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01/03/2018 A depressão como fenômeno social no capitalismo

(http://www.esquerdadiario.com.br)

Sociedade

A depressão como fenômeno


social no capitalismo
Atualmente, o termo “depressão” tem se igualado à noção de tristeza e
pouco se entende sobre seu fator social, já que as tendências da
psiquiatria abordam a doença a partir de um ponto de vista biológico e
individual
Laura Aparicio - Pão e Rosas México (Laura-Aparicio-Pao-e-Rosas-Mexico)

quarta-feira 20 de dezembro de 2017| Edição do dia

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01/03/2018 A depressão como fenômeno social no capitalismo

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), calcula-se que a depressão afeta


mais de 300 milhões de pessoas no mundo, que cerca de 800.000 pessoas se suicidam
a cada ano, que 78% dos suicídios ocorrem em países de baixa e média renda, e que o
suicídio é a segunda principal causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos.

A depressão inclui sintomas como perda do sentido da vida, inibição, desesperança,


sentimentos de vazio, infelicidade, um mal estar indefinível e generalizado,
desinteresse pelo cuidado pessoal e por atividades que antes eram gratificantes,
insônia ou hipersônia, fatiga ou perda de energia, dores de cabeça, transtornos
alimentares, diminuição do desejo sexual, dificuldade de raciocínio e concentração,
ansiedade, sentimentos de culpa, inutilidade e de um profundo e incontrolável
sofrimento.

Algumas de suas consequências são o abandono do trabalho ou dos estudos, conflitos


conjugais e/ou familiares, alcoolismo e dependência de drogas; do mesmo modo, a
depressão não equivale a suicídio, mas este é uma possibilidade em casos graves. O
nível depressivo – leve, moderado ou grave – dependerá do histórico psíquico de cada
sujeito e dos recursos com os quais possa contar, como as redes de apoio de familiares
e amigos.

Pode te interessar "De volta aos tempos sinistros do manicômio"


(http://www.esquerdadiario.com.br/De-volta-aos-tempos-sinistros-do-manicomio)

No México, os índices de suicídio aumentaram catastroficamente, já que no ano de


1994 foram registrados 2.603 suicídios, e em 2016 estes números cresceram
aproximadamente 200%, com 6.370 suicídios registrados. De acordo com dados do
órgão mexicano Instituto Nacional de Estadística y Geografía (INEGI 2017), 41,3%
destas mortes correspondem a jovens de 15 a 29 anos e 3,7% correspondem a
adolescentes de 10 a 14 anos de idade.

http://www.esquerdadiario.com.br/A-depressao-como-fenomeno-social-no-capitalismo 4/16
01/03/2018 A depressão como fenômeno social no capitalismo

Fonte: INEGI Estatísticas de mortalidade]

Além disso, é importante destacar que 8 a cada 10 suicídios no México foram


cometidos no interior de domicílios particulares (76,2%), segundo dados do INEGI.

O tabu da depressão e seu fator social

Parece um paradoxo que, por um lado, o termo “depressão” seja cada vez mais
utilizado e igualado à tristeza ocasional, mas por outro siga sendo um tabu que “deve”
ser enfrentado em segredo e de maneira individual – como se sua aparição fosse um
traço unicamente individual! Tal tabu transforma a depressão em sinônimo de
suicídio, o que se torna um risco para os que dela padecem e são vistos com empatia.

No entanto, não é coincidência que a depressão e suas consequências, como o


suicídio, tenham se transformado em uma das principais “doenças do século 21” e
uma das principais causas de morte – ou que será num futuro próximo –, em especial
para um amplo setor da juventude trabalhadora que vê quebradas suas esperanças de
ter uma vida digna, já que as condições de trabalho em que os jovens se inserem a
cada dia são mais golpeadas.

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01/03/2018 A depressão como fenômeno social no capitalismo

A depressão tem múltiplos elementos que não podem ser generalizados porque
dependem de cada sujeito, como seu histórico familiar e psíquico; contudo, o fator
social é determinante no seu desencadeamento e permanência. Como explica Ana
María Fernandez em seu livro Jóvenes de vidas grises (“Jovens com vidas cinzas”), não
se pode isolar o contexto social que impossibilita à juventude um planejamento de seu
futuro, como têm feito as economias neoliberais que instituem na subjetividade uma
quebra de esperança coletiva, o que corresponde a “toda uma estratégia biopolítica de
vulnerabilização”.

Tais condições não podem ser explicadas sem se compreender o modo de produção
capitalista que a cada dia é mais voraz, que busca aumentar seus lucros precarizando
e empobrecendo a vida da classe trabalhadora de conjunto – somente no México há
mais de 50 milhões de pessoas em situação de pobreza. E é neste cenário que a
juventude se insere num mundo competitivo e a cada vez mais individualista – este
setor representa um amplo exército de reserva no mundo do trabalho e enfrenta cada
vez maiores dificuldades para estudar, já que possui as piores condições de trabalho e
menos de 15% dos que prestam vestibulares para a universidade têm acesso à
educação.

O transtorno depressivo e seu crescimento brutal parecem mais ser um sintoma de


uma época que reflete a pouca esperança em relação ao futuro, causada pelas
condições cada vez mais insustentáveis nas quais vive a classe trabalhadora. Não é de
se espantar que este setor sinta um profundo desânimo e tenda à depressão crônica
ou ao suicídio.

Como mostram os dados, a maioria dos suicídios ocorre no âmbito privado, mas
também existem casos em que claramente se nota o determinante social, como
aconteceu em 2012 com Dimitris Christoulas, o aposentado de 77 anos que se suicidou
em frente ao parlamento grego. Em parte da carta encontrada nos bolsos do idoso que
pôs fim à sua vida, se lia:

“O Governo de Tsolakoglou aniquilou qualquer possibilidade de sobrevivência para


mim, que se baseava em uma pensão de aposentadoria muito digna que eu havia
pagado por conta própria sem nenhuma ajuda do Estado durante 35 anos. E, dado que
minha idade avançada não me permite reagir de outra maneira (ainda que, se um
compatriota grego sacasse um kalashnikov [tipo de fuzil], eu o apoiaria), não vejo
outra solução que não seja pôr fim à minha vida desta forma digna para que não tenha
http://www.esquerdadiario.com.br/A-depressao-como-fenomeno-social-no-capitalismo 6/16
01/03/2018 A depressão como fenômeno social no capitalismo

que acabar revirando lixeiras para poder sobreviver. Creio que os jovens sem futuro
algum dia sacarão as armas e as apontarão boca abaixo aos traidores deste país na
praça Syntagma, como os italianos fizeram com Mussollini em 1945.”

O capitalismo mostra a mais profunda barbárie contra o conjunto da classe


trabalhadora a nível internacional. Por tal razão, dizemos: nossas vidas valem mais
que seus lucros!

Sobre a individualização da depressão e a saída realmente necessária

Dentro do modelo hegemônico da psiquiatria, a depressão é encarada a partir do


ponto de vista biológico, individual, a-histórico e associal, que pressupõe uma
alteração bioquímica no cérebro, como o desequilíbrio dos neurotransmissores
serotonina e norepinefrina.

Esta concepção contribui para que quem sofre desta doença não identifique
claramente o que se passa, sofra em silêncio e se isole do mundo externo; além disso,
fortalece a ideia de que seja um problema individual, e não social.

No geral, o tratamento para essa problemática consiste na medicação prescrita em um


discurso individual e que garante os lucros da indústria farmacêutica. Estas medidas
apenas buscam tapar o sol com a peneira e dão uma solução paliativa para os
sintomas, mas não chegam à raiz do problema. Cada vez é mais frequente a
medicação em idade precoce, seja em quadros infantis de depressão, insônia ou
“hiperatividade”, o que faz com que os sujeitos sejam transformados em seres dóceis e
produtivos. Se a pergunta é como a medicação beneficia o capitalismo...aí está a
resposta.

É necessário construir e fortalecer os laços familiares e sociais que se veem fragilizados


pela competitividade, como podem ser os laços de solidariedade entre os(as)
trabalhadores(as), para que os sujeitos estejam melhor armados anímica e
psiquicamente para enfrentar estas condições. Qualquer solução que não busque a
transformação radical da sociedade será impotente, frente à problemática que se
desencadeia a partir da precarização da vida e que nos arranca o desejo e o sentido de
viver.

http://www.esquerdadiario.com.br/A-depressao-como-fenomeno-social-no-capitalismo 7/16
01/03/2018 A depressão como fenômeno social no capitalismo

Fontes:
Ana Ma. Fernández, Jóvenes de vidas grises: psicoanálisis y biopolíticas
Lilia Esther Vargas (comp.), Lecturas de la depresión.

Tradução: Laura Scisci

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mental)   /    Sociedade (Sociedade-241)

Comentários Comentar

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62 comentários Classificar por Principais

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Fry Drick Meier · Marília


Um texto legal, que procurar associar a questão da depressão com o individualismo de nossa
sociedade (sem esquecer da multidimensionalidade da doença, mas trazendo-a para o lado
social). Poderia avançar na argumentação apontando como a própria lógica capitalista impede
percursos de vida diversos, reduzindo a vida humana a um padrão mercadológico, de mercadoria
e gerando frustração. Há realmente sentido no nosso padrão de vida, nossos gostos e
experiências possíveis? O caminho escola-faculdade-trabalho-família-aposentadoria(?) foi
realmente uma escolha sua?
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Mayana Azevedo · Educadora Popular em Secretaria Municipal de Saúde de Fortaleza


Sem falar que esse caminho não é sequer possível para a maioria. Como disse um
economista professor, o desenvolvimentismo já foi abandonado pelo capitalismo.
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André Luiz Querido · UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro


Depressão como fenômeno social no capitalismo?
O "diário da esquerda" faz essa afirmação a partir de que estudos médicos?
Não avançou nos argumentos pq não há nenhum estudo científico para sustentar essa
http://www.esquerdadiario.com.br/A-depressao-como-fenomeno-social-no-capitalismo 8/16
01/03/2018 A depressão como fenômeno social no capitalismo
Não avançou nos argumentos pq não há nenhum estudo científico para sustentar essa
argumentação tosca. É mais um pafleto comunista, onde mistura-se fatos reais com
suposições bizarras, tentando associar capitalismo à depressão. Algum artigo médico,
provando por A + B essa associação? Só como exemplo, a Hungria é um país onde,
historicamente, independente de sistema de governo, as taxas de suicídio SEMPRE
foram muito altas.

https://misteriosdomundo.org/esses-sao-os-10-paises-com.../
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Rejane Sousa
A pessoa nem sabe o que é capitalismo e fica falando besteira, pq vc não vai estudar o
conceito de neoliberalismo com profundidade antes de dar seus pitacos?
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Emiliano Dirceu Simionato Simionato


O Cumunismo resolve o problema da depressão com paredon kkkk, quem vai para o paredon
jamais ficará deprimido.
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Felipe Lopes · Universidade Positivo


Os níveis de ignorância foram atualizados com sucesso.
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Mario De Lima · OSE - Organização Sorocabana de Ensino


Ela não está defendendo regime econômico ( Que por sinal, estão todos falidos) está
apontando alguns caminhos para ajudar pessoas com depressão : solidariedade,
altruísmo, ética, caráter, bondade, estes sentimentos não fazem parte desta bipolaridade
idiota que o mundo sempre viveu: ESQUERDA ou DIREITA. Estas coisas boas a gente
tem dentro de cada um, ou não.
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Durval Freitas · Agente de Correios - OTT em Correios


Muito raso teu raciocínio.
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Jozeil Glaucia · Pedagogia/UERJ


Esse texto trouxe para.mim em particular,momento de profunda reflexao.Por total falta de
conhecimento,algumas pessoas abandonam qq tipo de ajuda aos que sofrem desse mal ( seculo
21).Como seria bom que todos tivessem acesso a ele.Quantos mal entendidos seriam evitados e
quantas lagrimas .........compargilho.
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Yrwing Lima Alves Silva · Trabalha na empresa Rumo


Ótimo texto.
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Alessandra Marion
http://www.esquerdadiario.com.br/A-depressao-como-fenomeno-social-no-capitalismo 9/16
01/03/2018 A depressão como fenômeno social no capitalismo
Vide a felicidade do povo da Venezuela ,de Cuba e da Coréia do Norte
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Paula Gomes
Pra quem defende intervenção militar até o comentário não é dos piores. Kkkkkkk
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Mario De Lima · OSE - Organização Sorocabana de Ensino


Ela não está defendendo regime econômico ( Que por sinal, estão todos falidos) está
apontando alguns caminhos para ajudar pessoas com depressão : solidariedade,
altruísmo, ética, caráter, bondade, estes sentimentos não fazem parte desta bipolaridade
idiota que o mundo sempre viveu: ESQUERDA ou DIREITA. Estas coisas boas a gente
tem dentro de cada um, ou não.
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Durval Freitas · Agente de Correios - OTT em Correios


E o Brasil? Esta bem?
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Berenice Goelzer · Universidade de Pittsburgh


Desculpem tirar a ilusão... Não sou de direita, mas este artigo poderia ser escrito para qualquer
sistema. Tive oportunidade de trabalhar em países da cortina de ferro (na época em que existia) e
nunca vi tanta gente triste e deprimida - até os prédios eram tristes, sujos, mal mantidos, toda a
atmosfera era depressiva...na época dava para ver a diferença. Enfim...
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Hebe Lisboa
Sim! Ninguem foge de Cuba! Vejo apenas americanos tentando desesperadamente cruzar a
fronteira para a felicidade do socialismo. Quanta alegria nas fotos da coreia do norte! Que pena la
nao se pode fazer um "estudo" desses, nao e mesmo? Ja q se encontrado alguem "triste" como
socialismo, vai para paredao! Venezuela so vejo fotos alegres, nas poucas q saem escondidas dos
olhos do ditador sanguinario. Tem gt q nao cansa de passar vergonha e ainda acha q é bonito!
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Paula Gomes
Pelo jeito vc não cansou.
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Mario De Lima · OSE - Organização Sorocabana de Ensino


Ela não está defendendo regime econômico ( Que por sinal, estão todos falidos) está
apontando alguns caminhos para ajudar pessoas com depressão : solidariedade,
altruísmo, ética, caráter, bondade, estes sentimentos não fazem parte desta bipolaridade
idiota que o mundo sempre viveu: ESQUERDA ou DIREITA. Estas coisas boas a gente
tem dentro de cada um, ou não.
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Elson Sampaio · Universidade Estadual de Feira de Santana


O socialismo os meios de produção estão nas mãos da classe trabalhadora, não é o caso
de Cuba, é?
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01/03/2018 A depressão como fenômeno social no capitalismo

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Jc Tavares · Trabalha na empresa Metalurgico em São Carlos -SP


Marcia Tigani
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Agnelo Regis · Economia ufba


Parabéns pelo texto. A depressão não pode ser tratada sem a visão obrigatória do social.
Principalmente das mazelas provocadas pela ganância e pela ignorância política dessas pessoas.
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Meire Donata Xavier · Trabalha na empresa SEED PR


Me lembrei do texto da Agnes Heller que lemos com vc Ligia Folda, muitas neuroses e doenças
psiquiátricas estão associadas às condições de vida no capitalismo.
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Thaís M. Raccioni · Terapeuta Ocupacional em CAPS II Nise da Silveira


Qual texto???
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Vanessa Pollak · Universidade Federal Fluminense


Fran Batista Soares Nascimento Miriã Cardozo Natália Vieira Dani Moraes
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Flavio Alves · Goiânia


Lorena Candido
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Luiz Lima
Nao existe depressao na Coreia do norte, na venezuela, em cuba, estranho que nenhum desses
paises sao destino de imigrantes.O capitalismo pode nao ser perfeito, mas e o unico que funciona,
a venezuela tem uma das maiores reservas de petroleo do planeta, mas seu povo esta morrendo
de fome, na coreia e diferente, se o cara se manifestar e fuzilado com tiros de canhao ant aereo.
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Wlademir Righetto · Escola Politécnica da Universidade de São Paulo


A Venezuela é vítima, como nós, das ingerências dos EUA, tentado acabar com o
Socialismo Bolivariano. É apoiado pelos traidores direitistas.
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André Luiz Querido · UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro


Wlademir Righetto , esse comentário é sério mesmo ou é fake de sacanagem. Difícil
acreditar q realmente vc acha que a Venezuela está na merda devido aos USA. Vc
realmente acredita nisso? Essa não seria a argumentação do Maduro pra inflamar a
massas miserável!!?
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Jaeh Calvente · Agente de viagens em Autônomo


André Luiz Querido
Apoiadissimo, realmente só pode ser um argumento do maduro pra apoiar as massas
miserável.
Afinal, qual interesse pode ter tio Sam no petróleo venezuelano?
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01/03/2018 A depressão como fenômeno social no capitalismo

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Giulia Giacco · UFJF - Universidade Federal de Juiz de Fora


Adriana Oliva mt bom
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Sergio Dias
Lendo Alberto Camus, compreendemos o absurdo de viver sob a rotina capitalista, ainda mais
enfadonha em tempos de crise do sistema. O "Mito de Sísifo" reifica-se e resignifica-se
inconscientemente. E este absurdo leva à depressão e ao suicídio, que se potencializa em tempos
de distopia social. No período entreguerras do século passado o suicídio tomou ares de epidemia.
Nada mais nefasto do que o capitalismo distópico em que vivemos!
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Gabriel de Jesus
Sísifo carrega sua pedra morro acima independente do sistema político-econômico
vigente.
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Danyel Simoes · Rio de Janeiro


Há q se pensar em novos modelos, menos descentralizados e mais coletivos.
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Giovanni Sarto · FFLCH USP


O texto ressalta coisas importantes e necessárias, como a medicalização da vida, como a o
caráter social de um fenômeno aparentemente tão individual. "Tudo que está no ar é sólido".
Contudo, o texto baseia-se numa ideia equivocada. As condições de vida têm melhorado, embora
a desigualdade tenha aumentado, e mesmo assim as taxas de depressão e suicídio aumentam.
Esse FATO contradiz todo o argumento no qual se baseia o texto, qual seja, de que estamos - nós,
proletários - cada vez mais precarizados e, por isso, mais deprimidos.
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Durval Freitas · Agente de Correios - OTT em Correios


Se a desigualdade aumenta, como as condições melhoram?
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Giovanni Sarto · FFLCH USP


Durval Freitas, muito simples. Suponha que o capitalista tem 10 e passa a ter 15. E o
proletário tinha 1 e passou a ter 1,5. A desigualdade de 9 passou a ser de 13,5. Ou seja,
aumentou, mas as condições de vida do proletário, em absoluto, melhorou. E isto é
visível, inclusive, num país tão desigual quanto o Brasil. Desenvolvimento econômico,
mesmo que desigual, acaba por melhorar, mesmo que desigualmente, a vida de todos.
Ou o negro pobre vivia melhor 15 anos atrás? Ou a classe média era tão ampla 15 anos
atrás? Estamos melhorando, sim. Esse é, em geral, o argumento usado pelos liberais,
cujo uso maléfico eu refuto: ora, não é porque melhoramos à passos minguados que
estamos nos caminho correto. Poderíamos fazer muito mais em muito menos tempo.
Contudo, estamos, sim, melhorando. E a esquerda precisa levar isso em conta se quiser
fazer uma discussão de alto nível.
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Durval Freitas · Agente de Correios - OTT em Correios


Verdade.

http://www.esquerdadiario.com.br/A-depressao-como-fenomeno-social-no-capitalismo 12/16
01/03/2018 A depressão como fenômeno social no capitalismo

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Emiliano Dirceu Simionato Simionato


Quando idiotice vejo das pessoas da esquerda ao tentar colocar a depressão como coisa
capitalista nos Países Socialistas não há depressão?

Destaques do dia

STJ adia julgamento de Lula mas a


continuidade do golpe vai bem, obrigado (STJ-
adia-julgamento-de-Lula-mas-a-continuidade-
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STJ votará habeas corpus de Lula na quinta-


feira, o novo aval à continuidade do golpe
(STJ-votara-habeas-corpus-de-Lula-na-quinta-
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Exigimos das centrais sindicais a organização
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