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Instrução Normativa de Construção

Análise Preliminar de Risco


IN-C - 001 Rev.: 00-23/09/2015 PROJETO S11D /2015 USO INTERNO

Controle de Revisões
TE: TIPO A - PRELIMINAR C - PARA CONHECIMENTO E - PARA CONSTRUÇÃO G - CONFORME CONSTRUÍDO
EMISSÃO B - PARA APROVAÇÃO D - PARA COTAÇÃO F - CONFORME COMPRADO H - CANCELADO

Rev TE Descrição Por Ver. Apr. Aut. Data

00 C EMISSÃO INICIAL JSA HLP HLP CAF 23/09/2015


Instrução Normativa de Construção
Análise Preliminar de Risco
IN-C - 001 Rev.: 00-23/09/2015 PROJETO S11D/2015 USO INTERNO

Índice:

1. Objetivo:.......................................................................................................... 03

2. Aplicação:......................................................................................................... 03

3. Referências:....................................................................................................... 03

4. Definições:........................................................................................................ 04

5. Metodologia:.................................................................................................... 04

6. Anexo:.............................................................................................................. 04

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Análise Preliminar de Risco
IN-C - 001 Rev.: 00-23/09/2015 PROJETO S11D/2015 USO INTERNO

1. Objetivo: ✓
Está instrução tem o objetivo de apresentar a metodologia de Análise Preliminar de Riscos (APR),
buscando definir as principais etapas da técnica, os critérios adotados e suas aplicações no Projeto S11D,
avaliando os cenários decorrentes de falhas que possam ter origem na instalação em análise, nas
atividades, produtos e serviços executados ou a serem executados, contemplando tanto aquelas
intrínsecas de equipamentos, de instrumentos, aqueles associados ao transporte, armazenamento,
manuseio, uso, descarte de materiais, bem como os relacionados com fatores humanos e suas
consequências para a saúde e segurança das pessoas, comunidades, meio ambiente, a segurança das
instalações e para a imagem da Vale.

Estabelecer correlação com a metodologia de Análise Preliminar de Riscos (APR) para o processo de
análise e gestão de mudanças de modo a assegurar que riscos potenciais de saúde, segurança e meio
ambiente associados a uma mudança sejam identificados e controlados.

2. Aplicação:
Aplica-se a todas as empresas que desenvolvem atividades no Projeto Ferro Carajás S11D.

3. Referências:
 NFN-0001 Norma de Planejamento, Desenvolvimento e Gestão.
 PGS-003123 Diretrizes para o gerenciamento de riscos em Saúde, Segurança e Meio
Ambiente.
 PGS-000497 Análise Preliminar de Riscos - APR
 PGS-002533 Análise e Gerenciamento de Mudanças com Foco em Saúde, Segurança e Meio
Ambiente.
 INS-0041-G Instrução para Requisitos de Atividades Críticas

4. Definições:
Análise de Risco: Consiste no desenvolvimento de uma estimativa qualitativa ou quantitativa do risco de
um determinado processo ou tarefa, com base em técnicas específicas para identificação dos possíveis
cenários acidentais, suas frequências e consequências associadas.

Análise Preliminar de Riscos (APR): Técnica qualitativa de análise dos riscos associados aos processos ou
partes destes (sub-processos).

Processo: Conjunto de sub-processos inter-relacionados ou interativos que transformam entradas em


saídas.

Risco: É a combinação da frequência de ocorrência de um evento ou exposição perigosa com a severidade


(gravidade) da lesão, doença ou dano ao meio ambiente que pode ser causada por este evento ou
exposição perigosa. Para fins desta metodologia é considerado três tipos de risco:

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1 RISCO PURO É o risco definido sem considerar nenhuma medida de controle já existente.

2 RISCO ATUAL É o risco definido considerando as medidas de controle existentes.

É o risco remanescente, após a implementação das medidas de controle


3 RISCO RESIDUAL (recomendações) identificadas durante a metodologia de análise de risco
para mitigação do risco atual.

Frequência/ Probabilidade: É a possibilidade de ocorrência de um determinado evento. É descrita usando


termos 
gerais ou matematicamente, como a probabilidade ou a frequência em um dado período de
tempo, onde: probabilidade é uma medida da chance de ocorrência expressa por um número entre 0 e 1,
em que 0 representa impossibilidade e 1 representa certeza absoluta, e a frequência é uma medida
indicativa da quantidade de eventos ou resultados por unidade de tempo definida.

Severidade: O tamanho do impacto. Pode ser expresso qualitativamente ou quantitativamente.

Gestão de Mudanças: Aplicação sistemática para identificar, registrar, analisar, avaliar, aprovar,
implementar, comunicar e controlar mudanças, visando à eliminação ou redução de riscos decorrentes de
sua implementação.

5. Metodologia:
5.1. Equipe de Trabalho
Uma equipe multidisciplinar1 deve ser formada para a realização da APR, tendo no mínimo:
 Responsável técnico pela gestão de riscos (função de Coordenador);
 Representante da área de Saúde (Vale e Contratadas);
 Representante da área de Segurança (Vale e Contratadas);
 Representante da área de Meio Ambiente (Vale e Contratadas); e
 Gestor de Contrato (Vale) ou representante designado.

Nota 1: Outros colaboradores poderão participar quando solicitado pelo Coordenador.

5.2. Planejamento
5.2.1. A APR é a técnica básica de análise de riscos para avaliação dos riscos nas instalações, processos e
operação de equipamentos. O critério de aceitabilidade de riscos definido para a APR deve
determinar a necessidade de ações preventivas, de monitoramento e mitigadoras dos cenários
identificados. A metodologia de APR compreende a execução das seguintes etapas:

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1. Definição das fronteiras das instalações analisadas;


2. Coleta de informações sobre as instalações, a região e as características e produtos envolvidos;
3. Definir os processos em módulos de análise;
4. Realização da APR propriamente dita, preenchendo a planilha para cada módulo de análise;
5. Elaboração das estatísticas dos cenários por categorias de frequência e de severidade, e da lista de
sugestões geradas no estudo;
6. Análise dos resultados.

5.2.2. O escopo da APR abrange todas as situações de risco cujas causas tenham origem nas instalações,
processos, operação de equipamentos e produtos, englobando tanto as falhas intrínsecas de
componentes ou sistemas, como aquelas decorrentes de procedimentos ou na execução deles.
5.2.3. A realização da análise propriamente dita é feita através do preenchimento de uma planilha com as
informações necessárias à avaliação de riscos para cada módulo de análise. A sequência de
execução destas tarefas está apresentada, de forma gráfica, no fluxograma da figura 1.

Figura 1 Fluxograma Macro de Elaboração de APR

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5.2.4. A execução da APR requer a disponibilização das informações exemplificadas na tabela 1.


- caracterização do empreendimento
- informações de projeto (isométricos, diagramas unifilar, etc.)
- fluxogramas de engenharia
- fluxogramas de processo
- memorial descritivo do processo
- layout das instalações
- especificação das utilidades
Instalações - informações sobre equipamentos (máquinas, tubulações,
Processos válvulas, instrumentos, etc.)
- descrição dos principais sistemas de proteção e segurança
- registro de incidentes e acidentes
- planos de inspeção
- registros de manutenção
- registros de mudanças nos sistemas e equipamentos
- procedimentos operacionais
- entre outros
- propriedades físico-químicas
Produtos
- características de periculosidade - informações técnicas
(considerando as matérias-
sobre os produtos
primas, insumos, subprodutos
- Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico
e produtos finais)
(FISPQ)
Tabela 1 Exemplo de informações necessárias para a execução da APR.

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5.3. Planilha para Realização da Análise Preliminar de Risco - APR


Para a realização da APR é utilizada a planilha apresentada no Anexo A deste procedimento, com o
preenchimento dos campos descritos na tabela 2.

Cabeçalho - Data da Elaboração;


- Data de Revisão;
- Coordenador: ver 5.1;
- Equipe Multidisciplinar: ver 5.1;
- Referências Documentais: relação de documentos para suporte na
elaboração da APR (manuais técnicos, fluxogramas, mapeamento de processo,
descritivos, fichas de segurança, etc.);
- Macro-Processo ou Escopo do Contrato; e
- Outras Informações: justificativas para revisão (por exemplo).
Código do Este campo contém um número de identificação do cenário, devendo ser
Cenário preenchida sequencialmente para facilitar a consulta a qualquer cenário de
interesse.
Alterado? Preenchimento automático com Sim ou Não, a partir da Gestão das
Alterações.
Área Local onde se desenvolve a análise.
Processo Buscar informações através do mapeamento de processos existente e/ou
conhecimento dos responsáveis pelos processos, lembrando que processo
pode ser definido como um conjunto de atividades, que transformam
entradas em saídas.
Situação de Este campo contém as situações de risco identificadas para o módulo de
Risco análise em estudo. De uma forma geral, as situações de risco são eventos que
têm potencial para causar danos às instalações e/ou equipamentos, aos
empregados, contratados, à comunidade e ao meio ambiente. As situações de
risco que devem ser consideradas nas análises variam em função do tipo de
instalação, operação ou equipamento analisado.
Nota: No Anexo A estão citadas as principais situações de risco. Esta listagem
deve servir como um guia para utilização nas reuniões de APR realizadas.
Entretanto, situações de risco adicionais podem ser identificadas pela equipe
responsável pela análise, e incorporadas ao estudo.
Detalhamento Descrição complementar da situação de risco, se necessário.
da Situação de
Risco

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Causa(s) Neste campo as causas envolvem tanto falhas intrínsecas de equipamentos


(falhas mecânicas, falhas de instrumentação, vazamentos e outras) como
desvios operacionais e de manutenção.
Nota: No Anexo A é apresentada uma lista de causas a serem utilizadas como
referência durante a análise. Esta lista pode ser complementada, conforme
identificado pela equipe de análise.
Tipo de Efeito Os tipos de efeito relacionados a cada situação de risco identificada são
listados nesta coluna, sendo divididos em:
- Segurança;
- Saúde;
- Meio Ambiente;
- Reputacional;
- Financeiro; e
- Social & Direitos Humanos.
Efeito Os tipos de efeito identificados no campo anterior devem ser descritos neste
campo, sendo indicado a quais efeitos estão relacionados.
Notas:
- No Anexo A é apresentada uma lista de efeitos a serem utilizadas como guia
durante a análise. Esta lista pode ser complementada, conforme identificado
pela equipe de análise; E
- Em todos os casos analisados deve ser avaliada a possibilidade de ocorrência
combinada de dois ou mais efeitos além da possibilidade de desdobramento
em outros acidentes.
RISCO PURO A existência de controles não deve ser considerada na classificação de
frequência e severidade, nesta etapa.
Nota: Para os tipos de efeito de saúde e segurança a classificação de RISCO
PURO é facultativa.
Frequência Em uma APR, um cenário de acidente é definido como o conjunto formado
(Pontuação) pela situação de risco, suas possíveis causas e cada um dos seus efeitos. Cada
cenário de acidente identificado é classificado de acordo com a sua categoria
de frequência, a qual fornece uma indicação qualitativa esperada de
ocorrência.
Nota: No Anexo A é apresentada cada categoria de frequência com um peso
associado, que deve ser analisada e escolhida (Raro, Pouco Provável,
Ocasional, Provável e Frequente).
Severidade Os cenários de acidente são classificados em categorias de severidade, as
(Pontuação) quais fornecem uma indicação qualitativa do grau de severidade das
consequências de cada um dos cenários identificados.
Nota: No Anexo A é apresentada cada categoria de severidade com um peso
associado, que deve ser analisada e escolhida (Leve, Moderada, Grave, Crítica
e Catastrófica).

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Risco Combinando-se as categorias de frequência com as de severidade, obtém-se a


(Pontuação) Matriz de Riscos. Ao todo são 4 categorias de risco, representadas pelas
diferentes regiões na matriz, variando de risco Baixo até risco Muito Alto.
Dentro de cada categoria existem níveis de risco, com valores numéricos
associados, que variam de um valor menor para um maior (ver Anexo A).
RISCO ATUAL É considerada nesta classificação (de frequência e severidade) os controles
existentes.
Prevenção Controles com ênfase na prevenção e que atuam nas causas identificadas.
(Controle)
Monitoramento Controles realizados para observar se as condições estabelecidas estão dentro
(Controle) dos padrões.
Mitigação Controles com ênfase na minimização do efeito.
(Controle) Nota: Os controles de prevenção, monitoramento e mitigação devem seguir a
hierarquia de controles (eliminação do risco, substituição, controle de
engenharia, sinalização e advertência, controle administrativo e equipamento
de proteção individual), conforme figura 2.
Frequência, Nestes três campos, a frequência, severidade e risco devem ser reavaliados,
Severidade e considerando a implementação das recomendações propostas, para aqueles
Risco cenários de acidente classificados com risco Muito Alto, Alto e Médio.
(Nova Nota: Após a reclassificação do risco devem ser tomadas decisões com relação
Pontuação) à necessidade de novas análises, seguindo a mesma matriz utilizada
anteriormente.
RISCO É considerada nesta reclassificação de frequência e severidade, os controles
RESIDUAL recomendados e/ou adicionais.
Prevenção, Nestes três campos são colocadas as recomendações adicionais (prevenção,
Monitoramento monitoramento e mitigação) que visam reduzir o nível do risco atual.
e Mitigação
(Controles
Recomendados)
Frequência, Nestes três campos, a frequência, severidade e risco devem ser reavaliados,
Severidade e considerando a implementação das recomendações propostas, para aqueles
Risco cenários de acidente classificados com risco Muito Alto, Alto e Médio.
(Nova
Pontuação)
Observações Descrição de informações adicionais, se necessário.
PAE Nesta coluna devem ser correlacionados os cenários do Plano de Atendimento
a Emergência e Contingência (PAEC).
Gestão das Gerenciamento de alterações sobre o risco mapeado/ identificado ao longo da
Alterações vida útil do empreendimento/ projeto, considerando a origem de sua
alteração.

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Origem da - Identificação Inicial: refere-se ao mapeamento inicial do risco, indicando que


Alteração não há alterações;
- Eliminado: indica que o risco foi eliminado por alguma mudança de processo
ou aplicação de controle de grande eficácia (esta situação deve ser justificada
no campo Detalhamento);
- Análise de Incidentes: descreve que o risco foi alterado devido à existência
de um incidente relacionado ao mesmo (sua origem deve ser descrita no
campo Detalhamento);
- Gestão de Mudanças: a avaliação ou situação de risco pode sofrer alterações
por mudanças significativas estruturais ou processos (ver 5.6), para isto este
indicador deve ser utilizado (descrevendo o mesmo no campo Detalhamento);
- Novos Projetos: a inclusão de determinado risco também deve ser
registrada, mantendo o controle de alterações na planilha de APR (a indicação
de Novos Projetos visa explicar tal necessidade);
- Legislação: indica que o risco foi alterado considerando mudanças
significativas em requisitos legais que apontam tal necessidade (no campo
Detalhamento deve ser correlacionada a legislação);
- Indicadores de Gestão: o acompanhamento de metas ou indicadores de
gestão também podem alterar a avaliação ou identificação de riscos, para tal
situação este indicador pode ser utilizado (justificando o mesmo no campo
Detalhamento); e
- Auditorias: auditorias sobre a planilha de APR podem causar alterações nas
situações de risco mapeadas (o campo Detalhamento deve trazer a
informação de rastreabilidade para utilização em momento futuro).
Detalhamento Conforme instruções anteriores.
Tabela 2. Instruções para Preenchimento da Planilha de APR

5.4. Tratamento dos Riscos


Todos os riscos associados aos processos devem ser controlados, seguindo, 
por ordem de prioridade, as
etapas de uma hierarquia de controle de riscos, de acordo com a figura 2.

Figura 2. Hierarquia de Controle de Riscos.

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5.5. Critérios de Aceitabilidade


Todos os cenários classificados como Risco Médio, Alto e Muito Alto devem ter medidas de controle
(recomendações) propostas para redução do risco. Com isso, sua classificação de frequência e severidade
deve ser reavaliada após a implementação das medidas de controle, estabelecendo-se assim o Risco
Residual. O Risco Residual só será alcançado quando da implementação de todas as medidas de controle
para aquele cenário. Entretanto, este risco só se manterá caso estas medidas estejam efetivamente
aplicadas ao longo de todo o tempo deste processo.
O método de forma quantitativa tem o objetivo de calcular o risco através da quantificação da frequência
de ocorrência e das possíveis consequências em termos de incidência de agravos à saúde e fatalidades às
comunidades expostas, levando em conta os cenários identificados em avaliações qualitativas.
Após a avaliação quantitativa, devem ser tomadas decisões a partir dos critérios de aceitabilidade de risco
social e individual para comunidade impactada, conforme tabela 3.

Matriz de Risco Região da Matriz Critérios de Aceitabilidade


Muito Alto Quando um determinado risco estiver com nível
(maior do que Vermelha elevado, medidas de controle de redução de risco
140) devem ser adotadas, ao menor nível razoavelmente
Alto alcançável (ALARA), mas o critério de aceitabilidade
Laranja
(de 70 a 140) deve ser endossado pela Diretoria.
Quando um determinado risco estiver com nível
Médio médio, medidas de controle para redução de risco
Amarela
(de 25 a 70) devem ser adotadas ao menor nível razoavelmente
alcançável (ALARA).
Baixo
Devem ser gerenciados na busca por melhoria
(menor do que Verde
contínua.
25)
Tabela 3. Critério de Decisão (ver também Matriz de Risco no Anexo A)

5.6. Gestão de Mudanças


Quando da identificação e caracterização da mudança, conforme PGS-002533, a equipe multidisciplinar
deve identificar e analisar os cenários de risco associados à mudança solicitada por meio da planilha APR
(ver Anexo A). Tal análise deve resultar em recomendações de como serão controlados e mitigados os
riscos caso a mudança venha a ser efetivamente realizada (requisitos de atividades críticas devem ser
observados, garantindo seu controle efetivo).
Devem ser considerados todos os riscos que impactem na saúde, segurança e meio ambiente, sejam riscos
de acidente, riscos químicos, físicos, biológicos, ergonômicos ou riscos à saúde e os requisitos legais
aplicáveis.
Qualquer mudança implementada deve primar por eliminar, a minimizar ou controlar novos riscos (ver
5.4).

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6. Anexo:

ANEXO A - RI-S 57001– ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCO (APR)

APR_S11D_CONSOLI
DADA- 14-04-2015_.xlsx

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