Você está na página 1de 238

<a onblur="try {parent.

deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"


href="http://4.bp.blogspot.com/_E_UyEdeL21k/SlC-H0MGfqI/AAAAAAAAA_g/9L_B_gEZDMo/s1600-h/B
%C3%ADblia++Luz+com+Sl.+119.105..jpg"><img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-
align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 282px;"
src="http://4.bp.blogspot.com/_E_UyEdeL21k/SlC-H0MGfqI/AAAAAAAAA_g/9L_B_gEZDMo/s320/B
%C3%ADblia++Luz+com+Sl.+119.105..jpg" border="0"
alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5354988998421282466" /></a>

MODULO 1

PARA RECEBER TODOS OS MÓDULOS (13 ao todo),Solicite:pr.clodoaldopereira@yahoo.com.br

Doutrina Cristã
de
Deus
DOUTRINA CRISTÃ DE DEUS
PÁGINA
PREÂMBULO. 03
INTRODUÇÃO. 06
I, DEFINIÇÃO DE DEUS. 06
II, ENTENDENDO DEUS, A PARTIR DA DEFINIÇÃO DO TEÓLOGO A. B. LANGSTON. 07
II, 1, A NATUREZA DE DEUS. 07
II, 1, A, DEUS É ESPÍRITO. 07
II, 1, B, DEUS É ESPÍRITO PESSOAL. 07
II, 1, C, A APARÊNCIA DE DEUS. 08
II, 2, O CARÁTER DE DEUS. 10
II, 3, RELAÇÃO DE DEUS COM O UNIVERSO. 10
II, 3, A, DEUS É O CRIADOR DE TUDO O QUE HÁ. 10
II, 3, B, DEUS É O SUSTENTADOR DE TUDO O QUE HÁ. 10
II, 3, C, DEUS É DIRIGENTE DE TUDO O QUE HÁ. 10
II, 4, OS MOTIVOS DE DEUS PARA COM TUDO O QUE FOI CRIADO. 10
III, A EXISTÊNCIA DE DEUS. 10
III, 1, PROVAS DA EXISTÊNCIA DE DEUS. 11
III, 1, A, PROVA DA EXISTÊNCIA DE DEUS ATRAVÉS DO UNIVERSO. 11
III, 1, A, a, PRIMEIRA ALTERNATIVA PARA A EXISTÊNCIA DO UNIVERSO. 12
III, 1, A, b, SEGUNDA ALTERNATIVA PARA A EXISTÊNCIA DO UNIVERSO. 12
III, 1, B, PROVA DA EXISTÊNCIA DE DEUS ATRAVÉS DA HISTÓRIA UNIVERSAL. 13
III, 1, C, PROVA DA EXISTÊNCIA DE DEUS ATRAVÉS DAS PERCEPÇÕES HUMANAS. 14
III, 1, D, PROVA DA EXISTÊNCIA DE DEUS ATRAVÉS DA FÉ. 14
III, 1, E, PROVA DA EXISTÊNCIA DE DEUS ATRAVÉS DA EXPERIÊNCIA CRISTÃ. 15
III, 2, A ETERNIDADE DE DEUS. 16
IV, ATRIBUTOS DE DEUS. 16
IV, 1, ATRIBUTOS NATURAIS DE DEUS. 17
IV, 1, A, ONIPRESENÇA. 17
IV, 1, B, ONISCIÊNCIA. 18
IV, 1, C, ONIPOTÊNCIA. 18
IV, 1, C, a, ONIPOTÊNCIA MORAL. 18
IV, 1, D, UNIDADE. 19
IV, 1, E, INFINIDADE. 19
IV, 1, F, IMUTABILIDADE. 19
IV, 2, ATRIBUTOS MORAIS DE DEUS. 20
IV, 2, A, SANTIDADE. 20
IV, 2, B, JUSTIÇA, (RETIDÃO). 20
IV, 2, C, AMOR. 21
V, A SOBERANIA DE DEUS. 21
V, 1, CARACTERÍSTICAS DA SOBERANIA DE DEUS. 21
V, 1, A, A SOBERANIA UNIVERSAL DE DEUS. 21
V, 1, B, A SOBERANIA ABSOLUTA, TOTAL, COMPLETA E PERPÉTUA DE DEUS. 21
V, 2, A SOBERANIA DE DEUS EM RELAÇÃO AOS SERES MORAIS,
INCLUSIVE O HOMEM; O LIVRE ARBÍTRIO. 21
VI, DEUS E O MAL. 23
VII, ALGUNS NOMES DE DEUS, NA BÍBLIA SAGRADA. 23
CONCLUSÃO. 25
BIBLIOGRAFIA. 26
DOUTRINA CRISTÃ DE DEUS
PREÂMBULO.
APRESENTAÇÃO E REFERÊNCIA AOS ESTUDOS
Os estudos apresentados neste curso não são criação ou invenção nossa,
são, isto sim, principalmente, compilados da literatura evangélica
relacionada na bibliografia.
Por isso, orientamos todos os alunos a adquirirem os livros base
destes estudos, para que o conhecimento se multiplique.
Este trabalho não esgota os temas expostos, pois seria pretensão
inoportuna.
Nosso intuito é abrir alas à estruturação doutrinária dos salvos por
JESUS CRISTO e amantes da DOUTRINA CRISTÃ.
Reconhecemos que a linha mestra destes estudos, pelo menos à
primeira vista, não será aprovada, apoiada ou adotada por todas as
correntes do CRISTIANISMO, nem por todos os leitores, ou estudiosos
destes trabalhos.
Porém, isso não nos preocupa, porque cremos que todo o conteúdo está
de acordo com a PALAVRA DE DEUS, a qual é, para todos os efeitos, a
fonte, imutável, de toda a revelação DIVINA e, por isso, da totalidade
da DOUTRINA CRISTÃ.
Assim sendo, cremos, inabalavelmente, em tudo o que está escrito, já
que, não saiu de nós, veio de DEUS.
Outro ponto a considerar é o aspecto subjetivo dos estudos realizados,
visto que, estes não são uma transcrição dos livros contidos na
bibliografia, são, isto sim, uma adaptação resumida dos mesmos,
visando ajudar os irmãos que não acessam estudos mais profundos das
DOUTRINAS CRISTÃS.
Além disto, e ainda, em virtude da subjetividade destes estudos,
talvez haja alguns pontos não encontrados nas obras da bibliografia ou
em outras obras escritas, porém, ainda que isto aconteça, a BÍBLIA
SAGRADA é a base de todos eles, haja vista as passagens BÍBLICAS, as
quais, jamais poderão ser alteradas.
Estudar as DOUTRINAS CRISTÃS extraídas da BÍBLIA SAGRADA é muito
importante para todo o cristão, visto que, tal estudo, tranqüiliza, e
muito, a mente do estudioso.
Tal tranqüilidade acontece porque o crente que estuda a DOUTRINA
CRISTÃ, nela crê e se apoia, fica imune a heresias que aparecem e
reaparecem na IGREJA DE JESUS CRISTO, vindas de todos os lados, com o
intuito de desviar os salvos por JESUS CRISTO da obediência a DEUS.
Porém, quanto a problemas de ordem secular, material e pessoal, jamais
prometeremos que os mesmos terminarão com estes estudos, ainda que
isso possa acontecer em alguns ou, até, em muitos casos.

DOUTRINA CRISTÃ DE DEUS

Tais problemas poderão continuar na vida dos crentes, porém, no


aspecto espiritual, muitos e muitos desaparecerão em virtude dos
esclarecimentos doutrinários que, com toda a certeza, penetrarão na
mente e coração do filho de Deus que se dispõe a estudar.
ALGO IMPORTANTE ACERCA DA DOUTRINA CRISTÃ.
O estudo das DOUTRINAS CRISTÃS é importantíssimo para a IGREJA DE
JESUS CRISTO, como um todo, bem como, para cada salvo por JESUS CRISTO
em particular, visto que, a prática da vida natural e secular, tanto
quanto, da vida espiritual de cada pessoa (salva por JESUS CRISTO ou
não) é determinada pelas doutrinas que a mesma tem no coração, a não
ser que seja desobediente ao que crê.
Um aspecto muito importante a considerar sobre a DOUTRINA CRISTÃ é a
dificuldade que, infelizmente, tolda a visão de grande parte de
pessoas, qual seja, a falta de discernimento entre doutrina e costumes.
A DOUTRINA CRISTÃ é imutável, tanto quanto a BÍBLIA SAGRADA é imutável.
Os costumes, como é natural, mudam com o passar dos tempos e variam de
lugar para lugar, ou de povo para povo, de acordo com as
circunstâncias e tradições.
Nosso intuito é tratar das DOUTRINAS IMUTÁVEIS DO CRISTIANISMO, quanto
aos costumes, se estes não são pecaminosos, não há motivo para
normatizá-los, pois o CRISTIANISMO autêntico, não o é pela aparência,
mas pela essência, a qual produz no coração do salvo por JESUS CRISTO
coragem e decisão para mudar o que necessário for para melhor honrar e
glorificar a DEUS.
Vejamos portanto o significado normal da palavra doutrina e
apliquemo−la ao CRISTIANISMO.
A palavra doutrina, segundo Aurélio, significa:
01, Conjunto de princípios que servem de base a um sistema religioso,
filosófico, científico, etc.
02, Catequese cristã.
03, Ensinamento.
De acordo com a primeira designação, a DOUTRINA CRISTÃ é o conjunto de
princípios ou verdades que servem de base ao CRISTIANISMO.
Se a IGREJA CRISTÃ é de JESUS CRISTO o qual é, indiscutivelmente,
DEUS, toda a DOUTRINA DA IGREJA DO SENHOR E SALVADOR JESUS CRISTO há
de vir do próprio DEUS.
Já que a fonte da DOUTRINA CRISTÃ é DEUS, onde poderemos encontrá-la?
A resposta é simples, a fonte, autorizada, da DOUTRINA CRISTÃ, não
pode ser outra senão a BÍBLIA SAGRADA, porque, não há qualquer sombra
de dúvida, esta é a PALAVRA DE DEUS, revelada ao homem.
Portanto, para o cristão genuíno, a DOUTRINA CRISTÃ é o conjunto, ou a
somatória dos princípios e ou verdades, extraídas da BÍBLIA SAGRADA,
em que o CRISTIANISMO VERDADEIRO se baseia e ou apoia.

DOUTRINA CRISTÃ DE DEUS

Em virtude disto:
JÁ QUE A BÍBLIA SAGRADA É IMUTÁVEL,
A DOUTRINA CRISTÃ, TAMBÉM É IMUTÁVEL.
Por ser imutável, a DOUTRINA CRISTÃ dos dias atuais é a mesma da IGREJA
PRIMITIVA e continuará sendo a mesma até a consumação dos séculos.
A DOUTRINA CRISTÃ é tão importante que a BÍBLIA SAGRADA a ela dedica
várias passagens, Is¨29:22-24; Mat¨7:28, 22:33; Mar¨1:22, 27; Luc¨4:32;
João¨7:16-18, 18:19; At¨2:42, 5:28, 13:12, 17:19; Rom¨6:17−18, 16:17;
1ªCor¨14:6; Ef¨4:14, 6:4; 1ªTim¨1:1−10 (3, 10), 4:6, 16, 6:1−5;
2ªTim¨4:1−3; Tito¨1:9, 2:1, 7−10; Heb¨13:9; 2ªJoão¨9−11.
Todos os estudos doutrinários do curso visam ajudar o filho de DEUS a
resolver, possivelmente, grande quantidade de problemas de ordem
espiritual, os quais, se estiverem ocupando sua mente, com certeza
absoluta, estão, totalmente, fora da vontade de DEUS.
Antes de iniciar os estudos, é necessário abrir a mente e coração, de
tal forma que não haja permissão para a colocação de obstáculos, de
ordem pessoal, tais como:
01, É muito grande¨!
02, É muito difícil¨!
03, Não tenho tempo para estudar¨!
04, Não conseguirei aprender nada¨!
05, A minha cabeça não dá para fazer este estudo¨!
06, Etc.
Jamais permita que tais pensamentos dominem vossa mente, porque:
01, DEUS nos fez seus filhos, João¨1:12.
02, DEUS nos deu a mente de CRISTO, 1ªCor¨2:16.
03, DEUS nos alimenta através da sua PALAVRA, Mat¨4:4.
04, DEUS nos dá a doutrina do SENHOR, At¨13:12.
05, DEUS deseja que nos esclareçamos e instruamos em sua PALAVRA,
2ªTim¨3:16-17.
06, DEUS quer que nos humilhemos diante dele, 1ªPed¨5:6.
07, DEUS nos quer sóbrios para vencermos nosso maior inimigo, qual
seja, o diabo, que brama como leão ao derredor de nós, tentando nos
tragar, 1ªPed¨5:8.
Estudemos, portanto, com coragem e fé, para o bem pessoal, para honra
e glória de DEUS e para a, verdadeira, expansão do SEU REINO.

DOUTRINA CRISTÃ DE DEUS.


INTRODUÇÃO.
A pessoa salva por JESUS CRISTO jamais poderá prescindir do estudo
sobre DEUS, O CRIADOR, SUSTENTADOR, LEGISLADOR E GOVERNADOR de tudo o
que há, quer seja do mundo visível ou invisível.
Este estudo não contém a totalidade, nem a profundidade, do
conhecimento humano acerca do SER DIVINO que é a causa de tudo o que
veio a existir, porém, com toda a certeza, nos colocará a par dos
ensinamentos básicos acerca de DEUS.
Estudemos, portanto, com muito amor, vontade e dedicação, sobre o
mais importante ser existente em toda a extensão do universo,
para nossa compreensão e benefício, em todas as áreas da vida,
principalmente a espiritual.
I, DEFINIÇÃO DE DEUS.
Definir DEUS, talvez seja tarefa impossível ao ser humano,
principalmente, porque, para o ser da dimensão de DEUS, uma definição
há de ser dada em poucas palavras.
Porém, quem crê na existência de DEUS e estuda o que sobre ele está
revelado na BÍBLIA SAGRADA, há de ter condições de defini-lo, ainda
que seja uma definição sucinta e um tanto quanto incompleta.
Vejamos algumas definições de DEUS, as quais são, na verdade, tentativas
de defini-lo, já que sempre faltará algo, importante, nas mesmas.
O minidicionário Aurélio define DEUS como:
01, Ser infinito, perfeito, criador do universo.
O conciso dicionário de teologia CRISTÃ, diz:
01, Paul Tillich concebeu DEUS não como um ser dentre muitos e nem até
mesmo como o ser supremo, mas o fundamento de todos os seres, a
força ou o poder dentro do qual todas as coisas são de sua autoria.
O dicionário da BÍBLIA nos diz:
01, Nome da suprema divindade que os homens invocam e adoram.
02, A palavra grega que em o Novo Testamento traduz o objeto de
adoração, é Espírito.
03, A palavra hebraica do Antigo Testamento que por sua vez, representa
esta idéia, leva-nos a pensar na força geradora de todas as cousas.
04, Nos lábios CRISTÃOS, portanto, a palavra DEUS designa fundamentalmente
o Espírito Poderoso que é adorado, e cujo auxílio invocamos.
O teólogo A. B. Langston define DEUS, como segue:
DEUS É ESPÍRITO PESSOAL, PERFEITAMENTE BOM, QUE, EM SANTO AMOR,
CRIA, SUSTENTA E DIRIGE TUDO.
Nesta última definição encontramos, sem dificuldade, a natureza de
DEUS, seu caráter, sua relação com o universo e seus motivos para com
tudo o que foi criado.

DOUTRINA CRISTÃ DE DEUS


NOTA IMPORTANTE. É indispensável decorar esta definição.
Estudemos todos estes aspectos de DEUS.
II, ENTENDENDO DEUS, A PARTIR DA DEFINIÇÃO DO TEÓLOGO A. B. LANGSTON.
Na definição de DEUS de A. B. Langston, como já vimos, encontramos:
1, A NATUREZA DE DEUS.
2, O CARÁTER DE DEUS.
3, A RELAÇÃO DE DEUS COM O UNIVERSO.
4, OS MOTIVOS DE DEUS, PARA COM TUDO O QUE FOI CRIADO.
Vejamos cada um destes itens em particular.
II, 1, A NATUREZA DE DEUS.
DEUS É ESPÍRITO PESSOAL.
II, 1, A, DEUS É ESPÍRITO.
João¨4:24; 2ªCor¨3:17.
II, 1, B, DEUS É ESPÍRITO PESSOAL.
Êx¨3:1-22; Is¨43:11-15; Jer¨26:12.
A natureza de DEUS é muito diferente da natureza do ser humano.
Esta diferença está no fato de DEUS não possuir corpo físico.
DEUS não possui corpo físico, nem pode posssuí-lo, porque é ESPÍRITO.
Por ser ESPÍRITO, DEUS existe numa dimensão invisível ao ser humano, pelo
menos, enquanto este estiver na existência terrena e dotado de corpo físico.
Todos nós conhecemos muitas pessoas, todas elas, dotadas de corpo
físico, ou seja, composto de matéria concreta, palpável e visível, por
isso, à primeira vista, talvez seja difícil ao ser humano, crer na
existência de um ser pessoal que não tenha corpo.
Porém, também o homem após a morte física continua existindo sem corpo
físico, já que, o corpo físico do ser humano, se torna pó, Gên¨3:19;
Ecle¨12:7.
Compreendendo esta realidade, não é tão difícil aceitar a verdade de
que DEUS, ainda que, sendo ESPÍRITO e sem corpo físico, é pessoa.
Pessoa é todo o ser que tem, pelo menos três características, quais sejam:
01, INTELIGÊNCIA.
02, AFEIÇÃO.
03, VONTADE.
Estas três características, por sua vez, se expressam através de
vários poderes, quais sejam:
01, PODER DE PENSAR.
02, PODER DE SENTIR.
03, PODER DE QUERER.
04, PODER DE PENSAR EM SI MESMO.
05, PODER DE DIRIGIR-SE A SI MESMO.

DOUTRINA CRISTÃ DE DEUS


Nos estudos sobre a DOUTRINA CRISTÃ DO ESPÍRITO SANTO, DO HOMEM E
ACERCA DO diabo, entramos nos detalhes destes itens.
Pelos textos lidos, no início deste item, está claramente provado que
DEUS é, com toda a certeza, um ser pessoal.
Não há qualquer dificuldade para verificarmos que quando DEUS se
comunica com o ser humano, ao referir-se a si mesmo, sempre usa o
pronome pessoal da primeira pessoa do singular como qualquer pessoa
humana, Gên¨17:1, 26:24; Lev¨22:33, 23:22; Deut¨5:6; Juí¨6:8-10;
1ºSam¨10:18; Is¨41:17; Jer¨7:23; Ez¨20:19, etc.
Por outro lado, quando o homem se dirige a DEUS também o trata como
pessoa, Gên¨3:9-10, 16:13; Êx¨32:11, etc.
Ao referir-se a DEUS, o homem também o trata como pessoa, Êx¨15:2,
23:25; Josué¨7:19; Sof¨3:17, etc.
Nos três casos alistamos, apenas, alguns exemplos com pronomes retos,
porém, há, também, os oblíquos e os ocultos.
II, 1, C, A APARÊNCIA DE DEUS.
Terá o homem subsídios ou condições, suficientes, para conceber e
determinar qual seja a forma ou a aparência de DEUS¨?
A BÍBLIA SAGRADA, em muitas de suas passagens, ao referir-se a DEUS
atribui-lhe muitas partes, ou órgãos, que fazem parte do corpo humano,
as quais aparentemente, também, fazem parte da natureza DIVINA.
Vejamos:
01, Coração do SENHOR, Gên¨8:21.
02, Braço de DEUS, Êx¨6:6.
03, Destra e narinas do SENHOR, Êx¨15:6-8¨(8).
04, Dedo de DEUS, Êx¨31:18.
05, Face, mão e costas do SENHOR, Êx¨33:20-23.
06, Ouvidos do SENHOR, Núm¨11:1.
07, Boca do SENHOR, Deut¨8:3.
08, Olhos do SENHOR, Deut¨11:12.
09, Pés do SENHOR, 2ºSam¨22:10.
10, Cabeça do SENHOR, Sal¨60:6-7¨(7).
Poderá alguém afirmar: “Se Moisés viu o SENHOR pelas costas, como nos
declara Êx¨33:23, DEUS tem forma de homem”¨!
Além desta visão que Moisés teve de DEUS, há mais uma oportunidade em que
além de Moisés, também Arão, Nadabe, Abiú e mais setenta anciãos de
Israel viram a DEUS, é o que verificamos na narrativa de Êx¨24:9-11.

DOUTRINA CRISTÃ DE DEUS


Por isso, em conseqüência destes fatos há, não poucas, pessoas que,
infelizmente, pensam que DEUS tem forma humana.
Porém, vejamos o que o legislador israelita, Moisés, nos fala em
Deut¨4:1-20¨(14-20).
Os órgãos humanos atribuídos a DEUS estão colocados na BÍBLIA
SAGRADA em linguagem antropológica, a fim de que o ser humano
possa entender o poder, majestade e glória de DEUS.
A verdade é que nem Moisés, o qual, a BÍBLIA SAGRADA diz que viu
DEUS pelas costas, considerou a possibilidade de DEUS ter
aparência humana.
Na verdade, o que houve foi uma Teofania ou uma Epifania.
Teofania é, manifestação de Deus em algum lugar, acontecimento ou pessoa.
Epifania é, Aparição ou manifestação divina.
Por isso, Moisés proibiu o povo israelita e, por extensão, a
todos os demais povos, a jamais compararem DEUS a qualquer coisa
existente, quer no céu, quer na Terra, quer debaixo da terra,
quer na água debaixo da terra, Deut¨4:15-20.
Outra dificuldade que se nos apresenta está em Gên¨1:26-27, onde
se lê que DEUS fez o homem à sua imagem e semelhança, e em
Gên¨5:1, verificamos, novamente, que DEUS criou o homem à SUA
semelhança.
À primeira vista, pode parecer que o homem tem sua imagem física
semelhante a DEUS.
Fato este que por sua vez pode levar o homem a pensar que Deus é,
em sua aparência, semelhante ao homem.
Porém, os conhecedores da língua hebraica, idioma da quase
totalidade do ANTIGO TESTAMENTO, incluindo as passagens citadas,
ensinam que: “As palavras hebraicas TSELEM e DEMUT, traduzidas
por imagem e semelhança, não se referem ao aspecto físico”.
Este fato concorda, perfeitamente, com João¨4:24 e 2ªCor¨3:17,
passagens que nos mostram claramente que: “DEUS É ESPÍRITO”.
Porque DEUS É ESPÍRITO é invisível ao ser humano, pelo menos,
enquanto este estiver no seu corpo corruptível e mortal,
Col¨1:15; 1ªTim¨1:17, vejamos ainda Luc¨24:39.
Para terminar este assunto, vejamos João¨1:18; 1ªTim¨1:17, 6:16;
1ªJoão¨4:12, passagens estas que nos afirmam que DEUS nunca foi
visto por homem algum, porque é invisível e imortal.
Portanto, para nosso bem-estar espiritual, jamais atribuamos a
DEUS qualquer tipo de imagem, ou semelhança com qualquer coisa
material, At¨17:29.

DOUTRINA CRISTÃ DE DEUS


II, 2, O CARÁTER DE DEUS.
DEUS É PERFEITAMENTE BOM.
Várias passagens BÍBLICAS atestam a perfeita bondade de DEUS,
1ºCrô¨16:34; 2ºCrô¨5:13, 7:3, 30:18-19; Esd¨3:11; Sal¨25:8, 34:8,
52:8-9, 54:6, 73:1, 86:5, 100:5, 106:1, 107:1, 118:1-5, 29, 119:68,
135:3, 136:1-26; Jer¨33:11; Lam¨3:25; Naum¨1:7; Mar¨10:18;
Luc¨18:18-19; 1ªPed¨2:3.
II, 3, RELAÇÃO DE DEUS COM O UNIVERSO.
DEUS se relaciona com o universo e com tudo o que nele há, numa
relação de total e irrestrita superioridade.
Tal relação de superioridade é comprovada em três aspectos:
A, DEUS É CRIADOR DE TUDO O QUE HÁ.
B, DEUS É SUSTENTADOR DE TUDO O QUE HÁ.
C, DEUS É DIRIGENTE DE TUDO O QUE HÁ.
II, 3, A, DEUS É O CRIADOR DE TUDO O QUE HÁ.
Várias passagens BÍBLICAS afirmam que DEUS é criador de tudo o que há,
Gên¨1:1, 11-12, 21, 27, 2:3, 5:1-2, 6:7; Deut¨4:32; Neem¨9:6;
Ecle¨11:5; Is¨42:5, 43:7, 44:24, 45:7, 51:13, 65:17; Jer¨10:12, 16,
51:15, 19; João¨1:3-4; Rom¨11:36; Ef¨3:9; Col¨1:16; Heb¨3:4, 11:3;
Apoc¨4:11, 10:6.
II, 3, B, DEUS É O SUSTENTADOR DE TUDO O QUE HÁ.
DEUS sustenta tudo o que há, não só na Terra, mas em todo o universo,
Deut¨8:3-16; Col¨1:17; Heb¨1:3, o último, versículo é referente a JESUS
CRISTO, porém, JESUS CRISTO é DEUS, como podemos verificar em
João¨1:1-14; 1ªJoão¨5:20.
II, 3, C, DEUS É DIRIGENTE DE TUDO O QUE HÁ.
As próximas passagens BÍBLICAS atestam que DEUS dirige tudo o que há,
Sal¨45:6, 66:7, 145:13; Lam¨5:19; Dan¨4:3.
II, 4, OS MOTIVOS DE DEUS PARA COM TUDO O QUE FOI CRIADO.
A vinda de JESUS CRISTO à Terra para dar a SALVAÇÃO ETERNA ao ser humano,
mostra claramente qual é o motivo de DEUS em relação à criação,
principalmente em relação ao ser humano, João¨3:16; Rom¨5:8.
Estas passagens mostram que DEUS se relaciona com o ser humano em
amor, não poderia ser de outra forma, porque DEUS É AMOR,
1ªJoão¨4:7-21.
Porém, sobram motivos para crermos que DEUS se relaciona com tudo o
que criou com santo amor.
III, A EXISTÊNCIA DE DEUS.
Com certeza, DEUS é um ser provável, ou seja, é possível ao homem
provar a existência de DEUS.
DOUTRINA CRISTÃ DE DEUS
DEUS, na pessoa DIVINA do ESPÍRITO SANTO, ao inspirar o escritor SACRO
do livro de Gênesis, não se preocupou em provar por A mais B a sua
existência, apenas fez uma simples e breve declaração, porém, dotada
de uma convicção tão certa e indubitável que é impossível derrubá-la.
Vejamos a transcrição da declaração do primeiro versículo do
primeiro livro da BÍBLIA SAGRADA, Gên¨1:1: “No princípio criou DEUS
os céus e a Terra”.
Sendo DEUS um ser provável, é possível provar sua existência, não só a
partir desta declaração BÍBLICA, mas também, a partir de algumas
outras evidências, como verificaremos a seguir.
III, 1, PROVAS DA EXISTÊNCIA DE DEUS.
Estudaremos algumas provas da existência de DEUS, as quais, hão de
estar de acordo com a definição de DEUS, estudada anteriormente.
Não iremos, portanto, provar a existência de um DEUS qualquer, porém,
O DEUS revelado na BÍBLIA SAGRADA.
Para muitas pessoas, provar a existência de DEUS, é coisa desnecessária,
porque se DEUS existe, sua existência deve ser patente e indubitável.
Porém, façamos uma simples analogia, tomando como base um ser humano
desprovido do formidável sentido da visão.
A pessoa sem o sentido da visão desconhece, completamente, a luz.
Quem vê, prova que a luz existe, mas quem não vê, há de ter uma enorme
dose de boa vontade para aceitar a realidade de uma coisa que não pode
ser constatada por ele.
Por isso, a aceitação das provas da existência de DEUS dependem, e
muito, da pessoa que as escuta, já que, cada um é livre para crer e
aceitar ou não aquilo que ouve.
Entretanto, DEUS existe e é possível provar sua existência, em, pelo
menos cinco aspectos.
A, PELO UNIVERSO.
B, PELA HISTÓRIA UNIVERSAL.
C, PELAS PERCEPÇÕES HUMANAS.
D, PELA FÉ.
E, PELA EXPERIÊNCIA CRISTÃ.
Vejamos cada uma em particular.
III, 1, A, PROVA DA EXISTÊNCIA DE DEUS ATRAVÉS DO UNIVERSO.
Para a existência do universo, há apenas duas alternativas possíveis:
a, PRIMEIRA ALTERNATIVA.
O universo é produto de uma criação, evolução e direção próprias.
DOUTRINA CRISTÃ DE DEUS
b, SEGUNDA ALTERNATIVA.
O universo foi criado, é sustentado e dirigido por um ser inteligente
e onipotente.
Se a primeira opção for provada, o universo estará impossibilitado de
nos apresentar qualquer prova da existência de DEUS.
Porém, se a primeira opção não puder ser provada, há razões suficientes
para procurarmos no universo provas da existência de um ser, totalmente,
poderoso e inteligente, para o qual nos renderemos em reconhecimento da
sua total capacidade para CRIAR, SUSTENTAR E DIRIGIR TUDO O QUE HÁ.
III, 1, A, a, PRIMEIRA ALTERNATIVA PARA A EXISTÊNCIA DO UNIVERSO.
O UNIVERSO COMO PRODUTO DE UMA CRIAÇÃO, EVOLUÇÃO E DIREÇÃO PRÓPRIAS.
A ciência concluiu que há noventa e dois elementos na natureza (hoje há
mais, porém, além dos noventa e dois, são todos artificiais), os quais,
combinados na imensidão das possibilidades e em variadas quantidades,
possibilitam a existência de tudo o que há, no mundo físico.
Imaginemos os noventa e dois elementos coexistindo irracionalmente.
Apesar da sua irracionalidade, combinaram-se entre si, e construíram
(para não multiplicar a, possível, confusão da nossa mente pensando no
universo) o planeta Terra, com todos os materiais que o constitui.
Além das matérias do planeta Terra, esses noventa e dois elementos,
irracionais, da natureza, também criaram os seres vivos, quais sejam, as
plantas de toda a espécie, os animais de toda a espécie e o ser humano.
Notemos que, se aceitarmos esta primeira possibilidade da existência do
universo, somos forçados a aceitar que esses noventa e dois elementos
irracionais, tiveram a capacidade de produzir (no caso do ser humano)
um ser inteligente, afeiçoado e voluntarioso, que tem os poderes de
pensar, sentir, querer, consciência própria e direção própria.
Aceitar esta hipótese é aceitar:
01, Que DEUS, O CRIADOR, não existe (ateísmo).
02, Que os noventa e dois elementos primários são eternos e criadores
por acaso.
03, Que o ser humano (sem contar com tudo o que mais existe, apenas na
Terra) foi criado pelo acaso, ou seja, é um produto ocasionado pela
junção indiscriminada desses noventa e dois elementos primários,
brutos, ignorantes e impensantes.
04, Que a coisa criada (pelo menos, no caso do ser humano) é
infinitamente superior ao que a criou.
III, 1, A, b, SEGUNDA ALTERNATIVA PARA A EXISTÊNCIA DO UNIVERSO.
O UNIVERSO FOI CRIADO, É SUSTENTADO E DIRIGIDO POR UM SER INTELIGENTE
E ONIPOTENTE (DEUS).
DOUTRINA CRISTÃ DE DEUS
Olhemos o universo como algo que passou a existir como resultado da
obra do Criador, DEUS, Gên¨1:1; Is¨44:24, 45:7.
Admitir que a matéria (os noventa e dois elementos primários) começou a
existir, é admitir que foi produzida por algo ou alguém que já existia.
Em virtude disso, a matéria é efeito, não causa.
Na relação causa efeito, há um aspecto importante a considerar, qual seja:
Nem tudo o que a causa tem é encontrado no efeito.
Porém, tudo o que é encontrado no efeito, a causa, também, possui.
Por isso, a causa é sempre superior ao efeito.
Lembramos que na primeira alternativa (pelo menos em relação ao ser
humano) acontece o contrário, ou seja, o efeito é maior que a causa.
O universo, com sua imensidão e harmonia, as quais, ultrapassam a
nossa finita compreensão, demonstram a grandiosidade do poder,
conhecimento, presença e harmonia do CRIADOR.
Portanto, sem entrarmos em mais detalhes, com toda a certeza:
O UNIVERSO PROVA A EXISTÊNCIA DE DEUS.
III, 1, B, PROVA DA EXISTÊNCIA DE DEUS ATRAVÉS DA HISTÓRIA UNIVERSAL.
É bem verdade que a idéia correta de DEUS foi perdida na maioria
das civilizações mundiais, porém, é importante notar que a idéia de
DEUS sempre esteve, e está presente, onde quer que o ser humano
seja encontrado.
DEUS mandou destruir os povos da Terra prometida, em virtude da sua
religiosidade não estar de acordo com a verdade, Êx¨23:23-25.
Porém, não há dúvida que tais povos, ainda que erradamente, tentavam
atender aos anseios da alma, através da comunhão com DEUS.
O povo egípcio, não adorava o DEUS verdadeiro, porém, a história mostra
que o serviço da vida religiosa dos egípcios gastava muito mais,
recursos financeiros, do que as necessidades da vida cotidiana do povo.
A esfinge e as pirâmides egípcias estão aí como, grandiosos,
monumentos à religiosidade daquele povo, ou seja, à sua pretensão,
ainda que errada de servir ou chegar a DEUS.
A arqueologia tem encontrado muitas provas da crença (ainda que de
forma errada) do povo babilônico em DEUS.
Quanto ao povo israelita, há um fato altamente relevante, qual seja, a
história de Israel jamais poderá ser explicada ou entendida, se a
dissociarmos da ligação que este povo tinha com DEUS.
Levando em consideração todos estes fatos, e muitos outros, que fogem um
pouco ao nível básico desta matéria, é impossível que DEUS não exista.
DOUTRINA CRISTÃ DE DEUS
O maior monumento da prova da existência de DEUS, através da história
universal, preservado entre a humanidade, é a BÍBLIA SAGRADA, a qual,
ao longo dos tempos tem modelado e mudado, sempre para melhor, a
natureza de inúmeras e inúmeras pessoas, Prov¨30:5; Luc¨11:28;
João¨5:24; 1ªCor¨1:18; 2ªTim¨3:16.
Não há dúvida:
A HISTÓRIA UNIVERSAL PROVA A EXISTÊNCIA DE DEUS.
III, 1, C, PROVA DA EXISTÊNCIA DE DEUS ATRAVÉS DAS PERCEPÇÕES HUMANAS.
As percepções humanas acontecem em, pelo menos, três áreas:
01, PERCEPÇÕES DO MUNDO OBJETIVO.
02, PERCEPÇÕES DO MUNDO SUBJETIVO.
03, PERCEPÇÕES DO MUNDO ESPIRITUAL (TAMBÉM, OBJETIVO).
Para que haja uma percepção é necessário que haja algo a perceber.
Ninguém percebe o que não existe.
Pensemos numa coisa que não existe¨!
Como foi tal pensamento¨?
As percepções do mundo objetivo e as do mundo subjetivo, ninguém
coloca dúvida, já que aquelas todos podem ver, estas todos sentem.
As percepções do mundo espiritual são mais difíceis de provar, visto
que estas poderão acontecer em níveis e aspectos diferentes de pessoa
para pessoa.
Vejamos o que nos diz o autor do Salmo¨42:1-2, “Assim como o cervo
brama pelas correntes das águas, assim suspira a minha alma por ti, ó
DEUS! a minha alma tem sede de DEUS, do DEUS vivo”. Vejamos também
Davi, Sal¨63:1 “A minha alma tem sede de ti”.
É verdade que os salmistas fazem parte do povo de DEUS.
Porém, em virtude da realidade do ser humano ter percepções do mundo
espiritual, é que são formadas tantas e tantas religiões pelo mundo
afora, as quais já foram, rapidamente, consideradas no item anterior.
Assim sendo:
AS PERCEPÇÕES HUMANAS PROVAM A EXISTÊNCIA DE DEUS.
III, 1, D, PROVA DA EXISTÊNCIA DE DEUS ATRAVÉS DA FÉ.
Fé é confiança, porém, a fé é mais precisa e preciosa, se a tivermos
como certeza.
Nos relacionamentos humanos, a fé que depositamos em alguém, ou em
alguma coisa, pode falhar.
DOUTRINA CRISTÃ DE DEUS
Quando alguém crê numa promessa BÍBLICA, mas interpretada ou entendida
incorretamente, também, poderá ficar desiludido, contudo, tal
desilusão não é causada por falha de DEUS ou da BÍBLIA SAGRADA, mas de
quem a entendeu, interpretou, creu e a ensinou, erradamente,
2ªPed¨2:1-22¨(1-3), 3:15-16.
Porém, quando depositamos nossa fé em DEUS, baseados em suas revelações
registradas na BÍBLIA SAGRADA, jamais seremos enganados ou iludidos, em
qualquer tempo, lugar ou situação, Sal¨37:28; 2ªCor¨4:8-9; Heb¨13:5.
Quando uma pessoa aceita a JESUS CRISTO como SEU ÚNICO E SUFICIENTE
SALVADOR, ou seja, passa a ser filha de DEUS, João¨1:12, é criado um
elo inquebrável e interminável entre DEUS e essa pessoa, de tal forma
que, JESUS CRISTO a segura na sua mão, a tal ponto que, aconteça o que
acontecer, jamais a lançará fora, João¨6:37-40, nem, de forma alguma,
permitirá que quem quer que seja a arrebate da sua mão, João¨10:27-30.
Esta obra de JESUS CRISTO opera no coração do salvo uma certeza
indestrutível, inquebrantável e interminável de forma que o mesmo
jamais se arrependerá de ter aceitado a JESUS CRISTO como seu único e
suficiente SALVADOR, 2ªCor¨7:10.
Para completar vejamos Heb¨11:6.
Este versículo nos mostra que, não havendo a FÉ CRISTÃ, é impossível
agradar a DEUS.
Com absoluta certeza:
A VERDADEIRA FÉ CRISTÃ PROVA A EXISTÊNCIA DE DEUS.
III, 1, E, PROVA DA EXISTÊNCIA DE DEUS ATRAVÉS DA EXPERIÊNCIA CRISTÃ.
Já convertido, ou seja, já regenerado, 2ªCor¨5:17; Tito¨3:5, e
transformado em filho de DEUS, João¨1:12, o crente passa a ter
experiências da ação de DEUS em sua vida cotidiana, as quais jamais
experimentaria caso não houvesse a conversão genuína.
Tais experiências, não significam, taxativamente, que haverá, pleno,
sucesso intelectual, físico, social, econômico ou financeiro, etc, mas
que, principalmente e acima de tudo, haverá submissão à soberana vontade
de DEUS, o apóstolo Paulo é um exemplo disto, 2ªCor¨4:8-18;
Filip¨4:10-13.
Estêvão, também, sofrendo o apedrejamento que o levou à morte, teve
uma formidável experiência CRISTÃ com DEUS, At¨6:8-7:60¨(7:54-60).
E assim cada crente em JESUS CRISTO tem as suas experiências
formidáveis e inesquecíveis com DEUS, as quais provam, ainda que não
para os incrédulos, mas, principalmente e acima de tudo, ao menos para
si, que DEUS existe, o qual, é muito real em sua vidas.
AS EXPERIÊNCIAS DE TODOS OS FILHOS DE DEUS, COM O PAI CELESTIAL,
ABSOLUTAMENTE, COMPROVAM A EXISTÊNCIA DE DEUS.
DOUTRINA CRISTÃ DE DEUS
III, 2, A ETERNIDADE DE DEUS.
Vimos acima algumas provas da existência de DEUS.
Porém, a existência de DEUS é, um tanto quanto, diferente de todas as
demais coisas e seres existentes no universo.
Como já vimos, DEUS é criador de todas as coisas, quer sejam visíveis
ou invisíveis, Col¨1:16.
Uma pergunta, aparentemente, lógica pode aflorar à nossa mente, ou
chegar aos nossos ouvidos, qual seja: Quem criou DEUS¨?
A resposta pode parecer absurda mas a BÍBLIA SAGRADA nos diz que DEUS
é eterno, Gên¨21:33; Deut¨33:27; Is¨40:28; Jer¨10:10.
Por ser eterno, DEUS não foi criado.
Por ser eterno, DEUS não teve início nem terá fim, Sal¨90:2, 93:2;
Is¨57:15; Hab¨1:12, 3:6.
Vejamos algumas passagens no livro de Apocalipse que nos esclarecem
corretamente acerca da eternidade de DEUS, Apoc¨1:8, 21:6, 22:13.
Somente o eterno DEUS pode declarar-se como ALFA E ÔMEGA,
PRINCÍPIO E FIM.
Para termos uma idéia de princípio e fim sem que haja uma demarcação,
olhemos um anel.
Quem tiver coragem, determine onde está o começo e onde está o final do anel.
Nós não temos essa coragem.
Assim é DEUS, é eterno, sempre existiu e sempre há de existir; jamais
teve começo e jamais terá fim.
IV, ATRIBUTOS DE DEUS.
Os atributos de uma pessoa são o conjunto de suas características ou
qualidades especiais, as quais as distinguem de todas as demais pessoas.
Os atributos de DEUS são o conjunto das suas características ou qualidades,
as quais podem ser descortinadas ao longo das páginas da BÍBLIA SAGRADA.
Os atributos DIVINOS mais conhecidos estão divididos em duas classes,
quais sejam:
1, ATRIBUTOS NATURAIS.
2, ATRIBUTOS MORAIS.
Vejamos, cada um em separado.
NÃO HÁ
COMO
DISTINGUIR
O INICIO
NEM O
FINAL
DOUTRINA CRISTÃ DE DEUS
IV, 1, ATRIBUTOS NATURAIS DE DEUS.
Os atributas naturais de DEUS são inerentes apenas, e tão somente, a
DEUS, ou seja, são atributos que só DEUS e ninguém ou nada mais os possui.
Os atributas naturais de DEUS, referem-se à sua natureza e mostram
como Deus é.
Os atributos naturais de DEUS são:
A, ONIPRESENÇA.
B, ONISCIÊNCIA.
C, ONIPOTÊNCIA.
D, UNIDADE.
E, INFINIDADE.
F, IMUTABILIDADE.
Vejamos cada um em particular.
IV, 1, A, ONIPRESENÇA.
A onipresença de DEUS é a capacidade que só DEUS possui, qual seja, a
de poder estar em todos os lugares, ao mesmo tempo, Deut¨4:39;
Sal¨139:3-16; Prov¨15:3; Is¨66:1; Jer¨23:23-24.
01, Porém, DEUS não é matéria, não está na matéria, nem a matéria é
DEUS, porque DEUS é ESPÍRITO, João¨4:24; 2ªCor¨3:17.
02, Se DEUS fosse matéria, estivesse na matéria, ou se a matéria fosse
DEUS, teríamos que aceitar o (absurdo) panteísmo como verdadeiro.
03, DEUS também, não tem necessidade de encher o universo com a
sua presença.
Vejamos Gên¨3:8; Is¨57:15; Jer¨23:23-24, por estes versículos, podemos
verificar que a onipresença de DEUS não é, nem está, limitada pelo
tempo nem pelo espaço, mas que onde houver necessidade da sua
presença, lá está DEUS em ação.
04, Por isso, DEUS é, simultaneamente, imanente e transcendente.
Transcendência significa:
01, Qualidade ou estado de transcendente.
02, Em Religião, o conjunto de atributos do Criador que lhe ressaltam
a superioridade em relação à criatura.
Transcendente entre outros, tem este significado:
01, Que transcende; muito elevado; superior, sublime, excelso.
Por isso, DEUS é infinitamente superior a nós, ou seja, está muito
acima e além de nós, em essência, poder e majestade.
Imanência significa:
01, Qualidade de imanente.
DOUTRINA CRISTÃ DE DEUS
Imanente significa:
01, Que existe sempre em um dado objeto e inseparável dele.
Mas, a imanência de DEUS não se restringe apenas a esta definição de Aurélio.
DEUS não está em nenhuma matéria, muito menos na nossa, além disso, a
nossa matéria também não é DEUS.
Contudo, DEUS age junto de nós e em nós.
Pela capacidade de DEUS ser, ao mesmo tempo, transcendente e imanente,
tem a possibilidade de agir a distâncias astronômicas, sem que essa ação
longínqua o impeça de agir particular e concomitantemente em cada um ou
em todos nós.
Vejamos novamente Is¨57:15; Jer¨23:23-24, para gravarmos o real
conceito da transcendência e da imanência de DEUS.
01, A transcendência pura é deísmo, o qual ensina que, haveria um DEUS
distante e por isso, inalcançável, ou seja, fora do alcance do homem.
02, A imanência pura é panteísmo, o qual ensina que, DEUS está em
tudo, é tudo e tudo é DEUS.
03, Por isso, a transcendência de DEUS destrói o panteísmo puro e a
sua imanência destrói o deísmo puro.
Graças a DEUS porque podemos desfrutar desta gloriosa capacidade DIVINA.
IV, 1, B, ONISCIÊNCIA.
A onisciência de DEUS é a capacidade que só DEUS tem, qual seja, a
capacidade de saber tudo, quanto ao passado, presente e futuro,
1ºReis¨8:39; Sal¨139:1-4; Mat¨6:8; Heb¨4:13; 1ªJoão¨3:20.
IV, 1, C, ONIPOTÊNCIA.
A onipotência de DEUS é a capacidade que só DEUS possui, qual seja, a
capacidade de ter todo o poder (DEUS é Todo-Poderoso), Gên¨17:1;
Is¨43:13, 45:7; Sal¨68:14, 91:1; Ez¨1:24; Mat¨19:26; Mar¨14:36;
Luc¨1:37; Apoc¨21:22.
IV, 1, C, a, ONIPOTÊNCIA MORAL.
A onipotência moral de DEUS é a capacidade que só DEUS possui, qual
seja, a capacidade de jamais pecar.
DEUS não é, nem tentado pelo mal, Tiago¨1:13.
Se DEUS cometesse pecado, não seria DEUS.
É importante notar que, a ONIPOTÊNCIA de DEUS está sempre voltada para
o bem, jamais para o mal, não poderia ser diferente, porque a sua
benignidade dura para sempre, Sal¨136:1-26, não poderia ser diferente,
visto que DEUS é amor, 1ªJoão¨4:8.
DOUTRINA CRISTÃ DE DEUS
IV, 1, D, UNIDADE.
A onipresença, onisciência e onipotência de DEUS nos dão a idéia real
da sua unidade.
Na sua onipresença, temos a presença de DEUS onde quer que seja.
Na sua onisciência, temos o conhecimento total de DEUS acerca de tudo.
Na sua onipotência, temos o poder ilimitado DEUS.
Somados aos atributos morais que serão estudados daqui a pouco, vemos que.
Na sua santidade, temos que, em DEUS não há nada que não seja santo.
Na sua justiça, temos que, em DEUS não há nada injusto.
No seu amor, temos que, em DEUS não há nada que não seja amor.
Com todos os seus atributos, DEUS age uniformemente, de tal forma que,
quando no uso de qualquer um de seus atributos, não há neutralização,
diminuição ou contradição alguma com todos os demais.
A UNIDADE DE DEUS É SEM PARALELO.
IV, 1, E, INFINIDADE.
A infinidade de DEUS é sua qualidade de ser infinito em:
01, SUA PRESENÇA (ONIPRESENÇA).
02, SEU CONHECIMENTO (ONISCIÊNCIA).
03, SEU PODER (ONIPOTÊNCIA).
04, SUA SANTIDADE.
05, SUA JUSTIÇA.
06, SEU AMOR.
Não há, a mais remota, possibilidade de qualquer atributo de DEUS
chegar ao fim.
IV, 1, F, IMUTABILIDADE.
Imutabilidade é a capacidade que só DEUS tem, qual seja, a capacidade
de jamais mudar os seus propósitos, Sal¨33:11, 102:27; Rom¨11:29;
Heb¨13:8; Tiago¨1:17.
Além disso, a lógica nos leva a crer que, com certeza, DEUS jamais deixará
de ser onipresente, onisciente, onipotente, santidade, justiça nem amor.
Há várias passagens BÍBLICAS que, em virtude de se referirem a arrependimento
de DEUS, aparentemente, contradizem a IMUTABILIDADE DE DEUS, Gên¨6:6−7;
Êx¨32:14; 1ºSam¨15:11, 35; 2ºSam¨24:16; Sal¨135:14; Jer¨15:6, 18:8, 10, 26:3,
13, 19; 42:10; Ez¨24:14; Joel¨2:13; Amós¨7:3, 6; Jonas¨3:9−10, 4:2; Zac¨8:14.
Porém, o arrependimento de DEUS é diferente do arrependimento humano.
Quando o homem se arrepende de alguma coisa é porque muda seu modo de
pensar por haver feito algo que não devia ter feito.
Depois dessa sua mudança, muda seu modo de agir.
Já o arrependimento de DEUS acontece apenas no modo de agir.
Isto em virtude de DEUS ser, totalmente, justo, por isso, não faz nada
errado que necessite de arrependimento semelhante ao do ser humano.
DOUTRINA CRISTÃ DE DEUS
IV, 2, ATRIBUTOS MORAIS DE DEUS.
Atributos morais, também são encontrados no ser humano, porém, só DEUS os
possui, no mais alto grau, ou seja, num grau inatingível e insuperável.
Os atributos morais de DEUS mostram seu modo de agir.
Os atributos morais de DEUS são:
A, SANTIDADE.
B, JUSTIÇA (RETIDÃO).
C, AMOR.
Vejamos cada um em separado.
IV, 2, A, SANTIDADE.
A santidade de DEUS é a capacidade que só DEUS tem, qual seja, a
capacidade de ser totalmente SANTO, Lev¨11:44-45, 19:2; 1ªPed¨1:16.
DEUS é santíssimo, Is¨6:1-3; Apoc¨4:8.
DEUS não peca, João¨8:46; 2ªCor¨5:20-21.
DEUS não é tentado pelo mal, Tiago¨1:13.
IV, 2, B, JUSTIÇA, (RETIDÃO).
A justiça de DEUS é a capacidade que só DEUS tem, qual seja, ser totalmente
justo (reto), 2ºCrô¨12:6; Sal¨9:8, 50:6, 119:142; Jer¨33:16; Rom¨1:17.
01, DEUS é sem injustiça, Deut¨32:4.
02, DEUS é juiz justo, Sal¨7:11; Jer¨11:20.
03, DEUS julga o mundo com justiça e os povos com retidão, Sal¨9:8.
04, DEUS tem a sua justiça muito alta, Sal¨71:19.
05, DEUS tem seu trono baseado na justiça e no juízo, Sal¨89:14, 97:2.
06, DEUS não é injusto, Sal¨92:15; Rom¨9:14; Heb¨6:10.
07, DEUS julga o mundo com justiça e o povo com eqüidade, Sal¨98:9.
08, DEUS ama o juízo e faz juízo e justiça, Sal¨99:4.
09, DEUS é detentor de justiça eterna, Sal¨111:3, 119:142; Is¨51:6-8.
10, DEUS é totalmente justo, Sal¨145:17.
11, DEUS justo e SALVADOR não há além de mim, diz DEUS, Is¨45:21.
12, DEUS faz seu julgamento segundo a verdade, Rom¨2:2.
13, DEUS, pela sua justiça, condena todo o pecado com a morte, Rom¨6:23.
DOUTRINA CRISTÃ DE DEUS
IV, 2, C, AMOR.
O amor de DEUS é a capacidade que só DEUS tem, qual seja, a capacidade
de ser totalmente amor, João¨3:16.
Em Rom¨5:8 temos uma clara demonstração do amor de DEUS.
DEUS é amor, 1ªJoão¨4:8,16.
V, A SOBERANIA DE DEUS.
Pela sua natureza, caráter, criação, relacionamento com o universo e
atributos, concluímos, sem dificuldade, que a soberania de DEUS não é
como a soberania humana, mas extremamente superior, visto que, sua
autoridade ultrapassa a tudo e a todos, pois não há nada, do que veio
à existência, que não lhe esteja sujeito, quer seja no aspecto
material e visível ao ser humano, quer no invisível e imaterial,
1ºCrô¨29:11; 1ªPed¨3:22.
V, 1, CARACTERÍSTICAS DA SOBERANIA DE DEUS.
A soberania da DEUS tem basicamente duas características, as quais são:
A, SOBERANIA UNIVERSAL.
B, SOBERANIA ABSOLUTA, TOTAL E COMPLETA.
Vejamos cada uma destas em separado.
V, 1, A, A SOBERANIA UNIVERSAL DE DEUS.
A soberania de DEUS se sobrepõe a todas as coisas que, em virtude da
sua vontade, foram trazidas à existência.
A soberania de DEUS abrange a totalidade da imensidão do universo, com
suas medidas astronômicas e com tudo o que este contém, Deut¨4:39;
1ºCrô¨29:10-12; Sal¨103:19.
V, 1, B, A SOBERANIA ABSOLUTA, TOTAL, COMPLETA E PERPÉTUA DE
DEUS.
Além de universal, a soberania de DEUS é absoluta, total, completa e
perpétua, sobre tudo o que criou, Sal¨45:6, 103:19, 145:13; Dan¨4:1-3,
34; Heb¨1:8; 2ªPed¨1:11.
Não há, portanto, restrições ou limitações à soberania de DEUS.
V, 2, A SOBERANIA DE DEUS EM RELAÇÃO AOS SERES MORAIS, INCLUSIVE
O HOMEM; O LIVRE ARBÍTRIO.
O homem junto com os anjos são os únicos seres criados por DEUS
dotados de inteligência e moral, as quais, são exaltadas porque ambos
têm o livre arbítrio, também dado por DEUS.
Quanto ao livre arbítrio dos anjos, vejamos 2ªPed¨2:4; Judas¨6.
Quanto ao homem, este usa o livre arbítrio, em virtude da sua
inteligência, a qual lhe dá condições de discernir e decidir a conduta
da sua vida entre o bem e o mal, Gên¨3:1-24.
DOUTRINA CRISTÃ DE DEUS
O soberano DEUS dotou o homem com esta capacidade e age, para com o
ser humano, de tal forma que não interfere arbitrariamente, nas
decisões que o mesmo toma durante a sua vida.
Contudo, DEUS exerce a sua soberania sobre o homem, ainda que, de um
modo, um tanto quanto, diferente da soberania exercida sobre os demais
seres e materiais do universo.
Por ocasião da queda de Adão e Eva no pecado, Gên¨3:1-24, o homem
morreu espiritualmente em conseqüência da desobediência destes ao,
simples, conselho de DEUS, Gên¨2:16−17.
Tal desobediência foi provocada pela tentação diabólica, entretanto,
foi levada a efeito, porque o ser humano colocou o seu livre arbítrio
em ação e usou-o mal.
Esta morte espiritual foi uma catástrofe para a humanidade, visto que,
separou o homem de DEUS e atingiu a totalidade dos descendentes de
Adão e Eva, Rom¨3:23, 5:12.
A união entre o homem e DEUS, perdida por ocasião da queda dos nossos
primeiros pais, jamais poderia ser recuperada, apenas e tão-somente,
pela ação e esforço do ser humano.
Porém, compadecido do lamentável estado do ser humano, o soberano DEUS
toma a gloriosa iniciativa de tirá-lo do seu estado de perdição.
Esta iniciativa é levada a efeito em duas etapas, quais sejam:
01, A proibição do homem comer da árvore da vida, para que não comesse
e vivesse eternamente em estado de perdição, ou seja, separado de
DEUS, Gên¨3:22-24.
Em Apoc¨22:1-2 podemos descobrir a árvore da vida, regada com as águas
do rio que sai do trono de DEUS e do CORDEIRO, a qual está reservada a
todos os filhos de DEUS.
02, A providencia de DEUS em enviar a pessoa DIVINA DO SEU FILHO, O
SENHOR E SALVADOR, JESUS CRISTO, João¨3:16−18.
Aliás, JESUS CRISTO é o próprio DEUS que encarnou, que se fez
homem, João¨1:14, para concretizar a obra da SALVAÇÃO ETERNA,
João¨3:16-18, ou seja, proporcionar ao ser humano a possibilidade
de recuperar a vida espiritual perdida por ocasião da queda no
pecado, Gên¨3:1-24.
Desta forma, a soberania de DEUS é exercida e manifestada sobre o ser
humano, porque, por um ato de sua estrita vontade e autoria dá
oportunidade ao homem de recuperar o que havia perdido, ou seja a VIDA
ETERNA, Mat¨18:11; Luc¨19:10.
Portanto, com relação à SALVAÇÃO ETERNA do homem, a soberania de DEUS
é exercida, porque; É DEUS, quem toma a iniciativa de salvar o homem,
bem como, quem realiza a obra da SALVAÇÃO ETERNA, João¨3:16-18.

DOUTRINA CRISTÃ DE DEUS

VI, DEUS E O MAL.


Como já vimos, DEUS é criador de tudo, Is¨44:24, inclusive do mal, Is¨45:7.
Já no Éden estava a árvore do conhecimento do bem e do mal, Gên¨2:9.
Segundo Aurélio, entre outros significados, mal significa:
01, Aquilo que é nocivo, prejudicial, mau; aquilo que prejudica ou fere.
02, Aquilo que se opõe ao bem, à virtude, à probidade, à honra.
Alguém poderá afirmar: Se DEUS criou o mal é porque não é bom como
afirmam que é.
Porém, isso é uma inverdade, porque a existência do mal não é problema.
O problema é o uso do mal.
Uma droga mortífera só mata quem a usa de forma, fatalmente, inconveniente.
No que concerne ao ser humano, este só viu a força do mal após a
desobediência, Gên¨3:1-7, à ordem que DEUS havia dado, Gên¨2:15-17.
Cremos que, se Adão não houvesse desobedecido a DEUS, no momento certo
chegaria o tempo em que teria o conhecimento correto do bem e do mal,
de tal forma que tal conhecimento ser-lhe-ia muito útil.
Quase sempre, o que acontece antes da hora certa é mau, só um exemplo,
a rosa é uma linda flor, porém, se alguém forçá-la a abrir-se enquanto
é botão, trará danos fatais ao que seria uma bela e perfumada rosa.
Assim sendo, o que prejudicou o ser humano, não foi a existência do
mal que havia sido criado, soberanamente, por DEUS.
O que prejudicou Adão foi seu abuso em usar aquilo que DEUS criara mas
que, por uma ordem sua, estava vedado ao uso.
Em termos humanos, o mal é relativo, porque, muitas vezes o que é um mal
para uma certa pessoa, pode ser um bem para outro alguém, novamente,
apenas um exemplo, a doença é um mal para o enfermo, porém, para o
médico, o fabricante de remédios e seus funcionários, farmácia e seus
funcionários é um bem, já que, estes vivem em virtude das enfermidades.
VII, ALGUNS NOMES DE DEUS, NA BÍBLIA SAGRADA.
Nas páginas da BÍBLIA SAGRADA (nas línguas originais) nos deparamos
com vários nomes pelos quais DEUS é conhecido.
É bom saber que no Antigo Testamento os nomes próprios, costumam
descrever o caráter da pessoa que os possui.
Os nomes atribuídos a DEUS também têm esta característica.
Vejamos alguns nomes, usados na BÍBLIA SAGRADA, atribuídos a DEUS:
1, EL.
Talvez seja o nome mais antigo e geral dado a DEUS.
DOUTRINA CRISTÃ DE DEUS
Este nome, também era usado para deuses pagãos.
Este nome, dá a idéia de, “aquele que vai adiante, começa, ou seja,
cria as coisas”.
Dá também a idéia de, o forte, o poderoso.
Partindo desse nome simples, temos algumas composições, vejamos.
1, A, ELOAH.
Este nome, é singular e significa, aquele a quem pertence todo o
poder; o plural de ELOAH é ELOHIM.
Na forma plural, é encontrado na BÍBLIA SAGRADA, cerca de 2.500 vezes.
Este nome, é traduzido por DEUS.
1, B, EL SHADDAY.
Este nome, significa: DEUS ONIPOTENTE, ou seja, TODO PODEROSO, Gên¨17:1.
1, C, EL EYON.
O DEUS ALTÍSSIMO, Gên¨14:19.
1, D, EL OLAM.
O DEUS ETERNO, Gên¨21:33.
2, JAVÉ OU JEOVÁ.
Aparece mais de 6.000 vezes no ANTIGO TESTAMENTO.
Era o nome mais dado a DEUS e apenas a DEUS, o SANTO de ISRAEL.
Este nome aparece nas nossas BÍBLIAS, ou seja, nas traduzidas em
língua portuguesa, com as seguintes traduções:
01, SENHOR.
02, O DEUS ETERNO.
03, EU SOU.
A exemplo do nome El, também, o nome JEOVÁ pode ser composto,
agregando-se a ele outros nomes, os quais atribuem a DEUS algo
relativo à sua pessoa, como podemos ver a seguir.
2, A, JEOVÁ JIRÉ.
O SENHOR PROVERÁ, Gên¨22:14.
2, B, JEOVÁ NISSI.
O SENHOR É MINHA BANDEIRA, Êx¨17:15.
DOUTRINA CRISTÃ DE DEUS
3, ADONAI.
Este nome geralmente mostra DEUS, como grande ajudador em tempo de
necessidade.
Josué, deu o nome de ADONAI A DEUS, após a derrota do povo Israelita
em Ai, Josué¨7:9.
4, KÚRIOS.
Esta é uma palavra grega, equivalente à palavra hebraica ADONAI.
Esta palavra é traduzida por SENHOR, com referência a JESUS CRISTO.
Tanto ADONAI, no ANTIGO TESTAMENTO, como KÚRIOS, no NOVO TESTAMENTO,
são palavras tidas como equivalentes a JEOVÁ.
CONCLUSÃO.
Finalizamos este estudo sobre DEUS.
Reconhecemos a brevidade, entretanto, cremos que, mesmo sucinto, nos
servirá de base para o fortalecimento da nossa fé, bem como, de
parâmetro, para os demais estudos doutrinários ou sobre os mais
variados assuntos, quer sejam BÍBLICOS ou não, onde poderemos comparar
o pensamento e a fé das pessoas que nos rodeiam quando conosco
abordarem temas, tais como a majestade, poder, glória, santidade,
amor, bondade de DEUS, SALVAÇÃO ETERNA, etc.
DOUTRINA CRISTÃ DE DEUS
BIBLIOGRAFIA.
01, BÍBLIA SAGRADA.
Tradução, Almeida, João Ferreira de.
Edição corrigida e revisada fiel ao texto original.
Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil, 1.994, 1.995, São Paulo, SP, Brasil.
02, CONCISO DICIONÁRIO DE TEOLOGIA CRISTÃ.
Erickson, Millard J.
JUERP, 1.991, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
03, DICIONÁRIO DA BÍBLIA.
Davis, John D.
JUERP, 7a Edição, 1.980, Rio de Janeiro, RJ.
04, DOUTRINAS 1.
Novas Edições Líderes Evangélicos.
1a Edição, 1.979, São Paulo, SP, Brasil.
05, ESBOÇO DE TEOLOGIA SISTEMÁTICA.
Langston, A. B.
JUERP, 8a Edição, 1.986, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
06, MINIDICIONÁRIO AURÉLIO.
Ferreira, Aurélio Buarque de Holanda.
Editora Nova Fronteira, 1a edição, 6a impressão, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
07, O PENTATEUCO E SUA CONTEMPORANEIDADE.
Coelho Filho, Isaltino Gomes.
JUERP, 2.000, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
Postado por MENSAGEM DA ULTIMA HORA às 10:45 0 comentários
MODULO 2
Doutrina Cristã
da
Trindade
DOUTRINA CRISTÃ DA TRINDADE

PÁGINA
INTRODUÇÃO. 03
I, TRINDADE, O QUE ɨ? 03
II, AS TRÊS PESSOAS DA TRINDADE E A COMPROVAÇÃO BÍBLICA DA SUA DIVINDADE. 04
II, 1, A DIVINDADE DO PAI. 04
II, 2, A DIVINDADE DO FILHO. 04
II, 2, A DIVINDADE DO ESPÍRITO SANTO. 04
III, A DISTINÇÃO ENTRE AS TRÊS PESSOAS DA TRINDADE. 04
III, 1, A DISTINÇÃO ENTRE O PAI E O FILHO. 04
III, 2, A DISTINÇÃO ENTRE O PAI E O ESPÍRITO SANTO. 04
III, 3, A DISTINÇÃO ENTRE O FILHO E O ESPÍRITO SANTO. 05
IV, A TRIUNIDADE DE DEUS. 05
V, A TRINDADE NO ANTIGO E NO NOVO TESTAMENTO. 05
VI, PRINCIPAL MINISTÉRIO DE CADA PESSOA DA TRINDADE, RELATIVO À SALVAÇÃO ETERNA. 05
VI, 1, O MINISTÉRIO DO PAI (DEUS) RELATIVO À SALVAÇÃO ETERNA. 05
VI, 2, O MINISTÉRIO DO FILHO (JESUS CRISTO) RELATIVO À SALVAÇÃO ETERNA. 06
VI, 3, O MINISTÉRIO DO ESPÍRITO SANTO RELATIVO À SALVAÇÃO ETERNA. 06
VII, A TRINDADE EXEMPLIFICADA ESQUEMATICAMENTE. 06
VIII, A TRINDADE COMPARADA À ÁGUA EM SEUS TRÊS ESTADOS. 08
VIII, 1, A ÁGUA EM ESTADO SÓLIDO. 08
VIII, 2, A ÁGUA EM ESTADO LÍQUIDO. 08
VIII, 3, A ÁGUA EM ESTADO GASOSO. 08
CONCLUSÃO. 09
BIBLIOGRAFIA. 10

DOUTRINA CRISTÃ DA TRINDADE.


INTRODUÇÃO.
Estudar, especificamente, sobre a DOUTRINA CRISTÃ DA TRINDADE é, nada
mais nada menos do que, estudar sobre o ser criador, sustentador, e
dirigente de todas as coisas, qual seja, DEUS.
Porém, o estudo doutrinário da DIVINA TRINDADE, nos mostra a revelação
de DEUS sobre o seu modo trino de existir, manifestar e agir.
Estudemos, portanto, um pouco sobre o que a BÍBLIA SAGRADA nos ensina
sobre a TRINDADE para enriquecermos o nosso conhecimento sobre o
causador e criador de todas as coisas, sendo, por isso,
indubitavelmente, o mais importante ser do universo, qual seja, DEUS que
se revela e manifesta ao ser humano através de três pessoas distintas.
I, TRINDADE, O QUE ɨ?
O minidicionário Aurélio define a TRINDADE como:
01, Na doutrina CRISTÃ, dogma da união de três pessoas distintas (o
Pai, o Filho e o ESPÍRITO SANTO) em um só DEUS: O mistério da
Santíssima Trindade.
O conciso dicionário de teologia CRISTÃ nos diz:
01, Referência à doutrina de que DEUS é um e que existe eternamente em
três pessoas.
Portanto, TRINDADE é o termo usado, no cristianismo, para definir a
manifestação e ação de DEUS através de três pessoas distintas.
TRINDADE é, por isso, a tríplice maneira de DEUS se revelar.
Por mais que nos esforcemos e procuremos, em toda a BÍBLIA SAGRADA, a
palavra TRINDADE, jamais será encontrada.
Porém, tal constatação, não significa que a TRINDADE não existe, ou que
seja invenção de alguma religião, denominação, igreja ou líder
religioso, em particular.
Não há necessidade de fazermos muito esforço pessoal, para descobrirmos
na BÍBLIA SAGRADA que DEUS existe, se manifesta e age de modo tríplice.
O modo tríplice de DEUS existir, se manifestar e agir, acontece
através das três pessoas da DIVINA TRINDADE, quais sejam:
01, A PESSOA DIVINA DO PAI.
02, A PESSOA DIVINA DO FILHO.
03, A PESSOA DIVINA DO ESPÍRITO SANTO.
É necessário estarmos total e, incansavelmente, atentos para jamais
confundirmos ou aceitarmos a mais remota insinuação ou a mínima
possibilidade de que:
01, A PESSOA DO PAI SEJA UM DEUS.
02, A PESSOA DO FILHO SEJA UM SEGUNDO DEUS.
03, A PESSOA DO ESPÍRITO SANTO SEJA UM TERCEIRO DEUS.
Isso porque, dentro do CRISTIANISMO, que está comprometido com a
verdade BÍBLICA, só há lugar para a aceitação da existência de um único
DEUS, o qual é estudado na matéria DOUTRINA CRISTÃ DE DEUS, e ainda que
único, existe, se revela, manifesta e age como e em TRINDADE.

DOUTRINA CRISTÃ DA TRINDADE


O termo TRINDADE é, portanto, sem qualquer sombra de dúvida, o
resultado do estudo, criterioso e sistemático, da BÍBLIA SAGRADA acerca
de DEUS, a qual nos revela, claramente, a DIVINDADE das três pessoas.
A primeira referência, clara, e insofismável sobre a TRINDADE,
encontrada na BÍBLIA SAGRADA, está no NOVO TESTAMENTO, mais
precisamente, no EVANGELHO segundo Mateus¨28:19.
Porém, já no ANTIGO TESTAMENTO, em Is¨48:16 a mesma é mencionada.
Is¨48:16, Chegai-vos a mim, ouvi isto: Não falei em segredo desde
o princípio; desde o tempo em que aquilo se fez eu estava ali, e
agora o Senhor DEUS me enviou a mim, e o seu Espírito.
É verdade que na passagem BÍBLICA de Isaías a segunda pessoa da
TRINDADE (a pessoa do FILHO) não está, claramente, explícita, porém,
com certeza, não é necessário muito esforço para verificarmos que o
FILHO está implícito.
Quanto a este versículo há um problema, qual seja, nem todas as BÍBLIAS
dão esta mesma tradução, por isso, haverá irmãos que não concordarão com
esta tradução, nem que o versículo é uma revelação da Trindade.
II, AS TRÊS PESSOAS DA TRINDADE E A COMPROVAÇÃO BÍBLICA DA SUA DIVINDADE.
É necessária a confirmação da revelação BÍBLICA acerca da realidade
das três pessoas da TRINDADE, assim como a DIVINDADE de cada uma, para
nos firmarmos na gloriosa verdade da existência da TRINDADE.
II, 1, A DIVINDADE DO PAI.
O PAI é DEUS, João¨6:27; Rom¨15:6; 1ªCor¨8:6; 1ªPed¨1:2.
II, 2, A DIVINDADE DO FILHO.
O FILHO é DEUS, João¨1:1-3, 14, 20:28; Rom¨9:5; Col¨2:8-9; Heb¨1:1-12;
2ªPed¨1:1; 1ªJoão¨5:20.
II, 2, A DIVINDADE DO ESPÍRITO SANTO.
O ESPÍRITO SANTO é DEUS, At¨5:1-10, 21:11 (onisciente, um dos
atributos naturais de DEUS), At¨28:25-27 (idem); 1ªJoão¨5:7.
III, A DISTINÇÃO ENTRE AS TRÊS PESSOAS DA TRINDADE.
As três pessoas da TRINDADE são distintas entre si,
João¨14:16-17, 26, 15:26.
III, 1, A DISTINÇÃO ENTRE O PAI E O FILHO.
O PAI é distinto de JESUS CRISTO (o FILHO) e vice-versa, João¨8:54,
14:10-13, 23-26, 16:16, 17:5,; Col¨1:12-19.
III, 2, A DISTINÇÃO ENTRE O PAI E O ESPÍRITO SANTO.
O PAI é distinto do ESPÍRITO SANTO e vice-versa João¨14:16-17, 26, 15:26.
DOUTRINA CRISTÃ DA TRINDADE

III, 3, A DISTINÇÃO ENTRE O FILHO E O ESPÍRITO SANTO.


JESUS CRISTO (o FILHO) é distinto da pessoa do ESPÍRITO SANTO e
vice-versa, João¨7:37-39, 14:26, 15:26, 16:7-15 (CONSOLADOR, título
dado ao ESPÍRITO SANTO).
IV, A TRIUNIDADE DE DEUS.
TRIUNIDADE é o modo de DEUS existir em três pessoas distintas.
Portanto, a TRIUNIDADE refere-se à existência de DEUS em três pessoas distintas.
Ainda que as três pessoas da TRINDADE sejam distintas entre si, sempre,
estão e agem, completamente, de pleno acordo, João¨14:26, 15:26,
16:12-16; 1ªJoão¨5:1-7 (a PALAVRA é o VERBO de João¨1:1, 14).
A este fato se dá o nome de TRIUNIDADE.
V, A TRINDADE NO ANTIGO E NO NOVO TESTAMENTO.
Como vimos, pelas passagens BÍBLICAS estudadas, a doutrina da TRINDADE é
clara no NOVO TESTAMENTO, porém, no ANTIGO TESTAMENTO não é bem assim.
No ANTIGO TESTAMENTO há algumas sugestões ou indícios sobre a
TRINDADE, como podemos verificar nas próximas passagens BÍBLICAS,
Gên¨1:26, 11:7; Is¨6:8.
Porém, em Is¨48:16, como já vimos, a visão da TRINDADE é apresentada
de modo muito mais claro.
No Salmo¨110:1, não vemos a idéia da Trindade, porém, vemos o salmista
declarar uma verdade que não poderá, jamais, ser desprezada quando do
estudo sobre a TRINDADE, qual seja: “Disse o SENHOR ao meu SENHOR:
Assenta−te à minha mão direita, até que ponha os teus inimigos por
escabelo dos teus pés”.
Para nós, o primeiro SENHOR é sinônimo de DEUS PAI e o segundo SENHOR
sinônimo de DEUS FILHO.
VI, PRINCIPAL MINISTÉRIO DE CADA PESSOA DA TRINDADE, RELATIVO À
SALVAÇÃO ETERNA.
O trabalho de cada pessoa da TRINDADE é, na verdade, o trabalho de
DEUS, entretanto, no tocante à SALVAÇÃO ETERNA, cada pessoa tem o seu
ministério específico.
VI, 1, O MINISTÉRIO DO PAI (DEUS) RELATIVO À SALVAÇÃO ETERNA.
Como já vimos, a doutrina da TRINDADE não nos é claramente revelada no
ANTIGO TESTAMENTO, entretanto, pelas sugestões à TRINDADE já estudadas.
01, Em Gên¨1:26, DEUS diz: Façamos.
02, Em Gên¨11:7, DEUS diz: Desçamos.
03, Em Is¨6:8, DEUS pergunta: Quem há de ir por nós¨?
Nestas três passagens BÍBLICAS vemos DEUS tomando a iniciativa.
01, Em João¨3:16 DEUS, como PAI, também toma a iniciativa (DEUS DEU
SEU FILHO UNIGÊNITO).
02, Em João¨3:17 DEUS, como PAI, também toma a iniciativa (DEUS ENVIOU
SEU FILHO UNIGÊNITO).
03, Em João¨14:16, JESUS CRISTO diz que o PAI dará outro CONSOLADOR.

DOUTRINA CRISTÃ DA

Em todas estas passagens BÍBLICAS, vemos DEUS e o PAI tomando as iniciativas.


Além do que em João¨3:16-17 o próprio DEUS é PAI de JESUS CRISTO, pois
DEUS deu seu filho.
Também em Rom¨15:6; 2ªCor¨1:3, 11:31; Ef¨1:3; 1ªPed¨1:3, DEUS é PAI de
JESUS CRISTO.
Portanto, concluímos, a pessoa DIVINA do PAI se sinonimisa com DEUS,
nas iniciativas e nas tomadas de decisões.
No que concerne à SALVAÇÃO ETERNA, o ministério da primeira pessoa da
TRINDADE, ou seja, do PAI, é tomar a iniciativa de SALVAR ETERNAMENTE
o ser humano, João¨3:16-18.
VI, 2, O MINISTÉRIO DO FILHO (JESUS CRISTO) RELATIVO À SALVAÇÃO ETERNA.
O principal ministério da segunda pessoa da TRINDADE ou seja, do
FILHO, relativo à SALVAÇÃO ETERNA do ser humano é a REDENÇÃO, ou seja,
a própria SALVAÇÃO ETERNA, João¨3:16-18; Rom¨3:24; 5:8; 1ªCor¨1:30;
Ef¨1:7, 14; Col¨1:14; 1ªTim¨2:6; Heb¨9:11-12.
VI, 3, O MINISTÉRIO DO ESPÍRITO SANTO RELATIVO À SALVAÇÃO ETERNA.
O principal ministério da terceira pessoa da TRINDADE, ou seja, do
ESPÍRITO SANTO, relativo à SALVAÇÃO ETERNA, é a SANTIFICAÇÃO
(separação), a qual tem pelo menos dois aspectos.
01, O homem que, antes da conversão genuína, pertencia ao diabo,
após a conversão a JESUS CRISTO é separado e passa a pertencer a
DEUS (ou seja, é salvo eternamente), João¨16:7-11; 2ªTess¨2:13;
1ªPed¨1:2.
02, A separação, do homem já salvo, do pecado, ou seja, a santificação
pessoal, produzida através do correto entendimento PALAVRA DE DEUS,
e da obediência à mesma, João¨14:26, 16:12-15; 1ªCor¨2:9-16.
Para compreender mais clara e profundamente cada uma das três pessoas
da TRINDADE é necessário fazer três estudos doutrinários, quais sejam:
01, A DOUTRINA CRISTÃ DE DEUS (JÁ QUE O PAI É SINÔNIMO DE DEUS,
TEOLOGIA).
02, A DOUTRINA CRISTÃ DE JESUS CRISTO (CRISTOLOGIA).
03, A DOUTRINA CRISTÃ DO ESPÍRITO SANTO (PNEUMATOLOGIA).
VII, A TRINDADE EXEMPLIFICADA ESQUEMATICAMENTE.
Temos a seguir um gráfico esclarecedor da TRINDADE.

DOUTRINA CRISTÃ DA

Para melhorar a nossa visão, concebamos a figura a seguir, não como


plana, mas como esférica.
Conclusões sobre a TRINDADE baseadas nos estudos anteriores e
neste gráfico.
01, CADA PESSOA DA TRINDADE É DEUS.
02, CADA PESSOA DA TRINDADE É DISTINTA, MAS INTERLIGADA ÀS OUTRAS DUAS.
03, A AÇÃO DE CADA PESSOA DA TRINDADE É A AÇÃO DE DEUS.
Estrela que
representa a ação e
manifestação da
onipotência de DEUS.
D
F
P
E
S
Círculo que
representa a
pessoa do
ESPÍRITO SANTO,
distinto mas
ligado ao Pai e
ao Filho.
Setas que
indicam o
relacionamento
inseparável
entre as três
pessoas da
Trindade.
Setas que
representam
a ação de
cada pessoa
da
Trindade.
DEUS, o
âmago da
Trindade.
Círculo que representa
a pessoa do Pai,
distinto mas ligado ao
Filho e ao ESPÍRITO
SANTO.
Círculo que representa a
pessoa do Filho,
distinto mas ligado ao
Pai e ao ESPÍRITO SANTO.
DOUTRINA CRISTÃ DA TRINDADE

VIII, A TRINDADE COMPARADA À ÁGUA EM SEUS TRÊS ESTADOS.


Outra forma ilustrativa que nos pode ajudar a compreender a TRINDADE é
a água em seus três estados, quais sejam:
1, ÁGUA EM ESTADO SÓLIDO.
2, ÁGUA EM ESTADO LÍQUIDO.
3, ÁGUA EM ESTADO GASOSO.
Cada estado da água tem sua finalidade específica.
VIII, 1, A ÁGUA EM ESTADO SÓLIDO.
A água no estado sólido, aparece na natureza como gelo e como neve.
A água em estado sólido, sempre está com sua temperatura a zero graus
centígrados ou abaixo de zero graus centígrados.
Em virtude disso, a água em estado sólido é muito usada para resfriar
e ou preservar vários produtos, tais como peixe, carne, legumes,
frutos, líquidos, tais como, refrigerantes, etc, etc, etc.
VIII, 2, A ÁGUA EM ESTADO LÍQUIDO.
A água em estado líquido é muito vista na natureza.
A água em estado líquido é usada para beber, quando potável, para
lavar, para irrigar, etc, etc, etc.
VIII, 3, A ÁGUA EM ESTADO GASOSO.
A água em estado gazoso é vista principalmente nas nuvens, das quais
procedem as chuvas.
Assim é DEUS, é um só, mas, age através de três pessoas DIVINAS
distintas, quais sejam, a pessoa Divina do PAI, a pessoa Divina do
FILHO e a pessoa Divina do ESPÍRITO SANTO.
Porém, muito cuidado, porque esta comparação não é referente ao
aspecto físico de DEUS.
É, apenas, uma comparação referente ao ministério de cada pessoa
da TRINDADE.
Outro cuidado importante.
A água pode mudar de estado, artificialmente.
Porém, quanto à TRINDADE, DEUS é imutável.
Por ser soberano, onipotente e imutável não há força humana, ou
qualquer engenho, criado pelo homem, que tenha poder para mudar
artificialmente a essência da Trindade.
DOUTRINA CRISTÃ DA TRINDADE

CONCLUSÃO.
Terminamos este estudo sucinto sobre a Doutrina Cristã da TRINDADE,
porém, cremos que contém os ensinamentos básicos necessários ao
crescimento no conhecimento da PALAVRA DE DEUS, sobre tão magno e
glorioso assunto.
Nosso intuito é colocar no coração dos filhos de DEUS as verdades
sobre a DOUTRINA CRISTÃ DA TRINDADE, a qual, por incrível que pareça
é, infelizmente, desmentida por alguns setores religiosos, intitulados
de CRISTÃOS.
DEUS nos tem abençoado e muito, já que, pelo glorioso e maravilhoso
ministério das três pessoas DIVINAS DA SANTÍSSIMA TRINDADE, em nosso
favor, recebemos de DEUS o, enorme e glorioso, privilégio da
SALVAÇÃO ETERNA.
DOUTRINA CRISTÃ DA TRINDADE

BIBLIOGRAFIA.
01, BÍBLIA SAGRADA.
Tradução, Almeida, João Ferreira de.
Edição corrigida e revisada fiel ao texto original.
Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil, 1.994, 1.995, São Paulo, SP, Brasil.
02, CONCISO DICIONÁRIO DE TEOLOGIA CRISTÃ.
Erickson, Millard J.
JUERP, 1991, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
04, DOUTRINAS, 1.
Novas Edições Líderes Evangélicos.
1a Edição, 1979, São Paulo, SP, Brasil.
05, ESBOÇO DE TEOLOGIA SISTEMÁTICA.
Langston, A. B.
JUERP, 8a Edição, 1986, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
06, MINIDICIONÁRIO AURÉLIO.
Ferreira, Aurélio Buarque de Holanda.
Editora Nova Fronteira, 1a edição, 6a impressão, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
Postado por MENSAGEM DA ULTIMA HORA às 10:44 0 comentários

MODULO 3
Doutrina Cristã
de
Jesus Cristo
DOUTRINA CRISTÃ DE JESUS CRISTO

PÁGINA
INTRODUÇÃO. 04
I, ASPECTOS IMPORTANTES SOBRE A VINDA DE JESUS CRISTO À TERRA. 04
I, 1, CONCEPÇÃO SOBRENATURAL DE JESUS CRISTO. 04
I, 2, O NASCIMENTO DE JESUS CRISTO. 04
I, 3, A GENEALOGIA DE JESUS CRISTO. 05
I, 4, A EXALTAÇÃO DE JESUS CRISTO APÓS SEU NASCIMENTO. 05
I, 5, A CIRCUNCISÃO DE JESUS CRISTO E SUA APRESENTAÇÃO NO TEMPLO. 05
I, 6, A FUGA DE JESUS CRISTO PARA O EGITO E SUA VOLTA. 06
I, 7, JESUS CRISTO NO TEMPLO AOS DOZE ANOS DE IDADE. 06
I, 8, O SILÊNCIO BÍBLICO ACERCA DA VIDA DE JESUS CRISTO ATÉ SEU BATISMO. 06
I, 9, O BATISMO DE JESUS CRISTO. 06
I, 9, A, HUMILDADE DE JESUS CRISTO. 06
I, 9, B, EXALTAÇÃO DE JESUS CRISTO. 07
I, 9, C, INTRODUÇÃO DE JESUS CRISTO EM SEU MINISTÉRIO. 07
I, 10, A TENTAÇÃO DE JESUS CRISTO. 07
I, 10, A, O DIABO TENTOU DESVIAR JESUS CRISTO DA SUA MISSÃO. 07
I, 10, B, O DIABO TENTOU ABALAR A FÉ QUE JESUS CRISTO TINHA NO PAI. 08
I, 10, C, O DIABO TENTOU FAZER COM QUE JESUS CRISTO DESOBEDECESSE AO PAI. 08
I, 11, A VINDA DE JESUS CRISTO E A PLENITUDE DOS TEMPOS. 08
I, 11, A, A DERROCADA DAS RELIGIÕES PAGÃS. 09
I, 11, B, A CRIAÇÃO DE UM POVO (O POVO ISRAELITA). 09
I, 11, C, A PREPARAÇÃO DO POVO ISRAELITA. 09
I, 11, C, a, A PREPARAÇÃO DO POVO ISRAELITA ATRAVÉS DA LEI. 09
I, 11, C, b, A PREPARAÇÃO DO POVO ISRAELITA ATRAVÉS DOS PROFETAS. 09
I, 11, C, c, A PREPARAÇÃO DO POVO ISRAELITA ATRAVÉS DO CATIVEIRO BABILÔNICO. 10
I, 11, C, c, 1, A DERROCADA DA IDOLATRIA ENTRE O POVO JUDEU. 10
I, 11, C, c, 2, A MUDANÇA DE HÁBITOS DO POVO JUDEU. 10
I, 11, D, A EXISTÊNCIA DE UMA LEI CIVIL QUE ABRANGIA TODO O IMPÉRIO ROMANO. 10
I, 11, E, A EXISTÊNCIA DE UMA LÍNGUA CONHECIDA EM TODO O IMPÉRIO ROMANO. 10
II, OS NOMES; JESUS, CRISTO, MESSIAS E SEUS SIGNIFICADOS. 11
II, 1, O NOME JESUS. 11
II, 2, O NOME CRISTO. 11
II, 3, O NOME MESSIAS. 11
II, 4, OUTROS NOMES E TÍTULOS REFERENTES A JESUS CRISTO. 12
III, AS DUAS NATUREZAS DE JESUS CRISTO. 13
III, 1, A NATUREZA DIVINA DE JESUS CRISTO. 13
III, 2, A NATUREZA HUMANA DE JESUS CRISTO. 14
III, 3, ALGUMAS TEORIAS ACERCA DAS DUAS NATUREZAS DE JESUS CRISTO. 14
III, 3, A, A TEORIA DOS DOCETAS. 14
III, 3, B, A TEORIA DOS EBIONITAS. 15
III, 3, C, A TEORIA DE ÁRIO. 15
III, 3, D, A TEORIA DE APOLINÁRIO. 15
III, 3, E, A TEORIA DE NESTÓRIO. 15
III, 3, F, A TEORIA DE EUTIQUES. 16
IV, A ENCARNAÇÃO DE DEUS (JESUS CRISTO). 16
V, O ESPÍRITO DE JESUS CRISTO. 17
VI, O TRÍPLICE MINISTÉRIO DE JESUS CRISTO. 17
VI, 1, JESUS CRISTO, PROFETA. 17
VI, 1, A, MINISTÉRIO PROFÉTICO DE JESUS CRISTO ATRAVÉS DO ENSINAMENTO. 18
VI, 1, B, MINISTÉRIO PROFÉTICO DE JESUS CRISTO ATRAVÉS
DA PREDIÇÃO DE ACONTECIMENTOS FUTUROS. 18
VI, 1, C, MINISTÉRIO PROFÉTICO DE JESUS CRISTO ATRAVÉS DE MILAGRES. 18

DOUTRINA CRISTÃ DE JESUS CRISTO

VI, 2, JESUS CRISTO, SACERDOTE. 19


VI, 2, A, MINISTÉRIO SACERDOTAL DE JESUS CRISTO ATRAVÉS DO SEU SACRIFÍCIO. 19
VI, 2, B, MINISTÉRIO SACERDOTAL DE JESUS CRISTO ATRAVÉS DA INTERCESSÃO. 19
VI, 2, C, CARACTERÍSTICAS DE UM SACERDOTE. 20
VI, 2, C, a, JESUS CRISTO É SEMELHANTE AO POVO (TOMADO DENTRE OS HOMENS). 20
VI, 2, C, b, JESUS CRISTO FOI ESCOLHIDO POR DEUS (COMO ARÃO). 20
VI, 3, JESUS CRISTO, REI. 20
VII, OS ESTADOS DE JESUS CRISTO. 21
VII, 1, O ESTADO DE HUMILHAÇÃO DE JESUS CRISTO. 21
VII, 2, O ESTADO DE EXALTAÇÃO DE JESUS CRISTO. 22
VIII, A MORTE DE JESUS CRISTO E SEUS EFEITOS SALVÍFICOS. 22
VIII, 1, A MORTE VICÁRIA (SUBSTITUTIVA) DE JESUS CRISTO. 22
VIII, 2, A MORTE VICÁRIA DE JESUS CRISTO E SEUS EFEITOS NA VIDA DO SER HUMANO. 23
VIII, 2, A, A MORTE VICÁRIA DE JESUS CRISTO E A PROPICIAÇÃO. 23
VIII, 2, B, A MORTE VICÁRIA DE JESUS CRISTO E A EXPIAÇÃO. 23
VIII, 2, C, A MORTE VICÁRIA DE JESUS CRISTO E A REDENÇÃO. 24
VIII, 2, D, A MORTE VICÁRIA DE JESUS CRISTO E A RECONCILIAÇÃO COM DEUS. 25
IX, A RESSURREIÇÃO DE JESUS CRISTO E A APROVAÇÃO DE DEUS. 25
IX, 1, A RESSURREIÇÃO DE JESUS CRISTO E A APROVAÇÃO DE DEUS RELATIVA À SUA PESSOA. 25
IX, 2, A RESSURREIÇÃO DE JESUS CRISTO E A APROVAÇÃO DE DEUS RELATIVA À SUA
MENSAGEM. 26
IX, 3, A RESSURREIÇÃO DE JESUS CRISTO E A APROVAÇÃO DE DEUS RELATIVA À SUA MORTE. 26
X, A ASCENSÃO DE JESUS CRISTO. 26
X, 1, PELA ASCENSÃO, A NATUREZA HUMANA DE JESUS CRISTO NÃO FICOU NA TERRA. 26
X, 2, PELA ASCENSÃO, DEUS EXALTA A JESUS CRISTO. 26
X, 2, A, A ASCENSÃO EXALTA JESUS CRISTO E O COLOCA À DESTRA DO PAI. 27
X, 2, B, A ASCENSÃO EXALTA JESUS CRISTO, O QUAL,
BATIZA SUA IGREJA COM O ESPÍRITO SANTO. 27
X, 2, C, A ASCENSÃO EXALTA JESUS CRISTO, O QUAL,
INTERCEDE CONSTANTEMENTE PELOS FILHOS DE DEUS. 27
XI, A VOLTA DE JESUS CRISTO. 27
XI, 1, NINGUÉM SABE A DATA DA VOLTA DE JESUS CRISTO. 28
XI, 2, A VOLTA DE JESUS CRISTO SERÁ VISÍVEL A TODOS. 28
XI, 3, A VOLTA DE JESUS CRISTO SERÁ COM GRANDE PODER E GLÓRIA. 28
XII, OS MILAGRES DE JESUS CRISTO. 28
XII, 1, OS MILAGRES DE JESUS CRISTO E A DEMONSTRAÇÃO DO SEU PODER E DO SEU AMOR. 29
XII, 1, A, A ONIPOTÊNCIA DE JESUS CRISTO DEMONSTRADA EM SEUS MILAGRES. 29
XII, 1, B, O AMOR DE JESUS DEMONSTRADO EM SEUS MILAGRES. 30
XII, 2, OS MILAGRES DE JESUS CRISTO E A CHEGADA DO REINO DE DEUS. 30
XIII, OS ENSINOS DE JESUS CRISTO. 30
XIII, 1, ASPECTOS DOS ENSINOS DE JESUS CRISTO. 30
XIII, 1, A, JESUS CRISTO ENSINAVA ATRAVÉS DA PRÓPRIA VIDA. 31
XIII, 1, B, JESUS CRISTO ENSINAVA COM AUTORIDADE. 31
XIII, 1, C, JESUS CRISTO ENSINAVA ATRAVÉS DE VERDADES SIMPLES. 31
XIII, 1, D, JESUS CRISTO ENSINAVA ATRAVÉS DE VERDADES UNIVERSAIS. 32
CONCLUSÃO. 32
BIBLIOGRAFIA. 33

DOUTRINA CRISTÃ DE JESUS CRISTO.


INTRODUÇÃO.
Este estudo é muito importante para todos os CRISTÃOS, visto que,
versa sobre ensinamentos básicos acerca da pessoa de JESUS CRISTO, o
FILHO DE DEUS, o qual é o próprio DEUS feito homem que veio ao mundo
proporcionar a possibilidade do ser humano ter a VIDA ETERNA.
Cristologia é o estudo doutrinário, ou doutrinal da pessoa de JESUS CRISTO.
Por isso, ainda que focalizemos, rapidamente, sobre alguns aspectos da
vida de JESUS CRISTO, este, não é um estudo biográfico acerca do
SALVADOR, é isto sim um estudo sobre a sua pessoa, seu ministério, sua
obra e seu valor em prol do ser humano.
Em suma, o que vamos estudar é a doutrina da pessoa de JESUS CRISTO.
Os estudos aqui realizados são básicos e resumidos, por isso, não
contêm tudo o que se possa conhecer acerca do nosso SALVADOR, porém,
estudemos com fé, certos que, os mesmos, muito nos ajudarão a melhor
compreender e conhecer a pessoa de JESUS CRISTO.
I, ASPECTOS IMPORTANTES SOBRE A VINDA DE JESUS CRISTO À TERRA.
Vejamos, de passagem, alguns aspectos importantes da vida de JESUS
CRISTO, os quais, demonstram a sua singularidade.
A vida de JESUS CRISTO é singular na sua total santidade, João¨8:46;
Heb¨4:15; 1ªPed¨2:22, no total cumprimento das profecias a seu
respeito, Mat¨1:22-23, 27:35; João¨1:45, e em sua total obediência a
DEUS, Mat¨26:39, 42; Mar¨14:36; Luc¨22:42; João¨4:34, 6:38-40.
DEUS se fez homem na pessoa de JESUS CRISTO e veio à Terra para salvar
o seu povo dos seus pecados, Mat¨1:20-23.
I, 1, CONCEPÇÃO SOBRENATURAL DE JESUS CRISTO.
A concepção de JESUS CRISTO aconteceu de modo sobrenatural.
A virgem Maria recebeu, através de um anjo, a notícia de que seria mãe
do SALVADOR, o anjo lhe disse que JESUS CRISTO seria gerado no seu
ventre pelo poder do ESPÍRITO SANTO, Luc¨1:26-35; José, também foi
avisado por um anjo acerca deste acontecimento, Mat¨1:18-21.
Este fato se deu em cumprimento à profecia de Is¨7:14; Mat¨1:22-23.
I, 2, O NASCIMENTO DE JESUS CRISTO.
Mat¨1:25, fala sucintamente do nascimento de JESUS CRISTO.
Luc¨2:1-7 narra com mais riqueza de detalhes o nascimento de JESUS CRISTO.
O profeta Miquéias havia profetizado, que JESUS CRISTO nasceria em
Belém, Miq¨5:2; Mat¨2:4-6, porém, José e Maria moravam na Galiléia, na
cidade de Nazaré, Luc¨2:4.

DOUTRINA CRISTÃ DE JESUS CRISTO


Contudo, a profecia se cumpriu, cabalmente, sem que José e Maria
interferissem, pessoal e isoladamente, para que a mesma se cumprisse.
O imperador Romano, César Augusto, decretou um alistamento
(recenseamento) em todo o império e, para obedecer tal decreto, todos
os habitantes que moravam fora de suas cidades de origem, deveriam
alistar-se em suas próprias cidades, Luc¨2:1-5.
Com toda a certeza, o dedo de DEUS estava por trás deste decreto.
Por isso, José e Maria saem da Galiléia e vão até Belém para
alistar-se no recenseamento, oportunidade esta, em que JESUS CRISTO
nasceu, Luc¨2:1-7.
I, 3, A GENEALOGIA DE JESUS CRISTO.
Mat¨1:1-17 e Luc¨3:23-38, nos apresentam a genealogia de JESUS CRISTO.
As genealogias mostradas pelos dois Evangelistas são muito diferentes.
A diferença entre as duas genealogias se deve ao fato de Mateus
apresentar a genealogia de JESUS CRISTO pelo lado paterno e Lucas
apresentá-la pelo lado materno.
Além disto, a genealogia de Mateus chega apenas a Abraão, ao passo que
a genealogia de Lucas vai até Adão e DEUS.
A apresentação da árvore genealógica de JESUS CRISTO é importante, não
para mostrar conhecimento, mas, principalmente, para provar ao povo
judeu, através de Mateus e aos gentios, por intermédio de Lucas, que
JESUS CRISTO, além de todos os demais cumprimentos proféticos, tem
todos os requisitos necessários, para ser recebido como O MESSIAS
prometido, Dan¨9:25-26, já que descende do rei Davi Mat¨1:6;
Luc¨3:31-32, e de Abraão, Mat¨1:1-2; Luc¨3:34.
I, 4, A EXALTAÇÃO DE JESUS CRISTO APÓS SEU NASCIMENTO.
Após seu nascimento, JESUS CRISTO foi exaltado:
01, Pelos anjos, Luc¨2:8-14¨(14).
02, Pelos pastores, Luc¨2:15-20.
03, Pelos magos do Oriente, Mat¨2:1-12¨(11).
É bom sabermos, que a visita dos magos não aconteceu imediatamente ao
nascimento de JESUS CRISTO, demorou, isto sim, algum tempo.
Outro fato importante, a palavra magos, deve ser entendida como sábios.
I, 5, A CIRCUNCISÃO DE JESUS CRISTO E SUA APRESENTAÇÃO NO TEMPLO.
A circuncisão era sinal de aliança entre o povo israelita (judeu) e
DEUS, Gên¨17:9-14; Lev¨12:1-3.
Por ser judeu, JESUS CRISTO também foi circuncidado, Luc¨2:21.

DOUTRINA CRISTÃ DE JESUS CRISTO


Além disso, quando se cumpriram os dias da purificação de Maria, JESUS
CRISTO foi levado ao templo em Jerusalém para ser apresentado ao SENHOR,
Luc¨2:22-24, para cumprir a determinação DIVINA, Êx¨13:1-2, 22:29.
I, 6, A FUGA DE JESUS CRISTO PARA O EGITO E SUA VOLTA.
Em virtude do ódio do rei Herodes, ao rei dos judeus (JESUS CRISTO) e
do aviso do anjo do SENHOR, José e Maria fugiram para o Egito, levando
JESUS com eles, Mat¨2:12-18¨(14).
Do Egito só retornaram após a morte do rei Herodes, a qual, também foi
notificada pelo ANJO DO SENHOR, Mat¨2:19-23¨(21).
Temos aqui uma demonstração da preservação de DEUS (DEUS PAI), sobre o
menino JESUS (DEUS FILHO).
Temos também, o cumprimento de uma profecia acerca de JESUS CRISTO,
Osé¨11:1; Mat¨2:15.
I, 7, JESUS CRISTO NO TEMPLO AOS DOZE ANOS DE IDADE.
Aos doze anos de idade, após uma visita a Jerusalém durante uma
festa religiosa da páscoa, JESUS CRISTO ficou na cidade à revelia
de seus pais.
Porém, não estava perdido, ficou no templo dialogando com os doutores,
ocasião em que foi admirado pela sua imensa sabedoria, Luc¨2:47.
Ao ser encontrado por seus pais foi repreendido por estes, JESUS
CRISTO respondeu que estava tratando dos negócios do seu PAI (DEUS).
Esta narrativa está em Luc¨2:41-51.
I, 8, O SILÊNCIO BÍBLICO ACERCA DA VIDA DE JESUS CRISTO ATÉ SEU BATISMO.
A BÍBLIA SAGRADA nada mais conta acerca da vida de JESUS CRISTO até
que foi batizado por João Batista, a não ser o que está registrado
em Luc¨2:52.
I, 9, O BATISMO DE JESUS CRISTO.
Em Mat¨3:13-17; Mar¨1:9-11 e Luc¨3:21-22, temos a narrativa BÍBLICA do
batismo de JESUS CRISTO.
Com o batismo de JESUS CRISTO, podemos observar, pelo menos, três fatos:
A, HUMILDADE DE JESUS CRISTO.
B, EXALTAÇÃO DE JESUS CRISTO.
C, INTRODUÇÃO AO MINISTÉRIO DE JESUS CRISTO.
I, 9, A, HUMILDADE DE JESUS CRISTO.
JESUS CRISTO sendo DEUS, se coloca no mesmo nível do ser humano
normal, indo até João Batista para ser, por este, batizado,
Mat¨3:13-16; Mar¨1:9; Luc¨3:21.

DOUTRINA CRISTÃ DE JESUS CRISTO

I, 9, B, EXALTAÇÃO DE JESUS CRISTO.


À semelhança do seu nascimento, também, quando do seu batismo, JESUS
CRISTO foi exaltado:
01, Através da manifestação do ESPÍRITO SANTO que, em forma de pomba,
pousou sobre JESUS CRISTO, Mat¨3:16; Mar¨1:10; Luc¨3:22; João¨1:32-34.
02, Por DEUS, através de uma voz vinda do CÉU, Mat¨3:17; Mar¨1:11;
Luc¨3:22.
03, Por João Batista, Mat¨3:14; João¨1:29-30.
Por ocasião do batismo de JESUS CRISTO podemos verificar a existência
da TRINDADE, através da voz de DEUS (O PAI), da presença do FILHO
(JESUS CRISTO), bem como da presença do ESPÍRITO SANTO (na forma
corpórea de uma pomba).
I, 9, C, INTRODUÇÃO DE JESUS CRISTO EM SEU MINISTÉRIO.
João Batista, tem a missão de introduzir JESUS CRISTO em seu
ministério, Is¨40:3; Mat¨3:3; Mar¨1:2-3; Luc¨3:4; João¨1:23.
E com efeito, João Batista introduz JESUS CRISTO em seu ministério,
João¨1:29-34.
I, 10, A TENTAÇÃO DE JESUS CRISTO.
JESUS CRISTO se sujeitou a tentações, durante todo o seu ministério,
porém, a sua grande tentação está registrada em Mat¨4:1-11;
Mar¨1:12-13; Luc¨4:1-13.
Logo após seu batismo, JESUS CRISTO foi conduzido pelo ESPÍRITO SANTO
ao deserto para ser tentado pelo diabo.
Verificaremos rapidamente qual o significado geral das tentações, não
de cada uma delas em particular.
A tentação de JESUS CRISTO, aconteceu em, PELO MENOS, três aspectos:
A, O DIABO TENTOU DESVIAR JESUS CRISTO DA SUA MISSÃO.
B, O DIABO TENTOU ABALAR A FÉ QUE JESUS CRISTO TINHA NO PAI.
C, O DIABO TENTOU FAZER COM QUE JESUS CRISTO DESOBEDECESSE AO PAI.
I, 10, A, O DIABO TENTOU DESVIAR JESUS CRISTO DA SUA MISSÃO.
Lança-te no ar, para que os anjos te tomem nas mãos (o desejo do diabo
era que JESUS CRISTO fosse aclamado, pelos homens, com fama e glória,
para desviá-lo da cruz), Mat¨4:5-6; Luc¨4:9-11.
Vitória de JESUS CRISTO.
Não tentarás o SENHOR teu DEUS, Mat¨4:7; Luc¨4:12.

DOUTRINA CRISTÃ DE JESUS CRISTO ,

I, 10, B, O DIABO TENTOU ABALAR A FÉ QUE JESUS CRISTO TINHA NO PAI.


Se tu és o FILHO DE DEUS, manda que estas pedras se tornem em pão,
Mat¨4:3; Luc¨4:3.
Se tu és o FILHO DE DEUS, lança-te daqui abaixo, Mat¨4:6; Luc¨4:9.
Vitória de JESUS CRISTO.
Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de
DEUS, Mat¨4:4; Luc¨4:4.
Não tentarás o SENHOR teu DEUS, Mat¨4:7; Luc¨4:12.
I, 10, C, O DIABO TENTOU FAZER COM QUE JESUS CRISTO DESOBEDECESSE AO PAI.
Todos os reinos e toda a glória dos reinos do mundo te darei se
prostrado me adorares (esta foi a proposta do diabo para que JESUS
CRISTO o adorasse ao invés de adorar ao PAI), Mat¨4:8-9; Luc¨4:5-7.
Vitória de JESUS CRISTO.
Ao SENHOR teu DEUS adorarás, e só a ele servirás, Mat¨4:10; Luc¨4:8.
ATENÇÃO, o diabo distorceu a PALAVRA DE DEUS, porém, JESUS CRISTO,
lutando com todas as suas forças, venceu todas estas, fortíssimas,
tentações, usando, corretamente, a PALAVRA DE DEUS.
Este é um grande exemplo para nós, cuidado com as distorções da
PALAVRA DE DEUS que nos chegam aos ouvidos.
Ao invés disso, tenhamos confiança total na veracidade e poder da
PALAVRA DE DEUS.
Porque JESUS CRISTO lutou e venceu, pode socorrer os filhos de DEUS
quando estes são tentados, Heb¨2:18.
I, 11, A VINDA DE JESUS CRISTO E A PLENITUDE DOS TEMPOS.
A BÍBLIA SAGRADA relata que DEUS enviou JESUS CRISTO à Terra quando
chegou a plenitude dos tempos, Gál¨4:4.
A plenitude dos tempos, significa que havia chegado a hora de JESUS
CRISTO vir à Terra.
A plenitude dos tempos chegou, porque DEUS, ao longo do tempo,
preparou o mundo para a vinda de JESUS CRISTO bem como, para a
conseqüente implantação e expansão do cristianismo, em, pelo menos,
cinco aspectos:
A, A DERROCADA DAS RELIGIÕES PAGÃS.
B, A CRIAÇÃO DE UM POVO (O POVO ISRAELITA).
C, A PREPARAÇÃO DO POVO ISRAELITA:
D, A EXISTÊNCIA DE UMA LEI CIVIL QUE ABRANGIA TODO O IMPÉRIO ROMANO.
E, A EXISTÊNCIA DE UMA LÍNGUA CONHECIDA EM TODO O IMPÉRIO ROMANO.

DOUTRINA CRISTÃ DE JESUS CRISTO ,

I, 11, A, A DERROCADA DAS RELIGIÕES PAGÃS.


Já em Deut¨18:9-14, podemos verificar sem muito esforço qual era a
qualidade da vida espiritual dos gentios.
Esta derrocada espiritual causou a entrega de Canaã ao povo israelita,
Deut¨18:12.
I, 11, B, A CRIAÇÃO DE UM POVO (O POVO ISRAELITA).
O povo israelita foi criado por DEUS a partir do patriarca Abraão,
Gên¨12:1-9.
Abraão gerou Isaque, Gên¨21:1-7; Isaque gerou a Jacó, Gên¨25:19-26.
O nome de Jacó foi mudado, por DEUS, para Israel, Gên¨32:22-32¨(28).
Os filhos de Jacó, exceto José e Levi, Núm¨1:1-17¨(5-15), formaram as
doze tribos de Israel, cada uma com um nome.
A decisão de DEUS aconteceu em virtude dos descendentes de Levi terem
recebido, da parte de DEUS, o ministério religioso, Núm¨1:47-54,
18:21; Deut¨10:8-9, 18:1-8; Josué¨13:14.
Em lugar de José e da Tribo de Levi, DEUS colocou os dois filhos de
José, quais sejam, Efraim e Manassés, Núm¨1:10; Josué¨14:4.
O povo israelita, é o povo do qual faz parte JESUS CRISTO.
JESUS CRISTO é descendente do filho de Jacó chamado Judá,
Mat¨1:1-17,¨(2-3), o patriarca de uma das tribos israelitas, Núm¨1:7.
Em vários passagens a BÍBLIA nos fala dos israelitas, vejamos algumas,
Lev¨24:10-11; Núm¨25:14; João¨1:47; Rom¨11:1.
I, 11, C, A PREPARAÇÃO DO POVO ISRAELITA.
A preparação do povo israelita aconteceu em três aspectos, quais sejam:
a, ATRAVÉS DA LEI.
b, ATRAVÉS DOS PROFETAS.
c, ATRAVÉS DO CATIVEIRO BABILÔNICO.
I, 11, C, a, A PREPARAÇÃO DO POVO ISRAELITA ATRAVÉS DA LEI.
Um dos meios usados por DEUS, para a preparação do povo israelita para a
vinda de JESUS CRISTO foi a LEI, o DECÁLOGO ou os DEZ MANDAMENTOS, que
foi entregue ao povo israelita através do ministério de Moisés,
Êx¨20:1-17.
I, 11, C, b, A PREPARAÇÃO DO POVO ISRAELITA ATRAVÉS DOS PROFETAS.
Outro meio pelo qual DEUS preparou o povo israelita para a vinda de
JESUS CRISTO foi através do ministério profético, Gên¨3:15, é a
primeira referência BÍBLICA à pessoa de JESUS CRISTO, a semente da
mulher, porém, há mais, Is¨7:14, 9:6-7; Miq¨5:2.

DOUTRINA CRISTÃ DE JESUS CRISTO ,


I, 11, C, c, A PREPARAÇÃO DO POVO ISRAELITA ATRAVÉS DO CATIVEIRO
BABILÔNICO.
O cativeiro babilônico foi outro meio através do qual DEUS preparou o
povo israelita (agora povo judeu) para a vinda de JESUS CRISTO.
O preparo do povo israelita, através do cativeiro babilônico,
aconteceu em dois aspectos:
I, 11, C, c, 1, A DERROCADA DA IDOLATRIA ENTRE O POVO JUDEU.
O povo israelita caiu muitas vezes na idolatria, vejamos a idolatria
do povo israelita (judeu), apenas no reinado de Jeorão,
2ºCrôn¨21:5-20¨(12-13).
Vejamos o que DEUS fala a respeito dos ídolos em Israel, apenas em
Ez¨14:1-11.
Porém, quando o povo judeu voltou do cativeiro babilônico estava,
totalmente, curado da idolatria, Ez¨36:16-31¨(25).
I, 11, C, c, 2, A MUDANÇA DE HÁBITOS DO POVO JUDEU.
O povo judeu que era essencialmente agrícola, e pastoril, passou a
ser, também, um povo mercantil e comercial, esta mudança o capacitou a
adaptar-se a qualquer país do mundo.
Até hoje, todos conhecem o poderio capitalista do povo judeu, bem
como, a sua capacidade de adaptação a qualquer situação, a qualquer
lugar ou a qualquer país do mundo.
I, 11, D, A EXISTÊNCIA DE UMA LEI CIVIL QUE ABRANGIA TODO O
IMPÉRIO ROMANO.
Quando JESUS CRISTO nasceu, Roma dominava toda a costa do Mediterrâneo.
Por volta do ano 50 DC, Roma dominava quase toda a atual Inglaterra, a
Europa desde o sul do rio Reno e do rio Danúbio; toda a costa norte da
África, incluindo o Egito; dominava também grande parte da Ásia, desde
o mar Mediterrâneo até a Mesopotâmia.
A ordem mantida em todo este império, não era apenas pela força, mas
também através dos benefícios que sua civilização mais adiantada
levava aos povos conquistados.
Além disso, o poder imperial de Roma mantinha os povos dominados,
politicamente, pela implantação da PAX ROMANA (PAZ ROMANA), a qual,
sob a tutela de uma única lei, praticamente, aboliu toda e qualquer
guerra entre os povos sob o seu domínio.
A PAX ROMANA favoreceu, extraordinariamente, a igreja primitiva, no
que concerne à expansão do cristianismo, a todo o império romano.
I, 11, E, A EXISTÊNCIA DE UMA LÍNGUA CONHECIDA EM TODO O IMPÉRIO ROMANO.
Se Roma dominava os povos politicamente, a Grécia tinha uma enorme influência
cultural, principalmente, entre os povos das costas do mar Mediterrâneo.

DOUTRINA CRISTÃ DE JESUS CRISTO,


Tal influência modelou e marcou a mentalidade dos povos do império romano.
Devido a essa enorme influência, a língua grega era conhecida em todo
o império.
Este fato, também, muito contribuiu para a disseminação do cristianismo.
Em virtude desta situação cultural, o NOVO TESTAMENTO foi escrito na
língua grega.
II, OS NOMES; JESUS, CRISTO, MESSIAS E SEUS SIGNIFICADOS.
II, 1, O NOME JESUS.
A palavra JESUS é nome próprio e significa, DEUS É SALVADOR, Mat¨1:21.
De certa forma, é sinônimo do EMANUEL de Is¨7:14 (DEUS o SALVADOR
conosco, Is¨43:11, 45:15,¨21) e de Mat¨1:23.
II, 2, O NOME CRISTO.
CRISTO, é uma palavra grega referente à hebraica MESSIAS, significa,
UNGIDO, At¨10:34-38¨(36,¨38).
II, 3, O NOME MESSIAS.
A palavra MESSIAS é derivada da palavra hebraica MESHIAH, a qual, como
já vimos, significa UNGIDO, JOÃO¨1:41, 4:25.
Segundo o conciso dicionário de teologia CRISTÃ, MESSIAS significa:
01, Literalmente “O UNGIDO”. O líder designado por DEUS para cumprir a
missão especial de redenção e libertação.
Segundo o Novo Aurélio, MESSIAS significa:
01, Do hebraico MASHIAH, “ungido”, pelo latim MESSIAS.
02, Pessoa ou coletividade na qual se concretizavam as aspirações de
salvação ou redenção.
03, Pessoa a quem DEUS comunica algo de seu poder ou autoridade.
04, Líder carismático.
05, Pessoa esperada ansiosamente.
06, Reformador ou pretenso reformador social.
Portanto a palavra grega CRISTO e a hebraica MESSIAS são referentes a
título, não a nome próprio.
No Antigo Testamento, quando os reis, sacerdotes e líderes eram
separados para o seu ministério, eram ungidos com óleo, Êx¨28:41,
29:7; Lev¨4:3, 6:20; 1ºSam¨9:16, 10:1, 15:1; 2ºSam¨23:1.

DOUTRINA CRISTÃ DE JESUS CRISTO ,


Por isso, ungir, tem o significado de separar, consagrar.
Assim sendo, uma pessoa ungida é uma pessoa separada para o exercício
de um ministério específico.
É o caso de JESUS CRISTO, o qual, veremos mais adiante que, exerce um
tríplice ministério.
A unção, também, simboliza a influência do ESPÍRITO SANTO e JESUS
CRISTO é totalmente influenciado pelo ESPÍRITO SANTO, porque cheio do
mesmo, João¨3:34.
Relembremos, também, a descida do ESPÍRITO SANTO, em forma de pomba,
sobre JESUS CRISTO por ocasião do seu batismo, Mat¨3:16; Mar¨1:10;
Luc¨3:22; João¨1:32-34.
Portanto, tanto a palavra grega CRISTO (UNGIDO) quanto a hebraica
MESSIAS (UNGIDO) se encaixam, perfeitamente, na pessoa de JESUS CRISTO
(O UNGIDO DE DEUS), Sal¨45:6-7; Heb¨1:8-9.
Como já vimos, o título MESSIAS ou UNGIDO, era dado às pessoas
chamadas por DEUS para executarem uma tarefa especial.
Os judeus tinham a promessa de que sempre haveria um rei da linhagem
de Davi no trono de Israel, 2ºSam¨7:8-29¨(16, 19, 29).
Porém, a história nos mostra que, nem sempre um rei da linhagem de
Davi, governou Israel.
Muitas vezes, Israel foi governado por povos gentios, inclusive, no
tempo de JESUS CRISTO, quem governava o povo israelita (judeu) eram os
romanos, naturalmente, um povo gentio.
Porém, os judeus não perdiam a esperança do cumprimento da promessa.
Diante da sua realidade histórica, os judeus esperavam que um dia
viria um rei judeu (O MESSIAS DO SENHOR) que expulsaria do seu
território os conquistadores gentios e restauraria o povo de Israel,
fazendo-o novamente um reino independente.
Na tentação de JESUS CRISTO no deserto, o diabo o tentou para que isso
acontecesse.
Por muito tempo os discípulos de JESUS CRISTO também pensaram assim.
Porém, conforme JESUS CRISTO disse, o seu reino não é deste mundo,
João¨8:23, 18:36.
Se o reino de JESUS CRISTO fosse, apenas, deste mundo, como poderia
dar a SALVAÇÃO ETERNA à humanidade¨?
II, 4, OUTROS NOMES E TÍTULOS REFERENTES A JESUS CRISTO.
01, FILHO DO HOMEM, Daniel usa este nome em sua profecia acerca de JESUS
CRISTO, Dan¨7:13-14, indicando sua humanidade e messianidade.
JESUS CRISTO aplica o título, FILHO DO HOMEM, a si mesmo,
Mat¨11:19; Mar¨2:28; Luc¨9:26; João¨3:14; Luc¨21:27.

DOUTRINA CRISTÃ DE JESUS CRISTO ,


02, FILHO DE DEUS, Luc¨1:32-35; At¨3:13.
Sua concepção também é um ato do ESPÍRITO SANTO, Mat¨1:20; Luc¨1:35.
03, SENHOR, nome usado após a ressurreição, Is¨40:3; Mat¨3:3;
João¨20:25, 28; Apoc¨1:10.
04, SALVADOR, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados,
Mat¨1:21; Luc¨2:11.
05, REDENTOR, Rom¨3:24; 1ªCor¨1:30: Heb¨9:12.
06, BOM PASTOR, João¨10:11, 14.
07, VERBO (LÓGOS), João¨1:1, 14.
08, EMANUEL (DEUS CONOSCO), Is¨7:14; Mat¨1:23.
09, REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES, 1ªTim¨6:15; Apoc¨17:14, 19:16.
10, MARAVILHOSO, Is¨9:6.
11, CONSELHEIRO, Is¨9:6.
12, DEUS FORTE, Is¨9:6.
13, PAI DA ETERNIDADE, Is¨9:6.
14, PRÍNCIPE DA PAZ, Is¨9:6.
III, AS DUAS NATUREZAS DE JESUS CRISTO.
JESUS CRISTO é uma pessoa singular, pois só JESUS CRISTO tem duas
naturezas.
1, A NATUREZA DIVINA.
2, A NATUREZA HUMANA.
III, 1, A NATUREZA DIVINA DE JESUS CRISTO.
Após algum tempo de dúvida, Tomé viu JESUS CRISTO ressuscitado e faz
esta gloriosa declaração: “SENHOR meu e DEUS meu”, João¨20:28.
Esta é uma declaração insofismável da DIVINDADE de JESUS CRISTO.
Além desta passagem BÍBLICA, verifiquemos a DIVINDADE de JESUS CRISTO
em João¨1:1-4, 14; Heb¨1:1-14¨(5-12); 1ªJoão¨5:20.
Em CRISTO habita toda a plenitude da DIVINDADE, Col¨2:6-9, ou seja,
nada do que é DIVINO falta em JESUS CRISTO.
Por isso, declaramos, categoricamente.
JESUS CRISTO É VERDADEIRO DEUS.
Apesar disto, há grupos, até, intitulados de CRISTÃOS, que negam a
DIVINDADE de JESUS CRISTO.

DOUTRINA CRISTÃ DE JESUS CRISTO,


Como DEUS, JESUS CRISTO é a segunda pessoa da TRINDADE, por isso, é
PREEXISTENTE, ou seja, é eterno, sempre existiu.
JESUS CRISTO já existia antes de todas as coisas criadas, João¨1:1-3,
8:58, 17:5; Col¨1:17.
Passagens adicionais acerca da DIVINDADE de JESUS CRISTO, Is¨7:14,
9:6; Mat¨1:23, 26:63-64; Mar¨2:5-7; João¨10:30; Rom¨9:5; Filip¨2:5-11;
Tito¨2:13; Tiago¨2:1.
III, 2, A NATUREZA HUMANA DE JESUS CRISTO.
A natureza humana de JESUS CRISTO é mais fácil de aceitar, visto que,
é um autêntico personagem da história da humanidade, Mat¨4:2; Luc¨2:7,
40-52; João¨4:7, 11:35-46; At¨2:22.
Por isso, também, declaramos, categoricamente.
JESUS CRISTO É VERDADEIRO HOMEM.
Como ser humano JESUS CRISTO iniciou sua história, na cidade de Belém,
através do seu nascimento do ventre da virgem Maria, Mat¨1:25;
Luc¨2:1-7; João¨1:14.
Passagens adicionais acerca da, verdadeira, humanidade de JESUS
CRISTO, Mat¨8:24; Luc¨22:44; João¨4:6-7, 11:35, 12:27; Rom¨5:15;
1ªCor¨15:21; 1ªTim¨2:5; Heb¨4:15.
Declaração, conjunta, baseada nos estudos deste capítulo.
JESUS CRISTO É VERDADEIRO DEUS E VERDADEIRO HOMEM.
Há um cuidado de suma importância, a ser considerado, acerca da
DIVINDADE E DA HUMANIDADE DE JESUS CRISTO.
A pessoa de JESUS CRISTO não é metade DEUS e metade homem.
JESUS CRISTO É SIMULTÂNEA, TOTAL E INTEGRALMENTE DEUS E HOMEM.
III, 3, ALGUMAS TEORIAS ACERCA DAS DUAS NATUREZAS DE JESUS CRISTO.
Já vimos neste capítulo que JESUS CRISTO é verdadeiro DEUS e
verdadeiro homem.
Entretanto, infelizmente, nem todas as pessoas crêem dessa forma, como
a BÍBLIA SAGRADA nos ensina claramente, 1ªJoão¨4:1-3.
Damos a seguir várias teorias, ou doutrinas, infelizmente, erradas
acerca da pessoa de JESUS CRISTO.
III, 3, A, A TEORIA DOS DOCETAS.
Esta palavra é uma derivação do grego doketes, de dokein, e tem o
significado de “parecer”, “crer numa aparência”, etc.

DOUTRINA CRISTÃ DE JESUS CRISTO ,


Surgiram por volta de 70 DC. e permaneceram até 170 DC.
Os docetas negavam a, verdadeira, humanidade de JESUS CRISTO, em
virtude de considerarem que as coisas materiais eram, por natureza, más
(corruptas), por isso, eram a sede de todo o pecado e de todo o mal.
Diziam, se o mal está na matéria e se JESUS CRISTO nunca pecou, então
jamais teve corpo material (humano).
Este pensamento doutrinário era fruto da filosofia grega e pagã no
interior da IGREJA DE JESUS CRISTO.
III, 3, B, A TEORIA DOS EBIONITAS.
Apareceram em 107 DC, negavam a natureza DIVINA de JESUS CRISTO.
Para eles, JESUS CRISTO era apenas homem.
Era um grupo composto por judeus, os quais, apesar de se intitularem
CRISTÃOS, não aceitavam a doutrina CRISTÃ da Trindade.
Para eles, JESUS CRISTO era apenas um grande profeta, que se
relacionava, intimamente, com DEUS, porém, não era DEUS.
III, 3, C, A TEORIA DE ÁRIO.
O arianismo apareceu em 325 DC, muitos aceitaram a tese de Ário, seu
fundador, o qual negava a integridade e perfeição da natureza DIVINA
de JESUS CRISTO.
Para eles, O VERBO QUE SE FEZ CARNE, João¨1:14, não era DEUS, mas um
dos seres mais elevados do CRIADOR.
Assim sendo, para eles, O VERBO não era mais do que uma criatura de DEUS.
Por esta concepção não conseguiam aceitar a encarnação de DEUS, na
pessoa humana de JESUS CRISTO.
III, 3, D, A TEORIA DE APOLINÁRIO.
Esta teoria apareceu em 381 DC.
Conforme Apolinário ensinava, JESUS CRISTO não tinha mente humana.
O que JESUS CRISTO tinha de humano, era apenas o corpo e o espírito.
O VERBO QUE SE FEZ CARNE, tomou o lugar da mente, por isso, JESUS
CRISTO não era homem perfeito.
Segundo esta teoria, JESUS CRISTO era composto de corpo, verbo e espírito.
Portanto, a teoria de Apolinário negava a integridade da natureza
humana de JESUS CRISTO.
III, 3, E, A TEORIA DE NESTÓRIO.
Esta teoria apareceu em 431 DC. através de Nestório.
Nestório, negava a união verdadeira entre as duas naturezas de JESUS CRISTO.

DOUTRINA CRISTÃ DE JESUS CRISTO,


Nestório via em JESUS CRISTO duas partes ou divisões, uma humana e
outra divina.
Quando JESUS CRISTO dormia, era a parte humana que dormia.
Porém, quando, por exemplo, repreendia os ventos, era a sua parte
divina que estava em ação.
A verdade, porém, é que JESUS CRISTO não se divide em duas partes,
JESUS CRISTO não opera, ou age, parceladamente, age, isto sim, com
toda a sua personalidade.
III, 3, F, A TEORIA DE EUTIQUES.
Esta teoria ensina que, as duas naturezas de JESUS CRISTO
fundiram-se de tal forma que, formaram um terceira natureza, que não
era divina nem humana.
Desta forma, JESUS CRISTO não era divino nem humano.
Vimos assim, várias teorias que tentam explicar a natureza de JESUS
CRISTO, porém, são teorias contrárias à BÍBLIA SAGRADA, portanto,
dignas de repúdio pelo povo de DEUS.
IV, A ENCARNAÇÃO DE DEUS (JESUS CRISTO).
Como vimos no capítulo anterior, JESUS CRISTO é DEUS e homem.
Esta realidade só é possível em virtude da encarnação de DEUS, na
pessoa de JESUS CRISTO.
A encarnação de DEUS na pessoa humana de JESUS CRISTO é o fato, ou a
realidade de DEUS, pela sua onipotência, fazer-se homem.
A encarnação não eliminou nem diminuiu os atributos de DEUS.
Durante o tempo da encarnação, DEUS continuou sendo DEUS, como é
eternamente.
Pela encarnação, DEUS assumiu, não só um corpo humano, mas a natureza
humana completa.
A natureza humana de JESUS CRISTO é, como a de todos os homens,
composta, para os dicotomistas, de corpo e alma, quanto ao corpo não
há dúvida, quanto à alma, Mat¨26:38; Mar¨14:34; João¨12:27, para os
tricotomistas é composta de corpo, alma e espírito, Mat¨27:50;
Luc¨23:46; João¨19:30.
Em João¨1:14 vemos, claramente, DEUS tornando-se homem, na pessoa de
JESUS CRISTO.
A única diferença entre JESUS CRISTO, homem, e os demais seres
humanos, é o fato de JESUS CRISTO jamais haver pecado, Is¨53:9;
Heb¨4:15; 1ªPed¨2:21-23, nem jamais pecará Heb¨9:28.
A encarnação proporcionou a JESUS CRISTO a possibilidade de ser tentado.

DOUTRINA CRISTÃ DE JESUS CRISTO


Em virtude de JESUS CRISTO ser verdadeiro homem e em tudo ter sido
tentado, a encarnação propiciou ao ser humano um sumo sacerdote fiel e
misericordioso, Heb¨2:17, 4:15.
No sexto capítulo, estudaremos sobre o sacerdócio de JESUS CRISTO.
Por isso, JESUS CRISTO não é um justiceiro tirano, pelo contrário, é um
sacerdote fiel e misericordioso, porque entende as nossas tentações.
A encarnação, também, foi necessária, para JESUS CRISTO fazer expiação
pelos nossos pecados (mais adiante estudaremos sobre isto).
V, O ESPÍRITO DE JESUS CRISTO.
O ESPÍRITO DE JESUS CRISTO é, o ESPÍRITO DE DEUS, ou o ESPÍRITO SANTO,
Filip¨1:19; 1ªPed¨1:9-11.
VI, O TRÍPLICE MINISTÉRIO DE JESUS CRISTO.
Ministério, significa:
Cargo, incumbência, mister; Cargo, função, profissão; Função de ministro.
JESUS CRISTO exerce um tríplice ministério; JESUS CRISTO é:
1, PROFETA.
2, SACERDOTE.
3, REI.
VI, 1, JESUS CRISTO, PROFETA.
O profeta tinha e ainda tem a seu encargo fazer o homem conhecer a
vontade de DEUS, Juí¨6:8; 1ºReis¨16:12, 20:13, 22:7; 2ºReis¨3:11,
20:1; 2ºCrô¨12:5.
JESUS CRISTO como profeta, foi profetizado por Moisés, Deut¨18:15, 18;
João¨1:45.
JESUS CRISTO considerou-se profeta, Mat¨13:54-58; Mar¨6:1-4;
Luc¨13:31-33.
JESUS CRISTO foi reconhecido e tratado como profeta pela mulher
samaritana, João¨4:19.
JESUS CRISTO foi reconhecido e considerado como profeta pelo povo,
Mat¨21:45-46; Luc¨7:11-16; João¨6:14, 7:40, bem como pelas multidões,
Mat¨21:10-11.
JESUS CRISTO foi reconhecido e considerado como profeta pelos dois
discípulos de Emaús, Luc¨24:19.
JESUS CRISTO é, por excelência, o profeta de DEUS, Heb¨1:1.
No início do seu ministério, num dia de Sábado, numa sinagoga
em Nazaré, JESUS CRISTO leu no livro (rolo) do profeta
Isaías¨61:1-2.

DOUTRINA CRISTÃ DE JESUS CRISTO


Após a leitura, afirmou aos presentes que o cumprimento daquela
profecia estava acontecendo, naquele dia, diante deles e aos seus
ouvidos, Luc¨4:17-24.
Os profetas falavam: “Assim diz o SENHOR”, Juí¨6:8; Is¨44:24; Jer¨8:4;
Ageu¨1:7.
JESUS CRISTO dizia: “Eu vos digo”, entre muitas outras passagens,
Mat¨5:32, 19:9; Luc¨13:24, 14:24; João¨4:35, 14:10.
JESUS CRISTO é infinitamente superior a todos os demais profetas,
estes podem, apenas, proclamar a mensagem de DEUS, Is¨52:4, ao passo
que JESUS CRISTO, além de proclamar a mensagem de DEUS, é a perfeita
revelação do PAI, João¨1:18, 14:9; Heb¨1:1.
JESUS CRISTO É, COM TODA A CERTEZA, O PROFETA PERFEITO.
O ministério profético era desempenhado pelos profetas, através de
três meios específicos.
01, ATRAVÉS DO ENSINAMENTO.
Exemplo, Is¨1:10-20, através desta lição, Isaías ensina ao povo qual o
verdadeiro significado dos sacrifícios.
02, ATRAVÉS DA PREDIÇÃO DE ACONTECIMENTOS FUTUROS.
Exemplos, predições de rápido cumprimento, 1ºReis¨20:1-43¨(13-14, 22,
28, 35-36).
Predições de cumprimento remoto, Dan¨12:1-13.
03, ATRAVÉS DE MILAGRES.
Exemplo, 1ºReis¨18:17-39.
VI, 1, A, MINISTÉRIO PROFÉTICO DE JESUS CRISTO ATRAVÉS DO ENSINAMENTO.
JESUS CRISTO ensinava com autoridade, Mat¨7:29; Mar¨1:22.
VI, 1, B, MINISTÉRIO PROFÉTICO DE JESUS CRISTO ATRAVÉS DA PREDIÇÃO DE
ACONTECIMENTOS FUTUROS.
Predições de JESUS CRISTO de rápido cumprimento, Mat¨26:34-75¨(34,
69-74); Mar¨14:30-72¨(14, 67-72).
Predições de cumprimento longínquo, Mat¨24:1-51.
VI, 1, C, MINISTÉRIO PROFÉTICO DE JESUS CRISTO ATRAVÉS DE MILAGRES.
Todos nós sabemos que JESUS CRISTO operou muitos milagres, apenas um
exemplo, Mat¨14:13-21.

DOUTRINA CRISTÃ DE JESUS

Nenhum profeta, no desempenho do seu ministério, fez uso destes três


meios, de modo tão perfeito, como JESUS CRISTO.
Por isso, repetimos:
JESUS CRISTO É, COM TODA A CERTEZA, O PROFETA PERFEITO.
VI, 2, JESUS CRISTO, SACERDOTE.
O sacerdote tinha, como ministério oficial, o encargo de apresentar o
homem e seus pecados a DEUS, a fim de conseguir perdão, Heb¨5:1-4.
JESUS CRISTO é o único, pelo qual, o ser humano tem acesso ao PAI,
porque é o único intermediário entre nós e DEUS, 1ªTim¨2:5.
O livro de Salmos fala sobre o sacerdócio de JESUS CRISTO, Sal¨110:4,
o qual está confirmado em Heb¨5:6, 10, 6:20.
O livro de hebreus é, na BÍBLIA SAGRADA, o livro que mais fala sobre o
sacerdócio de JESUS CRISTO.
JESUS CRISTO é sumo sacerdote, Heb¨2:17, 3:1, 4:14-15, 5:5-6, 7:26,
8:1, 9:11.
JESUS CRISTO é chamado por DEUS de sacerdote, segundo a ordem
(categoria) de Melquisedeque, Heb¨5:6, 10, 6:20, 7:17.
Em virtude dos nossos pecados, necessitamos do ministério sacerdotal
de JESUS CRISTO, porque é necessário que um sacerdote faça a
purificação dos pecados.
O ministério sacerdotal consistia em conseguir o perdão para os pecados
do povo, o qual era conseguido através de sacrifícios e intercessão:
01, SACRIFÍCIOS, Heb¨9:22.
02, INTERCESSÃO, Núm¨6:22-27.
VI, 2, A, MINISTÉRIO SACERDOTAL DE JESUS CRISTO ATRAVÉS DO SEU
SACRIFÍCIO.
JESUS CRISTO é o nosso sacrifício, João¨1:29; 1ªPed¨1:18-19.
Outras passagens sobre o sacrifício de JESUS CRISTO, Is¨53:1-12;
Mar¨10:45; Rom¨3:24-25, 5:6-8; 1ªCor¨5:7; Gál¨1:4; Ef¨5:2;
Heb¨9:11-17, 10:10-14, 19-20; 1ªPed¨2:24, 3:18.
VI, 2, B, MINISTÉRIO SACERDOTAL DE JESUS CRISTO ATRAVÉS DA INTERCESSÃO.
JESUS CRISTO é nosso intercessor, João¨17:1-26; Rom¨8:34.
Outras passagens sobre a intercessão de JESUS CRISTO, Is¨53:12;
Heb¨7:25;.
JESUS CRISTO É INTERCESSOR ETERNO DOS CRENTES, Heb¨7:21-28¨(25).
DOUTRINA CRISTÃ DE JESUS CRISTO
VI, 2, C, CARACTERÍSTICAS DE UM SACERDOTE.
Segundo Heb¨5:1-6, um sacerdote há de ter duas características:
a, Ser semelhante ao povo (tomado dentre os homens), Heb¨5:1.
b, Ser escolhido por DEUS (como Arão), Heb¨5:4-6.
VI, 2, C, a, JESUS CRISTO É SEMELHANTE AO POVO (TOMADO DENTRE OS
HOMENS), Heb¨5:1.
JESUS CRISTO é semelhante a nós, Heb¨4:15.
VI, 2, C, b, JESUS CRISTO FOI ESCOLHIDO POR DEUS (COMO ARÃO), Heb¨5:4.
JESUS CRISTO é chamado por DEUS, sacerdote eternamente, Heb¨5:6, 10,
7:1-28.
Outras passagens sobre o sacerdócio de JESUS CRISTO, Heb¨1:3, 3:1,
4:14-16, 5:5-10, 6:20, 7:26-28, 8:1-3.
JESUS CRISTO É, COM TODA A CERTEZA, O SACERDOTE PERFEITO.
VI, 3, JESUS CRISTO, REI.
Sem entrar em detalhes minuciosos, o rei tinha o domínio sobre o povo,
1ºSam¨9:17.
JESUS CRISTO É REI ETERNO, Heb¨1:8; Apoc¨17:14.
JESUS CRISTO reinará sobre todas as coisas, Sal¨2:5-8;
Mat¨25:31-32, 28:18.
JESUS CRISTO foi predito como rei de Jerusalém pelo profeta Zacarias,
Zac¨9:9, esta profecia de Zacarias é cumprida em Mat¨21:1-11;
Mar¨11:1-10; Luc¨19:28-38; João¨12:12-15.
JESUS CRISTO é tratado como rei dos judeus, pelos magos do
oriente, Mat¨2:2.
JESUS CRISTO foi chamado de rei dos judeus por Pilatos, Mar¨15:9, 12;
João¨18:39, 19:14-15.
JESUS CRISTO não negou o título de rei dos judeus, quando Pilatos o
interrogou, Mat¨27:11; Mar¨15:2; Luc¨23:3; João¨18:33-34, 37.
Em virtude do título REI DOS JUDEUS, JESUS CRISTO foi escarnecido,
Mat¨27:28-31; Mar¨15:17:20; Luc¨23:36-38; João¨19:2-3.
JESUS CRISTO ao ser crucificado, Pilatos mandou colocar, na cruz,
sobre a sua cabeça, uma placa, na qual, ordenou que escrevessem, nas
línguas hebraica, grega e latina, este é JESUS o rei dos judeus,
Mat¨27:37; Mar¨15:26; Luc¨23:38; João¨19:19-22.
JESUS CRISTO reina acima de tudo, inclusive sobre a IGREJA, Ef¨1:20-23.

DOUTRINA CRISTÃ DE JESUS CRISTO


Há uma característica especial acerca do reino de JESUS CRISTO, qual
seja, o reino de JESUS CRISTO não é deste mundo, João¨18:36.
Contudo, JESUS CRISTO é o único REI que detém toda a autoridade, tanto
no Céu, quanto na Terra, Mat¨28:18.
JESUS CRISTO É O REI DIFERENCIADO; JESUS CRISTO É O REI DOS REIS, E
SENHOR DOS SENHORES, Apoc¨17:14.
Artaxerxes e Nabucodonozor também foram chamados, a seu tempo, de rei
dos reis, Esd¨7:12; Ez¨26:7.
Porém, JESUS CRISTO É MUITO DIFERENTE E INFINITAMENTE SUPERIOR a
Artaxerxes e a Nabucodonozor porque estes morreram e seus corpos
permanecem na terra, ao passo que JESUS CRISTO ressuscitou,
gloriosamente, Mat¨28:1-6.
JESUS CRISTO como Rei, Is¨9:7; Mat¨28:18; Luc¨1:32-33; Apoc¨19:16.
JESUS CRISTO reina, de modo especial, nos crentes, Col¨1:12-13.
JESUS CRISTO reina no universo, Mat¨28:18.
No futuro JESUS CRISTO reinará e definitiva e totalmente, Dan¨7:13-14;
Filip¨2:9-11; 2ªTim¨4:18.
JESUS CRISTO É, COM TODA A CERTEZA, O REI PERFEITO.
VII, OS ESTADOS DE JESUS CRISTO.
Na pessoa e vida de JESUS CRISTO há dois estados:
1, ESTADO DE HUMILHAÇÃO.
2, ESTADO DE EXALTAÇÃO.
VII, 1, O ESTADO DE HUMILHAÇÃO DE JESUS CRISTO.
Humilhação, significa:
01, Ato ou efeito de humilhar-se.
Por sua vez, humilhar, significa:
01, Tornar-se humilde; humildar.
E ainda, humilde, significa:
01, Que tem ou aparenta humildade.
02, Singelo, simples, modesto, pobre. Respeitoso, acatador; submisso.
A humilhação de JESUS CRISTO, Filip¨2:5-8¨(8), aconteceu em, pelo
menos, quatro aspectos.
01, NA SUA ENCARNAÇÃO, João¨1:14.
02, NOS SEUS SOFRIMENTOS, Is¨53:3-7; Mat¨8:20; Mar¨1:13; João¨1:11.
03, NA SUA MORTE, Deut¨21:23; Gál¨3:13; Filip¨2:8.
04, NO SEU SEPULTAMENTO, Mat¨27:57-66; Mar¨15:42-47; Luc¨23:50-56;
João¨19:38-42.

DOUTRINA CRISTÃ DE JESUS CRISTO


Toda esta humilhação, JESUS CRISTO suportou, por amor à humanidade.
Um aspecto importante a considerar é que, em seu estado de humilhação,
JESUS CRISTO teve vários momentos de exaltação, pelo menos, como já
vimos, no seu batismo, Mat¨3:13-17¨(16-17); Mar¨1:9-11; Luc¨3:21-22, e na
transfiguração, Mat¨17:1-8; Mar¨9:2-8; Luc¨9:28-36.
VII, 2, O ESTADO DE EXALTAÇÃO DE JESUS CRISTO.
Exaltação, no caso de JESUS CRISTO, significa: Glorificação.
A exaltação de JESUS CRISTO, Filip¨2:9-11, também em, pelo menos,
quatro aspectos.
01, NA SUA RESSURREIÇÃO, Mat¨28:1-10; Mar¨16:1-10; Luc¨24:1-12;
João¨20:1-10.
02, NA SUA ASCENSÃO, Mar¨16:19-20; Luc¨24:51; At¨1:9 11.
03, NA SUA POSIÇÃO À DIREITA DO PAI, At¨7:55-56; Col¨3:1; Heb¨10:12.
04, POR FIM, QUANDO VIER EM GLÓRIA, O PONTO SUPREMO DA EXALTAÇÃO DE
JESUS CRISTO, Mat¨24:30; Mar¨13:26-27; Luc¨21:27; Apoc¨1:7.
No estado de exaltação, JESUS CRISTO jamais passou ou passará por
nenhum momento de humilhação.
VIII, A MORTE DE JESUS CRISTO E SEUS EFEITOS SALVÍFICOS.
Historicamente, JESUS CRISTO, homem, morreu crucificado no monte,
chamado, Calvário (Caveira), (em hebraico, Gólgota), Mat¨27:31-56¨(50);
Mar¨15:20-41¨(37); Luc¨23:26-49¨(46); João¨19:16-37¨(30).
A morte de JESUS CRISTO na cruz, proporcionou ao ser humano, a
possibilidade da SALVAÇÃO ETERNA.
VIII, 1, A MORTE VICÁRIA (SUBSTITUTIVA) DE JESUS CRISTO.
Vicário, significa:
01, Que faz as vezes de outrem ou de outra coisa.
Substituto, significa:
01, Que substitui; Indivíduo ou algo que substitui outro, ou lhe
faz as vezes.
Em suma, vicário e substituto, são palavras sinônimas.
A morte de JESUS CRISTO, ocorreu em lugar e em favor do ser humano,
porém, somente daquele que arrependido o aceita com único e suficiente
SALVADOR, Rom¨5:6-8.
Portanto, JESUS CRISTO morreu em nosso lugar.
Pela morte vicária de JESUS CRISTO, os pecados de quem crê nele como
único e suficiente SALVADOR são perdoados.
DOUTRINA CRISTÃ DE JESUS CRISTO
Quem tem os seus pecados perdoados, tem a VIDA ETERNA, a qual é dada
pelo único que pode SALVAR, que é JESUS CRISTO, At¨4:12.
Outras passagens que atestam a veracidade da morte vicária de JESUS
CRISTO, Is¨53:4-6; Gál¨1:3-4; Heb¨9:26-28; 1ªPed¨2:21-24, 3:18, 4:1.
VIII, 2, A MORTE VICÁRIA DE JESUS CRISTO E SEUS EFEITOS NA VIDA
DO SER HUMANO.
A morte vicária de JESUS CRISTO é, infinitamente, valorosa para o
ser humano, já que, só ela produz efeitos eternos na vida do crente,
quais sejam:
A, PROPICIAÇÃO.
B, EXPIAÇÃO.
C, REDENÇÃO.
D, RECONCILIAÇÃO COM DEUS.
VIII, 2, A, A MORTE VICÁRIA DE JESUS CRISTO E A PROPICIAÇÃO.
Propiciação significa:
01, Ato ou efeito de propiciar.
02, Ação, geralmente de natureza ritual ou cerimonial, com que se busca
agradar alguém, uma divindade, uma força natural ou sobrenatural,
etc, para obter seu perdão, seu favor ou boa vontade.
Propiciar significa:
01, Tornar propício, favorável.
Propício significa:
01, Que protege ou auxilia; Favorável, favorecedor.
Como já tivemos oportunidade de estudar, JESUS CRISTO é sacerdote e
também sacrifício.
No ANTIGO TESTAMENTO, o sacerdote fazia a propiciação pelos pecadores
através de sacrifícios de animais, Lev¨4:20, 19:22.
Com sua morte, JESUS CRISTO se torna propício (favorável) ao pecador
(não ao pecado) e como sacerdote apresenta a DEUS o seu, próprio corpo
em, sacrifício, como propiciação pelos pecados do ser humano
convertido, Rom¨3:25; 1ªJoão¨2:1-2, 4:10.
PORTANTO, EM VIRTUDE DA SUA MORTE, JESUS CRISTO É NOSSA
PROPICIAÇÃO DIANTE DO PAI.
VIII, 2, B, A MORTE VICÁRIA DE JESUS CRISTO E A EXPIAÇÃO.
Expiação significa:
01, Ato ou efeito de expiar.
02, Castigo, penitência, cumprimento de pena.

DOUTRINA CRISTÃ DE JESUS CRISTO


Expiar significa:
01, Remir (a culpa), cumprindo pena; pagar; Sofrer as conseqüências
de; Sofrer, padecer; Purificar-se (de crimes ou pecados).
Por fim, remir significa:
01, Adquirir de novo; Tirar do cativeiro, do poder alheio; resgatar;
Indenizar, compensar, reparar, ressarcir; Livrar das penas do
Inferno; salvar; Fazer esquecer; expiar, pagar;. Libertar (uma
propriedade) de um ônus, pagando a importância dela.
No ANTIGO TESTAMENTO a expiação era feita através da morte de uma vítima,
a qual era apresentada a DEUS, Lev¨4:14, 21, 26, 31; Ez¨45:17.
Pela sua morte, o sacerdote JESUS CRISTO apresenta ao PAI o seu
próprio sacrifício.
Pelo seu próprio sacrifício JESUS CRISTO sofre as conseqüências
(o castigo), que deveriam cair sobre quem nele crê como único e
suficiente Salvador.
Por seu próprio sacrifício, JESUS CRISTO expiou os pecados dos filhos
de DEUS, Heb¨2:17.
Graças a DEUS pelo sacrifício expiatório de JESUS CRISTO, já que, em
virtude dos nossos pecados, o que merecemos é, simplesmente, a morte
(condenação eterna), Rom¨5:12, 21, 6:23.
Outros textos referentes à expiação.
Lev¨5:16, 18, 17:11; João¨1:29.
VIII, 2, C, A MORTE VICÁRIA DE JESUS CRISTO E A REDENÇÃO.
Redenção, significa:
01, Ato ou efeito de remir ou redimir; Ajuda ou recurso capaz de
livrar ou salvar alguém de situação aflitiva ou perigosa; A
SALVAÇÃO oferecida por JESUS CRISTO na cruz, com ênfase no aspecto
de libertação da escravidão do pecado.
Remir, significa:
01, Adquirir de novo; Tirar do cativeiro, do poder alheio; resgatar;
Indenizar, compensar, reparar, ressarcir; Livrar das penas do Inferno;
salvar; Fazer esquecer; expiar, pagar; Libertar (uma propriedade) de
um ônus, pagando a importância dela; Livrar, libertar, resgatar.
Pela sua morte, JESUS CRISTO opera a nossa redenção, ou seja, faz com
que, quem nele crê como único e suficiente SALVADOR, deixe de
pertencer ao diabo, ao qual, passou a pertencer desde a queda de Adão,
para, a partir da conversão genuína, pertencer a DEUS, Rom¨3:24;
1ªCor¨1:30; Ef¨1:7; Col¨1:14; 1ªTim¨2:6; Heb¨9:12.
Outros textos referentes à redenção: Mat¨20:28; 1ªCor¨6:19-20;
Gál¨3:13, 4:4-5; Col¨1:12-14; 1ªTim¨2:5-6; Tito¨2:13-14; Heb¨9:11-12;
1ªPed¨1:18-19; Apoc¨5:9.

DOUTRINA CRISTÃ DE JESUS CRISTOISTO E A RECONCILIAÇÃO COM DEUS.


Reconciliação, significa:
01, Ato ou efeito de reconciliar (-se); Reatamento de amizade.
A reconciliação com DEUS é uma necessidade, porque, sem a fé em JESUS
CRISTO como único e suficiente SALVADOR, o que há, é inimizade entre o
ser humano e DEUS, Rom¨5:10-11.
A morte de JESUS CRISTO opera a reconciliação com DEUS, de quem nele crê
como único e suficiente SALVADOR, 2ªCor¨5:18-21; Ef¨2:11-18; Col¨1:18-23.
IX, A RESSURREIÇÃO DE JESUS CRISTO E A APROVAÇÃO DE DEUS.
Quanto à ressurreição de JESUS CRISTO, acreditamos, não haver qualquer
sombra de dúvida, entretanto é bom lembrarmos que JESUS CRISTO se
apresentou aos apóstolos, At¨1:1-9, além de ter sido visto uma vez,
por mais de quinhentos irmãos, 1ªCor¨15:5-8.
A fé na ressurreição de JESUS CRISTO, é de suma importância, porque,
pela ressurreição, DEUS aprovou JESUS CRISTO.
Aprovar, neste caso, significa:
01, Aceitar; Mostrar que gosta; Confirmar.
Portanto, com a sua aprovação, DEUS confirmou a totalidade das
palavras e obras de seu filho JESUS CRISTO.
Em seu sermão, no dia de Pentecostes, Pedro referiu-se a JESUS CRISTO,
como homem aprovado por DEUS, At¨2:22, afirmando que DEUS havia
confirmado tudo o que JESUS CRISTO falara e fizera.
JESUS CRISTO foi rejeitado pelos homens, At¨4:10-11, mas DEUS o
exaltou acima de todos, Rom¨9:5, bem como, lhe deu um nome que é sobre
todo o nome, Filip¨2:9.
JESUS CRISTO foi aprovado por DEUS ao longo da sua vida e ministério.
A ressurreição comprova a aprovação de DEUS relativa:
A, À PESSOA DE JESUS CRISTO.
B, À MENSAGEM DE JESUS CRISTO.
C, À MORTE DE JESUS CRISTO.
IX, 1, A RESSURREIÇÃO DE JESUS CRISTO E A APROVAÇÃO DE DEUS RELATIVA
À SUA PESSOA.
Em sua carta aos Romanos 1:3-4, Paulo diz “Acerca de seu Filho, que
nasceu da descendência de Davi segundo a carne, declarado FILHO DE
DEUS em poder, segundo o ESPÍRITO de santificação, pela ressurreição
dos mortos, JESUS CRISTO, NOSSO SENHOR”.
DEUS aprova a pessoa de JESUS CRISTO, ao declarar que JESUS CRISTO é
seu FILHO, bem como, pela sua ressurreição dentre os mortos.

DOUTRINA CRISTÃ DE JESUS CRISTO

IX, 2, A RESSURREIÇÃO DE JESUS CRISTO E A APROVAÇÃO DE DEUS


RELATIVA À SUA MENSAGEM.
JESUS CRISTO afirmou que depois da sua morte, ressuscitaria,
Mat¨16:21, 26:32; Mar¨9:9-10.
DEUS confirmou esta afirmação de JESUS CRISTO, o qual, ressuscitou
dentre os mortos, Mat¨28:1-20.
DEUS aprovou pela ressurreição, não só esta declaração de JESUS
CRISTO, mas toda a sua mensagem, constituída por todos os seus
ensinamentos, João¨18:37.
IX, 3, A RESSURREIÇÃO DE JESUS CRISTO E A APROVAÇÃO DE DEUS
RELATIVA À SUA MORTE.
JESUS CRISTO afirmou que daria a sua vida em resgate de muitos
(homens), Mat¨20:28; Mar¨10:45.
Na verdade, muitíssimas pessoas não crêem nisso.
Entretanto, pela ressurreição de JESUS CRISTO, DEUS aprovou o valor
salvífico da sua morte.
Pelo testemunho do PAI, podemos, sem dificuldade, verificar que DEUS
aprovou a morte de JESUS CRISTO, 1ªJoão¨5:9-13.
X, A ASCENSÃO DE JESUS CRISTO.
Quanto ao fato da ascensão de JESUS CRISTO, apenas a relembremos,
Mar¨16:19; Luc¨24:51; At¨1:9.
A ascensão de JESUS CRISTO é de suma importância para o cristianismo,
porque:
1, PELA ASCENSÃO, A NATUREZA HUMANA DE JESUS CRISTO NÃO FICOU NA TERRA.
2, PELA ASCENSÃO, DEUS EXALTA A JESUS CRISTO.
X, 1, PELA ASCENSÃO, A NATUREZA HUMANA DE JESUS CRISTO NÃO FICOU
NA TERRA.
Quando JESUS CRISTO ressuscitou, ainda que, com um corpo glorificado,
ressuscitou corporalmente, da mesma forma, sua ascensão foi corporal.
Assim sendo, nada da sua natureza humana permaneceu na Terra,
repetimos, Mar¨16:19; Luc¨24:51; At¨1:9.
Em virtude da ascensão, JESUS CRISTO deixou de ser visto,
corporalmente, na Terra.
X, 2, PELA ASCENSÃO, DEUS EXALTA A JESUS CRISTO.
Como já vimos, anteriormente, a ascensão de JESUS CRISTO faz parte da
sua exaltação.
Alguns fatos importantes, em virtude da ascensão de JESUS CRISTO:
DOUTRINA CRISTÃ DE JESUS CRISTO

A, A ASCENSÃO EXALTA JESUS CRISTO, APÓS A QUAL ESTÁ À DESTRA DO PAI.


B, A ASCENSÃO EXALTA JESUS CRISTO, O QUAL, BATIZA SUA IGREJA COM O
ESPÍRITO SANTO.
C, A ASCENSÃO EXALTA JESUS CRISTO, O QUAL, INTERCEDE CONSTANTEMENTE
PELOS FILHOS DE DEUS.
X, 2, A, A ASCENSÃO EXALTA JESUS CRISTO E O COLOCA À DESTRA DO PAI.
Antes da sua morte, JESUS CRISTO orou ao PAI, nestes termos
“Glorifica-me ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que tinha
contigo antes que o mundo existisse” João¨17:5.
Com a ascensão, o PAI responde a esta oração de JESUS CRISTO e o exalta.
Como já tivemos oportunidade de verificar, em sua morte na cruz, JESUS
CRISTO foi humilhado, porém, com a sua ascensão, JESUS CRISTO é
exaltado, já que o PAI o coloca ao seu lado, Col¨3:1; Heb¨1:3, 13,
8:1, 10:12, 12:2; 1ªPed¨3:21-22.
X, 2, B, A ASCENSÃO EXALTA JESUS CRISTO, O QUAL, BATIZA SUA
IGREJA COM O ESPÍRITO SANTO.
JESUS CRISTO exaltado, batiza sua IGREJA com o ESPÍRITO SANTO,
At¨2:32-34.
João Batista havia dito que JESUS CRISTO batizaria com o ESPÍRITO
SANTO e com fogo, Mat¨3:11; Mar¨1:7-8; Luc¨3:16; João¨1:33.
Esta profecia teve se cumpriu, visivelmente, em Jerusalém, no dia de
Pentecostes, imediatamente, posterior à ascensão de JESUS CRISTO ao
céu, At¨2:1-13.
Porém, não foi apenas no dia de Pentecostes que JESUS CRISTO batizou
com o ESPÍRITO SANTO, vejamos o que nos diz 1ªCor¨12:13.
No último dia de uma das festas dos tabernáculos, o próprio JESUS
CRISTO havia prometido que, todos os que nele cressem (como único e
suficiente SALVADOR), receberiam (seriam batizados com) o ESPÍRITO
SANTO, o qual ainda não fora dado porque JESUS CRISTO ainda não havia
sido glorificado, João¨7:38-39.
X, 2, C, A ASCENSÃO EXALTA JESUS CRISTO, O QUAL, INTERCEDE
CONSTANTEMENTE PELOS FILHOS DE DEUS.
No CÉU, JESUS CRISTO está constantemente intercedendo pelo povo de
DEUS, Heb¨7:25, outra passagem BÍBLICA que reforça nossa fé no
ministério intercessor de JESUS CRISTO é 1ªJoão¨2:1-2.
XI, A VOLTA DE JESUS CRISTO.
A volta de JESUS CRISTO é assunto de suma importância para todos os
crentes nele, já que, com o seu regresso, se cumprirão os
acontecimentos finais da história da humanidade.

DOUTRINA CRISTÃ DE JESUS CRISTO


Não entraremos aqui nas minúcias, nem nos aspectos relacionados ao
regresso de JESUS CRISTO e ao milênio, mas, ao seu regresso como se
fora um acontecimento isolado.
XI, 1, NINGUÉM SABE A DATA DA VOLTA DE JESUS CRISTO.
Mat¨24:42-44.
XI, 2, A VOLTA DE JESUS CRISTO SERÁ VISÍVEL A TODOS.
Mat¨24:30; Mar¨13:26; Luc¨21:27; At¨1:11; Apoc¨1:7.
01, Há quem afirme que a volta de JESUS CRISTO acontece no momento da
conversão.
É verdade que JESUS CRISTO, pelo ESPÍRITO SANTO, passa a habitar nos
corações das pessoas arrependidas e convertidas, porém, isso acontece
espiritualmente.
Já a sua volta, como vimos acima, será visível e corporal.
02, Outros afirmam que a volta de JESUS CRISTO acontece quando um
crente morre e sobe à sua presença no CÉU. Porém, neste caso, o que
acontece, é a ida do crente e não a volta de JESUS CRISTO.
XI, 3, A VOLTA DE JESUS CRISTO SERÁ COM GRANDE PODER E GLÓRIA.
Mat¨24:30; Mar¨13:26; Luc¨21:27.
01, Quando JESUS CRISTO veio à Terra, veio em estado de humilhação,
Filip¨2:5-8, e pobreza, Mat¨8:20; Luc¨9:58, porém a sua volta será com
poder e grande glória, repetimos, Mat¨24:30; Mar¨13:26; Luc¨21:27.
02, Em virtude do seu poder e glória, Mat¨24:30, e devido à sua
promessa, João¨14:1-3, JESUS CRISTO levará os salvos para o CÉU,
Mat¨24:30-31; 1ªTess¨4:16-17.
03, Porém, ainda em virtude do seu poder, as pessoas sem SALVAÇÃO ETERNA
receberão o prêmio da sua incredulidade, qual seja, a condenação
eterna, através de um julgamento geral, Mat¨25:31-46¨(46); João¨3:18.
Portanto, sem entrarmos em muitos detalhes importantes acerca da volta
de JESUS CRISTO, a sua maior tarefa, ou obra, é colocar os salvos,
junto dele, no CÉU (gozo eterno) e os não salvos no inferno
(sofrimento eterno).
XII, OS MILAGRES DE JESUS CRISTO.
Segundo o Aurélio, milagre significa:
01, Feito ou ocorrência extraordinária, que não se explica pelas leis
da natureza. Acontecimento admirável, espantoso. Portento,
prodígio, maravilha. Ocorrência que produz admiração ou surpresa.
Qualquer manifestação da presença ativa de DEUS na história humana.

DOUTRINA CRISTÃ DE JESUS CRISTO


01, Sinal dessa presença, caracterizado sobretudo por uma alteração
repentina e insólita dos determinismos naturais.
Portanto, milagre, é um fato fora do comum que pode ser visto e,
ou, sentido.
Os milagres DIVINOS, não podem ser explicados, a não ser pela fé na
ação direta do próprio DEUS.
Poucas vezes na história, DEUS quebrou, consecutivamente, o modo
natural, ou as leis da natureza.
Porém, em quatro períodos críticos, da história, podemos verificar
DEUS agindo intensa e sobrenaturalmente (para nós, homens).
01, No tempo de Moisés e Josué, época do estabelecimento do povo de
DEUS na Terra prometida.
02, No tempo de Elias e Elizeu, época de luta contra a idolatria.
03, No tempo de Daniel, no cativeiro babilônico, quando e onde
imperava a idolatria.
04, No tempo de JESUS CRISTO e dos apóstolos, durante o primeiro século
da era Cristã, quando da criação, implantação e expansão do
Cristianismo.
Porém, não há dúvida que, havendo necessidade, segundo a vontade de
DEUS, e para sua honra e glória, milagres, não só podem acontecer, mas
acontecem realmente.
XII, 1, OS MILAGRES DE JESUS CRISTO E A DEMONSTRAÇÃO DO SEU PODER E DO
SEU AMOR.
Todas as vezes que JESUS CRISTO realizava um milagre demonstrava,
claramente, sua onipotência e seu imensurável amor.
XII, 1, A, A ONIPOTÊNCIA DE JESUS CRISTO DEMONSTRADA EM SEUS MILAGRES.
JESUS CRISTO, já que é DEUS, é onipotente, Mat¨28:18.
Toda a vez que JESUS CRISTO operava um milagre, demonstrava, a sua
onipotência.
Os milagres de JESUS CRISTO demonstram seu poder em quatro esferas
distintas:
01, PODER SOBRE AS FORÇAS DA NATUREZA, Mat¨8:23-27.
02, PODER SOBRE OS DEMÔNIOS, Mat¨8:28-34.
03, PODER SOBRE AS ENFERMIDADES, Mat¨9:18-35.
04 PODER SOBRE A MORTE, Luc¨7:11-15; João¨11:1-46.
Estes são apenas alguns exemplos da demonstração do poder de JESUS
CRISTO, quando da realização de seus milagres.

DOUTRINA CRISTÃ DE JESUS CRISTO


Porém, quem o desejar, encontrará na BÍBLIA SAGRADA, uma enorme lista
de milagres realizados pelo próprio JESUS CRISTO, durante a sua vida e
ministério terreno, bem como, de milagres realizados em seu nome,
depois da sua ascensão ao Céu.
XII, 1, B, O AMOR DE JESUS DEMONSTRADO EM SEUS MILAGRES.
JESUS CRISTO, já que é DEUS, é amor, 1ªJoão¨4:8.
Quando JESUS CRISTO operava um milagre, também demonstrava seu amor.
Jamais JESUS CRISTO, demonstrando a sua onipotência, operou qualquer espécie
de milagre, para praticar qualquer espécie de mal, por menor que fosse.
Todos os milagres de JESUS CRISTO, não há dúvida, demonstravam seu amor.
Em virtude do amor, inigualável, de JESUS CRISTO, todos os seus
milagres foram praticados, tendo em vista, o bem do ser humano.
XII, 2, OS MILAGRES DE JESUS CRISTO E A CHEGADA DO REINO DE DEUS.
Os milagres realizados por JESUS CRISTO, não o foram para torná-lo
popular, mas, para provar que o REINO DE DEUS havia chegado.
Os judeus e gentios do tempo de JESUS CRISTO criam que este mundo era
um reino de demônios, e que estes eram os causadores de todas as
enfermidades (doenças).
Na atualidade, ainda há, uma imensidão de pessoas que crêem que toda e
qualquer enfermidade é, indubitavelmente, causada pelos demônios (que DEUS
tenha misericórdia de quem assim pensa), porém, esta é outra matéria.
Através dos milagres de expulsão de demônios, JESUS CRISTO provou que
chegara o REINO DE DEUS; Mat¨12:28 relata um milagre de expulsão de
demônios, JESUS CRISTO disse que fazia aquilo porque o REINO DE DEUS
havia chegado.
Em relação às enfermidades, vejamos Luc¨7:19-22 e comparemos a palavra
EVANGELHO com Mar¨1:14 e Luc¨4:43.
Portanto, os milagres operados por JESUS CRISTO demonstravam,
claramente, que o REINO DE DEUS havia chegado.
XIII, OS ENSINOS DE JESUS CRISTO.
Um aspecto muito importante da vida de JESUS CRISTO, e que deve servir
de lição a todos os filhos de DEUS, são seus ensinamentos.
JESUS CRISTO era conhecido como RABI (palavra que significa mestre, ou
meu mestre), Mat¨26:25, 49; Mar¨14:45; João¨1:38, 49, 3:2, 4:31, 6:25,
9:2, 11:8, e Raboni (com o mesmo significado) João¨20:16.
XIII, 1, ASPECTOS DOS ENSINOS DE JESUS CRISTO.
Os ensinamentos de JESUS CRISTO estavam baseados em, pelo menos,
quatro, importantes, aspectos, quais sejam:
A, JESUS CRISTO ENSINAVA ATRAVÉS DA PRÓPRIA VIDA.
B, JESUS CRISTO ENSINAVA COM AUTORIDADE.
C, JESUS CRISTO ENSINAVA ATRAVÉS DE VERDADES SIMPLES.
D, JESUS CRISTO ENSINAVA ATRAVÉS DE VERDADES UNIVERSAIS.

DOUTRINA CRISTÃ DE JESUS CRISTO

XIII, 1, A, JESUS CRISTO ENSINAVA ATRAVÉS DA PRÓPRIA VIDA.


JESUS CRISTO agia contrariamente ao ditado popular que diz “faça o que
eu digo, mas não faça o que eu faço”.
JESUS CRISTO ensinava o que fazia e fazia o que ensinava.
Os ensinamentos de JESUS CRISTO eram exemplificados em sua própria vida.
JESUS CRISTO ensinou sobre a necessidade de fé e confiança em DEUS.
Era isso que JESUS fazia, João¨10:30.
JESUS CRISTO ensinou sobre a necessidade de orar.
Era isso que JESUS fazia, Luc¨6:12.
JESUS CRISTO ensinou a perdoar.
Era isso que JESUS fazia, Luc¨23:34.
Estes exemplos de JESUS CRISTO devem ser seguidos por todos nós.
XIII, 1, B, JESUS CRISTO ENSINAVA COM AUTORIDADE.
Em Mat¨7:28-29, verificamos que JESUS CRISTO ensinava com autoridade.
Os escribas e fariseus conheciam e ensinavam a lei, porém,
enfatizavam, demasiadamente, as aparências da religiosidade.
JESUS CRISTO, ensinando o amor a DEUS e ao próximo, revolucionou os
ensinamentos a que o povo estava acostumado.
JESUS CRISTO jamais colocou algo em seus ensinamentos que não fosse
certeza.
JESUS CRISTO usava muito a frase:
“Em verdade vos digo”, e “em verdade em verdade vos digo”, Mat¨5:18,
6:5, 8:10, 10:23, 10:42, 13:17, 17:20, 18:13, 26:13; Mar¨6:11, 8:12,
9:41, 11:23, 14:9, 25; Luc¨4:25, 9:27, 13:35; João¨1:51, 5:24, 25,
6:47, 53, 8:34, 51, 58, 10:7, 13:21, 14:12, 16:20, 23.
JESUS CRISTO ENSINA COM AUTORIDADE.
JESUS CRISTO É O MESTRE POR EXCELÊNCIA.
JESUS CRISTO É O MESTRE VINDO DE DEUS, João¨3:2.
XIII, 1, C, JESUS CRISTO ENSINAVA ATRAVÉS DE VERDADES SIMPLES.
Apesar de ser o maior de todos os mestres, e de seus ensinamentos serem
muito sérios, JESUS CRISTO ensinava com uma simplicidade espantosa.
Em virtude dos seus ensinamentos serem feitos com simplicidade, eram
entendidos por todos, até, pelas pessoas mais simples da sociedade.
Algumas vezes lemos ou escutamos acerca de um ensinamento de JESUS
CRISTO, porém, não o entendemos de imediato.

DOUTRINA CRISTÃ DE JESUS ,


Não fiquemos entristecidos se isto acontecer conosco, porque, com o
colegiado apostólico, também isto acontecia, Luc¨8:9.
Devemos, então, orar a DEUS, como Tiago nos ensina em sua carta,
Tiago¨1:5-6.
Se, com humildade e desejo de conhecer a verdade, colocarmos esta
situação nas mãos de DEUS, com certeza, Ele nos abrirá a porta do
entendimento da sua PALAVRA, quer seja, direta, ou indiretamente, por
intermédio de algum dos seus filhos e servos.
XIII, 1, D, JESUS CRISTO ENSINAVA ATRAVÉS DE VERDADES UNIVERSAIS.
JESUS CRISTO tinha a base dos seus ensinamentos, nas verdades
universais, as quais têm aplicação válida e certa para todas as
pessoas, em qualquer lugar e em qualquer época.
JESUS CRISTO usava os problemas e necessidades do cotidiano, para
ensinar, como no exemplo da seara e os ceifeiros, Mat¨9:35-38.
As necessidade humanas continuam as mesmas, por isso, o que JESUS
CRISTO ensinou durante o seu ministério terreno, não só serviu para a
época dos ensinamentos.
Continua e continuará servindo para todos os homens e para sempre.
Estas características dos ensinos de JESUS CRISTO devem ser observadas
e seguidas por todos os crentes, já que todos somos, professores, em
maior ou menor grau.
CONCLUSÃO.
Terminamos este estudo sobre a pessoa DIVINA e HUMANA de JESUS CRISTO.
Naturalmente, este é um estudo resumido, porém, a nosso ver, contém os
ensinamentos básicos acerca do nosso SALVADOR, o qual é DEUS que se
fez homem e como homem morreu para nos dar a SALVAÇÃO ETERNA.
Havendo possibilidade e ou boa vontade, bom será, adquirir a
literatura constante da bibliografia, além de outros livros que tratem
deste mesmo assunto, a fim de robustecer os conhecimentos teológicos
acerca da maior e mais importante personalidade que já pousou na face
da Terra.
Quanto mais conhecermos sobre JESUS CRISTO, melhor será, visto que,
jamais haverá a menor possibilidade de aparecer outro ser humano que o
sobrepuje, o iguale, ou sequer, dele se aproxime em sabedoria,
santidade, poder, glória, etc.
LOUVADO SEJA DEUS POR ISSO.

DOUTRINA CRISTÃ DE JESUS CRISTO


BIBLIOGRAFIA.
01, BÍBLIA SAGRADA.
Tradução, Almeida, João Ferreira de.
Edição revista e corrigida, na grafia simplificada.
Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil.
Edição revista e corrigida fiel ao texto original, 1.994, 1.995, São
Paulo, SP, Brasil.
02, CONCISO DICIONÁRIO DE TEOLOGIA CRISTÃ.
Erickson, Millard J.
JUERP, 1991, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
03, DEUS FILHO.
José Martins.
CEIBEL, 5a edição, 1982, Patrocínio, MG, Brasil.
04, DICIONÁRIO DA BÍBLIA.
Davis, John D.
JUERP, 7a edição, 1980, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
05, DOUTRINAS, 1.
Novas Edições Líderes Evangélicos, 1a edição, 1979, São Paulo,
Brasil.
06, ESBOÇO DE TEOLOGIA SISTEMÁTICA.
Langston, A. B.
JUERP 8a edição, 1986, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
07, HISTÓRIA DA IGREJA CRISTÃ.
Nichols, Robert Hastings.
Casa Editora Presbiteriana, 7a edição, 1988, São Paulo, SP, Brasil.
08, INTRODUÇÃO À VIDA DE CRISTO.
Novas Edições Líderes Evangélicos, 5a Edição, 1983, São Paulo, SP, Brasil.
09, MINIDICIONÁRIO AURÉLIO.
Ferreira, Aurélio Buarque de Holanda.
Editora Nova Fronteira, 1a edição, 6a impressão, 1.977, Rio de
Janeiro, RJ, Brasil.
Postado por MENSAGEM DA ULTIMA HORA às 10:44 0 comentários
MODULO 4
Doutrina Cristã
do
Homem

DOUTRINA CRISTÃ DO HOMEM.


PÁGINA
INTRODUÇÃO. 03
I, A CRIAÇÃO DO HOMEM. 03
II, A CONSTITUIÇÃO DO HOMEM. 03
II, 1, A PARTE MATERIAL DO SER HUMANO (CORPO). 04
II, 2, A PARTE IMATERIAL DO SER HUMANO (ALMA E OU ESPÍRITO). 05
II, 3, INTERAÇÃO ENTRE O CORPO E A ALMA. 05
III, A MULTIPLICAÇÃO DO HOMEM. 05
III, 1, A PREEXISTÊNCIA DA ALMA. 05
III, 2, A CRIAÇÃO IMEDIATA DA ALMA. 06
III, 3, A TRANSMISSÃO DA ALMA. 06
IV, O TEMPO DE VIDA DO HOMEM. 06
V, A SEMELHANÇA ENTRE O HOMEM E DEUS. 07
V, 1, A SEMELHANÇA NATURAL ENTRE O HOMEM E DEUS. 08
V, 1, A, CARACTERÍSTICAS DA PESSOA HUMANA. 08
V, 1, A, a, INTELIGÊNCIA. 08
V, 1, A, b, AFEIÇÃO. 08
V, 1, A, c, VONTADE. 08
V, 2, OS PODERES DO SER HUMANO. 09
V, 2, A, O PODER DE PENSAR. 09
V, 2, B, O PODER DE SENTIR. 09
V, 2, B, a, O PODER DE SENTIR FISICAMENTE. 09
V, 2, B, b, O PODER DE SENTIR ABSTRATAMENTE. 09
V, 2, C, O PODER DE QUERER. 09
V, 2, D, O PODER DE PENSAR EM SI MESMO, OU CONSCIÊNCIA PRÓPRIA. 09
V, 2, E, O PODER DE DIRIGIR-SE A SI MESMO, OU DIREÇÃO PRÓPRIA. 09
V, 3, A SEMELHANÇA MORAL ENTRE O HOMEM E DEUS. 10
VI, O HOMEM E SEUS DOIS MUNDOS. 10
VI, 1, MUNDO SUBJETIVO DO HOMEM. 11
VI, 1, A, O HOMEM E AS NECESSIDADES DO MUNDO SUBJETIVO. 11
VI, 1, B, O HOMEM E OS PODERES DO MUNDO SUBJETIVO. 11
VI, 2, O MUNDO OBJETIVO DO HOMEM. 11
VI, 3, A LIGAÇÃO ENTRE OS DOIS MUNDOS. 12
VII, O HOMEM E O PECADO. 13
VIII, A SALVAÇÃO ETERNA DO HOMEM. 13
CONCLUSÃO. 13
BIBLIOGRAFIA. 14

DOUTRINA CRISTÃ DO HOMEM.


INTRODUÇÃO.
Este estudo doutrinário sobre o homem, visa mostrar ao salvo por JESUS
CRISTO, um pouco sobre a revelação de DEUS, acerca da pessoa humana.
Estudemos, portanto, algo do que a BÍBLIA SAGRADA revela acerca
de nós mesmos.
Com toda a certeza, seremos beneficiados com este estudo.
I, A CRIAÇÃO DO HOMEM.
Sobre a criação do homem, o que temos de concreto, é o que a BÍBLIA
SAGRADA nos ensina em Gên¨1:26-27, 2:7, 18-25.
Como podemos ver, em termos imateriais, o homem, foi criado à imagem e
semelhança de DEUS, Gên¨1:26-27.
Em termos materiais, o homem foi criado do pó da Terra, Gên¨2:7.
Como ser social DEUS criou o ser humano, com necessidade bem como, com
condições de sociabilidade, já que, este não foi criado isolado, foi
criado, isto sim, como macho e fêmea, homem e mulher, Gên¨1:27, 2:18-25.
II, A CONSTITUIÇÃO DO HOMEM.
Quanto à constituição do ser humano, há duas correntes de pensamento:
01, DICOTOMISTA.
02, TRICOTOMISTA.
Os dicotomista ensinam que o homem se divide em duas partes, quais sejam:
01, A, CORPO.
02, B, ALMA.
Quanto ao corpo, não há problema, visto que é impossível negar a
existência do mesmo, na vida do ser humano, quanto à alma, há vários
versículos, que falam sobre a alma, referindo-se à parte imaterial do
ser humano, Mat¨11:28-29; Tiago¨5:20; 1ªPed¨1:9; Apoc¨6:9, 20:4.
Os tricotomistas ensinam que o homem se divide em três partes, a saber:
01, CORPO.
02, ALMA.
03, ESPÍRITO.
Esta corrente de pensamento tem base em passagens como,
1ªTess¨5:23; Heb¨4:12.
O minidicionário Aurélio define ALMA e ESPÍRITO, entre outros
significados, como sinônimos.
No conciso dicionário de teologia CRISTÃ a ALMA é, assim, definida:
01, Para as ESCRITURAS a vida, o ser ou a própria pessoa.
Teologicamente, o aspecto espiritual do ser humano.

DOUTRINA CRISTÃ DO HOMEM


Para ALMA HUMANA, temos, no mesmo dicionário:
01, Acredita-se ser uma entidade que é a fonte da vida psicológica e
espiritual do homem. Referindo-se a JESUS, a expressão designa que
sua natureza tanto espiritual quanto natural era humana.
Ainda no mesmo dicionário, para ESPÍRITO, temos:
01, Literalmente, “sopro” ou “vento”, o princípio da vida imputado aos
animais e às pessoas humanas e DIVINAS.
Por todas estas definições, quer do minidicionário Aurélio, quer do
conciso dicionário de teologia CRISTÃ, não encontramos dificuldade
alguma para adotarmos a DICOTOMIA (com isto, não estamos negando ou
abominando a tricotomia).
Como já dissemos, os dicotomistas crêem, defendem e ensinam que o ser
humano é constituído de duas partes, uma, a material (O CORPO) e
outra, a imaterial, (A ALMA, E OU O ESPÍRITO, sem haver distinção
entre os dois).
Tiago¨2:26, nos fala apenas de espírito, porém, também poderia ser
usada a palavra alma, sem qualquer dificuldade, visto que tal troca,
não mudaria o sentido da declaração.
Já que adotamos a dicotomia, temos que; o ser humano, é composto por
duas partes, quais sejam:
01, UMA PARTE MATERIAL (CORPO).
02, UMA PARTE IMATERIAL (ALMA E OU ESPÍRITO).
Vejamos, cada uma delas em particular.
II, 1, A PARTE MATERIAL DO SER HUMANO (CORPO).
A parte material do ser humano, é O CORPO.
Podemos dizer, que o corpo, é o invólucro ou a roupa da alma.
O corpo, pode ser considerado, também, como a oficina da alma.
É através do corpo, que as capacidades imateriais do ser humano, podem
ser detectadas, bem como, demonstradas.
Como nos ensina Gên¨2:7, a parte material do homem foi criada, por
DEUS, do pó da Terra.
A própria ciência, confirma que os elementos materiais dos quais o homem
é composto, são os mesmos que fazem parte da composição do planeta Terra.
No corpo estão concentradas todas as funções orgânicas, bem como,
todos os órgãos dos sentidos, (em número de cinco), com os quais, o
homem tem condições de comunicar-se com o mundo exterior, quer seja,
recebendo ou transmitindo informações.

DOUTRINA CRISTÃ DO
II, 2, A PARTE IMATERIAL DO SER HUMANO (ALMA E OU ESPÍRITO).
Gên¨2:7 nos informa que, a parte imaterial do ser humano foi colocada
nele, quando DEUS soprou o fôlego de vida nos narizes do corpo que
havia formado, ou seja, que havia criado do pó da Terra, porém ainda
sem vida, tornando-o, logo após esse sopro, em alma vivente, ou seja,
em homem completo.
Ali estava, agora, um homem completo, dotado de corpo, a parte
material do ser humano, bem como da alma, sua parte imaterial.
Antes do sopro DIVINO, havia apenas um corpo sem vida, o qual, fora
feito do pó da Terra.
Após o sopro DIVINO, ali estava, repetimos, um homem completo, sem
nada lhe faltar.
Já que adotamos, a dicotomia, ao falarmos em alma e ou em espírito,
estaremos nos referindo, sempre à parte imaterial do ser humano, como
podemos ver em Tiago¨2:26.
II, 3, INTERAÇÃO ENTRE O CORPO E A ALMA.
Ainda que o homem completo, seja composto por corpo e alma, há com
toda a certeza, uma interação entre estes dois componentes.
Há um provérbio popular, que diz: O coração mais os olhos, são dois
amigos leais; quando o coração está triste, logo os olhos dão sinais¨!
Este provérbio popular, pode muito bem ser comprovado na BÍBLIA
SAGRADA, em Prov¨12:25, 15:13, 17:22 ;Ecle¨8:1.
III, A MULTIPLICAÇÃO DO HOMEM.
DEUS disse ao primeiro casal humano: “Frutificai e multiplicai-vos, e
enchei a Terra”, Gên¨1:28.
Quanto ao corpo, todos sabemos, mais ou menos, como é gerado um ser
humano, porém, quanto à alma, cremos que a maioria das pessoas não
sabe, pois as dificuldades para descobrir e entender a sua criação,
são enormes, já que não pode ser vista, experimentada, nem explicada
pela ciência.
Já, a teologia se propõe chegar à conclusão correta, porém, não há
unanimidade entre os teólogos, sobre este assunto, visto que, para a
alma, há pelo menos três correntes de pensamento, quais sejam:
01, A PREEXISTÊNCIA DA ALMA.
02, A CRIAÇÃO IMEDIATA DA ALMA.
03, A TRANSMISSÃO DA ALMA.
III, 1, A PREEXISTÊNCIA DA ALMA.
Segundo a teoria da preexistência da alma, DEUS criou, não informam
quando, uma quantidade de almas, as quais, estão esperando a criação
de corpos, para neles serem colocados (encarnarem).
Segundo eles, quando um corpo é criado, ou, durante a sua formação,
uma alma vinda, não sabem, nem afirmam de onde, nem como, entra em tal
corpo, formando desta forma um ser humano completo.

DOUTRINA CRISTÃ DO HOMEM

III, 2, A CRIAÇÃO IMEDIATA DA ALMA.


Os defensores da teoria da criação imediata da alma, ensinam que, o
corpo é criado naturalmente, porém, a alma, é criada por DEUS, e
imediatamente colocada no corpo, no momento da sua criação.
III, 3, A TRANSMISSÃO DA ALMA.
A teoria da transmissão da alma, ensina que, os pais transmitem aos
filhos, toda a natureza humana, ou seja, transmitem, tanto o corpo
quanto a alma.
Desta forma, os pais são pais, tanto do corpo como da alma.
CONSIDERAÇÕES SOBRE ESTAS TRÊS TEORIAS.
01, Se as duas primeiras teorias fossem verdadeiras, haveria, talvez,
uma injustiça, da parte de DEUS, visto que:
02, Todos os homens, segundo DEUS, são pecadores, Rom¨3:23.
03, Ora, se a alma é, nas duas teorias, criada por DEUS, e colocada no
corpo, então, o pecado passa a ser só do corpo, não da alma¨!
04, Se estas duas teorias são verdadeiras, porque necessitaria a alma
da SALVAÇÃO ETERNA¨? 1ªPed¨1:9.
05, A conclusão lógica a que chegamos, é que as duas primeiras
teorias, não condizem com o bom senso, nem com a verdade.
06, A terceira teoria, é a que está de acordo com a verdade, visto que:
07, A semelhança entre pais e filhos, é, tanto física, quanto da alma.
08, O pecado, faz parte da natureza, tanto dos pais, quanto dos filhos.
09, O pecado, continua sendo a triste marca do ser humano.
10, DEUS criou o homem, completo, e com o poder de multiplicar-se, ou
seja, reproduzir-se.
11, A teoria da transmissão, de modo algum desmente, o fato de que
todo o ser humano, é criação de DEUS.
12, Confirma-o, isto sim, ensinando-nos que os pais transmitem aos
filhos, tanto o corpo como a alma, ou seja, a transmissão é integral.
IV, O TEMPO DE VIDA DO HOMEM.
Como já vimos, os descendentes de Adão e Eva têm um início de vida, o
qual, acontece na concepção.
Já o final, este, acontece, apenas no que concerne ao corpo terrestre,
material e visível, Gên¨3:19; Ecle¨3:20; 12:7.
Dissemos, corpo terrestre, material e visível, visto que haverá
ressurreição, tanto dos justos, como dos injustos, ou seja, dos
eternamente salvos, quanto dos eternamente condenados, Dan¨12:2;
João¨5:29, uns para viverem eternamente junto de DEUS, outros
juntamente com o diabo.

DOUTRINA CRISTÃ DO HOMEM


Além disso, o corpo terrestre, material e visível de todos os SALVOS
por JESUS CRISTO, que estiverem vivos, quando o SALVADOR vier buscar a
sua IGREJA, será transformado num corpo incorruptível espiritual e
imortal, 1ªCor¨15:44, 51-54; 1ªTess¨4:16-17.
Já a alma, continua sempre viva e consciente.
É bem verdade, que há certas correntes de pensamento, que crêem e
ensinam sobre a aniquilação total da alma, para quem não satisfizer os
requisitos de DEUS.
Na verdade, há algumas passagens BÍBLICAS, que quando tiradas fora do
contexto geral da BÍBLIA SAGRADA, nos dão tal impressão; vejamos
Jó¨7:8-9; Ecle¨9:5, 10; Is¨26:14.
Estas passagens, realmente nos dão a entender, que há aniquilação
total do ser humano.
Porém, quando juntarmos estas a outras passagens BÍBLICAS, as mesmas,
com toda a certeza, nos darão, outro significado; estejamos, portanto,
atentos e abertos à PALAVRA DE DEUS, para entendermos o que ela, como
um todo, nos diz, afim de nos alicerçarmos na verdade.
Vejamos e comparemos as passagens anteriores, com as próximas,
Dan¨12:2; Mat¨25:46; Luc¨16:19-31¨(23-31); João¨5:29; 1ªPed¨3:18-20;
Apoc¨6:9-11, 20:4.
Após a comparação, não há dúvida, a alma continua existindo eternamente.
Desta forma, podemos afirmar; há uma eternidade a ser vivida, quer
seja, junto de DEUS, ou junto do diabo.
V, A SEMELHANÇA ENTRE O HOMEM E DEUS.
A BÍBLIA ensina que, o homem foi criado à imagem e semelhança de DEUS,
Gên¨1:26-27, 5:1; Tiago¨3:9.
À primeira vista, pode parecer que o homem tem sua imagem física
semelhante a DEUS.
Entretanto, esta imagem e semelhança com DEUS não se refere, de forma
alguma, ao físico, visto que, DEUS É ESPÍRITO, não tendo, por isso
corpo físico, como o homem, João¨4:24; 2ªCor¨3:17.
No estudo da DOUTRINA CRISTÃ DE DEUS, afirmamos que os conhecedores da
língua hebraica, idioma da quase totalidade das ESCRITURAS do ANTIGO
TESTAMENTO, incluindo as passagens citadas, nos ensinam que: “As
palavras hebraicas TSELEM e DEMUT, traduzidas por imagem e
semelhança, não se referem a físico”.
Este fato concorda, perfeitamente, com João¨4:24, onde podemos
comprovar que: “DEUS é ESPÍRITO”.
Porque DEUS É ESPÍRITO é invisível ao ser humano, pelo menos, enquanto
este estiver em seu corpo pecaminoso, corruptível e mortal, Col¨1:15;
1ªTim¨1:17, vejamos ainda Luc¨24:39.

DOUTRINA CRISTÃ DO HOMEM


Vejamos também o que nos diz Deut¨4:15-20.
Por isso, Moisés proibiu o povo israelita e, por extensão, a todos os
demais povos da Terra a jamais compararem DEUS a qualquer coisa
existente, quer no céu, quer na Terra, quer debaixo da terra, quer na
água debaixo da terra.
Entretanto, a imagem e semelhança do homem com DEUS existe, porém, no
campo das características e dos poderes.
Todas as características e poderes que o homem possui, os quais serão
estudados no próximo capítulo, fazem, com toda a certeza, parte da
existência do CRIADOR.
Entretanto, o pecado do homem causou uma derrocada na eficiência dos
mesmos, ou seja, tais poderes ficaram como que desfigurados, ou
extremamente deficientes.
A semelhança entre o homem e DEUS é verificada em dois aspectos,
quais sejam:
1, SEMELHANÇA NATURAL.
2, SEMELHANÇA MORAL.
Vejamos cada uma destas em particular.
V, 1, A SEMELHANÇA NATURAL ENTRE O HOMEM E DEUS.
A semelhança natural entre o homem e DEUS, refere-se às características
e poderes pessoais, dos quais o homem, também, é possuidor.
V, 1, A, CARACTERÍSTICAS DA PESSOA HUMANA.
Todas as pessoas, ou seres pessoais, entre os quais está o ser humano,
possuem três características distintivas, as quais, por isso mesmo, os
distinguem de todos os demais seres, tais características são:
a, INTELIGÊNCIA.
b, AFEIÇÃO.
c, VONTADE.
Vejamos, as possibilidades que estas características, oferecem ao homem.
V, 1, A, a, INTELIGÊNCIA.
A inteligência, dá ao homem o poder pensar em coisas concretas,
abstratas e, inclusive, sobre si mesmo.
V, 1, A, b, AFEIÇÃO.
A afeição, oferece ao homem, o poder de sentir dor, amor, ódio,
amargura, alegria, tristeza, etc.
V, 1, A, c, VONTADE.
A vontade, proporciona ao homem, o poder de querer, por isso, pode
dirigir-se a si mesmo, pode dar ordens, bem como, obedecer a ordens
dadas por outras pessoas.
Estas três características, proporcionam ao ser humano vários poderes.

DOUTRINA CRISTÃ DO HOMEM


V, 2, OS PODERES DO SER HUMANO.
As características estudadas, proporcionam ao homem, cinco tipos de
poderes, quais sejam:
A, PODER DE PENSAR.
B, PODER DE SENTIR.
C, PODER DE QUERER.
D, PODER DE PENSAR EM SI MESMO (CONSCIÊNCIA PRÓPRIA).
E, PODER DE DIRIGIR-SE A SI MESMO (DIREÇÃO PRÓPRIA).
Todos estes poderes, podem, muito bem ser confirmados na BÍBLIA SAGRADA.
V, 2, A, O PODER DE PENSAR.
Há, na BÍBLIA SAGRADA, uma grande quantidade de passagens referentes à
capacidade que o homem tem de pensar, vejamos algumas; Sal¨94:11,
139:2; Amós¨4:13; Mat¨9:4; Filip¨4:8.
V, 2, B, O PODER DE SENTIR.
Esta capacidade pode manifestar-se no homem, física ou abstratamente.
V, 2, B, a, O PODER DE SENTIR FISICAMENTE.
01, O poder de sentir dor, Jó¨33:19; 1ªTess¨5:3.
02, O poder de sentir prazer da carne, Prov¨21:17; 2ªPed¨2:13.
V, 2, B, b, O PODER DE SENTIR ABSTRATAMENTE.
01, O poder de sentir prazer, Sal¨1:2; 2ªCor¨12:10.
02, O poder de sentir perplexidade, Luc¨21:25, 24:4; At¨5:24, 25:20;
Gál¨4:20; 2ªCor¨4:8.
03, O poder de sentir amor, 1ªPed¨4:8; 2ªPed¨1:7.
04, O poder de sentir tristeza, Sal¨119:28; Jer¨8:18; Rom¨9:2; 2ªCor¨9:7.
05, O poder de sentir ira, 1ºSam¨20:30; 2ªCor¨12:20; Gál¨5:20; Col¨3:8.
V, 2, C, O PODER DE QUERER.
O poder de querer, do qual o homem é possuidor, é muito forte, de tal
forma que, dependendo da sua vontade, pode encaminhar-se, para o bem,
Prov¨11:11, 23; Rom¨2:10, ou para o mal, Sal¨78:10; Jer¨5:3;
Mat¨21:30; Rom¨7:18; Gál¨6:12.
V, 2, D, O PODER DE PENSAR EM SI MESMO, OU CONSCIÊNCIA PRÓPRIA.
Esta é uma qualidade que só os seres inteligentes, entre os quais, o
homem, possui, qual seja, o poder da consciência própria, a qual,
proporciona ao homem, condições de referir-se a si mesmo, Êx¨6:30;
Jó¨10:1; Jer¨1:6; Luc¨12:19; At¨4:20; 1ªCor¨13:11, 14:19.
V, 2, E, O PODER DE DIRIGIR-SE A SI MESMO, OU DIREÇÃO PRÓPRIA.
Esta, é outra capacidade, com que o ser humano é dotado, a qual,
dependendo do seu uso, pode colocá-lo ou não, a serviço de DEUS,
Ez¨3:15; Luc¨9:57; At¨18:6; 1ªCor¨4:19; 2ªCor¨13:1.

DOUTRINA CRISTÃ DO HOMEM


Quando da manifestação, de qualquer um destes cinco poderes, que o
homem possui, sempre são demonstradas, em grau mais ou menos elevado,
repetimos, as suas três características, quais sejam:
A INTELIGÊNCIA, A AFEIÇÃO E A VONTADE.
Todos estes poderes, dos quais o homem é detentor, DEUS, também os possui.
Por isso, o homem, é naturalmente, semelhante a DEUS.
Desta forma, o homem é pessoa, tanto quanto DEUS o é.
Porém, é bom que entendamos que; O homem é semelhante, não igual a
DEUS, visto que:
01, DEUS É PESSOA DIVINA, INCRIADA, CRIADORA, ETERNA E INFINITA.
02, O HOMEM É PESSOA HUMANA, CRIADA E FINITA.
Firmemo-nos neste ponto: A semelhança natural, entre o homem e DEUS,
está no fato de que; tanto DEUS quanto o homem, têm os mesmos poderes,
os quais, o homem não perdeu com a queda de ADÃO.
Porém a NATUREZA DE DEUS, É PERFEITA, ESPIRITUAL E INFINITA.
Ao passo que a natureza humana, ainda que espiritual, é imperfeita e
finita (não quanto ao futuro, sim quanto ao passado).
V, 3, A SEMELHANÇA MORAL ENTRE O HOMEM E DEUS.
Para que os poderes, com os quais, DEUS equipou o homem, fossem bem
utilizados por este, DEUS também o equipou com um padrão moral.
Este padrão moral, determinaria todas as ações levadas a efeito pelos
poderes do homem, no seu estado de pureza, de tal forma que, todas
elas poderiam ser realizadas à semelhança das ações de DEUS.
Entretanto, o homem pecou, Gên¨3:1−12.
Com sua queda no pecado, o padrão moral do homem ficou deteriorado.
Desta forma, a semelhança moral com DEUS, ficou, como que, desfigurada,
ou descaracterizada.
Com seu padrão moral descaracterizado, o homem faz uso dos seus
poderes naturais, de acordo com o padrão moral que possui.
Portanto, depois da queda, Gên¨3:1-24, a tendência moral do homem é
para o erro, ou seja, para o pecado, em virtude de ter−se tornado
pecador, Sal¨14:3, 53:3; Rom¨3:10, 23.
Só pela fé em JESUS CRISTO, como único e suficiente SALVADOR, o homem,
pode aproximar-se do padrão moral que possuía antes da queda de ADÃO,
1ªCor¨1:4−9, 6:20; Gál¨3:27; 1ªPed¨1:18.
VI, O HOMEM E SEUS DOIS MUNDOS.
Relativamente a tudo o que existe, podemos dizer que o homem vive em,
ou, entre dois mundos.
Cada um dos seus dois mundos, é extremamente importante para o homem,
visto que tudo o que acontece, quer seja bom ou mau, depende do bom ou
mau uso que o ser humano deles faz.
DOUTRINA CRISTÃ DO HOMEM
Estes dois mundos são:
1, MUNDO SUBJETIVO.
2, MUNDO OBJETIVO.
Vejamos, cada um destes em particular.
VI, 1, MUNDO SUBJETIVO DO HOMEM.
O mundo subjetivo, é o conjunto do que há no interior do ser humano, o
qual é composto por dois componentes, quais sejam:
A, NECESSIDADES.
B, PODERES.
Vejamos, também, cada um destes em particular.
VI, 1, A, O HOMEM E AS NECESSIDADES DO MUNDO SUBJETIVO.
Vejamos algumas necessidades do mundo subjetivo do ser humano:
01, Necessidade de alimentos, produzida pela fome.
02, Necessidade de líquidos, produzida pela sede.
03, Necessidade de rever lugares, coisas e pessoas, provocada
pela saudade.
04, Necessidade de conhecimento.
05, Necessidade de aventura.
06, Necessidade de SALVAÇÃO ETERNA.
07, Etc., etc., etc.
VI, 1, B, O HOMEM E OS PODERES DO MUNDO SUBJETIVO.
Os poderes do ser humano, já os estudamos no item V, 2, deste estudo.
Quando as necessidades do mundo subjetivo, se ajuntam aos seus
poderes, o resultado, é a busca de algo que satisfaça a essas mesmas
necessidades no mundo objetivo.
VI, 2, O MUNDO OBJETIVO DO HOMEM.
O mundo objetivo do homem é composto por tudo o que está fora do homem.
Tudo o que é necessário, para satisfazer as necessidades do mundo
subjetivo, só pode ser encontrado, no mundo objetivo.
Exemplificamos a seguir, partindo da lista usada, anteriormente,
quanto à satisfação das necessidades do mundo subjetivo.
01, A FOME É SATISFEITA COM O ALIMENTO.
O ALIMENTO que mata, ou satisfaz, a fome ESTÁ NO MUNDO OBJETIVO,
porque está fora do homem.
02, A SEDE É SATISFEITA COM A ÁGUA.
A ÁGUA que mata, ou satisfaz, a sede ESTÁ NO MUNDO OBJETIVO, porque
está fora do homem.

DOUTRINA CRISTÃ DO
03, A SAUDADE QUE O HOMEM TEM DE ALGUÉM É SATISFEITA COM A PRESENÇA
DESSE ALGUÉM.
ALGUÉM QUE SE APRESENTE e mate a saudade ESTÁ NO MUNDO OBJETIVO,
porque está fora do homem.
04, O DESEJO DO CONHECIMENTO É SATISFEITO ATRAVÉS DO ESTUDO DAS FONTES
DO CONHECIMENTO.
AS FONTES DO CONHECIMENTO, que satisfazem o desejo do conhecimento
ESTÃO NO MUNDO OBJETIVO, porque estão fora do homem.
05, O DESEJO DA AVENTURA É SATISFEITO ATRAVÉS DA AVENTURA.
A AVENTURA é levada a efeito com algo, com alguém, ou em algum lugar,
itens estes que, com certeza, ESTÃO NO MUNDO OBJETIVO, porque estão
fora do homem.
06, A NECESSIDADE DE SALVAÇÃO ETERNA É SATISFEITA PELA ACEITAÇÃO DE
JESUS CRISTO COMO ÚNICO E SUFICIENTE SALVADOR.
JESUS CRISTO, que satisfaz a necessidade da SALVAÇÃO ETERNA, ESTÁ NO
MUNDO OBJETIVO, porque está fora do homem.
E assim por diante, todas as necessidades do mundo subjetivo, só poderão ser
satisfeitas através de algo que só pode ser encontrado no mundo objetivo.
Pelos exemplos dados, não há dúvida; tudo o que está fora do homem
pertence ao mundo objetivo.
VI, 3, A LIGAÇÃO ENTRE OS DOIS MUNDOS.
Já dissemos e repetimos.
Quando as necessidades do mundo subjetivo, se ajuntam aos seus poderes, o
resultado, é a busca de algo que satisfaça a essas mesmas necessidades.
Visto que tudo o que pode satisfazer as necessidades do mundo
subjetivo, está no mundo objetivo, há de haver algo que proporcione o
elo de ligação entre ambos.
Este elo de ligação é a FÉ.
Vejamos o funcionamento da fé como elo de ligação entre os dois mundos
do ser humano.
01, O HOMEM SENTE A FOME.
Pela fé busca o alimento.
02, O HOMEM SENTE A SEDE.
Pela fé busca a água.
03, O HOMEM SENTE SAUDADE DE ALGUÉM.
Pela fé faz tudo o que estiver ao seu alcance para encontrar-se com
esse alguém.
04, O HOMEM SENTE DESEJO DO CONHECIMENTO.
Pela fé busca como ou onde encher-se de conhecimento (aprender).

DOUTRINA CRISTÃ DO HOMEM

05, O HOMEM SENTE DESEJO DA AVENTURA.


Pela fé busca satisfaze-la, com alguém, com algo, ou em algum lugar.
06, O HOMEM SENTE A NECESSIDADE DE SALVAÇÃO ETERNA.
Pela fé, ao tomar conhecimento de que JESUS CRISTO é o único que
pode satisfazer tal necessidade, aceita-o como seu ÚNICO E
SUFICIENTE SALVADOR.
Desta forma, a fé é algo de suma importância para o ser humano, visto
que sem a mesma, pouco ou nenhum progresso, poderia ser alcançado.
Assim sendo, o incrédulo usa a fé, apenas para as coisas deste mundo.
Já uma pessoa SALVA POR JESUS CRISTO, usa a FÉ, tanto no âmbito deste
mundo, quanto ao âmbito da vida ESPIRITUAL E ETERNA COM DEUS.
O estudo da doutrina CRISTÃ DA FÉ é mais completo sobre este tema.
VII, O HOMEM E O PECADO.
Após a queda de Adão e Eva, toda a sua descendência passou a ter
natureza pecadora; confirmemos esta declaração nas próximas passagens
BÍBLICAS, 1ºReis¨8:46; 2ºCrô¨6:36; Sal¨51:5, 143:2; Prov¨20:9;
Ecle¨7:20; Rom¨3:10, 23, 5:12.
Em virtude do pecado inato da descendência de Adão, o homem necessita
desesperadamente da SALVAÇÃO ETERNA.
No estudo da DOUTRINA CRISTÃ DO PECADO, veremos mais sobre este assunto.
VIII, A SALVAÇÃO ETERNA DO HOMEM.
A SALVAÇÃO ETERNA é com certeza, o maior presente ou a maior obra de
DEUS, na vida do ser humano, visto que, há uma condenação a ser
cumprida eternamente, por todo aquele que não for salvo por JESUS
CRISTO, João¨3:18.
Porém, DEUS enviou seu FILHO ao mundo, para oferecer a SALVAÇÃO ETERNA à
humanidade, a qual, todas as pessoas de bom senso, devem aceitar, para o
seu próprio bem, bem como, para honra e glória de DEUS, João¨3:16-18.
CONCLUSÃO.
Finalizamos o estudo doutrinário sobre o homem, cremos que o mesmo,
ainda que reduzido, tenha trazido alguns subsídios ao nosso
conhecimento, acerca de nós mesmos.
Façamos uso deste conhecimento, para benefício próprio, do próximo, ou
da IGREJA DE NOSSO SENHOR E SALVADOR JESUS CRISTO, a qual é a
depositária fiel de toda a verdade revelada por DEUS ao ser humano,
para que este ao fazer parte desse corpo, qual seja a IGREJA DO SENHOR
JESUS CRISTO, o honre e glorifique, pois só por intermédio DELE, o ser
humano alcança a gloriosa, e maravilhosa SALVAÇÃO ETERNA.

DOUTRINA CRISTÃ DO HOMEM

BIBLIOGRAFIA.
01, BÍBLIA SAGRADA.
Tradução, Almeida, João Ferreira de.
Edição corrigida e revisada fiel ao texto original.
Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil, 1.994, 1.995, São Paulo, SP, Brasil.
02, CONCISO DICIONÁRIO DE TEOLOGIA CRISTÃ.
Erickson, Millard J.
JUERP, 1.991, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
03, DOUTRINAS, 1.
Novas Edições Líderes Evangélicos.
1a Edição, 1.979, São Paulo, SP, Brasil.
04, ESBOÇO DE TEOLOGIA SISTEMÁTICA.
Langston, A. B.
JUERP 8a Edição, 1.986, Rio De Janeiro, RJ, Brasil.
05, MINIDICIONÁRIO AURÉLIO.
Ferreira, Aurélio Buarque de Holanda.
Editora Nova Fronteira, 1a edição, 6a impressão, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
Postado por MENSAGEM DA ULTIMA HORA às 10:43 0 comentários

MODULO 5
Doutrina Cristã do Homem
DOUTRINA CRISTÃ DO HOMEM.
PÁGINA
INTRODUÇÃO. 03
I, A CRIAÇÃO DO HOMEM. 03
II, A CONSTITUIÇÃO DO HOMEM. 03
II, 1, A PARTE MATERIAL DO SER HUMANO (CORPO). 04
II, 2, A PARTE IMATERIAL DO SER HUMANO (ALMA E OU ESPÍRITO). 05
II, 3, INTERAÇÃO ENTRE O CORPO E A ALMA. 05
III, A MULTIPLICAÇÃO DO HOMEM. 05
III, 1, A PREEXISTÊNCIA DA ALMA. 05
III, 2, A CRIAÇÃO IMEDIATA DA ALMA. 06
III, 3, A TRANSMISSÃO DA ALMA. 06
IV, O TEMPO DE VIDA DO HOMEM. 06
V, A SEMELHANÇA ENTRE O HOMEM E DEUS. 07
V, 1, A SEMELHANÇA NATURAL ENTRE O HOMEM E DEUS. 08
V, 1, A, CARACTERÍSTICAS DA PESSOA HUMANA. 08
V, 1, A, a, INTELIGÊNCIA. 08
V, 1, A, b, AFEIÇÃO. 08
V, 1, A, c, VONTADE. 08
V, 2, OS PODERES DO SER HUMANO. 09
V, 2, A, O PODER DE PENSAR. 09
V, 2, B, O PODER DE SENTIR. 09
V, 2, B, a, O PODER DE SENTIR FISICAMENTE. 09
V, 2, B, b, O PODER DE SENTIR ABSTRATAMENTE. 09
V, 2, C, O PODER DE QUERER. 09
V, 2, D, O PODER DE PENSAR EM SI MESMO, OU CONSCIÊNCIA PRÓPRIA. 09
V, 2, E, O PODER DE DIRIGIR-SE A SI MESMO, OU DIREÇÃO PRÓPRIA. 09
V, 3, A SEMELHANÇA MORAL ENTRE O HOMEM E DEUS. 10
VI, O HOMEM E SEUS DOIS MUNDOS. 10
VI, 1, MUNDO SUBJETIVO DO HOMEM. 11
VI, 1, A, O HOMEM E AS NECESSIDADES DO MUNDO SUBJETIVO. 11
VI, 1, B, O HOMEM E OS PODERES DO MUNDO SUBJETIVO. 11
VI, 2, O MUNDO OBJETIVO DO HOMEM. 11
VI, 3, A LIGAÇÃO ENTRE OS DOIS MUNDOS. 12
VII, O HOMEM E O PECADO. 13
VIII, A SALVAÇÃO ETERNA DO HOMEM. 13
CONCLUSÃO. 13
BIBLIOGRAFIA. 14

DOUTRINA CRISTÃ DO HOMEM

INTRODUÇÃO.
Este estudo doutrinário sobre o homem, visa mostrar ao salvo por JESUS
CRISTO, um pouco sobre a revelação de DEUS, acerca da pessoa humana.
Estudemos, portanto, algo do que a BÍBLIA SAGRADA revela acerca
de nós mesmos.
Com toda a certeza, seremos beneficiados com este estudo.
I, A CRIAÇÃO DO HOMEM.
Sobre a criação do homem, o que temos de concreto, é o que a BÍBLIA
SAGRADA nos ensina em Gên¨1:26-27, 2:7, 18-25.
Como podemos ver, em termos imateriais, o homem, foi criado à imagem e
semelhança de DEUS, Gên¨1:26-27.
Em termos materiais, o homem foi criado do pó da Terra, Gên¨2:7.
Como ser social DEUS criou o ser humano, com necessidade bem como, com
condições de sociabilidade, já que, este não foi criado isolado, foi
criado, isto sim, como macho e fêmea, homem e mulher, Gên¨1:27, 2:18-25.
II, A CONSTITUIÇÃO DO HOMEM.
Quanto à constituição do ser humano, há duas correntes de pensamento:
01, DICOTOMISTA.
02, TRICOTOMISTA.
Os dicotomista ensinam que o homem se divide em duas partes, quais sejam:
01, A, CORPO.
02, B, ALMA.
Quanto ao corpo, não há problema, visto que é impossível negar a
existência do mesmo, na vida do ser humano, quanto à alma, há vários
versículos, que falam sobre a alma, referindo-se à parte imaterial do
ser humano, Mat¨11:28-29; Tiago¨5:20; 1ªPed¨1:9; Apoc¨6:9, 20:4.
Os tricotomistas ensinam que o homem se divide em três partes, a saber:
01, CORPO.
02, ALMA.
03, ESPÍRITO.
Esta corrente de pensamento tem base em passagens como,
1ªTess¨5:23; Heb¨4:12.
O minidicionário Aurélio define ALMA e ESPÍRITO, entre outros
significados, como sinônimos.
No conciso dicionário de teologia CRISTÃ a ALMA é, assim, definida:
01, Para as ESCRITURAS a vida, o ser ou a própria pessoa.
Teologicamente, o aspecto espiritual do ser humano.

DOUTRINA CRISTÃ DO HOMEM


Para ALMA HUMANA, temos, no mesmo dicionário:
01, Acredita-se ser uma entidade que é a fonte da vida psicológica e
espiritual do homem. Referindo-se a JESUS, a expressão designa que
sua natureza tanto espiritual quanto natural era humana.
Ainda no mesmo dicionário, para ESPÍRITO, temos:
01, Literalmente, “sopro” ou “vento”, o princípio da vida imputado aos
animais e às pessoas humanas e DIVINAS.
Por todas estas definições, quer do minidicionário Aurélio, quer do
conciso dicionário de teologia CRISTÃ, não encontramos dificuldade
alguma para adotarmos a DICOTOMIA (com isto, não estamos negando ou
abominando a tricotomia).
Como já dissemos, os dicotomistas crêem, defendem e ensinam que o ser
humano é constituído de duas partes, uma, a material (O CORPO) e
outra, a imaterial, (A ALMA, E OU O ESPÍRITO, sem haver distinção
entre os dois).
Tiago¨2:26, nos fala apenas de espírito, porém, também poderia ser
usada a palavra alma, sem qualquer dificuldade, visto que tal troca,
não mudaria o sentido da declaração.
Já que adotamos a dicotomia, temos que; o ser humano, é composto por
duas partes, quais sejam:
01, UMA PARTE MATERIAL (CORPO).
02, UMA PARTE IMATERIAL (ALMA E OU ESPÍRITO).
Vejamos, cada uma delas em particular.
II, 1, A PARTE MATERIAL DO SER HUMANO (CORPO).
A parte material do ser humano, é O CORPO.
Podemos dizer, que o corpo, é o invólucro ou a roupa da alma.
O corpo, pode ser considerado, também, como a oficina da alma.
É através do corpo, que as capacidades imateriais do ser humano, podem
ser detectadas, bem como, demonstradas.
Como nos ensina Gên¨2:7, a parte material do homem foi criada, por
DEUS, do pó da Terra.
A própria ciência, confirma que os elementos materiais dos quais o homem
é composto, são os mesmos que fazem parte da composição do planeta Terra.
No corpo estão concentradas todas as funções orgânicas, bem como,
todos os órgãos dos sentidos, (em número de cinco), com os quais, o
homem tem condições de comunicar-se com o mundo exterior, quer seja,
recebendo ou transmitindo informações.

DOUTRINA CRISTÃ DO HOMEM


II, 2, A PARTE IMATERIAL DO SER HUMANO (ALMA E OU ESPÍRITO).
Gên¨2:7 nos informa que, a parte imaterial do ser humano foi colocada
nele, quando DEUS soprou o fôlego de vida nos narizes do corpo que
havia formado, ou seja, que havia criado do pó da Terra, porém ainda
sem vida, tornando-o, logo após esse sopro, em alma vivente, ou seja,
em homem completo.
Ali estava, agora, um homem completo, dotado de corpo, a parte
material do ser humano, bem como da alma, sua parte imaterial.
Antes do sopro DIVINO, havia apenas um corpo sem vida, o qual, fora
feito do pó da Terra.
Após o sopro DIVINO, ali estava, repetimos, um homem completo, sem
nada lhe faltar.
Já que adotamos, a dicotomia, ao falarmos em alma e ou em espírito,
estaremos nos referindo, sempre à parte imaterial do ser humano, como
podemos ver em Tiago¨2:26.
II, 3, INTERAÇÃO ENTRE O CORPO E A ALMA.
Ainda que o homem completo, seja composto por corpo e alma, há com
toda a certeza, uma interação entre estes dois componentes.
Há um provérbio popular, que diz: O coração mais os olhos, são dois
amigos leais; quando o coração está triste, logo os olhos dão sinais¨!
Este provérbio popular, pode muito bem ser comprovado na BÍBLIA
SAGRADA, em Prov¨12:25, 15:13, 17:22 ;Ecle¨8:1.
III, A MULTIPLICAÇÃO DO HOMEM.
DEUS disse ao primeiro casal humano: “Frutificai e multiplicai-vos, e
enchei a Terra”, Gên¨1:28.
Quanto ao corpo, todos sabemos, mais ou menos, como é gerado um ser
humano, porém, quanto à alma, cremos que a maioria das pessoas não
sabe, pois as dificuldades para descobrir e entender a sua criação,
são enormes, já que não pode ser vista, experimentada, nem explicada
pela ciência.
Já, a teologia se propõe chegar à conclusão correta, porém, não há
unanimidade entre os teólogos, sobre este assunto, visto que, para a
alma, há pelo menos três correntes de pensamento, quais sejam:
01, A PREEXISTÊNCIA DA ALMA.
02, A CRIAÇÃO IMEDIATA DA ALMA.
03, A TRANSMISSÃO DA ALMA.
III, 1, A PREEXISTÊNCIA DA ALMA.
Segundo a teoria da preexistência da alma, DEUS criou, não informam
quando, uma quantidade de almas, as quais, estão esperando a criação
de corpos, para neles serem colocados (encarnarem).
Segundo eles, quando um corpo é criado, ou, durante a sua formação,
uma alma vinda, não sabem, nem afirmam de onde, nem como, entra em tal
corpo, formando desta forma um ser humano completo.

DOUTRINA CRISTÃ DO HOMEM

III, 2, A CRIAÇÃO IMEDIATA DA ALMA.


Os defensores da teoria da criação imediata da alma, ensinam que, o
corpo é criado naturalmente, porém, a alma, é criada por DEUS, e
imediatamente colocada no corpo, no momento da sua criação.
III, 3, A TRANSMISSÃO DA ALMA.
A teoria da transmissão da alma, ensina que, os pais transmitem aos
filhos, toda a natureza humana, ou seja, transmitem, tanto o corpo
quanto a alma.
Desta forma, os pais são pais, tanto do corpo como da alma.
CONSIDERAÇÕES SOBRE ESTAS TRÊS TEORIAS.
01, Se as duas primeiras teorias fossem verdadeiras, haveria, talvez,
uma injustiça, da parte de DEUS, visto que:
02, Todos os homens, segundo DEUS, são pecadores, Rom¨3:23.
03, Ora, se a alma é, nas duas teorias, criada por DEUS, e colocada no
corpo, então, o pecado passa a ser só do corpo, não da alma¨!
04, Se estas duas teorias são verdadeiras, porque necessitaria a alma
da SALVAÇÃO ETERNA¨? 1ªPed¨1:9.
05, A conclusão lógica a que chegamos, é que as duas primeiras
teorias, não condizem com o bom senso, nem com a verdade.
06, A terceira teoria, é a que está de acordo com a verdade, visto que:
07, A semelhança entre pais e filhos, é, tanto física, quanto da alma.
08, O pecado, faz parte da natureza, tanto dos pais, quanto dos filhos.
09, O pecado, continua sendo a triste marca do ser humano.
10, DEUS criou o homem, completo, e com o poder de multiplicar-se, ou
seja, reproduzir-se.
11, A teoria da transmissão, de modo algum desmente, o fato de que
todo o ser humano, é criação de DEUS.
12, Confirma-o, isto sim, ensinando-nos que os pais transmitem aos
filhos, tanto o corpo como a alma, ou seja, a transmissão é integral.
IV, O TEMPO DE VIDA DO HOMEM.
Como já vimos, os descendentes de Adão e Eva têm um início de vida, o
qual, acontece na concepção.
Já o final, este, acontece, apenas no que concerne ao corpo terrestre,
material e visível, Gên¨3:19; Ecle¨3:20; 12:7.
Dissemos, corpo terrestre, material e visível, visto que haverá
ressurreição, tanto dos justos, como dos injustos, ou seja, dos
eternamente salvos, quanto dos eternamente condenados, Dan¨12:2;
João¨5:29, uns para viverem eternamente junto de DEUS, outros
juntamente com o diabo.

DOUTRINA CRISTÃ DO HOMEM


Além disso, o corpo terrestre, material e visível de todos os SALVOS
por JESUS CRISTO, que estiverem vivos, quando o SALVADOR vier buscar a
sua IGREJA, será transformado num corpo incorruptível espiritual e
imortal, 1ªCor¨15:44, 51-54; 1ªTess¨4:16-17.
Já a alma, continua sempre viva e consciente.
É bem verdade, que há certas correntes de pensamento, que crêem e
ensinam sobre a aniquilação total da alma, para quem não satisfizer os
requisitos de DEUS.
Na verdade, há algumas passagens BÍBLICAS, que quando tiradas fora do
contexto geral da BÍBLIA SAGRADA, nos dão tal impressão; vejamos
Jó¨7:8-9; Ecle¨9:5, 10; Is¨26:14.
Estas passagens, realmente nos dão a entender, que há aniquilação
total do ser humano.
Porém, quando juntarmos estas a outras passagens BÍBLICAS, as mesmas,
com toda a certeza, nos darão, outro significado; estejamos, portanto,
atentos e abertos à PALAVRA DE DEUS, para entendermos o que ela, como
um todo, nos diz, afim de nos alicerçarmos na verdade.
Vejamos e comparemos as passagens anteriores, com as próximas,
Dan¨12:2; Mat¨25:46; Luc¨16:19-31¨(23-31); João¨5:29; 1ªPed¨3:18-20;
Apoc¨6:9-11, 20:4.
Após a comparação, não há dúvida, a alma continua existindo eternamente.
Desta forma, podemos afirmar; há uma eternidade a ser vivida, quer
seja, junto de DEUS, ou junto do diabo.
V, A SEMELHANÇA ENTRE O HOMEM E DEUS.
A BÍBLIA ensina que, o homem foi criado à imagem e semelhança de DEUS,
Gên¨1:26-27, 5:1; Tiago¨3:9.
À primeira vista, pode parecer que o homem tem sua imagem física
semelhante a DEUS.
Entretanto, esta imagem e semelhança com DEUS não se refere, de forma
alguma, ao físico, visto que, DEUS É ESPÍRITO, não tendo, por isso
corpo físico, como o homem, João¨4:24; 2ªCor¨3:17.
No estudo da DOUTRINA CRISTÃ DE DEUS, afirmamos que os conhecedores da
língua hebraica, idioma da quase totalidade das ESCRITURAS do ANTIGO
TESTAMENTO, incluindo as passagens citadas, nos ensinam que: “As
palavras hebraicas TSELEM e DEMUT, traduzidas por imagem e
semelhança, não se referem a físico”.
Este fato concorda, perfeitamente, com João¨4:24, onde podemos
comprovar que: “DEUS é ESPÍRITO”.
Porque DEUS É ESPÍRITO é invisível ao ser humano, pelo menos, enquanto
este estiver em seu corpo pecaminoso, corruptível e mortal, Col¨1:15;
1ªTim¨1:17, vejamos ainda Luc¨24:39.

DOUTRINA CRISTÃ DO HOMEM


Vejamos também o que nos diz Deut¨4:15-20.
Por isso, Moisés proibiu o povo israelita e, por extensão, a todos os
demais povos da Terra a jamais compararem DEUS a qualquer coisa
existente, quer no céu, quer na Terra, quer debaixo da terra, quer na
água debaixo da terra.
Entretanto, a imagem e semelhança do homem com DEUS existe, porém, no
campo das características e dos poderes.
Todas as características e poderes que o homem possui, os quais serão
estudados no próximo capítulo, fazem, com toda a certeza, parte da
existência do CRIADOR.
Entretanto, o pecado do homem causou uma derrocada na eficiência dos
mesmos, ou seja, tais poderes ficaram como que desfigurados, ou
extremamente deficientes.
A semelhança entre o homem e DEUS é verificada em dois aspectos,
quais sejam:
1, SEMELHANÇA NATURAL.
2, SEMELHANÇA MORAL.
Vejamos cada uma destas em particular.
V, 1, A SEMELHANÇA NATURAL ENTRE O HOMEM E DEUS.
A semelhança natural entre o homem e DEUS, refere-se às características
e poderes pessoais, dos quais o homem, também, é possuidor.
V, 1, A, CARACTERÍSTICAS DA PESSOA HUMANA.
Todas as pessoas, ou seres pessoais, entre os quais está o ser humano,
possuem três características distintivas, as quais, por isso mesmo, os
distinguem de todos os demais seres, tais características são:
a, INTELIGÊNCIA.
b, AFEIÇÃO.
c, VONTADE.
Vejamos, as possibilidades que estas características, oferecem ao homem.
V, 1, A, a, INTELIGÊNCIA.
A inteligência, dá ao homem o poder pensar em coisas concretas,
abstratas e, inclusive, sobre si mesmo.
V, 1, A, b, AFEIÇÃO.
A afeição, oferece ao homem, o poder de sentir dor, amor, ódio,
amargura, alegria, tristeza, etc.
V, 1, A, c, VONTADE.
A vontade, proporciona ao homem, o poder de querer, por isso, pode
dirigir-se a si mesmo, pode dar ordens, bem como, obedecer a ordens
dadas por outras pessoas.
Estas três características, proporcionam ao ser humano vários poderes.

DOUTRINA CRISTÃ DO HOMEM


V, 2, OS PODERES DO SER HUMANO.
As características estudadas, proporcionam ao homem, cinco tipos de
poderes, quais sejam:
A, PODER DE PENSAR.
B, PODER DE SENTIR.
C, PODER DE QUERER.
D, PODER DE PENSAR EM SI MESMO (CONSCIÊNCIA PRÓPRIA).
E, PODER DE DIRIGIR-SE A SI MESMO (DIREÇÃO PRÓPRIA).
Todos estes poderes, podem, muito bem ser confirmados na BÍBLIA SAGRADA.
V, 2, A, O PODER DE PENSAR.
Há, na BÍBLIA SAGRADA, uma grande quantidade de passagens referentes à
capacidade que o homem tem de pensar, vejamos algumas; Sal¨94:11,
139:2; Amós¨4:13; Mat¨9:4; Filip¨4:8.
V, 2, B, O PODER DE SENTIR.
Esta capacidade pode manifestar-se no homem, física ou abstratamente.
V, 2, B, a, O PODER DE SENTIR FISICAMENTE.
01, O poder de sentir dor, Jó¨33:19; 1ªTess¨5:3.
02, O poder de sentir prazer da carne, Prov¨21:17; 2ªPed¨2:13.
V, 2, B, b, O PODER DE SENTIR ABSTRATAMENTE.
01, O poder de sentir prazer, Sal¨1:2; 2ªCor¨12:10.
02, O poder de sentir perplexidade, Luc¨21:25, 24:4; At¨5:24, 25:20;
Gál¨4:20; 2ªCor¨4:8.
03, O poder de sentir amor, 1ªPed¨4:8; 2ªPed¨1:7.
04, O poder de sentir tristeza, Sal¨119:28; Jer¨8:18; Rom¨9:2; 2ªCor¨9:7.
05, O poder de sentir ira, 1ºSam¨20:30; 2ªCor¨12:20; Gál¨5:20; Col¨3:8.
V, 2, C, O PODER DE QUERER.
O poder de querer, do qual o homem é possuidor, é muito forte, de tal
forma que, dependendo da sua vontade, pode encaminhar-se, para o bem,
Prov¨11:11, 23; Rom¨2:10, ou para o mal, Sal¨78:10; Jer¨5:3;
Mat¨21:30; Rom¨7:18; Gál¨6:12.
V, 2, D, O PODER DE PENSAR EM SI MESMO, OU CONSCIÊNCIA PRÓPRIA.
Esta é uma qualidade que só os seres inteligentes, entre os quais, o
homem, possui, qual seja, o poder da consciência própria, a qual,
proporciona ao homem, condições de referir-se a si mesmo, Êx¨6:30;
Jó¨10:1; Jer¨1:6; Luc¨12:19; At¨4:20; 1ªCor¨13:11, 14:19.
V, 2, E, O PODER DE DIRIGIR-SE A SI MESMO, OU DIREÇÃO PRÓPRIA.
Esta, é outra capacidade, com que o ser humano é dotado, a qual,
dependendo do seu uso, pode colocá-lo ou não, a serviço de DEUS,
Ez¨3:15; Luc¨9:57; At¨18:6; 1ªCor¨4:19; 2ªCor¨13:1.

DOUTRINA CRISTÃ DO HOMEM


Quando da manifestação, de qualquer um destes cinco poderes, que o
homem possui, sempre são demonstradas, em grau mais ou menos elevado,
repetimos, as suas três características, quais sejam:
A INTELIGÊNCIA, A AFEIÇÃO E A VONTADE.
Todos estes poderes, dos quais o homem é detentor, DEUS, também os possui.
Por isso, o homem, é naturalmente, semelhante a DEUS.
Desta forma, o homem é pessoa, tanto quanto DEUS o é.
Porém, é bom que entendamos que; O homem é semelhante, não igual a
DEUS, visto que:
01, DEUS É PESSOA DIVINA, INCRIADA, CRIADORA, ETERNA E INFINITA.
02, O HOMEM É PESSOA HUMANA, CRIADA E FINITA.
Firmemo-nos neste ponto: A semelhança natural, entre o homem e DEUS,
está no fato de que; tanto DEUS quanto o homem, têm os mesmos poderes,
os quais, o homem não perdeu com a queda de ADÃO.
Porém a NATUREZA DE DEUS, É PERFEITA, ESPIRITUAL E INFINITA.
Ao passo que a natureza humana, ainda que espiritual, é imperfeita e
finita (não quanto ao futuro, sim quanto ao passado).
V, 3, A SEMELHANÇA MORAL ENTRE O HOMEM E DEUS.
Para que os poderes, com os quais, DEUS equipou o homem, fossem bem
utilizados por este, DEUS também o equipou com um padrão moral.
Este padrão moral, determinaria todas as ações levadas a efeito pelos
poderes do homem, no seu estado de pureza, de tal forma que, todas
elas poderiam ser realizadas à semelhança das ações de DEUS.
Entretanto, o homem pecou, Gên¨3:1−12.
Com sua queda no pecado, o padrão moral do homem ficou deteriorado.
Desta forma, a semelhança moral com DEUS, ficou, como que, desfigurada,
ou descaracterizada.
Com seu padrão moral descaracterizado, o homem faz uso dos seus
poderes naturais, de acordo com o padrão moral que possui.
Portanto, depois da queda, Gên¨3:1-24, a tendência moral do homem é
para o erro, ou seja, para o pecado, em virtude de ter−se tornado
pecador, Sal¨14:3, 53:3; Rom¨3:10, 23.
Só pela fé em JESUS CRISTO, como único e suficiente SALVADOR, o homem,
pode aproximar-se do padrão moral que possuía antes da queda de ADÃO,
1ªCor¨1:4−9, 6:20; Gál¨3:27; 1ªPed¨1:18.
VI, O HOMEM E SEUS DOIS MUNDOS.
Relativamente a tudo o que existe, podemos dizer que o homem vive em,
ou, entre dois mundos.
Cada um dos seus dois mundos, é extremamente importante para o homem,
visto que tudo o que acontece, quer seja bom ou mau, depende do bom ou
mau uso que o ser humano deles faz.

DOUTRINA CRISTÃ DO HOMEM


Estes dois mundos são:
1, MUNDO SUBJETIVO.
2, MUNDO OBJETIVO.
Vejamos, cada um destes em particular.
VI, 1, MUNDO SUBJETIVO DO HOMEM.
O mundo subjetivo, é o conjunto do que há no interior do ser humano, o
qual é composto por dois componentes, quais sejam:
A, NECESSIDADES.
B, PODERES.
Vejamos, também, cada um destes em particular.
VI, 1, A, O HOMEM E AS NECESSIDADES DO MUNDO SUBJETIVO.
Vejamos algumas necessidades do mundo subjetivo do ser humano:
01, Necessidade de alimentos, produzida pela fome.
02, Necessidade de líquidos, produzida pela sede.
03, Necessidade de rever lugares, coisas e pessoas, provocada
pela saudade.
04, Necessidade de conhecimento.
05, Necessidade de aventura.
06, Necessidade de SALVAÇÃO ETERNA.
07, Etc., etc., etc.
VI, 1, B, O HOMEM E OS PODERES DO MUNDO SUBJETIVO.
Os poderes do ser humano, já os estudamos no item V, 2, deste estudo.
Quando as necessidades do mundo subjetivo, se ajuntam aos seus
poderes, o resultado, é a busca de algo que satisfaça a essas mesmas
necessidades no mundo objetivo.
VI, 2, O MUNDO OBJETIVO DO HOMEM.
O mundo objetivo do homem é composto por tudo o que está fora do homem.
Tudo o que é necessário, para satisfazer as necessidades do mundo
subjetivo, só pode ser encontrado, no mundo objetivo.
Exemplificamos a seguir, partindo da lista usada, anteriormente,
quanto à satisfação das necessidades do mundo subjetivo.
01, A FOME É SATISFEITA COM O ALIMENTO.
O ALIMENTO que mata, ou satisfaz, a fome ESTÁ NO MUNDO OBJETIVO,
porque está fora do homem.
02, A SEDE É SATISFEITA COM A ÁGUA.
A ÁGUA que mata, ou satisfaz, a sede ESTÁ NO MUNDO OBJETIVO, porque
está fora do homem.

DOUTRINA CRISTÃ DO HOMEM

03, A SAUDADE QUE O HOMEM TEM DE ALGUÉM É SATISFEITA COM A PRESENÇA


DESSE ALGUÉM.
ALGUÉM QUE SE APRESENTE e mate a saudade ESTÁ NO MUNDO OBJETIVO,
porque está fora do homem.
04, O DESEJO DO CONHECIMENTO É SATISFEITO ATRAVÉS DO ESTUDO DAS FONTES
DO CONHECIMENTO.
AS FONTES DO CONHECIMENTO, que satisfazem o desejo do conhecimento
ESTÃO NO MUNDO OBJETIVO, porque estão fora do homem.
05, O DESEJO DA AVENTURA É SATISFEITO ATRAVÉS DA AVENTURA.
A AVENTURA é levada a efeito com algo, com alguém, ou em algum lugar,
itens estes que, com certeza, ESTÃO NO MUNDO OBJETIVO, porque estão
fora do homem.
06, A NECESSIDADE DE SALVAÇÃO ETERNA É SATISFEITA PELA ACEITAÇÃO DE
JESUS CRISTO COMO ÚNICO E SUFICIENTE SALVADOR.
JESUS CRISTO, que satisfaz a necessidade da SALVAÇÃO ETERNA, ESTÁ NO
MUNDO OBJETIVO, porque está fora do homem.
E assim por diante, todas as necessidades do mundo subjetivo, só poderão ser
satisfeitas através de algo que só pode ser encontrado no mundo objetivo.
Pelos exemplos dados, não há dúvida; tudo o que está fora do homem
pertence ao mundo objetivo.
VI, 3, A LIGAÇÃO ENTRE OS DOIS MUNDOS.
Já dissemos e repetimos.
Quando as necessidades do mundo subjetivo, se ajuntam aos seus poderes, o
resultado, é a busca de algo que satisfaça a essas mesmas necessidades.
Visto que tudo o que pode satisfazer as necessidades do mundo
subjetivo, está no mundo objetivo, há de haver algo que proporcione o
elo de ligação entre ambos.
Este elo de ligação é a FÉ.
Vejamos o funcionamento da fé como elo de ligação entre os dois mundos
do ser humano.
01, O HOMEM SENTE A FOME.
Pela fé busca o alimento.
02, O HOMEM SENTE A SEDE.
Pela fé busca a água.
03, O HOMEM SENTE SAUDADE DE ALGUÉM.
Pela fé faz tudo o que estiver ao seu alcance para encontrar-se com
esse alguém.
04, O HOMEM SENTE DESEJO DO CONHECIMENTO.
Pela fé busca como ou onde encher-se de conhecimento (aprender).

DOUTRINA CRISTÃ DO HOMEM

05, O HOMEM SENTE DESEJO DA AVENTURA.


Pela fé busca satisfaze-la, com alguém, com algo, ou em algum lugar.
06, O HOMEM SENTE A NECESSIDADE DE SALVAÇÃO ETERNA.
Pela fé, ao tomar conhecimento de que JESUS CRISTO é o único que
pode satisfazer tal necessidade, aceita-o como seu ÚNICO E
SUFICIENTE SALVADOR.
Desta forma, a fé é algo de suma importância para o ser humano, visto
que sem a mesma, pouco ou nenhum progresso, poderia ser alcançado.
Assim sendo, o incrédulo usa a fé, apenas para as coisas deste mundo.
Já uma pessoa SALVA POR JESUS CRISTO, usa a FÉ, tanto no âmbito deste
mundo, quanto ao âmbito da vida ESPIRITUAL E ETERNA COM DEUS.
O estudo da doutrina CRISTÃ DA FÉ é mais completo sobre este tema.
VII, O HOMEM E O PECADO.
Após a queda de Adão e Eva, toda a sua descendência passou a ter
natureza pecadora; confirmemos esta declaração nas próximas passagens
BÍBLICAS, 1ºReis¨8:46; 2ºCrô¨6:36; Sal¨51:5, 143:2; Prov¨20:9;
Ecle¨7:20; Rom¨3:10, 23, 5:12.
Em virtude do pecado inato da descendência de Adão, o homem necessita
desesperadamente da SALVAÇÃO ETERNA.
No estudo da DOUTRINA CRISTÃ DO PECADO, veremos mais sobre este assunto.
VIII, A SALVAÇÃO ETERNA DO HOMEM.
A SALVAÇÃO ETERNA é com certeza, o maior presente ou a maior obra de
DEUS, na vida do ser humano, visto que, há uma condenação a ser
cumprida eternamente, por todo aquele que não for salvo por JESUS
CRISTO, João¨3:18.
Porém, DEUS enviou seu FILHO ao mundo, para oferecer a SALVAÇÃO ETERNA à
humanidade, a qual, todas as pessoas de bom senso, devem aceitar, para o
seu próprio bem, bem como, para honra e glória de DEUS, João¨3:16-18.
CONCLUSÃO.
Finalizamos o estudo doutrinário sobre o homem, cremos que o mesmo,
ainda que reduzido, tenha trazido alguns subsídios ao nosso
conhecimento, acerca de nós mesmos.
Façamos uso deste conhecimento, para benefício próprio, do próximo, ou
da IGREJA DE NOSSO SENHOR E SALVADOR JESUS CRISTO, a qual é a
depositária fiel de toda a verdade revelada por DEUS ao ser humano,
para que este ao fazer parte desse corpo, qual seja a IGREJA DO SENHOR
JESUS CRISTO, o honre e glorifique, pois só por intermédio DELE, o ser
humano alcança a gloriosa, e maravilhosa SALVAÇÃO ETERNA.

DOUTRINA CRISTÃ DO HOMEM


BIBLIOGRAFIA.
01, BÍBLIA SAGRADA.
Tradução, Almeida, João Ferreira de.
Edição corrigida e revisada fiel ao texto original.
Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil, 1.994, 1.995, São Paulo, SP, Brasil.
02, CONCISO DICIONÁRIO DE TEOLOGIA CRISTÃ.
Erickson, Millard J.
JUERP, 1.991, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
03, DOUTRINAS, 1.
Novas Edições Líderes Evangélicos.
1a Edição, 1.979, São Paulo, SP, Brasil.
04, ESBOÇO DE TEOLOGIA SISTEMÁTICA.
Langston, A. B.
JUERP 8a Edição, 1.986, Rio De Janeiro, RJ, Brasil.
05, MINIDICIONÁRIO AURÉLIO.
Ferreira, Aurélio Buarque de Holanda.
Editora Nova Fronteira, 1a edição, 6a impressão, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
Postado por MENSAGEM DA ULTIMA HORA às 10:41 0 comentários
MODULO 6
Doutrina Cristã
do
Homem
DOUTRINA CRISTÃ DO HOMEM
PÁGINA
INTRODUÇÃO. 03
I, A CRIAÇÃO DO HOMEM. 03
II, A CONSTITUIÇÃO DO HOMEM. 03
II, 1, A PARTE MATERIAL DO SER HUMANO (CORPO). 04
II, 2, A PARTE IMATERIAL DO SER HUMANO (ALMA E OU ESPÍRITO). 05
II, 3, INTERAÇÃO ENTRE O CORPO E A ALMA. 05
III, A MULTIPLICAÇÃO DO HOMEM. 05
III, 1, A PREEXISTÊNCIA DA ALMA. 05
III, 2, A CRIAÇÃO IMEDIATA DA ALMA. 06
III, 3, A TRANSMISSÃO DA ALMA. 06
IV, O TEMPO DE VIDA DO HOMEM. 06
V, A SEMELHANÇA ENTRE O HOMEM E DEUS. 07
V, 1, A SEMELHANÇA NATURAL ENTRE O HOMEM E DEUS. 08
V, 1, A, CARACTERÍSTICAS DA PESSOA HUMANA. 08
V, 1, A, a, INTELIGÊNCIA. 08
V, 1, A, b, AFEIÇÃO. 08
V, 1, A, c, VONTADE. 08
V, 2, OS PODERES DO SER HUMANO. 09
V, 2, A, O PODER DE PENSAR. 09
V, 2, B, O PODER DE SENTIR. 09
V, 2, B, a, O PODER DE SENTIR FISICAMENTE. 09
V, 2, B, b, O PODER DE SENTIR ABSTRATAMENTE. 09
V, 2, C, O PODER DE QUERER. 09
V, 2, D, O PODER DE PENSAR EM SI MESMO, OU CONSCIÊNCIA PRÓPRIA. 09
V, 2, E, O PODER DE DIRIGIR-SE A SI MESMO, OU DIREÇÃO PRÓPRIA. 09
V, 3, A SEMELHANÇA MORAL ENTRE O HOMEM E DEUS. 10
VI, O HOMEM E SEUS DOIS MUNDOS. 10
VI, 1, MUNDO SUBJETIVO DO HOMEM. 11
VI, 1, A, O HOMEM E AS NECESSIDADES DO MUNDO SUBJETIVO. 11
VI, 1, B, O HOMEM E OS PODERES DO MUNDO SUBJETIVO. 11
VI, 2, O MUNDO OBJETIVO DO HOMEM. 11
VI, 3, A LIGAÇÃO ENTRE OS DOIS MUNDOS. 12
VII, O HOMEM E O PECADO. 13
VIII, A SALVAÇÃO ETERNA DO HOMEM. 13
CONCLUSÃO. 13
BIBLIOGRAFIA. 14
DOUTRINA CRISTÃ DO HOMEM
INTRODUÇÃO.
Este estudo doutrinário sobre o homem, visa mostrar ao salvo por JESUS
CRISTO, um pouco sobre a revelação de DEUS, acerca da pessoa humana.
Estudemos, portanto, algo do que a BÍBLIA SAGRADA revela acerca
de nós mesmos.
Com toda a certeza, seremos beneficiados com este estudo.
I, A CRIAÇÃO DO HOMEM.
Sobre a criação do homem, o que temos de concreto, é o que a BÍBLIA
SAGRADA nos ensina em Gên¨1:26-27, 2:7, 18-25.
Como podemos ver, em termos imateriais, o homem, foi criado à imagem e
semelhança de DEUS, Gên¨1:26-27.
Em termos materiais, o homem foi criado do pó da Terra, Gên¨2:7.
Como ser social DEUS criou o ser humano, com necessidade bem como, com
condições de sociabilidade, já que, este não foi criado isolado, foi
criado, isto sim, como macho e fêmea, homem e mulher, Gên¨1:27, 2:18-25.
II, A CONSTITUIÇÃO DO HOMEM.
Quanto à constituição do ser humano, há duas correntes de pensamento:
01, DICOTOMISTA.
02, TRICOTOMISTA.
Os dicotomista ensinam que o homem se divide em duas partes, quais sejam:
01, A, CORPO.
02, B, ALMA.
Quanto ao corpo, não há problema, visto que é impossível negar a
existência do mesmo, na vida do ser humano, quanto à alma, há vários
versículos, que falam sobre a alma, referindo-se à parte imaterial do
ser humano, Mat¨11:28-29; Tiago¨5:20; 1ªPed¨1:9; Apoc¨6:9, 20:4.
Os tricotomistas ensinam que o homem se divide em três partes, a saber:
01, CORPO.
02, ALMA.
03, ESPÍRITO.
Esta corrente de pensamento tem base em passagens como,
1ªTess¨5:23; Heb¨4:12.
O minidicionário Aurélio define ALMA e ESPÍRITO, entre outros
significados, como sinônimos.
No conciso dicionário de teologia CRISTÃ a ALMA é, assim, definida:
01, Para as ESCRITURAS a vida, o ser ou a própria pessoa.
Teologicamente, o aspecto espiritual do ser humano.
DOUTRINA CRISTÃ DO HOMEM
Para ALMA HUMANA, temos, no mesmo dicionário:
01, Acredita-se ser uma entidade que é a fonte da vida psicológica e
espiritual do homem. Referindo-se a JESUS, a expressão designa que
sua natureza tanto espiritual quanto natural era humana.
Ainda no mesmo dicionário, para ESPÍRITO, temos:
01, Literalmente, “sopro” ou “vento”, o princípio da vida imputado aos
animais e às pessoas humanas e DIVINAS.
Por todas estas definições, quer do minidicionário Aurélio, quer do
conciso dicionário de teologia CRISTÃ, não encontramos dificuldade
alguma para adotarmos a DICOTOMIA (com isto, não estamos negando ou
abominando a tricotomia).
Como já dissemos, os dicotomistas crêem, defendem e ensinam que o ser
humano é constituído de duas partes, uma, a material (O CORPO) e
outra, a imaterial, (A ALMA, E OU O ESPÍRITO, sem haver distinção
entre os dois).
Tiago¨2:26, nos fala apenas de espírito, porém, também poderia ser
usada a palavra alma, sem qualquer dificuldade, visto que tal troca,
não mudaria o sentido da declaração.
Já que adotamos a dicotomia, temos que; o ser humano, é composto por
duas partes, quais sejam:
01, UMA PARTE MATERIAL (CORPO).
02, UMA PARTE IMATERIAL (ALMA E OU ESPÍRITO).
Vejamos, cada uma delas em particular.
II, 1, A PARTE MATERIAL DO SER HUMANO (CORPO).
A parte material do ser humano, é O CORPO.
Podemos dizer, que o corpo, é o invólucro ou a roupa da alma.
O corpo, pode ser considerado, também, como a oficina da alma.
É através do corpo, que as capacidades imateriais do ser humano, podem
ser detectadas, bem como, demonstradas.
Como nos ensina Gên¨2:7, a parte material do homem foi criada, por
DEUS, do pó da Terra.
A própria ciência, confirma que os elementos materiais dos quais o homem
é composto, são os mesmos que fazem parte da composição do planeta Terra.
No corpo estão concentradas todas as funções orgânicas, bem como,
todos os órgãos dos sentidos, (em número de cinco), com os quais, o
homem tem condições de comunicar-se com o mundo exterior, quer seja,
recebendo ou transmitindo informações.

DOUTRINA CRISTÃ DO HOMEM


II, 2, A PARTE IMATERIAL DO SER HUMANO (ALMA E OU ESPÍRITO).
Gên¨2:7 nos informa que, a parte imaterial do ser humano foi colocada
nele, quando DEUS soprou o fôlego de vida nos narizes do corpo que
havia formado, ou seja, que havia criado do pó da Terra, porém ainda
sem vida, tornando-o, logo após esse sopro, em alma vivente, ou seja,
em homem completo.
Ali estava, agora, um homem completo, dotado de corpo, a parte
material do ser humano, bem como da alma, sua parte imaterial.
Antes do sopro DIVINO, havia apenas um corpo sem vida, o qual, fora
feito do pó da Terra.
Após o sopro DIVINO, ali estava, repetimos, um homem completo, sem
nada lhe faltar.
Já que adotamos, a dicotomia, ao falarmos em alma e ou em espírito,
estaremos nos referindo, sempre à parte imaterial do ser humano, como
podemos ver em Tiago¨2:26.
II, 3, INTERAÇÃO ENTRE O CORPO E A ALMA.
Ainda que o homem completo, seja composto por corpo e alma, há com
toda a certeza, uma interação entre estes dois componentes.
Há um provérbio popular, que diz: O coração mais os olhos, são dois
amigos leais; quando o coração está triste, logo os olhos dão sinais¨!
Este provérbio popular, pode muito bem ser comprovado na BÍBLIA
SAGRADA, em Prov¨12:25, 15:13, 17:22 ;Ecle¨8:1.
III, A MULTIPLICAÇÃO DO HOMEM.
DEUS disse ao primeiro casal humano: “Frutificai e multiplicai-vos, e
enchei a Terra”, Gên¨1:28.
Quanto ao corpo, todos sabemos, mais ou menos, como é gerado um ser
humano, porém, quanto à alma, cremos que a maioria das pessoas não
sabe, pois as dificuldades para descobrir e entender a sua criação,
são enormes, já que não pode ser vista, experimentada, nem explicada
pela ciência.
Já, a teologia se propõe chegar à conclusão correta, porém, não há
unanimidade entre os teólogos, sobre este assunto, visto que, para a
alma, há pelo menos três correntes de pensamento, quais sejam:
01, A PREEXISTÊNCIA DA ALMA.
02, A CRIAÇÃO IMEDIATA DA ALMA.
03, A TRANSMISSÃO DA ALMA.
III, 1, A PREEXISTÊNCIA DA ALMA.
Segundo a teoria da preexistência da alma, DEUS criou, não informam
quando, uma quantidade de almas, as quais, estão esperando a criação
de corpos, para neles serem colocados (encarnarem).
Segundo eles, quando um corpo é criado, ou, durante a sua formação,
uma alma vinda, não sabem, nem afirmam de onde, nem como, entra em tal
corpo, formando desta forma um ser humano completo.

DOUTRINA CRISTÃ DO HOMEM


III, 2, A CRIAÇÃO IMEDIATA DA ALMA.
Os defensores da teoria da criação imediata da alma, ensinam que, o
corpo é criado naturalmente, porém, a alma, é criada por DEUS, e
imediatamente colocada no corpo, no momento da sua criação.
III, 3, A TRANSMISSÃO DA ALMA.
A teoria da transmissão da alma, ensina que, os pais transmitem aos
filhos, toda a natureza humana, ou seja, transmitem, tanto o corpo
quanto a alma.
Desta forma, os pais são pais, tanto do corpo como da alma.
CONSIDERAÇÕES SOBRE ESTAS TRÊS TEORIAS.
01, Se as duas primeiras teorias fossem verdadeiras, haveria, talvez,
uma injustiça, da parte de DEUS, visto que:
02, Todos os homens, segundo DEUS, são pecadores, Rom¨3:23.
03, Ora, se a alma é, nas duas teorias, criada por DEUS, e colocada no
corpo, então, o pecado passa a ser só do corpo, não da alma¨!
04, Se estas duas teorias são verdadeiras, porque necessitaria a alma
da SALVAÇÃO ETERNA¨? 1ªPed¨1:9.
05, A conclusão lógica a que chegamos, é que as duas primeiras
teorias, não condizem com o bom senso, nem com a verdade.
06, A terceira teoria, é a que está de acordo com a verdade, visto que:
07, A semelhança entre pais e filhos, é, tanto física, quanto da alma.
08, O pecado, faz parte da natureza, tanto dos pais, quanto dos filhos.
09, O pecado, continua sendo a triste marca do ser humano.
10, DEUS criou o homem, completo, e com o poder de multiplicar-se, ou
seja, reproduzir-se.
11, A teoria da transmissão, de modo algum desmente, o fato de que
todo o ser humano, é criação de DEUS.
12, Confirma-o, isto sim, ensinando-nos que os pais transmitem aos
filhos, tanto o corpo como a alma, ou seja, a transmissão é integral.
IV, O TEMPO DE VIDA DO HOMEM.
Como já vimos, os descendentes de Adão e Eva têm um início de vida, o
qual, acontece na concepção.
Já o final, este, acontece, apenas no que concerne ao corpo terrestre,
material e visível, Gên¨3:19; Ecle¨3:20; 12:7.
Dissemos, corpo terrestre, material e visível, visto que haverá
ressurreição, tanto dos justos, como dos injustos, ou seja, dos
eternamente salvos, quanto dos eternamente condenados, Dan¨12:2;
João¨5:29, uns para viverem eternamente junto de DEUS, outros
juntamente com o diabo.

DOUTRINA CRISTÃ DO HOMEM


Além disso, o corpo terrestre, material e visível de todos os SALVOS
por JESUS CRISTO, que estiverem vivos, quando o SALVADOR vier buscar a
sua IGREJA, será transformado num corpo incorruptível espiritual e
imortal, 1ªCor¨15:44, 51-54; 1ªTess¨4:16-17.
Já a alma, continua sempre viva e consciente.
É bem verdade, que há certas correntes de pensamento, que crêem e
ensinam sobre a aniquilação total da alma, para quem não satisfizer os
requisitos de DEUS.
Na verdade, há algumas passagens BÍBLICAS, que quando tiradas fora do
contexto geral da BÍBLIA SAGRADA, nos dão tal impressão; vejamos
Jó¨7:8-9; Ecle¨9:5, 10; Is¨26:14.
Estas passagens, realmente nos dão a entender, que há aniquilação
total do ser humano.
Porém, quando juntarmos estas a outras passagens BÍBLICAS, as mesmas,
com toda a certeza, nos darão, outro significado; estejamos, portanto,
atentos e abertos à PALAVRA DE DEUS, para entendermos o que ela, como
um todo, nos diz, afim de nos alicerçarmos na verdade.
Vejamos e comparemos as passagens anteriores, com as próximas,
Dan¨12:2; Mat¨25:46; Luc¨16:19-31¨(23-31); João¨5:29; 1ªPed¨3:18-20;
Apoc¨6:9-11, 20:4.
Após a comparação, não há dúvida, a alma continua existindo eternamente.
Desta forma, podemos afirmar; há uma eternidade a ser vivida, quer
seja, junto de DEUS, ou junto do diabo.
V, A SEMELHANÇA ENTRE O HOMEM E DEUS.
A BÍBLIA ensina que, o homem foi criado à imagem e semelhança de DEUS,
Gên¨1:26-27, 5:1; Tiago¨3:9.
À primeira vista, pode parecer que o homem tem sua imagem física
semelhante a DEUS.
Entretanto, esta imagem e semelhança com DEUS não se refere, de forma
alguma, ao físico, visto que, DEUS É ESPÍRITO, não tendo, por isso
corpo físico, como o homem, João¨4:24; 2ªCor¨3:17.
No estudo da DOUTRINA CRISTÃ DE DEUS, afirmamos que os conhecedores da
língua hebraica, idioma da quase totalidade das ESCRITURAS do ANTIGO
TESTAMENTO, incluindo as passagens citadas, nos ensinam que: “As
palavras hebraicas TSELEM e DEMUT, traduzidas por imagem e
semelhança, não se referem a físico”.
Este fato concorda, perfeitamente, com João¨4:24, onde podemos
comprovar que: “DEUS é ESPÍRITO”.
Porque DEUS É ESPÍRITO é invisível ao ser humano, pelo menos, enquanto
este estiver em seu corpo pecaminoso, corruptível e mortal, Col¨1:15;
1ªTim¨1:17, vejamos ainda Luc¨24:39.

DOUTRINA CRISTÃ DO HOMEM


Vejamos também o que nos diz Deut¨4:15-20.
Por isso, Moisés proibiu o povo israelita e, por extensão, a todos os
demais povos da Terra a jamais compararem DEUS a qualquer coisa
existente, quer no céu, quer na Terra, quer debaixo da terra, quer na
água debaixo da terra.
Entretanto, a imagem e semelhança do homem com DEUS existe, porém, no
campo das características e dos poderes.
Todas as características e poderes que o homem possui, os quais serão
estudados no próximo capítulo, fazem, com toda a certeza, parte da
existência do CRIADOR.
Entretanto, o pecado do homem causou uma derrocada na eficiência dos
mesmos, ou seja, tais poderes ficaram como que desfigurados, ou
extremamente deficientes.
A semelhança entre o homem e DEUS é verificada em dois aspectos,
quais sejam:
1, SEMELHANÇA NATURAL.
2, SEMELHANÇA MORAL.
Vejamos cada uma destas em particular.
V, 1, A SEMELHANÇA NATURAL ENTRE O HOMEM E DEUS.
A semelhança natural entre o homem e DEUS, refere-se às características
e poderes pessoais, dos quais o homem, também, é possuidor.
V, 1, A, CARACTERÍSTICAS DA PESSOA HUMANA.
Todas as pessoas, ou seres pessoais, entre os quais está o ser humano,
possuem três características distintivas, as quais, por isso mesmo, os
distinguem de todos os demais seres, tais características são:
a, INTELIGÊNCIA.
b, AFEIÇÃO.
c, VONTADE.
Vejamos, as possibilidades que estas características, oferecem ao homem.
V, 1, A, a, INTELIGÊNCIA.
A inteligência, dá ao homem o poder pensar em coisas concretas,
abstratas e, inclusive, sobre si mesmo.
V, 1, A, b, AFEIÇÃO.
A afeição, oferece ao homem, o poder de sentir dor, amor, ódio,
amargura, alegria, tristeza, etc.
V, 1, A, c, VONTADE.
A vontade, proporciona ao homem, o poder de querer, por isso, pode
dirigir-se a si mesmo, pode dar ordens, bem como, obedecer a ordens
dadas por outras pessoas.
Estas três características, proporcionam ao ser humano vários poderes.

DOUTRINA CRISTÃ DO HOMEM

V, 2, OS PODERES DO SER HUMANO.


As características estudadas, proporcionam ao homem, cinco tipos de
poderes, quais sejam:
A, PODER DE PENSAR.
B, PODER DE SENTIR.
C, PODER DE QUERER.
D, PODER DE PENSAR EM SI MESMO (CONSCIÊNCIA PRÓPRIA).
E, PODER DE DIRIGIR-SE A SI MESMO (DIREÇÃO PRÓPRIA).
Todos estes poderes, podem, muito bem ser confirmados na BÍBLIA SAGRADA.
V, 2, A, O PODER DE PENSAR.
Há, na BÍBLIA SAGRADA, uma grande quantidade de passagens referentes à
capacidade que o homem tem de pensar, vejamos algumas; Sal¨94:11,
139:2; Amós¨4:13; Mat¨9:4; Filip¨4:8.
V, 2, B, O PODER DE SENTIR.
Esta capacidade pode manifestar-se no homem, física ou abstratamente.
V, 2, B, a, O PODER DE SENTIR FISICAMENTE.
01, O poder de sentir dor, Jó¨33:19; 1ªTess¨5:3.
02, O poder de sentir prazer da carne, Prov¨21:17; 2ªPed¨2:13.
V, 2, B, b, O PODER DE SENTIR ABSTRATAMENTE.
01, O poder de sentir prazer, Sal¨1:2; 2ªCor¨12:10.
02, O poder de sentir perplexidade, Luc¨21:25, 24:4; At¨5:24, 25:20;
Gál¨4:20; 2ªCor¨4:8.
03, O poder de sentir amor, 1ªPed¨4:8; 2ªPed¨1:7.
04, O poder de sentir tristeza, Sal¨119:28; Jer¨8:18; Rom¨9:2; 2ªCor¨9:7.
05, O poder de sentir ira, 1ºSam¨20:30; 2ªCor¨12:20; Gál¨5:20; Col¨3:8.
V, 2, C, O PODER DE QUERER.
O poder de querer, do qual o homem é possuidor, é muito forte, de tal
forma que, dependendo da sua vontade, pode encaminhar-se, para o bem,
Prov¨11:11, 23; Rom¨2:10, ou para o mal, Sal¨78:10; Jer¨5:3;
Mat¨21:30; Rom¨7:18; Gál¨6:12.
V, 2, D, O PODER DE PENSAR EM SI MESMO, OU CONSCIÊNCIA PRÓPRIA.
Esta é uma qualidade que só os seres inteligentes, entre os quais, o
homem, possui, qual seja, o poder da consciência própria, a qual,
proporciona ao homem, condições de referir-se a si mesmo, Êx¨6:30;
Jó¨10:1; Jer¨1:6; Luc¨12:19; At¨4:20; 1ªCor¨13:11, 14:19.
V, 2, E, O PODER DE DIRIGIR-SE A SI MESMO, OU DIREÇÃO PRÓPRIA.
Esta, é outra capacidade, com que o ser humano é dotado, a qual,
dependendo do seu uso, pode colocá-lo ou não, a serviço de DEUS,
Ez¨3:15; Luc¨9:57; At¨18:6; 1ªCor¨4:19; 2ªCor¨13:1.

DOUTRINA CRISTÃ DO HOMEM


Quando da manifestação, de qualquer um destes cinco poderes, que o
homem possui, sempre são demonstradas, em grau mais ou menos elevado,
repetimos, as suas três características, quais sejam:
A INTELIGÊNCIA, A AFEIÇÃO E A VONTADE.
Todos estes poderes, dos quais o homem é detentor, DEUS, também os possui.
Por isso, o homem, é naturalmente, semelhante a DEUS.
Desta forma, o homem é pessoa, tanto quanto DEUS o é.
Porém, é bom que entendamos que; O homem é semelhante, não igual a
DEUS, visto que:
01, DEUS É PESSOA DIVINA, INCRIADA, CRIADORA, ETERNA E INFINITA.
02, O HOMEM É PESSOA HUMANA, CRIADA E FINITA.
Firmemo-nos neste ponto: A semelhança natural, entre o homem e DEUS,
está no fato de que; tanto DEUS quanto o homem, têm os mesmos poderes,
os quais, o homem não perdeu com a queda de ADÃO.
Porém a NATUREZA DE DEUS, É PERFEITA, ESPIRITUAL E INFINITA.
Ao passo que a natureza humana, ainda que espiritual, é imperfeita e
finita (não quanto ao futuro, sim quanto ao passado).
V, 3, A SEMELHANÇA MORAL ENTRE O HOMEM E DEUS.
Para que os poderes, com os quais, DEUS equipou o homem, fossem bem
utilizados por este, DEUS também o equipou com um padrão moral.
Este padrão moral, determinaria todas as ações levadas a efeito pelos
poderes do homem, no seu estado de pureza, de tal forma que, todas
elas poderiam ser realizadas à semelhança das ações de DEUS.
Entretanto, o homem pecou, Gên¨3:1−12.
Com sua queda no pecado, o padrão moral do homem ficou deteriorado.
Desta forma, a semelhança moral com DEUS, ficou, como que, desfigurada,
ou descaracterizada.
Com seu padrão moral descaracterizado, o homem faz uso dos seus
poderes naturais, de acordo com o padrão moral que possui.
Portanto, depois da queda, Gên¨3:1-24, a tendência moral do homem é
para o erro, ou seja, para o pecado, em virtude de ter−se tornado
pecador, Sal¨14:3, 53:3; Rom¨3:10, 23.
Só pela fé em JESUS CRISTO, como único e suficiente SALVADOR, o homem,
pode aproximar-se do padrão moral que possuía antes da queda de ADÃO,
1ªCor¨1:4−9, 6:20; Gál¨3:27; 1ªPed¨1:18.
VI, O HOMEM E SEUS DOIS MUNDOS.
Relativamente a tudo o que existe, podemos dizer que o homem vive em,
ou, entre dois mundos.
Cada um dos seus dois mundos, é extremamente importante para o homem,
visto que tudo o que acontece, quer seja bom ou mau, depende do bom ou
mau uso que o ser humano deles faz.

DOUTRINA CRISTÃ DO HOMEM


Estes dois mundos são:
1, MUNDO SUBJETIVO.
2, MUNDO OBJETIVO.
Vejamos, cada um destes em particular.
VI, 1, MUNDO SUBJETIVO DO HOMEM.
O mundo subjetivo, é o conjunto do que há no interior do ser humano, o
qual é composto por dois componentes, quais sejam:
A, NECESSIDADES.
B, PODERES.
Vejamos, também, cada um destes em particular.
VI, 1, A, O HOMEM E AS NECESSIDADES DO MUNDO SUBJETIVO.
Vejamos algumas necessidades do mundo subjetivo do ser humano:
01, Necessidade de alimentos, produzida pela fome.
02, Necessidade de líquidos, produzida pela sede.
03, Necessidade de rever lugares, coisas e pessoas, provocada
pela saudade.
04, Necessidade de conhecimento.
05, Necessidade de aventura.
06, Necessidade de SALVAÇÃO ETERNA.
07, Etc., etc., etc.
VI, 1, B, O HOMEM E OS PODERES DO MUNDO SUBJETIVO.
Os poderes do ser humano, já os estudamos no item V, 2, deste estudo.
Quando as necessidades do mundo subjetivo, se ajuntam aos seus
poderes, o resultado, é a busca de algo que satisfaça a essas mesmas
necessidades no mundo objetivo.
VI, 2, O MUNDO OBJETIVO DO HOMEM.
O mundo objetivo do homem é composto por tudo o que está fora do homem.
Tudo o que é necessário, para satisfazer as necessidades do mundo
subjetivo, só pode ser encontrado, no mundo objetivo.
Exemplificamos a seguir, partindo da lista usada, anteriormente,
quanto à satisfação das necessidades do mundo subjetivo.
01, A FOME É SATISFEITA COM O ALIMENTO.
O ALIMENTO que mata, ou satisfaz, a fome ESTÁ NO MUNDO OBJETIVO,
porque está fora do homem.
02, A SEDE É SATISFEITA COM A ÁGUA.
A ÁGUA que mata, ou satisfaz, a sede ESTÁ NO MUNDO OBJETIVO, porque
está fora do homem.

DOUTRINA CRISTÃ DO HOMEM


03, A SAUDADE QUE O HOMEM TEM DE ALGUÉM É SATISFEITA COM A PRESENÇA
DESSE ALGUÉM.
ALGUÉM QUE SE APRESENTE e mate a saudade ESTÁ NO MUNDO OBJETIVO,
porque está fora do homem.
04, O DESEJO DO CONHECIMENTO É SATISFEITO ATRAVÉS DO ESTUDO DAS FONTES
DO CONHECIMENTO.
AS FONTES DO CONHECIMENTO, que satisfazem o desejo do conhecimento
ESTÃO NO MUNDO OBJETIVO, porque estão fora do homem.
05, O DESEJO DA AVENTURA É SATISFEITO ATRAVÉS DA AVENTURA.
A AVENTURA é levada a efeito com algo, com alguém, ou em algum lugar,
itens estes que, com certeza, ESTÃO NO MUNDO OBJETIVO, porque estão
fora do homem.
06, A NECESSIDADE DE SALVAÇÃO ETERNA É SATISFEITA PELA ACEITAÇÃO DE
JESUS CRISTO COMO ÚNICO E SUFICIENTE SALVADOR.
JESUS CRISTO, que satisfaz a necessidade da SALVAÇÃO ETERNA, ESTÁ NO
MUNDO OBJETIVO, porque está fora do homem.
E assim por diante, todas as necessidades do mundo subjetivo, só poderão ser
satisfeitas através de algo que só pode ser encontrado no mundo objetivo.
Pelos exemplos dados, não há dúvida; tudo o que está fora do homem
pertence ao mundo objetivo.
VI, 3, A LIGAÇÃO ENTRE OS DOIS MUNDOS.
Já dissemos e repetimos.
Quando as necessidades do mundo subjetivo, se ajuntam aos seus poderes, o
resultado, é a busca de algo que satisfaça a essas mesmas necessidades.
Visto que tudo o que pode satisfazer as necessidades do mundo
subjetivo, está no mundo objetivo, há de haver algo que proporcione o
elo de ligação entre ambos.
Este elo de ligação é a FÉ.
Vejamos o funcionamento da fé como elo de ligação entre os dois mundos
do ser humano.
01, O HOMEM SENTE A FOME.
Pela fé busca o alimento.
02, O HOMEM SENTE A SEDE.
Pela fé busca a água.
03, O HOMEM SENTE SAUDADE DE ALGUÉM.
Pela fé faz tudo o que estiver ao seu alcance para encontrar-se com
esse alguém.
04, O HOMEM SENTE DESEJO DO CONHECIMENTO.
Pela fé busca como ou onde encher-se de conhecimento (aprender).

DOUTRINA CRISTÃ DO HOMEM


05, O HOMEM SENTE DESEJO DA AVENTURA.
Pela fé busca satisfaze-la, com alguém, com algo, ou em algum lugar.
06, O HOMEM SENTE A NECESSIDADE DE SALVAÇÃO ETERNA.
Pela fé, ao tomar conhecimento de que JESUS CRISTO é o único que
pode satisfazer tal necessidade, aceita-o como seu ÚNICO E
SUFICIENTE SALVADOR.
Desta forma, a fé é algo de suma importância para o ser humano, visto
que sem a mesma, pouco ou nenhum progresso, poderia ser alcançado.
Assim sendo, o incrédulo usa a fé, apenas para as coisas deste mundo.
Já uma pessoa SALVA POR JESUS CRISTO, usa a FÉ, tanto no âmbito deste
mundo, quanto ao âmbito da vida ESPIRITUAL E ETERNA COM DEUS.
O estudo da doutrina CRISTÃ DA FÉ é mais completo sobre este tema.
VII, O HOMEM E O PECADO.
Após a queda de Adão e Eva, toda a sua descendência passou a ter
natureza pecadora; confirmemos esta declaração nas próximas passagens
BÍBLICAS, 1ºReis¨8:46; 2ºCrô¨6:36; Sal¨51:5, 143:2; Prov¨20:9;
Ecle¨7:20; Rom¨3:10, 23, 5:12.
Em virtude do pecado inato da descendência de Adão, o homem necessita
desesperadamente da SALVAÇÃO ETERNA.
No estudo da DOUTRINA CRISTÃ DO PECADO, veremos mais sobre este assunto.
VIII, A SALVAÇÃO ETERNA DO HOMEM.
A SALVAÇÃO ETERNA é com certeza, o maior presente ou a maior obra de
DEUS, na vida do ser humano, visto que, há uma condenação a ser
cumprida eternamente, por todo aquele que não for salvo por JESUS
CRISTO, João¨3:18.
Porém, DEUS enviou seu FILHO ao mundo, para oferecer a SALVAÇÃO ETERNA à
humanidade, a qual, todas as pessoas de bom senso, devem aceitar, para o
seu próprio bem, bem como, para honra e glória de DEUS, João¨3:16-18.
CONCLUSÃO.
Finalizamos o estudo doutrinário sobre o homem, cremos que o mesmo,
ainda que reduzido, tenha trazido alguns subsídios ao nosso
conhecimento, acerca de nós mesmos.
Façamos uso deste conhecimento, para benefício próprio, do próximo, ou
da IGREJA DE NOSSO SENHOR E SALVADOR JESUS CRISTO, a qual é a
depositária fiel de toda a verdade revelada por DEUS ao ser humano,
para que este ao fazer parte desse corpo, qual seja a IGREJA DO SENHOR
JESUS CRISTO, o honre e glorifique, pois só por intermédio DELE, o ser
humano alcança a gloriosa, e maravilhosa SALVAÇÃO ETERNA.

DOUTRINA CRISTÃ DO HOMEM

BIBLIOGRAFIA.
01, BÍBLIA SAGRADA.
Tradução, Almeida, João Ferreira de.
Edição corrigida e revisada fiel ao texto original.
Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil, 1.994, 1.995, São Paulo, SP, Brasil.
02, CONCISO DICIONÁRIO DE TEOLOGIA CRISTÃ.
Erickson, Millard J.
JUERP, 1.991, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
03, DOUTRINAS, 1.
Novas Edições Líderes Evangélicos.
1a Edição, 1.979, São Paulo, SP, Brasil.
04, ESBOÇO DE TEOLOGIA SISTEMÁTICA.
Langston, A. B.
JUERP 8a Edição, 1.986, Rio De Janeiro, RJ, Brasil.
05, MINIDICIONÁRIO AURÉLIO.
Ferreira, Aurélio Buarque de Holanda.
Editora Nova Fronteira, 1a edição, 6a impressão, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
Postado por MENSAGEM DA ULTIMA HORA às 10:40 0 comentários

MODULO 7
Doutrina Cristã do Pecado

DOUTRINA CRISTÃ DO PECADO.


PÁGINA
INTRODUÇÃO. 03
I, PECADO, O QUE ɨ? 03
II, O ROTEIRO DO PECADO, ATÉ CHEGAR AO SER HUMANO. 04
II, 1, A CRIAÇÃO SEM PECADO. 04
II, 2, O PECADO NA ESFERA ANGELICAL. 04
II, 3, O PECADO NA ESFERA HUMANA. 05
II, 3, A, O HOMEM SEM PECADO. 05
II, 3, B, O HOMEM COM PECADO (PECADOR). 05
III, A RAIZ DO PECADO. 05
IV, CONSEQÜÊNCIAS DIRETAS DO PECADO DE ADÃO, SOBRE SI PRÓPRIO. 05
IV, 1, MORTE FÍSICA. 05
IV, 2, MORTE ESPIRITUAL. 06
IV, 2, A, PERDA DA SEMELHANÇA MORAL ENTRE O HOMEM E DEUS. 06
IV, 2, B, A EXCLUSÃO DA PRESENÇA DE DEUS. 06
V, O PECADO DE ADÃO E A SOLIDARIEDADE DA RAÇA HUMANA. 07
V, 1, A DEPRAVAÇÃO (CORRUPÇÃO). 07
V, 1, A, A DEPRAVAÇÃO, NO ASPECTO NEGATIVO. 08
V, 1, B, A DEPRAVAÇÃO NO ASPECTO POSITIVO. 08
V, 2, A CULPA. 08
V, 3, O PECADO MORTAL. 09
V, 4, A PENA. 09
VI, A UNIVERSALIDADE DO PECADO. 10
VII, CONSEQÜÊNCIAS DO PECADO DE ADÃO NO MUNDO EM GERAL. 10
VIII, O PROCESSO PARA A PRÁTICA DO PECADO VOLUNTÁRIO. 11
VIII, 1, TENTAÇÃO, OU CONVITE, PARA A PRÁTICA DO PECADO. 11
VIII, 2, CONSENTIMENTO PESSOAL PARA A PRÁTICA DO PECADO. 12
VIII, 3, PRÁTICA DO PECADO. 12
IX, A DIMENSÃO DO PECADO. 12
X, O CRENTE E O PECADO. 13
XI, O CASTIGO DO PECADO DO SER HUMANO. 13
XII, O PERDÃO DIVINO DO PECADO, ATRAVÉS DE UM SUBSTITUTO. 14
XIII, O CRENTE E OS PECADOS DOS SEUS SEMELHANTES, QUER SEJAM, IRMÃOS OU NÃO. 14
XIV, PERCEPÇÃO PESSOAL DA PRÁTICA DO PECADO. 15
CONCLUSÃO. 16
BIBLIOGRAFIA. 17
DOUTRINA CRISTÃ DO PECADO
INTRODUÇÃO.
Conhecer sobre a doutrina CRISTÃ do pecado, é muito importante para o
CRISTÃO, visto que este, ainda que salvo por JESUS CRISTO, continua
sendo pecador.
Estudemos, portanto, acerca da doutrina CRISTÃ do pecado, pois cremos
ser de grande utilidade para todos os CRISTÃOS desejosos de obedecer a
DEUS, com sua vida o mais distante possível do pecado.
I, PECADO, O QUE ɨ?
Em seu minidicionário, Aurélio dá a seguinte definição:
01, Transgressão de preceito religioso.
02, Falta, culpa.
Segundo o conciso dicionário de teologia CRISTÃ, pecado, significa:
01, Qualquer ação, atitude ou disposição que fracasse em cumprir ou
alcançar de modo completo os padrões de DEUS.
02, Pode ser uma transgressão real da LEI DE DEUS ou uma falha em
viver segundo SUAS normas.
O dicionário da BÍBLIA, DE JOHN D. DAVIS, nos diz:
01, Qualquer falta de conformidade com a LEI DE DEUS, ou qualquer
transgressão desta LEI.
02, Pecado de omissão consiste em deixar de fazer o que a LEI DE DEUS
ordena; e pecado de comissão consiste em fazer o que a LEI proíbe.
O teólogo A. B. Langston, define pecado, como sendo:
01, Um estado mau da alma ou da personalidade.
Temos aqui, duas definições de cunho secular e quatro de cunho teológico.
Como vimos, não há unanimidade, porém, em qualquer dos casos,
encontramos a desobediência em ação, ou a capacidade para a mesma.
À luz da BÍBLIA SAGRADA e na sua expressão mais elementar, podemos
afirmar que pecado é:
01, DESOBEDIÊNCIA À VONTADE DE DEUS, Rom¨5:19.
02, PRÁTICA DO MAL, 1ªPed¨3:9-12.
03, INIQUIDADE, 1ªJoão¨3:4.
A desobediência à VONTADE DE DEUS pode acontecer, diretamente, ao próprio
DEUS, ou indiretamente, através do mau relacionamento com o próximo.

DOUTRINA CRISTÃ DO PECADO


Além disso, a desobediência, pode ser voluntária ou involuntária.
Por tudo isto, podemos definir pecado, como segue:
TRANSGRESSÃO, OU DESOBEDIÊNCIA VOLUNTÁRIA OU INVOLUNTÁRIA CONTRA
DEUS, E OU CONTRA OS DIRETOS DO NOSSO PRÓXIMO.
II, O ROTEIRO DO PECADO, ATÉ CHEGAR AO SER HUMANO.
Pelo que podemos verificar na BÍBLIA SAGRADA, ainda que DEUS haja
criado o mal, Is¨44:24, 45:7, o pecado, nem sempre existiu, visto que,
nem sempre houve seres pessoais desobedientes a DEUS.
É bom sabermos, que o mal em si, não é pecado.
Pecado, é a prática do mal, concretizada ou levada a efeito por um ser
pessoal e inteligente (angelical ou humano).
Por isso, afirmamos que há um roteiro, percorrido pelo pecado, até
chegar ao ser humano.
II, 1, A CRIAÇÃO SEM PECADO.
Ao contemplarmos a CRIAÇÃO levada a efeito por DEUS, a qual, está
registrada em Gênesis, capítulos 1 e 2, vemos a declaração de DEUS, de
que tudo o que criara era muito bom, Gên¨1:31.
Por isso, afirmamos, quando da criação do universo, este estava isento
da presença do pecado.
II, 2, O PECADO NA ESFERA ANGELICAL.
Os anjos, os quais são seres pessoais e inteligentes, também foram criados
por DEUS sem pecado, ou seja, ao serem criados, nenhum deles era pecador.
Podemos conferir esta declaração em Ez¨28:11-19¨(13-15).
A passagem fala do rei de Tiro, entretanto, o rei de Tiro jamais
esteve no Éden, jamais foi perfeito, bem como, jamais foi querubim
ungido para proteger.
Todas estas qualificações cabem, apenas e tão-somente, a um
personagem, o diabo, o principal dos demônios, o qual é chamado de
belzebu em Mat¨12:24; Mar¨3:22; Luc¨11:15.
Os demônios são os anjos que cederam às maquinações do que fora uma
criatura criada em perfeição, mas que se sublevou contra DEUS.
As próximas passagens BÍBLICAS nos falam, diretamente dos anjos
desobedientes, 2ªPed¨2:4; Judas¨1:6.
Podemos inferir, pela passagem de Apoc¨12:3−4 que o diabo conseguiu
arrastar após si, pela bajulação e mentira, da qual é pai, João¨8:44,
a terça parte dos anjos do céu, os quais, na passagem de Apocalipse,
são tratados, como estrelas do céu.
Portanto, na esfera angelical, ou seja, entre os anjos, o pecado teve
início, no coração do anjo, (querubim), que agora é diabo, culminando com
sua rebelião, juntamente com os seus seguidores angelicais, contra DEUS.

DOUTRINA CRISTÃ DO PECADO

II, 3, O PECADO NA ESFERA HUMANA.


O ser humano é pecador, Rom¨3:10, 23, porém, nem sempre foi assim.
II, 3, A, O HOMEM SEM PECADO.
Semelhantemente aos anjos, o homem (ser humano) também foi criado sem
pecado, Gên¨1:26-28, 31, 2:7-9, 15-17, 25.
II, 3, B, O HOMEM COM PECADO (PECADOR).
O pecado entrou na vida do ser humano, por instigação ou tentação
diabólica, para que desobedecesse à simples ordem de DEUS, a qual está
registrada em Gên¨3:1-24¨(1-6).
O homem desobedeceu a DEUS, para obedecer ao diabo.
A partir do momento daquela desobediência, Gên¨3:7-24, todo o ser
humano passou a ser pecador aos olhos de DEUS, Sal¨14:3, 53:3
Rom¨3:10-12, 23, 5:12.
III, A RAIZ DO PECADO.
O pecado, tem sua raiz, fundamento, ou essência, no egoísmo.
Foi assim com o diabo e seus anjos (os demônios).
O egoísmo do ser que seria o diabo, desejando ser, até, superior a
DEUS, fê-lo rebelar-se contra O CRIADOR, Ez¨28:11-19.
Assim foi também com o homem; este instigado pelo diabo, deixou o
egoísmo tomar conta de si, desejando, por isso, ser igual a DEUS,
Gên¨3:1-24¨(1-6).
IV, CONSEQÜÊNCIAS DIRETAS DO PECADO DE ADÃO, SOBRE SI PRÓPRIO.
O pecado de Adão, trouxe repentinamente graves conseqüências sobre si.
Com o pecado de Adão, este morreu, Gên¨2:17 e, depois dele, toda a sua
descendência, Rom¨5:12, 17, 21, 6:23.
A morte de Adão aconteceu em dois aspectos, quais sejam:
1, MORTE FÍSICA.
2, MORTE ESPIRITUAL.
Vejamos cada uma em separado.
Antes de tudo, é bom que saibamos que; teológica ou doutrinariamente
morte, significa separação.
IV, 1, MORTE FÍSICA.
A morte física, ocorreu, em conseqüência do pecado.
Esta morte, afetou a constituição do ser humano, causando-lhe a
separação entre o corpo e a alma, Gên¨3:19; Ecle¨12:7.

DOUTRINA CRISTÃ DO PECADO


Porém, de forma alguma queremos afirmar que se o homem não tivesse
pecado, não haveria separação entre o corpo e a alma.
Entretanto, no caso de haver tal separação, com certeza, não teria o
caráter punitivo, como o tem nas atuais circunstâncias, punição que,
naturalmente, proveio em conseqüência do pecado.
IV, 2, MORTE ESPIRITUAL.
A morte espiritual é a separação entre o homem e DEUS.
A morte espiritual, trouxe consigo alguns resultados, quais sejam:
A, PERDA DA SEMELHANÇA MORAL ENTRE O HOMEM E DEUS.
B, A EXCLUSÃO DA PRESENÇA DE DEUS.
Vejamos cada uma destas em particular.
IV, 2, A, PERDA DA SEMELHANÇA MORAL ENTRE O HOMEM E DEUS.
Antes da queda do homem no pecado, este era semelhante a DEUS, tanto
natural como moralmente, Gên¨1:26-27.
Após a queda, a semelhança moral entre o homem e DEUS ficou afetada, por
isso, o homem deixou de ser, moralmente, semelhante a DEUS, Rom¨3:10−23.
Consequentemente, houve uma corrupção, ou perversão dos poderes do ser
humano, quais sejam:
01, A INTELIGÊNCIA.
02, A AFEIÇÃO.
03, A VONTADE.
Em virtude da perversão de todos os poderes e características do ser
humano, todas as suas tendências pendem para o pecado, Gên¨6:11-12;
Sal¨14:1-3; Rom¨3:10-18.
Assim sendo, o homem tornou-se mais para a sua carne e pecado do que
para o espírito e comunhão com DEUS.
IV, 2, B, A EXCLUSÃO DA PRESENÇA DE DEUS.
O pecado trouxe ao homem, a exclusão da presença de DEUS,
Gên¨3:8, 23−24.
Esta situação se reverte, pela REGENERAÇÃO individual do ser humano,
operada por DEUS, em todo a pessoa humana que crê em JESUS CRISTO,
como seu ÚNICO E SUFICIENTE SALVADOR, 2ªCor¨5:17; Tito¨3:4−7.
Com a REGENERAÇÃO, a comunhão entre o homem e DEUS, é restabelecida,
recebendo, aquele, a permissão de entrar na CIDADE SANTA pelas portas,
como podemos ver em Apoc¨22:14.

DOUTRINA CRISTÃ DO PECADO


V, O PECADO DE ADÃO E A SOLIDARIEDADE DA RAÇA HUMANA.
Segundo o minidicionário Aurélio, solidariedade, significa:
01, Laço ou vínculo recíproco de pessoas ou coisas independentes.
02, Apoio a causa, princípio, etc, de outrem.
03, Sentido moral que vincula o indivíduo à vida, aos interesses de um
grupo social, duma nação, ou da humanidade.
O conciso dicionário de teologia cristã, nos diz acerca da
solidariedade da raça humana:
01, Referência à idéia de que toda a humanidade é descendente dos
mesmos ancestrais. Assim, foi afetada pelos atos de Adão,
especialmente, o primeiro pecado no jardim do Éden.
Das definições dos dois dicionários, excetuando-se a segunda do
minidicionário Aurélio, a qual, depende da vontade pessoal, podemos
ver a ligação incondicional de todos os seres humanos, em todo e
qualquer lugar, bem como em todas as épocas da história humana.
Devido à solidariedade da raça humana, toda a descendência de Adão
sofreu em conseqüência do seu pecado.
Vejamos o que diz Rom¨5:12, passagem esta que confirma o que dissemos
no parágrafo anterior.
Por isto, todas as pessoas humanas, as quais são descendentes de Adão,
nascem no mesmo estado em que este caiu, ou seja, pecadoras, visto
que, carregam consigo quatro características, quais sejam:
1, A DEPRAVAÇÃO.
2, A CULPA.
3, O PECADO MORTAL.
4, A PENA.
Vejamos cada uma delas em separado.
V, 1, A DEPRAVAÇÃO (CORRUPÇÃO).
O minidicionário Aurélio, define depravação como:
01, Ato ou efeito de depravar¨(se).
02, Degeneração mórbida.
Para depravar, o mesmo dicionário nos diz:
01, Danificar, corromper.
02, Corromper, degenerar.
O conciso dicionário de teologia CRISTÃ, para corrupção, nos diz:
01, Estado pecaminoso, corrompido ou poluído da natureza de alguém.
Portanto, a depravação do ser humano, consiste em: A corrupção do homem,
referente à sua natureza inicial, em conseqüência do pecado de Adão.

DOUTRINA CRISTÃ DO PECADO

A depravação provoca, com toda a certeza uma tendência para o mal,


Gên¨6:11−12; Sal¨14:1-3; Rom¨3:10-12.
A depravação, para ser bem entendida, deve ser olhada sob dois aspectos:
A, A DEPRAVAÇÃO NO ASPECTO NEGATIVO.
B, A DEPRAVAÇÃO NO ASPECTO POSITIVO.
V, 1, A, A DEPRAVAÇÃO, NO ASPECTO NEGATIVO.
Esta, não significa que o ser humano, está totalmente desprovido de
boas qualidades, as quais, de uma certa forma, quando colocadas em
ação, agradam a DEUS, At¨10:1-47¨(4, 22, 31).
Também não quer dizer que o homem esteja totalmente inconsciente e, em
conseqüência dessa inconsciência, possa levar a efeito a prática de
todo e qualquer mal, sem que seja considerado culpado, Naum¨1:2-3.
Por isso, a depravação do ser humano, por causa do pecado, ainda que
todas as suas tendências sejam para o mal, não faz dele um ser mau por
excelência, ou seja, cem por cento (100%) mau.
Se a depravação do ser humano, o deixasse 100% mau, jamais haveria
possibilidade do mesmo ter a SALVAÇÃO ETERNA, visto que, esta
contrariaria a natureza humana, a qual seria, totalmente má.
V, 1, B, A DEPRAVAÇÃO NO ASPECTO POSITIVO.
Esta, significa que, o ser humano (natural), está totalmente afastado
do amor para com DEUS, o qual deveria fazer parte da sua natureza.
A depravação provocou uma mudança no foco das atenções humanas, de tal
forma que, o homem ama e honra mais alguma coisa criada do que o seu
CRIADOR (DEUS), Rom¨1:25.
Além disso, há até, como que uma antipatia do homem, já depravado,
para com DEUS.
A depravação, provocou no homem uma antipatia para com as coisas
espirituais.
Todas as suas tendências, são mais para o mal do que para o bem.
Na verdade, o homem natural (corrompido), jamais será tão ruim como o
pode ser, porém é, sem sombra de dúvida, sempre ruim.
Leiamos Gên¨6:5 e confirmemos todas estas declarações.
V, 2, A CULPA.
O minidicionário Aurélio, nos diz de culpa:
01, Conduta negligente ou imprudente danosa a outrem.
02, Falta voluntária contra a moral, um preceito religioso ou a lei.
03, Responsabilidade por ação ou omissão prejudicial, reprovável ou
criminosa.

DOUTRINA CRISTÃ DO PECADO


O conciso dicionário de teologia CRISTÃ nos diz:
01, Responsabilidade em punir delitos. O termo é muitas vezes empregado
na intuição de culpabilidade, que pode não ter base objetiva.
Este mesmo dicionário nos diz de culpa objetiva:
01, Culpa baseada na veracidade de um delito. Opõe-se aos sentimentos
de culpa, que pode não ser adequada ou merecida.
Portanto, a culpa do homem, é: O resultado do seu pecado, o qual é, na
verdade, um ato mau.
A culpa é intransferível, isto é, o culpado do pecado é sempre quem o
pratica, Ez¨18:1-20.
Para que haja castigo correto, é necessário que haja culpa, sendo o
castigo, resultante da culpa.
V, 3, O PECADO MORTAL.
Em conseqüência do pecado de Adão, toda a sua descendência, ou seja,
toda a humanidade, está (naturalmente) morta em ofensas e pecados,
João¨5:24; Ef¨2:1-3, 4:17-19; Col¨2:13.
Esta condição só é possível reverter-se, porque DEUS ama a todo o ser
humano, João¨3:16, amor, este, que o levou a colocar o meio (JESUS
CRISTO) à disposição do ser humano, para que este possa ter vida, e
vida em abundância João¨10:10.
Há também, o pecado da blasfêmia contra o ESPÍRITO SANTO, o qual, só
pode ser levada a efeito, por quem tem conhecimento da verdade,
Mat¨12:31-32; Mar¨3:28-29; Luc¨12:10; Heb¨6:4-8.
A blasfêmia contra o ESPÍRITO SANTO, aguça o grau da condenação
eterna, já que é o maior de todos os pecados, vejamos os próximos
exemplos de aguçamento da condenação em virtude da maior gravidade dos
pecados, Mat¨10:15; Luc¨10:12-15.
No estudo da DOUTRINA CRISTÃ DO ESPÍRITO SANTO temos mais material
sobre a blasfêmia contra o ESPÍRITO SANTO.
Desta forma, o pecado mortal, na dimensão CRISTÃ, é diferente da
conotação dada pela igreja católica, a qual, ensina que, há pecados
veniais (dignos de vênia; perdoáveis), e pecados mortais, ou capitais,
para os quais, não há possibilidade de perdão.
Pelo que vimos anteriormente, à luz da BÍBLIA SAGRADA, o único pecado
que não tem perdão é a blasfêmia contra o ESPÍRITO SANTO.
V, 4, A PENA.
O minidicionário Aurélio nos diz acerca de pena:
01, Castigo, punição.
02, Sofrimento.
03, Dó.
04, Tristeza.
DOUTRINA CRISTÃ DO PECADO
A pena em pauta, é o castigo, a punição, o sofrimento, pelo qual o
homem passa, em conseqüência dos seus pecados, visto que, o pecado
sempre traz como resultado o sofrimento.
O conciso dicionário de teologia CRISTÃ, nos diz de pena:
01, Disciplina imposta pela igreja aos pecadores após confissão.
Trata-se de um sacramento nas igrejas Ortodoxas Orientais e
católica romana que exige a prática de certos atos como forma de
pagamento parcial pela culpa dos pecados.
Esta prática, usada pelas igrejas citadas, carece de base BÍBLICA,
para ser colocada e praticada pelo CRISTIANISMO AUTÊNTICO.
Entretanto, como não podia deixar de ser, nos mostra uma certa forma
de castigo.
No aspecto espiritual, a pena é o resultado inevitável do pecado.
Isto é visto claramente em Ez¨18:20.
Entretanto, DEUS não deixa o ser humano entregue exclusivamente às
leis naturais, ao contrário, movido por seu amor, João¨3:16,
providenciou o substituto (JESUS CRISTO) para sofrer a pena merecida
pelos pecados do crente, para que este não sofra a pena devida pelos
seus pecados, Mat¨26:27-28; 1ªCor¨15:3; Gál¨1:3-4; Heb¨10:10-14.
Por isto, relativamente à pena, há distinção entre o crente e o
incrédulo.
As próximas passagens mostram o castigo temporal para os crentes,
Deut¨8:5; Prov¨3:12; Heb¨12:6-11; Apoc¨3:19.
As próximas passagens mostram o castigo eterno para os incrédulos,
João¨3:18b; Apoc¨20:15, 21:8.
VI, A UNIVERSALIDADE DO PECADO.
O pecado de Adão, afetou, com toda a certeza toda a humanidade.
Vejamos o que nos diz a BÍBLIA SAGRADA a este respeito, Gên¨6:11−12;
Sal¨14:1-4, 53:1−3; Rom¨3:10-18, 23, 5:12.
Como vimos, todos os descendentes de Adão são pecadores, em virtude do
pecado deste (excetuando-se, naturalmente, JESUS CRISTO).
Por isso, o homem tem absoluta necessidade do SALVADOR JESUS CRISTO,
Rom¨5:20-21.
O pecado está tão enraizado no ser humano, que este pode, até, pecar
involuntariamente, Lev¨5:17-19.
VII, CONSEQÜÊNCIAS DO PECADO DE ADÃO NO MUNDO EM GERAL.
Não só o ser humano ficou prejudicado em conseqüência do pecado de Adão.
O mundo em geral, também, sofreu em conseqüência do pecado de Adão,
vejamos o que a BÍBLIA SAGRADA nos diz sobre isto, Gên¨3:17-18.
Is¨11:1-9¨(6-9), nos mostra que toda este transtorno, deixará de
existir no momento certo, através do broto ou rebento do tronco de
Jessé (JESUS CRISTO), para honra e glória de DEUS.
DOUTRINA CRISTÃ DO PECADO
VIII, O PROCESSO PARA A PRÁTICA DO PECADO VOLUNTÁRIO.
A prática de todo e qualquer pecado voluntário, levada a efeito pelo
ser humano, inclusive pelo crente em JESUS CRISTO, jamais acontece por
acaso ou inconscientemente, a não ser nos pecados involuntários,
aqueles que são cometidos, sem que a vontade o determine, ou seja, os
pecados alheios à vontade do homem.
A prática do pecado é, na realidade o final de um processo, ou de uma
caminhada de três passos, como podemos ver a seguir:
1, TENTAÇÃO, OU CONVITE, PARA A PRÁTICA DO PECADO.
2, CONSENTIMENTO PESSOAL PARA A PRÁTICA DO PECADO.
3, PRÁTICA DO PECADO.
Vejamos cada uma em particular.
VIII, 1, TENTAÇÃO, OU CONVITE, PARA A PRÁTICA DO PECADO.
A tentação é o acontecimento inicial do processo que leva o homem à
prática do pecado.
A tentação é um convite ao ser humano, para praticar o pecado.
Sem que haja a tentação, jamais alguém chegará à prática do pecado.
Todo o pecado cometido por um ser humano tem seu nascedouro numa tentação.
Toda a tentação para a prática do pecado sempre tem por trás o maior
inimigo do ser humano, que é o diabo.
A tentação para a prática do pecado, pode acontecer de duas formas:
01, DIRETAMENTE PELO DIABO.
O diabo pode tentar, diretamente, o homem atuando em sua inteligência,
através dos seus sentidos, Gên¨3:1-5; Mat¨4:1-11; Mar¨1:12-13; Luc¨4:1-13.
02, ATRAVÉS DE UM SERVIDOR DO DIABO.
A tentação para a prática do pecado, também pode acontecer através de
um servo do diabo.
O servo do diabo, pode ser uma pessoa incrédula, At¨20:19
Porém, infelizmente, também pode ser um crente em JESUS CRISTO que
esteja momentaneamente em estado pecaminoso e, portanto, a serviço do
diabo, Mat¨16:21-23.
Porém, uma coisa é certa, jamais, qualquer tentação virá da parte de
DEUS, Tiago¨1:13.
O crente em JESUS CRISTO há de estar tranqüilo, no tocante à
experiência da tentação para a prática do pecado, tendo em sua mente,
o que declaramos a seguir:
A TENTAÇÃO, EM SI, PARA A PRÁTICA DO PECADO, NÃO É PECADO.
Se a tentação para a prática do pecado fosse pecado, JESUS CRISTO seria
pecador, já que foi tentado em tudo, como nós, Heb¨2:17-18, 4:14-15.
Porém, para o bem da humanidade, mas de um modo todo especial dos
salvos, ainda que duramente tentado, jamais JESUS CRISTO pecou,
João¨8:46; 2ªCor¨5:21; Heb¨4:14-15; 1ªPed¨2:21-23; 1ªJoão¨3:5.

DOUTRINA CRISTÃ DO PECADO


VIII, 2, CONSENTIMENTO PESSOAL PARA A PRÁTICA DO PECADO.
Após a tentação acontecer, a pessoa pode consentir ou não com o
convite, ou tentação, para a prática do pecado.
Quando uma pessoa consente com o convite para a prática do pecado,
está a um passo de cometer o pecado, o qual é alvo da tentação.
O consentimento para a prática do pecado é uma demonstração ou prova
da fragilidade humana.
Ainda que o pecado alvo da tentação não tenha sido praticado, mas haja no
coração o consentimento para a prática do pecado, este consentimento, em
si mesmo, já é pecado, por isso, o salmista clama a DEUS, Sal¨141:4.
Porém, o pecado é agravado quando passa, apenas, do consentimento à
execução ou à pratica do pecado, alvo da tentação, Prov¨14:14, 17:20.
Quando a pessoa, especialmente o crente em JESUS CRISTO, não consente com a
tentação para a prática do pecado está, com toda a certeza, glorificando a
DEUS, Heb¨12:1, como JESUS CRISTO o glorificou, como podemos ver nas
próximas passagens BÍBLICAS, Mat¨4:1-11; Mar¨1:12-13; Luc¨4:1-13.
VIII, 3, PRÁTICA DO PECADO.
A prática do pecado, é a consumação da desobediência a DEUS, visto que,
ao invés de dar ouvidos a DEUS que ama, imensamente, o ser humano, dá
ouvidos e obedece ao ser que mais odeia, tanto o ser humano, Gên¨3:1-5;
Ef¨6:11; 1ªPed¨ 5:8, quanto ao próprio CRISTO, 2ªCor¨6:15.
IX, A DIMENSÃO DO PECADO.
Há quem pense, creia e ensine que pecado não tem tamanho, ou seja,
todo o pecado é igual, entretanto, podemos verificar na BÍBLIA que não
é assim, havendo, portanto, à luz da justiça de DEUS várias graduações
de pecado, como veremos nos próximos exemplos, e passagens BÍBLICAS:
Referindo-se a Sodoma e Gomorra, DEUS diz: “O seu pecado se tem
agravado muito”, Gên¨18:20.
Concernente ao bezerro de ouro, Moisés disse: “Vós cometestes grande
pecado” e “Este povo cometeu grande pecado”, Êx¨32:30-31.
Alguém pode pecar mais do que seus pais, Jer¨7:26, 16:12.
A iniquidade (pecado) pode multiplicar-se, Esd¨9:6.
Vejamos Mat¨10:14-15, 11:20-24; Luc¨10:10-15, se haverá mais rigor para
alguns, significa que, de uma forma ou de outra, seu pecado é maior.
Vejamos também, Luc¨12:35-48¨(47-48).
No episódio da negação de JESUS, Pedro se aprofundou no pecado, Mat¨26:74.
O pecado de Judas, segundo JESUS CRISTO, é maior do que o pecado de
Pilatos, João¨19:11.
Os pecadores podem agravar os seus pecados, 2ªTim¨3:13.
Quem conhece a VERDADE, ao pecar é pior (maior pecador, comete pecado
maior) do que quem não a conhece, 2ªPed¨2:20.

DOUTRINA CRISTÃ DO PECADO


Há pecado para morte e pecado que não é para morte (morte do corpo),
1ªJoão¨5:16-17.
Ananias e Safira cometeram pecado para morte, porque em conseqüência
do seu pecado, foram punidos com a morte, At¨5:1-11.
Há ainda o pecado da blasfêmia contra o ESPÍRITO SANTO, o maior de
todos os pecados, visto que, para o mesmo não há, qualquer,
possibilidade de perdão, Mat¨12:31-32; Mar¨3:28-29; Luc¨12:10.
O pecado da blasfêmia contra o ESPÍRITO SANTO só pode ser cometido por
incrédulos, já que a pessoa salva tem a sua SALVAÇÃO garantida pelo
próprio JESUS CRISTO, João¨6:37-40, 10:27-30.
X, O CRENTE E O PECADO.
Ainda que o salvo por JESUS CRISTO, esteja livre do castigo eterno,
não está livre da sua triste condição de pecador, pois, ainda que,
salvo por JESUS CRISTO, continua sendo pecador, 1ªJoão¨1:8-10.
Porém, é um pecador lavado e remido pelo sangue de JESUS CRISTO,
1ªCor¨6:11; Ef¨1:7; Col¨1:14; Tito¨2:14, 3:5.
Por isso mesmo, livre da condenação eterna, Rom¨8:1-2.
Entretanto, a exemplo de Paulo, o pecado está na sua natureza (carne),
sendo impossível livrar-se dessa triste condição, enquanto, ainda
nesta vida, Rom¨6:1-7:25.
Porém, para o salvo por JESUS CRISTO, há o recurso e ou a necessidade do
reconhecimento, arrependimento, da confissão dos pecados, do pedido de
perdão e o consolo da certeza do perdão, dado por DEUS, em conseqüência da
sua fé em JESUS CRISTO COMO ÚNICO E SUFICIENTE SALVADOR, 1ªJoão¨1:8-2:2.
XI, O CASTIGO DO PECADO DO SER HUMANO.
Todo o ser humano é pecador, Rom¨3:10, 23, 5:12; 1ªJoão¨1:8.
Paulo afirma em Rom¨6:23, “O salário do pecado é a morte”.
Desta forma, já que todo o ser humano é pecador, merece a morte,
Rom¨5:12, 17, 21, 6:23; Tiago¨1:15.
Na realidade é isto que acontece.
A pessoa incrédula, ou seja, a não salva por JESUS CRISTO, em
conseqüência dos seus pecados, tanto o pecado da raça quanto os
pecados pessoais, MORRE ETERNAMENTE, João¨3:18; Apoc¨20:15, 21:8.
A pessoa salva por JESUS CRISTO, também tem todos os seus pecados
castigados com morte.
Porém, este castigo, que os seus pecados o fazem merecer, não é pago
por si mesmo, ou seja, com a própria morte.
Quem paga, com a morte, os pecados das pessoas salvas por JESUS CRISTO é
JESUS CRISTO, o SALVADOR, o qual se entregou à morte numa cruz no
Calvário, para perdoar os pecados de todos os seres humanos, que o
aceitam como ÚNICO E SUFICIENTE SALVADOR, Rom¨5:8; Heb¨9:14-15, 24-26.

DOUTRINA CRISTÃ DO PECADO

XII, O PERDÃO DIVINO DO PECADO, ATRAVÉS DE UM SUBSTITUTO.


O perdão DIVINO, não é nada mais nada menos do que o cancelamento do castigo
referente aos pecados, cujo castigo, todo o ser humano é merecedor.
O perdão DIVINO dos pecados só acontece na vida de uma pessoa salva
por JESUS CRISTO, porque JESUS CRISTO é O CORDEIRO DE DEUS QUE TIRA O
PECADO DO MUNDO, João¨1:29.
Desta forma, JESUS CRISTO se entregou na cruz do Calvário, como o
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRA O PECADO DO MUNDO, para perdoar todos os
pecados de todos aqueles que o aceitaram, aceitam, ou aceitarão como
ÚNICO E SUFICIENTE SALVADOR, Heb¨9:14-15; 1ªJoão¨1:7.
Portanto, todos os pecados de uma pessoa salva por JESUS CRISTO, são
perdoados, porque pagos com a morte, porém, com a morte de um SUBSTITUTO,
o qual, é o próprio SALVADOR JESUS CRISTO, 1ªCor¨15:3; Heb¨2:9-10.
JESUS CRISTO é, portanto, o único SUBSTITUTO do ser humano
(daquele que o aceita como ÚNICO E SUFICIENTE SALVADOR), que
satisfaz plenamente a JUSTIÇA DE DEUS, Gál¨1:4; Ef¨5:2.
Por isso, DEUS não aceitou o sacrifício de Isaque, Gên¨22:1-14¨(11-12).
Repetimos:
Os pecados de uma pessoa SALVA POR JESUS CRISTO são perdoados, porque
pagos com a morte substitutiva do SALVADOR JESUS CRISTO.
XIII, O CRENTE E OS PECADOS DOS SEUS SEMELHANTES, QUER SEJAM,
IRMÃOS OU NÃO.
O crente em JESUS CRISTO, visto que se relaciona com muitas pessoas, quer
sejam irmãos, ou não, também se relaciona com os pecados de todos.
Por isso, JESUS CRISTO nos dá algumas diretrizes, as quais devem ser
obedecidas, a fim de vivermos uma vida espiritual mais abençoada.
Vejamos o que JESUS CRISTO nos diz em Mat¨7:1-5 e na passagem paralela
de Luc¨6:41-42.
Estas duas passagens BÍBLICAS, não querem, de forma alguma dizer que, os
nossos pecados são sempre maiores do que os dos nossos irmãos, e que os
pecados destes não devam ser levados em consideração, mas que devemos
olhar cada um à luz de um padrão, o qual, deve ser o mesmo usado para
nós, de tal forma que haja harmonia no trato fraternal e eclesiástico.
Quando todos os irmãos usam o mesmo padrão, com toda a certeza, o amor
fraternal será muito forte, ao ponto de DEUS ser exaltado através dos
seus filhos.
Há outra passagem BÍBLICA muito conhecida, mas, que traz grandes
prejuízos espirituais, quando negligenciada, Mat¨6:9-15.
Vejamos a cláusula proposta por JESUS CRISTO, para sermos tratados por
DEUS, como bons ou maus filhos.

DOUTRINA CRISTÃ DO PECADO


Conforme o Vs¨12, nós é que determinamos o tratamento que DEUS nos
dará, relativamente aos nossos pecados, quando dizemos: E perdoa-nos
as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores.
Quando, meditamos, ou citamos este versículo, necessitamos pensar, não só
no que nos interessa, mas também, no que interessa ao nosso semelhante,
seja ele irmão ou não, pois estamos, como que, dizendo a DEUS:
Usa da tua justiça para comigo, como eu uso a minha justiça, para com
o meu semelhante.
Por isso, JESUS CRISTO, nos diz nos Versículos 14 e 15: “Porque, se
perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso PAI CELESTIAL vos
perdoará a vós; se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas,
também vosso PAI não vos perdoará as vossas ofensas”.
Mar¨11:25-26 e Luc¨11:1-4, são passagens BÍBLICAS, que reforçam a
passagem estudada anteriormente.
É bom lembrar, que, os SALVOS POR JESUS CRISTO, relativamente à VIDA
ETERNA, têm os seus pecados perdoados, porém, na vida temporal,
receberão o justo castigo e a justa repreensão dada por DEUS, em
conseqüência da rebeldia e falta de amor, como podemos ver nas
próximas passagens BÍBLICAS, Deut¨8:5; Prov¨3:12; Heb¨12:6.
JESUS CRISTO, nos deu o exemplo, estando na cruz do Calvário, ao
dizer: “PAI perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”, Luc¨23:34.
Além destas poderosas palavras de JESUS CRISTO, temos muitos ensinamentos
BÍBLICOS, que nos incitam a perdoarmos os nossos semelhantes, a fim de
termos um bom relacionamento com os mesmos, bem como, para sermos
agradáveis a DEUS; Mat¨5:39-48; Luc¨6:27-38; At¨7:8-60¨(60); Rom¨12:14-21;
1Co¨4:6-21¨(12-13); 1ªPed¨2:18-25¨(21-23).
Quanto ao relacionamento estrito com nossos irmãos, temos, também, a
palavra abalizada de JESUS CRISTO em Mat¨18:15-22; Luc¨17:1-4.
XIV, PERCEPÇÃO PESSOAL DA PRÁTICA DO PECADO.
Todo o ser humano, desde que conheça os preceitos que devem moldar a
sua vida, sabe quando está transgredindo tais preceitos.
Por isso, uma pessoa que furta, se esconde atrás da noite, atrás de
uma máscara, atrás de uma arma para que não haja reação, etc.
Todos os demais delitos sociais, têm mais ou menos, as mesmas
características.
O homem salvo por JESUS CRISTO, tem esta percepção muito mais aguçada,
em virtude da sua condição de filho de DEUS e de ter o ESPÍRITO SANTO
para mostrar-lhe quando está errado ou não.
Desta forma, com toda a certeza, o crente sabe que está pecando,
desde que não sinta tranqüilidade e alegria completa com o que
está fazendo ou praticando.
Todas as vezes que um crente está pecando sozinho o desejo da sua
consciência é que ninguém veja, nem tenha conhecimento do pecado que
está cometendo.

DOUTRINA CRISTÃ DO PECADO


Sempre que um crente está pecando acompanhado, o desejo da sua
consciência é que ninguém mais tenha conhecimento do pecado que está
cometendo, além do seu companheiro ou companheiros.
Além da consciência interior, que acusa ou mostra ao crente quando este
está pecando, este, talvez na imensa maioria das vezes, se recusa a
obedecer à ação do ESPÍRITO SANTO, At¨7:51; Ef¨4:30, o qual trabalha em
sua mente para que abandone rapidamente o pecado que está cometendo.
Graças a DEUS, muitas vezes o crente obedece à ação do ESPÍRITO SANTO,
e abandona o pecado, ainda que esteja no exercício da sua prática.
Por tudo isto, não é difícil, para um crente em JESUS CRISTO,
detectar, por si mesmo, se o momento que está vivendo, está sendo um
momento pecaminoso, ou não.
Se o que um crente estiver fazendo, puder ser visto por todos,
principalmente pelo povo de DEUS sem ser, justamente, censurado ou
condenado, com certeza está agindo de acordo com a vontade de DEUS,
caso contrário, infelizmente, estará pecando e isso não é bom para si
nem agradável a DEUS.
Apenas um lembrete, a nosso ver, necessário.
Toda a vez que o crente se deixa levar pela tentação e peca, não poderá,
jamais, culpar a DEUS, pela tentação, nem pelo pecado cometido, já que:
“Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é DEUS, que não vos
deixará tentar acima do que podeis, antes com a tentação dará também o
escape, para que a possais suportar”, 1ªCor¨10:13.
CONCLUSÃO.
Com este estudo, ficamos sabendo em quem teve início o pecado, como
chegou ao ser humano, bem como, quais suas conseqüências sobre o homem
e sobre o mundo em geral.
Graças a DEUS, porque JESUS CRISTO carregou sobre si, todo o castigo
de todos os pecados cometidos por todos aqueles que o aceitam como seu
ÚNICO E SUFICIENTE SALVADOR, e que, portanto, receberam de suas
bondosas mãos, a maravilhosa e gloriosa SALVAÇÃO ETERNA.

DOUTRINA CRISTÃ DO PECADO


BIBLIOGRAFIA.
01, BÍBLIA SAGRADA.
Tradução, Almeida, João Ferreira de.
Edição corrigida e revisada fiel ao texto original.
Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil, 1.994, 1.995, São Paulo, SP, Brasil.
02, CONCISO DICIONÁRIO DE TEOLOGIA CRISTÃ.
Erickson, Millard J.
JUERP, 1.991, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
03, DICIONÁRIO DA BÍBLIA.
Davis, John D.
JUERP, 7a Edição, 1.980, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
04, DOUTRINAS, 1.
Novas Edições Líderes Evangélicos.
1a edição, 1.979, São Paulo, Brasil.
05, ESBOÇO DE TEOLOGIA SISTEMÁTICA.
Langston, A. B.
JUERP 8a Edição, 1.986, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
06, MINIDICIONÁRIO AURÉLIO.
Ferreira, Aurélio Buarque de Holanda.
Editora Nova fronteira.
1a edição, 6a impressão, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

*********************************************************

CURSO DE TEOLOGIA –MODULO 8

DOUTRINA CRISTÃ DA FÉ.


PÁGINA
INTRODUÇÃO. 03
I, A FÉ, O QUE ɨ? 03
II, FÉ. 04
III, ESPÉCIES DE FÉ. 05
III, 1, FÉ NATURAL. 05
III, 1, A, FÉ NATURAL EM PESSOAS E OU ORGANIZAÇÕES. 05
III, 1, B, FÉ NATURAL ADQUIRIDA. 06
III, 1, C, FÉ NATURAL REALIZADORA. 06
III, 1, C, a, A FÉ NATURAL REALIZADORA NA VIDA DE UMA PESSOA NÃO SALVA POR J CRISTO. 07
III, 1, D, LIMITAÇÕES DA FÉ NATURAL. 07
III, 2, FÉ CRISTÃ. 07
III, 2, A, O DOM DE DEUS DA FÉ CRISTÃ SALVADORA (ESPIRITUAL). 08
III, 2, B, O DOM DE DEUS DA FÉ CRISTÃ ADQUIRIDA (ESPIRITUAL). 08
III, 2, C, O DOM DE DEUS DA FÉ CRISTÃ REALIZADORA, (ESPIRITUAL). 09
IV, A DIMENSÃO DA FÉ. 10
IV, 1, PEQUENA OU POUCA FÉ. 10
IV, 2, GRANDE FÉ. 10
IV, 3, FÉ INCOMPLETA. 10
IV, 4, FÉ ENFERMA. 10
V, A FÉ E A ORAÇÃO. 10
VI, A FÉ, ELO DE LIGAÇÃO ENTRE OS MUNDOS SUBJETIVO E OBJETIVO DO SER HUMANO. 11
VII, A FÉ E ALGUNS CORRELATOS. 12
VII, 1, A FÉ E A FALTA DE FÉ. 12
VII, 2, A FÉ E A CONFIANÇA. 12
VII, 3, A FÉ E A DESCONFIANÇA. 12
VII, 4, A FÉ E A CRENÇA (CREDULIDADE). 13
VII, 5, A FÉ E A DESCRENÇA (INCREDULIDADE). 13
VII, 6, A FÉ E A FIDELIDADE. 13
VII, 7, A FÉ E A INFIDELIDADE. 13
VIII, VÁRIAS PASSAGENS BÍBLICAS RELATIVAS À FÉ
E A ASSUNTOS CORRELATOS, EXTRAÍDAS DA BÍBLIA SAGRADA. 13
CONCLUSÃO. 27
BIBLIOGRAFIA. 28
DOUTRINA CRISTÃ DA FÉ.
INTRODUÇÃO.
A FÉ é um assunto extremamente importante na vida do ser humano, visto
que, este, dela faz uso desde a sua infância até a mais avançada idade.
Para o CRISTÃO, a FÉ assume uma importância ainda maior, já que da
mesma (como DOM DE DEUS), depende a sua SALVAÇÃO ETERNA.
Porém, a FÉ CRISTÃ, não se restringe apenas e tão somente à FÉ
SALVADORA, há outras áreas em que a FÉ sobressai.
Por isso, a FÉ é um tema que deve ser estudado por toda a pessoa salva
por JESUS CRISTO, para ter uma vida espiritual mais tranqüila.
Assim sendo, o que iremos estudar acerca da FÉ, com toda a certeza,
contribuirá e muito para o bem estar espiritual da pessoa salva por
JESUS CRISTO.
I, A FÉ, O QUE ɨ?
Segundo o minidicionário Aurélio, FÉ é:
01, Crença religiosa.
02, Conjunto de dogmas e doutrinas que constituem um culto.
03, Religião, A primeira virtude teologal: Adesão e anuência pessoal a
DEUS.
04, Firmeza na execução de uma promessa ou compromisso.
05, Crença, confiança.
06, Testemunho autêntico, escrito, de certos funcionários que tem
força em juízo.
Para o conciso dicionário de teologia CRISTÃ, FÉ, significa:
Crença e compromisso a alguma coisa ou pessoa. A FÉ CRISTÃ implica de
modo especial uma confiança e aceitação completa da pessoa e obra de
CRISTO como a base de relacionamento do indivíduo com DEUS.
O dicionário da BÍBLIA, nos dá, uma definição mais elaborada para
FÉ, vejamos:
Existe diferença entre crença e FÉ. Crença é o assentimento ao
testemunho; e a FÉ é o mesmo assentimento ao testemunho acompanhado de
confiança. A FÉ é um princípio ativo; é um ato da inteligência e da
vontade. A distinção entre crença e FÉ avalia-se pela diferença entre
as frases “crede-me e confiai em mim”. O verbo crer convém a ambos os
vocábulos, FÉ e crença. Na BÍBLIA, FÉ ou crença quer dizer confiança
absoluta em tudo que DEUS tem revelado, Gên¨15:6; Deut¨32:20;
Mar¨11:22; Rom¨4:3-5. Por ela agiram os heróis da ESCRITURA, Heb¨11.
Em sentido especial, a FÉ consiste na confiança que se tem no testemunho que
DEUS dá de si mesmo, referente à missão de NOSSO SENHOR JESUS CRISTO,
João¨5:24, e no testemunho de JESUS a respeito de si mesmo, comparar
João¨3:18, com At¨3:16 e 20:21. A FÉ no REDENTOR pela qual o pecador confia
nele só, é essencial à SALVAÇÃO, João¨3:15-16, 18; Ef¨2:8 e seguintes.
A crença em sua existência histórica, e na verdade de suas DOUTRINAS, pode
ser produzida pela evidência, mas a FÉ em CRISTO e a confiança nele para a
SALVAÇÃO, não se pode conseguir do mesmo modo. É DOM de DEUS, Ef¨2:8. O
ESPÍRITO aplica a verdade à alma. Os meios humanos entram como elemento de
cooperação com o ESPÍRITO para produzir a FÉ, Rom¨10:17. A FÉ pode existir
em diversos graus de intensidade, Rom¨4:19-20; 14:1. Os apóstolos, quando
sentiam a fraqueza da sua FÉ, pediram a JESUS que ela lhes fosse aumentada,
Luc¨17:5. A FÉ opera pelo amor, Gál¨5:6, e vence o mundo, 1ªJoão¨5:4. Apesar
de sua grande importância, não é a maior das graças cristãs, a maior de
todas elas é a caridade, ou o amor, 1ªCor¨13:13.
O sistema de DOUTRINA REVELADA por DEUS para a SALVAÇÃO, chama-se FÉ,
At¨6:7, 24:24; Rom¨1:5, etc.
A BÍBLIA SAGRADA nos diz, em Heb¨11:1; Ora a FÉ é o firme fundamento
das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem.
Todo o capítulo 11 da carta aos hebreus, nos relata sobre esta
gloriosa realidade.
Destas quatro fontes de definição acerca da palavra FÉ, podemos
verificar que a mesma, é algo muito importante na vida do ser humano,
principalmente na vida do crente em JESUS CRISTO, pois a mesma é uma
característica essencial à vida CRISTÃ, visto que, sem a mesma, nos
diz a BÍBLIA SAGRADA em Heb¨11:6 “É IMPOSSÍVEL AGRADAR A DEUS”.
Podemos, portanto, dizer que FÉ, é:
Confiança, ou crença em alguma coisa ou em alguém, ou nos dois em conjunto.
Neste caso, a FÉ CRISTÃ é:
Confiança ou crença em DEUS e em todos os seus relatos e ensinamentos,
registrados na sua palavra, a BÍBLIA SAGRADA.
II, FÉ.
A palavra FÉ é, em termos de tamanho, praticamente insignificante.
Como palavra, é apenas uma sílaba com duas letras, sendo a segunda acentuada.
Porém, a FÉ, é um assunto, extremamente, grandioso, em vista do quanto
pode ser alcançado, e realizado, por intermédio da mesma (não por
intermédio da palavra, mas, por intermédio da FÉ que cada pessoa tem e
coloca em prática).
A FÉ é uma qualidade inata do ser humano, a qual, o acompanha durante
toda a sua vida material (a não ser as pessoas destituídas da razão).
A FÉ permeia todas as decisões da vida, bem como, todas as conquistas.
Até as derrotas e ou os fracassos, têm enorme relação com a FÉ, já
que, a FÉ é que leva um ser humano a realizar algo que, após
realizado, não produza os resultados esperados.
A FÉ, como já dissemos, pode ser aplicada, numa grande quantidade de
aspectos, por isso, quando se fala sobre FÉ, é necessário saber qual a área
da FÉ que está sendo tratada, para evitar confusão ou desentendimento.
Hebreus¨11:1, nos ensina que a FÉ é o firme fundamento das coisas que
se esperam, e a prova das coisas que se não vêem.
Desta forma, a FÉ está ligada ao invisível (ainda que seja real e
verdadeira), principalmente a FÉ CRISTÃ, a qual, está baseada no
invisível e não no visível, como podemos ver, também, em 2ªCor¨5:7.
III, ESPÉCIES DE FÉ.
Trataremos neste capítulo, de duas áreas amplas nas quais as pessoas
agem através da FÉ ou dela usufruem:
1, FÉ NATURAL.
2, FÉ CRISTÃ.
Estas duas áreas com suas subdivisões, cremos, abarcam todas as
situações da vida do ser humano.
III, 1, FÉ NATURAL.
Como o próprio nome indica, FÉ natural é a FÉ que todo o ser humano
normal possui.
Já um bebê a possui¨! Quando ele chora, sua FÉ natural está sendo
colocada em ação, aguarda ser atendido e logo alguém o atende (a não
ser em casos excepcionais).
Tanto as pessoas crentes, como as não crentes possuem a FÉ natural.
Não confundamos, portanto, a FÉ natural com a FÉ CRISTÃ, aquela todos
os seres humanos normais são dotados, esta, provinda de DEUS, apenas
as pessoas salvas por JESUS CRISTO a possuem.
Porém, repetimos, tanto as pessoas crentes como as não crentes possuem
a FÉ natural.
A FÉ natural, da qual todo o ser humano é possuidor, é que possibilita
ao homem normal usufruir de todas as dimensões e áreas da FÉ.
A FÉ NATURAL, TODAS AS PESSOAS NORMAIS POSSUEM, QUER SEJAM OU NÃO
SALVAS, E PODEMOS VERIFICÁ-LA, EM PELO MENOS TRÊS ASPECTOS.
A, FÉ NATURAL EM PESSOAS, OU ORGANIZAÇÕES.
B, FÉ NATURAL ADQUIRIDA.
C, FÉ NATURAL REALIZADORA.
Vejamos cada um destes itens em particular.
III, 1, A, FÉ NATURAL EM PESSOAS E OU ORGANIZAÇÕES.
Quando uma pessoa vai consultar-se com um médico, chama um pedreiro,
um encanador, um eletricista, etc, para resolver algum problema em
cada uma destas áreas específicas, está colocando em prática a sua FÉ
natural numa pessoa (profissional).
Quando isto acontece, a pessoa confia, tem FÉ, ou crê que a pessoa
(profissional) escolhida resolverá o seu problema.
Quando alguém faz um empréstimo em dinheiro a outra pessoa, está
colocando em prática sua FÉ natural numa pessoa, visto que, espera
receber, da mesma, seu dinheiro de volta.
Quando uma pessoa compra um objeto ou aparelho numa loja comercial, e
concorda em que a entrega do objeto comprado seja feita em sua casa no
dia seguinte, está colocando em prática sua FÉ natural numa
organização comercial.
Quando uma pessoa abre uma conta bancária, lá depositando todas as
suas economias, está colocando em prática sua FÉ natural numa
organização, qual seja, um estabelecimento bancário.
Quando alguém, através de um advogado, entra na justiça para resolver
um problema, está colocando em prática sua FÉ natural numa pessoa
(advogado), bem como, numa organização oficial (a justiça).
Quando alguém, ou organização, exige o reconhecimento de uma firma em
cartório, está colocando em prática sua FÉ natural numa outra
organização oficial (o cartório).
Os exemplos seriam inúmeros, porém, cremos que estes são suficientes
para o nosso propósito.
III, 1, B, FÉ NATURAL ADQUIRIDA.
A FÉ natural adquirida, é a FÉ que vem através do estudo e da
experiência pessoal.
Pelo estudo, o homem tem FÉ nas fórmulas matemáticas, nas mais
variadas áreas da ciência, etc, e até na área espiritual.
Pela experiência (FÉ experimental), o homem comprova ensinamentos
alheios (em laboratórios pessoais, ou escolares), bem como, dependendo
de suas experiências, pode aprender coisas novas, aumentando assim,
seus conhecimentos e, por isso, a sua FÉ.
Pela experiência, o homem sabe que:
Dois mais dois são quatro.
A vacina protege o organismo humano de uma grave enfermidade.
Quem trabalha (salvo, raras exceções), recebe o seu salário na
época estipulada.
Quem toma um ônibus tem FÉ que o mesmo levará ao local esperado.
Na área espiritual, aprendemos pela experiência que DEUS é bom e justo.
Etc., etc., etc.
Quanto mais conhecimentos uma pessoa adquire, mais confiança vai tendo
em si própria.
III, 1, C, FÉ NATURAL REALIZADORA.
A FÉ natural realizadora, é um tipo de FÉ natural, da qual todas as
pessoas normais possuem em maior ou menor intensidade.
Tanto as pessoas salvas por JESUS CRISTO, quanto as não salvas,
possuem a FÉ realizadora.
Porém as pessoas SALVAS POR JESUS CRISTO, têm tanto a FÉ realizadora
natural, como poderão receber de DEUS, o DOM ESPIRITUAL DA FÉ
REALIZADORA, 1ªCor¨12:9.
III, 1, C, a, A FÉ NATURAL REALIZADORA NA VIDA DE UMA PESSOA NÃO
SALVA POR JESUS CRISTO.
Uma pessoa não salva por JESUS CRISTO, está limitada a ter apenas a FÉ
realizadora natural, ficando, portanto, suas realizações limitadas
apenas aos aspectos naturais do ser humano, tais como:
01, Estudar e formar-se em uma área específica.
02, Aprender uma profissão.
03, Construir uma habitação.
04, Construir um edifício.
05, Construir uma ponte.
06, Descobrir, ou criar, uma vacina, ou um remédio para uma
determinada enfermidade.
07, Vencer uma competição esportiva.
08, Dirigir um automóvel.
09, Montar e comandar uma firma comercial.
10, Etc., Tc, etc.
Não esperemos portanto, nada além de realizações naturais, de uma
pessoa não salva por JESUS CRISTO, visto que a mesma não pode, de
forma alguma, ir além do que está capacitada.
III, 1, D, LIMITAÇÕES DA FÉ NATURAL.
A FÉ natural pode, infelizmente, levar uma pessoa a cometer erros,
quer se trate de decisões única e exclusivamente pessoais, ou de
decisões baseadas na FÉ em outras pessoas e ou em organizações,
portanto, em vista desse problema, cada um de nós deve averiguar com
muita atenção as decisões a serem tomadas e baseadas na FÉ natural.
III, 2, FÉ CRISTÃ.
Quando nos referimos à FÉ CRISTÃ, não nos referimos à FÉ humana
natural e comum, da qual todo o ser humano normal é dotado.
A FÉ CRISTÃ, só é possível, por uma deferência toda especial de DEUS,
em prol do ser humano, visto que, por si só, é impossível ao ser
humano chegar a ter a FÉ CRISTè!
Assim sendo, para que um ser humano chegue a ter a FÉ CRISTÃ, há de
recebê-la, como um DOM DE DEUS (um presente imerecido de DEUS), porém
necessário e imprescindível, sem o qual, jamais alguém seria ou se
tornaria CRISTÃO, Ef¨2:8.
A FÉ CRISTÃ, É EXCLUSIVIDADE DAS PESSOAS CRENTES (SALVAS POR JESUS
CRISTO) E PODE SER VERIFICADA, TAMBÉM EM PELO MENOS TRÊS ASPECTOS.
A, O DOM DE DEUS DA FÉ CRISTÃ SALVADORA (ESPIRITUAL).
B, O DOM DE DEUS DA FÉ CRISTÃ ADQUIRIDA (ESPIRITUAL).
C, O DOM DE DEUS DA FÉ CRISTÃ REALIZADORA, (ESPIRITUAL).
Vejamos cada um destes itens em particular.
III, 2, A, O DOM DE DEUS DA FÉ CRISTÃ SALVADORA (ESPIRITUAL).
Como já vimos, a FÉ CRISTÃ, é imprescindível para que uma pessoa seja
CRISTÃ e seja por isso, crente em JESUS CRISTO.
Por crente em JESUS CRISTO consideramos, apenas, aquela pessoa que crê
em JESUS CRISTO como seu ÚNICO E SUFICIENTE SALVADOR.
ÚNICO SALVADOR, At¨4:12.
SUFICIENTE SALVADOR, João¨3:18, 6:37-40, 10:27-30.
A FÉ SALVADORA, é dada por DEUS (DOM DA FÉ SALVADORA) a toda a pessoa
que, após haver sido EVANGELIZADA, dá lugar à PALAVRA DE DEUS,
responde afirmativamente ao trabalho do ESPÍRITO SANTO em seu coração,
João¨16:7-11, e aceita a JESUS CRISTO, como seu ÚNICO E SUFICIENTE
SALVADOR, João¨6:37-40, 10:27-30; At¨4:12.
O DOM DA FÉ SALVADORA, é igual para todos os SALVOS POR JESUS
CRISTO, Ef¨4:5.
Desta forma, uma pessoa salva por JESUS CRISTO, tem a mesma FÉ SALVADORA de
todas as demais pessoas SALVAS em todos os tempos e em todos os lugares.
Nosso estudo sobre a DOUTRINA CRISTÃ DA SALVAÇÃO ETERNA, nos
esclarece mais sobre este assunto.
III, 2, B, O DOM DE DEUS DA FÉ CRISTÃ ADQUIRIDA (ESPIRITUAL).
O DOM DE DEUS DA FÉ ADQUIRIDA (ESPIRITUAL) é a FÉ no conjunto de
verdades BÍBLICO-DOUTRINÁRIAS, a qual, é alcançada através do estudo
da BÍBLIA SAGRADA.
Este tipo de FÉ, também é um tipo de FÉ diferenciada, visto que, só é
possível tê-la uma pessoa SALVA POR JESUS CRISTO, pois só a pessoa
SALVA POR JESUS CRISTO tem a capacidade para entender e crer em tudo o
que DEUS revela e ensina, visto que é filha de DEUS, João¨1:12, e por
isso mesmo, possuidora, portadora e ou habitada pelo ESPÍRITO SANTO,
1ªCor¨3:16, 6:19; 2ªCor¨6:16; Gál¨3:26; Ef¨1:13−14.
Esta FÉ, visto tratar-se das VERDADES REVELADAS por DEUS em sua
PALAVRA são imutáveis, entretanto, há a necessidade de esforço
pessoal, para adquiri-la, o que acontece pouco a pouco, através da
leitura, estudo e meditação da PALAVRA DE DEUS, quer seja em grupo,
com a IGREJA, ou até mesmo isolado dos demais irmãos.
Por isso, DEUS capacita a IGREJA DE JESUS CRISTO, com irmãos dotados
com os mais variados DONS ESPIRITUAIS, os quais, são necessários para
o crescimento espiritual, e para o aprimoramento no conhecimento das
verdades BÍBLICO-DOUTRINÁRIAS imprescindíveis a todos os filhos de
DEUS, Ef¨4:1-16.
É bom saber que: Ainda que a FÉ adquirida possa ser diferenciada entre
os vários crentes, ou seja, uns poderão conhecer mais do que outros,
jamais poderá haver discrepância entre os vários irmãos, já que a FÉ a
ser adquirida é imutável, porque foi dada de uma vez para sempre aos
santos (crentes ou salvos), Jud¨3.
Quanto mais conhecimentos BÍBLICO-DOUTRINÁRIOS um crente adquire, mais
confiança vai tendo, para falar acerca das verdades imutáveis da
PALAVRA DE DEUS.
III, 2, C, O DOM DE DEUS DA FÉ CRISTÃ REALIZADORA, (ESPIRITUAL).
Além da FÉ CRISTÃ SALVADORA, e da FÉ CRISTÃ ADQUIRIDA, DEUS dota
alguns irmãos com outro tipo de fé, a FÉ CRISTÃ REALIZADORA, (DOM
ESPIRITUAL DA FÉ REALIZADORA, TAMBÉM ESPIRITUAL), 1ªCor¨12:9.
A FÉ CRISTÃ REALIZADORA (DOM ESPIRITUAL DA FÉ REALIZADORA), difere da
FÉ CRISTÃ SALVADORA, bem como da FÉ CRISTÃ ADQUIRIDA.
A FÉ CRISTÃ REALIZADORA, é um DOM ESPIRITUAL dado a algum crente, para
realizar a obra de DEUS.
A FÉ CRISTÃ SALVADORA é igual para todos os crentes.
A FÉ CRISTÃ ADQUIRIDA é maior ou menor, dependendo do esforço pessoal,
bem como da capacidade de cada crente, quanto ao estudo e assimilação
da PALAVRA DE DEUS.
Romanos¨12:3 nos fala em pensarmos com moderação conforme a medida da
FÉ que DEUS repartiu a cada um.
Já a FÉ CRISTÃ REALIZADORA (DOM ESPIRITUAL DA FÉ REALIZADORA) é a capacidade
dada pelo ESPÍRITO SANTO, para que um crente realize a obra de DEUS.
Por isso, entre a FÉ CRISTÃ SALVADORA, a FÉ CRISTÃ ADQUIRIDA e a FÉ
CRISTÃ REALIZADORA, há grandes diferenças.
De uma certa forma, todos os SALVOS POR JESUS CRISTO, realizam algo
para o REINO DE DEUS; entretanto, não há dúvida quanto ao fato,
incontestável, de que há alguns crentes que realizam obras tais, que
se sobressaem às dos demais irmãos.
Tais obras são possíveis, graças ao DOM ESPIRITUAL DA FÉ REALIZADORA.
O DOM ESPIRITUAL DA FÉ REALIZADORA, com o qual alguns irmãos são
dotados, é que possibilita a realização das várias e gloriosas obras,
levadas a efeito, pelo povo de DEUS na propagação do EVANGELHO, bem
como na extensão da sua OBRA.
Não fora o DOM ESPIRITUAL DA FÉ REALIZADORA dado pelo ESPÍRITO SANTO,
toda a OBRA DE DEUS seria creditada aos crentes.
Porém, toda a obra realizada e levada a efeito pelo povo de DEUS, em prol da
sua obra, tem no comando o próprio DEUS, o qual, na pessoa divina do
ESPÍRITO SANTO é quem outorga todos os DONS ESPIRITUAIS ao seu POVO,
incluindo, naturalmente, o DOM ESPIRITUAL DA FÉ REALIZADORA, 1ªCor¨12:1-31.
Por isso, jamais esqueçamos que todos os louros da vitória do povo de
DEUS, hão de ser, totalmente, creditados ao próprio DEUS.
Como já vimos além da FÉ realizadora natural, a pessoa salva por JESUS
CRISTO, pode, a critério do ESPÍRITO SANTO receber, também, o DOM DA
FÉ REALIZADORA, 1ªCor¨12:9.
O DOM ESPIRITUAL DA FÉ REALIZADORA, capacita a pessoa salva por JESUS
CRISTO a realizar algo mais, e muito além do que a simples capacidade
que a FÉ realizadora natural proporciona a todo e qualquer indivíduo.
O DOM ESPIRITUAL DA FÉ REALIZADORA, é usado por DEUS, principalmente e
acima de tudo, para a prosperidade da sua OBRA.
A prosperidade da OBRA DE DEUS, acontece em muitas áreas, tais como:
01, Abertura de um campo missionário.
02, Abertura de um ponto de pregação.
03, Organização de uma nova IGREJA.
04, Organização de uma escola teológica.
05, Atividades sociais.
06, Evangelização, nas mais variadas frentes.
07, Discipulado.
08, Construção de um templo.
09, Etc., etc., etc.
IV, A DIMENSÃO DA FÉ.
Há quem diga, defenda, ensine e pregue, que a FÉ é igual para todas as
pessoas, e ponto final.
Isto, só acontece, devido à negligência quanto à leitura e estudo da
PALAVRA DE DEUS.
A FÉ SALVADORA, não negamos, é igual em todos os salvos, visto que, só
há um SALVADOR, o qual morreu por todos, por isso, não há FÉ SALVADORA
diferenciada entre o povo de DEUS, Ef¨4:5.
Já, nos demais tipos de FÉ, é só dar uma olhada, ainda que não muito atenta
à PALAVRA DE DEUS, para nos depararmos, com vários graus ou dimensões de fé.
Vejamos a seguir, a veracidade desta declaração.
IV, 1, PEQUENA OU POUCA FÉ, Mat¨6:30, 8:26, 14:31, 17:20;
Luc¨12:28, 17:5; 2ªCor¨10:15.
IV, 2, GRANDE FÉ, Mat¨8:10, 15:28.
IV, 3, FÉ INCOMPLETA, 1ªTess¨3:10.
IV, 4, FÉ ENFERMA, Rom¨14:1.
Como vimos, à luz da PALAVRA DE DEUS, a FÉ pode ser, pelo menos,
pequena, grande, incompleta e enferma, ou seja, fraca, por isso, DEUS
nos fala em medida de FÉ, Rom¨12:3.
V, A FÉ E A ORAÇÃO.
A oração é para todos os efeitos, uma conversa, ou um diálogo, com DEUS.
A oração é uma prática imprescindível, na vida de todas as pessoas
SALVAS POR JESUS CRISTO.
Todas os seres humanos SALVOS POR JESUS CRISTO, com toda a certeza,
têm ou possuem FÉ em DEUS.
A FÉ em JESUS CRISTO COMO ÚNICO E SUFICIENTE SALVADOR é indispensável
para que o homem converse com DEUS, visto que, para que tal aconteça,
há a necessidade de um intermediário entre o homem e DEUS, o qual, não
há sombra de dúvidas é o próprio JESUS CRISTO, 1ªTim¨2:5.
A oração, há de ser realizada com FÉ, sem a qual, é impossível agradar
a DEUS, Heb¨11:6.
Além da FÉ SALVADORA, o crente há de orar com FÉ na onipresença,
onisciência, onipotência, santidade, justiça e amor de DEUS.
Nosso estudo sobre a DOUTRINA CRISTÃ DA ORAÇÃO, nos alongamos neste assunto.
VI, A FÉ, ELO DE LIGAÇÃO ENTRE OS MUNDOS SUBJETIVO E OBJETIVO DO
SER HUMANO.
Este assunto, não o podemos encontrar claramente na BÍBLIA SAGRADA,
entretanto, o crente em JESUS CRISTO há de estar ciente dele, pois o
mesmo, abre as portas do entendimento, para uma gama muito elevada de
acontecimentos da vida.
o ser humano vive em dois mundos, quais sejam:
1, O MUNDO SUBJETIVO.
2, O MUNDO OBJETIVO.
O mundo subjetivo do ser humano é composto por todos os poderes e
vontades, que se encontram totalmente dentro do ser humano.
Entretanto, todos estes poderes e vontades, só podem ser manifestados
e satisfeitas, através do que há no mundo objetivo.
O mundo objetivo, consiste em tudo o que está fora do homem.
A água, o fogo, o alimento, o combustível, o automóvel, o vestuário,
etc., etc., etc., fazem parte do mundo objetivo do ser humano.
Até o SALVADOR JESUS CRISTO, está no mundo objetivo.
É no mundo objetivo que o ser humano encontra tudo o que pode
satisfazer as necessidades do mundo subjetivo.
Há portanto, um intercâmbio entre os mundos subjetivo e objetivo, para
que haja a satisfação da vontade do ser humano, no que concerne ao seu
mundo subjetivo.
Tal intercâmbio, só é possível, através, ou por intermédio, da FÉ.
A FÉ é, como que, a ponte de ligação entre os mundos subjetivo e
objetivo do ser humano.
Por exemplo, uma pessoa tem fome, a qual é uma necessidade do mundo
subjetivo.
Pela FÉ, tal pessoa procura alimento, o qual se encontra no mundo
objetivo, pela FÉ a pessoa buca−o alimenta−se e fica alimentada, com
isso, prolonga a vida por mais algum tempo.
Na vida humana, tudo acontece desta forma.
Também no que concerne à SALVAÇÃO ETERNA.
Ao ser EVANGELIZADA, a pessoa sente necessidade de um SALVADOR.
O SALVADOR só pode ser encontrado no mundo objetivo.
JESUS CRISTO, que só pode ser encontrado no mundo objetivo, é o único
SALVADOR, At¨4:12.
Pela FÉ a pessoa aceita a JESUS CRISTO COMO ÚNICO E SUFICIENTE SALVADOR.
Como resultado das promessas de DEUS, relativas a JESUS CRISTO, o
homem crê no SALVADOR e em sua SALVAÇÃO ETERNA e passa a ser uma
pessoa SALVA POR JESUS CRISTO, João¨3:16-18; Rom¨8:1-2; Ef¨2:8.
E por isso torna−se filho de DEUS, João¨1:12; Gál¨3:26.
Desde que haja desejos e ou necessidades, os mesmos serão satisfeitos,
desde que o ser humano lance mão e tome posse do que está ao seu
alcance e ou à sua disposição no mundo objetivo.
Nosso estudo doutrinário sobre O HOMEM é mais profundo sobre este assunto.
VII, A FÉ E ALGUNS CORRELATOS.
Algumas considerações sobre alguns assuntos relacionados à FÉ, quer
seja no aspecto positivo, quer no negativo.
VII, 1, A FÉ E A FALTA DE FÉ.
Como já vimos, todo o ser humano normal tem pelo menos a FÉ
natural, portanto, é impossível ao homem normal, estar,
totalmente, destituído de FÉ.
O que pode acontecer, é que em alguns aspectos, uma pessoa em particular,
não tenha FÉ num determinado aspecto, vejamos alguns exemplos:
01, Uma pessoa não crê que o homem foi à Lua.
02, Uma criança não crê que papai noel seja uma farsa.
03, Uma pessoa não crê que JESUS CRISTO salva um ser humano, apenas,
por meio da FÉ.
04, Etc., etc., etc.
VII, 2, A FÉ E A CONFIANÇA.
A confiança, nos vem do verbo confiar e significa:
01, TER FÉ, ESPERAR.
02, TER ESPERANÇA EM ALGUÉM, OU ALGO.
03, COMUNICAR EM CONFIANÇA.
Confiança é sinônimo de FÉ.
Uma pessoa que confia, tem FÉ em alguma coisa ou em alguma pessoa.
Além do que, quem confia em alguma coisa ou em alguma pessoa, comunica
aos outros, para que estes também venham adquirir a mesma FÉ,
File¨1:4-6.
Vem daí o exercício da EVANGELIZAÇÃO.
VII, 3, A FÉ E A DESCONFIANÇA.
Se confiança é sinônimo de FÉ, desconfiança é antônimo.
Por isso, quem desconfia, não tem FÉ em alguma coisa, ou em alguém.
VII, 4, A FÉ E A CRENÇA (CREDULIDADE).
Segundo o minidicionário Aurélio, crença é:
01, Ato ou efeito de crer.
02, Fé religiosa.
03, Convicção íntima.
Desta forma, a FÉ e a crença também são palavras sinônimas, de tal
forma, que uma pessoa que crê, ou é crédula, tem FÉ.
VII, 5, A FÉ E A DESCRENÇA (INCREDULIDADE).
A descrença, á antônimo de FÉ, desta forma, quem não tem FÉ é
descrente, ou incrédulo.
Ao aparecer aos discípulos, depois de ressuscitado, JESUS CRISTO falou
para Tomé: “Não sejas incrédulo, mas crente”, João¨20:27.
VII, 6, A FÉ E A FIDELIDADE.
Segundo o minidicionário Aurélio, a fidelidade é:
01, Qualidade de fiel.
Entre outras coisas, para fiel, o mesmo dicionário nos diz:
01, Digno de fé, honrado.
02, Que não falha; seguro.
03, Que professa uma religião.
04, Pontual, exato.
Assim sendo, a fidelidade, está ligada, não apenas à crença ou ao
que se crê.
A FIDELIDADE CRISTÃ, é um pouco mais complexa, pois a mesma implica tanto
em ter a FÉ CRISTÃ, quanto no compromisso e responsabilidade, de não
haver falha, insegurança, ou traição pessoal, concernente à FÉ CRISTÃ.
O maior exemplo disto está no próprio DEUS, Deut¨7:9; 1ªCor¨10:13;
2ªCor¨1:18; e em JESUS CRISTO, 2ªTim¨2:13; Heb¨2:9−18−(17).
Tudo isto só é possível para uma pessoa que seja genuinamente CRISTÃ,
pois, a mesma jamais poderá trair a sua FÉ, já que para a FÉ CRISTÃ
não há arrependimento, é isso o que DEUS nos garante em 2ªCor¨7:10.
VII, 7, A FÉ E A INFIDELIDADE.
A infidelidade, é antônimo de fidelidade.
VIII, VÁRIAS PASSAGENS BÍBLICAS RELATIVAS À FÉ E A ASSUNTOS
CORRELATOS, EXTRAÍDAS DA BÍBLIA SAGRADA.
01, Devido à FÉ de Abrão, DEUS imputou-lhe justiça, Gên¨15:6.
02, Menor sou que toda a tua FIDELIDADE, Gên¨32:10.
03, Jacó não ACREDITAVA no que estava ouvindo, Gên¨45:26.
04, Moisés não ACREDITAVA no sucesso da sua missão, mas DEUS o
convenceu, Êx¨4:1-23.
05, O povo israelita CREU que a sua libertação estava próxima, Êx¨4:27-31.
06, Ao ver os sinais de DEUS, o povo israelita CREU, inclinou−se e
adorou, Êx¨4:30-31.
07, DEUS precisou intervir, para que o povo CRESSE em Moisés, Êx¨19:9.
08, Porque Moisés era FIEL em todo o Israel, DEUS falava com ele boca
a boca, Núm¨12:6-8.
09, Até quando este povo não CRERÁ em mim¨? Pergunta o SENHOR, Núm¨14:11.
10, INFIDELIDADE, causa de julgamento e morte, Núm¨14:33.
11, A lembrança e observância da PALAVRA DE DEUS, resguarda da
INFIDELIDADE, Núm¨15:39.
12, Moisés e Arão pecaram não CRENDO no SENHOR, por isso, não entraram
em Canaã, Núm¨20:12.
13, Apesar de muitas evidências, muitas pessoas não CONFIAM no SENHOR,
Deut¨1:30-33¨(32).
14, DEUS é FIEL, Deut¨7:9.
15, Moisés lembra que o povo não CREU nem obedeceu à voz do
SENHOR, Deut¨9:23.
16, A sentença determinada deve ser cumprida FIELMENTE, Deut¨17:9−10.
17, A nossa CONFIANÇA deve estar em DEUS, não nas coisas visíveis,
Deut¨28:52.
18, Os dois espias israelitas prometem misericórdia e FIDELIDADE a
Raabe, Josué¨2:14.
19, Devido à desobediência do sacerdote Eli, DEUS levantaria para si,
um sacerdote FIEL, 1ºSam¨2:35.
20, Samuel exorta o povo a servir FIELMENTE a DEUS, 1ºSam¨12:24.
21, Aimeleque afirma a Saul que Davi lhe é FIEL, 1ºSam¨22:14.
22, CONFIAR em homens, nem sempre dá bom resultado, 1ºSam¨27:12.
23, Davi pede a beneficência e FIDELIDADE de DEUS, para com os homens,
de Jabes−Gileade, que haviam sepultado Saul, 2ºSam¨2:4-6.
24, Leva teus irmãos contigo, com beneficência e FIDELIDADE, 2ºSam¨15:20.
25, DEUS é o rochedo de quem nele CONFIA, 2ºSam¨22:3.
26, A PALAVRA do SENHOR é o escudo de todos os que nele CONFIAM,
2ºSam¨22:31.
27, A rainha de Sabá não CRIA no que lhe falavam acerca de Salomão,
1ºReis¨10:7.
28, Os homens que faziam os pagamentos, agiam com FIDELIDADE, 2ºReis¨12:15.
29, O povo israelita ia de mal a pior, por não CRER no SENHOR, 2ºReis¨17:14.
30, Os homens que reparavam a casa do SENHOR, agiam com FIDELIDADE,
2ºReis¨22:7.
31, Salomão teve CONFIANÇA para orar para orar na presença de DEUS,
1ºCrô¨17:25.
32, A rainha de Sabá não CRIA no que lhe falavam acerca de Salomão,
2ºCrô¨9:6.
33, Os judeus prevaleceram sobre os israelitas, porque confiavam no
SENHOR DEUS, 2ºCrô¨13:18.
34, Asa na hora da agonia, clama a DEUS com CONFIANÇA, 2ºCrô¨14:11.
35, Jeosafá ordenou aos sacerdotes e levitas, que temessem ao SENHOR,
com FIDELIDADE e coração íntegro, 2ºCrô¨19:9.
36, CREDE no SENHOR vosso DEUS, e estareis seguros, 2ºCrô¨20:20.
37, CREDE nos profetas do SENHOR, e prosperareis, 2ºCrô¨20:20.
38, Ezequias mandou preparar câmaras na casa do SENHOR, onde
colocaram FIELMENTE as ofertas, os dízimos e as coisas
consagradas, 2ºCrô¨31:11−12.
39, Os encarregados de algum trabalho, devem fazê-lo com FIDELIDADE,
2ºCrô¨31:15.
40, Em oração, Neemias diz que DEUS achou o coração de Abraão FIEL,
Neem¨9:7-8.
41, Neemias reconhece que, mesmo com todo o sofrimento que se abateu
sobre Israel, DEUS agiu FIELMENTE, Neem¨9:33.
42, Segundo Elifaz, DEUS não CONFIA nos seus servos, Jó¨4:18.
43, A CONFIANÇA, pode confundir, Jó¨6:20.
44, Bildabe diz que a CONFIANÇA de todos os que se esquecem de DEUS,
será como a teia de aranha, Jó¨8:13-14.
45, Segundo Elifaz, DEUS não CONFIA nos seus santos, Jó¨15:15.
46, Segundo Elifaz, a vaidade é a recompensa de quem CONFIA na
vaidade, Jó¨15:31.
47, Quem CONFIA no SENHOR é bem-aventurado, Sal¨2:12.
48, A CONFIANÇA em DEUS, deve ser acompanhada de boas obras, Sal¨4:5.
49, Quem CONFIA no SENHOR, deve alegrar-se, Sal¨5:11.
50, O salmista suplica a DEUS, pois nele CONFIA, Sal¨7:1.
51, O salmista, CONFIA na benignidade de DEUS, Sal¨13:5.
52, CONFIAR em DEUS é CONFIAR num escudo, Sal¨18:30.
53, O testemunho do SENHOR é FIEL, Sal¨19:7.
54, A exemplo do rei, quem CONFIA no SENHOR, nunca vacilará, Sal¨21:7.
55, Os antepassados CONFIARAM em DEUS, tiveram livramento e não foram
confundidos, Sal¨22:4-5.
56, Zombaria não tira a CONFIANÇA do crente, Sal¨22:7-10.
57, O salmista não vacila na sua CONFIANÇA em DEUS, Sal¨26:1.
58, A CONFIANÇA em DEUS, permanece, mesmo em tempo de guerra, Sal¨27:3.
59, O salmista CRÊ que verá a bondade do SENHOR na Terra dos viventes,
Sal¨27:13.
60, O salmista se alegra, pela CONFIANÇA que teve em DEUS, Sal¨28:7.
61, A misericórdia cerca quem CONFIA em DEUS, Sal¨32:10.
62, Todas as obras de DEUS, são FIÉIS, Sal¨33:4.
63, Quem CONFIA em DEUS, tem alegria no coração, Sal¨33:20-22.
64, A FIDELIDADE do SENHOR, chega até as nuvens, Sal¨36:5.
65, Quem CONFIA no SENHOR, deve praticar boas obras, Sal¨37:3.
66, Nossa vida deve ser entregue a DEUS com CONFIANÇA, Sal¨37:5.
67, Pelo testemunho, muitos CONFIARÃO no SENHOR, Sal¨40:3.
68, Bem-aventurado, quem põe no SENHOR a sua CONFIANÇA, Sal¨40:4.
69, O salmista não ocultou a FIDELIDADE de DEUS, Sal¨40:10.
70, CONFIAR no homem, nem sempre leva a bom termo, Sal¨41:9.
71, O salmista CONFIA em DEUS, não nas armas, Sal¨44:6.
72, Contraste entre quem CONFIA em DEUS e quem não CONFIA, Sal¨52:1-9.
73, O salmista promete CONFIAR no SENHOR, mesmo diante da desgraça dos
infiéis, Sal¨55:23.
74, Uma das características do justo, é CONFIAR em DEUS, Sal¨64:10.
75, Profissão de FÉ e disposição de anunciar as obras de DEUS, Sal¨73:28.
76, O salmista reconhece que seus antepassados não foram FIÉIS a DEUS,
Sal¨78:8.
77, Quem põe sua CONFIANÇA no SENHOR, é bem-aventurado, Sal¨84:12.
78, Quem CONFIA no SENHOR, está num refúgio e numa fortaleza, Sal¨91:2.
79, Bom é anunciar a FIDELIDADE de DEUS, Sal¨92:2.
80, Ao verem as obras de DEUS, os israelitas CRERAM, Sal¨106:11-12.
81, Quem não CONFIA na promessa de DEUS, é castigado, Sal¨106:24-27.
82, Quem CONFIA em DEUS, não teme maus rumores, Sal¨112:7.
83, Quem CONFIA nos ídolos, torne-se tal como eles, Sal¨115:8.
84, Exortação a CONFIAR no SENHOR, Sal¨115:9-11.
85, É melhor refugiar-se em DEUS, do que CONFIAR nos homens, Sal¨118:8-9.
86, Quem CONFIA na PALAVRA DE DEUS, tem o que responder aos
adversários, Sal¨119:42.
87, O salmista afirma que CREU nos mandamentos de DEUS, Sal¨119:66.
88, Em sua FIDELIDADE, o SENHOR afligiu o salmista, Sal¨119:75.
89, A FIDELIDADE do SENHOR, dura de geração a geração, Sal¨119:90.
90, Os testemunhos do SENHOR, são retos e muito FIÉIS, Sal¨119:138.
91, Quem CONFIA no SENHOR, é firme como o monte de Sião, Sal¨125:1-2.
92, Quem CONFIA nos ídolos, tornem-se semelhante a eles, Sal¨135:15-18.
93, Quem CONFIA no SENHOR, está atento à sua PALAVRA, Sal¨143:8.
94, Exortação a não CONFIAR em homens, Sal¨146:3.
95, Filho meu, não se afaste de ti a FIDELIDADE, Prov¨3:3.
96, Exortação a CONFIAR no SENHOR, de todo o coração, Prov¨3:5.
97, Não devemos maquinar o mal, contra quem CONFIA em nós, Prov¨3:29.
98, O FIEL de espírito, guarda segredos, Prov¨11:13.
99, A CONFIANÇA nas riquezas, é causa de queda, Prov¨11:28.
100, O embaixador FIEL é saúde, Prov¨13:17.
101, Há FIDELIDADE para os que praticam o bem, Prov¨14:22.
102, Que teme ao SENHOR tem firme CONFIANÇA, Prov¨14:26.
103, Quem CONFIA no SENHOR, é bem−aventurado, Prov¨16:20.
104, Quem achará o homem FIDEDIGNO¨? Prov¨20:6.
105, O mensageiro FIEL, refresca a alma dos seus senhores, Prov¨25:13.
106, A CONFIANÇA no homem desleal, é tempo perdido, Prov¨25:19.
107, O homem FIEL, será coberto de bênçãos, Prov¨28:20.
108, Quem CONFIA no SENHOR, prosperará, Prov¨28:25.
109, CONFIAR em si mesmo, é insensatez, Prov¨28:26.
110, Quem CONFIA no SENHOR, será posto em alto retiro, Prov¨29:25.
111, A PALAVRA DE DEUS é escudo para quem nele CONFIA, Prov¨30:5.
112, O marido CONFIA na esposa virtuosa, Prov¨11−12.
113, Profissão de FÉ, Is¨12:2.
114, Quem CONFIA no SENHOR, é conservado em paz, Is¨26:3.
115, Exortação a CONFIAR em perpetuamente em DEUS, Is¨26:4.
116, Quem CRÊ na pedra preciosa de esquina (JESUS) não se apresse,
Is¨28:16.
117, Não CONFIAR em DEUS, é rebeldia, Is¨30:1-2.
118, Rejeitar a PALAVRA DE DEUS e CONFIAR na opressão é prenúncio de
derrota, Is¨30:12:14.
119, Na CONFIANÇA em DEUS, há sossego e força, Is¨30:15.
120, Desgraçado de quem ao invés de CONFIAR em DEUS, confia no poderio
bélico, Is¨31:1.
121, Os que CONFIAM em imagens, confurdir−se−ão de vergonha, Is¨42:17.
122, As testemunhas do SENHOR CRÊEM em DEUS, e que fora de DEUS, não
há Salvador, Is¨43:10.
123, CONFIAR na maldade, é causa de perversão, Is¨47:10.
124, O SENHOR é FIEL, Is¨49:7.
125, Quem anda em trevas, CONFIE no SENHOR, Is¨50:10.
126, Diferença entre a CONFIANÇA em DEUS e nos ídolos, Is¨57:13.
127, Israel foi plantado, como uma semente FIEL, Jer¨2:21.
128, Quem CONFIA nas coisas naturais, tem uma FÉ vã, Jer¨3:23.
129, CONFIAR no poderio bélico, não livra, Jer¨5:17.
130, CONFIAR em palavras falsas, não produz nenhum proveito, Jer¨7:8.
131, Maldito quem CONFIA no homem, Jer¨17:5.
132, Bendito quem CONFIA no SENHOR, Jer¨17:7.
133, Um profeta do diabo, faz com que o povo CONFIE numa mentira,
Jer¨28:15, 29:31.
134, CONFIANÇA em DEUS, causa de livramento, Jer¨39:17−18.
135, Os chefes das forças pedem que o SENHOR seja testemunha
verdadeira e FIEL, Jer¨42:5.
136, Quem CONFIA no poderio humano ao invés de CONFIAR em DEUS é
castigado, Jer¨46:25-26 a.
137, Grande é a FIDELIDADE do SENHOR, Lam¨3:23.
138, CONFIAR na justiça pessoal, não dá o direito de praticar
iniqüidade, Ez¨33:13.
139, Daniel revela o sonho de Nabucodonozor e lhe diz: Certo é o sonho
e FIEL a interpretação, Dan¨2:45.
140, Sadraque, Mesaque e Abedenego CONFIARAM em DEUS, e foram libertos
do fogo da fornalha, Dan¨3:28.
141, Segundo seus adversários, Daniel era FIEL, Dan¨6:4.
142, Daniel CREU em DEUS, e foi liberto da bestialidade dos leões, quando
colocado, durante uma noite, numa cova com os mesmos, Dan¨6:23.
143, Haverá intimidade em FIDELIDADE entre os judeus e DEUS, Osé¨2:20.
144, Um povo que CONFIA em si mesmo, colhe maus frutos, Osé¨10:13-15.
145, Apesar da desobediência de Israel, Judá está FIEL, Osé¨11:12.
146, O SENHOR dará a Jacó a FIDELIDADE, Miq¨7:20.
147, O SENHOR conhece os que nele CONFIAM, Naum¨1:7.
148, Ninguém ACREDITARIA na obra que DEUS mostrou, ao profeta
Habacuque, que realizaria, Haba¨1:5.
149, A CONFIANÇA em ídolos, não traz proveito algum, Haba¨2:18-20.
150, Mesmo entre os pobres e humildes, sempre há alguém que CONFIA no
SENHOR, Sof¨3:12.
151, Ninguém deve ser INFIEL para com a mulher da sua mocidade, Mal¨2:15.
152, Homens de pequena FÉ, Mat¨6:30.
153, FÉ comparada, entre seres humanos (diferença de FÉ), Mat¨8:10.
154, O centurião foi atendido, conforme a sua FÉ, Mat¨8:13.
155, Homens de pouca FÉ, Mat¨8:26.
156, A FÉ é vista por JESUS CRISTO (DEUS), Mat¨9:2.
157, FÉ que salva, Mat¨9:22.
158, JESUS CRISTO pergunta aos cegos se CRÊEM no seu poder, Mat¨9:28.
159, FÉ atendida, Mat¨9:29.
160, Pouca FÉ, Mat¨14:31.
161, Grande FÉ, Mat¨15:28.
162, Pouca FÉ, Mat¨16:8.
163, Pouca FÉ, Mat¨17:20.
164, Grandes realizações por meio da FÉ, Mat¨17:20.
165, Palavra de JESUS para quem fizer tropeçar um pequenino que CRÊ
nele, Mat¨18:6.
166, Grandes realizações por meio da FÉ, Mat¨21:21.
167, Os sacerdotes e principais do povo, por não darem crédito à
mensagem de João não CRERAM nele, ao invés dos publicanos e
meretrizes, Mat¨21:32.
168, O povo de DEUS, não deve ACREDITAR em mentiras, Mat¨24:23-27.
169, Quem é o servo FIEL e prudente, Mat¨24:45.
170, A FIDELIDADE no pouco, poderá colocar o FIEL sobre muito,
Mat¨25:21-23.
171, CREDE no EVANGELHO, Mar¨1:15.
172, Timidez provocada pela falta de FÉ, Mar¨4:40.
173, FÉ que salva, Mar¨5:34.
174, JESUS se admirou da INCREDULIDADE dos seus conterrâneos, Mar¨6:6.
175, Os que CONFIAM em riquezas, têm muita dificuldade para entrar no
no reino de DEUS, Mar¨10:24.
176, JESUS exorta a ter FÉ em DEUS, Mar¨11:22.
177, Os apóstolos não CRERAM no testemunho de Maria Madalena,
Mar¨16:9-11.
178, JESUS lança em rosto a INCREDULIDADE dos apóstolos, Mar¨16:14.
179, Quem não CRER será condenado, Mar¨16:16.
180, Isabel chama Maria de bem-aventurada porque CREU na PALAVRA do
SENHOR, Luc¨1:45.
181, FÉ comparada, Luc¨7:9.
182, O diabo tira a PALAVRA do coração, de muitos que a ouviram, para
que não se salvem, CRENDO, Luc¨8:12.
183, Algumas pessoas não CRÊEM de verdade, CRÊEM apenas por algum
tempo, Luc¨8:13.
184, FÉ que salva, Luc¨8:48.
185, CRÊ somente, disse JESUS ao chefe da sinagoga, cuja filha havia
morrido, Luc¨8:50.
186, A CONFIANÇA em qualquer coisa, nada garante, contra o mais
poderoso, Luc¨11:22.
187, Pouca FÉ, Luc¨12:28.
188, Qual é o mordomo FIEL e prudente¨? Luc¨12:42.
189, A quem muito é CONFIADO, muito é exigido, Luc¨12:48.
190, Quem é FIEL no mínimo, também é FIEL no muito, Luc¨16:10.
191, Quem não CRÊ na PALAVRA DE DEUS, também não ACREDITARÁ na palavra de
alguma pessoa morta que se lhe apresente para falar DELA, Luc¨16:31.
192, Solicitação a JESUS para acrescentar a FÉ, Luc¨17:5.
193, Grandes coisas poderão ser realizadas por intermédio da FÉ, Luc¨17:6.
194, Possibilidade de desfalecimento na FÉ, Luc¨22:32.
195, Se JESUS dissesse ser o CRISTO, os anciãos não CRERIAM, Luc¨22:66-67.
196, JESUS critica os apóstolos, por não CREREM nas profecias, Luc¨24:25.
197, Os apóstolos não ACREDITAVAM que estavam vendo JESUS, Luc¨24:41.
198, João Batista veio, para que todos CRESSEM por meio dele, João¨1:7.
199, Os que CRÊEM em JESUS CRISTO, tornam-se filhos de DEUS, João¨1:12.
200, Com a transformação da água em vinho, os discípulos de JESUS
CRERAM nele, João¨2:11.
201, Quando JESUS ressuscitou, os apóstolos CRERAM no que ele havia
dito, bem como nas ESCRITURAS, João¨2:18-22.
202, Muitos CRERAM em JESUS pelos sinais que ele fazia, mas JESUS não
CONFIAVA neles, João¨2:23-25.
203, Quem CRÊ em JESUS CRISTO, é salvo eternamente, quem não CRÊ, é
condenado eternamente, João¨3:15-18.
204, Muitos samaritanos CRERAM em JESUS pelo testemunho da mulher, mas
depois, pela própria palavra de JESUS CRISTO, João¨4:38-42.
205, Quem ouve a PALAVRA de JESUS, e CRÊ em DEUS, tem a Vida Eterna,
João¨5:24.
206, JESUS diz aos judeus, que se CRESSEM em Moisés, também CRERIAM
nele, João¨5:46.
207, Num diálogo com os judeus, na festa dos tabernáculos, muitos
CRERAM em JESUS, João¨7:31.
208, Quem CRÊ em JESUS CRISTO, recebe o ESPÍRITO SANTO, João¨7:38-39.
209, Quem não CRÊ em JESUS morre em seus pecados, João¨8:24.
210, JESUS disse aos judeus que CRERAM nele: Quem permanece na minha
PALAVRA é meu verdadeiro discípulo, João¨8:29-32.
211, Mesmo ouvindo a verdade, muitos não CRÊEM, João¨8:45-46.
212, Os judeus não CRERAM que JESUS curara um cego, João¨9:18.
213, O cego curado CREU em JESUS, João¨9:35-38.
214, Quem CRÊ em JESUS, ainda que esteja morto, viverá, João¨11:25-27.
215, Os fariseus e o sinédrio disseram: Se o deixarmos assim, todas as
pessoas CRERÃO nele, João¨11:48.
216, Quem CRÊ em JESUS, CRÊ no PAI, João¨12:44-45.
217, Quem CRÊ em JESUS não permanece em trevas, João¨12:46.
218, JESUS fala do que acontecerá, para que quando acontecer haja FÉ
nele, João¨13:19.
219, Quem CRÊ em DEUS, também deve CRER em JESUS, João¨14:1-3.
220, JESUS orou pelos que CRIAM e pelos que CRERIAM nele, João¨17:20-21.
221, João diz a verdade, para que quem souber do seu testemunho,
também CREIA, João¨19:35.
222, O outro discípulo (João) de Pedro, viu que JESUS havia
ressuscitado e CREU, João¨20:8.
223, O EVANGELHO de João, foi escrito, para que quem o ler CREIA em JESUS
CRISTO, e para que quem CRER, tenha vida em seu nome, João¨20:30-31.
224, O poder da FÉ, no nome de JESUS, At¨3:16.
225, Muitos que ouviram a PALAVRA, CRERAM, At¨4:4.
226, Homem cheio de FÉ, At¨6:5.
227, Obediência à FÉ, At¨6:7.
228, Profissão de FÉ do eunuco, At¨8:37.
229, Em Jerusalém, todos temiam Saulo, pois não CRIAM que fosse
discípulo, At¨9:26.
230, O perdão dos pecados, é concedido a quem CRÊ em JESUS CRISTO,
At¨10:43.
231, Pedro reconhece que os gentios também CRERAM no SENHOR JESUS, At¨11:17.
232, O EVANGELHO se espalhou e muitos CRERAM no SENHOR, At¨11:19-21.
233, Homem cheio de FÉ, At¨11:24.
234, Um servo do diabo tentando desviar a FÉ de quem escuta, At¨13:8.
235, O procônsul CREU maravilhado na doutrina do SENHOR, At¨13:12.
236, JESUS CRISTO justifica a todo o que nele CRÊ, At¨13:39.
237, Em Icônio uma multidão de judeus e gregos CRERAM, At¨14:1.
238, Exortação à permanência na FÉ, At¨14:22.
239, A porta da FÉ aberta aos gentios, At¨14:27.
240, IGREJAS fortalecidas ou confirmadas na FÉ, At¨16:5.
241, Invocando sua FIDELIDADE ao SENHOR, Lídia rogou que Paulo
entrasse em sua casa, At¨16:15.
242, Em Beréia muitos CRERAM, At¨17:10-12.
243, Um chefe de sinagoga CRÊ no SENHOR, At¨18:8.
244, O testemunho da FÉ em JESUS CRISTO, At¨20:21.
245, Paulo CRÊ na LEI e nos profetas, At¨24:14.
246, Santificação pela FÉ em JESUS CRISTO, At¨26:18.
247, FÉ causadora de obediência, Rom¨1:5.
248, FÉ da IGREJA divulgada, Rom¨1:8.
249, O EVANGELHO é o poder de DEUS para SALVAÇÃO de todo o que CRÊ, Rom¨1:16.
250, O justo viverá da FÉ, Rom¨1:17.
251, A INCREDULIDADE humana, não anula a FIDELIDADE de DEUS, Rom¨3:3.
252, FÉ, causa de manifestação da justiça de DEUS para todos os que
CRÊEM, Rom¨3:22.
253, FÉ em JESUS, causa de demonstração da justiça de DEUS, Rom¨3:25-26.
254, FÉ, causa da exclusão da vaidade da obediência à LEI, Rom¨3:27.
255, FÉ, causa da justificação Divina, sem as obras da Lei, Rom¨3:28.
256, A LEI não é anulada pela FÉ, Rom¨3:31.
257, FÉ de Abraão, causa de imputação de justiça, Rom¨4:3.
258, Quem CRÊ em DEUS, a sua FÉ lhe é imputada como justiça, Rom¨4:5.
259, Abraão é pai (espiritual) de todos os que CRÊEM, Rom¨4:11.
260, A FÉ em JESUS CRISTO, causa da justificação de DEUS, Rom¨5:1.
261, A justiça (justificação) que vem da FÉ, Rom¨9:30.
262, Quem CRÊ na PEDRA de TROPEÇO, não é confundido, Rom¨9:33.
263, Palavra da FÉ, pregada, Rom¨10:8.
264, FÉ (CRISTÃ), chega ao homem pelo ouvir a PALAVRA DE DEUS, Rom¨10:17.
265, Aquele que DEUS enche de FÉ, deve abundar na esperança pelo poder
do ESPÍRITO SANTO, Rom¨15:13.
266, Todas as nações devem conhecer a PALAVRA DE DEUS, a fim de virem
a obedecer à FÉ, Rom¨16:26.
267, DEUS é FIEL, 1ªCor¨1:9.
268, Pela loucura da pregação, DEUS SALVA os que CRÊEM, 1ªCor¨1:21.
269, Apolo e Paulo são ministros, pelos quais os crentes de Corinto
CRERAM, 1ªCor¨3:5.
270, O requerido dos despenseiros de DEUS, é que sejam FIÉIS, 1ªCor¨4:1-2.
271, Quem é FIEL, é porque alcançou misericórdia do SENHOR, 1ªCor¨7:25.
272, A FÉ, não é a maior virtude do CRISTÃO, 1ªCor¨13:2.
273, A FÉ é um dos DONS ESPIRITUAIS, 1ªCor¨12:9.
274, A FÉ, está ligada à esperança e ao amor, 1ªCor¨13:13.
275, Se estivesse baseada na mentira, a FÉ CRISTÃ, seria vã,
1ªCor¨15:14, 17.
276, A firmeza na FÉ, é essencial ao CRISTÃO, 1ªCor¨16:13.
277, A FÉ, é interna, é do coração, não necessita de coisas visíveis
para ser verdadeira e real, 2ªCor¨5:7.
278, Paulo CONFIA nos crentes de Corinto, 2ªCor¨7:16.
279, O CRISTÃO deve abundar na FÉ, 2ªCor¨8:7.
280, A FÉ, pode crescer, 2ªCor¨10:15.
281, O crente deve examinar-se acerca da sua FÉ, 2ªCor¨13:5.
282, A FÉ verdadeira muda as pessoas, Gál¨1:23.
283, O EVANGELHO da incircuncisão, foi CONFIADO a Paulo, Gál¨2:7.
284, A justificação Divina, não é pelas obras da LEI, mas pela FÉ em
JESUS CRISTO, Gál¨2:16.
285, O ESPÍRITO SANTO, é dado a quem ouve acerca da FÉ e atende o
chamado, Gál¨3:2.
286, Quem é da FÉ, é filho de Abraão, Gál¨3:7.
287, Quem é da FÉ, é abençoado com Abraão, Gál¨3:9.
288, O justo viverá da FÉ, Gál¨3:11.
289, A FÉ, causa do recebimento do ESPÍRITO SANTO, Gál¨3:14.
290, A LEI serviu de aio, para conduzir a CRISTO para, pela FÉ, haver
a justificação, Gál¨3:24.
291, A FÉ em JESUS CRISTO, faz do ser humano, um FILHO de DEUS, Gál¨3:26.
292, A esperança da justiça, é aguardada pela FÉ, Gál¨5:5.
293, A FIDELIDADE faz parte do fruto do ESPÍRITO, Gál¨5:22.
294, A beneficência da IGREJA deve ser feita primeiramente aos
domésticos da FÉ, Gál¨6:10.
295, Quem CRÊ em JESUS CRISTO, é alvo da grandeza e do poder de
DEUS, Ef¨1:19.
296, A SALVAÇÃO ETERNA, é dada por DEUS, por meio da FÉ, Ef¨2:8.
297, Pela FÉ, CRISTO habita no coração dos crentes, Ef¨3:17.
298, Uma só FÉ (Salvadora). Uma só FÉ (doutrinária), Ef¨4:5.
299, A unanimidade da FÉ, é desejada por DEUS, dentro da IGREJA de
JESUS CRISTO, Ef¨4:13.
300, A FÉ CRISTÃ, é um escudo intransponível (desde que
verdadeira), Ef¨6:16.
301, Quem CRÊ em JESUS CRISTO deve estar disposto a padecer por ELE,
Filip¨1:29.
302, A justiça (justificação), vem de DEUS, pela FÉ em JESUS CRISTO,
Filip¨3:9.
303, A FÉ dos crentes testemunhada, Col¨1:4.
304, Firmeza da FÉ em Cristo, causa de alegria, Col¨2:5.
305, FÉ operosa, 1ªTess¨1:3.
306, FÉ divulgada, 1ªTess¨1:8.
307, O EVANGELHO foi CONFIADO a Paulo, 1ªTess¨2:4.
308, Exortação acerca da FÉ, 1ªTess¨3:2.
309, Boas novas acerca da FÉ dos irmãos, 1ªTess¨3:6.
310, Desejo de suprir o que falta à FÉ dos irmãos, 1ªTess¨3:10.
311, Quem CRÊ que JESUS morreu e ressuscitou deve CRER na ressurreição
dos mortos, 1ªTess¨4:14.
312, A FÉ é uma couraça para o crente, 1ªTess¨5:8.
313, Crescimento na FÉ, 2ªTess¨1:3.
314, FÉ constante, mesmo nas perseguições, 2ªTess¨1:4.
315, DEUS elegeu os crentes, para a FÉ na verdade, 2ªTess¨2:13.
316, A FÉ não é de todos, 2ªTess¨3:2.
317, O SENHOR é FIEL, 2ªTess¨3:3.
318, Paulo CONFIAVA na obediência dos crentes de Tessalônica, 2ªTess¨3:4.
319, A edificação de DEUS, funda-se na FÉ, 1ªTim¨1:4.
320, Possibilidade de haver uma FÉ fingida, 1ªTim¨1:5.
321, Paulo dá graças ao SENHOR, porque o teve por FIEL, 1ªTim¨1:12.
322, A graça do SENHOR superabunda com a FÉ e amor que há em CRISTO
JESUS, 1ªTim¨1:14.
323, Que CRISTO veio ao mundo para SALVAR os pecadores, é uma palavra
FIEL e digna de toda a aceitação, 1ªTim¨1:15.
324, Doutor dos gentios na FÉ, 1ªTim¨2:7.
325, Modéstia (sobriedade) na FÉ, 1ªTim¨2:15.
326, A FÉ é um mistério, 1ªTim¨3:9.
327, A confiança na FÉ, pode ser adquirida, 1ªTim¨3:13.
328, Afastamento, desvio, ou apostasia da FÉ (fé fingida), 1ªTim¨4:1.
329, DEUS é o Salvador de todos os homens, especialmente dos que
CRÊEM, 1ªTim¨4:10.
330, Quem tem FÉ, deve ser exemplo para os outros, 1ªTim¨4:12.
331, Quem diz que tem FÉ e não cuida dos seus, nega a FÉ e é pior do
que o INFIEL, 1ªTim¨5:8.
332, A cobiça pode desviar alguns da FÉ (fé fingida), 1ªTim¨6:10.
333, Afastamento, desvio, ou apostasia da FÉ (fé fingida), 1ªTim¨6:21.
334, A FÉ deve ser sempre lembrada, 2ªTim¨1:5.
335, Ensinamentos errados, podem perverter a FÉ de alguns, 2ªTim¨2:18.
336, Devemos viver a nossa FÉ com os irmãos na FÉ, 2ªTim¨2:22.
337, A FÉ em JESUS CRISTO, é sabedoria para a SALVAÇÃO ETERNA, 2ªTim¨3:15.
338, A FÉ guardada, 2ªTim¨4:7.
339, A palavra FIEL deve ser retida, Tito¨1:9.
340, Repreensão severa aos desobedientes, para que sejam sãos na FÉ,
Tito¨1:13.
341, Outra palavra FIEL, quem CRÊ em DEUS, deve aplicar-se às boas
obras, Tito¨3:8.
342, Paulo CONFIAVA na obediência de Filemom, File¨21.
343, O PAI CONFIOU no ministério do FILHO, Heb¨2:13.
344, JESUS CRISTO é sumo sacerdote misericordioso e FIEL, Heb¨2:17.
345, Uma exortação, para que não haja um coração mau e INFIEL para se
apartar DO DEUS vivo, Heb¨3:12.
346, Devemos chegar com CONFIANÇA ao trono da graça, Heb¨4:16.
347, A FÉ verdadeira deve ser imitada, Heb¨6:12.
348, A certeza da FÉ é uma necessidade, Heb¨10:22.
349, A CONFIANÇA em DEUS, tem grande galardão, Heb¨10:35.
350, O justo viverá da FÉ, Heb¨10:38.
351, Quem CRÊ de verdade, CRÊ para a conservação da alma, Heb¨10:39.
352, A FÉ, firme fundamento, Heb¨11:1.
353, A FÉ dá entendimento, Heb¨11:3.
354, A FÉ faz com que aconteçam maravilhas, Heb¨11:5.
355, Sem FÉ é impossível agradar a DEUS, Heb¨11:6.
356, Quem se aproxima de DEUS, CREIA que DEUS existe, Heb¨11:6.
357, A FÉ torna os crentes herdeiros da justiça, Heb¨11:7.
358, A FÉ, não necessita do que é visível, Heb¨11:13.
359, A FÉ faz com que o crente aceita provações, Heb¨11:17.
360, Pela FÉ, Jacó abençoou os netos (filhos de José), Heb¨11:21.
361, Pela FÉ, José profetizou a saída do seu povo do Egito, Heb¨11:22.
362, Pela FÉ, quando Moisés nasceu, seus pais o esconderam por três
meses, Heb¨11:23.
363, Pela FÉ, quando Moisés nasceu, seus pais o esconderam por três
meses, Heb¨11:23.
364, Pela FÉ, Moisés recusou pertencer à família real, Heb¨11:24-27.
365, Pela FÉ, Moisés fez muitas maravilhas, Heb¨11:28-29.
366, Pela FÉ, os muros da cidade de Jericó caíram, Heb¨11:30.
367, Pela FÉ, Raabe não morreu junto com os incrédulos, Heb¨11:31.
368, Pela FÉ, servos e servas de DEUS venceram reinos, praticaram a
justiça, alcançaram promessas e fecharam a boca dos leões, Heb¨11:33.
369, Pela FÉ, servos e servas de DEUS apagaram a força do fogo, escaparam ao
fio da espada, DEUS da fraqueza tiraram forças, tornaram-se poderosos na
guerra e puseram em fuga exércitos estrangeiros, Heb¨11:34.
370, Pela FÉ, mulheres receberam pela ressurreição seus mortos, Heb¨11:35a.
371, Pela FÉ, servos de DEUS foram torturados, Heb¨11:35b-40.
372, Pela FÉ, servos de DEUS experimentaram escárnios, açoites,
cadeias e prisões, Heb¨11:36.
373, Pela FÉ, servos de DEUS foram apedrejados, serrados, tentados,
mortos ao fio da espada, andaram vestidos de peles de ovelhas e
cabras, desamparados, aflitos e maltratados, Heb¨11:37.
374, O mundo não é digno dos que têm FÉ em DEUS, Heb¨11:38.
375, Pela FÉ, servos de DEUS andaram errantes pelos desertos e montes
e pelas covas e cavernas da Terra, Heb¨11:38.
376, JESUS CRISTO é o autor e consumador da FÉ, Heb¨12:2.
377, A FÉ quando provada, produz paciência, Tiago¨1:3.
378, Os pedidos feitos a DEUS, devem ser feitos com FÉ, Tiago¨1:6.
379, A FÉ pessoal não depende da aparência, Tiago¨2:1.
380, DEUS escolheu os pobres deste mundo, para serem ricos na FÉ, Tiago¨2:5.
381, CRER em um só DEUS, é bom, mas não basta, haja vista sobre os
demônios, os quais também CRÊEM e estremecem, e não tiram nenhum
proveito disso, Tiago¨2:19.
382, Quem tem FÉ está guardado na virtude de DEUS para a SALVAÇÃO, 1ªPed¨1:5.
383, A prova da FÉ é mais preciosa do que o ouro, 1ªPed¨1:7.
384, Quem CRÊ em JESUS CRISTO, exulta de alegria, 1ªPed¨1:8.
385, A finalidade da FÉ (FÉ SALVADORA) é a SALVAÇÃO ETERNA, 1ªPed¨1:9.
386, Por JESUS CRISTO, a FÉ e a esperança estão em DEUS, 1ªPed¨1:21.
387, O diabo deve ser resistido com firmeza de FÉ, 1ªPed¨5:9.
388, Quem sofre segundo a vontade de DEUS, CONFIE sua alma ao FIEL
CRIADOR, praticando o bem, 1ªPed¨4:19.
389, Unanimidade de FÉ, 2ªPed¨1:1.
390, A FÉ deve estar associada à virtude e à ciência, 2ªPed¨1:5.
391, JESUS CRISTO é FIEL e justo para nos perdoar os pecados, 1ªJoão¨1:9.
392, O mandamento de DEUS, é que CREIAMOS em JESUS CRISTO e nos amemos
uns aos outros, 1ªJoão¨3:23.
393, A FÉ verdadeira vence o mundo, 1ªJoão¨5:4.
394, João escreve a quem CRÊ no nome do FILHO de DEUS, para que saiba
que tem a Vida Eterna, 1ªJoão¨5:13.
395, Pedindo alguma coisa segundo a vontade de DEUS, CONFIAMOS em
recebê-la, 1ªJoão¨5:14-15.
396, Deve haver luta para que a FÉ (conjunto de verdades doutrinárias)
seja mantida na IGREJA de JESUS CRISTO, Jud¨3.
397, JESUS CRISTO é a FIEL testemunha, Apoc¨1:5.
398, Antipas, FIEL testemunha de JESUS CRISTO, Apoc¨2:13.
399, DEUS conhece a nossa FÉ, Apoc¨2:19.
400, A FÉ em JESUS é guardada pelos crentes, Apoc¨14:12.
CONCLUSÃO.
Ainda que de modo sucinto, estudamos sobre este importantíssimo tema
doutrinário, qual seja, A FÉ.
Cremos que o que aqui estudamos, nos ajudará não só a compreender mais
a fé, mas também a vivê-la, de modo mais consciente.
Vivamos, portanto, a nossa fé de acordo com o que aqui estudamos, para
que, tanto em nós, como em nossa IGREJA, haja paz e comunhão.
Não nos vangloriemos, pelo que DEUS fez, faz ou fará por nosso
intermédio, ou em virtude da nossa fé, visto que, como sabemos, todos
os louros da vitória lhe pertencem.
Glorifiquemos a DEUS, pelo SEU maravilhoso DOM, qual seja, O Dom
da Fé Salvadora, pelo qual, alcançamos, a MARAVILHOSA E GLORIOSA
SALVAÇÃO ETERNA.

BIBLIOGRAFIA.
01, BÍBLIA SAGRADA.
Tradução, Almeida, João Ferreira de.
Edição corrigida e revisada fiel ao texto original.
Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil, 1.994, 1.995, São Paulo, SP, Brasil.
02, CONCISO DICIONÁRIO DE TEOLOGIA CRISTÃ.
Erickson, Millard J.
JUERP, 1991, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
03, DICIONÁRIO DA BÍBLIA.
Davis, John D.
JUERP, 7a Edição, 1980, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
04, ESBOÇO DE TEOLOGIA SISTEMÁTICA.
Langston, A. B.
JUERP 8a edição, 1986, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
05, MINIDICIONÁRIO AURÉLIO.
Ferreira, Aurélio Buarque de Holanda.
Editora Nova Fronteira, 1a Edição, 6a Impressão, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

CURSO DE TEOLOGIA –MODULO 9

Doutrina Cristã da Oração

PÁGINA
INTRODUÇÃO. 04
I, O QUE É ORAÇÃO CRISTè? 04
II, COMO CONVERSARMOS COM DEUS¨? 06
III, ÊNFASES, OU TIPOS DE ORAÇÃO. 06
III, 1, ORAÇÃO INVOCATÓRIA. 07
III, 2, ORAÇÃO DE ADORAÇÃO. 07
III, 3, ORAÇÃO DE LOUVOR. 07
III, 4, ORAÇÃO GRATULATÓRIA, (AÇÃO DE GRAÇAS). 07
III, 5, ORAÇÃO DE CONFISSÃO DE PECADOS. 08
III, 6, ORAÇÃO DE ARREPENDIMENTO. 08
III, 7, ORAÇÃO PETICIONÁRIA. 08
III, 7, A, ORAÇÃO DE PEDIDO DE PERDÃO. 08
III, 7, A, a, ORAÇÃO DE PEDIDO DE PERDÃO DE PECADOS PESSOAIS. 08
III, 7, A, b, ORAÇÃO DE PEDIDO DE PERDÃO DE PECADOS
DO GRUPO A QUE PERTENCEMOS, (INTERCESSÓRIA). 08
III, 7, A, c, ORAÇÃO DE PEDIDO DE PERDÃO DE PECADOS
DE OUTRA (S) PESSOA (S), OU SEJA, DE TERCEIROS (INTERCESSÓRIA). 09
III, 7, B, ORAÇÃO DE PEDIDO DE BÊNÇÃOS. 09
III, 7, B, a, ORAÇÃO DE PEDIDO DE BÊNÇÃOS PESSOAIS. 09
III, 7, B, b, ORAÇÃO DE PEDIDO DE BÊNÇÃOS PARA O GRUPO
A QUE PERTENCEMOS (INTERCESSÓRIA). 09
III, 7, B, c, ORAÇÃO DE PEDIDO DE BÊNÇÃOS PARA TERCEIROS, (INTERCESSÓRIA). 09
III, 8, ORAÇÃO INTERCESSÓRIA. 09
III, 9, ORAÇÃO DE SUBMISSÃO À VONTADE DE DEUS. 09
III, 10, ORAÇÃO DE ENTREGA AOS CUIDADOS DE DEUS. 10
III, 11, ORAÇÃO IMPRECATÓRIA. 10
III, 11, A, ORAÇÃO IMPRECATÓRIA PEDINDO BENS. 10
III, 11, B ORAÇÃO IMPRECATÓRIA PEDINDO MALES. 10
III, 11, C, ORAÇÕES IMPRECATÓRIAS NO ANTIGO TESTAMENTO. 10
III, 11, D, ORAÇÕES IMPRECATÓRIAS NO NOVO TESTAMENTO. 11
III, 11, D, a, CUIDADO COM ORAÇÕES IMPRECATÓRIAS COM BASE
NOS ENSINAMENTOS DE JESUS CRISTO. 11
III, 11, D, b, CUIDADO COM ORAÇÕES IMPRECATÓRIAS COM BASE NOS ENSINAMENTOS DE PAULO. 11
III, 11, D, c, CUIDADO COM ORAÇÕES IMPRECATÓRIAS COM BASE NOS ENSINAMENTOS DE PEDRO. 11
IV, MODELO DE ORAÇÃO. 12
IV, 1, ADORAÇÃO, RECONHECIMENTO DA SUPERIORIDADE DE DEUS. 12
IV, 2, INVOCAÇÃO. 12
IV, 3, SUBMISSÃO À VONTADE DE DEUS. 12
IV, 4, PETIÇÃO. 12
IV, 5, CONFISSÃO DE PECADOS. 12
IV, 6, AMOR FRATERNAL. 12
IV, 8, NOVAMENTE, ADORAÇÃO. 13
V, LOCAIS ONDE A ORAÇÃO PODE SER REALIZADA. 13
VI, OCASIÕES EM QUE A ORAÇÃO PODE SER REALIZADA. 13
VII, POSIÇÕES EM QUE A ORAÇÃO PODE SER REALIZADA. 13
VIII, RESPOSTAS DE DEUS ÀS ORAÇÕES DOS CRENTES. 14
IX, ORAÇÕES NA BÍBLIA, FORA DA REGRA. 14
X, OBSTÁCULOS À RESPOSTA POSITIVA DE DEUS À ORAÇÃO. 14
XI, ORAÇÕES DE INCRÉDULOS. 15
XII, FORMAS, OU MODOS, DE ORAÇÃO. 15
XII, 1, ORAÇÃO A SÓS. 16
XII, 1, A, ORAÇÃO A SÓS, SILENCIOSA. 16
XII, 1, B, ORAÇÃO A SÓS, AUDÍVEL. 16
XII, 2, ORAÇÃO CONJUNTA. 16
XII, 2, A, ORAÇÃO CONJUNTA, SILENCIOSA. 16
XII, 2, B, ORAÇÃO CONJUNTA, AUDÍVEL. 16
XII, 2, B, a, ORAÇÃO CONJUNTA, AUDÍVEL E PÚBLICA. 16
XII, 2, B, a, 1, ORAÇÃO CONJUNTA, AUDÍVEL, PÚBLICA E UNITÁRIA. 16
XII, 2, B, a, 2, ORAÇÃO CONJUNTA, AUDÍVEL, PÚBLICA E GERAL. 17
XII, 2, B, b, ORAÇÃO CONJUNTA, AUDÍVEL E PARTICULAR. 17
XII, 2, B, b, 1, ORAÇÃO CONJUNTA, AUDÍVEL, PARTICULAR E UNITÁRIA. 17
XII, 2, B, b, 2, ORAÇÃO CONJUNTA, AUDÍVEL, PARTICULAR E GERAL. 17
XIII, CUIDADOS INDISPENSÁVEIS NAS ORAÇÕES PÚBLICAS. 17
XIII, 1, NÃO FAZER ORAÇÕES MUITO LONGAS. 17
XIII, 2, ORAR APENAS PELOS ASSUNTOS SOLICITADOS PELO DIRIGENTE DO CULTO. 18
XIII, 3, JAMAIS FAZER ACUSAÇÕES, OU CRÍTICAS, A QUALQUER PESSOA, GRUPO DE
PESSOAS, CATEGORIA PROFISSIONAl, INSTITUIÇÃO, ETC., ALVO DAS ORAÇÕES, PORQUE: 18
XIII, 4, CUIDADOS ESPECIAIS, PARA QUEM ESCUTA UMA ORAÇÃO PÚBLICA. 18
CONCLUSÃO. 19
BIBLIOGRAFIA. 20
DOUTRINA CRISTÃ DA ORAÇÃO.
INTRODUÇÃO.
O estudo sobre a oração CRISTÃ, é muito importante, porque, a oração
CRISTÃ é uma conversa com DEUS, desta forma, é de suma importância
sabermos como, quando e onde conversarmos, de tal forma que, ao
fazermos uma oração a DEUS, a façamos de acordo com a sua vontade.
Este estudo, não é extenso ou exaustivo, apesar disso, cremos que o
conteúdo é suficiente para nos ensinar acerca deste assunto tão
fascinante, qual seja, a oração.
Estudemos, portanto, este assunto, o qual é de suma importância para a
vida do CRISTÃO, bem como para a IGREJA DE JESUS CRISTO.
I, O QUE É ORAÇÃO CRISTè?
Segundo o minidicionário Aurélio, oração é:
01, Súplica religiosa; reza.
Para súplica, temos:.
01, Ato ou efeito de suplicar.
Para suplicar:
01, Pedir com instância e humildade; rogar.
O conciso dicionário de teologia CRISTÃ, nos diz:
01, ORAÇÃO, Dirigida a DEUS na forma de louvor, petição e confissão.
Cremos que nesta definição, está faltando algo no início, talvez uma
palavra ou frase.
A seguir transliteramos todo o conteúdo do verbete oração, do
dicionário da BÍBLIA.
Omitimos apenas as palavras santo e são, que antecedem o nome de
alguns filhos de DEUS, além disso, as iniciais dos livros Bíblicos
seguem o padrão dos nossos estudos.
A oração consiste em manter uma comunhão com DEUS. Quer isto dizer que
DEUS existe pessoalmente, que pode e quer ouvir-nos, que criou o
universo, que preserva e governa todas as suas criaturas e dirige as
ações delas. DEUS não se escraviza às leis que decreta; pode produzir
resultados suspendendo as leis da natureza ou operando por meio delas,
tão facilmente como o homem, porque ele é DEUS; pode dirigir os corações
e as mentes dos homens mais eficientemente do que nós somos capazes de
fazer. DEUS preordenou, tanto a oração como a sua resposta. DEUS tem um
plano traçado desde o princípio, que ele executa, tanto no modo em que
estabeleceu o universo e nas leis que o governam, como também pela sua
constante presença no universo mantendo-o e dirigindo-o.
A oração é instintiva no homem, que em suas crises chama por DEUS. ELE
exige que o homem ore; porém, para ter direito a este privilégio, é
preciso que esteja em legítimas relações com ele. A oração que ele
aceita, é a que lhe dirigem os retos. A oração dos ímpios lhe é
abominável, Prov¨15:29, 28:9. Somente aqueles cujos pecados são
perdoados, têm o privilégio de se aproximar de DEUS em oração. Todos
quantos se revelam contra a autoridade DIVINA não lhe são aceitos sem
antes renunciarem a seus pecados e receberem o seu perdão. A oração é
a comunhão dos filhos de DEUS com o seu PAI que está nos céus, e
consiste em adoração, ação de graças, confissão de pecados e petições,
Neem¨1:4-11; Dan¨9:3-19; Filip¨4:6. Desde o princípio o povo de DEUS
se empenhou neste santo exercício.
A oração é a expressão natural dos sentimentos religiosos a que
respondem as bênçãos DIVINAS, 1ºReis¨9:3; Ez¨36:37; Mat¨7:7. DEUS
atende a toda a oração que lhe é oferecida de conformidade com as
regras por ele estabelecidas; atende ao grito dos filhos do corvo,
quando a ele se dirigem pedindo alimento, e promete também responder às
orações de seu povo, Sal¨65:2. O apóstolo Tiago, citando fatos, declara
que a oração do justo, sendo fervorosa, pode muito, Tiago¨5:16. CRISTO,
falando a seus discípulos, disse-lhes: “Tudo o que pedirdes ao PAI em
meu nome, isso vos farei”, João¨14:13. O povo de DEUS dirige-lhe as
suas orações, deixando à sua vontade, o responder sim ou não; sabe que
DEUS responderá de acordo com o bem de suas criaturas, e com o
adiantamento do seu REINO, ou para honra de sua GLÓRIA. O apóstolo
João, escrevendo aos crentes, ensina a doutrina da oração, dizendo:
“Esta é a confiança que temos nele, que em tudo quanto lhe pedirmos,
ele nos ouve, sendo conforme à sua vontade”, João¨5:14. A resposta
virá, como nós desejamos, se estivermos bem iluminados. DEUS muitas
vezes abençoa melhor a seus filhos, negando-se a atender ao que pedem.
Assim também, os filhos de DEUS deixam à vontade de seu PAI o resultado
de suas petições e se conformam com ele.
Devemos orar em nome de CRISTO, porque o pecador não pode aproximar-se
de DEUS em seu próprio nome; devemos reconhecer que não temos
merecimentos inerentes à nossa natureza para irmos a sua presença, e
que somente em nome daquele que nos lavou dos nossos pecados em seu
sangue que nos fez sacerdotes para com DEUS.
A oração é dirigida ao DEUS TRINO na sua plenitude. A bênção apostólica
nos ensina também que a poderemos dirigir a cada uma das pessoas da
TRINDADE: “A graça de NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, e a caridade de DEUS, e
a comunicação do ESPÍRITO SANTO seja com todos vós”, 2ªCor¨13:14.
Dirigiam-se orações a CRISTO ressuscitado. Os CRISTÃOS invocavam o seu
nome, 1ªCor¨1:1-2. Estêvão a ele se dirigiu por ocasião do seu martírio;
Paulo invocou o seu nome e lhe rendeu graças, atribuindo-lhe glória e
domínio, At¨7:59-60; 2ªCor¨12:8-9; 1ªTess¨3:11; 1ªTim¨1:12; Apoc¨1:5-6.
Os esclarecimentos dados pelos três dicionários, nos autorizam a
concluir, que a oração CRISTÃ é:
UMA CONVERSA DO CRENTE COM DEUS.

II, COMO CONVERSARMOS COM DEUS¨?


Ainda que a oração, possa, à primeira vista, parecer uma
banalidade, não o é.
Não é uma banalidade, porque a pessoa com quem o crente fala, durante
a oração, NÃO É UMA PESSOA BANAL.
Não é uma pessoa banal, é o próprio DEUS, o qual é glorioso, e por
isso, digno de toda a reverência, pois é o criador de tudo o que há,
inclusive nós, Gên¨1:1-2:25; Neem¨9:6; Is¨44:24, 45:7.
Além disso, DEUS é santo (santíssimo), Is¨6:1-4, e nós pecadores,
Rom¨3:10, 23; 1ªJoão¨1:8.
Por isso, há uma enorme distância, entre o ser humano e DEUS.
Esta distância, é insuperável pelo próprio homem, devido à sua
natureza pecaminosa, Sal¨143:2; Rom¨3:10, 23.
Porém, DEUS ama o homem, João¨3:16; Rom¨5:8, e deseja que este tenha
comunhão consigo, por isso, proporcionou o único meio, pelo qual, o
homem possa ultrapassar tal distância.
O único meio que DEUS proporcionou ao homem, para que este possa
transpor tal distância, é somente a pessoa de JESUS CRISTO, 1ªTim¨2:5,
o qual, serve como que de ponte entre o homem, ainda que SALVO POR
JESUS CRISTO e DEUS.
Portanto, jamais saia isto da nossa mente, DEUS nos dá o privilégio de
conversarmos com ele, porém, isto, não acontece pelos nossos próprios
esforços ou merecimentos, mas porque DEUS nos ama e nos proveu o meio
(JESUS CRISTO), por intermédio do qual podemos chegar até ele.
O próprio JESUS CRISTO ensina a fazermos as nossas petições ao PAI em
seu nome, João¨14:13-14, 15:16, 16:23−26.
Por isso, todas as nossas orações, devem seguir um esquema bem
simples, qual seja:
01, A ORAÇÃO DEVE SER FEITA AO PAI.
02, EM NOME DE JESUS CRISTO.
III, ÊNFASES, OU TIPOS DE ORAÇÃO.
Já que a oração é uma conversa com DEUS, tal conversa, pode ser
realizada levando-se em consideração várias ênfases, ou tipos.
Relacionamos a seguir, algumas destas ênfases, ou tipos de oração.
Porém, dificilmente alguém fará uma oração com apenas uma das ênfases
alistadas.
1, ORAÇÃO INVOCATÓRIA.
2, ORAÇÃO DE ADORAÇÃO.
3, ORAÇÃO DE LOUVOR.
4, ORAÇÃO GRATULATÓRIA, (AÇÃO DE GRAÇAS).
5, ORAÇÃO DE CONFISSÃO DE PECADOS.
6, ORAÇÃO DE ARREPENDIMENTO.
7, ORAÇÃO PETICIONÁRIA.
8, ORAÇÃO INTERCESSÓRIA.
9, ORAÇÃO DE SUBMISSÃO À VONTADE DE DEUS.
10, ORAÇÃO DE ENTREGA AOS CUIDADOS DE DEUS.
11, ORAÇÃO IMPRECATÓRIA.
Vejamos cada uma em particular.
III, 1, ORAÇÃO INVOCATÓRIA.
A oração invocatória é realizada, quando solicitamos a presença de
DEUS, para direção, socorro, auxílio, proteção, etc.
Alguns exemplos de oração invocatória.
2ºSam¨22:4-7; Sal¨50:15, 55:1-16; Rom¨10:11-14.
Todos os cultos, devem iniciar-se, com uma oração invocatória, visto que
muitas forças espirituais da maldade, também estão presentes, Ef¨6:12.
III, 2, ORAÇÃO DE ADORAÇÃO.
A oração de ADORAÇÃO A DEUS, acontece, quando em oração exaltamos a
DEUS, pelo que ele é.
Exemplos de oração de adoração.
Sal¨93:1-5, 99:1-3.
Todas estas passagens são poemas, porém, não há dúvida que também têm
conotação de oração.
III, 3, ORAÇÃO DE LOUVOR.
A oração de LOUVOR A DEUS, acontece quando em oração, exaltamos a
DEUS, pelo que ele faz ou fez.
Exemplos de oração de louvor a DEUS.
Sal¨30:1-3; 34:1-7, 136:1-26; Is¨12:1-6¨(5).
Visto que, tanto a oração de ADORAÇÃO, quanto a de LOUVOR, servem para
exaltar a DEUS, podem, até, confundir-se, porém, podemos seguir as
definições acima, para diferenciar, as duas formas de exaltar a DEUS.
III, 4, ORAÇÃO GRATULATÓRIA, (AÇÃO DE GRAÇAS).
A oração gratulatória, ou de ação de graças acontece, quando em oração
agradecemos a DEUS por bênçãos recebidas.
A oração de ação de graças é, também, oração de louvor a DEUS.
Exemplos de oração gratulatória (ação de graças).
Mat¨11:25-26; João¨11:41−42; Rom¨1:8; Ef¨1:16, 5:20; 2ªTim¨1:3.
As ações de graças podem ser dadas a DEUS por bênçãos recebidas, quer sejam:
01, Pessoais, Sal¨56:1-13¨(12-13).
02, Do grupo a que pertencemos, 1ºCrô¨29:1-14¨(13).
03, De terceiros, 1ªTim¨2:1-3.
III, 5, ORAÇÃO DE CONFISSÃO DE PECADOS.
A oração de confissão de pecados acontece quando, em oração,
apresentamos e confessamos pecados a DEUS.
Nos próximos exemplos, podemos verificar que as orações de confissão
de pecados, podem ser feitas:
01, Pelos pecados pessoais; Sal¨32:5; 51:1−10; Prov¨28:13; Is¨6:5;
Mat¨3:6; 1ªJoão¨1:9.
02, Pelos pecados de grupo a que pertencemos, Esd¨9:1-10:1; Is¨6:5;
Dan¨9:4-21.
03, Pelos pecados de terceiros, Luc¨23:34; At¨7:60.
III, 6, ORAÇÃO DE ARREPENDIMENTO.
A oração de arrependimento acontece quando, em oração, nos apresentamos a
DEUS arrependidos e com a firme disposição de não cometer mais os pecados
cometidos e, já confessados, e para os quais, também, pedimos o seu perdão.
Um exemplo de oração de arrependimento.
Esd¨9:1-10:44¨(10:10-12, 19).
III, 7, ORAÇÃO PETICIONÁRIA.
A oração peticionária, acontece, quando em oração, fazemos algum
pedido a DEUS.
Vejamos algumas vertentes de orações peticionárias.
III, 7, A, ORAÇÃO DE PEDIDO DE PERDÃO.
A oração de pedido de perdão, acontece quando pedimos perdão de pecados,
quer sejam, pessoais, do grupo a que pertencemos, ou de terceiros.
III, 7, A, a, ORAÇÃO DE PEDIDO DE PERDÃO DE PECADOS PESSOAIS.
Sal¨25:11, 18.
III, 7, A, b, ORAÇÃO DE PEDIDO DE PERDÃO DE PECADOS DO GRUPO A
QUE PERTENCEMOS, (INTERCESSÓRIA).
Êx¨34:9; Núm¨14:19; Sal¨79:9; Dan¨9:19.
III, 7, A, c, ORAÇÃO DE PEDIDO DE PERDÃO DE PECADOS DE OUTRA (S)
PESSOA (S), OU SEJA, DE TERCEIROS (INTERCESSÓRIA).
Luc¨23:34; At¨7:60.
III, 7, B, ORAÇÃO DE PEDIDO DE BÊNÇÃOS.
A oração de pedido de bênçãos acontece quando pedimos a ação de DEUS
em prol de bênçãos, quer sejam:
III, 7, B, a, ORAÇÃO DE PEDIDO DE BÊNÇÃOS PESSOAIS.
2ºSam¨7:29; Sal:31:16.
III, 7, B, b, ORAÇÃO DE PEDIDO DE BÊNÇÃOS PARA O GRUPO A QUE
PERTENCEMOS (INTERCESSÓRIA).
Núm¨6:22-27; Deut¨26:15; Sal¨67:1.
III, 7, B, c, ORAÇÃO DE PEDIDO DE BÊNÇÃOS PARA TERCEIROS,
(INTERCESSÓRIA).
At¨3:6, 28:8-9.
As petições a DEUS, podem ser feitos em forma de SÚPLICA, 2ºReis¨13:4;
Sal¨55:1-2; Dan¨9:18; Filip¨4:6.
III, 8, ORAÇÃO INTERCESSÓRIA.
A oração intercessória, é realizada, quando oramos a DEUS, intervindo,
pedindo, rogando, em favor de outra ou outras pessoas.
Alguns exemplos de intercessão, de oração intercessória, bem como, de
incentivo à mesma.
Is¨53:12, 59:16; Mat¨5:44; Luc¨6:28, 22:32, 23:34; At¨7:60, 12:5;
1ªTess¨5:25; 2ªTess¨3:1; 1ªTim¨2:1; Heb¨13:18; Tiago¨5:16.
III, 9, ORAÇÃO DE SUBMISSÃO À VONTADE DE DEUS.
A oração de submissão à vontade de DEUS, acontece, quando em oração,
reconhecemos a soberania de DEUS, e nos submetemos à sua VONTADE.
O principal exemplo de submissão à vontade de DEUS é dado por
JESUS CRISTO, Mat¨26:36-46¨(39, 42, 44); Mar¨14:32-42¨(35-36, 39);
Luc¨22:39-46¨(42).
No Salmo 51:18, vemos o salmista pedir a bênção de DEUS sobre Sião,
porém, o salmista, sem rodeios, submete-se à vontade de DEUS.
O salmo 143, é uma grande súplica de Davi a DEUS, em virtude da ação
dos seus inimigos, entretanto, no Vs¨8, pede a DEUS que lhe faça saber
o caminho que devia seguir, e no Vs¨10, pede que DEUS o ensine a fazer
a sua vontade.
Na oração modelo, conhecida como O PAI NOSSO, ensinada por JESUS
CRISTO em Mat¨6:9-13, podemos verificar no Vs¨10, JESUS ensinando quem
ora, a submeter-se à vontade de DEUS.
III, 10, ORAÇÃO DE ENTREGA AOS CUIDADOS DE DEUS.
A oração de entrega aos cuidados de DEUS acontece quando, em oração,
nos entregamos aos cuidados de DEUS.
As próximas passagens BÍBLICAS nos mostram os cuidados de DEUS pelo
seu povo.
Sal¨40:17, Mas eu sou pobre e necessitado; contudo o SENHOR cuida de mim.
Tu és o meu auxílio e o meu libertador; não te detenhas, ó meu DEUS.
Is¨41:13, Porque eu, o SENHOR teu DEUS, te tomo pela tua mão direita;
e te digo: Não temas, eu te ajudo.
Sal¨4:8, Em paz também me deitarei e dormirei, porque só tu, SENHOR,
me fazes habitar em segurança.
Sal¨40:17, Mas eu sou pobre e necessitado; contudo o SENHOR cuida de mim.
Tu és o meu auxílio e o meu libertador; não te detenhas, ó meu DEUS.
Sal¨68:19, Bendito seja o SENHOR, que de dia em dia nos carrega de
benefícios; o DEUS que é a nossa SALVAÇÃO. (Selá).
Confiar nestas passagens BÍBLICAS e em muitas outras de igual teor é
motivo, mais que suficiente, para colocar em prática nossa confiança
em DEUS e nos entregarmos aos seus cuidados.
O maior exemplo de oração de entrega à vontade de DEUS, é dado por
JESUS CRISTO, o qual, em agonia, além de submeter−se à vontade do
Pai, também se entregou aos seus cuidados, Mat¨26:39, 42, 44;
Mar¨14:35-36, 39; Luc¨22:42.
III, 11, ORAÇÃO IMPRECATÓRIA.
A oração imprecatória, acontece, quando em oração, pedimos a DEUS, que
envie sobre alguém, quer sejam:
A, BENS.
B, MALES.
III, 11, A, ORAÇÃO IMPRECATÓRIA PEDINDO BENS.
Quando pedimos a DEUS que envie bens sobre alguém, estamos agindo com
amor e com toda a certeza, agradando-lhe.
III, 11, B ORAÇÃO IMPRECATÓRIA PEDINDO MALES.
A oração imprecatória pedindo males, ainda que encontrada na BÍBLIA
SAGRADA, é muito perigosa, visto que, pode não ser feita de acordo com
a vontade de DEUS, por isso devemos ter muito cuidado, de tal forma
que é, e será, bom que jamais a façamos Sal¨79:¨1-13¨(6, 12),
83:1-18¨(9-15), 109:1-31¨(6-20, 29).
III, 11, C, ORAÇÕES IMPRECATÓRIAS NO ANTIGO TESTAMENTO.
A imensa maioria das orações imprecatórias pedindo males está no ANTIGO
TESTAMENTO, quando vigorava a lei de talião, ou seja, a lei do olho por
olho, dente por dente, Êx¨21:23-25; Lev¨24:19-21; Deut¨19:21.
Porem JESUS CRISTO nos diz em Mat¨5:38-48;.
Aprendamos, também, com Paulo, Rom¨12:17-21; 1ªTess¨5:15.
Não esqueçamos, ainda, do ensinamento do apóstolo Pedro, 1ªPed¨3:8-18.
III, 11, D, ORAÇÕES IMPRECATÓRIAS NO NOVO TESTAMENTO.
Para encerrarmos, também, no NOVO TESTAMENTO há algumas orações
imprecatórias, 1ªCor¨5:1-13¨(3-5); 1ªTim¨1:19-20.
Entretanto, mais uma vez, alertamos a todos, pedir bênçãos é melhor
que pedir males.
Além do que, se pedirmos aberta e diretamente males, poderemos estar
agindo contra a vontade de DEUS e, em conseqüência contra nós, devido
a uma possível injustiça da nossa parte.
Por isso, é melhor seguirmos os ensinamentos já mencionados no item anterior,
os quais, repetiremos, para que fiquem bem gravados em nossa mente:
III, 11, D, a, CUIDADO COM ORAÇÕES IMPRECATÓRIAS COM BASE NOS
ENSINAMENTOS DE JESUS CRISTO.
Mat¨5:38-48.
III, 11, D, b, CUIDADO COM ORAÇÕES IMPRECATÓRIAS COM BASE NOS
ENSINAMENTOS DE PAULO.
Rom¨12:17-21; 1ªTess¨5:15.
III, 11, D, c, CUIDADO COM ORAÇÕES IMPRECATÓRIAS COM BASE NOS
ENSINAMENTOS DE PEDRO.
1ªPed¨3:8-18.
Se tivermos dificuldade, em pedir bênçãos para alguém, o melhor, para
nós, é olharmos, com muita atenção, o exemplo que, apesar de tudo,
Paulo nos dá no último parágrafo de 2ªTim¨4:14-16.
Que isto lhes não seja imputado; este é um belo exemplo a ser
seguido, para o nosso bem.
Além de tudo isto está o modelo de oração ensinada por Jesus Cristo,
Mat¨6:9−15.
Após os ensinamentos da passagem anterior há uma aplicação, Mat¨6:14−15.
Vejamos ainda, Mar¨4:24; Luc¨6:38.
Vimos neste capítulo, algumas ênfases, ou tipos de oração, entretanto,
dificilmente alguém fará uma oração, levando em conta, apenas uma
destas ênfases, por isso, em nossas orações, geralmente abordamos mais
de uma ênfase, ou seja, várias ênfases.
Isto não é errado, visto que na BÍBLIA, podemos verificar esta
realidade.
Confirmemos, esta declaração, ainda que rapidamente, na passagem
BÍBLICA de Mateus 6:9-13.
Esta passagem BÍBLICA, é alvo de estudo no próximo capítulo.
IV, MODELO DE ORAÇÃO.
Em Mateus 6:9-13, JESUS CRISTO ensina:
Vs¨09, “Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus,
santificado seja o teu nome;
Vs¨10, Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na Terra
como no céu;
Vs¨11, O pão nosso de cada dia nos dá hoje;
Vs¨12, E perdoa−nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos
nossos devedores;
Vs¨13, E não nos induzas à tentação; mas livra−nos do mal; porque teu
é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém”.
Esta passagem BÍBLICA, pode ser uma oração em si, mas também, pode e deve
ser considerada, como um modelo de oração, a ser observado por todos nós,
na maioria das nossas orações, principalmente as orações solitárias,
porque no verso 6, JESUS CRISTO diz:, “Mas tu, quando orares, entra no
teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto;
e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente”.
Vejamos, porque a mesma pode ser tomada como um modelo de oração:
IV, 1, ADORAÇÃO, RECONHECIMENTO DA SUPERIORIDADE DE DEUS, Vs¨9b.
01, Pai nosso.
02, Que estás nos céus.
03, Santificado seja o teu nome.
IV, 2, INVOCAÇÃO, Vs¨10 a.
01, Venha o teu reino.
IV, 3, SUBMISSÃO À VONTADE DE DEUS, Vs¨10 b.
01, Seja feita a tua vontade.
01, A, Na Terra.
01, B, No céu.
IV, 4, PETIÇÃO, Vs¨11.
01, O pão nosso de cada dia nos dá hoje.
IV, 5, CONFISSÃO DE PECADOS, Vs¨12 a.
01, Perdoa-nos as nossas dívidas.
IV, 6, AMOR FRATERNAL, Vs¨12 b.
01, Assim como nós perdoamos aos nossos devedores.
Nosso perdão dos pecados, a quem os cometeu contra nós.
IV, 7, ENTREGA AOS CUIDADOS DE DEUS, Vs¨13 a e b.
01, não nos induzas à tentação.
02, Livra-nos do mal.
IV, 8, NOVAMENTE, ADORAÇÃO, Vs¨13 c.
01, Porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre, amém.
Nesta oração, ou modelo de oração, JESUS CRISTO não ensina a orarmos
ao PAI em seu nome, entretanto, em João¨14:13-14, a orientação é
clara, a qual, pode ser complementada com 1ªTim¨2:5.
Por isso, repetimos, todas as orações feitas a DEUS, devem seguir
este esquema:
01, ORAÇÃO É FEITA AO PAI.
02, EM NOME DE JESUS CRISTO.
V, LOCAIS ONDE A ORAÇÃO PODE SER REALIZADA.
Em todos os locais, podem ser realizadas orações.
Não há local, onde uma oração não possa ser realizada.
Não há, portanto, restrições, de qualquer espécie, para a realização
de orações onde quer que seja.
A oração do profeta Jonas no ventre do grande peixe, é um ótimo
exemplo, Jonas¨2:1-10.
VI, OCASIÕES EM QUE A ORAÇÃO PODE SER REALIZADA.
Da mesma forma que, não há restrições de locais, para a realização de
orações, também não há restrições, quanto à hora em que uma oração
possa ser realizada.
Poderão haver restrições, quanto à manifestação visível de uma oração.
Entretanto, para que haja uma oração não há necessidade da sua demonstração,
pois a mesma, pode ser realizada em silêncio, e até de olhos abertos.
Por isso, repetimos, não há restrições, quanto a ocasiões, para a
realização de uma oração.
VII, POSIÇÕES EM QUE A ORAÇÃO PODE SER REALIZADA.
Em qualquer posição, pode ser feita uma oração.
Desta forma, podemos orar em pé, sentado, ajoelhado, deitado, etc.
Naturalmente, num culto público, ou numa reunião conjunta, quem ora,
não deve abusar do direito de ser diferente dos outros, para não dar
um espetáculo ridículo, a não ser por absoluta incapacidade de
portar-se como as demais pessoas.
Porém, quando a sós, há toda a liberdade, quanto à posição, para a
realização de uma oração.
VIII, RESPOSTAS DE DEUS ÀS ORAÇÕES DOS CRENTES.
Todas as petições feitas a DEUS em oração por todas as pessoas salvas por JESUS
CRISTO são respondidas, porém, isto não significa que a resposta de DEUS às
petições, sejam sempre sim, ou seja, de acordo com a vontade de quem ora.
Por isso, DEUS responde, pelo menos, de três modos, quais sejam:
01, SIM E JÁ.
02, SIM, MAS ESPERA UM POUCO.
03, NÃO E NUNCA.
Estas formas de DEUS responder as petições dos seus filhos segundo a
sua vontade, devem-se ao fato da sua ONIPOTÊNCIA, ONISCIÊNCIA,
ONIPRESENÇA, IMUTABILIDADE, SANTIDADE, JUSTIÇA, AMOR, VONTADE E
SOBERANIA serem absolutas, as quais, por isso, não dependem da
manipulação do ser humano, seja ele quem for.
Vejamos a seguir alguns exemplos BÍBLICOS de respostas de DEUS a
orações realizadas.
01, DEUS RESPONDE, SIM E JÁ, At¨3:1-9, 9:36-43¨(40-41), 28:8-9.
02, DEUS RESPONDE, SIM, MAS ESPERA UM POUCO, João¨11:1-45¨(6); Apoc¨6:9-11.
03, DEUS RESPONDENDO, NÃO E NUNCA, 2ªCor¨12:1-10¨(8-9); Tiago¨4:1-10¨(3).
IX, ORAÇÕES NA BÍBLIA, FORA DA REGRA.
Em todo o ANTIGO TESTAMENTO, nenhuma oração foi feita ao PAI, em nome
de seu FILHO, JESUS CRISTO, visto que JESUS CRISTO ainda não havia
nascido, e, por isso mesmo, não havia a revelação DIVINA da sua
intermediação, a qual só foi ensinada no NOVO TESTAMENTO, como podemos
ver em João¨14:13-14, 15:16, 16:23−26.
Isto porque JESUS CRISTO é o único intermediário entre DEUS e os
homens, 1ªTim¨2:5.
Porém, no NOVO TESTAMENTO, também encontramos orações realizadas por
filhos de DEUS, que fogem ao modelo praticado e conhecido por nós.
Vejamos:
01, Estevão, quando sofria martírio por apedrejamento, dirigiu-se a
JESUS CRISTO, At¨7:59-60.
02, Paulo, em 1ªCor¨1:3, pede, tanto a graça de DEUS PAI, como do
SENHOR JESUS CRISTO.
03, Em 1ªTim¨1:12, Paulo dá graças a JESUS CRISTO.
04, Em 2ªTess¨1:1-2 Paulo pede, para os tessalonicenses, tanto a graça
de DEUS, como a de JESUS CRISTO.
X, OBSTÁCULOS À RESPOSTA POSITIVA DE DEUS À ORAÇÃO.
Pode parecer um contra-senso, mas, dependendo do estado espiritual de
quem ora, ou da (s) pessoa (s) para a (s) qual (is) pedimos, DEUS pode
responder negativamente às orações realizadas, até que o problema
espiritual, seja resolvido.
Vejamos os próximos exemplos.
Prov¨15:29, 28:9; Is¨1:13-15; Jer¨11:9-17¨(11, 14); Miq¨3:1-12 (4,¨7);
Zac¨7:9-14¨(13); Tiago¨4:1-4.
Esta condição, também, pode acontecer conosco, visto que, nós também
somos pecadores.
Por isso, ao orar, não nos esqueçamos de confessar os nossos pecados, nem
de pedirmos perdão a DEUS, com arrependimento, para que estejamos em
condições espirituais aceitáveis por DEUS, de tal forma que, nossa
comunhão com ele, não esteja interrompida, em virtude dos nossos pecados.
Vejamos ainda, o que nos diz Isaías¨59:1-21¨(1-2).
XI, ORAÇÕES DE INCRÉDULOS.
Ouvirá DEUS uma oração feita por um incrédulo¨?
Claro que DEUS ouve, visto que é onipresente e onisciente.
Entretanto, o problema não está na audição, mas, no atendimento.
Dependendo do modo e do coração de quem pretende conversar com DEUS,
ainda que seja uma pessoa incrédula, DEUS fará com que tal pessoa tenha
um encontro com a VERDADE e com JESUS CRISTO, para que possa aceitá-lo
como único e suficiente SALVADOR e, assim, tenha livre acesso e comunhão
com DEUS através do único intermediário que é JESUS CRISTO, 1ªTim¨2:5.
Podemos verificar este fato, em At¨10:1-48¨(1-6, 30-32).
Verificamos nesta passagem BÍBLICA que, de uma certa forma, as orações, até
de incrédulos, são ouvidas e atendidas por DEUS, mas DEUS sempre apontará e
trabalhará para que quem lhe é temente, tenha um encontro pessoal com JESUS
CRISTO, para que haja conversão genuína e uma comunhão eficaz.
XII, FORMAS, OU MODOS, DE ORAÇÃO.
Para nós, há apenas duas formas ou modos de orar, as quais são:
1, ORAÇÃO A SÓS.
2, ORAÇÃO CONJUNTA.
Estas duas formas de oração, por sua vez, podem ser realizadas de
modos ou formas variadas, como podemos ver a seguir.
Estas formas de oração baseiam-se na experiência do nosso dia a dia,
não colocamos passagens BÍBLICAS, por acharmos desnecessário.
Porém, se não na sua totalidade, para a maioria das formas de oração
dadas a seguir, encontraremos base BÍBLICA.
1, ORAÇÃO A SÓS.
1, A, ORAÇÃO A SÓS, SILENCIOSA.
1, B, ORAÇÃO A SÓS, AUDÍVEL.
2, ORAÇÃO CONJUNTA.
2, A, ORAÇÃO CONJUNTA, SILENCIOSA.
2, B, ORAÇÃO CONJUNTA, AUDÍVEL.
2, B, a, ORAÇÃO CONJUNTA, AUDÍVEL E PÚBLICA.
2, B, a, 1, ORAÇÃO CONJUNTA, AUDÍVEL, PÚBLICA E UNITÁRIA.
2, B, a, 2, ORAÇÃO CONJUNTA, AUDÍVEL, PÚBLICA E GERAL.
2, B, b, ORAÇÃO CONJUNTA, AUDÍVEL E PARTICULAR.
2, B, b, 1, ORAÇÃO CONJUNTA, AUDÍVEL, PARTICULAR E UNITÁRIA.
2, B, b, 2, ORAÇÃO CONJUNTA, AUDÍVEL, PARTICULAR E GERAL.
Vejamos cada uma em particular.
XII, 1, ORAÇÃO A SÓS.
As orações a sós, de qualquer forma, também são particulares.
A oração feita a sós é uma benção na vida do salvo por JESUS CRISTO,
porque, quando a está realizando, não há qualquer limitação, a não ser
a obediência à vontade de DEUS.
Quanto à extensão das mesmas, aos assuntos colocados em pauta, às
queixas, acusações, elogios, etc., o crente tem toda a liberdade,
visto que, só DEUS o está escutando.
As orações a sós, podem ser realizadas de duas formas.
XII, 1, A, ORAÇÃO A SÓS, SILENCIOSA.
A oração a sós, pode ser realizada silenciosamente; só em pensamento.
Visto que, DEUS é onisciente, com toda a certeza, saberá o
conteúdo da oração.
XII, 1, B, ORAÇÃO A SÓS, AUDÍVEL.
A oração a sós, também pode ser realizada de forma audível, dependendo
única e exclusivamente da vontade pessoal de quem ora.
XII, 2, ORAÇÃO CONJUNTA.
As orações em conjunto, podem ser realizadas de duas formas:
XII, 2, A, ORAÇÃO CONJUNTA, SILENCIOSA.
As orações são realizadas em conjunto e em silêncio, quando num culto
ou reunião, as pessoas congregadas, são orientadas a fazerem uma
oração silenciosa.
XII, 2, B, ORAÇÃO CONJUNTA, AUDÍVEL.
As orações em conjunto e audíveis, são, as realizadas quando várias
pessoas estão reunidas e são feitas orações em voz alta.
XII, 2, B, a, ORAÇÃO CONJUNTA, AUDÍVEL E PÚBLICA.
As orações em conjunto audíveis e públicas, são, as orações realizadas a
DEUS, por exemplo em cultos, públicos, nos quais, não haja restrição, de
espécie alguma, à presença de quem quer que seja nos mesmos.
As orações em conjunto audíveis e públicas, podem ainda ser
realizadas, de forma unitária ou geral.
XII, 2, B, a, 1, ORAÇÃO CONJUNTA, AUDÍVEL, PÚBLICA E UNITÁRIA.
As orações em conjunto audíveis, públicas e unitárias, são, as orações
realizadas, num culto ou reunião pública, em voz alta, por apenas um
irmão, indicado, ou convidado para tanto, enquanto os demais,
acompanham aquela oração, em silêncio, aceitando-a, como sendo também
a expressão da sua vontade, ou quando muito, com palavras, ou
brevíssimas frases de assentimento e apoio à oração realizada.
XII, 2, B, a, 2, ORAÇÃO CONJUNTA, AUDÍVEL, PÚBLICA E GERAL.
As orações em conjunto, audíveis, públicas e gerais, são as orações
realizadas num culto, ou numa reunião pública, e para o qual, não haja
limitação do número de pessoas que levantem a voz em oração.
XII, 2, B, b, ORAÇÃO CONJUNTA, AUDÍVEL E PARTICULAR.
As orações em conjunto audíveis e particulares, são, as orações
realizadas num culto, ou reunião, onde estejam presentes, apenas,
pessoas pertencentes a um grupo, que tenham os mesmos ideais, a mesma
fé, os mesmos propósitos, as mesmas metas, ou que estejam reunidas
para uma finalidade específica.
Da mesma forma, que as orações em conjunto e públicas, as orações
em conjunto e particulares, também podem ser realizadas de forma
unitária e geral.
XII, 2, B, b, 1, ORAÇÃO CONJUNTA, AUDÍVEL, PARTICULAR E UNITÁRIA.
As orações em conjunto, audíveis, particulares e unitárias, são, as
orações realizadas por uma só pessoa, num culto, ou reunião, onde
estejam presentes, apenas, pessoas pertencentes a um grupo, que tenham
os mesmos ideais, a mesma fé, os mesmos propósitos, as mesmas metas,
ou que estejam reunidas para uma finalidade específica.
XII, 2, B, b, 2, ORAÇÃO CONJUNTA, AUDÍVEL, PARTICULAR E GERAL.
As orações em conjunto, audíveis, particulares e gerais, são, as orações
realizadas por um número ilimitado de pessoas, num culto, ou reunião,
onde estejam presentes, apenas, pessoas pertencentes a um grupo, que
tenham os mesmos ideais, a mesma fé, os mesmos propósitos, as mesmas
metas, ou que estejam reunidas para uma finalidade específica.
XIII, CUIDADOS INDISPENSÁVEIS NAS ORAÇÕES PÚBLICAS.
Em todas as orações públicas, principalmente as orações realizadas em
cultos públicos, ou reuniões abertas, devem ser tomados alguns
cuidados, indispensáveis, visando, não acarretar críticas, nem
problemas de ordem pessoal.
Vejamos alguns cuidados:
XIII, 1, NÃO FAZER ORAÇÕES MUITO LONGAS.
01, Em primeiro lugar, as respostas de DEUS são dadas em conseqüência,
ou de acordo com a sua vontade.
02, Em segundo lugar, se todas as orações de um culto público, forem
muito longas, o culto se prolongará desnecessariamente, tornando-se
aparentemente interminável, causando a impraticabilidade das mesmas.
03, Em terceiro lugar, quando as orações em um culto público são muito
longas, trazem em conseqüência a redução, ou até, a eliminação de
outras partes também importantes do culto, principalmente, a música
e a pregação.
04, Em quarto lugar, uma oração muito longa num culto público, não
prova que quem está orando tenha uma vida moral, devocional,
espiritual, etc., muito elevada.
XIII, 2, ORAR APENAS PELOS ASSUNTOS SOLICITADOS PELO DIRIGENTE
DO CULTO.
01, Este cuidado, faz com que o culto não se torne demorado além
dos limites do bom senso.
02, Demonstra, além de reverência, respeito e obediência ao
dirigente do culto.
03, Mostra aos visitantes, principalmente aos ainda não
convertidos, que a IGREJA age com ordem e decência.
XIII, 3, JAMAIS FAZER ACUSAÇÕES, OU CRÍTICAS, A QUALQUER PESSOA,
GRUPO DE PESSOAS, CATEGORIA PROFISSIONAl, INSTITUIÇÃO, ETC.,
ALVO DAS ORAÇÕES, PORQUE:
01, Em primeiro lugar, é falta de ética.
02, Parentes ou amigos próximos, poderão estar presentes e, se
alguma crítica ou acusação for feita durante a oração causará,
com certeza, um grande mal−estar, não só contra quem está
orando, mas por extensão, à IGREJA.
03, A pessoa que escuta críticas ou acusações contra um parente
ou amigo concluirá que no futuro também poderá será alvo de
acusações, ou críticas, em público.
Isto é um grande impecilho ao crescimento da causa de DEUS.
04, Se quem está orando, fizer críticas, ou acusações, a
autoridades constituídas (ocupantes de postos em órgãos dos
poderes legislativo, executivo e judiciário, das áreas das
administrações federal, municipais e estaduais), ou, até mesmo a
qualquer pessoa, poderá ser, até, processada, cabendo-lhe o ônus
da prova, em juízo, das acusações feitas, além de,
possivelmente, colocar, também, a IGREJA na mesma situação.
XIII, 4, CUIDADOS ESPECIAIS, PARA QUEM ESCUTA UMA ORAÇÃO PÚBLICA.
Quando uma oração pública audível e unitária, está sendo
realizada, há pelo menos, dois cuidados a serem observados, por
quem não está fazendo a oração, para o bem geral.
Vejamo-los:
01, Quando alguém ora em voz alta, acompanhá-lo com atenção e, no
máximo com palavras ou breves frases de assentimento à oração
que está sendo feita.
02, Jamais, orar paralelamente e em voz alta (isto demonstra, no
mínimo, deselegância, ou falta de confiança na oração feita
pelo irmão).
CONCLUSÃO.
Terminamos este estudo, no qual, demos uma vista de olhos sobre o
que a BÍBLIA SAGRADA ensina sobre a oração.
Passamos por todos os aspectos referentes à oração, sem contudo,
declararmos que este estudo é intocável, visto que, a PALAVRA DE
DEUS tem muito mais subsídios, com os quais este estudo poderá e
deverá ser reforçado por todos nós.
Nosso desejo, é que, de agora em diante, haja muito mais cuidado,
quando uma oração for feita ao nosso DEUS.
O crente que ora corretamente, com todas a certeza, exalta melhor
a DEUS, e tem mais condições espirituais, de levar ao mundo, a
poderosa e gloriosa mensagem da SALVAÇÃO ETERNA.
BIBLIOGRAFIA.
01, BÍBLIA SAGRADA.
Tradução, Almeida, João Ferreira de.
Edição corrigida e revisada fiel ao texto original.
Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil, 1.994, 1.995, São Paulo, SP, Brasil.
02, CONCISO DICIONÁRIO DE TEOLOGIA CRISTÃ.
Erickson, Millard J.
JUERP, 1991, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
03, MINIDICIONÁRIO AURÉLIO.
Ferreira, Aurélio Buarque de Holanda.
Editora Nova Fronteira, 1a edição, 6a impressão, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
04, DICIONÁRIO DA BÍBLIA.
Davis, John D.
JUERP, 7a edição, 1980, Rio DE Janeiro, RJ, Brasil.

CURSO DE TEOLOGIA BIBLICA –MODULO 10

CEMEUT

DOUTRINA CRISTÃ ACERCA do diabo.


PÁGINA
INTRODUÇÃO. 03
I, A FONTE DE INFORMAÇÕES SOBRE o diabo. 03
II, A REALIDADE DA EXISTÊNCIA do diabo. 04
III, A NATUREZA do diabo. 04
III, 1, O diabo, É UMA PESSOA. 04
III, 1, A, O diabo, E O SEU PODER DE PENSAR. 05
III, 1, B, O diabo, E O SEU PODER DE SENTIR. 05
III, 1, C, O diabo, E O SEU PODER DE QUERER. 05
III, 1, D, O diabo, E O SEU PODER DE CONSCIÊNCIA PRÓPRIA. 05
III, 1, E, O diabo, E O SEU PODER DE DIREÇÃO PRÓPRIA. 05
III, 2, O diabo, É UM ESPÍRITO, PORÉM, DECAÍDO E IMUNDO. 05
IV, NOMES do diabo. 06
IV, 1, diabo e satanás. 07
V, ENDEREÇOS do diabo. 07
V, 1, O ENDEREÇO do diabo, ANTES DE SER diabo. 07
V, 2, O ENDEREÇO do diabo, APÓS A SUA REBELIÃO, ATÉ O MILÊNIO DE PAZ MUNDIAL. 08
V, 4, O ENDEREÇO do diabo, APÓS O MILÊNIO DE PAZ MUNDIAL, E ANTES DA CONSUMAÇÃO
DE TODOS OS ACONTECIMENTOS ESCATOLÓGICOS DA HISTÓRIA HUMANA. 09
V, 5, O ENDEREÇO do diabo, APÓS A CONSUMAÇÃO DE TODOS OS
ACONTECIMENTOS ESCATOLÓGICOS. 09
VI, O deus DESTE SÉCULO. 09
VII, O EXÉRCITO do diabo. 10
VIII, O diabo E SEUS MINISTROS. 11
IX, O PODER do diabo. 11
X, OS FILHOS do diabo. 12
XI, AS OBRAS do diabo. 12
XII, AÇÃO DIRETA do diabo, CONTRA OS HOMENS. 12
XII, 1, A OPRESSÃO diabólica. 13
XII, 2, A TENTAÇÃO diabólica. 14
XII, 3, A OBSESSÃO diabólica. 15
XII, 4, A POSSESSÃO diabólica, ou demoníaca. 16
XII, 4, A, O CRENTE E A POSSESSÃO diabólica. 17
XII, 4, B, A EXPULSÃO DE demônios. 17
XII, 5, PRODÍGIOS ENGANADORES. 18
XII, 6, A FEITIÇARIA. 19
XII, 6, A, MILAGRES LIGADOS AO USO DE OBJETOS, NA BÍBLIA SAGRADA. 20
XII, 7, A IDOLATRIA. 21
XII, 8, A BUSCA DE PACTUANTES. 21
XII, 9, OUTRAS FORMAS do diabo DOMINAR O SER HUMANO. 22
XIII, O CRISTÃO E o diabo. 22
XIII, 1, O CRENTE E A EXALTAÇÃO ao diabo. 24
XIII, 2, O CRENTE PODE SERVIR ao diabo¨? 25
XIV, O TRABALHO MALÉFICO do diabo, DENTRO DAS IGREJAS DE JESUS CRISTO. 26
XV, O FINAL do diabo. 27
XV, 1, O INFERNO. 27
CONCLUSÃO. 28
BIBLIOGRAFIA. 29

DOUTRINA CRISTÃ ACERCA do diabo.


INTRODUÇÃO.
Pode alguém achar que o estudo doutrinário sobre o diabo, não seja
importante para o crente em JESUS CRISTO.
Porém, se alguém tem esta opinião, é só estudar a DOUTRINA CRISTÃ acerca
do diabo para concluir que tal estudo o ajudará, e muito, na vida CRISTÃ.
Sabemos, com absoluta certeza, que o diabo, além de ser o inimigo
número um de DEUS, também é o maior inimigo do ser humano, porém, de
um modo todo especial, do salvo por JESUS CRISTO.
Assim sendo, temos a necessidade e a obrigatoriedade de conhecer o
diabo, para que, através do nosso conhecimento acerca dele, o possamos
vencer, e desta forma, honrarmos e glorificarmos a DEUS.
Estudando, sobre este nefasto personagem, principalmente, sobre suas
artimanhas e atividades estaremos, como um soldado ou exército,
conhecedor das posições, estratégias e armas do inimigo, intensamente,
munidos e com muito mais possibilidades de vitória, sobre ele.
Estudemos sem receio, já que tudo o que aqui é tratado é BÍBLICO e com
toda a certeza cooperará, e muito, para crescimento espiritual.
I, A FONTE DE INFORMAÇÕES SOBRE o diabo.
Para iniciarmos o estudo sobre tão tétrica personalidade, é necessário
que saibamos onde conseguir informes totalmente confiáveis sobre o diabo.
Pode, à primeira vista, parecer um contra-senso, entretanto, não há
outra forma de nos inteirarmos corretamente sobre a pessoa do diabo, a
não ser na BÍBLIA SAGRADA.
Nela, dispomos, de todo o material necessário sobre o maior inimigo de
DEUS e dos homens.
De nada adiantaria, buscar informações em outra literatura, ou em
algum outro local, nem mesmo, em seus seguidores, visto que, para
desgraça sua, estão presos à sua vontade, 2ªTim¨2:23-26.
Desta forma, sem que o saibam, têm informações erradas e ou distorcidas
sobre o diabo, por isso, suas informações, não são dignas de crédito.
O que podemos conseguir dos seus seguidores é confirmar com exatidão
os ensinamentos da BÍBLIA SAGRADA sobre tão nefasta personalidade,
através de seus ensinamentos e suas práticas, as quais, são contrárias
aos ensinamentos da PALAVRA DE DEUS.
Procuremos, portanto, nos inteirar acerca do que a BÍBLIA SAGRADA nos
ensina sobre o diabo, para aprendermos a lidar com ele e a nos
defendermos do mesmo.
II, A REALIDADE DA EXISTÊNCIA do diabo.
O diabo é um ser real ou seja é um ser que existe.
Se o diabo não existisse, a BÍBLIA SAGRADA, não faria tantas
referências à sua pessoa.
Vejamos algumas.
Mat¨4:1-11, 13:38-39, 25:41; Luc¨4:1-13; João¨8:44, 13:2; At¨10:38,
13:10; Ef¨4:27, 6:11; 1ªTim¨3:6−7; 2ªTim¨2:26; Heb¨2:14; Tiago¨4:7;
1ªPed¨5:8; 1ªJoão¨3:8, 10; Jud¨9; Apoc¨12:9, 20:2, 10.
Além de conhecido como diabo, também é conhecido como satanás.
A seguir, alguma passagens em que é chamado por satanás.
1ºCrô¨21:1; Jó¨1:12; Sal¨109:6; Zac¨3:2; Mat¨4:10; At¨5:3; 1ªCor¨7:5;
1ªTim¨5:15; Apoc¨20:2
III, A NATUREZA do diabo.
O diabo é um ser angelical, ou seja; é um anjo, 2ªCor¨11:14;
Ef¨6:11−12; 2ªPed¨2:4; Jud¨6.
Ao ser criado por DEUS, foi criado, como querubim, Ez¨28:11-19¨(14,16).
Porém é um anjo decaído, isto é, um anjo que caiu em virtude da sua
desobediência a DEUS, Ez¨28:11-19¨(15-19).
O diabo é, por isso, um anjo (era querubim) que desobedeceu a DEUS,
tornando-se seu adversário, ou seja, contra DEUS ou ANTI−DEUS, desta
forma, DEUS o precipitou, condenado para todo o sempre, Ez¨28:16-19.
Esta degradação do diabo aconteceu, porque DEUS não dá a sua glória a
quem quer que seja, Is¨42:8, 48:11.
III, 1, O diabo, É UMA PESSOA.
O que caracteriza uma pessoa não é, como podem pensar alguns, um
corpo, como o corpo do ser humano.
Uma pessoa possui três características essenciais, quais sejam.
01, INTELIGÊNCIA.
02, AFEIÇÃO.
03, VONTADE.
Estas três características constitutivas de um ser pessoal lhe dão
alguns poderes, os quais alistamos a seguir:
A, PODER DE PENSAR.
B, PODER DE SENTIR.
C, PODER DE QUERER.
D, PODER DE CONSCIÊNCIA PRÓPRIA, OU SEJA, O PODER DE PENSAR EM SI MESMO.
E, PODER DE DIRIGIR-SE A SI MESMO.
Confirmemos, à luz da BÍBLIA, todos estes poderes dos quais o diabo é
possuidor, tanto quanto qualquer pessoa.
III, 1, A, O diabo, E O SEU PODER DE PENSAR.
Só quem pensa, ou raciocina, pode, entre outras coisas, dialogar e mentir:
01, Em Jó¨1:6-12, 2:1-6, o diabo (satanás) dialoga com DEUS.
02, Em João¨8:44, JESUS CRISTO, diz que o diabo é mentiroso e pai da
mentira.
III, 1, B, O diabo, E O SEU PODER DE SENTIR.
Só quem sente, pode sentir:
01, Orgulho, Is¨14:13-14;.
02, Insatisfação, Mat¨12:43-44.
03, Desejo, João¨8:44.
III, 1, C, O diabo, E O SEU PODER DE QUERER.
Só quem tem o poder de querer, pode deliberar:
01, Sobre o que fará, Is¨14:13-14.
02, Sobre onde irá, Luc¨11:24-26.
III, 1, D, O diabo, E O SEU PODER DE CONSCIÊNCIA PRÓPRIA.
Só quem tem consciência própria, pode referir-se a si mesmo:
01, Eu subirei ao Céu, Is¨14:13-14.
02, Eu tornarei para minha casa, Luc¨11:24-26.
III, 1, E, O diabo, E O SEU PODER DE DIREÇÃO PRÓPRIA.
Só quem tem o poder de dirigir-se a si mesmo, pode ir aonde deseja:
01, Então vai, Luc¨11:24-26.
02, Anda em derredor de alguém, 1ªPed¨5:8.
Concluímos, portanto, que o diabo é uma personalidade pessoal, ou
seja, é uma pessoa, pois é detentor de todos estes poderes.
Por isto DEUS conversa com o diabo, tratando-o, sem nenhum
subterfúgio, como um ser pessoal, Jó¨1:7-12, 2:1-7.
III, 2, O diabo, É UM ESPÍRITO, PORÉM, DECAÍDO E IMUNDO.
Já vimos no início deste capítulo, que o diabo é um anjo, ou seja, um
ser angelical e espiritual.
Ao ser criado por DEUS, o diabo era um ser espiritual e angelical
(QUERUBIM) perfeito em todos os aspectos, Ez¨28:12-19¨(12-15).
Porém, como já vimos, desde o momento da sua queda, com a conseqüente
condenação e degradação, o que fora QUERUBIM perfeito, deixou de o ser
pelo PODER, GLÓRIA, MAJESTADE E JUSTIÇA DE DEUS, Ez¨28:11-19¨(16-19).
Entretanto, apesar de decaído, continuou sendo um ser espiritual,
como antes o era.
Porém, após sua queda, já que o diabo é o príncipe (principal) dos
demônios Mat¨9:34, 12:24; Mar¨3:22; Luc¨11:15, Deus o fez espírito
imundo, Mat¨12:43; Mar¨5:2; Luc¨4:33.
Após sua condenação, é que passou a ser diabo, nome que significa,
acusador, caluniador.
Este seu atributo de acusador pode, muito bem, ser visto em
Jó¨1:9-11, 2:4-5.
Portanto o surgimento do diabo, como espírito decaído e imundo,
aconteceu, apenas e tão-somente, após a sua desobediência a DEUS, com
sua conseqüente condenação.
Assim sendo, DEUS não criou o diabo para se lhe opor, transformou,
isto sim, um querubim que se lhe opôs num espírito imundo, derrotado e
condenado para todo o sempre.
IV, NOMES do diabo.
O diabo, é conhecido por vários nomes.
Muitos deles são extraídos da cultura popular, vejamos alguns destes:
Arrenegado, beiçudo, bode, bode-sujo, cafuçu, cafute, cambito,
canheta, canhoto, cão, capeta, capiroto, coisa-ruim, cujo, demo,
dianho, excomungado, fute, gadelha, labrego, mafarrico, maldito,
malvado, mofino, não-sei-que-diga, pedro-botelho, porco, rabudo,
sarnento, sujo, tinhoso, zarapelho, etc., etc., etc.
Estes são, parte dos seus nomes, conhecidos apenas no Brasil.
Por quantos mais, não será conhecido no mundo inteiro¨?
Entretanto, os mais importantes, são os nomes que a BÍBLIA SAGRADA lhe dá;.
Vejamos:
01, abadom, Apoc¨9:11.
02, apoliom, Apoc¨9:11.
03, belzebu, Mat¨12:24; Mar¨3:22; Luc¨11:15.
04, deus deste século, 2ªCor¨4:4.
05, diabo, Mat¨4:1-11, 25:41; Luc¨4:1-13, 8:12; João¨8:44, etc.
06, dragão, Apoc¨12:9, 13:2, 20:2.
07, homicida, João¨8:44.
08, pai da mentira, João¨8:44.
09, príncipe das potestades do ar, Ef¨2:2.
10, príncipe deste mundo, João¨14:30.
11, príncipe dos demônios, Mat¨9:34; Mar¨3:22; Luc¨11:15.
12, satanás, Jó¨1:6−12, 2:1-7; Zac¨3:1-2; Mat¨4:10, 12:26, etc.
13, serpente, 2ªCor¨11:3; Apoc¨12:9, 20:2.
IV, 1, diabo e satanás.
diabo e satanás, são dois títulos, ou dois atributos da mesma pessoa,
Apoc¨12:9.
diabo, vem do grego diabolos, e significa; caluniador.
satanás, vem do hebreu satan, e significa; adversário.
V, ENDEREÇOS do diabo.
A idéia, corrente, de que a residência atual e fixa do diabo é o inferno,
onde tem, como que, seu quartel general e de onde comanda as suas hostes
malignas, está destituída de fundamento BÍBLICO, visto que à luz da BÍBLIA
SAGRADA o diabo só será colocado ali, para de lá jamais sair, quando toda a
obra de DEUS estiver concluída, na história e vida do ser humano.
Os endereços do diabo, podem ser contados em pelo menos, cinco etapas,
quais sejam:
1, ANTES DE SER DIABO; OU SEJA, DESDE SUA CRIAÇÃO ATÉ A SUA REBELIÃO.
2, APÓS A SUA REBELIÃO, ATÉ O MILÊNIO DE PAZ MUNDIAL.
3, DURANTE O MILÊNIO DE PAZ MUNDIAL, MANTIDA POR JESUS CRISTO.
4, APÓS O MILÊNIO DE PAZ E ANTES DA CONSUMAÇÃO DE TODOS OS
ACONTECIMENTOS ESCATOLÓGICOS DA HISTÓRIA HUMANA.
5, APÓS A CONSUMAÇÃO DE TODOS OS ACONTECIMENTOS ESCATOLÓGICOS.
Vejamos, cada uma destas etapas, com seus respectivos endereços.
V, 1, O ENDEREÇO do diabo, ANTES DE SER diabo.
Desde sua criação até sua rebelião, o ser que agora é o diabo, mas que
ainda não o era, tinha seu lugar de atuação, ou endereço, num lugar
todo especial, é o que podemos ver em Ez¨28:11-15.
Nesta passagem, a lamentação direta é contra o rei de Tiro, porém
este, jamais esteve no Éden, o jardim de DEUS, daí entendermos que
esta passagem BÍBLICA, indubitavelmente, se refere ao diabo.
Portanto, o endereço do diabo, antes da sua rebelião contra DEUS era o
Éden, jardim de DEUS.
Ez¨28:13 fala que esteve no Éden, jardim de Deus.
Ez¨28-14 fala que estava no monte santo de DEUS, e que no meio das
pedras afogueadas andava.
Pela descrição do ÉDEN de Ezequiel, constatamos, que era um ÉDEN
constituído de pedras preciosas e ouro, ao passo que o ÉDEN de Adão e
Eva, era um ÉDEN onde sobressaía o reino vegetal.
A tentação de Adão e Eva, aconteceu neste segundo ÉDEN, Gên¨3:1-24.
Não teria o diabo feito esta visita à sua antiga sede (já um tanto
quanto modificada e preparada para receber o ser humano) para tentar
destronar o homem, do local que antes lhe servira de base¨?
V, 2, O ENDEREÇO do diabo, APÓS A SUA REBELIÃO, ATÉ O MILÊNIO DE
PAZ MUNDIAL.
O endereço mais comum, ou o local onde, na BÍBLIA SAGRADA, o encontramos
mais em evidência, durante este período, é a atmosfera, Ef¨2:1-2.
Em Ef¨6:11-12 vemos que atua no lugares celestiais.
Na explicação da parábola do semeador, JESUS CRISTO se refere às aves
do céu, como sendo o maligno, Mat¨13:1-23¨(4, 19) e ao próprio satanás
em Mar¨4:1-20¨(4, 15).
Comparemos, Apoc¨12:7-9, com 1ªTess¨4:16-17.
O primeiro texto nos fala de uma batalha em que Miguel e os seus anjos
batalhavam no céu contra o dragão (diabo) e seus anjos.
Todos os adversários de MIGUEL e seus anjos, ou seja, o diabo e seus
anjos, foram precipitados na Terra, Apoc¨12:7-9.
O segundo texto, nos ensina que, o SENHOR JESUS CRISTO virá buscar sua
IGREJA, quando, ressuscitará os crentes mortos e arrebatará os crentes
vivos, e ajuntará a todos nas nuvens, ou seja nos ares, para estarmos
para sempre com o SENHOR, 1ªTess¨4:16-17.
Não estaria Miguel e os seus anjos limpando os ares, para receber a
gloriosa IGREJA do SENHOR E SALVADOR JESUS CRISTO¨?
Não ficaria desta forma, a Terra, livre para a maior liberação do
poder das trevas, quando da grande tribulação, Apoc¨7:14, ou grande
aflição¨? Mat¨24:1-25:46 (4:21).
Se olharmos atentamente, para Gên¨1:1-31, a quase tudo o que foi criado, a
PALAVRA DE DEUS nos diz: “e viu DEUS que era bom”, Vs¨4, 10, 12, 18, 21, 25.
É bem verdade que no Versículo¨31 há uma observação, um tanto quanto, mais
completa, “DEUS viu tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom”.
Porém, quando da criação da expansão entre as águas de baixo e as de
cima, a BÍBLIA não faz a mesma declaração, Vs¨6-8.
Com esta omissão, não estaria DEUS lembrando (antecipadamente) dos
tempos futuros, nos quais, o diabo imperaria nos ares¨? Ef¨6:12.
Ainda que o endereço mais comum do diabo, seja a atmosfera, podemos
ver que ele também trabalha na Terra.
Leiamos, os dois diálogos entre DEUS e o diabo, relatados no livro de
Jó, primeiro diálogo, Jó¨1:6-12¨(7), segundo diálogo, Jó¨2:1-7¨(2).
Da primeira passagem, destacamos o versículo 7 e da segunda, o
versículo 2, os quais narram que satanás respondeu a DEUS
semelhantemente; “De rodear a Terra e passear por ela”.
Além disto, a BÍBLIA SAGRADA diz que todo o mundo está no maligno,
1ªJoão¨5:19, se bem que, todo o mundo, aqui, se refere mais aos
incrédulos do que à Terra, propriamente dita.
V, 3, O ENDEREÇO do diabo, DURANTE O MILÊNIO DE PAZ MUNDIAL,
MANTIDA POR JESUS CRISTO.
Durante o milênio de paz mundial, o diabo, estará preso no abismo, sem
que tenha alguma possibilidade, nem mesmo a mais remota, de perturbar
a quem quer que seja, Apoc¨20:1-3.
V, 4, O ENDEREÇO do diabo, APÓS O MILÊNIO DE PAZ MUNDIAL, E ANTES DA
CONSUMAÇÃO DE TODOS OS ACONTECIMENTOS ESCATOLÓGICOS DA HISTÓRIA HUMANA.
Este será um curto período no qual o diabo será solto, por um pouco de
tempo, para tentar enganar todas as nações da Terra.
Estará, portanto, na Terra durante um curto espaço de tempo, tentando
enganar todas os povos da Terra, para as ajuntar em batalha contra o
povo de Deus, Apoc¨20:7-10.
V, 5, O ENDEREÇO do diabo, APÓS A CONSUMAÇÃO DE TODOS OS
ACONTECIMENTOS ESCATOLÓGICOS.
Após todos os acontecimentos escatológicos, a BÍBLIA SAGRADA, nos diz:
“E o diabo que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre,
onde está a besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão
atormentados para todo o sempre”, Apoc¨20:10.
Ali permanecerá, portanto, para todo o sempre, para jamais, em hipótese
alguma, de lá ter permissão para sair, nem sequer por um momento.
Tal permanência no lago de fogo e enxofre, será acompanhada de castigo
e sofrimento interminável, ou seja, eterno.
Estas são, pelo menos, as cinco etapas ou endereços do diabo, ao longo
da sua existência, desde a sua criação, até, e por toda a eternidade.
VI, o deus DESTE SÉCULO.
Este título, deu-o o apóstolo Paulo, em 2ªCor¨4:4, “Nos quais o DEUS deste
século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que não lhes resplandeça
a LUZ DO EVANGELHO DA GLÓRIA DE CRISTO, que é a imagem de DEUS”.
Neste texto, a palavra século, não significa o espaço de cem anos,
porém é sinônimo da religiosidade dos homens, ao longo do tempo.
Como deus deste século seu maior desejo é ser adorado, e isto, em
conseqüência de julgar-se credenciado para tanto.
Seu desejo de ser semelhante ao ALTÍSSIMO, Is¨14:12-15, não era outra
coisa, senão uma obstinação de receber culto como DEUS recebia de
todas as legiões angelicais.
Pouco depois, em parte, acabou conseguindo, porém, apenas dos anjos
que o seguiram em sua rebeldia contra DEUS.
Ez¨28:11-19, fala sobre a sua condenação e em Apoc¨12:3−4, podemos
entender que, quando da sua rebelião contra DEUS, levou a terça parte
dos anjos após si.
Ao enganar Adão e Eva seu desejo era receber adoração.
.
Os povos desconhecedores da PALAVRA DE DEUS adoravam e ainda adoram
deuses, porém, como nos diz o Sal¨96:5, tais deuses eram e continuam
sendo ídolos.
Por isso, quem os adora ou lhes presta culto é praticante da
idolatria, ou seja é idólatra.
O povo eleito (Israel), apesar de conhecer a PALAVRA DE DEUS e das
constantes advertências, infelizmente, também cultuou ao diabo,
através da idolatria, Deut¨32:17; 2ºReis¨17:7−20; 2ºCrô¨11:15.
O diabo, por seu atrevimento, desejou, e intentou, receber adoração,
até do próprio JESUS CRISTO, Mat¨4:8-10; Luc¨4:5-8.
O diabo, infelizmente, age até mesmo no meio do povo de DEUS, Mat¨13:24-30.
Muitas pessoas vendo o que JESUS CRISTO fazia criam nele, porém JESUS
não confiava neles, porque sabia o que tinham em seu coração e a quem
pertenciam, João¨2:23-25.
O diabo que era conhecedor da missão de JESUS CRISTO utilizou-se de
testemunhas falsas, dos escribas, dos fariseus, dos anciãos, dos
principais sacerdotes, do sumo sacerdote e dos membros do sinédrio,
Mar¨14:53−64, 15:1−3; João¨11:46-57, e até de um dos apóstolos,
Mat¨26:47-50, para tramarem planos malignos contra JESUS.
O diabo atrai adoradores, através da promoção de espetáculos
atraentes, maravilhosos e prodigiosos, 2ªTess¨2:9.
O diabo, para ser adorado, usa do artifício do engano, o qual é muito forte
pois tem o poder, até, de transformar-se em anjo de luz, 2ªCor¨11:13-15 (14).
Porém, JESUS CRISTO nos alerta claramente, sobre as artimanhas do
diabo, as quais são, realmente, muito fortes para a pessoa menos
avisada, Mat¨24:4-5, 24.
VII, O EXÉRCITO do diabo.
A obra maligna do diabo é, infelizmente, muito extensa, entretanto, a
mesma, não é realizada somente por ele.
Para a realização de toda a sua nefasta obra, o diabo vale-se de um
numeroso exército de anjos (os demônios), todos seus seguidores.
Por isso, a BÍBLIA SAGRADA, reconhece o diabo, como belzebu o príncipe
dos demônios, Mat¨9:34, 12:24-28; Mar¨3:22-26; Luc¨11:14-20.
Tal exército diabólico, é confirmado nas próximas passagens BÍBLICAS,
Mat¨12:43-45; Mar¨5:1−20 (9), 9:29; Luc¨8:30; Apoc¨12:7.
Segundo a carta de Paulo aos Efésios 6:11-12, há uma hierarquia
diabólica, ou, demoníaca no reino das trevas, composta, por:
01, PRINCIPADOS.
02, POTESTADES.
03, PRÍNCIPES DAS TREVAS DESTE SÉCULO.
04, HOSTES ESPIRITUAIS DA MALDADE NOS LUGARES CELESTIAIS.
VIII, O diabo E SEUS MINISTROS.
Em 2ªCor¨11:13-15, Paulo escreve clara e abertamente sobre a
existência dos ministros do diabo (satanás).
É bem verdade, que o diabo tem um enorme exército de ministros declarados,
colocados e incorporados, em determinadas religiões e suas seitas
religiosas, que abertamente, sem nenhum subterfúgio, a ele devotam adoração.
Entretanto, estes não são os mais perigosos, visto que a imensa
maioria das pessoas, por aversão, foge a tais tipos de adoração, já
que, os mesmos, declaradamente, adoram ao diabo.
Por isso, conscientemente, muito poucas pessoas o admitem em suas
vidas, visto que, o seu intelecto se recusa a tal admissão.
Os ministros mais perigosos do diabo, são aqueles que se acobertam, ou
se escondem, atrás de uma aparente, ou meia verdade, dando-lhes um tom
de autenticidade, a qual é muito difícil de distinguir, pelas pessoas
menos avisadas e por isso mesmo, desprevenidas, quanto ao engano em
que podem cair, ou em que já estão incorrendo.
Paulo é muito claro ao falar sobre eles em 2ªCor¨11:13-15.
Em 2ªTess¨2:1-17 (2−11), também podemos notar, sem nenhuma dificuldade, a
preocupação de Paulo, quanto à prodigiosa operação do erro.
JESUS CRISTO também falou em falsos cristos e falsos profetas,
Mat¨24:23-25.
Portanto, busquemos conhecer a verdade, quanto mais melhor, para nossa
tranqüilidade e para a glória de DEUS.
Os ministros do diabo, declarados ou não, juntamente com todos os seus
seguidores, formam, como que uma paródia do corpo de JESUS CRISTO.
Não podemos afirmar que esta é uma declaração BÍBLICA, entretanto, se
compararmos as obras de DEUS, através de sua IGREJA, com as obras do
diabo, através de seus seguidores, não podemos nos furtar a esta
constatação, a qual, podemos transformar em declaração.
O diabo, juntamente com todos os seus seguidores, formam um corpo, o
qual, podemos afirmar, sem medo de errar que, é o corpo do diabo.
IX, O PODER do diabo.
O diabo não é todo poderoso, entretanto, quando há a permissão de
DEUS, o diabo coloca em ação todo o seu poder, manifestando toda a sua
maldade, crueldade e ódio.
2ªTess¨2:8−9 nos fala desse poder.
No livro de Jó, encontramos o relato de uma história muito conhecida, na
qual, o diabo demonstra todo o seu ódio para com DEUS, bem como, para com
o ser humano, representado nesta história pela pessoa de Jó, Jó¨1:1-2:13.
Portanto, pelo que podemos verificar, ainda que o diabo seja o maior inimigo
de DEUS e seja detentor de um determinado poder, este poder, jamais pode ser
colocado em ação, a não ser com o consentimento do TODO-PODEROSO.
X, OS FILHOS do diabo.
Infelizmente, o diabo, também tem filhos.
Quem são os filhos do diabo¨?
À luz de João¨1:12, os filhos do diabo, são todos os seres humanos que
ainda não aceitaram a JESUS CRISTO, como único e suficiente SALVADOR.
João¨8:12-59¨(39-45), nos fala claramente, sem rodeios que, quem não
ama a JESUS CRISTO é filho do diabo (Vs¨42-44).
XI, AS OBRAS do diabo.
O ladrão registrado em João¨10:10, cujas obras são roubar, matar e
destruir, pode, muito bem ser aplicado ao diabo, em contraposição à
obra de CRISTO, a qual, é DAR VIDA E VIDA COM ABUNDÂNCIA.
Entretanto, a BÍBLIA SAGRADA tem mais uma grande lista de obras atribuídas
ao diabo e seu exército, vejamos uma lista, incluindo as já citados:
01, Roubar, João¨10:10.
02, Matar, Jó¨1:13-19; João¨8:44, 10:10.
03, Destruir, João¨10:10.
04, Incitação à desobediência a DEUS, 1ºCrô¨21:1−8.
05, Instigação à adivinhação, Deut¨18:10-12; At¨16:16−18.
06, Instigação ao erro, Is¨19:14.
07, Instigação ao ódio, 1ºSam¨18:10-12, 19:9-10.
08, Atormentar, 1ºSam¨16:14-15.
09, Mentira, II¨Crôn¨18:19-27; João¨8:44.
10, Facção, Tiago¨3:13-16.
11, Indução à apostasia, 1ªTim¨4:1.
12, Promoção da idolatria, Osé¨4:12, 5:4.
13, Possessão diabólica, Mar¨9:17-27.
14, Tentação ao pecado, Gên¨3:1-24¨(1-7); Mat¨4:1-11.
15, Causador de várias enfermidades, Jó¨2:1-10¨(7); Mat¨15:21-28;
Luc¨13:10-17.
16, Opressão diabólica, At¨10:38.
17, Enganar, Gên¨3:1-13¨(13); 2ªCor11:3; Apoc¨12:9.
XII, AÇÃO DIRETA do diabo, CONTRA OS HOMENS.
O diabo não se contenta, apenas, com o mal que fez aos seus primeiros
seguidores (os demônios), os quais, ao princípio, ou seja, ao serem
criados, eram todos obedientes a DEUS.
Por isso, desde praticamente a criação do ser humano, até os dias
atuais e cremos que, enquanto não acontecerem todos os acontecimentos
escatológicos já revelados por DEUS, o diabo continuará agindo
diretamente sobre o ser humano, quer este seja filho de DEUS ou não (a
não ser durante o milênio de paz mundial, Apoc¨20:2−7).
Esta ação diabólica, visa principalmente a desobediência do homem a DEUS.
As investidas do diabo contra o ser humano, constam de várias atividades.
Vejamos as mais comuns:
1, OPRESSÃO DIABÓLICA.
2, TENTAÇÃO DIABÓLICA.
3, OBSESSÃO DIABÓLICA.
4, POSSESSÃO DIABÓLICA.
5, PRODÍGIOS ENGANADORES.
6, A FEITIÇARIA.
7, A IDOLATRIA.
8, A BUSCA DE PACTUANTES.
Veremos agora, cada uma destas em particular.
XII, 1, A OPRESSÃO diabólica.
Segundo o minidicionário Aurélio, opressão, significa:
01, Ato ou efeito de oprimir.
02, Tirania.
03, Sufocação.
Por sua vez, oprimir significa:
01, Sobrecarregar com peso.
02, Apertar, comprimir.
03, Afligir.
04, Tiranizar.
05, Vexar, humilhar.
O conciso dicionário de teologia CRISTÃ, nos diz acerca de opressão:
Controle imoral exercido pelos poderosos sobre as classes
despossuídas. Na teologia liberal, é o pecado em sua dimensão maior.
Infelizmente, o conciso dicionário, não fala sobre a opressão diabólica.
Imaginemos quão terrível, é a opressão diabólica¨!
O diabo com toda a sua perversidade, se compraz em causar males
ao ser humano.
Uma das formas com que leva a efeito a sua perversidade, é a opressão
diabólica.
O diabo, infelizmente, consegue oprimir muitas pessoas, através da
colocação de enfermidades, as mais diversas, em suas vidas, as quais,
em determinados casos, são um peso enorme e terrível a ser carregado,
visto que, em inúmeros pessoas, nem a medicina consegue recursos
científicos, para solucioná-las, Mar¨5:24-34; Luc¨8:43-48,.
Por isto, a BÍBLIA SAGRADA também chama o diabo (ou os demônios), de:
“espírito de enfermidade Luc¨13:11”.
Na BÍBLIA SAGRADA, encontramos vários casos de opressão diabólica, por
meio de enfermidades, Jó¨2:7−8; Mat¨12:22, 15:21-28; Luc¨13:10-17.
A opressão diabólica pode, também, provocar tristeza, melancolia,
depressão, sentimento de inferioridade, sentimento de perseguição, fraqueza
física, inimizade, dúvidas, mágoa profunda, é o caso de Jó, o qual, além do
seu grande infortúnio e da sua enorme enfermidade, foi duramente magoado,
por sua mulher, principalmente no aspecto espiritual, Jó¨2:9-10, bem como
pelos seus três amigos, Elifaz, Zofar e Bildade, Jó¨4:1-27:23¨(19:1-29).
A opressão diabólica, pode acontecer na vida de um crente em JESUS
CRISTO, sem que este tenha pecado, para que tal aconteça.
Assim sendo, a opressão diabólica, como no caso de Jó, acontece, como
prova de DEUS, não como castigo.
Visto que o crente em JESUS CRISTO, pode sofrer opressão diabólica,
cabe-lhe, suplicar a misericórdia de DEUS, a fim de livrar-se deste
enorme problema.
Uma das atividades do ministério de JESUS CRISTO foi curar os
oprimidos de diabo, At¨10:38.
XII, 2, A TENTAÇÃO diabólica.
Tentação, segundo o minidicionário Aurélio, é:
01, Ato ou efeito de tentar.
02, Desejo veemente.
03, Pessoa ou coisa que tenta.
04, O diabo.
Por sua vez, tentar, significa:
01, Empregar meios para obter.
02, Buscar, procurar.
03, Pôr em prática, empreender.
04, Arriscar-se.
05, Pôr à prova, experimentar.
06, Procurar seduzir.
07, Causar desejo a.
O conciso dicionário de teologia CRISTÃ, nos diz acerca de tentação:
01, Ato de induzir a pecar ou a condição de ser levado a pecar.

Na BÍBLIA SAGRADA, o diabo é também conhecido como o tentador,


Mat¨4:1-11; Mar¨4:1−13; 1ªTess¨3:5.
Toda a tentação diabólica é uma chamada ou convite ao pecado, o qual,
quando consumado é, por sua vez, desobediência a DEUS.
Vejamos algumas passagens BÍBLICAS concernentes a tentações diabólicas,
1ºCrô¨21:1−8; Luc¨8:12; At¨5:3; 1ªCor¨7:5; 1ªTess¨3:5; 1ªTim¨5:15.
O diabo não pode agir diretamente na inteligência nem na vontade.
Porém, pode influir sobre o corpo, através dos sentidos naturais
do ser humano.
Esta ação, por sua vez, produz efeitos na imaginação e na memória.
Por esta brecha, a tentação diabólica, atua sobre a inteligência e a
vontade, pelas quais, o homem pode ou não consentir com a tentação,
podendo, por isso, cair ou não na mesma.
Já que, a tentação diabólica é um fato que atinge tanto o incrédulo
como o crente, este deve tomar as devidas precauções, todas elas de
cunho espiritual, para vencê-la, ao máximo.
Para nossa total tranqüilidade, DEUS garante que as tentações
diabólicas sobre seus filhos, jamais ultrapassarão os limites que
estes podem suportar, 1ªCor¨10:13.
A BÍBLIA SAGRADA nos ensina quais os procedimentos corretos e
necessários, para que sejamos vitoriosos sobre as tentações
diabólicas, Ef¨6:11-18; Tiago¨4:7; 1ªPed¨5:8.
Além de tudo o que já falamos sobre tentação diabólica, é necessário
sabermos que, a tentação diabólica, em si mesma, não é pecado, mas um,
fortíssimo, convite à prática do mesmo.
XII, 3, A OBSESSÃO diabólica.
A palavra obsessão, segundo o minidicionário Aurélio, significa:
01, Idéia fixa que persegue.
02, Mania.
Portanto, a obsessão diabólica é:
Mania, ou idéia fixa que persegue alguém, afim de praticar
constantemente o pecado.
Estas idéias fixas, colocadas pelo diabo, provocam tentação contínua,
levando a pessoa à pratica continuada do pecado.
A obsessão diabólica, pode subjugar, tanto pessoas incrédulas como,
infelizmente, crentes em JESUS CRISTO.
Podemos esquematizar o caminho para a obsessão diabólica de um crente
em JESUS CRISTO, da seguinte forma:
01, Tentação diabólica.
02, Queda no pecado.
03, Arrependimento e confissão, sem muita determinação para deixar o
pecado.
04, Nova tentação diabólica, para a prática do mesmo pecado.
05, Nova queda no mesmo pecado.
06, Gozo e ou alegria pelo pecado cometido.
07, Tentação para o não arrependimento nem confissão do pecado.
08, Falta de arrependimento e da confissão do pecado cometido.
09, Tentação, para cometer novamente o mesmo pecado.
10, Queda no mesmo pecado.
11, Falta de arrependimento e de confissão.
12, Amor ao pecado.
13, Tentação diabólica continuada para a prática do pecado.
14 Idéia fixa para a prática usual do pecado, com sua constante prática.
Aí está a triste caminhada de uma pessoa salva por JESUS CRISTO, para
chegar à OBSESSÃO DIABÓLICA, a qual, com toda a certeza trará enormes
prejuízos, principalmente espirituais, os quais poderão, também, ser
sentidos em outras esferas da vida.
Cabe ao salvo por JESUS CRISTO, resistir ao diabo, para vencê-lo,
Tiago¨4:7-8.
É bom salientar o que segue.
Quando uma pessoa está obsessa pelo diabo, a mesma, continua na plenitude
de todas as suas faculdades físicas, mas, também e principalmente as
mentais de tal forma que todas as suas ações, ainda que levadas a efeito
sob a pressão de uma enorme tentação diabólica (obsessão), são realizadas
com toda a sua liberdade de escolha.
Podemos ver, na pessoa do apóstolo Pedro, uma etapa de obsessão
diabólica, quando por três vezes negou a JESUS CRISTO, Mat¨26:69-75;
Luc¨22:54-62.
XII, 4, A POSSESSÃO diabólica, ou demoníaca.
Nem o minidicionário Aurélio, nem o conciso dicionário de teologia
CRISTÃ, nos dão uma definição para a possessão diabólica, entretanto,
o minidicionário nos dá a definição de possesso, a qual é a que segue:
Endemoninhado; Enfurecido; Indivíduo possesso.
A possessão diabólica, ou demoníaca, constitui-se, na perda total do
controle do ser humano, sobre si mesmo, passando este controle a ser
executado, pelo diabo, ou por um, ou mais, dos seus demônios.
A BÍBLIA SAGRADA, nos mostra claramente, muitos casos de possessão
diabólica ou demoníaca, como podemos verificar claramente, nas passagens
BÍBLICAS enumeradas a seguir, Mat¨8:16, 28-34; Mar¨1:21-28, 32-34, 5:1-20,
7:24-30, 9:14-29; Luc¨4:33-36, 41, 6:17−18, 8:26-39, 9:37-42; At¨5:16, 8:7.
A possessão diabólica ou demoníaca, por seus resultados, talvez seja a
maior tragédia da vida do ser humano, naturalmente, tirando fora a
condenação eterna.
Como vimos nas passagens BÍBLICAS acima, um ser humano em tal
situação, perde totalmente o controle sobre si mesmo, passando o mesmo
a ser exercido completamente pelo diabo (o demônio, ou demônios),
principalmente nas horas de crise.
XII, 4, A, O CRENTE E A POSSESSÃO diabólica.
Por crente em JESUS CRISTO, entendemos uma pessoa que:
Aceitou o SENHOR JESUS CRISTO em sua vida, como seu ÚNICO E SUFICIENTE
SALVADOR.
Devido a esta decisão, o crente passa a:
01, Ser filho de DEUS, João¨1:12.
02, Estar seguro para sempre nas mãos de JESUS, João¨6:37-40, 10:27-30.
03, Ser templo e habitação do ESPÍRITO SANTO, 1ªCor¨3:16-17, 6:19.
Baseados nestas três, fortíssimas, declarações BÍBLICAS, com toda a
certeza, temos autorização para declarar o que segue:
Já que o crente verdadeiro:
01, É, para todos os efeitos filho de DEUS, João¨1:12.
02, Está, para todo o sempre, seguro nas mãos de JESUS CRISTO,
João¨6:37-40, 10:27-30.
03, É habitação e templo do ESPÍRITO SANTO, 1ªCor¨3:16, 6:19; 2ªCor¨6:16.
O FILHO DE DEUS (O CRENTE VERDADEIRO) JAMAIS PODERÁ SER VÍTIMA DE
POSSESSÃO diabólica.
XII, 4, B, A EXPULSÃO DE demônios.
Quando uma pessoa fica possessa de demônio, este, pode ser expulso, em
nome de JESUS CRISTO, Mar¨16:17; Luc¨10:17.
Em todas as passagens BÍBLICAS em que vemos, tanto, JESUS CRISTO,
quanto os seus discípulos expulsarem demônios, estes se apresentaram
de livre e espontânea vontade, sem que houvesse a necessidade de os
chamar (invocar), para que se apresentassem.
Porém, nos nossos dias, estamos presenciando, muitas pessoas
expulsando demônios.
Contudo, na maioria das vezes, estes são chamados (invocados) para se
apresentarem e depois serem expulsos.
Muitos demônios, geralmente, atendem o chamado, e se apresentam, para depois
serem expulsos das infelizes pessoas, que ficam possessas do demônio.
Este fato, ainda que atraia muitas pessoas, podem ser até multidões,
necessita de fundamento BÍBLICO, para que o possamos avalizar.
Procuremos, acuradamente, na BÍBLIA SAGRADA e verificaremos que
jamais algum demônio foi chamado à presença de quem quer que
seja, para depois ser expulso.
Por isso, repetimos o que já declaramos acima.
Em todas as passagens BÍBLICAS em que vemos, tanto, JESUS CRISTO,
quanto os seus discípulos, expulsarem demônios, estes se apresentaram
de livre e espontânea vontade, sem que houvesse a necessidade de os
chamar (invocar), para que se apresentassem.
Infelizmente, a possessão demoníaca acontece muitas vezes na vida de
muitas pessoas, as quais, não sabem o que fazer para se livrarem de
tão grande e terrível flagelo.
Segundo JESUS CRISTO, para que os demônios sejam expulsos, há a
necessidade de fé, oração e jejum, Mat¨17:14-21.
Porém, a verdadeira, radical e final libertação da possessão
demoníaca, acontece, quando uma pessoa EVANGELIZADA aceita a JESUS
CRISTO, COMO SEU ÚNICO E SUFICIENTE SALVADOR.
Quando a conversão acontece, a pessoa é:
01, Templo de Deus, 1ªCor¨3:16-17, 6:19; 2ªCor¨6:16.
02, Habitação do ESPÍRITO SANTO, 1ªCor¨3:16-17, 6:19; 2ªCor¨6:16;
03, Batizada pelo ESPÍRITO SANTO, 1ªCor¨12:13.
04, Selada pelo ESPÍRITO SANTO Ef¨1:13, 4:30.
Com o ESPÍRITO SANTO habitando no salvo por JESUS CRISTO, qual será o
demônio, casta de demônios, legião de demônios, ou o próprio diabo
(satanás) virá desalojar o ESPÍRITO SANTO, para possuir um filho de
Deus, através da possessão demoníaca ou diabólica.
Por isso, é impossível que o (s) demônio (s) volte (m), acompanhado (s)
de outros sete demônios para cada um que saiu, à que era sua casa, antes
da conversão genuína a JESUS CRISTO, Mat¨12:43-45; Luc¨11:24-26.
Sua volta é impossível porque a casa não mais está vazia, está, isto
sim, habitada pelo ESPÍRITO SANTO, 1ªCor¨3:16-17, 6:19; 2ªCor¨6:16;
XII, 5, PRODÍGIOS ENGANADORES.
O diabo, infelizmente, também engana uma enorme quantidade de seres
humanos, através de sinais, prodígios, milagres, etc., porém enganadores,
por intermédio dos seus seguidores, quer estes sejam, declarados ou não.
É o que constatamos com as seguintes passagens da BÍBLIA SAGRADA,
Mat¨7:21-23; 24:23-25; 2ªCor¨11:13-15; 2ªTess¨2:9−10; Apoc¨13:11-18 (13).
Assim sendo, nem todos os prodígios, ou milagres, procedem de DEUS,
vejamos o que nos diz Mat¨7:15-23.
XII, 6, A FEITIÇARIA.
Segundo o Novo dicionário Aurélio, feitiçaria, significa:
01, Emprego de feitiços; Bruxaria; Sortilégio, encantamento; Figurado,
enlevo, fascinação, sedução.
Portanto, segundo a primeira definição, a feitiçaria constitui-se no
uso ou emprego de feitiços.
Para FEITIÇO, temos entre outros a palavra FETICHE, a qual por sua
vez, entre outros, tem este significado:
01, Objeto animado ou inanimado, feito pelo homem ou produzido pela
natureza, ao qual se atribui poder sobrenatural e se presta culto;
Ídolo, manipanso: [comparar com, amuleto e talismã].
Portanto:
Qualquer animal (ou, uma de suas partes).
Qualquer líquido, pó, pacote, pedra (ou, uma de suas partes).
Qualquer madeira (ou, uma de suas partes).
Qualquer flor (ou, uma de suas partes)
Etc., etc., etc.
Todas estas coisas ou materiais, quer sejam puros ou misturados,
recebidos onde quer que seja (comércio, casa particular, centro espírita,
igreja, etc.), e desde que usados, por quem quer que seja, com a
suposição que têm algum poder sobrenatural, de qualquer ordem, ou
provindo de onde quer que seja, constitui-se, infelizmente num FEITIÇO.
Lembro de um dicionário antigo no qual era muito mais fácil chegar ao
significado da palavra feitiçaria, a qual, entre outros, significava:
Emprego ou uso de feitiços.
A palavra feitiço era mais direta, a qual, entre outros, significava:
Objeto a que ignorantes ou indoutos atribuem poder sobrenatural.
Por isso, não havia necessidade de tanta busca ou exercício no dicionário
para chegarmos ao verdadeiro significado da palavra feitiçaria.
Tal dicionário, infelizmente, não está em nosso poder, por isso, não
está incluído na bibliografia.
Há, infelizmente, muita gente que julga e pensa, que a prática da
feitiçaria está muito distante dos grupos evangélicos.
Entretanto, para nossa tristeza, verificamos, que, o emprego de
feitiços, também é prática, um tanto quanto, comum, também no
cristianismo, principalmente no cristianismo nominal.
Dissemos, principalmente, pois, infelizmente, poderão também ser
usados por verdadeiros CRISTÃOS, porém imaturos e ou desprovidos de
sólida base doutrinária.
Em virtude destas deficiências, não possuem fé suficiente para confiar em
DEUS, como O SER que com sua NATUREZA, totalmente, espiritual, também age
espiritualmente, sem a mínima necessidade da presença de qualquer
quantidade, ou pedaço de qualquer animal, substância, coisa, ou material.
Talvez, nós já fomos feiticeiros, ou ainda o sejamos, sem o saber¨!
A feitiçaria é, portanto, mais uma forma de ação diabólica, para
perverter a vida do ser humano.
A feitiçaria também pode ser considerada uma forma de idolatria.
A feitiçaria, é sempre condenada pela BÍBLIA SAGRADA, 1ºSam¨15:22-23;
2ºReis¨9:22; 2ºCrô¨33:6; Is¨47:8−9, 12; Miq¨5:12; Naum¨3:3−4;
Gál¨5:19-21¨(20); Apoc¨9:21, 18:23.
Da mesma forma que DEUS condena a feitiçaria, também condena os
feiticeiros e feiticeiras, Êx¨22:18; Deut¨18:10-14; 2ºReis¨21:6,
23:24; Mal¨3:5; Apoc¨21:8, 22:15.
XII, 6, A, MILAGRES LIGADOS AO USO DE OBJETOS, NA BÍBLIA SAGRADA.
Na BÍBLIA SAGRADA há vários milagres que aconteceram acompanhados
de algum material físico e visível, os quais, aparentemente,
aconteceram em virtude do material usado.
A seguir temos uma lista de alguns.
Mar¨8:22−26¨(23).
É verdade, JESUS cuspiu nos olhos do cego.
Porém, JESUS CRISTO jamais ensinou ou mandou quem quer que
seja cuspir nos olhos de qualquer cego para que este pudesse
ou possa ver.
João¨9:1−41¨(6-7, 11, 14-15).
Também é verdade, JESUS CRISTO cuspiu na terra, com a saliva
fez lodo, e untou com o lodo os olhos do cego. E disse-lhe:
Vai, lava-te no tanque de Siloé (que significa o Enviado).
Foi, pois, e lavou-se, e voltou vendo.
Porém, como no milagre citado anteriormente, JESUS CRISTO
jamais ensinou ou mandou quem quer que seja a cuspir na terra,
fazer lodo com a saliva, untar os olhos de qualquer cego e
mandá-lo lavar-se em qualquer tanque para que o cego pudesse
ou possa ver.
Mas, nós não devemos fazer o que JESUS CRISTO fez¨?
Devemos olhar, e muito, para o que JESUS CRISTO fez, mas, muito
mais para o que mandou fazer.
Isto, porque há coisas que JESUS CRISTO fez mas não ordenou a
ninguém que as repetisse.
Os dois milagres citados acima são exemplos.
At¨19:11−12.
Sim, é verdade que DEUS pelas mãos de Paulo fazia maravilhas
extraordinárias. De sorte que até os lenços e aventais se
levavam do seu corpo aos enfermos, e as enfermidades fugiam
deles, e os espíritos malignos saíam.
Porém, a exemplo de JESUS CRISTO, Paulo, também não mandou, nem
sequer insinuou, que alguém repetisse o que acontecia com ele.
Tenhamos, portanto, muito cuidado e fujamos do uso de qualquer material,
quer seja ativa ou passivamente, na suposição que DEUS dará ao mesmo
qualquer poder sobrenatural para que aconteça o que é do nosso desejo.
Venha tal material de onde vier, dado onde quer que seja ou
entregue por quem quer que seja.
A BÍBLIA SAGRADA não afirma diretamente, mas, podemos entender
que alguns enfermos eram curados ao passar sobre eles a sombra do
apóstolo Pedro, porque muitos doentes eram trazidos e deixados,
em leitos, nas ruas, esperando Pedro passar para que sua sombra
cobrisse alguns deles, At¨5:15.
Até que enfermos fossem curados quando a sombra de Pedro passava
sobre eles, jamais o vemos ensinando a alguém que passasse à luz
do sol, para que sua sombra curasse qualquer enfermo.
Também, neste caso, o bom senso nos leva a não querermos imitar o
que acontecia com Pedro.
XII, 7, A IDOLATRIA.
Segundo o minidicionário Aurélio, idolatria, significa:
Culto prestado a ídolos.
O conciso dicionário de teologia CRISTÃ, nos diz:
Adoração de um ou mais ídolos.
O culto prestado a ídolos, ou seja, a idolatria, é uma forma do diabo
afastar o homem de DEUS, ainda que o homem tenha a pretensão de cultuá-lo.
Isto acontece, simplesmente, porque DEUS É ESPÍRITO e só aceita ADORAÇÃO,
por parte do ser humano, em ESPÍRITO E EM VERDADE, João¨4:19-24 (24).
A BÍBLIA SAGRADA está recheada de conselhos DIVINOS ao ser humano,
ensinando-o a resguardar-se contra a idolatria, leiamos apenas o que DEUS
nos diz no Salmo¨115:4-9, para podermos compreender o desprezo e descaso
de DEUS aos ídolos tanto quanto a quem os faz e a quem neles confia.
XII, 8, A BUSCA DE PACTUANTES.
A busca de pessoas, que com o diabo façam pacto, ou contrato, com
requisitos a serem observados pelas duas partes (a parte principal a
ser obedecida pelo homem, é a adoração ao diabo) é outra atividade do
diabo, tendo como campo de batalha o ser humano.
Podemos verificar esta atividade do diabo, quando ao tentar JESUS
CRISTO no deserto, após um jejum de quarenta dias e quarenta noites,
lhe propôs um pacto.
Em primeiro lugar, o diabo ofereceu a JESUS CRISTO todos os reinos do
mundo, Mat¨4:8-9; Luc¨4:5-7.
Mas, para que isso acontecesse JESUS CRISTO teria que adorar o diabo,
Mat¨4:8-9; Luc¨4:5-7.
Pacto astuto ou matreiro¨!
JESUS CRISTO recusou, decididamente, declarando o que está escrito em
Mat¨4:10; Luc¨4:8.
XII, 9, OUTRAS FORMAS do diabo DOMINAR O SER HUMANO.
Há ainda, muitas outras formas do diabo dominar o ser humano.
Damos a seguir uma pequena lista das artimanhas mais conhecidas e
praticadas, quais sejam:
01, ASTROLOGIA, Adivinhação através da análise da posição dos astros.
02, CARTOMANCIA, Adivinhação através de cartas de baralho normal ou
baralhos especiais.
03, HIDROMANCIA, Adivinhação através da água.
04, NECROMANCIA, Adivinhação através da comunicação com mortos.
05, QUIROMANCIA, Adivinhação através do exame das linhas das mãos.
Porém, a lista não terminou, há muitas outras formas do diabo dominar a
mente do ser humano, (em cada cultura ele interfere com características
próprias), porém todas elas, certamente estarão, mais ou menos dentro
das características colocadas e estudadas neste capítulo.
Estejamos atentos, para não nos deixarmos levar em roda pelas
artimanhas do diabo, o qual, só deseja o nosso mal, visto que é o
nosso maior inimigo.
XIII, O CRISTÃO E o diabo.
Já vimos, que o diabo pode causar opressão, tentação e obsessão,
também na pessoa salva por JESUS CRISTO.
Porém, jamais poderá possuí-la, através da possessão diabólica ou demoníaca.
Todos os itens alistados no parágrafo anterior, já foram estudados
neste estudo, sobre o diabo.
Pode, até parecer pouco, o que o diabo pode fazer a um crente, porém
não é, senão vejamos:
De uma forma ou de outra, quando o crente em JESUS CRISTO está sob uma
tentação, sempre despende alguma energia, para resisti-la.
Bem-aventurado o salvo por JESUS CRISTO que gasta suas energias e
consegue resistir à pertinácia do diabo em tentá-lo para cair em pecado.
Porém, quando cai em pecado gasta mais energias, ainda, para
encorajar-se ao reconhecimento de que pecou, ao arrependimento, à
confissão do seu pecado, bem como, ao pedido de perdão a DEUS.
Às vezes, sua coragem, ou suas energias, não são suficientes, para
tomar rapidamente o caminho correto.
Quando isto acontece, o crente, está a um passo da obsessão diabólica,
já estudada anteriormente.
Quando o crente está sob as forças da obsessão, torna-se um anêmico
espiritual, não produzindo fruto para DEUS; fica tão perto do mundo,
que pode ser denominado de crente carnal, 1ªCor¨3:1-4.
Desta forma, antes de recuperar-se espiritualmente, e devido ao seu
mau testemunho, muitas vezes, após algum trabalho inútil para
recuperação, é desligado da IGREJA da qual é membro, por não querer
concertar−se, Mat¨18:15−18.
Ainda que o desligamento aconteça, isto não o entristeçe, pois,
devido à obsessão diabólica está, como que, imune à ação do ESPÍRITO
SANTO em sua vida.
Assim sendo, é como que um soldado ferido, impossibilitado de entrar
na batalha contra o mal, quer seja, orando, lendo, estudando e
meditando sobre a BÍBLIA SAGRADA, CULTUANDO A DEUS juntamente com a
IGREJA ou em particular, EVANGELIZANDO, etc.
Aceitemos e coloquemos em prática todos os conselhos DIVINOS, para que
nada disto nos aconteça e sejamos baluartes de DEUS na luta contra o
maligno, Rom¨12:1-2; Gál¨5:22-23; Ef¨5:17-21; 6:11-18; Tiago¨4:1-12;
1ªPed¨5:6−9, tudo isto, para honra e glória de DEUS.
1ªPed¨5:8, nos diz: “Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso
adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem
possa tragar”.
Este versículo nos manda ser cautelosos em nossa maneira de pensar e
agir, visto que o diabo está nos espreitando a fim de nos dominar.
Porém, este versículo não está isolado, está, isto sim, inserido num
conjunto de versículos qual seja, 1ªPed¨5:1−11.
Leiamos esta passagem por inteiro, a fim de a estudarmos e tirarmos
lições para a nossa vida em relação ao diabo, para lutarmos contra
ele, e com isso, darmos glórias a DEUS.
01, A primeira lição, podemos tirá-la dos Vs¨1−4; São instruções aos
pastores, sobre como apascentar o rebanho de DEUS.
02, A segunda lição, está no início do Vs¨5; Sujeição mútua.
03, A terceira lição, também está no Vs¨5; Humildade.
04, Quarta lição, humildade debaixo da potente mão de DEUS, Vs¨6.
05, Quinta lição, a exaltação pessoal vem de DEUS, no tempo certo, Vs¨6.
06, Sexta lição, todas as nossas ansiedades devem ser colocadas nas
mãos de DEUS, porque ele cuida de nós, Vs¨7.
07, Sétima lição, sobriedade e vigilância, em virtude da observação
diabólica, buscando ocasião propícia para ter vitória sobre nós, Vs¨8.
08, Oitava lição, Resistência ao diabo com firmeza na fé, Vs¨9.
09, Nona lição, reconhecer que todos os irmãos espalhados pelo mundo
também sofrem, Vs¨9.
10, Décima lição, por fim DEUS nos aperfeiçoará, confirmará,
fortificará e fortalecerá, Vs¨10.
11, Undécima lição, porque com DEUS está o poder e a glória para todo
o sempre, Vs¨11.
Aqui, bem como em toda a BÍBLIA SAGRADA, o crente tem tudo o que
necessita para aprender a resistir ao diabo, bem como, para ter muitas
e muitas vitórias sobre ele.
XIII, 1, O CRENTE E A EXALTAÇÃO ao diabo.
Infelizmente, muitas vezes, o crente esquece de dar glória a DEUS para
exaltar o diabo através, principalmente, dos pensamentos, mas também
de palavras e atitudes.
Um exemplo verídico poderá nos iluminar:
Prestemos atenção ao diálogo, verídico, entre dois irmãos, chamados de
irmão A e irmão B.
O irmão A chega para o irmão B e lhe conta a seguinte experiência pessoal.
“Eu sou pedreiro; não tenho dificuldade para construir uma casa,
entretanto, não tenho casa própria, porque não tenho terreno para
construir uma residência para mim, minha mulher e meus filhos”.
“Por várias vezes, estive bem perto de comprar terreno, para realizar
o meu sonho”.
“Por várias vezes, estive quase com a quantia certa, em dinheiro, para
dar a entrada num terreno e poder construir a casa própria”.
“Porém, o diabo tem agido de tal forma que sempre acontece alguma
coisa grave, a tal ponto que o dinheiro não se complete, e pior do que
isso, faz com que, o que estava amealhado também desapareça, em gastos
inesperados”.
“Esta é a minha triste realidade”¨!
O irmão B que escutara toda a história do irmão A em silêncio; pede a
palavra e o aconselha desta forma:
“Ao invés do irmão atribuir ao diabo tais percalços, porque o irmão não
se coloca em comunhão com DEUS e lhe faz esta pergunta; porque tens
permitido, SENHOR, que quando o montante em dinheiro está quase completo,
me aconteçam tão grandes problemas que me obrigam a gastá-lo”¨?
“Pois, da forma que o irmão tem agido, está, infelizmente, ainda que
inconscientemente, exaltando e glorificando o diabo”.
“Porque o irmão não deixa ou pára de atribuir ao diabo todos esses
acontecimentos adversosӬ?
Talvez, no momento do diálogo citado acima, o irmão B tenha chocado o
irmão A ao ponto de deixá-lo, intranqüilo e até nervoso.
Porém, o certo é que, passado não muito tempo, o irmão A chega junto do
irmão B com uma alegria contagiante e, todo sorridente, lhe confidencia:
“Graças a DEUS consegui comprar o meu terreno e em breve começarei a
construir a minha casa”.
Cremos que o irmão A deixou de atribuir os fatos negativos ao diabo,
humilhou-se e colocou-se debaixo da potente mão de DEUS, o qual no
tempo certo o exaltou, 1ªPed¨5:6-9.
O diabo É UMA REALIDADE, não o podemos negar.
PORÉM, SE A ELE ATRIBUIRMOS TODO O MAL OU TUDO O QUE DE ERRADO
NOS ACONTECE, ESTAMOS EXALTANDO−O.
Exaltemos, portanto a DEUS, dialoguemos com ele, sobre o porquê dos
acontecimentos adversos da nossa vida, reconhecendo o seu senhorio
sobre nós e descansemos em suas soberanas mãos, aguardando o tempo
certo para que sejamos por ele exaltados.
XIII, 2, O CRENTE PODE SERVIR ao diabo¨?
Infelizmente, todas as vezes que o crente em JESUS CRISTO está desobedecendo
a DEUS, ou seja, quando está pecando, está servindo ao diabo.
Numa certa oportunidade, JESUS CRISTO chama Pedro, abertamente, de satanás.
Naquela oportunidade, Pedro estava servindo ao diabo, pois repreendeu a
JESUS CRISTO, quando falou sobre o que lhe haveria de acontecer na cruz.
É bom salientar que, um pouco antes de JESUS CRISTO chamar Pedro de
satanás, chamou-o de bem-aventurado, porque respondeu a JESUS algo que
lhe fora revelado pelo PAI QUE ESTÁ NOS CÉUS.
Este acontecimento, está registrado em Mat¨16:13-23 e Mar¨8:27-33.
Leiamos com muita atenção estas passagens BÍBLICAS, a fim de nos
inteirarmos da realidade desta triste verdade.
Não cremos, de forma alguma, que Pedro estava possuído pelo diabo, porém,
para todos os efeitos, naquela oportunidade, estava a serviço dele.
Se aconteceu com Pedro, com toda a certeza, infelizmente, também,
poderá acontecer conosco, ou com algum de nossos irmãos.
Porém, devemos seguir um bom conselho; JESUS CRISTO, é detentor de
toda a autoridade, porque, sendo DEUS é ONISCIENTE, portanto, sua
declaração é, totalmente, digna de crédito.
Entretanto, nós somos apenas humanos, por isso, não sabemos tudo com
absoluta certeza.
Tenhamos, portanto, muito cuidado e façamos tudo, para evitar
declarar, que um irmão é satanás, visto que, satanás poderá ser quem
faz tal declaração.
Isto pode, muito bem, acontecer:
01, EM VIRTUDE DE UM MAU JUÍZO.
02, POR SENTIMENTO DE SUPERIORIDADE.
03, EM VIRTUDE DE UM JULGAMENTO TEMERÁRIO.
04, EM VIRTUDE DO DESEJO DE INIBIR ALGUÉM.
05, COMO INSTRUMENTO DE DEFESA PESSOAL.
06, COMO ARMA DE ATAQUE.
07, ETC, ETC, ETC.
Portanto, por prevenção, façamos todo o esforço para não fazermos uma
declaração semelhante à que JESUS CRISTO fez acerca de Pedro.
Oremos pelo irmão, a sós, ou em conjunto com ele para honra e
glória de DEUS.
XIV, O TRABALHO MALÉFICO do diabo, DENTRO DAS IGREJAS DE JESUS CRISTO.
Quando lemos as cartas de JESUS CRISTO às sete IGREJAS,
Apoc¨2:1−3:22, podemos notar o imenso e nefasto trabalho do diabo
dentro das IGREJAS.
O diabo trabalha, tanto na vida dos membros, quanto na vida de muitos
pastores, afim de que estes permitam, até, a disseminação de doutrinas
heréticas dentro de suas IGREJAS.
Infelizmente, alguns deles, não se sabe porquê, permitem que isso
aconteça, mas DEUS que sabe de tudo coloca todas as atitudes na
balança, agindo para com todos com suprema justiça.
Contudo o anjo (pastor) da IGREJA de ESMIRNA, nos chama a atenção, por
sua irrepreensão, pois o mesmo pastoreava uma IGREJA com uma
quantidade enorme de problemas.
Porém, mesmo assim, foi elogiado por JESUS CRISTO, devido à sua
constante obediência ao MESTRE E SALVADOR, ainda que sujeito aos
constantes ataques do maligno, Apoc¨2:8-11.
Desta forma, ainda que o diabo trabalhe contra e dentro da IGREJA DE
JESUS CRISTO, nosso SALVADOR, O CABEÇA DA IGREJA, sempre está presente
e pronto para abençoar, maravilhosamente, a todos os que lhe são fiéis
e obedientes, tanto quanto ao pastor supracitado, Apoc¨2:10.
Sejamos, portanto, obedientes a DEUS, para sua honra e glória.
XV, O FINAL do diabo.
Já observamos, neste estudo, que o diabo tem um local preparado e
predeterminado por DEUS, para ser colocado após a conclusão de
todos os acontecimentos escatológicos, que fazem parte da história
da humanidade.
Dissemos fazem parte, porque, para nós mortais, estão para acontecer,
porém, DEUS, antecipadamente, já é conhecedor de todos os acontecimentos.
É tão verdade, que DEUS em sua PALAVRA, declara tudo antecipadamente,
Amós¨3:7; Mat¨24:1-25:46 (24:25); Luc¨21:5-36; Apoc¨20:1-10.
O local referido no primeiro parágrafo, deste item, é o lago de fogo e
enxofre (inferno), como podemos conferir, em Mat¨25:41 e Apoc¨20:10.
XV, 1, O INFERNO.
Segundo o minidicionário Aurélio, inferno significa:
01, Lugar subterrâneo onde estão as almas dos mortos.
02, Segundo o cristianismo, lugar ou situação pessoal em que se
encontram os que morreram em estado de pecado.
03, Tormento, martírio.
O conciso dicionário de teologia CRISTÃ, nos diz, acerca de inferno:
O lugar onde os maus e incrédulos serão punidos; um local de grande
angústia onde DEUS não habita.
Ao princípio, a palavra inferno, significava sepultura.
Porém, com o passar do tempo, a palavra inferno passou a ser aplicada
ao local designado e preparado por DEUS, para o diabo, seus anjos, bem
como, para todos os seres humanos que, durante a sua vida terrena, não
aceitam a JESUS CRISTO como ÚNICO E SUFICIENTE SALVADOR.
Há na BÍBLIA SAGRADA, algumas metáforas que, claramente, designam o
inferno ou lugar de TORMENTO ETERNO.
Vejamos:
01, FOGO QUE NUNCA SE APAGA, Mat¨3:12; Mar¨9:43−44.
02, TREVAS EXTERIORES, Mat¨8:12, 22:13, 25:30.
03, FOGO ETERNO, Mat¨18:8, 25:41; Jud¨7.
04, FOGO DO INFERNO, Mat¨18:9.
05, TORMENTO ETERNO, Mat¨25:46.
06, ETERNA PERDIÇÃO, 2ªTess¨1:9.
07, ESCURIDÃO DAS TREVAS, 2ªPed¨2:17.
08, ESCURIDÃO E PRISÕES ETERNAS, Jud¨6.
09, NEGRURA DAS TREVAS, Jud¨13.
10, LAGO DE FOGO E ENXOFRE, Apoc¨20:10.
11, LAGO DE FOGO, Apoc¨20:14-15.
12, LAGO QUE ARDE COM FOGO E ENXOFRE, Apoc¨21:7-8.
Desta forma, está provado pela BÍBLIA SAGRADA, que há um lugar de
TORMENTO ETERNO, quer queiram quer não aqueles que não aceitam
esta verdade.
Como CRISTÃOS GENUÍNOS não podemos, de forma alguma, abrir mão da fé
na existência de um lugar de tormento eterno, o qual é real, como
vimos na BÍBLIA SAGRADA.
Talvez, a totalidade dos CRENTES GENUÍNOS, o denomine de INFERNO.
Se, por questões de semântica, alguém não quer admitir o nome inferno,
para designar o lugar de sofrimento eterno, está muito bem; é, até
aceitável.
O que não podemos é negar a existência de algo tão terrível e real,
apenas, porque por questões de semântica a palavra INFERNO sofreu uma
mudança do seu significado original.
CONCLUSÃO.
Finalizamos este estudo, no qual, estudamos sobre o maior inimigo de
DEUS, da sua IGREJA, do ser humano e de um modo todo especial, DO
CRENTE EM JESUS CRISTO.
Reconhecemos que, o mesmo pode ser aumentado, visto não conter tudo o
que a BÍBLIA SAGRADA ensina sobre este nefasto personagem, qual seja,
o diabo.
Porém cremos que o que aqui temos supre o nosso propósito, qual seja,
o de mostrar ao CRISTÃO, os ensinamentos básicos da BÍBLIA SAGRADA
sobre o nosso inimigo número um.
Nosso desejo é que este estudo cumpra o seu objetivo, qual seja, o de
proporcionar edificação e maturidade espiritual, ao salvo por JESUS
CRISTO, fato que, com toda a certeza, contribuirá para o
fortalecimento espiritual da IGREJA DE JESUS CRISTO, bem como, seu
crescimento numérico, através do testemunho pessoal, bem como através
de uma constante atividade EVANGELÍSTICA.
DEUS SEJA LOUVADO, PELA DERROTA do diabo E POR NOS HAVER DADO A
GLORIOSA E MARAVILHOSA SALVAÇÃO ETERNA.
BIBLIOGRAFIA.
01, BÍBLIA SAGRADA.
Tradução, Almeida, João Ferreira de.
Edição corrigida e revisada fiel ao texto original.
Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil, 1.994, 1.995, São Paulo, SP, Brasil.
02, CONCISO DICIONÁRIO DE TEOLOGIA CRISTÃ.
Erickson, Millard J.
JUERP, 1991, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
03, DICIONÁRIO DA BÍBLIA.
Davis, John D.
JUERP, 7a Edição, 1980, Rio DE Janeiro, RJ.
04, DOUTRINAS, 1.
Novas Edições Líderes Evangélicos.
1a Edição, 1979, São Paulo, SP, Brasil.
05, MINIDICIONÁRIO AURÉLIO.
Holanda, Aurélio Buarque de.
Editora Nova Fronteira s. A, 1977, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
06, NOVO DICIONÁRIO AURÉLIO DA LÍNGUA PORTUGUESA.
Ferreira, Aurélio Buarque de Holanda.
Editora Nova Fronteira.
Aurélio Buarque de Holanda Ferreira e J. E. M. M. Editores Ltda., 1986.
2a EDIÇÃO, 7a IMPRESSÃO.
07, O DIABO.
Reis, Aníbal Pereira.
Edições Caminho de Damasco, 1976, São Paulo, SP, Brasil.
08, O NOVO TESTAMENTO INTERPRETADO.
Champlin, Russell Norman.
Milenium Distribuidora Cultural Ltda.
1a Edição, 5a Impressão, 1986, São Paulo, SP, Brasil.

ESTUDO DE TEOLOGIA BIBLICA -MODULO 11


VISÃO PANORÂMICA DA BÍBLIA SAGRADA
PÁGINA
INTRODUÇÃO. 03
I, O QUE É A BÍBLIA SAGRADA¨? 03
II, A UTILIDADE DA BÍBLIA SAGRADA. 04
III, A REVELAÇÃO DE DEUS. 04
III, 1, MOTIVO DA REVELAÇÃO DIVINA AO SER HUMANO. 05
IV, O RELACIONAMENTO ENTRE O SER HUMANO E A BÍBLIA SAGRADA. 05
IV, 1, A DESOBEDIÊNCIA À PALAVRA DE DEUS E SEU RESULTADO. 05
IV, 2, A OBEDIÊNCIA À PALAVRA DE DEUS E SEU RESULTADO. 06
IV, 3, O GRAU DE DESOBEDIÊNCIA E DE OBEDIÊNCIA À PALAVRA DE DEUS. 06
V, A COMPILAÇÃO DA BÍBLIA SAGRADA. 06
V, 1, A AUTORIA DA BÍBLIA SAGRADA. 07
V, 2, TEMPO DE DURAÇÃO PARA A COMPILAÇÃO DA BÍBLIA SAGRADA. 07
VI, A UNIDADE DA BÍBLIA SAGRADA. 07
VII, A INSPIRAÇÃO DO ESPÍRITO SANTO. 07
VIII, O CÂNON SAGRADO. 08
VIII, 1, A, LIVROS DO CÂNON DO ANTIGO TESTAMENTO COM AS IDENTIFICAÇÕES
USADAS EM NOSSOS ESTUDOS. 09
VIII, 1, B, LIVROS DO CÂNON DO NOVO TESTAMENTO COM AS IDENTIFICAÇÕES
USADAS EM NOSSOS ESTUDOS. 10
VIII, 2, A BÍBLIA SAGRADA DIVIDIDA POR TEMAS. 10
VIII, 2, A, ANTIGO TESTAMENTO. 11
VIII, 2, B, NOVO TESTAMENTO. 11
VIII, 3, SÍNTESE DO ANTIGO TESTAMENTO. 11
VIII, 3, A, LIVROS DA LEI OU PENTATEUCO. 11
VIII, 3, B, LIVROS HISTÓRICOS. 11
VIII, 3, C, LIVROS POÉTICOS. 12
VIII, 3, D, LIVROS PROFÉTICOS, PROFETAS MAIORES. 12
VIII, 3, E, LIVROS PROFÉTICOS, PROFETAS MENORES. 12
VIII, 4, SÍNTESE DO NOVO TESTAMENTO. 12
VIII, 4, A, EVANGELHO. 12
VIII, 4, B, ATOS DOS APÓSTOLOS. 13
VIII, 4, C, CARTAS DE PAULO. 13
VIII, 4, D, CARTA DE AUTOR DESCONHECIDO. 13
VIII, 4, E, CARTAS GERAIS. 13
VIII, 4, F, APOCALIPSE. 13
IX, OS DOIS TESTAMENTOS E AS ERAS RELACIONADAS COM JESUS CRISTO. 14
X, LIVROS APÓCRIFOS. 16
XI, A BÍBLIA DESDE SUA ORIGEM ATÉ A ATUALIDADE. 16
XII, PANORAMA CRONOLÓGICO DOS PRINCIPAIS ACONTECIMENTOS BÍBLICOS
E DOS LIVROS DA BÍBLIA SAGRADA. 17
XIII, QUADRO HISTÓRICO GERAL SIMPLIFICADO E DO MINISTÉRIO DOS
PROFETAS QUE TÊM LIVRO PRÓPRIO. 22
XIV, UM POUCO SOBRE OS LIVROS DA BÍBLIA E SEUS AUTORES HUMANOS. 23
XIV, 1, LIVROS DO ANTIGO TESTAMENTO. 23
XIV, 2, LIVROS DO NOVO TESTAMENTO. 31
XV, O MANUSEIO DA BÍBLIA SAGRADA. 36
XVI, CUIDADOS A CONSIDERAR AO DECLARAR OU ANUNCIAR OS NOMES
DE ALGUNS LIVROS BÍBLICOS. 38
CONCLUSÃO. 39
BIBLIOGRAFIA. 40

VISÃO PANORÂMICA DA BÍBLIA SAGRADA.


INTRODUÇÃO.
Quem olha uma paisagem de longe (naturalmente, sem os recursos da
tecnologia) verifica que a paisagem lá está, porém, o espaço que
separa tal paisagem do observador não permite que este vislumbre,
minuciosamente, todos os detalhes, porque a distância o impede.
Visão panorâmica da BÍBLIA SAGRADA, também é assim, a BÍBLIA está em
nossas mãos, estudaremos sobre ela, porém, em virtude do estudo ser
panorâmico, é impossível entrar nos detalhes mais profundos da maior
obra literária de todos os tempos.
Porém, ao final do estudo há uma bibliografia, que poderá ser adquirida
trazendo muito mais luz a quem se interessar, além do que, muita outra
literatura sobre o assunto, pode ser encontrada no mercado, onde muito
mais detalhes poderão ser descortinados sobre a BÍBLIA SAGRADA, por
isso, este estudo poderá ser o início de uma longa caminhada para o
aprofundamento do conhecimento sobre a BÍBLIA, a qual, quanto mais
estudada, conhecida e obedecida, melhor, acima de tudo, para os crentes.
Este, não é um estudo doutrinário, ou devocional, é um estudo técnico,
em virtude disso, nosso intuito básico é esclarecer alguns aspectos
importantes acerca da BÍBLIA SAGRADA, não sobre o seu conteúdo, ou
sobre a sua mensagem.
Aprendamos, portanto, um pouco, acerca de tão grandiosa obra:
01, GRANDIOSA QUANTO AO SEU CONTEÚDO.
02, GRANDIOSA QUANTO AO SEU VALOR.
03, GRANDIOSA QUANTO AO AMOR DE DEUS, PELO SER HUMANO, NELA DEMONSTRADO.
I, O QUE É A BÍBLIA SAGRADA¨?
A BÍBLIA SAGRADA é, acima de tudo, a PALAVRA DE DEUS.
Como PALAVRA DE DEUS, a BÍBLIA SAGRADA é a coletânea da revelação de
DEUS à humanidade, através, principalmente, do povo israelita.
A BÍBLIA SAGRADA é, também, uma biblioteca com um acervo de 66 livros.
Há várias metáforas referentes à BÍBLIA SAGRADA, vejamos algumas delas
extraídas da própria PALAVRA DE DEUS.
01, ESCRITURA DE DEUS, Êx¨32:16; E ESCRITURA, 2ªTim¨3:16.
02, SAGRADAS ESCRITURAS, 2ªTim¨3:15.
03, LEI, Mat¨12:5.
04, PALAVRAS DE VIDA, At¨7:38.
05, ALIMENTO, Deut¨8:3; Mat¨4:4; Luc¨4:4.
06, LÂMPADA E LUZ, Sal¨119:105.
07, SEMENTE, Luc¨8:11.
08, ESPADA DO ESPÍRITO, Ef¨6:17.
Como podemos verificar, a lista de metáforas, apresentada, nos sugere
grandes coisas, as quais, com toda a certeza, nos abrem o
entendimento, para a compreensão do poder e GLÓRIA da PALAVRA DE DEUS,
revelada ao ser humano.
II, A UTILIDADE DA BÍBLIA SAGRADA.
De acordo com a passagem BÍBLICA de 2ªTim¨3:16-17, toda a ESCRITURA
DIVINAMENTE INSPIRADA é:
01, PROVEITOSA PARA ENSINAR.
02, PROVEITOSA PARA REDARGÜIR.
03, PROVEITOSA PARA CORRIGIR.
04, PROVEITOSA PARA INSTRUIR EM JUSTIÇA.
05, PROVEITOSA PARA QUE O HOMEM DE DEUS SEJA PERFEITO, E
PERFEITAMENTE INSTRUÍDO PARA TODA A BOA OBRA.
Pelos versículos lidos, concluímos que a BÍBLIA SAGRADA é a obra prima
de DEUS em prol do ser humano, especialmente do salvo por JESUS
CRISTO, visto que, toda a sua PALAVRA, inspirada pelo ESPÍRITO SANTO,
serve para que o homem de DEUS seja perfeito e perfeitamente instruído
para toda a boa obra.
Além disto, visto que DEUS é, extremamente, altruísta, seu desejo é, na
realidade, que todos os homens se salvem, Ez¨18:23, 32; 33:11; 1ªTim¨2:3-4;
2ªPed¨3:9, por isto podemos afirmar, sem sombra de dúvida, que:
A BÍBLIA SAGRADA É A OBRA PRIMA DE DEUS EM PROL DO SER HUMANO, SEM
DISTINÇÃO ALGUMA; JÁ QUE DEUS NÃO FAZ, QUALQUER, ACEPÇÃO DE PESSOAS,
Deut¨10:17; Jó¨34:19; At¨10:34; Rom¨2:11; Ef¨6:9; Col¨3:25.
III, A REVELAÇÃO DE DEUS.
Revelação, segundo o minidicionário Aurélio, significa:
01, Ato ou efeito de revelar-se.
02, Entre os CRISTÃOS, ação DIVINA que comunica aos homens os
desígnios de DEUS e a verdade que estes envolvem.
03, Descoberta reveladora de um fato, vocação, etc., ou duma pessoa.
04, Fato ou pessoa assim revelados.
O conciso dicionário de teologia CRISTÃ, nos diz de revelação.
01, Tornar conhecido o que está oculto; desvendar o que está coberto.
A REVELAÇÃO DE DEUS é, portanto, DEUS fazendo-se conhecer ao ser
humano, bem como, mostrando a este qual é a sua soberana vontade.
Vejamos, o que nos diz Heb¨1:1.
Conforme o versículo lido, a revelação de DEUS aos homens deu-se de várias
formas, porém, há duas que se destacam das demais, visto que são, em tudo,
muito mais importantes do que todas as outras, vejamos quais são:
01, DEUS FALOU (SE REVELOU) AOS PAIS ATRAVÉS DOS PROFETAS.
02, DEUS FALOU (SE REVELOU) ATRAVÉS DA PESSOA SINGULAR DE JESUS CRISTO.
Estas duas formas que DEUS usou para se revelar, quais sejam, JESUS
CRISTO e os profetas, se entrelaçam de tal forma que os profetas
apontam para JESUS CRISTO, Is¨28:16; Zac¨10:4.
JESUS CRISTO, por sua vez, sempre se refere aos profetas como
porta-vozes de DEUS, Mat¨21:42-44 Mar¨12:10; Luc¨20:17-18.
O conteúdo da PALAVRA DE DEUS revelado através dos profetas e de JESUS
CRISTO está preservado, integralmente, na BÍBLIA SAGRADA.
Antes da morte, em sua oração sacerdotal, JESUS CRISTO orou para que o PAI
santificasse a todos os seus discípulos, de todos os tempos, na VERDADE DO
PAI, a qual, segundo JESUS CRISTO, é a PALAVRA DE DEUS, João¨17:17.
Vejamos, também, o que nos diz JESUS CRISTO, em João¨10:30 e 14:6-10.
JESUS CRISTO é um com o PAI, é a VERDADE, está no PAI e o PAI está
nele, por isso, é a suprema REVELAÇÃO de DEUS ao ser humano.
III, 1, MOTIVO DA REVELAÇÃO DIVINA AO SER HUMANO.
Como sabemos, o homem pecou, distanciou-se de DEUS, e morreu.
DEUS se revelou ao ser humano para que este possa conhecê-lo e
relacionar-se com ele, conforme a sua vontade, expressa na BÍBLIA
SAGRADA e, em conseqüência, seja salvo por JESUS CRISTO.
O relacionamento correto com DEUS e a SALVAÇÃO ETERNA são possíveis,
apenas e tão−somente, através de JESUS CRISTO, At¨4:12; 1ªTim¨2:5.
Não fora a REVELAÇÃO de DEUS, a qual, está registrada na BÍBLIA
SAGRADA, o ser humano jamais chegaria a ter um conhecimento perfeito
de DEUS, não teria como relacionar-se com ele, como obedecê-lo, nem a
mais remota possibilidade de ser salvo eternamente.
IV, O RELACIONAMENTO ENTRE O SER HUMANO E A BÍBLIA SAGRADA.
O relacionamento entre o ser humano e a BÍBLIA SAGRADA é, para todos
os efeitos, o relacionamento entre o ser humano e DEUS.
O ser humano relaciona-se com a BÍBLIA SAGRADA, de duas formas:
1, DESOBEDECENDO A BÍBLIA SAGRADA.
2, OBEDECENDO A BÍBLIA SAGRADA.
IV, 1, A DESOBEDIÊNCIA À PALAVRA DE DEUS E SEU RESULTADO.
O fato do ser humano não obedecer a DEUS deve-se, pelo menos, a dois fatores.
01, O DESCONHECIMENTO DA EXISTÊNCIA DA BÍBLIA SAGRADA, PORTANTO, DE DEUS,
At¨17:22-24.
02, A DESOBEDIÊNCIA VOLUNTÁRIA À BÍBLIA SAGRADA, João¨5:39-40.
A desobediência à BÍBLIA SAGRADA, no que concerne ao relacionamento
correto entre o ser humano e DEUS, resulta, em pelo menos, duas
grandes tragédias.
PRIMEIRA GRANDE TRAGÉDIA.
Religiões desobedientes à PALAVRA DE DEUS, Mat¨15:7-9;
At¨17:22-24, que, por isso, não adoram a DEUS em espírito e em
verdade como JESUS CRISTO ensina em João¨4:23-24.
SEGUNDA GRANDE TRAGÉDIA.
A condenação eterna, João¨3:18.
Todos as pessoas que desconhecem a BÍBLIA SAGRADA e, ou, são desobedientes
a ela, ainda que não o saibam, tentam zombar de DEUS, porém, de DEUS
ninguém zomba, porque DEUS não se deixa escarnecer, Gál¨6:7-8; pelo
contrário, dá a cada um segundo a sua obra, Mat¨16:27; Apoc¨22:12.
Portanto, quem desobedece à PALAVRA DE DEUS toma a pior decisão que
pode ser tomada pelo ser humano.
IV, 2, A OBEDIÊNCIA À PALAVRA DE DEUS E SEU RESULTADO.
A obediência à PALAVRA DE DEUS resulta em, pelo menos, dois ótimos
resultados.
PRIMEIRO ÓTIMO RESULTADO.
A ÚNICA RELIGIÃO OBEDIENTE A DEUS (O CRISTIANISMO DO NOVO TESTAMENTO),
At¨11:26.
SEGUNDO ÓTIMO RESULTADO.
A SALVAÇÃO ETERNA DO SER HUMANO, João¨3:16.
Visto que a SALVAÇÃO ETERNA é a mais importante e melhor coisa que o
ser humano pode alcançar, obedecer a DEUS conforme João¨3:16 é a
melhor decisão que o homem pode e deve tomar.
IV, 3, O GRAU DE DESOBEDIÊNCIA E DE OBEDIÊNCIA À PALAVRA DE DEUS.
Naturalmente, não há quem desobedeça totalmente a DEUS, bem como, não
há quem o obedeça totalmente.
Porém, há algo que DEUS colocou à disposição do ser humano, para que,
mesmo que este o desobedeça em alguns pontos, não seja condenado
eternamente, esse algo é JESUS CRISTO.
Quem não crê em JESUS CRISTO COMO ÚNICO E SUFICIENTE SALVADOR é
condenado eternamente, João¨3:16-18, ainda que em alguns pontos
esteja de acordo com a PALAVRA DE DEUS, Mar¨12:28-34¨(34).
Porém, toda a pessoa que crê em JESUS CRISTO COMO ÚNICO E SUFICIENTE
SALVADOR não é condenado eternamente, João¨3:16-18, ainda que, em
alguns pontos, desobedeça à PALAVRA DE DEUS, 1ªJoão¨1:8.
V, A COMPILAÇÃO DA BÍBLIA SAGRADA.
A BÍBLIA SAGRADA é, com toda a certeza, uma obra monumental.
Esta obra, foi também compilada, de forma monumental, senão vejamos:
V, 1, A AUTORIA DA BÍBLIA SAGRADA.
A BÍBLIA SAGRADA teve os seguintes autores:
01, UM AUTOR DIVINO, QUAL SEJA, O ESPÍRITO SANTO.
02, CERCA DE QUARENTA AUTORES HUMANOS, INSPIRADOS PELO ESPÍRITO SANTO.
V, 2, TEMPO DE DURAÇÃO PARA A COMPILAÇÃO DA BÍBLIA SAGRADA.
A compilação da BÍBLIA SAGRADA durou, aproximadamente, 1.600 anos.
O primeiro escritor foi Moisés, cerca de 1.500 AC, o último, João,
cerca de 100 DC.
VI, A UNIDADE DA BÍBLIA SAGRADA.
A BÍBLIA é uma obra monumental porque, além do longo tempo usado para
a sua compilação, da grande quantidade de autores humanos, que viveram
em diferentes épocas da história, em circunstâncias diferentes e em
países diferentes, é a única obra literária, em todo o mundo e em
todas as épocas da história humana, na qual não há, desde o início até
o final, quaisquer discordâncias, ou contradições.
Todas as suas declarações, até as que pareçam, enormes, absurdos são
ou serão, totalmente, comprovadas desde que haja empenho, vontade e
neutralidade nas investigações.
Quando alguma pessoa, aparentemente, encontra discordâncias na BÍBLIA
SAGRADA, estas são apenas aparentes e, isto, em conseqüência das
limitações de quem a lê ou a estuda.
Se o estudioso da BÍBLIA SAGRADA tiver interesse, vontade, curiosidade,
condições, se aprofundar na pesquisa, buscar as informações corretas e
necessárias, as aparentes contradições desaparecem, totalmente, demonstrando
a gloriosa concordância e harmonia do conjunto da REVELAÇÃO DE DEUS.
Este fato extraordinário só é possível porque apesar de ter sido escrita
por cerca de 40 autores humanos, entre os quais, pastores, estadistas,
boiadeiro, pescadores, médico, poetas, legislador, etc., tem apenas uma
mente propulsora ou orientadora, qual seja, a mente do ESPÍRITO SANTO.
Esta direção, ou orientação, tem o nome de INSPIRAÇÃO.
VII, A INSPIRAÇÃO DO ESPÍRITO SANTO.
A INSPIRAÇÃO DIVINA é o estímulo ou a influência do ESPÍRITO SANTO
sobre os autores humanos, quanto ao conteúdo que seria colocado nos
livros que mais tarde fariam parte da BÍBLIA SAGRADA.
É a INSPIRAÇÃO do ESPÍRITO SANTO que dá vitalidade, validade e
autoridade DIVINA a todos os livros que compõem a BÍBLIA SAGRADA.
Tal INSPIRAÇÃO não foi um ditado de DEUS aos autores humanos, ao ponto
destes escreverem o que DEUS determinava.
DEUS, também, não colocou os autores humanos em êxtase, nem fez com
que escrevessem sem o conhecimento do que estavam escrevendo.
A INSPIRAÇÃO DIVINA foi, como dissemos, o estímulo, a influência ou,
como que, um sopro de DEUS sobre os escritores SACROS, que permaneciam
com os seus sentidos e faculdades mentais na plenitude dos seus
poderes e liberdade, ao ponto de todos eles, ainda que porta-vozes da
REVELAÇÃO de DEUS, deixaram as marcas da sua personalidade, tais como:
01, Estado de espírito de Daniel, Dan¨10:1-21¨(1-3).
02, Cultura e profissão de Amós, Amós¨7:14.
03, Declaração de fé de Paulo, 2ªTim¨1:12.
04, Etc., etc., etc.
Paulo se refere à INSPIRAÇÃO DIVINA das ESCRITURAS DO ANTIGO
TESTAMENTO em 2ªTim¨3:16-17.
Leiamos também 2ªPed¨3:15-16, o qual, aceita os escritos de Paulo com
o mesmo nível de inspiração das ESCRITURAS do ANTIGO TESTAMENTO.
A BÍBLIA SAGRADA é, portanto, o resultado da inspiração do ESPÍRITO
SANTO sobre os autores humanos, os quais, obedientes a tal INSPIRAÇÃO
escreveram, absolutamente, segundo a vontade de DEUS.
Por isso, todo o conteúdo da BÍBLIA SAGRADA é inspirado pelo ESPÍRITO
SANTO, a terceira pessoa da TRINDADE, 2ªTim¨3:16-17; 2ªPed¨1:20-21.
O conjunto dos livros da BÍBLIA SAGRADA, tem o nome de CÂNON SAGRADO.
VIII, O CÂNON SAGRADO.
CÂNON é uma palavra de origem grega que significa padrão, régua ou
vara de medir.
Segundo o minidicionário Aurélio, Cânon, significa:
01, Regra geral donde se inferem regras especiais; Relação, tabela;
Padrão, norma.
O conciso dicionário de teologia CRISTÃ, nos diz acerca de cânon:
01, Coleção de livros reconhecidos como autoridade pela IGREJA.
Infelizmente, o conciso dicionário de teologia CRISTÃ só nos dá o
significado da palavra “CÂNON” como sendo, apenas e tão somente,
aplicada à quantidade de livros aceitos pela IGREJA como canônicos (a
nosso ver, o problema está em não haver apenas uma igreja).
Cânon, também, significa modelo ou regra para julgamento e medição.
Em vista de tudo isto, o CÂNON SAGRADO é o conjunto dos sessenta e
seis livros da BÍBLIA SAGRADA que passaram pelo crivo do julgamento,
segundo um padrão preestabelecido e foram considerados e declarados
como INSPIRADOS pelo ESPÍRITO SANTO.
O CÂNON da BÍBLIA SAGRADA tem duas grandes divisões, quais sejam:
1, O ANTIGO TESTAMENTO, COM 39 LIVROS, ESCRITOS ANTES DE JESUS CRISTO.
2, O NOVO TESTAMENTO, COM 27 LIVROS, ESCRITOS DEPOIS DE JESUS CRISTO.
A divisão dos livros em capítulos e destes em versículos, não é de
autoria DIVINA, porém, não há dúvida quanto à facilidade de encontrar
as passagens BÍBLICAS através desta divisão.
Damos a seguir, em duas listas, uma do ANTIGO TESTAMENTO, outra do
NOVO TESTAMENTO, a quantidade completa dos livros da BÍBLIA SAGRADA
com uma identificação, geralmente abreviada (mais adiante falaremos
sobre esta abreviação).
VIII, 1, A, LIVROS DO CÂNON DO ANTIGO TESTAMENTO COM AS
IDENTIFICAÇÕES USADAS EM NOSSOS ESTUDOS.
01, Gênesis. Gên.
02, Êxodo. Êx.
03, Levítico. Lev.
04, Números. Núm.
05, Deuteronômio. Deut.
06, Josué. Josué.
07, Juízes. Juí.
08, Rute. Rute.
09, 1º livro de Samuel. 1ºSam.
10, 2º livro de Samuel. 2ºSam.
11, 1º livro dos Reis. 1ºReis.
12, 2º livro dos Reis. 2ºReis.
13, 1º livro das Crônicas. 1ºCrô.
14, 2º livro das Crônicas. 2ºCrô.
15, Esdras. Esd.
16, Neemias. Neem.
17, Ester. Ester.
18, Jó. Jó.
19, Salmos. Sal.
20, Provérbios. Prov.
21, Eclesiastes. Ecle.
22, Cântico dos cânticos. Cant.
23, Isaías. Is.
24, Jeremias. Jer.
25, Lamentações de Jeremias. Lam.
26, Ezequiel. Ez.
27, Daniel. Dan.
28, Oséias. Osé.
29, Joel. Joel.
30, Amós. Amós.
31, Obadias. Obad.
32, Jonas. Jonas.
33, Miquéias. Miq.
34, Naum. Naum.
35, Habacuque. Haba.
36, Sofonias. Sof.
37, Ageu. Ageu.
38, Zacarias. Zac.
39, Malaquias. Mal.
VIII, 1, B, LIVROS DO CÂNON DO NOVO TESTAMENTO COM AS
IDENTIFICAÇÕES USADAS EM NOSSOS ESTUDOS.
01, Mateus. Mat.
02, Marcos. Mar.
03, Lucas. Luc.
04, João. João.
05, Atos dos Apóstolos. At.
06, Romanos. Rom.
07, 1ª aos Coríntios. 1ªCor.
08, 2ª aos Coríntios. 2ªCor.
09, Gálatas. Gál.
10, Efésios. Ef.
11, Filipenses. Filip.
12, Colossenses. Col.
13, 1ª aos Tessalonicenses. 1ªTess.
14, 2ª aos Tessalonicenses. 2ªTess.
15, 1ª a Timóteo. 1ªTim.
16, 2ª a Timóteo. 2ªTim.
17, Tito. Tito.
18, Filemom. Filem.
19, Hebreus. Heb.
20, Tiago. Tiago.
21, 1ª de Pedro. 1ªPed.
22, 2ª de Pedro. 2ªPed.
23, 1ª de João. 1ªJoão.
24, 2ª de João. 2ªJoão.
25, 3ª de João. 3ªJoão.
26, Judas. Judas.
27, Apocalipse. Apoc.
VIII, 2, A BÍBLIA SAGRADA DIVIDIDA POR TEMAS.
A BÍBLIA também pode ser dividida por assuntos ou temas, tal divisão
facilita o raciocínio.
Temos a seguir um exemplo de divisão dos livros BÍBLICOS por GRUPOS,
ou TEMAS.
VIII, 2, A, ANTIGO TESTAMENTO.
01, LIVROS DA LEI OU PENTATEUCO.
02, LIVROS HISTÓRICOS.
03, LIVROS POÉTICOS.
04, LIVROS PROFÉTICOS.
VIII, 2, B, NOVO TESTAMENTO.
01, EVANGELHO.
02, ATOS DOS APÓSTOLOS.
03, CARTAS DE PAULO.
04, CARTA DE AUTOR DESCONHECIDO.
05, CARTAS GERAIS.
06, APOCALIPSE.
Veremos agora, os livros que compõem cada divisão, bem como uma
síntese do seu conteúdo.
VIII, 3, SÍNTESE DO ANTIGO TESTAMENTO.
VIII, 3, A, LIVROS DA LEI OU PENTATEUCO.
Pentateuco é o termo usado para os cinco primeiros livros da BÍBLIA
SAGRADA.
Esta divisão conta a história da criação de tudo o que há até a
chegada dos israelitas a Canaã e consta dos livros.
01, GÊNESIS.
02, ÊXODO.
03, LEVÍTICO.
04, NÚMEROS.
05, DEUTERONÔMIO.
VIII, 3, B, LIVROS HISTÓRICOS.
Esta divisão conta a história do povo israelita desde a conquista de
Canaã até a volta dos judeus do cativeiro babilônico e consta dos livros.
01, JOSUÉ.
02, JUÍZES.
03, RUTE.
04, 1ºSAMUEL.
05, 2ºSAMUEL.
06, 1ºREIS.
07, 2ºREIS.
08, 1ºCRÔNICAS.
09, 2ºCRÔNICAS.
10, ESTER.
11, ESDRAS.
12, NEEMIAS.
VIII, 3, C, LIVROS POÉTICOS.
Consta dos livros poéticos de INSPIRAÇÃO DIVINA, quais sejam:
01, JÓ.
02, SALMOS.
03, PROVÉRBIOS.
04, ECLESIASTES.
05, CANTARES DE SALOMÃO.
06, LAMENTAÇÕES DE JEREMIAS.
VIII, 3, D, LIVROS PROFÉTICOS, PROFETAS MAIORES.
Profetas maiores, por ser maior a extensão do seu ministério e, em
conseqüência, como é natural, uma maior extensão dos seus livros.
Consta do ministério dos profetas, que dão nome aos livros.
01, ISAÍAS.
02, JEREMIAS.
03, EZEQUIEL.
04, DANIEL.
VIII, 3, E, LIVROS PROFÉTICOS, PROFETAS MENORES.
Profetas menores, por ser menor a extensão do seu ministério e, em
conseqüência, como é natural, uma menor extensão dos seus livros.
Consta do ministério dos profetas, que dão nome aos livros.
01, OSÉIAS.
02, JOEL.
03, AMÓS.
04, OBADIAS.
05, JONAS.
06, MIQUÉIAS.
07, NAUM.
08, HABACUQUE.
09, SOFONIAS.
10, AGEU.
11, ZACARIAS.
12, MALAQUIAS.
VIII, 4, SÍNTESE DO NOVO TESTAMENTO.
VIII, 4, A, EVANGELHO.
Não são quatro EVANGELHOS, é o EVANGELHO na ótica de quatro evangelistas.
O EVANGELHO narra a vida e os ensinamentos de JESUS CRISTO e consta
dos livros.
01, MATEUS.
02, MARCOS.
03, LUCAS.
04, JOÃO.
VISÃO PANORÂMICA DA BÍBLIA SAGRADA José Joaquim Gonçalves de Faria.
fariaestudos@terra.com.br. 13.
VIII, 4, B, ATOS DOS APÓSTOLOS.
Narra a história da implantação e expansão da IGREJA PRIMITIVA e
consta apenas de um livro.
01, ATOS DOS APÓSTOLOS.
VIII, 4, C, CARTAS DE PAULO.
Cartas de Paulo, principalmente, de cunho doutrinário, consta dos livros.
01, ROMANOS.
02, 1ªAOS CORÍNTIOS.
03, 2ªAOS CORÍNTIOS.
04, GÁLATAS.
05, EFÉSIOS.
06, FILIPENSES.
07, COLOSSENSES.
08, 1ªTESSALONICENSES.
09, 2ªTESSALONICENSES.
10, 1ªTIMÓTEO.
11, 2ªTIMÓTEO.
12, TITO.
13, FILEMOM.
VIII, 4, D, CARTA DE AUTOR DESCONHECIDO.
Carta para os CRISTÃOS de origem hebraica, também, de cunho doutrinário e
consta apenas de um livro.
01, HEBREUS.
VIII, 4, E, CARTAS GERAIS.
Cartas para todo o cristianismo, principalmente, de cunho doutrinário
e consta dos livros.
01, TIAGO.
02, 1ªPEDRO.
03, 2ªPEDRO.
04, 1ªJOÃO.
05, 2ªJOÃO.
06, 3ªJOÃO.
07, JUDAS.
VIII, 4, F, APOCALIPSE.
Livro que trata, principalmente, dos acontecimentos finais, através de
muitos símbolos de difícil compreensão e consta apenas de um livro.
01, APOCALIPSE.
Outras divisões, podem ser feitas, de acordo com a necessidade, ou a
vontade do estudioso, entretanto temos aqui um exemplo prático da
possibilidade de agrupar alguns livros da BÍBLIA SAGRADA, por
assuntos, temas, autores, etc.
IX, OS DOIS TESTAMENTOS E AS ERAS RELACIONADAS COM JESUS CRISTO.
À primeira vista, quem olha a BÍBLIA SAGRADA, tem a impressão que o
ANTIGO TESTAMENTO começa com os relatos iniciais do livro de GÊNESIS e
termina com o livro do profeta MALAQUIAS, porém, essa não é a verdade.
O ANTIGO TESTAMENTO começou, no máximo com Abraão, Gál¨3:13-17
(17−18), e foi confirmado, ou ratificado, por DEUS, quando da entrega
da LEI por intermédio de Moisés, Gál¨3:17, ou, no mínimo, começou com
Moisés, Heb¨9:1-28¨(19-20).
Porém, de qualquer forma, o ANTIGO TESTAMENTO terminou com a morte de
JESUS CRISTO, Heb¨9:1-28¨(11-17).
Pode parecer confuso, quanto a Abraão, porém, ao sabermos que a
palavra testamento pode também ser considerada como aliança, a
confusão se desfaz.
Comparemos o que nos diz Jer¨31:31 com Heb¨8;8, 12:24.
Os livros do ANTIGO TESTAMENTO foram, totalmente, escritos dentro da
vigência do ANTIGO TESTAMENTO, aproximadamente entre os anos 1.500 e
400 ANTES DE CRISTO.
Da mesma forma, parece que o NOVO TESTAMENTO começa com os relatos
iniciais do EVANGELHO segundo MATEUS e termina com o livro de APOCALIPSE,
porém, não é assim.
O NOVO TESTAMENTO teve início com a morte de JESUS CRISTO, Heb¨9:1-28
(11-17) (para que um testamento entre em vigor é necessária a morte do
testador, Heb¨9:16-17) e só terminará, quando não houver mais seres
humanos para salvar, por isso, o NOVO TESTAMENTO ainda não terminou.
Os vinte e sete livros que fazem parte do NOVO TESTAMENTO foram,
totalmente, escritos dentro da vigência do NOVO TESTAMENTO, mais ou
menos entre os anos 45 e 96 DEPOIS DE CRISTO.
Um outro aspecto que pode ajudar, e muito, a confundir acerca dos
tempos do ANTIGO TESTAMENTO e do NOVO TESTAMENTO são as eras
relacionadas com o nascimento de JESUS CRISTO, quais sejam:
01, A ERA ANTES DE CRISTO.
02, A ERA DEPOIS DE CRISTO.
Estas duas, importantíssimas, eras da história humana têm sua linha
divisória com o nascimento de JESUS CRISTO.
Entretanto, é bom saber que há um erro de aproximadamente quatro a
sete (4 a 7) anos quanto ao nascimento de JESUS CRISTO, devido a um
erro de cálculo do calendário gregoriano, em vista disto, JESUS CRISTO
nasceu aproximadamente entre os anos quatro a sete (4¨a¨7) ANTES de
CRISTO (4¨a¨7 AC.).
O próximo esquema poderá nos elucidar acerca das eras e dos TESTAMENTOS.
LINHA DAS LINHA DO LINHA DOS
ERAS TEMPO TESTASMENTOS
SEM TESTAMENTO.
ERA ANTES.
DE CRISTO.
AC.
ANTIGO
TESTAMENTO
ERA.
DEPOIS.
DE CRISTO.
DC, EC, ou AD.
NOVO
TESTAMENTO
LINHA DO TEMPO.
FIM¨? FIM¨? FIM¨?
DA CRIAÇÃO ATÉ
ABRAÃO.
INÍCIO DO
ANTIGO
TESTAMENTO.
CONFIRMAÇÃO
DO ANTIGO
TESTAMENTO SE
COM ABRAÃO.
Heb 9:19-20 ׂ.
MOISÉS.
Luc 2:1-7 ׂ.
NASCIMENTO DE
JESUS CRISTO.
FIM DA ERA
ANTES DE CRISTO
AC.
INÍCIO DA ERA
DEPOIS DE CRISTO.
DC. FIM DO
ANTIGO
TESTAMENTO.
AT.
COMO PODEMOS OBSERVAR, HÁ UM ESPAÇO DE TEMPO
ENTRE A MUDANÇA DAS ERAS RELACIONADAS COM JESUS
CRISTO E A MUDANÇA DOS TESTAMENTOS.
Heb 9:11-17 ׂ.
MORTE DE.
JESUS CRISTO.
NÃO HÁ COMO DETERMINAR O FINAL, TANTO DA ERA
CRISTÃ, QUANTO DO NOVO TESTAMENTO.
Gál 3:17 ׂ, SE
COM ABRAÃO, OU
Heb 9:19-20 ׂ, SE
COM MOISÉS.
INÍCIO DO
NOVO
TESTAMENTO.
NT.
X, LIVROS APÓCRIFOS.
Apócrifo segundo o minidicionário Aurélio, significa:
01, Sem autenticidade, ou cuja autenticidade não se provou.
O conciso dicionário de teologia CRISTÃ diz acerca de apócrifo:
01, Livros que datam do período intertestamentário que, julgados pela
IGREJA como espúrios, não foram aceitos no cânon do ANTIGO TESTAMENTO.
Os livros apócrifos são um conjunto de sete livros que a igreja
católica, com a sua auto autoridade, decretou que fariam parte da
BÍBLIA, a partir do ano de 1.546, após o concílio de Trento.
Os livros apócrifos foram incluídos, pela igreja católica, no ANTIGO
TESTAMENTO, das versões BÍBLICAS, editadas por ela.
Os livros apócrifos constam da relação abaixo.
01, TOBIAS.
02, JUDITE.
03, SABEDORIA DE SALOMÃO.
04, ECLESIÁSTICO.
05, BARUQUE.
06, 1ºMACABEUS.
07, 2ºMACABEUS.
XI, A BÍBLIA DESDE SUA ORIGEM ATÉ A ATUALIDADE.
A BÍBLIA, como a temos hoje, é uma grande benção para nossas vidas,
entretanto, para chegar ao ponto em que se encontra, houve muito
trabalho, tanto da parte de DEUS, como da parte de vários homens.
A BÍBLIA SAGRADA como nós a conhecemos é, na sua apresentação como
livro, uma conquista do ser humano, apoiada na tecnologia.
Porém, em seus originais, a BÍBLIA SAGRADA é muito diferente.
Os livros originais da BÍBLIA SAGRADA são totalmente manuscritos, ou
seja, escritos à mão.
Os livros originais do ANTIGO TESTAMENTO foram escritos, em sua quase
totalidade, na língua hebraica.
A totalidade do ANTIGO TESTAMENTO não é em hebraico porque há alguns
(pequenos) trechos escritos em língua aramaica.
Os livros originais do NOVO TESTAMENTO foram escritos na língua grega,
num estilo popular, chamado KOINÉ.
Atualmente, o que temos são traduções dos manuscritos originais, ou dos
mais próximos dos originais, das quais, por sua vez, há muitas versões, bem
como, correções e atualizações, sempre com a preocupação de transmitir o
significado mais consentâneo e próximo possível dos ESCRITOS originais.
A primeira tradução do ANTIGO TESTAMENTO é chamada de
SEPTUAGINTA, ou dos SETENTA, a qual é identificada pelos
algarismos romanos LXX, recebe este nome em virtude de serem
setenta e dois os tradutores, os quais, eram judeus eruditos que
viviam na cidade de Alexandria no Egito, fizeram a tradução para
a língua grega, no ano 285 AC, para os judeus que não mais
conheciam a língua hebraica.
Outra tradução importante da BÍBLIA SAGRADA é a VULGATA LATINA;
tradução feita por Jerônimo, iniciada no ano 382 DC, num latim
popular, vulgar, por isso recebeu o nome de vulgata.
A tradução mais divulgada e conhecida entre os evangélicos no
Brasil é a de João Ferreira de Almeida, da qual, há muitas
versões.
XII, PANORAMA CRONOLÓGICO DOS PRINCIPAIS ACONTECIMENTOS BÍBLICOS
E DOS LIVROS DA BÍBLIA SAGRADA.
Ao olharmos a BÍBLIA SAGRADA, esta, à primeira vista, pode
parecer confusa.
Esta confusão se deve, em grande parte, principalmente, ao fato
dos livros BÍBLICOS não estarem colocados na ordem cronológica
dos fatos narrados.
Para que a confusão diminua necessitamos conhecer, algumas
verdades acerca da BÍBLIA SAGRADA.
01, A BÍBLIA SAGRADA trata da queda do ser humano (através do
pecado dos nossos ancestrais Adão e Eva), e da possibilidade
deste se erguer, pela soberania, poder e vontade de DEUS,
através de JESUS CRISTO, Rom¨5:20-21.
02, JESUS CRISTO, o único pelo qual o ser humano pode erguer-se e ou
salvar−se eternamente, At¨4:12, é israelita (judeu), João¨4:9, e a
BÍBLIA SAGRADA conta a história do povo israelita (judeu), mais do
que a história de qualquer outro povo existente no mundo) com muita
riqueza de detalhes, porque, além de ser o berço de JESUS CRISTO é,
quase exclusivamente, o povo usado por DEUS, para ser o portador da
sua revelação.
03, A REVELAÇÃO DE DEUS é feita por intermédio de personagens
humanos, em tudo semelhantes a nós, os quais no transcurso da
história humana, foram escolhidos por DEUS, para essa nobre
tarefa, a exemplo dos profetas Jeremias, Jer¨1:4-10, e Amós,
Amós¨7:12-17¨(15).
04, Apesar das aparências, em contrário, há uma ordem lógica na
BÍBLIA SAGRADA.
Constatemos a lógica da narrativa da BÍBLIA SAGRADA, num simples
roteiro dos fatos mais marcantes nela narrados, acerca da humanidade.
01, A criação, inclusive a criação do ser humano.
02, A queda do homem no pecado.
03, A arca de Noé.
05, A criação do povo israelita e sua escravidão no Egito.
06, A libertação do povo israelita do Egito e sua peregrinação pelo
deserto.
07, A chegada a Canaã (a Terra prometida) e sua conquista.
08, A implantação de um reinado em Israel.
09, A divisão de Israel em dois reinos (Reino do Norte [Israel], Reino
do Sul [Judá]).
10, A destruição do reino do Norte (Israel).
11, A deportação do reino do Sul (Judá) para a Babilônia (cativeiro
babilônico).
12, A volta dos judeus, do cativeiro babilônico, para Jerusalém;
reconstrução do templo e dos muros de Jerusalém.
13, O período INTERBÍBLICO de aproximadamente 400 anos.
14, O nascimento, ministério, morte, ressurreição e ascensão de JESUS
CRISTO ao CÉU.
15, Os tempos apostólicos e a IGREJA primitiva.
16, A conclusão da BÍBLIA SAGRADA, com os livros do NOVO TESTAMENTO.
17, O fim, com a vitória total de DEUS sobre o mal e a ida dos SALVOS
POR JESUS CRISTO para o CÉU e dos incrédulos para o inferno.
Para facilitar ainda mais a nossa compreensão, temos a seguir um
panorama cronológico dos livros da BÍBLIA SAGRADA e dos fatos mais
importantes neles relatados.
LIVRO 01, GÊNESIS.
01, Pré−história.
02, O princípio.
03, A criação.
04, A criação do homem.
05, Adão e Eva no Éden.
06, Queda do homem no pecado.
07, O primeiro homicídio.
08, Noé e o dilúvio.
09, A torre de Babel e a confusão de línguas.
Para estes eventos históricos, não há como determinar, nem por
aproximação, datas históricas.
OS PATRIARCAS.
01, Nascimento de Abraão, Aproximadamente 2.160 AC.
02, Nascimento de Isaque, Aproximadamente 2.060 AC.
03, Nascimento de Jacó, Aproximadamente 2.000 AC.
04, José é vendido para o Egito, Aproximadamente 1.889 AC.
ISRAEL NO EGITO.
01, Migração de Jacó com toda a sua família para o Egito,
Aproximadamente 1.870 AC.
02, Escravização dos Israelitas no Egito, Aproximadamente 1.580 a 1.440
AC.
03, Nascimento de Moisés, Aproximadamente 1.520 AC.
LIVRO 02, ÊXODO.
LIVRO 03, LEVÍTICO.
LIVRO 04, NÚMEROS.
LIVRO 05, DEUTERONÔMIO.
01, Saída, rápida, dos Israelitas do Egito, entrega da Lei no monte Sinai
e peregrinação no deserto, durante quarenta anos, até sua chegada a
Canaã (A TERRA PROMETIDA), Aproximadamente, entre 1.440 a 1.400 AC.
LIVRO 06, JOSUÉ.
01, Início da conquista de Canaã sob o comando de Josué,
Aproximadamente, 1.400 AC.
LIVRO 07, JUÍZES.
LIVRO 08, RUTE.
01, Início do período dos Juízes, Aproximadamente 1.390 AC.
LIVRO 09, 1ºSAMUEL.
LIVRO 10, 2ºSAMUEL.
O REINO UNIDO DE ISRAEL.
01, Reinado de Saul, Aproximadamente 1.050 a 1.010 AC.
02, Reinado de Davi, Aproximadamente 1.010 a 970 AC.
A grande maioria dos SALMOS (LIVRO 11) foi escrita pelo rei Davi.
LIVRO 12, 1ºREIS.
LIVRO 13, 2ºREIS.
LIVRO 14, 1ºCRÔNICAS.
LIVRO 15, 2ºCRÔNICAS.
PERÍODO DO ANTIGO TESTAMENTO NO QUAL VIVERAM E MINISTRARAM OS
PRINCIPAIS PROFETAS DO POVO DE DEUS (POVO ISRAELITA).
970 a 931 AC, Reinado de Salomão, o qual, segundo consta escreveu os
próximos três livros.
LIVRO 16-PROVÉRBIOS,
LIVRO 17-ECLESIASTES,
LIVRO 18-CÂNTICO DOS CÂNTICOS.
Após a morte Salomão, Israel se divide em dois reinos,
1ºReis¨12:20; 2ºCrô¨10:1-19¨(18-19).
COM A QUEDA DO REINO DO NORTE, ISRAEL FICOU REDUZIDO A JUDÁ.
931 a 913 AC.
913 a 911 AC.
911 a 870 AC.
870 a 848 AC.
848 a 841 AC.
841 AC.
841 a 835 AC.
835 a 796 AC.
796 a 781 AC.
796 a 781 AC.
740 a 736 AC.
736 a 716 AC.
Roboão.
Abias.
Asa.
Josafá.
Jeorão.
Acazias.
Atália.
Joás.
Amazias.
Uzias.
(Azarias).
Jotão.
Acaz.
Jeroboão I.
Nadabe.
Baasa.
Elá.
Zinri.
Onri.
Acabe.
Jorão.
Jeú.
Jeoacaz.
Jeoás.
Jeroboão II.
Zacarias.
Salum.
Menaém.
Pecaías.
Peca.
Oséias.
931 a 910 AC.
910 a 909 AC.
909 a 886 AC.
886 a 885 AC.
885 AC.
885 a 874 AC.
874 a 853 AC.
852 a 841 AC.
841 a 814 AC.
814 a 798 AC.
798 a 783 AC.
783 a 743 AC.
743 AC.
743 AC.
743 a 738 AC.
738 a 737 AC.
737 a 732 AC.
732 a 723 AC.
DATAS. REIS. DATAS. REIS.
Obadias, Liv. 19.
Joel, Livro 20.
Isaías, Livro 22.
Miquéias, L, 25.
PROFETAS
Elias.
Eliseu.
Jonas, Livro 21.
Amós, Livro 23.
Oséias, Liv 24.
PROFETAS
716 a 687 AC.
687 a 642 AC.
642 a 640 AC.
640 a 609 AC.
609 AC.
609 a 598 AC.
598 AC.
598 a 587 AC.
Ezequias.
Manassés.
Amom.
Josias.
Joacaz.
Jeoaquim.
Joaquim.
Zedequias.
LIVRO 26, JEREMIAS.
LIVRO 27, LAMENTAÇÕES DE
JEREMIAS.
LIVRO 28, NAUM.
LIVRO 29, SOFONIAS
LIVRO 30, HABACUQUE.
DATAS. REIS. LIVROS.
REINO DE JUDÁ (SUL). REINO DE ISRAEL (NORTE).
O REINO DE ISRAEL DIVIDIDO.
722 AC. Queda do reino do Norte. 2ºReis 17:6-24.
ÚLTIMOS ANOS DO REINO DE JUDÁ.
QUEDA DE JERUSALÉM E CATIVEIRO BABILÔNICO DOS JUDEUS.
2ºReis¨25:1-21; 2ºCrô¨36:15-21.
O FIM Culminará com a vitória total de DEUS sobre o mal, a permanência
eterna dos crentes em JESUS CRISTO com DEUS e a permanência eterna dos
incrédulos no inferno, juntamente, com o diabo e seus anjos.
Os livros do NOVO TESTAMENTO não estão relacionados, em virtude do
pequeno espaço de tempo em que todos eles foram escritos (no máximo,
entre os anos 45 e 96 A D.).
QUEDA DE JERUSALÉM E CATIVEIRO BABILÔNICO DOS JUDEUS.
2ºReis¨25:1-21; 2ºCrô¨36:15-21.
DATAS. ACONTECIMENTOS. LIVROS.
586 AC.
539 AC.
538 AC.
520 AC.
Aproximadamente
400 AC.
Habitantes de Judá levados
cativos para a Babilônia.
Início do domínio
Medo-Persa.
Ordem de Ciro para a volta
dos judeus a Jerusalém,
2ºCrô 36:22-23 ׂ.
Reconstrução do templo de
Jerusalém.
Reconstrução dos muros de
Jerusalém.
Início do período
INTERBÍBLICO.
LIVRO 31, EZEQUIEL.
LIVRO 32, DANIEL.
LIVRO 33, ESTER.
LIVRO 34, JÓ.
LIVRO 35, ESDRAS.
LIVRO 36, NEEMIAS.
LIVRO 37, AGEU.
LIVRO 38, ZACARIAS.
LIVRO 39, MALAQUIAS.
DATAS. ACONTECIMENTOS.
PERÍODO INTERBÍBLICO.
PERÍODO INTERBÍBLICO.
Nascimento de JESUS CRISTO.
1º, Fim da era ANTES DE CRISTO.
2º, Início da ERA CRISTÃ.
1º, Morte de JESUS CRISTO.
2º, Fim do ANTIGO TESTAMENTO.
3º, Início do NOVO TESTAMENTO.
Encerramento do CÂNON DO NOVO
TESTAMENTO.
O FIM.
Quando acontecerá o final do
estado de coisas como nós as
conhecemos atualmente.
De aproximadamente 400 AC até o
nascimento de JESUS CRISTO.
Aproximadamente 4 a 7 AC.
Ano 1 DC.
Aproximadamente 27 DC.
Aproximadamente 100 DC.
Data incerta no futuro.
As datas podem não ser a exata expressão da verdade, porém, para este
estudo, o presente mapa cumpre seus propósitos.
Vimos assim, ainda que de modo conciso, o panorama dos acontecimentos
mais marcantes da BÍBLIA SAGRADA.
Com este panorama em mente torna-se muito mais fácil compreender os
acontecimentos históricos narrados na BÍBLIA SAGRADA, ainda que os
livros não estejam colocados na ordem em que o fatos aconteceram.
XIII, QUADRO HISTÓRICO GERAL SIMPLIFICADO E DO MINISTÉRIO DOS
PROFETAS QUE TÊM LIVRO PRÓPRIO.
1ºPERÍODO.
LIVROS DA LEI OU PENTATEUCO, JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1ºSAMUEL, 2ºSAMUEL,
1ºREIS até capítulo 12:20 e 2ºCRÔNICAS até capítulo 10:19.
Narra a história dos começos, até a divisão de Israel em dois reinos.
1o Reino do Sul (Judá), Rei Roboão.
2o Reino do Norte (Israel), Rei Jeroboão.
2º PERÍODO.
1ºREIS desde 12:21 até 2ºREIS¨17:23; 2ºCRÔNICAS desde 10:19, até
2ºCRÔNICAS cap¨28 no reinado de Acaz rei de Judá, ainda que, neste
capítulo não haja referência ao reino do norte.
Narra a história dos Israelitas desde a sua divisão em dois reinos até
a destruição do Reino do norte (Israel), pela Assíria.
PROFETAS QUE TÊM LIVRO PRÓPRIO E QUE MINISTRARAM NESTE PERÍODO.
REINO DO SUL (JUDÁ). REINO DO NORTE (ISRAEL).
OBADIAS. OSÉIAS.
JOEL. AMÓS.
ISAÍAS. JONAS.
MIQUÉIAS.
3º PERÍODO.
2ºREIS desde o cap 18:1, até o cap 25, e 2ºCRÔNICAS desde o cap
28:27, até o cap 36.
Narra a história de Israel (Judá) desde a destruição do Reino do
norte, até o cativeiro babilônico do Reino do sul (Judá).
2ºREIS narra fatos do cativeiro.
2ºCRÔNICAS narra fatos do cativeiro até a ordem de Ciro para a volta
dos judeus a Jerusalém.
PROFETAS QUE TÊM LIVRO PRÓPRIO E QUE MINISTRARAM NESTE PERÍODO.
HABACUQUE.
SOFONIAS.
NAUM.
JEREMIAS.
4º PERÍODO.
Narra acontecimentos durante o cativeiro babilônico do povo Judeu.
ESTER, Narra acontecimentos durante o cativeiro babilônico do povo
Judeu, porém, já no tempo do domínio do império medo persa.
PROFETAS QUE TÊM LIVRO PRÓPRIO E QUE MINISTRARAM NESTE PERÍODO.
EZEQUIEL.
DANIEL.
5º PERÍODO.
ESDRAS, NEEMIAS, Narram a história da volta dos judeus do
cativeiro babilônico.
PROFETAS QUE TÊM LIVRO PRÓPRIO E QUE MINISTRARAM NESTE PERÍODO.
AGEU.
ZACARIAS.
MALAQUIAS.
6º PERÍODO.
PERÍODO INTERBÍBLICO.
Neste período não há nenhum livro Bíblico escrito.
7º PERÍODO.
O NOVO TESTAMENTO.
No início deste período foram escritos todos os livros do NOVO TESTAMENTO.
XIV, UM POUCO SOBRE OS LIVROS DA BÍBLIA E SEUS AUTORES HUMANOS.
Este capítulo nos esclarece um pouco sobre alguns aspectos acerca dos
livros da BÍBLIA SAGRADA, bem como sobre os seus autores humanos.
Veremos os livros na seqüência em que estão colocados na BÍBLIA SAGRADA.
XIV, 1, LIVROS DO ANTIGO TESTAMENTO.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 01, GÊNESIS.
O livro de Gênesis pertence aos Livros da Lei ou Pentateuco.
A autoria de Gênesis é atribuída a Moisés.
Gênesis é o livro da BÍBLIA que fala dos começos:
01, Criação do mundo e de tudo o que existe.
02, Criação do homem e seu primeiro pecado.
03, Promessa do SALVADOR.
04, Criação do povo israelita.
Gênesis, não é um simples livro de textos a respeito da história
da humanidade; também, não é um livro científico, seus
ensinamentos são centralizados, diretamente, no plano de DEUS
acerca da redenção da humanidade.
Gênesis é um livro de princípios religiosos, ou de fé, assim sendo,
nele encontraremos, apenas, material referente a isto.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 02, ÊXODO.
Este livro pertence aos Livros da Lei ou Pentateuco.
A autoria de Êxodo é atribuída a Moisés.
A palavra Êxodo significa, saída, partida.
O livro de Êxodo trata da saída do povo israelita do Egito.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 03, LEVÍTICO.
Este livro pertence aos Livros da Lei ou Pentateuco.
A autoria de Levítico é atribuída a Moisés.
A raiz da palavra Levítico é Levi, a tribo israelita separada por DEUS
para o serviço religioso do tabernáculo e depois do templo.
Nem todos os levitas eram sacerdotes, porém, todos os sacerdotes
teriam que ser levitas.
Levítico é um livro que trata do ritual religioso, o qual constava,
principalmente, dos sacrifícios, mas também, dos demais ofícios dos
sacerdotes.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 04, NÚMEROS.
Este livro pertence aos Livros da Lei ou Pentateuco.
A autoria de Números é atribuída a Moisés.
O título do livro vem do fato do mesmo relatar dois censos, capítulos
1 e 26, os quais, já que são censos, tratam de números.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 05, DEUTERONÔMIO.
Este livro pertence aos Livros da Lei ou Pentateuco.
A autoria de Deuteronômio é atribuída a Moisés.
Seu nome deriva de uma interpretação errada dos tradutores da LXX,
estes pensaram que este livro se tratava de uma segunda LEI.
Deuteronômio é, isto sim, uma repetição da LEI encontrada nos livros
anteriores, porém, com uma visão mais abrangente da mesma.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 06, JOSUÉ.
Este é um livro histórico.
Seu autor é desconhecido, porém, alguns estudiosos atribuem a Samuel a
autoria deste livro.
O nome Josué significa “Yahweh é SALVADOR” ou “Salvação de Yahweh”, é
equivalente a JESUS.
O nome do livro deriva-se do líder inicial da conquista da Terra
prometida por DEUS a Israel.
Acredita-se que foi escrito no tempo dos reis de Israel.
VISÃO PANORÂMICA DA BÍBLIA SAGRADA José Joaquim Gonçalves de Faria.
fariaestudos@terra.com.br. 25.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 07, JUÍZES.
Este é um livro histórico que narra a história de Israel depois da
morte de Josué, até o ministério de Samuel.
Seu autor é desconhecido, porém, a exemplo de Josué, alguns estudiosos
atribuem a Samuel a autoria deste livro.
O livro é marcado pela desobediência do povo israelita a DEUS,
provindo daí o castigo.
Após o castigo havia arrependimento e clamor a DEUS, o qual, enviava
livramento, através de libertadores (juízes).
Em virtude deste fato, é um livro que narra altos e baixos do povo israelita.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 08, RUTE.
Este é um livro histórico, cujo nome está ligado à figura central do
mesmo, a qual é Rute.
Seu autor é desconhecido e não há unanimidade quanto à data em
que foi escrito.
A história de Rute acontece no tempo dos juízes de Israel, a qual, era
uma moabita (gentia) que, em sua terra, casou com um israelita; ficou
viuva e veio para Israel com sua sogra, casou, novamente, com outro
israelita de nome Boaz.
Rute é bisavó do rei Davi.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 09, 1º SAMUEL.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 10, 2º SAMUEL.
Estes dois livros são históricos e narram a vida e o ministério de
Samuel e continua, além da sua morte, até a velhice do rei Davi.
O autor destes livros é desconhecido e é quase certo que foram
escritos um pouco depois da divisão de Israel em dois reinos.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 11, 1º REIS.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 12, 2º REIS.
Estes dois livros são históricos e narram a história de Israel desde o final
da vida de Davi até o cativeiro babilônico e a destruição de Jerusalém.
É quase certo que foram escritos durante o cativeiro babilônico, mas,
seu autor é desconhecido.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 13, 1º CRÔNICAS.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 14, 2º CRÔNICAS.
Estes dois livros são históricos e praticamente, paralelos a 1ºSamuel,
do capítulo oito em diante, 2ºSamuel, 1ºReis e 2ºReis.
Segundo os estudiosos foi escrito muito tempo depois de 1ºReis e
2ºReis, talvez, por volta de 300 AC.
Seu autor, também, é desconhecido.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 15, ESDRAS.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 16, NEEMIAS.
Estes dois livros são históricos e seus nomes devem-se aos principais
personagens neles narrados.
Os estudiosos crêem que foram escritos pelo mesmo autor de 1ºCRÔNICAS
e 2º CRÔNICAS, portanto, aproximadamente na mesma data.
É quase certo que Esdras e Neemias eram inicialmente um só livro.
Estes livros narram aspectos da história da volta dos judeus do
cativeiro babilônico.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 17, ESTER.
Este livro é histórico.
O nome do livro está ligado a Ester, uma judia casada com o rei
Assuero da Pérsia, a qual, com sua decisão heróica, livra o povo judeu
de um massacre premeditado por Amã.
Alguns estudiosos acham que Mardoqueu escreveu o livro, porém não há
unanimidade.
A data em que foi escrito, também, não é conhecida com exatidão.
É o único livro da BÍBLIA no qual não aparece o nome de DEUS, porém,
sem nenhuma dificuldade verificamos a sua, sempre, impressionante,
presença e ação.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 18, JÓ.
Jó é um livro poético.
Seu autor é desconhecido e quanto à época em que foi escrito há duas
correntes, a primeira afirma que foi escrito durante o reinado de
Salomão, a segunda durante ou após o exílio babilônico.
Seu nome vem do seu personagem principal, qual seja Jó e narra sua
história, a de um homem reto que é acusado por satanás de servir a
DEUS por interesse.
DEUS dá certa liberdade a satanás para provar a idoneidade de Jó, o qual
passa por grandes sofrimentos, porém, ao final, sua dignidade é restituída.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 19, SALMOS.
O livro de Salmos é um livro poético.
Consta de hinário israelita (judeu), como na atualidade há os hinários
denominacionais.
Em hebraico é chamado de LOUVORES.
A septuaginta usa o termo MELODIAS.
O livro de Salmos tem vários autores, porém, Davi é seu maior autor,
com 73 Salmos.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 20, PROVÉRBIOS.
Provérbios é um livro poético.
A palavra provérbio é uma tradução da palavra hebraica “MASHAL”, que
significa, “SER COMO” e tem em primeiro lugar, o significado de comparação.
Porém, há neste livro várias passagens que não são provérbios, no
sentido estrito.
A autoria do livro parece estar dividida entre três autores, quais
sejam, Salomão, Agur e Lemuel.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 21, ECLESIASTES, OU PREGADOR.
Este é um livro poético.
Seu nome (não sabemos porquê, já que pertence ao ANTIGO TESTAMENTO) provém do
grego que significa uma pessoa que reúne a congregação, ou eclésia.
Sua autoria é, grandemente, atribuída a Salomão, porém, há estudiosos
que sugerem, não ter sido Salomão o autor de Eclesiastes.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 22, CÂNTICO DOS CÂNTICOS.
Este é um livro poético.
A autoria do livro é atribuída a Salomão, apesar de haver alguns
estudiosos contrários.
Há vários pontos de vista, quanto à natureza deste livro, dos quais,
três se destacam.
1o, PRIMEIRO PONTO DE VISTA ALEGÓRICO.
Segundo este ponto de vista (o mais antigo de todos), por volta do ano
90 AC, os rabinos judeus interpretavam o livro, como que descrevendo o
relacionamento entre DEUS e Israel, de forma figurativa.
2o, SEGUNDO PONTO DE VISTA ALEGÓRICO.
Os líderes da IGREJA primitiva, ensinavam que o livro é a descrição
do amor entre JESUS CRISTO e a IGREJA.
3o, O PONTO DE VISTA LITERAL.
A admissão de que o livro se refere literalmente ao amor humano
entre um homem e uma mulher.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 23, ISAÍAS.
Este livro pertence aos profetas maiores.
A autoria é atribuída a Isaías, porém, do capítulo 40 ao 66 há
discordância.
O nome Isaías significa “SALVAÇÃO DE YAHWEH”, ou “YAHWEH SALVA”.
O livro de Isaías é considerado o maior dos livros proféticos do
ANTIGO TESTAMENTO.
É, também, considerado o profeta EVANGÉLICO.
Isaías exerceu seu ministério no reino do Sul (Judá).
O ministério de Isaías iniciou em 740 AC, e terminou, aproximadamente
em 700 AC.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 24, JEREMIAS.
Este livro pertence aos profetas maiores.
Jeremias é o protagonista profético, porém, não é certo que Jeremias
escreveu o livro, é mais provável ter sido Baruque, seu amanuense
(escrevente), Jer¨36:4, 32.
Jeremias significa “YAHWEH AJUDA”.
Jeremias iniciou seu ministério em Judá, por volta de 626 AC, antes do
cativeiro babilônico e teve a duração de quarenta anos.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 25, LAMENTAÇÕES DE JEREMIAS.
Este livro pertence aos livros poéticos.
É atribuído a Jeremias, entretanto, tal atribuição não é unânime.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 26, EZEQUIEL.
Este livro pertence aos profetas maiores.
A autoria de Ezequiel é atribuída ao próprio profeta.
Ezequiel significa “DEUS FORTALECERÁ”.
Ezequiel exerceu seu ministério profético na Babilônia para os judeus,
durante o cativeiro.
Seu ministério profético inicia em 592 antes de CRISTO, antes da queda
total de Jerusalém e termina em 570 antes de CRISTO, já no cativeiro
babilônico.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 27, DANIEL.
Este livro pertence aos profetas maiores.
A autoria de Daniel é atribuída ao próprio profeta.
Daniel significa “DEUS é meu juiz”.
Daniel exerceu seu ministério profético para os judeus, na Babilônia,
durante o cativeiro babilônico.
É um dos deportados de Judá para a Babilônia, onde exerceu seu
ministério profético por volta de 620 AC. e durou aproximadamente
cinqüenta anos.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 28, OSÉIAS.
Este livro pertence aos profetas menores.
A autoria de Oséias é atribuída ao próprio profeta.
O nome Oséias significa “SALVAÇÃO” e é equivalente a Josué ou JESUS.
Oséias exerceu seu ministério profético no reino do Norte (Israel).
O ministério de Oséias aconteceu por volta de 730 AC.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 29, JOEL.
Este livro pertence aos profetas menores.
A autoria de Joel é atribuída ao próprio profeta.
O nome Joel significa “YAHWEH É DEUS”.
Joel exerceu seu ministério profético no reino do Sul (Judá).
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 30, AMÓS.
Este livro pertence aos profetas menores.
A autoria de Amós é atribuída ao próprio profeta.
O nome Amós significa “SUSTENTADO”.
Amós exerceu seu ministério profético no reino do Norte (Israel).
O ministério de Amós ocorreu por volta de 760 AC.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 31, OBADIAS.
Este livro pertence aos profetas menores.
A autoria de Obadias é atribuída ao próprio profeta.
O nome Obadias significa “SERVO DE YAHWEH”, porém, acerca do profeta,
nada se sabe.
Obadias exerceu seu ministério profético no reino do Sul (Judá).
O livro foi escrito, provavelmente, entre 845 AC. e 586 AC.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 32, JONAS.
Este livro pertence aos profetas menores.
A autoria de Jonas não é conhecida.
A data provável em que o livro foi escrito é por volta de 600 AC.
Jonas exerceu seu ministério profético no reino do Norte (Israel).
Este livro mostra o grande amor de DEUS pela humanidade.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 33, MIQUÉIAS.
Este livro pertence aos profetas menores.
A autoria de Miquéias é atribuída ao próprio profeta.
Miquéias significa “QUEM É COMO YAHWEH¨?”.
Miquéias exerceu seu ministério no reino do Sul (Judá).
Seu ministério profético ocorreu por volta de 710 AC.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 34, NAUM.
Este livro pertence aos profetas menores.
A autoria de Naum é atribuída ao próprio profeta.
O nome Naum dá idéia de “CONSOLAÇÃO”.
Naum exerceu seu ministério em Judá.
O ministério de Naum ocorreu por volta de 620 AC.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 35, HABACUQUE.
Este livro pertence aos profetas menores.
A autoria de Habacuque é atribuída ao próprio profeta.
O nome Habacuque vem de uma raiz que significa “AFETO, ou ABRAÇO”.
Habacuque exerceu seu ministério profético em Judá.
Seu ministério profético ocorreu por volta de 610 AC.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 36, SOFONIAS.
Este livro pertence aos profetas menores.
A autoria de Sofonias é atribuída ao próprio profeta.
Sofonias significa “YAHWEH ESCONDE” ou “A QUEM YAHWEH ESCONDE”.
Sofonias exerceu seu ministério em Judá.
Sofonias profetizou durante o reinado de Josias, de 640 AC, até 609 AC.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 37, AGEU.
Este livro pertence aos profetas menores.
A autoria de Ageu é atribuída ao próprio profeta.
Ageu significa “FESTIVO”.
Nada se sabe da vida de Ageu.
Ageu exerceu seu ministério em Judá.
Seu ministério profético aconteceu em 520 AC, logo após a volta dos
judeus para Jerusalém.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 38, ZACARIAS.
Este livro pertence aos profetas menores.
A autoria de Zacarias é atribuída ao próprio profeta.
Seu nome em hebraico significa “FESTA, OU FESTIVAL”.
Pouco ou nada se sabe sobre Zacarias.
Zacarias exerceu seu ministério profético em Judá.
Zacarias iniciou seu ministério em 520 AC, e profetizou por vários anos.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 39, MALAQUIAS.
Este livro pertence aos profetas menores.
A autoria de Malaquias é atribuída ao próprio profeta.
Malaquias significa “MEU MENSAGEIRO (ANJO)”.
Nada se sabe da vida de Malaquias.
Malaquias exerceu seu ministério profético em Judá.
A data mais provável do ministério de Malaquias é entre 470 e 460 AC.
Como já frisamos, o ANTIGO TESTAMENTO termina sua vigência com a morte
de JESUS CRISTO, não com o último profeta.
XIV, 2, LIVROS DO NOVO TESTAMENTO.
Como já frisamos, o NOVO TESTAMENTO inicia sua vigência com a morte de JESUS
CRISTO, não com o seu nascimento, ou com o início do EVANGELHO segundo Mateus.
Os livros do NOVO TESTAMENTO foram escritos num espaço de tempo bem
reduzido (no máximo, entre os anos 45 e 96 depois de JESUS CRISTO).
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 01, MATEUS.
Escrito entre os anos 60 e 70 DC.
Este livro pertence ao EVANGELHO.
A autoria do EVANGELHO segundo Mateus é atribuída a Mateus, o apóstolo.
Este livro foi escrito para CRISTÃOS judeus.
Mateus apresenta JESUS CRISTO como o REI e ou o MESSIAS prometido.
O reino dos céus é grandemente enfatizado em Mateus, exemplo Mateus
capítulo 13.
Mateus trata especialmente dos ensinos de JESUS CRISTO.
O propósito do EVANGELHO SEGUNDO MATEUS é apresentar a história do
nascimento, ministério, morte e ressurreição de JESUS CRISTO, para
provar aos judeus que JESUS CRISTO é o MESSIAS prometido.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 02, MARCOS.
Escrito entre os anos 50 e 55 DC.
Este livro pertence ao EVANGELHO.
A autoria do EVANGELHO segundo Marcos é atribuída ao próprio Marcos.
O EVANGELHO segundo Marcos foi o primeiro a ser escrito.
Marcos é o mais conciso dos quatro evangelistas, escreve em poucas
palavras, como um repórter.
Marcos apresenta JESUS CRISTO como servo de DEUS.
“O Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para
dar a sua vida em resgate de muitos”, Mar¨10:45.
Marcos trata mais dos atos do que das palavras de JESUS CRISTO.
Foi escrito para CRISTÃOS gentios em geral e, particularmente, para os
romanos, para ajudá-los a compreenderem melhor a vida, obra, atos e
ensinos de JESUS CRISTO.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 03, LUCAS.
Escrito no Ano 60 DC.
Este livro pertence ao EVANGELHO.
A autoria do EVANGELHO segundo Lucas é atribuída ao próprio Lucas, que
era médico, e é quase certo que não pertencia ao povo judeu.
Lucas apresenta JESUS CRISTO como o FILHO DO HOMEM.
“O Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido”,
Luc¨19:10.
Lucas escreve como um historiador.
Este livro é endereçado a um CRISTÃO chamado Teófilo, o qual era
grego, dando a entender que Lucas tinha em mente, disseminar o
EVANGELHO entre os gregos.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 04, JOÃO.
Escrito aproximadamente no ano 90 DC.
Este livro pertence ao EVANGELHO.
A autoria do EVANGELHO segundo João é atribuída ao apóstolo João.
João apresenta JESUS CRISTO como o FILHO DE DEUS.
“Estes, porém, foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o
Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome”, João¨20:31.
O EVANGELHO de João foi escrito, particularmente, para os gregos.
João apresentou JESUS CRISTO, como a resposta aos problemas,
também, dos gregos.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 05, ATOS DOS APÓSTOLOS.
Escrito aproximadamente no ano 60 DC.
Atos dos apóstolos é de caráter histórico, narra a história dos
principais apóstolos que, sob o poder do ESPÍRITO SANTO, implantaram e
expandiram a IGREJA de JESUS CRISTO, no início do CRISTIANISMO.
A autoria de Atos dos Apóstolos é atribuída a Lucas, o Evangelista.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 06, ROMANOS.
Escrito no ano 57 DC.
A carta de Paulo aos Romanos é uma carta de cunho doutrinário.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 07, 1ªCORÍNTIOS.
Escrito no ano 55 DC.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 08, 2ªCORÍNTIOS.
Escrito no ano 56 DC.
As duas cartas de Paulo aos Coríntios são, principalmente, de cunho
doutrinário.
Talvez, o maior problema dos crentes da IGREJA de Corinto fosse suas
divisões internas.
Há algumas evidências de que Paulo escreveu uma terceira carta aos
Coríntios, porém, se a escreveu, esta está perdida, ou então não foi
considerada canônica.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 09, GÁLATAS.
Escrito no ano 49 DC.
A carta de Paulo aos Gálatas é de cunho doutrinário.
A ênfase doutrinária é, principalmente, contra os judaizantes, os
quais ensinavam que se os CRISTÃOS gentios não fossem circuncidados e
não guardassem a LEI, não seriam salvos.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 10, EFÉSIOS.
Escrito no ano 61 DC.
A carta de Paulo aos Efésios é de cunho doutrinário.
Vários estudiosos afirmam que a carta aos Efésios não foi enviada
apenas para a IGREJA em Éfeso, mas, para um grupo de IGREJAS da Ásia.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 11, FILIPENSES.
Escrito no ano 62 DC.
A carta de Paulo aos Filipenses tem caráter pessoal, na qual,
demonstra a sua gratidão ao amor que lhe foi dispensado pela IGREJA,
mas também trata de assuntos doutrinários.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 12, COLOSSENSES.
Escrito no ano 61 DC.
A carta de Paulo aos Colossenses tem caráter doutrinário.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 13, 1ªTESSALONICENSES.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 14, 2ªTESSALONICENSES.
Estes dois livros foram escritos no ano 52 DC.
Estas cartas de Paulo aos Tessalonicenses são, principalmente, de
caráter doutrinário.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 15, 1ªTIMÓTEO.
Escrito no ano 64 DC.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 16, 2ªTIMÓTEO.
Escrito no ano 66 ou 67 DC.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 17, TITO.
Escrito no ano 64 DC.
Estas três cartas de Paulo (duas a Timóteo e uma a Tito) também são
chamadas de cartas pastorais de Paulo, já que são dirigidas a pastores.
Têm o objetivo de incentivá-los no seu ministério, o qual, inclui o
combate às heresias.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 18, FILEMON.
Escrito no ano 61 DC.
A carta de Paulo a Filemom é uma carta pessoal, instruindo-o a agir de forma
correta, e CRISTÃ, em relação a um de seus escravos que havia fugido.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 19, HEBREUS.
Escrito entre os anos 60 a 70 DC.
Esta carta é de autoria desconhecida.
É uma carta enviada para crentes judeus, ou de origem judaica.
É uma carta extremamente doutrinária, principalmente, quanto à pessoa
de JESUS CRISTO.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 20, TIAGO.
Escrito no ano 45 ou 62 DC.
A carta de Tiago pertence ao grupo das cartas gerais.
A maioria dos estudiosos atribui a autoria desta carta a Tiago, meio
irmão de JESUS CRISTO.
O propósito desta carta é mostrar que a fé em JESUS CRISTO deve ser
aplicada a todas as experiências e relações dos CRISTÃOS.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 21, 1ªPEDRO.
Escrito no ano 63 ou 64 DC.).
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 22, 2ªPEDRO.
Escrito no ano 66 ou 67 DC.
A duas cartas de Pedro pertencem ao grupo das cartas gerais.
A primeira coloca a esperança do CRISTÃO acima de tudo.
A Segunda fala sobre falsos mestres na IGREJA e exorta os CRISTÃOS a
permanecerem na verdade mesmo que estivessem rodeados de mentira, erro
e infidelidade.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 23, 1ªJOÃO.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 24, 2ªJOÃO.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 25, 3ªJOÃO.
Estes três livros foram escritos aproximadamente no ano 90 DC.
As três cartas de João pertencem ao grupo das cartas gerais.
A autoria destas cartas é atribuída a João o apóstolo e Evangelista.
A primeira é essencialmente de cunho doutrinário.
As duas últimas cartas têm como ênfase o aconselhamento às IGREJA para
não receberem mestres heréticos.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 26, JUDAS.
Escrito aproximadamente no ano 66 DC.).
Esta carta pertence ao grupo das cartas gerais.
A autoria desta carta é atribuída a Judas, meio irmão de JESUS CRISTO.
Esta carta foi escrita para prevenir a IGREJA contra a perversão da
doutrina da GRAÇA.
Tal perversão levava a um baixo padrão moral, em todos os sentidos.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 27, APOCALIPSE.
Escrito aproximadamente no ano 96 DC.).
A autoria do Apocalipse ainda que, largamente, atribuída a João, o
autor do EVANGELHO segundo João e autor das três cartas de João, não é
unanimidade entre os eruditos.
O livro narra, principalmente, e por antecedência, a vitória, certíssima,
de DEUS, sobre todos os poderes do mal.
XV, O MANUSEIO DA BÍBLIA SAGRADA.
A BÍBLIA SAGRADA há de ser bem manuseada para o bem de todas as
pessoas que a lêem e a estudam.
Em primeiro lugar, para que a BÍBLIA SAGRADA seja bem manuseada, é
necessário decorar os nomes e a ordem de todos os seus livros.
Quando todos os presentes num culto conhecem a ordem dos livros da
BÍBLIA SAGRADA, o culto flui com uma dinâmica bem rápida.
Caso contrário, a dinâmica do culto fica muito vagarosa, ou muitas
pessoas, que dele participam ficam sem acompanhar, em suas BÍBLIAS, a
leitura BÍBLICA que é realizada.
Outra necessidade do bom manuseio da BÍBLIA SAGRADA é para a leitura
ou estudo de um livro, revista, folheto, etc., que verse sobre um
assunto BÍBLICO.
Praticamente toda a literatura que versa sobre um assunto BÍBLICO traz no
seu conteúdo, uma ou mais, referências BÍBLICAS, as quais, devem ser bem
entendidas, para a boa compreensão da leitura ou do estudo realizado.
Toda a referência BÍBLICA inicia com o nome do livro, geralmente, de
forma abreviada.
As referências aos livros da BÍBLIA SAGRADA não são usadas por todos
os escritores e autores da mesma forma, porém, todas elas indicam
claramente os livros a que se referem.
As referências usadas em nossos estudos são as que constam no capítulo
VIII, 1, A, e VIII, 1, B, deste estudo.
Damos a seguir dois exemplos de abreviaturas para livros BÍBLICOS.
EVANGELHO segundo Mateus, Mt; Mat.
Carta aos Hebreus, Hb; Heb.
Logo após a abreviatura do livro há um número, exemplos:
Mat¨5; Heb¨7.
O número colocado após a abreviatura do livro BÍBLICO, trata-se do
capítulo do livro referido.
Após o número do capítulo, alguns autores colocam um ponto, outros
colocam dois pontos.
Este ponto, ou dois pontos, separa o capítulo do (s) versículo (s) a
serem lidos, exemplos:
Mt¨5. ; Mat¨5: ; Hb¨10. ; Heb10:.
Desde que haja um ponto, ou dois pontos há, logo a seguir, um
número, exemplos:
Mat¨5:4; Heb¨10:7.
Esse número é referente ao versículo a ser lido.
Se a referência BÍBLICA termina aí, a passagem a ser lida é apenas, no
caso dos exemplos anteriores, Mateus capítulo 5 versículo 4, e Hebreus
capítulo 10 versículo¨7.
Porém, após este número, pode haver uma vírgula e outro número, exemplos:
Mat¨5:4, 7; Heb¨10:7, 10.
Esta vírgula significa que a passagem a ser lida é, no primeiro exemplo,
Mateus capítulo 5, o versículo 4 e o versículo 7; no segundo exemplo,
Hebreus capítulo 10, o versículo 7 e o versículo 10.
No lugar da vírgula pode haver um traço, exemplos:
Mat¨5:4-7; Heb¨10:7-10.
Este traço significa que a leitura BÍBLICA a ser feita é contínua, ou
seja, do versículo indicado em primeiro lugar, até o versículo
indicado em segundo lugar.
No primeiro exemplo, a leitura a ser feita é, Mateus capítulo 5 do
versículo 4 até o versículo 7; no segundo exemplo, Hebreus capítulo 10
do versículo 7 até o versículo 10.
Esta mesma orientação serve para leituras em vários capítulos da
BÍBLIA SAGRADA.
1O EXEMPLO.
Mat¨5:1, 7:13; Heb¨10:5, 12:3; estas indicações mostram que a leitura
deve ser feita em Mat¨5:1 e Mat¨7:13 e em Heb¨10:5 e Heb¨12:3.
Há autores que em lugar da vírgula, colocam ponto e vírgula, ex.
Mat¨5:1; 7:13; Heb¨10:5; 12:3.
Em nossos estudos usamos a vírgula para separar versículos e ou
capítulos do mesmo livro, já o ponto e vírgula, usamos para separar
livros diferentes.
2o EXEMPLO.
Mat¨5:1-7:13; Heb¨10:5-12:3; no primeiro caso, a leitura deve ser
feita, continuadamente, desde Mat¨5:1 até Mat¨7:13; no segundo caso,
de Heb¨10:5 até Heb¨12:3.
Há ainda as referências combinadas tais como, 1ªCor¨8:6, 8-12;
João¨3:17-21, 32.
Neste caso as regras anteriores se sobrepõem.
Quando estas regras são seguidas, o leitor ou estudioso tem muito mais
possibilidades de alcançar o objetivo, ao ler ou estudar algum
material escrito acerca de um tema BÍBLICO.
XVI, CUIDADOS A CONSIDERAR AO DECLARAR OU ANUNCIAR OS NOMES DE
ALGUNS LIVROS BÍBLICOS.
Infelizmente, há certa confusão, ao falar sobre alguns livros da
BÍBLIA SAGRADA.
Por exemplo, há quem se refira a 1ºReis, dizendo: Primeiro a Reis, ou
primeira a Reis.
O certo é, primeiro livro dos reis, primeiro de reis, ou primeiro reis.
Para exemplo, basta este livro.
Daremos agora uma lista dos livros que mais confundem a mente de
muitos irmãos, bem como a forma correta de referir-se aos mesmos.
1ºSamuel, Primeiro Samuel, ou primeiro livro de Samuel.
2ºSamuel, Segundo Samuel, ou segundo livro de Samuel.
1ºReis, Primeiro reis, ou primeiro livro de (ou dos) reis.
2ºReis, Segundo reis, ou segundo livro de (ou dos) reis.
1ºCrônicas, Primeiro crônicas, ou primeiro livro de (ou das) crônicas.
2ºCrônicas, Segundo crônicas, ou segundo livro de (ou das) crônicas.
Quanto ao livro de Salmos há, também, um erro muito cometido.
Quanto ao capítulo, o certo é dizer Salmo, não salmos, nem capítulo.
Exemplo: Sal¨20, Livro de Salmos, Salmo número vinte, ou apenas
Salmo vinte.
1ªTimóteo, Primeira a Timóteo, ou primeira carta (epístola) de
Paulo a Timóteo.
2ªTimóteo, Segunda a Timóteo, ou segunda carta (epístola) de
Paulo a Timóteo.
Tito, Tito, carta (epístola) a Tito, ou ainda, carta (epístola) de
Paulo a Tito.
Filemom, Filemom, carta (epístola) a Filemom, ou ainda, carta
(epístola) de Paulo a Filemom.
1ªPedro, Primeira de Pedro, ou primeira carta (epístola) de Pedro.
2ªPedro, Segunda de Pedro, ou segunda carta (epístola) de Pedro.
1ªJoão, Primeira de João, ou primeira carta (epístola) de João.
2ªJoão, Segunda de João, ou segunda carta (epístola) de João.
3ªJoão, Terceira de João, ou terceira carta (epístola) de João.

CONCLUSÃO.
Temos assim, através deste breve estudo, uma visão panorâmica da
BÍBLIA SAGRADA.
O irmão que desejar e ou tiver condições, com toda a certeza,
encontrará muito mais material, acerca desta obra monumental, a qual,
tanto bem tem feito à humanidade e continuará fazendo, pois a PALAVRA
DE DEUS, INSPIRADA PELO ESPÍRITO SANTO, com certeza absoluta, é o
melhor guia para todo o ser humano que coloca em ação o seu bom senso
e se deixa guiar pela BÍBLIA SAGRADA.
Louvado seja DEUS, por este tão grande presente ao ser humano, qual
seja, a BÍBLIA SAGRADA, mantenedora da REVELAÇÃO DIVINA, sem a qual,
jamais poderíamos chegar ao conhecimento do nosso SENHOR E SALVADOR
JESUS CRISTO, AUTOR E CONSUMADOR DA NOSSA FÉ, O QUAL, NOS DEU A
GLORIOSA E MARAVILHOSA SALVAÇÃO ETERNA.

BIBLIOGRAFIA.
01, BÍBLIA SAGRADA.
Tradução, Almeida, João Ferreira de.
Edição corrigida e revisada fiel ao texto original.
Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil, 1.994, 1.995, São Paulo, SP, Brasil.
02, A BÍBLIA E COMO CHEGOU ATÉ NÓS.
Mein, John.
JUERP, 7a Edição, Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 1987.
03, CONCISO DICIONÁRIO DE TEOLOGIA CRISTÃ.
Erickson, Millard J.
JUERP, 1991, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
04, DICIONÁRIO DA BÍBLIA.
Davis, John D.
JUERP, 7a Edição, 1980, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
05, DOUTRINAS.1.
Novas Edições Líderes Evangélicos.
1a Edição, 1979, São Paulo, SP, Brasil.
06, EPÍSTOLAS GERAIS.
Novas Edições Líderes Evangélicos.
2a edição, 1.980, São Paulo, SP, Brasil.
07, INTRODUÇÃO À BÍBLIA.
Novas Edições Líderes Evangélicos.
4a Edição, 1.980, São Paulo, SP, Brasil.
08, INTRODUÇÃO AO VELHO TESTAMENTO.
Francisco, Clyde T.
Tradução, Mesquita, Antônio Neves.
JUERP, 3a Edição, Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 1.985.
09, INTRODUÇÃO À VIDA DE CRISTO.
Novas Edições Líderes Evangélicos.
5a Edição, São Paulo, SP, Brasil, 1.983.
10, LIVROS PROFÉTICOS.
Novas Edições Líderes Evangélicos.
2a edição, São Paulo, SP, Brasil.
11, MINIDICIONÁRIO AURÉLIO.
Ferreira, Aurélio Buarque de Holanda.
Editora Nova Fronteira, 1a Edição, 6a Impressão, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
12, O LIVRO DOS LIVROS.
Hester, Huberto Inman.
JUERP, 3a Edição, Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 1.983.
13, O NOVO COMENTÁRIO DA BÍBLIA.
F. Davidson M. A, Professor.
Editado em português por Shedd, Russel P, Dr.
Edições Vida Nova, 1a Edição, Reimpressão 1.980, São Paulo, SP, Brasil.
14, QUEM É QUEM NA BÍBLIA SAGRADA.
Gardner, Paul (editor).
Traduzido por Ribeiro, José.
Editora Vida, 1.999, São Paulo, SP, Brasil.
ESTUDO DE TEOLOGIA BIBLICA -MODULO 11
VISÃO PANORÂMICA DA BÍBLIA SAGRADA
PÁGINA
INTRODUÇÃO. 03
I, O QUE É A BÍBLIA SAGRADA¨? 03
II, A UTILIDADE DA BÍBLIA SAGRADA. 04
III, A REVELAÇÃO DE DEUS. 04
III, 1, MOTIVO DA REVELAÇÃO DIVINA AO SER HUMANO. 05
IV, O RELACIONAMENTO ENTRE O SER HUMANO E A BÍBLIA SAGRADA. 05
IV, 1, A DESOBEDIÊNCIA À PALAVRA DE DEUS E SEU RESULTADO. 05
IV, 2, A OBEDIÊNCIA À PALAVRA DE DEUS E SEU RESULTADO. 06
IV, 3, O GRAU DE DESOBEDIÊNCIA E DE OBEDIÊNCIA À PALAVRA DE DEUS. 06
V, A COMPILAÇÃO DA BÍBLIA SAGRADA. 06
V, 1, A AUTORIA DA BÍBLIA SAGRADA. 07
V, 2, TEMPO DE DURAÇÃO PARA A COMPILAÇÃO DA BÍBLIA SAGRADA. 07
VI, A UNIDADE DA BÍBLIA SAGRADA. 07
VII, A INSPIRAÇÃO DO ESPÍRITO SANTO. 07
VIII, O CÂNON SAGRADO. 08
VIII, 1, A, LIVROS DO CÂNON DO ANTIGO TESTAMENTO COM AS IDENTIFICAÇÕES
USADAS EM NOSSOS ESTUDOS. 09
VIII, 1, B, LIVROS DO CÂNON DO NOVO TESTAMENTO COM AS IDENTIFICAÇÕES
USADAS EM NOSSOS ESTUDOS. 10
VIII, 2, A BÍBLIA SAGRADA DIVIDIDA POR TEMAS. 10
VIII, 2, A, ANTIGO TESTAMENTO. 11
VIII, 2, B, NOVO TESTAMENTO. 11
VIII, 3, SÍNTESE DO ANTIGO TESTAMENTO. 11
VIII, 3, A, LIVROS DA LEI OU PENTATEUCO. 11
VIII, 3, B, LIVROS HISTÓRICOS. 11
VIII, 3, C, LIVROS POÉTICOS. 12
VIII, 3, D, LIVROS PROFÉTICOS, PROFETAS MAIORES. 12
VIII, 3, E, LIVROS PROFÉTICOS, PROFETAS MENORES. 12
VIII, 4, SÍNTESE DO NOVO TESTAMENTO. 12
VIII, 4, A, EVANGELHO. 12
VIII, 4, B, ATOS DOS APÓSTOLOS. 13
VIII, 4, C, CARTAS DE PAULO. 13
VIII, 4, D, CARTA DE AUTOR DESCONHECIDO. 13
VIII, 4, E, CARTAS GERAIS. 13
VIII, 4, F, APOCALIPSE. 13
IX, OS DOIS TESTAMENTOS E AS ERAS RELACIONADAS COM JESUS CRISTO. 14
X, LIVROS APÓCRIFOS. 16
XI, A BÍBLIA DESDE SUA ORIGEM ATÉ A ATUALIDADE. 16
XII, PANORAMA CRONOLÓGICO DOS PRINCIPAIS ACONTECIMENTOS BÍBLICOS
E DOS LIVROS DA BÍBLIA SAGRADA. 17
XIII, QUADRO HISTÓRICO GERAL SIMPLIFICADO E DO MINISTÉRIO DOS
PROFETAS QUE TÊM LIVRO PRÓPRIO. 22
XIV, UM POUCO SOBRE OS LIVROS DA BÍBLIA E SEUS AUTORES HUMANOS. 23
XIV, 1, LIVROS DO ANTIGO TESTAMENTO. 23
XIV, 2, LIVROS DO NOVO TESTAMENTO. 31
XV, O MANUSEIO DA BÍBLIA SAGRADA. 36
XVI, CUIDADOS A CONSIDERAR AO DECLARAR OU ANUNCIAR OS NOMES
DE ALGUNS LIVROS BÍBLICOS. 38
CONCLUSÃO. 39
BIBLIOGRAFIA. 40
VISÃO PANORÂMICA DA BÍBLIA SAGRADA.
INTRODUÇÃO.
Quem olha uma paisagem de longe (naturalmente, sem os recursos da
tecnologia) verifica que a paisagem lá está, porém, o espaço que
separa tal paisagem do observador não permite que este vislumbre,
minuciosamente, todos os detalhes, porque a distância o impede.
Visão panorâmica da BÍBLIA SAGRADA, também é assim, a BÍBLIA está em
nossas mãos, estudaremos sobre ela, porém, em virtude do estudo ser
panorâmico, é impossível entrar nos detalhes mais profundos da maior
obra literária de todos os tempos.
Porém, ao final do estudo há uma bibliografia, que poderá ser adquirida
trazendo muito mais luz a quem se interessar, além do que, muita outra
literatura sobre o assunto, pode ser encontrada no mercado, onde muito
mais detalhes poderão ser descortinados sobre a BÍBLIA SAGRADA, por
isso, este estudo poderá ser o início de uma longa caminhada para o
aprofundamento do conhecimento sobre a BÍBLIA, a qual, quanto mais
estudada, conhecida e obedecida, melhor, acima de tudo, para os crentes.
Este, não é um estudo doutrinário, ou devocional, é um estudo técnico,
em virtude disso, nosso intuito básico é esclarecer alguns aspectos
importantes acerca da BÍBLIA SAGRADA, não sobre o seu conteúdo, ou
sobre a sua mensagem.
Aprendamos, portanto, um pouco, acerca de tão grandiosa obra:
01, GRANDIOSA QUANTO AO SEU CONTEÚDO.
02, GRANDIOSA QUANTO AO SEU VALOR.
03, GRANDIOSA QUANTO AO AMOR DE DEUS, PELO SER HUMANO, NELA DEMONSTRADO.
I, O QUE É A BÍBLIA SAGRADA¨?
A BÍBLIA SAGRADA é, acima de tudo, a PALAVRA DE DEUS.
Como PALAVRA DE DEUS, a BÍBLIA SAGRADA é a coletânea da revelação de
DEUS à humanidade, através, principalmente, do povo israelita.
A BÍBLIA SAGRADA é, também, uma biblioteca com um acervo de 66 livros.
Há várias metáforas referentes à BÍBLIA SAGRADA, vejamos algumas delas
extraídas da própria PALAVRA DE DEUS.
01, ESCRITURA DE DEUS, Êx¨32:16; E ESCRITURA, 2ªTim¨3:16.
02, SAGRADAS ESCRITURAS, 2ªTim¨3:15.
03, LEI, Mat¨12:5.
04, PALAVRAS DE VIDA, At¨7:38.
05, ALIMENTO, Deut¨8:3; Mat¨4:4; Luc¨4:4.
06, LÂMPADA E LUZ, Sal¨119:105.
07, SEMENTE, Luc¨8:11.
08, ESPADA DO ESPÍRITO, Ef¨6:17.
Como podemos verificar, a lista de metáforas, apresentada, nos sugere
grandes coisas, as quais, com toda a certeza, nos abrem o
entendimento, para a compreensão do poder e GLÓRIA da PALAVRA DE DEUS,
revelada ao ser humano.
II, A UTILIDADE DA BÍBLIA SAGRADA.
De acordo com a passagem BÍBLICA de 2ªTim¨3:16-17, toda a ESCRITURA
DIVINAMENTE INSPIRADA é:
01, PROVEITOSA PARA ENSINAR.
02, PROVEITOSA PARA REDARGÜIR.
03, PROVEITOSA PARA CORRIGIR.
04, PROVEITOSA PARA INSTRUIR EM JUSTIÇA.
05, PROVEITOSA PARA QUE O HOMEM DE DEUS SEJA PERFEITO, E
PERFEITAMENTE INSTRUÍDO PARA TODA A BOA OBRA.
Pelos versículos lidos, concluímos que a BÍBLIA SAGRADA é a obra prima
de DEUS em prol do ser humano, especialmente do salvo por JESUS
CRISTO, visto que, toda a sua PALAVRA, inspirada pelo ESPÍRITO SANTO,
serve para que o homem de DEUS seja perfeito e perfeitamente instruído
para toda a boa obra.
Além disto, visto que DEUS é, extremamente, altruísta, seu desejo é, na
realidade, que todos os homens se salvem, Ez¨18:23, 32; 33:11; 1ªTim¨2:3-4;
2ªPed¨3:9, por isto podemos afirmar, sem sombra de dúvida, que:
A BÍBLIA SAGRADA É A OBRA PRIMA DE DEUS EM PROL DO SER HUMANO, SEM
DISTINÇÃO ALGUMA; JÁ QUE DEUS NÃO FAZ, QUALQUER, ACEPÇÃO DE PESSOAS,
Deut¨10:17; Jó¨34:19; At¨10:34; Rom¨2:11; Ef¨6:9; Col¨3:25.
III, A REVELAÇÃO DE DEUS.
Revelação, segundo o minidicionário Aurélio, significa:
01, Ato ou efeito de revelar-se.
02, Entre os CRISTÃOS, ação DIVINA que comunica aos homens os
desígnios de DEUS e a verdade que estes envolvem.
03, Descoberta reveladora de um fato, vocação, etc., ou duma pessoa.
04, Fato ou pessoa assim revelados.
O conciso dicionário de teologia CRISTÃ, nos diz de revelação.
01, Tornar conhecido o que está oculto; desvendar o que está coberto.
A REVELAÇÃO DE DEUS é, portanto, DEUS fazendo-se conhecer ao ser
humano, bem como, mostrando a este qual é a sua soberana vontade.
Vejamos, o que nos diz Heb¨1:1.
Conforme o versículo lido, a revelação de DEUS aos homens deu-se de várias
formas, porém, há duas que se destacam das demais, visto que são, em tudo,
muito mais importantes do que todas as outras, vejamos quais são:
01, DEUS FALOU (SE REVELOU) AOS PAIS ATRAVÉS DOS PROFETAS.
02, DEUS FALOU (SE REVELOU) ATRAVÉS DA PESSOA SINGULAR DE JESUS CRISTO.
Estas duas formas que DEUS usou para se revelar, quais sejam, JESUS
CRISTO e os profetas, se entrelaçam de tal forma que os profetas
apontam para JESUS CRISTO, Is¨28:16; Zac¨10:4.
JESUS CRISTO, por sua vez, sempre se refere aos profetas como
porta-vozes de DEUS, Mat¨21:42-44 Mar¨12:10; Luc¨20:17-18.
O conteúdo da PALAVRA DE DEUS revelado através dos profetas e de JESUS
CRISTO está preservado, integralmente, na BÍBLIA SAGRADA.
Antes da morte, em sua oração sacerdotal, JESUS CRISTO orou para que o PAI
santificasse a todos os seus discípulos, de todos os tempos, na VERDADE DO
PAI, a qual, segundo JESUS CRISTO, é a PALAVRA DE DEUS, João¨17:17.
Vejamos, também, o que nos diz JESUS CRISTO, em João¨10:30 e 14:6-10.
JESUS CRISTO é um com o PAI, é a VERDADE, está no PAI e o PAI está
nele, por isso, é a suprema REVELAÇÃO de DEUS ao ser humano.
III, 1, MOTIVO DA REVELAÇÃO DIVINA AO SER HUMANO.
Como sabemos, o homem pecou, distanciou-se de DEUS, e morreu.
DEUS se revelou ao ser humano para que este possa conhecê-lo e
relacionar-se com ele, conforme a sua vontade, expressa na BÍBLIA
SAGRADA e, em conseqüência, seja salvo por JESUS CRISTO.
O relacionamento correto com DEUS e a SALVAÇÃO ETERNA são possíveis,
apenas e tão−somente, através de JESUS CRISTO, At¨4:12; 1ªTim¨2:5.
Não fora a REVELAÇÃO de DEUS, a qual, está registrada na BÍBLIA
SAGRADA, o ser humano jamais chegaria a ter um conhecimento perfeito
de DEUS, não teria como relacionar-se com ele, como obedecê-lo, nem a
mais remota possibilidade de ser salvo eternamente.
IV, O RELACIONAMENTO ENTRE O SER HUMANO E A BÍBLIA SAGRADA.
O relacionamento entre o ser humano e a BÍBLIA SAGRADA é, para todos
os efeitos, o relacionamento entre o ser humano e DEUS.
O ser humano relaciona-se com a BÍBLIA SAGRADA, de duas formas:
1, DESOBEDECENDO A BÍBLIA SAGRADA.
2, OBEDECENDO A BÍBLIA SAGRADA.
IV, 1, A DESOBEDIÊNCIA À PALAVRA DE DEUS E SEU RESULTADO.
O fato do ser humano não obedecer a DEUS deve-se, pelo menos, a dois fatores.
01, O DESCONHECIMENTO DA EXISTÊNCIA DA BÍBLIA SAGRADA, PORTANTO, DE DEUS,
At¨17:22-24.
02, A DESOBEDIÊNCIA VOLUNTÁRIA À BÍBLIA SAGRADA, João¨5:39-40.
A desobediência à BÍBLIA SAGRADA, no que concerne ao relacionamento
correto entre o ser humano e DEUS, resulta, em pelo menos, duas
grandes tragédias.
PRIMEIRA GRANDE TRAGÉDIA.
Religiões desobedientes à PALAVRA DE DEUS, Mat¨15:7-9;
At¨17:22-24, que, por isso, não adoram a DEUS em espírito e em
verdade como JESUS CRISTO ensina em João¨4:23-24.
SEGUNDA GRANDE TRAGÉDIA.
A condenação eterna, João¨3:18.
Todos as pessoas que desconhecem a BÍBLIA SAGRADA e, ou, são desobedientes
a ela, ainda que não o saibam, tentam zombar de DEUS, porém, de DEUS
ninguém zomba, porque DEUS não se deixa escarnecer, Gál¨6:7-8; pelo
contrário, dá a cada um segundo a sua obra, Mat¨16:27; Apoc¨22:12.
Portanto, quem desobedece à PALAVRA DE DEUS toma a pior decisão que
pode ser tomada pelo ser humano.
IV, 2, A OBEDIÊNCIA À PALAVRA DE DEUS E SEU RESULTADO.
A obediência à PALAVRA DE DEUS resulta em, pelo menos, dois ótimos
resultados.
PRIMEIRO ÓTIMO RESULTADO.
A ÚNICA RELIGIÃO OBEDIENTE A DEUS (O CRISTIANISMO DO NOVO TESTAMENTO),
At¨11:26.
SEGUNDO ÓTIMO RESULTADO.
A SALVAÇÃO ETERNA DO SER HUMANO, João¨3:16.
Visto que a SALVAÇÃO ETERNA é a mais importante e melhor coisa que o
ser humano pode alcançar, obedecer a DEUS conforme João¨3:16 é a
melhor decisão que o homem pode e deve tomar.
IV, 3, O GRAU DE DESOBEDIÊNCIA E DE OBEDIÊNCIA À PALAVRA DE DEUS.
Naturalmente, não há quem desobedeça totalmente a DEUS, bem como, não
há quem o obedeça totalmente.
Porém, há algo que DEUS colocou à disposição do ser humano, para que,
mesmo que este o desobedeça em alguns pontos, não seja condenado
eternamente, esse algo é JESUS CRISTO.
Quem não crê em JESUS CRISTO COMO ÚNICO E SUFICIENTE SALVADOR é
condenado eternamente, João¨3:16-18, ainda que em alguns pontos
esteja de acordo com a PALAVRA DE DEUS, Mar¨12:28-34¨(34).
Porém, toda a pessoa que crê em JESUS CRISTO COMO ÚNICO E SUFICIENTE
SALVADOR não é condenado eternamente, João¨3:16-18, ainda que, em
alguns pontos, desobedeça à PALAVRA DE DEUS, 1ªJoão¨1:8.
V, A COMPILAÇÃO DA BÍBLIA SAGRADA.
A BÍBLIA SAGRADA é, com toda a certeza, uma obra monumental.
Esta obra, foi também compilada, de forma monumental, senão vejamos:
V, 1, A AUTORIA DA BÍBLIA SAGRADA.
A BÍBLIA SAGRADA teve os seguintes autores:
01, UM AUTOR DIVINO, QUAL SEJA, O ESPÍRITO SANTO.
02, CERCA DE QUARENTA AUTORES HUMANOS, INSPIRADOS PELO ESPÍRITO SANTO.
V, 2, TEMPO DE DURAÇÃO PARA A COMPILAÇÃO DA BÍBLIA SAGRADA.
A compilação da BÍBLIA SAGRADA durou, aproximadamente, 1.600 anos.
O primeiro escritor foi Moisés, cerca de 1.500 AC, o último, João,
cerca de 100 DC.
VI, A UNIDADE DA BÍBLIA SAGRADA.
A BÍBLIA é uma obra monumental porque, além do longo tempo usado para
a sua compilação, da grande quantidade de autores humanos, que viveram
em diferentes épocas da história, em circunstâncias diferentes e em
países diferentes, é a única obra literária, em todo o mundo e em
todas as épocas da história humana, na qual não há, desde o início até
o final, quaisquer discordâncias, ou contradições.
Todas as suas declarações, até as que pareçam, enormes, absurdos são
ou serão, totalmente, comprovadas desde que haja empenho, vontade e
neutralidade nas investigações.
Quando alguma pessoa, aparentemente, encontra discordâncias na BÍBLIA
SAGRADA, estas são apenas aparentes e, isto, em conseqüência das
limitações de quem a lê ou a estuda.
Se o estudioso da BÍBLIA SAGRADA tiver interesse, vontade, curiosidade,
condições, se aprofundar na pesquisa, buscar as informações corretas e
necessárias, as aparentes contradições desaparecem, totalmente, demonstrando
a gloriosa concordância e harmonia do conjunto da REVELAÇÃO DE DEUS.
Este fato extraordinário só é possível porque apesar de ter sido escrita
por cerca de 40 autores humanos, entre os quais, pastores, estadistas,
boiadeiro, pescadores, médico, poetas, legislador, etc., tem apenas uma
mente propulsora ou orientadora, qual seja, a mente do ESPÍRITO SANTO.
Esta direção, ou orientação, tem o nome de INSPIRAÇÃO.
VII, A INSPIRAÇÃO DO ESPÍRITO SANTO.
A INSPIRAÇÃO DIVINA é o estímulo ou a influência do ESPÍRITO SANTO
sobre os autores humanos, quanto ao conteúdo que seria colocado nos
livros que mais tarde fariam parte da BÍBLIA SAGRADA.
É a INSPIRAÇÃO do ESPÍRITO SANTO que dá vitalidade, validade e
autoridade DIVINA a todos os livros que compõem a BÍBLIA SAGRADA.
Tal INSPIRAÇÃO não foi um ditado de DEUS aos autores humanos, ao ponto
destes escreverem o que DEUS determinava.
DEUS, também, não colocou os autores humanos em êxtase, nem fez com
que escrevessem sem o conhecimento do que estavam escrevendo.
A INSPIRAÇÃO DIVINA foi, como dissemos, o estímulo, a influência ou,
como que, um sopro de DEUS sobre os escritores SACROS, que permaneciam
com os seus sentidos e faculdades mentais na plenitude dos seus
poderes e liberdade, ao ponto de todos eles, ainda que porta-vozes da
REVELAÇÃO de DEUS, deixaram as marcas da sua personalidade, tais como:
01, Estado de espírito de Daniel, Dan¨10:1-21¨(1-3).
02, Cultura e profissão de Amós, Amós¨7:14.
03, Declaração de fé de Paulo, 2ªTim¨1:12.
04, Etc., etc., etc.
Paulo se refere à INSPIRAÇÃO DIVINA das ESCRITURAS DO ANTIGO
TESTAMENTO em 2ªTim¨3:16-17.
Leiamos também 2ªPed¨3:15-16, o qual, aceita os escritos de Paulo com
o mesmo nível de inspiração das ESCRITURAS do ANTIGO TESTAMENTO.
A BÍBLIA SAGRADA é, portanto, o resultado da inspiração do ESPÍRITO
SANTO sobre os autores humanos, os quais, obedientes a tal INSPIRAÇÃO
escreveram, absolutamente, segundo a vontade de DEUS.
Por isso, todo o conteúdo da BÍBLIA SAGRADA é inspirado pelo ESPÍRITO
SANTO, a terceira pessoa da TRINDADE, 2ªTim¨3:16-17; 2ªPed¨1:20-21.
O conjunto dos livros da BÍBLIA SAGRADA, tem o nome de CÂNON SAGRADO.
VIII, O CÂNON SAGRADO.
CÂNON é uma palavra de origem grega que significa padrão, régua ou
vara de medir.
Segundo o minidicionário Aurélio, Cânon, significa:
01, Regra geral donde se inferem regras especiais; Relação, tabela;
Padrão, norma.
O conciso dicionário de teologia CRISTÃ, nos diz acerca de cânon:
01, Coleção de livros reconhecidos como autoridade pela IGREJA.
Infelizmente, o conciso dicionário de teologia CRISTÃ só nos dá o
significado da palavra “CÂNON” como sendo, apenas e tão somente,
aplicada à quantidade de livros aceitos pela IGREJA como canônicos (a
nosso ver, o problema está em não haver apenas uma igreja).
Cânon, também, significa modelo ou regra para julgamento e medição.
Em vista de tudo isto, o CÂNON SAGRADO é o conjunto dos sessenta e
seis livros da BÍBLIA SAGRADA que passaram pelo crivo do julgamento,
segundo um padrão preestabelecido e foram considerados e declarados
como INSPIRADOS pelo ESPÍRITO SANTO.
O CÂNON da BÍBLIA SAGRADA tem duas grandes divisões, quais sejam:
1, O ANTIGO TESTAMENTO, COM 39 LIVROS, ESCRITOS ANTES DE JESUS CRISTO.
2, O NOVO TESTAMENTO, COM 27 LIVROS, ESCRITOS DEPOIS DE JESUS CRISTO.
A divisão dos livros em capítulos e destes em versículos, não é de
autoria DIVINA, porém, não há dúvida quanto à facilidade de encontrar
as passagens BÍBLICAS através desta divisão.
Damos a seguir, em duas listas, uma do ANTIGO TESTAMENTO, outra do
NOVO TESTAMENTO, a quantidade completa dos livros da BÍBLIA SAGRADA
com uma identificação, geralmente abreviada (mais adiante falaremos
sobre esta abreviação).
VIII, 1, A, LIVROS DO CÂNON DO ANTIGO TESTAMENTO COM AS
IDENTIFICAÇÕES USADAS EM NOSSOS ESTUDOS.
01, Gênesis. Gên.
02, Êxodo. Êx.
03, Levítico. Lev.
04, Números. Núm.
05, Deuteronômio. Deut.
06, Josué. Josué.
07, Juízes. Juí.
08, Rute. Rute.
09, 1º livro de Samuel. 1ºSam.
10, 2º livro de Samuel. 2ºSam.
11, 1º livro dos Reis. 1ºReis.
12, 2º livro dos Reis. 2ºReis.
13, 1º livro das Crônicas. 1ºCrô.
14, 2º livro das Crônicas. 2ºCrô.
15, Esdras. Esd.
16, Neemias. Neem.
17, Ester. Ester.
18, Jó. Jó.
19, Salmos. Sal.
20, Provérbios. Prov.
21, Eclesiastes. Ecle.
22, Cântico dos cânticos. Cant.
23, Isaías. Is.
24, Jeremias. Jer.
25, Lamentações de Jeremias. Lam.
26, Ezequiel. Ez.
27, Daniel. Dan.
28, Oséias. Osé.
29, Joel. Joel.
30, Amós. Amós.
31, Obadias. Obad.
32, Jonas. Jonas.
33, Miquéias. Miq.
34, Naum. Naum.
35, Habacuque. Haba.
36, Sofonias. Sof.
37, Ageu. Ageu.
38, Zacarias. Zac.
39, Malaquias. Mal.
VIII, 1, B, LIVROS DO CÂNON DO NOVO TESTAMENTO COM AS
IDENTIFICAÇÕES USADAS EM NOSSOS ESTUDOS.
01, Mateus. Mat.
02, Marcos. Mar.
03, Lucas. Luc.
04, João. João.
05, Atos dos Apóstolos. At.
06, Romanos. Rom.
07, 1ª aos Coríntios. 1ªCor.
08, 2ª aos Coríntios. 2ªCor.
09, Gálatas. Gál.
10, Efésios. Ef.
11, Filipenses. Filip.
12, Colossenses. Col.
13, 1ª aos Tessalonicenses. 1ªTess.
14, 2ª aos Tessalonicenses. 2ªTess.
15, 1ª a Timóteo. 1ªTim.
16, 2ª a Timóteo. 2ªTim.
17, Tito. Tito.
18, Filemom. Filem.
19, Hebreus. Heb.
20, Tiago. Tiago.
21, 1ª de Pedro. 1ªPed.
22, 2ª de Pedro. 2ªPed.
23, 1ª de João. 1ªJoão.
24, 2ª de João. 2ªJoão.
25, 3ª de João. 3ªJoão.
26, Judas. Judas.
27, Apocalipse. Apoc.
VIII, 2, A BÍBLIA SAGRADA DIVIDIDA POR TEMAS.
A BÍBLIA também pode ser dividida por assuntos ou temas, tal divisão
facilita o raciocínio.
Temos a seguir um exemplo de divisão dos livros BÍBLICOS por GRUPOS,
ou TEMAS.
VIII, 2, A, ANTIGO TESTAMENTO.
01, LIVROS DA LEI OU PENTATEUCO.
02, LIVROS HISTÓRICOS.
03, LIVROS POÉTICOS.
04, LIVROS PROFÉTICOS.
VIII, 2, B, NOVO TESTAMENTO.
01, EVANGELHO.
02, ATOS DOS APÓSTOLOS.
03, CARTAS DE PAULO.
04, CARTA DE AUTOR DESCONHECIDO.
05, CARTAS GERAIS.
06, APOCALIPSE.
Veremos agora, os livros que compõem cada divisão, bem como uma
síntese do seu conteúdo.
VIII, 3, SÍNTESE DO ANTIGO TESTAMENTO.
VIII, 3, A, LIVROS DA LEI OU PENTATEUCO.
Pentateuco é o termo usado para os cinco primeiros livros da BÍBLIA
SAGRADA.
Esta divisão conta a história da criação de tudo o que há até a
chegada dos israelitas a Canaã e consta dos livros.
01, GÊNESIS.
02, ÊXODO.
03, LEVÍTICO.
04, NÚMEROS.
05, DEUTERONÔMIO.
VIII, 3, B, LIVROS HISTÓRICOS.
Esta divisão conta a história do povo israelita desde a conquista de
Canaã até a volta dos judeus do cativeiro babilônico e consta dos livros.
01, JOSUÉ.
02, JUÍZES.
03, RUTE.
04, 1ºSAMUEL.
05, 2ºSAMUEL.
06, 1ºREIS.
07, 2ºREIS.
08, 1ºCRÔNICAS.
09, 2ºCRÔNICAS.
10, ESTER.
11, ESDRAS.
12, NEEMIAS.
VIII, 3, C, LIVROS POÉTICOS.
Consta dos livros poéticos de INSPIRAÇÃO DIVINA, quais sejam:
01, JÓ.
02, SALMOS.
03, PROVÉRBIOS.
04, ECLESIASTES.
05, CANTARES DE SALOMÃO.
06, LAMENTAÇÕES DE JEREMIAS.
VIII, 3, D, LIVROS PROFÉTICOS, PROFETAS MAIORES.
Profetas maiores, por ser maior a extensão do seu ministério e, em
conseqüência, como é natural, uma maior extensão dos seus livros.
Consta do ministério dos profetas, que dão nome aos livros.
01, ISAÍAS.
02, JEREMIAS.
03, EZEQUIEL.
04, DANIEL.
VIII, 3, E, LIVROS PROFÉTICOS, PROFETAS MENORES.
Profetas menores, por ser menor a extensão do seu ministério e, em
conseqüência, como é natural, uma menor extensão dos seus livros.
Consta do ministério dos profetas, que dão nome aos livros.
01, OSÉIAS.
02, JOEL.
03, AMÓS.
04, OBADIAS.
05, JONAS.
06, MIQUÉIAS.
07, NAUM.
08, HABACUQUE.
09, SOFONIAS.
10, AGEU.
11, ZACARIAS.
12, MALAQUIAS.
VIII, 4, SÍNTESE DO NOVO TESTAMENTO.
VIII, 4, A, EVANGELHO.
Não são quatro EVANGELHOS, é o EVANGELHO na ótica de quatro evangelistas.
O EVANGELHO narra a vida e os ensinamentos de JESUS CRISTO e consta
dos livros.
01, MATEUS.
02, MARCOS.
03, LUCAS.
04, JOÃO.
VISÃO PANORÂMICA DA BÍBLIA SAGRADA José Joaquim Gonçalves de Faria.
fariaestudos@terra.com.br. 13.
VIII, 4, B, ATOS DOS APÓSTOLOS.
Narra a história da implantação e expansão da IGREJA PRIMITIVA e
consta apenas de um livro.
01, ATOS DOS APÓSTOLOS.
VIII, 4, C, CARTAS DE PAULO.
Cartas de Paulo, principalmente, de cunho doutrinário, consta dos livros.
01, ROMANOS.
02, 1ªAOS CORÍNTIOS.
03, 2ªAOS CORÍNTIOS.
04, GÁLATAS.
05, EFÉSIOS.
06, FILIPENSES.
07, COLOSSENSES.
08, 1ªTESSALONICENSES.
09, 2ªTESSALONICENSES.
10, 1ªTIMÓTEO.
11, 2ªTIMÓTEO.
12, TITO.
13, FILEMOM.
VIII, 4, D, CARTA DE AUTOR DESCONHECIDO.
Carta para os CRISTÃOS de origem hebraica, também, de cunho doutrinário e
consta apenas de um livro.
01, HEBREUS.
VIII, 4, E, CARTAS GERAIS.
Cartas para todo o cristianismo, principalmente, de cunho doutrinário
e consta dos livros.
01, TIAGO.
02, 1ªPEDRO.
03, 2ªPEDRO.
04, 1ªJOÃO.
05, 2ªJOÃO.
06, 3ªJOÃO.
07, JUDAS.
VIII, 4, F, APOCALIPSE.
Livro que trata, principalmente, dos acontecimentos finais, através de
muitos símbolos de difícil compreensão e consta apenas de um livro.
01, APOCALIPSE.
Outras divisões, podem ser feitas, de acordo com a necessidade, ou a
vontade do estudioso, entretanto temos aqui um exemplo prático da
possibilidade de agrupar alguns livros da BÍBLIA SAGRADA, por
assuntos, temas, autores, etc.
IX, OS DOIS TESTAMENTOS E AS ERAS RELACIONADAS COM JESUS CRISTO.
À primeira vista, quem olha a BÍBLIA SAGRADA, tem a impressão que o
ANTIGO TESTAMENTO começa com os relatos iniciais do livro de GÊNESIS e
termina com o livro do profeta MALAQUIAS, porém, essa não é a verdade.
O ANTIGO TESTAMENTO começou, no máximo com Abraão, Gál¨3:13-17
(17−18), e foi confirmado, ou ratificado, por DEUS, quando da entrega
da LEI por intermédio de Moisés, Gál¨3:17, ou, no mínimo, começou com
Moisés, Heb¨9:1-28¨(19-20).
Porém, de qualquer forma, o ANTIGO TESTAMENTO terminou com a morte de
JESUS CRISTO, Heb¨9:1-28¨(11-17).
Pode parecer confuso, quanto a Abraão, porém, ao sabermos que a
palavra testamento pode também ser considerada como aliança, a
confusão se desfaz.
Comparemos o que nos diz Jer¨31:31 com Heb¨8;8, 12:24.
Os livros do ANTIGO TESTAMENTO foram, totalmente, escritos dentro da
vigência do ANTIGO TESTAMENTO, aproximadamente entre os anos 1.500 e
400 ANTES DE CRISTO.
Da mesma forma, parece que o NOVO TESTAMENTO começa com os relatos
iniciais do EVANGELHO segundo MATEUS e termina com o livro de APOCALIPSE,
porém, não é assim.
O NOVO TESTAMENTO teve início com a morte de JESUS CRISTO, Heb¨9:1-28
(11-17) (para que um testamento entre em vigor é necessária a morte do
testador, Heb¨9:16-17) e só terminará, quando não houver mais seres
humanos para salvar, por isso, o NOVO TESTAMENTO ainda não terminou.
Os vinte e sete livros que fazem parte do NOVO TESTAMENTO foram,
totalmente, escritos dentro da vigência do NOVO TESTAMENTO, mais ou
menos entre os anos 45 e 96 DEPOIS DE CRISTO.
Um outro aspecto que pode ajudar, e muito, a confundir acerca dos
tempos do ANTIGO TESTAMENTO e do NOVO TESTAMENTO são as eras
relacionadas com o nascimento de JESUS CRISTO, quais sejam:
01, A ERA ANTES DE CRISTO.
02, A ERA DEPOIS DE CRISTO.
Estas duas, importantíssimas, eras da história humana têm sua linha
divisória com o nascimento de JESUS CRISTO.
Entretanto, é bom saber que há um erro de aproximadamente quatro a
sete (4 a 7) anos quanto ao nascimento de JESUS CRISTO, devido a um
erro de cálculo do calendário gregoriano, em vista disto, JESUS CRISTO
nasceu aproximadamente entre os anos quatro a sete (4¨a¨7) ANTES de
CRISTO (4¨a¨7 AC.).
O próximo esquema poderá nos elucidar acerca das eras e dos TESTAMENTOS.
LINHA DAS LINHA DO LINHA DOS
ERAS TEMPO TESTASMENTOS
SEM TESTAMENTO.
ERA ANTES.
DE CRISTO.
AC.
ANTIGO
TESTAMENTO
ERA.
DEPOIS.
DE CRISTO.
DC, EC, ou AD.
NOVO
TESTAMENTO
LINHA DO TEMPO.
FIM¨? FIM¨? FIM¨?
DA CRIAÇÃO ATÉ
ABRAÃO.
INÍCIO DO
ANTIGO
TESTAMENTO.
CONFIRMAÇÃO
DO ANTIGO
TESTAMENTO SE
COM ABRAÃO.
Heb 9:19-20 ׂ.
MOISÉS.
Luc 2:1-7 ׂ.
NASCIMENTO DE
JESUS CRISTO.
FIM DA ERA
ANTES DE CRISTO
AC.
INÍCIO DA ERA
DEPOIS DE CRISTO.
DC. FIM DO
ANTIGO
TESTAMENTO.
AT.
COMO PODEMOS OBSERVAR, HÁ UM ESPAÇO DE TEMPO
ENTRE A MUDANÇA DAS ERAS RELACIONADAS COM JESUS
CRISTO E A MUDANÇA DOS TESTAMENTOS.
Heb 9:11-17 ׂ.
MORTE DE.
JESUS CRISTO.
NÃO HÁ COMO DETERMINAR O FINAL, TANTO DA ERA
CRISTÃ, QUANTO DO NOVO TESTAMENTO.
Gál 3:17 ׂ, SE
COM ABRAÃO, OU
Heb 9:19-20 ׂ, SE
COM MOISÉS.
INÍCIO DO
NOVO
TESTAMENTO.
NT.
X, LIVROS APÓCRIFOS.
Apócrifo segundo o minidicionário Aurélio, significa:
01, Sem autenticidade, ou cuja autenticidade não se provou.
O conciso dicionário de teologia CRISTÃ diz acerca de apócrifo:
01, Livros que datam do período intertestamentário que, julgados pela
IGREJA como espúrios, não foram aceitos no cânon do ANTIGO TESTAMENTO.
Os livros apócrifos são um conjunto de sete livros que a igreja
católica, com a sua auto autoridade, decretou que fariam parte da
BÍBLIA, a partir do ano de 1.546, após o concílio de Trento.
Os livros apócrifos foram incluídos, pela igreja católica, no ANTIGO
TESTAMENTO, das versões BÍBLICAS, editadas por ela.
Os livros apócrifos constam da relação abaixo.
01, TOBIAS.
02, JUDITE.
03, SABEDORIA DE SALOMÃO.
04, ECLESIÁSTICO.
05, BARUQUE.
06, 1ºMACABEUS.
07, 2ºMACABEUS.
XI, A BÍBLIA DESDE SUA ORIGEM ATÉ A ATUALIDADE.
A BÍBLIA, como a temos hoje, é uma grande benção para nossas vidas,
entretanto, para chegar ao ponto em que se encontra, houve muito
trabalho, tanto da parte de DEUS, como da parte de vários homens.
A BÍBLIA SAGRADA como nós a conhecemos é, na sua apresentação como
livro, uma conquista do ser humano, apoiada na tecnologia.
Porém, em seus originais, a BÍBLIA SAGRADA é muito diferente.
Os livros originais da BÍBLIA SAGRADA são totalmente manuscritos, ou
seja, escritos à mão.
Os livros originais do ANTIGO TESTAMENTO foram escritos, em sua quase
totalidade, na língua hebraica.
A totalidade do ANTIGO TESTAMENTO não é em hebraico porque há alguns
(pequenos) trechos escritos em língua aramaica.
Os livros originais do NOVO TESTAMENTO foram escritos na língua grega,
num estilo popular, chamado KOINÉ.
Atualmente, o que temos são traduções dos manuscritos originais, ou dos
mais próximos dos originais, das quais, por sua vez, há muitas versões, bem
como, correções e atualizações, sempre com a preocupação de transmitir o
significado mais consentâneo e próximo possível dos ESCRITOS originais.
A primeira tradução do ANTIGO TESTAMENTO é chamada de
SEPTUAGINTA, ou dos SETENTA, a qual é identificada pelos
algarismos romanos LXX, recebe este nome em virtude de serem
setenta e dois os tradutores, os quais, eram judeus eruditos que
viviam na cidade de Alexandria no Egito, fizeram a tradução para
a língua grega, no ano 285 AC, para os judeus que não mais
conheciam a língua hebraica.
Outra tradução importante da BÍBLIA SAGRADA é a VULGATA LATINA;
tradução feita por Jerônimo, iniciada no ano 382 DC, num latim
popular, vulgar, por isso recebeu o nome de vulgata.
A tradução mais divulgada e conhecida entre os evangélicos no
Brasil é a de João Ferreira de Almeida, da qual, há muitas
versões.
XII, PANORAMA CRONOLÓGICO DOS PRINCIPAIS ACONTECIMENTOS BÍBLICOS
E DOS LIVROS DA BÍBLIA SAGRADA.
Ao olharmos a BÍBLIA SAGRADA, esta, à primeira vista, pode
parecer confusa.
Esta confusão se deve, em grande parte, principalmente, ao fato
dos livros BÍBLICOS não estarem colocados na ordem cronológica
dos fatos narrados.
Para que a confusão diminua necessitamos conhecer, algumas
verdades acerca da BÍBLIA SAGRADA.
01, A BÍBLIA SAGRADA trata da queda do ser humano (através do
pecado dos nossos ancestrais Adão e Eva), e da possibilidade
deste se erguer, pela soberania, poder e vontade de DEUS,
através de JESUS CRISTO, Rom¨5:20-21.
02, JESUS CRISTO, o único pelo qual o ser humano pode erguer-se e ou
salvar−se eternamente, At¨4:12, é israelita (judeu), João¨4:9, e a
BÍBLIA SAGRADA conta a história do povo israelita (judeu), mais do
que a história de qualquer outro povo existente no mundo) com muita
riqueza de detalhes, porque, além de ser o berço de JESUS CRISTO é,
quase exclusivamente, o povo usado por DEUS, para ser o portador da
sua revelação.
03, A REVELAÇÃO DE DEUS é feita por intermédio de personagens
humanos, em tudo semelhantes a nós, os quais no transcurso da
história humana, foram escolhidos por DEUS, para essa nobre
tarefa, a exemplo dos profetas Jeremias, Jer¨1:4-10, e Amós,
Amós¨7:12-17¨(15).
04, Apesar das aparências, em contrário, há uma ordem lógica na
BÍBLIA SAGRADA.
Constatemos a lógica da narrativa da BÍBLIA SAGRADA, num simples
roteiro dos fatos mais marcantes nela narrados, acerca da humanidade.
01, A criação, inclusive a criação do ser humano.
02, A queda do homem no pecado.
03, A arca de Noé.
05, A criação do povo israelita e sua escravidão no Egito.
06, A libertação do povo israelita do Egito e sua peregrinação pelo
deserto.
07, A chegada a Canaã (a Terra prometida) e sua conquista.
08, A implantação de um reinado em Israel.
09, A divisão de Israel em dois reinos (Reino do Norte [Israel], Reino
do Sul [Judá]).
10, A destruição do reino do Norte (Israel).
11, A deportação do reino do Sul (Judá) para a Babilônia (cativeiro
babilônico).
12, A volta dos judeus, do cativeiro babilônico, para Jerusalém;
reconstrução do templo e dos muros de Jerusalém.
13, O período INTERBÍBLICO de aproximadamente 400 anos.
14, O nascimento, ministério, morte, ressurreição e ascensão de JESUS
CRISTO ao CÉU.
15, Os tempos apostólicos e a IGREJA primitiva.
16, A conclusão da BÍBLIA SAGRADA, com os livros do NOVO TESTAMENTO.
17, O fim, com a vitória total de DEUS sobre o mal e a ida dos SALVOS
POR JESUS CRISTO para o CÉU e dos incrédulos para o inferno.
Para facilitar ainda mais a nossa compreensão, temos a seguir um
panorama cronológico dos livros da BÍBLIA SAGRADA e dos fatos mais
importantes neles relatados.
LIVRO 01, GÊNESIS.
01, Pré−história.
02, O princípio.
03, A criação.
04, A criação do homem.
05, Adão e Eva no Éden.
06, Queda do homem no pecado.
07, O primeiro homicídio.
08, Noé e o dilúvio.
09, A torre de Babel e a confusão de línguas.
Para estes eventos históricos, não há como determinar, nem por
aproximação, datas históricas.
OS PATRIARCAS.
01, Nascimento de Abraão, Aproximadamente 2.160 AC.
02, Nascimento de Isaque, Aproximadamente 2.060 AC.
03, Nascimento de Jacó, Aproximadamente 2.000 AC.
04, José é vendido para o Egito, Aproximadamente 1.889 AC.
ISRAEL NO EGITO.
01, Migração de Jacó com toda a sua família para o Egito,
Aproximadamente 1.870 AC.
02, Escravização dos Israelitas no Egito, Aproximadamente 1.580 a 1.440
AC.
03, Nascimento de Moisés, Aproximadamente 1.520 AC.
LIVRO 02, ÊXODO.
LIVRO 03, LEVÍTICO.
LIVRO 04, NÚMEROS.
LIVRO 05, DEUTERONÔMIO.
01, Saída, rápida, dos Israelitas do Egito, entrega da Lei no monte Sinai
e peregrinação no deserto, durante quarenta anos, até sua chegada a
Canaã (A TERRA PROMETIDA), Aproximadamente, entre 1.440 a 1.400 AC.
LIVRO 06, JOSUÉ.
01, Início da conquista de Canaã sob o comando de Josué,
Aproximadamente, 1.400 AC.
LIVRO 07, JUÍZES.
LIVRO 08, RUTE.
01, Início do período dos Juízes, Aproximadamente 1.390 AC.
LIVRO 09, 1ºSAMUEL.
LIVRO 10, 2ºSAMUEL.
O REINO UNIDO DE ISRAEL.
01, Reinado de Saul, Aproximadamente 1.050 a 1.010 AC.
02, Reinado de Davi, Aproximadamente 1.010 a 970 AC.
A grande maioria dos SALMOS (LIVRO 11) foi escrita pelo rei Davi.
LIVRO 12, 1ºREIS.
LIVRO 13, 2ºREIS.
LIVRO 14, 1ºCRÔNICAS.
LIVRO 15, 2ºCRÔNICAS.
PERÍODO DO ANTIGO TESTAMENTO NO QUAL VIVERAM E MINISTRARAM OS
PRINCIPAIS PROFETAS DO POVO DE DEUS (POVO ISRAELITA).
970 a 931 AC, Reinado de Salomão, o qual, segundo consta escreveu os
próximos três livros.
LIVRO 16-PROVÉRBIOS,
LIVRO 17-ECLESIASTES,
LIVRO 18-CÂNTICO DOS CÂNTICOS.
Após a morte Salomão, Israel se divide em dois reinos,
1ºReis¨12:20; 2ºCrô¨10:1-19¨(18-19).
COM A QUEDA DO REINO DO NORTE, ISRAEL FICOU REDUZIDO A JUDÁ.
931 a 913 AC.
913 a 911 AC.
911 a 870 AC.
870 a 848 AC.
848 a 841 AC.
841 AC.
841 a 835 AC.
835 a 796 AC.
796 a 781 AC.
796 a 781 AC.
740 a 736 AC.
736 a 716 AC.
Roboão.
Abias.
Asa.
Josafá.
Jeorão.
Acazias.
Atália.
Joás.
Amazias.
Uzias.
(Azarias).
Jotão.
Acaz.
Jeroboão I.
Nadabe.
Baasa.
Elá.
Zinri.
Onri.
Acabe.
Jorão.
Jeú.
Jeoacaz.
Jeoás.
Jeroboão II.
Zacarias.
Salum.
Menaém.
Pecaías.
Peca.
Oséias.
931 a 910 AC.
910 a 909 AC.
909 a 886 AC.
886 a 885 AC.
885 AC.
885 a 874 AC.
874 a 853 AC.
852 a 841 AC.
841 a 814 AC.
814 a 798 AC.
798 a 783 AC.
783 a 743 AC.
743 AC.
743 AC.
743 a 738 AC.
738 a 737 AC.
737 a 732 AC.
732 a 723 AC.
DATAS. REIS. DATAS. REIS.
Obadias, Liv. 19.
Joel, Livro 20.
Isaías, Livro 22.
Miquéias, L, 25.
PROFETAS
Elias.
Eliseu.
Jonas, Livro 21.
Amós, Livro 23.
Oséias, Liv 24.
PROFETAS
716 a 687 AC.
687 a 642 AC.
642 a 640 AC.
640 a 609 AC.
609 AC.
609 a 598 AC.
598 AC.
598 a 587 AC.
Ezequias.
Manassés.
Amom.
Josias.
Joacaz.
Jeoaquim.
Joaquim.
Zedequias.
LIVRO 26, JEREMIAS.
LIVRO 27, LAMENTAÇÕES DE
JEREMIAS.
LIVRO 28, NAUM.
LIVRO 29, SOFONIAS
LIVRO 30, HABACUQUE.
DATAS. REIS. LIVROS.
REINO DE JUDÁ (SUL). REINO DE ISRAEL (NORTE).
O REINO DE ISRAEL DIVIDIDO.
722 AC. Queda do reino do Norte. 2ºReis 17:6-24.
ÚLTIMOS ANOS DO REINO DE JUDÁ.
QUEDA DE JERUSALÉM E CATIVEIRO BABILÔNICO DOS JUDEUS.
2ºReis¨25:1-21; 2ºCrô¨36:15-21.
O FIM Culminará com a vitória total de DEUS sobre o mal, a permanência
eterna dos crentes em JESUS CRISTO com DEUS e a permanência eterna dos
incrédulos no inferno, juntamente, com o diabo e seus anjos.
Os livros do NOVO TESTAMENTO não estão relacionados, em virtude do
pequeno espaço de tempo em que todos eles foram escritos (no máximo,
entre os anos 45 e 96 A D.).
QUEDA DE JERUSALÉM E CATIVEIRO BABILÔNICO DOS JUDEUS.
2ºReis¨25:1-21; 2ºCrô¨36:15-21.
DATAS. ACONTECIMENTOS. LIVROS.
586 AC.
539 AC.
538 AC.
520 AC.
Aproximadamente
400 AC.
Habitantes de Judá levados
cativos para a Babilônia.
Início do domínio
Medo-Persa.
Ordem de Ciro para a volta
dos judeus a Jerusalém,
2ºCrô 36:22-23 ׂ.
Reconstrução do templo de
Jerusalém.
Reconstrução dos muros de
Jerusalém.
Início do período
INTERBÍBLICO.
LIVRO 31, EZEQUIEL.
LIVRO 32, DANIEL.
LIVRO 33, ESTER.
LIVRO 34, JÓ.
LIVRO 35, ESDRAS.
LIVRO 36, NEEMIAS.
LIVRO 37, AGEU.
LIVRO 38, ZACARIAS.
LIVRO 39, MALAQUIAS.
DATAS. ACONTECIMENTOS.
PERÍODO INTERBÍBLICO.
PERÍODO INTERBÍBLICO.
Nascimento de JESUS CRISTO.
1º, Fim da era ANTES DE CRISTO.
2º, Início da ERA CRISTÃ.
1º, Morte de JESUS CRISTO.
2º, Fim do ANTIGO TESTAMENTO.
3º, Início do NOVO TESTAMENTO.
Encerramento do CÂNON DO NOVO
TESTAMENTO.
O FIM.
Quando acontecerá o final do
estado de coisas como nós as
conhecemos atualmente.
De aproximadamente 400 AC até o
nascimento de JESUS CRISTO.
Aproximadamente 4 a 7 AC.
Ano 1 DC.
Aproximadamente 27 DC.
Aproximadamente 100 DC.
Data incerta no futuro.
As datas podem não ser a exata expressão da verdade, porém, para este
estudo, o presente mapa cumpre seus propósitos.
Vimos assim, ainda que de modo conciso, o panorama dos acontecimentos
mais marcantes da BÍBLIA SAGRADA.
Com este panorama em mente torna-se muito mais fácil compreender os
acontecimentos históricos narrados na BÍBLIA SAGRADA, ainda que os
livros não estejam colocados na ordem em que o fatos aconteceram.
XIII, QUADRO HISTÓRICO GERAL SIMPLIFICADO E DO MINISTÉRIO DOS
PROFETAS QUE TÊM LIVRO PRÓPRIO.
1ºPERÍODO.
LIVROS DA LEI OU PENTATEUCO, JOSUÉ, JUÍZES, RUTE, 1ºSAMUEL, 2ºSAMUEL,
1ºREIS até capítulo 12:20 e 2ºCRÔNICAS até capítulo 10:19.
Narra a história dos começos, até a divisão de Israel em dois reinos.
1o Reino do Sul (Judá), Rei Roboão.
2o Reino do Norte (Israel), Rei Jeroboão.
2º PERÍODO.
1ºREIS desde 12:21 até 2ºREIS¨17:23; 2ºCRÔNICAS desde 10:19, até
2ºCRÔNICAS cap¨28 no reinado de Acaz rei de Judá, ainda que, neste
capítulo não haja referência ao reino do norte.
Narra a história dos Israelitas desde a sua divisão em dois reinos até
a destruição do Reino do norte (Israel), pela Assíria.
PROFETAS QUE TÊM LIVRO PRÓPRIO E QUE MINISTRARAM NESTE PERÍODO.
REINO DO SUL (JUDÁ). REINO DO NORTE (ISRAEL).
OBADIAS. OSÉIAS.
JOEL. AMÓS.
ISAÍAS. JONAS.
MIQUÉIAS.
3º PERÍODO.
2ºREIS desde o cap 18:1, até o cap 25, e 2ºCRÔNICAS desde o cap
28:27, até o cap 36.
Narra a história de Israel (Judá) desde a destruição do Reino do
norte, até o cativeiro babilônico do Reino do sul (Judá).
2ºREIS narra fatos do cativeiro.
2ºCRÔNICAS narra fatos do cativeiro até a ordem de Ciro para a volta
dos judeus a Jerusalém.
PROFETAS QUE TÊM LIVRO PRÓPRIO E QUE MINISTRARAM NESTE PERÍODO.
HABACUQUE.
SOFONIAS.
NAUM.
JEREMIAS.
4º PERÍODO.
Narra acontecimentos durante o cativeiro babilônico do povo Judeu.
ESTER, Narra acontecimentos durante o cativeiro babilônico do povo
Judeu, porém, já no tempo do domínio do império medo persa.
PROFETAS QUE TÊM LIVRO PRÓPRIO E QUE MINISTRARAM NESTE PERÍODO.
EZEQUIEL.
DANIEL.
5º PERÍODO.
ESDRAS, NEEMIAS, Narram a história da volta dos judeus do
cativeiro babilônico.
PROFETAS QUE TÊM LIVRO PRÓPRIO E QUE MINISTRARAM NESTE PERÍODO.
AGEU.
ZACARIAS.
MALAQUIAS.
6º PERÍODO.
PERÍODO INTERBÍBLICO.
Neste período não há nenhum livro Bíblico escrito.
7º PERÍODO.
O NOVO TESTAMENTO.
No início deste período foram escritos todos os livros do NOVO TESTAMENTO.
XIV, UM POUCO SOBRE OS LIVROS DA BÍBLIA E SEUS AUTORES HUMANOS.
Este capítulo nos esclarece um pouco sobre alguns aspectos acerca dos
livros da BÍBLIA SAGRADA, bem como sobre os seus autores humanos.
Veremos os livros na seqüência em que estão colocados na BÍBLIA SAGRADA.
XIV, 1, LIVROS DO ANTIGO TESTAMENTO.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 01, GÊNESIS.
O livro de Gênesis pertence aos Livros da Lei ou Pentateuco.
A autoria de Gênesis é atribuída a Moisés.
Gênesis é o livro da BÍBLIA que fala dos começos:
01, Criação do mundo e de tudo o que existe.
02, Criação do homem e seu primeiro pecado.
03, Promessa do SALVADOR.
04, Criação do povo israelita.
Gênesis, não é um simples livro de textos a respeito da história
da humanidade; também, não é um livro científico, seus
ensinamentos são centralizados, diretamente, no plano de DEUS
acerca da redenção da humanidade.
Gênesis é um livro de princípios religiosos, ou de fé, assim sendo,
nele encontraremos, apenas, material referente a isto.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 02, ÊXODO.
Este livro pertence aos Livros da Lei ou Pentateuco.
A autoria de Êxodo é atribuída a Moisés.
A palavra Êxodo significa, saída, partida.
O livro de Êxodo trata da saída do povo israelita do Egito.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 03, LEVÍTICO.
Este livro pertence aos Livros da Lei ou Pentateuco.
A autoria de Levítico é atribuída a Moisés.
A raiz da palavra Levítico é Levi, a tribo israelita separada por DEUS
para o serviço religioso do tabernáculo e depois do templo.
Nem todos os levitas eram sacerdotes, porém, todos os sacerdotes
teriam que ser levitas.
Levítico é um livro que trata do ritual religioso, o qual constava,
principalmente, dos sacrifícios, mas também, dos demais ofícios dos
sacerdotes.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 04, NÚMEROS.
Este livro pertence aos Livros da Lei ou Pentateuco.
A autoria de Números é atribuída a Moisés.
O título do livro vem do fato do mesmo relatar dois censos, capítulos
1 e 26, os quais, já que são censos, tratam de números.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 05, DEUTERONÔMIO.
Este livro pertence aos Livros da Lei ou Pentateuco.
A autoria de Deuteronômio é atribuída a Moisés.
Seu nome deriva de uma interpretação errada dos tradutores da LXX,
estes pensaram que este livro se tratava de uma segunda LEI.
Deuteronômio é, isto sim, uma repetição da LEI encontrada nos livros
anteriores, porém, com uma visão mais abrangente da mesma.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 06, JOSUÉ.
Este é um livro histórico.
Seu autor é desconhecido, porém, alguns estudiosos atribuem a Samuel a
autoria deste livro.
O nome Josué significa “Yahweh é SALVADOR” ou “Salvação de Yahweh”, é
equivalente a JESUS.
O nome do livro deriva-se do líder inicial da conquista da Terra
prometida por DEUS a Israel.
Acredita-se que foi escrito no tempo dos reis de Israel.
VISÃO PANORÂMICA DA BÍBLIA SAGRADA José Joaquim Gonçalves de Faria.
fariaestudos@terra.com.br. 25.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 07, JUÍZES.
Este é um livro histórico que narra a história de Israel depois da
morte de Josué, até o ministério de Samuel.
Seu autor é desconhecido, porém, a exemplo de Josué, alguns estudiosos
atribuem a Samuel a autoria deste livro.
O livro é marcado pela desobediência do povo israelita a DEUS,
provindo daí o castigo.
Após o castigo havia arrependimento e clamor a DEUS, o qual, enviava
livramento, através de libertadores (juízes).
Em virtude deste fato, é um livro que narra altos e baixos do povo israelita.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 08, RUTE.
Este é um livro histórico, cujo nome está ligado à figura central do
mesmo, a qual é Rute.
Seu autor é desconhecido e não há unanimidade quanto à data em
que foi escrito.
A história de Rute acontece no tempo dos juízes de Israel, a qual, era
uma moabita (gentia) que, em sua terra, casou com um israelita; ficou
viuva e veio para Israel com sua sogra, casou, novamente, com outro
israelita de nome Boaz.
Rute é bisavó do rei Davi.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 09, 1º SAMUEL.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 10, 2º SAMUEL.
Estes dois livros são históricos e narram a vida e o ministério de
Samuel e continua, além da sua morte, até a velhice do rei Davi.
O autor destes livros é desconhecido e é quase certo que foram
escritos um pouco depois da divisão de Israel em dois reinos.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 11, 1º REIS.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 12, 2º REIS.
Estes dois livros são históricos e narram a história de Israel desde o final
da vida de Davi até o cativeiro babilônico e a destruição de Jerusalém.
É quase certo que foram escritos durante o cativeiro babilônico, mas,
seu autor é desconhecido.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 13, 1º CRÔNICAS.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 14, 2º CRÔNICAS.
Estes dois livros são históricos e praticamente, paralelos a 1ºSamuel,
do capítulo oito em diante, 2ºSamuel, 1ºReis e 2ºReis.
Segundo os estudiosos foi escrito muito tempo depois de 1ºReis e
2ºReis, talvez, por volta de 300 AC.
Seu autor, também, é desconhecido.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 15, ESDRAS.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 16, NEEMIAS.
Estes dois livros são históricos e seus nomes devem-se aos principais
personagens neles narrados.
Os estudiosos crêem que foram escritos pelo mesmo autor de 1ºCRÔNICAS
e 2º CRÔNICAS, portanto, aproximadamente na mesma data.
É quase certo que Esdras e Neemias eram inicialmente um só livro.
Estes livros narram aspectos da história da volta dos judeus do
cativeiro babilônico.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 17, ESTER.
Este livro é histórico.
O nome do livro está ligado a Ester, uma judia casada com o rei
Assuero da Pérsia, a qual, com sua decisão heróica, livra o povo judeu
de um massacre premeditado por Amã.
Alguns estudiosos acham que Mardoqueu escreveu o livro, porém não há
unanimidade.
A data em que foi escrito, também, não é conhecida com exatidão.
É o único livro da BÍBLIA no qual não aparece o nome de DEUS, porém,
sem nenhuma dificuldade verificamos a sua, sempre, impressionante,
presença e ação.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 18, JÓ.
Jó é um livro poético.
Seu autor é desconhecido e quanto à época em que foi escrito há duas
correntes, a primeira afirma que foi escrito durante o reinado de
Salomão, a segunda durante ou após o exílio babilônico.
Seu nome vem do seu personagem principal, qual seja Jó e narra sua
história, a de um homem reto que é acusado por satanás de servir a
DEUS por interesse.
DEUS dá certa liberdade a satanás para provar a idoneidade de Jó, o qual
passa por grandes sofrimentos, porém, ao final, sua dignidade é restituída.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 19, SALMOS.
O livro de Salmos é um livro poético.
Consta de hinário israelita (judeu), como na atualidade há os hinários
denominacionais.
Em hebraico é chamado de LOUVORES.
A septuaginta usa o termo MELODIAS.
O livro de Salmos tem vários autores, porém, Davi é seu maior autor,
com 73 Salmos.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 20, PROVÉRBIOS.
Provérbios é um livro poético.
A palavra provérbio é uma tradução da palavra hebraica “MASHAL”, que
significa, “SER COMO” e tem em primeiro lugar, o significado de comparação.
Porém, há neste livro várias passagens que não são provérbios, no
sentido estrito.
A autoria do livro parece estar dividida entre três autores, quais
sejam, Salomão, Agur e Lemuel.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 21, ECLESIASTES, OU PREGADOR.
Este é um livro poético.
Seu nome (não sabemos porquê, já que pertence ao ANTIGO TESTAMENTO) provém do
grego que significa uma pessoa que reúne a congregação, ou eclésia.
Sua autoria é, grandemente, atribuída a Salomão, porém, há estudiosos
que sugerem, não ter sido Salomão o autor de Eclesiastes.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 22, CÂNTICO DOS CÂNTICOS.
Este é um livro poético.
A autoria do livro é atribuída a Salomão, apesar de haver alguns
estudiosos contrários.
Há vários pontos de vista, quanto à natureza deste livro, dos quais,
três se destacam.
1o, PRIMEIRO PONTO DE VISTA ALEGÓRICO.
Segundo este ponto de vista (o mais antigo de todos), por volta do ano
90 AC, os rabinos judeus interpretavam o livro, como que descrevendo o
relacionamento entre DEUS e Israel, de forma figurativa.
2o, SEGUNDO PONTO DE VISTA ALEGÓRICO.
Os líderes da IGREJA primitiva, ensinavam que o livro é a descrição
do amor entre JESUS CRISTO e a IGREJA.
3o, O PONTO DE VISTA LITERAL.
A admissão de que o livro se refere literalmente ao amor humano
entre um homem e uma mulher.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 23, ISAÍAS.
Este livro pertence aos profetas maiores.
A autoria é atribuída a Isaías, porém, do capítulo 40 ao 66 há
discordância.
O nome Isaías significa “SALVAÇÃO DE YAHWEH”, ou “YAHWEH SALVA”.
O livro de Isaías é considerado o maior dos livros proféticos do
ANTIGO TESTAMENTO.
É, também, considerado o profeta EVANGÉLICO.
Isaías exerceu seu ministério no reino do Sul (Judá).
O ministério de Isaías iniciou em 740 AC, e terminou, aproximadamente
em 700 AC.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 24, JEREMIAS.
Este livro pertence aos profetas maiores.
Jeremias é o protagonista profético, porém, não é certo que Jeremias
escreveu o livro, é mais provável ter sido Baruque, seu amanuense
(escrevente), Jer¨36:4, 32.
Jeremias significa “YAHWEH AJUDA”.
Jeremias iniciou seu ministério em Judá, por volta de 626 AC, antes do
cativeiro babilônico e teve a duração de quarenta anos.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 25, LAMENTAÇÕES DE JEREMIAS.
Este livro pertence aos livros poéticos.
É atribuído a Jeremias, entretanto, tal atribuição não é unânime.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 26, EZEQUIEL.
Este livro pertence aos profetas maiores.
A autoria de Ezequiel é atribuída ao próprio profeta.
Ezequiel significa “DEUS FORTALECERÁ”.
Ezequiel exerceu seu ministério profético na Babilônia para os judeus,
durante o cativeiro.
Seu ministério profético inicia em 592 antes de CRISTO, antes da queda
total de Jerusalém e termina em 570 antes de CRISTO, já no cativeiro
babilônico.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 27, DANIEL.
Este livro pertence aos profetas maiores.
A autoria de Daniel é atribuída ao próprio profeta.
Daniel significa “DEUS é meu juiz”.
Daniel exerceu seu ministério profético para os judeus, na Babilônia,
durante o cativeiro babilônico.
É um dos deportados de Judá para a Babilônia, onde exerceu seu
ministério profético por volta de 620 AC. e durou aproximadamente
cinqüenta anos.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 28, OSÉIAS.
Este livro pertence aos profetas menores.
A autoria de Oséias é atribuída ao próprio profeta.
O nome Oséias significa “SALVAÇÃO” e é equivalente a Josué ou JESUS.
Oséias exerceu seu ministério profético no reino do Norte (Israel).
O ministério de Oséias aconteceu por volta de 730 AC.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 29, JOEL.
Este livro pertence aos profetas menores.
A autoria de Joel é atribuída ao próprio profeta.
O nome Joel significa “YAHWEH É DEUS”.
Joel exerceu seu ministério profético no reino do Sul (Judá).
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 30, AMÓS.
Este livro pertence aos profetas menores.
A autoria de Amós é atribuída ao próprio profeta.
O nome Amós significa “SUSTENTADO”.
Amós exerceu seu ministério profético no reino do Norte (Israel).
O ministério de Amós ocorreu por volta de 760 AC.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 31, OBADIAS.
Este livro pertence aos profetas menores.
A autoria de Obadias é atribuída ao próprio profeta.
O nome Obadias significa “SERVO DE YAHWEH”, porém, acerca do profeta,
nada se sabe.
Obadias exerceu seu ministério profético no reino do Sul (Judá).
O livro foi escrito, provavelmente, entre 845 AC. e 586 AC.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 32, JONAS.
Este livro pertence aos profetas menores.
A autoria de Jonas não é conhecida.
A data provável em que o livro foi escrito é por volta de 600 AC.
Jonas exerceu seu ministério profético no reino do Norte (Israel).
Este livro mostra o grande amor de DEUS pela humanidade.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 33, MIQUÉIAS.
Este livro pertence aos profetas menores.
A autoria de Miquéias é atribuída ao próprio profeta.
Miquéias significa “QUEM É COMO YAHWEH¨?”.
Miquéias exerceu seu ministério no reino do Sul (Judá).
Seu ministério profético ocorreu por volta de 710 AC.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 34, NAUM.
Este livro pertence aos profetas menores.
A autoria de Naum é atribuída ao próprio profeta.
O nome Naum dá idéia de “CONSOLAÇÃO”.
Naum exerceu seu ministério em Judá.
O ministério de Naum ocorreu por volta de 620 AC.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 35, HABACUQUE.
Este livro pertence aos profetas menores.
A autoria de Habacuque é atribuída ao próprio profeta.
O nome Habacuque vem de uma raiz que significa “AFETO, ou ABRAÇO”.
Habacuque exerceu seu ministério profético em Judá.
Seu ministério profético ocorreu por volta de 610 AC.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 36, SOFONIAS.
Este livro pertence aos profetas menores.
A autoria de Sofonias é atribuída ao próprio profeta.
Sofonias significa “YAHWEH ESCONDE” ou “A QUEM YAHWEH ESCONDE”.
Sofonias exerceu seu ministério em Judá.
Sofonias profetizou durante o reinado de Josias, de 640 AC, até 609 AC.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 37, AGEU.
Este livro pertence aos profetas menores.
A autoria de Ageu é atribuída ao próprio profeta.
Ageu significa “FESTIVO”.
Nada se sabe da vida de Ageu.
Ageu exerceu seu ministério em Judá.
Seu ministério profético aconteceu em 520 AC, logo após a volta dos
judeus para Jerusalém.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 38, ZACARIAS.
Este livro pertence aos profetas menores.
A autoria de Zacarias é atribuída ao próprio profeta.
Seu nome em hebraico significa “FESTA, OU FESTIVAL”.
Pouco ou nada se sabe sobre Zacarias.
Zacarias exerceu seu ministério profético em Judá.
Zacarias iniciou seu ministério em 520 AC, e profetizou por vários anos.
ANTIGO TESTAMENTO, LIVRO 39, MALAQUIAS.
Este livro pertence aos profetas menores.
A autoria de Malaquias é atribuída ao próprio profeta.
Malaquias significa “MEU MENSAGEIRO (ANJO)”.
Nada se sabe da vida de Malaquias.
Malaquias exerceu seu ministério profético em Judá.
A data mais provável do ministério de Malaquias é entre 470 e 460 AC.
Como já frisamos, o ANTIGO TESTAMENTO termina sua vigência com a morte
de JESUS CRISTO, não com o último profeta.
XIV, 2, LIVROS DO NOVO TESTAMENTO.
Como já frisamos, o NOVO TESTAMENTO inicia sua vigência com a morte de JESUS
CRISTO, não com o seu nascimento, ou com o início do EVANGELHO segundo Mateus.
Os livros do NOVO TESTAMENTO foram escritos num espaço de tempo bem
reduzido (no máximo, entre os anos 45 e 96 depois de JESUS CRISTO).
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 01, MATEUS.
Escrito entre os anos 60 e 70 DC.
Este livro pertence ao EVANGELHO.
A autoria do EVANGELHO segundo Mateus é atribuída a Mateus, o apóstolo.
Este livro foi escrito para CRISTÃOS judeus.
Mateus apresenta JESUS CRISTO como o REI e ou o MESSIAS prometido.
O reino dos céus é grandemente enfatizado em Mateus, exemplo Mateus
capítulo 13.
Mateus trata especialmente dos ensinos de JESUS CRISTO.
O propósito do EVANGELHO SEGUNDO MATEUS é apresentar a história do
nascimento, ministério, morte e ressurreição de JESUS CRISTO, para
provar aos judeus que JESUS CRISTO é o MESSIAS prometido.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 02, MARCOS.
Escrito entre os anos 50 e 55 DC.
Este livro pertence ao EVANGELHO.
A autoria do EVANGELHO segundo Marcos é atribuída ao próprio Marcos.
O EVANGELHO segundo Marcos foi o primeiro a ser escrito.
Marcos é o mais conciso dos quatro evangelistas, escreve em poucas
palavras, como um repórter.
Marcos apresenta JESUS CRISTO como servo de DEUS.
“O Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para
dar a sua vida em resgate de muitos”, Mar¨10:45.
Marcos trata mais dos atos do que das palavras de JESUS CRISTO.
Foi escrito para CRISTÃOS gentios em geral e, particularmente, para os
romanos, para ajudá-los a compreenderem melhor a vida, obra, atos e
ensinos de JESUS CRISTO.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 03, LUCAS.
Escrito no Ano 60 DC.
Este livro pertence ao EVANGELHO.
A autoria do EVANGELHO segundo Lucas é atribuída ao próprio Lucas, que
era médico, e é quase certo que não pertencia ao povo judeu.
Lucas apresenta JESUS CRISTO como o FILHO DO HOMEM.
“O Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido”,
Luc¨19:10.
Lucas escreve como um historiador.
Este livro é endereçado a um CRISTÃO chamado Teófilo, o qual era
grego, dando a entender que Lucas tinha em mente, disseminar o
EVANGELHO entre os gregos.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 04, JOÃO.
Escrito aproximadamente no ano 90 DC.
Este livro pertence ao EVANGELHO.
A autoria do EVANGELHO segundo João é atribuída ao apóstolo João.
João apresenta JESUS CRISTO como o FILHO DE DEUS.
“Estes, porém, foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o
Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome”, João¨20:31.
O EVANGELHO de João foi escrito, particularmente, para os gregos.
João apresentou JESUS CRISTO, como a resposta aos problemas,
também, dos gregos.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 05, ATOS DOS APÓSTOLOS.
Escrito aproximadamente no ano 60 DC.
Atos dos apóstolos é de caráter histórico, narra a história dos
principais apóstolos que, sob o poder do ESPÍRITO SANTO, implantaram e
expandiram a IGREJA de JESUS CRISTO, no início do CRISTIANISMO.
A autoria de Atos dos Apóstolos é atribuída a Lucas, o Evangelista.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 06, ROMANOS.
Escrito no ano 57 DC.
A carta de Paulo aos Romanos é uma carta de cunho doutrinário.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 07, 1ªCORÍNTIOS.
Escrito no ano 55 DC.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 08, 2ªCORÍNTIOS.
Escrito no ano 56 DC.
As duas cartas de Paulo aos Coríntios são, principalmente, de cunho
doutrinário.
Talvez, o maior problema dos crentes da IGREJA de Corinto fosse suas
divisões internas.
Há algumas evidências de que Paulo escreveu uma terceira carta aos
Coríntios, porém, se a escreveu, esta está perdida, ou então não foi
considerada canônica.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 09, GÁLATAS.
Escrito no ano 49 DC.
A carta de Paulo aos Gálatas é de cunho doutrinário.
A ênfase doutrinária é, principalmente, contra os judaizantes, os
quais ensinavam que se os CRISTÃOS gentios não fossem circuncidados e
não guardassem a LEI, não seriam salvos.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 10, EFÉSIOS.
Escrito no ano 61 DC.
A carta de Paulo aos Efésios é de cunho doutrinário.
Vários estudiosos afirmam que a carta aos Efésios não foi enviada
apenas para a IGREJA em Éfeso, mas, para um grupo de IGREJAS da Ásia.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 11, FILIPENSES.
Escrito no ano 62 DC.
A carta de Paulo aos Filipenses tem caráter pessoal, na qual,
demonstra a sua gratidão ao amor que lhe foi dispensado pela IGREJA,
mas também trata de assuntos doutrinários.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 12, COLOSSENSES.
Escrito no ano 61 DC.
A carta de Paulo aos Colossenses tem caráter doutrinário.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 13, 1ªTESSALONICENSES.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 14, 2ªTESSALONICENSES.
Estes dois livros foram escritos no ano 52 DC.
Estas cartas de Paulo aos Tessalonicenses são, principalmente, de
caráter doutrinário.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 15, 1ªTIMÓTEO.
Escrito no ano 64 DC.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 16, 2ªTIMÓTEO.
Escrito no ano 66 ou 67 DC.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 17, TITO.
Escrito no ano 64 DC.
Estas três cartas de Paulo (duas a Timóteo e uma a Tito) também são
chamadas de cartas pastorais de Paulo, já que são dirigidas a pastores.
Têm o objetivo de incentivá-los no seu ministério, o qual, inclui o
combate às heresias.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 18, FILEMON.
Escrito no ano 61 DC.
A carta de Paulo a Filemom é uma carta pessoal, instruindo-o a agir de forma
correta, e CRISTÃ, em relação a um de seus escravos que havia fugido.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 19, HEBREUS.
Escrito entre os anos 60 a 70 DC.
Esta carta é de autoria desconhecida.
É uma carta enviada para crentes judeus, ou de origem judaica.
É uma carta extremamente doutrinária, principalmente, quanto à pessoa
de JESUS CRISTO.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 20, TIAGO.
Escrito no ano 45 ou 62 DC.
A carta de Tiago pertence ao grupo das cartas gerais.
A maioria dos estudiosos atribui a autoria desta carta a Tiago, meio
irmão de JESUS CRISTO.
O propósito desta carta é mostrar que a fé em JESUS CRISTO deve ser
aplicada a todas as experiências e relações dos CRISTÃOS.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 21, 1ªPEDRO.
Escrito no ano 63 ou 64 DC.).
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 22, 2ªPEDRO.
Escrito no ano 66 ou 67 DC.
A duas cartas de Pedro pertencem ao grupo das cartas gerais.
A primeira coloca a esperança do CRISTÃO acima de tudo.
A Segunda fala sobre falsos mestres na IGREJA e exorta os CRISTÃOS a
permanecerem na verdade mesmo que estivessem rodeados de mentira, erro
e infidelidade.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 23, 1ªJOÃO.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 24, 2ªJOÃO.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 25, 3ªJOÃO.
Estes três livros foram escritos aproximadamente no ano 90 DC.
As três cartas de João pertencem ao grupo das cartas gerais.
A autoria destas cartas é atribuída a João o apóstolo e Evangelista.
A primeira é essencialmente de cunho doutrinário.
As duas últimas cartas têm como ênfase o aconselhamento às IGREJA para
não receberem mestres heréticos.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 26, JUDAS.
Escrito aproximadamente no ano 66 DC.).
Esta carta pertence ao grupo das cartas gerais.
A autoria desta carta é atribuída a Judas, meio irmão de JESUS CRISTO.
Esta carta foi escrita para prevenir a IGREJA contra a perversão da
doutrina da GRAÇA.
Tal perversão levava a um baixo padrão moral, em todos os sentidos.
NOVO TESTAMENTO, LIVRO 27, APOCALIPSE.
Escrito aproximadamente no ano 96 DC.).
A autoria do Apocalipse ainda que, largamente, atribuída a João, o
autor do EVANGELHO segundo João e autor das três cartas de João, não é
unanimidade entre os eruditos.
O livro narra, principalmente, e por antecedência, a vitória, certíssima,
de DEUS, sobre todos os poderes do mal.
XV, O MANUSEIO DA BÍBLIA SAGRADA.
A BÍBLIA SAGRADA há de ser bem manuseada para o bem de todas as
pessoas que a lêem e a estudam.
Em primeiro lugar, para que a BÍBLIA SAGRADA seja bem manuseada, é
necessário decorar os nomes e a ordem de todos os seus livros.
Quando todos os presentes num culto conhecem a ordem dos livros da
BÍBLIA SAGRADA, o culto flui com uma dinâmica bem rápida.
Caso contrário, a dinâmica do culto fica muito vagarosa, ou muitas
pessoas, que dele participam ficam sem acompanhar, em suas BÍBLIAS, a
leitura BÍBLICA que é realizada.
Outra necessidade do bom manuseio da BÍBLIA SAGRADA é para a leitura
ou estudo de um livro, revista, folheto, etc., que verse sobre um
assunto BÍBLICO.
Praticamente toda a literatura que versa sobre um assunto BÍBLICO traz no
seu conteúdo, uma ou mais, referências BÍBLICAS, as quais, devem ser bem
entendidas, para a boa compreensão da leitura ou do estudo realizado.
Toda a referência BÍBLICA inicia com o nome do livro, geralmente, de
forma abreviada.
As referências aos livros da BÍBLIA SAGRADA não são usadas por todos
os escritores e autores da mesma forma, porém, todas elas indicam
claramente os livros a que se referem.
As referências usadas em nossos estudos são as que constam no capítulo
VIII, 1, A, e VIII, 1, B, deste estudo.
Damos a seguir dois exemplos de abreviaturas para livros BÍBLICOS.
EVANGELHO segundo Mateus, Mt; Mat.
Carta aos Hebreus, Hb; Heb.
Logo após a abreviatura do livro há um número, exemplos:
Mat¨5; Heb¨7.
O número colocado após a abreviatura do livro BÍBLICO, trata-se do
capítulo do livro referido.
Após o número do capítulo, alguns autores colocam um ponto, outros
colocam dois pontos.
Este ponto, ou dois pontos, separa o capítulo do (s) versículo (s) a
serem lidos, exemplos:
Mt¨5. ; Mat¨5: ; Hb¨10. ; Heb10:.
Desde que haja um ponto, ou dois pontos há, logo a seguir, um
número, exemplos:
Mat¨5:4; Heb¨10:7.
Esse número é referente ao versículo a ser lido.
Se a referência BÍBLICA termina aí, a passagem a ser lida é apenas, no
caso dos exemplos anteriores, Mateus capítulo 5 versículo 4, e Hebreus
capítulo 10 versículo¨7.
Porém, após este número, pode haver uma vírgula e outro número, exemplos:
Mat¨5:4, 7; Heb¨10:7, 10.
Esta vírgula significa que a passagem a ser lida é, no primeiro exemplo,
Mateus capítulo 5, o versículo 4 e o versículo 7; no segundo exemplo,
Hebreus capítulo 10, o versículo 7 e o versículo 10.
No lugar da vírgula pode haver um traço, exemplos:
Mat¨5:4-7; Heb¨10:7-10.
Este traço significa que a leitura BÍBLICA a ser feita é contínua, ou
seja, do versículo indicado em primeiro lugar, até o versículo
indicado em segundo lugar.
No primeiro exemplo, a leitura a ser feita é, Mateus capítulo 5 do
versículo 4 até o versículo 7; no segundo exemplo, Hebreus capítulo 10
do versículo 7 até o versículo 10.
Esta mesma orientação serve para leituras em vários capítulos da
BÍBLIA SAGRADA.
1O EXEMPLO.
Mat¨5:1, 7:13; Heb¨10:5, 12:3; estas indicações mostram que a leitura
deve ser feita em Mat¨5:1 e Mat¨7:13 e em Heb¨10:5 e Heb¨12:3.
Há autores que em lugar da vírgula, colocam ponto e vírgula, ex.
Mat¨5:1; 7:13; Heb¨10:5; 12:3.
Em nossos estudos usamos a vírgula para separar versículos e ou
capítulos do mesmo livro, já o ponto e vírgula, usamos para separar
livros diferentes.
2o EXEMPLO.
Mat¨5:1-7:13; Heb¨10:5-12:3; no primeiro caso, a leitura deve ser
feita, continuadamente, desde Mat¨5:1 até Mat¨7:13; no segundo caso,
de Heb¨10:5 até Heb¨12:3.
Há ainda as referências combinadas tais como, 1ªCor¨8:6, 8-12;
João¨3:17-21, 32.
Neste caso as regras anteriores se sobrepõem.
Quando estas regras são seguidas, o leitor ou estudioso tem muito mais
possibilidades de alcançar o objetivo, ao ler ou estudar algum
material escrito acerca de um tema BÍBLICO.
XVI, CUIDADOS A CONSIDERAR AO DECLARAR OU ANUNCIAR OS NOMES DE
ALGUNS LIVROS BÍBLICOS.
Infelizmente, há certa confusão, ao falar sobre alguns livros da
BÍBLIA SAGRADA.
Por exemplo, há quem se refira a 1ºReis, dizendo: Primeiro a Reis, ou
primeira a Reis.
O certo é, primeiro livro dos reis, primeiro de reis, ou primeiro reis.
Para exemplo, basta este livro.
Daremos agora uma lista dos livros que mais confundem a mente de
muitos irmãos, bem como a forma correta de referir-se aos mesmos.
1ºSamuel, Primeiro Samuel, ou primeiro livro de Samuel.
2ºSamuel, Segundo Samuel, ou segundo livro de Samuel.
1ºReis, Primeiro reis, ou primeiro livro de (ou dos) reis.
2ºReis, Segundo reis, ou segundo livro de (ou dos) reis.
1ºCrônicas, Primeiro crônicas, ou primeiro livro de (ou das) crônicas.
2ºCrônicas, Segundo crônicas, ou segundo livro de (ou das) crônicas.
Quanto ao livro de Salmos há, também, um erro muito cometido.
Quanto ao capítulo, o certo é dizer Salmo, não salmos, nem capítulo.
Exemplo: Sal¨20, Livro de Salmos, Salmo número vinte, ou apenas
Salmo vinte.
1ªTimóteo, Primeira a Timóteo, ou primeira carta (epístola) de
Paulo a Timóteo.
2ªTimóteo, Segunda a Timóteo, ou segunda carta (epístola) de
Paulo a Timóteo.
Tito, Tito, carta (epístola) a Tito, ou ainda, carta (epístola) de
Paulo a Tito.
Filemom, Filemom, carta (epístola) a Filemom, ou ainda, carta
(epístola) de Paulo a Filemom.
1ªPedro, Primeira de Pedro, ou primeira carta (epístola) de Pedro.
2ªPedro, Segunda de Pedro, ou segunda carta (epístola) de Pedro.
1ªJoão, Primeira de João, ou primeira carta (epístola) de João.
2ªJoão, Segunda de João, ou segunda carta (epístola) de João.
3ªJoão, Terceira de João, ou terceira carta (epístola) de João.

CONCLUSÃO.
Temos assim, através deste breve estudo, uma visão panorâmica da
BÍBLIA SAGRADA.
O irmão que desejar e ou tiver condições, com toda a certeza,
encontrará muito mais material, acerca desta obra monumental, a qual,
tanto bem tem feito à humanidade e continuará fazendo, pois a PALAVRA
DE DEUS, INSPIRADA PELO ESPÍRITO SANTO, com certeza absoluta, é o
melhor guia para todo o ser humano que coloca em ação o seu bom senso
e se deixa guiar pela BÍBLIA SAGRADA.
Louvado seja DEUS, por este tão grande presente ao ser humano, qual
seja, a BÍBLIA SAGRADA, mantenedora da REVELAÇÃO DIVINA, sem a qual,
jamais poderíamos chegar ao conhecimento do nosso SENHOR E SALVADOR
JESUS CRISTO, AUTOR E CONSUMADOR DA NOSSA FÉ, O QUAL, NOS DEU A
GLORIOSA E MARAVILHOSA SALVAÇÃO ETERNA.

BIBLIOGRAFIA.
01, BÍBLIA SAGRADA.
Tradução, Almeida, João Ferreira de.
Edição corrigida e revisada fiel ao texto original.
Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil, 1.994, 1.995, São Paulo, SP, Brasil.
02, A BÍBLIA E COMO CHEGOU ATÉ NÓS.
Mein, John.
JUERP, 7a Edição, Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 1987.
03, CONCISO DICIONÁRIO DE TEOLOGIA CRISTÃ.
Erickson, Millard J.
JUERP, 1991, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
04, DICIONÁRIO DA BÍBLIA.
Davis, John D.
JUERP, 7a Edição, 1980, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
05, DOUTRINAS.1.
Novas Edições Líderes Evangélicos.
1a Edição, 1979, São Paulo, SP, Brasil.
06, EPÍSTOLAS GERAIS.
Novas Edições Líderes Evangélicos.
2a edição, 1.980, São Paulo, SP, Brasil.
07, INTRODUÇÃO À BÍBLIA.
Novas Edições Líderes Evangélicos.
4a Edição, 1.980, São Paulo, SP, Brasil.
08, INTRODUÇÃO AO VELHO TESTAMENTO.
Francisco, Clyde T.
Tradução, Mesquita, Antônio Neves.
JUERP, 3a Edição, Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 1.985.
09, INTRODUÇÃO À VIDA DE CRISTO.
Novas Edições Líderes Evangélicos.
5a Edição, São Paulo, SP, Brasil, 1.983.
10, LIVROS PROFÉTICOS.
Novas Edições Líderes Evangélicos.
2a edição, São Paulo, SP, Brasil.
11, MINIDICIONÁRIO AURÉLIO.
Ferreira, Aurélio Buarque de Holanda.
Editora Nova Fronteira, 1a Edição, 6a Impressão, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
12, O LIVRO DOS LIVROS.
Hester, Huberto Inman.
JUERP, 3a Edição, Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 1.983.
13, O NOVO COMENTÁRIO DA BÍBLIA.
F. Davidson M. A, Professor.
Editado em português por Shedd, Russel P, Dr.
Edições Vida Nova, 1a Edição, Reimpressão 1.980, São Paulo, SP, Brasil.
14, QUEM É QUEM NA BÍBLIA SAGRADA.
Gardner, Paul (editor).
Traduzido por Ribeiro, José.
Editora Vida, 1.999, São Paulo, SP, Brasil.

ESTUDO TEOLÓGICO MODULO 12


Manual Básico
de
Estudos Bíblicos
MANUAL BÁSICO DE ESTUDOS BÍBLICOS.
PÁGINA
INTRODUÇÃO. 04
I, QUALIDADES INDISPENSÁVEIS PARA O ESTUDIOSO DA BÍBLIA SAGRADA. 04
II, METAS A SEREM ALCANÇADAS ATRAVÉS DO ESTUDO BÍBLICO. 04
III, CUIDADOS INDISPENSÁVEIS PARA O ESTUDO BÍBLICO PROVEITOSO. 05
IV, A IMPORTÂNCIA DO ESTUDO DA PALAVRA DE DEUS, PELAS SUAS QUALIDADES. 05
V, MATERIAIS ÚTEIS PARA UM PROVEITOSO ESTUDO DA BÍBLIA SAGRADA. 06
VI, O TEXTO. 07
VII, O CONTEXTO. 07
VII, 1, O CONTEXTO PRÓXIMO. 07
VII, 1, A, CONTEXTO PRÓXIMO COM VERSÍCULOS ANTERIORES. 07
VII, 1, B, CONTEXTO PRÓXIMO COM VERSÍCULOS POSTERIORES. 07
VII, 1, C, CONTEXTO PRÓXIMO COM VERSÍCULOS ANTERIORES E POSTERIORES. 07
VII, 1, C, a, CONTEXTO PRÓXIMO COM VERSÍCULOS DO CAPÍTULO ANTERIOR. 08
VII, 1, C, b, CONTEXTO PRÓXIMO COM VERSÍCULOS DO CAPÍTULO POSTERIOR. 08
VII, 2, O CONTEXTO REMOTO. 08
VIII, ALGUNS PRINCÍPIOS, OU REGRAS INDISPENSÁVEIS, PARA O ESTUDO
CORRETO DA BÍBLIA SAGRADA (INTERPRETAÇÃO BÍBLICA). 09
VIII, 1, PRIMEIRO PRINCÍPIO (REGRA) OU PRINCÍPIO (REGRA) FUNDAMENTAL. 10
VIII, 1, A, ENTENDENDO PALAVRAS ATRAVÉS DO CONTEXTO REMOTO. 11
VIII, 1, B, ENTENDENDO IDÉIAS ATRAVÉS DO CONTEXTO REMOTO. 11
VIII, 1, C, ENTENDENDO ENSINAMENTOS GERAIS ATRAVÉS DO CONTEXTO REMOTO. 12
VIII, 1, D, ENTENDENDO PASSAGENS SIMBÓLICAS OU ENIGMÁTICAS,
ATRAVÉS DE PASSAGENS DIDÁTICAS. 12
VIII, 2, SEGUNDO PRINCÍPIO (REGRA). 12
VIII, 3, TERCEIRO PRINCÍPIO (REGRA). 13
VIII, 4, QUARTO PRINCÍPIO (REGRA). 13
VIII, 4, A, AS PALAVRAS DEVEM RECEBER O VERDADEIRO SIGNIFICADO. 14
VIII, 4, A, a, SEMPRE QUE POSSÍVEL, TOMAR TODA E QUALQUER PALAVRA
DO TEXTO EM ESTUDO NO SEU SIGNIFICADO USUAL, NORMAL, OU COMUM. 14
VIII, 4, A, b, NÃO SENDO POSSÍVEL TOMAR A PALAVRA DO TEXTO NO SEU
SIGNIFICADO USUAL, NORMAL E COMUM, DAR-LHE O SENTIDO QUE A
FRASE E, OU, O CONTEXTO PRÓXIMO DETERMINA, INDICA OU PEDE. 14
VIII, 4, B, O VALOR CORRETO DA LINGUAGEM FIGURADA, OU SEJA, DAS FIGURAS DE LINGUAGEM. 15
VIII, 4, B, a, METÁFORA. 15
VIII, 4, B, b, ALEGORIA. 16
VIII, 4, B, c, PARÁBOLA. 16
VIII, 4, B, d, SINÉDOQUE. 16
VIII, 4, B, e, FÁBULA. 17
VIII, 4, B, f, PROSOPOPÉIA. 17
VIII, 4, B, g, METONÍMIA. 17
VIII, 4, B, h, IRONIA. 18
VIII, 4, B, i, HIPÉRBOLE. 18
VIII, 4, B, j, ENIGMA. 18
IX, CUIDADOS, ASPECTOS E ARGUMENTOS IMPORTANTES A SEREM CONSIDERADOS
QUANDO DA REALIZAÇÃO DE UM ESTUDO BÍBLICO. 19
X, PRINCIPAIS TIPOS DE ESTUDO BÍBLICO E TAREFAS ESSENCIAIS
PARA O ESTUDO PROVEITOSO DA BÍBLIA SAGRADA. 20
X, 1, ESTUDO DE UM VERSÍCULO. 20
X, 1, A, PRIMEIRA TAREFA DO ESTUDO DE UM VERSÍCULO. 20
X, 1, B, SEGUNDA TAREFA DO ESTUDO DE UM VERSÍCULO. 21
X, 1, C, TERCEIRA TAREFA DO ESTUDO DE UM VERSÍCULO. 21
X, 1, D, QUARTA TAREFA DO ESTUDO DE UM VERSÍCULO. 21

MANUAL BÁSICO DE ESTUDOS BÍBLICOS


X, 1, D, a, QUARTA TAREFA DO ESTUDO DE UM VERSÍCULO, PRIMEIRO RECURSO. 21
X, 1, D, b, QUARTA TAREFA DO ESTUDO DE UM VERSÍCULO, SEGUNDO RECURSO. 22
X, 1, D, c, QUARTA TAREFA DO ESTUDO DE UM VERSÍCULO, TERCEIRO RECURSO. 23
X, 1, D, d, QUARTA TAREFA DO ESTUDO DE UM VERSÍCULO, QUARTO RECURSO. 24
X, 1, E, QUINTA TAREFA DO ESTUDO DE UM VERSÍCULO. 24
X, 1, F, SEXTA TAREFA DO ESTUDO DE UM VERSÍCULO. 25
X, 1, G, SÉTIMA TAREFA DO ESTUDO DE UM VERSÍCULO. 25
X, 1, H, OITAVA TAREFA DO ESTUDO DE UM VERSÍCULO. 26
X, 1, I, NONA TAREFA DO ESTUDO DE UM VERSÍCULO. 26
X, 1, J, DÉCIMA TAREFA DO ESTUDO DE UM VERSÍCULO. 27
X, 1, K, UNDÉCIMA TAREFA DO ESTUDO DE UM VERSÍCULO. 27
X, 1, K, TAREFA ADICIONAL DO ESTUDO DE UM VERSÍCULO. 28
X, 2, ESTUDO DE UM TEMA. 28
X, 2, A, PRIMEIRA TAREFA DO ESTUDO DE UM TEMA. 28
X, 2, B, SEGUNDA TAREFA DO ESTUDO DE UM TEMA. 28
X, 2, C, TERCEIRA TAREFA DO ESTUDO DE UM TEMA. 29
X, 2, D, QUARTA TAREFA DO ESTUDO DE UM TEMA. 29
X, 2, D, a, QUARTA TAREFA DO ESTUDO DE UM TEMA, PRIMEIRO RECURSO. 30
X, 2, D, b, QUARTA TAREFA DO ESTUDO DE UM TEMA, SEGUNDO RECURSO. 30
X, 2, D, c, QUARTA TAREFA DO ESTUDO DE UM TEMA, TERCEIRO RECURSO. 30
X, 2, D, d, QUARTA TAREFA DO ESTUDO DE UM TEMA, QUARTO RECURSO. 30
X, 2, E, QUINTA TAREFA DO ESTUDO DE UM TEMA. 30
X, 2, F, SEXTA TAREFA DO ESTUDO DE UM TEMA. 30
X, 2, G, SÉTIMA TAREFA DO ESTUDO DE UM TEMA. 31
X, 2, H, OITAVA TAREFA DO ESTUDO DE UM TEMA. 31
X, 2, I, NONA TAREFA DO ESTUDO DE UM TEMA. 31
X, 2, J, DÉCIMA TAREFA DO ESTUDO DE UM TEMA. 32
X, 2, K, UNDÉCIMA TAREFA DO ESTUDO DE UM TEMA. 32
X, 2, K, TAREFA ADICIONAL. 33
X, 3, ESTUDO DE UMA BIOGRAFIA. 33
X, 3, A, PRIMEIRA TAREFA DO ESTUDO DE UMA BIOGRAFIA. 33
X, 3, B, SEGUNDA TAREFA DO ESTUDO DE UMA BIOGRAFIA. 33
X, 3, C, TERCEIRA TAREFA DO ESTUDO DE UMA BIOGRAFIA. 34
X, 3, D, QUARTA TAREFA DO ESTUDO DE UMA BIOGRAFIA. 34
X, 3, D, a, QUARTA TAREFA DO ESTUDO DE UMA BIOGRAFIA, PRIMEIRO RECURSO. 35
X, 3, D, b, QUARTA TAREFA DO ESTUDO DE UMA BIOGRAFIA, SEGUNDO RECURSO. 35
X, 3, D, c, QUARTA TAREFA DO ESTUDO DE UMA BIOGRAFIA, TERCEIRO RECURSO. 36
X, 3, D, d, QUARTA TAREFA DO ESTUDO DE UMA BIOGRAFIA, QUARTO RECURSO. 36
X, 3, E, QUINTA TAREFA DO ESTUDO DE UMA BIOGRAFIA. 36
X, 3, F, SEXTA TAREFA DO ESTUDO DE UMA BIOGRAFIA. 36
X, 3, G, SÉTIMA TAREFA DO ESTUDO DE UMA BIOGRAFIA. 36
X, 3, H, OITAVA TAREFA DO ESTUDO DE UMA BIOGRAFIA. 37
X, 3, I, NONA TAREFA DO ESTUDO DE UMA BIOGRAFIA. 37
X, 3, J, DÉCIMA TAREFA DO ESTUDO DE UMA BIOGRAFIA. 37
X, 3, K, UNDÉCIMA TAREFA DO ESTUDO DE UMA BIOGRAFIA. 38
X, 3, K, TAREFA ADICIONAL. 39
XI, VARIEDADES DE ESTUDOS BÍBLICOS. 39
CONCLUSÃO. 39
BIBLIOGRAFIA. 40

INTRODUÇÃO.
Nosso propósito quando do preparo deste estudo foi proporcionar aos
amados irmãos em CRISTO, a possibilidade de realizarem estudos sérios
da BÍBLIA SAGRADA, quer seja:
01, Para adquirir cultura BÍBLICA, através do aprofundamento no
conhecimento da BÍBLIA.
02, Para lecionar em classes da ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL.
03, Para contestar alguma doutrina herética ou extra BÍBLICA.
04, Para EVANGELIZAR.
05, Para ministrar palestras.
06, Para preparar e pregar sermões, ou mensagens BÍBLICAS.
07, Para outras atividades que tenham o intuito de glorificar a DEUS.
Reconhecemos que, muito falta, para um completo e minucioso estudo
sobre o modo correto e completo de estudar a BÍBLIA SAGRADA, em
virtude disso, consideremos este trabalho, como básico.
Porém, cremos que, o material aqui encontrado tem subsídios suficientes
para que os estudiosos da BÍBLIA SAGRADA aproveitem, e muito, o ESTUDO
BÍBLICO particular, aplicando as lições aqui apresentadas.
I, QUALIDADES INDISPENSÁVEIS PARA O ESTUDIOSO DA BÍBLIA SAGRADA.
A BÍBLIA SAGRADA, A PALAVRA DE DEUS, não é uma literatura comum, por
isso, quem deseja estudá-la a fim de aproveitar ao máximo os
ensinamentos do seu conteúdo há de ter algumas características
indispensáveis, quais sejam:
01, Ser CRISTÃO autêntico, ou seja, LAVADO E REMIDO PELO SANGUE DE
JESUS CRISTO.
02, Ter um profundo amor e respeito a DEUS.
03, Depender inteiramente do ESPÍRITO SANTO.
04, Ser amante da VERDADE BÍBLICA.
05, Esforçar-se ao máximo para viver de acordo com a vontade de DEUS.
Quem se propuser a estudar a BÍBLIA SAGRADA sem, pelo menos, estas cinco
características, com certeza, não tirará da mesma, o tanto que ela tem a
oferecer, por isso, há muitas heresias e seitas cristãs heréticas.
II, METAS A SEREM ALCANÇADAS ATRAVÉS DO ESTUDO BÍBLICO.
Antes de iniciar o estudo deste manual é importante ler 2ªTim¨2:15,
“Procura apresentar-te a DEUS aprovado como obreiro que não tem de que
se envergonhar, que maneja bem a PALAVRA DA VERDADE”.

MANUAL BÁSICO DE ESTUDOS BÍBLICOS


Esta orientação de Paulo mostra que o estudo da BÍBLIA SAGRADA é feito
com esforço e tem a finalidade de deixar o CRISTÃO convicto da sua fé,
ainda que, diante de palavras de menosprezo dos contendores do
EVANGELHO, bem como, saber usar a PALAVRA DE DEUS com maestria.
O estudo BÍBLICO realizado com critério e dedicação faz com que quem a
estuda alcance algumas metas básicas, porém, extremamente importantes.
Vejamos algumas:
01, Descobrir em particular as verdades que a BÍBLIA diz e ensina,
sobre determinado assunto.
02, Aprender a jamais crer, pregar, ou explicar uma passagem BÍBLICA
fora de contexto.
03, Aprender a jamais fazer com que a BÍBLIA diga e ensine o que não
diz nem ensina.
04, Aprender a colocar as ênfases BÍBLICAS na posição, ou escala, correta.
05, Aprender a fazer o que DEUS deseja, não que ele faça o que nós queremos.
06, Aproveitar e praticar ao máximo o que a BÍBLIA diz e ensina.
07, Passar adiante, o que a BÍBLIA diz e ensina, quer seja:
07, A, Através de uma vida obediente à vontade de DEUS.
07, B, Através da pregação.
07, C, Através do ensino, propriamente dito.
III, CUIDADOS INDISPENSÁVEIS PARA O ESTUDO BÍBLICO PROVEITOSO.
Para que o estudo da BÍBLIA SAGRADA seja proveitoso ao máximo, este deve
ser levado muito a sério, já que, a BÍBLIA SAGRADA é coisa seríssima.
Por isso, há alguns cuidados indispensáveis, quais sejam:
01, O estudo BÍBLICO deve ser iniciado com oração.
02, O estudo BÍBLICO deve ser feito com muito amor a DEUS.
03, O estudo BÍBLICO deve ser feito com a máxima submissão aos
ensinamentos de DEUS.
04, O estudo BÍBLICO deve ser feito com muito otimismo.
05, O estudo BÍBLICO deve ser feito com, muita, perseverança, para que
o estudioso tenha um constante crescimento espiritual.
IV, A IMPORTÂNCIA DO ESTUDO DA PALAVRA DE DEUS, PELAS SUAS
QUALIDADES.
O estudo correto da BÍBLIA SAGRADA é extremamente importante para o
crente, visto que, a mesma possui ótimas qualidades, as quais, quando
aplicadas na vida do CRISTÃO, cooperam, e muito, para o seu
crescimento espiritual.

MANUAL BÁSICO DE ESTUDOS


Vejamos algumas qualidades, importantíssimas, da PALAVRA DE DEUS.
A BÍBLIA SAGRADA:
01, Ilumina, Sal¨119:105.
02, Alimenta, Mat¨4:4.
03, Chama para a comunhão de JESUS CRISTO, 1ªCor¨1:9.
03, A, Ensina, 2ªTim¨3:16.
03, B, Redargüi (repreende), idem.
03, C, Corrige, idem.
03, D, Instrui em justiça, idem.
03, E, Aperfeiçoa, 2ªTim¨3:17.
03, F, Torna o crente perfeitamente instruído para toda a boa obra, idem.
04, Proporciona crescimento espiritual, 1ªPed¨2:2.
Como vimos, nestes cinco itens, o estudo da BÍBLIA SAGRADA é
extremamente eficaz, desde que, levado a sério pelo estudioso da mesma.
V, MATERIAIS ÚTEIS PARA UM PROVEITOSO ESTUDO DA BÍBLIA SAGRADA.
Antes de passarmos aos aspectos essenciais para o estudo da BÍBLIA
SAGRADA, damos uma pequena lista de materiais importantes, os quais,
muito ajudarão ao estudioso das SAGRADAS ESCRITURAS.
01, Uma BÍBLIA de estudo, ou seja, com índice temático.
02, Uma chave (concordância) BÍBLICA.
03, Um dicionário da BÍBLIA.
04, Um comentário da BÍBLIA SAGRADA.
05, Um dicionário em vernáculo.
Estes materiais, são de extrema importância para o estudioso da BÍBLIA
SAGRADA, já que:
01, A BÍBLIA de estudo ajuda, pelo menos, no tocante ao estudo de
algum tema, bem como no estudo biográfico.
02, Uma boa chave BÍBLICA (concordância), idem, porém também ajuda na
localização de muitas passagens do contexto remoto.
03, O dicionário da BÍBLIA ajuda na elucidação de alguma palavra
usada, exclusiva, ou quase exclusivamente, na BÍBLIA SAGRADA.
04, O comentário da BÍBLIA SAGRADA pode ir mais além, porém, é
necessário um grande cuidado, visto que, não há unanimidade
doutrinária entre todos os comentaristas da BÍBLIA SAGRADA.
05, O dicionário em vernáculo (idioma do estudioso) ajudará a elucidar
o significado de alguma palavra desconhecida.
O estudioso da BÍBLIA SAGRADA que não possui, pelo menos, estes
materiais didáticos, terá suas dificuldades aumentadas e, porque não
dizer, multiplicadas, para tirar, da mesma, o que ela tem a ensinar.

MANUAL BÁSICO DE ESTUDOS BÍBLICOS


Daqui em diante entraremos no estudo BÍBLICO, propriamente dito.
VI, O TEXTO.
Todo estudo BÍBLICO é feito, baseado, num texto da BÍBLIA SAGRADA.
O TEXTO É A PORÇÃO, ESPECÍFICA, DA BÍBLIA SAGRADA QUE ESTÁ SENDO, OU
SERÁ, ESTUDADA.
Exemplos:
Sal¨23; João¨14:6; Rom¨12:1-2.
VII, O CONTEXTO.
O CONTEXTO É O RESTANTE DA BÍBLIA SAGRADA QUE TEM AFINIDADE COM O
TEXTO EM ESTUDO.
O entendimento do texto em estudo, é, grandemente auxiliado pelo
contexto.
Quanto ao contexto, este, pode ser:
1, CONTEXTO PRÓXIMO.
2, CONTEXTO REMOTO.
VII, 1, O CONTEXTO PRÓXIMO.
Como o próprio nome indica, o contexto próximo é o texto que está próximo
ao texto escolhido para estudo, e que tem afinidade com o mesmo.
O contexto próximo é o complemento ou o texto que completa o assunto do
texto escolhido para estudo, principalmente, quando este é um versículo.
Assim sendo, o contexto próximo forma um todo ou um conjunto textual
inseparável no qual está inserido o texto escolhido para estudo.
O contexto próximo pode conter, em relação ao texto determinado para
estudo.
A, VERSÍCULOS ANTERIORES.
B, VERSÍCULOS POSTERIORES.
C, VERSÍCULOS ANTERIORES E POSTERIORES.
Exemplos:
VII, 1, A, CONTEXTO PRÓXIMO COM VERSÍCULOS ANTERIORES.
Texto, Mat¨1:25.
Contexto próximo, Mat¨1:18-25.
VII, 1, B, CONTEXTO PRÓXIMO COM VERSÍCULOS POSTERIORES.
Texto, Mat¨26:47.
Contexto próximo, Mat¨26:47-56.
VII, 1, C, CONTEXTO PRÓXIMO COM VERSÍCULOS ANTERIORES E POSTERIORES.
Texto, Luc¨18:16.
Contexto próximo, Luc¨18:15-17.
Às vezes o contexto próximo ultrapassa o capítulo do texto escolhido para
estudo, quer seja, para o capítulo anterior, ou o capítulo posterior.

MANUAL BÁSICO DE ESTUDOS BÍBLICOS


Exemplos:
VII, 1, C, a, CONTEXTO PRÓXIMO COM VERSÍCULOS DO CAPÍTULO ANTERIOR.
Texto, Mar¨9:1.
Contexto próximo, Mar¨8:34-9:1.
VII, 1, C, b, CONTEXTO PRÓXIMO COM VERSÍCULOS DO CAPÍTULO POSTERIOR.
Texto, 1ªJoão¨1:9.
Contexto próximo, 1ªJoão¨1:8-2:2.
Quando o contexto próximo é, corretamente, selecionado e adicionado ao
versículo escolhido para estudo, este versículo fica incluído no contexto.
Quando isto acontece, está formada uma unidade.
Esta unidade é um texto BÍBLICO que jamais se separará, não só até o
final do estudo, mas para sempre.
É bom sabermos que há versículos isolados, por não haver contexto
próximo, ou seja, não há versículo (s) anterior (es) ou posterior (es)
com afinidade com o versículo escolhido para estudo.
Porém, isso não significa que não haja contexto remoto.
Exemplos.
01, Prov¨19:24.
02, Prov¨25:17.
VII, 2, O CONTEXTO REMOTO.
Como o próprio nome indica, o contexto remoto é composto por passagens
BÍBLICAS que estão distantes da passagem em estudo, porém, que têm
afinidade com a mesma.
Exemplos.
01, Texto, At¨2:39.
Contexto remoto, Joel¨2:28-32; João¨14:16-17, 15:26-27; At¨10:44-48,
11:15-18.
02, Texto, Luc¨18:15-17.
Contexto remoto, Mat¨19:13-15; Mar¨10:13-16.
03, Texto, Mat¨1:18-25.
Contexto remoto, Is¨7:14; Miq¨5:2; Luc¨2:1-7.
Nas BÍBLIAS, as referências laterais, centrais, ou de pé de página,
geralmente, apontam para passagens do contexto remoto da passagem BÍBLICA.
De uma forma bem abrangente, o contexto pode estar no capítulo da
passagem em estudo, capítulos adjacentes, livro, ANTIGO TESTAMENTO,
NOVO TESTAMENTO, EVANGELHO, cartas, pentateuco, livros históricos,
livros poéticos, livros proféticos, etc., ou seja, em toda a BÍBLIA
SAGRADA, a qual, para todos os efeitos, é o contexto geral e total de
toda e qualquer passagem BÍBLICA.
Para um melhor entendimento da passagem BÍBLICA escolhida para estudo,
é bom que busquemos o contexto remoto, de todo o contexto próximo.
Exercícios:
Para aprimoramento do estudioso, todos os exercícios deste manual
devem ser realizados e anotados.
01, Separar dez textos BÍBLICOS (para facilitar, devem ser versículos).
02, Descobrir o contexto próximo, de cada um, dos dez textos BÍBLICOS.
03, Descobrir, pelo menos, uma passagem BÍBLICA, que faça parte do
contexto remoto, de cada um dos dez textos BÍBLICOS.
VIII, ALGUNS PRINCÍPIOS, OU REGRAS INDISPENSÁVEIS, PARA O ESTUDO
CORRETO DA BÍBLIA SAGRADA (INTERPRETAÇÃO BÍBLICA).
Na linguagem erudita, a interpretação BÍBLICA, denomina-se HERMENÊUTICA
(ciência da interpretação das Escrituras).

uando as leis da hermenêutica, ou seja, da interpretação BÍBLICA, são


aplicadas por alguém, este, está praticando a EXEGESE (tirar o
verdadeiro significado para fora do texto).
Ao invés de interpretação BÍBLICA adotamos estudo BÍBLICO, para
entendimento da mesma, porque a interpretação pode trazer consigo
algo subjetivo, como o pensamento ou o desejo de quem interpreta a
BÍBLIA SAGRADA.
Quando há apenas a interpretação pessoal poderão acontecer
distorções BÍBLICAS, extremamente prejudiciais, as quais, podem
chegar a heresias.
Neste capítulo, alistamos vários princípios (regras) de suma
importância para o estudo correto da BÍBLIA SAGRADA, os quais, devem
ser seguidos para o bom entendimento da mesma.
1, PRIMEIRO PRINCÍPIO (REGRA), OU PRINCÍPIO (REGRA) FUNDAMENTAL.
A BÍBLIA SAGRADA EXPLICA A PRÓPRIA BÍBLIA SAGRADA.
A ESCRITURA SAGRADA EXPLICA A PRÓPRIA ESCRITURA SAGRADA.
A BÍBLIA SAGRADA OU A ESCRITURA SAGRADA SE EXPLICA POR SI PRÓPRIA.
2, SEGUNDO PRINCÍPIO (REGRA).
A BÍBLIA SAGRADA É UM TODO HARMÔNICO.
3, TERCEIRO PRINCÍPIO (REGRA).
A BÍBLIA SAGRADA NÃO PODE SER MUDADA.
4, QUARTO PRINCÍPIO (REGRA).
DESCOBRIR NA BÍBLIA SAGRADA O QUE DEUS NOS REVELA E ENSINA; JAMAIS
FAZER COM QUE ELA DIGA O QUE NÓS DESEJAMOS.

MANUAL BÁSICO DE ESTUDOS BÍBLICOS


Analisemos cada princípio em separado.
VIII, 1, PRIMEIRO PRINCÍPIO (REGRA) OU PRINCÍPIO (REGRA) FUNDAMENTAL.
A BÍBLIA SAGRADA EXPLICA A PRÓPRIA BÍBLIA SAGRADA.
A ESCRITURA SAGRADA EXPLICA A PRÓPRIA ESCRITURA SAGRADA.
A BÍBLIA SAGRADA OU A ESCRITURA SAGRADA SE EXPLICA POR SI
PRÓPRIA.
Jamais saia esta regra fundamental da mente do estudioso da BÍBLIA SAGRADA.
Ao aplicar, corretamente, esta regra fundamental, o estudioso da BÍBLIA
SAGRADA está capacitado a não aceitar mentiras como verdades, tal qual
aconteceu com Eva no Paraíso que aceitou a mentira de satanás como verdade.
É verdade que Eva não tinha a BÍBLIA SAGRADA à sua disposição ou em
sua mão para compará-la com as declarações de satanás, porém, com
certeza, lembrava da ordem de DEUS.
Era apenas obedecê-la para ser bem-aventurada.
O mesmo se aplica a Adão.
Este princípio fundamental é aplicado:
01, Pela comparação.
02, Pela aceitação de acréscimos.
03, Pela aceitação de modificações.
04, Pela atenção dada a explicações, etc., advindas do contexto
próximo, ou remoto, constituindo-se este último, como já vimos, das
passagens paralelas.
Quando as passagens paralelas são consultadas, a BÍBLIA SAGRADA, está
explicando as coisas espirituais com ou pelas coisas espirituais,
1ªCor¨2:13.
Para aplicar corretamente este princípio fundamental, devemos
valorizar, sobremaneira, o que segue:
JAMAIS ESQUECER, NEM DEIXAR DE CONSIDERAR E CONSULTAR O CONTEXTO
PRÓXIMO, COMO TAMBÉM, AS PASSAGENS PARALELAS (O CONTEXTO REMOTO)
DO
TEXTO EM ESTUDO, PARA O PERFEITO ENTENDIMENTO DO MESMO.
Esta prática nos ajuda a entender algumas passagens, um tanto quanto
obscuras, esclarecendo-as através de passagens mais claras, quer
sejam, do contexto próximo ou do contexto remoto, que versem sobre o
mesmo tema.
O contexto, principalmente o, remoto nos ajuda a entender.
A, PALAVRAS.
B, IDÉIAS.
C, ENSINAMENTOS GERAIS.
VIII, 1, A, ENTENDENDO PALAVRAS ATRAVÉS DO CONTEXTO REMOTO.
Quanto às palavras, há a necessidade de descobrir o verdadeiro significado
das mesmas, principalmente, quando usadas por autores diferentes.
Tomemos, por exemplo, a palavra OBRAS, usada, ora por Paulo, ora
por Tiago.
A palavra OBRAS é, algumas vezes, usada por Paulo como sinônima de
oposição à FÉ, Rom¨3:27, 4:6-7, 11:6; Ef¨2:8-9.
A palavra OBRAS nas próximas passagens, é usada por Tiago como
sinônima de santidade e obediência a DEUS, produzidas pela fé em
JESUS CRISTO, Tiago¨2:14-26.
Como vimos no exemplo anterior, conforme a passagem BÍBLICA, a palavra
OBRAS pode ter significado diferente.
Desta forma, há de haver o cuidado de conhecermos qual o verdadeiro
significado da palavra encontrada, para que entendamos, perfeitamente,
a passagem BÍBLICA em estudo.
Exercícios: Anote.
01, A palavra OVELHAS, de Mat¨10:6, tem o mesmo significado de Mat¨18:12¨?
02, Qual o significado da palavra OVELHAS, em Mat¨10:6 e em Mat¨18:12¨?
Voltaremos a este assunto, ao estudarmos o QUARTO PRINCÍPIO.
VIII, 1, B, ENTENDENDO IDÉIAS ATRAVÉS DO CONTEXTO REMOTO.
Muitas vezes é necessário recorrer às passagens paralelas, ou seja, ao
contexto remoto, para que seja explicada uma idéia, um tanto quanto
obscura, no texto em estudo.
Vejamos Mat¨16:18, quando JESUS fala: “Pois também eu te digo que tu
és Pedro, e sobre esta PEDRA edificarei a minha IGREJA, e as portas do
inferno não prevalecerão contra ela”.
Este texto, por ser obscuro e mal entendido, acerca da PEDRA, sobre a
qual a IGREJA seria edificada, abriu a brecha para uma instituição,
extremamente, herética no cristianismo.
Podemos, sem nenhuma dificuldade, verificar nas próximas
passagens paralelas quem é a PEDRA fundamental da IGREJA,
Is¨28:16; Mat¨21:42-44; Mar¨12:10-11; Luc¨20:17-18; At¨4:10-12;
1ªCor¨3:10-11; Ef¨2:20-22; 1ªPed¨2:3-8.
Exercício: Anote.
Pilatos, lavou as mãos, quando do julgamento de JESUS CRISTO, Mat¨27:24.
Entender em Deut¨21:1-9 (contexto remoto), porque Pilatos lavou as mãos.
VIII, 1, C, ENTENDENDO ENSINAMENTOS GERAIS ATRAVÉS DO CONTEXTO
REMOTO.
Há, alguns, casos em que uma passagem BÍBLICA parece uma verdade
incontestável, desde que, não seja dada, a devida, importância ao
contexto remoto da passagem em foco.
Exemplo:
Rom¨3:28, “Concluímos pois que o homem é justificado pela fé sem as
obras da lei”.
Quanto à justificação, está corretíssimo.
Porém, se tomarmos este versículo como uma verdade acabada, sem
levarmos em consideração o contexto remoto sobre as OBRAS, estaremos
criando uma enorme HERESIA.
Será HERESIA porque, a BÍBLIA SAGRADA, no seu todo, orienta o povo de
DEUS a viver uma vida santa, a qual, inclui a prática de boas obras
para o bem do crente, do próximo, da IGREJA, bem como, para honra e
glória de DEUS.
Exercício: Anote.
Em João¨3:16, JESUS CRISTO fala de VIDA ETERNA (ensinamento geral).
Entender a VIDA ETERNA da qual JESUS CRISTO falou em João¨3:16, com
os subsídios de João¨3:17-18 (contexto próximo) e com João¨1:12, 5:24,
6:37-40, 10:27-30, Rom¨8:1-2; Ef¨2:8-10 (contexto remoto).
VIII, 1, D, ENTENDENDO PASSAGENS SIMBÓLICAS OU ENIGMÁTICAS,
ATRAVÉS DE PASSAGENS DIDÁTICAS.
Há muitas passagens BÍBLICAS, que são extremamente simbólicas, ou
enigmáticas, as quais, geralmente, são elucidadas por outras (do
contexto, geralmente remoto) a que chamamos de didáticas, já que têm a
capacidade de elucidar as passagens simbólicas.
As parábolas enigmáticas encaixam-se neste princípio, porém há muitos
outros casos.
Vejamos a seguir um exemplo, de passagem didática, que não uma parábola:
Mat¨11:1-19¨(7-14), esta passagem é didática e explica Mal¨3:1.
Exercício: Anote.
Mar¨7:5-13 é passagem didática de que passagem de Is¨29¨?
VIII, 2, SEGUNDO PRINCÍPIO (REGRA).
A BÍBLIA É UM TODO HARMÔNICO.
Porque a BÍBLIA SAGRADA é um todo harmônico, nela, jamais
encontraremos contradições, 2ªPed¨3:15-16.
Se algum estudioso encontra uma, aparente, contradição na BÍBLIA SAGRADA,
esta aparente, contradição, se deve ao fato de não a estudar como um todo,
não ter o correto conhecimento de alguma palavra, algum fato descrito,
alguma localização geográfica, alguma pessoa, algum ensinamento, etc.
Ao encontrar o real significado da aparente contradição, esta desaparece.
Exemplo:
At¨12:1-2 diz que Tiago morreu; mas em At¨12:17, Pedro manda avisar a
Tiago o que lhe acontecera.
A aparente contradição desaparece, ao descobrirmos que são pessoas
distintas.
Entretanto, no que concerne às doutrinas básicas do cristianismo, tais
como a SALVAÇÃO ETERNA, o ESPÍRITO SANTO, o diabo, etc., as mesmas,
são tão claras e cristalinas, que só as pessoas mal informadas e, ou,
mal intencionadas, as entendem e, ou, as ensinam de forma distorcida.
Exercício: Anote.
Explicar a harmonia existente entre Mat¨20:29-34; Mar¨10:46-52 e
Luc¨18:35-43.
VIII, 3, TERCEIRO PRINCÍPIO (REGRA).
A MENSAGEM DA BÍBLIA SAGRADA NÃO PODE SER MUDADA.
A alteração da BÍBLIA SAGRADA pode, infelizmente, acontecer, quando o
seu conteúdo original é alterado por alguma pessoa.
O conteúdo da BÍBLIA SAGRADA pode ser mudado quando, ao ser feita uma
tradução, ou versão da mesma, se lhe mude o significado da mensagem
transmitida nas línguas originais.
Como é natural e esperado, o número de palavras pode mudar, quando uma
tradução é feita, porém o sentido da tradução há de estar em
consonância com o sentido das línguas originais.
Este princípio é mais aplicado a tradutores e editores das versões da
BÍBLIA SAGRADA, entretanto, nós também podemos cair nesta armadilha,
desde que usemos um determinado texto em nosso benefício, sem darmos a
menor atenção ao seu verdadeiro significado.
Exercício: Anote.
Explicar este princípio à luz de Deut¨4:2 e Apoc¨22:18-19.
VIII, 4, QUARTO PRINCÍPIO (REGRA).
DESCOBRIR NA BÍBLIA SAGRADA O QUE DEUS NOS REVELA E ENSINA,
JAMAIS FAZER COM QUE ELA DIGA O QUE NÓS DESEJAMOS.
Se este princípio não for obedecido, o estudioso da BÍBLIA SAGRADA corre o
risco de fazer uma interpretação errada, fato, já mencionado neste estudo.
Já que a BÍBLIA SAGRADA é um todo harmônico, não cabe a ninguém o
direito de extrair da mesma, apenas o que lhe interessa, ou o que o
apoia, e deixar de lado o que não lhe interessa, o que não o apoia ou o
que o repreende, visto que, se proceder desta forma, estará usando a
BÍBLIA SAGRADA para o seu próprio benefício, não para a GLÓRIA DE DEUS.
MANUAL BÁSICO DE ESTUDOS BÍBLICOS José Joaquim Gonçalves de Faria.
fariaestudos@terra.com.br. 14.
Quem estuda corretamente a BÍBLIA, obedece o que DEUS diz em Deut¨4:2
e Apoc¨22:18-19, jamais fará o que os indoutos e inconstantes,
lembrados em 2ªPed¨3:15-16 faziam e, infelizmente, ainda fazem.
Para que este princípio seja aplicado corretamente há de ser altamente
considerado o que segue:
A, AS PALAVRAS DEVEM RECEBER O VERDADEIRO SIGNIFICADO.
B, AS FIGURAS DE LINGUAGEM DEVEM SER VALORIZADAS CORRETAMENTE.
Vejamos cada item em particular:
VIII, 4, A, AS PALAVRAS DEVEM RECEBER O VERDADEIRO SIGNIFICADO.
Para que as palavras recebam o verdadeiro significado há a necessidade
de colocarmos em prática os itens que se seguem.
VIII, 4, A, a, SEMPRE QUE POSSÍVEL, TOMAR TODA E QUALQUER PALAVRA DO
TEXTO EM ESTUDO NO SEU SIGNIFICADO USUAL, NORMAL, OU COMUM.
Exemplo:
Casa, Luc¨15:8.
Nesta passagem, a palavra casa, não pode ser tomada em outro sentido
que não o normal, usual e comum, ou seja, uma construção residencial.
VIII, 4, A, b, NÃO SENDO POSSÍVEL TOMAR A PALAVRA DO TEXTO NO SEU
SIGNIFICADO USUAL, NORMAL E COMUM, DAR-LHE O SENTIDO QUE A FRASE E,
OU, O CONTEXTO PRÓXIMO DETERMINA, INDICA OU PEDE.
Exemplo:
Casa, Josué¨24:15.
Nesta passagem, a palavra casa jamais poderá referir-se a residência,
porém, aos familiares de Josué.
Portanto, gravemos na mente.
Se uma palavra não poder ser usada no sentido usual, normal ou comum,
devemos dar-lhe o significado que a frase ou o contexto próximo pede.
Exercícios: Anote.
01, Is¨40:6, A palavra carne, pode ser tomada no seu significado usual
normal e comum, sim ou não¨? Qual o seu verdadeiro significado¨?
02, Is¨56:10, 11, A palavra cães, pode ser tomada no seu significado
usual normal e comum, sim ou não¨? Qual o seu verdadeiro significado¨?
03, Amós¨8:11, A palavra fome, pode ser tomada no seu significado usual
normal e comum, sim ou não¨? Qual o seu verdadeiro significado¨?
04, Mat¨5:6, A palavra fome, pode ser tomada no seu significado usual
normal e comum, sim ou não¨? Qual o seu verdadeiro significado¨?
05, Mat¨8:20, A palavra raposas, pode ser tomada no seu significado usual
normal e comum, sim ou não¨? Qual o seu verdadeiro significado¨?
06, Mat¨21:18, A palavra fome, pode ser tomada no seu significado usual
normal e comum, sim ou não¨? Qual o seu verdadeiro significado¨?
07, Luc¨13:32, A palavra raposa, pode ser tomada no seu significado usual
normal e comum, sim ou não¨? Qual o seu verdadeiro significado¨?
08, João¨15:1, A palavra videira, pode ser tomada no seu significado
usual normal e comum, sim ou não¨? Qual o seu verdadeiro significado¨?
09, 1ªCor¨15:50, A palavra carne, pode ser tomada no seu significado
usual normal e comum, sim ou não¨? Qual o seu verdadeiro significado¨?
10, Ef¨3:1, A palavra prisioneiro, pode ser tomada no seu significado
usual normal e comum, sim ou não¨? Qual o seu verdadeiro significado¨?
Todos estes exercícios provam que, não podendo usar as palavras no
sentido usual, normal e comum, devemos dar-lhes o verdadeiro
significado, ou seja, o sentido que a frase e, ou, o contexto próximo,
determina, indica ou pede.
Para a boa aplicação do 4o PRINCÍPIO, é necessário ter um bom conhecimento
da linguagem figurada, que é, também, muito usada na BÍBLIA SAGRADA.
VIII, 4, B, O VALOR CORRETO DA LINGUAGEM FIGURADA, OU SEJA, DAS
FIGURAS DE LINGUAGEM.
As figuras de linguagem são usadas, quando as palavras, frases ou
histórias, têm significado diferente do seu sentido usual, normal ou comum.
As figuras de linguagem são muito usadas na BÍBLIA, tendo em vista,
facilitar o entendimento, e despertar o interesse.
Às vezes serve para confundir, não, propriamente, os estudiosos
atuais, mas, principalmente, as pessoas que ouviam e, ou, conversavam
com os personagens BÍBLICOS.
Para os estudiosos atuais da BÍBLIA SAGRADA, as figuras de linguagem,
podem constituir-se, até, numa dificuldade, pois estão, um tanto
quanto, distantes, quanto ao tempo, ao espaço, à cultura, etc., da
execução desta obra monumental, a BÍBLIA SAGRADA.
Por isso, o estudioso deve dar-se ao trabalho de estudar, as figuras
de linguagem, a fim de tirar a verdade mais pura e completa possível,
do estudo da BÍBLIA SAGRADA.
É bom saber que, as figuras de linguagem são também usadas na
linguagem e literatura normal de qualquer idioma, inclusive na língua
portuguesa (a gíria é um exemplo).
Assim, as figuras de linguagem, ainda que não nos apercebamos, fazem
parte da nossa vida diária.
As figuras de linguagem são muitas, porém, alistamos a seguir, as
figuras de linguagem mais comuns:
a, METÁFORA.
b, ALEGORIA.
c, PARÁBOLA.
d, SINÉDOQUE.
e, FÁBULA.
f, PROSOPOPÉIA.
g, METONÍMIA.
h, IRONIA.
i, HIPÉRBOLE.
j, ENIGMA.
Vejamos cada uma das figuras de linguagem, em particular.
VIII, 4, B, a, METÁFORA.
Figura de linguagem na qual uma ou mais palavras, substitui, como que
numa comparação, a palavra correta.
A metáfora, geralmente, atribui ao objeto ou pessoa a que é aplicada,
alguma característica que se assemelha à palavra ou frase usada.
Exemplos:
01, Mat¨5:13; SAL DA TERRA.
02, Mat¨5:14; LUZ DO MUNDO.
03, Luc¨13:32; RAPOSA.
04, João¨14:6; CAMINHO, VERDADE E VIDA.
05, João¨15:1; VIDEIRA E LAVRADOR.
06, 1ªCor¨12:27; CORPO DE CRISTO.
Exercício: Anote.
Descobrir quantas e quais as metáforas em Mat¨9:35-38.
VIII, 4, B, b, ALEGORIA.
Figura de linguagem que ensina uma verdade de forma figurada, porém,
usando um conjunto de metáforas.
A metáfora pura geralmente expressa uma qualidade, a alegoria vai mais
além, esta, geralmente, expressa um pensamento, ensinamento ou lição.
Exemplos:
01, João¨6:50-65; comer a carne e beber o sangue de JESUS, CRER EM JESUS.
02, João¨10:13; o mercenário foge, porque é mercenário, e não tem
cuidado das ovelhas, O FALSO PASTOR não cuida do rebanho.
03, João¨15:1-6; a necessidade e a importância de ESTAR UNIDO, PELA FÉ, A
JESUS CRISTO.
Exercício: Anote.
Descobrir quantas e quais as alegorias em João¨4:1-30, anotar a
passagem de cada uma.
VIII, 4, B, c, PARÁBOLA.
É uma figura de linguagem que usa uma narrativa histórica, verídica ou
não, para ensinar verdades morais e espirituais.
Exemplos:
01, Mat¨13:3-9; a parábola do semeador.
01, A, Mat¨13:18-23 explica a parábola.
02, Luc¨15:8-9; a parábola da dracma perdida.
02, A, Luc¨15:10 explica a parábola.
Exercício: Anote.
Descobrir quantas e quais as parábolas em Luc¨14:1-35, anotar a
passagem de cada uma.

VIII, 4, B, d, SINÉDOQUE.
Figura de linguagem que toma uma parte de algo pelo todo, o todo por
uma parte, ou uma parte de um todo por outra parte do todo.
Exemplo: UMA PARTE PELO TODO.
2ºReis¨15:29; O exército da Assíria tomou, não TIGLATE-PILESER.
Exemplo: O TODO POR UMA PARTE.
Josué¨7:1-11; Quem pecou, Vs-11, não foi todo o Israel, APENAS ACà PECOU.
Exemplo: UMA PARTE DO TODO POR OUTRA PARTE DO TODO.
Luc¨22:20; Na verdade, não é o cálice que representa o SANGUE, mas o
conteúdo do cálice (O VINHO).
Exercício: Anote.
Descobrir quantas e quais as sinédoques em At¨2:14-36, anotar a
passagem de cada uma.
VIII, 4, B, e, FÁBULA.
É usada fazendo-se uma narração alegórica, cujos personagens, podem
ser coisas ou animais, a fim de transmitir lição moral.
Exemplos:
01, Juí¨9:8-15; árvores ELEGENDO UM REI ENTRE SI.
02, 2ºReis¨14:9; o cardo ENVIA UMA MENSAGEM AO CEDRO.
Exercício: Anote.
Descobrir quantas e quais as fábulas em Is¨14:1-32, anotar a passagem
de cada uma.
VIII, 4, B, f, PROSOPOPÉIA.
Figura de linguagem, usada, quando é dada personalidade a coisas
inanimadas, ou a princípios abstratos, atribuindo-lhes ações, como se
fossem pessoas de verdade.
Exemplos:
01, Sal¨85:10-11; Quando é que a misericórdia e a verdade SE
ENCONTRAM¨?
Quando é que a justiça e a paz SE BEIJAM¨?
Quando é que a verdade BROTARÁ DA TERRA, ou a justiça OLHARÁ DOS CÉUS¨?
02, Is¨55:12; Quando é que os montes e os outeiros ROMPERÃO EM
CÂNTICO, e quando é que as árvores BATEM PALMAS¨?
Exercício: Anote.
Descobrir quantas e quais as prosopopéias em Is¨14:1-32, anotar a
passagem de cada uma.
VIII, 4, B, g, METONÍMIA.
Figura de linguagem usada para dar idéia de relacionamento, porém, tal
relacionamento, não é claramente delineado através do emprego da mesma.
Exemplo:
Luc¨16:29; JESUS CRISTO, referiu-se a Moisés, relacionando-o com A LEI.
Quanto aos profetas, relacionou-os, com suas PROFECIAS.
Exercício: Anote.
Descobrir quais e quantas metonímias há em Mat¨16:1-11, anotar a
passagem de cada uma.
VIII, 4, B, h, IRONIA.
Usada quando algo é dito, geralmente, em tom de pilhéria, porém, na
realidade, quem fala, tem em mente, dizer algo bem sério.
Exemplos:
01, 1ºReis¨18:27; Elias ironiza com os profetas, a respeito de BAAL.
02, 2ºCrô¨18:1-34¨(14 b); Micaías está ironizando, o que quer dizer, É
JUSTAMENTE O CONTRÁRIO.
Exercício: Anote.
Descobrir quantas e quais as ironias em Luc¨13:1-35, anotar a passagem
de cada uma.
VIII, 4, B, i, HIPÉRBOLE.
É usada aumentando ou diminuindo, demasiadamente, alguma coisa a fim
de realçar e impressionar o ouvinte e, ou, o leitor.
Exemplos:
01, Núm¨13:33; Comparação EXAGERADA.
02, 1ºReis¨10:27; Prata como pedras e cedros em abundância como
sicômoros que estão nas planícies, EXAGEROS para demonstrar a
grande riqueza de Salomão.
Exercício: Anote.
Descobrir quantas e quais as hipérboles em Juí¨7:1-25, anotar a
passagem de cada uma.
VIII, 4, B, j, ENIGMA.
Esta figura de linguagem usa como que uma alegoria, um acontecimento,
uma história verídica ou fictícia (parábola), porém, às vezes de
forma, meio obscura, propondo ao mesmo tempo, uma questão a ser
solucionada por parte de quem a escuta.
O enigma também pode ser uma parábola, por isso, muitas delas trazem a
explicação.
Exemplos:
Enigma puro.
Juí¨14:14; ENIGMA DE SANSÃO dado aos filisteus.
Parábolas enigmáticas.
01, Luc¨15:3-7.
01, A, Do verso 3 ao 6, A PARÁBOLA ENIGMÁTICA.
01, B, No verso 7, a explicação da parábola.
02, Luc¨15:8-10.
02, A, Os versos 8 e 9, A PARÁBOLA ENIGMÁTICA.
02, B, No verso 10, a explicação.
Exercício: Anote.
Descobrir quantos e quais os enigmas em Luc¨10:1-42, anotar a passagem
de cada um.
IX, CUIDADOS, ASPECTOS E ARGUMENTOS IMPORTANTES A SEREM
CONSIDERADOS QUANDO DA REALIZAÇÃO DE UM ESTUDO BÍBLICO.
Todo o cuidado é pouco, ao fazer um estudo BÍBLICO, para que este seja
aproveitado ao máximo.
O estudioso da BÍBLIA jamais poderá deixar-se levar pelas aparências
ou por palavras e ensinamentos enganosos, mas sim, pela VERDADE.
Em virtude disto, é necessário considerar vários fatores, todos, de
suma importância, não só para o correto, mas para o melhor
aproveitamento do estudo da BÍBLIA SAGRADA, tais como:
01, A GRAMÁTICA; Todos os aspectos da língua, na qual, o estudo
BÍBLICO é feito.
02, A HERMENÊUTICA; A ciência do estudo da BÍBLIA SAGRADA.
03, A EXEGESE; A ciência que ensina a extrair, corretamente, o
sentido do texto.
04, AS LÍNGUAS ORIGINAIS; A tradução é correta, concorda com a
mensagem original¨?
05, O CONTEXTO; Quer este seja, BÍBLICO, doutrinário, histórico, ou social.
06, A DOUTRINA; O conjunto de princípios e verdades imutáveis da
BÍBLIA SAGRADA.
07, A PROFECIA; A predição, inspirada por DEUS, de fatos futuros.
Tais predições já aconteceram ou não¨?
08, A ESCATOLOGIA; O estudo acerca das coisas que estão previstas,
mas que ainda não aconteceram, ou seja, os acontecimentos futuros,
ou as últimas coisas.
09, A HISTÓRIA; A confirmação histórica dos fatos já acontecidos.
10, A ARQUEOLOGIA; A confirmação da BÍBLIA, através de descobertas
arqueológicas.
11, A GEOGRAFIA; O local onde os fatos ocorreram, ou ocorrerão.
12, A CIÊNCIA; A ciência já se pronunciou, favoravelmente, ou não em
relação ao que está sendo estudado.
13, A VIDA SOCIAL E CULTURAL; A vida social, contemporânea à data em
que a passagem BÍBLICA foi escrita.
Na verdade, muito poucas pessoas têm livre acesso a todas as
informações de todos os aspectos acima relacionados, porém, quanto
mais informações o estudioso da BÍBLIA SAGRADA obtiver sobre os
mesmos, maiores e melhores condições terá, para o máximo
aproveitamento do tempo entregue ao estudo BÍBLICO.
X, PRINCIPAIS TIPOS DE ESTUDO BÍBLICO E TAREFAS ESSENCIAIS PARA O
ESTUDO PROVEITOSO DA BÍBLIA SAGRADA.
Os principais tipos de estudos BÍBLICOS, visto que alcançam,
praticamente, a totalidade das necessidades dos estudiosos da BÍBLIA
SAGRADA, são três, quais sejam:
1, ESTUDO DE UM VERSÍCULO.
2, ESTUDO DE UM TEMA.
3, ESTUDO DE UMA BIOGRAFIA.
A fim de tornar o estudo BÍBLICO menos complicado, mais eficiente e mais
proveitoso, o mesmo deve ser realizado, etapa por etapa, tarefa por tarefa.
Damos a seguir uma lista das várias etapas ou tarefas, as quais devem
ser aplicadas, de acordo com o estudo BÍBLICO a ser realizado.
A, PRIMEIRA TAREFA; Determinação do estudo a ser realizado.
B, SEGUNDA TAREFA; Determinação dos limites do estudo.
C, TERCEIRA TAREFA; Coletânea das passagens BÍBLICAS, de acordo com o
estudo a ser realizado.
D, QUARTA TAREFA; Investigação, pesquisa, ou observação.
E, QUINTA TAREFA; Interação, comparação, ou relação com as passagens
paralelas.
F, SEXTA TAREFA; Entendimento, ou interpretação objetiva.
G, SÉTIMA TAREFA; Resumo, ou sintetização do versículo, no aspecto
relacionado com o estudo.
H, OITAVA TAREFA; Colocação dos fatos em ordem lógica e ou cronológica.
I, NONA TAREFA; Conclusão do estudo.
J, DÉCIMA TAREFA; Aplicação pessoal.
K, UNDÉCIMA TAREFA; Arquivamento do estudo realizado.
Vejamos e exercitemos cada um destes itens em particular, porém, de
acordo com cada estudo específico.
X, 1, ESTUDO DE UM VERSÍCULO.
X, 1, A, PRIMEIRA TAREFA DO ESTUDO DE UM VERSÍCULO.
DETERMINAÇÃO DO VERSÍCULO A SER ESTUDADO.
A determinação ou escolha do versículo a ser estudado é sua.
Exercício, início do estudo de um versículo. Anote.
Escolha o versículo que deseja estudar.
X, 1, B, SEGUNDA TAREFA DO ESTUDO DE UM VERSÍCULO.
DETERMINAÇÃO DOS LIMITES DO ESTUDO.
Para execução desta tarefa, no estudo de um versículo, é apenas seguir o
que já foi estudado no capítulo VII, 1, referente ao contexto próximo.
Exercício, continuação do estudo do versículo. Anote.
Determinar o contexto próximo do versículo em estudo e anote-o logo a
seguir ao versículo escolhido.
X, 1, C, TERCEIRA TAREFA DO ESTUDO DE UM VERSÍCULO.
COLETÂNEA DAS PASSAGENS BÍBLICAS, DO CONTEXTO REMOTO, REFERENTES AO
VERSÍCULO E AO CONTEXTO PRÓXIMO DO VERSÍCULO EM ESTUDO.
Para execução desta tarefa, no estudo de um versículo, é apenas seguir o
que já foi estudado no Capítulo VII, 2, referente ao contexto remoto.
Exercício, continuação do estudo do versículo. Anote.
Coletar o máximo de passagens BÍBLICAS que têm afinidade com o versículo
em estudo e com o seu contexto próximo.
X, 1, D, QUARTA TAREFA DO ESTUDO DE UM VERSÍCULO.
INVESTIGAÇÃO, PESQUISA OU OBSERVAÇÃO.
Este é o trabalho de um investigador, perspicaz.
Quando o estudioso da BÍBLIA SAGRADA investiga, pesquisa ou observa,
deve atentar, apenas e tão-somente, para os detalhes que o texto, em
foco para o estudo BÍBLICO, mostra e diz, sem deixar-se levar pelo
famoso ACHO, o qual, infelizmente, muito contribui, para a
desvirtuação da PALAVRA DE DEUS.
Quando do estudo de um versículo, a investigação, pesquisa ou
observação, deve ser realizada integralmente, sobre o versículo em
pauta, bem como em todos os versículos, que estão dentro da
delimitação do estudo, ou seja, no contexto próximo.
X, 1, D, a, QUARTA TAREFA DO ESTUDO DE UM VERSÍCULO, PRIMEIRO RECURSO.
PERGUNTAS FEITAS AO TEXTO.
A tarefa da investigação, pesquisa, ou observação do estudo BÍBLICO é
facilitada, fazendo perguntas ao texto, tais como:
01, Quem¨?
02, Quando¨?
03, Quanto¨?
04, Qual¨?
05, Aonde¨?
06, Onde¨?
07, Porqu�
08, Para qu�
09, Como¨?
10, Etc.
Tomemos como exemplo, Luc¨17:11-19.
Vs¨11.
Quem ia¨?
Aonde ia¨?
Onde passou¨?
Vs¨12.
Onde entrou¨?
Quem lhe saiu ao encontro¨?
Qual era a condição física dos homens¨?
Qual era sua doença¨?
Onde pararam os homens¨?
Vs¨13.
O que fizeram¨?
Quem levantou a voz¨?
O que disseram¨?
Vs¨14.
Quem os viu e lhes falou¨?
O que falou¨?
O que fizeram¨?
Aonde iam eles¨?
O que lhes aconteceu, quando iam¨?
Vs¨15.
O que viu um deles¨?
Qual foi sua reação¨?
Vs¨16.
Quem caiu aos pés¨?
Aos pés de quem caiu¨?
Como colocou seu rosto¨?
O que falava¨?
Qual era sua nacionalidade¨?
Vs¨17-18.
Que lhe respondeu JESUS¨?
Em que tom lhe respondeu JESUS¨?
Quantas perguntas lhe fez¨?
Vs¨19.
Quem disse¨?
O que disse¨?
X, 1, D, b, QUARTA TAREFA DO ESTUDO DE UM VERSÍCULO, SEGUNDO RECURSO.
A GRAMÁTICA.
Ao investigar, pesquisar, ou observar um texto BÍBLICO, o estudioso,
deve prestar toda a atenção possível a todas as palavras, acentuação e
pontuação, visto que, é tudo isto que transmite a totalidade das
informações sobre o mesmo.
Damos a seguir uma lista, com breves explicações.
01, OS NOMES. Os nomes, são palavras que designam pessoas, animais,
coisas, lugares, qualidades, etc.
02, OS SUBSTANTIVOS. Os substantivos, são palavras que variam em
gênero, número e grau, e são usadas para dar nome a ações,
coisas, seres e lugares em geral.
03, OS PRONOMES. Os pronomes, são palavras que substituem os
substantivos, ou que os acompanham, para clarear-lhes o significado.
04, OS ARTIGOS. Os artigos, são palavras que precedem, ou substituem,
os substantivos, indicando o gênero e o número.
05, OS ADJETIVOS. Os adjetivos, são palavras que, caracterizam ou
atribuem características aos substantivos.
06, OS VERBOS. Os verbos, são palavras que denotam ações.
Devemos prestar muita atenção, principalmente aos tempos dos
mesmos, quais sejam, PASSADO, PRESENTE E FUTURO.
07, OS ADVÉRBIOS. Os advérbios, são palavras que modificam verbos,
adjetivos, ou outros advérbios, indicando, situação, estado ou
condição de coisa ou pessoa em dado momento; ou particularidade que
acompanha um fato, ou uma situação.
08, AS CONJUNÇÕES. As conjunções, são palavras, ou conjunto de
palavras, que ligam duas orações, ou dois termos que exercem a
mesma função de uma oração.
09, AS INTERJEIÇÕES. As interjeições, são palavras, ou conjunto
de palavras, que exprimem sentimentos e ou emoções.
10, A ACENTUAÇÃO E A PONTUAÇÃO. Jamais sejam desprezadas estes duas
características, quando do estudo da BÍBLIA SAGRADA, pois os mesmos
são uma enorme fonte de informações, dentro do texto estudado.
Exercício, continuação do estudo do versículo. Anote.
Fazer as investigações, pesquisas, ou observações do versículo que está
sendo estudado, inclusive de todo o contexto próximo.
X, 1, D, c, QUARTA TAREFA DO ESTUDO DE UM VERSÍCULO, TERCEIRO RECURSO.
OS CONTRASTES E AS SEMELHANÇAS.
Outro aspecto muito importante quando da investigação, pesquisa, ou
observação de um texto é verificar se há semelhanças e ou contrastes,
dentro do mesmo.
Exemplos:
CONTRASTES.
01, Gál¨1:10; Agradar a homens, CONTRASTA com, ser servo de CRISTO.
02, Filip¨3:7; Ganho, CONTRASTA com, perda.
SEMELHANÇAS.
01, Gál¨2:8; A operação eficaz em Pedro é SEMELHANTE à operação em
mim (Paulo) com eficácia.
02, Tiago¨4:4; A pergunta se ASSEMELHA à afirmativa.
Exercício, continuação do estudo do versículo. Anote.
Verificar se há contrastes ou semelhanças no versículo que está sendo
estudado, inclusive no contexto próximo.
X, 1, D, d, QUARTA TAREFA DO ESTUDO DE UM VERSÍCULO, QUARTO RECURSO.
O ENTENDIMENTO DE PALAVRAS OU FATOS DESCONHECIDOS.
Às vezes palavras, os fatos são desconhecidas para o estudioso da BÍBLIA.
Para palavras desconhecidas, consultar um dicionário no vernáculo.
Porém, há palavras usadas na BÍBLIA SAGRADA que não são encontradas
nos dicionários comuns.
Neste caso, o estudioso deve recorrer a dicionários e ou a comentários
BÍBLICOS, para tirar as verdadeiras e corretas conclusões do seu estudo.
UM CONSELHO.
Se porventura você vir algo, que chame a atenção, durante a investigação,
pesquisa ou observação e tiver vontade de estudar, há duas opções.
PRIMEIRA OPÇÃO.
Você adia o estudo que está realizando e passa a fazer o estudo que
chamou a atenção.
SEGUNDA OPÇÃO.
Você anota o que chamou a atenção para futuramente fazer o estudo.
Se a opção for pela primeira opção, talvez você jamais consiga
terminar um estudo iniciado.
Por isso, aconselhamos a segunda opção, porque nesta há muito mais
possibilidades de realizar muitos e muitos estudos.
Exercício, continuação do estudo do versículo. Anote.
Pesquisar a fim de descobrir o verdadeiro significado de alguma palavra
ou fato desconhecido no estudo do versículo que está sendo realizado,
inclusive no contexto próximo.
X, 1, E, QUINTA TAREFA DO ESTUDO DE UM VERSÍCULO.
INTERAÇÃO, COMPARAÇÃO, OU RELAÇÃO COM PASSAGENS PARALELAS.
Esta tarefa jamais poderá ser deixada de lado, quando de um estudo
sério da BÍBLIA SAGRADA, visto que, a mesma, muitas vezes completa
alguma conclusão, acrescenta algum detalhe oculto, ou modifica, até
mesmo, uma declaração contida em apenas uma passagem isolada.
É nesta tarefa do estudo BÍBLICO que entra a importância do contexto
remoto, já estudado no capítulo VII, 2.
Exemplos:
01, JESUS CRISTO e os meninos, Mat¨19:13-15; Mar¨10:13-16; Luc¨18:15-17.
Neste exemplo, notamos, sem dificuldade, alguns SUBSÍDIOS COMPLEMENTARES.
02, Ensinamentos sobre a oração, João¨14:13-14; 1ªJoão¨5:14-15.
Neste caso, notamos UMA CERTA MODIFICAÇÃO.
Exercício, continuação do estudo do versículo. Anote.
Fazer a interação, comparação ou relação, com as passagens paralelas,
do estudo do versículo que está sendo realizado.
X, 1, F, SEXTA TAREFA DO ESTUDO DE UM VERSÍCULO.
ENTENDIMENTO, OU INTERPRETAÇÃO OBJETIVA.
Após haver investigado, pesquisado e ou observado atentamente o texto
escolhido para o estudo, juntamente com o contexto próximo e o
contexto remoto vem o entendimento ou a interpretação objetiva.
Para que este componente do estudo BÍBLICO dê o sentido exato, o
estudioso necessita atribuir ao texto, apenas e tão-somente, aquilo
que o mesmo, realmente, afirma, ensina ou diz.
Neste parte do estudo BÍBLICO há necessidade de conhecer o significado exato
de cada palavra, vejamos a seguir, como exemplo, novamente, a palavra casa.
Gên¨7:1, 18:19, 43:16, 47:12; Deut¨8:14; Prov¨9:1, 25:17; Ecle¨7:2;
Is¨37:1, 38:1, 39:4; Ez¨3:17; Mat¨7:24, 8:14, 12:4; Heb¨3:3.
Como vimos, a palavra casa, tem, nestas passagens, vários significados,
devido ao uso da mesma, algumas vezes, como figura de linguagem.
Desta forma, o estudante deve ter o cuidado de conhecer as
figuras de linguagem usadas na BÍBLIA SAGRADA, visto que, se as
mesmas não forem conhecidas, poderá entender uma passagem, de
modo muito diferente do que a mesma ensina.
As figuras de linguagem, são estudadas, no CAPÍTULO VIII, 4, B.
Exercício, continuação do estudo do versículo.
Anote o que entendeu, objetivamente, das observações feitas no contexto
próximo que faz parte do estudo do versículo que está sendo realizado.
X, 1, G, SÉTIMA TAREFA DO ESTUDO DE UM VERSÍCULO.
RESUMO, OU SINTETIZAÇÃO DOS VERSÍCULOS, DO CONTEXTO PRÓXIMO DO
VERSÍCULO QUE ESTÁ SENDO ESTUDADO.
A realização desta tarefa é muito importante, no estudo da BÍBLIA
SAGRADA, visto que, a mesma nos dá a verdadeira posição da BÍBLIA,
referente ao que está sendo estudado.
Exemplos:
01, Versículo com apenas um pensamento.
Resumo possível para Rom¨2:11; DEUS não faz acepção de pessoas.
02, Versículo com mais de um pensamento.
Resumo possível para 2ªCor¨11:3; Não vos corrompeis como Eva,
permanecei na simplicidade de CRISTO.
Há um cuidado muito importante, a ser considerado.
Quando, ao ser realizada esta tarefa, for encontrado um versículo para
o qual seja impossível fazer resumo.
Para tais versículos, visto que, não há possibilidade de resumi-los,
os mesmos devem ser considerados como resumidos, sem que haja
necessidade da perda de tempo.
Exemplos:
02, João¨6:48; Eu sou o PÃO DA VIDA.
03, João¨11:35; JESUS CHOROU.
Exercício, continuação do estudo do versículo. Anote.
Faça o resumo ou sintetização dos versículos do contexto próximo do
versículo que está sendo estudado.
X, 1, H, OITAVA TAREFA DO ESTUDO DE UM VERSÍCULO.
COLOCAÇÃO DAS LIÇÕES E FATOS EM ORDEM LÓGICA E OU CRONOLÓGICA.
Quando do estudo de um versículo, as investigações, os resumos, as
interpretações objetivas, os subsídios tirados das passagens
paralelas, devem ser colocados em ordem lógica e, ou, cronológica.
As lições sobrepostas devem ser reunidas numa só.
Esta tarefa é como que o fecho do estudo realizado, o qual, dará
subsídios ao estudioso da BÍBLIA SAGRADA para a sua própria vida,
através da aplicação pessoal, bem como, será uma enorme fonte de
material para aulas, palestras, pregações, sermões, etc.
Exercício, continuação do estudo do versículo. Anote.
Colocar em ordem lógica e ou cronológica todos as lições e fatos estudados.
X, 1, I, NONA TAREFA DO ESTUDO DE UM VERSÍCULO.
CONCLUSÃO DO ESTUDO.
Esta tarefa é o fecho do estudo, é uma tarefa objetiva, que consiste
em verificar todos os detalhes das demais tarefas já realizadas e
passá-las a limpo.
Verificação da exatidão das tarefas preliminares, já executadas,
quais sejam:
PRIMEIRA TAREFA; Determinação do estudo a ser realizado.
SEGUNDA TAREFA; Determinação dos limites do estudo.
TERCEIRA TAREFA; Coletânea das passagens BÍBLICAS de acordo com o
estudo a realizado.
QUARTA TAREFA; Investigação, pesquisa, ou observação.
QUINTA TAREFA; Entendimento ou interpretação objetiva.
SEXTA TAREFA; Resumo ou sintetização do versículo, no aspecto
relacionado com o estudo em pauta.
SÉTIMA TAREFA; Interação, comparação ou relação com passagens paralelas.
OITAVA TAREFA; Colocação dos fatos em ordem lógica e, ou, cronológica.
NONA TAREFA, REALIZAÇÃO DA TAREFA ATUAL.
CONCLUSÃO DO ESTUDO.
A conclusão do estudo deve ser, tanto quanto possível, sintética e clara,
porém, sem tirar nada importante relacionado com o estudo realizado.
Exercício, continuação do estudo do versículo. Anote.
Fazer a conclusão do estudo do versículo que está sendo realizado.
X, 1, J, DÉCIMA TAREFA DO ESTUDO DE UM VERSÍCULO.
APLICAÇÃO PESSOAL.
Este aspecto é pessoal e subjetivo, por isso:
EM PRIMEIRO LUGAR; Depende de cada estudioso da BÍBLIA SAGRADA.
EM SEGUNDO LUGAR; Depende de cada estudo realizado.
EM TERCEIRO LUGAR; Depende das atitudes passadas, relativas ao que DEUS
ensinou ao estudante.
EM QUARTO LUGAR; Depende da vontade e decisão do estudioso em reparar
erros (quando os há), em obediência à vontade de DEUS, mostrada
durante o estudo da sua palavra.
Desta forma, desde que haja necessidade, quanto mais aplicações em
resposta aos estudos BÍBLICOS realizados, mais o estudioso se aproxima
de DEUS e da perfeição.
A aplicação pessoal pode e deve ser realizada a partir de perguntas
feitas ao estudo, tais como:
01, O que aprendi com o estudo BÍBLICO realizado¨?
02, O que DEUS me falou através do estudo BÍBLICO realizado¨?
03, O que DEUS mostrou desejar de mim através do estudo BÍBLICO realizado¨?
04, Como tenho agido em relação ao estudo BÍBLICO realizado¨?
05, Que devo fazer, de acordo com os ensinamentos aprendidos, para
obedecer a DEUS¨?
A APLICAÇÃO PESSOAL CULMINA, QUANDO NECESSÁRIO, COM A MUDANÇA DE
COMPORTAMENTO DO ESTUDIOSO EM OBEDIÊNCIA À VONTADE DE DEUS.
Exercício, continuação do estudo do versículo. Anote.
Fazer a aplicação pessoal com base no que foi aprendido no estudo realizado.
X, 1, K, UNDÉCIMA TAREFA DO ESTUDO DE UM VERSÍCULO.
ARQUIVAMENTO DO ESTUDO REALIZADO.
Esta tarefa é muito importante, visto que, se um estudo for feito para
atender uma determinada finalidade e o mesmo for desprezado, logo após
o atendimento da finalidade para a qual foi realizado, poderá haver um
grande desperdício de tempo e energia, já que, há muitas
possibilidades do mesmo estudo vir a ser requerido no futuro.
Portanto, o estudioso da BÍBLIA SAGRADA jamais deverá esquecer deste
detalhe, ou desta tarefa, qual seja; arquivar o estudo realizado para
consulta e ou aproveitamento posterior.
Há várias formas de arquivar o estudo BÍBLICO, desde um simples
envelope, até um computador.
O importante é arquivar o estudo, não importando qual o método ou tipo
de arquivo usado.
Exercício, finalização do estudo do versículo.
Fazer o arquivamento do estudo realizado.
X, 1, K, TAREFA ADICIONAL DO ESTUDO DE UM VERSÍCULO.
USO DO ESTUDO REALIZADO.
Esta tarefa, geralmente, é esporádica.
Muitas vezes o estudo é feito em virtude de um pedido.
O estudo foi realizado e o pedido atendido.
Porém, com o tempo, poderá haver necessidade de falar sobre o mesmo estudo.
É aí que está a importância do arquivamento do estudo.
É só ir ao arquivo pegar o estudo realizado no passado, dar uma lida,
recordar os detalhes e, novamente, atender a necessidade.
X, 2, ESTUDO DE UM TEMA.
X, 2, A, PRIMEIRA TAREFA DO ESTUDO DE UM TEMA.
DETERMINAÇÃO DO TEMA A SER ESTUDADO.
A determinação ou escolha do tema a ser estudado é do estudioso,
porém, pode ser feita a pedido de alguém.
Exercício, início do estudo de um tema. Anote.
Escolha o tema que deseja estudar.
X, 2, B, SEGUNDA TAREFA DO ESTUDO DE UM TEMA.
DETERMINAÇÃO DOS LIMITES DO ESTUDO.
Para o estudo de um tema, há a necessidade de determinar os limites do
mesmo, pois, há temas BÍBLICOS, extremamente extensos.
Por exemplo, o tema AMOR.
Se o tema AMOR, for estudado sem que haja delimitação, o estudioso poderá
entrar numa tarefa tão gigantesca que talvez demore anos para o concluir.
Porém se houver delimitação, o tema AMOR, ficará mais fácil de ser
estudado, como pode ser visto no exemplo a seguir:
01, TEMA, O AMOR.
DAMOS A SEGUIR, ALGUMAS DELIMITAÇÕES POSSÍVEIS:
01, O AMOR DE DEUS AO SER HUMANO.
02, O AMOR FRATERNAL.
03, O AMOR CONJUGAL.
04, O AMOR PATERNAL.
05, O AMOR MATERNAL.
05, A, O AMOR MATERNAL DE MARIA, MÃE DE JESUS CRISTO.
06, ETC.
Portanto, dependendo do tema escolhido, o bom senso deve levar o
estudioso a uma delimitação, visando uma melhor compreensão do estudo
desejado, sem que venha emaranhar-se em sua extensão.
Exercício, continuação do estudo de um tema. Anote.
Determinar os limites do estudo BÍBLICO do tema determinado na
primeira tarefa.
X, 2, C, TERCEIRA TAREFA DO ESTUDO DE UM TEMA.
COLETÂNEA DAS PASSAGENS BÍBLICAS REFERENTES À DETERMINAÇÃO DOS
LIMITES DO TEMA EM ESTUDO.
A coletânea das passagens BÍBLICAS é indispensável, para o estudo de um
TEMA, já que, para realizar este tipo de estudo, deveremos contar com a
máxima quantidade de passagens BÍBLICAS sobre o assunto, e de acordo com
a delimitação do mesmo, para que o tempo possa ser aproveitado ao máximo.
Exercício, continuação do estudo de um tema. Anote.
Coletar as passagens BÍBLICAS para o estudo do tema determinado na
primeira tarefa e de acordo com a delimitação proposta na segunda tarefa.
X, 2, D, QUARTA TAREFA DO ESTUDO DE UM TEMA.
INVESTIGAÇÃO, PESQUISA OU OBSERVAÇÃO.
Como já dissemos no estudo de um versículo, a investigação, pesquisa
ou observação é o trabalho de um investigador, perspicaz.
Quando do estudo de um tema, há de haver o bom senso, para que os
versículos sejam observados, apenas nos aspectos relacionados com o
tema em estudo.
Exemplo.
Rom¨1:16.
Este versículo, quando estudado no estudo de um versículo, deve ser
estudado integralmente e em conjunto com o contexto próximo.
Porém, este versículo, também pode servir para que dele sejam tirados
subsídios para um estudo temático, sobre o poder do EVANGELHO.
Este versículo, pode também, ser usado para um estudo biográfico sobre
Paulo, já que nos mostra uma de suas características, qual seja, a de
não se envergonhar do EVANGELHO DE CRISTO.
Portanto, no estudo do tema escolhido, o estudioso deve fazer a
investigação, pesquisa ou observação apenas no que o versículo ensina
sobre o tema escolhido para estudo.
Este cuidado dará um grande ganho de tempo.
UM CONSELHO.
A exemplo do estudo de um versículo, se porventura você vir algo
que chame a atenção durante a investigação, pesquisa ou observação
e tiver vontade de estudar, há duas opções.
PRIMEIRA OPÇÃO.
Você adia o estudo que está realizando e passa a fazer o estudo que
chamou a atenção.
SEGUNDA OPÇÃO.
Você anota o que chamou a atenção para futuramente fazer o estudo.
Se você optar pela primeira opção, talvez jamais consiga terminar um
estudo iniciado.
Por isso, aconselhamos a segunda opção, porque nesta há muito mais
possibilidades de realizar muitos e muitos estudos.
X, 2, D, a, QUARTA TAREFA DO ESTUDO DE UM TEMA, PRIMEIRO RECURSO.
PERGUNTAS FEITAS AO TEXTO.
01, A execução desta tarefa e o uso deste recurso é semelhante ao
usado no estudo de um versículo, X,¨1,¨D,¨a.
X, 2, D, b, QUARTA TAREFA DO ESTUDO DE UM TEMA, SEGUNDO RECURSO.
A GRAMÁTICA.
A execução desta tarefa e o uso deste recurso, também, é semelhante ao
usado no estudo de um versículo, X, 1, D, b.
Exercício, continuação do estudo do tema. Anote.
Fazer as investigações, pesquisas, ou observações de todas as partes
dos versículos que foram alistados e que fazem parte do tema que está
sendo estudado.
X, 2, D, c, QUARTA TAREFA DO ESTUDO DE UM TEMA, TERCEIRO RECURSO.
OS CONTRASTES E AS SEMELHANÇAS.
A execução desta tarefa e o uso deste recurso, também, é semelhante ao
usado no estudo de um versículo, X, 1, D, c.
Exercício, continuação do estudo do tema. Anote.
Verificar se há contrastes ou semelhanças nos versículos que estão sendo
estudados, relativamente ao tema em estudo.
X, 2, D, d, QUARTA TAREFA DO ESTUDO DE UM TEMA, QUARTO RECURSO.
O ENTENDIMENTO DE PALAVRAS OU FATOS DESCONHECIDOS.
A execução desta tarefa e o uso deste recurso, também, é semelhante ao
usado no estudo de um versículo, X, 1, D, d.
Exercício, continuação do estudo do tema. Anote.
Pesquisar a fim de descobrir o verdadeiro significado de alguma palavra
ou fato desconhecido no estudo do tema que está sendo realizado.
X, 2, E, QUINTA TAREFA DO ESTUDO DE UM TEMA.
INTERAÇÃO, COMPARAÇÃO, OU RELAÇÃO COM PASSAGENS PARALELAS.
No estudo temático, as passagens paralelas já fazem parte integrante
do estudo, visto que, para este, já foram colhidas todas as passagens
BÍBLICAS, que contêm informações sobre o tema em estudo e que fazem
parte da delimitação determinada.
Porém, pode ser feita uma revisão na tarefa anterior, qual seja
investigação, pesquisa ou observação.
X, 2, F, SEXTA TAREFA DO ESTUDO DE UM TEMA.
ENTENDIMENTO OU INTERPRETAÇÃO OBJETIVA.
A execução desta tarefa é semelhante ao estudo de um versículo, X, 1, F.
Exercício, continuação do estudo do tema. Anote.
O que entendeu, objetivamente, das observações feitas sobre o tema que
está sendo estudado.
X, 2, G, SÉTIMA TAREFA DO ESTUDO DE UM TEMA.
RESUMO, OU SINTETIZAÇÃO DAS PARTES DOS VERSÍCULOS RELACIONADAS
AO TEMA QUE ESTÁ SENDO ESTUDADO.
Esta tarefa nos dá uma visão sintética do estudo temático que está
sendo realizado.
É bom voltar ao item X, 1, G e dar uma olhada.
Exercício, continuação do estudo do tema.
Anote todos os resumos das partes dos versículos que versam sobre o
tema que está sendo estudado.
X, 2, H, OITAVA TAREFA DO ESTUDO DE UM TEMA.
COLOCAÇÃO DAS LIÇÕES E FATOS EM ORDEM LÓGICA E OU CRONOLÓGICA.
O estudo de um tema, obrigatoriamente, exige a colocação dos ensinamentos
em ordem lógica, para evitar confusão quando for passado adiante.
Em alguns casos, também há necessidade de colocar os ensinamentos e
fatos em ordem cronológica.
Por isso, é necessário muito cuidado na execução desta tarefa.
Exercício, continuação do estudo de um tema.
Anote todos os fatos e ensinamentos em ordem lógica e, quando necessário,
também, em ordem cronológica do estudo temático que está sendo realizado.
X, 2, I, NONA TAREFA DO ESTUDO DE UM TEMA.
CONCLUSÃO DO ESTUDO.
Repetiremos o que escrevemos sobre esta tarefa no estudo de um
versículo, para que fique bem gravado na mente.
Esta tarefa é o fecho do estudo, é uma tarefa objetiva, que consiste
em verificar todos os detalhes das demais tarefas já realizadas e
passá-las a limpo.
Verificação da exatidão das tarefas preliminares, já executadas,
quais sejam:
PRIMEIRA TAREFA; Determinação do estudo a ser realizado.
SEGUNDA TAREFA; Determinação dos limites do estudo.
TERCEIRA TAREFA; Coletânea das passagens BÍBLICAS de acordo com o estudo
a realizado.
QUARTA TAREFA; Investigação, pesquisa ou observação.
QUINTA TAREFA; Entendimento ou interpretação objetiva.
SEXTA TAREFA; Resumo ou sintetização do versículo, no aspecto
relacionado com o estudo em pauta.
SÉTIMA TAREFA; Interação, comparação ou relação com passagens paralelas.
OITAVA TAREFA; Colocação dos fatos em ordem lógica e ou cronológica.
NONA TAREFA, REALIZAÇÃO DA TAREFA ATUAL.
CONCLUSÃO DO ESTUDO.
A conclusão do estudo deve ser, tanto quanto possível, sintética e clara,
porém, sem tirar nada importante relacionado com o estudo realizado.
Exercício, continuação do estudo de um tema. Anote.
Fazer a conclusão do estudo do tema que está sendo realizado
X, 2, J, DÉCIMA TAREFA DO ESTUDO DE UM TEMA.
APLICAÇÃO PESSOAL.
A exemplo da tarefa anterior, repetiremos o que escrevemos sobre esta
tarefa no estudo de um versículo, para que fique bem gravado na mente.
Este aspecto é pessoal e subjetivo, por isso:
EM PRIMEIRO LUGAR; Depende de cada estudioso da BÍBLIA SAGRADA.
EM SEGUNDO LUGAR; Depende de cada estudo realizado.
EM TERCEIRO LUGAR; Depende das atitudes passadas, relativas ao que DEUS
ensinou ao estudante.
EM QUARTO LUGAR; Depende da vontade e decisão do estudioso em reparar
erros (quando os há), em obediência à vontade de DEUS, mostrada
durante o estudo da sua palavra.
Desta forma, desde que haja necessidade, quanto mais aplicações em
resposta aos estudos BÍBLICOS realizados, mais o estudioso se aproxima
de DEUS e da perfeição.
A aplicação pessoal pode e deve ser realizada a partir de perguntas
feitas ao estudo, tais como:
01, O que aprendi com o estudo BÍBLICO realizado¨?
02, O que DEUS me falou através do estudo BÍBLICO realizado¨?
03, O que DEUS mostrou desejar de mim através do estudo BÍBLICO realizado¨?
04, Como tenho agido em relação ao estudo BÍBLICO realizado¨?
05, Que devo fazer, de acordo com os ensinamentos aprendidos, para
obedecer a DEUS¨?
A APLICAÇÃO PESSOAL, CULMINA, QUANDO NECESSÁRIO, COM A MUDANÇA DE
COMPORTAMENTO DO ESTUDIOSO EM OBEDIÊNCIA À VONTADE DE DEUS.
Exercício, continuação do estudo do tema. Anote.
Fazer a aplicação pessoal com base no que foi aprendido no estudo do
tema realizado.
X, 2, K, UNDÉCIMA TAREFA DO ESTUDO DE UM TEMA.
ARQUIVAMENTO DO ESTUDO REALIZADO.
A exemplo das duas tarefas anteriores, repetiremos o que escrevemos
sobre esta tarefa no estudo de um versículo, para que fique bem
gravado na mente.
Esta tarefa é muito importante, visto que, se um estudo for feito para
atender uma determinada finalidade e o mesmo for desprezado, logo após
o atendimento da finalidade para a qual foi realizado, poderá haver um
grande desperdício de tempo e energia, já que, há muitas
possibilidades do mesmo estudo vir a ser requerido no futuro.
Portanto, o estudioso da BÍBLIA SAGRADA jamais deverá esquecer deste
detalhe, ou desta tarefa, qual seja; arquivar o estudo realizado para
consulta e ou aproveitamento posterior.
Há várias formas de arquivar o estudo BÍBLICO, desde um simples
envelope, até um computador.
O importante é arquivar o estudo, não importando qual o método ou tipo
de arquivo usado.
Exercício, finalização do estudo do tema.
Fazer o arquivamento do estudo realizado.
X, 2, K, TAREFA ADICIONAL.
USO DO ESTUDO REALIZADO.
A exemplo da três tarefas anteriores, repetiremos o que escrevemos
sobre esta tarefa no estudo de um versículo.
Esta tarefa, geralmente, é esporádica.
Muitas vezes o estudo é feito em virtude de um pedido.
O estudo foi realizado e o pedido atendido.
Porém, com o tempo, poderá haver necessidade de falar sobre o mesmo estudo.
É aí que está a importância do arquivamento do estudo.
É só ir ao arquivo pegar o estudo realizado no passado, dar uma lida,
recordar os detalhes e, novamente, atender a necessidade.
X, 3, ESTUDO DE UMA BIOGRAFIA.
X, 3, A, PRIMEIRA TAREFA DO ESTUDO DE UMA BIOGRAFIA.
DETERMINAÇÃO DO PERSONAGEM A SER ESTUDADO.
A determinação ou escolha do tema a ser estudado é sua.
Exercício: Início de um estudo biográfico. Anote.
Escolha o personagem BÍBLICO que deseja estudar.
X, 3, B, SEGUNDA TAREFA DO ESTUDO DE UMA BIOGRAFIA.
DETERMINAÇÃO DOS LIMITES DO ESTUDO.
Esta etapa é de suma importância para o estudo de uma biografia,
pois a mesma determina, tanto o limite inicial, quanto o final do
estudo a realizar.
No estudo biográfico, dependendo do personagem a ser estudado,
também é importante a delimitação, a fim de tirarmos do mesmo, o
proveito desejado.
Exemplo:
O personagem escolhido pode ser MOISÉS.
Há muito a aprender sobre ele.
Porém, Moisés é um personagem sobre o qual há muita história contada
na BÍBLIA SAGRADA.
Por isso, o estudo biográfico de MOISÉS, pode e deve ser delimitado de
várias formas.
Exemplos:
01, MOISÉS desde o seu nascimento até o chamado de DEUS.
02, MOISÉS e sua missão no Egito.
03, MOISÉS desde a saída do povo israelita do Egito até sua morte.
04, MOISÉS e sua personalidade.
05, MOISÉS e sua família.
06, MOISÉS no livro de ÊXODO.
07, MOISÉS e a LEI DE DEUS.
08, MOISÉS no ANTIGO TESTAMENTO.
09, ETC.
Portanto, dependendo do personagem escolhido, o bom senso, deve levar
o estudioso a uma delimitação, visando uma melhor compreensão do
estudo desejado, sem que venha emaranhar-se em sua extensão.
Exercício, continuação do estudo biográfico. Anote.
Determinar os limites do estudo biográfico do personagem BÍBLICO
determinado na primeira tarefa.
X, 3, C, TERCEIRA TAREFA DO ESTUDO DE UMA BIOGRAFIA.
COLETÂNEA DAS PASSAGENS BÍBLICAS REFERENTES À DETERMINAÇÃO DOS
LIMITES DO PERSONAGEM EM ESTUDO.
A coletânea das passagens BÍBLICAS é indispensável, para o estudo de
uma BIOGRAFIA, já que, para realizar este tipo de estudo, deveremos
contar com a máxima quantidade de passagens BÍBLICAS sobre o assunto,
e de acordo com a delimitação do mesmo para que o tempo possa ser
aproveitado ao máximo.
Exercício, continuação do estudo biográfico. Anote.
Coletar todas as passagens BÍBLICAS para o estudo biográfico escolhido na
primeira tarefa e de acordo com a delimitação proposta na segunda tarefa.
X, 3, D, QUARTA TAREFA DO ESTUDO DE UMA BIOGRAFIA.
INVESTIGAÇÃO, PESQUISA OU OBSERVAÇÃO.
Como já dissemos no estudo de um versículo, este é o trabalho de um
investigador, perspicaz.
Quando do estudo de uma biografia, há de haver o bom senso, para que
os versículos sejam observados, apenas nos aspectos relacionados ao
personagem em estudo.
Exemplo.
Rom¨1:16.
Este versículo, como já vimos, quando estudado no estudo de um versículo,
deve ser estudado integralmente e em conjunto com o contexto próximo.
Porém, este versículo, também pode servir para que dele sejam tirados
subsídios para um estudo temático, sobre o poder do EVANGELHO.
Pode também, ser usado para um estudo biográfico sobre Paulo, já que
nos mostra uma de suas características, qual seja, a de não se
envergonhar do EVANGELHO DE CRISTO.
Portanto, no estudo biográfico, você deve fazer a investigação,
pesquisa ou observação apenas no que o versículo ensina sobre o
personagem escolhido para estudo.
Este cuidado dará um grande ganho de tempo.
UM CONSELHO.
A exemplo do estudo de um versículo e de um tema, se porventura
você vir algo que chame a atenção durante a investigação, pesquisa
ou observação e tiver vontade de estudar, há duas opções.
PRIMEIRA OPÇÃO.
Adia o estudo que está realizando e passa a fazer o estudo que
chamou a atenção.
SEGUNDA OPÇÃO.
Você anota o que chamou a atenção para futuramente fazer o estudo.
Se você optar pela primeira opção, talvez jamais consiga terminar um
estudo iniciado.
Por isso, aconselhamos a segunda opção, porque nesta há muito mais
possibilidades de realizar muitos e muitos estudos.
Exercício: Continuação do estudo biográfico. Anote.
Faça as investigações, pesquisas ou observações das passagens BÍBLICAS
coletadas na terceira tarefa no que concerne ao personagem em estudo.
X, 3, D, a, QUARTA TAREFA DO ESTUDO DE UMA BIOGRAFIA, PRIMEIRO
RECURSO.
PERGUNTAS FEITAS AO TEXTO.
A execução desta tarefa e o uso deste recurso é semelhante ao usado no
estudo de um versículo, X,¨1,¨D,¨a.
X, 3, D, b, QUARTA TAREFA DO ESTUDO DE UMA BIOGRAFIA, SEGUNDO RECURSO.
A GRAMÁTICA.
A execução desta tarefa e o uso deste recurso, também, é semelhante ao
usado no estudo de um versículo, X, 1, D, b.
Exercício, continuação do estudo biográfico. Anote.
Fazer as investigações, pesquisas, ou observações de todas as partes
dos versículos que foram alistados e que fazem parte da biografia que
está sendo estudada.
X, 3, D, c, QUARTA TAREFA DO ESTUDO DE UMA BIOGRAFIA, TERCEIRO RECURSO.
OS CONTRASTES E AS SEMELHANÇAS.
A execução desta tarefa e o uso deste recurso, também, é semelhante ao
usado no estudo de um versículo, X, 1, D, c.
Exercício, continuação do estudo biográfico. Anote.
Verificar se há contrastes ou semelhanças nos versículos que estão sendo
estudados, relativamente à biografia em estudo.
X, 3, D, d, QUARTA TAREFA DO ESTUDO DE UMA BIOGRAFIA, QUARTO RECURSO.
ENTENDIMENTO DE PALAVRAS OU FATOS DESCONHECIDOS.
A execução desta tarefa e o uso deste recurso, também, é semelhante ao
usado no estudo de um versículo, X, 1, D, d.
Exercício, continuação do estudo biográfico. Anote.
Pesquisar a fim de descobrir o verdadeiro significado de alguma palavra
ou fato desconhecido no estudo biográfico que está sendo realizado.
X, 3, E, QUINTA TAREFA DO ESTUDO DE UMA BIOGRAFIA.
INTERAÇÃO, COMPARAÇÃO, OU RELAÇÃO COM PASSAGENS PARALELAS.
No estudo biográfico, as passagens paralelas já fazem parte integrante
do estudo, visto que, para este, já foram colhidas todas as passagens
BÍBLICAS, que contêm informações sobre o tema em estudo e que fazem
parte da delimitação determinada.
Porém, pode ser feita uma revisão na tarefa anterior, qual seja
investigação, pesquisa ou observação.
X, 3, F, SEXTA TAREFA DO ESTUDO DE UMA BIOGRAFIA.
ENTENDIMENTO, OU INTERPRETAÇÃO OBJETIVA.
A execução desta tarefa é semelhante ao estudo de um versículo, X, 1, F.
Exercício Continuação do estudo biográfico.
Anote o que entendeu, objetivamente, das observações feitas sobre o
personagem que está sendo estudado.
X, 3, G, SÉTIMA TAREFA DO ESTUDO DE UMA BIOGRAFIA.
RESUMO, OU SINTETIZAÇÃO DAS PARTES DOS VERSÍCULOS RELACIONADAS À
PESSOA QUE ESTÁ SENDO ESTUDADO.
Esta tarefa nos dá uma visão sintética do personagem que está
sendo realizado.
É bom voltar ao item X, 1, G e dar uma olhada.
Exercício, continuação do estudo biográfico.
Anote todos os resumos das partes dos versículos que versam sobre o
personagem que está sendo estudado.
X, 3, H, OITAVA TAREFA DO ESTUDO DE UMA BIOGRAFIA.
COLOCAÇÃO DAS LIÇÕES E FATOS EM ORDEM LÓGICA E OU CRONOLÓGICA.
O estudo biográfico, obrigatoriamente, exige a colocação dos
ensinamentos em ordem lógica e, ou, cronológica para evitar confusão
quando for passado adiante.
Por isso, é necessário muito cuidado na execução desta tarefa.
Exercício, continuação do estudo biográfico.
Anote todos os fatos e ensinamentos em ordem lógica e, quando
necessário, também, em ordem cronológica do estudo biográfico que está
sendo realizado.
X, 3, I, NONA TAREFA DO ESTUDO DE UMA BIOGRAFIA.
CONCLUSÃO DO ESTUDO.
Repetiremos o que escrevemos sobre esta tarefa no estudo de um
versículo e no estudo temático, para que fique bem gravado na mente.
Esta tarefa é o fecho do estudo, é uma tarefa objetiva, que consiste
em verificar todos os detalhes das demais tarefas já realizadas e
passá-las a limpo.
Verificação da exatidão das tarefas preliminares, já executadas, quais sejam:
PRIMEIRA TAREFA; Determinação do estudo a ser realizado.
SEGUNDA TAREFA; Determinação dos limites do estudo.
TERCEIRA TAREFA; Coletânea das passagens BÍBLICAS de acordo com o
estudo a ser realizado.
QUARTA TAREFA; Investigação, pesquisa, ou observação.
QUINTA TAREFA; Entendimento, ou interpretação objetiva.
SEXTA TAREFA; Resumo, ou sintetização do versículo, no aspecto
relacionado com o estudo em pauta.
SÉTIMA TAREFA; Interação, comparação, ou relação com passagens paralelas.
OITAVA TAREFA; Colocação dos fatos em ordem lógica e ou cronológica.
NONA TAREFA, REALIZAÇÃO DA TAREFA ATUAL.
CONCLUSÃO DO ESTUDO.
Exercício, continuação do estudo biográfico. Anote.
Fazer a conclusão do estudo biográfico que está sendo realizado.
X, 3, J, DÉCIMA TAREFA DO ESTUDO DE UMA BIOGRAFIA.
APLICAÇÃO PESSOAL.
A exemplo da tarefa anterior, repetiremos o que escrevemos sobre esta
tarefa no estudo de um versículo e no estudo temático, para que fique
bem gravado na mente.
Este aspecto é pessoal e subjetivo, por isso:
EM PRIMEIRO LUGAR; Depende de cada estudioso da BÍBLIA SAGRADA.
EM SEGUNDO LUGAR; Depende de cada estudo realizado.
EM TERCEIRO LUGAR; Depende das atitudes passadas, relativas ao que DEUS
ensinou ao estudante.
EM QUARTO LUGAR; Depende da vontade e decisão do estudioso em reparar
erros (quando os há), em obediência à vontade de DEUS, mostrada
durante o estudo da sua palavra.
Desta forma, desde que haja necessidade, quanto mais aplicações em
resposta aos estudos BÍBLICOS realizados, mais o estudioso se aproxima
de DEUS e da perfeição.
A aplicação pessoal pode e deve ser realizada a partir de perguntas
feitas ao estudo, tais como:
01, O que aprendi com o estudo BÍBLICO realizado¨?
02, O que DEUS me falou através do estudo BÍBLICO realizado¨?
03, O que DEUS mostrou desejar de mim através do estudo BÍBLICO realizado¨?
04, Como tenho agido em relação ao estudo BÍBLICO realizado¨?
05, Que devo fazer, de acordo com os ensinamentos aprendidos, para
obedecer a DEUS¨?
A APLICAÇÃO PESSOAL, CULMINA, QUANDO NECESSÁRIO, COM A MUDANÇA DE
COMPORTAMENTO DO ESTUDIOSO EM OBEDIÊNCIA À VONTADE DE DEUS.
Exercício, continuação do biográfico. Anote.
Fazer a aplicação pessoal com base no que foi aprendido no estudo
biográfico realizado.
X, 3, K, UNDÉCIMA TAREFA DO ESTUDO DE UMA BIOGRAFIA.
ARQUIVAMENTO DO ESTUDO REALIZADO.
A exemplo da duas tarefas anteriores, repetiremos o que escrevemos
sobre esta tarefa no estudo de um versículo e no estudo temático, para
que fique bem gravado na mente.
Esta tarefa é muito importante, visto que, se um estudo for feito para
atender uma determinada finalidade e o mesmo for desprezado, logo após
o atendimento da finalidade para a qual foi realizado, poderá haver um
grande desperdício de tempo e energia, já que, há muitas
possibilidades do mesmo estudo vir a ser requerido no futuro.
Portanto, o estudioso da BÍBLIA SAGRADA jamais deverá esquecer deste
detalhe ou desta tarefa, qual seja; arquivar o estudo realizado para
consulta e ou aproveitamento posterior.
Há várias formas de arquivar o estudo BÍBLICO, desde um simples
envelope, até um computador.
O importante é arquivar o estudo, não importando qual o método ou tipo
de arquivo usado.
Finalização do estudo do versículo.
Fazer o arquivamento do estudo realizado.
.
X, 3, K, TAREFA ADICIONAL.
USO DO ESTUDO REALIZADO.
A exemplo da três tarefas anteriores, repetiremos o que escrevemos
sobre esta tarefa no estudo de um versículo e no estudo temático.
Esta tarefa, geralmente, é esporádica.
Muitas vezes o estudo é feito em virtude de um pedido.
O estudo foi realizado e o pedido atendido.
Porém, com o tempo, poderá haver necessidade de falar sobre o mesmo estudo.
É aí que está a importância do arquivamento do estudo.
É só ir ao arquivo pegar o estudo realizado no passado dar uma lida,
recordar os detalhes e, novamente, atender a necessidade.
XI, VARIEDADES DE ESTUDOS BÍBLICOS.
Nos três capítulos anteriores aprendemos:
01, SOBRE O ESTUDO BÍBLICO DE UM VERSÍCULO DA BÍBLIA SAGRADA.
02, SOBRE O ESTUDO BÍBLICO DE UM TEMA ENCONTRADO NA BÍBLIA SAGRADA.
03, SOBRE O ESTUDO BIOGRÁFICO DE UM PERSONAGEM, DA BÍBLIA SAGRADA.
Como já frisamos, estes são os estudos BÍBLICOS mais simples e comuns,
e atendem praticamente a todas as necessidades de um pregador,
professor, conferencista, etc., CRISTÃO.
Porém, quem desejar e tiver coragem, tem tarefas profundas e imensas à
sua frente, as quais, podem ser vislumbradas com as próximas
possibilidades de estudos BÍBLICOS.
01, ESTUDO BÍBLICO DE UM CAPÍTULO DA BÍBLIA SAGRADA.
02, ESTUDO BÍBLICO DE UM LIVRO DA BÍBLIA SAGRADA.
03, ESTUDO BÍBLICO DE UMA DIVISÃO DA BÍBLIA SAGRADA.
04, ESTUDO GERAL DA BÍBLIA SAGRADA.
CONCLUSÃO.
Chegamos ao final deste manual básico de estudos BÍBLICOS, porém, ainda
que básico, cremos que o mesmo há de ser muito útil para todos aqueles
que se dispuseram a estudá-lo e colocá-lo em prática em suas vidas.
Desejamos, portanto, a todos os irmãos, o máximo aproveitamento deste
manual, o qual, visa, na realidade, o crescimento espiritual do
estudante da BÍBLIA, não para exaltação pessoal, mas para a honra e
glória de DEUS.
Neste caso, a IGREJA DE JESUS CRISTO também será beneficiada, pois, DEUS
será glorificado na mesma, não só através da aquisição de conhecimento e
sabedoria, mas também, através da aplicação dos irmãos que se preocupam
em aprender como estudar corretamente a BÍBLIA SAGRADA.
Quando o estudo correto da BÍBLIA SAGRADA é bem dirigido, também
fortalece e consolida a fé em JESUS CRISTO COMO ÚNICO E SUFICIENTE
SALVADOR e, em conseqüência, a certeza inabalável da SALVAÇÃO ETERNA.

BIBLIOGRAFIA.
01, BÍBLIA SAGRADA.
Tradução, Almeida, João Ferreira de.
Edição corrigida e revisada fiel ao texto original.
Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil, 1.994, 1.995, São Paulo, SP, Brasil.
02, COMO ESTUDAR A BÍBLIA.
Novas Edições Líderes Evangélicos, 1982, São Paulo, SP, Brasil.
03, COMO ESTUDAR A SUA BÍBLIA.
M. R. De Haan, M. D.
Imprensa Batista Regular, 3a Edição, 1984, São Paulo, SP, Brasil.
04, CONCISO DICIONÁRIO DE TEOLOGIA CRISTÃ.
Erickson, Millard J.
JUERP, 1991, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
05, CONCORDÂNCIA BÍBLICA EXAUSTIVA.
Produzida para o texto da BÍBLIA SAGRADA citada acima (01).
L. Gilmer, Thomas; Jacobs, Jon; Vilela, Milton.
Editora Vida.
06, DICIONÁRIO DA BÍBLIA.
Davis, John D.
JUERP, 7a Edição, 1980, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
07, MINIGRAMÁTICA.
Terra, Ernani.
Editora Scipione, 7ª edição, 1996, S. Paulo, SP, Brasil.
08, HERMENÊUTICA.
Lund, E.
Editora Vida, 5a Impressão, 1987, Brasil.
09, MÉTODOS DE ESTUDO BÍBLICO.
Henrichsen, Walter A.
Editora Mundo Cristão, 3a Edição Brasileira, Julho de 1986, São Paulo, SP, Brasil.
10, MINIDICIONÁRIO AURÉLIO.
Ferreira, Aurélio Buarque de Holanda.
Editora Nova Fronteira, 1a Edição, 6a Impressão, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
11, O NOVO COMENTÁRIO DA BÍBLIA.
Professor Davidson, F. M.A, D.D.
Editado em português pelo Revdo. Dr. Shedd, Russel P, M.A, B.D. PH.D.
Edições Vida Nova 1a Edição, 4a Reimpressão, 1980, São Paulo, SP, Brasil.

Manual Básico
do
Pregador Cristão
MANUAL BÁSICO DO PREGADOR CRISTÃO

*Aqui você encontrará um vasto estudo sobre como preparar e elaborar um sermão ,e ser bem
sucedido em sua missão de “Pregar o Evangelho”-Pr.Clodoaldo Pereira
(pr.clodoaldopereira@yahoo.com.br/www.prclodoaldopereira.blogspot.com)

PÁGINA
INTRODUÇÃO. 03
I, O QUE É HOMILÉTICA¨? 03
II, O SERMÃO, O QUE ɨ? 04
III, REQUISITOS NECESSÁRIOS AO PREGADOR DA PALAVRA DE DEUS. 04
IV, SUBSÍDIOS PARA A PREPARAÇÃO E ENTREGA DO SERMÃO. 05
V, AS PARTES DO SERMÃO E SUA PREPARAÇÃO. 05
V, 1, O CABEÇALHO DO SERMÃO. 06
V, 1, A, A PASSAGEM BÍBLICA BASE PARA O SERMÃO. 06
V, 1, B, O TEMA DO SERMÃO. 07
V, 1, C, O TÍTULO DO SERMÃO. 08
V, 2, A INTRODUÇÃO DO SERMÃO. 11
V, 3, O CORPO DO SERMÃO. 12
V, 4, A CONCLUSÃO DO SERMÃO. 13
V, 4, B, A APLICAÇÃO DO SERMÃO. 14
V, 4, C, O APELO AO PÚBLICO. 15
V, 5, A FINALIZAÇÃO DO PREPARO DO SERMÃO. 18
VI, O ARQUIVAMENTO DO SERMÃO. 19
VII, O ESBOÇO DO SERMÃO. 19
VIII, TIPOS DE SERMÃO. 21
VIII, 1, SERMÃO TEMÁTICO, OU TÓPICO. 22
VIII, 1, A, O SERMÃO TEMÁTICO OU TÓPICO BÍBLICO. 22
VIII, 1, B, SERMÃO TEMÁTICO OU TÓPICO EXTRA-BÍBLICO. 23
VIII, 1, C, O SERMÃO TEMÁTICO OU TÓPICO MISTO. 25
VIII, 2, SERMÃO TEXTUAL. 25
VIII, 3, SERMÃO EXPOSITIVO. 26
IX, AS ILUSTRAÇÕES. 28
X, OS SERMÕES OFICIAIS. 30
XI, PREGAR, MAS, SOBRE O QUʨ? 30
XII, CUIDADOS IMPORTANTES, QUE O PREGADOR DEVE TER ANTES DE CHEGAR AO PÚLPITO. 31
XIII, CUIDADOS IMPORTANTES QUE O PREGADOR DEVE OBSERVAR
AO APRESENTAR-SE EM PÚBICO, PARA PREGAR. 31
XIV, AS POSSIBILIDADES DO PREGADOR DA PALAVRA DE DEUS. 33
CONCLUSÃO. 33
BIBLIOGRAFIA. 34

MANUAL BÁSICO DO PREGADOR CRISTÃO.


INTRODUÇÃO.
Este MANUAL BÁSICO DO PREGADOR CRISTÃO (HOMILÉTICA) visa, com seu
conteúdo sucinto, dar oportunidade a todos os interessados na pregação
da PALAVRA DE DEUS, a melhor se prepararem, para que suas pregações se
façam dentro de um estilo mais equilibrado e estético.
É bem verdade que, só o conhecedor da homilética sabe quando um sermão
está, ou não, bem preparado, porém, o estudo sobre a pregação é
necessário, pois um sermão bem pregado é aprovado, tanto pelo
desconhecedor, quanto pelo conhecedor da homilética, que esteja
presente ou escute uma pregação.
Entretanto, é bom que o pregador tenha em sua mente o que
declaramos a seguir:
A homilética, ainda que seja muito importante para a preparação e
entrega da mensagem de DEUS, não faz, nem produz, por si só, o sermão.
A homilética, apenas, ajuda o pregador a preparar e entregar o sermão,
de acordo com um conjunto de regras.
Desta forma, estudar homilética sem ter base doutrinária, ou
conhecimento da BÍBLIA SAGRADA será, até, prejudicial pois, uma pessoa
nestas condições poderá pensar que está preparada para pregar, porém,
visto que lhe falta o essencial terá, até, mais dificuldade de
entregar uma mensagem BÍBLICA do que um filho de DEUS que esteja
alicerçado na BÍBLIA SAGRADA e, doutrinariamente, bem preparado,
embora não tenha nenhum conhecimento de homilética.
Assim sendo, o pregador CRISTÃO, há de aliar a técnica ao conhecimento
BÍBLICO e DOUTRINÁRIO, a fim de ser abençoado por DEUS, bem como, ser uma
bênção em SUAS GLORIOSAS MÃOS, quando da pregação da sua SANTA PALAVRA.
Por isto, o pregador da PALAVRA DE DEUS deve estudar homilética com
muita oração, atenção e dedicação, a fim de melhorar sua performance
como orador sacro.
Se a opção para o estudo da homilética é este manual básico, as lições
que se seguem, com certeza, o ajudarão a melhorar a eficiência, ao
pregar sobre os grandes ensinamentos de DEUS ao ser humano em geral,
quer sejam SALVOS POR JESUS CRISTO ou não.
I, O QUE É HOMILÉTICA¨?
O conciso dicionário de Teologia Cristã, define HOMILÉTICA, como:
01, O que diz respeito à pregação ou ao estudo da pregação.
02, A ciência e arte da preparação e entrega do sermão.
Desta forma, a HOMILÉTICA, abrange todas as atividades e passos,
concernentes ao sermão, desde a preparação, até sua entrega aos ouvintes.

MANUAL BÁSICO DO PREGADOR


Conforme a segunda definição, a HOMILÉTICA é, ao mesmo tempo, uma
ciência e uma arte.
Como ciência, a HOMILÉTICA tem as suas regras definidas, as quais,
podem e devem ser seguidas por todos os pregadores que desejam
entregar mensagens bem equilibradas.
Como arte, o pregador está livre para embelezar o sermão da melhor
forma possível e de acordo com a sua capacidade.
O pregador da PALAVRA DE DEUS há de seguir o conselho que Paulo deu a
Timóteo, o qual, está registrado em 2ªTim¨2:15.
Além desta passagem BÍBLICA, temos na mesma carta, em 2ªTim¨3:16-4:5,
como que uma incitação à pregação.
Vimos nestas duas passagens BÍBLICAS, Paulo incentivando Timóteo a
manejar bem a PALAVRA DE DEUS, bem como, incitando-o à pregação da mesma.
Todos os crentes em JESUS CRISTO (principalmente os pregadores da PALAVRA
DE DEUS), desde os menores até aos maiores, devem atentar para estas
passagens BÍBLICAS, como se Paulo lhes estivesse escrevendo diretamente.
Além disto, já que a homilética ensina e ajuda o pregador (profeta), a
mesma contribui para a edificação, exortação e consolação da IGREJA DE
JESUS CRISTO, 1ªCor¨14:3.
A boa aplicação da HOMILÉTICA, está ligada, ao bom manejo da BÍBLIA
SAGRADA, no que concerne ao seu estudo.
Sobre o estudo da BÍBLIA SAGRADA, temos o MANUAL BÁSICO DE ESTUDOS
BÍBLICOS, o qual, para o bem do pregador da PALAVRA DE DEUS, deve ser
estudado, antes do estudo deste MANUAL BÁSICO DO PREGADOR CRISTÃO
(HOMILÉTICA), visto que, desta forma, haverá mais e melhores subsídios
à aplicação dos estudos deste manual.
II, O SERMÃO, O QUE ɨ?
Segundo o minidicionário Aurélio, para o nosso caso, sermão significa:
01, Discurso religioso.
Desta forma, o nosso sermão, ou seja, o sermão EVANGÉLICO OU CRISTÃO, é
um discurso acerca da BÍBLIA SAGRADA, ou sobre a totalidade da FÉ CRISTÃ.
Naturalmente cada sermão abrange, apenas um, ou poucos aspectos da
BÍBLIA ou da fé CRISTÃ.
III, REQUISITOS NECESSÁRIOS AO PREGADOR DA PALAVRA DE DEUS.
Todo aquele que deseja ser pregador da PALAVRA DE DEUS há de atender a
alguns requisitos, os quais, são extremamente importantes para o
pregador das SAGRADAS ESCRITURAS.
Vejamos alguns:

MANUAL BÁSICO DO PREGADOR CRISTÃO


01, Ser crente em JESUS CRISTO, ou seja, crer em JESUS CRISTO como
único e suficiente SALVADOR e que, por isso mesmo, tenha a certeza
absoluta da sua SALVAÇÃO ETERNA.
02, Ter uma vida de muita oração.
03, Ter um grande contato com a BÍBLIA SAGRADA, em três aspectos,
quais sejam:
03, A, Muita leitura.
Ter um programa constante de leitura da BÍBLIA SAGRADA inteira, no
menor espaço de tempo possível.
03, B, Muito estudo.
03, C, Muita meditação.
04, Conhecer ao máximo, o idioma no qual a mensagem BÍBLICA será pregada.
05, Preocupar-se em estudar sobre conhecimentos gerais.
06, Procurar estar em dia com os assuntos cotidianos.
IV, SUBSÍDIOS PARA A PREPARAÇÃO E ENTREGA DO SERMÃO.
Além dos requisitos mencionados no capítulo anterior, o pregador, pode
e deve lançar mão de alguns subsídios muito importantes, para o
preparo e entrega de seus sermões, tais como.
01, Colecionar, dentro do possível, ilustrações, as quais, quando bem
usadas (arte) são muito úteis.
Há ouvintes que esquecem a mensagem pregada, porém, na maioria das
vezes, a ilustração fica gravada em seu coração, o CAPÍTULO IX deste
estudo é dedicado às ilustrações.
02, Colecionar recortes de jornais e ou revistas.
Se necessário, possível e de acordo com a mensagem, apresentá-los,
quando da pregação, como provas de declarações feitas durante a mesma.
03, Recursos audiovisuais, tais como, slides, filmes, flanelógrafo,
cartazes, etc., poderão ajudar, e muito, o pegador na transmissão
da mensagem de DEUS, desde que o material usado esteja de acordo
com a mensagem pregada.
V, AS PARTES DO SERMÃO E SUA PREPARAÇÃO.
Todo o sermão é composto de várias partes indispensáveis para ser um
todo harmonioso.
Vejamos a seguir quais as partes de um sermão:
1, CABEÇALHO DO SERMÃO.
2, INTRODUÇÃO DO SERMÃO.
3, CORPO DO SERMÃO.
4, CONCLUSÃO DO SERMÃO.
MANUAL BÁSICO DO PREGADOR CRISTÃO
Ao estudarmos as partes do sermão há um exemplo de sermão já
preparado, porém, veremos ao longo deste estudo, que estas partes não
são preparadas na ordem em que são apresentados ao público.
Vejamos cada parte em particular, bem como, sua preparação.
V, 1, O CABEÇALHO DO SERMÃO.
O cabeçalho do sermão, encabeça o sermão, ou seja, é a parte inicial do
sermão.
O cabeçalho do sermão, contém:
A, A PASSAGEM BÍBLICA BASE PARA O SERMÃO.
B, O TEMA DO SERMÃO.
C, O TÍTULO DO SERMÃO.
V, 1, A, A PASSAGEM BÍBLICA BASE PARA O SERMÃO.
Todo o sermão EVANGÉLICO há de ser preparado e pregado tendo como base
uma passagem BÍBLICA, para dar-lhe autenticidade e autoridade.
A PASSAGEM BÍBLICA BASE PARA O SERMÃO pode ser adotada após DEUS dar ao
pregador uma idéia, um tema ou ter mostrado algum fato, que o pregador
aceite como oportuno para transmiti-lo numa mensagem EVANGÉLICA.
Neste caso, o pregador há de procurar na BÍBLIA SAGRADA um texto que
se enquadre no tema mostrado por antecipação.
Exemplos:
TEMA, DOENÇA.
TEXTO BÍBLICO POSSÍVEL, 2ºReis¨13:14.
TEMA, AMOR.
TEXTO BÍBLICO POSSÍVEL, João¨3:16.
Exercícios:
Todos os exercícios deste estudo devem ser realizados e anotados,
apenas o exercício da undécima tarefa está livre da anotação.
01, Encontrar e anotar um texto BÍBLICO que tenha algo a ver com o
tema AMIZADE.
02, Encontrar e anotar um texto BÍBLICO que tenha algo a ver com o
tema GUERRA.
03, Encontrar e anotar um texto BÍBLICO que tenha algo a ver com o
tema VIAGEM.
O texto BÍBLICO, também pode ser adotado, quando, ao ler uma passagem da
BÍBLIA, a atenção do pregador seja tocada para pregar sobre a mesma.
04, Anote um versículo sobre o qual você deseja pregar.

MANUAL BÁSICO DO PREGADOR CRISTÃO


A passagem BÍBLICA, jamais deve ser usada como pretexto, para o
pregador desabafar sobre a IGREJA o que não tenha coragem de falar
abertamente à mesma.
Visto que o texto BÍBLICO é a base indispensável para o sermão, este,
há de ser o primeiro item do sermão a ser separado e adotado para
jamais ser abandonado ao longo do preparo e da pregação.
A única exceção a esta regra está no exemplo dado acima, no qual, em
primeiro lugar vem à mente o tema, para depois buscar um texto BÍBLICO
que dê sustentação ao tema.
Porém, de qualquer forma, a força do sermão está na autoridade da
BÍBLIA, não no tema em si.
Por isso, o texto BÍBLICO base para a mensagem não pode ser lembrado e
lido, apenas, no início da pregação, para depois ser abandonado, como
algo imprestável que é jogado na lata do lixo.
Iniciaremos aqui, um exemplo progressiva, da montagem de um sermão.
CABEÇALHO.
PASSAGEM BÍBLICA BASE PARA O SERMÃO, João¨3:16.
Exercício, início da preparação de um sermão. Anote.
Comece a preparar um sermão, selecionando um versículo (pode ser o
versículo do exercício anterior).
V, 1, B, O TEMA DO SERMÃO.
O tema do sermão é o assunto geral e abrangente, sobre o qual o
pregador se propõe desenvolver, preparar e pregar ao público.
O tema do sermão deve ser o mais resumido possível.
Na maioria das vezes uma só palavra basta, para declarar o tema a ser
pregado.
Vejamos alguns exemplos de temas livres:
01, AMOR.
02, DOENÇA.
03, PECADO.
04, FAMÍLIA.
05, HISTÓRIA.
06, IGREJA.
07, MILAGRES.
08, TRABALHO.
09, ORAÇÃO.
10, PAZ.
11, GUERRA.
12, ETC.
Exercício: Anote.
Faça uma lista de temas, para possíveis sermões.

MANUAL BÁSICO DO PREGADOR CRISTÃO


O tema do sermão (se não a palavra ou palavras, pelo menos, a idéia)
há de estar, obrigatoriamente, contido na passagem BÍBLICA base para a
mensagem a ser preparada e entregue ao público, a fim de dar-lhe, a
necessária, autoridade.
O pregador jamais deve escolher e anunciar um tema que não esteja
contido na passagem BÍBLICA base para a mensagem.
Se porventura isto ocorrer é um erro muito grave.
Há uma imensa quantidade de versículos na BÍBLIA SAGRADA, nos quais,
estão contidos e podem ser encontrados vários temas, os quais, por isso
mesmo, podem e devem ser usados para preparar e pregar inúmeros sermões.
Vejamos os exemplos seguintes usando-se como base, João¨3:16:
01, João¨3:16, TEMA, DEUS.
02, João¨3:16, TEMA, O AMOR.
03, João¨3:16, TEMA, O MUNDO.
04, João¨3:16, TEMA, OFERTA.
05, João¨3:16, TEMA, O UNIGÊNITO DE DEUS.
06, João¨3:16, TEMA, A FÉ.
07, João¨3:16, TEMA, A MORTE.
08, João¨3:16, TEMA, A VIDA.
Exercício: Anote.
Leia João¨3:18 e faça uma lista dos temas que encontrar.
Exemplo progressivo da montagem de um sermão.
CABEÇALHO.
PASSAGEM BÍBLICA BASE PARA O SERMÃO, João¨3:16.
TEMA DO SERMÃO, AMOR.
Exercício: Anote.
Dê um tema para o sermão que está preparando, baseado no versículo
escolhido.
V, 1, C, O TÍTULO DO SERMÃO.
Um tema de sermão pode ser analisado e pregado a partir de vários
pontos de vista.
Já que cada ponto de vista é diferente dos demais, cada qual, deve ter um
título, também diferente, para diferenciá-lo de todos os outros.
O título do sermão é o aspecto específico do tema, sobre o qual o
pregador se propõe pregar, por isso, o título do sermão há de brotar
naturalmente do tema.
O título do sermão, tem a missão de preparar, claramente, o auditório,
para o que irá escutar.
O título do sermão deve ser mais elaborado do que o tema, por isso, em
geral usa várias palavras.

MANUAL BÁSICO DO PREGADOR CRISTÃO


Vejamos alguns exemplos de títulos de sermões, baseados em um tema
livre do item anterior:
01, TEMA, AMOR.
TÍTULO DO SERMÃO, O AMOR DE DEUS PELO HOMEM.
02, TEMA, AMOR.
TÍTULO DO SERMÃO, O AMOR IDEAL DE UM HOMEM POR UMA MULHER.
03, TEMA, AMOR.
TÍTULO DO SERMÃO, O AMOR DE MÃE.
04, TEMA, AMOR.
TÍTULO DO SERMÃO, O AMOR FRATERNAL.
05, TEMA, AMOR.
TÍTULO DO SERMÃO, O AMOR CONJUGAL.
06, TEMA, AMOR.
TÍTULO DO SERMÃO, O AMOR DE DEUS PELO HOMEM.
07, TEMA, AMOR.
TÍTULO DO SERMÃO, O AMOR PATERNAL.
08, TEMA, AMOR.
TÍTULO DO SERMÃO, O AMOR CRISTÃO.
Veremos agora, alguns exemplos de títulos de sermões, levando em
consideração a passagem BÍBLICA de João¨3:16.
PASSAGEM BÍBLICA, João¨3:16.
01, TEMA, O AMOR.
TÍTULO DO SERMÃO, O AMOR DE DEUS PELO MUNDO.
02, TEMA, O AMOR.
TÍTULO DO SERMÃO, O AMOR DE DEUS, DEMONSTRADO EM JESUS CRISTO.
03, TEMA, O AMOR.
TÍTULO DO SERMÃO, A DEMONSTRAÇÃO DO AMOR DE DEUS.
04, TEMA, O AMOR.
TÍTULO DO SERMÃO, O ALCANCE DO AMOR DE DEUS.
05, TEMA, O MUNDO.
TÍTULO DO SERMÃO, O MUNDO E SUA RELAÇÃO COM DEUS.
06, TEMA, OFERTA.
TÍTULO DO SERMÃO, O MELHOR PRESENTE DE DEUS.
07, TEMA, A FÉ.
TÍTULO DO SERMÃO, A FÉ EM JESUS CRISTO E SUAS CONSEQÜÊNCIAS.
08, TEMA, A MORTE.
TÍTULO DO SERMÃO, A MORTE ETERNA, PROVOCADA PELA FALTA DE FÉ EM
JESUS CRISTO.
09, TEMA, A VIDA ETERNA.
TÍTULO DO SERMÃO, A VIDA ETERNA, FRUTO DA FÉ EM JESUS CRISTO.

MANUAL BÁSICO DO PREGADOR CRISTÃO


Ao estudarmos sobre o tema, dissemos que há versículos, que podem ser
usados, como base para inúmeros sermões, isto é possível porque, num só
versículo, podem ser encontrados vários temas, os quais, por sua vez, podem
ser usados, para vários títulos de sermões, como é o caso de João¨3:16.
Como vimos, nos quatro primeiros exemplos o tema escolhido é o mesmo,
porém, para o mesmo tema foram dados quatro títulos, os quais podem
ser usados para quatro sermões diferentes.
Usamos neste exemplo, apenas o tema “AMOR”, mas, o mesmo pode
acontecer em relação aos demais temas.
Isto é possível porque o tema, como já frisamos, é global, porém o
título do sermão é específico.
Às vezes o pregador engloba o tema e o título, sem haver distinção,
ficando desta forma:
PASSAGEM BÍBLICA BASE PARA O SERMÃO.
Filip¨2:1-11.
TÍTULO, OU TEMA, DO SERMÃO.
JESUS CRISTO, EXEMPLO DE HUMILDADE PARA O CRISTÃO.
Este fato não desmerece de forma alguma, quer seja a mensagem ou o pregador.
Porém, se o tema estiver separado do título da mensagem o cabeçalho
ficará menos banal.
Em todos os exemplos deste manual, a opção é pela separação entre o
tema e o título do sermão.
Para que o título do sermão esteja, plenamente, de acordo com a mensagem a
ser pregada, não é imprescindível, mas, é bom que o mesmo seja dado ao final
do preparo do sermão (pelo menos, após o preparo do corpo), para evitar
desvios, os quais, quando acontecem, prejudicam, e muito, a pregação.
Continuação do exemplo progressivo da montagem de um sermão.
CABEÇALHO.
PASSAGEM BÍBLICA BASE PARA O SERMÃO, João¨3:16.
TEMA DO SERMÃO, AMOR.
TÍTULO DO SERMÃO, Como dissemos, é bom que o título seja dado no final.
Exercício: Anote.
No sermão que está preparando, deixe o título para o final.
Não há uma ordem determinada para a apresentação do cabeçalho ao
público, porém, se houver tema e título, o tema há de ser anunciado
antes do título do sermão.

MANUAL BÁSICO DO PREGADOR CRISTÃO


Assim sendo, cada sermão pode ter seu cabeçalho apresentado numa
ordem diferente.
Para que o cabeçalho não pareça rígido demais, o tema e o título,
podem ser apresentados mais ou menos assim.
Esta noite (tarde, manhã, madrugada, etc.) vamos falar um pouco sobre
AMOR; porém, sobre uma faceta toda especial do amor, qual seja, O
ALCANCE DO AMOR DE DEUS.
Exercícios: Anote.
01, Separar dez passagens BÍBLICAS, as quais poderão servir de base,
para dez sermões.
Para facilitar, é bom que cada texto tenha apenas um versículo.
02, Alistar os temas encontrados em cada uma destas passagens BÍBLICAS.
03, Alistar os possíveis títulos para mensagens, extraídos destas
passagens BÍBLICAS e que estejam de acordo com os temas.
V, 2, A INTRODUÇÃO DO SERMÃO.
A introdução do sermão prepara o auditório sobre o que será pregado,
com mais detalhes.
A introdução, também deve ser breve, porém, de forma mais elaborada do
que o tema e o título, devendo, por isso, anunciar algo sobre o
conteúdo do corpo do sermão.
Uma boa introdução causa, no público expectativa e desejo de saber o
que vai ser pregado.
Uma boa introdução (a exemplo do título do sermão) só ficará concorde
com o teor do sermão, se for elaborada depois de preparado todo o
sermão (pelo menos, após o preparo do corpo), visto que, se a mesma
for preparada no início, geralmente, haverá necessidade de retoques,
e, às vezes, até, de uma mudança radical.
Se a introdução, for preparada no início, sem que haja uma revisão
posterior, indicará que a pregação irá numa direção, porém, a pregação
poderá tomar um rumo bem diferente do que foi anunciado.
Por isto, orientamos o pregador a preparar a introdução do sermão,
somente, após a preparação de todo o sermão, para evitar o trabalho
desnecessário, da retificação posterior.
Portanto, repetimos, ainda que a introdução esteja colocada e seja
apresentada, ao público, no início da pregação, a introdução, a exemplo
do título, deve ser elaborada após terminado o preparo do sermão.
Continuação do exemplo progressivo da montagem de um sermão.

MANUAL BÁSICO DO PREGADOR CRISTÃO


CABEÇALHO.
PASSAGEM BÍBLICA BASE PARA O SERMÃO, João¨3:16.
TEMA DO SERMÃO, AMOR.
TÍTULO DO SERMÃO, Como dissemos, é bom que o título seja dado no
final.
INTRODUÇÃO, Como dissemos, é necessário que a introdução seja
preparada no final.
Exercício: Anote.
No sermão que está preparando, deixe a introdução para ser
preparada no final.
V, 3, O CORPO DO SERMÃO.
O corpo do sermão é a parte na qual o pregador desenvolve e
explana o que está proposto a pregar.
Já que o sermão, propriamente dito, está no corpo do sermão, é
necessário que o mesmo seja bem preparado para que o pregador
declare, claramente, ao público o que se propôs pregar.
Para facilitar a entrega do sermão, o corpo do sermão deve ser
dividido em partes (tantas, quantas forem necessárias) a fim de
que a pregação adquira um tom harmônico e envolvente.
Estas partes são como que capítulos que, conforme o caso, podem e
devem ser subdivididos.
O corpo do sermão deve ser elaborado de forma crescente, indo das
partes menos importantes, para as mais importantes; das mais
baixas, para as mais altas; das conhecidas, para as
desconhecidas.
As partes do corpo do sermão, devem estar intimamente ligadas ao
tema do sermão.
Para facilitar a explanação do corpo do sermão é importante que
cada divisão seja considerada como um capítulo e cada subdivisão
uma divisão deste capítulo.
Por isso, é importante que cada divisão e suas conseqüentes
subdivisões tenham, cada uma, o seu título.
Agindo assim, o auditório, apreciará, entenderá e sairá
edificado, pela eficiência da mensagem.

MANUAL BÁSICO DO PREGADOR CRISTÃO


Continuação do exemplo progressivo da montagem de um sermão.
CABEÇALHO.
PASSAGEM BÍBLICA BASE PARA O SERMÃO, João¨3:16.
TEMA DO SERMÃO, AMOR.
TÍTULO DO SERMÃO, Como dissemos, é bom que o título seja dado no final.
INTRODUÇÃO, Como dissemos, é necessário que a introdução seja
preparada no final.
CORPO DO SERMÃO.
1a, DIVISÃO, DEUS AMA O MUNDO, PORQUE, DEUS É AMOR.
2a, DIVISÃO, DEUS AMA O MUNDO, SEM QUALQUER BARREIRA.
1a, SUBDIVISÃO, SEM BARREIRAS RACIAIS.
2a, SUBDIVISÃO, SEM BARREIRAS CULTURAIS.
3a, SUBDIVISÃO, SEM BARREIRAS ECONÔMICAS.
3a, DIVISÃO, DEUS AMA O MUNDO, PORQUE DESEJA DAR.
1a, SUBDIVISÃO, DEUS DESEJA DAR VIDA EM ABUNDÂNCIA.
2a, SUBDIVISÃO, DEUS DESEJA DAR VIDA ETERNA.
O bom pregador jamais antecipa para o auditório quantas partes tem o
sermão, visto que, tal anúncio, desestimula a expectativa do
auditório, fazendo com que, pelo menos os ouvintes mais experientes,
tenham uma clara percepção de quando o sermão está prestes a terminar.
Exercício: Anote.
Elabore o corpo para o sermão que está preparando.
V, 4, A CONCLUSÃO DO SERMÃO.
Como o próprio nome indica, o sermão, propriamente dito, termina
com a conclusão, a qual, para estar completa, deve conter três
partes, quais sejam:
01, RECAPITULAÇÃO DO SERMÃO.
02, APLICAÇÃO DO SERMÃO.
03, APELO AOS OUVINTES.
V, 4, A, A RECAPITULAÇÃO DO SERMÃO.
A recapitulação do sermão, deve ser feita de forma resumida lembrando, no
mínimo, as partes do corpo do sermão, ou uma síntese do mesmo e no máximo,
lembrar o tema, o título e as divisões do corpo do sermão, ou sua síntese.

MANUAL BÁSICO DO PREGADOR CRISTÃO


A recapitulação visa fixar a mensagem na mente dos ouvintes, porém,
não há necessidade de recapitular tim tim por tim tim.
Conforme o caso, basta relembrar as idéias.
A recapitulação deve ser curta, para não dar a impressão de que está
havendo uma nova pregação.
Continuação do exemplo progressivo da montagem de um sermão.
CABEÇALHO.
PASSAGEM BÍBLICA BASE PARA O SERMÃO, João¨3:16.
TEMA DO SERMÃO, AMOR.
TÍTULO DO SERMÃO, Como dissemos, é bom que o título seja dado no final.
INTRODUÇÃO, Como dissemos, é necessário que a introdução seja
preparada no final.
CORPO DO SERMÃO.
1a, DIVISÃO, DEUS AMA O MUNDO, PORQUE, DEUS É AMOR.
2a, DIVISÃO, DEUS AMA O MUNDO, SEM NENHUMA BARREIRA.
1a, SUBDIVISÃO, SEM BARREIRAS RACIAIS.
2a, SUBDIVISÃO, SEM BARREIRAS CULTURAIS.
3a, SUBDIVISÃO, SEM BARREIRAS ECONÔMICAS.
3a, DIVISÃO, DEUS AMA O MUNDO, PORQUE DESEJA DAR MUITO.
1a, SUBDIVISÃO, DEUS DESEJA DAR VIDA EM ABUNDÂNCIA.
2a, SUBDIVISÃO, DEUS DESEJA DAR VIDA ETERNA.
CONCLUSÃO DO SERMÃO.
RECAPITULAÇÃO DO SERMÃO, COMO VIMOS, DEUS AMA O MUNDO, PORQUE DEUS É
AMOR, AMOR TÃO GRANDE, QUE NÃO É LIMITADO POR BARREIRA DE ESPÉCIE
ALGUMA, ALÉM DISSO, TAL AMOR O MOTIVA A OFERECER, DE GRAÇA, POR
MEIO DE JESUS CRISTO, A MARAVILHOSA SALVAÇÃO ETERNA.
Exercício: Anote.
Elabore a recapitulação do sermão que está preparando.
V, 4, B, A APLICAÇÃO DO SERMÃO.
A aplicação do sermão, tem a finalidade de mostrar aos ouvintes a
importância de agir segundo o que foi pregado.
A apresentação da aplicação do sermão, também deve ser curta, visando
não cansar o auditório.

MANUAL BÁSICO DO PREGADOR CRISTÃO


Continuação do exemplo progressivo da montagem de um sermão.
CABEÇALHO.
PASSAGEM BÍBLICA BASE PARA O SERMÃO, João¨3:16.
TEMA DO SERMÃO, AMOR.
TÍTULO DO SERMÃO, Como dissemos, é bom que o título seja dado no final.
INTRODUÇÃO, Como dissemos, é necessário que a introdução seja
preparada no final.
CORPO DO SERMÃO.
1a, DIVISÃO, DEUS AMA O MUNDO, PORQUE, DEUS É AMOR.
2a, DIVISÃO, DEUS AMA O MUNDO, SEM NENHUMA BARREIRA.
1a, SUBDIVISÃO, SEM BARREIRAS RACIAIS.
2a, SUBDIVISÃO, SEM BARREIRAS CULTURAIS.
3a, SUBDIVISÃO, SEM BARREIRAS ECONÔMICAS.
3a, DIVISÃO, DEUS AMA O MUNDO, PORQUE DESEJA DAR MUITO.
1a, SUBDIVISÃO, DEUS DESEJA DAR VIDA EM ABUNDÂNCIA.
2a, SUBDIVISÃO, DEUS DESEJA DAR VIDA ETERNA.
CONCLUSÃO DO SERMÃO.
RECAPITULAÇÃO DO SERMÃO, COMO VIMOS, DEUS AMA O MUNDO, PORQUE DEUS É
AMOR, AMOR TÃO GRANDE, QUE NÃO É LIMITADO POR BARREIRA DE ESPÉCIE
ALGUMA, ALÉM DISSO, TAL AMOR O MOTIVA A OFERECER, DE GRAÇA, POR
MEIO DE JESUS CRISTO, A MARAVILHOSA SALVAÇÃO ETERNA.
APLICAÇÃO DO SERMÃO, QUEM ACEITA O AMOR DE DEUS EM SUA VIDA, JAMAIS
SE ARREPENDERÁ, PORQUE O AMOR DE DEUS, NÃO É UM AMOR INTERESSEIRO,
AO INVÉS DISSO, O AMOR DE DEUS, ESTÁ TOTALMENTE VOLTADO PARA O BEM
DO SER HUMANO.
Exercício: Anote.
Elabore a aplicação para o sermão que está preparando.
V, 4, C, O APELO AO PÚBLICO.
O apelo, é uma chamada à consciência do auditório, para que haja uma
decisão positiva e pessoal, em favor da obediência aos ensinamentos
que foram transmitidos durante o sermão.
Assim sendo, o apelo aos ouvintes deve ser feito, apenas e tão
somente, baseado no sermão que foi pregado.

MANUAL BÁSICO DO PREGADOR CRISTÃO


O apelo aos ouvintes, é feito de forma geral, entretanto,
normalmente, nem todos os que estão no auditório, estão no foco
do apelo, ou estão em condições normais de atendê-lo, devido às
variadas particularidades de cada um.
Por exemplo, após um sermão EVANGELÍSTICO, o apelo é feito ao
auditório, porém é feito especificamente aos incrédulos, pois, só
estes podem atender a um apelo de conversão a JESUS CRISTO.
Outro exemplo, um apelo feito a crentes para preencherem os espaços
abertos nos campos missionários.
Dificilmente todos os crentes são chamados para missões, além do que,
se houver incrédulos no auditório, haverá muita dificuldade dos mesmos
sentirem o chamado para os campos missionários sem que, antes, tenham
passado pela conversão genuína a JESUS CRISTO.
O apelo, pode ser feito, para ser atendido através de uma resposta
afirmativa (um sim), ou negativa (um não).
Exemplos:
01, APELO COM RESPOSTA POSITIVA.
Quem a partir de hoje, vai orar, todos os dias, pelos missionários
filhos de DEUS espalhados na face da terra, por favor, mostre para
DEUS e para a sua IGREJA, acenando com uma de suas mãos.
02, APELO COM RESPOSTA NEGATIVA.
Quem a partir de hoje não vai faltar mais à ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL,
por favor, fique em p.
Além disto, o apelo pode ser feito para ser atendido de três formas.
01, APELO DIRETO, OBJETIVO E MANIFESTATIVO.
Neste tipo de apelo, o pregador pede uma manifestação pública aos decididos.
Exemplo:
Quem deseja aceitar a JESUS CRISTO, por favor, levante uma de suas mãos.
02, APELO DIRETO E SUBJETIVO.
Neste tipo de apelo o pregador pede, apenas, uma resposta interior, na
qual, apenas o decidido e DEUS ficam sabendo da decisão.
Exemplo:
Cada crente aqui presente, decida e afirme no seu coração, que, para honra
e glória de DEUS, de hoje em diante é fiel, no que concerne ao dízimo.
03, APELO MISTO.
No apelo misto, o pregador faz o apelo, para que a manifestação seja
feita, posteriormente, apenas ao pregador, em particular.

MANUAL BÁSICO DO PREGADOR


Exemplo:
Convoco, agora, todos os irmãos a fazerem parte de um grupo de oração;
o irmão que, neste momento, está, realmente, decidido a fazer parte de
um grupo de oração, fale comigo, em particular, ao final do culto, ou
durante esta semana.
Para evitar desilusões futuras, o pregador há de ser sincero, jamais
deverá apelar para o emocionalismo ao fazer um apelo.
Continuação do exemplo progressivo da montagem de um sermão.
CABEÇALHO.
PASSAGEM BÍBLICA BASE PARA O SERMÃO, João¨3:16.
TEMA DO SERMÃO, AMOR.
TÍTULO DO SERMÃO, Como dissemos, é bom que o título seja dado no final.
INTRODUÇÃO, Como dissemos, é necessário que a introdução seja
preparada no final.
CORPO DO SERMÃO.
1a, DIVISÃO, DEUS AMA O MUNDO, PORQUE, DEUS É AMOR.
2a, DIVISÃO, DEUS AMA O MUNDO, SEM NENHUMA BARREIRA.
1a, SUBDIVISÃO, SEM BARREIRAS RACIAIS.
2a, SUBDIVISÃO, SEM BARREIRAS CULTURAIS.
3a, SUBDIVISÃO, SEM BARREIRAS ECONÔMICAS.
3a, DIVISÃO, DEUS AMA O MUNDO, PORQUE DESEJA DAR MUITO.
1a, SUBDIVISÃO, DEUS DESEJA DAR VIDA EM ABUNDÂNCIA.
2a, SUBDIVISÃO, DEUS DESEJA DAR VIDA ETERNA.
CONCLUSÃO DO SERMÃO.
RECAPITULAÇÃO DO SERMÃO, COMO VIMOS, DEUS AMA O MUNDO, PORQUE DEUS É
AMOR, AMOR TÃO GRANDE, QUE NÃO É LIMITADO POR BARREIRA DE ESPÉCIE
ALGUMA, ALÉM DISSO, TAL AMOR O MOTIVA A OFERECER, DE GRAÇA, POR
MEIO DE JESUS CRISTO, A MARAVILHOSA SALVAÇÃO ETERNA.
APLICAÇÃO DO SERMÃO, QUEM ACEITA O AMOR DE DEUS EM SUA VIDA, JAMAIS
SE ARREPENDERÁ, PORQUE O AMOR DE DEUS, NÃO É UM AMOR INTERESSEIRO,
AO INVÉS DISSO, O AMOR DE DEUS, ESTÁ TOTALMENTE VOLTADO PARA O BEM
DO SER HUMANO.
APELO AO PÚBLICO, DEPOIS DO QUE EXPLANAMOS HOJE, QUEM DESEJA ACEITAR O
AMOR DE DEUS EM SUA VIDA, BEM COMO A JESUS CRISTO, COMO ÚNICO E
SUFICIENTE SALVADOR; POR FAVOR, MANIFESTE-SE, COLOCANDO-SE EM PÉ.
Exercício: Anote.
Elabore o apelo para o sermão que está preparando.

MANUAL BÁSICO DO PREGADOR CRISTÃO


V, 5, A FINALIZAÇÃO DO PREPARO DO SERMÃO.
Para finalizar o preparo do sermão só falta dar o título ao mesmo, bem
como, preparar a sua introdução, itens que também podem ser preparados,
como já vimos, logo após o preparo do corpo do sermão, sem dificuldade
alguma, já que a conclusão do sermão, jamais interferirá no corpo do
mesmo, ao contrário, a conclusão é que depende totalmente do corpo.
Desta forma, o sermão que está servindo de exemplo para este estudo,
pode ficar como segue.
CABEÇALHO.
PASSAGEM BÍBLICA BASE PARA O SERMÃO, João¨3:16.
TEMA DO SERMÃO, AMOR.
TÍTULO DO SERMÃO, O AMOR DE DEUS PELO MUNDO.
INTRODUÇÃO DO SERMÃO, MEDITAREMOS DURANTE ALGUNS MINUTOS ACERCA DO
AMOR DE DEUS PELO MUNDO, OU SEJA, PELOS HOMENS E VEREMOS QUE O SEU
AMOR POR NÓS É MAIOR E MELHOR DO QUE PODEMOS IMAGINAR.
CORPO DO SERMÃO.
1a, DIVISÃO, DEUS AMA O MUNDO, PORQUE, DEUS É AMOR.
2a, DIVISÃO, DEUS AMA O MUNDO, SEM NENHUMA BARREIRA.
1a, SUBDIVISÃO, SEM BARREIRAS RACIAIS.
2a, SUBDIVISÃO, SEM BARREIRAS CULTURAIS.
3a, SUBDIVISÃO, SEM BARREIRAS ECONÔMICAS.
3a, DIVISÃO, DEUS AMA O MUNDO, PORQUE DESEJA DAR MUITO.
1a, SUBDIVISÃO, DEUS DESEJA DAR VIDA EM ABUNDÂNCIA.
2a, SUBDIVISÃO, DEUS DESEJA DAR VIDA ETERNA.
CONCLUSÃO DO SERMÃO.
RECAPITULAÇÃO DO SERMÃO, COMO VIMOS, DEUS AMA O MUNDO, PORQUE DEUS É
AMOR, AMOR TÃO GRANDE, QUE NÃO É LIMITADO POR BARREIRA DE ESPÉCIE
ALGUMA, ALÉM DISSO, TAL AMOR O MOTIVA A OFERECER, DE GRAÇA, POR
MEIO DE JESUS CRISTO, A MARAVILHOSA SALVAÇÃO ETERNA.
APLICAÇÃO DO SERMÃO, QUEM ACEITA O AMOR DE DEUS EM SUA VIDA, JAMAIS
SE ARREPENDERÁ, PORQUE O AMOR DE DEUS, NÃO É UM AMOR INTERESSEIRO,
AO INVÉS DISSO, O AMOR DE DEUS, ESTÁ TOTALMENTE VOLTADO PARA O BEM
DO SER HUMANO.
APELO AO PÚBLICO, DEPOIS DO QUE FOI EXPLANADO HOJE, QUEM DESEJA ACEITAR O
AMOR DE DEUS EM SUA VIDA, BEM COMO A JESUS CRISTO, COMO ÚNICO E
SUFICIENTE SALVADOR; POR FAVOR, MANIFESTE-SE, COLOCANDO-SE EM PÉ.

MANUAL BÁSICO DO PREGADOR CRISTÃO


Exercícios: Anote.
01, Dar o título para o sermão que está sendo preparado, e ajuntá-lo
ao mesmo.
02, Elaborar a introdução para o sermão que está sendo preparado, e
ajuntá-la ao mesmo.
VI, O ARQUIVAMENTO DO SERMÃO.
Todos os sermões pregados devem ser arquivados para uso futuro, quer
seja na mesma IGREJA ou em outra.
Esta prática resulta em grande ganho de tempo, quando um sermão
arquivado for usado em outra oportunidade.
VII, O ESBOÇO DO SERMÃO.
Ainda que, só agora, estejamos falando em esboço do sermão, o sermão
que, neste estudo, serviu para o exemplo de preparo, está apresentado,
em forma de esboço.
O esboço do sermão é uma ótima ferramenta a serviço do pregador, tanto
para o preparo, quanto para a entrega da mensagem de DEUS ao público.
Na preparação do sermão, o esboço serve para o pregador esboçar suas
idéias, para depois aprimorá-las, completá-las, suprimir ou aumentar
divisões, conforme achar mais conveniente.
Desta forma, o esboço final do sermão contém todas as partes do
sermão, com todas as suas divisões e subdivisões.
Vejamos o próximo esboço, para nos firmarmos bem quanto ao mesmo.
01, CABEÇALHO DO SERMÃO.
01, A, PASSAGEM BÍBLICA BASE PARA O SERMÃO.
01, B, TEMA DO SERMÃO.
01, C, TÍTULO DO SERMÃO.
02, INTRODUÇÃO DO SERMÃO.
03, CORPO DO SERMÃO.
03, A, O CORPO DO SERMÃO DIVIDE-SE EM TANTAS PARTES (CAPÍTULOS),
QUANTAS SE FIZEREM NECESSÁRIAS.
03, A, 1, DA MESMA FORMA, AS PARTES DO CORPO DO SERMÃO
(CAPÍTULOS), TAMBÉM SE DIVIDEM EM QUANTAS PARTES SE FIZEREM
NECESSÁRIAS.
04, CONCLUSÃO DO SERMÃO.
04, A, RECAPITULAÇÃO.
04, B, APLICAÇÃO.
04, C, APELO AO PÚBLICO.

MANUAL BÁSICO DO PREGADOR CRISTÃO


O esboço do sermão é útil pelo menos em duas oportunidades, quais sejam:
01, NA PREPARAÇÃO DO SERMÃO.
Na preparação do sermão o esboço é como que o esqueleto de um prédio
em construção, o qual, é o suporte para todos os demais componentes do
prédio, tais como, paredes, portas, janelas, terraços, iluminação,
elevador, escadas, divisões internas, etc., acréscimos estes, que
servem para o bom funcionamento do prédio, como um todo, porém,
dependendo do arquiteto e dos recursos do proprietário, também
contribuem para o seu embelezamento.
Da mesma forma, o esboço do sermão deve ser usado, para nele serem
colocados todos os ingredientes necessários à sua montagem, e conforme
os recursos usados pelo pregador o mesmo será, mais ou menos,
embelezado para a sua entrega.
02, NA ENTREGA DO SERMÃO.
Na entrega do sermão o esboço serve para que o pregador não saia fora do
caminho traçado, quando do preparo da mensagem a ser transmitida.
Por isso, o esboço há de conter todo o sermão do modo mais resumido
possível, de tal forma que o pregador tenha à sua frente a trajetória
a ser seguida durante a pregação.
Vejamos o exemplo do esboço de um sermão, baseado em João¨14:6.
01, CABEÇALHO DO SERMÃO.
01, A, PASSAGEM BÍBLICA BASE PARA O SERMÃO, João¨14:6.
01, B, TEMA DO SERMÃO, FUNDAMENTOS.
01, C, TÍTULO DO SERMÃO, ALGUNS FUNDAMENTOS DE JESUS CRISTO.
02, INTRODUÇÃO DO SERMÃO, MEDITAREMOS HOJE, SOBRE ALGUNS FUNDAMENTOS
DE JESUS CRISTO, BASEADOS NA PASSAGEM BÍBLICA LIDA.
03, CORPO DO SERMÃO.
1a DIVISÃO DO CORPO DO SERMÃO, 1o FUNDAMENTO, JESUS CRISTO É O CAMINHO.
1a SUBDIVISÃO, JESUS CRISTO É O CAMINHO A SEGUIR NESTE MUNDO.
2a SUBDIVISÃO, JESUS CRISTO É O CAMINHO QUE CONDUZ À VIDA ETERNA.
2a DIVISÃO DO CORPO DO SERMÃO, 2o FUNDAMENTO, JESUS CRISTO É A VERDADE.
1a SUBDIVISÃO, JESUS CRISTO É A VERDADE A SER APRENDIDA.
2a SUBDIVISÃO, JESUS CRISTO É A VERDADE A SER SEGUIDA.
3a DIVISÃO DO CORPO DO SERMÃO, 3o FUNDAMENTO, JESUS CRISTO É A VIDA.
1a SUBDIVISÃO, POR SER VIDA, JESUS CRISTO DÁ VIDA ABUNDANTE.
2a SUBDIVISÃO, POR SER VIDA, JESUS CRISTO DÁ VIDA ETERNA.

MANUAL BÁSICO DO PREGADOR CRISTÃO


04, CONCLUSÃO DO SERMÃO.
04, A, RECAPITULAÇÃO DO SERMÃO, JESUS CRISTO É TOTALMENTE CONFIÁVEL,
POIS NELE SUBSISTEM TRÊS FUNDAMENTOS IMBATÍVEIS; O CAMINHO
VERDADEIRO, A VERDADE VERDADEIRA E A VIDA VERDADEIRA.
04, B, APLICAÇÃO DO SERMÃO, POR TUDO ISTO, ALÉM DE SER TOTALMENTE
BENÉFICO, É NOSSO DEVER CONFIAR PLENAMENTE EM JESUS CRISTO, POIS TAIS
FUNDAMENTOS, COM CERTEZA, TÊM O PODER DE NOS MANTER JUNTO DE DEUS.
04, C, APELO AO PÚBLICO, SE HÁ ALGUÉM, AQUI, NESTA NOITE, QUE APÓS
TOMAR CONHECIMENTO DO QUE JESUS CRISTO É, O ACEITE COMO ÚNICO E
SUFICIENTE SALVADOR, POR FAVOR, LEVANTE UMA DE SUAS MÃOS.
É bom saber que, tanto neste esboço, quanto no exemplo de sermão usado
neste estudo, temos apenas o esboço, por isso, é necessário que, a
este, seja adicionado o conteúdo, senão, um sermão no qual se fale
apenas o que está escrito nestes esboços levaria quando muito,
somente, dois ou três minutos.
Exercício: Anote.
Preparar um sermão completo, naturalmente, com seu respectivo esboço.
Este sermão deve ser preparado, levando-se em consideração o roteiro
apresentado quando do estudo do preparo das etapas do sermão.
Por isso, o roteiro para o preparo deste sermão, ou de qualquer outro,
deve ter a seguinte ordem:
1º PASSO PASSAGEM BÍBLICA, BASE PARA A MENSAGEM.
2º PASSO TEMA DO SERMÃO.
3º PASSO CORPO DO SERMÃO.
4º PASSO RECAPITULAÇÃO DO SERMÃO.
5º PASSO APLICAÇÃO DO SERMÃO.
6º PASSO APELO AO PÚBLICO.
7º PASSO INTRODUÇÃO DO SERMÃO.
8º PASSO TÍTULO DO SERMÃO.
VIII, TIPOS DE SERMÃO.
A transmissão da palavra de DEUS através da pregação pode ser
realizada, através de três tipos de sermão, quais sejam:
01, SERMÃO TEMÁTICO, OU TÓPICO.
02, SERMÃO TEXTUAL.
03, SERMÃO EXPOSITIVO.

MANUAL BÁSICO DO PREGADOR CRISTÃO


Entretanto, ainda que haja três tipos de sermão, a preparação de cada
um deles, segue sempre o mesmo esquema de preparo, estudado no
capítulo V deste estudo.
Vejamos cada tipo de sermão em particular.
VIII, 1, SERMÃO TEMÁTICO, OU TÓPICO.
NO SERMÃO TEMÁTICO, OU TÓPICO, o pregador escolhe um tema, sobre o
qual deseja pregar, adota um texto BÍBLICO que dê sustentação ao tema,
e ao título da mensagem a ser pregada (o texto BÍBLICO, também pode
ser adotado em primeiro lugar), porém, o texto BÍBLICO usado terá
pouca, ou nenhuma, influência sobre o corpo do sermão, visto que, as
partes do corpo do sermão, são baseadas exclusivamente no tema e no
título do sermão, não no texto BÍBLICO.
Há, pelo menos, três tipos de sermão temático ou tópico:
A, O SERMÃO TEMÁTICO, OU TÓPICO, BÍBLICO.
B, O SERMÃO TEMÁTICO, OU TÓPICO, EXTRA-BÍBLICO.
C, O SERMÃO TEMÁTICO, OU TÓPICO, MISTO.
Vejamos cada um destes em particular.
VIII, 1, A, O SERMÃO TEMÁTICO OU TÓPICO BÍBLICO.
Este tipo de sermão temático ou tópico, ao ser pregado tem tudo para
ser baseado na autoridade da BÍBLIA, já que, as partes do corpo do
sermão vêm, totalmente, da BÍBLIA SAGRADA, quer estas estejam perto,
quer estejam distantes do texto base para a mensagem.
Vejamos a seguir, um exemplo de SERMÃO TEMÁTICO OU TÓPICO BÍBLICO, no
qual, o TEMA, o TÍTULO DO SERMÃO, bem como as divisões do corpo do
sermão são extraídos, exclusivamente, da BÍBLIA SAGRADA.
CABEÇALHO DO SERMÃO.
PASSAGEM BÍBLICA BASE PARA A MENSAGEM, 1ªTim¨6:10.
TEMA DO SERMÃO, O AMOR (OU O DINHEIRO).
TÍTULO DO SERMÃO, O AMOR AO DINHEIRO.
INTRODUÇÃO, ANALISAREMOS, À LUZ DA BÍBLIA SAGRADA, ALGUNS EXEMPLOS DE
AMOR AO DINHEIRO.
CORPO DO SERMÃO.
1a DIVISÃO, O AMOR DE JUDAS ISCARIOTES AO DINHEIRO, Luc¨22:2-6¨(5-6).
2a DIVISÃO, O AMOR DE SIMÃO AO DINHEIRO, At¨8:14-24¨(18-20).
3a DIVISÃO, O AMOR DE CORNÉLIO AO DINHEIRO, At¨10:1-48¨(1-6).

MANUAL BÁSICO DO PREGADOR CRISTÃO


CONCLUSÃO DO SERMÃO.
RECAPITULAÇÃO DO SERMÃO, COMO VIMOS, CADA UM DESTES HOMENS, QUAIS
SEJAM, JUDAS ISCARIOTES, SIMÃO E CORNÉLIO, AMAVA O DINHEIRO DE
FORMA DIFERENTE DOS OUTROS DOIS.
APLICAÇÃO DO SERMÃO, O DINHEIRO EM SI É NEUTRO, NÃO É MAU, NEM BOM, O QUE
É MAU É AMAR O DINHEIRO DE FORMA QUE, TAL AMOR, DESAGRADE A DEUS.
APELO AO PÚBLICO, SE ATÉ HOJE, DESOBEDECEMOS A DEUS, POR AMARMOS O
DINHEIRO, A PARTIR DE AGORA, CADA UM DE NÓS, HONRE E GLORIFIQUE A
DEUS, USANDO SEU DINHEIRO COM SABEDORIA.
VIII, 1, B, SERMÃO TEMÁTICO OU TÓPICO EXTRA-BÍBLICO.
Este tipo de sermão temático ou tópico é diferente, visto que, o
pregador tira as bases para as divisões do corpo do sermão em fontes
extra BÍBLICAS, tais como:
01, FATOS HISTÓRICOS.
02, FATOS POLÍTICOS.
03, EXPERIÊNCIAS FAMILIARES.
04, EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL.
05, CONHECIMENTO CIENTÍFICO.
06, CASOS POLICIAIS.
07, MITOLOGIA.
08, TRANSPORTE.
09, GUERRA.
10, ELEIÇÕES.
11, EDUCAÇÃO.
12, ECOLOGIA.
13, MEDICINA.
14, ASTRONOMIA.
15, ETC., ETC., ETC.
Quando o pregador usa apenas material EXTRA-BÍBLICO para a transmissão
da sua mensagem há um perigo enorme, para que o fatídico desvio da
verdade (HERESIA) entre em cena.
Este tipo de sermão temático, ou tópico, é o mais simples de ser
preparado e pregado, já que, o pregador está, praticamente, livre do
texto BÍBLICO base para a mensagem, e até mesmo da BÍBLIA SAGRADA,
quer seja, para o preparo, quanto para a entrega do sermão.
Porém, apesar de ser o tipo de sermão mais fácil de ser preparado e
pregado é, também, o mais perigoso, visto que, não havendo muita
preocupação com o texto BÍBLICO, o pregador pode enveredar pela
mentira ou pela heresia, principalmente, se estiver despreparado no
aspecto doutrinário.
Quando o desvio da VERDADE está no púlpito, infelizmente, ao invés de
possibilitar edificação para a vida dos ouvintes há, no mínimo
estagnação espiritual, mas também poderão acontecer desvios
doutrinários, principalmente na mente e coração daqueles que não estão
suficientemente doutrinados, os quais, desta forma, e por isso mesmo,
estão, francamente, abertos à mentira.

MANUAL BÁSICO DO PREGADOR CRISTÃO


Devido a este perigo, é necessário que a IGREJA preste muita atenção
ao que é pregado em seus púlpitos, visando manter a unidade
doutrinária, não só nas classes da sua ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL, mas
também, quando da PREGAÇÃO DA PALAVRA DE DEUS.
Por isso, é perigosíssimo uma IGREJA convidar um pregador de outra
denominação, para pregar em seu púlpito.
Muito mais perigoso, ainda, é convidar para fazer um estudo.
Desta forma, o pregador deve esforçar-se ao máximo, para apresentar
sermões baseados na PALAVRA DE DEUS, não, apenas, no seu conhecimento
ou nas suas experiências.
A seguir, exemplificamos um SERMÃO TEMÁTICO LIVRE, no qual, o TEMA e o
TÍTULO, estão baseados na BÍBLIA SAGRADA, porém, as divisões do corpo
da mensagem são extraídas de fontes extra BÍBLICAS.
CABEÇALHO DO SERMÃO.
PASSAGEM BÍBLICA, BASE PARA A MENSAGEM, 1ªTim¨6:10.
TEMA DO SERMÃO, O AMOR (OU O DINHEIRO).
TÍTULO DO SERMÃO, O AMOR AO DINHEIRO.
INTRODUÇÃO DO SERMÃO, TENTAREMOS PROVAR COM A MENSAGEM DESTA NOITE
(TARDE, MANHÃ, MADRUGADA), QUE OS DELINQÜENTES DO NOSSO PAÍS, PRATICAM
TODA A SORTE DE DESMANDOS, POR AMAREM DEMASIADAMENTE O DINHEIRO.
CORPO DA MENSAGEM.
1a DIVISÃO, OS SEQÜESTRADORES PRATICAM O SEQÜESTRO, POR AMOR AO DINHEIRO.
2a DIVISÃO, OS TRAFICANTES DE DROGAS TRAFICAM OS ENTORPECENTES, POR
AMOR AO DINHEIRO.
3a DIVISÃO, OS ASSALTANTES DE BANCOS ASSALTAM, POR AMOR AO DINHEIRO.
CONCLUSÃO DO SERMÃO.
RECAPITULAÇÃO DO SERMÃO, COMO VIMOS, TODOS OS DELINQÜENTES CITADOS
NESTA MENSAGEM, PRATICAM TODA A SORTE DE DESMANDOS, POR AMAREM
DEMASIADAMENTE O DINHEIRO.
APLICAÇÃO DO SERMÃO, QUEM ENVEREDA PARA O AMOR DEMASIADO AO DINHEIRO,
COM CERTEZA, ENVEREDA POR UM CAMINHO QUE LEVA PARA LONGE DA
OBEDIÊNCIA A DEUS.
APELO AO PÚBLICO, PORTANTO, JAMAIS IMITEMOS OS QUE PRATICAM TODOS OS
DESMANDOS, POR AMOR DESMEDIDO AO DINHEIRO. CADA UM DE NÓS
CONTENTE-SE, ATÉ MESMO, COM AS COISAS HUMILDES, COMO ENSINA A
PALAVRA DE DEUS. CADA UM DE NÓS, USE O DINHEIRO, GANHO
HONESTAMENTE, COM SABEDORIA, DE TAL FORMA QUE EXALTE A DEUS,
ATRAVÉS DO BOM USO DO DINHEIRO.

MANUAL BÁSICO DO PREGADOR CRISTÃO


Este tipo de sermão, ainda que seja muito tentador e possa ser
pregado, desde que não desminta as ESCRITURAS, deve ser evitado ao
máximo, para que o pregador jamais esqueça da autoridade da BÍBLIA
SAGRADA ao preparar e pregar seus sermões.
Como vimos, nos dois exemplos de sermão temático, ou tópico, dados
acima, o cabeçalho do sermão é o mesmo, entretanto, são dois sermões
completamente diferentes, visto que, no primeiro, as divisões do corpo
do sermão foram extraídas da BÍBLIA SAGRADA, já no segundo exemplo, as
divisões ficaram por conta da vontade e experiência do pregador.
No primeiro caso, temos a autoridade da BÍBLIA SAGRADA, na passagem
BÍBLICA base para a mensagem, e nas divisões do corpo do sermão, dando
assim, a máxima autoridade ao sermão.
No segundo caso, a BÍBLIA SAGRADA pode ter sido usada, como pretexto,
para o desabafo de alguma coisa que esteja atormentando o pregador.
VIII, 1, C, O SERMÃO TEMÁTICO OU TÓPICO MISTO.
Como o próprio nome indica, este tipo de sermão temático ou tópico,
contém no seu corpo, tanto divisão BÍBLICA, como divisão EXTRA-BÍBLICA.
Para este tipo de sermão, cremos não haver necessidade de exemplo.
Exercícios: Anote.
01, Elaborar um sermão temático BÍBLICO.
02, Elaborar um sermão temático livre.
03, Elaborar um sermão temático misto.
VIII, 2, SERMÃO TEXTUAL.
O SERMÃO TEXTUAL, como o próprio nome indica, é baseado num texto da BÍBLIA
SAGRADA, geralmente, um texto pequeno (na grande maioria dos casos, apenas
um versículo), do qual, o pregador extrai, obrigatoriamente, o tema, o
título da mensagem e as divisões do corpo do sermão.
Vejamos a seguir, um exemplo de sermão textual baseado no texto
BÍBLICO de Rom¨1:16.
CABEÇALHO DO SERMÃO.
PASSAGEM BÍBLICA BASE PARA O SERMÃO, Rom¨1:16.
TEMA DO SERMÃO, PODER, OU O EVANGELHO.
TÍTULO DO SERMÃO, O PODER DO EVANGELHO.
INTRODUÇÃO DO SERMÃO, MEDITAREMOS NESTA OPORTUNIDADE, SOBRE ALGUNS
ASPECTOS DO MARAVILHOSO PODER DO EVANGELHO DE JESUS CRISTO.

MANUAL BÁSICO DO PREGADOR CRISTÃO


CORPO DO SERMÃO.
1a DIVISÃO, O QUE É O EVANGELHO¨?
2a DIVISÃO, COMO DEVE SER O RELACIONAMENTO DO CRENTE EM JESUS CRISTO
COM O EVANGELHO¨?
3a DIVISÃO, QUEM PODE SER SALVO PELO PODER DE DEUS, QUE É O EVANGELHO¨?
1a SUBDIVISÃO, EM 1o LUGAR, O JUDEU.
2a SUBDIVISÃO, EM 2o LUGAR, O GREGO.
3a SUBDIVISÃO, POR EXTENSÃO, TODAS AS PESSOAS.
CONCLUSÃO DO SERMÃO.
RECAPITULAÇÃO DO SERMÃO, VIMOS QUE O CRENTE, NÃO PODE TER VERGONHA DO
EVANGELHO, VISTO QUE, É O PODER DE DEUS PARA SALVAÇÃO, TANTO DO JUDEU
COMO DO GREGO, E POR EXTENSÃO, DE TODAS AS PESSOAS DO MUNDO INTEIRO.
APLICAÇÃO DO SERMÃO, QUEM NÃO SE ENVERGONHA DO EVANGELHO DE JESUS
CRISTO É UM CANAL DA BÊNÇÃO DE DEUS, PARA A HUMANIDADE.
APELO, SE HÁ ALGUM CRENTE NO NOSSO MEIO, QUE ATÉ HOJE, TINHA VERGONHA
DO EVANGELHO, MAS EM VIRTUDE DESTA MENSAGEM DEIXOU DE SE
ENVERGONHAR E DE AGORA EM DIANTE, DESEJA LEVÁ-LO AO MUNDO, POR
FAVOR, MANIFESTE-SE, VINDO À FRENTE.
Como vimos, neste exemplo de sermão textual, o TEMA, o TÍTULO e as divisões
do CORPO do SERMÃO estão, totalmente, dentro texto básico do sermão.
Exercício: Anote.
Preparar um sermão textual.
VIII, 3, SERMÃO EXPOSITIVO.
O SERMÃO EXPOSITIVO é muito parecido com o SERMÃO TEXTUAL.
A diferença principal está na extensão do texto BÍBLICO, o qual, é
mais amplo que o texto usado para o SERMÃO TEXTUAL.
Porém, da mesma forma que o sermão textual, todas as partes do sermão,
quais sejam, TEMA, TÍTULO E DIVISÕES DO CORPO DO SERMÃO, também são,
obrigatoriamente, tiradas do texto BÍBLICO escolhido para o preparo e
transmissão da mensagem de DEUS.
Vejamos a seguir, um exemplo de sermão expositivo.
CABEÇALHO DO SERMÃO.
PASSAGEM BÍBLICA BASE PARA O SERMÃO, 2ºREIS¨04:1−7.
TEMA DO SERMÃO, O HOMEM DE DEUS.
TÍTULO DO SERMÃO, ALGUMAS CARACTERÍSTICAS DO HOMEM DE DEUS.

MANUAL BÁSICO DO PREGADOR CRISTÃO


INTRODUÇÃO DO SERMÃO, À LUZ DO TEXTO LIDO, VERIFICAREMOS, ALGUMAS
CARACTERÍSTICAS EXTRAORDINÁRIAS, DO HOMEM OU DA MULHER DE DEUS, AS
QUAIS DEVEM SERVIR DE GUIA A TODOS NÓS.
CORPO DO SERMÃO.
1a DIVISÃO, O HOMEM DE DEUS TEM DISCÍPULOS, Vs¨1.
2a DIVISÃO, OS DISCÍPULOS DO HOMEM DE DEUS TEMEM A DEUS, Vs¨1.
3a DIVISÃO, O HOMEM DE DEUS SE PREOCUPA COM OS PROBLEMAS DOS SEUS
DISCÍPULOS, Vs¨2.
4a DIVISÃO, O HOMEM DE DEUS ACONSELHA SEUS DISCÍPULOS, Vs¨3−4.
5a DIVISÃO, OS CONSELHOS DO HOMEM DE DEUS DEVEM SER OBEDECIDOS, Vs¨5.
6a DIVISÃO, AS PALAVRAS DO HOMEM DE DEUS SE CUMPREM, Vs¨6.
7a DIVISÃO, O HOMEM DE DEUS DEVE SABER QUE SUAS PALAVRAS SE
CUMPRIRAM, Vs¨7.
8a DIVISÃO, O HOMEM DE DEUS NÃO SE CANSA DE ACONSELHAR SEUS
DISCÍPULOS, Vs¨7.
9a DIVISÃO, QUANDO O HOMEM DE DEUS FALA, GRANDES COISAS ACONTECEM, Vs¨7.
CONCLUSÃO DO SERMÃO.
RECAPITULAÇÃO, COMO VIMOS:
O HOMEM DE DEUS TEM DISCÍPULOS.
OS DISCÍPULOS DO HOMEM DE DEUS TEMEM A DEUS.
O HOMEM DE DEUS SE PREOCUPA COM OS PROBLEMAS DOS SEUS DISCÍPULOS.
O HOMEM DE DEUS ACONSELHA SEUS DISCÍPULOS.
OS CONSELHOS DO HOMEM DE DEUS DEVEM SER OBEDECIDOS.
AS PALAVRAS DO HOMEM DE DEUS SE CUMPREM.
O HOMEM DE DEUS DEVE SABER QUE SUAS PALAVRAS SE CUMPRIRAM.
O HOMEM DE DEUS NÃO SE CANSA DE ACONSELHAR SEUS DISCÍPULOS.
QUANDO O HOMEM DE DEUS FALA, GRANDES COISAS ACONTECEM.
APLICAÇÃO DO SERMÃO, QUANDO HONRAMOS O VERDADEIRO HOMEM DE DEUS,
GRANDIOSAS COISAS ACONTECEM EM NOSSAS VIDAS !!!
APELO AO PÚBLICO, PORTANTO, PRESTEMOS MUITA ATENÇÃO ÀS PESSOAS QUE
CONSIDERAMOS HOMENS OU MULHERES DE DEUS.
VEJAMOS SUAS PALAVRAS E SUA VIDA.
TENHAMOS CORAGEM DE ORAR A DEUS PARA NOS MOSTRAR QUEM,
VERDADEIRAMENTE, SÃO.
TENHAMOS MAIS CORAGEM, AINDA, PARA RECUSAR AQUELES QUE,
COMPROVADAMENTE, NÃO SÃO PESSOAS DE DEUS E FIQUEMOS COM QUEM,
COMPROVADAMENTE, É PESSOA DE DEUS.

MANUAL BÁSICO DO PREGADOR CRISTÃO


POR OUTRO LADO, SE NÓS É QUE SOMOS HOMENS OU MULHERES DE DEUS, CUIDADO
COM NOSSAS VIDAS E NOSSA OBEDIÊNCIA A DEUS.
PORQUE ESTAMOS SENDO OBSERVADOS PELOS HOMENS MAS, PRINCIPALMENTE E
ACIMA DE TUDO, PELO PRÓPRIO DEUS.
Como vimos, no exemplo dado acima, tanto o TEMA, como o TÍTULO e as
DIVISÕES do CORPO do SERMÃO, são extraídos do texto BÍBLICO base para
o SERMÃO, o qual, forneceu todos os elementos, para o preparo, bem
como, para a transmissão da mensagem de DEUS.
Neste exemplo de sermão expositivo, as divisões do corpo do sermão,
seguiram a ordem da passagem BÍBLICA.
Porém, a seqüência pode ser diferente da ordem do texto BÍBLICO, desde
que, tal mudança, torne a mensagem mais clara e ou compreensível.
Além do que, dependendo do sermão, alguns detalhes podem ser deixados
fora da pregação, desde que estejam fora do propósito da mesma.
Exercício: Anote.
Prepare um sermão expositivo.
IX, AS ILUSTRAÇÕES.
As ilustrações são, como que, parábolas ou seja, narrativas de fatos,
quer sejam reais ou fictícios, inseridas nas mensagens de DEUS, a fim
de realçar a verdade, ou o ensino principal, que o pregador, deseja
passar aos ouvintes.
Não há uma determinação, quanto à quantidade de ilustrações a serem
usadas num sermão.
Porém, ainda que as ilustrações sejam muito valorosas, quando bem
usadas e aplicadas num sermão, o pregador deve ser comedido, não deve
usá-las em demasia numa só pregação.
É bom que o pregador assimile bem o conselho dado, visto que a
ilustração há de ser, apenas, um meio para embelezar a pregação e
facilitar o entendimento dos ouvintes.
Jamais a ilustração poderá ser considerada e tida como um fim em si mesma.
Também, é bom saber que o uso de ilustrações não é obrigatório, quando
da transmissão da PALAVRA DE DEUS, através da pregação.
Desta forma, se, para uma mensagem que o pregador pretende pregar, não
houver ilustração adequada é, extremamente, preferível não usar nenhuma
ilustração, a usar ilustração que esteja fora do contexto do sermão.
Se uma ilustração for colocada numa mensagem de DEUS, porém, fora de
contexto, pelo menos, parte do auditório com seu senso crítico, poderá
criar reservas acerca do pegador que age dessa forma, pois, nota e
conclui que o mesmo tem dificuldade de raciocínio.

MANUAL BÁSICO DO PREGADOR CRISTÃO


Não há um local determinado na pregação no qual a ilustração deva ser
colocada, por isso, a localização da ilustração dentro do sermão fica
a critério do pregador, este é que decide o local onde a mesma melhor
se encaixe e sirva aos seus propósitos.
Desta forma, a ilustração pode ser colocada antes, durante, depois do
cabeçalho, na introdução, no corpo da mensagem ou na conclusão,
naturalmente, dentro do critério adotado pelo pregador, qual seja o de
fortalecer e embelezar a mensagem a ser pregada.
Damos a seguir, um exemplo de ilustração.
O HOMEM E A GALINHA.
A galinha anda só olhando para a terra procurando o que lhe serve
para o corpo.
A galinha só olha para cima na hora em que bebe água.
Quantos homens também só olham para as coisas da Terra ?
Muitos não olham para DEUS porque, infelizmente, nem acreditam na sua
existência.
Muitos acreditam na existência de DEUS mas agem como se DEUS não existisse.
1o, Porque nunca escutaram acerca do SEU amor e ou da SUA obra em nosso favor.
2o, Porque, apesar de já terem escutado acerca do SEU amor e obra por
nós, não lhe dão crédito.
Entretanto, apesar de não reconhecerem a sua existência, ou de não lhe
darem importância, ainda que, creiam que ele existe, na hora de um
aperto muito grande buscam−no através dos seus filhos, quer seja,
espontânea ou indutivamente.
Por outro lado, crentes, esquecem:
1o, DA IGREJA.
2o, DOS CULTOS.
3o, DA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL.
4o, DA EVANGELIZAÇÃO.
5o, DE ORAR.
6o, DE LER, ESTUDAR E MEDITAR SOBRE A BÍBLIA SAGRADA.
7o, DO AMOR FRATERNAL.
8o,.ETC., ETC., ETC.
Mas na hora do aperto olham para cima achando que DEUS tem o dever de
satisfazer−lhes os desejos momentâneos.
São como a galinha, que só olha para cima quando tem necessidade de beber.
Cada ilustração pode, muito bem, ser aplicada em mais de um tema, por
isso, esta ilustração pode ser usada:

MANUAL BÁSICO DO PREGADOR CRISTÃO


01, Numa mensagem sobre egoísmo.
02, Numa mensagem sobre vida devocional.
03, Numa mensagem sobre vida CRISTÃ.
04, etc.
Como já dissemos, uma ilustração pode ser real, mas também pode ser
fictícia, o importante é a lição que a mesma dá, bem como, a aplicação
que o pregador faz da mesma, durante a pregação.
X, OS SERMÕES OFICIAIS.
Quando um pregador está encarregado de pregar numa cerimônia oficial, o
sermão a ser pregado deverá estar, totalmente, escrito, quer seja para
ser incluído em ata, para ficar à disposição dos interessados ou, até
mesmo, à disposição das autoridades, as quais poderão exigir o conteúdo
do que foi pregado em tal ocasião, para o que lhes interessar.
XI, PREGAR, MAS, SOBRE O QUʨ?
Já aprendemos a preparar o sermão e quais os tipos de sermão que podem
ser preparados e pregados, agora chegou o momento de pregar, mas,
pregar sobre o qu�
A primeira fonte de temas a serem pregados é a BÍBLIA SAGRADA, a qual
é imprescindível para dar autoridade ao sermão, porém, o pregador deve
atentar aos detalhes da sua IGREJA para, no momento certo, pregar
sobre um assunto que interesse à mesma.
Por exemplo, a IGREJA, ou congregação, está com dificuldades de
relacionamento pessoal, é uma ótima oportunidade para pregar sobre amor
fraternal, arrependimento, perdão, compreensão ou temas correlatos, usando,
naturalmente, o título correto, para que através da pregação, a IGREJA, a
congregação ou, pelo menos, as partes envolvidas, sejam tocadas pelo
ESPÍRITO SANTO, e possam resolver o problema, que com toda a certeza, traz
prejuízos espirituais, quer sejam, pessoais ou eclesiásticos.
Às vezes um evento ou uma notícia local, estadual, nacional ou internacional,
pode ser usado, pelo menos como uma ilustração para um sermão.
Um evento denominacional também pode ser usado para a entrega de um
sermão, etc., etc., etc.
Por fim, não havendo nenhum indício aparente, não há o que temer, já que,
com toda a certeza DEUS iluminará o pregador, sobre o que pregar.
Quando o pregador é convidado a pregar em outra IGREJA ou
congregação, da qual não conhece sua vida, e não lhe for dado o
assunto sobre o qual pregar é bom, em primeiro lugar, fazer algumas
investigações, porém, muito sutis, a fim de não despertar suspeitas,
se porventura, não descobrir nada, a confiança em DEUS há de ser
colocada em ação, o qual, com toda a certeza acompanha o pregador
orientando-o sobre o que deverá pregar.

MANUAL BÁSICO DO PREGADOR


Portanto, nada de pânico, a tranqüilidade juntamente com a confiança
em DEUS, com toda a certeza contribuirão para o bom desempenho do
irmão, tanto para a descoberta do que pregar, quanto para o preparo e
entrega do sermão.
Que DEUS o abençoe, meu irmão na anunciação da sua SANTA e INFALÍVEL PALAVRA.
XII, CUIDADOS IMPORTANTES, QUE O PREGADOR DEVE TER ANTES DE
CHEGAR AO PÚLPITO.
O pregador deve ter alguns cuidados, na sua vida de pregador vejamos alguns:
01, Dentro do possível, preparar sua mensagem com antecedência.
02, Manter um arquivo de sermões prontos, tanto os já pregados, como
os que ainda não o foram.
03, Manter, também, um arquivo de sermões em preparo.
04, Anotar em cada esboço de cada sermão pregado ou numa relação
separada, a localidade, a IGREJA e a data em que o sermão foi pregado,
evitando, dessa forma a repetição precipitada, desnecessária e
prejudicial do mesmo sermão, na mesma IGREJA, em datas muito próximas.
05, Igualmente, marcar em cada ilustração ou numa relação em separado, a
data, a localidade e a IGREJA na qual a mesma foi usada, para que não
haja repetição da mesma ilustração, em data, muito próxima.
Este cuidado é muito importante, visto que, como já vimos, a mesma
ilustração, pode ser usada em vários sermões.
06, O mesmo cuidado deve ser observado em relação aos recortes de
jornais e ou revistas.
07, Às vezes devido à inexperiência do pregador, à importância da
mensagem, ou ao local onde o sermão será pregado, pode acontecer do
pregador ficar tenso, ansioso ou nervoso, antes de iniciar o sermão.
Neste caso, para amenizar tais problemas, é de muita eficácia, o
pregador fazer alguns exercícios de relaxamento para aliviar a tensão,
a ansiedade ou o nervoso que o possa dominar em tais ocasiões.
XIII, CUIDADOS IMPORTANTES QUE O PREGADOR DEVE OBSERVAR AO
APRESENTAR-SE EM PÚBICO, PARA PREGAR.
01, Dentro do possível, usar indumentária sóbria.
02, Usar linguagem adequada; se usar alguma gíria, avisar antecipadamente.
03, Ser comedido, quanto ao tempo, ou seja, não ser demasiadamente curto,
nem demasiadamente longo, na transmissão da mensagem de DEUS.
Um bom sermão, pode muito bem ser preparado para ser apresentado ao
público, mais ou menos, entre 25 e 45 minutos.
Porém, é bom ter o costume de não estar aquém, ou ir além disso,
principalmente se o pregador prega muitas vezes na mesma IGREJA, tal
como um pastor local.

MANUAL BÁSICO DO PREGADOR CRISTÃO


04, Jamais esquecer de levar o esboço do sermão, pois o mesmo o
ajudará a manter-se no rumo certo, bem como, de acordo com o que
foi preparado com antecedência.
Há um cuidado de suma importância, o qual, deve ser, sempre, levado em
consideração, quanto ao esboço do sermão.
O esboço, geralmente, é escrito numa folha de papel, por isso pode ser,
facilmente, levada por uma leve brisa ou por uma breve lufada de vento.
Por isso, é bom o pregador estar prevenido contra esse tipo de
acidente, levando consigo um clipe ou algum outro acessório próprio,
para prender o esboço a alguma coisa mais segura.
Este é um cuidado muito simples, mas muito útil, pois evita:
A, A perda do roteiro do sermão.
B, Dependendo do público presente, até, a hilaridade.
05, Não falar na primeira pessoa do singular, para que não haja
demonstração de orgulho, principalmente, quando do relato da
realização de algum fato notório.
Neste caso é muito melhor falar na primeira pessoa do plural (nós)
dignificando, assim, aqueles que são ou se consideram, seus
colaboradores.
06, Jamais insinuar acusações usando a segunda pessoa, quer seja, do
singular ou do plural, já que isto pode causar má impressão no
auditório, visto que, este pode não aceitar tais insinuações de bom
grado, principalmente, se conhecer, suficientemente, o pregador e
julgar que o mesmo também deveria estar incluído entre os acusados.
Por isso, havendo necessidade de insinuar alguma acusação é melhor
fazê-la na primeira pessoa do plural (nós), colocando-se, assim, no
mesmo nível do auditório, por isso mesmo, também alvo da acusação.
07, Jamais acusar uma pessoa em particular, uma família, uma categoria
profissional, etc., seja ela qual for.
Se isto acontecer poderão surgir graves problemas, até de cunho legal,
exigindo provas da acusação.
08, Evitar olhar para um ponto fixo e, muito menos, para uma só
pessoa presente no auditório, principalmente, se esta for do sexo
oposto, fato este que, quando acontece, pode causar mal-estar,
principalmente, na pessoa que está sendo fitada.
O certo é passear o olhar por todo o auditório, sem fitar por muito
tempo, nenhum ponto fixo ou o olhar de quem quer que seja.
09, Outro cuidado a considerar é a movimentação do pregador.
A, O pregador não deve permanecer estático, ou seja, parado no púlpito.

MANUAL BÁSICO DO PREGADOR CRISTÃO


B, O pregador pode e deve fazer gestos, os quais, quando bem feitos
podem ajudar o auditório a entender com mais facilidade o que está
sendo pregado.
Porém, os gestos devem ser comedidos, a fim de que, o pregador não
seja considerado um espetáculo em si mesmo, devido aos seus gestos.
10o, Evitar colocar as mãos nos bolsos, principalmente, no caso dos
irmãos, nos bolsos das calças, fato este que pode dar a impressão
de que o pregador está inibido, ou não está dando muita importância
à tarefa que está executando.
XIV, AS POSSIBILIDADES DO PREGADOR DA PALAVRA DE DEUS.
Com a aplicação das lições deste manual, o pregador CRISTÃO tem
inúmeras possibilidades para entregar sermões bem preparados, pois a
BÍBLIA SAGRADA, que é a base indispensável para todo o sermão CRISTÃO
é um manancial inesgotável de iluminação, para todos os pregadores
CRISTÃOS do mundo inteiro, e de todas as épocas, desde que foi
iniciada a sua compilação.
DEUS, que é o autor da BÍBLIA SAGRADA, jamais abandonará um filho seu
que se proponha estudá-la e transmiti-la, quer seja a pessoas já
salvas, ou a pessoas ainda não salvas por JESUS CRISTO.
Portanto, nada de desânimo ou pânico, ao invés disso, oração, estudo,
dependência de DEUS, mente aberta para a iluminação DIVINA,
disposição, entrega de tempo para o preparo do sermão e coragem para
transmitir ao povo o que DEUS orientar e determinar, para honra e
glória do SEU NOME.
CONCLUSÃO.
Encerramos este manual básico do pregador CRISTÃO (homilética), o qual
está colocado à disposição dos irmãos que se interessarem em aprimorar
suas habilidades como pregadores da PALAVRA DE DEUS.
Reconhecemos que o mesmo é reduzido, visto que, há material muito mais
extenso e profundo, relativo à pregação CRISTÃ (homilética), além de
haver enfoques, um tanto quanto, diferentes, referentes às partes do
sermão, porém, a nosso ver, o que está exposto neste manual contém o
essencial para melhorar o desempenho do pregador da PALAVRA DE DEUS
que não tem, ou não teve, acesso a material mais completo.
Nosso desejo é que os irmãos que estudaram este manual, tenham
recebido subsídios suficientes, hajam crescido e o apliquem, tanto
para o preparo, quanto para entrega da mensagem de DEUS quando, para
isto, forem solicitados.
Que DEUS abençoe todos os mensageiros da sua SANTA PALAVRA, a qual, tem
contribuído e com certeza continuará contribuindo, para o crescimento
espiritual dos filhos de DEUS, bem como para que muitos não salvos
descubram a forma de alcançarem a MARAVILHOSA SALVAÇÃO ETERNA.

MANUAL BÁSICO DO PREGADOR CRISTÃO


BIBLIOGRAFIA.
01, BÍBLIA SAGRADA.
Tradução, Almeida, João Ferreira de.
Edição corrigida e revisada fiel ao texto original.
Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil, 1.994, 1.995, São Paulo, SP, Brasil.
02, CONCISO DICIONÁRIO DE TEOLOGIA CRISTÃ.
Erickson, Millard J.
JUERP, 1991, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
03, HOMILÉTICA.
Novas Edições Líderes Evangélicos.
1982, São Paulo, SP, Brasil.
04, HOMILÉTICA, A ARTE DE PREGAR O EVANGELHO.
Silva, Plínio Moreira da.
Sociedade Literária e Religiosa ABECAR.
2a Edição, 1982, Mogi das Cruzes, São Paulo, SP, Brasil.
05, MINIDICIONÁRIO AURÉLIO.
Ferreira, Aurélio Buarque de Holanda.
Editora Nova Fronteira, 1a edição, 6a impressão, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

*********************************************