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13/11/2017

“Rochas metamórficas podem ser encontradas em cadeias de


UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DO PARÁ – UFOPA montanhas...”
Campus Santarém, Instituto de Engenharia e Geociências (IEG)

Bacharelado em Geologia

Aula 01 – Revisão de conceitos básicos


em petrologia metamórfica
Monte Moran – Gnaisses precambrianos

Professor: Msc Felipe Holanda dos Santos


Matéria: Petrografia metamórfica

“Então teriam alguma relação com algum ambiente tectônico? Qual Questões chave
ou quais?”

• O que causa o metamorfismo nas rochas?


• Quais os principais parâmetros/variáveis que controlam o
metamorfismo?
• Em que cenários tectônicos ocorre o metamorfismo?
• Como encontramos, hoje, na superfície, rochas que foram
formadas a dezenas de quilômetros de profundidade?

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Figura: Livro, Dinâmica do Manto de Deformação Continental


Ambientes colisionais
Arcos de ilhas:

Xistos azuis

Eclogitos

Cordilheira:

Xistos azuis

A “Tectônica de placas” atua na geração de rochas metamórficas Eclogitos


Orogênese – Processo de construção de cadeias de montanhas,
envolve metamorfismo, manifestações ígneas
dobramentos, falhamentos e magnetismo Figuras: Livro, Para entender a Terra

Ambientes colisionais Metamorfismo

Formação de
espessas “Metamorfismo diz respeito aos processos de
cadeias de transformação por meio dos quais, e em resposta a
montanhas
novas condições, uma rocha orignalmente formada em
um ambiente ígneo ou sedimentar recristaliza-se para
produzir uma rocha metamórfica.” Bruce W.D Yardley

Rochas nas fácies xisto azul, eclogito e granulito

Migmatitos também estão presentes nesse tipo de ambiente


tectônico

Figura: Livro, Para entender a Terra


Bucher & Grapes, 2011

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Implicações da temperatura no metamorfismo

Mas por que acontece metamorfismo na crosta


terrestre? Diagrama: R. Mason 1990. Petrology of
the Metamorphic Rocks 2 nd Ed. Unwin-
Hyman Ltd.

• Temperatura aumenta a medida que as rochas são soterradas


e diminuiu quando as rochas são exumadas;

•“Por que ocorre metamorfismo?”

•Metamorfismo é a resposta que as rochas dão à mudança na


geoterma continental e também a profundidade em que são Temperatura exerce grande influência na intensidade do
soterradas (tectonicamente) metamorfismo, mas afinal de contas, o que é a
•A geoterma da crosta continental é perturbada durante a
intensidade do metamorfismo? E por que a temperatura
subducção e colisão de blocos continentais, nos arcos é tão importante assim na progressão do
magmáticos e abertura de riftes. metamorfismo?

•A geoterma da crosta oceânica é modificada em cadeias


oceânicas e em zonas de subducção

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Grau metamórfico Grau metamórfico

Baixo grau
ardósia
• O grau metamórfico Baixo grau
ardósia
• Principais
pode ser definido mudanças com
Baixo grau como a intensidade Baixo grau aumento do grau
filito filito
do metamorfismo metamórfico
Aumento no tamanho dos
cristais
• Algumas rochas Diminuição de minerais
placóides
Médio grau estão mais Médio grau
xisto metamorfizadas do xisto

Médio grau que outras e Médio grau O que causaria essas


gnaisse
portanto possuem gnaisse mudanças?
Alto grau grau metamórfico Alto grau
migmatito migmatito
mais elevado
Ardósias —> Filitos —> Xistos —> Gnaisses —> Migmatitos Ardósias —> Filitos —> Xistos —> Gnaisses —> Migmatitos
Fotos: Ian Fitzsimons, Curtin University Fotos: Ian Fitzsimons, Curtin University

Grau metamórfico Grau metamórfico

• Maioria das • Maioria das


reações reações
metamórficas são metamórficas são
curvas inclinadas curvas inclinadas
em um diagram P-T em um diagram P-T

• Grau metamórfico é • Grau metamórfico é


muito sensível a muito sensível a
temperatura temperatura

• No aquecimento as • Pressão não


rochas cruzam exerce tanta
Mudança na estrutura dos minerais várias reações Grau metamórfico ~ Temperatura influência

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Grau metamórfico Grau metamórfico


• Considerar uma amostra de • Pico do metamorfismo é
rocha metassedimentar quando a rocha atinge sua
temperatura máxima (máximo
• Essa rocha iniciou-se como grau metamórfico)
um sedimento próximo da
superfície

• Depois foi soterrada e


aquecida e aumento seu grau
metamórfico

• No final da trajetória a rocha


voltou para superfície e
diminuiu seu grau metamórfico

Grau metamórfico Grau metamórfico


• Pico do metamorfismo é • Pico do metamorfismo é
quando a rocha atinge sua quando a rocha atinge sua
temperatura máxima (máximo temperatura máxima (máximo
grau metamórfico) grau metamórfico)

• Metamorfismo progressivo é o • Metamorfismo progressivo é o


caminho anterior ao pico caminho anterior ao pico
metamórfico metamórfico

• Metamorfismo retrogressivo
ou retrometamorfismo é o
caminho posterior ao pico
metamórfico

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Grau metamórfico Descrevendo o grau metamórfico


• As rochas metamórficas
usualmente preservam sua Podemos descrever o grau metamórfico de diferentes formas:
assembleia mineral do pico
metamórfico
• Grau metamórfico muito baixo, baixo, médio e alto
• Isso ocorre por três razões:

• Classificação Pressão-Temperatura (P-T)


• Maioria das reações
metamórficas são de • Fácies metamórficas
desidratação
• Séries faciais metamórficas
• Há perda de água • Zonas minerais
• Assim, as rochas não podem reagir para
seu estado anterior

Descrevendo o grau metamórfico Descrevendo o grau metamórfico

Grau metamórfico muito baixo, baixo, médio e alto Fácies metamórficas

• Metamorfismo de muito baixo grau – efeitos normalmente só podem ser Campos P-T com diferentes
visto ao microscópio assembleias minerais em metabasitos
(rochas máficas)
• Metamorfismo de baixo grau – rochas mostram evidências de metamorfismo
(cor, clivagem, brilho), mas ainda preservam muitas feições do protólito (ex.: Introduzido pelo geólogo finlandês
Pentti Eskola
ardósias)

• Metamorfismo de médio grau – rochas dominadas por micas e anfibólios e Cinco maiores fácies (xisto-azul, xisto-
que podem ser facilmente visíveis e frequentemente apresentam estrutura verde, anfibolito e eclogito)
xistosa (ex.: xisto)
Os nomes refletem a aparência dos
• Metamorfismo de alto grau – rochas dominadas por minerais granoblásticos metabasitos em cada condição
grossos e frequentemente apresentam estrutura gnáissica bandada (ex.:
gnaisse)

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Descrevendo o grau metamórfico Descrevendo o grau metamórfico

Fácies metamórficas Fácies metamórficas

Xisto-verde: albita-actinolita-epidoto- Alguns esquemas adotam a fácies


clorita epido-anfibolito (hornblenda-
plagioclásio-epidoto) entre xisto-verde e
Anfibolito: hornblenda-plagioclásio anfibolito

Granulito: ortopiroxênio-clinopiroxênio- Fácies de muito baixo-grau e de contato


plagioclásio (+ ou – hornblenda) são frequentemente subdivididas

Xisto-azul: glaucofato (+ ou – lawsonita, Embora essas fácies tenham sido


epidoto) descritas inicialmente para metabasitos
elas podem muito bem ser
“extrapoladas” para outros tipos de
Eclogito: granata-clinopiroxênio rochas.

Sistemas orogênicos e crátons

Cenário tectônico do Gondwana Oeste


No Brasil predominan rochas pré-cambrianas

E no Brasil, existem cadeias de montanhas? Onde Granulitos


estão as rochas metamórficas?
Migmatitos

Retro-Eclogitos

Xistos-azuis???

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Sistemas orogênicos e crátons Sistemas orogênicos e crátons

Sistemas orogênicos recentes (Cenozoicos) Cráton Amazonas

(a) Orógeno Andino

(b) Orógeno Hilamaia-


Tibet
Gnaisses e gnaisses migmatizados do
Crátons: Porções Complexo Xingu, Província Carajás
estáveis/diferenciadas
da litosfera com raízes Granulitos arqueanos na Província
mantélicas profundas, Amazônia Central – rios Catetê e Pium,
normalmente são de Estado do Pará
idade Arqueana
Granulitos no segmento E-W entre Uruará e
Figuras: Marco Delinardo (IG-UNICAMP)
Figuras: Livro, Dinâmica do Manto de Deformação Continental Altamira?

Sistemas orogênicos e crátons Sistemas orogênicos e crátons

Província Borborema Sudeste do Brasil

Granada-Clinopiroxênio Anfibolito Orógeno Brasília Meridional


(Retroeclogito) (Neoproterozoico)

Granulitos na região NW do Estado do Gnaisses de alto grau


Ceará
Granulitos e migmatitos
Migmatitos dispersos ao longo de toda a
Província Borborema
Fotos: Caue Rodrigues Cioffi (Igc-USP)

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Classificação das rochas metamórficas


• Particularmente difíceis de
classificar
• Vários protólitos
• Variedade de condições
metamórficas P-T
Classificação das • Alterações por fluido
rochas metamórficas • Grandes variações
devido a deformação
• Sobreposição com
processos ígneos e
metamórficos
Photo: Ian Fitzsimons • Podem existis diferentes
nomes para uma mesma
rocha

Classificação das rochas metamórficas Classificação das rochas metamórficas


• Meta-lamito Pode ter como base os
seguintes critérios
• Xisto metapelítico
• Minerais presentes
• Metapelito xistoso
• Estrutura da rocha
• Andalusita xisto
• Protólito
• Andalusita metapelito
• Composição química
• Xisto porfiroblástico
• Condições metamórficas
• Xisto aluminoso
• Causa do metamorfismo
• Xisto metapelítico com
acamamento reliquiar e • Idade da rocha
porfiroblastos de andalusita
• Propriedades geofísicas…
Photo: Ian Fitzsimons Todos esses nomes estão Photo: Ian Fitzsimons
Mas qual devemos escolher?
“corretos” para a rocha
ilustrada na esquerda!

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Classificação das rochas metamórficas CLASSIFICAÇÃO DA SCMR DA IUGS


Minerais e estruturas são • Desenvolvida pela Subcomissão de Rochas Metamórficas
os melhores critérios para da União Internacional de Ciências Geológicas
classificação
• > 20 anos de consultas
• Fáceis de observar no
campo • Publicado em 2007
Metamorphic Rocks: A Classification and
• Pode-se inferir a Glossary of Terms, Edited by D. Fettes &
química da rocha, J. Desmons, Cambridge Univ Press

protólito, condições • Disponível em


metamórficas and http://www.bgs.ac.uk/scmr/
outras propriedades a
• Ainda em debate sobre
partir dos minerais e algumas
estruturas recomendações

Photo: Ian Fitzsimons


• Recomenda-se utiliza-se, nos nomes das rochas
metamórficas, um “nome raíz” com “prefixos” adicionais

NOME RAÍZ PREFIXOS


Use um dos três termos estruturais • Liste nomes de minerais (>
gerais como o “nome raíz” 5%) em ordem crescente
de abundância (e.g.
• Xisto – orientação preferencial de andalusita-muscovita-
minerais bem desenvolvida e quartzo xisto)
finamente espaçada (espaçamento
< 1cm) • É possível adicionar
minerais em pequenas
• Gnaisse – orientação preferencial quantidades (< 5%) ao
de minerais bem espaçada ou adicionar “com” (e.g. -
fracamente desenvolvida andalusita- muscovita-
(espaçamento >1 cm) quartzo xisto com biotita)
• Granofels – sem orientação • Apenas adicionar
preferencial de minerais minerais menos
É possível utilizar “nomes Photo: Ian Fitzsimons abundantes se eles
específicos” para casos especiais forneceram alguma
informação importante

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OUTROS PREFIXOS NOMES ESTRUTURAIS ESPECÍFICOS


• Podemos também Nomes específicos para rochas
escolher adicionar xistosas, placóides de granulação
outros prefixos fina
descritivos (usualmente
antes dos minerais) • Ardósia – rocha de granulação
fina com clivagem contínua)
• Termos estruturais
(mosqueado/manchado • Filito – Rocha xistosa com brilho
“spotted", porfiroblástico, sedoso
lineado, crenulado) Nomes específicos para gneisses de
• Cor da rocha alto-grau com aparência “mista”

• Tamanho do grão • Migmatito – mistura de rocha ígnea


(clara) e rocha metamórfica (escura)
• Mas precisa manter o
nome em uma Predominam sobre as outras três
Photo: Ian Fitzsimons
extensão adequada quando aplicáveis

NOMES ESTRUTURAIS ESPECÍFICOS OUTROS NOMES ESPECÍFICOS


Nomes específicos para rochas com minerais Outros nomes específicos com aceitação pela SCMR
altamente deformados devido serem bem estabelecidos e utilizados
• Mármore, Piroxenito, Quartzito, Serpentinito –
• Cataclasitos – rochas com pofiroclastos rochas dominadas por um mineral
angulares em uma matriz muito fina
• Anfibolito, Xisto-azul, Eclogito, Granulito, Xisto-
• Milonitos – rochas com porfiroblastos verde – mafic rochas máficas com mineralogia
arredondados em uma matriz xistosa específica (também são nomes de fácieis – pode causar
confusão)
Nomes específicos para granofels finos,
endurecidos, em partes internas de auréolas • Skarns, Graisen – rochas metassomáticas
de metamorfismo de contato. Esses nomes são exceções à recomendação da regra
Hornfels – rocha maciça, altamente compacta geral da SCMR, pois não utilizam um nome estrutural raíz
e com fraturas. como base.

Predominam sobre as outras três quando


aplicáveis

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NOMES BASEADOS NO PROTÓLITO INFERINDO PROTÓLITOS


• Se a rocha preservar • Muitas rochas não
alguma estrutura preservam evidencias
Muito alto MgO
diagnóstica do protólito Rochas
Alto MgO,
FeO e CaO estruturais dos protólitos
nomeia como “meta- ultramáficas Rochas
máficas
• Porém é possível inferir a
protólito”:
partir da composição
Metabasalto química
Metaconglomerado Alta SiO2 K2O e
Metadolomito Na2O Rochas
félsicas
Alto Al O
2 3
Folhelhos
• Estimada a partir da
Metagabro mineralogia
Metagranito
Meta-bif
Metacalcário
Alta SiO2 Alto CaO
Metariolito Arenitos e CO2
Calcários
Meta-arenito
Photo: Ian Fitzsimons Metatonalito
Metaturbidito…

INFERINDO PROTÓLITOS INFERINDO PROTÓLITOS


Inferir o protólito mais provável com base na proporção Inferir o protólito mais provável com base na proporção
mineral relativa mineral relativa
• Inferir protólitos • Inferir protólitos calcáreos
sedimentares clásticos utilizando a proporção de
utilizando proporção de carbonato e minerais
feldspato, quartzo e calciossilicáticos
minerais pelíticos
• Principais minerais
• Minerais pelíticos são
carbonáticos são calcita e
muscovita, clorita, biotita,
dolomita
granada, estaurolita,
cianita, sillimanita, • Minerais
andalusita, cordierita, calciossilicáticos são
Adapted from British Geological Survey Rock Classification cloritóide… Adapted from British Geological Survey Rock Classification diopsídio, tremolita,
Scheme Vol. 2 Metamorphic Rocks (S. Robertson) Scheme Vol. 2 Metamorphic Rocks (S. Robertson)
epidoto, grossulária,
plagioclásio,
escapolita,
wollastonita…

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INFERINDO PROTÓLITOS INFERINDO PROTÓLITOS


Inferir o protólito mais provável com base na proporção Inferir o protólito mais provável com base na proporção
mineral relativa mineral relativa
• Inferir protólitos ígneos, ultramáficos,
• É possível distinguir máficos e félsicos utilizando
protólitos de rochas proporções relativas de minerais
calcáreas de rochas máficos e quartzo-feldspáticos
margosas
• Não adequado para rochas
metamórficas de alta-pressão
(feldspatos são instáveis e então a rocha
possui > 90% minerais máficos)

Adapted from British Geological Survey Rock Classification Adapted from British Geological Survey Rock Classification
Scheme Vol. 2 Metamorphic Rocks (S. Robertson) Scheme Vol. 2 Metamorphic Rocks (S. Robertson)

NOMES DE ROCHAS COM BASE NO PROTÓLITO (QUÍMICA) NOMES DE ROCHAS COM BASE NO PROTÓLITO (QUÍMICA)
É possível utilizar os mesmos diagramas para alocar os nomes das É possível utilizar os mesmos diagramas para alocar os nomes das
rochas metamórficas com base com base na química do protólito rochas metamórficas com base com base na química do protólito

Protólito Protólito Protólitos Protólitos


clástico ígneo calcáreos calcáreos

Adapted from British Geological Survey Rock Classification Adapted from British Geological Survey Rock Classification Adapted from British Geological Survey Rock Classification Adapted from British Geological Survey Rock Classification
Scheme Vol. 2 Metamorphic Rocks (S. Robertson) Scheme Vol. 2 Metamorphic Rocks (S. Robertson) Scheme Vol. 2 Metamorphic Rocks (S. Robertson) Scheme Vol. 2 Metamorphic Rocks (S. Robertson)

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NOMES DE PROTÓLITOS (QUÍMICA)


NOMES E PROTÓLITOS
• Nomes baseados apenas
na química do protólito • Protólito ARENÁCEO
Muito alto MgO Alto MgO,
Rochas FeO e CaO
• Bom na descrição de (> 80% quartzo)
ultramáficas Rochas
máficas
grupos de rochas • Agora QUARTZITO
metamórficas com protólitos
similiares que foram
ou QUARTZO
Alta SiO2 K2O e metamorfizadas nas GRANOFELS
Na2O Rochas Alto Al O
2 3
Folhelhos
félsicas mesmas condições Photo: Charles Jones, University
of Pittsburgh, quartzite
• Melhor utilizar nomes
estruturais para
Alta SiO2 Alto CaO
amostras de rochas
Arenitos e CO2
Calcários
individuais

NOMES E PROTÓLITOS NOMES E PROTÓLITOS


• Protólito FOLHELHO • Protólitos CALCÁREOS
(> 40% minerais IMPUROS (< 95%
pelíticos minerais carbonáticos
< 60% minerais < 50% minerais
félsicos) calciossilicáticos)
• Agora Cianita- • Agora TREMOLITA
Photo: Charles Jones, University Photo: Ken Casey, Delaware
of Pittsburgh, kyanite-garnet-mica Granada-Mica Mineralogical Society, tremolite in MÁRMORE ou
schist, Durham, North Carolina Franklin Marble, New Jersey, USA
METAPELITO ou TREMOLITA-CALCITA
Cianita-Granada- GRANOFELS
Mica XISTO

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NOMES E PROTÓLITOS NOMES E PROTÓLITOS


• Protólitos ÍGNEOS • Protólitos ÍGENEOS
MÁFICOS (> 35% FÉLSICOS (< 35%
minerais máficos < minerais máficos >
65% minerais 65% minerais félsicos
félsicos)
Agora GRANADA- Agora BIOTITA
Photo: Woudloper (Wikipedia), Photo: Government of Quebec,
amphibolitic gneiss, Norway HORNBLENDA granite gneiss METAGRANITO ou
METABASITO ou BIOTITA-
GRANADA- QUARTZO-
HORNBLENDA FELDSPATO
XISTO GNAISSE

Referências não citadas

Notas de aula: R. Moraes (IGc-USP)

Notas de aula: I. Fitzsimons, Curtin University

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