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Resumo de Ulisses, de Maria Alberta Menéres

Resumo da obra "Ulisses"


1ª parte
Ulisses era o rei de uma ilha chamada Ítaca onde vivia com a sua mulher, Penélope e com o
seu filho, Telémaco. Não era um rei como os outros, não. Era um rei que gostava de conviver
com o seu povo, sem coroa nem manto.
Tinha espírito aventureiro e quando estava em casa só pensava em ir em aventuras.
Um dia, Páris, o príncipe troiano, raptou a bela rainha grega Helena. Ulisses tinha de a ir
salvar, mas não queria ir para a guerra. Fingiu que estava louco e foi para o campo lavrar. Os
seus amigos, para o tentarem dissuadir, puseram o seu filho à frente da charrua e ele, como
não queria magoar o seu próprio filho, desistiu de fugir à tarefa da guerra e foi com eles.
Todos eles pensavam que voltariam para casa em breve, com uma vitória.
Passaram-se dez anos sem que Ulisses e os seus soldados vissem as suas famílias. Então,
Ulisses teve a brilhante ideia de construir um cavalo de madeira onde ele e os seus soldados
se esconderiam para poder entrar em Tróia. Com este plano, não só conseguiram entrar, como
viraram Tróia do avesso, destruíram tudo o que havia por lá e salvaram a bela Helena.
E assim, fizeram-se ao caminho de volta para Ítaca. O que eles não sabiam era que essa
vigem duraria muito, muito tempo…
Mariana Silva, 6º C
2ª parte
Ulisses e os seus companheiros notaram que o seu barco estava a ser levado por uma
corrente estranha. Passado um pouco, começaram a avistar uma terra onde encalharam. Era o
arquipélago de Ciclópia, que Ulisses já conhecia. Este facto acalmou os seus companheiros.
Suspirando de alívio e já mais calmos, decidiram ir explorar a ilha para ir beber água e comer
alguma coisa.
Depois de subirem umas colinas viram…um CICLOPE! Ele estava a tomar conta do seu
rebanho. Não podiam fugir pois era tarde de mais, o ciclope podia descobri-los. Então,
esconderam-se no meio das ovelhas e das cabras e entraram numa gruta ali perto.
Pensavam que se tinham salvo. O único problema que havia era que essa gruta era a gruta
onde vivia o ciclope!
Pouco tempo depois viram que o ciclope estava a entrar para lá com o seu rebanho.
Ficaram apavorados! Decidiram esconder-se atrás de uma das pedras que havia por lá. O
ciclope pôs-se a ordenhar as suas ovelhas e fez uma fogueira no meio da caverna para assar
um veado morto. Sentou-se no chão e reparou numas sombras de homens. Foi ver e quando
viu Ulisses e os seus colegas agarrou nos homens e começou a comê-los. Eles começaram
todos a fugir de um lado para outro.
Depois de comer alguns homens, já com o estômago cheio, parou e sentou-se.
Ulisses foi conversar com o ciclope e ofereceu-lhe uma bebida especial em troca de um favor.
Ofereceu-lhe vinho para que os deixasse sair dali vivos. Depois de beber o vinho todo, o
ciclope disse-lhe que o favor que lhe poderia fazer era deixá-lo a ele, Ulisses, para ser o último
a ser comido.
Começaram todos a chorar e Ulisses decidiu ir falar outra vez com o ciclope. Perguntou-lhe o
nome e porque é que ele estava ali sozinho. O ogre disse-lhe tudo. Chamava-se Polifemo. O
ciclope também quis saber o nome de Ulisses. Como Ulisses não gostava de dizer o seu nome,
acabou por dizer que se chamava Ninguém.
Passado algum tempo o ciclope adormeceu. Ulisses lembrou-se, então, de lhe espetar um pau
incandescente no olho. E assim foi. Pegaram num pau, puseram-no na fogueira e depois
espetaram-lho no olho. Polifemo, muito zangado e desnorteado, começou a chamar os seus
irmãos. Estes acordaram e logo foram ter com ele. O ciclope disse que Ninguém o queria matar
e os irmãos não perceberam e voltaram para as suas ilhas. Raivoso, jurou que comeria Ulisses
e o resto dos marinheiros.
No dia seguinte, às apalpadelas, lá conseguiu sair da gruta mas os homens escaparam e
regressaram ao barco onde adormeceram.
Quando acordaram estavam numa ilha chamada Eólia. O rei Eolo recebeu-os muito bem e
para os ajudar a regressar a casa enfiou todos os ventos do mundo num saco, que deu a
Ulisses, dizendo que tinha que ter muito cuidado para não revelar a ninguém o que continha.
Fizeram-se, de novo, ao caminho. Passados alguns dias, sem aguentar a curiosidade, os
marinheiros abriram o saco e os ventos saíram provocando uma enorme tempestade. A
corrente levou-os novamente para Eólia, mas Eolo não os quis receber.
Quando o temporal amainou voltaram ao seu caminho.
Mariana Silva, 6º C
3ª parte

Algum tempo depois, viram outra ilha onde pararam. Ulisses estava tão cansado que ficou no
navio enquanto os seus colegas exploravam a ilha.
Passaram-se alguns dias e Ulisses não sabia dos amigos. De repente, apareceu Euríloco que
lhe disse que tinha acontecido um desastre. Contou-lhe que, ao saírem do barco, começaram a
ver animais ferozes que, em vez de os atacarem, acompanharam-nos durante todo o caminho.
Depois avistaram um palácio e na entrada estava uma mulher muito bonita que os convidou a
entrar. Logo repararam em mesas cheias de comida que logo começaram a comer. Depois de
acabarem, a mulher trouxe uma garrafa de licor. Serviu um copo a todos os marinheiros,
exceto a Euríloco, que se escondeu atrás de uns cortinados. Todos se esqueceram do nome,
de quem eram,
qual era a sua pátria. A seguir a linda mulher tocou-lhes com a varinha e eles transformaram-se
em porcos.
Ulisses, ao ouvir aquilo, foi logo salvá-los. De repente, apareceu Minerva que lhe contou que
tinha sido Circe a aprisionar os seus colegas e deu-lhe uma erva para lhe dar sorte, a erva da
vida.
Depois de andar algum tempo avistou o tal palácio e a mulher que lhe tinha aprisionado os
seus companheiros, Circe. Esta convidou-o para comer e Ulisses aceitou logo.
Depois deu-lhe o licor, ele bebeu e não aconteceu nada. Tocou-lhe com a varinha e ele não se
transformou num porco. A mulher, pasmada, perguntou-lhe se era Ulisses e ele respondeu logo
que sim e que queria ver os seus amigos que ela tinha transformado em porcos. Circe,
mentindo, negou este facto. Levou-o às pocilgas onde só viu porcos normais a comer. Como
estava apaixonada por ele, Circe, perguntou-lhe se casava com ele. Ele respondeu que não
porque já era
casado. Mas Circe manteve-o prisioneiro.
Passaram-se dias e dias e Ulisses estava cada vez mais triste. Circe disse-lhe que o libertava e
aos seus colegas também. Também lhe disse para se dirigir à ilha dos Infernos pois estava a
acontecer uma coisa muito grave em Ítaca que um profeta lhe ia dizer. Deu-lhe ainda um
conselho: quando chegassem ao mar das sereias, deviam tapar os ouvidos com cera pois as
sereias encantavam os
marinheiros.
Então, lá foram para a ilha dos infernos. Quando lá chegaram Ulisses decidiu ir sozinho.
Encontrou uma gruta e na entrada estava um cão com três cabeças que se chamava Cérbero.
Lembrou-se, então, de um segredo que Circe lhe tinha contado: quando o cão tinha os olhos
fechados era porque estava acordado e quando o cão tinha os olhos abertos era porque estava
a dormir. Esperou que o cão abrisse os olhos e entrou.
Quando entrou só viu sombras de pessoas mortas. Ele comunicaria só com as que quisesse
se lhes desse carne de uma ovelha preta que Circe lhe dera.
Depois de andar um bocado, viu a sombra da sua mãe. Deu-lhe carne para poder falar com
ela. Ela disse-lhe que algo de mau estava a acontecer em Ítaca. Disse que todos pensavam
que Ulisses estava morto e que segundo a lei, Penélope teria de procurar um novo marido e
casar. Os pretendentes estavam no grande salão à espera que Penélope escolhesse um deles.
Ela ainda não tinha escolhido nenhum.
Disse-lhes que só escolheria um quando acabasse de tecer uma teia a servir de mortalha para
o pai de Ulisses. Todos os dias ela fazia um pouco e durante a noite ela desfazia tudo que
fizera durante o dia.
Ulisses despediu-se da mãe e foi ao encontro do profeta. Quando o encontrou, o profeta
contou-lhe tudo como a sua mãe lhe tinha contado e ainda acrescentou que o seu povo estava
destruído. Despediu-se e saiu da gruta. Entrou no barco.
Depois de dias e dias de viagem, chegaram ao mar das sereias. Os marinheiros pararam de
remar e puseram a cera de ouvidos. Ulisses pediu aos marinheiros para o amarrarem ao
mastro porque queria sentir o encantamento. E assim foi. Passado um pouco, as sereias
começaram a chamar Ulisses e a fingir que eram Penélope que tinha ficado presa pelas
sereias. Ulisses começou a dizer aos marinheiros para pararem mas depois percebeu que
eram as sereias e continuaram a sua
viagem.
Um dia passaram por dois rochedos enormes que esborracharam e estes engoliram
alguns marinheiros.
Noutro dia houve um naufrágio e o resto dos marinheiros, que acompanhavam Ulisses,
desapareceu e ele ficou só.
Atracou na praia de Córcira onde desmaiou. Foi acolhido pelo rei Alcino a quem contou a
sua história. Ele deu-lhe um barco e alguns marinheiros. Ulisses agradeceu e partiu. Na
viagem, ele adormeceu e só acordou quando estava numa praia. Pensou que estava
novamente numa ilha desconhecida. Mas, de repente, apareceu Minerva que lhe disse que ele
estava na sua pátria e transformou-o num mendigo.
Foi bater à porta de um dos seus amigos, Eumeu, que o recebeu muito bem e deu-lhe uma
esmola. Pouco tempo depois, apareceu lá Telémaco, seu filho, que estava desiludido por não
encontrar o pai. Eumeu saiu de casa e Ulisses mostrou-se a Telémaco. Abraçaram-se e
combinaram um plano: Telémaco tiraria as armas aos pretendentes da sua esposa e aos seus
criados com a desculpa de que estavam sujas. Depois, Ulisses e seu filho iriam para a arena e
matariam todos os pretendentes.

No dia seguinte, Ulisses foi ao palácio e começou a ouvir latido. Era o Argus, o seu cão que,
estava doente e cheio de feridas.
Ulisses mandou o cão calar-se, mas já não valia a pena porque quando os pretendentes
chegaram à porta do palácio, o cão estava a morrer de felicidade.
Ulisses, para disfarçar as lágrimas que lhe corriam pela cara, disse que o cão lhe tinha
mordido. Todos começaram a fazer troça do mendigo e a mandá-lo embora.
Penélope, revoltada, disse ao mendigo para entrar, sentar-se e comer à vontade e que antes
de se ir embora queria conversar com ele.
Quando acabou de comer, subiu as escadas e foi ter com Penélope que lhe perguntou se
tinha visto Ulisses. Ele respondeu que sim e que em breve ele estaria ali.
Ao ouvir isto, Penélope mandou chamar Euricleia para lavar os pés ao mendigo. E assim foi.
Mas, enquanto lavava os pés ao mendigo, descobriu uma cicatriz que só Ulisses tinha. Ulisses
pediu-lhe para não dizer a ninguém.
No dia seguinte, Telémaco tirou as armas aos pretendentes e Ulisses foi para junto deles.
Revelou a sua identidade e, juntamente com Telémaco, começou a lutar com os pretendentes
de Penélope. Não escapou nenhum.
Depois foi ter com Penélope e abraçou-a quase infinitamente.
Foi preciso esta aventura para ele perceber onde é realmente feliz. Em Ítaca.
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Ulisses era o rei de uma pequena ilha grega, chamada Ítaca, onde
vivia com a sua esposa Penélope e o filho pequenino, Telémaco.
Um dia, a rainha grega Helena foi raptada pelo príncipe Páris, que a
levou para Tróia, o que fez não agradou nada aos gregos. Estes
resolveram salvá-la e pediram ajuda a Ulisses. Este, que não era nada
amigo de violência, para evitar ir para a guerra, fez-se de louco.
Contudo, os gregos já o conheciam e o plano não deu certo, acabando
por acompanhá-los para combaterem em Tróia.
Dez anos durou a guerra contra os Troianos...e os gregos já
estavam saudosos das suas famílias, então tiveram uma ideia genial:
construir um cavalo de madeira enorme, para se meterem lá dentro e
deixarem-no à porta da cidade de Tróia. Contavam que os Troianos
pensassem que tinham desistido e que tinham deixado a oferenda em
sinal de respeito e batido em retirada, e que assim, o levassem para
dentro. Dito e feito, o plano resultou e durante a noite, após festejos
dos Troianos, os gregos saíram do cavalo e tomaram a cidade,
salvando assim a sua rainha.
Quando foram para os barcos, para voltarem a casa, foram
apanhados por uma corrente que os levou até Ciclópia, ilhas onde
viviam ciclopes. Aí depararam-se com um destes seres gigantes , de
seu nome Polifemo. Polifemo comeu alguns dos gregos até se cansar.
Quando resolveu descansar, Ulisses foi ter ele, oferecendo-lhe vinho.
Polifemo perguntou o nome a Ulisses, ao que ele respondeu Ninguém.
O ciclope acabou por adormecer e Ulisses com os companheiros
aproveitaram e espetaram um tronco no olho dele. Com isto, Polifemo
acordou aos gritos de dor, possibilitando assim a fuga do herói com os
amigos.
De novo no mar, foram parar a Éolia, terra de Eolo, rei dos ventos.
Este ofereceu-lhes um saco com ventos furiosos, deixando de fora
Zéfiro, uma brisa suave, e pediu a Ulisses que não abrisse o saco nem
mostrasse a ninguém. Porém, os companheiros abriram-no e soltaram
uma tempestade. Lá voltaram a Éolia, arranjaram um barco e foram
embora.
Desta vez foram parar a outra ilha, de uma feiticeira – Circe. Enquanto
passeavam pela ilha, os marinheiros foram transformados em porcos
pela feiticeira. Andava Ulisses à procura deles, quando aparece
Minerva, a sua deusa protectora, que lhe deu a erva da vida.
Finalmente Circe e Ulisses encontram-se e ela dá-lhe um licor, para
também o transformar em porco, mas o feitiço não funciona. Passado
algum tempo, Circe, apaixonada por Ulisses, desiste e deixa-o partir,
transformando os companheiros em gente outra vez. Ela diz ao herói
que vá até à ilha dos Infernos, procurar o profeta Tirésias, que saberia
dar-lhe notícias de Ítaca.
Chegado à ilha, Ulisses vê a alma da mãe, que lhe dá as novidades
que tanto ansiava. Depois, falou com Tirésias, que confirmou o que a
mãe havia dito, que não o agradou de todo. Já havia pretendentes de
volta da sua esposa.
De volta aos barcos, entram no mar das sereias... os companheiros
enchem os ouvidos de cera, para não se deixarem encantar pelo
canto das sereias, mas Ulisses resolve prender-se ao mastro. As
sereias imitam a voz de Penélope e o herói deixa-se enganar,
tentando soltar-se.
Apesar de tudo, conseguem escapar, indo parar a Córcira, a terra dos
Feácios. O rei deste sítio dá-lhe um barco novo e mais marinheiros.
Ulisses adormece e quando chega a terra, pensa estar longe de casa,
mais uma vez. Minerva diz-lhe que está em Ítaca e transforma-o num
mendigo. Acaba por encontrar o filho e emocionam-se os dois. Mas
tinha de resolver o problema dos pretendentes a trono, devido à sua
ausência. Pai e filho combinam um plano. Ulisses iria lutar contra os
pretendentes... e fê-lo, ganhando a todos.
A paz e harmonia voltam à família de Ulisses.

O rei Ulisses vivia na ilha de Ítaca, com Penélope, sua esposa, e com Telémaco, seu
filho. Certo dia, o príncipe troiano Páris raptou a rainha Helena e os gregos resolveram entrar
em guerra para a resgatarem. A luta demorou 10 anos até que Ulisses teve uma ideia excelente
de construir um cavalo de madeira. O plano correu bem e depois de resgatarem
Helena zarparam rumo a Ítaca. No regresso a casa, Ulisses foi parar a uma ilha que era
habitada por um ciclope. Cegaram o ciclope e conseguiram escapar. Já na Ilha da Eólia, o rei
Éolo ofereceu a Ulisses um saco com todos os ventos violentos do mundo e disse-lhe para não
o abrir. Os marinheiros de Ulisses, abriram o saco. À deriva pelos mares foram parar à Ilha de
Circe, uma feiticeira, que transformou os companheiros de Ulisses em porcos. Minerva,
protetora de Ulisses, apareceu e deu-lhe a erva da vida para ele poder escapar ao feitiço. Circe
resolveu, passados anos, libertá-lo e aos seus marinheiros. Ulisses dirigiu-se para a Ilha dos
Infernos, onde falou com sua mãe e com o profeta Tirésias. Depois de conhecer a situação do
seu reino, zarparam rumo ao Mar das Sereias. As sereias tentaram atrair Ulisses para o fundo
do mar. Novamente a caminho de Ítaca, o barco de Ulisses naufragou. Só Ulisses sobreviveu e
foi parar à terra dos Feácios, da ilha da Córcira. Depois, levaram-no num barco para Ítaca.
Abandonado numa praia, deparou-se com a Deusa Minerva que lhe disse que estava na sua
terra. Minerva transformou Ulisses num mendigo para ninguém o reconhecer, à exceção de
Euricleia e do seu cão Argus. Ulisses deu-se a conhecer a Telémaco e juntos combinaram uma
estratégia para expulsar e matar todos os pretendentes à mão de Penélope. Esta só reconheceu
Ulisses depois de o ver a lutar por ela e viveram felizes para o resto da vida…