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MÉTODOS GEOMÉTRICOS AUXILIARES II

Mudança de Diedros (mudanças sucessivas)

1- É dado um segmento de recta oblíquo [AB], sendo A (-3; 4; 5) e B (1; 2; 1). Determina a
V.G. de AB, transformando previamente [AB] num segmento de recta vertical com 2 cm
de afastamento

2- É dado um segmento de recta oblíquo [MN], sendo M (3; 1; 5) e N (-1; 3; 1). Determina
a V.G. de MN, transformando previamente [MN] num segmento de recta fronto-
horizontal com 2 cm de afastamento e 4 cm de cota.

3- É dada uma recta oblíquo r, paralela ao β2,4. A recta contém o ponto R (3; 2) e a sua
projecção horizontal faz um ângulo de 40º (a.e.) com o eixo x. Utiliza o processo de
mudança de diedro de projecção para transformar a recta r numa recta de topo com 2
cm de cota.

4- É dada uma recta oblíquo r, paralela ao β1,3. A recta contém o ponto A (4; 2) e a sua
projecção frontal faz um ângulo de 30º (a.d.) com o eixo x. Utiliza o processo de
mudança de diedro de projecção para transformar a recta r numa recta vertical com 4
cm de afastamento.

Mudança de Diedros (Mudanças Sucessivas)

Planos

1- É dado um triângulo oblíquo [ABC]; contido num plano α; sendo A (5; 2), B (1; 4) e
C (2; 1). O plano α é ortogonal ao β1,3 e o seu traço frontal faz um ângulo de 40º
(a.e.) com o eixo x. Determina a V.G. do triângulo, transformando o plano α num
plano frontal com 2 cm de afastamento, por meio de mudanças de diedro de
projecção.

2- É dado um triângulo oblíquo [PQR]; contido num plano de rampa ρ. Os traços frontal
e horizontal do plano têm, respectivamente, 4 cm de cota e 3 cm de afastamento. P,
Q e R têm, respectivamente, 1, 3 e 2 cm de cota. P0Q0 = 2 cm, estando P à
esquerda de Q. Q0R0 = 3 cm, estando Q à esquerda de R. Determina a V.G. do
triângulo, transformando o plano ρ num plano horizontal com 1 cm de cota, por meio
de mudanças de diedro de projecção.
Métodos Geométricos Auxiliares II
Rotações
1- Um triângulo oblíquo [ABC] é contido num plano oblíquo α. O plano α é
ortogonal ao β1,3 e o seu traço frontal faz um ângulo de 45º (a.e.) com o eixo
x.Os vértices do triângulo são A (4; 3), B (2; 2) e C (1; 5). Determina a V.G. Do
triângulo, transformando o plano α num plano frontal, por meio de rotações.

Métodos Geométricos Auxiliares II


Rebatimentos

1- Um plano oblíquo α contém o triângulo [ABC], sendo A (2; 4), B (1; 2) e C (3; 0). O
traço frontal do plano α faz um ângulo de 45º (a.d.) com o eixo x. O traço horizontal
do plano α faz um ângulo de 30º (a.d.) com o eixo x. Determina a V.G. do triângulo,
rebatendo o plano α pelo rebatimento dos seus traços.

2- Um plano oblíquo α contém o triângulo [ABC], sendo A (2; 4), B (1; 2) e C (3; 0). O
traço frontal do plano α faz um ângulo de 45º (a.d.) com o eixo x. O traço horizontal
do plano α faz um ângulo de 30º (a.d.) com o eixo x. Determina a V.G. do triângulo,
rebatendo o plano α através do triângulo do rebatimento

3-É dado um triângulo [ABC] contido num plano de rampa ρ, sendo A (2; 3; 1) e B (-1; 1; 4).
O ponto C tem 4 cm de abcissa e afastamento nulo. Determina a V.G. do triângulo,
recorrendo ao rebatimento do plano ρ, através do rebatimento dos seus traços.
4 - É dado um triângulo [RST] contido num plano de rampa ρ, sendo R (1; 4; 1) e S (-2; 2; 3).
O ponto T tem –3 cm de abcissa e cota nula. Determina a V.G. do triângulo, recorrendo ao
rebatimento do plano ρ, através do triângulo do rebatimento

5- Um plano passante ρ é definido pelo eixo x e o ponto A (2; 3; 4). Um triângulo [ABC] pertence ao
plano, sabendo que o ponto B tem 1 cm de afastamento e –3 de abcissa e o ponto C tem 5 cm
de afastamento e –1 cm de abcissa. Determina a V.G. do triângulo, recorrendo ao rebatimento
do plano ρ.