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GERMINAÇÃO DE SEMENTES e crescimento de plântulas de AROEIRA-DO-SERTÃO

(Myracrodruon Urundeuva Allemão - Anacardiaceae) em diferentes tipos de substratos


orgânicos

Efeito dos diferentes substratos na germinação e emergência de plântulas de

GERMINAÇÃO DE SEMENTES E PRODUÇÃO DE MUDAS DE AROEIRA-DO-SERTÃO


(Myracrodruon Urundeuva Allemão - Anacardiaceae) em diferentes tipos de substratos
orgânicos

POSSIVEIS TITULO DO TRABALHO

RESUMO

A aroeira-do-sertão (Myracrodum urundeuva M. Allem. - Anacardiaceae) é uma espécie


arbórea, de importância econômica para a região semiárida, em termos de exploração
madeireira e em alguns casos de uso medicinal (Santos et al., 2006

IMCOMPLETO

QUALIFICAÇÃO DO PRINCIPAL PROBLEMA A SER ABORDADO

A aroeira-do-sertão (Myracrodruon urundeuva Fr. All.) é uma espécie arbórea pertencente à


família Anacardiaceae que apresenta distribuição natural limitada a América do Sul, ocorrendo
naturalmente desde o Ceará até a Argentina e Paraguai, sendo encontrada em formações
vegetais de caatinga, cerrado e floresta pluvial (Lorenzi & Matos, 2002)

A aroeira-do-sertão (Myracrodum urundeuva M. Allem) é uma espécie arbórea pertencente à


família Anacardiaceae, com sua distribuição natural limitada a América do Sul, sendo
encontrada em formações vegetais de caatinga, cerrado e floresta pluvial, em variadas faixas
de altitude e condições climáticas (CARVALHO et al, 2014). No semiárido brasileiro, a espécie
possui importante destaque socioeconômico, em termos de exploração madeireira e em alguns
casos para fins medicinais (Cordeiro et al., 2014). Em decorrência desses múltiplos usos, a
aroeira-do-sertão vem sofrendo um processo de exploração intensa, muitas vezes de forma
predatória, o que pode levar essa espécie ingressar novamente na lista de espécies ameaçadas
de extinção, onde atualmente encontra-se como levemente preocupante (NATURE, 2015).

Essa problemática é acentuada pela ausência de mecanismos efetivos, voltados para a


conservação e estratégias de recuperação populacional da espécie, mostrando a necessidade
do desenvolvimento de pesquisas que otimizem a produção de mudas acessíveis, capaz de
atender aos objetivos dos plantios (Kratka & Correa, 2015).

A utilização de espécies nativas na recuperação de áreas degradadas tem esbarrado em vários


problemas técnicos, destacando-se os relacionados com a falta de conhecimento ecológico, a
irregularidade de crescimento e a escolha de métodos silviculturais adequados (Morais et al.,
2012).

Um dos problemas encontrados na produção de mudas florestais nativas é o crescimento


lento, principalmente daquelas espécies classificadas como tardias ou clímax, como a aroeira.
Por essa razão, é de fundamental importância a definição de protocolos que favoreçam a
produção de mudas com qualidade, em menor espaço de tempo e em condições acessíveis aos
pequenos e médios produtores rurais, em razão de ser esse o público mais interessado nesse
insumo (Cunha et al., 2005; Oliveira et al., 2012). Sendo assim, o êxito de plantios florestais,
tanto para fins de produção quanto de conservação ou restauração, não está ligado
unicamente à espécie utilizada, mas altamente relacionada com a qualidade das mudas
produzidas, que depende diretamente do tipo de recipiente, da qualidade das sementes e do
substrato utilizado (Caldeira et al., 2012).

O substrato é um dos fatores que exerce influência significativa no desenvolvimento das mudas
e vários são os materiais que podem ser usados, na sua composição original ou combinados.
Dentre os materiais utilizados como substrato, os resíduos da agroindústria disponíveis na
região são opção de baixo custo, além de seu uso auxiliar na redução de sua acumulação no
ambiente, pois são considerados potenciais problemas ambientais e representam perdas de
matéria-prima e de energia, exigindo investimentos significativos para descarte adequado
(Lima et al., 2007; Pelizer et al., 2007; Oliveira et al., 2012; Kratka & Correa, 2015). A matéria
orgânica é um dos componentes fundamentais dos substratos, com a finalidade básica de
aumentar a capacidade de retenção de água e de nutrientes para as mudas (Caldeira et al.,
2008).

O uso de um substrato inadequado pode ocasionar irregularidade ou até mesmo nulidade da


germinação; logo, o substrato constitui um dos fatores mais complexos da produção de mudas
(Araújo & Sobrinho, 2011). Este trabalho teve por objetivo avaliar o desenvolvimento de mudas
de aroeira-do-sertão em virtude da utilização de diferentes resíduos de origem animal e
vegetal, testados em diferentes percentagens.

OBJETIVOS

2. OBJETIVO GERAL

Avaliar a germinação de sementes e o crescimento das mudas de AROEIRA-DO-SERTÃO


(Myracrodruon Urundeuva Allemão ) no viveiro e casa de vegetação sob diferentes tipos de
substratos.

2.1 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Caracterizar os aspectos físicos (biometria, número de sementes por kg, peso de 1000
sementes e teor de água) dos frutos e sementes de AROEIRA-DO-SERTÃO;

Avaliar a influência dos substratos na germinação, emergência de plântulas, no solo e na


absorção de nutrientes de AROEIRA-DO-SERTÃO;

Verificar o crescimento de plantas jovens de AROEIRA-DO-SERTÃO em viveiro, casa de


vegetação, utilizando em diferentes substratos e porcentagens aplicadas.

HIPOTESES

O tipo de substrato utilizado, influência diretamente, na germinação das sementes,


desenvolvimento das plântulas e na qualidade final de mudas de AROEIRA-DO-SERTÃO

colocar o nome cientifico , até que essas estejam aptas para serem plantadas em local
definitivo.

4. MATERIAL E MÉTODOS

A pesquisa será desenvolvida com a condução e avaliação de dois experimentos , no


Laboratório de Análise de Sementes e no Viveiro de Mudas da Unidade acadêmica
Especializada em Ciências Agrárias, vinculada a Universidade Federal do Rio Grande do Norte,
Campus Macaíba/RN, conforme plano de trabalho.

Experimento I - Efeito dos diferentes substratos na germinação e emergência de plântulas

Serão utilizadas sementes de frutos provenientes de matrizes de AROEIRA-DO- SERTÃO, da


UNIDADE DE AROEIRA-DO-SERTÃO. CONSERVAÇÃO Ambiental – Flona de Açu/ICMbio,
mediante autorização, levando em consideração o mesmo aspecto de maturação, isentas de
sinais de pragas e doenças. Os frutos coletados serão acondicionados em caixas de isopor e
transportados ao local do experimento.

Instalação do experimento e beneficiamento das sementes

No laboratório, será realizada a extração manual das sementes dos frutos, utilizando água e
uma peneira, para a remoção do epicarpo e do mesocarpo. As sementes serão colocadas para
secar sobre folhas de papel toalha em condições ambiente de laboratório, enquanto realiza-se
uma triagem manual das sementes, descartando-se aquelas danificadas e deformadas, pré-
selecionando um total de 800 unidades.

As sementes, seguida, separadas em quatro subamostras iguais de 200 sementes, submetidas


ao tratamento no campo.

Biometria

- O teste físico empregado para determinar as medidas, constituirá da coleta de dados


biométricos das sementes da espécie estudada, composto por 800 unidades selecionadas no
laboratório, utilizando-se paquímetro digital com precisão de 0,01 mm. O peso será obtido em
balança eletrônica com precisão de 0,01 g. Em ambas variáveis considerar os cálculos de média
aritmética e o erro padrão da média. O coeficiente de variação será calculado para verificar se
consta dentro do limite estabelecido pela Regra de Análise de Sementes Brasileira (Brasil,
1992). De acordo com as variáveis, as sementes serão subdivididas em 04 lotes de acordo com
o padrão de uniformidade determinado. Ao final da análise biométrica, um lote contendo
quinhentas (500) unidades, será escolhido para semeadura e germinação.

Lote para o experimento: 500 sementes

Análise do poder germinativo

– Com antecedência ao início efetivo do experimento, será aplicado um teste demonstrativo


para avaliação prévia do índice de germinação do lote de sementes selecionado. A
porcentagem de sementes germinadas será calcula em porcentagem (%).

Experimento na casa de vegetação ( Aqui seria o experimento 2 ?

se sim, colocar experimento 2, já que você colocou


experimentou 1
- As sementes serão semeadas a uma profundidade de 1,0 cm em saco de polietileno preto,
perfurado, sanfonado de 11 cm de diâmetro por 25 cm de altura (Velasques et al., 2015; Melo,
1991), contendo diferentes substratos dos tratamentos utilizados para germinação de
sementes de aroeira do Sertao (Myracrodruon Urundeuva Allemão).

Índice de velocidade de germinação (IVG) -

A avaliação será conjuntamente com o teste de germinação através de contagens diárias do 6º


ao 18º dia após a semeadura, sendo utilizado para o cálculo a fórmula proposta por Maguire
(1962).

Comprimento de plântulas - Após a avaliação final do teste de germinação as plântulas normais


de cada tratamento serão medidas (da raiz à parte aérea), com auxílio de uma régua graduada
em centímetros, sendo os resultados expressos em cm/plântula.

Comprimento de plântulas - Após a avaliação final do teste de germinação as plântulas normais


de cada tratamento SERÃO medidas (da raiz à parte aérea), com auxílio de uma régua

graduada em centímetros, sendo os resultados expressos em cm/plântula. ALÉM DISSO, 0


teste de germinação será conduzido no viveiro coberto com tela de polietileno (50%).

Após a germinação das sementes nos canteiros, especificamente, observando a abertura total
do eófilo das plântulas, SERÁ FEITA A repicagem das mudas e transplante para os recipientes
(sacos plásticos de polietileno) com capacidade para 3 kg de substrato.

O delineamento experimental SERÁ composto por diferentes proporções e combinações dOS


seguintes substratos: solo orgânico, areia, esterco bovino, esterco de aves, esterco ovino,
húmus de minhoca, bagaço de capim elefante triturado, fibra de coco e resíduo da palha de
carnaúba.

O delineamento utilizado será inteiramente casualizado constituído por 14 tratamentos e


quatro repetições de 25 sementes. Os dados serão submetidos à análise de variância e as
médias comparadas pelo teste de Tukey, adotaremos P<0,05 como nível de significância nas
análises estatísticas .
Ao final do experimento, as mudas serão doadas para FLORESTA NACIONAL DO Açu onde serão
disponibilizadas para plantio .

4.2.2 – Testes físicos 4.2.2.1 –

Biometria

O teste físico empregado para determinar as medidas, constituirá da coleta de dados


biométricos das sementes da espécie estudada, composto por 800 unidades selecionadas no
laboratório, utilizando-se para isso paquímetro digital com precisão de 0,01 mm. O peso de
cada semente (pesar tdas)? será obtido por meio de uma balança eletrônica com precisão de
0,01 g. Em ambas as variáveis serão considerados os cálculos de média aritmética e o erro
padrão da média. O coeficiente de variação será calculado para verificar se está dentro do
limite estabelecido pela Regra de Análise de Sementes Brasileira (Brasil, 1992). De acordo com
as variáveis, as sementes serão subdivididas em dois (2) lotes de acordo com o padrão de
uniformidade determinado. Ao final da análise biométrica, um lote contendo quinhentas (500)
unidades será escolhido para semeadura e germinação.

Lote para o experimento: 500 sementes

Composição dos tratamentos utilizados para germinação de sementes de guariúba (Clarisia


racemosa Ruiz et Pavon)

4.2.2.2 - Peso de 1000 sementes e Número de sementes por kg Obtido utilizando-se oito sub-
amostras de 100 sementes, retiradas ao acaso da porção de sementes puras. O coeficiente de
variação foi calculado para verificar se estava dentro do limite estabelecido pela Regra de
Análise de Sementes Brasileira (R.A.S). A média das oito sub-amostras foi extrapolada para
1.000 a partir da seguinte fórmula (Brasil, 1992). Peso de 1.000 sementes = PA = peso da
amostra; N = nº total de sementes. O número de sementes por quilograma foi determinado a
partir do peso de 1000 sementes, de acordo com a seguinte fórmula: Nº de sementes/kg =
1000 x 1000 Peso de 1000 sementes (g) PA x 1000 N 26 - 26- 4.2.2.3 - Determinação do teor de
água Foi realizado com duas repetições de 25 sementes intactas colocadas em estufas à
temperatura de 105ºC  2ºC por 24 horas, conforme recomendação da RAS (Brasil, 1992). O
teor de água foi determinado com base no peso da matéria úmida, através da fórmula: TA% =
100 (P – p) P – t Onde, P = peso inicial p = peso final t = tara (peso do recipiente). 4.3 –
Semeadura e germinação Os testes foram conduzidos no viveiro coberto somente a parte
superior com tela de polietileno de cor preta (sombrite 50%). As sementes foram semeadas em
sementeiras de cimento com dimensão de 1,00 x 1,80 x 0,20 m, contendo diferentes substra tos
(Tabela 1). Tabela 1 - Composição dos tratamentos utilizados para germinação de sementes de
guariúba (Clarisia racemosa Ruiz et Pavon). Tratamento Composição Proporção T1 Vermiculita
de granulometria média Fração única T2 Areia lavada Fração única T3 Serragem Fração única T4
Serragem+areia 1:1 T5 Terriço (solo de floresta) Fração única O substrato “solo de floresta” (T5)
foi coletado na camada superficial 0 a 20 cm numa área de sub-bosque situado no Campus da
UFAM, sendo seco ao ar livre, misturado em betoneira e passado em peneira de 5,0 mm de
abertura de malha. A serragem foi composta por uma mistura do material de três espécies
florestais castanharana (Lecythis sp.), sumaúma (Ceiba pentranda Gaertn.) e virola (Virola
duckei A. C. Sm) sendo durante uma semana molhado uma vez ao dia, revirado e seco ao ar
livre. 27 - 27- Para cada substrato foram utilizadas quatro repetições com 25 sementes,
semeadas a 3 cm de profundidade. As sementeiras foram irrigadas diariamente e as ervas
daninhas eliminadas manualmente. As variáveis estudadas foram: O tempo médio de
germinação (TM) calculado com base no número de sementes germinadas diariamente,
durante os 45 dias do teste de germinação Silva e Nakagawa (1995). A porcentagem de
germinação (%G) foi calculada pelas porcentagens de sementes germinadas (plântulas
normais) sendo considerada aquela em perfeito estádio de desenvolvimento, apresentando
todas as estruturas essenciais com total abertura do eofilo segundo Popinigis (1985). O índice
de velocidade de emergência (IVE) foi calculado com base nos dados de emergência diária,
conforme a fórmula adaptada de Popinigis (1985): yn xn y x y x y x IVE     3 3 2 2 1 1
Onde, IVE: Índice de velocidade de emergência; x – número de sementes diárias emergidas; y –
dias transcorridos a partir da data da semeadura. As avaliações foram efetuadas diariamente, a
partir do início da emergência até o processo de estabilização da mesma. Os resultados foram
expressos como média aritmética das repetições. 4.4 - Instalação do experimento O
delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado (DIC), com cinco
tratamentos e quatro repetições de vinte e cinco sementes, totalizando 500 sementes. 28 - 28-
4.5 - Análise Estatística Os resultados foram submetidos à análise de variância e as médias
comparadas pelo teste de Tukey, a 5% de probabilidade. Utilizou-se para esta análise o
programa STAT versão 2.0.
O teste de Germinação Efeito dos diferentes substratos na emergência de plântulas

O teste de raios X pode ser utilizado para identificação de danos mecânicos, que interferem na
qualidade física e fisiológica da semente de pitombeira.

Substratos que poderão ser utilizados: Fibra de coco, esterco bovino, aves, coelho, pó de café,
húmus de minhoca...

LIVRO: SILVICULTURA CLONAL: https://www.passeidireto.com/arquivo/18587278/livro-


silvicultura-clonal

REFERENCIAS

http://www.editorarealize.com.br/revistas/conidis/trabalhos/TRABALHO_EV064_MD1_SA10_I
D1015_22102016203812.pdf

http://www.editorarealize.com.br/revistas/conidis/trabalhos/TRABALHO_EV064_MD1_SA2_ID
1797_10102016170707.pdf

CARDOSO

CORDEIRO 2014

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-05722012000400004

Lorenzi & Matos, 2002)

http://www.alice.cnptia.embrapa.br/handle/doc/147985 ou
http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/bitstream/doc/147985/1/OPB905.pdf

SANTOS, EL AT 2006

http://www.scielo.br/pdf/rarv/v32n2/a06v32n2.pdf
NUNES, 2008

http://www.cnip.org.br/bdpn/fotosdb/Aroeira.pdf

nomenclatura aroeira

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-67622015000300551

BRASIL 2008

http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0034-737X2017000100001&script=sci_arttext

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MORAES, 2012 ; JOSE 2005 ; KRATLA 2015 ; caldeira; araujoe sobrinho 2011;

Lima et al., 2007; Pelizer et al., 2007; Oliveira et al., 2012; Kratka & Correa, 2015

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http://bbeletronica.cpac.embrapa.br/1991/doc/doc_38.pdf

VELASQUES 2015:

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