finalidade.”

A NBR 10152 não é aplicável à fiscalização do som específico de uma


fonte externa. Esta norma tem o objetivo de avaliar a adequação de um
ambiente conforme seu uso, ou seja, trata-se do som total dentro do
ambiente.
Avaliação do Ruído - Normas Brasileiras:

Diante dos problemas...

Normas NBR 10151 e NBR 10152:


- em processos de revisão pela ABNT

Comissão de Estudo de Desempenho Acústico de


Edificações (CE-02:135.01)
Comitê Brasileiro de Construção Civil (ABNT/CB-02).
Comissão de Estudo Especial de Acústica
(ABNT/CEE-196)
Gestão e Controle de Ruído
Um grande problema no Brasil...
• Não há uma política para controle de poluição
sonora e nem para gestão e controle de ruído.
Gestão e Controle de Ruído
• O documento “Guidelines for Community Noise”,
formulado em 1990, da Organização Mundial da
Saúde, destaca a importância do gerenciamento e
controle de ruído em países em desenvolvimento.

• O gerenciamento de ruído já é feito em países desenvolvidos há


algumas décadas.
- Green Paper (Comission of the European Communities, 1996)
- Diretiva Europeia 2002/49/CE (Parlamento Europeu, 2002)
- Regulamento Geral de Ruído (RGR)

Marcos que tornaram o gerenciamento de ruído


excessivo e sua mitigação obrigatórios na Europa.
Gestão e Controle de Ruído
• A Diretiva Europeia 2002/49/EC possui três partes
principais:
• mapeamento de ruído (obrigatório para cidades acima de 250 mil
habitantes),
• um programa de ações e metas para combate à poluição sonora, e
• um sistema de informação ao público.
• América do Sul: programas em Santiago (Chile), Bogotá
(Colômbia) e Buenos Aires (Argentina).
• Brasil: apenas um programa de mapeamento oficial, o da
cidade de Fortaleza, mas existem iniciativas de pesquisas em
cidades como São Paulo, Florianópolis, Belém, Rio de Janeiro,
Curitiba e Aracaju.
Avaliação do Ruído
• Neste sentido, a principal ferramenta para o diagnóstico da
distribuição e quantificação do ruído em áreas determinadas
são os

Mapas Acústicos ou
Mapas de Ruído
• ferramentas que fornecem informação visual do
comportamento acústico de uma área geográfica, num momento
determinado momento.
• uma representação geográfica do ruído ambiente exterior, onde
se visualizam as áreas às quais correspondem determinadas
classes de valores expressos em dB(A), reportando-se a uma
situação existente ou prevista.
Avaliação de Ruído - Mapas de Ruído
• Também servem para:
- determinar o número de pessoas e de habitações em
uma zona específica expostas a determinados níveis de ruído.
- identificar onde e em qual intensidade estão as pessoas
expostas a níveis excessivos de ruído,
- auxiliar no projeto de soluções mitigadoras do problema.

• Elaborados a partir de:


- medições,
- modelos matemáticos preditivos
- ou uma combinação de ambos.
Avaliação de Ruído - Mapas de Ruído
O quê num mapa de ruído?
• diferentes fontes de ruído
- tráfego rodoviário
- tráfego ferroviário
- tráfego aéreo
- indústria
- entretenimento e lazer

• usos do solo
• ocupação humana
• terrenos
• objetos
- edificações
- outras construções (muros, pontes, viadutos)
Metodologias para elaboração dos Mapas:
1. Método experimental (Medições):
Prós: precisão, ausência de dados da base, inclusão de todas as fontes
de ruído.
Contras: custo, tempo, avaliação estática.

2. Métodos previsionais (Cálculo):


Prós: custo/tempo mais reduzidos, distinção das fontes de ruído,
dinâmico, simulação de cenários.
Contras: necessidade de dados da base, erros associados.

3. Avaliação qualitativa:
Prós: avaliação de incômodo, parâmetros psicossociais.
Contras: análise dos resultados é complexa, variância entre
indivíduos, dimensão da amostra.
Mapas de Ruído - Metodologia recomendada

• Modelo previsional implementado em computador


Alguns softwares:
Cadna A (Datakustik)
SoundPlan (Braunstein + Berndt)
Predictor (Bruel & Kjaer)

• Para a construção do modelo acústico, são necessários


os dados de entrada.

• Validação do modelo através de medições acústicas


Avaliação de Ruído - Mapas de Ruído
No Brasil, Fortaleza
tomou a iniciativa, por
meio da Secretaria do
Meio Ambiente, e foi a
primeira cidade brasileira
a ter sua Carta Acústica,
apresentada em setembro
de 2012.

Modelo híbrido,
essencialmente previsional.
(software CadnaA)
complementado com
medições experimentais
para validação e aferição.
Mapa sonoro do aeroporto de Fortaleza: períodos diurno e noturno.
Avaliação de Ruído - Mapas de Ruído

Mapa sonoro da Avenida Paulista feito a partir de medições.


Mapa de Ruído Urbano da Cidade de SP
• Projeto de Lei 75/2013, em 2ª e última votação, para aprovação da
Câmara Municipal de SP, nos próximos dias.
https://saopaulo.votenaweb.com.br/projetos/pl-75-2013
• O projeto de lei obrigará a edição do Mapa de Ruído Urbano da cidade
de São Paulo no prazo de um ano após a criação da lei.
• Os níveis serão mensurados pelo Departamento de Controle da Qualidade
Ambiental, em parceria com a Gerência de Vigilância em Saúde Ambiental da
Coordenadoria em Vigilância em Saúde para delimitação e redução das emissões.
• O mapa de ruído fixará metas e prazos para redução das fontes emissoras acima
dos limites estabelecidos em Lei.
• Com o mapa de ruído será possível detectar áreas que apresentam níveis
sonoros que ultrapassam os limites permitidos pela legislação, e assim, identificar
as fontes emissoras para criar planos de ação para diminuir ou controlar o ruído.
• Os estabelecimentos que não cumprirem a lei poderão ter sua licença de
funcionamento ou ambiental suspensas e deverão pagar multa.
Gestão e Controle de Ruído Urbano
• O mapeamento acústico das cidades é apenas o
primeiro passo para o início de um processo de gestão de
ruídos urbanos.
• É uma tarefa difícil, pois é preciso existir “vontade
política”.
Na Europa, esta iniciativa não partiu dos municípios, mas sim da
imposição do Parlamento Europeu com a Diretiva Europeia.
Programa de Gestão do Ruído
Deve considerar:
• Monitoração do ruído
- Redução do ruído • Medidas de minimização
- Controle do ruído

• Redução e controle das emissões sonoras


- Conservação do ambiente sonoro
Controle e Redução do Ruído
De um ponto de vista teórico se classifica ruído em dois grupos:

- ruídos originados no ar (ruídos aéreos)


- ruídos originados nos sólidos (ruídos estruturais ou de
impacto).

Esta classificação é muito importante, pois está em relação direta


com os tratamentos e procedimentos de redução do ruído.
Controle e Redução do Ruído
Há três métodos gerais de atuação:
• Redução na fonte
- Redução das emissões de ruído na fonte: 1a prioridade

• Redução no caminho de propagação


- Redução da transmissão nos caminhos de propagação:
2a prioridade

• Redução no receptor
- Redução das emissões de ruído no receptor:
última prioridade

Se possível atuar em dois ou até nos três!


Espaços Urbanos

• Necessitam de intervenções para:

- redução do ruído

- gestão do ruído

- qualidade sonora
Gestão do Ruído em Espaços Urbanos
• A gestão do ruído deve ser parte da gestão urbanística:

- gestão dos espaços e do edificado


- gestão dos sistemas de transportes
- políticas de planejamento a longo prazo
- políticas e estratégias harmonizadas, a nível municipal, estadual e federal.
Espaços Urbanos
• Intervenções para gestão e redução do ruído:

- ordenamento do território
- planejamento dos usos do solo
- gestão do edificado
- gestão do tráfego
- gestão dos meios de transporte
- gestão da paisagem sonora
Soluções em Espaços Urbanos

Podem ser:
- técnicas
- funcionais
- planejamento
- educacionais
- comportamentais
- custo benefício
Soluções em Espaços Urbanos - Edificações
• Edificações:

- localização
- altura
- absorção sonora das fachadas
- usos - distribuição
- isolamento sonoro das fachadas
Soluções - Redução do Ruído de Tráfego

• redução de tráfego

• concentração de tráfego
- redirecionamento
- alteração dos percursos

• preferência ao
transporte público
- aumento do conforto nos veículos
- horários convenientes
- interfaces adequadas e ajustadas
Soluções - Redução do Ruído de Tráfego

• limitações de velocidade: - zonas de velocidade reduzida


Soluções - Redução do Ruído de Tráfego

• pavimentos de baixo ruído


- asfaltos absorventes acústicos
- asfaltos com amortecimento

• perfis adequados

• transportes alternativos
- veículos leves x pesados
Soluções - Redução do Ruído Rodoviário

- Redução das emissões de ruído na fonte


 Redução de Veículos
 Pisos (asfaltos absorventes,
asfaltos com amortecimento)

- Redução da transmissão nos caminhos de propagação


 Geometria da estrada (projeto da estrada)
 Dispositivos atenuadores (barreiras acústicas)
Soluções - Redução do Ruído Ferroviário
- Redução das emissões de ruído na fonte
- Redução de vibrações (redução da interação trilho veículo)
 mecanismos de excitação
 vibração dos veículos
 vibração do trilho
 vibração do solo

- Redução do ruído de rolamento

- Redução da transmissão nos


caminhos de propagação
 Barreiras Acústicas
Soluções - Redução do Ruído Aeroviário
- Redução das emissões de ruído na fonte
 Banimento das aeronaves mais ruidosas
 Planejamento e Gerenciamento do Uso do Solo
 Procedimentos de Atenuação de Ruído (procedimentos
especiais de saída e aproximação de aeronaves, visando o
menor impacto de ruído em certas regiões).
 Restrições Operacionais (últimas alternativas)
- Restrições de horário.

- Redução da transmissão nos caminhos de propagação


 Barreiras Acústicas

- Redução de ruído no receptor


 Tratamento acústico de residências
Soluções - Redução do Ruído Aeroviário
- Caso do Aeroporto de Congonhas
- Ação Civil Pública no MPF
- A comunidade queria reduzir o horário de funcionamento.
Soluções - Redução do Ruído Aeroviário
- Caso do Aeroporto de Congonhas

 Restrições Operacionais
- Restrições de horário.

6 h às 23 h
Soluções – Planejamento e Usos do Solo

• PLANEJAMENTO E USOS DO SOLO:


• distribuição dos espaços e do edificado

• distribuição de áreas comuns


- jardins
- parques infantis

• intervenção arquitetônica
- configuração das edificações
- distribuição de fachadas
- distribuição de usos dos edifícios
Soluções em Espaços Urbanos
• Áreas residenciais próximas a zonas industriais ou
a eixos de transportes muito ruidosos:
- Devem estar em conformidade com regulamentos de ruído
- Aumentar disponibilidade de espaços públicos para descanso
na vizinhança
- Barreiras acústicas
Soluções – Planejamento e Usos do Solo
• Áreas não suscetíveis ao ruído, como espaço intermediário entre fontes sonoras
e áreas que precisam de silêncio.
Soluções – Planejamento e Usos do Solo
Soluções – Educação
• Educação:
• Campanhas de sensibilização
• Campanhas de informação sobre ruído e redução de ruído

• Introdução de programas e trabalhos sobre redução de ruído nas


escolas - tão cedo quanto possível
• Comunicação de resultados de ações de redução de ruído
Soluções – Custo Benefício
• Custo Benefício:
• Avaliação comparativa de custos e benefícios das
soluções
• Etapas
• resultados e benefícios
- curto prazo
- médio prazo
- longo prazo

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