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TÉCNICAS DE RESPIRAÇÃO

02.1 - TÉCNICA DE RESPIRAÇÃO:

Aprender a respirar longa e profundamente garante ao ser humano a


longevidade, de acordo com o mestre de yoga Selvarajan Yesudin é dado a
cada indivíduo determinado número de respirações numa reencarnação,
aquele que respira açodado e precipitadamente morre mais cedo. A natureza
confirma essa teoria. Pomba 34 vezes por minuto, cachorro 28, gato 24,
cavalo 16 , homem 12 e tartaruga 3.

O homem pode passar 40 dias sem comer, 7 dias sem beber, mas sem ar ele
ficará apenas alguns minutos.

Todo o universo vibra numa cadência, temos que ritmar nossa respiração
para entrar em sintonia com o cosmo. A respiração bem feita livra o homem
de doenças como ansiedade, uma respiração curta e superficial traz
sentimentos como insegurança, raiva e medo.

02.1.1 - TÉCNICA IOGUE COMPLETA:


Pode fazer exercício de pé ou sentado. Comece a respiração dilatando o
diafragma na parte inferior do pulmão, isso massageará os órgãos inferiores,
depois expanda a parte média e por fim a parte superior do pulmão. Pode
ficar um segundo com o ar preso só então comece a expelir o ar contando de
8 até 10.

02.1.2 - VIAGEM ASTRAL:


A respiração é responsável pelo relaxamento total do corpo físico e ela é um
dos indutores para a projeção astral.

02.1.3 - ADAPTAÇÃO AOS EXERCICIOS:


“Pessoas que fumam muito tem sua capacidade de respirar muito reduzida e
o corpo se acostuma a isso, quando é forçada a respiração de maneira
correta neste caso se tem uma oxigenação elevada no CÊREBRO ocasionando
fortes formigamentos, tonturas e até mesmo o desmaios por alguns
segundos. Isso também pode acontecer com pessoas sadias que não fumam
se fizerem os exercícios de maneira incorreta, tipo respirar muito rápido” –
diz Walter N (membro da Comunidade).

02.2 - RESPIRAÇÃO PRANAYAMA:


A respiração é de vital importância, cujo controle e domínio afastará muitos
obstáculos como preguiça física e mental, entorpecimento do corpo físico e
até mesmo moléstias comuns. A respiração dá ritmo e organiza o fluxo do
sangue e das energias sutis nos centros energéticos (chakras).

Pessoas que sofrem de insônia, são agitadas e ansiosas, angustiadas,


desassossegadas em poucos dias alcançarão resultados curativos, já que
possuem uma respiração desiquilibrada.
O suspiro na hora aflitiva é um pedido de socorro do corpo físico e dos
centros energéticos.

O termo PRANAYAMA é a a união de duas palavras:


Prana: É considerada a energia vital, energia cósmica . O prana é
encontrado em todos os lugares, vai onde o ar comum jamais chegaria, o
prana está no mineral, no vegetal, nos animais, no espaço, extrapola ao
conceito comum da matéria.

Yama: Controle, domínio, manipulação.


Portanto Pranayama quer dizer domínio do alento vital e da energia da vida.
A trajetória do ar é da seguinte forma: ao inspirar, o ar penetra no corpo
pelo conduto interior das narinas, seguindo pela faringe, laringe, traquéia e
tubos bronquiais. Neste trajeto, o ar, através de um processo térmico
orgânico, torna-se aquecido ao nível da temperatura do interior do corpo,
esse processo de introdução do ar é feito pelo diafragma que pode ser
definido como um músculo estriado de forma triangular e semi-pontiaguda,
amplo e delgado, e que se prolonga através da parte frontal do tórax,
separando dessa forma, cavidade torácica da abdominal. O processo da
respiração envolve dois sistemas físicos o circulatório e o respiratório, o ar é
fundamental na oxigenação das células, ele é processa a pureza do sangue
que volta venoso e por essa oxigenação volta a ser puro.

02.2.1 - Técnicas Respiratórias:

02.2.1.1 – Pranayana purificador:


Exercício revitalizador, purifica as células, tonifica a pele, equilibra o sistema
nervoso.

Em pé com o corpo ereto, pernas semi-abertas , braços soltos ao longo do


corpo.
INSPIRAR suavemente pelas narinas, enquanto ergue os braços formando
uma cruz, dobrando-os de modo que as mãos toquem o pescoço, (continue
inspirando), vá fechando até os cotovelos se unirem. Quando estiverem
unidos, SOLTE O AR PELA BOCA DE FORMA EXPONTÂNEA e solte os
braços voltando a forma original. Repita de 15 a 20 vezes, aproximadamente
3 vezes por semana. Os horários ideais são sempre de manhã ou de noite,
para obter resultados mais profundos.

02.2.1.2 – Pranayana Concentrador:


Eliminar a dispersão da mente, ajudando na capacidade de concentração,
equilibra o processo mental, ajuda na postura, bom para evitar a disfunção
tireóides e outros males locais. Sua prática constante abre a percepção
interior. Ativador de chakras. Principalmente os mais elevados: Coronário e
Frontal.

Em pé ou sentado. Adote uma postura agradável, mas sempre com a coluna


ereta, mas o corpo solto e flexível, a cabeça ereta na verticalidade da coluna.

INSPIRAR profundamente pelas narinas e ao mesmo tempo pressionar o


queixo com firmeza contra a garganta, reter a respiração de forma enérgica
enquanto for possível e agradável e não causar incômodo ao praticante.
Concentrar-se na chacra frontal, entre as sombrancelhas bem na raiz do
nariz e EXPIRAR O AR DE FORMA lenta e tranqüila mantendo a posição. Fazer
de 10 a 20 vezes 3 vezes por semana.

02.2.1.3 – Pranayama nádi sodhana:


Exercício respiratório perfeito. Conhecido por ser o mais completo de todos,
tem a propriedade de harmonizar todo o corpo e vitalizar harmonicamente
todo o corpo físico.

Nadís: São condutores de energias, e o corpo humano tem


aproximadamente 72.000 em todo o corpo humano, são conhecidos como
meridianos da acupuntura chinesa, tendo as mesmas características sutis.
Desses canais 3 são de energias fundamentais. Os canais da NARINA
esquerda (PINGALA), da NARINA direita (IDA) e a coluna vertebral
(SUSHUMA).

A narina esquerda carrega o prana lunar, NEGATIVO, a narina direita o prana


solar positivo. O canal da coluna contém o FOGO ÍGNEO, onde está o canal
KUNDALÍNICO. A kundalini é a energia sexual, adormecida na base da
coluna.

Sodhama: Purificação, limpeza.

Portanto NADI SODHANA quer dizer LIMPEZA E PURIFICAÇÃO DOS CANAIS


DE ENERGIAS SUTIL, para que estes dêem livre passagem e acesso ao
prana, alinhando todos os chakras (Exercício Desbloqueador dos chakras).
02.2.2 -TÉCNICA (PRÁTICA):

- EM PÉ ou SENTADO, local apropriado, em silêncio com os olhos


suavemente cerrados e os lábios naturalmente fechados ou semi-abertos .
Respire uma 3 vezes de maneira normal enchendo os pulmões e soltando o
ar vagarosamente.

Use a mão direita, o dedo indicador deverá ficar acima da sobrancelha bem
no meio da testa (não precisa tocar a testa, apenas forme essa concha, vai
usar o polegar e o dedo mínimo para alternar numa narina e outra.
A respiração não tem fase de retenção e a expiração é sempre alternada
entre uma narina e outra:

a) INSPIRAR lenta e profundamente com as duas narinas.

b) EXPIRAR da mesma forma só que pela narina esquerda, bloqueando a


narina direita com o dedo POLEGAR.

c)Voltar a INSPIRAR lenta e profundamente com as duas narinas.

d) EXPIRAR da mesma forma, mas desta vez pela narina DIREITA usando o
dedo mínimo para bloquear a esquerda.
e)Repetir a, b, c, d. No mínimo 30 vezes.

f) Repousar por uns instantes e reiniciar mais um bloco de 30 vezes.

Esse exercício pode ser realizado a qualquer hora do dia e não tem contra-
indicações. Seus resultados serão imediatos sempre benéficos e profundos.

02.3 - TÉCNICA RESPIRAÇÃO RÍTMICA:

Fique na postura Egípcia (Sentado com as mãos no Joelho).

Fique bem confortável, retire o relógio do pulso.

Procure sentir o coração, no pulso ou no peito, na garganta, nas mãos, vai


notar que no começo é dificil ouvir seu próprio coração.

Assim que conseguir encontrar as batidas do coração:

Ache o seu ritmo de acordo com as batidas, ou seja procure na tabela abaixo
com qual desses processos se sente confortável:

02.3.1 - PROCESSO A:
- Inspire: 4 batidas
- Guarde o ar: 2 batidas
- Expire: 4 batidas.
- Vazio por 2 Batidas.

02.3.2 - PROCESSO B:
- Inspire: 6 batidas
- Guarde o ar: 3 batidas
- Expire: 6 batidas.
- Vazio por 3 Batidas. (Padrão)

02.3.3 - PROCESSO C:
Inspire: 8 batidas
- Guarde o ar: 4 batidas
- Expire: 8 batidas.
- Vazio por 4 Batidas.

02.3.4 - PROCESSO D:
Inspire: 9 batidas
- Guarde o ar: 5 batidas
- Expire: 9 batidas.
- Vazio por 5 Batidas.

Observação:
O padrão é o Ritmo 6-3-6-3, considerado o ideal, mas não sinta-se
desconfortável, quem respira mal tem um padrão 2-1-2-1, pode melhorar
com 4-2-4-2.

Alie com o tempo uma Técnica imaginativa:


Energize seus chakras, imaginando uma Esfera branca luminosa brilho
intenso, entrando pela Coroa da cabeça quando inspira, ao inspirar imagina o
meio da testa e ao inspirar a bola branca entrando, depois garganta,
coração, umbigo e orgãos sexuais.

02.4 - TÉCNICA DE RETENÇÃO RESPIRATÓRIA

Autor: Geraldo Medeiros Jr.

Esta é uma das técnicas que mais auxiliam na relaxação rápida e perda da
sensibilidade corpórea. Sendo simples, não há necessidade de nenhum
aparato especial. A respiração também é simples, porém, devido a retenção
respiratória pôr alguns segundos, algumas pessoas que não estão
acostumadas ou que fumam demasiadamente, poderão estranhar no início.
Esta técnica também auxilia na limpeza dos pulmões e chega a evitar
problemas de efizema pulmonar.
Vamos iniciar:

Deite-se confortavelmente em decúbito dorsal (barriga para cima);


Relaxe. Procure colocar uma almofada ou travesseiro nas juntas dos joelhos
para que a área pélvica não fique excessivamente retas. Isto causa tensão e
uma leve dor após alguns minutos;
Deixe os dois braços relaxados paralelos ao tronco;

Inspire profundamente e retenha o ar nos pulmões o máximo possível


Exale e repita a inspiração logo em seguida;

Prenda o ar o máximo que puder;


Realize esta respiração no total de 5 vezes;
Retorne à respiração normal;
Preste atenção nos efeitos projetivos e anote.
A respiração causará uma descarga de dióxido de carbono no sangue. Isto
fará com que a sensibilidade corpórea seja diminuída, causando uma
sensação de relaxamento rápido.

Um leve sono poderá começar a surgir. Mantenha sempre em mente que


você estará saindo do estado de vigília (beta) para o estado alfa. Sua mente
deve estar preparada para manter consciência neste estado intermediário.

Não desanime em caso de não conseguir sair efetivamente do corpo. Seu


cérebro começou a detectar certos efeitos diferentes no organismo
justamente devido a prática dos exercícios. Preste atenção e anote os efeitos
projetivos já abordados anteriormente.

Caso não ocorrer nada, abandone o exercício e o retome no dia seguinte.

Pôr outro lado, caso a projeção ocorrer, tenha coragem e abandone o físico.
Lembre-se, não para olhar seu corpo no início. Isto gerará muita euforia e o
retorno ao físico será iminente.
02.5 - RESPIRAÇÃO OU PRANAYAMA:

De modo geral, não temos consciência da respiração; o ar percorre nosso


corpo sem que exerçamos ação voluntária sobre sua trajetória. No yoga,
esse processo é elevado ao nível da percepção. É você quem toma a
iniciativa e controla o fluxo do ar.

Na respiração normal, o ar é absorvido pelas narinas, inaudivelmente sem


esforço ou movimentação exagerada de nariz e peito. Passa despercebido
seu caminho, desde a entrada pelas narinas, atravessando vias nasais e
orais, a traquéia e finalmente chegando aos pulmões.

Um dos aspectos mais importantes a se ressaltar é que a boa respiração


deve ser "nasal ". O homem, devido a causas patológicas ou por maus
hábitos, é o único entre os mamíferos que, às vezes, respira pela boca,
ocasionando uma insuficiente alimentação de ar nos pulmões. Além disto, o
nariz é filtro contra a poeira. De forma que quando respiramos pela boca
estamos mais sujeitos às infecções contidas no ar.

Efeitos da boa respiração: Aumento de pressão, produzindo assim maior


afluência de sangue em diversas regiões, assegurando a conversão de
sangue venoso em arterial, regulando o equilíbrio ácido-base do organismo,
estimulando os intercâmbios nutritivos das células, tecidos e órgãos de todo
o corpo.

A maior parte das pessoas inspira o ar pelas narinas, levantando


simultaneamente o peito e forçando os ombros para traz. A respiração
profunda do yoga é inteiramente diferente.

Quando dormimos, automaticamente, ou melhor, instintivamente recorremos


de tempo em tempo à respiração profunda. Isso demonstra que é de
natureza elementar e que podemos, por meio dela, conscientemente,
estabelecer um contato entre nosso ser interior e as poderosas forças da
natureza, ou seja, quando estamos intensamente concentrados, ou quando
pensamos profundamente, nossa respiração fica inconscientemente
suspensa. Por outro lado, quando a mente é afligida por qualquer motivo, ela
se torna rápida e irregular. Portanto para controlar a incessante atividade
mental, o iogue deve aprender a regular a respiração.

02.5.1 - Respiração profunda do yoga:

Ela se compõe de 4 unidades:


1)Puraka (inalação): O indivíduo vai deixar que entre o ar tranqüilamente.
As condições psíquicas do praticante vão conduzir a uma inalação violenta,
tensa, superficial, calma, dependendo do seu estado.

2)Kumbhaka (distensão dos pulmões): É o estado de suspensão com os


pulmões cheios, no qual o adepto tenta aproveitar o máximo a energia
recebida através da concentração e da utilização da mente.

3)Rechaka (exalação): O adepto desprende-se, deixando que retorne para


fora, transformado, o ar que inalou. Deve estar bem relaxado. Aqui também
o estado psíquico pode influenciar rechaçando o ar de forma tensa temendo
se entregar .

4)Shunyaka (vazio): o adepto deve manter o ar fora dos pulmões, durante


um breve período. É tão importante na respiração yogue, quanto reter o ar
depois de uma inalação profunda. Ele deve ter cuidado para não adotar uma
atitude compulsiva, negando-se a receber e a viver.

No pranayama, a proporção entre inalação é de 1 para 2 , ou seja, a


exalação é sempre duas vezes maior que a inalação. Nunca se deve
prender a respiração a ponto de incomodar.

Na respiração profunda do yoga, você começa enchendo a parte inferior do


pulmão, depois a média e finalmente a superior. Ao expirar, a ordem é
inversa. Este processo, naturalmente, não é dividido em partes distintas e
sim feito num fluxo contínuo.
Algumas considerações sobre nosso sistema respiratório serão de grande
valia para termos uma noção bem clara da importância da boa respiração
para nossa saúde. Os dois pulmões, ficam dentro de uma caixa pressurizada
(caixa toráxica) e sua base é constituída por um músculo muito resistente
chamado diafragma. Pela ação do diafragma e dos músculos intercostais, o
peito se expande e se contrai. Quando peito se contrai, os pulmões são
comprimidos, expelindo o ar nele contido (exalação). Da mesma forma,
quando o peito se expande, a pressão dos pulmões diminui, e eles sugam
certa quantidade de ar atmosférico (inalação).

Nosso sangue está ansioso para se livrar do gás carbônico e obter em troca o
oxigênio imprescindível à nutrição das células de todo o corpo. Como nosso
corpo não pode viver sem oxigênio, o ato de respirar de forma irregular ou
deficiente, altera muito a nossa vitalidade, ainda mais se considerarmos que
nunca usamos a capacidade total de armazenamento de ar em nossos
pulmões.

Assim como o ar penetra sem interrupção nos pulmões, assim será expelido
até esvaziá-los totalmente. É necessário que a respiração seja feita
lenta e relaxadamente, sem emprego de força ou tensão. O diafragma
se expande durante a inspiração e contrai-se na expiração. O peito se
conserva imóvel e passivo, somente as costelas trabalham. A exalação é tão
importante quanto a inalação, pois é por meio dela que eliminamos
impurezas. A parte inferior de nosso pulmão nunca fica completamente vazia,
acumulando-se nela um ar saturado das toxinas produzidas pelo excesso de
carbono. Quando procuramos esvaziá-la totalmente, usando para isso os
movimentos corretos de expansão e contração, ganharemos de quebra uma
massagem benéfica feita pelo diafrágma sobre o fígado e baço. A postura
deve estar ereta para não seja interrompido o fluxo de energia vital ou
prana.

Pranayama é o termo em sânscrito para as técnicas respiratórias yogues. É


composta de prana (respiração, alento, energia vital) e ayama, que significa
pausa e retenção. Significa as 3 partes da respiração: inalação, retenção e
exalação.
Prâna: É exclusivo da ciência oriental, que ainda não foi aceito no ocidente.
O prana não é forma particular de energia e sim a essência última de todas
elas: calor, eletricidade, luz, gravidade; enfim todas as forças que movem a
matéria, em suas múltiplas atividades, são expressões do Prâna, chamado
também de fluido ou energia universal. O prana existe no plano sutil e se
constitui na força vital do universo. Compõe o corpo sutil do homem e regula
as relações que se desenvolvem dentro do indivíduo e as que se realizam
entre este e o mundo. É o substrato vital , energético de todas as funções
orgânicas e psíquicas. Tal como a energia elétrica, o prana tem também as
polaridades. O positivo se chama Ida e o polo negativo, pingala. O prâna
pode ser acumulado, transformado e conduzido. O homem extrai esta
energia do sol, do ar, dos alimentos , etc. Esta energia atua através da
respiração. Cada vez que inspiramos, absorvemos prâna e a cada expiração,
o destribuímos pelos vários órgãos do corpo sutil. Eles circulam por vários
nadis, ou nervos sutis e vão se armazenar nos diversos chacras ou centros
de força que distribuem esta energia por todo o corpo. A quantidade de
Prâna que é absorvida pelo homem, em maior ou menor grau, constitui seu
verdadeiro capital energético. Daí a importância de vivermos em lugares
mais saudáveis, sem poluição e ensolarados, absorvendo maior quantidade
desta maravilhosa energia

02.5.2 - Meditações Respiratórias

A principal atividade mental utilizada nas meditações respiratórias é a


atenção, a habilidade de manter concentrada no que quer que esteja
fazendo, sem esquecer disso ou divagar a respeito de outros assuntos. Nesse
caso o objeto de concentração é a própria respiração da pessoa. Na sua
forma mais efetiva, a atenção é acompanhada por uma vigilância sagaz,
outra função da mente que , como um sentinela, está à espreita de
distrações e de pensamentos perturbadores.
A meditação respiratória ou de atenção é uma técnica de inestimável valor:
sua prática regular ajuda você a gradualmente obter controle sobre sua
mente Você se sentirá mais relaxado e mais apto a gozar a vida, possuindo
maior sensitividade com relação a você mesmo e as pessoas e coisas à sua
volta. Além disso, a utilização de sua atenção ampliada em outras
meditações fará com que você seja capaz de manter a concentração por
períodos mais longos.
Prática:

Sente-se com as pernas retas e relaxe o corpo. Traga à mente seus motivos,
ou seu propósito, para realizar essa meditação e decida que no decorrer da
sessão você manterá a atenção no objeto de concentração de modo a
atender a essa finalidade.

Escolha qualquer método abaixo para meditar:

1. Concentre-se na sensação na ponta do nariz, à medida que o fôlego entra


e sai do seu corpo. Mantenha sua atenção nessa percepção sutil e observe a
duração completa de cada inspiração e expiração. Se você desejar, pode
contar em ciclos de cinco ou dez respirações completas, começando
novamente do número um, sempre que perder a conta ou sua mente
divagar.

2. Utilize o método acima descrito, porém , concentre-se agora no subir e


descer do abdômen a cada inspiração e expiração.

Seja qual método escolher, respire de modo normal e suave. Mantenha uma
atitude neutra com relação aos pensamentos que vierem, não se atraindo a
eles ou repelindo-os.Simplesmente observe a sua existência e volte sua
atenção ao objeto da meditação. Seja paciente e persistente , seus
pensamentos acabarão por se aquietarem. Os pensamentos vêm e vão; eles
são transitórios , momentâneos. Observe-os e deixe-os ir, voltando a atenção
rapidamente ao objeto de meditação.
Quando a sua proficiência tiver se desenvolvido e sua habilidade em evitar
pensamentos e distrações tiver aumentado, avance sua vigilância um passo à
frente. Faça observações mentais a respeito da natureza dos pensamentos
que surgem, tais como "pensando no meu amigo" ou "café da manhã".

Esses métodos de manejar as distrações podem ser aplicados a qualquer


meditação. Não adianta ignorar ou suprimir pensamentos perturbadores ou a
energia negativa, porque eles voltarão persistentemente.

Ao término da sessão, dedique a energia positiva criada pela sua meditação


ao cumprimento de qualquer que seja a meta com que você tenha
começado.
Fonte: Como Meditar - Kathleen Mc Donald e outros

Fonte do item 2.5 ...: http://www.cdof.com.br/yoga2.htm

2.6 - SUKHA PRÁNÁYÁMA - respiração fácil.


shavásana pránáyáma

Posição: swara shavásana

Mudrá: shúnya

Execução:

Variação Nº 1

a) Deite-se em decúbito dorsal e descontraia todo o corpo;

b) Flexione os joelhos deixando as plantas dos pés no chão e afastados um


do

outro cerca de dois palmos, os joelhos ficam juntos se apoiando


mutuamente;

c) Deixe os braços no chão no prolongamento natural do corpo;

d) Inspire profundamente e retenha a respiração sem fazer força e;

e) Repita OM mentalmente enquanto estiver expirando lentamente;


f) Terminando de expirar comece tudo outra vez.

Variação Nº 2

a)Deite-se em decúbito dorsal e descontraia todo o corpo;

b) Flexione os joelhos deixando as plantas dos pés no chão e afastados um


do

outro cerca de dois palmos, os joelhos ficam juntos se apoiando


mutuamente;

c) Ponha as mãos sobre o ventre;

d) Inspire profundamente e retenha a respiração sem fazer força e;

e) Expire no dobro do tempo da inspiração;

f) Terminando de expirar comece tudo outra vez.

Tempo: Entre Cinco a quinze minutos.

Efeitos: Relaxamento físico e mental, redução do stress.

Chakra: Ájña.

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