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Diretrizes Operacionais para o Funcionamento das Escolas Estaduais 2018

Diretrizes Operacionais para o Funcionamento das Escolas Estaduais 2018
Diretrizes Operacionais para o Funcionamento das Escolas Estaduais 2018
Diretrizes Operacionais para o Funcionamento das Escolas Estaduais 2018

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Ricardo Vieira Coutinho

Governador

Ana Lígia Costa Feliciano

Vice-Governadora

Aléssio Trindade de Barros

Secretário de Estado da Educação

Roziane Marinho Ribeiro

Secretária Executiva de Gestão Pedagógica da Educação

José Arthur Viana Teixeira

Secretário Executivo de Administração, Suprimentos e Logística da Educação

2

3

Comissão de Elaboração

Gerência de Acompanhamento a Gestão Escolar – GEAGE

Eduilza Rayara Mangueira de Figueiredo

Assessoria do Gabinete da Secretária Executiva de Gestão Pedagógica– SEGEP

Verônica de Souza Fragoso

Aucilene Alves de Morais

Andreia Sobreira

Gerência Executiva de Educação Infantil e Ensino Fundamental – GEEIEF

Marta de Medeiros Correia

Gerência Executiva de Ensino Médio – GEEM

Conselho Estadual de Educação - CEE

Robson Rubenilson dos Santos Ferreira

Gerência Executiva de Educação de Jovens e Adultos

Laryssa Abílio Oliveira

Gerência Executiva de Educação Profissional

Antônio Américo Falcone de Almeida

PROJETO GRÁFICO

Verônica de Souza Fragoso Aérton Ferreira Diniz

3

4

Comissão Colaboradora NOME SIGLA SETOR Verônica de Souza Fragoso SEGEP Assessoria da Secretaria Executiva de
Comissão
Colaboradora
NOME
SIGLA
SETOR
Verônica de Souza Fragoso
SEGEP
Assessoria da Secretaria Executiva de Gestão Pedagógica
Aucilene Alves de Morais
SEGEP
Assessoria da Secretaria Executiva de Gestão Pedagógica
José Correia de Queiroz
GEREH
Gerência de Recursos Humanos
Vanedja Candido Barbosa
NUMOP
Núcleo de Movimentação de Pessoal
Ana Maria Guerra de Almeida
FUNAD
Fundação Centro Integrado de Apoio ao Portador de Deficiência
Flávia Nayra Araújo Rodrigues
ATN
Assessoria Técnica Normativa
André Leite Maia
ATN
Assessoria Técnica Normativa
Antônio Américo Falcone de Almeida
GEEP
Gerência Executiva de Educação Profissional
Aerton Ferreira Diniz
GEEP
Gerência Executiva de Educação Profissional
Herbetty Vieira Dantas
PRONATEC
Coordenação Geral do PRONATEC
Magda de Oliveira Borges
SINTEP
Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação
Bartolomeu José de Araújo Pontes
APLP
Associação dos Professores de Licenciatura Plena do Estado da Paraíba
Edinalva Alves de Aguiar
GPROFESC
Gerência de Programas de Fortalecimento da Escola
Valmir Herbert Barbosa Gomes
GEEIEF
Gerência Executiva de Educação Infantil e Ensino Fundamental
Iara Andrade de Lima
PROAVA
Programa de Avaliação e Aprendizagem
Audiléia Gonçalves da Silva
CEEI
Comissão Executiva de Educação Integral
Vanessa Araújo Toscano de Brito
CEEI
Comissão Executiva de Educação Integral
João Justino da Silva Neto
GETECI
Gerência de Tecnologia da Informação
Renan Cezar Oliveira de Araújo
GAD
Gerência de Administração
Graciele Maria Bezerra Ferreira
GEAESI
Gerência Executiva da Assistência Escolar Integrada
Eliane Maria de Aquino
GEEJA
Gerência Executiva de Educação de Jovens e Adultos
Maria de Fátima Vilar
GEEJA
Gerência Executiva de Educação de Jovens e Adultos
Paula Maria Fernandes da Silva
GEDI
Gerência Executiva de Diversidade e Inclusão
Tulhio Cezidio Serrano da Silva
DEDE
Diretoria Executiva de Desenvolvimento Estudantil
Janildes Andrade
ASCOM
Assessoria de Comunicação
2018OPERACIONAISDIRETRIZES

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Diretrizes Operacionais para o Funcionamento das Escolas Estaduais 2018

5

2018OPERACIONAISDIRETRIZES

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Caro(a) Educador(a),

Mais um ano letivo se aproxima, e a Secretaria de Estado da Educação - SEE apresenta as Dire-

trizes Operacionais para o Funcionamento das Escolas da Rede Estadual de Ensino - 2018 como um

aporte para garantir a qualidade da organização e trabalho das unidades de ensino, considerando os debates e as atuais mudanças que têm permeado a educação brasileira e, consequentemente, a parai- bana.

Nesse sentido, nestas diretrizes são indicadas normas e procedimentos nos termos da Portaria Nº 1254/2017; encaminhamentos operacionais para a gestão escolar, além de orientações pedagógi- cas para a implementação dos programas e projetos educacionais nas escolas. Outro marco importante delineado, neste documento, são as matrizes curriculares que consolidam todos os cursos ofertados pe- la rede estadual de ensino.

Cumpre-nos observar que nosso objetivo é a qualidade do ensino e da aprendizagem. E na busca de atender aos requisitos de qualidade da educação que todos almejamos, recomendamos a socializa- ção destas Diretrizes nas unidades escolares, com especial ênfase, para seu uso enquanto instrumento de cooperação e integração do conjunto de escolas e Secretaria de Estado da Educação.

Continuemos fazendo Educação juntos(as)!

Aléssio Trindade de Barros Secretário de Estado da Educação

Roziane Marinho Ribeiro

Secretária Executiva de Gestão Pedagógica da Educação

José Arthur Viana Teixeira Secretário Executivo de Administração, Suprimentos e Logística da Educação

DIRETRIZES OPERACIONAIS 2018

Sumário

1. Organização Administrativa

a. Setores da Secretaria - p.10

b. Sistema de Informação da Rede Estadual de Ensino- SABER- p.17

c. Diário online - p.18

d. Matrícula - p.19

e. Organização das turmas p. 20

f. Portaria das Diretrizes Operacionais 2018 nº 1257/2017 p. 21

2. Organização Pedagógica

a. Calendário do Ano Letivo Escolar p.29

b. Calendário Anual p.30

c. Calendário de Planejamento Didático Escolar p. 31

d. Planejamento Escolar p. 32

e. Orientações e Planejamento Didático– Pedagógico Semanal p. 33

f. Sarau Pedagógico p.34

g. Conselho Escolar p.35

h. Projeto Político Pedagógico-PPP p.36

i. Projeto de Intervenção Pedagógica p. 37

j. Funcionamento da Escola p.39

k. Caminhos da Gestão Participativa p 41

3. Políticas e Programas de Fortalecimento Escolar

a. Ficha de Comunicação do Aluno Infrequente - FICAI p. 42

b. Prêmio Escola de Valor Prêmio Mestres da Educação p.43

c. Plano Nacional de Formação dos Professores da Educação Básica - Programa Formação Pela Escola p.44

d. Programa de Assistência ao Estudante p.45

e. Programa Nacional do Livro Didático - PNLD e Programa Nacional Biblioteca da Escola – PNBE Programa Nacional

de Apoio ao Transporte Escolar - PNATE p.46

f. Programa Nacional de Alimentação Escolar PNAE Programa Dinheiro Direto na Escola- PDDE Programa Dinheiro

Direto na Escola -PDDE/PB Orçamento Democrático Escolar, Programa Dinheiro Direto na Escola– PDDE/PB p. 47

g. Orçamento Democrático Escolar p.48

4. Programas de Desenvolvimento Estudantil- p.50

a. PRIMA- Programa de Inclusão da Música e das Artes p.51

b. Bandas Escolares p.52

c. Projeto Se Sabe de Repente p.53

d. Grêmio Estudantil p.54

e. Programa Gira Mundo p.55

f. Programa Jovens Embaixadores p.56

g. Programa Parlamento Jovem Brasileiro p.58

h. Programa Jovem Senador p.59

i. Casa do Estudante da Paraíba p.60

j. PBVest p.61

k. Festival de Artes: Arte em Cena p.62

l. Projeto #toligadonaleitura p.63

m. Semana da Diversidade e Inclusão 5. Educação Básica: Etapas de Escolaridade

5.1 Ensino Fundamental p.66

a. SOMA– Pacto Pela Aprendizagem p.68

b. Projeto de Educação Emocional e Social na escola p.70

DIRETRIZES OPERACIONAIS 2018

c. SOMA/Programa Primeiros Saberes da Infância - PSI p.71

d. Programa Saúde na Escolar– PSE p.72

e. Projeto Alumbrar p.73

f. Olimpíada Paraibana de Língua Portuguesa- OPLP p.74

g. Novo Mais Educação– NME p.75

h. Aprendizagem em Foco p.76

i. Projeto Jovem Leitor p.77

j. Robótica Educacional p.78

5.1.2 Matrizes Ensino Fundamental p.79

5.2 Ensino Médio p.83

a.

Programa de Educação Emocional e Social na Escola p.85

b.

Olimpíada Paraibana de Língua Portuguesa p.86

c.

Ensino Médio na Modalidade Normal Magistério p.87

d.

Escolas de fomento e educação Integral– PROEMI p.88

e.

Plataforma de Formação em Inglês Plataforma English Discoveries p.89

5.2.1 Matrizes Ensino Médio p.90

5.3 Escolas Cidadãs Integradas - ECI

5.3.1

Matrizes Ensino Integral p.105

5.3.2

Matrizes Cidadãs Integrais Técnicas — ECIT p. 108

5.4.1

Escolas Cidadã Integral Socioeducativa p.139

5.4.2

Matrizes Escola Cidadã Integral Socioeducativa p.140

6. Modalidades da Educação Básica p.144

7. Escola Profissional Técnica p. 145

7.1 Matrizes Educação Profissional 147

8.Educação de Jovens e Adultos p. 194

a.

Educação em Prisões p. 195

b.

Exames de Certificação p. 196

c.

Programa de Enfretamento ao Analfabetismo—Paraíba Cidadão Leitor p.197

8.1 Matrizes Educação de Jovens e Adultos p. 198

9.Modalidades da Educação Básica: Programas e Projetos p. 212 10.Centro Estadual de Arte– CEARTE p.213 10.1 Matrizes- CEARTE- PRONATEC PB p. 215 11.Educação Especial p.227 12.Educação do Campo p.229 13.Educação quilombola p.230 13.1.Matrizes Quilombola p.231 15.Educação Indígena p. 238 15.1.Matrizes Educação Indígena p.239

16.Eixo Educação em Direitos Humanos p.248

17. Educação para as Relações Étnico-Raciais p.249

18- Educação Ambiental p. 250

19.

Processo de Avaliação p. 251

a.

Avaliação da Aprendizagem p.252

b.

Novas Oportunidades de Aprendizagens - NOAs p. 253

c.

Sistema de Avaliação da Educação da Paraíba - Avaliando IDEPB p. 254

d.

Avaliação Institucional p. 255

20.

Tecnologia Educacional p. 257

2018OPERACIONAISDIRETRIZES

9

Organização

Administrativa

2018OPERACIONAISDIRETRIZES 9 Organização Administrativa

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Setores da Centro Administrativo Integrado - Bloco I - Av. João da Mata, s/nº -
Setores da
Centro Administrativo Integrado - Bloco I - Av. João
da Mata, s/nº - Jaguaribe.
secretaria
CEP: 58 019 - 900 - João Pessoa - PB - FAX: (83) 3218 -
4019 Fone: 3218 - 4285 / 3218-4001
6º andar
SETOR
FUNÇÃO
TITULAR
TELEFONE
E-MAIL
SECRETÁRIO
alessio.trindade@see.pb.gov.br
ALÉSSIO TRINDADE DE BARROS
3218
-4001
DE ESTADO
3218
-4285
GABINETE DO SE-
CRETÁRIO DE ESTA-
SECRETÁRIA
MARLY MESSIAS
gseducacaoparaiba@gmail.com
DO DA EDUCAÇÃO
GS
SECRETÁRIA AUXILIAR
VERONICA LIMA
CHEFE DE GABINETE
FRANKSUELLA LINS DOS SANTOS
3218
-4264
chefia.gabinete@see.pb.gov.br
ASSESSORIA
ANTONIETA NÓBREGA
3218
-4001
SECRETÁRIA
ROZIANE MARINHO RIBEIRO
3218
-4005
EXECUTIVA DE
roziane@see.pb.gov.br
GESTÃO
PEDAGÓGICA
SECRETÁRIA
NAYARA RANNE
3218-4005
SECRETÁRIA AUXILIAR
FÁBIA DANIELA S DA SILVA
3214-1811
VERÔNICA FRAGOSO
gabinetepedagogico.educ@gmail.com
JOSÉ TARCÍSIO JÚNIOR
ASSESSORIA
THAYSE TAMAR
GABINETES DOS
ANDRÉIA SOBREIRA
SECRETARIOS
AUCILENE ALVES DE MORAIS
EXECUTI-
VOS
SECRETÁRIO
EXECUTIVO DE
ADMINISTRAÇÃO DE
SUPRIMENTOS E LO-
JOSÉ ARTHUR VIANA TEIXEIRA
3218
-4001
arthurviana.adm@gmail.com
GÍSTICA DA
EDUCAÇÃO
IVANIRA PONTES
NELSON
3218-4749
ANDERSON
PRISCILA QUEIROZ
ASSESSORIA
GUSTAVO
ALLANA CALDAS
LINDALVA R. LEITE
3218
-4006
ANA CLAUDIA
ROSELY
ASSESSORIA TÉCNICA
3218
-4004
NATANAEL
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Setores da Centro Administrativo Integrado - Bloco I - Av. João da Mata, s/nº -
Setores da
Centro Administrativo Integrado - Bloco I - Av. João
da Mata, s/nº - Jaguaribe.
secretaria
CEP: 58 019 - 900 - João Pessoa - PB - FAX: (83) 3218 -
4019 Fone: 3218 - 4285 / 3218-4001
6º andar
SETOR
CARGO
TITULAR
TELEFONE
E-MAIL
RECEPÇÃO
RECEPCIONISTA
THAYNA
3218
-4011
ASSESSORIA TÉCNI-
COORDENADORA
SAMIA JANINE DE CARVALHO
3218
-4027
CA
samiajanine@gmail.com
NORMATIVA
SECRETÁRIA
ROSÂNGELA VIANA
3218
-4027
ATN
ASSESSORIA DE
GERENTE EXECUTIVA DE
COMUNICAÇÃO
JANILDES ANDRADE DE FREITAS
IMPRENSA
3218
-4089
janildes.andrade@gmail.com
ASCOM
GERENTE OPERACIONAL
FABIOLA BESSA
COMISSÃO
EXECUTIVA DE
GERENTE
GABRIEL DOS SANTOS SOUZA
GOMES
3218-4039
controleinternosee@gmail.com
EDUCAÇAO
INTEGRAL
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Setores da Centro Administrativo Integrado - Bloco I - Av. João da Mata, s/nº -
Setores da
Centro Administrativo Integrado - Bloco I - Av. João
da Mata, s/nº - Jaguaribe.
secretaria
CEP: 58 019 - 900 - João Pessoa - PB - FAX: (83) 3218 -
4019 Fone: 3218 - 4285 / 3218-4001
5º andar
SETOR
CARGO
TITULAR
TELEFONE
E-MAIL
DIVISÃO
PRESIDENTE
CLAÚDIO TOLEDO
3218- 4032
cpi.seepb@gmail.com
PERMANENTE
DE INQUÉRITO
MARCELO CAVAL-
GERÊNCIA DE ACOMPANHA-
MENTO E
GERENTE
3218- 4038
m.albuquerque@globo.com
CANTI
MANUTENÇÃO DE OBRAS
GAMOB
3218- 4212
ENGENHARIA
ZANE
3218 4230
GERENTE
AMÉRICO FALCONE
3218
-4059
aafalcone@gmail.com
EXECUTIVO
GERENTE
GERÊNCIA
AERTON DINIZ
3218
-4059
EXECUTIVA DE EDUCAÇÃO
OPERACIONAL DE ACOMPA-
NHAMENTO DA EDUCAÇÃO
geep@see.pb.gov.br
PROFISSIONAL
GEEP
SECRETÁRIA
LUCIANA CONRADO
3218
-4059
COORDENADOR
HEBERTTY VIEIRA
3218-4059
pronatec@see.pb.gov.br
DANTAS
PRONATEC
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Setores da Centro Administrativo Integrado - Bloco I - Av. João da Mata, s/nº -
Setores da
Centro Administrativo Integrado - Bloco I - Av. João
da Mata, s/nº - Jaguaribe.
secretaria
CEP: 58 019 - 900 - João Pessoa - PB - FAX: (83) 3218 -
4019 Fone: 3218 - 4285 / 3218-4001
4º andar
SETOR
CARGO
TITULAR
TELEFONE
E-MAIL
GERENTE EXECUTIVA
MARTA DE MEDEIROS
educmartam@gmail.com
GERENTE OPERACIONAL DE
EDUCAÇÃO INFANTIL
RIZONEIDE GOMES
3218
- 4081
GERÊNCIA EXECUTIVA
3218
-4082
GERENTE
DE EDUCAÇÃO INFAN-
TIL E ENSINO FUNDA-
MENTAL
GEEIEF
OPERACIONAL DE ENSINO
VALMIR HERBERTH GOMES
herberth.gomes@see.pb.gov.br
FUNDAMENTAL
GERENTE
3218
-4054
IARA LIMA
OPERACIONAL DO PROGRA-
MA DE
3218
-4094
3218
-4051
GERÊNCIA DE RECUR-
SOS HUMANOS
GEREH
GERENTE EXECUTIVA
ANA CAROLINA LUBAMBO
carollubambo2012@gmail.com
3218 -4052 (FAX)
3218
-4076
SECRETÁRIA
DANIELA CUNHA
3218
-4051
GERÊNCIA EXECUTIVA
DE ENSINO MÉDIO
GEEM
GERENTE EXECUTIVO
ROBSON RUBENILSON
3218
-4327
SECRETÁRIA
MARIA ELIZABETE TEJO
3218-4327
GERENTE EXECUTIVO
LARYSSA ABILIO OLIVEIRA
3218
-4046
SECRETARIA
ANA ISABEL
2318-4047
GERÊNCIA EXECUTIVA
DE EDUCAÇÃO DE
JOVENS E ADULTOS
GEEJA
GERENTE OPERACIONAL DE
ALFABETIZAÇÃO
BRASIL ALFABETIZADO
MARIA CRISTINA DANIEL
3218
-4013
PRESIDENTE DA COMISSÃO
DE EXAMES SUPLETIVOS
GRAÇA ANDRADE
3218
-4346
GERENTE OPERACIONAL DE
ENSINO FUNDAMENTAL E
MÉDIO DA EJA
CELIA VARELA BEZERRA
3218
- 4013
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Setores da Centro Administrativo Integrado - Bloco I - Av. João da Mata, s/nº -
Setores da
Centro Administrativo Integrado - Bloco I - Av. João
da Mata, s/nº - Jaguaribe.
secretaria
CEP: 58 019 - 900 - João Pessoa - PB - FAX: (83) 3218 -
4019 Fone: 3218 - 4285 / 3218-4001
3º andar
SETOR
CRAGO
TITULAR
TELEFONE
EMAIL
DIRETORIA EXECUTIVA
DE DESENVOLVIMENTO
ESTUNDANTIL(DEDE)
TULHIO SERRANO
3218-4079
tulhioserrano@gmail.com
GERENCIA EXECUTIVA
DE DIVERSIDADE E IN-
CLUSAO(GEDI)
GERENTE EXECUTIVO
NÚCLEO DE MOVIMEN-
TAÇÃO
DE PESSOAL
NUMOP
ANA CLÁUDIA CAVAL-
CANTE
3218
-4023
anacavalcante@see.pb.gov.br
3576
-4300
SECRETÁRIA
ROSÁLI SANTOS
3218
-4024
GERENTE DO PRO-
GRAMA FUNDESCOLA
EDINALVA ALVES
PROJETO FUNDESCOLA
PROFESC
3218
-4017
edinalvaa@gmail.com
3218
-4029
SECRETÁRIA
RUANA AGRA
GERENTE
HIDEMBURGO
3218-4110
EXECUTIVO
HENRIQUE
ASSESSORIA TÉCNICA
REGINA HELENA RIBEIRO
3218-4110
GERÊNCIA EXECUTIVA
DA ASSISTÊNCIA ESCO-
LAR INTEGRADA
GEAESI
GERENTE OPERACIO-
NAL DO DESPORTO
ESCOLAR
JOSÉ GERALDO CABRAL
3218-4031
GERÊNCIA OPERACIO-
NAL DE ASSISTÊNCIA
AO ESTUDANTE
GRACIELE FERREIRA
3218-4884
NÚCLEO DE MATERI-
AL DIDÁTICO
SALETE
3218
- 4010
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Setores da Centro Administrativo Integrado - Bloco I - Av. João da Mata, s/nº -
Setores da
Centro Administrativo Integrado - Bloco I - Av. João
da Mata, s/nº - Jaguaribe.
secretaria
CEP: 58 019 - 900 - João Pessoa - PB - FAX: (83) 3218 -
4019 Fone: 3218 - 4285 / 3218-4001
2º andar
SETOR
CRAGO
TITULAR
TELEFONE
EMAIL
GERENTE
TADEU
3218
-4065
EXECUTIVO
LUZIA DE FÁTIMA
SECRETÁRIA
3218-4064
GOMES BARBOSA
ASSESSOR
JAILTON
GERÊNCIA DE
SECRETÁRIA DO
ADMINISTRAÇÃO
ANERCINA
ASSESSOR
GAD
SUBGERENTE DE
APOIO
RENAN
3218
- 4063
ADMINISTRATIVO
SETOR DE
RAYRA A. DE FREITAS
3218
- 4062
COMPRAS
GERENTE
DARIO GOMES DO
NASCIMENTO JUNIOR
3218
- 4073
dario@see.pb.gov.br
EXECUTIVO
3218
- 4101
SUPORTE
JOÃO FAUSTINO
GERÊNCIA DE
3218 - 4102
TECNOLOGIA DA
GERMANO
3218
- 4074
SUBGERENTE
germano@see.pb.gov.br
INFORMAÇÃO
3218
- 4071
CAVALCANTE PAIVA
GTECI
SECRETÁRIA
ELIOMAR GAMA DO
NASCIMENTO
3218
-4072
SUBGERENTE
ANTÔNIO DE CALDAS
IRMÃO
3218
- 4075
caldasirmao@gmail.com
SUBGERÊNCIA DE
SECRETÁRIA
CÉLIA MARIA DA SILVA
ESTATÍSTICA
SGEST
3218
- 4077
ASSESSORA
JANAÍNA MEDEIROS
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Setores da Centro Administrativo Integrado - Bloco I - Av. João da Mata, s/nº -
Setores da
Centro Administrativo Integrado - Bloco I - Av. João
da Mata, s/nº - Jaguaribe.
secretaria
CEP: 58 019 - 900 - João Pessoa - PB - FAX: (83) 3218 -
4019 Fone: 3218 - 4285 / 3218-4001
1º andar e Térreo
SETOR
CARGO
TITULAR
TELEFONE
E-MAIL
GERENTE EXECUTIVO
ISMÊNIA
3218
- 4104
SECRETÁRIA
ROSILENE RAMOS DE
SOUZA
3218
- 4095
SUBGERENTE DE ACOMPA-
NHAMENTO E CONTROLE DA
EXECUÇÃO DOS PROGRA-
MAS EDUCACIONAIS
FÁTIMA GOMES / REGI-
NA CLÁUDIA BARBOSA
3218
- 4096
reginacvbarbosa@hotmail.com
GERÊNCIA DE PLANEJA-
MENTO, ORÇAMENTO E
FINANÇAS
GPOF
DIÁRIAS
PAULINELIA BATISTA DE
SOUTO
3218
- 4091
SUBGERENTE DAS FINANÇAS
MARIA DE FÁTIMA
GOMES
3218
-4098
PRESTAÇÃO DE CONTAS
TRANSPORTE
MARIA VIDAL
SUBGERENTE DE PLANEJA-
MENTO E ORÇAMENTO
3218
- 4068
IARA DE OLIVEIRA
iara_oliveira01@hotmail.com
3218
- 4996
SUBGERÊNCIA DE
CONTROLE, CONTRATOS
MARIO GOMES DA
SUBGERENTE
3218
- 4297
convenioscontratoseduc@gmail.com
E CONVÊNIOS
SILVA FILHO
SGCCC
3218- 4086
3218
-4485
SUBGERENTE
MARIA GORETT MATIAS
mariagorett@gmail.com
SUBGERÊNCIA DE CON-
TROLE
DE PESSOAL
SGCONP
3218- 4408
3231
- 1780
SETOR - FÉRIAS
JOSÉ MINAR DA SILVA
JUNIOR
3218
-4084
MARINEIDE CUNHA
SETOR - CHEQUE SALÁRIO
3218
-4408
MELO
GERENTE EXECUTIVA
EDUILZA RAYARA
3218
- 4061
GERÊNCIA EXECUTIVA DE
ACOMPANHAMENTO DA
GESTÃO ESCOLAR
GEAGE
GERENTE OPERACIONAL DE
ACOMPANHAMENTO E ORI-
ENTAÇÃO
À ESCOLA
JOCELUCIO ISMAEL
3218-4055 OU 3218-
XAVIER
4080
NÚCLEO DE
SERVIÇOS GERAIS
CHEFE
ANTÔNIO JOSÉ BARBO-
SA
3218
-4067
NSG
DIVISÃO DE PROTOCOLO
DIPRO
CHEFE
TEREZINHA NUNES
3218
-4017
DIVISÃO DE TRANSPORTE
DITRAN
CHEFE
JULIO CESAR MENDES
3218
-4008
ditran_see@hotmail.com
PROJOVEM CAMPO
COORDENADORA
VALDEREZ
3218-5520
3218
-9533
PORTARIA
RECEPÇÃO
CORREIOS
3218
-4207
2018OPERACIONAISDIRETRIZES

2018OPERACIONAISDIRETRIZES

17

Sistema de Informação da

Rede Estadual de Ensino

17 Sistema de Informação da Rede Estadual de Ensino O SABER é um sistema de gestão

O SABER é um sistema de gestão de informações, organizado por ferramentas gerenciais online, capaz de captar informações e gerar dados e indicadores da rede estadual de ensino para subsidiar o plane- jamento e a tomada de decisões sobre o funcionamento das escolas, bem como desenvolver políticas educacionais a fim de otimizar a qualidade dos serviços prestados e a aplicação dos recursos públicos da educação. O SABER é administrado pela Secretaria de Estado da Educação e está segmentado em três módulos: estudantes, escolas e profissionais.

Aos estudantes cabe o acompanhamento de suas avaliações da efetiva participação em sala de aula.

Aos professores cabe o registro e acompanhamento das aulas, assegurando sistematização de seu planejamento assim como um olhar crítico-reflexivo em relação as avaliações. Cumpre ressaltar que o processo avaliativo é não apenas uma aferição para o grau de compreensão dos assuntos trabalhados em sala de aula, mas também uma propositura para redimensionamentos em didática em sala de au- la.

Aos gestores cabe a prontidão em observar registros de aula, participação dos professores e atualiza- ção constante dos informes que cabem a sua responsabilidade. Essa premissa é essencial para que o aprimoramento do Sistema SABER seja progressivo e possa de fato atender à todos os fins pedagógi- cos e administrativos necessário para uma boa e coerente rede de informação escolar.

à todos os fins pedagógi- cos e administrativos necessário para uma boa e coerente rede de

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Diário

Online

2018OPERACIONAISDIRETRIZES 18 Diário Online O Programa de Modernização e Eficiência da Gestão de Aprendizagem na
O Programa de Modernização e Eficiência da Gestão de Aprendizagem na Paraíba fará uso da
O Programa de Modernização e Eficiência da Gestão de Aprendizagem na Paraíba fará uso da platafor-
ma SABER, sistema de gestão de informações da Secretaria de Estado da Educação, para possibilitar a
inserção e monitoramento de dados educacionais da rede estadual de ensino, disponível em: http://
www.saber.pb.gov.br.
O sistema SABER possui ferramentas de avaliação escolar, que permite o monitoramento do progresso e do
fluxo escolar dos estudantes (com acompanhamento da frequência, evasão ou retenção de estudantes), atra-
vés do Diário de Classe Online.

O acesso ao Sistema SABER é realizado mediante cadastro do servidor responsável no setor de Estatísti- ca da Gerência Regional de Educação.

A gestão escolar, por meio do servidor responsável, deve inserir e atualizar permanentemente os dados da escola relativos aos estudantes, turmas, professores, documentos escolares (PPP, regimento e ou-

tros) etc.

Orientações de Funcionamento

regimento e ou- tros) etc. Orientações de Funcionamento 1) É de responsabilidade única e direta o

1) É de responsabilidade única e direta o preenchimento pelo docente de seu diário eletrônico, na

plataforma SABER. A ausência das informações implicará em o docente e direção escolar res-

ponderem na forma da lei em vigor.

Regimento Interno das Escolas Estaduais Oficiais - Art. 29 e 30 e 32

Lei complementar nº 58/2003

2) Os professores terão até o dia 10 (dez) de cada mês para inserir os dados relativos a Vida Escolar dos estudantes no Diário de Classe Online, por meio das seguintes ações:

I - Registro de frequência. Deverá ser registrada diariamente a frequência dos alunos nas aulas, em todos os componentes curriculares/turmas as quais o professor estiver vinculado no SABER.

Acessar e preencher o campo especificado para “Registros de frequências”;

II – Registro de avaliação. Deverá ser registrada no mínimo 01(uma) avaliação dos alunos em to- das os componentes curriculares/turmas os quais o professor estiver vinculado no SABER. Aces- sar e preencher o campo especificado para “Registros de avaliação”;

III – Registro de aulas. Deverá ser registrada diariamente a aula do professor em todos os compo- nentes curriculares/turmas os quais o mesmo estiver vinculado no SABER. Acessar e preencher o campo especificado para “Registros de aula”.

Maiores Informações:

Medida Provisória nº 259 de 12 de maio de 2017;

Portaria nº 617/2017 de 25 de maio de 2017; Portaria nº 617 de 31 de agosto de 2017.

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Matrícula

A

Secretaria de Estado da Educação, numa postura democrática, assegura aos estudantes o direito à educação.

Para tanto, garante igualdade de condições a crianças, jovens e adultos para o acesso e a permanência na escola nas etapas ofertadas da Educação Básica.

Assim, os (as) Gerentes Regionais e os gestores Escolares da sua jurisdição devem seguir o seguinte cronograma e procedimentos de matrículas

Etapas

Procedimentos

Períodos

Publicidade (divulgação)

Os(as) Gerentes Regionais deverão organi- zar chamada inicial sobre o período de ma- trícula, o horário de atendimento em cada Unidade Escolar, utilizando estratégias de divulgação, em conjunto com a gestão esco- lar, tais como: visita às famílias, confecção de cartazes, anúncios nos meios de comuni- cação, entre outras.

23

de outubro a 30 de novembro de

2017.

Renovação de matrícula (estudantes da rede estadual)

As matrículas deverão ser renovadas pelos pais ou responsáveis (quando menor de 18 anos) ou estudantes.

13

a 30 de novembro de 2017, obede-

cendo aos parâmetros legais.

Matricula de estudantes ingres- santes

Os alunos interessados deverão procurar a escola acompanhados de seus responsá- veis, quando menores, e efetivarem sua matricula.

01

de dezembro a 21 de dezembro de

2017, obedecendo aos parâmetros legais.

Efetivação e ajustes de matrícula.

Matrícula para estudantes ingressantes e ajustes de matrícula, pós-avaliação final, para os estudantes da rede estadual.

22a 29 de dezembro de 2017, poden- do ser realizada, em alguns casos, durante todo o ano letivo.

Orientações de Funcionamento

durante todo o ano letivo. Orientações de Funcionamento Para efetivação da matrícula dos estudantes: O processo

Para efetivação da matrícula dos estudantes:

O processo de matrícula para estudantes da rede e ingressantes deve ser efetivado via Sistema SABER, mas a es-

cola deve manter o arquivo documental impresso.

A ficha de matrícula do estudante deve ser preenchida corretamente e assinada pelo responsável legal (menor de 18 anos) ou pelo próprio estudante, caso ele tenha mais de 18 anos.

O documento de transferência original (Histórico Escolar) deve ser entregue no ato da matrícula (para novatos)

ou no prazo de até 30 dias, sendo precedido de uma Declaração Escolar.

A matrícula pode ocorrer durante todo o ano, caso o estudante venha transferido de outra instituição de ensino ou esteja em situação de itinerância.

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Organização

das Turmas

2018OPERACIONAISDIRETRIZES 20 Organização das Turmas A Gerência Executiva de Acompanhamento da Gestão Escolar (GEAGE)

A Gerência Executiva de Acompanhamento da Gestão Escolar (GEAGE) monitora o cumprimento dessas orientações pelas unidades de educação, comunicando formalmente à Secretaria Executiva de Gestão Pedagógica (SEGEP) sobre eventuais insubordinações e problemas.

a. A finalização da organização das turmas deve ser feita no dia 20 de janeiro de 2016 na plataforma SABER, data final para a realização das matrículas dos estudantes novatos.

b. A organização das turmas deve respeitar, o número mínimo e máximo de estudantes estabelecido

na Resolução do Conselho Estadual de Educação da Paraíba nº 340/2001, publicada no Diário Ofi-

cial em 05/01/2002 e republicada em 23/02/2002, conforme os seguintes parâmetros.

c. Ao organizar as turmas, os gestores escolares devem atentar para o disposto no Inciso I do Art. 19 da Resolução do Conselho Estadual de Educação da Paraíba nº 340/2001, que estabelece a área útil de 1,20 m², por estudante, em cada sala de aula.

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Para as modalidades específicas abaixo, os números mínimos e máximos são os seguintes

abaixo, os números mínimos e máximos são os seguintes Os números mínimos e máximos de estudantes

Os números mínimos e máximos de estudantes por turma devem ser sempre respeitados, de forma que não se organize nova turma se a turma existente, do mesmo ano e turno, não estiver devidamen- te preenchida. Excepcionalmente, em municípios com demanda de estudantes pequena pela educa- ção básica, com estudantes residentes em território rural e/ou em municípios com grande extensão territorial, ou ainda em outras situações específicas, os números mínimos e máximos podem ser alte- rados, cabendo ao gestor(a) escolar justificar a necessidade, por meio do preenchimento e envio de formulário específico, responsabilizando-se pelas informações nele prestadas ao assiná-lo.

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Esta portaria, publicada no Diário Oficial de 20 de setembro de 2017, normatiza e orienta procedi-

mentos para o funcionamento da gestão escolar.

PORTARIA Nº 1254/2017

João Pessoa, 20 de setembro de 2017

O Secretário de Estado da Educação, no uso de suas atribuições, baixa instruções complementares para gestão de pessoal, relativas ao ano letivo 2018 e dá outras providências.

RESOLVE:

Art. 1º O ano letivo de 2018 terá início nas escolas da rede estadual de ensino a partir do dia 07 de fevereiro do mesmo ano, para os cursos diurnos e noturnos.

§1º A escola que, por motivo de força maior, ficar impedida de iniciar o ano letivo na data estabe- lecida, deverá comunicar à Gerência Regional de Educação-GRE à qual está vinculada, para juntas tomarem as providências cabíveis, inclusive no tocante à elaboração de calendário especial, a ser submetido à Gerência Executiva de Acompanhamento da Gestão Escolar – GEAGE/SEE.

§2º As Escolas Indígenas, respeitadas as suas especificidades, deverão apresentar calendário pró- prio à Gerência Regional de Educação-GRE à qual está vinculada e à Gerência Executiva da Diversi-

dade e Inclusão – GEDI, até 10 dias após o recebimento do calendário oficial.

Art. 2º Fica fixada a mesma data de 07 de fevereiro de 2018 para o Dia da Acolhida, no qual a uni- dade de ensino promoverá a recepção aos estudantes. Para esta data, recomenda-se que os esta- belecimentos da rede estadual de ensino organizem coletivamente atividades a fim que os estu- dantes se sintam acolhidos e, assim, formem ou fortaleçam os laços afetivos com a escola, condi- ção importante para que a aprendizagem aconteça.

Parágrafo único. Recomenda-se que a escola convide a comunidade para este dia, com o objetivo de acolher os estudantes e compartilhar as atividades educativas que foram planejadas para o ano letivo de 2018.

Art. 3º O Quadro Demonstrativo de Turmas – QDT (alunos) deve ser informado obrigatoriamente

no Sistema Saber, por cada gestor (a) das escolas da rede estadual de ensino, até o dia 22 de de-

zembro de 2017.

Art. 4º O Quadro Demonstrativo de Pessoal - QDP (professores, técnicos e pessoal de apoio) deve- rá ser entregue pelos gestores escolares às suas respectivas Gerências Regionais até o dia 29 de dezembro de 2017, em formulário específico disponibilizado pelo Núcleo de Movimentação de Pes- soal-NUMOP/SEE.

Art. 5º O QDP é composto por duas partes, sendo uma responsável por relacionar os Professores com suas disciplinas e outra relativa aos técnicos e pessoal de apoio e suas respectivas funções.

I – Cada Gerência Regional deverá realizar o seguinte procedimento de envio do QDP:

21

22

Informar no SAP a parte referente aos Professores de cada escola até o dia 12 de janeiro de 2018.

II - O NUMOP terá até o dia 26 de janeiro de 2018 para finalizar a análise dos QDTs e QDPs, realizar o pre-

enchimento de vagas em decorrência da eventual necessidade de contratação e/ou movimentação de

pessoal nas escolas e encaminhar relatório de retorno às GREs para providências quanto à designação de servidores às unidades de trabalho e ajustes finais nos supracitados quadros;

III – mediante relatório de retorno dos QDPs emitido pelo NUMOP, cada GRE deverá convocar e designar

os servidores contratados e/ou removidos às unidades escolares até o dia 01 de fevereiro de 2018, deven- do os mesmos se apresentarem de forma imediata à equipe gestora da escola onde atuarão.

Art. 6º Uma vez elaborado e inserido o QDP no SAP, a escola não mais poderá solicitar alterações, exceto nas seguintes condições:

I - Exonerações, demissões, aposentadorias, falecimento de servidores e licenças;

II - Reagrupamento de turmas;

III - Remoções a pedido, requeridas dentro do prazo e posteriormente deferidas, bem como remoções de

ofício.

Art. 7º Mediante informação da Gerência Regional de Educação-GRE, o NUMOP deverá atualizar no SAP, diariamente, a situação funcional dos professores ou pessoal de apoio ocupantes dos cargos de Diretor, Vice-Diretor e Secretário Escolar, que sejam afastados dos referidos cargos.

§ 1° Tratando-se de profissional de apoio, a GRE deverá informar sobre a função que o mesmo exercerá e

os turnos em que desenvolverá o seu trabalho.

§ 2° Tratando-se de professor, a GRE deverá informar no SAP a carga horária de atuação do mesmo, nas

respectivas disciplinas, turmas e turnos onde o docente irá atuar, para implantação da Bolsa Desempenho ou GHA.

Art. 8º Para atribuição de carga horária, por disciplina, a direção da escola deverá obedecer à seguinte

prioridade:

I - Professor efetivo, por habilitação e tempo de serviço no Magistério na rede estadual;

II - Professor temporário, por habilitação e tempo de serviço no Magistério na rede estadual.

Art. 9º A jornada básica de trabalho dos professores da rede estadual será de 30 (trinta) horas semanais (Lei 8.718 de 06 de dezembro de 2008, que altera a Lei 7.419 de 15 de outubro de 2003), observando-se

o que segue:

I - A jornada de trabalho do professor, no exercício da docência nas escolas da rede estadual, terá a se-

guinte distribuição: 20 (vinte) horas semanais em sala de aula, 05 (cinco) horas departamentais (planejamento na escola) e 05 (cinco) horas para atividades extraclasse, totalizando 30 (trinta) horas se-

manais;

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II - O professor poderá trabalhar em uma jornada diferenciada de até 42 (quarenta e duas) horas

semanais, caso haja interesse desta Secretaria, sendo facultada ao professor a aceitação;

III - O professor com carga horária disponível para assumir a jornada diferenciada não poderá ultra- passar 08 (oito) horas semanais em sala de aula, 02 (duas) horas departamentais (planejamento na escola) e 02 (duas) de atividades extraclasse, totalizando 12 horas semanais.

§ 1º As horas destinadas às atividades extraclasse englobarão as ações de elaboração e correção

de atividades/avaliação, formação continuada em ambiente escolar ou fora deste, preparação de aula (atualização do diário de classe online) e organização dos ambientes pedagógicos.

§ 2º No tocante às horas departamentais, reservadas ao planejamento pedagógico, as unidades

da rede estadual de ensino deverão obedecer ao seguinte calendário semanal, de acordo com as disci-

plinas ministradas pelos profissionais:

DIA

SEGUNDA-FEIRA

TERÇA-FEIRA

QUARTA-FEIRA

QUINTA-FEIRA

SEXTA-FEIRA

MATÉRIA

ANOS INICIAIS

LINGUAGEM

HUMANAS

MATEMÁTICA

ÁREA TÉCNICO- PROFISSIONAL E PARTE DIVERSIFI- CADA (ANOS INICI- AIS)

Art. 10. Quanto aos professores em Regime de Dedicação Docente Integral- RDDI, membros das Escolas Cidadãs Integrais-ECIs e das Escolas Cidadãs Integrais Técnicas- ECITs, estes terão carga horária de 40 (quarenta) horas semanais, das quais 26 (vinte e seis) horas em sala de aula com atividades multidiscipli- nares e 14 (catorze) horas de Estudos, Planejamento e Atendimento – EPA, obrigatoriamente cumpridas no âmbito da Escola Cidadã em que estiverem lotados, não podendo ter qualquer outra atividade profis- sional nos turnos da manhã e da tarde, durante os dias letivos.

I - Os profissionais da educação que exerçam a função de Coordenador Pedagógico, no âmbito das Escolas Cidadãs Integrais- ECIs e das Escolas Cidadãs Integrais Técnicas- ECITs, estarão submetidos à carga horária disposta para os professores destas unidades de ensino.

Parágrafo único. Ficam excetuados da regra descrita no caput deste artigo os professores que porventura vierem a ser contratados em regime especial para lecionar as disciplinas técnicas profissio- nalizantes nas Escolas Cidadãs Integrais Técnicas- ECITs, com regulação a posteriori, através de Portaria específica.

Art. 11. Nas escolas do Ensino Médio compartilhadas com o Ensino Fundamental, a carga horária do pro- fessor poderá ser distribuída no Ensino Médio e/ou no Ensino Fundamental (Anos Finais).

Parágrafo único. Havendo necessidade de complementação, distribuir-se-á a carga horária do professor do Ensino Médio preferencialmente com turmas do 9° ano do Ensino Fundamental.

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Art. 12. No caso do Professor de Educação Física, a carga horaria poderá ser complementada com trei-

namento, em um máximo de 8 horas, mediante comprovação da Gestão Escolar.

Art. 13. A escola que possuir kit tecnológico, Laboratório de Robótica e Laboratório de Ciências não poderá indicar professor específico para atuar com estas práticas didáticas, devendo essa função ficar a cargo de cada professor, de acordo com a necessidade do seu componente didático.

Art. 14. O professor que estiver efetivamente em sala de aula, assim como o Diretor e Vice-Diretor efe- tivos, farão jus à Bolsa Desempenho.

Art. 15. Os professores, coordenadores, diretores e vice-diretores das Escolas Cidadãs Integrais- ECIs e das Escolas Cidadãs Integrais Técnicas- ECITs farão jus à Gratificação por Atividade Especial- GAE.

Art. 16. Na jornada diferenciada, o pagamento da Gratificação por Hora/Aula – GHA para as horas ex-

cedentes à jornada básica é proporcional às horas/aula ministradas.

I - A GHA não pode ultrapassar 8 horas semanais para os professores efetivos em cada disciplina;

II - A Direção da Escola só poderá solicitar GHA quando todos os professores da disciplina estiverem com 20h semanais.

Art. 17. Para efeito de recebimento da GHA e da Bolsa Desempenho, será considerado o registro da informação de carga horaria dos professores, mediante atualização no SAP pelas respectivas Gerências Regionais de Educação.

Art. 18. Para efeito de pagamento da GHA, o gestor escolar deverá informar oficialmente à GRE os da-

dos do professor interessado para cumprir a jornada diferenciada (disciplinas, carga horária, turmas e turnos).

Parágrafo único. Não poderão ser submetidos ao regime de GHA (jornada diferenciada): Diretor Esco- lar, Vice-Diretor, Técnicos, Pessoal de Apoio, Professor Polivalente Efetivo e Professor com exercício em escola conveniada com a SEE/PB.

Art. 19. O pagamento da Bolsa Desempenho para o professor com readaptação de função ocorrerá mediante a solicitação do professor, acompanhada do comprovante da readaptação publicada no Diá- rio Oficial do Estado – DOE, e do projeto pedagógico.

Art. 20. O Professor Readaptado deverá encaminhar à SGCONP, via GRE, por meio de Ofício, o seu Pro-

jeto Pedagógico a ser desenvolvido, para que seja registrado na ficha funcional do servidor, evitando- se assim, que haja prejuízo em sua aposentadoria.

Parágrafo único. Os professores em readaptação de função deverão elaborar e desenvolver projetos pedagógicos nas seguintes áreas: (1) área de informática, ou (2) biblioteca escolar, ou (3) sala de vídeo, ou (4) acompanhamento pedagógico, de acordo com seus conhecimentos e habilidades.

Art. 21. Os servidores nomeados para os cargos de Diretor, Vice-Diretor e Secretário Escolar deverão dirigir-se à GRE, a fim de obter o Registro de Autorização para exercício das respectivas funções, exce- to os servidores lotados na grande João Pessoa, que deverão dirigir-se à Gerência Executiva de Acom- panhamento da Gestão Escolar - GEAGE/SEE.

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I - Os professores ou profissionais de suporte e apoio pedagógico, nomeados para os cargos de Diretor e Vice-Diretor, terão uma jornada de 40 horas semanais, distribuídas nos turnos de funcionamento da esco-

la;

II - Os gestores das Escolas Cidadãs Integrais- ECIs e das Escolas Cidadãs Integrais Técnicas- ECITs terão car- ga horária de 40 horas semanais, sob o Regime de Dedicação Docente Integral - RDDI, não podendo aque- les que estiverem sob o RDDI ter qualquer outra atividade profissional nos turnos da manhã e da tarde, durante os dias letivos;

III - Os servidores que forem nomeados para o cargo de Secretário Escolar terão uma jornada semanal de

30 (trinta) horas, distribuídas nos turnos de funcionamento da escola;

IV - Os técnicos e servidores de apoio terão jornada semanal de 40 horas, distribuídas em 02 (dois) turnos

de trabalho na escola.

Parágrafo único. Quando a escola possuir professor sem habilitação para o exercício da função, este deve-

rá dirigir-se à GEAGE ou à GRE para solicitar a autorização temporária, que poderá ser concedida ou não,

pelo prazo de 02 (dois) anos, permitida apenas uma renovação por igual período, conforme critérios esta- belecidos na Resolução 101/2008 - CEE/PB.

Art. 22. A escola deverá encaminhar à sua GRE, o professor, técnico ou pessoal de apoio, caso estejam ex- cedentes, a fim de serem designados para uma nova unidade educacional.

Art. 23. As escolas deverão afixar, em local visível, quadro detalhado de pessoal que atua na escola, infor- mando os horários de trabalho do Diretor, Vice-Diretor (es), Secretário Escolar, Professores, Técnicos e Pessoal de Apoio, e enviar o referido documento à GRE à qual a escola está vinculada.

Art. 24. Se o servidor não comparecer ao trabalho nenhum dia do mês, lhe serão atribuídas 30 (trinta) dias de faltas.

Art. 25. No caso de eventual falta do professor, a reposição de aula deverá acontecer, obrigatoriamente, em um prazo de até 30 (trinta) dias, contados do dia em que ocorreu a falta.

§ 1º A reposição das aulas deverá ser monitorada pelo gestor escolar, que terá a responsabilidade de emi-

tir documento comprovando a execução da mesma para efeito de solicitação de abono de faltas, por parte

do professor.

§ 2º Somente após a reposição das aulas, o professor poderá solicitar o abono das faltas perante a GRE,

observado o prazo previsto no caput deste artigo.

Art. 26. O diretor, enquanto membro nato do Conselho Escolar, tem a obrigação de cumprir as normas e prazos previstos nas Resoluções do PDDE e subações, e do PNAE, quanto às suas atividades e aos repasses financeiros, no âmbito da execução e prestação de contas, configurando-se o seu descumprimento como inobservância de dever funcional inserto no artigo 106, assim como proibição existente no artigo 107, am- bos previstos na Lei Complementar nº 58, de 30 de dezembro de 2003 (Regime Jurídico dos Servidores Pú- blicos Civis do Estado da Paraíba), estando sujeito às penalidades previstas no artigo 116 do referido esta- tuto, assim como responsabilização criminal e cível, em decorrência do seu ato (art.110, LC nº 58/2003).

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Art. 27. Em caso de concessão de licenças ou prorrogação destas, a escola deverá, sob pena de apuração e responsabilidade do servidor que der causa à omissão, comunicar à Subgerência de Controle de Pessoal – SGCONP e ao NUMOP, via GRE à qual está vinculada, o afastamento dos servidores por Licença para Trata- mento de Saúde, Licença-Maternidade, Licença Prêmio, Licença para Concorrer a Cargo Eletivo, e demais licenças previstas no art. 82 da Lei Complementar nº 58 de 30 de dezembro de 2003, devendo também informar o seu retorno às funções.

I - Os Prestadores de Serviço e/ou Servidores ocupantes de Cargo em Comissão sem vínculo efetivo, ao se afastarem de suas atividades por Licença para Tratamento de Saúde, terão os 15 (quinze) primeiros dias de licença remunerados pelo Estado. Caso seja constatada a necessidade de prazo superior ao citado, o paga- mento de tal benefício será concedido pelo RGPS (Regime Geral de Previdência Social);

II - No tocante à Licença-Maternidade para Prestadores de Serviço e/ou Cargo Comissionados, tal conces-

são fica condicionada, obrigatoriamente, à emissão de laudo médico pela Junta Médica Oficial do Estado

da Paraíba.

Art. 28. Nos casos de afastamentos de sala de aula, advindos de licenças maternidade, para tratamento de

saúde, por motivo de doença em pessoa da família, por atividades políticas, e demais licenças previstas no art. 82 da Lei Complementar nº 58/2003, bem como por readaptação de função, por tempo determinado,

a substituição do professor poderá ser feita obedecendo à seguinte prioridade:

I - Professor da disciplina com carga horária disponível;

II - Professor com disponibilidade para jornada diferenciada, para o qual deve ser informada a GHA no SAP.

§ 1º A Gratificação Temporária Docente – GTD (para jornada diferenciada) não pode ultrapassar 20 módu-

los/aula para professores temporários.

§ 2º A licença concedida a um professor com GHA não incidirá sobre a carga horária diferenciada, limitan- do-as em 20 módulos/aula.

Art. 29. A escola deverá informar à SGCONP, via GRE, a função dos professores efetivos que estão em exer- cício fora de sala de aula, de modo a possibilitar os registros atualizados em ficha funcional do servidor.

Parágrafo único. Nenhum professor deverá ficar fora de sala de aula, salvo nos casos previstos em lei, devi- damente homologados e comprovados.

Art. 30. As remoções dos servidores serão efetuadas a pedido ou de ofício, atendendo ao disposto no arti-

go 34 da Lei Complementar nº 58/2003.

§ 1º Os servidores interessados na remoção de unidade de trabalho para o exercício no ano letivo de 2018

deverão formular solicitação junto à GRE a que está vinculado, exclusivamente no período de 15 a 29 de

novembro de 2017, sendo as mesmas deferidas a critério da Administração.

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§ 2º As GREs deverão encaminhar ao NUMOP as solicitações de remoção a pedido até o dia 01

de dezembro de 2017, sendo as análises e resultados desses processos devolvidos as GREs junto aos

relatórios de retorno dos Quadros Demonstrativos de Pessoas de Apoio e de Professor até o dia 26 de janeiro de 2018.

§ 3º O servidor a ser removido não poderá se afastar das atividades da escola de origem até que tenha sido deferido o processo de remoção.

§ 4º O prestador de serviço não poderá requerer remoção, já que foi contratado para atender a demanda temporária existente na unidade escolar onde está em exercício.

Art. 31. O afastamento do servidor da escola, colocado à disposição de outro órgão, só deverá se concre- tizar após a publicação da autorização no Diário Oficial do Estado. Parágrafo Único. Em se tratando de professor, o período de afastamento não contará como tempo de efetivo exercício em sala de aula.

Art. 32. Para requerer aposentadoria, o professor deverá solicitar, no setor de Protocolo da Secretaria de

Estado da Educação, a certidão do tempo de efetivo exercício em sala de aula. Art. 33. Quanto ao professor contratado em caráter emergencial, nos termos da Lei Estadual nº 5.391/1991, (Arts. 12, 13, inciso VII, e art.16), na solicitação de contrato de emergência, deverá constar

a seguinte documentação:

I - Ofício da escola informando o afastamento do titular e solicitação do contrato;

II - Ofício da Gerência Regional comprovando o afastamento e solicitando o contrato;

III - Cópia do RG, do CPF e do Título de Eleitor do profissional a ser contratado;

IV - PIS/PASEP ou declaração informando que não está cadastrado;

V – Certidão de Reservista, caso do sexo masculino e abaixo de 45 anos de idade;

VI - Comprovante de escolaridade (diploma);

VII - Comprovante do afastamento do professor titular;

VIII - Comprovante de residência.

§1º Na falta de professor para atender às demandas quantitativas de estudantes, a escola deve-

rá comunicar, por meio de ofício, a necessidade à GRE e esta, por sua vez, à SEE para as devidas provi-

dências. §2º O contrato de emergência poderá ser feito por um período não superior a 180 (cento e oi- tenta) dias e não inferior a 30 (trinta) dias.

Art. 34. Em nenhuma hipótese, será permitido o início da atividade do profissional na Escola sem a pré- via autorização da Secretaria de Estado da Educação. Art. 35. É vedado ao Diretor Escolar:

I - Colocar pessoal para prestar serviço na Escola sem a prévia autorização da SEE, por escrito, sob o ris- co de ser responsabilizado, inclusive financeiramente, pelo ato;

II - O cancelamento de elevação de carga horária para efeito de contratação temporária de outro profis-

sional;

III - Emitir declaração de existência de vaga na unidade escolar, para efeito de processo de remoção.

Art. 36. Esta portaria entra em vigor a partir da data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

Aléssio Trindade de Barros

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Organização

Pedagógica

2018OPERACIONAISDIRETRIZES 28 Organização Pedagógica

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Calendário

Escolar

2018OPERACIONAISDIRETRIZES 29 Calendário Escolar O Calendário Escolar é o instrumento legal de funcionamento da rede

O Calendário Escolar é o instrumento legal de funcionamento da rede estadual, e permite aos gestores, professores e funcionários organizarem a rotina acadêmica das escolas, pois indica dias letivos de aula, feriados, férias e planejamento. Em cumprimento à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, que define a carga horária mínima de 800 horas-aula, distribuídas em 200 dias letivos, a Secretaria de Estado da Educação - SEE/PB estabelece para as escolas da rede pública estadual de ensino o Calendário Esco- lar para o ano letivo de 2018, que contempla atividades escolares, a saber:

Matrícula

Planejamento Início do ano letivo

Planejamento Semestral

Planejamento Semanal didático

Início e término dos bimestres Feriado

Férias

Recesso escolar Avaliações

Término do ano letivo

Orientações de Funcionamento

 Término do ano letivo Orientações de Funcionamento As escolas da rede estadual devem:  Divulgar

As escolas da rede estadual devem:

Divulgar o calendário escolar

Organizar e adequar seu plano de ação anual ao calendário (PIP, PPP)

Afixar o Calendário Escolar 2017 em local visível e acessível ao público.

Elaborar o quadro de professores em consonância com o calendário escolar e expor em locais visí- veis à comunidade.

Apresentar, em casos excepcionais, de alteração/reposição de aulas um Calendário Especial à Ge- rência de Acompanhamento a Gestão Escolar (GEAGE) para conhecimento e validação.

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Calendário de

Planejamento Didático Escolar

2018OPERACIONAISDIRETRIZES 30 Calendário de Planejamento Didático Escolar
2018OPERACIONAISDIRETRIZES 30 Calendário de Planejamento Didático Escolar
2018OPERACIONAISDIRETRIZES 30 Calendário de Planejamento Didático Escolar

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Calendário Escolar Anual

2018OPERACIONAISDIRETRIZES 31 Calendário Escolar Anual
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2018OPERACIONAISDIRETRIZES 31 Calendário Escolar Anual

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Planejamento Escolar

O planejamento escolar é um instrumento balizador das intenções e ações necessárias ao processo de ensino e aprendizagem, para o alcance dos resultados educacionais desejados. Esse é o momento propício para a Equipe

gestora junto à comunidade escolar, com base nas orientações oficiais da SEE, organizar as atividades administra- tivas e pedagógicas a serem desenvolvidas em cada semestre letivo, bem como aprofundar práticas de estudos. Algumas atividades são de extrema importância para serem trabalhadas durante esses momentos: estudos temá- ticos, análise dos índices da escola, atualização do PPP, construção do Projeto de Intervenção Pedagógica - PIP, planejamento de ensino e sequências didáticas, organização de Projetos Temáticos Interdisciplinares, planeja- mento de reuniões de pais, organização de eventos escolares, entre outras.

O Planejamento anual deve ser feito no inicio do ano letivo de forma abrangente e no segundo semestre deverá

ser reavaliado para dar continuidade aos processos pedagógicos, propondo o aperfeiçoamento do processo de

ensino-aprendizagem e da construção de uma unidade metodológica amparada na proposta do Projeto Político Pedagógico– PPP, sendo contemplado ações administrativas que de forma direta e indireta garantam qualidade, sistematização e confiança à comunidade escolar. Nele devem ser apresentadas ações técnico-administrativas que envolvam matrícula, acompanhamento do diário online, frequência de docente e discente, participação nos planejamentos, projetos que proporcionem zelo à manutenção da escola e de materiais que nela existem, além de controle e cuidado com a merenda e prestação de contas. Ainda é preciso que seja igualmente discutido, construído e orientado o Plano de Intervenção Pedagógica– PIP que aborda a leitura dos dados avaliativos apre- sentados , aponta o foco de atuação dos docentes para o avanço da qualidade do processo de ensino e aprendi- zagem, considerando: a diversidade como princípio formativo e essencial para a integração das áreas do conheci- mento; o percurso formativo e a formação integral do estudante; a participação efetiva das Entidades Democráti- cas nas decisões escolares e no estreitamento das relações entre comunidade e escola.

Orientações de Funcionamento

entre comunidade e escola. Orientações de Funcionamento O planejamento anual será organizado em Encontros

O planejamento anual será organizado em Encontros Pedagógicos semestrais. A equipe gestora deve organizá-

los, fazendo uma programação que contemple as prioridades da escola e as orientações da Secretaria. É da res- ponsabilidade da gestão escolar enviar, com quinze dias de antecedência, ao NUAP da sua respectiva Regional de

Educação a programação dos Encontros Pedagógicos, cabendo a esta assessorar e monitorar a execução da pro- gramação prevista.

1º Encontro Pedagógico

01 a 06 de fevereiro de 2018

Acolhimento aos docentes (palestra, mesa-redonda ou vídeo sobre tema de interesse), organização do calendário anual de eventos da escola e conhecimento das Diretrizes Operacionais 2018;

Os dias seguintes são destinados a estudos temáticos, atualização do PPP, construção do Projeto de Intervenção Pedagógica e planejamento anual por área de conhecimentos (Linguagens, Ciências Humanas, Ciências da Natu- reza e Matemática), com seleção de objetivos de aprendizagem, conteúdos, metodologia e avaliação da aprendi- zagem; Organização do acolhimento dos estudantes na primeira semana de aula.

2º Encontro Pedagógico

09 e 10 de julho de 2018

Acolhimento aos docentes;

Socialização e discussão sobre as boas práticas realizadas no primeiro semestre; Estudos temáticos;

Análise e discussão dos índices educacionais obtidos por meio do Censo Escolar, IDEPB e de outras avaliações ex- ternas (ANA, IDEB, PROVA BRASIL, ENEM) e reorientação das ações pedagógicas da escola.

Obs.: Inserir no link “DOCUMENTOS” do sistema SABER, os relatórios contendo a frequência e fotos de cada dia do

planejamento semestral.

2018OPERACIONAISDIRETRIZES

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Orientações do Planejamento Didático-Pedagógico Semanal

Considerando as 5 h/aulas semanais da carga horária dos professores, dedicadas ao planejamento na escola e previstas na Lei 7.419/2003, o(a) gestor(a) escolar deve organizar o planejamento escolar periódico, de forma

que os docentes, por área de conhecimento, se reúnam para planejar suas propostas de ensino, bem como outras ações, projetos e eventos pedagógicos. Este planejamento deve ser realizado semanalmente. Todos os planos, programação e registro de frequência dos planejamentos devem ser arquivados e disponibilizados para consulta quando necessário.

Orientações de Funcionamento

consulta quando necessário. Orientações de Funcionamento O Planejamento por área deverá acontecer da seguinte

O Planejamento por área deverá acontecer da seguinte forma:

O horário de aulas deverá ser organizado de modo que o professor tenha disponível o dia da semana reser- vado às 5 horas para o planejamento das ações didático-pedagógicas referentes ao seu componente curri- cular;

O turno para a realização das 5h de planejamento deverá ser organizado pela gestão escolar, em diálogo com os professores;

As Escolas da Rede Estadual de Ensino deverão organizar o Planejamento Semanal, seguindo a indicação dos dias a seguir:

Calendário de Planejamento

SEDUNDA– FEIRA

Ensino Fundamental— Anos Iniciais

TERÇA-FEIRA

Área de Linguagem/Parte Diversificada– Ensino Fundamental e Médio

QUARTA-FEIRA

Área de Humanas/Parte Diversificada– Ensino Fundamental e Médio

QUINTA-FEIRA

Áreas de Matemática, Ciências da Natureza e suas Tecnologias/Parte Diversificada– Ensino Fun-

damental e Médio

SEXTA-FEIRA

Área Técnica– Componentes de Formação Profissional

Obs.: Este horário de planejamento deverá ter foco na organização nas atividades de ensino, podendo também contem- plar momentos de estudos temáticos, discussões sobre avaliações e desempenhos dos alunos e/ou questões vinculadas à realidade escolar.

Mais explicações acessar o site PEDAGÓGICO:

2018OPERACIONAISDIRETRIZES

Sarau Pedagógico

2018OPERACIONAISDIRETRIZES Sarau Pedagógico O Sarau Pedagógico se constitui num encontro dialógico que visa promover

O Sarau Pedagógico se constitui num encontro dialógico que visa promover momentos de estudos, discussões ou reuniões com a comunidade escolar, podendo envolver pais, professores e técnicos, dependendo do objetivo.

Os Saraus Pedagógicos voltados para os pais deverão seguir o calendário bimestral, com o intuito de apresentar e discutir os resultados avaliativos dos estudantes nos componentes curriculares e nas avaliações externas. Esses momentos podem ser importantes para discutir outros temas e problemas do contexto educacional, oportunidades também para despertar e conquistar a família a participar

das atividades da escolas e se envolver com o desenvolvimento dos aprendizes.

Os Saraus Pedagógicos para professores seguem esta mesma lógica de objetivos e de organização. São momentos para apresentar e discutir resultados de avaliações, discutir temáticas educacionais e outros assuntos relativos ao processo de ensino/aprendizagem.

Orientações de Funcionamento

de ensino/aprendizagem. Orientações de Funcionamento A gestão escolar deve: 1. Definir o calendário,

A gestão escolar deve:

1. Definir o calendário, organizando a periodicidade dos Saraus Pedagógicos;

2. Organizar a pauta/roteiro de atividades;

3. Preparar e enviar os convites ;

4. Garantir a participação ativa dos pais e/ou professores;

5. Fazer registro sistemático desses encontros.

OBS: A medida que os Saraus Pedagógicos forem acontecendo a gestão deverão suprimir ou

acrescentar outros tópicos.

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2018OPERACIONAISDIRETRIZES

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Conselho Escolar Decreto nº 18893/97

O Conselho Escolar é um órgão colegiado da escola, com função deliberativa, consultiva, fiscalizadora, mobiliza- dora e pedagógica, que atua para construir e fortalecer os instrumentos de Gestão Escolar, a saber: o Projeto Po-

lítico-Pedagógico e o Regimento Interno; a participação da comunidade escolar e local na gestão administrativa, financeira e pedagógica, fazendo valer o princípio da gestão democrática.

São competências do Conselho Escolar:

Realizar reuniões ordinárias mensais;

Analisar e aprovar o Plano Anual da Escola;

Promover sessões de estudo, envolvendo os conselheiros, a partir de suas necessidades, visando proporcionar

o melhor entendimento dos assuntos educacionais;

Participar da adoção de medidas que disciplinem a avaliação da aprendizagem dos estudantes;

Propor decisões ou medidas para reduzir as taxas de repetência e abandono escolar;

Comunicar ao órgão competente sobre a adoção de medidas de emergência, em caso de irregularidades gra- ves na escola;

Avaliar, periodicamente, o desempenho do Conselho, conjuntamente com os seus membros;

Coordenar o Orçamento Democrático Escolar- OD Escolar;

Participar de cursos de formação de conselheiros, quando ofertados;

Atua na execução de prestação de contas dos recursos estaduais e federais repassados à escola, seguindo a

legislação e os prazos estabelecidos pela Secretaria da Educação, sob pena de responderem administrativa-

mente.

Orientações de Funcionamento

administrativa- mente. Orientações de Funcionamento Para constituir o Conselho Escolar, a escola deve: 

Para constituir o Conselho Escolar, a escola deve:

Promover Assembleia com a comunidade escolar, para definição de candidatos aos cargos;

Realizar eleição;

Elaborar Ata de Posse e Estatuto e registrar em cartório;

Fazer o registro da unidade executora na Receita Federal;

Encaminhar à SEE cópia da documentação- estatuto e cadastro da Receita Federal.

Para transferências de recursos financeiros, por meio de convênio, as unidades de ensino devem:

Encaminhar a SEE, por meio da GRE, a documentação exigida para a formalização do convênio:

Ofício contendo objetivo e justificativa para tal convênio;

Plano de Trabalho elaborado pela escola, conforme modelo disponibilizado no Decreto n. 33.884/2013;

Cópia dos documentos pessoais do responsável pela solicitação (RG, CPF, Comprovante de Residência);

Cópia da ata de posse do Conselho;

Cópia do Regimento Interno do Conselho, atualizado .

Obs.: A ata em vigência de constituição do conselho deverá ser inserida no Sistema SABER no link “DOCUMENTOS”.

2018OPERACIONAISDIRETRIZES

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Projeto Político Pedagógico– PPP

Infelizmente, muitos gestores ainda vêem o Projeto Político Pedagógico - PPP como uma mera formali-

dade a ser cumprida por exigência legal (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9394/1996). Essa é uma das razões pelas quais ainda há quem elabore este documento sem nenhuma preocupação em fazer as devidas adequações à realidade da escola, sem considerar as reais necessidades da escola, copiando às vezes um modelo pronto ou encomendando a sua produção.

O PPP constitui-se num importante instrumento de gestão pública, por meio do qual a escola orienta

sua prática. Matias-Pereira (2012) faz um comparativo da gestão pública burocrática e os mecanismos

de agilidade da administração pública moderna.

Administração pública burocrática

Administração pública gerencial

Garante o cumprimento de responsabilidade. Obedece às regras e aos procedimentos. Opera sistemas administrativos. Concentra-se no proces- so. É autorreferente. Satisfaz as demandas dos cidadãos. Controla procedimen- tos. Define cargos rígida e fragmentadamente. Tem alta espe- cialização.

Eleva as relações de trabalho. Compreende e aplica normas. Identifica e resolve proble- mas. Melhora continuamente os processos. Separa serviços e controle. Cria apoio e normas. Amplia a escolha do usuário. Encoraja ação coletiva. Cria incentivos. Define, mede e analisa resultados. Orienta-se por resultados. Foca o cidadão Define indicadores de desempenho. Utiliza contratos de gestão. É multifuncional. Flexibiliza as relações de trabalho.

Partindo dessa reflexão inicial, indagamos: O PPP da sua escola está engavetado? Está atualizado? A co- munidade escolar tem conhecimento dele? As metas estabelecidas foram alcançadas?

Considerando a chegada de mais um ano letivo entendemos ser necessário algumas ações: desengave- tar/atualizar/tornar conhecido/estabelecer novas metas para o PPP da sua escola.

Inicialmente,

é

fundamental

entendermos

o

que significa conceitualmente o Projeto Político-

Pedagógico:

É projeto porque se mostra como um plano de ações/propostas concretas a serem executadas num de-

terminado período temporal.

É político por considerar a escola como um espaço de formação de cidadãos conscientes, responsáveis e

críticos, que atuarão individual e coletivamente na escola e na sociedade.

É pedagógico porque define e organiza as atividades e os projetos educativos necessários ao processo

de ensino e aprendizagem.

Ao juntar estas três dimensões, o PPP ganha a força de uma diretriz - indica um caminho, uma direção a ser seguida por gestores, professores, funcionários, alunos e famílias. Ele precisa ser completo o sufici- ente para não deixar dúvidas sobre essa rota e flexível o bastante para se adaptar às necessidades de aprendizagem dos alunos. Por ter tantas informações relevantes, o PPP se configura numa ferramenta de planejamento e avaliação que todos os membros das equipes gestora e pedagógica devem consultar

a cada tomada de decisão. Envolver a comunidade nesse trabalho e compartilhar a responsabilidade de

definir os rumos da escola é um desafio e tanto. Mas o esforço compensa: com um PPP bem estrutura-

do, a escola ganha uma identidade clara, e a equipe, segurança para tomar decisões.

2018OPERACIONAISDIRETRIZES

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Projeto Político Pedagógico– PPP

Estrutura de Organização

Político Pedagógico – PPP Estrutura de Organização Capa Dados de identificação da instituição escolar e

Capa Dados de identificação da instituição escolar e equipe de gestão Sumário Apresentação ou Introdução (contendo um breve histórico da instituição, o eixo norteador da escola (é o que a diferencia das demais, a sua identidade e função no meio social onde está inserida), a realidade sócio-econômica, o perfil dos estudantes etc. Valores, Missão e Objetivos da escola – Diz respeito a identidade organizacional (propósitos da escola, onde se quer chegar, que tipo de alunos queremos formar ) Caracterização e Estrutura de Funcionamento da Escola – Descrição dos espaços físicos da escola e da es- trutura de funcionamento: espaços físicos em funcionamento; organograma funcional; atividades de rotina e normas de funcionamento; organização e funcionamento do conselho escolar e conselho de classe; relação família/escola (cronograma de reuniões e ações de interlocução com as famílias); plane- jamento docente e encontros pedagógicos (reuniões, encontros de planejamento e estudos); etapas e modalidades de ensino; programas e projetos coletivos; cronograma anual de eventos/ações. Diretrizes Pedagógicas - Definição sobre a ação educativa e sobre as características que deve ter a insti- tuição que planeja. Ou seja, os princípios sócio-educacionais; as teorias de aprendizagem; os mecanis- mos de educação inclusiva e para a diversidade; a concepção e estrutura de ensino/aprendizagem; a proposta curricular, que deve estar diretamente relacionada aos pressupostos teóricos estabelecidos pela instituição, sem perder o foco nos objetivos, conteúdos e avaliação por segmento e área de conhe-

cimento; o sistema de avaliação. Diagnóstico situacional - É a descrição da realidade e/ou juízo sobre a realidade da escola, das metas es- tabelecidas para a escola e os resultados das avaliações (formativas e somativas) funcionarão como base e indicadores norteadores do plano de ação para cada ano em curso. Plano de Ação - (Qual o foco de atuação da comunidade escolar no ano em curso?) Estruturação do Pla- no de Metas e das ações que devem ser concretamente executadas para a melhoria do ensino e da aprendizagem dos estudantes, do processo de evasão escolar e de outros aspectos que se mostrem pertinente à realidade da escola. Que mediações (conteúdos, metodologias e recursos) serão necessá- rios para diminuir a distância entre o que vem sendo a instituição e o que deverá ser? Ou seja, o Projeto

de Intervenção Pedagógica (PIP), cuja essência é a Pedagogia de Projetos, com ações didático-

pedagógicas interdisciplinares e inovações tecnológicas, focadas no protagonismo, autonomia e interes- se do estudante, e que sejam capazes de promover o desenvolvimento de uma aprendizagem ativa, in- vestigativa e colaborativa.

Com o objetivo de contribuir para a elaboração textual deste documento escolar, resolvemos comparti- lhar aqui informações importantes resumidas no site: https://sites.google.com/see.pb.gov.br/segep

resolvemos comparti- lhar aqui informações importantes resumidas no site: https://sites.google.com/see.pb.gov.br/segep

2018OPERACIONAISDIRETRIZES

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Projeto de Intervenção Pedagógica - PIP

38 Projeto de Intervenção Pedagógica - PIP O Projeto de Intervenção Pedagógica representa uma ação

O Projeto de Intervenção Pedagógica representa uma ação coletiva organizada pela escola, a partir de propostas

inovadoras que potencializem o ensino e a aprendizagem, a fim de elevar a proficiência dos estudantes, principal- mente, na leitura, na escrita e nas operações matemáticas, além de dinamizar a prática e reduzir o abandono e a evasão escolar.

O PIP está articulado à política de valorização dos profissionais da educação da rede pública estadual, uma vez

que é um instrumento apresentado para concorrer ao Prêmio Escolar de Valor. Ao mesmo tempo, as subações do PIP podem ser aprimoradas em projetos individuais, apresentados pelos professores para concorrer ao Prêmio Mestres da Educação.

Para tanto, a escola deve analisar os resultados de aprendizagens diagnosticados pelo IDEPB 2017 identificar os problemas de aprendizagem relacionados às competências e habilidades indicadas nos descritores das Matrizes de Língua Portuguesa e Matemática e definir as ações pedagógicas, contemplando os descritores da Matriz Mate- mática e Língua Portuguesa a serem trabalhados em um ou dois semestres pelos professores dos diversos com- ponentes curriculares, de forma que possibilite a melhoria de rendimento dos estudantes e o alcance das metas projetadas para a escola no ano de 2018.

O PIP deve fazer interlocução com eixos transversais, por meio de práticas pedagógicas, voltadas ao enfrenta-

mento e minimização da violência na escola; discussões sobre direitos humanos e diversidade; atitudes direciona- das a promoção do protagonismo juvenil e da sustentabilidade, inclusão digital e de pessoas com deficiência; ati- vidades artísticas, esportivas e de cultura corporal do movimento, entre outros.

O PIP deve conter dois Eixos: Administrativo e Pedagógico.

2018OPERACIONAISDIRETRIZES

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O Eixo Administrativo Escolar deverá apontar os desafios e caminhos resolutivos na dimensão administrativa:

integração dos professores com a comunidade, devido à rotatividade; organização do atendimento do pro-

fessor pela equipe gestora; inclusão de palestras de interesse da comunidade, relativas aos problemas en-

frentados; aumento e efetividade da participação da comunidade nos conselhos escolares e destes nas deci-

sões da escola; reorganização de rotinas e prazos.

O Eixo Pedagógico deverá explorar as ações pedagógicas que evidenciarem fragilidades no processo de ensi-

no-aprendizagem. Nessa perspectiva as reuniões de discussão que antecedem a elaboração do PIP precisam

ressaltar os índices de avaliação do IDEB– IDEPB e demais avaliações propondo ações que fomente o cresci-

mento progressivo.

Orientações de funcionamento

o cresci- mento progressivo. Orientações de funcionamento Para elaboração do PIP, é sugerida a seguinte estrutura:

Para elaboração do PIP, é sugerida a seguinte estrutura:

Título—sugestivo e despertador de atenção para a proposta apresentada;

Justificativa—análise dos indicadores de aprendizagem do IDEPB 2017 e Metas para 2018;

Objetivos Gerais e Específicos — devem ser atendidos pelo percurso metodológico proposto;

Metodologia

Ações Estratégicas O que fazer , para quê fazer ?

Deve apresentar obrigatoriamente ações que:

Contemplem o desenvolvimento e aprimoramento dos descritores de Língua Portuguesa e Matemática;

Favoreçam o envolvimento e o diálogo entre os componentes curriculares e as áreas do conhecimento;

Melhorem a proficiência leitora e escritora dos estudantes, valorizando o trabalho de leitura e escrita com exploração de textos dos mais variados gêneros nos diversos componentes curriculares;

Mobilizem os estudantes para o desenvolvimento de experiência de fruição literária, associada à promoção

do intercâmbio de leituras sugeridas pela SEE no Projeto Tô Ligado na Leitura;

Utilizem as novas tecnologias (mídias digitais e redes sociais) como recursos pedagógicos e os ambientes de aprendizagem—biblioteca, laboratórios, campo/quadra de esporte, ou que extrapolem o ambiente es- colar;

Cronograma de Execução das Ações - Expor as metas ao longo do ano letivo em calendário.

Avaliação — proposta de utilização de instrumentos diversificados que avaliem os resultados de aprendizagem

dos estudantes;

2018OPERACIONAISDIRETRIZES

2018OPERACIONAISDIRETRIZES 40 Funcionamento da Escola O horário de funcionamento das escolas deve estar de acordo com

40

Funcionamento da Escola

2018OPERACIONAISDIRETRIZES 40 Funcionamento da Escola O horário de funcionamento das escolas deve estar de acordo com
O horário de funcionamento das escolas deve estar de acordo com as seguintes orientações: ETAPAS
O horário de funcionamento das escolas deve estar de acordo com as seguintes orientações:
ETAPAS E MODALIDADES
MANHÃ
TARDE
NOITE
ENSINO FUNDAMENTAL - ANOS INICIAIS
7h - 11h20
ENSINO FUNDAMENTAL - ANOS FINAIS/ENSINO MÉDIO
7h - 11h45
ENSINO MÉDIO INTEGRAL
7h30 - 17h
EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS
-
-
19h - 22h20

Atividades de rotina e espaços de aprendizagens:

Acolhimento – A atividade de acolhimento diário aos estudantes deve ser priorizada pela gestão e pelos professo- res, no sentido de valorizar a presença e gerar um clima de satisfação para estes estudantes, contribuindo para a permanência deles na escola.

Alimentação escolar – Esta hora pode se transformar num bom momento para educar. É importante que os estu- dantes sejam orientados sobre postura de higiene e hábitos adequados (esperar a vez, colocar a quantidade certa de comida, devolver a bandeja/prato ao balcão de serviço, etc.)

Intervalo – O momento de intervalo pode ter atividades prazerosas e educativas para os estudantes, tais como:

ouvir música, dispor revistas e gibis para leitura, jogos educativos, etc.

Biblioteca ou Sala de Leitura – Deve ser um espaço dinâmico de uso contínuo pelos estudantes para atividades de

leitura, pesquisa ou empréstimo de obras. Cabe ao servidor responsável organizar o acervo literário e criar siste-

mática de funcionamento em favor dos projetos de incentivo à leitura.

Laboratório de Informática, Robótica, Matemática, Ciências e Linguagens – O uso destes laboratórios deve ser feito em articulação com os componentes curriculares afins, e as ações desenvolvidas, nestes ambientes, devem ser parte integrante das aulas, atividades ou projetos interdisciplinares. Os laboratórios de matemática e de robótica são móveis e, portanto, a utilização deles independe de ambiente físico permanente.

1º Dia de Aula: Recepção e Acolhimento aos Estudantes

A forma como os alunos são recebidos pela escola no primeiro dia de aula é determinante para as relações que

se estabelecerão durante o ano letivo. Por este motivo, o dia da acolhida foi instituído nas escolas da rede esta-

dual. A escola planeja e organiza a forma de recepcionar os estudantes, com elementos, atividades e atitudes que farão com que os estudantes se sintam acolhidos e formem ou fortaleçam os laços afetivos com a escola – condição fundamental para que a aprendizagem aconteça.

Orientações de Funcionamento

que a aprendizagem aconteça. Orientações de Funcionamento A equipe escolar deve:  Planejar e organizar, durante

A equipe escolar deve:

Planejar e organizar, durante a Semana Pedagógica , as atividades que serão desenvolvidas no primeiro dia de aula, como:

Recepção

Organização dos espaços Atividades de socialização Apresentação cultural Aula inaugural

Convite aos familiares dos estudantes, com o objetivo de compartilhar as atividades planejadas para o ano leti- vo de 2018.

2018OPERACIONAISDIRETRIZES

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Caminho da Gestão Participativa

O Projeto Caminhos da Gestão Participativa busca prioritariamente estreitar as relações institucionais entre SEE, Gerências Regionais de Ensino e Escolas, através de visitas às regionais de ensino que propici-

am integração, conhecimento e apropriação dos Programas, Ações e Projetos das Escolas e da SEE .

As visitas, reuniões e conversas objetivam contribuir de forma efetiva o nivelamento de informações e posterior eficiência no desenvolvimento e consolidação das atividades pedagógicas, administrativas e financeiras das escolas que compõe a rede estadual.

Durante as visita registram-se inúmeras demandas, algumas de imediato resolvidas durantes as reuni- ões de gerencia, outras encaminhadas aos setores responsáveis. Todas as falas e observações são im- portantes instrumentos de monitoramento e identificação das necessidades mais emergenciais que to- cam a estrutura, os espaços pedagógicos e a gestão das escolas estaduais paraibanas.

Orientações de Funcionamento

escolas estaduais paraibanas. Orientações de Funcionamento A gerencia regional deve:  Acompanhar as visitas às

A gerencia regional deve:

Acompanhar as visitas às escolas;

Organizar as reuniões;

Organização dos espaços Atividades de socialização;

Preparar relatório e enviar para a SEE.

as reuniões;  Organização dos espaços Atividades de socialização;  Preparar relatório e enviar para a

2018OPERACIONAISDIRETRIZES

42

Política de

Fortalecimento

Escolar

2018OPERACIONAISDIRETRIZES 42 Política de Fortalecimento Escolar

2018OPERACIONAISDIRETRIZES

43

Ficha de Comunicação do Aluno Infrequente - FICAI

43 Ficha de Comunicação do Aluno Infrequente - FICAI A Ficha de comunicação do aluno Infrequente

A

Ficha de comunicação do aluno Infrequente - FICAI, foi implantada mediante o decreto nº 32.303. de 29 de julho de 2011, nas Unidades Escolares do Ensino fundamental e Médio do Sistema Estadual de Educação.

A FICAI deverá ser aplicada aos alunos infrequentes a aula, por cinco dias letivos consecutivos ou sete dias alternados, no período de um mês.

A presença do estudante na escola é um dos critérios para o pagamento da bolsa às famílias.

Orientações de Funcionamento

da bolsa às famílias. Orientações de Funcionamento A Gestão Escolar deve:  Monitorar e incentivar a

A Gestão Escolar deve:

Monitorar e incentivar a frequência na escola do estudante beneficiário do Programa Bolsa Famí- lia.

Providenciar junto aos pais/responsáveis o retorno do estudante à escola, conjuntamente com o Conselho Tutelar e Ministério Público, quando identificada a ausência dele na sala de aula.

Registrar na FICAI todas as providências e/ou encaminhamentos, bem como as causas da infre-

quência ou do abandono escolar do estudante.

Encaminhar a FICAI ao Conselho Tutelar ou, na sua inexistência, ao Juizado da Infância e da Juven- tude da respectiva Comarca, depois de esgotados todos os recursos e providências cabíveis junto à família do estudante.

Manter a FICAI anexada à ficha individual dos estudantes que não retornaram, com a finalidade de continuar investindo em ações para o seu retorno à escola.

Ao término de cada bimestre escolar, a escola encaminha um relatório para as gerências regionais que por sua vez consolida os dados e encaminha para a GEAGE.

Obs.: Alteração do decreto nº 32.303, para contemplar a etapa do 6º ao 9º ano do ensino fundamental

e ao médio, decreto nº 34.756 de 14 de janeiro de 2014.

2018OPERACIONAISDIRETRIZES

44

Prêmio

Escola de Valor

2018OPERACIONAISDIRETRIZES 44 Prêmio Escola de Valor Tem como objetivo valorizar escolas públicas da rede estadual de

Tem como objetivo valorizar escolas públicas da rede estadual de Educação Básica que se destaquem pela competência na gestão escolar e por iniciativas de experiências inovadoras e bem-sucedidas que contribuam para a melhoria contínua da educação. O prêmio avalia a Gestão Escolar nas dimensões Pe- dagógica, Participativa, de Pessoas e Liderança e Infraestrutura e é concedido em forma de 14º salário, mediante atendimento aos critérios e condições estabelecidos em Edital.

Orientações de Funcionamento

estabelecidos em Edital. Orientações de Funcionamento A Gestão Escolar deve:  Realizar a inscrição da

A Gestão Escolar deve:

Realizar a inscrição da escola no Processo Seletivo do Prêmio Escola de Valor, conforme regras esta- belecidas por Edital, publicado no Diário Oficial do Estado da Paraíba, pela Secretaria de Estado de Educação

Estado da Paraíba, pela Secretaria de Estado de Educação Prêmio Mestres da Educação Tem como objetivo
Estado da Paraíba, pela Secretaria de Estado de Educação Prêmio Mestres da Educação Tem como objetivo
Prêmio Mestres da Educação
Prêmio
Mestres da Educação

Tem como objetivo selecionar, valorizar e premiar as práticas pedagógicas exitosas executadas por pro- fessores em exercício, lotados nas escolas públicas da rede estadual de Educação Básica, que estejam efetivamente em sala de aula e que, comprovadamente, estejam tendo sucesso no enfrentamento dos desafios no processo de ensino e aprendizagem. O prêmio concede o 15º salário aos professores, medi- ante o atendimento aos critérios e condições estabelecidas em Edital.

Regras de Funcionamento

condições estabelecidas em Edital. Regras de Funcionamento O professor deve:  Realizar sua inscrição,

O professor deve:

Realizar sua inscrição, individualmente, no Processo Seletivo do Prêmio Mestres da Educação, conforme regras estabelecidas por Edital publicado no Diário Oficial do Estado da Paraíba, pela Secretaria de Estado de Educação

2018OPERACIONAISDIRETRIZES

45

Plano Nacional dos Trabalhadores em Educação

45 Plano Nacional dos Trabalhadores em Educação Programa Formação Pela Escola O Programa Nacional de
45 Plano Nacional dos Trabalhadores em Educação Programa Formação Pela Escola O Programa Nacional de

Programa Formação Pela Escola

O Programa Nacional de Formação Continuada a Distância nas Ações do FNDE – Formação pela Escola –tem como objetivo contribuir para a melhoria da qualidade da gestão e o fortalecimento do controle social dos recursos pú- blicos destinados à educação. É voltado para a capacitação de profissionais de ensino, técnicos e gestores públi- cos municipais e estaduais, representantes da comunidade escolar e da sociedade organizada . Em virtude da

abrangência territorial do País e do grande número de pessoas envolvidas nessas ações, os cursos são predomi-

nantemente oferecidos na modalidade a distância, visando potencializar os esforços de formação continuada dos diversos atores envolvidos na execução de programas do FNDE.

São ofertados os seguintes cursos:

Tutoria para a Rede do Programa Formação pela Escola, Competências Básicas

Programa Dinheiro Direto na Escola – PDDE Programa Nacional de Alimentação Escolar -Pnae Programas de Transporte do Escolar – PTE Programas do Livro – PLI

Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação

– Fundeb

Controle Social para Conselheiros

Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação –Siope Censo Escolar da Educação Básica – Sistema Educacenso.

Orientações de Funcionamento

– Sistema Educacenso. Orientações de Funcionamento Os gestores e conselheiros escolares devem: Participar das

Os gestores e conselheiros escolares devem:

Participar das reuniões de apresentação do Programa Formação pela Escola, realizadas pela Coordenação Esta- dual ou por um tutor municipal do Programa;

Escolher o(s) curso(s) e preencher a ficha de pré- matrícula ,disponível no Portal do FNDE ou anexa ao folder dis- tribuído pelo tutor;

Devolver, após o preenchimento, a ficha ao tutor para que ele efetue o cadastro e a matrícula no Sistema de In- formação do Programa Formação pela Escola – Sife , e posterior recebimento do login e senha de acesso ao cur- so.

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Programa de Assistência ao Estudante

46 Programa de Assistência ao Estudante Programa Nacional do Livro Didático - PNLD e Programa
46 Programa de Assistência ao Estudante Programa Nacional do Livro Didático - PNLD e Programa

Programa Nacional do Livro Didático - PNLD e Programa Nacional Biblioteca da Esco- la—PNBE

As escolas da rede pública de ensino recebem, periodicamente, as obras referentes ao Programa Nacio- nal do Livro Didático – PNLD e Programa Nacional de Biblioteca da Escola – PNBE, adquiridas e distribuí- das pelo Ministério da Educação para todo o país, por intermédio do Fundo Nacional de Desenvolvimen- to da Educação, após criteriosa avaliação da Secretaria de Educação Básica – SEB-MEC, para que os pro- fessores e estudantes contem com materiais de qualidade literária e pedagógica.

Orientações gerais

de qualidade literária e pedagógica. Orientações gerais PNLD - A escola deve, em conformidade com o

PNLD - A escola deve, em conformidade com o cronograma do MEC:

Analisar, escolher as obras e registrar em ata;

Inserir dados da escolha no portal PDDE Interativo;

Desenvolver trabalhos de conscientização com estudantes e família sobre conservação e devolução do ma- terial didático.

PNBE - A escola deve:

Receber os acervos literários e técnicos;

Catalogar e expor em estante própria;

Colocar à disposição da comunidade escolar;

Desenvolver projetos e ações de incentivo e promoção à leitura.

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Plano Nacional de Apoio ao Transporte Escolar—PNATE

47 Plano Nacional de Apoio ao Transporte Escolar—PNATE O Programa Nacional de Apoio ao Transporte do

O Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (PNATE) foi instituído pela Lei nº 10.880, de 9 de junho

de 2004, com o objetivo de garantir o acesso e a permanência nos estabelecimentos escolares dos alunos do ensino fundamental público residentes em área rural que utilizem transporte escolar, por meio de assistência financeira, em caráter suplementar, aos estados, Distrito Federal e municípios. Com a publicação da Medida Provisória 455/2009 – transformada na Lei no 11.947, de 16 de junho do mesmo ano –, o programa foi amplia- do para toda a educação básica, beneficiando também os estudantes da educação infantil e do ensino médio residentes em áreas rurais

Orientações gerais A escola deve:  Acompanhar o funcionamento do transporte escolar dos estudantes, cumprimento
Orientações gerais
A escola deve:
 Acompanhar o funcionamento do transporte escolar dos estudantes, cumprimento dos dias letivos, horários e
adequação de transporte dos estudantes;
 Informar, por meio de ofício possíveis falhas de funcionamento ao órgão conveniado e à Secretaria de Educação.
ao órgão conveniado e à Secretaria de Educação. Plano Nacional de Alimentação Escolar—PNAE O Programa
Plano Nacional de Alimentação Escolar—PNAE O Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) contribui para o
Plano Nacional de
Alimentação Escolar—PNAE
O Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) contribui para o crescimento, o desenvolvimento, a aprendi-
zagem, o rendimento escolar dos estudantes e a formação de hábitos alimentares saudáveis, por meio da oferta

da alimentação escolar e de ações de educação alimentar e nutricional. Para isso, o Programa repassa, anualmen- te, recursos às escolas públicas de Educação Básica em parcelas mensais, de fevereiro a novembro, considerando

o número médio mensal de 20 dias letivos, e o número de estudantes contabilizados pelo EDUCACENSO no ano anterior ao do repasse.

Orientações gerais
Orientações
gerais

A gestão escolar deve:

Abrir procedimento licitatório para aquisição dos gêneros alimentícios, obedecendo o que dispõe as Leis Nº 8.666/93 e Nº 11.947/2009, e as Resoluções do FNDE/PNAE;

Aplicar, no mínimo, 30% dos recursos na aquisição de gêneros alimentícios diretamente da Agricultura Familiar, conforme

ART 14º da Lei 11.947/2009;

Elaborar o Edital da Chamada Pública para os agricultores familiares ou suas respectivas organizações e enviá-lo para o e- mail: goae.edital@see.pb.gov.br, a ser publicado no portal da Gestão Unificada, por meio do link: http:// gestaounificada.pb.gov.br/Sevicos/pnae;

Obedecer aos cardápios elaborados pelas nutricionistas da SEE, observando os hábitos alimentares de cada região;

Manter o Conselho Escolar legalmente constituído, atualizado, cadastrado no FNDE e na Receita Federal, e com as presta- ções de contas regularizadas;

Apresentar a prestação de contas em até 30 dias depois de recebido o recurso referente a cada parcela, devidamente organizada, conforme Checklist encaminhado pelo Núcleo de Assistência Escolar Integrada – NUAEI – da respectiva Ge- rência Regional de Educação;

Enviar a prestação de contas da 1ª parcela obrigatoriamente acompanhada do Processo de Licitação e da Chamada Públi- ca da agricultura familiar, conforme dispõe as Leis Nº 8.666/93 e Nº 11.947/2009.

2018OPERACIONAISDIRETRIZES

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Programa Dinheiro Direto na Escola

48 Programa Dinheiro Direto na Escola Programa de descentralização de recursos às escolas

Programa de descentralização de recursos às escolas públicas de Educação Básica que tem como objetivo con-

tribuir para a manutenção e melhoria da infraestrutura física e pedagógica das instituições de ensino, fortalecer

a autonomia escolar e ampliar a participação social. Os recursos são destinados à aquisição de material perma-

nente e de consumo, necessários ao funcionamento da escola; à manutenção, conservação e pequenos reparos da unidade escolar; à capacitação e ao aperfeiçoamento de profissionais da educação; à avaliação de aprendi- zagem; à implementação de projeto pedagógico e ao desenvolvimento de atividades educacionais.

O PDDE também disponibiliza recursos financeiros às escolas públicas com Salas de Recursos Multifuncionais, por meio do Programa Escola Acessível para a promoção de acessibilidade arquitetônica nos prédios escolares

e compra de materiais e equipamentos de tecnologia assistiva.

Orientações gerais

e equipamentos de tecnologia assistiva. Orientações gerais A escola deve: Manter o Conselho Escolar atualizado,

A escola deve:

Manter o Conselho Escolar atualizado, cadastrado no FNDE e na Receita Federal e com as prestações de contas regularizadas. Os recursos são transferidos de forma direta para as escolas aptas, não havendo necessidade de celebração de convênios ou congêneres.

Ao receber os recursos, o Conselho Escolar deve :

Ao receber os recursos, o Conselho Escolar deve : Apresentar ao Ministério do Trabalho a Relação

Apresentar ao Ministério do Trabalho a Relação Anual de Informações Sociais(RAIS);

Fazer Declaração de Débitos e Créditos Tributários federais(DCTF) – mensalmente (dependendo da retenção) SEFIP – arquivo digital da GPS.

Consultar resoluções de liberação de repasses, situação da prestação de contas: WWW.fnde.gov.br

2018OPERACIONAISDIRETRIZES

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O PDDE/PB é um programa estadual, criado por meio do Decreto Nº 29.462 /2008, que consiste no

repasse de recursos financeiros diretamente para as escolas da Rede Estadual de Ensino, com o ob-

jetivo de promover o investimento na melhoria dos aspectos infraestruturais e pedagógicos das es- colas.

Orientações gerais

e pedagógicos das es- colas. Orientações gerais A escola deve, anualmente: Decreto Nº 29.462 de 15

A escola deve, anualmente:

e pedagógicos das es- colas. Orientações gerais A escola deve, anualmente: Decreto Nº 29.462 de 15

Decreto Nº 29.462 de 15 de julho de 2008.

2018OPERACIONAISDIRETRIZES

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Orçamento Democrático Escolar

2018OPERACIONAISDIRETRIZES 50 Orçamento Democrático Escolar Instrumento indutor da participação da comunida- de na
Instrumento indutor da participação da comunida- de na gestão administrativa, financeira e pedagógi- ca das
Instrumento indutor da participação da comunida-
de na gestão administrativa, financeira e pedagógi-
ca das escolas públicas. Ele se materializa em dis-
cussões, debates e deliberações, ocorridas em
ações cotidianas da escola e em assembleias gerais,
num processo contínuo de interlocução e ação. O
Orçamento Democrático Escolar possui uma di-
mensão pedagógica, que tem como fundamento a
uma di- mensão pedagógica, que tem como fundamento a integração da comunidade ao projeto da escola,

integração da comunidade ao projeto da escola,

com vistas à melhoria do processo educativo. Os recursos descentralizados que são geridos pela es- cola devem ser incluídos na pauta de discussões e no planejamento, pois eles colaboram para a exe- cução das ações que precisam de algum tipo de financiamento. A SEE recomenda a participação dos estudantes, desde o momento do planejamen- to até a seleção das prioridades, uma vez que são eles o foco das políticas educacionais. A metodologia do OD prevê quatro etapas:

Orientações de Funcionamento

do OD prevê quatro etapas: Orientações de Funcionamento A escola deve, anualmente, sob a coordenação do

A escola deve, anualmente, sob a coordenação do Conselho Escolar:

Planejar coletivamente as ações- definição de cronograma interno e organização das atividades; Mobilizar a comunidade escolar e local: divulgação, disseminação da proposta, estímulo à participação;

Realizar fóruns internos ou plenárias, por segmentos – estudantes, professores, apoiadores e técnicos – para discussão das necessidades e levantamento prévio das demandas e escolha do Tema Gerador a ser trabalha- do por toda a escola durante o ano;

Realizam assembleia geral, contemplando:

a. Informação das ações e projetos a serem desenvolvidos na escola em consonância com o PPP e Plano de In- tervenção da Escola;

b. Informação acerca dos valores dos recursos de todos os programas a serem recebidos, sua destinação para manutenção e investimentos;

c. Escuta dos diversos segmentos para sugestões e encaminhamento de propostas;

d. Deliberação sobre a melhor forma de utilização dos recursos que são transferidos diretamente às escolas, por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola- Estadual e Federal, com definição das demandas prioriza- das;

e. Registro em livro ata de todas as decisões emanadas dessa reunião colegiada, assim como em fotografias, vídeo ou relatório, para fins de comprovação junto aos e órgãos fiscalizadores e Secretaria de Estado da Edu- cação.

f. Afixação, em local visível, do quadro das demandas priorizadas na assembleia, com levantamento do orça- mento (Execução das ações /projetos pedagógicos e financiáveis);

g. Publicização das ações realizadas – cartazes, jornalzinho, meios eletrônicos, etc.

2018OPERACIONAISDIRETRIZES

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Programas de

Desenvolvimento

Estudantil

2018OPERACIONAISDIRETRIZES 51 Programas de Desenvolvimento Estudantil
52 Programa de Inclusão PRIMA - Programa de Inclusão Através da Música e das Artes.
52
Programa
de Inclusão
PRIMA - Programa de Inclusão Através da Música e das Artes. Uma Política Pública do Governo do Esta-
do da Paraíba através da Secretaria de Estado de Educação em parceria com a Secretaria de Estado da
Cultura. É um Programa que atua em áreas com alto risco de vulnerabilidade social em nove cidades do
2018OPERACIONAISDIRETRIZES

Estado da Paraíba com quinze polos de Ensino com o público alvo jovens estudantes de escolas públicas

ou serem moradores da comunidade e circunvizinhas. Tem o objetivo de criar um sistema de orquestra, bandas e corais juvenis, utilizando o ensino da música para promoção dos valores humanos e de cidada- nia. Nos polos usamos do formato orquestral como uma mini representação da sociedade e através des- ta trabalhamos valores como o esforço pessoal, a disciplina, a capacidade de se expressar, o respeito às diferenças, o trabalho em equipe e a valorização do ser humano.

Orientações de Funcionamento

valorização do ser humano. Orientações de Funcionamento  Estar matriculado em escola da rede pública, com

Estar matriculado em escola da rede pública, com frequência regular e mantendo nível satisfatório de avaliação.

Procurar o polo de ensino do Prima mais próximo de sua residência para fazer a inscrição.

Segue endereços dos polos abaixo:

POLO

 

ENDEREÇO

LOCAL

NOVAIS

Av. Des. Santos Estanislau, 1084 - Bairro dos Novais, Joao Pessoa - PB

Eeef Professora Aracy Leite

TAMBIÁ

Av. Monsenhor Walfredo Leal, 476 - Centro, Joao Pes- soa - PB

EEEM Prof. Úrsula Lianza- PROEMI

ALTO DO MATEUS

Rua Joao Marinho da Silva, Útb1124 - Alto do Mateus- Joao Pessoa- PB

EEEM Claudina Mangueira de Moura

ALTO DAS POPULARES/ SANTA RITA

Rua Nautília Mendonça, S/N- Alto das Populares- Santa Rita- PB

CSÚ - Francisco Leocadio Ribeira

MARCOS MOURA/

Mailton Welington, s/n, Bairro: Marcos Moura - Santa

 

SANTA RITA

Rita- PB.

Escola Cidada Integral Heliton Santana

PENHA

Rua sao Benedito

EEEFM Benedita Targino Maranhao

GUARABIRA

Rua Joca Ataide, Bairro Novo

CIEEC - Centro Integrado de Educaçao, Esporte e Cultura

 

R. Valdomiro Ferreira da Silva, 100 - Malvinas, CEP:

CAIC- Centro de Atençao Integral a Crian- ça e ao Adoloscente Jose Jofilly

CAMPINA GRANDE

58108-

410

CAMPINA GRANDE/ MU- TIRÃO

Rua Deputado Raimundo Asfora,14 Sítio Sao Januario - Mutirao - Campina Grnade – PB.

CRAS Mutirao

CAMPINA GRANDE/ BO- DOCONGÓ

Av. Juvencio Arruda, 1232 - 1310 Bodocongo- Campina Grande - PB

Parque Ecologico Bodocongo

PATOS

Rua Violinsta Antonio Moreno, s/n, Noe Trajano - Pa- tos – PB.

EEEF Egmar Longo de Melo

ITAPORANGA

Rua Deocleciano Pereira Neves, Alto das Neves, Itapo- ranga - PB

EE Prof Terezinha Gomes da Silva

CAJAZEIRAS

Rua Patrício de Barros, 70 – Centro - Cajazeiras- PB.

EMEF Janduhy Carneiro

CATOLÉ DO ROCHA

Rua Projetada, s/n, Luzia Maia - Catole do Rocha – PB.

CSÚ - Angelina Mariz Maia

CONDE

Rua Domingos Maranhão S/N - Conde – PB.

Núcleo de Cultura de Conde- PB

2018OPERACIONAISDIRETRIZES

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Bandas

Escolares

2018OPERACIONAISDIRETRIZES 53 Bandas Escolares O Programa de Bandas Escolares da Rede Estadual de Ensino visa à

O Programa de Bandas Escolares da Rede Estadual de Ensino visa à criação e manutenção das Bandas Marciais, Musicais e Sinfônicas das Escolas da Rede Estadual de Ensino. Como ação socioeducacional,

busca a formação de grupos musicais, bem como melhorias na qualidade de vida dos estudantes aten- didos. O objetivo pedagógico do Projeto de Bandas Escolares é utilizar a musicalização como uma fer- ramenta no auxílio à formação educacional integral do estudante e inclusão por meio da música. O tra- balho metodológico fundamenta-se nos valores da disciplina musical, responsabilidade pessoal, cordia- lidade, cooperação, estabelecimento e alcance de metas, respeito, valorização da busca ao conheci-

mento. As aulas seguem um cronograma de funcionamento de segunda à sexta-feira, com atividades

diárias, no mínimo, de 04 (quatro) horas.

Orientações de Funcionamento

de 04 (quatro) horas. Orientações de Funcionamento Para participar do Programa de Bandas, o estudante deve:

Para participar do Programa de Bandas, o estudante deve:

Estar devidamente matriculado;

Apresentar cópia de sua certidão de nascimento, cópias dos documentos de identidade dos res-

ponsáveis, bem como, comprovante de residência, para os menores de dezoito anos, autorização

do pai e/ou responsável.

ponsáveis, bem como, comprovante de residência, para os menores de dezoito anos, autorização do pai e/ou

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Projeto Se Sabe de Repente 2018OPERACIONAISDIRETRIZES
Projeto
Se Sabe de Repente
2018OPERACIONAISDIRETRIZES

O Projeto de Apoio à Expressão Juvenil – “ SE SABE DE REPENTE é uma iniciativa da Secretaria de Estado da Edu- cação, em parceria com a Secretaria de Estado da Cultura, Secretaria de Estado da Juventude Esporte e Lazer e outras representações do poder público e sociedade civil, que estimula o envolvimento dos jovens na construção de espaços pedagógicos de discussão de temas importantes para os jovens, de modo a permitir formas próprias de interação, expressão e protagonismo das diferentes juventudes na sociedade e fortalecimento da identidade coletiva da juventude de cada região do Estado da Paraíba. O objetivo do projeto é promover, nas escolas estadu- ais nas séries finais do Ensino Fundamental 8º e 9º ano e no Ensino Médio, espaço de participação, debates e re- flexões de temáticas relevantes e/ou significativas. De modo a incentivar ou reafirmar o protagonismo juvenil e a aquisição de espaço de participação por parte desse segmento social e contribuir para a diminuição da vulnerabi- lidade às drogas, ao crime e à violência fortalecendo as Políticas Públicas de Juventude.

Orientações de Funcionamento

Públicas de Juventude. Orientações de Funcionamento A escola, em conjunto com o Professor Articulador, deve:

A escola, em conjunto com o Professor Articulador, deve:

Ofertar, no contra turno das aulas, oficinas temáticas, interações culturais e outras atividades promoto- ras de trocas de experiências sobre questões importantes, como a sustentabilidade, consumo conscien- te, violência, sexualidade, promoção à saúde, cultura, esporte, trabalho, tecnologia, entre outras;

Incentivar a implantação dos Grêmios Estudantis Livres ou apoiar as ações dos grêmios já existentes;

Estruturar o grupo de discussão e ação com um 1 (um) professor efetivo ou prestador de serviço da re- de estadual de ensino e até 40 (quarenta) jovens das séries finais do Ensino fundamental, do Ensino Mé- dio, das escolas PROEMI, assim como das Escolas Cidadãs Integrais e as Escolas Cidadãs Integrais Técni- cas, com idade de 15 a 29 anos.

Orientar a utilização de estratégias metodológicas que valorizam a opinião de adolescentes e jovens acerca das temáticas discutidas e promovam a articulação entre conhecimento, atitude e prática de ações.

2018OPERACIONAISDIRETRIZES

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Grêmio

Estudantil

O Grêmio é uma organização escolar sem fins lucrativos que representa o interesse dos estudantes e

que tem finalidades culturais, educacionais, desportivos e sociais. É o espaço de mobilização e atuação juvenil nas escolas, que promove o protagonismo, fortalecendo os vínculos comunitários, e garantindo um espaço participativo. O Grêmio é também um importante espaço de aprendizagem, cidadania, con- vivência, responsabilidade e de luta por direitos dos jovens estudantes e da sociedade.

Orientações de Funcionamento

estudantes e da sociedade. Orientações de Funcionamento A escola deve:  Constituir uma comissão Pró -

A escola deve:

Constituir uma comissão Pró-Grêmio, formada por estudantes representantes de turma ou esco- lhida entre seus pares;

Elaborar o estatuto e organizar a assembleia geral para informar a todos os estudantes sobre o Grêmio, e sua finalidade na escola;

Apresentar o Estatuto para aprovação e formar a Comissão Eleitoral;

Registrar em ata todos os assuntos e decisões tomadas na Assembleia Geral;

Definir data de eleição e inscrição de chapas de candidato.

Realizar o pleito eleitoral que deve ser acompanhado pela comissão eleitoral.

Acessar o link: http://paraiba.pb.gov.br/educacao/ Após entrar no site, buscar no canto esquerdo

comissão eleitoral. Acessar o link: http://paraiba.pb.gov.br/educacao/ Após entrar no site, buscar no canto esquerdo
comissão eleitoral. Acessar o link: http://paraiba.pb.gov.br/educacao/ Após entrar no site, buscar no canto esquerdo
comissão eleitoral. Acessar o link: http://paraiba.pb.gov.br/educacao/ Após entrar no site, buscar no canto esquerdo

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Programa Gira Mundo O programa Gira Mundo modalidade estudante, visa proporcionar aos alunos matriculados na
Programa
Gira Mundo
O programa Gira Mundo modalidade estudante, visa proporcionar aos alunos matriculados na segunda série do
ensino médio, no sentido de oportunizar o desenvolvimento linguístico e a interação com novas culturas e méto-
dos de ensino, que, ao regressarem, tornar-se-ão multiplicadores do Programa Gira Mundo em suas regiões e
desenvolver ações voltadas ao aprimoramento da educação no estado da Paraíba. Orientações de Funcionamento
desenvolver ações voltadas ao aprimoramento da educação no estado da Paraíba.
Orientações de Funcionamento

1ª ETAPA- INSCRIÇÕES

INSCRIÇÕES

As inscrições para o Programa “Gira Mundo” serão destinadas aos estudantes matriculados no 2º ano do ensino médio do Sistema Estadual de Ensino no inicio de cada ano letivo.

Todas as inscrições serão realizadas no portal http://paraiba.pb.gov.br/educação/. Todos os inscri- tos terão que anexar cópias de documentos comprobatórios no ato da inscrição. Os gestores expe-

dirão, quando solicitados pelo estudante, Declaração de matrícula e boletim contendo as médias

obtidas pelo candidato/estudante no ano de 2017.

Todos os documentos originais serão conferidos e comparados com os anexados no início das aulas do curso preparatório de línguas.

2ª ETAPA- SELEÇÃO

Os estudantes serão selecionados para participarem do Curso Preparatório de Línguas, por suas respec- tivas Gerências de ensino, de acordo o número de vagas oferecidas para os que obtiveram melhores médias no 1º ano do ensino médio em 2017 conforme estabelecido em edital de seleção.

3ª ETAPA- CLASSIFICAÇÃO

Na terceira etapa, será realizada uma prova de proficiência para cada área de caráter eliminatório.

Estarão Classificados, os estudantes que obtiverem os melhores desempenhos e estiverem dentro do número de vagas, distribuídas entre as Gerências de Ensino para o intercâmbio Internacional.

2018OPERACIONAISDIRETRIZES

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2018OPERACIONAISDIRETRIZES 57 COMO SERÁ NOS PAÍSES DE DESTINO? Os estudantes, durante sua estada, residirão em casa
2018OPERACIONAISDIRETRIZES 57 COMO SERÁ NOS PAÍSES DE DESTINO? Os estudantes, durante sua estada, residirão em casa
COMO SERÁ NOS PAÍSES DE DESTINO? Os estudantes, durante sua estada, residirão em casa de
COMO SERÁ NOS PAÍSES DE DESTINO?
Os estudantes, durante sua estada, residirão em casa de famílias nativas do país escolhido e cursa-
rão um semestre letivo em Escolas de nível médio. Os aprovados receberão bolsa auxílio no valor

total de 4.200,00 Reais, dividido em seis parcelas. As passagens, emissão de passaporte e visto, mo-

radia, alimentação, transporte e seguro saúde para intercambistas, em um período de cinco meses (um semestre letivo) bem como todos os serviços supracitados, serão de responsabilidades da em- presa de intercâmbio licitada.

E AO RETORNAREM?

Durante a estada nos países, o estudante deverá desenvolver um projeto com temática relacionada à cidadania, diferenças e similaridades socioculturais, meio ambiente, inovação, globalização, eco- nomia criativa, empreendedorismo com responsabilidade social, convivência pacífica e cooperativa entre os povos e nações entre outros temas, a serem desenvolvidos em sua escola e região no seu regresso ao Brasil.

2018OPERACIONAISDIRETRIZES

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Programa Jovens Embaixadores

2018OPERACIONAISDIRETRIZES 58 Programa Jovens Embaixadores O Programa tem como objetivo oferecer aos estudantes de Ensino
2018OPERACIONAISDIRETRIZES 58 Programa Jovens Embaixadores O Programa tem como objetivo oferecer aos estudantes de Ensino

O Programa tem como objetivo oferecer aos estudantes de Ensino Médio com idade entre 15 e 18 anos, exclusivamente oriundos de Escola Pública, a oportunidade de expandir seus horizontes e forta- lecer laços entre o Brasil e os Estados Unidos, por meio de intercâmbio. O estudante selecionado par- ticipa de atividades culturais, projetos e eventos em escolas regulares de ensino em Washington e fica hospedado, durante 3 semanas, em casa de famílias norte-americanas.

Orientações de Funcionamento

famílias norte - americanas. Orientações de Funcionamento O estudante deve:  Realizar Inscrição no site do

O estudante deve:

Realizar Inscrição no site do programa;

Ter fluência na língua inglesa;

Estar devidamente matriculado e frequentando a escola pública;

Participar de projetos sociais na escola e /ou na comunidade.

2018OPERACIONAISDIRETRIZES

59

Programa Parlamento Jovem Brasil - PJB

59 Programa Parlamento Jovem Brasil - PJB O Parlamento Jovem Brasileiro é um programa anual que
59 Programa Parlamento Jovem Brasil - PJB O Parlamento Jovem Brasileiro é um programa anual que

O Parlamento Jovem Brasileiro é um programa anual que tem como objetivo contribuir para o de- senvolvimento da cidadania, por meio do conhecimento sobre a organização de nossa democracia representativa, assim como da participação e do controle social. O programa é uma oportunidade para que os estudantes do Ensino Médio possam vivenciar, na prática, a simulação do trabalho dos Deputados Federais.

Orientações de Funcionamento

dos Deputados Federais. Orientações de Funcionamento O estudante deve:  Elaborar um projeto de Lei, conforme

O estudante deve:

Elaborar um projeto de Lei, conforme período de inscrição e enviar à Secretaria de Estado da Educa-

ção para análise;

Tomar posse, se selecionado, na Câmara dos Deputados, em Brasília;

Defender seu projeto e debater, junto aos outros participantes.

2018OPERACIONAISDIRETRIZES

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Programa Jovem Senador

2018OPERACIONAISDIRETRIZES 60 Programa Jovem Senador O Jovem Senador é um programa anual, financiado pelo Legislativo
2018OPERACIONAISDIRETRIZES 60 Programa Jovem Senador O Jovem Senador é um programa anual, financiado pelo Legislativo
O Jovem Senador é um programa anual, financiado pelo Legislativo Federal, que tem como objetivo
O Jovem Senador é um programa anual, financiado pelo Legislativo Federal, que tem como objetivo
proporcionar aos estudantes do Ensino Médio da rede pública estadual e do Distrito Federal, de até 19
anos, do 1º e 2º anos, conhecimento acerca da estrutura e do funcionamento do Poder Legislativo no
Brasil. Os estudantes selecionados vivenciam, na prática, a simulação do trabalho dos Senadores em
Brasília, por uma semana.

Orientações de Funcionamento

Brasília, por uma semana. Orientações de Funcionamento O estudante deve:  Realizar Inscrição no site do

O estudante deve:

Realizar Inscrição no site do Programa;

Ter fluência na língua inglesa;

Estar devidamente matriculado e frequentando a escola pública;

Participar de projetos sociais na escola e /ou na comunidade.

2018OPERACIONAISDIRETRIZES

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Casa do Estudante da Paraíba

Decreto Governamental nº 9.787, de 29 de dezembro de 1982

Decreto Governamental nº 9.787, de 29 de dezembro de 1982 A Casa do Estudante da Paraíba
Decreto Governamental nº 9.787, de 29 de dezembro de 1982 A Casa do Estudante da Paraíba

A Casa do Estudante da Paraíba foi criada pelo Decreto Governamental nº 9.787, de 29 de dezem-

bro de 1982, e tem a capacidade de acolher 96 (noventa e seis), do sexo masculino, estudantes ori-

undos do interior do Estado, sem residência em João Pessoa, oferecendo aos estudantes seleciona-

dos alimentação, moradia e assistência. A Casa acolhe estudantes do Ensino Médio, bem como do

ensino superior da UEPB, UFPB, IFPB, além de beneficiários de programas governamentais como

PROUNI.

Regras de Funcionamento

governamentais como PROUNI. Regras de Funcionamento Para ser contemplado com este benefício, o estudante deve

Para ser contemplado com este benefício, o estudante deve atender aos seguintes critérios

Ser oriundo dos municípios do Interior do Estado da Paraíba;

Ser reconhecidamente carente com renda familiar mensal até um salário mínimo e meio;

Comprovar matrícula na rede pública de ensino da cidade de João Pessoa, nos turnos da manhã e/ou tarde, salvo quando estiver exercendo alguma atividade laboral;

Apresentar frequência de no mínimo 75% durante o ano letivo/semestre;

Lograr aprovação na série/curso matriculado;

E cumprir as normas e diretrizes internas da Casa, para garantir sua permanência.

2018OPERACIONAISDIRETRIZES

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PBVest

2018OPERACIONAISDIRETRIZES 62 PBVest O programa Pré Vestibular Social do Governo do Estado da Paraíba, é ofertado
2018OPERACIONAISDIRETRIZES 62 PBVest O programa Pré Vestibular Social do Governo do Estado da Paraíba, é ofertado

O programa Pré Vestibular Social do Governo do Estado da Paraíba, é ofertado em unidades escolares

distribuídas entre as 14 Gerências Regionais de Educação. É um curso presencial, com mediação tecno-

lógica, onde o conteúdo teórico das aulas é transmitido em tempo real, através do portal

www.pbvest.pb.gov.br. Os estudantes não inscritos, nos polos presenciais, podem acompanhar as aulas

por meio do portal do programa, inclusive fazer downloads do material que é disponibilizado no portal

em arquivo pdf, assim como download das aulas que por ventura venham a necessitar de revisão. Há

acompanhamento dos professores, no que diz respeito à resolução de exercícios propostos no material

de acompanhamento das aulas.

Orientações de Funcionamento

de acompanhamento das aulas. Orientações de Funcionamento A escola polo do PB Vest deve:  Ofertar

A escola polo do PB Vest deve:

Ofertar aulas aos sábados, das 07h:30min às 12h:00;

Disponibilizar o número de vagas para os estudantes, de acordo com Edital;

Possuir internet, exclusivamente voltadas para as aulas, durante as transmissões, além de kit multimí- dia, auditório e som adequado.

Transmitir 20 minutos de aulas em tempo real e 40 minutos de resolução de exercícios acerca do con- teúdo ministrado, acompanhado por professores presenciais.

2018OPERACIONAISDIRETRIZES

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FESTIVAL Arte em Cena

2018OPERACIONAISDIRETRIZES 63 FESTIVAL Arte em Cena Arte em Cena: Festival de Arte e Cultura na Escola
2018OPERACIONAISDIRETRIZES 63 FESTIVAL Arte em Cena Arte em Cena: Festival de Arte e Cultura na Escola

Arte em Cena: Festival de Arte e Cultura na Escola é uma ação da Secretaria de Estado da Educação da Paraíba que valoriza o trabalho artístico-cultural desenvolvido nas escolas da rede estadual, focando es- paços de produção, criatividade e fruição pelas artes. O projeto inscrito deverá ser de autoria da própria escola, planejado, desenvolvido e executado pelos estudantes individualmente ou em grupo sob orien- tação de professores, em consonância com o tipo de modalidade artística a ser trabalhada. No ato de inscrição, a escola deverá inscrever um único projeto, contemplando, no mínimo, duas das 5 (cinco) mo- dalidades artísticas especificadas , observando as disposições de cada modalidade.

Artes visuais: composição, originalidade, técnica utilizada, criatividade, coerência temática;

Teatro: interpretação, conjunto, cenário, figurino, criatividade, coerência temática;

Dança: coreografia, expressão corporal, figurino, criatividade, coerência temática;

Música: melodia, harmonia, ritmo, afinação, Interpretação, coerência temática;

Literatura: marcas de autoria, adequação linguística, criatividade, uso dos recursos poéticos (rima, fi- guras de linguagem), coerência temática.

 

Objetivos

Estimular o interesse, a apreciação e a produção artístico-cultural entre os educandos da rede estadu- al de ensino, valorizando a arte como forma de crescimento social e estético.

Fomentar ações que promovam o encontro entre o projeto pedagógico da escola e experiências cultu- rais e artísticas das comunidades locais, contemplando a diversidade cultural.

Realizar mapeamento da produção artística nas escolas na rede estadual de ensino, valorizando os

talentos dos estudantes.

Proporcionar ao público a apreciação estética da produção artística dos estudantes da rede estadual de ensino. O ARTE EM CENA:FESTIVAL DE ARTE E CULTURA NA ESCOLA acontece em duas etapas, sen- do a primeira nas Gerências Regionais de Educação a qual a escola está vinculada, e a segunda na ci- dade de João Pessoa.

Orientações de Funcionamento

na ci- dade de João Pessoa. Orientações de Funcionamento A gerência deve:  Provocar as escolas

A gerência deve:

Provocar as escolas para a participação efetiva em todas as modalidades apontadas no edital que dis- ponibilizará as normas e instruções;

Caberá às Gerências Regionais de Educação a execução da Etapa Regional, provendo espaço condi- zente com as modalidades e respeitando as datas estipuladas neste Edital. A Etapa Regional é a pri- meira etapa de classificação dos projetos que irão para a Etapa Estadual .

A escola deve:

É de responsabilidade da unidade educacional promover a divulgação do Festival junto aos estudan-

tes, bem como realizar uma pré-seleção dos trabalhos que serão incluídos no projeto da escola. Sen- sibilizar professores para a construção dos projetos junto aos alunos(as);

Cabe à unidade educacional desenvolver estratégias de sensibilização e mobilização para debater o tema do festival, no ambiente escolar, objetivando à ampliação de conhecimentos e o incentivo à produção qualificada dos estudantes.;

É de inteira responsabilidade das unidades educacionais bem como dos pais ou responsáveis, os pro- cedimentos de liberação/autorização dos menores selecionados para participarem da Etapa Estadual-

do Festival,nos termos do ECA, perante as autoridades judiciais da Infância e Juventude.

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Projeto

2018OPERACIONAISDIRETRIZES 64 Projeto Sendo a escola, por excelência, o lugar de exercício da leitura e, sabendo
2018OPERACIONAISDIRETRIZES 64 Projeto Sendo a escola, por excelência, o lugar de exercício da leitura e, sabendo

Sendo a escola, por excelência, o lugar de exercício da leitura e, sabendo que a prática desta deve envol- ver o prazer como elemento indispensável, é urgente a promoção de experiências literárias significativas que resultem em fruição e construção de novos olhares sobre o mundo e a realidade que nos cerca.

Entendemos que a escola deve ser um ambiente favorável à leitura, onde a literatura ocupe um lugar de destaque e possa ser alvo de interesse dos estudantes, de modo que o ato de ler seja vivenciado como exercício de autonomia, de descoberta, de ressignificação, sem restrições, nem imposições.

É nesse contexto que surge o Projeto #Tô Ligado na Leitura, uma ação da Secretaria de Estado da Educa-

ção - SEE que consiste em fortalecer as experiências/projetos de incentivo à leitura, já implementados

pelas escolas, com o intuito de melhorar a proficiência leitora dos estudantes da rede pública estadual.

Orientações de Funcionamento

da rede pública estadual. Orientações de Funcionamento OBJETIVO DO PROJETO  Incentivar a prática de leitura

OBJETIVO DO PROJETO

Incentivar a prática de leitura prazerosa na escola, contribuindo para a proficiência leitora dos es- tudantes, a partir da experiência da fruição literária, associada à promoção da atividade de inter- câmbio de obras lidas.

EXECUÇÃO DO PROJETO — ATORES E ATRIBUIÇÕES

Na efetivação do projeto, os diversos setores e membros da Secretaria de Estado de Educação desem- penham papéis, a saber:

Secretaria de Estado de Educação

Disponibiliza o acervo literário para as escolas, traça as diretrizes do projeto, apoia e acompanha as ativi- dades desenvolvidas pelas escolas.

Gerência Regional de Educação – tem a competência de atuar junto às escolas, a fim de auxiliar no pla- nejamento da execução do projeto, dando suporte e acompanhando os resultados.

Gestão Escolar

Tem a incumbência de planejar, coordenar e executar as ações do Projeto de Leitura, estimulando o envolvimento de estudantes e professores.

Para potencializar o projeto, as escolas devem elaborar seus Planos Estratégicos de Leitura, ampliando a prática de empréstimos de livros e oportunizando aos estudantes-leitores a troca de experiências leito- ras; além de organizar ações que valorizem discussões literárias (sarau, roda da leitura, clubes de leitu- ra, releituras poéticas e outros).

Professores/Auxiliar de biblioteca/Professor Readaptado

Elaboram, junto com a gestão escolar, o Plano Estratégico de Leitura, acompanham os empréstimos dos livros, organizando estratégias para monitorar o processo de leitura, o recebimento e envio de corres-

pondências sugestivas de leituras. São os mediadores de leitura, responsáveis pelas práticas e incentivo

à leitura dentro e fora da escola.

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Estudantes

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Leem os livros e escrevem cartas ou mensagens recomendando as obras lidas para um colega estu-

dante da mesma escola ou de outra escola da rede estadual, que depois encaminha o livro a outro estudante. Participam também das ações de leitura propostas pelos professores.

Durante os momentos de vai e vem das cartas e dos livros, os estudantes participam de atividades para partilharem e trocarem ideias sobre os temas emergidos das obras lidas, de forma que eles se sintam e se tornem motivadores para que os outros também se sintam impulsionados a lerem. Pode- rão fazer blogs, clube do livro/poesia/cordel etc.

A proposta é que nesses momentos os estudantes, leitores remetentes e destinatários das cartas su- gestivas de leituras, se transformem em estimuladores da leitura prazerosa.

remetentes e destinatários das cartas su- gestivas de leituras, se transformem em estimuladores da leitura prazerosa.

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Semana de Diversidade e Inclusão

66 Semana de Diversidade e Inclusão O Estado da Paraíba vem fortalecendo as políticas
66 Semana de Diversidade e Inclusão O Estado da Paraíba vem fortalecendo as políticas

O Estado da Paraíba vem fortalecendo as políticas públicas de proteção a todas as formas de violência e violação de direitos à criança, adolescentes e jovens, pois a convivência no ambiente escolar, as re- lações pessoais e interpessoais, o processo ensino e aprendizagem nas escolas devem ser pautadas com base nos paradigmas da nova doutrina da proteção integral, em consonância com as leis que re-

gem os direitos humanos. Neste sentido, considerando que a Secretaria de Estado da Educação -

SEEPB é uma agência promotora das Políticas Públicas das instituições escolares, cria anualmente no calendário escolar a SEMANA DA DIVERSIDADE SEXUAL, no período que envolve a última semana do mês de julho, sugerindo que as escolas promovam ações interdisciplinares sobre o tema como forma de prevenção no combate à discriminação.

Trazemos ainda como material de estudo e complementação, o seguinte material:

Cartilha Pedagógica do Professor sobre Prevenção ao Bullying:

Cartilha Pedagógica do Professor sobre Prevenção ao Bullying: http://static.paraiba.pb.gov.br/2016/11/bullying.pdf

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Educação Básica:

Etapas de Escolaridade

2018OPERACIONAISDIRETRIZES 67 Educação Básica: Etapas de Escolaridade

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Ensino Fundamental

Etapa da Educação Básica obrigatória, com duração de 9 (nove) anos, que tem como objetivo a forma- ção básica do cidadão, mediante:

O desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo;

A compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade;

O desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conheci- mentos e habilidades e a formação de atitudes e valores;

O fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social.

O Ensino Fundamental com 9 (nove) anos de duração, de matrícula obrigatória para as crianças a partir dos 6 (seis) anos de idade, tem duas fases sequentes com características próprias, chamadas de anos iniciais, com 5 (cinco) anos de duração, em regra para estudantes de 6 (seis) a 10 (dez) anos de idade; e anos finais, com 4 (quatro) anos de duração, para os de 11 (onze) a 14 (quatorze) anos.

Nessa etapa, cuidar e educar, significa acolher, de forma a garantir a aprendizagem dos componentes curriculares, para que o estudante desenvolva interesses e sensibilidades que lhe permitam usufruir dos bens culturais disponíveis na comunidade, na sua cidade ou na sociedade em geral, e possibilite ainda se sentir como produtor valorizado desses bens.

Orientações de Funcionamento

A Equipe escolar deve:

Realizar ampla divulgação da matrícula, visando atingir a meta estabelecida - 100% da demanda;

Incluir no Regimento Escolar, o Sistema de Progressão Parcial (art. 37, 38 e 39), visando enfrentar os índices de reprovação nesta etapa, em atendimento à Resolução nº 188/98 do CEE/PB;

Implementar Projeto de Intervenção Pedagógica, articulado à Proposta Pedagógica, segundo orientação e

monitoramento da SEE/GRE, com foco em Língua Portuguesa e Matemática que permitam impulsionar as aprendizagens dos estudantes.

Utilizar sondagem, por meio dos resultados consolidados do SOMA/PSI, para subsidiar o planejamento dos professores.

Elaborar horários, respeitando a rotina diária, de acordo com as orientações do SOMA/PSI, para estudantes do 1º aos 5º anos.

Compor os horários das aulas dos 6º ao 9º anos, garantindo a sequência de aulas geminadas para disciplinas de Português e Matemática.

Organizar o planejamento didático por área de conhecimento, conforme calendário, que deve ser afixado no mesmo mural do horário, à disposição de toda comunidade escolar.

Desenvolver Projetos Interdisciplinares nas turmas, de modo a enriquecer o currículo, assegurando a contex- tualização dos conhecimentos escolares em face das diferentes realidades.

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SOMA - Pacto pela Aprendizagem

Decreto Estadual nº 32.234 de 14 de fevereiro de 2017.

Decreto Estadual nº 32.234 de 14 de fevereiro de 2017. Portaria nº 1267, 21 de setembro

Portaria nº 1267, 21 de setembro de 2017.

A busca pela garantia dos direitos e objetivos de aprendizagem previstos para toda criança em idade escolar

une a Secretaria de Estado às secretarias municipais de Educação da Paraíba para o Programa SOMA – Pacto pela Aprendizagem na Paraíba. Juntos, estado e municípios empreendem esforços para superar os desafios apresentados diante do grande número de estudantes das redes públicas da Paraíba que conclui os anos inici-

ais do ensino fundamental com alfabetização incompleta e baixo nível de letramento.

Nesse sentido, as ações implementadas pelo SOMA têm como foco a alfabetização plena dos alunos ao fim do 3º ano do ensino fundamental, a garantia de níveis de letramento adequados para os estudantes do 5º ano

dessa mesma etapa de escolaridade e o auxílio aos alunos dos anos finais do ensino fundamental que não atin-

giram o desenvolvimento pleno da alfabetização e o nível de letramento adequado.

Organizado em uma rede de trabalho colaborativo, que reúne professores alfabetizadores, diretores escolares, coordenadores municipais e supervisores regionais, o Programa SOMA – Pacto pela Aprendizagem na Paraíba está alicerçado em um conjunto de iniciativas que envolvem a avaliação da educação, a formação de professo- res, o monitoramento de ações educacionais e o desenvolvimento profissional dos gestores escolares. Mais do que uma ação coordenada de trabalho colaborativo e uma política pública do estado da Paraíba, o SOMA re- presenta o compromisso com uma educação capaz de garantir os direitos de aprendizagem de todo aluno pa- raibano. As ações do Programa compreendem os seguintes eixos:

I - alfabetização e letramento;

II - superação de déficit de aprendizagem;

III - formação continuada;

IV - eficiência da gestão e das práticas pedagógicas.

AS AÇÕES DO PACTO

Avaliação, material didático, desenvolvimento profissional de professores e gestores e monitoramento compre- endem um conjunto de ações que andam juntas quando o objetivo é melhorar a qualidade da educação brasi- leira. Por meio de tecnologias e instrumentos desenvolvidos pelo Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação – CAEd/UFJF, os gestores escolares da Paraíba contarão com ferramentas que vão ajuda-los no diag- nóstico preciso sobre os níveis de alfabetização e letramento dos seus estudantes, bem como no planejamento

e no monitoramento das ações voltadas para a melhoria da aprendizagem desses estudantes.

Indicadores de participação

Os dados de administração das redes - matrículas, turmas, docentes – e de execução do SOMA serão processa- dos de modo a oferecer ao gestor uma visão sintética do alcance e do andamento do Programa. Serão apresen- tados os números relativos à realização dos eventos, à participação dos estudantes nas avaliações formativas e dos gestores nas plataformas de desenvolvimento profissional.

Indicadores de execução

Protocolos de gestão orientarão a elaboração de diagnósticos e de planos de intervenção, bem como a organi- zação de reuniões coletivas na escola. Os dados produzidos a partir da execução desses protocolos se constitui- rão em indicadores de execução. Para as ações de desenvolvimento profissional, também serão produzidas informações que se constituirão em indicadores de execução do SOMA.

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AVALIAÇÃO

As avaliações são realizadas sob a coordenação e com os instrumentos desenvolvidos pelo CAEd/UFJF. Na me- dida do possível, e segundo o planejamento das secretarias envolvidas, projeta-se a ampliação do uso de dispo- sitivos digitais, tanto nas avaliações somativas quanto nas formativas.

Avaliação Somativa

As atividades incluem as tradicionais avaliações realizadas no final de cada ano letivo, que produzem um retra- to da qualidade da educação básica no estado da Paraíba – o IDEPB, acrescidas da avaliação do 3º ano do ensi- no fundamental.

Além disso, serão avaliados também os estudantes de 3º e 5º anos do ensino fundamental das escolas munici-

pais participantes do SOMA. Os resultados dessa avaliação serão contrastados com as metas pactuadas de ele- vação nos padrões de desempenho.

Avaliação Formativa

As avaliações formativas acompanham os objetivos de aprendizagem das referências curriculares do estado da Paraíba em Língua Portuguesa e Matemática e, no caso dos três primeiros anos do ensino fundamental, do ma- terial didático de apoio à alfabetização produzido especialmente para o SOMA.

Banco de testes para o professor

Além das avaliações previstas, as escolas participantes do Pacto contam com um banco de testes, que funciona como uma ferramenta de apoio ao professor em sala de aula. Esse banco ficará à disposição dos professores para a avaliação dos objetivos de aprendizagem dos anos iniciais do ensino fundamental, sempre que for ne- cessária ao longo do ano,

Orientações de Funcionamento

O monitoramento do SOMA se fará com os dados produzidos durante a execução dos protocolos de gestão do Programa, que preveem a elaboração de diagnósticos da escola e projetos de intervenção, a realização de avalia- ções formativas e somativas, realização de reuniões de supervisão do corpo docente e dos colegiados escolares.

O Portal do Soma disponibilizará os dados e as ferramentas que permitirão a todos os profissionais envolvidos que desenvolvem atividades no Programa Soma o acesso à informação e a produção dos dados de que precisam para exercer adequadamente as suas funções.

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Programa de Educação Emocional e Social na Escola Ensino Fundamental

Emocional e Social na Escola — Ensino Fundamental A Secretaria de Estado da Educação, em parceria
A Secretaria de Estado da Educação, em parceria com a Inteligência Relacional, desenvolve o Programa
A Secretaria de Estado da Educação, em parceria com a Inteligência Relacional, desenvolve o
Programa Liga Pela Paz nas escolas do Ensino Fundamental, a partir das habilidades de Educa-
ção Emocional e Social junto aos estudantes do 3º ao 9º ano do Ensino Fundamental e suas
famílias, por meio de uma ação focada na cultura de paz e não violência. A implantação dos
habilidades da educação para as emoções visa estabelecer uma atmosfera positiva no ambien-

te escolar, que contribua para a melhoria da aprendizagem.

Orientações de Funcionamento

A equipe escolar deve:

Disseminar a proposta da Educação Emocional e Social junto aos estudantes e famílias; Aplicar pré-teste e pós-

teste para mensurar o estado emocional inicial e final dos estudantes; Implantar grupos de diálogo, vivências e

cultivo da paz;

Promover práticas de mediação de conflitos;

Trabalhar as habilidades que fundamentam o Programa durante as aulas, articuladas aos do componentes curriculares;

Realizar cadastro e participar da formação na plataforma AVA ( www.avainteligenciarelacional.com.br) que explora conteúdos e propicia compartilhar as experiências exitosas.

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SOMA/

Primeiros Saberes da Infância - PSI

72 SOMA/ Primeiros Saberes da Infância - PSI Sistema de Ensino que contem metodologia voltada para
72 SOMA/ Primeiros Saberes da Infância - PSI Sistema de Ensino que contem metodologia voltada para

Sistema de Ensino que contem metodologia voltada para os estudantes dos anos iniciais do Ensino Fun-

damental da Rede Estadual de Ensino da Paraíba e Municípios Parceiros, com a finalidade de alfabetizar

as crianças até oito anos de idade – Ciclo I e, ainda, consolidar a alfabetização dos estudantes dos 4º e

5º anos –Ciclo II, no domínio da leitura, da escrita e da alfabetização matemática, conforme Resolução

do CEE- PB e Diretriz do Plano de Desenvolvimento da Educação – PDE/MEC.

Orientações de Funcionamento

A equipe escolar deve:

Participar do processo formativo promovido pela SEE;

Utilizar sistematicamente as atividades didáticas propostas nos Cadernos de Aprendizagem de Língua Portuguesa e Matemática (produzidos pela SEE/UFPB);

Realizar as atividades propostas para as sequências de aula;

Registrar no Diário ONLINE o desenvolvimento das competências dos estudantes;

Acompanhar os resultados alcançados nas avaliações do SOMA pelos estudantes e propor alter- nativas para melhoria da aprendizagem;

Consolidar, em instrumentos próprios de monitoramento, os resultados de aprendizagem ;

Aplicar avaliações formativas e somativas para diagnosticar o nível de aprendizagem dos estudan- tes;

Realizar reuniões periódicas com os pais;

Ofertar reforço com atividades diversificadas aos estudantes com déficit de aprendizagem, em leitura, escrita e cálculo, que pode ser desenvolvido, no horário oposto, pelo coordenador peda- gógico ou pelo professor no próprio percurso de aula.