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Ciência do Ambiente Poluição Poluição do meio aquático
Ciência do Ambiente
Poluição
Poluição do meio aquático
do Ambiente Poluição Poluição do meio aquático Fontes de poluição - Pontuais ou localizadas : esgoto

Fontes de poluição

- Pontuais ou localizadas: esgoto doméstico ou

industrial, efluentes gasosos, aterro sanitário.

- Difusas ou dispersas: agrotóxicos aplicados na

agricultura e dispersos no ar, gases expelidos do

escapamento de veículos, águas de escoamento

de superfície ou de infiltração, escorrimento de

lixeiras.

superfície ou de infiltração, escorrimento de lixeiras. Padrões e indicadores de qualidade – ar: concentrações

Padrões e indicadores de qualidade

ar: concentrações de CO, NO x , SO x , Pb;

água: concentração de O 2 , fenóis, Hg, pH,

temperatura;

solo: taxa de erosão.

, fenóis, Hg, pH, temperatura; – solo: taxa de erosão. Poluição - Poluição é qualquer acréscimo

Poluição

- Poluição é qualquer acréscimo ao ar, à água, ao

solo ou aos alimentos que ameace a saúde, a

sobrevivência ou as atividades dos seres vivos, ou

seja, é toda ocorrência indesejável que altera as

características físicas, químicas ou biológicas da

atmosfera, da litosfera ou da hidrosfera provocadas

pelas atividades e intervenções humanas.

provocadas pelas atividades e intervenções humanas. Efeitos da poluição - Local ou regional : áreas de

Efeitos da poluição

- Local ou regional: áreas de grande

densidade populacional ou industrial.

- Global: efeito estufa e redução da camada de

ozônio: clima e equilíbrio global do planeta.

da camada de ozônio: clima e equilíbrio global do planeta. Os poluentes podem ser: – primários

Os poluentes podem ser:

primários - diretamente introduzidos no ambiente.

Ex.: liberação de SO 2 para atmosfera por chaminé de indústria

secundários - obtidos por pela reação química

entre dois ou mais poluentes primários, ou pela

reação com constituintes normais do meio.

Ex.: Oxidação do SO 2 na atmosfera:

SO 2

+ ½O 2

SO 3

Degradação do meio ambiente - A compreensão do processo de degradação do meio ambiente passa

Degradação do meio ambiente

- A compreensão do processo de degradação do meio ambiente passa pela análise da interação entre as ecologias natural e humana.

- Todas as “entradas” no ciclo de produção de bens para satisfazer o consumo humano vêm dos ecossistemas naturais.

- Todas as “saídas” do ciclo humano se convertem em “entradas” no ciclo natural de materiais.

convertem em “entradas” no ciclo natural de materiais. Processo da poluição - 1ª fase : geração

Processo da poluição

- 1ª fase: geração e emissão de poluentes pelas diversas

fontes poluidoras existentes; - 2ª fase: transporte e difusão desses poluentes no ambiente. Nesta fase, as águas e os ventos, dentre outros fatores, têm

papel preponderante; - 3ª fase: contato dos poluentes com o homem, os animais, os vegetais, os bens materiais etc., prejudicando, direta ou

indiretamente, os seres vivos e caracterizando a poluição

ambiental.

os seres vivos e caracterizando a poluição ambiental. Alguns poluentes mundiais - Dióxido de Carbono (CO

Alguns poluentes mundiais

- Dióxido de Carbono (CO 2 ) - Presente na combustão de produtos carbonados diversos, em usinas termoelétricas, indústrias e aquecedores domésticos. A acumulação desse gás na atmosfera favorece o Efeito Estufa.

- Monóxido de Carbono (CO) - Resultante da combustão incompleta de materiais fósseis, tais como petróleo e carvão, em metalúrgicas, refinarias de petróleo e veículos automotores. Esse gás incolor e inodoro é extremamente tóxico para o homem.

gás incolor e inodoro é extremamente tóxico para o homem. Para o controle da poluição ambiental
gás incolor e inodoro é extremamente tóxico para o homem. Para o controle da poluição ambiental

Para o controle da poluição ambiental deve-se, preferencialmente e sempre que possível, atacar o problema da poluição na sua 1ª fase, isto é, deve-se controlar as fontes poluidoras.

- Fonte poluidora é qualquer equipamento, processo ou atividade capaz de gerar e emitir poluentes.

- Poluente é qualquer forma de matéria ou de energia que altere, direta ou indiretamente, de maneira prejudicial as características do ambiente.

de maneira prejudicial as características do ambiente. - Óxidos de Nitrogênio (NOx) - Provêm de motores

- Óxidos de Nitrogênio (NOx) - Provêm de motores a combustão, aviões, incineradores, do emprego excessivo de certos fertilizantes, de queimadas e de instalações industriais. Causam nevoeiros, podem provocar afecções respiratórias e bronquites em recém-nascidos. Favorecem o fenômeno da Chuva Ácida.

- Dióxido de Enxofre (SO 2 ) - Emanações de centrais elétricas, indústrias, veículos automotores e combustíveis domésticos frequentemente carregados de ácido sulfúrico. No ar, agrava as afecções respiratórias, ataca árvores e plantas, certos tecidos sintéticos e pedras calcárias empregadas em construções e em monumentos históricos. Participa o fenômeno da Chuva Ácida.

- Fosfatos (PO 4 3 - ) - Encontrados em esgotos, provenientes principalmente de detergentes.

- Fosfatos (PO 4 3- ) - Encontrados em esgotos, provenientes principalmente de detergentes. Encontrados também em águas que escoam de terras excessivamente tratadas com fertilizantes e de terras onde se pratica a pecuária intensiva. O excesso de fósforo é um dos fatores principais (eutrofizante) da degradação das águas de lagos e rios.

- DDT e outros pesticidas - Proveniente, principalmente, do uso na agricultura e em campanhas de saúde pública. Na águas mata peixes, envenenando seu alimento, e contamina os alimentos ingeridos pelo homem. São altamente tóxicos para crustáceos, até em baixa concentração. Reduzem o número de insetos úteis, provocando o aparecimento de novas pragas. Alguns são cancerígenos.

o aparecimento de novas pragas. Alguns são cancerígenos. - Petróleo - Poluente originado, principalmente, de

- Petróleo - Poluente originado, principalmente, de descargas ou

acidentes com navios petroleiros e, da extração e do refino de petróleo. Os efeitos ecológicos são desastrosos nas águas - poluição de praias, envenenamento do plâncton e da fauna marinhos. Impede a penetração de luz, o que afeta a flora e gera anaerobiose.

- Radiações - Produzidas principalmente pela utilização da energia nuclear, tanto para fins industriais como bélicos. Importantes na medicina e na pesquisa médica, podem no entanto causar malefícios orgânicos e até genéticos, quando usadas acima de certas doses.

e até genéticos, quando usadas acima de certas doses. Classificação de poluentes de acordo com a

Classificação de poluentes de

acordo com a persistência

- Poluentes degradáveis ou não-persistentes: poluentes que são decompostos ou reduzidos por processos químicos, físicos e biológicos naturais.

- Poluentes biodegradáveis: poluentes que são decompostos (transformados em substâncias mais simples) por microrganismos (bactérias e decompositores). Ex.: papel, detergentes, esgoto humano.

e decompositores). Ex.: papel, detergentes, esgoto humano. - Mercúrio (Hg) - Provém de combustíveis fósseis, da

- Mercúrio (Hg) - Provém de combustíveis fósseis, da indústria de cloro-álcalis, de fábricas de aparelhos elétricos e de tintas, de atividades de mineração e refino e da indústria de papel. O mercúrio é forte contaminante de alimentos, principalmente peixes e crustáceos. Sua assimilação afeta o sistema nervoso.

- Chumbo (Pb) - Proveniente principalmente de usinas de

refinação de chumbo, de aditivos antidetonantes da gasolina, de indústrias químicas e de pesticidas. É um veneno que se acumula no organismo, afeta as enzimas e prejudica o

metabolismo celular. Armazena-se em sedimentos marinhos e

de água doce.

celular. Armazena-se em sedimentos marinhos e de água doce. Fatores que determinam os efeitos da poluição

Fatores que determinam os efeitos da poluição

- Natureza química: tipo de substância liberada no ambiente.

- Concentração: quantidade do poluente no ambiente.

- Persistência: medida do tempo que o poluente permanece no ar, na água, no solo ou no organismo.

poluente permanece no ar, na água, no solo ou no organismo. - Poluentes persistentes: poluentes de

- Poluentes persistentes: poluentes de degradação lenta, ou seja, que são decompostos ou reduzidos aos poucos por processos químicos, físicos e biológicos naturais:

Ex.: DDT, plásticos

- Poluentes não-degradáveis: poluente que não é decomposto por processos naturais. Ex.: Chumbo, mercúrio, arsênio.

Poluição do meio aquático

Poluição do meio aquático Poluição do meio aquático Poluição hídrica: Água cuja composição tenha sido direta
Poluição do meio aquático Poluição do meio aquático Poluição hídrica: Água cuja composição tenha sido direta
Poluição do meio aquático Poluição do meio aquático Poluição hídrica: Água cuja composição tenha sido direta
Poluição do meio aquático Poluição do meio aquático Poluição hídrica: Água cuja composição tenha sido direta

Poluição do meio aquático

Poluição hídrica: Água cuja composição tenha sido direta ou indiretamente alterada, por forma a prestar-se menos facilmente aos usos que poderia

ter no seu estado natural. (OMS)

- As principais fontes de poluição das águas são os efluentes urbanos (domésticos e industriais) e agrícolas.

efluentes urbanos (domésticos e industriais) e agrícolas. – A água quimicamente pura não existe à

A água quimicamente pura não existe à superfície da terra.

– A expressão “água pura” = água potável (ou seja, a água tem qualidade satisfatória para o uso doméstico).

Água contaminada = quando contém organismos

potencialmente patogênicos ou contém substâncias tóxicas

(imprópria para o consumo humano ou uso doméstico).

Água poluída = quando contém substâncias de tal caráter e em

tais quantidades que sua qualidade é alterada de modo a prejudicar a sua utilização ou a torná-la ofensiva aos sentidos de visão, paladar e olfato.

As substâncias, que pelos seus caracteres próprios, ou pelos elevados teores, causam a poluição da água são chamadas impurezas da água”.

da água são chamadas “ impurezas da água ”. Principais poluentes aquáticos : - poluentes orgânicos
da água são chamadas “ impurezas da água ”. Principais poluentes aquáticos : - poluentes orgânicos

Principais poluentes aquáticos:

- poluentes orgânicos biodegradáveis;

- poluentes orgânicos recalcitrantes ou refratários;

- metais;

- nutrientes;

- organismos patogênicos;

- sólidos em suspensão;

- calor; e

- radioatividade.

Principais poluentes das águas

 

Indicador de

Método de

Poluente

Origem

Efeito

poluição

análise

Matéria

orgânica

Esgotos domésticos e alguns efluentes industriais (alimentos, papel, têxtil).

Reduz drasticamente o nível de oxigênio dissolvido. Por longos períodos, causa mudanças na flora e fauna aquáticas. Podem ser tóxicas.

DBO5 e DQO (Demandas Bioquímica e Química de Oxigênio) (mg O 2 /L)

Teste da

DBO5, OD,

e

DQO.

(MO)

Óleos e

Vazamento em tanques de estocagem, acidentes, efluentes de postos, oficinas

Impede a absorção de oxigênio, o nível deste cai, inibindo a vida aquática. É tóxico para animais e plantas.

 

Análise por

graxas

Óleos e Graxas (mg/L)

infravermelho

 

Esgotos domésticos

Aumento da turbidez, diminui a penetração de luz e a taxa fotossintética. Partículas finas sufocam as águas, modificando o ecossistema. Causam assoreamento.

SS Sólidos em suspensão, RS resíduo sedimentável (mL/L), turbidez (UNT).

Método turbidimétrico, gravimétrico (SS) e método

Sólidos

e alguns

(suspenso e

efluentes

do

cone

sedimentável)

industriais (argilas,

carvão, porcelana)

Imhoff

(RS)

industriais (argilas, carvão, porcelana) Imhoff (RS) Eutrofização - Fenômeno causado pelo excesso de
industriais (argilas, carvão, porcelana) Imhoff (RS) Eutrofização - Fenômeno causado pelo excesso de
industriais (argilas, carvão, porcelana) Imhoff (RS) Eutrofização - Fenômeno causado pelo excesso de

Eutrofização

- Fenômeno causado pelo excesso de nutrientes (compostos químicos ricos em fósforo ou nitrogênio, normalmente causado pela descarga de efluentes agrícolas, urbanos ou industriais) em um corpo de água.

- Maiores reservatórios de fósforo: rochas fosfáticas sedimentares. (liberação por erosão gradativa)

- Outras fontes: fertilizantes, detergentes, anticorrosivos, aditivos, efluentes domésticos etc.

- Desenvolvimento anormal de organismos autótrofos (proliferação excessiva da flora prejudica a fauna).

- Comprometimento da qualidade da água - consumo de maior parte de oxigênio da água.

 

Uso de fertilizantes, efluentes de ETE, percolação em lixões.

Causa crescimento excessivo de algas e plantas aquáticas daninhas, contribui para a eutrofização das águas. Tóxico para o homem

-

Nitratos

NO 3 (mg N/L )

Método

espectrofotométrico

Fosfatos

Uso de fertilizantes e detergentes fosfatados. Indústria

Eutrofização das

PO 4 3-

Método

águas

(mg P/L)

espectrofotométrico

 

de alimentos.

 

Métodos

Ácidos e

Despejos industriais, chuva ácida, escoamento em solos ácidos ou alcalinos.

Tóxico para a vida aquática. Interfere na atividade química e biológica

 

Colorimétrico,

álcalis

pH

potenciométrico e

titulométrico

 

Agrotóxicos, despejos industriais, percolações em lixões, chumbo das canalizações.

Tóxicos ao homem. Acumulam-se nos ossos (chumbo), no sistema nervoso (mercúrio), atacam a medula óssea (cádmio). Biomagnificação. Reduzem a capacidade de autodepuração das águas.

 

Espectrofotômetro

Metais

Metais

(mg/L)

de absorção

atômica

 

Poluição fecal Bactérias patogênicas encontradas nos esgotos podem causar doenças no homem e nos animais

UFC (número de coli / 100 mL)

Método

Bactérias

Esgoto doméstico e hospitalar; despejos de indústrias alimentícias.

NMP, CPP

e membrana

 

filtrante

Esgoto doméstico e hospitalar; despejos de indústrias alimentícias. NMP, CPP e membrana   filtrante 5
Esgoto doméstico e hospitalar; despejos de indústrias alimentícias. NMP, CPP e membrana   filtrante 5
Esgoto doméstico e hospitalar; despejos de indústrias alimentícias. NMP, CPP e membrana   filtrante 5
Esgoto doméstico e hospitalar; despejos de indústrias alimentícias. NMP, CPP e membrana   filtrante 5
ESTEVES, F.A. Fundamentos de limnologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Interciência, 1998, 602p. Aumento de turbidez
ESTEVES, F.A. Fundamentos de limnologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Interciência, 1998, 602p. Aumento de turbidez
ESTEVES, F.A. Fundamentos de limnologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Interciência, 1998, 602p. Aumento de turbidez
ESTEVES, F.A. Fundamentos de limnologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Interciência, 1998, 602p.
ESTEVES, F.A. Fundamentos de limnologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Interciência,
1998, 602p.
Aumento de turbidez em algumas partes do Mar Cáspio
Aumento de turbidez
em algumas partes
do Mar Cáspio
de limnologia. 2.ed. Rio de Janeiro: Interciência, 1998, 602p. Aumento de turbidez em algumas partes do
Fazem parte de um sistema de abastecimento de água: - manancial; - captação; - adução;

Fazem parte de um sistema de abastecimento de água:

- manancial;

- captação;

- adução;

- tratamento;

- reservatório de distribuição; e

- rede de distribuição.

de distribuição; e - rede de distribuição. Remoção de sólidos em suspensão Remoção de

Remoção de

sólidos em

suspensão

Remoção

de matéria

orgânica Por que tratar os esgotos?
orgânica
Por que
tratar os
esgotos?

Remoção de

organismos

patogênicos

Remoção de

nutrientes

Remoção de organismos patogênicos Remoção de nutrientes Finalidades da remoção de sólidos grosseiros - proteger

Finalidades da remoção de sólidos grosseiros

- proteger as unidades subsequentes;

- proteger as bombas e tubulações;

- proteger os corpos receptores.

Finalidades da remoção de areia

- evitar abrasão nas bombas e tubulações;

- evitar obstrução em tubulações;

- facilitar o transporte do líquido.

em tubulações; - facilitar o transporte do líquido. Efluentes - Efluentes domésticos e industriais – maior

Efluentes

- Efluentes domésticos e industriais maior fonte de

matéria orgânica para águas de superfície.

- Tratamento - diversos processos disponíveis que

dependem da natureza e característica do efluente.

- ETE (Estação de Tratamento de Efluentes) floculação,

sedimentação e tratamento biológico (aeróbico e/ou

anaeróbico)

Níveis do Tratamento dos Esgotos

Tratamento preliminar
Tratamento
preliminar
Tratamento primário
Tratamento
primário

10 a 50% de eficiência

Tratamento secundário
Tratamento
secundário

50 a 95% de eficiência

Tratamento Preliminar

Tratamento terciário ou pós- tratamento

Objetivo: remoção de sólidos grosseiros e areia

medidor

grade caixa de areia de vazão
grade
caixa de areia
de vazão

adaptado de VON SPERLING, 1996

caixa de areia de vazão adaptado de VON SPERLING, 1996 Tratamento Primário Objetivo: remoção de sólidos

Tratamento Primário

Objetivo: remoção de sólidos em suspensão sedimentáveis, materiais flutuantes (óleos e graxas) e parte da matéria orgânica em suspensão

Tratamento Secundário

Objetivo: remoção de matéria orgânica dissolvida e da matéria orgânica em suspensão não removida no tratamento primário

participação de microrganismos
participação de
microrganismos

contato entre os microrganismos e o material orgânico contido no esgoto

os microrganismos e o material orgânico contido no esgoto matéria   + CO 2 mais orgânica

matéria

matéria   + CO 2 mais
 

+ CO 2

mais

orgânica +

bactérias

H 2

O

+ bactérias

Pós-tratamento Objetivo: remoção de poluentes específicos e/ou remoção complementar de poluentes não

Pós-tratamento

Objetivo: remoção de poluentes específicos e/ou remoção complementar de poluentes não suficientemente removidos no tratamento secundário.

Ex: nutrientes ou organismos patogênicos

secundário. Ex: nutrientes ou organismos patogênicos Para Refletir: 1- O que causa a escassez de água

Para Refletir:

1- O que causa a escassez de água doce e o que podemos fazer em relação a esses problemas?

2- O que polui a água, de onde vêm os poluentes e quais seus efeitos?

3- Como podemos prevenir e reduzir a poluição da água?

4-

sustentável?

Como

podemos

usar

a

água

da

Terra

de

forma

5- Explique por que a diluição pode não ser uma saída para a poluição da água. Dê exemplos e condições às quais essa solução é ou não aplicável.

condições às quais essa solução é ou não aplicável. Referências 1. BRAGA, à engenharia ambiental .
condições às quais essa solução é ou não aplicável. Referências 1. BRAGA, à engenharia ambiental .

Referências

1. BRAGA,

à engenharia

ambiental. 2.ed. São Paulo: Pearson/Prentice Hall,

2005. 336p.

Benedito

et al. Introdução

2. DERÍSIO, J.C. Introdução ao controle de poluição ambiental. 3.ed. São Paulo: Signus, 2007. 192p.

3. MILLER, G.T. Ciência Ambiental. 11.ed. São Paulo:

Thomson Learning, 2007. 501p.