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CRONOGRAMA DE VACINAÇÃO

NR 32 trata de vacinação

A NR 32 trata especificamente de vacinação dos colaboradores nos seguintes itens:


32.2.3.1 O PCMSO, além do previsto na NR 07, e observando o disposto no inciso I do
item 32.2.2.1, deve contemplar:

O programa de vacinação.

32.2.4.17 Da Vacinação dos Trabalhadores

32.2.4.17.1 A todo trabalhador dos serviços de saúde deve ser fornecido, gratuitamente,
programa de imunização ativa contra tétano, difteria, hepatite B e os estabelecidos no
PCMSO.

32.2.4.17.2 Sempre que houver vacinas eficazes contra outros agentes biológicos a que
os trabalhadores estão, ou poderão estar, expostos, o empregador deve fornecê-las
gratuitamente.

32.2.4.17.3 O empregador deve fazer o controle da eficácia da vacinação sempre que


for recomendado pelo Ministério da Saúde e seus órgãos, e providenciar, se necessário,
seu reforço.

32.2.4.17.4 A vacinação deve obedecer às recomendações do Ministério da Saúde.

32.2.4.17.5 O empregador deve assegurar que os trabalhadores sejam informados das


vantagens e dos efeitos colaterais, assim como dos riscos a que estarão expostos por
falta ou recusa de vacinação, devendo, nestes casos, guardar documento comprobatório
e mantê-lo disponível à inspeção do trabalho.

32.2.4.17.6 A vacinação deve ser registrada no prontuário clínico individual do


trabalhador, previsto na NR 07.

32.2.4.17.7 Deve ser fornecido ao trabalhador comprovante das vacinas recebidas.

Em caso de recusa do trabalhador em ser vacinado, deve ser confeccionado um termo


de responsabilidade para cada vacina que deve ser aplicada ao empregado. No termo
de responsabilidade deve conter: nome do funcionário, local de trabalho, função,
número de documento (CTPS ou RG ou CPF), bem como a discriminação do tipo de
vacina, as vantagens de sua aplicação ao empregado (prevenção de quais doenças), os
efeitos colaterais e os riscos a que estará exposto o empregado por falta ou recusa de
receber a vacina.

O item 32.2.4.17 e seguintes trata das vacinas obrigatórias.

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CRONOGRAMA DE VACINAÇÃO

32.2.4.17 Da Vacinação dos Trabalhadores.

32.2.4.17.1 A todo trabalhador dos serviços de saúde deve ser fornecido, gratuitamente,
programa de imunização ativa contra tétano, difteria, hepatite B e os estabelecidos no
PCMSO.

32.2.4.17.2 Sempre que houver vacinas eficazes contra outros agentes biológicos a que
os trabalhadores estão, ou poderão estar, expostos, o empregador deve fornecê-las
gratuitamente.

32.2.4.17.3 O empregador deve fazer o controle da eficácia da vacinação sempre que


for recomendado pelo Ministério da Saúde e seus órgãos, e providenciar, se necessário,
seu reforço.

32.2.4.17.4 A vacinação deve obedecer às recomendações do Ministério da Saúde.

32.2.4.17.5 O empregador deve assegurar que os trabalhadores sejam informados das


vantagens e dos efeitos colaterais, assim como dos riscos a que estarão expostos por
falta ou recusa de vacinação, devendo, nestes casos, guardar documento comprobatório
e mantê-lo disponível à inspeção do trabalho.

32.2.4.17.6 A vacinação deve ser registrada no prontuário clínico individual do


trabalhador, previsto na NR 07.

32.2.4.17.7 Deve ser fornecido ao trabalhador comprovante das vacinas recebidas.


Ao médico do trabalho que elabora o PCMSO cabe avaliar as vacinas que devem ser
oferecidas ao trabalhador.

Há que se lembrar que a Portaria nº 597/2004 do Ministério da Saúde contém o


calendário de vacinas, de onde cabe destacar o anexo III, que trata de vacinação de
adultos.

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CRONOGRAMA DE VACINAÇÃO

Assim, de acordo com o que dispõe a NR 32 e a Portaria do Ministério da Saúde nº 597,


de 08/04/2004, são obrigatórias as seguintes vacinas aos trabalhadores nos serviços
de saúde:

- Hepatite B, Tétano e Difteria, Influenza, Tríplice Viral, Febre Amarela, Pneumocócica,


Varicela, Hepatite A e Febre Tifóide.

Calendário de Imunização

Idade Vacinas Doses Doenças Evitadas


Ao nascer BCG* Dose única Tuberculose
Hepatite B 1ª Dose Hepatite B
1 mês Hepatite B 2ª Dose Hepatite B
2 meses Vacina oral contra 1ª Dose Poliomielite ou paralisia
poliomielete(Sabin) infantil
Tetravalente 1ª Dose Difteria, tétano e
coqueluche, Meningite
e outras infecções,
causadas pelo
Haemophilus influenzae
tipo b

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4 meses Vacina oral contra 2ª Dose Poliomielite ou paralisia


poliomielete(Sabin) infantil
Tetravalente 2ª Dose Difteria, tétano e
coqueluche, Meningite
e outras infecções,
causadas pelo
Haemophilus influenzae
tipo b
6 meses Vacina oral contra 2ª Dose Poliomielite ou paralisia
poliomielete(Sabin) infantil
Tetravalente 2ª Dose Difteria, tétano e
coqueluche, Meningite
e outras infecções,
causadas pelo
Haemophilus influenzae
tipo b
Hepatite B 3ª Dose Hepatite B
12 meses Tríplice Viral 3ª Dose Sarampo, rubéola,
síndrome da rubéola
congênita e caxumba
Contra febre amarela Dose única Febre Amarela
18 meses Vacina oral contra Reforço Poliomielite ou paralisia
poliomielete(Sabin) infantil
4 - 6 anos Tríplice bacteriana(DTP) Reforço Difteria, tétano e
coqueluche
Tríplice viral(SCR) Reforço Sarampo, rubéola,
síndrome da rubéola
congênita e caxumba
10 - 11 Contra febre amarela Reforço Febre Amarela
anos**
14 - 16 anos Vacina dupla adulto Reforço Difteria e tétano
(dT)***
12 a 49 anos Vacina dupla adulto( dT) Reforço Difteria e tétano
Mulher em Tríplice viral (T.V.) Dose única Sarampo, rubéola,
idade fértil no síndrome de rubéola
pós-parto e congênita e caxumba
pós-aborto
imediatos
60 anos e Contra influenza**** Dose única Influenza (gripe)
mais

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60 anos e Contra pneumococo Dose única Infecções Respiratórias


mais (antipneumocócica) (pneumonias)

* BCG/ao nascer: Ao nascer ou durante o primeiro mês de vida, o mias precoce possível.
Crianças que receberam o BCG-ID há seis semanas ou mais, nas quais está ausente a
cicatriz vacinal, indica-se a revacinação sem necessidade prévia de PPD (exame utilizado
para verificar a resposta imunológica individual contra a tuberculose).

** Reforço de dez em dez anos durante toda a vida.

*** Em gestantes, o reforço será administrado após 5 anos da última dose.

**** Revacinação anual.