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Aula 00

Matemática Financeira para concursos - Com Videoaulas - Curso Regular

Professores: Arthur Lima, Hugo Lima


CURSO REGULAR DE MATEMÁTICA FINANCEIRA
TEORIA E EXERCÍCIOS COMENTADOS
Prof. Arthur Lima Aula 00

AULA 00 (demonstrativa)

SUMÁRIO PÁGINA
1. Apresentação 01
2. Cronograma do curso 04
3. Resolução de questões 06
4. Questões apresentadas na aula 89
5. Gabarito 120

1. APRESENTAÇÃO

Seja bem-vindo a este CURSO REGULAR DE MATEMÁTICA


FINANCEIRA, desenvolvido para auxiliar na sua preparação para
concursos em que essa matéria é normalmente exigida.
Além de vermos todo o conteúdo teórico, resolveremos juntos
cerca de 1000 a 1200 exercícios, das bancas mais tradicionais (FCC,
ESAF, CESPE, FGV, CESGRANRIO, CEPERJ, VUNESP etc.) e também de
outras bancas de menor porte, cujas questões sejam interessantes para o
seu aprendizado (FUNDATEC, IDECAN, FUNIVERSA, CONSULPLAN etc.).
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Neste material você terá:

- curso completo em vídeo, formado por cerca de 13 horas de


gravações onde explico todos os tópicos mais exigidos em concursos e
resolvo alguns exercícios para você começar a se familiarizar com os
temas;

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- curso escrito completo (em PDF), formado por 10 aulas onde
também explico todo o conteúdo exigido em concursos, além de
apresentar cerca de 1000 a 1200 questões resolvidas e comentadas
sobre todos os assuntos trabalhados;

- fórum de dúvidas, onde você pode entrar em contato direto conosco.

Vale dizer que este curso é concebido para ser o seu único
material de estudos, isto é, você não precisará adquirir livros ou outros
materiais para tratar da minha disciplina. A ideia é que você consiga
economizar bastante tempo, pois abordaremos todos os tópicos
geralmente exigidos na disciplina Matemática Financeira nos melhores
concursos e nada além disso, e você poderá estudar conforme a sua
disponibilidade de tempo, em qualquer ambiente onde você tenha acesso
a um computador, tablet ou celular, e evitará a perda de tempo
gerada pelo trânsito das grandes cidades. Isso é importante para todos
os candidatos, mas é especialmente relevante para aqueles que
trabalham e estudam, como era o meu caso quando estudei para a
Receita Federal.
Você nunca estudou as minhas disciplinas para concursos
públicos? Não tem problema, este curso também te atende. Isto porque
você estará adquirindo um material bastante completo, onde você poderá
trabalhar cada assunto em vídeos e também em aulas escritas, e resolver
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uma grande quantidade de exercícios, sempre podendo consultar as


minhas resoluções e tirar dúvidas através do fórum. Assim, é
plenamente possível que, mesmo sem ter estudado este conteúdo
anteriormente, você consiga um ótimo desempenho na sua prova.
Obviamente, se você se encontra nesta situação, será preciso investir um
tempo maior, dedicar-se bastante ao conteúdo do nosso curso.
O fato do curso ser formado por vídeos e PDFs tem mais uma
vantagem: isto permite que você vá alternando entre essas duas
formas de estudo, tornando um pouco mais agradável essa dura

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jornada de preparação. Quando você estiver cansado de ler, mas ainda
quiser continuar estudando, é simples: assista algumas aulas em vídeo!
Ou resolva uma bateria de questões!
Sou Engenheiro Aeronáutico pelo Instituto Tecnológico de
Aeronáutica (ITA). Trabalhei por 5 anos no mercado de aviação, sendo
que, no período final, tive que conciliar com o estudo para o concurso da
Receita Federal. Fui aprovado para os cargos de Auditor-Fiscal e Analista-
Tributário. Sou professor aqui no Estratégia Concursos desde o primeiro
ano do site (2011), e tive o privilégio de realizar mais de 300 cursos
online até o momento, o que me permitiu ganhar bastante familiaridade
com o seu estilo e verificar na prática a sua efetividade. Neste período, vi
vários de nossos alunos sendo aprovados nos cargos que almejavam.
Aqui no Estratégia nós sempre solicitamos que os alunos avaliem os
nossos cursos. Procuro sempre acompanhar as críticas, para estar sempre
aperfeiçoando os materiais. Felizmente venho conseguindo obter índices
de aprovação bastante elevados – acima de 95%, muitas vezes chegando
a 100%. Espero que você também aprove o nosso material!
Quer tirar alguma dúvida antes de adquirir o curso? Deixo abaixo
meus contatos:

09455611643

E-mail: ProfessorArthurLima@hotmail.com
Facebook: www.facebook.com/ProfArthurLima
Ah, e não deixe de me seguir no aplicativo Periscope, onde
transmito vídeos gratuitos ao vivo com dicas adicionais para seu estudo:
www.periscope.tv/arthurrrl, ou simplesmente busque @ARTHURRRL no
aplicativo.

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2. CRONOGRAMA DO CURSO
Segue abaixo o cronograma do nosso curso. Ele foi preparado após
minunciosa análise de diversos editais de Matemática Financeira de
concursos recentes, para abordar tudo aquilo que vem sendo cobrado
com maior frequência, e mesmo alguns tópicos cobrados menos vezes.
Pretendo deixá-lo com um material que permita enfrentar a grande
maioria dos concursos!
Data Aula
01/03 Aula 00 – demonstrativa
15/03 Aula 01 - Conceitos introdutórios. Porcentagem,
proporcionalidade e juros simples.
01/04 Aula 02 - Capitalização composta: cálculo de juros e montantes.
Convenção linear e exponencial. Taxas equivalentes,
proporcionais, nominais e efetivas. Influência da inflação: taxa
real e taxa aparente. Taxa média e prazo médio. Capitalização
contínua.
15/04 Aula 03 - Desconto simples e composto, racional (por dentro) e
comercial (por fora)
01/05 Aula 04 - Bateria extra de exercícios: juros e descontos
15/05 Aula 05 - Sistemas de amortização de empréstimos: Sistema
Francês (Tabela Price); Sistema de Amortização Constante
(SAC); Sistema Misto (SAM); e Sistema Americano de
Amortização a uma e a duas taxas (Sinking Fund).
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01/06 Aula 06 - Valor atual. Equivalência financeira. Séries finitas e


infinitas (ou perpétuas) de pagamentos: postecipadas,
antecipadas e diferidas. Utilização de tabelas financeiras. Valor
futuro. Operação Balão
15/06 Aula 07 - Fluxo de caixa, VPL, taxa interna de retorno do
acionista e do projeto, payback, valor anual uniforme
equivalente, custo efetivo de empréstimos, avaliação de
alternativas de investimentos, índices de preços, indexações,

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correção monetária
01/07 Aula 08 - Bateria extra de exercícios: sistemas de amortização,
séries de pagamentos, cálculo financeiro
15/07 Aula 09 - Noções de administração financeira: objetivo, funções e
estrutura; finanças; patrimônio; liquidez e rentabilidade
31/07 Aula 10 – Resumo teórico

Os vídeos abordarão os temas mais importantes: juros


simples, compostos, contínuos, descontos, sistemas de
amortização, valor atual, séries de pagamentos, fluxo de caixa,
taxa de retorno etc.
Sem mais, vamos a uma demonstração do curso.

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3. RESOLUÇÃO DE QUESTÕES DE MATEMÁTICA FINANCEIRA
Nesta primeira aula vamos resolver juntos uma bateria de questões
de Matemática Financeira. São questões das principais bancas,
selecionadas para te dar uma ideia geral do que você irá aprender no
nosso curso. É natural que você sinta alguma dificuldade em
resolver as questões neste momento, afinal ainda não passamos
pelos tópicos teóricos correspondentes. Ao longo das aulas voltaremos a
essas questões nos momentos oportunos, isto é, após estudar a
respectiva teoria. Aproveite esta aula para avaliar o nível de cobrança
esperado para a sua prova e, claro, a minha forma de lecionar. Vamos
começar?

1. VUNESP – MP/SP – 2016) Gabriel aplicou R$ 3.000,00 a juro


simples, por um período de 10 meses, que resultou em um rendimento de
R$ 219,00. Após esse período, Gabriel fez uma segunda aplicação a juro
simples, com a mesma taxa mensal da anterior, que após 1 ano e 5
meses resultou em um rendimento de R$ 496,40. O valor aplicado por
Gabriel nessa segunda aplicação foi 09455611643

(A) R$ 5.500,00.
(B) R$ 6.000,00.
(C) R$ 4.500,00.
(D) R$ 4.000,00.
(E) R$ 5.000,00.
RESOLUÇÃO:
Na primeira aplicação temos:
J=Cxjxt

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219 = 3000 x j x 10
219 / 30000 = j
j = 0,0073 = 0,73% ao mês

Na segunda aplicação temos 17 meses (1 ano e 5 meses) e


rendimento de 496,40 reais.
J=Cxjxt
496,40 = C x 0,0073 x 17
C = 4000 reais
Resposta: D

2. CESGRANRIO – ANP – 2016) Por 3 anos seguidos, a taxa de


inflação de certo país foi de 5% ao ano. Nesse período, o aluguel de um
imóvel foi reajustado, anualmente, pelo índice de inflação, o que fez com
que tal aluguel passasse a ser de p unidades monetárias. Para saber o
valor do mesmo aluguel antes desses reajustes, basta dividir p por
(A) 4,50
(B) 1,50
(C) 1,05
(D) (1,50)3
(E) (1,05)3
RESOLUÇÃO:
Seja A o valor inicial do aluguel, antes dos reajustes. Cada aumento
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de 5% corresponde a multiplicar este valor por (1 + 5%), ou seja, por


1,05. Devemos fazer isso 3 vezes seguidas para chegar no preço final “p”,
ou seja,
p = A x 1,05 x 1,05 x 1,05
p = A x 1,053
A = p / 1,053

Portanto, para chegar no valor inicial do aluguel (A), basta dividir o


preço final p por 1,053.

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Resposta: E

3. UFG – ISS/Goiânia – 2016) Um título de R$ 20 000,00, com


vencimento para 60 dias, foi renegociado e devedor e credor, em comum
acordo, ajustaram que a dívida seria paga em dois pagamentos iguais
com vencimentos para 90 dias e 120 dias. A taxa acertada foi de 2% a.m.
Nesse caso, qual será o valor que mais se aproxima, em R$, do valor de
cada uma das duas parcelas, no modelo racional?
(A) 9 504,95
(B) 10 287,65
(C) 10 322,58
(D) 10 339,12
RESOLUÇÃO:
Seja P o valor de cada pagamento a ser realizado em 90 e 120 dias.
Vamos trazer esses 2 pagamentos para a data t = 60 dias, e igualar ao
valor de 20.000 reais, usando a taxa de 2%am e desconto racional:
20.000 = P/(1+2%)1 + P/(1+2%)2
20.000 = P/1,021 + P/1,022
20.000 x 1,022 = P x 1,02 + P
20.000 x 1,0404 = 2,02 x P
20.808 = 2,02 x P
10.404 / 1,01 = P
P = 10.300 reais
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(mais próximo de 10287 do que de 10322)


Resposta: B

4. UFG – ISS/Goiânia – 2016) Uma empresa tem os seguintes débitos:


uma parcela de R$ 100 000,00 vencível em 30 dias, uma segunda parcela
de R$ 100 000,00 em 60 dias e outra de R$ 150 000,00 vencível em 90
dias. Se a empresa pagar à vista todos os débitos, ela terá um desconto
cuja taxa efetiva vigente no mercado é de 3% a.m. Nesse caso, qual seria

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então o valor que mais se aproxima do valor à vista da dívida, em R$, a
ser pago pela empresa?
(A) 328 618,20
(B) 339 500,00
(C) 345 500,00
(D) 349 947,50
RESOLUÇÃO:
Trazendo todos os pagamentos para o valor presente, temos:
VP = 100.000 / (1+3%)1 + 100.000 /(1+3%)2 + 150.000/(1+3%)3
VP = 100.000 / 1,03 + 100.000 /1,032 + 150.000/1,033
VP = 97087 + 97087 /1,03 + 150.000/(1,0906x1,03)
VP = 97087 + 94259 + 133533
VP = 324879 reais
(mais próximo de 328618,20)
Resposta: A

5. UFG – ISS/Goiânia – 2016) Uma pessoa antes de tomar emprestado


uma quantia de R$ 100 000,00, avalia três propostas: a primeira, à taxa
de 5% ao mês, durante 8 meses; a segunda, à taxa de 4% ao mês,
durante 12 meses; a terceira, à taxa de 3% ao mês, durante 24 meses;
todas a juros simples. O valor dos juros a serem pagos, em reais, à
proposta em que pagará menos juros, é:
(A) 72 000,00 09455611643

(B) 60 000,00
(C) 48 000,00
(D) 40 000,00
RESOLUÇÃO:
Calculando os juros de cada proposta, lembrando que no regime
simples temos J = C x j x t, temos:
PRIMEIRA: J = 100.000 x 5% x 8 = 100.000 x 40%
SEGUNDA: J = 100.000 x 4% x 12 = 100.000 x 48%
TERCEIRA: J = 100.000 x 3% x 24 = 100.000 x 72%

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Comparando as expressões acima, vemos que o menor valor de


juros é o da primeira proposta, que é de 100.000 x 40% = 40.000 reais.
Resposta: D

6. FGV – Contador da Prefeitura de Niteroi – 2015) Uma instituição


financeira oferece resgate do valor equivalente às reservas de um plano
de benefícios perpétuos em uma única vez. O acordo dará quitação geral
e definitiva dos benefícios, com a consequente extinção dos contratos.
Para um cliente que recebe R$ 3.000,00 mensais, foi oferecido o valor do
pagamento de R$ 60.000,00. Desconsidere impostos e taxas. A taxa
mensal de juros compostos praticada pela instituição nesse tipo de
operação foi:
(A) 5,0%;
(B) 5,5%;
(C) 7,1%;
(D) 8,0%;
(E) 10,2%
RESOLUÇÃO:
Temos uma renda perpétua R = 3.000 reais/mês que leva a um valor
presente de VP = 60.000 reais. A taxa de juros é dada pela relação:
R = VP x j
3.000 = 60.000 x j
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j = 3.000 / 60.000 = 3 / 60 = 1 / 20 = 5 / 100 = 5% ao mês


Resposta: A

7. FUNIVERSA – POLÍCIA CIENTÍFICA/GO – 2015) Uma loja de


eletrodomésticos anuncia a venda de uma TV por R$ 4.200,00 e de uma
geladeira por R$ 2.500,00. Dona Teresa, interessada nos dois produtos,
conseguiu um desconto de 5% no valor da TV e pagou pelos dois
produtos, R$ 6.290,00. Nesse caso, no preço anunciado da geladeira,
dona Teresa conseguiu um desconto de

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a) 6%
b) 7%
c) 8%
d) 9%
e) 10%
RESOLUÇÃO:
Como Teresa conseguiu um desconto de 5 por cento no valor da
televisão, ela pagou por esse item um total de:
TV = 4.200 x (1 – 5%) = 4.200 x 0,95 = 3.990 reais.

Como o valor total desembolsado por Teresa foi igual a 6.290 reais,
isso significa que o preço pago na geladeira foi:
6.290 - 3.990 = 2.300 reais

Como o preço original da geladeira era 2.500 reais, podemos


observar que ela teve um desconto de 200 reais. Esse desconto
corresponde ao percentual:
P = desconto / valor original
P = 200 / 2500
P = 0,08
P = 8%
RESPOSTA: C

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8. FGV – ISS/NITERÓI – 2015) Uma empresa, que trabalha com taxa


mínima de atratividade de 20% ao ano, estuda a viabilidade econômica
de investir em um dos 3 projetos mutuamente excludentes:
Projeto X: Investir R$ 60.000,00 e resgatar anualmente R$ 30.000,00 nos
próximos 4 anos.
Projeto Y: Investir R$ 8.000,00 e resgatar anualmente R$ 5.000,00 nos
próximos 4 anos.

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Projeto Z: Investir R$ 30.000,00 e resgatar anualmente R$ 17.000,00 nos
próximos 4 anos.

Considerando o quadro acima, os projetos ordenados do melhor para o


pior, pelo método da Taxa Interna de Retorno – TIR, são:
(A) X, Y, Z;
(B) X, Z, Y;
(C) Y, Z, X;
(D) Y, X, Z;
(E) Z, Y, X.
RESOLUÇÃO:
Veja que temos os investimentos iniciais de cada projeto, suas
taxas internas de retorno, e também as taxas de retorno dos fluxos
incrementais. Em situações como esta, devemos priorizar os
investimentos com MAIOR INVESTIMENTO (pois nos permitem “ocupar” a
maior parte do nosso capital).

Neste caso, o maior investimento é o do projeto X (60 mil). Note


que X tem taxa de retorno superior à taxa mínima de atratividade (34,9%
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vs. 20%). Além disso, note que tanto o fluxo incremental X-Y como X-Z
possuem taxas de retorno superiores ao mínimo exigido (32% e 26%
respectivamente). Assim, X é o projeto mais interessante.

Em seguida vem Z, que tem o segundo maior investimento (30 mil),


possui taxa interna de retorno superior ao mínimo exigido (43,2% vs.
20%), e o fluxo incremental Z – Y também tem rentabilidade superior ao
mínimo (41%).
Por fim temos Y.

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Ficamos com a ordem X, Z e Y.
Resposta: B

9. FGV – Contador da Prefeitura de Niteroi – 2015) Uma aplicação


de R$ 10.000,00, após dois meses, resultou em um montante de R$
14.210,00. Considerando a incidência de imposto sobre o rendimento de
30% e a taxa mensal de inflação de 10%, a taxa de juros real durante o
período de aplicação foi:
(A) 7,0%;
(B) 7,5%;
(C) 8,0%;
(D) 8,5%;
(E) 9,0%.
RESOLUÇÃO:
Temos um ganho de R$4.210 reais. Como deve ser pago 30% de
imposto, então o ganho líquido é de 70% x 4.210 = 0,70 x 4.210 = 7 x
421 = 2.947 reais. Isso corresponde a um ganho percentual de 2.947 /
10.000 = 0,2947 = 29,47%. Portanto, esta é a nossa taxa aparente ou
nominal (jn). Sendo a inflação de 10% ao mês, ao longo de 2 meses esta
inflação é de 21% (basta obter a taxa bimestral equivalente a 10% ao
mês).

Assim, podemos obter a taxa real do período lembrando que:


(1 + taxa real) = (1 + taxa aparente) / (1 + inflação)
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(1 + taxa real) = (1 + 29,47%) / (1 + 21%)


(1 + taxa real) = 1,2947 / 1,21
(1 + taxa real) = 1,07
taxa real = 0,07 = 7%
Resposta: A

10. FUNIVERSA – SECRETARIA DA CRIANÇA/DF – 2015) Uma


pessoa coloca R$ 500,00 e R$ 1.500,00 de capital para render juros
simples pelos prazos de 180 dias e noventa dias, respectivamente,

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considerando-se uma taxa de 12% ao ano e tendo por base o ano
comercial.
Com base nessa situação hipotética, o valor dos juros somados das duas
operações será:
a) menor que R$ 50,00.
b) maior ou igual a R$ 50,00 e menor que R$ 100,00.
c) maior ou igual a R$ 100,00 e menor que R$ 150,00.
d) maior ou igual a R$ 150,00 e menor que R$ 200,00.
e) maior ou igual a R$ 200,00.
RESOLUÇÃO:
Vamos utilizar a fórmula do juro simples, qual seja:
J=Cxjxt
em que J é o valor dos juros, C é o capital inicial, j é a taxa e t é o
número de períodos.
Na primeira operação foram colocados R$ 500,00 para render juros
simples pelo prazo de 180 dias com uma taxa de 12% ao ano. Repare que
o prazo está em dias, enquanto a taxa é anual. Logo, o nosso prazo de
180 dias será substituído pelo prazo de 0,5 ano. Assim, temos:
J=Cxjxt
J = 500 x 0,12 x 0,5
J = 30 reais

Na segunda operação foram colocados R$ 1500,00 para render


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juros simples pelo prazo de 90 dias com uma taxa de 12% ao ano.
Repare que o prazo está em dias, enquanto a taxa é anual. Logo, o nosso
prazo de 90 dias será substituído pelo prazo de 0,25 ano. Assim, temos:
J=Cxjxt
J = 1500 x 0,12 x 0,25
J = 45 reais

Logo, o valor dos juros somados das duas operações é de 75 reais


e, portanto, é maior ou igual a R$ 50,00 e menor que R$ 100,00.

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RESPOSTA: B

11. FGV – ISS/NITERÓI – 2015) Um capital será aplicado por um ano.


O regime de capitalização será composto, sendo que incidirão duas taxas
de juros semestrais, pagas ao final de cada semestre. Sabendo-se que as
duas taxas de juros praticadas precisam somar 12%, a melhor escolha
para a taxa do primeiro semestre, do ponto de vista do investidor, é:
(A) 0% ao semestre;
(B) 1% ao semestre;
(C) 6% ao semestre;
(D) 9% ao semestre;
(E) 12% ao semestre.
RESOLUÇÃO:
Sabemos que a soma das taxas do primeiro e segundo semestres
deve ser 12%. Assim, para cada alternativa de resposta podemos calcular
o fator de acumulação de capital.

A) 0% ao semestre –> neste caso, a taxa do segundo semestre deve ser


de 12%, para que a soma das duas taxas seja 12%. Assim, ao longo dos
dois semestres temos uma rentabilidade total expressa por
(1 + 0%) x (1 + 12%) – 1 = 1,00×1,12 – 1 = 0,12 = 12%

B) 1% ao semestre –> no segundo semestre a taxa será de 11%,


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ficando:
(1 + 1%) x (1 + 11%) – 1 = 1,01 x 1,11 – 1 = 1,1211 – 1 = 12,11%

C) 6% ao semestre –> aqui ficamos com:


(1 + 6%) x (1 + 6%) – 1 = 1,06 x 1,06 – 1 = 1,1236 – 1 = 12,36%

D) 9% ao semestre –> aqui temos:


(1 + 9%) x (1 + 3%) – 1 = 1,09 x 1,03 – 1 = 1,1227 – 1 = 12,27%

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E) 12% ao semestre –> ficamos com:
(1 + 12%) x (1 + 0%) – 1 = 1,12 x 1,00 – 1 = 0,12 = 12%

Claramente a maior taxa é a da letra C, que é a melhor opção para


o investidor.
Resposta: C

12. FGV – Contador da Prefeitura de Niteroi – 2015) Um título de


valor de face de R$ 15.000,00, com vencimento para 90 dias, foi
descontado – desconto simples por fora ou desconto comercial – à taxa
de desconto de 60% ao ano. O valor do desconto, em reais, foi:
(A) 1.500;
(B) 1.750;
(C) 2.000;
(D) 2.250;
(E) 2.500.
RESOLUÇÃO:
Repare que 90 dias correspondem a 3 meses comerciais (de 30 dias
cada), e que 60% ao ano corresponde a 60% / 12 = 5% ao mês. Assim,
na fórmula do desconto comercial simples:
A = N x (1 – d x t)
A = 15.000 x (1 – 5% x 3)
A = 15.000 x (1 – 0,05 x 3)
09455611643

A = 15.000 x (1 – 0,15)
A = 15.000 x (0,85)
A = 150 x 85
A = 12.750 reais
O desconto foi de D = N – A = 15.000 – 12.750 = 2.250 reais.
Resposta: D

13. FGV – TJ/PI – 2015) Teófilo pagou sua fatura do cartão de crédito
com atraso. Por esse motivo, foram cobrados 12% de juros e Teófilo

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pagou o total de R$ 672,00. Se Teófilo tivesse pago sua fatura sem
atraso, o valor seria:
(A) R$ 591,36;
(B) R$ 600,00;
(C) R$ 602,54;
(D) R$ 610,00;
(E) R$ 612,64.
RESOLUÇÃO:
Podemos representar assim o problema:
Valor que Teófilo pagou = Valor que Teófilo poderia ter pago x (1+0,12)

Logo:
672 = Valor que Teófilo poderia ter pago x (1+0,12)
672 = Valor que Teófilo poderia ter pago x 1,12
Valor que Teófilo poderia ter pago = 672/1,12 = 600
Resposta: B

14. FGV – ISS/NITERÓI – 2015) Um empréstimo por dois anos


utilizando o regime de juros simples de 150% ao ano equivale a um
empréstimo utilizando o regime de juros compostos, pelo mesmo período,
de:
(A) 100% ao ano;
(B) 125% ao ano;
09455611643

(C) 150% ao ano;


(D) 175% ao ano;
(E) 200% ao ano.
RESOLUÇÃO:
Um empréstimo de 2 anos a juros simples de 150% ao ano renderá ao
todo 300%. Para obter essa mesma rentabilidade a juros compostos, a
taxa anual deve ser tal que:
(1 + 300%) = (1 + jeq)2
4 = (1 + jeq)2

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2 = 1 + jeq
1 = jeq
100% ao ano = jeq
Resposta: A

15. FGV – Contador da Prefeitura de Niteroi – 2015) Considere a


amortização de uma dívida pelo Sistema francês de amortização – tabela
Price em três pagamentos, vencendo a primeira prestação um período
após a liberação dos recursos, sendo que as duas primeiras parcelas de
amortização são R$ 5.000,00 e R$ 5.500,00, respectivamente. O valor de
cada prestação, em reais, é:
(A) 5.250;
(B) 5.500;
(C) 5.516;
(D) 6.050;
(E) 6.655.
RESOLUÇÃO:
Repare que do primeiro para o segundo mês houve um acréscimo de 500
reais no total amortizado, o que significa que houve uma redução de 500
reais nos juros incidentes. Como os juros incidem sobre o saldo devedor,
podemos associar essa redução de 500 reais nos juros com a redução no
saldo devedor, que foi de 5000 reais no primeiro mês. Assim, a taxa de
juros é tal que: 09455611643

j = 500 / 5000 = 5 / 50 = 10 / 100 = 10%.

Note ainda que, com a amortização de 5500 reais no segundo mês, o


saldo devedor cairá nesta quantia, de modo que os juros do terceiro mês
cairão em 5500 x 10% = 550 reais, elevando a cota de amortização nesta
mesma quantia. Assim, a terceira cota de amortização é de 5500 + 550 =
6050 reais.

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Portanto, somando as três cotas de amortização temos o valor total da
dívida:
VP = 5000 + 5500 + 6050 = 16550 reais

No primeiro mês tivemos juros de:


J = 16550 x 10% = 1655 reais
A prestação foi de:
P = 1655 + 5000 = 6655 reais

Essa é a prestação constante (afinal estamos no sistema francês).


Resposta: E

16. FGV – ISS/NITERÓI – 2015) Um comerciante vende seus produtos


em duas parcelas mensais e iguais, sendo a primeira com vencimento em
30 dias após a compra. Os clientes se recusam a pagar à vista sem
desconto. Se para o comerciante o dinheiro rende 25% ao mês, o máximo
de desconto que pode ser oferecido, de modo a tornar financeiramente
indiferente para ele a alternativa escolhida pelos clientes é,
aproximadamente:
(A) 25%;
(B) 26%;
(C) 27%;
(D) 28%; 09455611643

(E) 29%.
RESOLUÇÃO:
Podemos trazer os dois pagamentos futuros para a data presente
usando a taxa de desconto j = 25% ao mês. Ficamos com:
VP = P/1,25 + P/1,252
VP = P/(5/4) + P / (5/4)2
VP = 4P/5 + (4P/5) / (5/4)
VP = 0,8P + 0,8P / (5/4)
VP = 0,8P + 0,8P x 4/5

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VP = 0,8P + 0,64P
VP = 1,44P

Repare que o preço sem desconto seria P + P = 2P. Com a taxa de


desconto de 25%, o valor presente passa a ser de 1,44P. Assim, temos
um desconto de 2P – 1,44P = 0,56P. Percentualmente, este desconto é
de:
Percentual = 0,56P / 2P = 0,56 / 2 = 0,28 = 28%

Portanto, considerando a taxa de 25% ao mês, dar um desconto de


28% à vista é o mesmo que cobrar duas prestações sem desconto.
Resposta: D

17. FGV – Contador da Prefeitura de Niteroi – 2015) Um


empréstimo por dois meses utilizando o regime de juros compostos de
10% ao mês equivale a um empréstimo utilizando o regime de juros
simples, pelo mesmo período, de:
(A) 9,0% ao mês;
(B) 9,5% ao mês;
(C) 10,0% ao mês;
(D) 10,5% ao mês;
(E) 11,0% ao mês.
RESOLUÇÃO:
09455611643

No regime composto sabemos que em 2 meses com taxa de 10%am


temos o total de 21% de juros. Basta usar um exemplo simples, partindo
de um capital de 100 reais:
M = 100 x (1 + 10%)2 = 100 x 1,102 = 100 x 1,21 = 121 reais

Para obter esses mesmos 21% no regime simples basta usar a taxa de
21% / 2 = 10,5% ao mês.
Resposta: D

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18. FGV – ISS/NITERÓI – 2015) Um empréstimo de R$ 120.000,00 a
ser amortizado pelo Sistema de Amortização Constante – SAC – foi
contratado nas seguintes condições: prazo de três anos, pagamentos
semestrais, vencendo a primeira parcela a 180 dias da liberação dos
recursos, e taxa de juros de 5% ao semestre.
O valor da quarta prestação é, em reais:
(A) 20.000;
(B) 21.000;
(C) 22.000;
(D) 23.000;
(E) 24.000.
RESOLUÇÃO:
A amortização semestral é de:
A = VP / n = 120.000 / 6 = 20.000 reais por semestre

Após os 3 primeiros semestres, a dívida cai para:


Saldo devedor = 120.000 – 3 x 20.000 = 60.000 reais

Assim, os juros do quarto período são:


J = 60.000 x 5% = 60.000 x 5/100 = 600 x 5 = 3000 reais

A quarta prestação é:
P = A + J = 20.000 + 3.000 = 23.000 reais
09455611643

Resposta: D

19. FGV – Contador da Prefeitura de Niteroi – 2015) Um indivíduo


precisa pagar três parcelas para quitar a compra de um terreno. São
cobrados juros compostos de 30% ao semestre. As parcelas são de R$
120.000,00; R$ 180.000,00 e R$ 338.000,00 e vencem em seis meses,
um ano e dois anos, respectivamente. Esses três pagamentos podem ser
substituídos por um único pagamento, daqui a um ano, no valor, em
reais, de:

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(A) 458.461,54;
(B) 518.461,54;
(C) 536.000,00;
(D) 596.000,00;
(E) 638.000,00.
RESOLUÇÃO:
Para levar todos os pagamentos para t = 2 semestres (isto é, um ano),
devemos adiantar o primeiro pagamento em 1 semestre, retornar o
terceiro pagamento em 2 semestres, e adicionar ao segundo pagamento
(que já está em t = 2 semestres). Assim:
VP (em t = 2 semestres) = 120.000×1,30 + 180.000 + 338.000 / 1,302
VP (em t = 2 semestres) = 12.000×13 + 180.000 + 338.000 / 1,69
VP (em t = 2 semestres) = 156.000 + 180.000 + 2×169.000 / 1,69
VP (em t = 2 semestres) = 156.000 + 180.000 + 2×100.000
VP (em t = 2 semestres) = 156.000 + 180.000 + 200.000
VP (em t = 2 semestres) = 536.000 reais
Resposta: C

20. FGV – ISS/NITERÓI – 2015) Uma aplicação de R$ 10.000,00 foi


resgatada ao final de um ano gerando um montante de R$ 12.000,00.
Nas datas de aplicação e resgate, os números índices de preços - base
fixa eram 200 e 210, respectivamente. A taxa real de juros recebida
nessa aplicação durante o ano foi, aproximadamente:
09455611643

(A) 5%;
(B) 7%;
(C) 10%;
(D) 14%;
(E) 20%.
RESOLUÇÃO:
Veja que houve um ganho de 2.000 reais, que corresponde ao
ganho percentual de 2.000 / 10.000 = 20%. Este é o ganho aparente, ou
taxa aparente.

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O índice de inflação aumentou 10 pontos no período (de 200 para


210), o que corresponde a um aumento percentual de 10 / 200 = 5 / 100
= 5%. Esta é a taxa de inflação.

Podemos rapidamente encontrar a taxa real:


(1 + taxa real) = (1 + taxa aparente) / (1 + inflação)
1 + taxa real = (1 + 20%) / (1 + 5%) =
1,20 / 1,05 = 120 / 105 =
24 / 21 = 8 / 7 = 1,143
taxa real = 0,143
taxa real = 14,3%
Resposta: D

21. FGV – Contador da Prefeitura de Niteroi – 2015) Um capital está


aplicado à taxa nominal de 20% ao ano com capitalização trimestral. A
taxa efetiva semestral dessa aplicação é:
(A) 10,00%;
(B) 10,25%;
(C) 11,43%;
(D) 13,78%;
(E) 15,82%.
RESOLUÇÃO:
09455611643

Uma taxa nominal de 20%aa com capitalização trimestral corresponde a


uma taxa efetiva de 20% / 4 = 5% ao trimestre (afinal temos quatro
trimestres em um ano). Para irmos dessa taxa efetiva para outra taxa
efetiva, porém semestral, basta calcular a taxa semestral equivalente a
5% ao trimestre:
(1 + j)t = (1 + jeq)teq

Lembrando que teq = 1 semestre corresponde a t = 2 trimestres, temos:


(1 + 5%)2 = (1 + jeq)1

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2
(1,05) = 1 + jeq
1,1025 = 1 + jeq
jeq = 1,1025 – 1 = 0,1025 = 10,25% ao semestre
Resposta: B

22. FGV – ISS/NITERÓI – 2015) Um empréstimo é oferecido de tal


forma que os juros são cobrados antecipadamente, ou seja, no ato do
empréstimo. Se forem cobrados juros de taxa de j% ao período e, se a
cobrança dos juros for antecipada, a taxa de juros cobrada é:
(A) j * (1-j);
(B) j / (1+j);
(C) j * (1+j);
(D) j / (1-j);
(E) (1-j) * (1+j)
RESOLUÇÃO:
Temos a cobrança antecipada de uma taxa de j% ao período. Isto
significa que, se queremos pegar um empréstimo de valor inicial C por um
período, os juros de valor J = C.j serão cobrados no momento inicial do
empréstimo. Assim, eu vou sair do banco não com o valor C em mãos,
mas com C – C.j, pois já pagarei os juros neste momento. Ao final do
prazo, o montante M que eu precisarei pagar será simplesmente igual ao
capital C, pois os juros já foram pagos antecipadamente. Em síntese,
tenho uma operação onde o capital inicial é C – C.j, ou C.(1
09455611643
– j) e o
montante final é C. Na fórmula de juros, para 1 período,
Montante = Capital x (1 + taxa)
C = [C.(1 – j)] x (1 + taxa)
1 = (1 – j) x (1 + taxa)
1 / (1 – j) = 1 + taxa
1 / (1 – j) – 1 = taxa
taxa = 1 / (1 – j) – (1 – j) / (1 – j)
taxa = (1 – 1 + j) / (1 – j)
taxa = j / (1 – j)

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Essa é a taxa efetivamente cobrada. Para ilustrar melhor, suponha


que eu pegue 100 reais de empréstimo com taxa de j = 20% ao período.
Eu deveria pagar 20 reais de juros neste caso. Como os juros são pagos
antecipadamente, na verdade eu saio do banco com 100 – 20 = 80 reais
inicialmente, e pago ao final os 100 reais (pois os juros já foram pagos no
início). Assim, podemos calcular a taxa efetivamente praticada nesta
operação:
100 = 80 x (1 + taxa)
100 / 80 – 1 = taxa
1,25 – 1 = taxa
25% = taxa

Repare que a taxa antecipada era j = 20%, mas no fim das contas a
taxa efetivamente aplicada foi de 25%. Veja que elas obedecem a relação
que encontramos:
taxa = j / (1 – j) = 20% / (1 – 20%) = 0,20 / 0,80 = 1 / 4 = 25%
Resposta: D

FGV – Contador da Prefeitura de Niteroi – 2015) Um indivíduo


pretende comprar um imóvel financiado em 60 meses utilizando o
Sistema de Amortização Constante – SAC. Ele procurou uma instituição
financeira que opera com vencimento da primeira prestação um mês após
09455611643

a liberação dos recursos, taxa de juros de 5% ao mês, e foi informado


que, pela análise dos comprovantes de rendimentos, o limite máximo da
prestação teria que ser de R$ 5.000,00. O valor máximo que ele pode
financiar, em reais, é:
(A) 75.000;
(B) 100.000;
(C) 185.000;
(D) 225.000;
(E) 300.000.

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RESOLUÇÃO:
Para financiar o máximo possível, a nossa prestação inicial deve ser
máxima, ou seja, P = 5000 reais. Sendo VP o valor a ser financiado, a
amortização mensal é:
A = VP / n = VP / 60

Os juros incorridos no primeiro mês são de:


J = VP x j = VP x 5% = 0,05 VP

Portanto, a primeira prestação é tal que:


P=A+J
5000 = VP/60 + 0,05VP

Multiplicando todos os termos por 60, podemos eliminar o denominador:


60×5000 = 60 x VP/60 + 60 x 0,05VP
300000 = VP + 3VP
300000 = 4VP
VP = 300000 / 4
VP = 75000 reais
Resposta: A

24. FGV – ISS/NITERÓI – 2015) Para usufruir perpetuamente R$


2.000,00 por mês, reajustados mensalmente a uma taxa de 6%, o valor
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da renda um mês antes do primeiro pagamento, supondo taxa de juros de


10% ao mês, é, em reais:
(A) 12.500;
(B) 20.000;
(C) 22.000;
(D) 50.000;
(E) 55.000.
RESOLUÇÃO:

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Aqui a FGV cobrou um assunto bastante batido – as rendas
perpétuas – porém com uma variação raríssima em provas de concursos
públicos. Trata-se de uma perpetuidade com crescimento. Assim, sendo R
a renda perpétua, j a taxa de juros e g a taxa de crescimento, o valor
presente é dado por:
VP = R / (j – g)
Substituindo os valores fornecidos,
VP = 2.000 / (10% – 6%)
VP = 2.000 / 4% = 2.000 / 0,04 = 200.000 / 4 = 50.000 reais
Resposta: D

25. FGV – Contador da Prefeitura de Niteroi – 2015) Os juros sobre


uma dívida são cobrados utilizando a convenção linear. A dívida será paga
após um ano e meio, e a taxa de juros compostos anunciada pela
instituição financeira é de 20% ao ano. A porcentagem de juros cobrados
em relação ao principal é:
(A) 20%;
(B) 21%;
(C) 30%;
(D) 31%;
(E) 32%.
RESOLUÇÃO:
Seja C a dívida inicial. Temos um prazo de t = 1,5 ano e taxa composta
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de j = 20% ao ano. Na convenção linear, começamos usando a fórmula


de juros compostos, considerando apenas a parte inteira do prazo (t = 1
ano):
M = C x (1 + j)t
M = C x (1 + 20%)1
M = 1,20C

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Em seguida, aplicamos juros simples pela parte fracionária do prazo (t =
0,5 ano). Agora nosso capital inicial é 1,20C, que é o montante da
primeira etapa:
M = (1,20C) x (1 + j x t)
M = (1,20C) x (1 + 20% x 0,5)
M = (1,20C) x (1 + 10%)
M = (1,20C) x 1,10
M = 1,32 C

Portanto, veja que temos um ganho de 0,32C, ou 32% do capital inicial


(ou principal).
Resposta: E

26. FGV – ISS/NITERÓI – 2015) Um equipamento agrícola pode ser


alugado anualmente ou comprado. Esse equipamento custa R$
40.400,00, tem vida útil de 5 anos e, ao final desse período, tem valor
residual de R$ 16.100. O custo anual com a manutenção é de R$
2.000,00. Se o equipamento for alugado, o custo com manutenção é do
locador. Considerando a taxa mínima de atratividade de 10% ao ano, o
valor do aluguel que torna indiferente comprar ou alugar o equipamento
é, aproximadamente, em reais:
Utilize: 1,10-5= 0,62 e 1,105 = 1,61
(A) 8.000; 09455611643

(B) 10.000;
(C) 12.000;
(D) 14.000;
(E) 16.000.
RESOLUÇÃO:
Podemos calcular o valor presente líquido da primeira opção de
negócio, que é a compra da máquina. Neste caso, temos um investimento
inicial de 40.400 reais, mais 5 desembolsos anuais de 2.000 reais
(manutenção), e um único recebimento ao final de 5 anos, no valor de

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16.100 reais, referentes ao valor residual. Trazendo esse recebimento
para a data presente, temos:
VPentradas = 16.100 / (1,10)5 = 16.100 / 1,61 = 10.000 reais

Trazendo a série de 5 pagamentos de 2.000 reais para o valor


presente, devemos começar calculando o fator:
fator de valor atual = j.(1+j)n / [(1+j)n – 1] = 0,10.(1,10)5 / [1,105 – 1]
fator de valor atual = 0,10.1,61 / [1,61 – 1] = 0,161 / 0,61 = 0,2639

Assim, o valor presente desses pagamentos é:


VP = 2.000 / 0,2639 = 7.578,62 reais

Temos ainda o desembolso de 40.400 reais na data inicial. Nosso


VPL fica:
VPL = 10.000 – 7.578,62 – 40.400 = -37.978,60 reais

Este deve ser o mesmo VPL da outra opção, que é o pagamento de


5 aluguéis de valor P cada um. O valor presente desses 5 aluguéis é:
VPL = – P / 0,2639

Veja que coloquei o sinal negativo pois estamos falando de 5


desembolsos de valor P. Igualando os VPLs:
-P / 0,2639 = -37.978,60
09455611643

P = 0,2639 x 37.978,60
P = 10.022,55 reais
Resposta: B

27. FGV – Contador da Prefeitura de Niteroi – 2015) Foi realizado


um investimento com um principal de R$ 10.000,00, gerando um
montante de R$ 14.400,00, em dois anos. Considerando o regime de
juros compostos, esse investimento rendeu no ano a taxa de:
(A) 19,5%;

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(B) 20,0%;
(C) 21,5%;
(D) 22,0%;
(E) 22,5%.
RESOLUÇÃO:
Temos:
M = C x (1 + j)t
14.400 = 10.000 x (1 + j)2
1,44 = (1 + j)2
1,22 = (1 + j)2
1,2 = 1 + j
j = 1,2 – 1
j = 0,2
j = 20% ao ano
Resposta: B

28. FGV – ISS/NITERÓI – 2015) Um empréstimo no valor de R$


163.982,69 deve ser pago em 18 prestações iguais de R$ 10.000,00,
vencendo a primeira um período após a liberação dos recursos seguindo o
Sistema francês de amortização - tabela Price. Os juros são de 1% ao
período. Após o pagamento da 9ª prestação, o estado da dívida é, em
reais, de:
Utilize: 1,01-9 = 0,91 09455611643

(A) 81.000;
(B) 81.990;
(C) 82.800;
(D) 90.000;
(E) 94.710.
RESOLUÇÃO:
Logo após pagar a nona prestação, resta-nos uma série de
pagamentos, composta por 9 pagamentos postecipados de 10.000 reais

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cada. Podemos calcular o saldo devedor trazendo esses 9 pagamentos
faltantes para o seu valor presente na data t = 9 meses:
VP = 10.000 / fator
fator = 0,01.1,019 / (1,019 – 1)
fator = 0,01 / (1 – 1,01-9)
fator = 0,01 / (1 – 0,91)
fator = 0,01 / 0,09 = 1/9
Logo,
VP = 10.000 / (1/9) = 90.000 reais

Você pode ter estranhado este valor, assim como eu estranhei, pois
como neste momento faltam apenas 9 prestações de 10.000 reais cada,
não faz sentido lógico que o saldo devedor seja exatamente 90.000 reais,
pois isto só ocorreria numa situação de juros nulos (0%). Portanto, do
ponto de vista lógico essa questão tem problemas, e a meu ver poderia
ser anulada. O problema se deu por conta do arredondamento fornecido
pela banca, que ofereceu o valor 0,91 para substituir 1,01^-9, que na
realidade é 0,91434. Se usássemos este valor, obteríamos o fator
0,11674 no lugar de simplesmente 1/9, e com isso o valor presente da
dívida seria VP = 10.000 / 0,11674 = 85.660,44 reais. Aqui sim teríamos
algo lógico, pois teríamos uma dívida de 85660 reais a ser paga em 9
prestações restantes de 10.000 reais, que totalizam 90.000 reais,
havendo claramente a incidência de juros.
09455611643

Pela falta de lógica da questão, entendo que a banca devia anulá-la,


pois o arredondamento fornecido prejudicou o aluno mais bem preparado,
aquele que realmente entendeu o funcionamento do sistema francês.
Entretanto, vale dizer que o gabarito poderia ser atingido usando-se a
aproximação fornecida no enunciado, sem fazer maiores considerações.
Resposta: D

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29. FCC – ICMS/SP – 2013) Em 17/01/2012, uma pessoa tomou R$
20.000,00 emprestados do Banco A, por um ano, a juro simples, à taxa
de 4% ao mês. Após certo tempo, soube que o Banco B emprestava, a
juros simples, à taxa de 3% ao mês. Tomou, então, R$ 20.000,00
emprestados do Banco B até 17/01/2013 e no mesmo dia liquidou sua
dívida com o Banco A. Em 17/01/2013, os juros pagos aos Bancos A e B
totalizaram R$ 8.200,00. O número de meses correspondente ao prazo de
segundo empréstimo é
(A) 4
(B) 5
(C) 6
(D) 7
(E) 8
RESOLUÇÃO:
Entre 17/01/2012 e 17/01/2013 temos 12 meses. Chamando de “t”
meses o período de empréstimo no banco A, o período de empréstimo no
banco B será “12 – t” meses, pois juntos esses dois períodos
compreendem 1 ano, ou 12 meses:

09455611643

Pelo regime simples, os juros de uma operação são dados pela


fórmula J = C x j x t, onde C é o capital inicial, j é a taxa de juros e
t é o prazo de aplicação. Assim, os juros pagos a cada banco foram de:
JA = 20000 x 4% x t = 800t
JA = 20000 x 0,04 x t = 800t

JB = 20000 x 3% x (12 – t)

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JB = 20000 x 0,03 x (12 – t)
JB = 600 x (12 – t)
JB = 7200 – 600t

A soma dos juros foi de 8200 reais, ou seja:


JA + JB = 8200
800t + (7200 – 600t) = 8200
200t = 1000
t = 5 meses

Assim, o número de meses correspondente ao prazo de segundo


empréstimo é de:
12 – t =
12 – 5 =
7 meses
Resposta: D

30. FCC – ICMS/SP – 2013) Um investidor aplicou um capital de R$


5.000,00, resgatando o total de R$ 5.800,00 ao final de um quadrimestre.
Nesse período, a taxa de inflação foi de 2%. Das taxas abaixo, a que mais
se aproxima da taxa real de juros desse período é
(A) 14,0%
(B) 13,8% 09455611643

(C) 13,7%
(D) 13,6%
(E) 13,5%
RESOLUÇÃO:
Do valor inicialmente investido (5000) para o valor final (5800),
temos um ganho aparente de 800 reais. Em relação ao investimento
inicial, este valor representa, percentualmente:
800 / 5000 = 0,16 = 16%

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Chamamos este percentual de “juros nominais” ou “juros
aparentes”, simbolizado por jn. Assim, jn = 16%.
A inflação foi i = 2% neste período. A fórmula que relaciona os juros
reais (jreal) , os juros aparentes (jn) e a inflação (i) é:
1  jn
1  jreal 
1 i
1  0,16
1  jreal 
1  0, 02
1  jreal  1,137

jreal = 0,137
jreal = 13,7%

Assim, embora aparentemente o investidor tenha ganho 16%, a


inflação do período “correu” parte destes ganhos, de modo que o ganho
real foi de apenas 13,7%.
Resposta: C

31. FCC – ICMS/SP – 2013) Um agente deseja descontar hoje um


título com vencimento para daqui a 30 dias e tem as seguintes opções:
Banco I: taxa de 3% ao mês, operação de desconto simples racional.
Banco II: taxa de 3% ao mês, operação de desconto simples comercial.
Banco III: taxa de 4% ao mês, operação de desconto composto racional.
Banco IV: taxa de 3,5% ao mês, operação de desconto simples racional.
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Para obter o maior valor líquido, ele deve optar pelo Banco
(A) III ou IV.
(B) IV.
(C) III.
(D) II.
(E) I.
RESOLUÇÃO:
Para todos os 4 bancos, temos a informação de que o de
vencimento dos títulos se dará daqui a 30 dias, ou seja, daqui a t = 1

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mês. Para cada um dos casos, precisaremos lembrar a fórmula para o
cálculo do desconto, e aplicá-la corretamente. Sendo N o valor nominal ou
futuro do título, e A o valor atual ou presente, temos:

- Banco I: taxa j = 3% ao mês, operação de desconto simples racional.


N = A x (1 + j x t)
N = A x (1 + 0,03 x 1)
A = N / 1,03
A = 0,971N

- Banco II: taxa de 3% ao mês, operação de desconto simples comercial.


A = N x (1 – j x t)
A = N x (1 – 0,03 x 1)
A = 0,97N

- Banco III: taxa de 4% ao mês, operação de desconto composto


racional.
N = A x (1 + j)t
N = A x (1 + 0,04)1
A = N / 1,04
A = 0,961N

- Banco IV: taxa de 3,5% ao mês, operação de desconto simples racional.


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N = A x (1 + j x t)
N = A x (1 + 0,035 x 1)
A = N / 1,035
A = 0,966N

Portanto, o maior valor atual (ou valor líquido) é obtido no banco I,


sendo igual a 0,971N. Isto é, neste caso o valor atual do título é 97,1%
do seu valor nominal.
Resposta: E

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Obs.: Veremos que não é necessário efetuar todos esses cálculos. Para
obter a opção de maior valor líquido, basta buscar aquela onde o
desconto é menor. Sabemos que quanto menor é a taxa, menor é o
desconto, o que nos deixaria apenas entre as opções I e II. Dentre elas,
sabemos que o desconto comercial é maior que o racional (não é à toda
que os bancos preferem o desconto comercial!), de modo que o menor
desconto é o racional, aplicado pelo banco I.

32. FCC – ICMS/SP – 2013) Uma dívida no valor de R$ 10.000,00 foi


liquidada pelo Sistema de Amortização Constante (SAC) por meio de 50
prestações mensais consecutivas, vencendo a primeira delas um mês
após a data do empréstimo. Se a taxa foi de 2% ao mês, é verdade que
(A) a cota de amortização paga na 5a prestação foi de R$ 250,00.
(B) a cota de juro paga na 10a prestação foi de R$ 164,00.
(C) o valor da 15a prestação foi R$ 340,00.
(D) o saldo devedor após ser paga a 20a prestação foi de R$ 6.200,00.
(E) a cota de juro paga na última prestação foi de R$ 5,00.
RESOLUÇÃO:
Temos uma dívida de valor inicial VP = 10000 reais, a ser paga em
n = 50 prestações, corrigida pela taxa de j = 2%am. Vamos analisar cada
alternativa:

(A) a cota de amortização paga na 5a prestação foi de R$ 250,00.


09455611643

As cotas de amortização “A” são, simplesmente:


A = VP/n
A = 10000 / 50
A = 200 reais

Alternativa FALSA.

(B) a cota de juro paga na 10a prestação foi de R$ 164,00.

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Após pagar 9 prestações, o saldo devedor é diminuído em 9 vezes a
amortização mensal, que é de 200 reais cada:
SD = 10000 – 9 x 200
SD = 8200 reais

Os juros incidentes sobre este saldo serão cobrados na 10ª


prestação:
J10 = 8200 x 2%
J10 = 8200 x 0,02
J10 = 164 reais

Alternativa VERDADEIRA.

(C) o valor da 15a prestação foi R$ 340,00.


Após pagar 14 prestações, o saldo devedor é reduzido em 14 vezes
a amortização mensal:
SD = 10000 – 14 x 200 = 7200 reais

Os juros incidentes sobre este saldo serão cobrados na décima


quinta prestação:
J15 = 7200 x 2% = 144 reais

A 15ª prestação é dada pela soma da amortização mensal (200


09455611643

reais) com os juros do 15º período (144 reais), totalizando 344 reais.
Alternativa FALSA.

(D) o saldo devedor após ser paga a 20a prestação foi de R$ 6.200,00.
Após pagar 20 prestações, o saldo devedor é:
SD = 10000 – 20 x 200 = 6000 reais

Alternativa FALSA.

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(E) a cota de juro paga na última prestação foi de R$ 5,00.
Grave isso: no início do último período o saldo devedor é a última
cota de amortização. Ou seja, o saldo no início do último mês é de 200
reais. Sobre ele vão incidir juros de 2%:
Júltima = 200 x 0,02 = 4 reais

Alternativa FALSA.
Resposta: B

33. FCC – ICMS/SP – 2013) O dono de uma empresa deseja adquirir


um equipamento e tem duas opções, mostradas na tabela abaixo.

Considerando-se a taxa anual de juros compostos de 40% e sendo A1 e


A2 os respectivos módulos dos valores atuais das opções 1 e 2, na data
de hoje, é verdade que
(A) A1 − A2 = R$ 550,00
(B) A1 − A2 = R$ 566,80
(C) A1 − A2 = R$ 630,00
(D) A2 − A1 = R$ 960,00
(E) as duas opções são equivalentes.09455611643

RESOLUÇÃO:
Temos 2 fluxos de caixa, em relação aos quais devemos calcular os
respectivos VPLs. Para isso, repare que temos uma saída de recursos
inicial, correspondente ao custo inicial, e mais 10 saídas de recursos
anuais, correspondentes à manutenção. Ao final temos uma entrada de

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recursos correspondente ao valor residual, que é o valor pelo qual o
equipamento pode ser vendido após 10 anos de uso. Genericamente,
temos algo assim:

Assim,
VPL = VPentradas – VPsaídas

 10000  1000  FRC10,40% 


3181, 20
VPL1 
(1  0, 40)10

Repare que o fator de recuperação de capital para 10 períodos e


taxa de 40% foi dado pelo enunciado como sendo 2,41, e o fator de
acumulação de capital para 10 períodos e taxa de 40% foi dado como
sendo 28,92. Assim:
3181, 20
VPL1   10000  1000  2, 41
28,92
VPL1  12300
09455611643

Da mesma forma,

  7000  2000  FRC10,40% 


2024, 40
VPL2 
(1  0, 40)10
2024, 40
VPL2    7000  2000  2, 41
28,92
VPL2  11750

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Como A1 e A2 são os módulos dos valores atuais, podemos dizer
que A1 = 12300 e A2 = 11750, de modo que A1 – A2 = 550.
Resposta: A

34. CESPE – CEF – 2010) Antônio fez os dois investimentos seguintes,


em que ambos pagam juros compostos de 3% ao mês.

I Três depósitos mensais, consecutivos e iguais a R$ 2.000,00; o primeiro


foi feito no dia 1.º/3/2009.

II Dois depósitos mensais, consecutivos e iguais a R$ 3.000,00; o


primeiro foi feito no dia 1.º/3/2009.

Considerando que M1 e M2 sejam, respectivamente, os montantes das


aplicações I e II na data do terceiro depósito correspondente ao
investimento I, assinale a opção correta.
a) M2 – M1 = R$90,90
b) M2 – M1 = R$45,45
c) M2 = M1
d) M1 – M2 = R$45,45
e) M1 – M2 = R$90,90
RESOLUÇÃO:
Vejamos na linha do tempo os depósitos efetuados na aplicação I:
09455611643

Observe que, na data do 3º depósito, o 1º depósito já rendeu juros


por t = 2 meses e o 2º depósito já rendeu juros por t = 1 mês.

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Assim, somando os montantes dos 3 depósitos, na data de 01/05/2009,
podemos obter o montante M1:
M1 = 2000 x (1,03)2 + 2000 x (1,03)1 + 2000
M1 = 2000 x 1,0609 + 2000 x 1,03 + 2000 = 6181,80 reais

Vejamos agora os depósitos efetuados na aplicação II:

Repare que, na data de interesse do enunciado (01/05/2009), o 1º


depósito terá rendido juros por t = 2 meses e o 2º depósito terá rendido
juros por t = 1 mês. Assim, podemos obter o valor de M2:
M2 = 3000 x (1,03)2 + 3000 x (1,03)1
M2 = 3000 x 1,0609 + 3000 x 1,03 = 6272,70 reais

Portanto, veja que:


M2 – M1 = 6272,70 – 6181,80 = 90,90 reais
Resposta: A

35. CESPE – TRE/ES – 2011) Com base nos conceitos e aplicações da


09455611643

matemática financeira, julgue os seguintes itens.

( ) Se uma pessoa investir determinada importância em um tipo de


investimento cujo rendimento mensal é de 10% a juros compostos e, ao
final de dois meses, o montante disponível for de R$ 121 mil, então a
importância investida foi de R$ 96.800,00.
RESOLUÇÃO:

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Temos um montante final M = 121000 reais, taxa de juros
compostos j = 10% ao mês, e prazo de aplicação t = 2 meses. Assim,
podemos obter o capital inicial:
M = C x (1 + j)t
121000 = C x (1 + 0,1)2
121000 = C x 1,12
121000 = C x 1,21
C = 121000 / 1,21 = 100000 reais

Portanto, a importância investida (capital inicial) é superior a


R$96.800, tornando o item ERRADO.
Resposta: E

36. CESPE – STM – 2011) Carlos e Paulo ganharam R$ 200.000,00 em


uma loteria.
Com a sua metade do prêmio, Carlos comprou um apartamento e o
alugou por R$600,00 ao mês. No mesmo dia, Paulo investiu a sua parte
em uma aplicação financeira à taxa de juros compostos de 0,6% ao mês.
Carlos guardava em casa o valor do aluguel recebido; Paulo deixava o seu
rendimento na aplicação, para render nos meses seguintes.

Com base nessa situação, e considerando as aproximações 1,006 2 =


1,012; 1,0063 = 1,018 e 1,0066 = 1,0363; julgue os itens que se
09455611643

seguem.

( ) O rendimento obtido por Paulo no primeiro mês de aplicação é o


mesmo que o obtido por Carlos no primeiro mês de aluguel.

( ) No terceiro mês, o valor dos juros obtidos pelo investimento de Paulo


foi inferior ao valor do aluguel recebido por Carlos.

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( ) Para que, ao final do sexto mês, os montantes acumulados por Carlos
e por Paulo fossem iguais, Carlos deveria ter alugado o seu apartamento
por um valor superior a R$ 610,00.

( ) Ao final do terceiro mês, Paulo acumulou um montante superior a R$


102.000,00.
RESOLUÇÃO:
( ) O rendimento obtido por Paulo no primeiro mês de aplicação é o
mesmo que o obtido por Carlos no primeiro mês de aluguel.
Os juros auferidos por Paulo no primeiro mês são:
J = 100000 x 0,6% = 100000 x 0,006 = 600 reais

Trata-se do mesmo valor obtido por Carlos. Item CORRETO.

( ) No terceiro mês, o valor dos juros obtidos pelo investimento de Paulo


foi inferior ao valor do aluguel recebido por Carlos.
Vamos resolver essa questão sem efetuar contas, mas apenas
entendendo a dinâmica do problema. Observe que Carlos receberá
mensalmente R$600, afinal este é o valor fixo do aluguel. É como se ele
houvesse aplicado o dinheiro a juros simples. Já Paulo recebeu também
R$600 no primeiro mês, porém como a sua aplicação é feita no regime de
juros compostos, isto significa que no segundo mês ele receberá um valor
ligeiramente superior (pois os juros do primeiro mês são incorporados ao
09455611643

capital e rendem novos juros). No terceiro mês, Paulo receberá mais um


pouco.
Isto é, podemos afirmar que Paulo receberá mais do que R$600 nos
meses subsequentes, ou seja, mais do que Carlos, o que torna o item
ERRADO.

( ) Para que, ao final do sexto mês, os montantes acumulados por Carlos


e por Paulo fossem iguais, Carlos deveria ter alugado o seu apartamento
por um valor superior a R$ 610,00.

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Ao final de 6 meses, o montante de Paulo será:
M = C x (1 + j)t
M = 100000 x (1 + 0,006)6

Como o enunciado disse que 1,0066 = 1,0363, temos:


M = 100000 x 1,0363
M = 103630 reais

Para que Carlos também tivesse 103630 reais ao final de 6 meses,


ele deveria ter recebido, a título de aluguel, 103630 – 100000 = 3630
reais. Dividindo este valor entre os 6 meses de aluguel, podemos dizer
que Carlos deveria ter recebido 3630 / 6 = 605 reais por mês. Como 605
é inferior a 610, o item encontra-se ERRADO.

( ) Ao final do terceiro mês, Paulo acumulou um montante superior a R$


102.000,00.
Ao final do terceiro mês, o montante de Paulo é:
M = 100000 x (1 + 0,006)3

Dado que 1,0063 = 1,018 (fornecido pelo enunciado), temos:


M = 100000 x 1,018 = 101800 reais

Temos um valor ligeiramente inferior a R$102.000, portanto o item


09455611643

está ERRADO.
Resposta: C E E E

37. CESPE – CBM/ES – 2011) Considere que um capital de


R$10.000,00 tenha sido aplicado em determinado investimento, em
regime de juros simples, pelo período de 5 meses. Com base nessas
informações, julgue os itens que se seguem.

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( ) Obtendo-se a quantia de R$ 13.000,00 ao final do período, é correto
afirmar que a taxa de juros simples mensal da aplicação foi de 6%.
( ) Se a taxa de juros mensal da aplicação for de 5%, então o montante
auferido no período será de R$ 12.000,00.
RESOLUÇÃO:
O enunciado informa que o capital inicial é C = 10000 reais, o
regime é de juros simples, e o prazo de aplicação é t = 5 meses. Com
isso em mãos, vejamos cada item.

( ) Obtendo-se a quantia de R$ 13.000,00 ao final do período, é correto


afirmar que a taxa de juros simples mensal da aplicação foi de 6%.
Sendo o montante final M = 13000 reais, podemos obter a taxa de
juros “j” assim:
M = C x (1 + j x t)
13000 = 10000 x (1 + j x 5)
1,3 = 1 + 5j
5j = 0,3
j = 0,06 = 6%
Item CORRETO.

( ) Se a taxa de juros mensal da aplicação for de 5%, então o montante


auferido no período será de R$ 12.000,00.
Sendo j = 5% ao mês, o montante ao final do período é:
09455611643

M = 10000 x (1 + 0,05 x 5)
M = 10000 x 1,25
M = 12500 reais

Item ERRADO. Novamente repare que, apesar desse item ser


errado, o valor encontrado (12500) é próximo daquele apresentado no
enunciado (12000).
Resposta: C E

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38. FGV – ICMS/RJ – 2011) Um indivíduo deixa de pagar um título no
valor de R$2.000,00, atrasando o pagamento em três meses. A taxa de
juros, juros simples, é de 35% ao ano. Ao pagar o título, seu valor é
(A) R$ 2.250,00.
(B) R$ 2.325,00.
(C) R$ 2.175,00.
(D) R$ 2.155,00.
(E) R$ 4.100,00.
RESOLUÇÃO:
Temos uma dívida inicial C = 2000 reais, taxa j = 35% ao ano e
período t = 3 meses. A fórmula que relaciona o montante (M), o capital
inicial (C), a taxa de juros (j) e o prazo (t), no regime de juros simples, é:
M = C x (1 + j x t)

Veja que a taxa (35% ao ano) e o período (3 meses) estão em


unidades temporais distintas (ano e meses). Podemos igualar as unidades
através da regra de três abaixo:
12 meses ------------------------------- 1 ano
3 meses --------------------------------- t anos
12 x t = 3 x 1
t = 3 / 12
t=1/4
t = 0,25 ano
09455611643

Assim, temos j = 35% ao ano e t = 0,25 ano. Substituindo os


valores conhecidos na fórmula de juros simples, temos:
M = 2000 x (1 + 35% x 0,25)
M = 2000 x (1 + 0,35 x 0,25)
M = 2000 x (1,0875) = 2175 reais

Assim, devido ao atraso de 3 meses deverá ser pago o valor de


2175 reais, em substituição aos 2000 reais do início.

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Resposta: C

39. FGV – ICMS/RJ – 2011 – Adaptada) Um indivíduo tem uma dívida


de R$ 500,00 cuja taxa de juros é de 10% ao mês, juros compostos. Após
três meses, essa dívida é
(A) R$ 675,00.
(B) R$ 650,00.
(C) R$ 645,50.
(D) R$ 665,50.
(E) R$ 680,50.
RESOLUÇÃO:
O enunciado informa que há uma dívida inicial C = 500, que é
corrigida sob o regime de juros compostos, tendo taxa de juros j = 10%
ao mês e período t = 3 meses. A fórmula que relaciona o montante (M), o
capital inicial (C), a taxa de juros (j) e o prazo (t), no regime de juros
compostos, é:
M = C x (1 + j)t

Substituindo os valores conhecidos, temos:


M = 500 x (1 + 0,10)3
M = 500 x 1,1 x 1,1 x 1,1
M = 500 x 1,21 x 1,1
M = 665,50 reais
09455611643

Resposta: D

40. FGV – ICMS/RJ - 2011) O número de anos para que um capital


quadruplique de valor, a uma taxa de 5% ao mês, juros simples, é de
(A) 7,50.
(B) 3,80.
(C) 4,50.
(D) 5,00.
(E) 6,00.

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RESOLUÇÃO:
Imagine que temos um capital inicial C. Para ele quadruplicar, é
preciso que o montante final seja igual a 4C, ou seja, M = 4C. Sabemos
ainda que a taxa de juros simples é j = 5% ao mês, portanto podemos
usar a fórmula para obter o número de períodos necessários:
M = C x (1 + j x t)
4C = C x (1 + 0,05t)
4 = 1 x (1 + 0,05t) = 1 + 0,05t
0,05t = 4 – 1
t = 3 / 0,05
t = 60 meses

Como 1 ano tem 12 meses, então 60 meses correspondem a 5


anos. Este é o período necessário para o capital quadruplicar, se aplicado
a juros simples a uma taxa de 5% ao mês.
Resposta: D

41. FGV – ICMS/RJ – 2011) Em um período de um ano, a taxa


aparente de juros foi de 15%, e a taxa de inflação, de 5%. Assim, a taxa
real foi de
(A) 9,52%.
(B) 8,95%.
(C) 10,00%. 09455611643

(D) 7,50%.
(E) 20,75%.
RESOLUÇÃO:
A relação entre a taxa de juros real (jreal), a inflação (i) e a taxa de
juros nominal ou aparente (jn) é simplesmente:

(1  jn )
 (1  jreal )
(1  i )

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Veja que jn = 15% (taxa nominal ou aparente) e i = 5% (inflação).
Portanto, a taxa real (jreal) é:

(1  15%)
 (1  jreal )
(1  5%)
jreal  9,52%
Resposta: A

42. FGV – ICMS/RJ – 2011) Um título com valor de R$ 15.000,00 a


vencer em 4 meses é descontado no regime de juros simples a uma taxa
de desconto “por fora” de 6,25% ao mês. O valor presente do título é
igual a
(A) R$ 9.750.
(B) R$ 12.000.
(C) R$ 11.769.
(D) R$ 10.850.
(E) R$ 11.250.
RESOLUÇÃO:
Nessa questão, temos um título com valor nominal N = 15000,
prazo de vencimento t = 4 meses, com taxa de desconto j = 6,25% ao
mês. A fórmula do desconto comercial (“por fora”) simples é:
A  N  (1  j  t )

09455611643

Substituindo os valores conhecidos, podemos obter o valor atual ou


valor presente (A):
A  15000  (1  6,25%  4)

A = 11250 reais
Resposta: E

Considere os dados abaixo, para solução dos problemas de matemática


financeira.

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43. CEPERJ – SEFAZ/RJ – 2012) A diferença entre os descontos


racional e comercial de um título para 3 meses, à taxa de 120% a.a., é
R$ 500,00. O valor nominal do título é:

A) R$ 7.839,72

B) R$ 8.732,02

C) R$ 7.222,22

D) R$ 7.500,00

E) R$ 7.938,70

RESOLUÇÃO:

Seja N o valor nominal do título. A taxa de 120%aa pode ser


convertida para a taxa efetiva de 10% ao mês.

Aplicando o desconto racional simples temos:


09455611643

N
A
1  0,10  3

A  N / 1,3

Assim, o desconto racional é Dr = N – A = N – N/1,3

Aplicando o desconto comercial temos:

A  N  (1 0,10  3)  0,7N

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Desse modo, o desconto comercial é Dc = N – 0,7N = 0,3N

O enunciado disse que Dc – Dr = 500, ou seja:

0,3 N  ( N  N / 1,3)  500

0,39 N  (1,3 N  N )  650

0,09 N  650

N  7222, 22
Resposta: C

44. CEPERJ – SEFAZ/RJ – 2012) Três meses após ter tomado um


empréstimo a 5% ao mês, o devedor toma um segundo empréstimo a
3,5% ao mês e liquida o primeiro empréstimo; 5 meses após, liquida o
segundo empréstimo, pagando R$ 6.750,00. O valor do primeiro e do
segundo empréstimos, respectivamente, era de:

A) R$4.895,32; R$5.874,68

B) R$4.995,37; R$5.744,68

C) R$4.900,00; R$5.674,98

D) R$4.009,97; R$5.444,99 09455611643

E) R$4.125,30; R$5.238,00

RESOLUÇÃO:

Para o segundo empréstimo, sabemos que montante final é M =


6750, o prazo do empréstimo é t = 5 meses e a taxa de juros é j = 3,5%
ao mês. Colocando essas informações na fórmula de juros simples,
encontramos o valor inicial (C) deste empréstimo:

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M 2 = C2 × (1+ j2 × t2 )

6750 = C2 × (1+ 0,035× 5 )

C2  5744,68
Com isso, vemos que o capital inicial do segundo empréstimo (ou
seja, o valor do segundo empréstimo) é R$5744,68. Esta possibilidade
está presente apenas na letra B.

Resposta: B

45. CEPERJ – SEFAZ/RJ – 2012) Um financiamento no valor de


R$120.000,00 será quitado em um ano, à taxa de juros de 5% ao mês. O
valor da 12a prestação pelo Sistema Francês (SF) e o valor pelo Sistema
de Amortização Constante (SAC) são, respectivamente:

A) R$13.500,00; R$10.550,00

B) R$13.539,05; R$11.500,00

C) R$13.539,05; R$10.500,00

D) R$13.678,09; R$11.550,00

E) R$12.999,99; R$10.675,50

RESOLUÇÃO:
09455611643

Pelo sistema francês, podemos calcular a prestação através da


j  (1  j )n
fórmula P  VP  . Vejamos:
(1  j )n  1

j  (1  j )n 0,05  (1,05)12
P  VP   120000 
(1  j )n  1 (1,05)12  1
0,05  1,795856
P  120000   13539,05
1,795856  1

Obs.: veja que o valor de (1,05)12 encontrava-se na tabela


fornecida.

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Isso nos deixa entre as letras B e C. No sistema SAC, a amortização


mensal será igual a 120000 / 12 = 10000 reais. Assim, no início do 12º
mês a dívida é de apenas 10000 reais. Acrescentando 5% de juros
devidos neste mês, temos ao final do mês o valor de:

P = 1,05 x 10000 = 10500 reais

Ficamos com a letra C. Veja que valia a pena calcular primeiro a


prestação pelo SAC, pois todas as alternativas eram diferentes (e o
cálculo é bem mais simples). Como começamos calculando pelo francês,
ficamos entre 2 alternativas iguais.

Resposta: C

46. CEPERJ – SEFAZ/RJ – 2012) Um imóvel no valor de R$300.000,00


será financiado em 2 anos pela Tabela Price, a 78% a.a. . Os valores da
prestação, da amortização e dos juros contidos na 16a prestação,
respectivamente, são:

A) R$26.011,00; R$14.094,78; R$10.834,86

B) R$25.000,10; R$14.789,77; R$10.988,99

C) R$35.019,10; R$15.194,34; R$11.824,76

D) R$25.119,19; R$14.294,94; R$10.800,00


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E) R$25.019,10; R$14.194,24; R$10.824,86

RESOLUÇÃO:

Assumindo que as prestações são mensais, podemos dizer que a


taxa de 78% ao ano corresponde à taxa efetiva de 6,5% ao mês.
Portanto, a prestação no sistema price é dada por:

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j  (1  j )n
0,065  (1,065)24
P  VP   300000 
(1  j )n  1 (1,065)24  1

0,065  4,533050
P  300000   25019,31
4,533050  1

Veja que para resolver utilizamos o valor dado na tabela para


1,06524. Com isso, já podemos marcar a letra E, que é a única onde a
prestação corresponde àquela por nós encontrada.

Resposta: E

47. CEPERJ – SEFAZ/RJ – 2012) Compre hoje (01/12/2011) o seu


bilhete RIO-PARIS-RIO e comece a pagar somente em 01/03/2012. O
preço à vista é US$850,00, cobram-se juros de 3% a.m. e são 8
prestações mensais iguais. O valor das prestações é de:

A) US$128,46

B) US$138,40

C) US$129,46

D) US$135,23

E) US$1278,36

RESOLUÇÃO:

Observe que nos primeiros três meses você não paga nada, porém
09455611643

a sua dívida (850 dólares) rende juros de 3% ao mês. Ao final de dois


meses, temos:

M  850(1  0,03)2  901,765


(a tabela mostra que 1,032 = 1,06090, para auxiliar as contas)

A partir do início do terceiro mês, começa a contar o financiamento


propriamente dito, cuja primeira parcela será paga ao final deste terceiro

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mês. Temos 8 parcelas iguais, ou seja, devemos considerar o sistema
price. Calculando o valor da parcela, temos:

j  (1  j )n 0,03  (1,03)8
P  VP   901,765 
(1  j )n  1 (1,03)8  1

0,03  1,26677
P  901,765   128,46
1,26677  1

(o exercício deu que 1,038 = 1,26677, para auxiliar as contas)

Resposta: A

48. CESGRANRIO – TRANSPETRO – 2011) Um aplicador realizou um


investimento cujo valor de resgate é de R$ 80.000,00. Sabendo-se que a
taxa de juros simples é de 3,5% ao mês e que faltam 5 meses para o
resgate, o valor da aplicação, em reais, foi de:
a) 68.085,10
b) 66.000,00
c) 65.000,00
d) 64.555,12
e) 63.656,98
RESOLUÇÃO:
Observe que, nessa questão, R$80.000,00 não é o valor que foi
investido, mas sim o montante total ao final dos 5 meses de
investimento. Assim, o capital final é M = 80.000, a taxa de juros é j =
09455611643

3,5% a.m., e o tempo de aplicação é t = 5 meses. Utilizando a fórmula de


juros simples, podemos descobrir o valor que foi investido no início (C):
M  C  (1  j  t )
80000  C  (1  0,035  5)
80000  C  (1  0,175)
80000  C  (1,175)
80000
C  68085,10reais
1,175
Resposta: A.

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49. CESGRANRIO – TRANSPETRO – 2011) Considerando o mês de 30


dias, qual o montante, em reais, correspondente a uma aplicação de R$
125.000,00 por 225 dias, a uma taxa de juros simples de 4,5 % ao mês?
a) 134.375,00
b) 142.187,50
c) 166.815,75
d) 167.187,50
e) 171.876,50
RESOLUÇÃO:
Se 1 mês tem 30 dias, 225 dias correspondem a 7 meses e meio
(basta ver que 225 / 30 = 7,5). Portanto, vamos usar a fórmula de juros
simples para calcular o montante M ao aplicar um capital inicial C =
125000 por um período t = 7,5 meses e taxa de juros simples j = 4,5%.
M  C  (1  j  t )
M  125000  (1  0,045  7,5)
M  167187,5reais
Resposta: D.

50. CESGRANRIO – ANP – 2008) A Empresa Dias & Noites Ltda.


obteve um empréstimo de R$10.000,00 pelo prazo de 6 meses a juros
simples de 3% ao mês. No final do prazo de empréstimo, a empresa vai
pagar ao Banco o montante de
09455611643

(A) 11.800,00
(B) 11.699,99
(C) 11.500,00
(D) 11.333,33
(E) 10.980,00
RESOLUÇÃO:
Nessa questão, temos um capital inicial C = 10.000, aplicado pelo
prazo t = 6 meses, rendendo juros de j = 3% ao mês. Note que a taxa de
juros e o prazo estão na mesma unidade temporal: meses. Se não

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estivessem, o primeiro passo da resolução seria igualar essas unidades.
Para obter o montante final, basta aplicar a fórmula:
M  C  (1  j  t )
M  10000  (1  3%  6)
M  10000  (1 0,03  6)
M  10000  (1  0,18)  10000  1,18

M  11800 reais
Ou seja, ao final de 6 meses a empresa vai pagar R$11.800,00 ao
banco, isto é, os R$10.000 do capital inicial e mais R$1.800,00 a título de
juros simples da operação de empréstimo.
Resposta: A.

51. CESGRANRIO – PETROBRÁS – 2011) Maria quer comprar uma


bolsa que custa R$ 85,00 à vista. Como não tinha essa quantia no
momento e não queria perder a oportunidade, aceitou a oferta da loja de
pagar duas prestações de R$ 45,00, uma no ato da compra e outra um
mês depois. A taxa de juros mensal que a loja estava cobrando nessa
operação era de
(A) 5,0%
(B) 5,9%
(C) 7,5%
(D) 10,0%
(E) 12,5% 09455611643

RESOLUÇÃO:
Como Maria pagou 45 reais no ato da compra, restaram 85 – 45 =
40 reais de saldo devedor. Este era o saldo devedor inicial, ou capital
devido inicial C = 40.
Entretanto, foi preciso pagar o montante de 45 reais (M = 45) após
decorrido o prazo t = 1 mês. Colocando essas informações na fórmula de
juros simples, podemos obter a taxa de juros j da operação:

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M  C  (1  j  t )
45  40  (1  j  1)
45
 1 j
40
1,125  1  j
j  0,125  12,5%

Portanto, a taxa de juros praticada é de 12,5% ao mês (mesma


unidade temporal de “t”).
Resposta: E.

52. CESGRANRIO – TJ/RO – 2008) Um investidor que aplicou um


capital durante 25 meses, à taxa de juros simples de 2,0% ao mês,
resgatou, no final da operação, R$25.000,00 de juros. Qual o valor, em
reais, aplicado por esse investidor?
(A) 32.500,00
(B) 37.500,00
(C) 42.500,00
(D) 50.000,00
(E) 52.500,00
RESOLUÇÃO:
Aqui foi dito que os juros totais da aplicação é J = 25000 (e não o
montante final M!). A taxa de juros é j = 2% ao mês, e o prazo de
aplicação é t = 25 meses. Na fórmula de juros simples, temos:
09455611643

M  C  (1  j  t )
que é igual a:
M  C C  j t

Nessa última fórmula, vemos que o Montante final (M) é formado


pela soma de duas parcelas: o capital inicial C e os Juros totais
( J  C  j  t ). Portanto, podemos dizer que:
J  C  j t
25000  C  0,02  25
C  50000

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O capital inicial C, isto é, o valor aplicado inicialmente pelo
investidor, foi de R$50.000,00.
Resposta: D

53. ESAF – CVM – 2010) Qual o valor mais próximo do montante que
atinge uma dívida de R$ 2.000,00, quatro meses e meio depois, a uma
taxa de juros simples de 1,5% ao mês?
a) R$ 2.115,00
b) R$ 2.092,00
c) R$ 2.090,00
d) R$ 2.105,00
e) R$ 2.120,00
RESOLUÇÃO:
A dívida inicial, ou capital inicial, é C = 2000. O prazo é t = 4,5
meses. E a taxa de juros simples é j = 1,5% ao mês. Portanto:

M  C  (1  j  t )
M  2000  (1  0,015  4,5)
M  2135
Entre as alternativas de resposta, o valor mais próximo a
R$2.135,00 é o da letra E. Este poderia ser o gabarito, mas a ESAF
preferiu anular a questão (após ter divulgado a letra D como gabarito
preliminar). 09455611643

Resposta: E

54. ESAF – SEFAZ/SP – 2009 – Adaptada) Um capital unitário


aplicado a juros gerou um montante de 1,1 ao fim de 2 meses e 15 dias.
Qual a taxa de juros simples mensal de aplicação deste capital?
a) 4%
b) 10%
c) 60%
d) 54%

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e) 48%
RESOLUÇÃO:
Aqui temos um capital inicial unitário (C = 1), um montante final M
= 1,1 e o prazo de 2 meses e 15 dias, isto é, t = 2,5 meses. Podemos
descobrir a taxa de juros simples através da fórmula:

M  C  (1  j  t )
1,1  1  (1  j  2,5)
1,1  1  2,5 j
1,1  1
j  0,04  4%
2,5

Essa já é a taxa mensal, pois o período (t) utilizado estava nesta


unidade temporal.
Resposta: A

55. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) Marta aplicou R$ 10.000,00 em


um banco por 5 meses, a uma taxa de juros simples de 2% ao mês. Após
esses 5 meses, o montante foi resgatado e aplicado em outro banco por
mais 2 meses, a uma taxa de juros compostos de 1% ao mês. O valor dos
juros da segunda etapa da aplicação é igual a
a) R$ 221,10.
b) R$ 220,00.
09455611643

c) R$ 252,20.
d) R$ 212,20.
e) R$ 211,10.
RESOLUÇÃO:
Marta aplicou o capital inicial C = R$ 10.000,00 em um banco pelo
prazo t = 5 meses, a uma taxa de juros simples de j = 2% ao mês. O
montante final foi:
M = C x (1 + j x t)
M = 10000 x (1 + 2% x 5)

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M = 10000 x (1 + 0,02 x 5)
M = 10000 x (1 + 0,10)
M = 10000 x (1,10) = 11000 reais

Após esses 5 meses, o montante de 11000 reais foi resgatado e


aplicado em outro banco pelo prazo t = 2 meses, a uma taxa de juros
compostos de j = 1% ao mês. Repare que 11000 reais passou a ser o
capital inicial C dessa segunda aplicação. O montante obtido ao fim dos 2
meses foi:
M = C x (1 + j)t
M = 11000 x (1 + 1%)2
M = 11000 x (1,01)2
M = 11000 x (1,01 x 1,01)
M = 11000 x (1,0201)
M = 11221,10 reais

Assim, o valor dos juros da segunda etapa da aplicação é igual a:


Juros = Montante – Capital inicial
J=M–C
J = 11221,10 – 11000
J = 221,10 reais
Resposta: A

09455611643

56. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) Um título de R$ 20.000,00 foi


descontado 4 meses antes do seu vencimento, a uma taxa de desconto
comercial simples de 5% ao mês. A taxa efetiva mensal de juros simples
dessa operação é igual a
a) 6,50%.
b) 5,50%.
c) 5,25%.
d) 6,00%.
e) 6,25%.

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RESOLUÇÃO:
O título de valor nominal N = 20.000 reais foi descontado com um
prazo de antecipação de t = 4 meses em relação ao seu vencimento, à
taxa de desconto j = 5% ao mês, no regime de desconto comercial
simples, cuja fórmula é:
A = N x (1 – j x t)

Substituindo os valores conhecidos, podemos encontrar o valor


atual (A) do título:
A = 20000 x (1 – 5% x 4)
A = 20000 x (1 – 0,05 x 4)
A = 20000 x (1 – 0,20)
A = 20000 x (0,80)
A = 16000 reais

Para obter a taxa efetiva, basta usar a fórmula do desconto


RACIONAL. Temos o valor atual A = 16000 reais, valor nominal N =
20000 reais, prazo t = 4 meses, e a fórmula do desconto racional simples,
que é:
N = A x (1 + j x t)
20000 = 16000 x (1 + j x 4)
20000 / 16000 = (1 + j x 4)
1,25 = 1 + j x 4
09455611643

0,25 = j x 4
j = 0,25 / 4
j = 0,0625
j = 6,25% ao mês

Assim, embora tenha sido usada uma taxa nominal de 5% ao mês,


a taxa efetivamente praticada foi maior (6,25% ao mês).
Resposta: E

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Obs.: em nossas aulas também veremos fórmulas que permitem
calcular diretamente a taxa efetiva a partir da taxa nominal.

57. ESAF – PECFAZ – 2013) O capital de R$ 12.000,00 foi aplicado por


um ano e gerou R$ 1.860,00 de juros. Se a inflação desse ano foi de 5%,
então a taxa real de juros desse ano foi:
a) 11%
b) 10%
c) 10,5%
d) 9,5%
e) 9%
RESOLUÇÃO:
Temos um capital de 12000 reais que gerou juros de 1860 reais.
Percentualmente, esses juros representam:
P = 1860 / 12000 = 0,155 = 15,5%

Assim, a uma primeira vista (“aparentemente”) tivemos um ganho


de 15,5%. Esse é o nosso ganho aparente ou nominal, simbolizado por jn.
Ocorre que nesse período houve inflação à taxa i = 5%. Assim,
parte do nosso ganho foi “corroído” pela inflação, restando o ganho real
jreal, que pode ser obtido pela seguinte fórmula:
1  jn
 1  jreal
1 i09455611643

Substituindo os valores conhecidos:


1  15,5%
 1  jreal
1  5%
1  0,155
 1  jreal
1  0,05
1,155
 1  jreal
1,05
1,10  1  jreal

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0,10  jreal

10%  jreal

Assim, o taxa de juros real foi de apenas 10%.


Resposta: B

58. VUNESP – CASA – 2010) Um capital foi aplicado no sistema de


juros simples durante 20 meses, e o montante recebido ao final da
aplicação foi igual a 5/4 do capital inicial. A taxa anual de juros simples
dessa aplicação foi
(A) 15%.
(B) 18%.
(C) 20%.
(D) 22%.
(E) 25%.
RESOLUÇÃO:
No regime de juros simples, a fórmula que relaciona o capital
inicialmente aplicado (C), a taxa de juros da aplicação (j), o tempo de
duração da aplicação (t) e o montante obtido ao final do prazo (M) é:
M  C  (1  j  t )

Sendo C o capital inicial, foi dito que o montante recebido foi igual a
5/4 deste capital, ou seja, 09455611643

5
M C
4

Além disso, o prazo de aplicação foi t = 20 meses. Assim, temos:


M  C  (1  j  t )
5
C  C  (1  j  20)
4
5
 (1  j  20)
4

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5
 1  j  20
4
5 4
  j  20
4 4
1
 j  20
4
0, 25  j  20
0, 25
j  0,0125  1, 25%
20

Como o prazo “t” foi dado em meses, então a taxa de juros obtida é
mensal, isto é, j = 1,25% ao mês. Como o enunciado pediu a taxa anual,
basta multiplicarmos por 12 (pois temos 12 meses em 1 ano):
j = 12 x 1,25% = 15% ao ano
Resposta: A

59. VUNESP – CASA – 2011) Um certo capital foi aplicado a uma taxa
de juros simples de 30% ao ano, e o valor recebido de juros, ao final da
aplicação, correspondeu a 3/8 do capital inicial. Pode-se afirmar que esse
capital permaneceu aplicado durante
(A) 10 meses.
(B) 1 ano.
(C) 1 ano e 3 meses.
(D) 1 ano e 5 meses. 09455611643

(E) 1 ano e meio.


RESOLUÇÃO:
Aqui também temos o regime de juros simples, cuja fórmula é
M  C  (1  j  t ) . Foi dito que a taxa de juros é j = 30% ao ano, e que os

juros recebidos foram de 3/8 do capital inicial, isto é:


3
J C
8

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Os juros totais obtidos (J) são a diferença entre o montante (M) e o
capital inicial (C):
J=M–C

Assim, temos:
J=M–C
J  C  (1  j  t )  C
3
C  C  (1  30%  t )  C
8

Dividindo todos os termos por C:


3
 (1  30%  t )  1
8
3
 1  0,30  t  1
8
3
 0,30  t
8
3 3
 t
8 10
1 1
 t
8 10
10
t
8
t  1, 25
09455611643

Como a taxa de juros era anual, então este tempo é dado em anos.
Isto é,
t = 1,25 anos
t = 1 ano + 0,25 ano

Note que 0,25 ano = 0,25 x 12 meses = 3 meses. Logo,


t = 1 ano + 3 meses
Resposta: C

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Obs.: note que resolvemos essa questão usando apenas a fórmula
básica M = C x (1 + j x t). Entretanto, aqui a questão sairia
ainda mais rápido se você soubesse a relação entre os Juros Totais (J), o
capital inicial (C), o prazo (t) e a taxa (j): J = C x j x t.

60. VUNESP – SAP – 2011) Renato pediu R$ 3.000,00 emprestados


para pagar depois de 5 meses, à taxa de 3% ao mês, no regime de juro
simples. Ao fim desse período, Renato deverá pagar, de juro,
(A) R$ 45,00.
(B) R$ 90,00.
(C) R$ 180,00.
(D) R$ 450,00.
(E) R$ 900,00.
RESOLUÇÃO:
Temos a dívida inicial C = 3000 reais, a taxa de juros simples j =
3% ao mês e o prazo t = 5 meses. Portanto, usando a fórmula citada
acima para o cálculo dos Juros Totais, temos:
J=Cxjxt
J = 3000 x 3% x 5
J = 3000 x 0,03 x 5
J = 450 reais
Resposta: D

09455611643

61. VUNESP – CREFITO-3 – 2012) Bruno financiou a compra de uma


TV de LCD. Deu uma entrada de R$ 600,00, no ato da compra, mais uma
parcela de R$1.380,00 dois meses após a data da compra. Sabendo que o
preço à vista dessa TV era R$ 1.800,00, pode-se concluir que a taxa
mensal de juro simples desse financiamento foi de
(A) 7,5%.
(B) 6,0%.
(C) 5,5%.
(D) 5,0%.

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(E) 4,75%.
RESOLUÇÃO:
Para resolver essa questão você deve se lembrar que os juros
recaem apenas sobre o saldo devedor. Como o preço à vista da TV era de
1800 reais, e Bruno deu 600 reais de entrada, ele ficou com uma dívida
de:
1800 – 600 = 1200 reais

Assim, a dívida inicial era C = 1200 reais. Porém, após o prazo t =


2 meses, Bruno teve que pagar o montante M = 1380 reais. Vejamos qual
foi a taxa de juros simples:
M = C x (1 + j x t)
1380 = 1200 x (1 + j x 2)
1380 / 1200 = 1 + 2j
1,15 = 1 + 2j
1,15 – 1 = 2j
0,15 = 2j
j = 0,075 = 7,5% ao mês
Resposta: A

62. VUNESP – PREF. SJC – 2012) Um valor de R$ 8.000,00 é aplicado


a uma taxa de juros simples de 2,5% a.m. Outra aplicação é feita com o
valor de R$50.0000,00 a uma taxa de juros simples de 60% ao ano,
09455611643

durante quatro meses. O tempo necessário para que o montante da


primeira aplicação seja igual aos juros obtidos na segunda aplicação é,
em meses, igual a
(A) 9.
(B) 10.
(C) 11.
(D) 12.
(E) 13.
RESOLUÇÃO:

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A segunda aplicação teve C = 50000 reais, j = 60% ao ano e t = 4
meses. Note que a taxa de juros e o prazo estão definidos sob unidades
temporais diferentes (anos e meses). Para igualar essas unidades,
podemos dividir a taxa de juros por 12, obtendo j = 5% ao mês. Assim,
os juros totais da segunda aplicação são:
J=Cxjxt
J = 50000 x 5% x 4
J = 10000 reais

Na primeira aplicação temos o capital inicial C = 8000 reais e a taxa


de juros simples j = 2,5% ao mês. A questão quer saber o prazo “t” para
que esta primeira aplicação atinja o montante M = 10000 reais (que é o
valor dos juros da segunda aplicação). Assim:
M = C x (1 + j x t)
10000 = 8000 x (1 + 2,5% x t)
10000 / 8000 = 1 + 0,025t
1,25 = 1 + 0,025t
0,25 = 0,025t
t = 10 meses
Resposta: B
Obs.: Ao longo das aulas veremos detalhes sobre como igualar as
unidades temporais entre a taxa de juros e o prazo de aplicação. Nem
sempre podemos, simplesmente, efetuar a divisão que fizemos aqui.
09455611643

63. FUNDATEC – CAGE/SEFAZ/RS – 2014) Um investidor do mercado


financeiro pretende duplicar o seu capital inicial. Sabendo que a taxa de
juros ofertada no mercado é de 9% ao ano calcule o número de meses
necessários para atingir esse objetivo admitindo que a aplicação foi feita
sob o regime de capitalização mensal simples?

a) 11,11 meses

b) 24 meses

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c) 129,66 meses

d) 133,33 meses

e) 135,82 meses

RESOLUÇÃO:

Sendo C o capital inicial, o montante deve ser o dobro, ou seja, M =


2C. Como estamos no regime de juros simples, podemos transformar a
taxa j = 9% ao ano para j = 9% / 12 = 0,75% ao mês, afinal taxas
proporcionais são também equivalentes no regime simples. Assim,

M = C x (1 + j x t)

2C = C x (1 + 0,75% x t)

2 = 1 + 0,0075 x t

1 = 0,0075t

t = 1/0,0075

t = 10000 / 75

t = 400 / 3

t = 133,33 meses

RESPOSTA: D 09455611643

ATENÇÃO: utilize a tabela abaixo para resolver a próxima questão.

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64. FUNDATEC – CAGE/SEFAZ/RS – 2014) Calcule o valor de resgate


de uma aplicação de R$ 20.500,00, após dois anos, a uma taxa de juros
nominal de 12% ao ano, compostos trimestralmente.

a) R$ 25.420,00

b) R$ 25.500,00

c) R$ 25.715,20

d) R$ 25.968,79

e) R$ 26.000,00

RESOLUÇÃO:

A taxa nominal de 12%aa, capitalizada trimestralmente,


corresponde à taxa efetiva de 3% ao trimestre. Assim, temos:
09455611643

M = C x (1 + j)t

M = 20500 x (1 + 3%)8

Na tabela fornecida:

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M = 20500 x 1,2668

M = 25969,40 reais

RESPOSTA: D

65. CETRO – FCP – 2014) A quantidade de meses que um capital de


R$2500,00 aplicado no regime de juro simples, à taxa de 18% ao ano,
rendeu R$300,00 é de

(A) 4 meses.

(B) 5 meses.

(C) 6 meses.
09455611643

(D) 7 meses.

(E) 8 meses.

RESOLUÇÃO:

Lembrando que 18% ao ano corresponde à taxa de 18% / 12 =


1,5% ao mês, temos:

J=Cxjxt

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300 = 2500 x 1,5% x t

t = 8 meses

Resposta: E

66. CETRO – ISS/SP – 2014) As aplicações financeiras de longo prazo


são classificadas em um fluxo de caixa como

(A) investimentos.

(B) operações.

(C) financiamentos.

(D) empreendimentos.

(E) amortizações.

RESOLUÇÃO:

Observe que temos uma questão teórica de matemática financeira.


Aqui precisamos lembrar que um fluxo de caixa é normalmente formado
por investimentos, que são aplicações em um projeto de longo prazo, e
pelos resultados líquidos (ganhos ou perdas) de cada período no decorrer
da execução do projeto. 09455611643

Portanto, as aplicações de longo prazo são os investimentos.

Resposta: A

67. CETRO – ISS/SP – 2014) Ao aplicar R$3.200,00 a juros simples


com taxa de 2% ao mês, um investidor resgata, após 3 trimestres de
aplicação, o seguinte valor:

(A) R$3.100,00.

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(B) R$3.286,00.

(C) R$3.562,00.

(D) R$3.621,00.

(E) R$3,776,00.
RESOLUÇÃO:

Temos um capital inicial C = 3200 reais, aplicado a juros simples


com taxa j = 2% ao mês, e cujo prazo de aplicação é de t = 3
trimestres, ou seja, t = 9 meses (pois cada trimestre é formado por 3
meses).

Assim, o montante final (M) resgatado é dado pela fórmula de juros


simples:

M = C x (1 + j x t)

M = 3200 x (1 + 2% x 9)

M = 3200 x (1 + 0,02 x 9)

M = 3200 x (1 + 0,18)

M = 3200 x 1,18

M = 3776 reais
09455611643

Resposta: E

68. FGV – BNB – 2014) Fernando possui um título que tem taxa de
desconto de 0,75% ao mês e que paga mensalmente a quantia de R$
900,00, perpetuamente. Se Fernando quiser vender esse título, o seu
preço justo é de:

(A) R$ 12.000,00

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(B) R$ 67.500,00

(C) R$ 90.000,00

(D) R$ 120.000,00

(E) R$ 675.000,00
RESOLUÇÃO:

Temos um título perpétuo cuja renda mensal é de R = 900 reais e


taxa de juros é j = 0,75% ao mês. A fórmula que relaciona o valor
presente (ou valor justo) VP com a renda mensal R e a taxa de juros j é:

R = VP x j

Substituindo os valores conhecidos:

900 = VP x 0,75%

900 / 0,75% = VP

900 / 0,0075 = VP

VP = 120.000 reais

Resposta: D
09455611643

69. FGV – BNB – 2014) Francisco estava devendo R$ 2.100,00 à


operadora do cartão de crédito, que cobra taxa mensal de juros de 12%.
No dia do vencimento pagou R$800,00 e prometeu não fazer nenhuma
compra nova até liquidar com a dívida. No mês seguinte, no dia do
vencimento da nova fatura pagou mais R$ 800,00 e, um mês depois, fez
mais um pagamento terminando com a dívida. Sabendo que Francisco

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havia cumprido a promessa feita, o valor desse último pagamento,
desprezando os centavos, foi de:

(A) R$ 708,00

(B) R$ 714,00

(C) R$ 720,00

(D) R$ 728,00

(E) R$ 734,00
RESOLUÇÃO:

Inicialmente Francisco devia 2100 reais. Ele pagou 800 reais,


ficando com uma dívida de 2100 – 800 = 1300 reais. Como disse o
enunciado, ele não fez nenhuma compra nova até liquidar com a dívida.

No mês seguinte, no dia do vencimento da nova fatura pagou mais


R$ 800,00. Ocorre que a dívida de 1300 reais havia crescido 12%, ou
seja, ela estava em:

1300 x (1 + 12%) =

1300 x 1,12 =

1456 reais
09455611643

Assim, com este pagamento de 800 reais, a dívida caiu para:

1456 – 800 = 656 reais

No decorrer do próximo período esta dívida cresceu 12%, chegando


a:

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656 x (1 + 12%) =

656 x 1,12 =

734,72 reais

Neste momento foi feito mais um pagamento terminando com a


dívida. Ou seja, fica claro que este último pagamento foi no valor de
R$734,72. Desprezando os centavos, podemos marcar a alternativa E.

Resposta: E

70. FCC – ICMS/RJ – 2014) Uma instituição de ensino receberá R$


10.000,00 por ano, como uma doação à perpetuidade. Considerando os
juros efetivos de 12,5%
ao ano, então o valor atual desta doação será igual a
(A) R$ 90.000,00 caso a doação seja antecipada.
(B) R$ 77.500,00 caso a doação seja postecipada.
(C) R$ 80.000,00 caso a doação seja antecipada.
(D) R$ 82.500,00 caso a doação seja postecipada.
(E) R$ 87.500,00 caso a doação seja antecipada.
RESOLUÇÃO:
Temos uma questão sobre séries de pagamentos (perpétuas),
assunto que será trabalhado na aula 04 deste curso.
09455611643

A fórmula que relaciona o valor presente (ou valor atual, VP) com
os rendimentos recebidos periodicamente (R) e a taxa de juros (j), no
caso de recebimentos perpétuos, é:
R = VP x j

Substituindo os valores fornecidos,


10.000 = VP x 12,5%
VP = 10.000 / 0,125

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VP = 80.000 reais

Esta fórmula considera que os rendimentos são recebidos ao final


de cada período, ou seja, são postecipados. Essa é a regra geral.
Portanto, se as doações fossem postecipadas, o valor atual seria de
80.000 reais. Já se as doações fossem no início de cada período (ou seja,
antecipadas), precisamos somar ainda uma primeira doação de 10.000
reais logo no início da contagem de tempo, o que leva ao total de 90.000
reais.
Resposta: A

71. FCC – ICMS/RJ – 2014) A aplicação de um capital sob o regime de


capitalização simples, durante 10 meses, apresentou, no final deste
prazo, um montante igual a R$ 15.660,00. A aplicação de um outro
capital de valor igual ao dobro do valor do capital anterior sob o regime
de capitalização simples, durante 15 meses, apresentou, no final deste
prazo, um montante igual a R$ 32.480,00. Considerando que as duas
aplicações foram feitas com a mesma taxa de juros, então a soma dos
respectivos juros é igual a
(A) R$ 6.660,00
(B) R$ 3.480,00
(C) R$ 4.640,00
(D) R$ 5.600,00 09455611643

(E) R$ 6.040,00
RESOLUÇÃO:
Seja P o valor do primeiro capital. Logo, o segundo capital é igual a
2P (pois é o dobro do primeiro). Na fórmula de juros simples, temos:
M = C x (1 + j x t)

Para a primeira aplicação, temos montante M = 15.660,00 e prazo t


= 10 meses, portanto:

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15.660 = P x (1 + j x 10)

Na segunda aplicação temos M = 32.480,00 e t = 15 meses. A taxa


de juros é a mesma (j), e o capital inicial é o dobro do primeiro (2P).
Assim,
32.480 = 2P x (1 + j x 15)

Na primeira equação obtida, podemos isolar a variável P, ficando


com:
15660
P
1  10 j

Substituindo P pela expressão acima, na segunda equação, temos:


15660
32480  2   (1  15 j )
1  10 j

32480  (1  10 j )  2 15660  (1  15 j )

32480 + 324800j = 31320 + 469800j


32480 – 31320 = 469800j – 324800j
1160 = 145000j
j = 0,008
j = 0,8%
09455611643

Com isso podemos obter o valor do capital P:


15660
P
1  10 j
15660
P
1  10  0,008
P = 14500 reais

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O capital da segunda aplicação é o dobro (2P), ou seja, 29000 reais.
Podemos agora calcular os juros obtidos em cada uma das aplicações,
lembrando que a fórmula J = C x j x t relaciona os juros obtidos com o
capital aplicado (C), a taxa de juros (j) e o prazo da aplicação (t):
Jprimeira aplicação = 14500 x 0,008 x 10 = 1160 reais
Jsegunda aplicação = 29000 x 0,008 x 15 = 3480 reais

Portanto, a soma dos juros é igual a 1160 + 3480 = 4640 reais.


Resposta: C

72. FCC – ICMS/RJ – 2014) Um título é descontado em um banco 5


meses antes de seu vencimento com a utilização do desconto comercial
simples a uma taxa de desconto de 36% ao ano. Caso este título tivesse
sido descontado com a utilização do desconto racional simples, também a
uma taxa de desconto de 36% ao ano, o correspondente valor atual
superaria o valor atual anterior em R$ 517,50. O valor do desconto
apurado com a utilização da operação de desconto racional simples é
(A) R$ 3.500,00
(B) R$ 3.300,00
(C) R$ 3.350,00
(D) R$ 3.400,00
(E) R$ 3.450,00
RESOLUÇÃO: 09455611643

Sendo N o valor nominal deste título, A o valor atual, j a taxa de


desconto e t o prazo de antecipação em relação ao vencimento do título,
a fórmula do desconto comercial simples nos diz que:
A = N x (1 - j x t)

Com as informações dadas, temos:


A1 = N x (1 – 3% x 5)
A1 = 0,85N

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Repare que eu usei a taxa j = 3% ao mês, que é equivalente a 36%


ao ano no regime simples (basta dividir por 12, que é o número de meses
em um ano). Fiz isso porque o prazo foi dado em meses.

No caso do desconto racional simples, a fórmula é:


N = A x (1 + j x t)
N = A2 x (1 + 3% x 5)
N = A2 x 1,15
A2 = N / 1,15
A2 = 0,8695N

O enunciado disse que caso este título tivesse sido descontado com
a utilização do desconto racional simples, o correspondente valor atual
(A2) superaria o valor atual anterior (A1) em R$517,50. Ou seja,

A2 = A1 + 517,50
0,8695N = 0,85N + 517,50

0,8695N – 0,85N = 517,50


0,0195N = 517,50
N = 26538,46 reais

09455611643

` Portanto, no caso da operação de desconto racional simples temos o


valor nominal N = 26538,46 reais, e o valor atual:
A2 = 0,8695N = 0,8695 x 26538,46 = 23075,19 reais

Assim, o valor do desconto apurado seria:


D=N–A
D = 26538,46 – 23075,19
D = 3463,27 reais

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Temos, aproximadamente (pois fizemos alguns arredondamentos),
a resposta da alternativa E.
Resposta: E

73. CESGRANRIO – PETROBRAS – 2014) Um investidor dividiu em


duas partes os R$ 200.000,00 dos quais dispunha, aplicando, durante um
ano, uma das partes em um fundo de ações e a outra, em um fundo de
renda fixa. Ao final desse período, o rendimento líquido do fundo de ações
foi de 9% e o do fundo de renda fixa, de 5%, o que deu ao investidor um
total de R$ 13.200,00.
Qual foi, em reais, a quantia aplicada no fundo de renda fixa?
(A) 40.000,00
(B) 80.000,00
(C) 120.000,00
(D) 150.000,00
(E) 180.000,00
RESOLUÇÃO:
Dividindo o capital em duas partes, C e 200.000 – C, temos:
9% x C + 5% x (200.000 – C) = 13200
0,09C + 10.000 – 0,05C = 13200
C = 80000 reais

Assim, foi aplicado no fundo de renda fixa 200.000 – 80.000 =


09455611643

120.000 reais
RESPOSTA: C

74. CESGRANRIO – BANCO DO BRASIL – 2014) Um cliente contraiu


um empréstimo, junto a um banco, no valor de R$ 20.000,00, a uma taxa
de juros compostos de 4% ao mês, com prazo de 2 trimestres, contados
a partir da liberação dos recursos. O cliente quitou a dívida exatamente
no final do prazo determinado, não pagando nenhum valor antes disso.

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Qual o valor dos juros pagos pelo cliente na data da quitação dessa
dívida?

(A) R$ 5.300,00

(B) R$ 2.650,00

(C) R$ 1.250,00

(D) R$ 1.640,00

(E) R$ 2.500,00

RESOLUÇÃO:

Temos um empréstimo de valor inicial C = 20.000 reais, com taxa


de juros j = 4% ao mês, e prazo de 2 trimestres, ou seja, t = 6 meses
(pois cada trimestre tem 3 meses). O montante final desta dívida, no final
do prazo, é dado pela fórmula de juros compostos:

M = C x (1 + j)t

M = 20.000 x (1 + 4%)6

M = 20.000 x (1 + 0,04)6
09455611643

M = 20.000 x (1,04)6

Repare que a tabela fornecida no enunciado disse que o valor


aproximado de (1,04)6 é 1,265. Fazendo essa substituição na equação
acima, temos:

M = 20.000 x 1,265

M = 25.300 reais

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Portanto, ao final do prazo a dívida era de R$25.300,00. Portanto, o


valor

dos juros pagos pelo cliente na data da quitação dessa dívida é:

J=M–C

J = 25.300 – 20.000

J = 5.300 reais

Resposta: A

75. FGV – BANCO DO NORDESTE – 2014) Francisco não tinha


herdeiros diretos e assim, no ano de 2003, no dia do seu aniversário, fez
seu testamento. Nesse testamento declarava que o saldo total da
caderneta de poupança que possuía deveria ser dividido entre seus três
sobrinhos em partes proporcionais às idades que tivessem no dia de sua
morte. No dia em que estava redigindo o testamento, seus sobrinhos
tinham 12, 18 e 20 anos. Francisco morreu em 2013, curiosamente, no
dia do seu aniversário e, nesse dia, sua caderneta de poupança tinha
exatamente R$ 300.000,00. Feita a divisão de acordo com o testamento,
o sobrinho mais jovem recebeu:
(A) R$ 72.000,00
(B) R$ 82.500,00 09455611643

(C) R$ 94.000,00
(D) R$ 112.500,00
(E) R$ 120.000,00
RESOLUÇÃO:
A idade de cada sobrinho em 2013 era: 22, 28, 30. A quantia
herdada pelo mais jovem pode ser obtida assim:

Total distribuído ---------- Soma das idades


Valor do mais jovem---- idade do mais jovem

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300.000 ------------- 22 + 28 + 30
Valor ------------ 22

300.000 x 22 = Valor x 80
Valor = 82.500 reais
RESPOSTA: B

76. FGV – FUNARTE – 2014) Uma televisão pode ser comprada em


certa loja por R$860,00 à vista ou em duas parcelas de R$460,00, uma
no ato da compra e a outra 30 dias depois. A taxa de juros ao mês que a
loja está cobrando é de:

a) 8%;

b) 10%;

c) 12%;

d) 15%;

e) 18%.

RESOLUÇÃO:

Após o pagamento da primeira parcela de 460 reais, que ocorre no


ato da compra, o cliente fica com uma dívida de 860 - 460 = 400 reais.
Esta é a dívida inicial, que após um mês é liquidada pelo pagamento do
09455611643

valor final de 460 reais. Desse modo, a taxa de juros aplicada é:

M = C x (1 + j)

460 = 400 x (1 + j)

460 / 400 = 1 + j

1,15 = 1 + j

j = 0,15

j = 15%

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Resposta: D

77. FUNCAB – SEPLAG/MG – 2014) Um imóvel, no valor de $


360.000,00, foi adquirido com financiamento pelo Sistema de
Amortizações Constantes (SAC) para pagamento em 180 prestações
mensais, com juros nominais de 18% ao ano. Não considerando a
atualização monetária, a última parcela do financiamento terá o seguinte
valor:
A) $ 5.711,85
B) $ 2.700,00
C) $ 2.030,00
D) $ 5.797,50
RESOLUÇÃO:
A amortização mensal é:
A = VP / n
A = 360.000 / 180
A = 2000 reais

No início do último mês, só resta pagar a última cota de


amortização. Portanto, o saldo devedor é:
SD = A = 2000 reais

Ao longo do último mês este saldo rende juros de 1,5% (a taxa


09455611643

nominal de 18% ao ano, capitalizada mensalmente, corresponde à taxa


efetiva de 18% / 12 = 1,5% ao mês):
J = 1,5% x 2000
J = 0,015 x 2000
J = 30 reais

Assim, a última parcela é:


P=A+J

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P = 2000 + 30
P = 2030 reais
Resposta: C

78. FUNCAB – SEPLAG/MG – 2014) O período necessário para que


uma importância aplicada a juros simples de 12,5% ao ano quadruplique
de valor é de:
A) 24 anos.
B) 12 anos.
C) 32 anos.
D) 28 anos.
RESOLUÇÃO:
Para um capital inicial C quadruplicar, é preciso que o montante
final seja M = 4xC. Assim,
M = C x (1 + j x t)
4C = C x (1 + 12,5% x t)
4 = (1 + 12,5% x t)
4 – 1 = 12,5% x t
3 = 0,125t
t = 3 / 0,125
t = 24 anos
Resposta: A
09455611643

Fim de aula!!! Nos vemos na aula 01.

Abraço,

Prof. Arthur Lima

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1. VUNESP – MP/SP – 2016) Gabriel aplicou R$ 3.000,00 a juro


simples, por um período de 10 meses, que resultou em um rendimento de
R$ 219,00. Após esse período, Gabriel fez uma segunda aplicação a juro
simples, com a mesma taxa mensal da anterior, que após 1 ano e 5
meses resultou em um rendimento de R$ 496,40. O valor aplicado por
Gabriel nessa segunda aplicação foi
(A) R$ 5.500,00.
(B) R$ 6.000,00.
(C) R$ 4.500,00.
(D) R$ 4.000,00.
(E) R$ 5.000,00.

2. CESGRANRIO – ANP – 2016) Por 3 anos seguidos, a taxa de


inflação de certo país foi de 5% ao ano. Nesse período, o aluguel de um
imóvel foi reajustado, anualmente, pelo índice de inflação, o que fez com
que tal aluguel passasse a ser de p unidades monetárias. Para saber o
valor do mesmo aluguel antes desses reajustes, basta dividir p por
(A) 4,50 09455611643

(B) 1,50
(C) 1,05
(D) (1,50)3
(E) (1,05)3

3. UFG – ISS/Goiânia – 2016) Um título de R$ 20 000,00, com


vencimento para 60 dias, foi renegociado e devedor e credor, em comum
acordo, ajustaram que a dívida seria paga em dois pagamentos iguais

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com vencimentos para 90 dias e 120 dias. A taxa acertada foi de 2% a.m.
Nesse caso, qual será o valor que mais se aproxima, em R$, do valor de
cada uma das duas parcelas, no modelo racional?
(A) 9 504,95
(B) 10 287,65
(C) 10 322,58
(D) 10 339,12

4. UFG – ISS/Goiânia – 2016) Uma empresa tem os seguintes débitos:


uma parcela de R$ 100 000,00 vencível em 30 dias, uma segunda parcela
de R$ 100 000,00 em 60 dias e outra de R$ 150 000,00 vencível em 90
dias. Se a empresa pagar à vista todos os débitos, ela terá um desconto
cuja taxa efetiva vigente no mercado é de 3% a.m. Nesse caso, qual seria
então o valor que mais se aproxima do valor à vista da dívida, em R$, a
ser pago pela empresa?
(A) 328 618,20
(B) 339 500,00
(C) 345 500,00
(D) 349 947,50

5. UFG – ISS/Goiânia – 2016) Uma pessoa antes de tomar emprestado


uma quantia de R$ 100 000,00, avalia três propostas: a primeira, à taxa
de 5% ao mês, durante 8 meses; a segunda, à taxa de 4% ao mês,
09455611643

durante 12 meses; a terceira, à taxa de 3% ao mês, durante 24 meses;


todas a juros simples. O valor dos juros a serem pagos, em reais, à
proposta em que pagará menos juros, é:
(A) 72 000,00
(B) 60 000,00
(C) 48 000,00
(D) 40 000,00

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6. FGV – Contador da Prefeitura de Niteroi – 2015) Uma instituição
financeira oferece resgate do valor equivalente às reservas de um plano
de benefícios perpétuos em uma única vez. O acordo dará quitação geral
e definitiva dos benefícios, com a consequente extinção dos contratos.
Para um cliente que recebe R$ 3.000,00 mensais, foi oferecido o valor do
pagamento de R$ 60.000,00. Desconsidere impostos e taxas. A taxa
mensal de juros compostos praticada pela instituição nesse tipo de
operação foi:
(A) 5,0%;
(B) 5,5%;
(C) 7,1%;
(D) 8,0%;
(E) 10,2%

7. FUNIVERSA – POLÍCIA CIENTÍFICA/GO – 2015) Uma loja de


eletrodomésticos anuncia a venda de uma TV por R$ 4.200,00 e de uma
geladeira por R$ 2.500,00. Dona Teresa, interessada nos dois produtos,
conseguiu um desconto de 5% no valor da TV e pagou pelos dois
produtos, R$ 6.290,00. Nesse caso, no preço anunciado da geladeira,
dona Teresa conseguiu um desconto de
a) 6%
b) 7%
c) 8%
09455611643

d) 9%
e) 10%

8. FGV – ISS/NITERÓI – 2015) Uma empresa, que trabalha com taxa


mínima de atratividade de 20% ao ano, estuda a viabilidade econômica
de investir em um dos 3 projetos mutuamente excludentes:
Projeto X: Investir R$ 60.000,00 e resgatar anualmente R$ 30.000,00 nos
próximos 4 anos.

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Projeto Y: Investir R$ 8.000,00 e resgatar anualmente R$ 5.000,00 nos
próximos 4 anos.
Projeto Z: Investir R$ 30.000,00 e resgatar anualmente R$ 17.000,00 nos
próximos 4 anos.

Considerando o quadro acima, os projetos ordenados do melhor para o


pior, pelo método da Taxa Interna de Retorno – TIR, são:
(A) X, Y, Z;
(B) X, Z, Y;
(C) Y, Z, X;
(D) Y, X, Z;
(E) Z, Y, X.

9. FGV – Contador da Prefeitura de Niteroi – 2015) Uma aplicação


de R$ 10.000,00, após dois meses, resultou em um montante de R$
14.210,00. Considerando a incidência de imposto sobre o rendimento de
30% e a taxa mensal de inflação de 10%, a taxa de juros real durante o
período de aplicação foi:
(A) 7,0%; 09455611643

(B) 7,5%;
(C) 8,0%;
(D) 8,5%;
(E) 9,0%.

10. FUNIVERSA – SECRETARIA DA CRIANÇA/DF – 2015) Uma


pessoa coloca R$ 500,00 e R$ 1.500,00 de capital para render juros
simples pelos prazos de 180 dias e noventa dias, respectivamente,

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considerando-se uma taxa de 12% ao ano e tendo por base o ano
comercial.
Com base nessa situação hipotética, o valor dos juros somados das duas
operações será:
a) menor que R$ 50,00.
b) maior ou igual a R$ 50,00 e menor que R$ 100,00.
c) maior ou igual a R$ 100,00 e menor que R$ 150,00.
d) maior ou igual a R$ 150,00 e menor que R$ 200,00.
e) maior ou igual a R$ 200,00.

11. FGV – ISS/NITERÓI – 2015) Um capital será aplicado por um ano.


O regime de capitalização será composto, sendo que incidirão duas taxas
de juros semestrais, pagas ao final de cada semestre. Sabendo-se que as
duas taxas de juros praticadas precisam somar 12%, a melhor escolha
para a taxa do primeiro semestre, do ponto de vista do investidor, é:
(A) 0% ao semestre;
(B) 1% ao semestre;
(C) 6% ao semestre;
(D) 9% ao semestre;
(E) 12% ao semestre.

12. FGV – Contador da Prefeitura de Niteroi – 2015) Um título de


valor de face de R$ 15.000,00, com vencimento para 90 dias, foi
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descontado – desconto simples por fora ou desconto comercial – à taxa


de desconto de 60% ao ano. O valor do desconto, em reais, foi:
(A) 1.500;
(B) 1.750;
(C) 2.000;
(D) 2.250;
(E) 2.500.

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13. FGV – TJ/PI – 2015) Teófilo pagou sua fatura do cartão de crédito
com atraso. Por esse motivo, foram cobrados 12% de juros e Teófilo
pagou o total de R$ 672,00. Se Teófilo tivesse pago sua fatura sem
atraso, o valor seria:
(A) R$ 591,36;
(B) R$ 600,00;
(C) R$ 602,54;
(D) R$ 610,00;
(E) R$ 612,64.

14. FGV – ISS/NITERÓI – 2015) Um empréstimo por dois anos


utilizando o regime de juros simples de 150% ao ano equivale a um
empréstimo utilizando o regime de juros compostos, pelo mesmo período,
de:
(A) 100% ao ano;
(B) 125% ao ano;
(C) 150% ao ano;
(D) 175% ao ano;
(E) 200% ao ano.

15. FGV – Contador da Prefeitura de Niterói – 2015) Considere a


amortização de uma dívida pelo Sistema francês de amortização – tabela
Price em três pagamentos, vencendo a primeira prestação um período
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após a liberação dos recursos, sendo que as duas primeiras parcelas de


amortização são R$ 5.000,00 e R$ 5.500,00, respectivamente. O valor de
cada prestação, em reais, é:
(A) 5.250;
(B) 5.500;
(C) 5.516;
(D) 6.050;
(E) 6.655.

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16. FGV – ISS/NITERÓI – 2015) Um comerciante vende seus produtos
em duas parcelas mensais e iguais, sendo a primeira com vencimento em
30 dias após a compra. Os clientes se recusam a pagar à vista sem
desconto. Se para o comerciante o dinheiro rende 25% ao mês, o máximo
de desconto que pode ser oferecido, de modo a tornar financeiramente
indiferente para ele a alternativa escolhida pelos clientes é,
aproximadamente:
(A) 25%;
(B) 26%;
(C) 27%;
(D) 28%;
(E) 29%.

17. FGV – Contador da Prefeitura de Niteroi – 2015) Um


empréstimo por dois meses utilizando o regime de juros compostos de
10% ao mês equivale a um empréstimo utilizando o regime de juros
simples, pelo mesmo período, de:
(A) 9,0% ao mês;
(B) 9,5% ao mês;
(C) 10,0% ao mês;
(D) 10,5% ao mês;
(E) 11,0% ao mês.

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18. FGV – ISS/NITERÓI – 2015) Um empréstimo de R$ 120.000,00 a


ser amortizado pelo Sistema de Amortização Constante – SAC – foi
contratado nas seguintes condições: prazo de três anos, pagamentos
semestrais, vencendo a primeira parcela a 180 dias da liberação dos
recursos, e taxa de juros de 5% ao semestre.
O valor da quarta prestação é, em reais:
(A) 20.000;
(B) 21.000;
(C) 22.000;

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(D) 23.000;
(E) 24.000.

19. FGV – Contador da Prefeitura de Niteroi – 2015) Um indivíduo


precisa pagar três parcelas para quitar a compra de um terreno. São
cobrados juros compostos de 30% ao semestre. As parcelas são de R$
120.000,00; R$ 180.000,00 e R$ 338.000,00 e vencem em seis meses,
um ano e dois anos, respectivamente. Esses três pagamentos podem ser
substituídos por um único pagamento, daqui a um ano, no valor, em
reais, de:
(A) 458.461,54;
(B) 518.461,54;
(C) 536.000,00;
(D) 596.000,00;
(E) 638.000,00.

20. FGV – ISS/NITERÓI – 2015) Uma aplicação de R$ 10.000,00 foi


resgatada ao final de um ano gerando um montante de R$ 12.000,00.
Nas datas de aplicação e resgate, os números índices de preços - base
fixa eram 200 e 210, respectivamente. A taxa real de juros recebida
nessa aplicação durante o ano foi, aproximadamente:
(A) 5%;
(B) 7%; 09455611643

(C) 10%;
(D) 14%;
(E) 20%.

21. FGV – Contador da Prefeitura de Niteroi – 2015) Um capital está


aplicado à taxa nominal de 20% ao ano com capitalização trimestral. A
taxa efetiva semestral dessa aplicação é:
(A) 10,00%;
(B) 10,25%;

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(C) 11,43%;
(D) 13,78%;
(E) 15,82%.

22. FGV – ISS/NITERÓI – 2015) Um empréstimo é oferecido de tal


forma que os juros são cobrados antecipadamente, ou seja, no ato do
empréstimo. Se forem cobrados juros de taxa de j% ao período e, se a
cobrança dos juros for antecipada, a taxa de juros cobrada é:
(A) j * (1-j);
(B) j / (1+j);
(C) j * (1+j);
(D) j / (1-j);
(E) (1-j) * (1+j)

FGV – Contador da Prefeitura de Niteroi – 2015) Um indivíduo


pretende comprar um imóvel financiado em 60 meses utilizando o
Sistema de Amortização Constante – SAC. Ele procurou uma instituição
financeira que opera com vencimento da primeira prestação um mês após
a liberação dos recursos, taxa de juros de 5% ao mês, e foi informado
que, pela análise dos comprovantes de rendimentos, o limite máximo da
prestação teria que ser de R$ 5.000,00. O valor máximo que ele pode
financiar, em reais, é:
(A) 75.000; 09455611643

(B) 100.000;
(C) 185.000;
(D) 225.000;
(E) 300.000.

24. FGV – ISS/NITERÓI – 2015) Para usufruir perpetuamente R$


2.000,00 por mês, reajustados mensalmente a uma taxa de 6%, o valor
da renda um mês antes do primeiro pagamento, supondo taxa de juros de
10% ao mês, é, em reais:

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(A) 12.500;
(B) 20.000;
(C) 22.000;
(D) 50.000;
(E) 55.000.

25. FGV – Contador da Prefeitura de Niteroi – 2015) Os juros sobre


uma dívida são cobrados utilizando a convenção linear. A dívida será paga
após um ano e meio, e a taxa de juros compostos anunciada pela
instituição financeira é de 20% ao ano. A porcentagem de juros cobrados
em relação ao principal é:
(A) 20%;
(B) 21%;
(C) 30%;
(D) 31%;
(E) 32%.

26. FGV – ISS/NITERÓI – 2015) Um equipamento agrícola pode ser


alugado anualmente ou comprado. Esse equipamento custa R$
40.400,00, tem vida útil de 5 anos e, ao final desse período, tem valor
residual de R$ 16.100. O custo anual com a manutenção é de R$
2.000,00. Se o equipamento for alugado, o custo com manutenção é do
locador. Considerando a taxa mínima de atratividade de 10% ao ano, o
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valor do aluguel que torna indiferente comprar ou alugar o equipamento


é, aproximadamente, em reais:
Utilize: 1,10-5= 0,62 e 1,105 = 1,61
(A) 8.000;
(B) 10.000;
(C) 12.000;
(D) 14.000;
(E) 16.000.

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27. FGV – Contador da Prefeitura de Niteroi – 2015) Foi realizado
um investimento com um principal de R$ 10.000,00, gerando um
montante de R$ 14.400,00, em dois anos. Considerando o regime de
juros compostos, esse investimento rendeu no ano a taxa de:
(A) 19,5%;
(B) 20,0%;
(C) 21,5%;
(D) 22,0%;
(E) 22,5%.

28. FGV – ISS/NITERÓI – 2015) Um empréstimo no valor de R$


163.982,69 deve ser pago em 18 prestações iguais de R$ 10.000,00,
vencendo a primeira um período após a liberação dos recursos seguindo o
Sistema francês de amortização - tabela Price. Os juros são de 1% ao
período. Após o pagamento da 9ª prestação, o estado da dívida é, em
reais, de:
Utilize: 1,01-9 = 0,91
(A) 81.000;
(B) 81.990;
(C) 82.800;
(D) 90.000;
(E) 94.710.

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29. FCC – ICMS/SP – 2013) Em 17/01/2012, uma pessoa tomou R$


20.000,00 emprestados do Banco A, por um ano, a juro simples, à taxa
de 4% ao mês. Após certo tempo, soube que o Banco B emprestava, a
juros simples, à taxa de 3% ao mês. Tomou, então, R$ 20.000,00
emprestados do Banco B até 17/01/2013 e no mesmo dia liquidou sua
dívida com o Banco A. Em 17/01/2013, os juros pagos aos Bancos A e B
totalizaram R$ 8.200,00. O número de meses correspondente ao prazo de
segundo empréstimo é
(A) 4

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(B) 5
(C) 6
(D) 7
(E) 8

30. FCC – ICMS/SP – 2013) Um investidor aplicou um capital de R$


5.000,00, resgatando o total de R$ 5.800,00 ao final de um quadrimestre.
Nesse período, a taxa de inflação foi de 2%. Das taxas abaixo, a que mais
se aproxima da taxa real de juros desse período é
(A) 14,0%
(B) 13,8%
(C) 13,7%
(D) 13,6%
(E) 13,5%

31. FCC – ICMS/SP – 2013) Um agente deseja descontar hoje um


título com vencimento para daqui a 30 dias e tem as seguintes opções:
Banco I: taxa de 3% ao mês, operação de desconto simples racional.
Banco II: taxa de 3% ao mês, operação de desconto simples comercial.
Banco III: taxa de 4% ao mês, operação de desconto composto racional.
Banco IV: taxa de 3,5% ao mês, operação de desconto simples racional.
Para obter o maior valor líquido, ele deve optar pelo Banco
(A) III ou IV. 09455611643

(B) IV.
(C) III.
(D) II.
(E) I.

32. FCC – ICMS/SP – 2013) Uma dívida no valor de R$ 10.000,00 foi


liquidada pelo Sistema de Amortização Constante (SAC) por meio de 50
prestações mensais consecutivas, vencendo a primeira delas um mês
após a data do empréstimo. Se a taxa foi de 2% ao mês, é verdade que

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a
(A) a cota de amortização paga na 5 prestação foi de R$ 250,00.
(B) a cota de juro paga na 10a prestação foi de R$ 164,00.
(C) o valor da 15a prestação foi R$ 340,00.
(D) o saldo devedor após ser paga a 20a prestação foi de R$ 6.200,00.
(E) a cota de juro paga na última prestação foi de R$ 5,00.

33. FCC – ICMS/SP – 2013) O dono de uma empresa deseja adquirir


um equipamento e tem duas opções, mostradas na tabela abaixo.

Considerando-se a taxa anual de juros compostos de 40% e sendo A1 e


A2 os respectivos módulos dos valores atuais das opções 1 e 2, na data
de hoje, é verdade que
(A) A1 − A2 = R$ 550,00
(B) A1 − A2 = R$ 566,80
(C) A1 − A2 = R$ 630,00
(D) A2 − A1 = R$ 960,00
(E) as duas opções são equivalentes.

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34. CESPE – CEF – 2010) Antônio fez os dois investimentos seguintes,


em que ambos pagam juros compostos de 3% ao mês.

I Três depósitos mensais, consecutivos e iguais a R$ 2.000,00; o primeiro


foi feito no dia 1.º/3/2009.

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II Dois depósitos mensais, consecutivos e iguais a R$ 3.000,00; o
primeiro foi feito no dia 1.º/3/2009.

Considerando que M1 e M2 sejam, respectivamente, os montantes das


aplicações I e II na data do terceiro depósito correspondente ao
investimento I, assinale a opção correta.
a) M2 – M1 = R$90,90
b) M2 – M1 = R$45,45
c) M2 = M1
d) M1 – M2 = R$45,45
e) M1 – M2 = R$90,90

35. CESPE – TRE/ES – 2011) Com base nos conceitos e aplicações da


matemática financeira, julgue os seguintes itens.

( ) Se uma pessoa investir determinada importância em um tipo de


investimento cujo rendimento mensal é de 10% a juros compostos e, ao
final de dois meses, o montante disponível for de R$ 121 mil, então a
importância investida foi de R$ 96.800,00.

36. CESPE – STM – 2011) Carlos e Paulo ganharam R$ 200.000,00 em


uma loteria.
Com a sua metade do prêmio, Carlos comprou um apartamento e o
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alugou por R$600,00 ao mês. No mesmo dia, Paulo investiu a sua parte
em uma aplicação financeira à taxa de juros compostos de 0,6% ao mês.
Carlos guardava em casa o valor do aluguel recebido; Paulo deixava o seu
rendimento na aplicação, para render nos meses seguintes.

Com base nessa situação, e considerando as aproximações 1,006 2 =


1,012; 1,0063 = 1,018 e 1,0066 = 1,0363; julgue os itens que se
seguem.

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( ) O rendimento obtido por Paulo no primeiro mês de aplicação é o
mesmo que o obtido por Carlos no primeiro mês de aluguel.

( ) No terceiro mês, o valor dos juros obtidos pelo investimento de Paulo


foi inferior ao valor do aluguel recebido por Carlos.

( ) Para que, ao final do sexto mês, os montantes acumulados por Carlos


e por Paulo fossem iguais, Carlos deveria ter alugado o seu apartamento
por um valor superior a R$ 610,00.

( ) Ao final do terceiro mês, Paulo acumulou um montante superior a R$


102.000,00.

37. CESPE – CBM/ES – 2011) Considere que um capital de


R$10.000,00 tenha sido aplicado em determinado investimento, em
regime de juros simples, pelo período de 5 meses. Com base nessas
informações, julgue os itens que se seguem.

( ) Obtendo-se a quantia de R$ 13.000,00 ao final do período, é correto


afirmar que a taxa de juros simples mensal da aplicação foi de 6%.
( ) Se a taxa de juros mensal da aplicação for de 5%, então o montante
auferido no período será de R$ 12.000,00.

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38. FGV – ICMS/RJ – 2011) Um indivíduo deixa de pagar um título no


valor de R$2.000,00, atrasando o pagamento em três meses. A taxa de
juros, juros simples, é de 35% ao ano. Ao pagar o título, seu valor é
(A) R$ 2.250,00.
(B) R$ 2.325,00.
(C) R$ 2.175,00.
(D) R$ 2.155,00.
(E) R$ 4.100,00.

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39. FGV – ICMS/RJ – 2011 – Adaptada) Um indivíduo tem uma dívida
de R$ 500,00 cuja taxa de juros é de 10% ao mês, juros compostos. Após
três meses, essa dívida é
(A) R$ 675,00.
(B) R$ 650,00.
(C) R$ 645,50.
(D) R$ 665,50.
(E) R$ 680,50.

40. FGV – ICMS/RJ - 2011) O número de anos para que um capital


quadruplique de valor, a uma taxa de 5% ao mês, juros simples, é de
(A) 7,50.
(B) 3,80.
(C) 4,50.
(D) 5,00.
(E) 6,00.

41. FGV – ICMS/RJ – 2011) Em um período de um ano, a taxa


aparente de juros foi de 15%, e a taxa de inflação, de 5%. Assim, a taxa
real foi de
(A) 9,52%.
(B) 8,95%.
(C) 10,00%. 09455611643

(D) 7,50%.
(E) 20,75%.

42. FGV – ICMS/RJ – 2011) Um título com valor de R$ 15.000,00 a


vencer em 4 meses é descontado no regime de juros simples a uma taxa
de desconto “por fora” de 6,25% ao mês. O valor presente do título é
igual a
(A) R$ 9.750.

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(B) R$ 12.000.
(C) R$ 11.769.
(D) R$ 10.850.
(E) R$ 11.250.

43. CEPERJ – SEFAZ/RJ – 2012) A diferença entre os descontos


racional e comercial de um título para 3 meses, à taxa de 120% a.a., é
R$ 500,00. O valor nominal do título é:

A) R$ 7.839,72

B) R$ 8.732,02

C) R$ 7.222,22

D) R$ 7.500,00

E) R$ 7.938,70

44. CEPERJ – SEFAZ/RJ – 2012) Três meses após ter tomado um


empréstimo a 5% ao mês, o devedor toma um segundo empréstimo a
3,5% ao mês e liquida o primeiro empréstimo; 5 meses após, liquida o
segundo empréstimo, pagando R$ 6.750,00. O valor do primeiro e do
segundo empréstimos, respectivamente, era de:

A) R$4.895,32; R$5.874,68
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B) R$4.995,37; R$5.744,68

C) R$4.900,00; R$5.674,98

D) R$4.009,97; R$5.444,99

E) R$4.125,30; R$5.238,00

45. CEPERJ – SEFAZ/RJ – 2012) Um financiamento no valor de


R$120.000,00 será quitado em um ano, à taxa de juros de 5% ao mês. O

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a
valor da 12 prestação pelo Sistema Francês (SF) e o valor pelo Sistema
de Amortização Constante (SAC) são, respectivamente:

A) R$13.500,00; R$10.550,00

B) R$13.539,05; R$11.500,00

C) R$13.539,05; R$10.500,00

D) R$13.678,09; R$11.550,00

E) R$12.999,99; R$10.675,50

46. CEPERJ – SEFAZ/RJ – 2012) Um imóvel no valor de R$300.000,00


será financiado em 2 anos pela Tabela Price, a 78% a.a. . Os valores da
prestação, da amortização e dos juros contidos na 16a prestação,
respectivamente, são:

A) R$26.011,00; R$14.094,78; R$10.834,86

B) R$25.000,10; R$14.789,77; R$10.988,99

C) R$35.019,10; R$15.194,34; R$11.824,76

D) R$25.119,19; R$14.294,94; R$10.800,00

E) R$25.019,10; R$14.194,24; R$10.824,86

47. CEPERJ – SEFAZ/RJ – 2012) Compre hoje (01/12/2011) o seu


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bilhete RIO-PARIS-RIO e comece a pagar somente em 01/03/2012. O


preço à vista é US$850,00, cobram-se juros de 3% a.m. e são 8
prestações mensais iguais. O valor das prestações é de:

A) US$128,46

B) US$138,40

C) US$129,46

D) US$135,23

E) US$1278,36

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48. CESGRANRIO – TRANSPETRO – 2011) Um aplicador realizou um


investimento cujo valor de resgate é de R$ 80.000,00. Sabendo-se que a
taxa de juros simples é de 3,5% ao mês e que faltam 5 meses para o
resgate, o valor da aplicação, em reais, foi de:
a) 68.085,10
b) 66.000,00
c) 65.000,00
d) 64.555,12
e) 63.656,98

49. CESGRANRIO – TRANSPETRO – 2011) Considerando o mês de 30


dias, qual o montante, em reais, correspondente a uma aplicação de R$
125.000,00 por 225 dias, a uma taxa de juros simples de 4,5 % ao mês?
a) 134.375,00
b) 142.187,50
c) 166.815,75
d) 167.187,50
e) 171.876,50

50. CESGRANRIO – ANP – 2008) A Empresa Dias & Noites Ltda.


obteve um empréstimo de R$10.000,00 pelo prazo de 6 meses a juros
simples de 3% ao mês. No final do prazo de empréstimo, a empresa vai
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pagar ao Banco o montante de


(A) 11.800,00
(B) 11.699,99
(C) 11.500,00
(D) 11.333,33
(E) 10.980,00

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51. CESGRANRIO – PETROBRÁS – 2011) Maria quer comprar uma
bolsa que custa R$ 85,00 à vista. Como não tinha essa quantia no
momento e não queria perder a oportunidade, aceitou a oferta da loja de
pagar duas prestações de R$ 45,00, uma no ato da compra e outra um
mês depois. A taxa de juros mensal que a loja estava cobrando nessa
operação era de
(A) 5,0%
(B) 5,9%
(C) 7,5%
(D) 10,0%
(E) 12,5%

52. CESGRANRIO – TJ/RO – 2008) Um investidor que aplicou um


capital durante 25 meses, à taxa de juros simples de 2,0% ao mês,
resgatou, no final da operação, R$25.000,00 de juros. Qual o valor, em
reais, aplicado por esse investidor?
(A) 32.500,00
(B) 37.500,00
(C) 42.500,00
(D) 50.000,00
(E) 52.500,00

53. ESAF – CVM – 2010) Qual o valor mais próximo do montante que
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atinge uma dívida de R$ 2.000,00, quatro meses e meio depois, a uma


taxa de juros simples de 1,5% ao mês?
a) R$ 2.115,00
b) R$ 2.092,00
c) R$ 2.090,00
d) R$ 2.105,00
e) R$ 2.120,00

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54. ESAF – SEFAZ/SP – 2009 – Adaptada) Um capital unitário
aplicado a juros gerou um montante de 1,1 ao fim de 2 meses e 15 dias.
Qual a taxa de juros simples mensal de aplicação deste capital?
a) 4%
b) 10%
c) 60%
d) 54%
e) 48%

55. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) Marta aplicou R$ 10.000,00 em


um banco por 5 meses, a uma taxa de juros simples de 2% ao mês. Após
esses 5 meses, o montante foi resgatado e aplicado em outro banco por
mais 2 meses, a uma taxa de juros compostos de 1% ao mês. O valor dos
juros da segunda etapa da aplicação é igual a
a) R$ 221,10.
b) R$ 220,00.
c) R$ 252,20.
d) R$ 212,20.
e) R$ 211,10.

56. ESAF – RECEITA FEDERAL – 2012) Um título de R$ 20.000,00 foi


descontado 4 meses antes do seu vencimento, a uma taxa de desconto
comercial simples de 5% ao mês. A taxa efetiva mensal de juros simples
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dessa operação é igual a


a) 6,50%.
b) 5,50%.
c) 5,25%.
d) 6,00%.
e) 6,25%.

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57. ESAF – PECFAZ – 2013) O capital de R$ 12.000,00 foi aplicado por
um ano e gerou R$ 1.860,00 de juros. Se a inflação desse ano foi de 5%,
então a taxa real de juros desse ano foi:
a) 11%
b) 10%
c) 10,5%
d) 9,5%
e) 9%

58. VUNESP – CASA – 2010) Um capital foi aplicado no sistema de


juros simples durante 20 meses, e o montante recebido ao final da
aplicação foi igual a 5/4 do capital inicial. A taxa anual de juros simples
dessa aplicação foi
(A) 15%.
(B) 18%.
(C) 20%.
(D) 22%.
(E) 25%.

59. VUNESP – CASA – 2011) Um certo capital foi aplicado a uma taxa
de juros simples de 30% ao ano, e o valor recebido de juros, ao final da
aplicação, correspondeu a 3/8 do capital inicial. Pode-se afirmar que esse
capital permaneceu aplicado durante 09455611643

(A) 10 meses.
(B) 1 ano.
(C) 1 ano e 3 meses.
(D) 1 ano e 5 meses.
(E) 1 ano e meio.

60. VUNESP – SAP – 2011) Renato pediu R$ 3.000,00 emprestados


para pagar depois de 5 meses, à taxa de 3% ao mês, no regime de juro
simples. Ao fim desse período, Renato deverá pagar, de juro,

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(A) R$ 45,00.
(B) R$ 90,00.
(C) R$ 180,00.
(D) R$ 450,00.
(E) R$ 900,00.

61. VUNESP – CREFITO-3 – 2012) Bruno financiou a compra de uma


TV de LCD. Deu uma entrada de R$ 600,00, no ato da compra, mais uma
parcela de R$1.380,00 dois meses após a data da compra. Sabendo que o
preço à vista dessa TV era R$ 1.800,00, pode-se concluir que a taxa
mensal de juro simples desse financiamento foi de
(A) 7,5%.
(B) 6,0%.
(C) 5,5%.
(D) 5,0%.
(E) 4,75%.

62. VUNESP – PREF. SJC – 2012) Um valor de R$ 8.000,00 é aplicado


a uma taxa de juros simples de 2,5% a.m. Outra aplicação é feita com o
valor de R$50.0000,00 a uma taxa de juros simples de 60% ao ano,
durante quatro meses. O tempo necessário para que o montante da
primeira aplicação seja igual aos juros obtidos na segunda aplicação é,
em meses, igual a 09455611643

(A) 9.
(B) 10.
(C) 11.
(D) 12.
(E) 13.

63. FUNDATEC – CAGE/SEFAZ/RS – 2014) Um investidor do mercado


financeiro pretende duplicar o seu capital inicial. Sabendo que a taxa de
juros ofertada no mercado é de 9% ao ano calcule o número de meses

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necessários para atingir esse objetivo admitindo que a aplicação foi feita
sob o regime de capitalização mensal simples?

a) 11,11 meses

b) 24 meses

c) 129,66 meses

d) 133,33 meses

e) 135,82 meses

ATENÇÃO: utilize a tabela abaixo para resolver a próxima questão.

64. FUNDATEC – CAGE/SEFAZ/RS – 2014) Calcule o valor de resgate


de uma aplicação de R$ 20.500,00, após dois anos, a uma taxa de juros
09455611643

nominal de 12% ao ano, compostos trimestralmente.

a) R$ 25.420,00

b) R$ 25.500,00

c) R$ 25.715,20

d) R$ 25.968,79

e) R$ 26.000,00

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65. CETRO – FCP – 2014) A quantidade de meses que um capital de


R$2500,00 aplicado no regime de juro simples, à taxa de 18% ao ano,
rendeu R$300,00 é de

(A) 4 meses.

(B) 5 meses.

(C) 6 meses.

(D) 7 meses.

(E) 8 meses.

66. CETRO – ISS/SP – 2014) As aplicações financeiras de longo prazo


são classificadas em um fluxo de caixa como

(A) investimentos.

(B) operações.

(C) financiamentos.

(D) empreendimentos.

(E) amortizações.
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67. CETRO – ISS/SP – 2014) Ao aplicar R$3.200,00 a juros simples


com taxa de 2% ao mês, um investidor resgata, após 3 trimestres de
aplicação, o seguinte valor:

(A) R$3.100,00.

(B) R$3.286,00.

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(C) R$3.562,00.

(D) R$3.621,00.

(E) R$3,776,00.

68. FGV – BNB – 2014) Fernando possui um título que tem taxa de
desconto de 0,75% ao mês e que paga mensalmente a quantia de R$
900,00, perpetuamente. Se Fernando quiser vender esse título, o seu
preço justo é de:

(A) R$ 12.000,00

(B) R$ 67.500,00

(C) R$ 90.000,00

(D) R$ 120.000,00

(E) R$ 675.000,00

69. FGV – BNB – 2014) Francisco estava devendo R$ 2.100,00 à


operadora do cartão de crédito, que cobra taxa mensal de juros de 12%.
No dia do vencimento pagou R$800,00 e prometeu não fazer nenhuma
compra nova até liquidar com a dívida. No mês seguinte, no dia do
09455611643

vencimento da nova fatura pagou mais R$ 800,00 e, um mês depois, fez


mais um pagamento terminando com a dívida. Sabendo que Francisco
havia cumprido a promessa feita, o valor desse último pagamento,
desprezando os centavos, foi de:

(A) R$ 708,00

(B) R$ 714,00

(C) R$ 720,00

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(D) R$ 728,00

(E) R$ 734,00

70. FCC – ICMS/RJ – 2014) Uma instituição de ensino receberá R$


10.000,00 por ano, como uma doação à perpetuidade. Considerando os
juros efetivos de 12,5%

ao ano, então o valor atual desta doação será igual a


(A) R$ 90.000,00 caso a doação seja antecipada.
(B) R$ 77.500,00 caso a doação seja postecipada.
(C) R$ 80.000,00 caso a doação seja antecipada.
(D) R$ 82.500,00 caso a doação seja postecipada.
(E) R$ 87.500,00 caso a doação seja antecipada.

71. FCC – ICMS/RJ – 2014) A aplicação de um capital sob o regime de


capitalização simples, durante 10 meses, apresentou, no final deste
prazo, um montante igual a R$ 15.660,00. A aplicação de um outro
capital de valor igual ao dobro do valor do capital anterior sob o regime
de capitalização simples, durante 15 meses, apresentou, no final deste
prazo, um montante igual a R$ 32.480,00. Considerando que as duas
aplicações foram feitas com a mesma taxa de juros, então a soma dos
respectivos juros é igual a
09455611643

(A) R$ 6.660,00
(B) R$ 3.480,00
(C) R$ 4.640,00
(D) R$ 5.600,00
(E) R$ 6.040,00

72. FCC – ICMS/RJ – 2014) Um título é descontado em um banco 5


meses antes de seu vencimento com a utilização do desconto comercial
simples a uma taxa de desconto de 36% ao ano. Caso este título tivesse

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sido descontado com a utilização do desconto racional simples, também a
uma taxa de desconto de 36% ao ano, o correspondente valor atual
superaria o valor atual anterior em R$ 517,50. O valor do desconto
apurado com a utilização da operação de desconto racional simples é
(A) R$ 3.500,00
(B) R$ 3.300,00
(C) R$ 3.350,00
(D) R$ 3.400,00
(E) R$ 3.450,00

73. CESGRANRIO – PETROBRAS – 2014) Um investidor dividiu em


duas partes os R$ 200.000,00 dos quais dispunha, aplicando, durante um
ano, uma das partes em um fundo de ações e a outra, em um fundo de
renda fixa. Ao final desse período, o rendimento líquido do fundo de ações
foi de 9% e o do fundo de renda fixa, de 5%, o que deu ao investidor um
total de R$ 13.200,00.
Qual foi, em reais, a quantia aplicada no fundo de renda fixa?
(A) 40.000,00
(B) 80.000,00
(C) 120.000,00
(D) 150.000,00
(E) 180.000,00

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74. CESGRANRIO – BANCO DO BRASIL – 2014) Um cliente contraiu


um empréstimo, junto a um banco, no valor de R$ 20.000,00, a uma taxa
de juros compostos de 4% ao mês, com prazo de 2 trimestres, contados
a partir da liberação dos recursos. O cliente quitou a dívida exatamente
no final do prazo determinado, não pagando nenhum valor antes disso.
Qual o valor dos juros pagos pelo cliente na data da quitação dessa
dívida?

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(A) R$ 5.300,00

(B) R$ 2.650,00

(C) R$ 1.250,00

(D) R$ 1.640,00

(E) R$ 2.500,00

75. FGV – BANCO DO NORDESTE – 2014) Francisco não tinha


herdeiros diretos e assim, no ano de 2003, no dia do seu aniversário, fez
seu testamento. Nesse testamento declarava que o saldo total da
caderneta de poupança que possuía deveria ser dividido entre seus três
sobrinhos em partes proporcionais às idades que tivessem no dia de sua
morte. No dia em que estava redigindo o testamento, seus sobrinhos
tinham 12, 18 e 20 anos. Francisco morreu em 2013, curiosamente, no
dia do seu aniversário e, nesse dia, sua caderneta de poupança tinha
exatamente R$ 300.000,00. Feita a divisão de acordo com o testamento,
o sobrinho mais jovem recebeu:
09455611643

(A) R$ 72.000,00
(B) R$ 82.500,00
(C) R$ 94.000,00
(D) R$ 112.500,00
(E) R$ 120.000,00

76. FGV – FUNARTE – 2014) Uma televisão pode ser comprada em


certa loja por R$860,00 à vista ou em duas parcelas de R$460,00, uma

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no ato da compra e a outra 30 dias depois. A taxa de juros ao mês que a
loja está cobrando é de:

a) 8%;

b) 10%;

c) 12%;

d) 15%;

e) 18%.

77. FUNCAB – SEPLAG/MG – 2014) Um imóvel, no valor de $


360.000,00, foi adquirido com financiamento pelo Sistema de
Amortizações Constantes (SAC) para pagamento em 180 prestações
mensais, com juros nominais de 18% ao ano. Não considerando a
atualização monetária, a última parcela do financiamento terá o seguinte
valor:
A) $ 5.711,85
B) $ 2.700,00
C) $ 2.030,00
D) $ 5.797,50

78. FUNCAB – SEPLAG/MG – 2014) O período necessário para que


uma importância aplicada a juros simples de 12,5% ao ano quadruplique
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de valor é de:
A) 24 anos.
B) 12 anos.
C) 32 anos.
D) 28 anos.

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01 D 02 E 03 B 04 A 05 D 06 A 07 C
08 B 09 A 10 B 11 C 12 D 13 B 14 A
15 E 16 D 17 D 18 D 19 C 20 D 21 B
22 D 23 A 24 D 25 E 26 B 27 B 28 D
29 D 30 C 31 E 32 B 33 A 34 A 35 E
36 CEEE 37 CE 38 C 39 D 40 D 41 A 42 E
43 C 44 B 45 C 46 E 47 A 48 A 49 D
50 A 51 E 52 D 53 E 54 A 55 A 56 E
57 B 58 A 59 C 60 D 61 A 62 B 63 D
64 D 65 E 66 A 67 E 68 D 69 E 70 A
71 C 72 E 73 C 74 A 75 B 76 D 77 C
78 A

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