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Norma Técnica nº 17/2016 – Brigada de Incêndio 51

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL


SECRETARIA DE ESTADO DE JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR

NORMA TÉCNICA Nº 17/2016

BRIGADA DE INCÊNDIO

Parte 3 – Bombeiros Voluntários e congêneres

SUMÁRIO

14 Da abrangência desta parte 3

15 Do controle do serviço

16 Do uniforme e veículos

17 Da fiscalização e sanções

18 Disposições finais

Publicado no DOEMS Nº 9.117 de 03/03/2016


Norma Técnica nº 17/2016 – Brigada de Incêndio 52

14 DA ABRANGÊNCIA DESTA PARTE 3 3.688, de 3 de outubro de 1941 (Lei das Contravenções


14.1 Esta parte refere-se aos bombeiros voluntários e Penais) e legislação infraconstitucional pertinente.
congêneres que exerçam atividades relacionadas com as 16.2 É vedada a utilização de veículos com
competências do CBMMS, estipuladas no artigo 2º da Lei características externas (pintura, símbolos ou brasões e
Complementar nº 188/2014, no âmbito do Estado de giroflex, por exemplo) que possam confundir com as
Mato Grosso do Sul, de forma subsidiária e utilizadas pelas viaturas do CBMMS.
complementar.
17 DA FISCALIZAÇÃO E SANÇÕES
15 DO CONTROLE DO SERVIÇO 17.1 A unidade da Corporação responsável pelo
15.1 O cadastramento é obrigatório por força do artigo Município onde atua o prestador de serviço, poderá
73º da Lei Estadual nº 4335/13, e aplica-se também aos acompanhar o trabalho realizado, assim como aplicar o
demais prestadores de serviços relacionados com esta questionário previsto no Anexo G.
NT, não abrangidos nas partes anteriores (1 e 2): 17.2 O não cumprimento de qualquer exigência desta
15.1.1 Para cadastro na Corporação, o prestador de N T implicará em ações relacionadas com o exercício da
serviços deverá apresentar na Seção de Atividades fiscalização que compete ao CBMMS, conforme previsto
Técnicas da unidade da Corporação responsável pelo na Lei Estadual nº 4335/2013:
Município onde se localiza seu local de trabalho: 17.2.1 Notificação;
15.1.2 Requerimento individual ou da empresa/órgão 17.2.2 Multa;
contratante, acompanhado do certificado de conclusão
do curso de formação ou reciclagem; 17.2.3 Interdição do estabelecimento, da atividade ou
empreendimento;
15.1.3 Cópia do documento de identificação (RG, CPF
ou CNH); 17.2.4 Suspensão ou cancelamento do cadastro.

15.1.4 Documento de arrecadação Estadual (DAEMS), 17.2.5 Fica assegurada a ampla defesa e o
devidamente recolhida, de acordo com o valor contraditório conforme os ritos previstos na Lei Estadual
estipulado para cadastro profissional. nº 4335/2013.

15.1.4.1 Cada DAEMS recolhida terá validade de 5


(cinco) anos para efeito de cadastro e sua respectiva 18 DISPOSIÇÕES FINAIS
renovação anual. 18.1 Todos os procedimentos de cadastros poderão ser
15.1.5 Cópias de comprovantes de capacitação realizados através de sistema informatizado, via
profissional, acompanhada da respectiva legislação ou internet, quando disponível.
regulamentação que o habilite, ou reconheça a função a 18.2 As numerações de processos, oriundos do Sistema
ser desempenhada no âmbito Nacional ou Estadual. de Protocolo Integrado (SPI), poderão ser substituídos
15.2 As unidades deverão montar processo com por outras numerações quando ocorrer a informatização
documentação exigida acima, e encaminhar para análise via internet dos cadastros.
da Diretoria de Atividades Técnicas do CBMMS, que 18.3 Casos omissos ou dúbios deverão ser
definirá acerca do pedido. encaminhados à Diretoria de Atividades Técnicas para
15.2.1 Em caso de deferimento, o requerente será avaliação e parecer.
incluído no cadastro estadual, público no site da
Corporação, com o número de cadastro equivalente ao
número do protocolo conferido ao processo registrado
no Sistema de Protocolo Integrado (SPI).
15.2.2 Em caso de indeferimento, o requerente não
poderá desempenhar a função pretendida no Estado do
Mato Grosso do Sul.
15.2.3 O cadastro profissional terá validade de 01 (um)
ano, podendo ser renovado por igual período
sucessivamente, desde que atendidas as condições
desta NT.
15.2.4 Os demais prestadores de serviço deverão
manter a Corporação atualizada a respeito do seu local
de trabalho, informando preferencialmente pela via
eletrônica, a alteração de endereço de seu local de
trabalho ou de empregador.
15.2.5 O cadastramento não implica em nenhum
vínculo entre o CBMMS e o cadastrado, seja a que título
for.
15.3 O funcionamento das atividades dos bombeiros
voluntários e congêneres necessitam de convênio prévio
com o CBMMS.

16 DO UNIFORME E VEÍCULOS
16.1 A cor do uniforme, os brevês e insígnias usadas
pelos abrangidos desta parte 3, devem ser diferentes
dos usados pelos componentes do Corpo de Bombeiro
do Estado de Mato Grosso do Sul, observando o
disposto no Anexo L, de forma que ele não possa ser
confundido, conforme o art. 46 do Decreto-Lei n°

Publicado no DOEMS Nº 9.117 de 03/03/2016

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