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Esquema de aula – Teoria Psicanalítica I

Professora Gabriela Araújo Medeiros

 Definições do Inconsciente

 Topológico

 Substância

 “Lugares psíquicos” = caráter metafórico

 O inconsciente é uma forma e não um lugar ou uma coisa

 Lei de articulações

 Caos / Mistério / Inefável /Ilógico

 “ O inconsciente de Freud não é de modo algum o inconsciente romântico da criação


imaginante. Não é lugar das divindades da noite” (Lacan)

 Não há uma arbitrariedade nos acontecimentos psíquicos, todos eles são


determinados. Há uma sintaxe diferente.

 Associação livre – segue suas leis (estruturado como uma linguagem)

 Descritivo

 Percebemos apenas os produtos

 Inconsciente em si – apenas suposto, processo obscuro e incognoscível, subjacente a


essas manifestações

 Formações do Inconsciente (apresentam-se nas lacunas / fendas / silêncios)

 Atos, falas ou imagens inesperados – surpreendentes e enigmáticos (para a


consciência) – atropelo - perplexidade

 Atos falhos

 Esquecimentos/lapsos ( diferente de não saber – “está na ponta da


língua”)

 Sonhos

 Chistes

 Ideias

 Sintomas
 Na presença de um ato não intencional, postulamos a existência do inconsciente, não
apenas como processo que causa esse ato, mas também como a essência mesma do
psiquismo, o psiquismo em si.

 Sistemático

 Aquilo que não é consciente (desconsiderando um sistema psíquico distinto dos


demais e dotado de atividade própria)

 Uma determinada representação pode ser inconsciente sem no entanto pertencer ao


sistema inconsciente

 Sistema – estrutura da rede de representações

 Conteúdo: representação de coisa e de palavras

 Manifestações deturpadas do inconscientes

(sonho)

 Dinâmico

 Luta entre forças que se opõem

 Recalcado inconsciente X Retorno do recalcado (disfarce)

 Formação de compromisso

 Cisão - “obedecer a dois senhores” – duas leis – formação de compromissos

 O que define o inconsciente não são os seus conteúdo e sim como ele opera

 Modo de funcionamento - natureza simbólica

 simbólico – Fort-Da

 Os produtos do inconsciente – podem sofrer nova contra ofensiva do


recalcamento que os manda de volta para o inconsciente – recalcamento
secundário (a posteriori)

 Recalcamento primário

 Contém e fixa as representações recalcadas no solo do ICS

 Recalcamento secundário

 Fazer retroceder os produtos PCS do recalcado (retirada de carga


PCS/CS de energia ligada que havia adquirido)

 A emergência do Inconsciente
 O ingresso no universo simbólico é o momento de constituição do inconsciente
– recalque originário

 Divisão – cisão

 Perda de parte de si próprio – incompleto / fendido

 Pulsão –zonas erógenas – organização (objeto)

 O recalque originário ocorreria quando a esses representantes da pulsão fosse


negado o acesso ao consciente (clivagem entre o ICS e CS) – Spaltung

 Refenda (2ª Spaltung) – sujeito do enunciado e da enunciação

 Econômico

 Fonte de excitação: representantes pulsionais

 Produtos finais: fantasias (comportamentos afetivos e escolhas amorosas escorados


em fantasias)

 Produto do recalcado

 Defesa recalcante

 A energia de um sistema não é transportável para outro sistema, o que passa de um


sistema para outro é a representação e não a energia investida nessa representação.

 O elemento só será percebido quando articulado a outro contexto – disfarçado e


oculto na cena

 Ético

 Desejo / sexualidade / prazer sexual

 Desejo – pulsão que tem por objetivo ideal o prazer absoluto ( gozo incestuoso)

 O inconsciente e o tempo

 O inconsciente é extratemporal / intemporal

 O inconsciente e o outro

 Parceria da relação desejante

 Dialética do desejo

 O inconsciente e a negação

 Coexistência de representações contraditórias que não se excluem


 Desejos antagônicos e coexistentes – não há contradição

 No inconsciente não há lugar para a negação (só pela censura –PCS/CS)

 Processo Primário e Processo Secundários

 Processo Primário

 Energia livre

 Princípio do prazer

 Processo Secundários

 Energia ligada

 Princípio da realidade