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Principais Mudanças

ICMS|TO
2016
Assuntos destinados

 Área Fiscal;
 Área Contábil;
 Desenvolvedores de Software;
 Empresários;
 Colaboradores da Adm;
 Acadêmicos de Contábeis,
Administração, Direito, e;
 Demais Interessados.
 Bacharel em ciências contábeis -
Pela faculdade Objetivo em
Palmas – TO em 2011;
 MBA em Planejamento Tributário
com foco em impostos federais,
estaduais e municipais - pela UFT
Palmas – Tocantins em 2015;
 Curso avançado para empresário
“Empretec” -Turma 2/2014;
 Titular da empresa Pactus
Contabilidade, fundada em 2011;
 Presença atuante no SESCAP –
TO e NUGESC (SEBRAE).
 Integrante do Grupo Inteligentes.
 Palestrante
 Representante do SESCAP – TO
no Comitê Temático
INVESTIMENTO E
FINANCIAMENTO do Fórum
Estadual das Microempresas e
Empresas de Pequeno Porte -
FEMEP TO
Emenda Constitucional nº 87/15

1. ICMS – Consumidor Final


por Operação
2. ICMS – Consumidor Final
por Apuração
EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 87, DE 16 DE ABRIL DE 2015

Art. 1º Os incisos VII e VIII do § 2º do art. 155 da Constituição


Federal passam a vigorar com as seguintes alterações:

"Art. 155................................................................................

§ 2º............................................................................................

VII - nas operações e prestações que destinem bens e serviços a


consumidor final, contribuinte ou não do imposto, localizado em outro
Estado, adotar-se-á a alíquota interestadual e caberá ao Estado de
localização do destinatário o imposto correspondente à diferença entre a
alíquota interna do Estado destinatário e a alíquota interestadual;
De quem é a
responsabilidade de recolher?

VIII - a responsabilidade pelo


recolhimento do imposto correspondente
à diferença entre a alíquota interna e a
interestadual de que trata o inciso VII
será atribuída:

a) ao destinatário, quando
este for contribuinte do
imposto;

b) ao remetente, quando o
destinatário não for
contribuinte do imposto;
Art. 2º O Ato das Disposições
Constitucionais Transitórias
passa a vigorar acrescido do Para onde
seguinte art. 99: vai o
dinheiro?

"Art. 99. Para efeito do disposto no inciso VII


do § 2º do art. 155, no caso de operações e
prestações que destinem bens e serviços a
consumidor final não contribuinte localizado
em outro Estado, o imposto correspondente
à diferença entre a alíquota interna e a
interestadual será partilhado entre os
Estados de origem e de destino, na seguinte
proporção:
I - de destino:
a) no ano de 2015: 20%;
b) no ano de 2016: 40%;
c) no ano de 2017: 60%;
d) no ano de 2018: 80%;

II - de origem:
a) no ano de 2015: 80%;
b) no ano de 2016: 60%;
c) no ano de 2017: 40%;
d) no ano de 2018: 20%.

A partir de 2019 100% recolhido ao


estado de Destino.
II - de origem:
a) no ano de 2015: 80%;
b) no ano de 2016: 60%;
c) no ano de 2017: 40%;
d) no ano de 2018: 20%.

Cláusula décima .....

§ 1º A critério da unidade federada de


origem, a parcela do imposto a que se
refere o inciso II do caput deve ser
recolhida em separado.
LEI N° 3.019, DE 30 DE SETEMBRO DE 2015

Art. 1° A Lei 1.287 , de 28 de dezembro de 2001, passa a vigorar com as


seguintes alterações:
".....
Art. 3° O imposto incide sobre:

XII - as operações e prestações oriundas de outra unidade da Federação


que destinem bens e serviços a consumidor final, não contribuinte do
imposto, localizado neste Estado.

Art. 10.
IX - na hipótese do inciso XII do art. 3° desta Lei, o remetente ou o
prestador de serviços, inclusive se optante pelo regime do Simples
Nacional, em relação à diferença entre a alíquota interna e a
interestadual. Acrescentado pela Lei n° 3.019/2015 (DOE de 30.09.2015), efeitos a partir de
01.01.2016.
CÓDIGO TRIBUTÁRIO - TOCANTINS
LEI Nº 1.287/2001
Da Responsabilidade Solidária

Art. 11. É responsável pelo pagamento do ICMS, solidariamente com o


contribuinte ou com a pessoa que o substitua:

I - o transportador, em relação:

f) às operações e prestações procedentes de outra unidade da Federação,


que destinem bens ou serviços ao consumidor final, não contribuinte do
imposto, localizado neste Estado, sem a comprovação do pagamento do
valor correspondente à diferença entre a alíquota interna deste Estado e a
interestadual, quando o remetente não possuir inscrição no Cadastro de
Contribuintes neste Estado. Acrescentado pela Lei n° 3.019/2015 (DOE de 30.09.2015),
efeitos a partir de 01.01.2016.
CÓDIGO TRIBUTÁRIO - TOCANTINS
LEI Nº 1.287/2001

XXV - o destinatário da mercadoria, bem ou serviço, pessoa física ou


jurídica não contribuinte do imposto, relativamente ao pagamento da
diferença de alíquotas de que trata o inciso XII do art. 3° desta Lei, quando
o remetente não possuir inscrição estadual ativa no Estado do
Tocantins. Acrescentado pela Lei n° 3.019/2015 (DOE de 30.09.2015), efeitos a partir de
01.01.2016.

DO FATO GERADOR

Art. 20. Considera-se ocorrido o fato gerador do imposto no momento:

XVIII - da saída de bens do estabelecimento de outra unidade da Federação,


bem como do início da prestação de serviço iniciado em outra unidade da
Federação, destinado a consumidor final, não contribuinte do imposto,
localizado neste Estado.
CÓDIGO TRIBUTÁRIO - TOCANTINS
LEI Nº 1.287/2001

DA BASE DE CÁLCULO

Art. 22. A base de cálculo do imposto é:

XV - nas hipóteses dos incisos XV e XVIII do art. 20 desta Lei, o valor da


operação ou prestação na unidade Federada de origem, acrescido do valor
do IPI, frete e demais despesas cobradas, devendo o montante do ICMS
relativo à diferença de alíquotas integrar a base de cálculo. Acrescentado
pela Lei n° 3.019/2015 (DOE de 30.09.2015), efeitos a partir de 01.01.2016.
CÓDIGO TRIBUTÁRIO - TOCANTINS
LEI Nº 1.287/2001

Art. 27. As alíquotas do imposto são:

§ 2° Nas operações e prestações que destinem bens e serviços a


consumidor final, contribuinte ou não do imposto, localizado em outra
unidade da Federação, adotar-se-á a alíquota interestadual.
CONVÊNIO ICMS N° 093, DE 17 DE SETEMBRO DE 2015
(DOU de 21.09.2015)

Cláusula primeira Nas operações e prestações que destinem bens e


serviços a consumidor final não contribuinte do ICMS, localizado em outra
unidade federada, devem ser observadas as disposições previstas neste
convênio.

Cláusula segunda Nas operações e prestações de serviço de que trata


este convênio, o contribuinte que as realizar deve:
CONVÊNIO ICMS N° 093, DE 17 DE SETEMBRO DE 2015
(DOU de 21.09.2015)

I - se remetente do bem:

a) utilizar a alíquota interna prevista na unidade federada de destino para


calcular o ICMS total devido na operação;

b) utilizar a alíquota interestadual prevista para a operação, para o cálculo


do imposto devido à unidade federada de origem;

c) recolher, para a unidade federada de destino, o imposto correspondente


à diferença entre o imposto calculado na forma da alínea "a" e o calculado
na forma da alínea "b";
CONVÊNIO ICMS N° 093, DE 17 DE SETEMBRO DE 2015
(DOU de 21.09.2015)

II - se prestador de serviço:

a) utilizar a alíquota interna prevista na unidade federada de destino para


calcular o ICMS total devido na prestação;

b) utilizar a alíquota interestadual prevista para a prestação, para o cálculo


do imposto devido à unidade federada de origem;

c) recolher, para a unidade federada de destino, o imposto correspondente


à diferença entre o imposto calculado na forma da alínea "a" e o calculado
na forma da alínea "b".
§ 2º Considera-se unidade federada de destino do
serviço de transporte aquela onde tenha fim a
prestação.

§ 3º O recolhimento de que trata a alínea “c” do


inciso II do caput não se aplica quando o
transporte for efetuado pelo próprio remetente ou
por sua conta e ordem (cláusula CIF - Cost,
Insurance and Freight).
CONVÊNIO ICMS N° 093, DE 17 DE SETEMBRO DE 2015
(DOU de 21.09.2015)

§ 1º A base de cálculo do imposto de que


tratam os incisos I e II do caput é única e
corresponde ao valor da operação ou o
preço do serviço, observado o disposto no
§ 1º do art. 13 da Lei Complementar nº
87, de 13 de setembro de 1996.
LEI COMPLEMENTAR Nº 87, DE 13 DE SETEMBRO DE 1996
(LEI KANDIR)

Art. 13. A base de cálculo do imposto é:

§ 1o Integra a base de cálculo do imposto, inclusive na hipótese do inciso V


do caput deste artigo: (Redação dada pela Lcp 114, de 16.12.2002)

I - o montante do próprio imposto, constituindo o respectivo destaque


mera indicação para fins de controle;

II - o valor correspondente a:

a) seguros, juros e demais importâncias pagas, recebidas ou


debitadas, bem como descontos concedidos sob condição;

b) frete, caso o transporte seja efetuado pelo próprio remetente ou


por sua conta e ordem e seja cobrado em separado.
§ 1º- A O ICMS devido ás unidades federadas de origem e
destino deverão ser calculados por meio da aplicação das
seguintes fórmulas:

ICMS origem = BC x ALQ interestadual


ICMS destino = [BC x ALQ interna da UF de destino] - ICMS origem

Onde:

BC = base de cálculo do imposto, observado


o disposto no § 1º;

ALQ inter = alíquota interestadual aplicável à


operação ou prestação;

ALQ intra = alíquota interna aplicável à


operação ou prestação no Estado de
destino.
CONVÊNIO ICMS N° 093, DE 17 DE SETEMBRO DE 2015
(DOU de 21.09.2015)

Cláusula quarta .....

§ 1º .....

§ 2º .......

§ 3º As unidades federadas de destino do bem ou do serviço podem, na


forma de sua legislação, disponibilizar aplicativo que calcule o imposto a que
se refere a alínea “c” dos incisos I e II da cláusula segunda, devendo o
imposto ser recolhido no prazo previsto no § 2º da cláusula quinta.
§ 4º O adicional de até dois pontos
percentuais na alíquota de ICMS aplicável
às operações e prestações, nos termos
previstos no art. 82, §1º, do ADCT da
Constituição Federal, destinado ao
financiamento dos fundos estaduais e
distrital de combate à pobreza, é
considerado para o cálculo do imposto,
conforme disposto na alínea “a” dos incisos I
e II, cujo recolhimento deve observar a
legislação da respectiva unidade federada
de destino.
Cláusula décima .....

§ 1º ....

§ 2º O adicional de que trata o § 4º da


cláusula segunda deve ser recolhido
integralmente para a unidade federada de
destino.
CONVÊNIO ICMS N° 093, DE 17 DE SETEMBRO DE 2015
(DOU de 21.09.2015)

§ 5º No cálculo do imposto devido à unidade federada de destino, o


remetente deve calcular, separadamente, o imposto correspondente ao
diferencial de alíquotas, por meio da aplicação sobre a respectiva base de
cálculo de percentual correspondente:

I - à alíquota interna da unidade federada de destino sem considerar o


adicional de até 2% (dois por cento);

II - ao adicional de até 2% (dois por cento).

Cláusula quarta .....

§ 1º .....

§ 2º O recolhimento do imposto de que trata o inciso II do § 5º da cláusula


segunda deve ser feito em documento de arrecadação ou GNRE distintos.
CONVÊNIO ICMS N° 093, DE 17 DE SETEMBRO DE 2015
(DOU de 21.09.2015)

 Alíquotas
Internas
Pode ser várias
dentro do mesmo
Estado

Cláusula sexta O contribuinte do imposto de que trata a alínea “c” dos


incisos I e II da cláusula segunda, situado na unidade federada de origem,
deve observar a legislação da unidade federada de destino do bem ou
serviço.
CONVÊNIO ICMS N° 093, DE 17 DE SETEMBRO DE 2015
(DOU de 21.09.2015)

 Alíquotas  Alíquotas
Internas 1% a 5%
Pode ser várias
Fundos de
dentro do mesmo
Estado
Combate á
Pobreza

Cláusula sexta O contribuinte do imposto de que trata a alínea “c” dos


incisos I e II da cláusula segunda, situado na unidade federada de origem,
deve observar a legislação da unidade federada de destino do bem ou
serviço.
Unidade da Federação Percentual do FCEP Base legal
FECOEP-TO
Acre - -
Alagoas De 1% a 2% Lei n° 6.558/2004
Amapá - -
Amazonas - -
Bahia 2% Lei nº 7.988/2001
Ceará 2% Lei Complementar nº 37/2003
Distrito Federal 2% Lei nº 4.220/2008
Espírito Santo 2% Lei Complementar nº 336/2005
Goiás 2% e 5% Lei nº 14.469/2003
Maranhão 2% Lei nº 8.205/2004
Mato Grosso 2% Lei Complementar nº 144/2003
Mato Grosso do Sul 2% Lei nº 3.337/2006
Minas Gerais 2% Lei nº 19.978/2011
Pará - -
Paraíba 2% Lei nº 7.611/2004
Paraná 2% Lei nº 18.573/2015
Pernambuco 2% Lei nº 12.523/2003
Piauí 2% Lei n° 5.622/2006
Rio de Janeiro De 1% a 5% Lei nº 4.056/2002
Rio Grande do Norte 2% Lei Complementar nº 261/2003
Rio Grande do Sul 2% Lei nº 14.742/2015
Rondônia 2% Lei Complementar n° 842/2015
Roraima - -
Santa Catarina - -
Sergipe 2% Lei nº 4.731/2002
São Paulo 2% Lei n° 16.006/2015
Tocantins 2% Lei nº 3.015/2015
CONVÊNIO ICMS N° 093, DE 17 DE SETEMBRO DE 2015
(DOU de 21.09.2015)

Cláusula terceira O crédito relativo às operações e prestações anteriores


deve ser deduzido do débito correspondente ao imposto devido à unidade
federada de origem, observado o disposto nos arts. 19 e 20 da Lei
Complementar nº 87/96.
CONVÊNIO ICMS N° 093, DE 17 DE SETEMBRO DE 2015
(DOU de 21.09.2015)

Cláusula terceira- A As operações de que trata este convênio devem ser


acobertadas por Nota Fiscal Eletrônica - NFe, modelo 55, a qual deve
conter as informações previstas no Ajuste SINIEF 07/05, de 30 de
setembro de 2005. Acrescentado pelo Convênio ICMS n° 152/2015 (DOU de 15.12.2015),
efeitos a partir de 01.01.2016
CONVÊNIO ICMS N° 093, DE 17 DE SETEMBRO DE 2015
(DOU de 21.09.2015)

Cláusula quarta O recolhimento do imposto a que se refere a alínea “c” dos


incisos I e II da cláusula segunda deve ser efetuado por meio da Guia
Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE ou outro
documento de arrecadação, de acordo com a legislação da unidade
federada de destino, por ocasião da saída do bem ou do início da prestação
de serviço, em relação a cada operação ou prestação.

§ 1º O documento de arrecadação deve mencionar o número do respectivo


documento fiscal e acompanhar o trânsito do bem ou a prestação do
serviço.
CONVÊNIO ICMS N° 093, DE 17 DE SETEMBRO DE 2015
(DOU de 21.09.2015)

Cláusula quinta A critério da unidade federada de destino e conforme dispuser


a sua legislação tributária, pode ser exigida ou concedida ao contribuinte
localizado na unidade federada de origem inscrição no Cadastro de
Contribuintes do ICMS.

§ 1º O número de inscrição a que se refere esta cláusula deve ser aposto em


todos os documentos dirigidos à unidade federada de destino, inclusive nos
respectivos documentos de arrecadação.

§ 2º O contribuinte inscrito nos termos desta cláusula deve recolher o imposto


previsto na alínea “c” dos incisos I e II da cláusula segunda até o décimo quinto
dia do mês subsequente à saída do bem ou ao início da prestação de serviço.
Contribuintes com TARE ICMS Consumidor Final - Vencimento no dia 15 (quinze)
Contribuintes localizado no Tocantins - Vencimento no dia 09 (nove)
Contribuintes com TARE ST mesmo vencimento do ICMS Substituição Tributária
CONVÊNIO ICMS N° 093, DE 17 DE SETEMBRO DE 2015
(DOU de 21.09.2015)

Cláusula quinta A critério da unidade federada de destino e conforme dispuser


a sua legislação tributária, pode ser exigida ou concedida ao contribuinte
localizado na unidade federada de origem inscrição no Cadastro de
Contribuintes do ICMS.

§ 1º O número de inscrição a que se refere esta cláusula deve ser aposto em


todos os documentos dirigidos à unidade federada de destino, inclusive nos
respectivos documentos de arrecadação.

§ 2º O contribuinte inscrito nos termos desta cláusula deve recolher o imposto


previsto na alínea “c” dos incisos I e II da cláusula segunda até o décimo quinto
dia do mês subsequente à saída do bem ou ao início da prestação de serviço.
§Contribuintes
5º Na hipótesecomprevista
TAREnoICMS
§ 4º oConsumidor
contribuinte deve
Finalrecolher o imposto
- Vencimento noprevisto na alínea
dia 15 (quinze)
“c” dos incisos I e II da cláusula segunda no prazo previsto no respectivo convênio ou
Contribuintes
protocolo localizado
que dispõe sobre no Tocantins
a substituição - Vencimento no dia 09 (nove)
tributária.

Contribuintes com TARE ST mesmo vencimento do ICMS Substituição Tributária


CONVÊNIO ICMS N° 093, DE 17 DE SETEMBRO DE 2015
(DOU de 21.09.2015)

§ 3º A inadimplência do contribuinte inscrito em relação ao imposto a que se


refere a alínea “c” dos incisos I e II da cláusula segunda ou a irregularidade
de sua inscrição estadual ou distrital faculta à unidade federada de destino
exigir que o imposto seja recolhido na forma da cláusula quarta.

§ 4º Fica dispensado de nova inscrição estadual ou distrital o contribuinte já


inscrito na condição de substituto tributário na unidade federada de destino.

Cláusula quarta O recolhimento do imposto a que se refere a alínea “c” dos incisos I e II da cláusula
segunda deve ser efetuado por meio da Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE ou
outro documento de arrecadação, de acordo com a legislação da unidade federada de destino, por
ocasião da saída do bem ou do início da prestação de serviço, em relação a cada operação ou prestação.

§ 1º O documento de arrecadação deve mencionar o número do respectivo documento fiscal e


acompanhar o trânsito do bem ou a prestação do serviço.
CONVÊNIO ICMS N° 093, DE 17 DE SETEMBRO DE 2015
(DOU de 21.09.2015)

Cláusula sétima A fiscalização do estabelecimento contribuinte situado na


unidade federada de origem pode ser exercida, conjunta ou isoladamente,
pelas unidades federadas envolvidas nas operações ou prestações,
condicionando-se o Fisco da unidade federada de destino a
credenciamento prévio na Secretaria da Fazenda, Economia, Finanças,
Tributação ou Receita da unidade federada do estabelecimento a ser
fiscalizado.

§ 1º Fica dispensado o credenciamento prévio na hipótese de a fiscalização


ser exercida sem a presença física da autoridade fiscal no local do
estabelecimento a ser fiscalizado.

§ 2º Na hipótese do credenciamento de que trata o caput, a unidade


federada de origem deve concedê-lo em até dez dias, configurando
anuência tácita a ausência de resposta.
CONVÊNIO ICMS N° 093, DE 17 DE SETEMBRO DE 2015
(DOU de 21.09.2015)

Cláusula oitava A escrituração das operações e prestações de serviço de que trata


este convênio, bem como o cumprimento das respectivas obrigações acessórias,
devem ser disciplinadas em ajuste SINIEF.

Cláusula nona Aplicam-se as disposições deste convênio aos contribuintes


optantes pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e
Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte -
Simples Nacional, instituído pela Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de
2006, em relação ao imposto devido à unidade federada de destino.
CONVÊNIO ICMS N° 153, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2015
(DOU de 15.12.2015)

Dispõe sobre a aplicação dos benefícios fiscais da isenção de ICMS e da


redução da base de cálculo de ICMS autorizados por meio de convênios
ICMS às operações e prestações interestaduais que destinem bens e
serviços a consumidor final não contribuinte do ICMS, localizado em outra
unidade federada.

Cláusula primeira Os benefícios fiscais da redução da base de cálculo ou


de isenção do ICMS , autorizados por meio de convênios ICMS com base
na Lei Complementar n° 24, de 7 de janeiro de 1975, celebrados até a data
de vigência deste convênio e implementados nas respectivas unidades
federadas de origem ou de destino, serão considerados no cálculo do valor
do ICMS devido, correspondente à diferença entre a alíquota interestadual
e a alíquota interna da unidade federada de destino da localização do
consumidor final não contribuinte do ICMS.
CONVÊNIO ICMS N° 153, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2015
(DOU de 15.12.2015)

§ 1° No cálculo do valor do ICMS correspondente à diferença entre as


alíquotas interestadual e interna de que trata o caput será considerado o
benefício fiscal de redução da base de cálculo de ICMS ou de isenção de
ICMS concedido na operação ou prestação interna, sem prejuízo da
aplicação da alíquota interna prevista na legislação da unidade federada
de destino.
§ 2° É devido à unidade federada de destino o ICMS correspondente à
diferença entre a alíquota interna da unidade federada de destino e a
alíquota interestadual estabelecida pelo Senado Federal para a respectiva
operação ou prestação, ainda que a unidade federada de origem tenha
concedido redução da base de cálculo do imposto ou isenção na operação
interestadual.
Cláusula segunda Este convênio entra em vigor na data da sua
publicação no diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir do dia 1ª
de janeiro de 2016.
CONVÊNIO ICMS N° 093, DE 17 DE SETEMBRO DE 2015
(DOU de 21.09.2015)

CONVÊNIO ICMS N° 153, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2015


(DOU de 15.12.2015)

Cláusula décima primeira Este convênio entra em vigor na data de sua


publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1º de
janeiro de 2016.
Agora é regra e a partir de janeiro de 2016 todos deverão aplicar a nova
tributação, portanto, para venda para consumidor final não contribuinte do ICMS a
alíquota de destaque em documento fiscal será a alíquota interestadual

 12,00% para as Regiões Norte, Nordeste, Centro Oeste, e Espirito Santo;


 7% para as Regiões Sul, e Sudeste;
 4% para produtos importados.

E a diferença entre a alíquota interestadual e a alíquota interna do estado de


destino deverá ser partilhada entre os estados de origem e destinatário da
mercadoria.
Venda de TO para não contribuinte do
ICMS no MA

Produto Nacional
Empresa de Lucro Real/LP
Alíquota Interestadual 12%
Alíquota Interna MA 18%
Valor da Venda R$ 1.000,00
Data da venda 10/01/2016

ICMS DA OPERAÇÃO (Devido ao estado


de Origem na apuração do mês) R$
1.000,00*12% = R$ 120,00

ICMS PARTILHADO R$ 1.000,00*6%


(18%-12%= 6%) = R$ 60,00 Sendo:

R$ 60,00*40% = R$ 24,00 ao estado de


DESTINO MA

R$ 60,00*60% = R$ 36,00 ao estado de


ORIGEM TO
Venda de TO para não contribuinte do
ICMS no MA

Produto SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA


Empresa de Lucro Real/Lucro Presumido
Alíquota Interestadual 12%
Alíquota Interna MA 18%
Valor da Venda R$ 1.000,00
Data da venda 10/01/2016

ICMS DA OPERAÇÃO (Devido ao estado de


Origem na apuração do mês) R$ 1.000,00*12%
= R$ 120,00

ICMS PARTILHADO R$ 1.000,00*6% (18%-


12%= 6%) = R$ 60,00 Sendo:

R$ 60,00*60% = R$32,00 ao estado de


ORIGEM TO
R$ 60,00*40% = R$ 24,00 ao estado de
DESTINO MA
Venda de TO para não contribuinte do
ICMS no MA

Produto Nacional
Empresa do SIMPLES NACIONAL
Alíquota Interestadual 12%
Alíquota Interna RJ 18%
Valor da Venda R$ 1.000,00
Data da venda 10/01/2016

ICMS DA OPERAÇÃO (Devido ao estado de Origem


na apuração do mês) R$ 1.000,00*1,25%
[considerando que a empresa está na primeira faixa do
Anexo I da LC 123] = R$ 12,50

ICMS PARTILHADO R$ 1.000,00*6% (18%-12%= 6%)


= R$ 60,00 Sendo:

R$ 60,00*60% = R$ 32,00 ao estado de ORIGEM TO


R$ 60,00*40% = R$ 24,00 ao estado de DESTINO MA
Venda de TO para não contribuinte do
ICMS no MA

Produto IMPORTADO
Empresa do Lucro Real/Lucro Presumido
Alíquota Interestadual 4% (Aguardar decisão
Estadual – 4%, 7% ou 12%)
Alíquota Interna RJ 18%
Valor da Venda R$ 1.000,00
Data da venda 10/01/2016

ICMS DA OPERAÇÃO (Devido ao estado


de Origem na apuração do mês) R$
1.000,00*4% = R$ 40,00

ICMS PARTILHADO R$ 1.000,00*14%


(18%-4%= 14%) = R$ 140,00 Sendo:

R$ 140,00*60% = R$ 84,00 ao estado de


ORIGEM TO
R$ 150,00*40% = R$ 56,00 ao estado de
DESTINO MA
Códigos: Decreto 2.912, de 29 de
dezembro de 2006

Art. 210.

§1º....

II – ...

m) ICMS Consumidor Final não


contribuinte outra UF por Operação
-Código 10010-2; (Ajuste SINIEF
11/15)

n) ICMS Consumidor Final não


contribuinte outra UF por Apuração
-Código 10011-0; (Ajuste SINIEF
11/15)
Códigos:
Francisco Santiago de Araújo
diretoria@pactuscontabilidade.com.br

Francisco Santiago
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SantiagoAraujo562
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