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Certificação e

Medições Ópticas
de Redes FTTx
1. Introdução
• “CERTIFICAR” deriva-se da
palavra “CERTO”.

• No nosso caso é comprovar


que a execução de uma rede
óptica foi executada conforme
as exigências de projeto.
Potência Óptica
é a forma de se medir a
intensidade de luz.
Comprimento de Onda Perda Óptica
é a distância entre valores repetidos Embora a unidade oficial de Diz respeito a diminuição da
num padrão de onda. potência seja o Watts (W), em potência óptica ao logo do enlace.
Medida em metros, representado pela comunicações ópticas comumente
letra grega lambda “λ”. utiliza-se o dBm. Todos os componentes ópticos
Em comunicações ópticas utiliza-se passivos inserem um perda óptica no
a sub-unidade “nm” (nanômetros) enlace, que expressamos em dB.
𝑃𝑠 𝑷
𝒅𝑩 = −𝟏𝟎 ∗ log 𝒅𝑩𝒎 = 𝟏𝟎 ∗ 𝐥𝐨𝐠
𝑃𝑒 𝟏 𝒎𝑾
Ps  Potência de Saída em W P  Potência Medida em W
Pe  Potência de Entrada em W

Pe
dB Ps 1 mW
dB P
10 uW 2,5 uW
100 uW

Cada redução da
Cada redução da 500 uW
potência por dez
potência pela equivale a uma
metade equivale a perda de 10 dBs.
uma perda de 3dBs.
1 mW
1 mw 2 mW 10 mW Cada aumento da
potência por dez
equivale a um ganho
de 10 dBs.
100 mW

Cada aumento da
potência pelo dobro
equivale a um ganho
de 3dBs.

400 mW
1 dB 7 dB 10 dB 10 dB 10 dB

4 dBm
3 dBm
-4 dBm
-14 dBm
-24 dBm
-34 dBm
Calcule: Calcule:

a) Transforme a potência de -28 c) 2 dBm – 23 dB =


dBm em Watts. d) 2 dBm – (-28 dBm) =
b) Considerando a potência de e) 7 dB + 10,5 dB =
entrada de um sistema como f) 0,35 dB/km * 8 km =
sendo 5 mW e potência de saída
de 10 uW, determine a perda em g) 5 * 0,3 dB =
dB deste sistema. h) 2 dBm + 5 dBm =
2. Transceptores
ópticos
Sinais luminosos
recebidos são
convertidos em sinais
digitais.

Sinais digitais de
entrada serão
convertidos em pulsos
de luz.
"Historicamente, os projetistas de sistemas tinham de
escolher entre portas fixas de cobre fixos ou portas fixas
ópticas para as aplicações de Entrada / Saída físicas.

Projetistas lutavam com a decisão de quantas portas de


cobre e quantas óptica (multimodo ou monomodo) em
equipamentos para redes LAN e WAN.
GBIC x SFP SFF x SFP
Para responder a esta dificuldade, a indústria criou o
“pluggable form factor”, começando com o GBIC e
migrando para o SFP, XFP, SFP+, etc.

GBIC  Gigabit Interface Converter


SFP  Small Form-Factor Pluggable
XFP  10 Gigabit Small Form Factor Pluggable
XFP+  Small Form-Factor Pluggable Plus
XFP x SFP+ Invólucro do SFP+
Distância /
Comprimento
Form Factor Portas Fibra Tipo Fibra Range Protocolo Conector Temperatura
de onda
dinâmico

500 m Fast
SFP 850 nm LC / PC
Ethernet 0 a 70 oC
20 km
Fibra única Monomodo Gibabit
1310 nm 40 km Ethernet
SFP+ SC / PC
100 km
1490 nm SDH -40 a 85 oC
160 km
XFP MPO
15 dB EPON /
1550 nm
Fibra dupla Multimodo GPON
30 db
etc
etc etc etc etc
etc
Classe B+ Classe C+
OLT
1,5 a 5 dBm 3 a 7 dBm
Potência Transmissão

OLT
-28 dBm -32 dBm
Sensibilidade Recepção

ONU
0,5 a 5 dBm 0,5 a 5 dBm
Potência Transmissão

ONU
-27 dBm -30 dBm
Sensibilidade Recepção
a) Você deseja fazer uma interligação via fibra entre os seus POPs de rádio.
Descreva como faria esta interligação e quais equipamentos utilizaria.
Pesquise e escolha na internet um GBIC para os seguintes cenários:
b) Interligação de dois POPs numa distância de 10 km, velocidade de 1 Gbps.
c) Interligação de dois POPs numa distância de 35 km que apresenta perda
total na fibra de 20 dB em 1550 nm, velocidade de 10 Gbps.
d) Interligação de 2 roteadores em seu datacenter, velocidade de 10 Gbps.
Para cada um dois cenários acima, especifique:
• Fibra a ser utilizada.
• Comprimentos de onda utilizado.
• Potência recebida (estimada) e margem de segurança.
2. Medidas de
potência óptica
• Valores de potência de transmissão e sensibilidade óptica variam de acordo com a
especificação do fabricante.
• Verifique sempre o datasheet do fabricante para confirmar estes valores.
• Atenção: A sensibilidade óptica de um detector depende da taxa de transmissão utilizada.
Aumentar a taxa de transmissão causa uma piora na sensibilidade.

FTTH – OLT FTTH – ONU PTP – 20 km - Giga PTP – 20 km – 10 Giga PTP – 40 km – Giga PTP – 40 km – 10 Giga

 = 1310/1550 nm  = 1270/1330 nm  = 1550 nm  = 1270/1330 nm


Ptx = 2 a 7 dBm Ptx = 1,5 a 5 dBm

Ptx = -8 a -3 dBm Ptx = -2 a 2 dBm Ptx = -5 a 0 dBm Ptx = 1 a 5 dBm

So = -28 dBm So = -28 dBm


So = -22 dBm So = -14 dBm So = -24 dBm So = -15 dBm
É o equipamento Indispensável no dia a Pode ser do tipo
que utilizamos para dia do técnico simples ou PON.
medir a intensidade instalador para
de potência óptica comprovar a qualidade
da instalação!
CTO ONU
Confirmar se potência nas portas Confirmar se a potência recebida pela ONU está
de uma CTO estão de acordo com
o projeto e, assim, identificar adequada para seu correto funcionamento.
possíveis problemas na Medindo anteriormente a potência na porta da CTO,
implantação da rede. Deve ser esta medida também permite avaliar a perda
realizada na certificação da rede. inserida pelo cabo drop implantado. Deve ser
realizada a cada ativação de uma ONU.

OLT ONU
Confirmar se potência de saída da Confirmar se potência de saída de
porta PON está conforme uma ONU está conforme
especificação do fabricante, além especificação do fabricante, além
de comprovar se esta atenderá de comprovar se esta atenderá
aos requisitos de projeto da rede. aos requisitos de projeto da rede.
Central Rede Óptica de Distribuição Cliente
Cabo óptico
Cabo óptico
Drop
Distribuição

CTO

CEO
1x8

1x4

Splitter de
Cabo óptico
atendimento
Alimentação
Splitter de
distribuição

Conector
Fibra Emenda
Central
1. Ligue o PM e selecione 2. Selecione o modo de
 =1490nm. medida “dBm” no PM.

4. Limpe bem e
3. Selecione um pathcord
inspecione ambos
com conectores SC/UPC.
conectores do pathcord.

5. Insira um dos
conectores do patchcord 6. Faça a leitura da
na porta PON da OLT e potência.
outro no PM.
Rede Óptica de Distribuição

Cabo óptico 1. Ligue o PM e selecione 2. Selecione o modo de


Distribuição  =1490nm. medida “dBm” no PM.

CTO

CEO
1x8 3. Selecione um pathcord
4. Limpe bem e
com conector adequado
inspecione ambos
para sua CTO e outro
1x4 conectores do pathcord.
conector SC/UPC.

Splitter de
Cabo óptico
atendimento
Alimentação
Splitter de
distribuição 5. Insira o conector
adequado do patchcord
6. Faça a leitura da
na numa das portas da
Conector potência.
CTO e o conector SC/UPC
Fibra Emenda no PM.
Cliente
1. Ligue o PM e selecione 2. Selecione o modo de
 =1490nm. medida “dBm” no PM.

3. Selecione um pathcord
4. Limpe bem e
com conector adequado
inspecione ambos
para seu PTO e outro
conectores do pathcord.
conector SC/UPC.

5. Insira o conector
adequado do patchcord
6. Faça a leitura da
na numa das portas da
potência.
PTO e o conector SC/UPC
no PM.
Cliente
1. Ligue o PM e selecione  2. Selecione o modo de
Lembrar que uma
=1490nm. medida “dBm” no PM. ONU só emite
potência se estiver
“linkada” à uma OLT;
e impossibilitando
3. Selecione um pathcord 4. Selecione outro pathcord
com conector adequado com conector adequado

assim o uso de um
para seu PTO e outro para sua ONU e outro
conector SC/UPC. conector SC/UPC.

power meter simples


para esta medição.
5. Limpe bem e inspecione 6. Insira os conectores
ambos conectores dos adequados, interligando PTO
pathcords. com PM e PM com ONU.

Tanto a potência proveniente


da OLT (1490 nm), quanto a
potência de saída da ONU 6. Faça a leitura da potência.
(1310 nm) serão mostradas
automaticamente.
Simples PON
Considere ter um power
Potência OLT meter PON na empresa.
E um simples para cada
equipe de instalação.
Potência CTO

ONU – Pot. recebida

ONU – Pot. saída

Preço
Item Sugestão
Potência máxima e mínima de
+10 dBm a -50 dBm
medição

Precisão de medida ±0,5 dB

Comprimentos de onda calibrados 850, 1300, 1310, 1490, 1550, 1625 nm

Conectores utilizados SC
Meça e registre as seguintes potências:
a) Potência de saída das portas da OLT
b) Potência nas portas da CTO
c) Potência no PTO
d) Potência de entrada da ONU:
e) Potência de saída da ONU:
Lembre-se sempre: Medir potências
é diferente de
dBm dB medir perdas?

Refere-se a medidas de potências. Refere-se a medidas de perdas.

Indica a intensidade de potência Indica a diminuição de potência


num determinado ponto da rede. entre dois pontos da rede.

Diz respeito a intensidade de luz Diz respeito a perda que um


emitida ou recebida por um componente óptico inseriu no sinal
equipamento. óptico, tornando-o mais fraco.
Fibra óptica Emendas Conectores
Perda /
Lambda Atenuação Tipo Perda Classe
Conexão

1310 nm 0,35 dB/km Fusão 0,1 dB A 0,5 dB

1490 nm 0,25 dB/km Mecânica 0,3 dB B 0,3 dB

1550 nm 0,20 dB/km C 0,15 dB


Splitter
Balanceado Desbalanceado
N 1:N 2:N % P1 P2
2 3,7 dB 4,0 dB 1/99 21,6 dB 0,3 dB
3 5,9 dB 6,1 dB 2/98 18,7 dB 0,4 dB
4 7,3 dB 7,3 dB 5/95 14,6 dB 0,5 dB
6 9,8 dB 9,8 dB 10/90 11,0 dB 0,7 dB
8 10,5 dB 10,8 dB 15/85 9,6 dB 1,0 dB
12 13,3 dB 13,3 dB 20/80 7,9 dB 1,4 dB
16 13,7 dB 14,1 dB 25/75 7,0 dB 1,7 dB
24 16,6 dB 17,4 dB 30/70 6,0 dB 1,9 dB
32 17,1 dB 17,7 dB 35/65 5,4 dB 2,3 dB
64 20,5 dB 21,3 dB 40/60 4,7 dB 2,7 dB
45/65 4,2 dB 3,2 dB
Este método consiste em determinar com precisar a perda que um componente ou rede de fibra
insere num sinal óptico.
Utliza-se para este método uma fonte de luz, que pode ser uma OLT ou um equipamento
emissor de luz e um power meter.
Atenção para utilizar pathcords de referência com conectores no padrão adequado.
E selecionar o comprimento de onda do power meter conforme o laser da fonte de luz.
Uma vez tomada a “zerado” o power meter, abrir o adaptador fêmea-fêmea e inserir o
componente ou fibra a ser testado.
Quando o power meter é “zearado”, este não estará mais medindo potências.
Está, agora, medindo a diferença entre e potência de referência e a potência atual.
Ou seja, estará indicando a perda do componente ou fibra inserida.
a) Meça e registre a perda de inserção:
b) De um splitter 1:4
c) De um splitter 1:8
d) De um splitter 1:16
e) De uma bobina de fibra de ___ km
f) De um pathcord
g) De um drop com conectores de campo
Comprimento (km)
01 Medimos comprimento para confirmar a metragem de bobinas compradas e avaliar se existem discrepâncias e/ou danos
acarretados à fibra por transporte indevido. Além de rapidamente localizar rompimento de fibra rede no caso de um
acidente na rede.

Perda (dB)
Medindo perdas, avaliamos a qualidade de emendas por fusão, emendas mecânicas ou conectores ópticos e confirmar se
02 estão dentro dos limites definidos em projeto. Também identificamos a existência de macro-curvaturas, confirmando a
qualidade do lançamento dos cabos. Estas medidas confirmarão as perdas totais da rede e determinarão se o sinal óptico
recebido será o suficiente para o correto funcionamento do sistema; livre de taxas de erros.

Atenuação (dB/km)
03 Medindo atenuação, avaliamos se a fibra comprada está de acordo com os padrões de qualidade exigidos
internacionalmente e também pela Anatel.

Perda de Retorno (dB)


04 Com a medição da perda de retorno avaliamos a qualidade dos conectores utilizados na rede, confirmando se as reflexões
geradas pelos mesmos estão conforme especificação ou se poderá gerar alguma instabilidade no sistema.
Um OTDR combina uma fonte laser e um detector para
fornecer uma “visão” do enlace de fibra.
A fonte laser emite um sinal na fibra onde o detector recebe
a luz reflectida a partir dos diferentes elementos do enlace.
Isto produz um traço num gráfico feito de acordo com o sinal
recebido, e uma tabela de eventos conténdo informação
completa sobre cada componente de rede.
O sinal enviado é um pulso curto que transporta uma certa
quantidade de energia.
Um relógio, então, calcula precisamente o tempo de
propagação do pulso, e este tempo é convertido em distância, conhecendo as propriedades da fibra.
À medida que o pulso se desloca ao longo da fibra, uma pequena parte de sua enrgia retorna para o detector devido à
reflexão de conexões e da própria fibra.
Quando um pulso é totalmente retornado ao detector, um outro pulso é enviado, até o tempo de aquisição terminar.
Por isso, muitas aquisições são realizadas e a médias destas aquisições claculadas para fornecer uma imagem clara dos
componentes do enlace.
Retroespalhamento Rayleigh é usado para
calcular o nível de atenuação da fibra em
função da distância (expressa em dB /
km), o que é mostrado por uma reta
inclinada no traço do OTDR.
Este fenômeno surge do reflexo natural e
absorção de impurezas no interior da fibra
óptica.
Quando atingidas, algumas partículas
redirecionam a luz em diferentes direções,
criando tanto a atenuação do sinal e o
retroespalhamento.
Comprimentos de onda maiores são menos
atenuados do que os menores e, portanto,
requerem menos energia para se deslocar
sobre uma mesma distância de fibra.
Fresnel reflexão-detecta eventos físicos ao
longo do enlace.
Quando a luz atinge uma mudança abrupta
no índice de refração (por exemplo, do
vidro para o ar) uma maior quantidade de
luz é refletida de volta, criando Fresnel
reflexão, que pode ser milhares de vezes
maior do que o retoespalhamento Rayleigh.
Reflexão Fresnel é identificável pelos picos
no traço de um OTDR.
Exemplos de tais reflexões são conectores,
emendas mecânicas, quebras de fibra ou
conectores abertos.
Os diferentes elementos de um enlace podem apresentar ou não uma reflexão, sendo nomeados
de Eventos Reflexivos e Eventos Não-Reflexivos.
Cada um destes são representados com uma traço característico no OTDR.
Índice de
Alcance
Refração

Largura de Tempo de
Pulso Amostragem
• Relembrando, índice de refração é a forma Para calcular distâncias, o OTDR mede a
de se medir a velocidade da luz num tempo de propagação de seu pulso e o
determinado meio. converte para uma distância equivalente
• A luz se propaga com maior velocidade no através da seguinte equação:
vácuo, onde esta velocidade é de 𝑐 ∗𝑡
𝑑=
300.000 km/s. 2 ∗𝑛
• O índice de refração é calculado dividindo- Onde:
se a velocidade da luz no vácuo pela C = velocidade da luz no vácuo
velocidade da luz no meio. t = tempo medido pelo OTDR
𝑉𝑒𝑙𝑜𝑐𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 𝐿𝑢𝑧 𝑉á𝑐𝑢𝑜 n = índice de refração da fibra
𝐼𝑅 =
𝑉𝑒𝑙𝑜𝑐𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 𝐿𝑢𝑧 𝑀𝑒𝑖𝑜 Desta forma, um ajuste equivocado do índice
de refração acarretará num cálculo errôneo da
distância medida.
Fabricante 1310 1550 1625

Draka G652D 1,4670 1,4680 1,4680

Sumitomo 1,4660 1,4670 1,4670

Furukawa G652D 1,4670 1,4680

ZTT 1,4660 1,4670

Corning G652D 1,4676 1,4682

Overtek 1,4660 1,4670


Muito curto: menor que o Bom: aproximadamente 1,5 a 2 Muito longo: muito maior que o
comprimento do enlace. vezes o comprimento do enlace. comprimento do enlace.

Bom traço, pode ser visualizado o Traço comprimido do lado


O link todo não pode ser visualizado.
fim de fibra. esquerdo da tela.
Resultado imprevisível.
Muito estreito Adequado Muito largo

Onde está este


evento?

O traço “desaparece” no piso de Eventos podem ser visualizados e o Não pode localizar eventos.
ruído. traço é suave.
Muito pouco Adequado Demasiado

Onde está este


evento?

O traço é ruidoso. O piso de ruído é O traço é suave. O traço é suave mas desperdício de
muito alto. tempo.
O OTDR mede o nível de reflexão que possui um valor bem menor do que foi injetado na fibra.
Quando temos uma alta reflexão, ocorre a saturação do fotodiodo receptor, sendo que este necessitará de um tempo para
se recuperar deste estado de saturação.
Nesse intervalo de tempo o OTDR não conseguirá fazer medições, sendo chamado portanto de zona morta.

Zona Morta de Atenuação Zona Morta de Evento


É a mínima distância na qual um evento não refletivo É a mínima distância onde dois eventos refletivos
pode ser detectado e medido. consecutivos podem ser detectados e medidos.
Efeito “fastasma” “Ganhos em Emendas”
pode ser resultado: Quando fibras de diferentes diâmetros (núcleos) são
• De um evento refletivo muito forte na fibra. emendadas, o gráfico resultante do OTDR pode mostrar um
• De “ranges” incorretos durante a aquisição do gráfico. aparente “ganho”. Esse fenômeno também pode ocorrer ao
emendar diferentes tipos de fibras, com diferentes coeficientes
O efeito fantasma pode ser detectado, uma vez que o sinal é o de retroespalhamento.
mesmo tanto antes como depois do evento, não há perda de
sinal. Nestes casos, o valor real da emenda é a médias das medições
realizados por cada uma das extremidades da fibra.
Considere o evento não-reflexivo medido abaixo, trata-se de uma emenda ou de uma macro-curvatura?
Não sabemos, pois ambas possuem gráficos semelhantes.
Para resolver isto, e lembrando que problemas de macro-curvatura são mais acentuados em comprimentos de
onda maiores, realizamos as medidas nos comprimentos de onda 1310 e 1550 nm.

-10
Perda (dB)

-15

-20
0,5 0,6 0,7 0,8 0,9 1 1,1 1,2 1,3 1,4 1,5
Distância (km)
Emenda com perda alta: Macro-curvatura:
Caso o evento medido apresente valores altos Caso o evento medido apresente valor baixo
nos dois comprimentos de onda. em 1310 nm e valor alto em 1550 nm.

-10 -10
Perda (dB)

Perda (dB)
-15 -15

-20 -20
0,5 0,7 0,9 1,1 1,3 1,5 0,5 0,7 0,9 1,1 1,3 1,5
Distância (km) Distância (km)
Considere o evento reflexivo medido abaixo, trata-se de um conector do tipo PC ou APC?
Sabemos que a diferença entre um conector PC e APC é que a reflexão de um PC é maior
que um conector APC. Desta forma, devemos medir a reflexão deste evento para classificar
esta conexão corretamente.

-20
Perda (dB)

-30
1,5 1,6 1,7 1,8 1,9 2 2,1 2,2 2,3 2,4 2,5
Distância (km)
Conectores PC: Conectores APC:
Possuem alta reflexão. Tipicamente: Possuem baixa reflexão.
PC30dB SPC40dB UPC50dB Tipicamente 60dB

-20 -20
Perda (dB)

Perda (dB)
-30 -30
1,5 1,7 1,9 2,1 2,3 2,5 1,5 1,7 1,9 2,1 2,3 2,5
Distância (km) Distância (km)
As fibras monomodo padrão G657 também -10 G657

com conhecidas como BLI – Bend Loss

Perda (dB)
Insensitive, ou seja, com perda insensível a -15
curvatura.
Embora o nome diga “insensível”, o correto é -20
afirmar que possuem baixa sensibilidade a 0,5 0,7 0,9 1,1 1,3 1,5

curvatura. Para identificar se temos um Distância (km)

enlace com uma ou outra, basta “forçarmos” -10 G652


uma macro-curvatura na fibra e realizarmos

Perda (dB)
em medida em 1550 nm. -15

Se o OTDR identificar um perda elevada,


trata-se de uma fibra G652, do contrário -20
trata-se de uma fibra G657. 0,5 0,7 0,9 1,1 1,3 1,5
Distância (km)
Manter sempre o conector do OTDR em boas condições de
limpeza.

Mantenha-o tampado se não estiver utilizando-o.

Lembre-se: se o conector do OTDR estiver danificado as


medidas serão “distorcidas” pela alta reflexão no mesmo.

Para localizar fim de fibra, a maioria dos OTDRs possuem


um botão AUTO para realizar a medição.
No entanto, para localizar defeitos específicos, talvez seja
necessário os ajustes em “Alcance”, “Largura de Pulso” e
“Tempo de Amostragem”.
Item Sugestão
Range dinâmico ≥ 36 dB

Zona Morta de Atenuação ≤ 10 m

1310, 1550 nm
Comprimentos de onda
1625 nm para fibra ativa

Conector SC/APC
Meça o enlace proposto e registe:
a) Qual o comprimento total da fibra?
b) Qual o comprimento de cada trecho de fibra?
c) Qual a atenuação (db/km) da fibra em 1310 e 1550 nm?
d) Localize os eventos, identifique-os e meça sua perdas.
e) A fibra é G652 ou G657?
f) Os conectores utilizados são do tipo PC ou APC?
Uma das etapas mais críticas e importantes do Orçamento de Potência
projeto.
•OP = Ptx – So
•OP (DS): OLT  ONU
Consiste em confirmar se os níveis de potência
•OP (UP): ONU  OLT
óptica no receptor da OLT e da ONU estarão
adequados para o seu correto funcionamento.
Para que possamos confirmar este funcionamento, Exemplo:
precisamos conhecer: •OLT
A potência de transmissão da OLT e da ONU. •Ptx = +4 dBm
A sensibilidade da OLT e da ONU. •So = -30 dBm
•ONU
O orçamento é a diferença entre potência de •Ptx = -1 dBm
transmissão e a sensibilidade do par •So = -26 dBm
OLT  ONU ou ONU  OLT.
Este valor, deve ser maior que a soma de todas as Cálculos:
perdas do enlace: conectores, emendas, fibra,
splitters e wdm. •OP (DS) = +4 – (-26) = 30 dB
E além disto, uma margem de segurança. •OP (UP) = -1 – (-30) = 29 dB
OLT
Downstream:
OP = Ptx (OLT) – So (ONU) B+ C+

Upstream: ONU B+ 28, 5 dB 30 dB


OP = Ptx (ONU) – So (OLT)

C+ 28,5 dB 32,5 dB
Com o uso de um diagrama unifilar, identifique e some todas as
perdas que atenuarão o sinal óptico, desde o transmissor até o
receptor.
Para os cálculos, considere perdas máximas para cada um dos
elementos.
Durante a implantação da rede, perdas melhores irão melhorar a
margem de segurança do sistema.
A propósito, considere sempre uma margem de segurança de pelo
menos 3 dB. Isto possibilitará que degradação na potência do
laser e eventuais perdas adicionais no enlace não comprometam o
Cálculo de perdas em redes FTTx

desempenho da rede.
Item Quantidade Perda Unitária Perda Acumulada
Conectores 5 0,5 2,5
Emendas por fusão 5 0,1 0,5
Para redes FTTH, o somatório das perdas corresponde a perda Emendas mecânicas
1x2
0
0
0,3
3,5
0
0
de fibra, conectores, emendas, splitters e wdm se houver. 1x4
1x8
1
1
7
10,5
7
10,5

Para redes PTP, o somatório corresponde a perda de fibra,


Splitters
1x16 0 14 0
1x32 0 17,5 0
conectores e emendas. WDM
1x64 0
0
21
1
0
0
Fibra 1310 nm 5 0,35 1,75

TOTAL 22,25
a) Considere o seguinte GBIC para aplicação em um PTP:
• Ptx = -8 a -3 dBm
• So = -22 dBm
•  = 1310/1550 nm
I. Qual o orçamento de potência para este GBIC?
II. Qual a distância máxima possível para utilizar este GBIC?
b) Considere um diagrama unifilar com as seguintes características:
• 7 conexões, 10 emendas por fusão, splitagem na central 1:2, splitagem na distribuição 1:8, splitagem
no atendimento 1:8, distância de fibra de 10 km:
II. Qual a perda estimada neste projeto?
III. Qual sua escolha para GBIC: B+ ou C+?
IV. Qual a margem de segurança projetada para o GBIC escolhido?
V. Proponha ajustes na topologia da rede, se achar conveniente.
VI. Caso a rede tenha 20 km e não 10 km, qual a perda projetada?
VII. Neste último caso, qual sua decisão de GBIC e a margem de segurança?
VIII. Novamente, proponha ajustes na topologia de rede, se achar conveniente.
• Como já dissemos, Desta forma, nosso ponto de
“CERTIFICAR” deriva-se da partida, será calcular as perdas
palavra “CERTO”. projetadas com o diagrama
unifilar para podermos checar se
• No nosso caso é comprovar a rede construída atende ao
que a execução de uma rede projetado.
óptica foi executada conforme
as exigências de projeto.
Central Rede Óptica de Distribuição Cliente
Cabo óptico
Cabo óptico
Drop
Distribuição

CTO

CEO
1x8

1x8

Splitter de
Cabo óptico
atendimento
Alimentação
Splitter de
distribuição

Conector
Fibra Emenda
A perda projetada DEVE
ser menor que o
orçamento de potencia
do equipamento que se
deseja utilizar!

Cálculo de perdas em redes FTTx


Item Quantidade Perda Unitária Perda Acumulada
Conectores 5 0,5 2,5
Emendas por fusão 5 0,1 0,5
Emendas mecânicas 0 0,3 0
1x2 0 3,5 0
1x4 0 7 0
1x8 2 10,5 21
Fibra 1310 nm 0,35 1,75
5
1490 nm 0,25 1,25
Downstream Upstream
TOTAL
25,25 25,75
Orçamento de Potência (Mínimo) 28,5 28,5
Margem de Segurança 3,25 2,75
O primeiro passo para confirmar se a perda
da rede está conforme projeto é definir e
medir qual é a potência inserida na fibra.

Isto pode ser feito com uma porta de OLT e


medindo a potência de saída da mesma.

Ou, se a OLT não estiver disponível, com a


ajuda de uma fonte de luz laser.
Central Rede Óptica de Distribuição

Fibra = 5 km  1,25 dB

CTO
0,5
10,5
CEO 0,1 0,1
1x8
10,5
0,1
0,5
1x8
0,5 0,1 0,1

Perda total até CTO = 24,25 dB


Central Rede Óptica de Distribuição

Fibra = 5 km  1,25 dB

CTO
0,5
10,5
CEO 0,1 0,1
1x8
10,5
0,1
0,5
1x8
0,5 0,1 0,1

Perda total até CTO = 24,25 dB


Tendo o valor da perda
projetada e da potência
inserida na fibra, meça a
potência recebida em cada
uma das portas das CTOs.
A potência medida deverá
ser maior ou igual que a
potência inserida menos a
Polt = 7 dBm
Polt = 3 dBm Pcto = -17,25 dBm perda projetada.
Pcto = -21,25 dBm

Pcto = Polt - PEprojetada


O procedimento é bem
simples:
• Medir a potência de
saída as OLT, por
exemplo 4,5 dBm.
• Subtrair a perda
projetada, nosso
Polt = 4,5 dBm
exemplo 24,25 dB
Pcto = -19,25 dBm

Pcto = Polt – PEprojetada


Pcto = 4,5 – 24,25
Pcto = -19,75 dBm
Imagine o cenário ao lado
onde tivemos os seguintes
problemas na instalação:
• Conexão do DIO com 2
dB.
• Primeira emenda por
fusão do cabo com 0,5
dB.
• Macrocurvatura entre
caixa de distribuição e
Polt = 4,5 dBm CTO de 0,5 dB.
• Qual a potência
Pcto = ?

deveríamos medir na
CTO?
Obviamente, devido aos
acréscimo de perda, a
potência medida não será
a que esperávamos de
-19,25 dBm.
E será de:
Pcto = Polt – PEreal
Polt = 4,5 dBm Pcto = 4,5 – 26,65
Pcto = -19,25 dBm

Pcto = -22,15 dBm


E, desta forma, para
localizarmos onde estão
os problemas,
precisaremos de um
OTDR.
Pois o power meter só
nos mostrará uma
potência menor que
estávamos esperando,
mas não indicará qual a
razão para este
aumento de perda.
Depois de certificada a
CTO e termos os
valores recebidos em
cada porta, para
sabermos qual a
potência correta a
medir no cliente,
subtrairmos 1 dB.
Pcliente = Pcto – 1 dB
Pcliente = -19,75 – 1
Pcto = -20,75 dBm
Certificação da Rede Certificação do Cliente
• Parta sempre de um diagrama unifilar e • Tendo a rede já certificada, utilizamos
calcule a perda projetada. a potência na CTO como referência.
• Considere para projeto sempre valores • O drop para o cliente costuma ser de
máximos de perda para fibra, emendas,
pequeno comprimento (entre 50 a
150 m) e, portanto, sua perda
conexões e splitters. desprezível.
• A perda real da rede não pode ser maior • Desta forma, a potência no cliente
que a perda projetada. será diminuída somente pelos
• PEreal = Polt - Pcto conectores do drop.
• E, portanto a potência mínima no
cliente deverá ser de:
• Pcliente = Pcto – 1 dB
Power Meter OTDR
• Utilizamos na medição da potência Utilizamos na certificação da rede caso
de saída da OLT. desejarmos confirmar os valores de
• E para certificar a rede, medindo a cada emenda, conector, splitter e
potência recebida nas CTOs. fibra.
• E também para certificar a No entanto, é mais indicado
potência recebida no cliente. realmente quando a certificação com
power meter falha e precisamos
identificar a razão da falha.
Ramal
CERTIFICAÇÃO CTO
1
Crie uma planilha para cada CTO.
CTO 1
Algo similar ao mostrado ao lado.
E registre PRINCIPALMENTE a potência
Porta Perda Projetada Pot OLT Pot Projetada CTO Pot Medida CTO Condição
1 21,44 4,5 -16,94 -16,4 Aprovado

projetada e a potência medida em cada uma


2 21,44 4,5 -16,94 -16,3 Aprovado
3 21,44 4,5 -16,94 -16,8 Aprovado
4
5
21,44
21,44
4,5
4,5
-16,94
-16,94
-16,6
-16,7
Aprovado
Aprovado de suas portas.
Faça o mesmo para cada cliente desta CTO.
6 21,44 4,5 -16,94 -16,8 Aprovado
7 21,44 4,5 -16,94 -16,5 Aprovado
8 21,44 4,5 -16,94 -16,8 Aprovado

CERTIFICAÇÃO CLIENTE
Ramal 1
CTO 1

Porta Pot. Certificada Pot. Cliente Mínima Pot Cliente Medida Condição
1 -16,4 -17,4 -17,3 -17,2
2 -16,3 -17,3 -17,1 Aprovado
3 -16,8 -17,8 -17,2 Aprovado
4 -16,6 -17,6 -1,0 Aprovado
5 -16,7 -17,7 -17,1 Aprovado
6 -16,8 -17,8 -18,1 Reprovado
7 -16,5 -17,5 -16,9 Aprovado
8 -16,8 -17,8 -17,7 Aprovado
a) Considere o seguinte cenário:
• Perda projetada de 23,5 dB.
• Potência da OLT de 4,5 dBm.
• Qual deve ser a mínima potência medida na CTO?
• Caso a potência medida na CTO seja de -20 dBm, devemos aprovar ou reprovar esta CTO?
Para este mesmo caso, qual foi a perda real?
• Qual deverá ser a mínima potência no cliente?
b. Sabendo-se que a potência de sensibilidade de uma ONU seja de -28 dBm:
• Devemos aprovar uma instalação onde medimos 24 dBm no cliente?
• Explique sua resposta e indique qual deveria ser a potência medida.
b. Considere que a potência projetada numa CTO seja de -22,8 dBm e meçamos -23,7 dBm
durante a certificação.
• Quais os problemas podem estar ocasionando esta redução de potência?
• Explique como podemos identificar estes problemas.
Zona 1
Central Zona 2 Zona 3Óptica
Rede Zona 4 Zona 5
de Distribuição Zona 6 Cliente
Zona 7

Dados

Telefonia

1 x8N
NAP
1x8
• Nível de potência em uma ou mais Como a maioria dos componentes da rede são
passivos, uma grande parte dos problemas são
ONTs não atendem o nível mínimo de
devidos a:
potência especificado.

• Perda de sinal (sem potência). 1. Conectores sujos, 2. Quebra ou


danificados ou macrocurvaturas no
desalinhados cabo óptico
• BER alto ou sinal degradado (que pode
ser causado por potência insuficiente).

Estes irão afetar um, alguns ou todos os


• Problema de hardware com um assinantes na rede, dependendo da
componente ativo (OLT ou ONT). localização do problema.
Problema Possível causa Passos a seguir
Uma ONU com mau • Conectores sujos ou danificados • No final do drop:
funcionamento; nível de ou excessivas macrocurvaturas a) Meça a potência óptica.
potencia óptica na ONT após último splitter. b) Inspecione os conectores.
está baixo. • Problema com ONT. • Na NAP:
a) Meça a potência óptica.
b) Inspecione os conectores.
• Na saída do splitter:
a) Meça a potência óptica
b) Inspecione os conectores
Uma ONU não está • Fibra quebrada após o último • Meça a potência na ONT para confirmar que não há sinal.
funcionando, sem potência splitter. • Meça a potência óptica na NAP.
óptica. • ONT com problema. a)Se o sinal estiver presente: o problema é no drop cable.
 Teste o drop cable a partir da ONT ou da NAP usando VFL ou
OTDR.
b)Se o sinal não estiver presente: problema está no cabo de distribuição.
 Teste o cabo de distribuição a partir da NAP usando OTDR.

79
Problema Possível causa Passos a seguir
Uma ONU com mau • ONU com problema de • Siga os procedimentos de resolução de problemas do fabricante da
funcionamento; nível de hardware. ONU.
potencia óptica na ONU
está OK.
Algumas ou todas as • Conectores sujos ou • Na saída do splitter:
ONTs conectadas a um danificados ou excessivas a) Meça a potência óptica.
splitter estão com mau macrocurvaturas antes do b) Inspecione os conectores.
funcionamento; nível de splitter. • Cheque por macrocurvaturas (dentro e fora da NAP)
potência óptica na ONU • Na entrada do splitter:
está baixo. a) Meça a potência óptica.
b) Inspecione os conectores.
Todas ONTs conectadas a • Fibra quebrada antes do • Teste o cabo de alimentação (ou a fibra entre splitters no caso de
um splitter não estão último splitter. cascateamento) com o OTDR a partir da ONT, NAP ou splitter.
funcionando; sem potencia
óptica.

80
Problema Possível causa Passos a seguir
Todas ONTs não estão • Quebra do cabo de • Teste o cabo de alimentação a partir do primeiro splitter ou da
funcionando; sem potência alimentação ou problema na central.
óptica. central (OLT). • Meça a potencia de saída da OLT.
• Meça a potência de vídeo antes do WDM.
• Meça a potência na saída do WDM.
• Cheque os equipamentos da central.
Aumento de BER. • Potência insuficiente na ONT • Realize os passos acima como necessário.
ou problema de hardware na • Siga os procedimentos de resolução de problemas do fabricante da
ONT. ONT.
Problemas intermitentes. • Problema de hardware na • Siga os procedimentos de resolução de problemas do fabricante da
ONT. ONT.

81
PON Power Meter PON OTDR Fiber Inspection Probe
• Conectado em modo pass- • Fornece um gráfico que permite Equipamento versátil e seguro,
trought, permitindo tráfego localizar cada elemento do enlace. permite a inspeção de:
downstream e upstream. • Estes OTDRs apresentam uma • Conectores machos, em cabos
• Mede a potência de cada porta dedicada para testes em drops e cordões ópticos.
comprimento de onda 1625 ou 1650 nm e incorporam • Conectores fêmeas, em DIO, NAP
simultaneamente. um filtro que rejeita todos os ou na porta óptica da ONT.
sinais indesejados (1310, 1490 e
1550 nm), que poderiam
contaminar a medição do OTDR.
Ronaldo Couto
• Diretor Executivo
• Primori – Consultoria e Treinamentos
• : +55 (11) 99180-7178
• : ronaldo.couto@primori.net.br