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Índice

Introdução ...................................................................................................................................... 2

Breve história da ginástica ............................................................................................................. 3

Ginástica em portugal .................................................................................................................... 4

Regras básicas das difrentes disciplinas da ginástica .................................................................... 5

Variantes da ginástica - Modalidades competitivas ....................................................................... 5

A evolução dos aparelhos da Ginástica Artística Masculinanos ................................................... 8

Conclusão ....................................................................................................................................... 9

Bibliografia .................................................................................................................................. 10

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Introdução

Nese presente trabalho o grupo vai abordar acerca da história da Ginástica, começando por
definir (GA) é um esporte tradicional do programa olímpico deste o início da era moderna. Com
freqüência, graças a plasticidade dos exercícios gímnicos, se compara esta modalidade a um
espetáculo com vários palcos onde os ginastas se apresentam demonstrando coragem, habilidade
e audácia através de séries de exercícios coordenados onde força e flexibilidade se unem com o
objetivo de formar uma performance ginástica esteticamente e tecnicamente perfeita.

O objetivo deste estudo é abordar os fatores de maior destaque no processo de evolução da


Ginástica Artística (GA) bem como as conseqüências que essas mudanças geraram no esporte ao
longo dos últimos 20 anos. Desta forma analisaremos as fontes encontradas a partir de uma
análise do conteúdo.

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Breve História da Ginástica

A evidência mais antiga da existência da Ginástica é datada de 2700-1400 antes de Cristo. A


palavra Ginástica deriva do grego. Os homens da altura executavam os exercícios nus, daí a
palavra "Gymnos" que significa nu. No entanto, a ginástica surgiu na china há milhares de anos.
Onde a acrobacia fazia parte integrante do culto religioso.

Na Grécia, no ano 400 A.C. a Ginástica englobava a Ginástica de manutenção, o Atletismo e a


Esgrima. Estas atividades eram utilizadas como forma de estabelecer o Ser Humano.

Na Roma Antiga, um pouco mais tarde, a ginástica era utilizada para ajudar os homens na sua
preparação física para a arte de guerrear.

Após a vitória do catolicismo e o declínio de Império Romano a Ginástica afundou-se e


desapareceu durante mais de mil anos.

Na Europa, a acrobacia viria a ser implementada no período da Idade Média, com o


aparecimento de grande número de funâmbulos e saltimbancos em jogos de circo que mais se
assemelhavam ou prendiam com exercícios no solo. Foi no séc. XIX, que se notou a grande
evolução da Ginástica, na Europa, com o aparecimento de três linhas doutrinárias distintas.

A linha Doutrinária Francesa, esta doutrina foi impulsionada por um senhor espanhol Francisco
Amoros (1770/1847) que tenta pôr a ginástica como desporto e define-a como sendo a prática de
exercícios que tornam o homem mais saudável e mais forte.

Per Henrik Ling (1759/1839) formou a linha Doutrinária Sueca. Algumas das ideias de Ling não
foram aprovadas, pois a sua doutrina estava ainda fortemente ligada a exercícios de
malabarismo. No entanto, conseguiu levar as suas ideias para a frente criando uma ginástica
ligada à Ginástica dos Gregos, religião e às artes. Era uma forma de Educação e Socialização
numa tentativa de criar protótipos de homens, obedecendo a uma enorme rigidez.

Mas seria com J.C.Guts Muts (1759/1839), considerado o “Pai da Ginástica Escolar”, que a
mesma viria a sofrer um enorme incremento, através da aplicação de um novo conceito de
exercício físico com fins educativos.

Pela mesma altura e também na Alemanha, apareceu F.L. Yahn (1778/1852), que apresenta
como base do seu sistema os aparelhos. Professor num liceu em Berlim, Yahn é animado de um
ardente patriotismo, agrupava com um fim semelhante de ressurgimento nacional e de desforra
contra o estrangeiro, toda a juventude do seu país. É neste espírito nacionalista que nasceu o
primeiro, de todos os métodos modernos de Educação Física.

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O método de Yahn fundamentava-se primeiramente, no adestramento, disciplina e vida ao ar
livre, apelidando esta prática de "Turnen". O que lhe deu sucesso perante a juventude foi o facto
de exigir movimentos de conjunto rigorosamente ordenados, uma disciplina de ferro e uma
subordinação absoluta às ordens do chefe. O seu método baseia-se, principalmente, na força e na
destreza exigindo uma atitude rígida e artificial: a cabeça levantada, o corpo direito, a perna
estendida.

Em finais do séc. XIX, o ensino da Ginástica viria a ser praticado nos estabelecimentos de
ensino, onde permaneceu durante muito tempo sob a influência do Método Sueco de Ling.

Em 1881, funda-se a Federação Internacional de Ginástica (F.I.G.).

A Ginástica já como desporto foi introduzida nos Jogos Olímpicos de 1896, realizados em
Atenas, unicamente com cinco modalidades para o sexo masculino.

As mulheres começaram a praticar ginástica por volta de 1800, ma foi só em 1909 que uma
mulher participou em eventos internacionais. Foi em Luxemburgo e os exercícios incluíam
rítmica, ballet e rotinas coreografadas. Nos Jogos Olímpicos de Amesterdão, em 1928 ocorreu a
primeira competição de ginástica feminina e, em Budapeste, 1934, ocorreu o primeiro mundial
com a participação feminina.

Foi em 1903, já no nosso século que se realizou o primeiro campeonato Mundial de Ginástica
Desportiva. E é a partir desta altura que se assiste a uma tentativa de melhorar e substituir os
aparelhos existentes, por outros melhores e mais modernizados. Mas, só em 1956 se define a
Ginástica que dura até aos dias de hoje, ou seja, com seis aparelhos para os homens (argolas,
barra fixa, cavalo com arções, salto de cavalo, solo e paralelas simétricas); e quatro para as
mulheres (paralelas assimétricas, salto de cavalo, trave, solo); isto no que se refere à Ginástica de
competição.

Ginástica em Portugal

Em Portugal, a Ginástica começou a ser praticada ainda que por um número reduzidíssimo de
elementos, a partir da Segunda metade do séc. XIX. Orientada inicialmente no sentido da
Ginástica de Amoros, o aparecimento da Ginástica do Método Sueco deu-se, essencialmente, nos
princípios do séc. XX, por intermédio da leitura dos manuais Belgas e Franceses e como
consequência da viagem à Suécia da António Martins e do Dr. Jorge Santos.

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A Ginástica iniciou-se nas escolas militares (Exército-1867;Escola Naval-1868) e na Casa Pia de
Lisboa, onde já em 1838 havia um professor da especialidade. Em 1875, por iniciativa de Luís
Monteiro e alguns amigos, iniciou-se a Ginástica nos clubes, o Real Ginásio Clube Português,
que foi a partir desta data o primeiro clube a praticar Ginástica, de maneira metódica e ordenada,
sendo o seu grande impulsionador o já referido Luís Maria de Lima da Costa Monteiro. O
primeiro português a exercer a profissão de professor de Educação Física.

Só em 1902 ela se tornou obrigatória nas escolas portuguesas do ensino secundário, embora em
1894 já tivesse sido aconselhada para a instrução primária.

Regras Básicas das Diferentes Disciplinas da Ginástica

A Ginástica é uma modalidade pluridisciplinar, com grande variedade de situações e de formas.


Os seus exercícios contêm características essenciais da cultura física, não substituíveis por outras
modalidades, contribuindo decisivamente para a educação motora. A Ginástica é assim composta
por várias disciplinas ou modalidades gímnicas.

Variantes da ginástica - Modalidades competitivas:

 Ginástica acrobática

 Ginástica aeróbica

 Ginástica artística

 Ginástica de grupo

 Ginástica rítmica

 Ginástica de trampolins

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A Ginástica acrobática - consiste na formação de figuras por um ou mais ginastas de ambos os
sexos.

A Ginástica aeróbica - Em sentido amplo, é uma combinação de ginástica clássica com dança.
É um treino dinâmico com movimentos rítmicos flanqueado com música motivadora. Elementos
principais da ginástica aeróbica são coordenação motora e fitness.

Esta modalidade não pertence ao calendário olímpico, como as modalidades artística, de


trampolim e rítmica. Porém, já possui campeonatos realizados pela FIG a nível internacional.
Esta disciplina requer do ginasta um elevado nível de força, agilidade, flexibilidade coordenação.

A Ginástica artística - É um desporto individual praticado por ambos os sexos em provas


separadas e distintas, desenvolvidas com diferentes aparelhos. Provas masculinas: Solo, Salto de
Cavalo, Argolas, Paralelas, Barra Fixa, Cavalo com arções. Provas femininas: Solo, Paralelas
Assimétricas, Trave Olímpica, Salto de Cavalo.

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A Ginástica de Grupo - Tem um conteúdo técnico bastante amplo, definido por todas as
técnicas das várias disciplinas gímnicas existentes. Todos os grupos que se enquadrem dentro das
características requeridas nos regulamentos, podem participar nas competições,
independentemente do tipo de movimento predominante ser mais gímnico ou mais dançado.

A Ginástica rítmica - É uma modalidade olímpica destinada a praticantes do sexo feminino,


onde se aprende a executar diversos movimentos corporais realizados em harmonia com a
música, numa simbiose perfeita com a utilização de diferentes aparelhos, como são a Corda, o
Arco, a Bola, as Maças e a Fita. A competição é individual e em grupo. Os movimentos são
complexos e de uma grande elegencia e beleza.

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Ginástica de trampolins - Consiste na realização de inúmeros saltos que requer precisão,
técnica e muito controlo do corpo. Como modalidade Olímpica a rotina de competição dos
trampolins efetua-se em 4 aparelhos distintos, nos quais os atletas executam múltiplos saltos
mortais e piruetas: 1- Trampolim (mais conhecido por cama elástica); 2- Duplo Minitrampolim;
3- Mini-Trampolim; 4- Tumbling.

A evolução dos aparelhos da Ginástica Artística Masculinanos

A GA apresenta uma grande riqueza de movimentos e variedade de provas ou aparelhos oficiais


(BROCHADO, 2005). Na ginástica masculina são utilizados seis aparelhos durante as
competições: solo, argolas, cavalo com alças, salto, barras paralelas e barra fixa, que permitem
aproximadamente 2000 elementos técnicos (de valor reconhecido ou não pelo CP). Uma
variedade tão grande que nem os ginastas de alto nível conseguem executar com maestria grande
parte dos elementos.

Desde a criação até os dias de hoje, os aparelhos utilizados nas competições de ginástica foram
modificados e aperfeiçoados, sempre com o objetivo de melhorar a performance, a qualidade do
treinamento dos atletas e também a espetacularidade das apresentações. Nas últimas duas
décadas, os aparelhos da GA foram modernizados principalmente na questão dos materiais, o
que ajudou na maior segurança.

O solo é um exemplo de aparelho que não foi modificado na sua morfologia, mas que teve
grandes mudanças na sua estrutura. O tablado possui 12 metros de lado com um metro de
moldura, para a proteção do ginasta (PUBLIO 2002).

Solo de competição GymNova.

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Conclusão

Ao longo desse estudo concluimos que na Grécia, no ano 400 A.C. a Ginástica englobava a
Ginástica de manutenção, o Atletismo e a Esgrima. Estas atividades eram utilizadas como forma
de estabelecer o Ser Humano. Quando falamos do fator artístico, estamos nos referindo ao
virtuosismo que, seria quando o ginasta mostra elegância particular na execução, leveza no
desenvolvimento dos movimentos e maestria na dificuldade e no risco. Hoje os ginastas não
objetivam mais a perfeição que viria com a nota 10 e sim os recordes.

Per Henrik Ling (1759/1839) formou a linha Doutrinária Sueca. Algumas das ideias de Ling não
foram aprovadas, pois a sua doutrina estava ainda fortemente ligada a exercícios de
malabarismo.

Esperamos ter contribuído para o entendimento desse processo discutindo os fatores e suas
consequências mais relevantes para o esporte visando entender esse processo e com a esperança
de ajudar a compreender as tendências do futuro suscitando também novos estudos nessa área.

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Bibliografia

INTERNET, (Google.com). Breve História da Ginástica

AYOUB, Eliana. Ginástica Geral e Educação Física escolar. Campinas, SP: Editora da
Unicamp, 2003.

BREGOLATO, R. A. Cultura corporal da ginástica: livro do professor e do aluno. São Paulo:


Ícone, 2002.

BORRMANN, G. Ginástica de aparelhos. Lisboa: Estampa, 1980.

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