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MATEMÁTICA FUNDAMENTAL

AULA 03: SISTEMA DECIMAL E ALGORITMO

TÓPICO 01: SISTEMA DECIMAL E CONTAGEM

A relação NÚMERO – NUMERAL - REGISTRO, não deixa transparecer de


imediato uma série de convenções estabelecidas historicamente e que devem
ser obedecidas quando pretendemos expressar o número imaginado sem
deixar dúvidas. É sobre essas regras (algoritmos) que faremos comentários.
Fazer com que o aluno entenda aquilo que está resumido num algoritmo é a
primeira grande dificuldade no ensino da Matemática nos primeiros anos da
escola.

Desejamos contar um conjunto A com um número grande de elementos.


Por motivos até biológicos, o impulso inicial é agrupar os elementos do
conjunto em subconjuntos de dez elementos. Um processo de contagem seria
o seguinte.

Começaríamos a formar grupos de dez elementos. Algumas vezes pode


ocorrer que reste alguns elementos e não podemos formar um grupo de dez
com os mesmos.

A seguir, agrupamos os grupos em caixas contendo dez grupos de dez.


Novamente, algumas caixas podem não conter dez grupo de dez.

O diagrama abaixo transmite de forma precisa a cardinalidade (A).

A questão é: como guardar ou transmitir essa informação de modo


sucinto? O sistema de numeração decimal é uma técnica de registrar o
número de elementos de um conjunto finito. Apresentemos sua descrição.

Utiliza-se um alfabeto com apenas dez símbolos chamados algarismos ou


dígitos. A saber, δ ={0,1,2,3,4,5,6,7,8,9} (δ é a letra grega minúscula
delta).

Cada um dos algarismo representa um número natural entre zero e nove


chamado de valor absoluto do dígito.
Cada palavra escrita com algarismos representa uma soma de múltiplos
de potências de 10 onde o coeficiente de 10m é o cardinal que ocupa a (M
+ 1)-ésima casa decimal.

Para esclarecer melhor a relação entre a potência e o coeficiente


deixemos alguns exemplos.

OBSERVAÇÃO
O registro de um cardinal feito como no lado esquerdo das igualdades
acima é chamado de NOTAÇÃO DECIMAL e o do lado direito de NOTAÇÃO
EXPANDIDA

Voltemos ao início da seção. Ao contarmos o conjunto A procedemos do


seguinte modo. Decompomos o conjunto em três subconjuntos disjuntos A =
CDU com as seguintes propriedades.

PROPRIEDADE 1
O subconjunto C corresponde às duas caixas onde cada caixa tinha dez
grupos de dez elementos. Logo, das propriedades operatórias temos:

(C) = 2 . 102 = 200.

PROPRIEDADE 2
O subconjunto D, corresponde à sete grupos de dez elementos:

(D) = 7 . 101 = 70.

PROPRIEDADE 3
O subconjunto U corresponde aos seis restantes. Então:

(D) = 6 . 100 = 6

PROPRIEDADE 4
Como os subconjuntos são disjuntos seguem as igualdades

Reciprocamente, quando registramos 475, o sistema decimal nos induz a


pensar que um conjunto A contendo quatrocentos e setenta e cinco
elementos foi separado em três subconjuntos disjuntos, A = C D U, onde
as cardinalidades de cada parcela da união são:

η(C) = 4 . 102;
η(D) = 7 . 10;

η(U) = 5

Adiante, iremos explorar essa relação entre o registro de um número e


uma decomposição de um conjunto para explicar como surgem as contas de
somar, subtrair, multiplicar e dividir.

Efetuemos uma soma utilizando a notação expandida para,


posteriormente, entendermos como surge o algoritmo da adição. Calculemos
25 + 133. Escrevendo os dois números na notação expandida decimal e
somando temos, pelas propriedades operatórias,

É claro, é impraticável somar utilizando esse processo. Na próxima


seção apresentaremos um método mais eficiente.

Nos livros textos para o Ensino Fundamental, vários diagramas são


utilizados para descrever o sistema numérico decimal. Todos eles
apresentam agrupamentos dos elementos de um conjunto para fazer a
contagem e transcreve o resultado da contagem no sistema decimal. Vejamos
um exemplo que descreve pictoricamente o raciocínio empregado na
contagem.

EXERCITANDO 1
Transforme para a notação expandida, some e transcreva o resultado
para a notação decimal.

a) 72 + 38 b) 43 + 68

FÓRUM
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que sua participação no Fórum vale presença e nota de avaliação.

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AULA 03: SISTEMA DECIMAL E ALGORITMO

TÓPICO 02: O ALGORITMO DA ADIÇÃO

O sistema decimal oferece outras vantagens além da simplicidade de


escrita. Uma delas é a facilidade de criar algoritmos para operações
algébricas. Devemos examinar nessa seção como surge o primeiro algoritmo
que aprendemos, a conta de somar,

Para efetuarmos a conta acima, somente precisamos conhecer a tabuada


da soma que nos fornece a adição de poucos números, a saber, soma de
números de 0 a 9. Em termos de conjuntos a adição responde à pergunta: se
(A)=475 e (B)=48, qual a cardinalidade de A B, sabendo-se que A B
= ?

Façamos a decomposição de cada cardinal seguindo as regras do


Sistema decimal e as propriedades das operações com cardinais já
aprendidas no tópico anterior,

OLHANDO DE PERTO
A operação foi efetuada somando separadamente unidades, dezenas, e
centenas apenas com o auxílio da tabuada e as propriedades distributiva,
comutativa e associativa. Entretanto a resposta não pode ser transposta
para o sistema decimal, pois na unidade surgiu 13 que não é um número
escrito com um dígito. O mesmo ocorreu com a casa das dezenas, 11.10 .
Se fizéssemos a transposição para o sistema decimal obteríamos algo
totalmente esdrúxulo, "411113" , certamente um registro errado, se
considerado como sendo a soma 475 + 48.

REGRAS DO SISTEMA DECIMAL


Como na casa das unidades só deve ter um dígito e as regras do Sistema
decimal nos diz que 13 = 1.10 +3, surge o famoso vai um, neste caso, vai um
para a casa da dezena,

475+48= 4.100 + 12.10 +3.


Novamente, vai um para a casa das centenas, pois,

12.10= 1.100 + 2.10

475+48 = 5.100 +2.10 +3

Finalizando, temos

475+48 = 5.100 +2.10 +3 = 523

Um algoritmo para a operação de soma reproduz sinteticamente todas


essas operações de forma eficiente.

Se, por um lado, o processo de somar utilizando a notação expandida é


impraticável, por outro lado, ele nos dá todas as informações necessárias
para construirmos o algoritmo da soma. Examinemos, agora, as seguintes
contas de somar (três algoritmos diferentes),

O algoritmo à esquerda está reproduzindo a conta feita no início da


solução anterior de forma sintética,

O algoritmo do centro é semelhante ao anterior, apenas omitimos os


zeros para facilitar a escrita.

Uma simplificação maior do algoritmo está apresentada à


direita com mais economia de espaço, mas, essencialmente, é
igual. Em lugar de escrever 13 como o total da soma das
unidades, escrevemos apenas a unidade 3 e acrescentamos 10
unidades na soma indicando esse fato pelo vai um. O mesmo
ocorre com a soma das dezenas.

Calculemos 3759+527+430. Utilizemos os dois algoritmos descritos


acima.

EXERCITANDO 2
Determine os dígitos x, y e z, sabendo-se que
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TÓPICO 03: O ALGORITMO DA SUBTRAÇÃO

VERSÃO TEXTUAL

A subtração de naturais corresponde a retirar de um conjunto


uma quantidade determinada de elementos. É assim que a operação
de subtração é introduzida no Ensino Fundamental. Por isso, nesse
nível, só faz sentido considerar a subtração de um natural maior por
um menor.

Vejamos um exemplo simples que ilustra como surge o algoritmo da


subtração:

EXEMPLO 3.3.1: De um conjunto A com 38 elementos retirarmos 15


elementos. Quanto resta? Em outras palavras, qual a diferença 38 − 15?

SOLUÇÃO

Solução Como η(A) = 38, podemos decompor o conjunto em uma


união disjunta A = D ∪ U , onde η(D) = 30 e η(U) = 8. Se queremos retirar
15 elementos de A, retiramos 10 de D e 5 de U, sobrando 20 no primeiro e 3
no segundo. Logo,

Coloquemos algebricamente essa mesma ideia,

Vejamos como fica o algoritmo da subtração que na é uma síntese


desse processo.

O algoritmo que registra essa situação é bem simples, na verdade é o


tomando emprestado ou o vem um para a posição da casa das unidades,
PROBLEMA 1
PROBLEMA 3.3.2 : Calcule a diferença 379 − 237.

Solução Repetindo o mesmo raciocínio anterior temos,

A situação para a criança pode ser um pouco mais complicada, como


nos exemplos a seguir. Como você utilizaria conjuntos para explicar as
operações realizadas nas operações pedidas?

PROBLEMA 2
PROBLEMA 3.3.3: De um conjunto A com 35 elementos retiramos 18
elementos. Quantos restam?

Nesse caso não podemos repetir exatamente a construção anterior. Se


não, vejamos. Primeiro, decompomos o conjunto em dois conjuntos
disjuntos,

A = D ∪ U, onde η(B) = 30 e η(U) = 5.

Como 18 = 10 + 8 não podemos retirar 8 elementos do conjunto U pois


esse só tem 5 elementos.

A solução é decompor o conjunto A em dois conjuntos disjuntos,

A = X ∪ Y, onde η(X) = 20 e η(Y) = 15.

Aqui, está a ideia do tomar emprestado, transferindo 10 elementos do


conjunto D para o conjunto U. Queremos registrar essas ideias num
algoritmo. Antes apresentemos a solução algébrica,

onde, por problema de espaço, o símbolo 15 está significando 15 .


PROBLEMA 3
PROBLEMA 3.3.4: Calcule a subtração 662 − 478.

Observe que a unidade não pode ser subtraída nem a dezena. No


algoritmo de subtração podemos tomar emprestado duas vezes.

Os significados dos símbolos são 12 = 12 e, respeitando a regra


posicional no Sistema decimal, 1 50 = 150.

PROBLEMA 4
PROBLEMA 3.3.5: Calcule a subtração 602 − 478.

Nesse caso o algoritmo também funciona desde que utilizemos mais de


um vem um. Veja a solução.

Outro algoritmo. Nesses últimos exemplos, podemos não assinalar na


conta o vem um e substituí-lo por outro processo semelhante. A seguir
apresentaremos o algoritmo normalmente ensinado nas escolas. Aqui
faremos o registro gráfico de todas as passagens do processo.

EXEMPLO 3.3.6: Calcule a subtração 692 − 478.

A ideia é somar potências de 10 a ambas parcelas da subtração e não


transferi-la com o vem um. Sejamos claro.

Observe que 12 = 12 , portanto aumentamos em 10 unidades o número


662, ele não veio da casa da dezena. Para não alterar a subtração devemos
somar 10 unidades ao natural 478, isto fica indicado por 47+18 = 478 + 10 =
488 .

Utilize o mesmo processo acima para a operação a seguir.

PROBLEMA 3.3.7: Calcule a subtração 332 − 278.

Repitamos o processo.
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TÓPICO 04: O ALGORITMO DA MULTIPLICAÇÃO

VERSÃO TEXTUAL

O algoritmo da multiplicação utiliza o algoritmo da soma. Nessa


altura, o estudante do Ensino Fundamental deve conhecer a tabuada
de multiplicação. Vejamos como surge o algoritmo de multiplicação.

ALGORITMO DA MULTIPLICAÇÃO
Efetue a multiplicação 3.49

SOLUÇÃO: Examinemos as seguintes contas de multiplicar com as


propriedades que já conhecemos, depois construimos o algoritmo
correspondente,

Novamente, a resposta não permite transcrevermos o numeral na


notação decimal pois a casa correspondente à unidade não tem um dígito
nem o numeral que acompanha 10 é escrito com um algarismo. Devemos
aplicar a ideia do vai um,

Utilizando o algoritmo, a economia de papel e de esforço é enorme, além


de evitar possíveis erros. Acompanhemos a reordenação das operações
observando a utilização do algoritmo da soma no estágio final da
multiplicação,

Primeiro, multiplicamos 3.9, depois, multiplicamos 3.40 , como feito


por extenso, anteriormente.

Efetue a multiplicação 13.29.

EXERCITANDO 3
Se X tem 12 dígitos e Y tem 5 dígitos então:
◾ 1. X.Y tem no máximo ........dígitos;
◾ 2. X.Y tem no mínimo ........dígitos;

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TÓPICO 05: O ALGORITMO DA DIVISÃO

Dado um conjunto A contendo P elementos. Quantos subconjuntos


disjuntos com Q > 0 elementos pode ser formado usando todos os
elementos de A?

É dessa forma que a operação de divisão é introduzida em linguagem de


conjuntos no Ensino Fundamental. O algoritmo para efetuarmos uma
divisão é o mais complexo, pois envolve todas as operações anteriores,
entretanto, é fácil explicá-lo utilizando conjuntos.

A divisão de 12 por 4 responde à seguinte pergunta: quantos


subconjuntos disjuntos de 4 elementos estão contidos num conjunto de 12
elementos?

A divisão 12 : 4 = 3 pode ser obtida como no gráfico abaixo, pois


conseguimos empilhar o conjunto contendo 12 elementos em 3 fileiras de 4
elementos, onde cada fileira horizontal representa um conjunto.

Nem sempre a resposta é exata. De um conjunto A contendo 13


elementos podemos formar 3 subconjuntos disjuntos com 4 elementos cada
e restar ainda 1 elemento. Pela nossa definição 4 não divide 13.

ALGORITMO DA DIVISÃO

Quantos conjuntos de 8 elementos cabe num conjunto A com (A) =


296? Em outras palavras, divida 296 por 8, ou com a nossa notação, calcule
296:8.

Para compreender o algoritmo, fazemos a seguinte pergunta.

Podemos formar 20 conjuntos com 8 elementos de A?

A resposta é sim! pois 20 . 8 = 160 e o conjunto A tem mais elementos


que isso. Então formamos os 20 conjuntos com 8 elementos cada e o
restante fica sendo 296 - 8 . 20 = 136. Registremos essas informações no
gráfico abaixo,
Portanto, o conjunto que restou de A tem cardinalidade 136.

Continuando. Do conjunto que restou, podemos formar 10 conjuntos


com 8 elementos cada? A resposta é sim! pois 10 . 8 = 80 e o conjunto
restante tem mais elementos, na verdade 136 elementos. Formemos esses 10
subconjuntos e o restante fica sendo 136 - 8 . 10 = 56. Registremos essa
informação no gráfico abaixo.

Mais uma pergunta. Dos 56 elementos restantes podemos formar 7


conjuntos de 8 elementos cada? A resposta é sim! pois 7 . 8 = 56 e o restante
tem, precisamente, esse número de elementos. Ao formarmos esses 7 novos
conjuntos de 8 elementos, o restante fica sendo um conjunto vazio, com zero
elementos, 56 - 8 . 7 = 0. Registremos essas informações no gráfico.

Finalmente, quantos conjuntos de 8 elementos cada formamos com os


elementos de A? A resposta é 20 + 10 + 7 = 37. Em outras palavras 296 : 8 =
137. Registremos.

A apresentação inicial do algoritmo da divisão no Ensino Fundamental


deve evitar o um algoritmo mais complexo. É conveniente que seja
apresentado nas etapas como a seguir, utilizando conjuntos.

Em lugar da questão, divida 412 por 13, é mais fácil e claro fazer a
pergunta: quantos conjuntos de 13 elementos cabe num conjunto A com 412
elementos?

SOLUÇÃO Iremos direto ao algoritmo sem utilizar a linguagem de


Teoria de Conjuntos. Deixaremos ao leitor essa leitura.

Cabe 5? Sim! Registremos.


Cabe 20? Sim! Registremos.

>

Cabe 6? Sim! Registremos.

Cabe mais algum? Não. Registremos.

Sendo assim, 412dividido por 13 são 31 com resto 9. Portanto, 412 não é
divisível por 13.

O algoritmo utilizado nas escolas é essencialmente o apresentado acima.


A única diferença fica por conta da resposta ao cabe quantos. A escolha é
sempre o maior múltiplo de 10 possível.

Divida 873 por 31.

Solução Cabe quantos?

Para o algoritmo ser mais eficiente, devemos escolher o maior múltiplo


de 10 possível. Nesse caso, cabe 20,

Agora, devemos escolher a maior unidade possível para responder ao


cabe quanto,

Finalmente temos
Ou mais sucintamente,

Portanto, 873 dividido por 31 é igual a 28 com resto 5.

Terminaremos este capítulo com o Teorema do resto. Como vimos a


divisão de cardinais pode não ser exata, isto é, pode sobrar restos.

TEOREMA DO RESTO

Sejam P e Q dois números naturais com Q ≠ 0. Existem cardinais R e S


com 0 ≤ R ≤ Q tais que P = S . Q + R.

Os naturais citados no teorema recebem as seguintes denominações:

P é chamado de dividendo;

Q é chamado de divisor;

S é o quociente;

R é o resto da divisão.

Quando o resto R é igual a zero dizemos que a divisão é exata

Efetuando a divisão de 45 por 6 obtemos 7 com resto 3. Isso significa


que vale a igualdade 45 = 7 . 6 + 3. Em linguagem de conjuntos podemos
fazer a releitura desta última igualdade afirmando que ao dividirmos um
conjunto com P = 45 elementos em subconjunto com Q = 6 elementos cada,
obtemos S = 7 subconjuntos e ainda restam R = 3 elementos.

EXERCITANDO 4
Examine criticamente os empilhamentos utilizando o Teorema do
resto

EXERCITANDO 5
Um aluno escreveu as seguintes contas de divisão. Estão corretas?
EXERCITANDO 6
Numa pequena localidade de 2750 habitantes, de cada 25 pessoas 8
eram fumantes. Após uma campanha contra o tabagismo, de cada 11
fumantes, 3 deixaram de fumar. Quantas pessoas ainda permaneceram
com o vício?

ATIVIDADE DE PORTFÓLIO
Resolva os exercitandos 2 e 4 e os exercicios (que estão no material de
apoio): 2 do tópico 2 ; 3 do tópico 3; 2 do tópico 4; 6 do tópico 5 e poste no
portfólio Aula 03.

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