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Dicionário Prático

de Informática
Dicionário Prático
de Informática

Microsoft

McGraw-Hill
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McGraw-Hill

DICIONÁRIO PRÁTICO DE INFORMÁTICA


Do original: Computer User’s Dictionary

Copyright 1998 da Microsoft Corporation


Copyright 2000 da Editora McGraw-Hill de Portugal, Lda.

Todos os direitos para a língua portuguesa reservados pela


Editora McGraw-Hill de Portugal, Lda.
Estrada de Alfragide, Edifícios Mirante, Bloco A-1, 2720 Alfragide

Nenhuma parte desta publicação poderá ser reproduzida, guardada pelo sistema “retrieval” ou
transmitida por qualquer modo ou por qualquer outro meio, seja electrónico, mecânico, de fotocópia,
de gravação ou outros, sem prévia autorização, por escrito, do Editor.

Depósito legal:
ISBN: 1-57231-862-7 (da edição original)
ISBN: 972-773-061-2
1E1P10002M02T0

Outubro de 2000

Coordenação Editorial: Sónia Pires


Coordenação de Produção: Sofia Costa Marques
Tradução da obra original Microsoft Press,
edição de 1998: Acento 22
Tradução das actualizações, conforme
Microsoft®: António Faria – Edições Electrónicas
Composição e paginação: Humberto Pereira
Impressão: SIG – Sociedade Industrial Gráfica

Impresso em Portugal – Printed in Portugal


Índice

Introdução
vii

Dicionário
1
Introdução

O Dicionário Pratico de Informática da Também aqui se encontram alguns elementos


Microsoft foi elaborado com o intuito de constituir característicos dos dicionários, como a classe das
um livro de referência útil para os termos e palavras, variantes ortográficas e listas numeradas
abreviaturas com os quais o utilizador será para termos que tenham mais de uma definição.
confrontado ao trabalhar com o seu computador
pessoal. É útil como apoio à consulta da ajuda online
ou de manuais informáticos, à utilização Apresentação
de programas, à navegação na Internet, à leitura As entradas estão ordenadas alfabeticamente, pelo
de informações sobre hardware e software ou à termo original inglês. Os espaços são ignorados, tais
leitura de revistas informáticas. como alguns caracteres, como os hífenes e as barras.
O dicionário inclui termos extraídos de grande Por exemplo, README ocorre entre read error e read
variedade de tópicos, entre os quais: notification; e machine-independent ocorre entre
machine error e machine instruction. As entradas de
• A Internet e a World Wide Web, incluindo assuntos
números ou símbolos (80386, por exemplo, ou @)
variados, desde a segurança à construção de
encontram-se no início do dicionário e estão
páginas Web, passando pelo calão dos newsgroups.
listadas por ordem ASCII ascendente.
• Comunicações (correio electrónico, modems e
faxes).
• Processamento em rede.
Entradas
As entradas dividem-se em dois tipos: as entradas
• Processamento de informações e armazenamento
principais, que contêm definições completas; e as
de dados.
referências cruzadas, que remetem para a entrada
• Programação gráfica. principal apropriada. Em muitos casos, a referência
cruzada é um sinónimo – isto é, o termo da
• Hardware, incluindo entradas relacionadas com
referência cruzada é uma forma secundária ou
computadores e processadores comuns, bem como
menos comum de referir o termo que aparece como
descrições de várias placas, conectores e periféricos.
entrada principal e a definição fornecida na entrada
Dado que a maior parte dos utilizadores principal pode servir como definição para a
trabalha com computadores pessoais e sistemas de referência cruzada sinónima. Por exemplo:
secretária, em casa, no trabalho ou em ambos os
sign off terminar sessão v. Ver log off.
locais, a grande maioria das entradas deste
dicionário abrange a terminologia utilizada na Noutros casos, a referência aponta para uma entrada
descrição e utilização desses sistemas. principal que contém uma explicação do termo da
referência cruzada. Por exemplo:
As definições fornecidas para estes termos são
claras, concisas e desprovidas de calão técnico. required hyphen hífen obrigatório s. m. Ver hyphen.

© McGraw-Hill vii
Introdução

Formato Para as entradas que são prefixos, é usada a


designação prefixo em vez de uma das quatro
As informações fornecidas em cada entrada principal
classes de palavras. Além disso, a classe é omitida
estão apresentadas num formato uniforme:
num pequeno número de entradas para as quais
a designação da entrada em inglês a negrito,
esse elemento não é apropriado (por exemplo,
as variantes ortográficas (caso existam), a designação
uma sigla a representar uma frase mais complexa
da entrada em português em itálico, a classe do termo
não se enquadra claramente numa dessas quatro
(conforme aplicável), a definição, a sigla (caso exista),
classes).
as designações alternativas (caso existam) e as
referências cruzadas (caso existam).
Definições
Entradas principais O texto de cada uma das mais de 4700 entradas está
As entradas que sejam siglas, abreviaturas ou escrito numa linguagem simples e clara. Muitas
formas abreviadas de várias palavras ou de uma entradas ultrapassam a simples definição,
frase apresentam essas palavras por extenso no fornecendo outros pormenores e colocando o termo
início da definição. Nessas palavras, as letras que num contexto com qual o utilizador normal se
compõem a sigla, abreviatura ou forma abreviada identifica. Quando uma entrada tem mais de um
estão a negrito. significado ou definição, as definições são
Quando duas entradas principais têm a mesma apresentadas sob a forma de lista numerada,
ortografia, acrescenta-se um numeral em formato de modo a facilitar a distinção entre variações de
superior à linha após cada item, para diferenciar os significado específicas e, por vezes, subtis.
dois termos. Estas entradas são homógrafas e
referem-se geralmente a diferentes classes de
palavras. Por exemplo, e-mail1 é um substantivo e
Siglas
e-mail2 é um verbo. Normalmente, os termos utilizados no campo da
informática são abreviados para formar siglas. Por
vezes, a sigla é a forma mais comum de referenciar
Variantes ortográficas um conceito ou objecto; nestes casos, o dicionário
Quando uma entrada principal pode ser escrita de lista a sigla como entrada principal. Noutros casos,
duas ou mais formas, cada variante ortográfica é a sigla não é tão frequentemente usada como as
fornecida após a entrada principal, a seguir à palavras ou a frase que substitui; nestes casos,
palavra ou. Por exemplo: as palavras ou a frase constituem a entrada principal
e a sigla é fornecida após a definição, a seguir à
e-mail1 ou E-mail ou email
palavra Sigla.

Classes de palavras
Praticamente todas as entradas estão classificadas
Designações alternativas
de acordo com as seguintes classes de palavras, Alguns itens ou conceitos na área da informática
e respectivas abreviaturas: podem ser referenciados por mais de uma
s. m. / s. f. substantivo masculino ou feminino designação. Este dicionário utiliza, para entrada
v. verbo principal, a terminologia geralmente preferida e lista
adj. adjectivo as designações alternativas após a definição e as
adv. advérbio siglas, a seguir à frase Também designado por.

viii © McGraw-Hill
Introdução

Referências cruzadas transportado para onde quer que vá ou instalado no


seu PC, para que esteja sempre acessível. Permite
As referências cruzadas dividem-se em três tipos: Ver,
ainda, a consulta partilhada e a pesquisa de
Ver também e Comparar com. Uma referência cruzada
informação. Para tal, basta instalar o CD-ROM no
do tipo Ver aponta simplesmente para outra entrada
seu disco rígido e usufruir desta potente ferramenta
que contém as informações essenciais. Uma
de trabalho.
referência cruzada Ver também aponta para uma ou
mais entradas que contêm informações adicionais
sobre um determinado tópico; este tipo de referência
cruzada ocorre a seguir às siglas ou às designações
Instalação do CD-ROM
alternativas, após a definição. Uma referência cruzada A consulta da versão electrónica do Dicionário
do tipo Comparar com aponta para uma ou mais Prático de Informática é possível através da
entradas que proporcionam informações utilização do programa ACROBAT READER,
contrastantes; este tipo de referência cruzada ocorre a disponível no CD-ROM e no site:
seguir às siglas, às designações alternativas ou às
http://www.adobe.com/products/acrobat/
referências Ver também, após a definição.
readstep2.htm
Para a consulta do Dicionário Prático de Informática
Futuras edições deverá seguir o seguinte procedimento:
Realizaram-se todos os esforços possíveis no sentido No caso de o programa ACROBAT READER não
de garantir a exactidão deste livro e do CD-ROM. estar ainda instalado no seu PC, instale-o. Para isso,
Se detectar algum erro, informe-nos para que clique no ficheiro rs405eng.exe (versão 4.05c) que
possamos corrigi-lo em futuras edições. Escreva a está contido no CD-ROM, e siga as instruções
sua carta para: Editora McGraw-Hill, L.da, apresentadas pelo programa de instalação.
A/c: Coordenador Editorial Profissional, Estrada de De seguida, abra a pasta Dicionário, contida no
Alfragide Edifícios Mirante, Bloco A-1, 2724-512 CD-ROM, e faça clique no ficheiro Dicionário de
Alfragide, Portugal. Ou pode enviar uma mensagem Informática.pdf.
por correio electrónico para
Se pretender consultar o dicionário a partir do seu
servico_clientes@mcgraw-hill.com. disco rígido, recorra ao Explorador do Windows
para abrir o drive que corresponde ao seu CD-ROM
e copiar o ficheiro Dicionário de Informática.pdf
CD-ROM com versão electrónica para o seu disco rígido. Para tornar mais fácil a
O Dicionário Prático de Informática, também consulta da obra sugerimos que construa, no seu
disponível em versão electrónica, pode ser Ambiente de Trabalho, um atalho para o ficheiro.

© McGraw-Hill ix
Números
e Símbolos

$0.02 Ver my two cents. 2. Símbolo vulgarmente utilizado em mensagens


& 1. Carácter predefinido utilizado para designar de correio electrónico para designar qualquer texto
um carácter (especial) num documento HTML ou de outra mensagem que tenha sido incluído.
SGML. Ver também HTML, SGML. 2. Em programas ? Ver question mark.
de folha de cálculo, é um operador para inserção @ Separador utilizado entre os nomes de conta e o
de texto numa fórmula, especificando a relação nome de domínio, nos endereços de correio
entre as células. electrónico da Internet. Quando referido
* Ver asterisk. oralmente, em inglês, @ lê-se “at” (que significa
.. Sintaxe do DOS e do UNIX referente ao directório “em”); em português, lê-se “arroba”.
principal. Um único ponto refere-se ao directório \ Ver backslash.
actual. 100BaseT Norma Ethernet para redes locais de
/ 1. Carácter utilizado para delimitar as partes que banda-base que utilizam um cabo de par
constituem um caminho de directório no UNIX ou entrançado com capacidade para 100 Mbps.
FTP ou as partes que constituem um endereço Também designada por Fast Ethernet. Ver também
Internet nos browsers da Web. 2. Carácter utilizado Ethernet (definição 1).
para assinalar instruções opcionais ou opções que 101-key keyboard teclado de 101 teclas s. m.
controlam a execução de um programa invocado Teclado de computador concebido de acordo com o
por uma interface de linha de comandos. Ver modelo do teclado aumentado e introduzido pela
também command-line interface. IBM para o PC/AT. O teclado de 101 teclas e o
// Anotação utilizada com um sinal de dois pontos teclado aumentado são semelhantes em termos do
para separar o protocolo do URL (como, por número e das funções das teclas. Podem diferir
exemplo, http ou ftp) do nome do sistema anfitrião pela forma como as teclas estão dispostas, pela
do URL, como em http://www.yahoo.com. Ver intensidade do som resultante da utilização e pela
também URL. forma e sensação táctil das teclas. Ver também
: Símbolo utilizado, num URL, após o nome do enhanced keyboard.
protocolo. Ver também URL. 1024 × 768 Monitor de computador super VGA
<> 1. Par de símbolos utilizado para demarcar padrão, com uma resolução de 1024 colunas por
código num documento HTML. Ver também 768 linhas de pixels. Ver também SVGA.
HTML. 2. Num Internet Relay Chat ou num MUD, 10Base2 Norma Ethernet para redes locais de
é o par de símbolos utilizado para designar uma banda-base que utilizam um cabo coaxial fino,
determinada acção ou reacção, como em <riso>. com um máximo de 200 metros de comprimento e
Ver também emotag, IRC, MUD. 3. Par de símbolos com capacidade para 10 Mbps, numa tipologia em
utilizado para demarcar o endereço do remetente bus. Um nó da rede é ligado ao cabo por meio de
no cabeçalho de uma mensagem de correio um conector BNC na placa do adaptador. Também
electrónico. designada por Cheapernet, thin Ethernet, ThinNet,
> 1. Símbolo utilizado em DOS e UNIX para direc- ThinWire. Ver também BNC connector, bus
cionar o resultado de um comando para um ficheiro. network, coaxial cable, Ethernet (definição 1).

© McGraw-Hill 1
10Base5

10Base5 Norma Ethernet para redes locais de 16-bit color cor de 16 bits s. f. Cor RGB, na qual se
banda-base que utilizam um cabo coaxial grosso, encontra representado o nível de cada uma das
com um máximo de 500 metros de comprimento e três cores primárias num pixel. Normalmente,
com capacidade para 10 Mbps, numa tipologia em os elementos vermelho e azul ocupam 5 bits. Dado
bus. Um nó da rede está equipado com um que o olho humano é mais sensível aos tons de
transceptor, que se liga a um conector AUI verde do que aos tons de vermelho e azul,
(Attachment Unit Interface) de 15 pinos da placa do o elemento verde ocupa 6 bits. Uma imagem a
adaptador e ao cabo. Também designada por thick cores de 16 bits pode conter até 216 (65 356) cores.
Ethernet, ThickNet, ThickWire. Ver também coaxial 16-bit machine computador de 16 bits s. m.
cable, Ethernet (definição 1). Computador que funciona com dados em grupos
10BaseF Norma Ethernet para redes locais de de 16 bits. Um computador pode ser considerado
banda-base que utilizam um cabo de fibra óptica, uma máquina de 16 bits quando o seu
com capacidade para 10 Mbps, numa tipologia em microprocessador opera internamente com
estrela. Todos os nós estão ligados a um repetidor palavras de 16 bits ou quando o seu bus de dados
ou a um concentrador central. Um nó está pode transferir 16 bits de cada vez. O PC/AT da
equipado com um transceptor de fibra óptica, que IBM e modelos semelhantes baseados no
se liga a um conector AUI (Attachment Unit microprocessador Intel 80286 são máquinas de
Interface) da placa do adaptador e ao cabo por 16 bits, tanto em termos do tamanho de palavra do
meio de um conector ST ou SMA de fibra óptica. microprocessador como do tamanho do bus de
Ver também Ethernet (definição 1), fiber optics, dados. O Apple Macintosh Plus e o Macintosh SE
star network. utilizam um microprocessador com um
10BaseT Norma Ethernet para redes locais de comprimento de palavra de 32 bits, mas têm buses
banda-base que utilizam um cabo de par de dados de 16 bits e são geralmente considerados
entrançado, com capacidade para 10 Mbps, numa computadores de 16 bits.
tipologia em estrela. Todos os nós estão ligados a 16-bit operating system sistema operativo de 16
um hub central designado por repetidor bits s. m. Sistema operativo, já desactualizado, que
multiportas. Ver também Ethernet (definição 1), pode funcionar com 16 bits ou 2 bytes
star network, twisted-pair cable. de informação de cada vez. Um sistema operativo
1.2M Abreviatura de 1,2 megabytes. Refere-se à de 16 bits, como o MS-DOS ou o Windows 3.x,
capacidade das disquetes de alta densidade de 5,25 reflecte a funcionalidade de um processador de
polegadas. 16 bits, porque o software e o chip têm de
14.4-Kbps modem modem de 14,4 Kbps s. m. funcionar em conjunto e com grande proximidade.
Modem com uma velocidade máxima de transfe- A principal vantagem de um sistema operativo de
rência de dados de 14,4 kilobits por segundo. 16 bits em relação aos seus antecessores de 8 bits
1.44M Abreviatura de 1,44 megabytes. Refere-se à (como o CP/M-80) era a sua capacidade de
capacidade das disquetes de alta densidade de 3,5 endereçar mais memória e de utilizar um
polegadas. barramento maior (de 16 bits). O sistema operativo
16-bit de 16 bits adj. Ver 8-bit, 16-bit, 32-bit, 64-bit. de 16 bits foi, desde então, suplantado por sistemas
16-bit application aplicação de 16 bits s. f. operativos de 32 bits – como o sistema operativo
Aplicação escrita para ser executada num do Macintosh, o Windows NT e o Windows 95 –
computador com uma arquitectura ou sistema e por sistemas operativos de 64 bits, como têm
operativo de 16 bits, como o MS-DOS ou o algumas versões do UNIX. Ver também 32-bit
Windows 3.x. operating system.

2 © McGraw-Hill
3-D model

1NF Abreviatura de first normal form (primeira


forma normal). Ver normal form.
em termos do tamanho de palavra dos seus
microprocessadores como do tamanho dos bus de
#
2000 time problem problema do ano 2000 s. m. dados, tal como os computadores baseados nos
Ver Year 2000 problem. microprocessadores Intel 80386 e superiores.
24-bit color cor de 24 bits s. f. Cor RGB, na qual o 32-bit operating system sistema operativo de 32
nível de cada uma das três cores primárias num bits s. m. Sistema operativo no qual se processam
pixel está representado por 8 bits de informação. 4 bytes, ou 32 bits, de cada vez. O Windows NT,
Uma imagem a cores de 24 bits pode conter mais o Linux e o OS/2 são alguns exemplos. Ver também
de 16 milhões de cores diferentes. Nem todos os instruction set, protected mode.
monitores de computador suportam cores de 3.5-inch floppy disk disquete de 3,5 polegadas s. f.
24 bits. Nesse caso, podem usar cores de 8 bits ou Ver microfloppy disk.
de 16 bits. Também designada por true color. 360K de 360K adj. Abreviatura de 360 kilobytes.
Ver também bit depth, pixel, RGB. Comparar com A capacidade das disquetes padrão de 5,25
16-bit color, 32-bit color. polegadas.
286 s. m. Ver 80286. 386 s. m. Ver 80386.
287 s. m. Ver 80287. 387 s. m. Ver 80387.
28.8-Kbps modem modem de 28,8 Kbps s. m. 3-D 3D adj. 1. Abreviatura de tridimensional.
Modem com uma velocidade máxima de Objecto ou imagem que possui ou aparenta possuir
transferência de dados de 28,8 kilobits por as três dimensões espaciais (altura, largura e pro-
segundo. fundidade). 2. Que dá a ilusão de profundidade ou
2NF Abreviatura de second normal form (segunda de diferenciação de distâncias, como em “áudio 3D”.
forma normal). Ver normal form. 3-D audio áudio 3D s. m. Abreviatura de áudio
32-bit de 32 bits adj. Ver 8-bit, 16-bit, 32-bit, 64-bit. tridimensional. Gravado como som estéreo,
32-bit application aplicação de 32 bits s. f. o áudio 3D permite ao ouvinte sentir-se envolvido
Aplicação escrita para ser executada num compu- pelo som e determinar a sua localização exacta
tador com uma arquitectura ou sistema operativo (para cima, para baixo, para a esquerda, para a
de 32 bits, como o Mac-OS ou o Windows 95. direita, para a frente ou para trás). Esta tecnologia
32-bit color cor de 32 bits s. f. Cor RGB, semelhante é utilizada com frequência em jogos de vídeo e
à cor de 24 bits, com 8 bits adicionais utilizados sistemas de realidade virtual, bem como em
para permitir a transferência mais rápida das algumas aplicações da Internet. Também designado
cores de uma imagem. Ver também bit depth. por som 3D, som biauricular.
Comparar com 16-bit color, 24-bit color, RGB. 3-D graphic gráfico 3D s. m. Qualquer imagem
32-bit driver controlador de 32 bits s. m. gráfica que retrata um ou mais objectos em três
Subsistema de software que controla um dimensões – em altura, largura e profundidade.
dispositivo de hardware (controlador de Um gráfico 3D é apresentado num meio bidimen-
dispositivo) ou outro subsistema de software. sional; a terceira dimensão, a profundidade, está
As versões de 32 bits deste software aproveitam na indicada pela perspectiva e por técnicas como a
totalidade os conjuntos de instruções dos utilização de sombreado ou de gradação de cores.
processadores 486 e Pentium, para obter mais 3-D metafile metaficheiro 3D s. m. Ficheiro
velocidade. Ver também driver, instruction set. independente de qualquer dispositivo, onde se
32-bit machine computador de 32 bits s. m. armazena uma apresentação 3D. Ver também
Computador que funciona com dados em grupos metafile.
de 32 bits de cada vez. O Apple Macintosh II e 3-D model modelo 3D s. m. Ver three-dimensional
modelos superiores são máquinas de 32 bits, tanto model.

© McGraw-Hill 3
3-D sound

3-D sound som 3D s. m. Ver 3-D audio. sador i486 antes do seu lançamento. Contudo, para
3NF Abreviatura de third normal form (terceira utilizar um nome cuja marca registada pudesse ser
forma normal). Ver normal form. mais facilmente protegida, a Intel decidiu designar
486 s. m. Ver i486DX. o microprocessador pelo termo Pentium. Ver
4mm tape fita de 4mm s. f. Ver digital audio tape. também Pentium.
4NF Abreviatura de fourth normal form (quarta 5NF Abreviatura de fifth normal form (quinta forma
forma normal). Ver normal form. normal). Ver normal form.
5.25-inch floppy disk disquete de 5,25 polegadas 64-bit de 64 bits adj. Ver 8-bit, 16-bit, 32-bit, 64-bit.
s. f. Ver floppy disk. 64-bit machine computador de 64 bits s. m.
56K de 56K adj. Que dispõe, num circuito de Computador que funciona com dados em grupos
comunicação, de 56 kilobits por segundo para o de 64 bits de cada vez. Um computador pode ser
tráfego. Um canal de voz tem capacidade para um considerado uma máquina de 64 bits quando a
máximo de 64 Kbps (designado por portadora T0); CPU opera internamente com palavras de 64 bits
8 Kbps são usados para sinalização, deixando 56 ou quando o bus de dados pode transferir 64 bits
Kpbs disponíveis para o tráfego. Ver também de cada vez. Assim, uma CPU de 64 bits tem um
T-carrier. tamanho de palavra de 64 bits ou 8 bytes; um bus
56-Kbps modem modem de 56 Kbps s. m. Modem de dados de 64 bits tem 64 linhas de dados, de
assimétrico que opera através do POTS (Plain Old modo que envia informações através do sistema
Telephone Service – serviço telefónico normal) em grupos de 64 bits de cada vez. Exemplos de
para enviar dados a 56 kilobits por segundo, com arquitecturas de 64 bits incluem o Alpha AXP da
velocidades de transmissão de dados de 28,8 e Digital Equipment Corporation, a estação de
33,6 kilobits por segundo. Os modems mais trabalho Ultra da Sun Microsystems e o PowerPC
antigos e lentos utilizam um processo de 620 da Motorola e da IBM.
transmissão de dupla conversão: os dados digitais 68000 s. m. Microprocessador original da família
do computador são convertidos numa forma 680x0 da Motorola, introduzido em 1979 e
analógica, para transmissão através de uma linha utilizado nos primeiros computadores Apple
telefónica, sendo depois reconvertidos em dados Macintosh e nas impressoras Apple LaserWriter
digitais pelo modem receptor. Por outro lado, IISC e Hewlett-Packard LaserJet. O 68000 tem
os modems de 56 Kbps alcançam velocidades mais registos internos de 32 bits, mas transfere dados
elevadas, convertendo dados analógicos em dados através de um bus de dados de 16 bits. O 68000
digitais de uma só vez, normalmente na central de pode endereçar 16 megabytes de memória –
comutação da companhia de telefones, próximo do 16 vezes a memória endereçada pelo Intel 8088
início da transmissão. Concebidos para melhorar utilizado no PC da IBM.
os tempos de transferência de dados para os 68020 s. m. Microprocessador da família 680x0 da
utilizadores da Internet, os modems de 56 Kbps Motorola, introduzido em 1984. Este chip tem um
dependem de uma rede telefónica pública que endereçamento de 32 bits e um bus de dados de
permita uma única conversão e da existência de 32 bits. Está disponível a velocidades que variam
uma ligação digital, como RDIS ou T1, entre 16 MHz e 33 MHz. O 68020 é utilizado no
na localização do ISP que proporciona a ligação à Macintosh II original e na LaserWriter IINT da Apple.
Internet. Ver também dados analógicos, 68030 s. m. Microprocessador da família 680x0 da
transmissão de dados digitais, modem, POTS. Motorola, introduzido em 1987. Este chip tem um
586 s. m. Nome não oficial, utilizado por analistas endereçamento de 32 bits e um bus de dados de
da área e pela imprensa do mercado informático, 32 bits. Está disponível a velocidades que variam
para descrever o sucessor Intel do microproces- entre 20 MHz e 50 MHz.

4 © McGraw-Hill
8-bit, 16-bit, 32-bit, 64-bit

68040 s. m. Microprocessador da família 680x0 da


Motorola, introduzido em 1990, com
falhas resultantes de um acesso à memória
incorrecto causado por um erro de aplicação.
#
endereçamento de 32 bits e um bus de dados de O 80386 inclui um modo 8086 virtual (também
32 bits. O 68040 é executado a 25 MHz e inclui uma designado por modo real virtual), que emula o
unidade de vírgula flutuante incorporada e unidades 8086, mas que oferece as mesmas protecções da
de gestão da memória. memória que o modo protegido. O modo 8086
68K Ver 68000. virtual constitui a base para a linha de comandos
80286 s. m. Microprocessador Intel de 16 bits, do MS-DOS disponível no interior do Windows.
introduzido em 1982, sendo incluído, em 1984, Também designado por 386, 386DX, 80386DX. Ver
nos computadores PC/AT e compatíveis da IBM. também protected mode, real mode, virtual real
O 80286 tem registos de 16 bits, transfere 16 bits de mode.
informações de cada vez através do bus de dados e 80387 s. m. Coprocessador de vírgula flutuante
utiliza 24 bits para endereçar localizações da introduzido pela Intel para ser utilizado com os
memória. O 80286 opera em dois modos: o modo microprocessadores 80387. Disponível a
real, que é compatível com o 8086 e que utiliza o velocidades entre 16 MHz e 33 MHz, o 80387
MS-DOS; e o modo protegido, que permite à CPU oferece capacidades matemáticas superiores.
aceder a 16 megabytes de memória e protege o O 80387 opera independentemente do modo do
sistema operativo de acessos incorrectos por parte 80386 e tem um desempenho adequado, quer o
de aplicações mal comportadas, que poderiam 80386 esteja a ser executado no modo real,
avariar o sistema no modo real. Também designado no modo protegido ou no modo 8086 virtual.
por 286. Ver também protected mode, real mode. Também designado por 387. Ver também 80386,
80287 s. m. Coprocessador Intel de vírgula flutuante floating-point processor.
para ser utilizado com a família de microproces- 80486 s. m. Ver i486DX.
sadores 80286. Disponível a velocidades que 80-character line length comprimento de linha de
variam entre 6 MHz e 12 MHz, o 80287 oferece 80 caracteres s. m. Comprimento de linha padrão
capacidades matemáticas superiores. Dado que o para apresentações em modo de texto, utilizado
80287 está em conformidade com os esquemas de nos PC da IBM mais antigos e em terminais
gestão da memória e de protecção do 80286, pode profissionais dos anos 70 e 80. As interfaces
ser utilizado tanto no modo real como no modo gráficas de utilizador mais recentes admitem
protegido do 80286. Além disso, se o fabricante do linhas mais compridas ou mais curtas, consoante o
computador integrar na concepção da placa tipo de letra escolhido. Num programa de correio
principal o suporte para o 80287, este pode ser electrónico gráfico, quando uma mensagem
utilizado num sistema com um microprocessador composta por linhas mais compridas é visualizada
80386. Ver também floating-point processor. por um utilizador que apenas tem um programa de
80386 s. m. Microprocessador Intel de 32 bits, emulação de terminal e uma conta shell, essa
introduzido em 1985. O 80386 é um mensagem apresenta um aspecto irregular, com
microprocessador de 32 bits, ou seja, tem registos linhas quebradas, tornando-se difícil de ler.
de 32 bits, pode transferir informações através do 8.3 s. m. Formato padrão para os nomes de ficheiros
bus de dados 32 bits de cada vez e pode utilizar no MS-DOS/Windows 3.x: um nome de ficheiro
32 bits para endereçar a memória. Tal como o com oito caracteres ou menos, seguido de um
80286, o 80386 opera em dois modos: o modo real ponto e de uma extensão de ficheiro com três
e o modo protegido. Este último permite à CPU caracteres. Comparar com long filenames.
aceder a 4 GB de memória directamente, suporta 8-bit, 16-bit, 32-bit, 64-bit de 8 bits, 16 bits, 32 bits,
múltiplas tarefas e protege o sistema operativo de 64 bits adj. 1. Capaz de transferir 8, 16, 32 ou 64

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8-bit machine

bits, respectivamente, através de linhas de bus de mas que as transferia a 8 bits de cada vez. Estas
dados. Ver também 16-bit machine, 32-bit machine, máquinas são geralmente designadas por
64-bit machine, 8-bit machine. 2. Capaz de computadores de 8 bits, porque o tamanho do bus
transferir 8, 16, 32 e 64 bits, respectivamente, de dados limita a velocidade global da máquina.
através do caminho de dados de uma placa de 8mm tape fita de 8mm s. f. Formato de um
vídeo. Uma placa de vídeo de n bits pode cartucho de fita utilizado para cópias de segurança
apresentar um máximo de 2n cores. Por exemplo, de dados, semelhante ao que é utilizado para
uma placa de vídeo de 8 bits tem capacidade para algumas câmaras de vídeo, com excepção de que a
apresentar um máximo de 256 cores. Ver também fita está classificada para o armazenamento de
video adapter. dados. A capacidade equivale a 5 GB de dados ou
8-bit machine computador de 8 bits s. m. mais (opcionalmente comprimidos).
Computador que funciona com dados em grupos 8-N-1 s. m. Forma abreviada de 8 bits, No parity,
de 8 bits de cada vez. Um computador pode ser 1 stop bit (8 bits, nenhuma paridade, 1 bit de
considerado uma máquina de 8 bits quando o seu paragem). Predefinições normais para as
microprocessador opera internamente com comunicações série, como por exemplo,
palavras de 8 bits ou quando o bus de dados pode transmissões por modem.
transferir 8 bits de cada vez. O PC original da IBM 9,600-bps modem modem de 9600 bps s. m.
era baseado num microprocessador (o 8088) que Modem com uma velocidade máxima de
funcionava internamente com palavras de 16 bits, transferência de dados de 9600 bits por segundo.

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A
A: No Windows e outros sistemas operativos, é a Abstraction abstracção s. f. Em termos gerais, é a
designação utilizada para a primeira ou principal utilização de software especializado, como uma
unidade de disquetes. A menos que seja interface de programação de aplicações (API), com
especificado de forma diferente, alterando as o fim de isolar o software de problemas
instruções de arranque no CMOS, esta é a primeira relacionados com dispositivos ou da complexidade
unidade onde o sistema operativo procura as do software de base. Por exemplo, a abstracção em
instruções para o arranque do sistema. relação ao hardware permite que os programas se
ABC s. m. Sigla de automatic brightness control concentrem numa tarefa, como as comunicações,
(controlo automático do brilho). Circuito que em vez de se preocuparem com as diferenças entre
altera a luminância de um monitor, para os equipamentos de comunicações. Em
compensar as condições de iluminação do programação orientada por objectos, é o processo
ambiente. de redução de um objecto ao essencial, para que
abort abortar v. Terminar abruptamente, sejam representados apenas os elementos
referindo-se normalmente a um programa ou necessários. A abstracção define um objecto em
procedimento em curso. termos das suas propriedades (atributos),
absolute path caminho absoluto s. m. Especificação comportamento (funcionalidade) e interface
de um caminho, relativamente a um determinado (o método de comunicar com outros objectos).
ficheiro, que começa pelo nível mais elevado da A/B switch box caixa de distribuição A/B s. f. Caixa
identificação de uma unidade de disco (por que contém um comutador, selector de duas
exemplo, C:\docs\trabalho\contrato.txt). Ver posições. Quando o utilizador selecciona uma
também path (definição 3). Comparar com relative posição, o sinal que passa através da caixa pode ser
path. direccionado a partir de uma única entrada para
absolute pointing device dispositivo apontador uma de duas saídas ou a partir da entrada
absoluto s.m. Dispositivo apontador mecânico ou seleccionada para uma única saída. Ver também
físico, cuja localização está associada à posição do switch (definição 1).
cursor no ecrã. Por exemplo, se o utilizador de uma AC CA s. f. Ver alternating current.
mesa gráfica coloca a caneta no canto superior AC adapter transformador de CA s. m. Fonte de
direito, o cursor move-se para o canto superior alimentação externa, que faz a conversão de uma
direito do ecrã ou da janela apresentada no ecrã fonte eléctrica doméstica (corrente da rede
associada à caneta. Ver também graphics tablet. pública), de 110 V CA ou 220 V CA, para uma CC
Comparar com relative pointing device. de baixa tensão, necessária para a activação do
absolute value valor absoluto s. m. Magnitude de equipamento electrónico de estado sólido (como
um número, independentemente do sinal (+ ou –). por exemplo, um computador portátil) que não
Por exemplo, 10 é o valor absoluto de 10 e de –10. inclui uma fonte de alimentação interna.
As linguagens de programação e os programas de Accelerated Graphics Port s. f. Ver AGP.
folha de cálculo incluem funções que devolvem o accelerator acelerador s. m. Em termos de
valor absoluto de um número. hardware, é um dispositivo que acelera ou melhora

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accelerator board

o funcionamento de um ou mais subsistemas, access code código de acesso s. m. Ver password.


proporcionando um melhor desempenho dos access control controlo de acesso s. m. Mecanismos
programas. que visam limitar o acesso a determinados itens de
accelerator board placa aceleradora s. f. Ver informação ou a determinados controlos com base
accelerator card. na identidade do utilizador e na sua identificação
accelerator card placa aceleradora s. f. Placa de como sócio de vários grupos predefinidos. O con-
circuito impresso que substitui ou incrementa o trolo de acesso é normalmente utilizado pelos
microprocessador principal do computador, administradores de sistema para controlar o
resultando num desempenho mais rápido. Ver acesso dos utilizadores a recursos da rede, tais
também expansion board, graphics accelerator. como servidores, directórios e ficheiros. Ver
accelerator key tecla de atalho s. f. Em aplicações, também access control list, access privileges,
uma tecla ou combinação de teclas utilizada para system administrator.
realizar uma função definida. access control list lista de controlo de acesso s. f.
acceptable use policy política de uso aceitável s. f. Lista associada a um ficheiro que contém as
Declaração feita por um fornecedor de serviços da informações sobre quais os utilizadores ou grupos
Internet ou por um serviço de informações online, que têm autorização para aceder ou modificar o
que indica quais as actividades que os utilizadores ficheiro. Sigla: ACL.
podem ou não realizar enquanto estiverem ligados accessibility acessibilidade s. f. Qualidade de um
ao serviço. Por exemplo, alguns fornecedores sistema que incorpora determinado hardware ou
proíbem os utilizadores de levar a cabo actividades software que o torna utilizável por pessoas com
comerciais na rede. Sigla: AUP. Ver também ISP, um ou mais problemas físicos, como seja
online information service. mobilidade limitada, cegueira ou surdez.
access1 acesso s. m. 1. Acto ou efeito de ler dados a access mechanism mecanismo de acesso s. m.
partir da memória ou de escrever dados na 1. Componentes das unidades de disco que movem
memória. 2. Ligação à Internet ou a qualquer outra a(s) cabeça(s) de leitura/escrita para a pista
rede ou sistema. apropriada de um disco magnético ou de um disco
access2 aceder v. Obter entrada na memória, para óptico. 2. Circuito que permite a uma parte de um
ler ou escrever dados. sistema informático enviar sinais a outra parte. Ver
ACCESS.bus s. m. Barramento bidireccional para também disk controller.
ligar periféricos a um PC. O ACCESS.bus pode ligar access number número de acesso s. m. Número de
ao sistema um máximo de 125 periféricos de baixa telefone utilizado por um subscritor para aceder a
velocidade (como por exemplo, impressoras, um serviço online.
modems, ratos e teclados), através de uma única accessory acessório s. m. Ver peripheral.
porta de aplicação geral. Os periféricos estão access path caminho de acesso s. m. Caminho
ligados em série (“daisy chain”), embora o PC percorrido por um sistema operativo para alcançar
comunique directamente com cada periférico e a localização de um ficheiro armazenado. O
vice-versa. Quando um dispositivo de ACCESS.bus caminho de acesso começa com a designação de
está ligado a um sistema, este identifica-o e uma unidade ou volume (disco), continua através
configura-o automaticamente, de modo a obter um de uma cadeia de directórios e subdirectórios, caso
desempenho óptimo, e atribui-lhe um endereço existam, e termina com o nome do ficheiro (por
único. O ACCESS.bus suporta a instalação exemplo, C:\livros\dicion\iniciar.exe).
instantânea (hot plugging). Desenvolvido pela DEC, access privileges privilégios de acesso s. m.
o ACCESS.bus concorre com o USB da Intel. Ver Refere-se aos tipos de operações permitidas a um
também bidirectional, bus, daisy chain, hot determinado utilizador para um determinado
plugging, input/output port. Comparar com USB. recurso de sistema, numa rede ou num servidor de

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active content

ficheiros. O administrador do sistema pode privilégios de acesso. 2. No Windows NT, é o


permitir ou proibir diversas operações, como a conjunto de regras que controla a utilização de
capacidade para aceder a um servidor, para abrir palavras-passe pelas contas de utilizador de um A
ou transferir ficheiros e para criar, visualizar, domínio ou de um computador individual. Ver
modificar ou eliminar ficheiros ou directórios. também domain (definição 2).
A atribuição de privilégios de acesso contribui ACK Forma abreviada de acknowledgment
para manter o sistema seguro, proteger (confirmação de recepção). Mensagem enviada
informações confidenciais e distribuir recursos do pela unidade receptora para a estação ou
sistema, como seja o espaço em disco. Ver também computador emissor, indicando que a unidade está
file protection, file server, permission, system pronta para receber uma transmissão ou que a
administrator, write access. transmissão foi recebida sem erros. Comparar com
access provider fornecedor de acesso s. m. Ver ISP. NAK.
access rights direitos de acesso s. m. Autorização ACL s. f. Ver access control list.
para visualizar, entrar ou modificar um ficheiro, acoustic coupler acoplador acústico s. m.
uma pasta ou um sistema. Dispositivo de comunicação com um suporte
access speed velocidade de acesso s. f. Ver access incorporado, no qual se pousa o auscultador do
time. telefone, para estabelecer uma ligação entre
access time tempo de acesso s. m. 1. Tempo que os computadores emissores e receptores. Ver também
dados demoram a passar da memória para o modem.
processador, depois de seleccionado o endereço Acrobat s. m. Programa comercial da Adobe que
para os dados. 2. Refere-se ao tempo necessário converte um documento totalmente formatado,
para que uma cabeça de leitura/escrita numa criado numa plataforma Windows, Macintosh,
unidade de disco localize uma pista no disco. MS-DOS ou UNIX, num ficheiro de formato PDF
O tempo de acesso é normalmente medido em (Portable Document Format), o qual pode ser
milissegundos e é utilizado como medida de visualizado em várias plataformas. O Acrobat
desempenho para os discos rígidos e unidades de permite aos utilizadores enviar documentos, por
CD-ROM. Ver também read/write head, seek time, meios electrónicos, que contêm tipos de letra,
wait state. cores, gráficos e fotografias distintos,
account conta s. f. 1. Método de registo utilizado independentemente da aplicação utilizada para a
por um serviço online para identificar um criação dos originais. Para visualizar os ficheiros,
subscritor e para manter um registo da utilização os destinatários precisam do Acrobat Reader (que
do cliente para efeitos de facturação. 2. Registo pode ser obtido gratuitamente).
mantido por redes locais e sistemas operativos de active activo adj. Pertencente ao dispositivo,
múltiplos utilizadores referente a cada utilizador programa, ficheiro ou parte do ecrã que se
autorizado do sistema, para efeitos de encontra actualmente operacional ou sujeito a
identificação, administração e segurança. operações de comandos. Normalmente, o cursor ou
account policy política de contas s. f. 1. Em redes uma secção realçada indica o elemento activo no
locais e sistemas operativos de múltiplos ecrã do monitor.
utilizadores, é o conjunto de regras que determina active cell célula activa s. f. Refere-se à célula
se o novo utilizador tem autorização para aceder realçada numa folha de cálculo que constitui o foco
ao sistema e se os direitos de acesso do utilizador da operação actual. Também designada por célula
existente serão alargados de modo a incluir outros actual, célula seleccionada. Ver também range.
recursos do sistema. Uma política de contas active content conteúdo activo s. m. Material numa
também costuma estipular as regras que o página Web que muda no ecrã com o decorrer do
utilizador deve cumprir, por forma a manter os tempo ou como resposta a uma acção do utilizador.

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Active Desktop

O conteúdo activo é implementado através de active file ficheiro activo s. m. Refere-se ao ficheiro
controlos ActiveX. Ver também ActiveX controls. que é afectado por um comando actual –
Active Desktop s. m. Componente, do lado do normalmente, um ficheiro de dados.
cliente, que faz parte da Active Platform da active-matrix display monitor de matriz activa
Microsoft para computação distribuída e orientada s. m. Ecrã de cristal líquido (LCD) construído a
para a Web. Disponível no Microsoft Internet partir de uma vasta matriz de células de cristal
Explorer 4.0 e posteriores, o Active Desktop líquido, utilizando a tecnologia de matriz activa
proporciona ao utilizador uma única localização a (uma célula por pixel). Na matriz activa mais
partir da qual pode aceder a informações locais e simples, existe um transístor de película fina (TFT)
remotas, sob várias formas, desde ícones no para cada célula. Os monitores de matriz activa são
Ambiente de trabalho (desktop) a recursos de rede frequentemente utilizados em computadores
e documentos da Internet baseados em HTML. portáteis e de bolso, dada a sua reduzida largura, e
O Active Desktop admite a criação de scripts são conhecidos pela sua apresentação a cores de
independentemente da linguagem, a tecnologia alta qualidade, que pode ser visualizada de todos
HTML e o HTML dinâmico, bem como os ângulos, ao contrário dos monitores de matriz
ferramentas de programação, como o Microsoft passiva. Também designado por monitor TFT, TFT
Visual Basic, o Java e o ActiveX, para a concepção LCD. Ver também liquid crystal display. Comparar
de aplicações. Embora pertencente às plataformas com passive-matrix display.
Windows 95 e Windows NT, o Active Desktop está Active Platform s. f. Plataforma de
concebido para permitir o desenvolvimento de desenvolvimento da Microsoft que oferece uma
aplicações que possam ser executadas noutros aproximação normalizada, de modo a incorporar a
sistemas operativos, incluindo o UNIX e o Apple Internet e tecnologias de computação distribuída
Macintosh. Ver também Active Platform, Active em aplicações cliente/servidor. O Microsoft
Server, ActiveX. Windows 95 ou posterior, o Microsoft Windows NT
Active Directory s. m. Tecnologia da Microsoft que e o Microsoft Internet Explorer 4.0 ou posterior
faz parte da Active Platform e que foi desenhada fornecem as bases para a Active Platform. Do lado
para permitir às aplicações encontrar, utilizar e do cliente, é fornecida aos utilizadores uma
gerir recursos do directório (por exemplo, nomes interface coerente que lhes permite aceder
de utilizadores, impressoras de rede e permissões) facilmente quer a informações locais quer a
num ambiente de computação distribuída. informações remotas. Do lado do servidor, os
Os ambientes distribuídos são normalmente programadores podem tirar partido das
conjuntos heterogéneos de redes, que muitas vezes ferramentas e tecnologias que abrangem o cliente e
executam serviços de directório proprietários, o servidor. A Active Platform permite o
de diferentes fornecedores. Para simplificar as desenvolvimento de programas modulares
actividades relacionadas com o directório orientados por objectos, conhecidos como
associadas com a localização e administração de componentes de software, e a criação de aplicações
utilizadores da rede e recursos, o Active Directory transplataforma que podem ser executadas em
fornece às aplicações um único conjunto de vários processadores e sistemas operativos.
interfaces que elimina a necessidade de tratar as Os elementos baseados na Internet incluem o
diferenças entre os serviços proprietários. O Active suporte para sistemas de codificação de páginas
Directory é um componente do Windows Open em HTML e criação de scripts de programas do
Services Architecture (WOSA). Ver também lado do cliente em várias linguagens. Ver também
directory service, WOSA. Active Desktop, Active Server, ActiveX.

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adapter ou adaptor

active program programa activo s. m. Programa active window janela activa s. f. Num ambiente
que controla actualmente o microprocessador. capaz de apresentar várias janelas no ecrã, é a
Active Server s. m. Componente, do lado do servidor, janela que contém a apresentação ou o documento A
da Active Platform da Microsoft. Conjugação de que será afectado pela realização, nesse momento,
tecnologias que incluem DCOM (distributed de movimentos do cursor, comandos e introdução
component object model), Active Server Pages, de texto. Ver também graphical user interface.
Microsoft Transaction Server e filas de mensagens, Comparar com inactive window.
o Active Server fornece suporte para o desenvolvi- ActiveX s. m. Conjunto de tecnologias que permite
mento de aplicações para a Web baseadas em aos componentes de software interagirem uns com
componentes escaláveis e de alto rendimento nos os outros, num ambiente em rede,
servidores Microsoft Windows NT. O Active Server independentemente da linguagem de criação dos
foi concebido para permitir aos programadores componentes. O ActiveX é construído com base na
concentrarem-se na criação de software para a tecnologia COM (Component Object Model) da
Internet e intranet em diversas linguagens, sem Microsoft. Actualmente, o ActiveX é utilizado
terem de se preocupar com as complicações da sobretudo para desenvolver conteúdo interactivo
própria rede. Ver também Active Desktop, Active para a World Wide Web, embora possa ser usado
Platform, Active Server Pages, ActiveX. em aplicações de produtividade pessoal e outros
Active Server Pages s. f. Tecnologia orientada para programas. Ver também ActiveX controls, COM.
a Web, desenvolvida pela Microsoft e concebida Comparar com applet, plug-in (definição 2).
para permitir a execução de scripts do lado ActiveX controls controlos ActiveX s. m.
do servidor (em oposição ao lado do cliente). Componentes de software reutilizáveis, que
As Active Server Pages são ficheiros de texto que incorporam a tecnologia ActiveX. Estes
não só contêm HTML e texto, como os documentos componentes podem ser incorporados em páginas
standard da Web, mas também comandos escritos Web, para produzir animação e outros efeitos
numa linguagem de scripts (como o VBScript ou multimédia, objectos interactivos e aplicações
JScript), que podem ser executados no servidor. sofisticadas. Também podem ser usados para
Este trabalho no servidor permite ao programador adicionar uma funcionalidade especializada às
da Web adicionar interactividade a um documento, aplicações de produtividade pessoal e às
personalizar a visualização ou fornecer ferramentas de desenvolvimento de software.
informações ao cliente sem se preocupar com a Os controlos ActiveX podem ser escritos em
plataforma que aquele está a utilizar. Todas as diversas linguagens de programação, incluindo o
Active Server Pages são guardadas com a extensão C, o C++, o Visual Basic e o Java. Ver também
.asp e podem ser acedidas através de URL norma- ActiveX. Comparar com helper application.
lizadas num Web browser, como o Microsoft adapter ou adaptor placa s. f. Placa de circuito
Internet Explorer ou o Netscape Navigator. Quando impresso que permite ao computador pessoal
uma Active Server Page é solicitada por um utilizar um dispositivo periférico, como, por
browser, o servidor executa os comandos de script exemplo, uma unidade de CD-ROM, um modem ou
incluídos na página, gera um documento em um joystick, para o qual ainda não possui as
HTML e envia-o para o browser, a fim de ser ligações, portas ou placas de circuito impresso
apresentado no computador cliente. As Active necessárias. Em geral, uma única placa pode
Server Pages podem ser melhoradas e expandidas conter mais de uma placa. Também designada por
com componentes ActiveX. Ver também Active placa de interface. Ver também controller,
Server, ActiveX. expansion board, network adapter, video adapter.

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adaptive answering

adaptive answering resposta adaptativa s. f. noutra rede. 3. Código utilizado para especificar
Capacidade de um modem para detectar se uma um destino de correio electrónico.
chamada a receber é um fax ou uma transmissão address2 endereçar v. Referenciar uma determinada
de dados e para responder em conformidade. Ver localização de armazenamento.
também modem. address book livro de endereços s. m. 1. Num
adaptive delta pulse code modulation modulação programa de correio electrónico, é uma secção de
adaptativa de código de impulso delta s. f. referência, com uma lista de endereços de correio
Algoritmos de codificação e descodificação de electrónico e nomes de pessoas. 2. Como página
compressão utilizada na compressão do formato Web, é um livro de endereços informal de correio
de áudio e em outras aplicações de compressão de electrónico ou de URL.
dados. Estes algoritmos armazenam sinais Address Resolution Protocol ARP s. m. Ver ARP.
digitalmente convertidos como uma série de ADJ Forma abreviada de adjacent (adjacente).
alterações em termos de valor, adaptando o Qualificador booleano que serve para indicar casos
intervalo da alteração a cada amostra, conforme em que duas instâncias estão adjacentes. No caso
necessário, aumentando, assim, a resolução de bits de uma cadeia de caracteres a ser procurada,
eficaz dos dados. Sigla: ADPCM. Comparar com “Microsoft ADJ Word” apenas devolveria as
adaptive differential pulse code modulation. instâncias em que “Microsoft” e “Word” estivessem
adaptive differential pulse code modulation adjacentes nessa cadeia de caracteres.
modulação adaptativa de código de impulso ADN s. f. Ver Advanced Digital Network.
diferencial s. f. Algoritmo de compressão do ADP s. m. Ver data processing.
formato de áudio digital, que armazena uma ADPCM s. f. Ver adaptive delta pulse code
amostra como a diferença entre uma combinação modulation.
linear de amostras anteriores e a amostra em si, ADSL s. f. Ver asymmetric digital subscriber line.
em vez da própria medição. A fórmula da Advanced Digital Network ADN s. f. Serviço de
combinação linear é modificada de x em x linha dedicada capaz de transmitir dados, vídeo e
amostras, para minimizar o intervalo dinâmico do outros sinais digitais com excepcional fiabilidade,
sinal de saída, resultando num armazenamento oferecido como serviço de primeira qualidade por
eficaz. empresas de comunicações. Normalmente, a rede
ADB s. m. Ver Apple Desktop Bus. digital avançada utiliza velocidades na ordem dos
ADC s. m. Ver analog-to-digital converter. 56 Kbps ou superior. Ver também dedicated line.
A-D converter conversor A-D s. m. Ver Advanced Research Projects Agency Network
analog-to-digital converter. ARPANET s. f. Ver ARPANET.
add-in suplemento s. m. Ver add-on. Advanced RISC s. f. Forma abreviada de Advanced
add-on suplemento s. m. 1. Dispositivo de hardware, reduced instruction set computing. Especificação
como seja uma placa de expansão ou um chip, que para uma arquitectura de microchip e ambiente de
pode ser adicionado a um computador para sistema RISC, concebida pela MIPS Computer
expandir as suas capacidades. Ver também open Systems para proporcionar compatibilidade binária
architecture (definição 2). 2. Programa entre aplicações de software. Ver também RISC.
suplementar, que pode aumentar as capacidades de Advanced Streaming Format s. m. Abreviatura:
uma aplicação. Ver também utility program. ASF. Especificação de formato de ficheiro aberto
address1 endereço s. m. 1. Número que especifica para ficheiros de multimédia sequenciais contendo
uma localização na memória onde estão texto, imagens, som, vídeo e animações. O ASF não
armazenados dados. 2. Nome ou identificador que define o formato para nenhuma sequência de
especifica um determinado site na Internet ou meios de armazenamento dentro do ficheiro.

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aliasing

Em vez disso, define um “contentor” de ficheiros ponto dedicada, entre o controlador gráfico e a
extensível e normalizado, que não é dependente de memória principal do sistema. Esta ligação
um sistema operativo nem de um protocolo de permite aos adaptadores de monitor AGP e A
comunicações em particular ou de qualquer sistemas compatíveis transferir dados de vídeo
método em particular (como o HTML ou o directamente entre a memória do sistema e a
MPEG-4) utilizado para construir a sequência de memória do adaptador, para apresentar as imagens
dados no ficheiro. Um ficheiro ASF consiste em mais rápida e suavemente do que é possível
três objectos: um cabeçalho com informações quando as informações têm de ser transferidas
acerca do próprio ficheiro; um objecto de dados através do barramento principal do sistema (PCI).
com as sequências de meios de armazenamento; A AGP também permite o armazenamento de
e um índice opcional, que pode ajudar a suportar o elementos de imagem complexos, como as
acesso aleatório dentro do ficheiro. A especificação texturas, na memória do sistema, reduzindo assim
ASF foi submetida à aprovação da ISO a necessidade de grandes quantidades de memória
(International Standards Organization). Sigla: ASF. no próprio adaptador. A AGP funciona a 66 MHz –
Ver também streaming. duas vezes mais rápida que o barramento PCI –
AFC s. f. Ver Application Foundation Classes. e pode suportar velocidades de transferência de
AFK Sigla de away from keyboard (longe do dados até 533 Mb por segundo. Ver também PCI
teclado). Frase utilizada em serviços de local bus.
conversação online, indicando que a pessoa em AI Ver artificial intelligence.
questão está momentaneamente impossibilitada .aiff s. f. Extensão de ficheiro que identifica ficheiros
de responder. Ver também chat1 (definição 1). de áudio no formato de som originalmente
agent agente s. m. 1. Programa que realiza uma utilizado nos computadores Apple e Silicon
tarefa em segundo plano, para o utilizador, e que Graphics (SGI).
comunica ao utilizador a conclusão da tarefa ou a AIFF s. m. Formato de som originalmente utilizado
ocorrência de um acontecimento inesperado. nos computadores Apple e Silicon Graphics (SGI).
2. Programa que pesquisa arquivos ou outros O formato AIFF armazena ficheiros de som num
repositórios de informação sobre um tópico formato monoauricular de 8 bits. Ver também
especificado pelo utilizador. Os agentes deste tipo waveform.
são mais utilizados na Internet e estão geralmente alert box caixa de aviso s. f. Numa interface gráfica
dedicados à pesquisa num único tipo de de utilizador, é uma caixa utilizada para comunicar
repositório de informação, como por exemplo, as uma mensagem ou um aviso. Comparar com dialog
mensagens dos newsgroups da Usenet. Também box.
designado por agente inteligente. Ver também algorithm algoritmo s. m. Sequência de passos
spider. 3. Em aplicações cliente/servidor, designa finita para resolver um problema lógico ou
o processo que efectua a mediação entre o cliente matemático.
e o servidor. 4. No SNMP (Simple Network alias alias, nome alternativo s. m. 1. Designação
Management Protocol), é o programa que controla alternativa de um objecto, como um ficheiro ou
o tráfego na rede. Ver também SNMP. colecção de dados. 2. Nome usado para direccionar
AGP s. f. Sigla para Accelerated Graphics Port (porta mensagens de correio electrónico para uma pessoa
aceleradora de gráficos). Especificação de ou grupo de pessoas numa rede. 3. Sinal falso que
barramento de alto desempenho, concebida para resulta da digitalização de uma amostra analógica
uma apresentação rápida e de alta qualidade de de áudio.
imagens e vídeo em 3D. Desenvolvida pela Intel aliasing s. m. Nos gráficos de computador, designa
Corporation, a AGP utiliza uma ligação ponto a o aspecto irregular das curvas ou linhas diagonais

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align

numa apresentação, causado por baixa resolução alternating current corrente alternada s. f.
do ecrã. Corrente eléctrica que inverte, periodicamente, a
align alinhar v. 1. Numa aplicação como um direcção do fluxo (polaridade), de acordo com uma
processador de texto, é a acção de posicionar frequência medida em hertz (ciclos por segundo).
linhas relativamente a um determinado ponto, Sigla: CA. Comparar com direct current.
como a margem esquerda ou direita de uma Alt key tecla Alt s. f. Nos teclados normais de PC, é a
página (alinhamento à esquerda ou à direita), um tecla que se utiliza em conjunto com outra tecla
ponto central (ao centro) ou as vírgulas decimais para produzir uma função especial.
numa coluna de números (alinhamento decimal). alt. newsgroups newsgroups alt. s. m. Newsgroups
2. Ajustar um dispositivo, de modo a posicioná-lo da Internet que fazem parte da hierarquia alt.
dentro das tolerâncias especificadas, como, por (“alternativa”) e que utilizam o prefixo alt. nos
exemplo, a cabeça de leitura/escrita relativamente nomes. Ao contrário das sete hierarquias de
a uma pista num disco. newsgroups da Usenet (comp., misc., news., rec.,
alignment alinhamento s. m. Disposição de sci., soc., talk.), que requerem uma votação formal
objectos em posições, filas ou colunas fixas ou entre os utilizadores da hierarquia para se poder
predeterminadas. estabelecer newsgroups oficiais, um newsgroup alt.
allocation unit unidade de atribuição s. f. Ver pode ser criado por qualquer pessoa. Por isso, os
cluster. newsgroups dedicados a debates relacionados com
all points addressable APA Nos gráficos de tópicos obscuros ou bizarros costumam fazer parte
computador, é o modo no qual todos os pixels da hierarquia alt. Ver também newsgroup.
podem ser individualmente manipulados. Ver AMD-K6 s. m. Processador produzido pela
também graphics mode. Advanced Micro Devices (AMD), comparável em
alphanumeric alfanumérico adj. Composto por desempenho ao Pentium II da Intel. O AMD-K6 é
letras ou algarismos, ou ambos, incluindo, por um processador compatível com o Windows, com
vezes, caracteres de controlo, caracteres de espaço suporte para MMX, e executa programas a 16-bits
e outros caracteres especiais. Ver também ASCII, e a 32-bits. Tem 8,8 milhões de transístores, inclui
character set, EBCDIC. uma cache de 64-KB L1 para uma execução mais
alphanumeric mode modo alfanumérico s. m. Ver rápida e é baseado numa tecnologia conhecida
text mode. como RISC86, que converte as instruções x86 e
alphanumeric sort ordenação alfanumérica s. f. operações RISC para execução. Ver também MMX,
Método de ordenação de dados como um conjunto Pentium Pro (definition 1), RISC.
de registos, que utiliza normalmente a seguinte American National Standards Institute ANSI
ordem: sinais de pontuação, numerais, caracteres s. m. Ver ANSI.
alfabéticos (com as maiúsculas a precederem as American Registry for Internet Numbers s. m.
minúsculas) e quaisquer outros símbolos. Sigla: ARIN. Organização sem fins lucrativos,
alternate circuit-switched voice/circuit-switched formada para registar e administrar números de
data alternar circuito comutado para voz e circuito Internet Protocol (IP) na América do Norte e do
comutado para dados . Opção de configuração para Sul. (Os números de IP são os endereços ou
os canais RDIS (ISDN B bearer) que activa “números de identificação” que os computadores
a transmissão digital quer da voz quer de têm de utilizar para poderem comunicar através da
comunicações de dados entre dois utilizadores Internet). A ARIN separa a atribuição de endereços
ao longo de uma chamada. Sigla: CSV/CSD. IP da administração de domínios de Internet
Ver também B channel, circuit-switched data, principais, como .com e .edu. Ambas as tarefas
circuit-switched voice, ISDN. eram geridas anteriormente pela Network

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annotation

Solutions, que fazia parte do consórcio InterNIC. analysis graphics gráficos de análise s. m. Ver
A ARIN é uma organização sem fins lucrativos. presentation graphics.
Os seus parceiros internacionais são a RIPE, anchor âncora s. f. 1. Código de formato num A
na Europa, e a APNIC, na Ásia e no Pacífico. documento de paginação electrónica ou de
Ver também APNIC, InterNIC, IP address, RIPE. processamento de texto que mantém um elemento
American Standard Code for Information (como uma figura ou legenda, por exemplo) numa
Interchange ASCII s. m. Ver ASCII. determinada posição no documento. O objecto
ampersand e comercial s. m. Ver &. ancorado está normalmente ligado a outro
amplitude amplitude s. f. Medida de força de um elemento no documento, como seja um parágrafo
sinal, como o som ou a tensão, determinada pela de texto ou uma imagem gráfica. À medida que se
distância entre a linha de base e o pico da onda. Ver adiciona texto e outros objectos ao documento,
também waveform. o objecto ancorado ou se move para acompanhar o
analog analógico adj. Diz-se de um dispositivo ou objecto ao qual se encontra ancorado, ou
sinal que tem a propriedade de variação contínua permanece estacionário. 2. Código num
em termos de força ou quantidade, como a tensão documento HTML que define uma secção de texto,
ou o som. Comparar com digital. um ícone ou outro elemento como fazendo a
analog channel canal analógico s. m. Canal de ligação para outro elemento no documento ou para
comunicação, como uma linha telefónica para voz, outro documento ou ficheiro. 3. Ver hyperlink.
que transporta sinais que variam de forma ancillary equipment equipamento acessório s. m.
contínua e que podem adquirir qualquer valor Ver peripheral.
dentro dos limites especificados. AND Operação lógica que combina os valores de dois
analog computer computador analógico s. m. bits (0, 1) ou de dois valores booleanos (falso, verda-
Computador que mede dados que variam, de deiro), devolvendo o valor 1 (verdadeiro), quando
forma contínua, em termos de valor, como seja a ambos os valores de entrada correspondem a 1
velocidade ou a temperatura. (verdadeiro), ou 0 (falso), no caso contrário.
analog data dados analógicos s. m. Dados que são angle brackets parênteses angulares s. m. Ver < >.
representados por variações contínuas numa animated GIF GIF animado s. m. Refere-se a uma
propriedade física, como a tensão, a frequência ou série de imagens gráficas em formato GIF,
a pressão. Comparar com digital data transmission. apresentada em sequência numa única localização,
analog display monitor analógico s. m. Monitor de para dar a ilusão de uma imagem em movimento.
vídeo capaz de representar uma gama contínua de Ver também GIF.
cores ou tons de cores em vez de valores distintos. animation animação s. f. Ilusão de movimento
Comparar com digital display. criada pela utilização de uma sucessão de imagens
analog line linha analógica s. f. Linha de estáticas. Nos gráficos de computador, as imagens
comunicação, como a linha telefónica tradicional, podem ser desenhadas separadamente ou o
que transporta sinais de variação contínua. utilizador pode desenhar pontos de início e de fim
analog-to-digital converter conversor analógico de entre as imagens intervenientes fornecidas pelo
para digital s. m. Dispositivo que converte em software. Ver também 3-D graphic, surface
código binário um sinal de variação contínua modeling, tween, wire-frame model.
(analógico) proveniente de um instrumento de annotation anotação s. f. Nota ou comentário
controlo, como o som ou a tensão, para ser ligado a uma parte de um documento para
utilizado por um computador. Sigla: ADC. Também fornecer informações relacionadas. Algumas
designado por conversor A-D. Ver também modem. aplicações suportam anotações de voz ou
Comparar com digital-to-analog converter. anotações com acesso através de ícones.

© McGraw-Hill 15
annoybot

annoybot s. m. Robot existente num canal IRC ou ANSI s. m. Sigla de American National Standard
num MUD, que interage com o utilizador de uma Institute. O ANSI – representante americano da
forma irritante. Ver também bot, IRC, MUD. International Organization for Standardization –
anonymous anónimo s. m. Na Internet, o nome de tem desenvolvido recomendações para a utilização
início de sessão mais típico utilizado para aceder a de linguagens de programação, incluindo o
um arquivo público de ficheiros FTP. Ver também FORTRAN, o C e o COBOL. Ver também ANSI.SYS,
anonymous FTP. ISO, SCSI.
anonymous FTP FTP anónimo s. m. Capacidade ANSI.SYS s. m. Controlador de dispositivo, de
para aceder a um sistema informático remoto, no instalação opcional, para computadores com o
qual não se possui conta, através do protocolo de MS-DOS, que utiliza comandos ANSI para
transferência de ficheiros (FTP) da Internet. Com o melhorar o controlo do utilizador sobre a consola.
FTP anónimo, embora possam utilizar comandos Ver também ANSI, driver, install.
FTP para tarefas como a listagem de ficheiros e answer mode modo de atendimento s. m. Definição
directórios, os utilizadores têm direitos de acesso que permite ao modem atender uma chamada
limitados e normalmente só podem copiar automaticamente. É utilizado em todas as
ficheiros para ou a partir de um directório público, máquinas de fax. Também designado por resposta
frequentemente denominado /pub, no sistema automática.
remoto. O utilizador acede ao sistema remoto answer-only modem modem só de recepção s. m.
através de um programa FTP e geralmente Modem que apenas pode receber e não originar
introduz “anonymous” ou “ftp” como nome de chamadas.
início de sessão. A palavra-passe costuma ser o answer/originate modem modem de recepção/
endereço de correio electrónico do utilizador, /envio s. m. Modem que pode enviar e receber
embora se possa, muitas vezes, omitir a introdução chamadas – o tipo de modem mais comum.
de uma palavra-passe, fornecer um endereço de anti-aliasing s. m. Técnica de software que compõe
correio electrónico falso ou utilizar a palavra o aspecto irregular das linhas curvas ou diagonais
“anonymous”. Por questões de segurança, muitos causado pela baixa resolução do monitor.
sites FTP não permitem o acesso FTP anónimo. Ver Os métodos de anti-aliasing incluem envolver
também FTP1, logon, /pub. os pixels em sombras intermédias e manipular o
anonymous post mensagem anónima s. f. tamanho e o alinhamento horizontal dos pixels.
Mensagem num newsgroup ou mailing list cujo Também designado por dejagging. Ver também
autor não pode ser identificado. Normalmente, esta dithering. Comparar com aliasing.
situação resulta da utilização de um servidor anti-glare anti-reflexo adj. Relativo a qualquer
anónimo para o envio de mensagens de medida tomada para reduzir a reflexão da luz
newsgroups ou de um servidor anónimo de externa num monitor. O ecrã pode ser revestido de
reencaminhamento de correio electrónico. Ver um químico (que reduza o brilho), ser coberto com
também anonymous remailer. um filtro polarizador ou simplesmente ser rodado
anonymous remailer servidor anónimo de de modo a que a luz externa não seja reflectida nos
reencaminhamento s. m. Servidor de correio olhos do utilizador.
electrónico que recebe mensagens, substitui os antistatic device dispositivo antiestático s. m.
cabeçalhos que identificam a origem das mesmas e Dispositivo concebido para minimizar os choques
envia as mensagens para os seus destinos finais. causados pela acumulação de electricidade
O objectivo de um servidor anónimo de estática, que pode provocar falhas no equipamento
reencaminhamento consiste em ocultar as informático ou originar a perda de dados. Um
identidades dos remetentes das mensagens de dispositivo antiestático pode ser um tapete, uma
correio electrónico. pulseira com um fio ligado à estação de trabalho,

16 © McGraw-Hill
application

um spray, uma loção ou qualquer dispositivo com caracteres. Ver também character string, file.
esta função específica. Ver também static2, static Comparar com truncate.
electricity. Apple Desktop Bus s. m. Refere-se a um caminho A
antivirus program programa antivírus s. m. de comunicação série incorporado nos
Programa de computador que verifica a memória e computadores Apple Macintosh e Apple IIGS.
o armazenamento total do computador, de modo a Tratando-se, normalmente, de um cabo flexível,
identificar, isolar e eliminar os vírus, e que examina permite aos dispositivos de entrada de baixa
os ficheiros que entram no computador, à medida velocidade (como um teclado ou um rato)
que este os recebe, para verificar se têm vírus. comunicar com o computador. O bus funciona
any key qualquer tecla s. f. Qualquer tecla aleatória como uma rede local simples, que pode ligar um
num teclado de computador. Alguns programas máximo de 16 dispositivos ao computador. Apesar
pedem ao utilizador que prima “qualquer tecla” de haver apenas duas portas externas, é possível
para continuar, pois não importa a tecla que o ligar mais de dois dispositivos em série. Sigla: ADB.
utilizador prime. Ver também bus, daisy chain, device driver, input/
any-to-any connectivity conectividade flexível s. f. /output port, serial communications.
Propriedade do ambiente integrado de uma rede Apple key tecla Apple s. f. Nos teclados Apple, é a
de computadores que viabiliza a partilha de dados tecla rotulada com o logótipo da Apple. No teclado
através de múltiplos protocolos, tipos de sistema aumentado da Apple, esta tecla corresponde à tecla
anfitrião e topologias de rede. Command, que funciona de forma idêntica à tecla
AOL NetFind s. m. Ferramenta de procura na Web Control dos teclados IBM e compatíveis.
do serviço de informações da America Online É geralmente utilizada em conjunto com uma tecla
(AOL). Procura por palavra-chave e por conceito. de carácter como atalho para opções de menu ou
Utilizando as tecnologias ICE (Intelligent Concept para iniciar uma macro.
Extraction) e Excite, esta ferramenta encontra Apple Macintosh s. f. Ver Macintosh.
relações entre palavras e ideias; por exemplo, entre AppleShare s. m. Software de servidor de ficheiros
“pessoas idosas” e “cidadãos reformados”. Ver que funciona com o Mac- OS e que permite que
também Excite, Intelligent Concept Extraction. um computador Macintosh partilhe ficheiros com
APNIC s. m. Sigla para Asian-Pacific Network outro na mesma rede. Ver também file server,
Information Center. Organização sem fins Mac- OS.
lucrativos, cujos membros são voluntários e que applet aplicação s. f. Pequena porção de código que
cobre a região da Ásia e Pacífico. A APNIC, assim pode ser enviada através da Internet e executada
como as suas homólogas europeia, a RIPE, no computador do destinatário. O termo é
e americana, a ARIN, dedicam-se a assuntos utilizado sobretudo quando se pretende referir
relacionados com a Internet, entre eles as tarefas de programas incorporados como objectos em
registar novos membros, atribuir endereços IP e documentos HTML, na World Wide Web.
gerir as informações das bases de dados. Ver AppleTalk s. f. Rede local de baixo custo
também American Registry for Internet Numbers, desenvolvida pela Apple e que pode ser utilizada
RIPE. pelos computadores Apple e outros para
APA adj. Ver all points addressable. comunicar e partilhar recursos, como impressoras
API s. f. Ver application programming interface. e servidores de ficheiros. Os computadores que não
app aplicação s. f. Ver application. são da Apple têm de estar equipados com hardware
append acrescentar v. Colocar ou inserir como para AppleTalk e software apropriado.
anexo, adicionando dados no fim de um ficheiro ou application aplicação s. f. Programa concebido
base de dados ou expandindo uma cadeia de como ferramenta auxiliar para o desempenho de

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application-centric

uma determinada tarefa, como o processamento de constituem o modelo ISO/OSI para a normalização
texto, a contabilidade ou a gestão de inventários. da comunicação computador a computador.
Comparar com utility. O nível da aplicação gere a comunicação ao nível
application-centric centrado na aplicação adj. do programa, como por exemplo, a transferência
Relativo ou característico de um sistema operativo, de ficheiros ou o acesso remoto a um computador.
no qual o utilizador dá instruções a uma aplicação Ver também ISO/OSI model.
para abrir ou criar documentos (como ficheiros de application processor processador de aplicações
processamento de texto ou folhas de cálculo). s. m. Processador dedicado a uma única aplicação.
As interfaces de linha de comandos e algumas application program aplicação s. f. Ver
interfaces gráficas de utilizador, como o Program application.
Manager do Windows 3.x, são centradas na application programming interface ou
aplicação. Comparar com document-centric. application program interface interface de
application development language linguagem de programação de aplicações s. f. Conjunto de rotinas
desenvolvimento de aplicações s. f. Linguagem de utilizado por uma aplicação para direccionar a
computador concebida para criar aplicações. realização de procedimentos por parte do sistema
O termo refere-se normalmente a linguagens com operativo do computador. Sigla: API.
construtores específicos de alto nível orientados application shortcut key tecla de atalho de uma
para a concepção de registos, disposição de aplicação s. f. Tecla ou combinação de teclas que,
formulários, obtenção e actualização de bases de quando premida dentro de uma aplicação, executa
dados e tarefas similares. Ver também application. rapidamente uma acção que normalmente
application file ficheiro de aplicação s. m. Ver implicaria várias acções por parte do utilizador,
program file. como a selecção de opções de menu. Também
Application Foundation Classes s. f. Conjunto de designada por atalho de teclado.
bibliotecas de classes em Java desenvolvidas pela application software aplicação s. f. Ver application.
Microsoft, que fornecem aos programadores application suite pacote de aplicações s. m. Ver suite.
controlos da interface de utilizadores e ferramentas arbitration arbitragem s. f. Conjunto de regras para
gráficas para criar e manipular elementos como o resolver a crescente necessidade de utilização de
texto e os tipos de letra. As Application Foundation um recurso por múltiplos utilizadores ou
Classes aumentam as capacidades do Abstract processos. Ver também contention.
Windowing Toolkit (AWT) de Java e são utilizadas .arc Extensão de ficheiro que identifica ficheiros de
para facilitar a criação de aplicações em Java arquivo comprimidos, codificados com o formato
através da utilização de componentes de Advanced RISC Computing Specification (ARC).
desenvolvimento pré-construídos e persona- Ver também compressed file.
lizáveis. Ver também Internet Foundation Classes, arcade game 1. jogo de acção s. m. Jogo de
Java, Java Foundation Classes, Microsoft computador activado por moedas, para um ou
Foundation Classes. mais jogadores, que apresenta imagens gráficas de
application gateway gateway de aplicações s. f. alta qualidade, som e acção rápida. 2. jogo de
Software executado num computador, destinado a máquina s. m. Qualquer jogo de computador
manter a segurança numa rede isolada, ao mesmo concebido para imitar o estilo dos jogos de
tempo que permite a passagem de determinado máquina activado por moedas, como por exemplo,
tráfego entre a rede privada e a rede exterior. Ver os jogos comercializados para os computadores em
também firewall. casa. Ver também computer game.
application layer camada de aplicação s. f. Archie s. m. Utilitário da Internet para localizar
Refere-se ao mais elevado dos sete níveis que ficheiros em arquivos públicos que podem ser

18 © McGraw-Hill
ARPANET

obtidos por FTP anónimo. O principal servidor arquivo podem ser comprimidos à medida que vão
Archie, localizado na Universidade McGill em sendo criados ou podem ser comprimidos
Montreal, transfere índices FTP a partir de posteriormente. Ver também compress, StuffIt, tar1. A
servidores FTP participantes, junta-os todos numa archive site site de arquivos s. m. Site na Internet
listagem principal e, todos os dias, envia cópias que armazena ficheiros. O acesso aos ficheiros é
actualizadas dessa lista principal para outros normalmente realizado pelos seguintes processos:
servidores Archie. Archie é uma forma abreviada os ficheiros são transferidos por FTP anónimo,
do termo “archive” (arquivo). Ver também obtidos por Gopher ou visualizados na World Wide
anonymous FTP, FTP1 (definição 1). Comparar com Web. Ver também anonymous FTP, Gopher.
Jughead, Veronica. area search pesquisa por área s. f. No domínio da
Archie server servidor Archie s. m. Na Internet, um gestão de informação, a análise de um grupo de
servidor que contém índices Archie para os nomes documentos com vista a identificar aqueles que
e endereços dos ficheiros contidos em arquivos são relevantes para uma determinada matéria ou
FTP públicos. Ver também Archie, FTP1 categoria.
(definição 1), server (definição 2). arithmetic operator operador aritmético s. m.
architecture arquitectura s. f. 1. Construção ou Operador que executa uma operação aritmética:
desenho físico de um sistema informático e seus +, –, x ou / (para adição, subtracção, multiplicação
componentes. Ver também cache, CISC, closed ou divisão). Ver também logical operator, operator
architecture, network architecture, open (definição 1).
architecture, RISC. 2. Capacidade de gestão de ARP s. m. Sigla de Address Resolution Protocol.
dados de um microprocessador. 3. Concepção de Protocolo TCP/IP utilizado para determinar o
aplicações incorporando protocolos e meios que endereço de hardware de um nó numa rede local
permitam a expansão e a criação de interfaces com ligada à Internet, quando apenas se conhece o
outros programas. endereço IP. Envia-se um pedido ARP para a rede e
archive1 arquivo s. m. 1. Fita ou disco contendo o nó que tem o endereço IP responde com o
ficheiros copiados de outro dispositivo de respectivo endereço de hardware. Embora o ARP
armazenamento e utilizado como armazenamento esteja tecnicamente relacionado apenas com a
de segurança. 2. Ficheiro comprimido. 3. Directório localização de endereços de hardware e o RARP
de ficheiros na Internet que está disponível através (Reverse ARP) com o procedimento inverso, o ARP
do FTP, ou directório da Internet estabelecido para é geralmente utilizado em ambos os sentidos. Ver
a disseminação de ficheiros armazenados. também IP address, TCP/IP.
archive2 arquivar v. 1. Copiar ficheiros para uma ARPANET s. f. Rede local de grandes dimensões,
fita ou disco, com vista a um armazenamento a criada nos anos 60 pela Advanced Research
longo prazo. 2. Comprimir um ficheiro. Projects Agency (ARPA) do Ministério de
archive bit bit de arquivo s. m. Bit associado a um Defesa dos Estados Unidos, com vista ao livre
ficheiro e utilizado para indicar se existe uma intercâmbio de informação entre universidades
cópia de segurança do ficheiro. Ver também back e organizações de investigação, embora as forças
up, bit. militares também usassem esta rede como meio
archive file ficheiro de arquivo s. m. Ficheiro que de comunicação. Nos anos 80, com base na
contém um conjunto de ficheiros (como, por ARPANET, surgiu a MILNET, uma rede à parte,
exemplo, um programa com os respectivos destinada exclusivamente a uso militar.
ficheiros de documentação e de exemplos) ou um A ARPANET foi a rede a partir da qual se
conjunto de mensagens de um newsgroup. desenvolveu a Internet. Ver também Internet,
Dependendo do utilitário em uso, os ficheiros de MILNET.

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ARP request

ARP request pedido ARP s. m. Forma abreviada de WordPad e o Microsoft Word. Alguns sistemas
Address Resolution Protocol request. Pacote ARP podem utilizar esta extensão para indicar que um
que contém o endereço Internet de um ficheiro contém informação gráfica. Ver também
computador anfitrião. O computador receptor ASCII.
responde ou passa pelo endereço Ethernet ascending order ordem ascendente s. f. Disposição
correspondente. Ver também ARP, Ethernet de uma sequência de itens desde o mais baixo ao
(definição 1), IP address, packet. mais alto, como por exemplo, de 1 a 10 ou de A a Z.
arrow key tecla de seta s. f. Qualquer das quatro As regras utilizadas para determinar a ordem
teclas rotuladas com setas a apontar para cima, ascendente numa determinada aplicação podem
para baixo, para a esquerda e para a direita, ser muito complicadas: maiúsculas antes de
utilizadas para mover o cursor na vertical ou na minúsculas, caracteres ASCII expandidos por
horizontal no ecrã ou, em alguns programas, para ordem ASCII e por aí adiante.
aumentar o realce. ascending sort ordenação ascendente s. f. Processo
article artigo s. m. Mensagem que aparece num de ordenação que resulta na disposição de itens
newsgroup da Internet. Também designado por por ordem ascendente. Ver também alphanumeric
mensagem. Ver também newsgroup. sort, ascending order. Comparar com descending
artificial intelligence inteligência artificial s. f. sort.
Ramo da ciência informática dedicado ao ASCII s. m. Sigla de American Standard Code for
desenvolvimento de sistemas que simulam Information Interchange. Esquema de codificação
aspectos da inteligência humana, como o que utiliza 7 ou 8 bits e que atribui valores
reconhecimento de voz, a dedução, a inferência, numéricos a um máximo de 256 caracteres,
a resposta criativa e a capacidade para aprender incluindo letras, numerais, sinais de pontuação,
com a experiência. Duas áreas comuns da investi- caracteres de controlo e outros símbolos. O ASCII
gação da inteligência artificial são os sistemas foi desenvolvido em 1968 para normalizar a
periciais e o processamento em linguagem natural. transmissão de dados entre vários sistemas de
Sigla: AI. Ver também expert system, hardware e software, estando incorporado na
natural-language processing. maioria dos minicomputadores e em todos os
artificial life vida artificial s. f. Estudo dos computadores pessoais (PC). Ver também ASCII
sistemas informáticos que simulam alguns file, character, character code, control character,
aspectos do comportamento dos seres vivos. extended ASCII. Comparar com EBCDIC.
Um ambiente de vida artificial inclui sistemas nos ASCII character set conjunto de caracteres ASCII
quais os programas destinados à realização de s. m. Código padrão de 7 bits utilizado para
uma tarefa específica concorrem entre eles pela representar caracteres ASCII com valores binários.
sobrevivência e pela reprodução com base no seu Os valores do código variam entre 0 e 127. A maior
desempenho. Os elementos que resultam da parte dos sistemas baseados em PC utilizam um
reprodução podem combinar pedaços de código e código ASCII expandido de 8 bits, com 128
sofrer variações aleatórias e, por sua vez, estes caracteres adicionais utilizados para representar
programas modificados concorrem entre eles, até símbolos especiais, caracteres de idiomas
se encontrar uma solução óptima. estrangeiros e símbolos gráficos. Ver também
.asc Extensão de ficheiro normalmente indicadora ASCII, character, EBCDIC, extended ASCII.
de que o ficheiro contém texto ASCII que pode ser ASCII file ficheiro ASCII s. m. Ficheiro de
processado por todos os tipos de software de documento em formato ASCII, contendo
processamento de texto, incluindo o MS-DOS Edit, caracteres, espaços, pontuação, mudanças de linha
o Bloco de notas do Windows, o Windows 95/NT e, por vezes, tabulações, além de um marcador de

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asynchronous operation

fim de ficheiro, mas nenhuma informação de um ficheiro com uma extensão associada a uma
formatação. Também designado por ficheiro de aplicação, o sistema operativo automaticamente
texto, ficheiro só-texto. Ver também ASCII, text file. inicia a aplicação e carrega o ficheiro. A
Comparar com binary file. asterisk asterisco s. m. 1. Carácter (*) utilizado em
ASCII transfer transferência ASCII s. f. Modo de aplicações e linguagens de programação para
intercâmbio electrónico preferido para os ficheiros significar multiplicação. 2. No Windows, MS-DOS,
de texto. No modo ASCII, são realizadas conversões OS/2 e outros sistemas operativos, é um carácter
de caracteres de e para o conjunto padrão de universal, que pode ser utilizado em lugar de
caracteres de rede. Ver também ASCII. Comparar outros caracteres, como em *.*, que representa
com binary transfer. qualquer combinação de um nome de ficheiro com
aspect ratio relação altura/largura s. f. Nas uma extensão de ficheiro. Ver também question
apresentações gráficas em computador, a relação mark, star-dot-star, wildcard character.
entre a largura de uma imagem ou área gráfica e a asymmetrical transmission transmissão
respectiva altura. Uma relação entre os eixos de 2:1, assimétrica s. f. Forma de transmissão utilizada
por exemplo, indica que a imagem tem o dobro da por modems de alta velocidade, normalmente
largura em relação à altura. A relação entre os eixos aqueles que funcionam a velocidades iguais ou
constitui um factor importante para manter as superiores a 9600 bps, que permite uma
proporções correctas quando uma imagem é transmissão receptora e emissora ao mesmo
impressa, redimensionada ou incorporada noutro tempo, dividindo a largura de banda de uma linha
documento. telefónica em dois canais: um com uma velocidade
ASF s. m. Ver Advanced Streaming Format. entre os 300 e 450 bps e outro a 9600 bps ou mais.
ASP s. f. Ver Active Server Pages. asymmetric digital subscriber line linha de
ASR s. f. Ver automatic system reconfiguration. ligação digital assimétrica s. f. Tecnologia e
assembler assembler s. m. Programa que converte equipamento que permitem a comunicação digital
programas em linguagem assembly, de alta velocidade, incluindo sinais de vídeo,
compreensíveis para os humanos, em linguagem através de uma linha telefónica normal com cabo
máquina executável. Ver também assembly de par entrançado, à velocidade máxima de
language, compiler, machine code. recepção (para o cliente) de 9 Mbps e à velocidade
assembly language linguagem assembly s. f. máxima de transmissão de 800 Kbps. Sigla: ADSL.
Linguagem de programação de baixo nível que Comparar com symmetric digital subscriber line.
utiliza abreviaturas ou códigos mnemónicos, nos asymmetric digital subscriber loop circuito de
quais cada comando corresponde a uma única ligação digital assimétrica s. m. Ver asymetric
instrução de máquina. Uma linguagem assembly é digital subscriber line.
traduzida para a linguagem máquina pelo asynchronous device dispositivo assíncrono s. m.
assembler e é específica de um determinado Dispositivo cujas operações internas não estão
processador. As vantagens de utilizar uma sincronizadas com a temporização de qualquer
linguagem assembly incluem uma mais rápida outra parte do sistema.
velocidade de execução e a interacção directa do asynchronous operation operação assíncrona s. f.
programador com o hardware do sistema. Ver Operação executada independentemente de
também assembler, compiler, high-level language, qualquer mecanismo de temporização, como seja
low-level language, machine code. um relógio. Por exemplo, dois modems que
associate associar v. Informar o sistema operativo comunicam de forma assíncrona dependem do
de que uma determinada extensão de ficheiro está envio de sinais de início e de fim, de um para o
ligada a uma aplicação específica. Quando se abre outro, de modo a compassar o intercâmbio da

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informação. Comparar com synchronous reduzindo, desse modo, os custos de interface e
operation. facilitando as implementações de firmware. Ver
Asynchronous Protocol Specification s. f. também ATA, firmware, IDE.
Refere-se à norma X.445. Ver CCITT X series. AT Attachment ATA s. m. Ver ATA.
asynchronous static RAM RAM estática AT bus bus AT s. m. Caminho eléctrico utilizado
assíncrona s. f. Tipo de RAM estática (SRAM) que pelos computadores IBM AT e compatíveis para
não é sincronizada com o relógio do sistema. Tal ligar a placa principal e os dispositivos periféricos.
como a RAM estática em geral, a RAM estática O bus AT suporta 16 bits de dados, enquanto que o
assíncrona, ou SRAM assíncrona, é utilizada na bus original para PC suporta apenas 8 bits.
cache L2 do computador – a porção de memória Também designado por bus de expansão. Ver
especial utilizada para guardar informações também EISA, ISA.
acedidas com frequência. Como este tipo de RAM aTdHvAaNnKcSe Ver TIA.
estática não é sincronizado com o relógio, a CPU ATDP s. m. Sigla de Attention Dial Pulse. Comando
tem que esperar pelos dados solicitados da cache que inicia a marcação por impulsos (por oposição
L2. A RAM estática assíncrona é mais rápida do à marcação multifrequência) em modems Hayes e
que a memória principal, mas não é tão rápida compatíveis. Comparar com ATDT.
como a RAM estática síncrona com burst ou RAM ATDT s. m. Sigla de Attention Dial Tone. Comando
estática com pipeline burst. Ver também L2 cache, que inicia a marcação multifrequência (por
static RAM. Comparar com dynamic RAM, pipeline oposição à marcação por impulsos) em modems
burst static RAM, synchronous burst static RAM. Hayes e compatíveis. Comparar com ATDP.
Asynchronous Transfer Mode ATM s. m. Ver ATM. ATM s. m. Sigla de Asynchronous Transfer Mode.
asynchronous transmission transmissão Tecnologia de rede capaz de transmitir dados, voz,
assíncrona s. f. Na comunicação por modem, é uma vídeo e tráfego em frame relay, em tempo real.
forma de transmissão de dados, pela qual estes são É actualmente utilizado em redes locais com
enviados intermitentemente, um carácter de cada estações de trabalho e computadores pessoais, mas
vez, em vez de se realizar um fluxo contínuo com prevê-se a sua adopção por parte das companhias
caracteres separados por intervalos fixos de tempo. telefónicas, de modo a cobrar aos clientes pelos
A transmissão assíncrona depende da utilização de dados que transmitem e não pelo tempo de
um bit de início e de bits de paragem, além dos bits ligação.
que representam o carácter (e um bit de paridade atomic transaction transação atómica s. f.
opcional), para distinguir caracteres individuais. Conjunto de operações que segue um princípio de
ATA s. m. Sigla de Advanced Technology “tudo ou nada”, no qual ou todas as operações são
Attachment. Nome oficial de X3T10 do grupo ANSI executadas com êxito ou nenhuma delas é
para a interface padrão de unidades de discos, executada. As transações atómicas são apropriadas
normalmente conhecida como IDE (Integrated para transferir uma ordem ou uma transferência
Drive Electronics). Ver também IDE. de dinheiro, garantindo que as informações são
ATA hard disk drive card placa de unidade de completamente actualizadas. Por exemplo, ao
disco rígido ATA s. f. Placa de expansão utilizada transferir fundos entre contas de duas bases de
para controlar e para servir de interface com uma dados, uma não pode ser creditada se a outra não
unidade de disco rígido ATA. Estas placas são for debitada pelo mesmo valor. Uma transação
normalmente placas ISA. Ver também ATA, ISA. atómica envolveria a gravação do crédito numa
ATA/IDE hard disk drive unidade de disco rígido base de dados e a gravação do débito
ATA/IDE s. f. Unidade de disco concebida para correspondente na outra. Se qualquer operação da
integrar o controlador na própria unidade, transação falhar, a transação é interrompida

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audio output port

abruptamente e quaisquer alterações às de marcação, como o SGML e o HTML, é um par


informações são anuladas. Ver também transaction de valor-nome no seio de um elemento delimitado,
processing. que modifica determinadas características desse A
at sign arroba s. f. Ver @. elemento. Ver também HTML, SGML.
attached document documento anexado s. m. ATX s. m. Especificação para arquitecturas de
Ficheiro de texto ASCII ou ficheiro binário, placas principais para PC, com capacidades de
nomeadamente um documento criado num áudio e vídeo incorporadas, introduzida pela Intel
sistema de processamento de texto, que vai em 1995. O ATX suporta placas USB e de
incluído numa mensagem de correio electrónico comprimento total em todos os encaixes. Ver
como anexo. O ficheiro é geralmente codificado também board, motherboard, specification
utilizando uuencode, MIME ou BinHex. A maioria (definição 2), USB.
dos programas de correio electrónico codifica audio áudio adj. Relativo a frequências que se
automaticamente um documento anexado para ser situam dentro dos limites perceptíveis pelo ouvido
enviado junto com uma mensagem. O destinatário humano – desde cerca de 15 a 20 000 hertz (ciclos
deve ter um programa de correio electrónico capaz por segundo). Ver também audio response,
de descodificar o documento anexado ou tem de synthesizer.
utilizar um utilitário à parte para o descodificar. audio board placa de som s. f. Ver audio card.
Ver também ASCII, binary file, BinHex1, MIME, audio card placa de som s. f. Placa de expansão que
uuencode1. converte sinais de áudio analógicos, provenientes
attached processor processador acoplado s. m. de um microfone, fita de som ou de outra fonte, em
Processador secundário ligado a um sistema sinais digitais que possam ser armazenados sob a
informático, como um processador de subsistema forma de um ficheiro de áudio, convertendo
de teclado ou de vídeo. também ficheiros de áudio em sinais eléctricos que
attenuation atenuação s. f. Enfraquecimento de um possam ser reproduzidos através de uma coluna de
sinal transmitido, como um sinal digital ou um som. A maioria das placas de som suporta MIDI.
sinal eléctrico, à medida que se distancia da As placas de som permitem aos utilizadores ouvir
respectiva origem. A atenuação é normalmente o som proveniente de CD-ROM e outros meios de
medida em decibéis e, por vezes, torna-se desejável armazenamento ou da Internet. Ver também MIDI.
(por exemplo, quando a intensidade do sinal é audiocast difusão de áudio s. f. Transmissão de um
electronicamente reduzida pelo controlo de volume sinal de áudio utilizando protocolos IP. Ver
de um rádio) para evitar sobrecarga. também IP.
attribute atributo s. m. 1. Num registo de base de audio compression compressão de áudio s. f.
dados, é o nome ou estrutura de um campo. Por Método para reduzir a intensidade global de um
exemplo, os ficheiros APELIDO e TELEFONE sinal de áudio limitando a quantidade de distorção
seriam atributos de cada registo pertencente a uma aparente quando o sinal é reproduzido através de
base de dados de telefones, tal como o seriam o uma coluna de som ou transmitido através de uma
tamanho de um campo ou o tipo de informação ligação de comunicação.
que ele contém. 2. Nos monitores, é um elemento audio output saída de som s. f. Ver audio response.
de informação adicional, armazenado com cada audio output port porta de saída do som s. f.
carácter na memória intermédia de vídeo de uma Circuito composto por um conversor digital para
placa de vídeo em execução no modo de analógico, que transforma sinais do computador
caracteres. Estes atributos controlam as cores de em sons audíveis. É utilizado em conjunto com um
fundo e de primeiro plano do carácter, do amplificador e uma coluna de som. Ver também
sublinhado e da intermitência. 3. Nas linguagens digital-to-analog converter.

© McGraw-Hill 23
audio response

audio response resposta de áudio s. f. Qualquer som garantir aos utilizadores finais que o código é
produzido por um computador, nomeadamente, proveniente do programador original e não foi
uma saída de voz produzida por um computador em alterado. O Authenticode deixa os utilizadores
resposta a um determinado tipo de entrada. Este finais decidirem por si próprios se querem ou não
tipo de saída pode ser gerado utilizando uma aceitar os componentes de software colocados na
combinação de palavras a partir de um vocabulário Internet antes de começar a transferência. Ver
digitalizado ou através da síntese de palavras em também ActiveX controls, Internet Explorer,
tabelas de fonemas. Ver também phoneme. security.
Audio Video Interleaved AVI s. m. Ver AVI. author programar v. 1. Criar um produto para
auditing auditoria s. f. Processo que um sistema implementação através de tecnologia informática.
operativo utiliza para detectar e registar eventos 2. Escrever um programa de computador.
relacionados com a segurança, tais como a 3. Integrar componentes de multimédia (imagens,
tentativa de criar, aceder ou eliminar objectos texto e áudio). 4. Escrever códigos HTML para
como ficheiros ou directórios. Os registos de tais gerar uma página da Web. 5. Em linguagem vulgar,
acontecimentos são armazenados num ficheiro de “to author” significa escrever uma obra literária ou
registo de segurança, um ficheiro cujo conteúdo uma peça jornalística; no ciberespaço, “to write”
apenas está disponível para quem tenha a devida é “fornecer conteúdo”; consequentemente,
autorização. Ver também security log. “to author”, no sentido tradicional, significa ser
audit trail registo de auditoria s. m. Em informática, um “fornecedor de conteúdo”.
é uma forma de registar todas as actividades que authoring language linguagem de autoria s. f.
afectam uma determinada informação, como um Linguagem de computador ou sistema de
registo de dados, desde o momento em que ela é desenvolvimento de aplicações concebido
introduzida num sistema até ao momento da sua sobretudo para a criação de programas, bases de
remoção. Um registo de auditoria permite dados e material para o ensino assistido por
documentar, por exemplo, quem fez alterações computador. Ver também CAI.
num determinado registo e quando. authoring system sistema de autoria s. m. Software
AUP s. f. Ver acceptable use policy. de aplicações que permite ao utilizador criar e
authentication autenticação s. f. Num sistema formatar um documento para um determinado
operativo de múltiplos utilizadores ou de rede, é o tipo de ambiente informático. Um sistema de
processo pelo qual o sistema valida os dados de autoria, sobretudo para o trabalho em multimédia,
início de sessão de um utilizador. O nome de consiste frequentemente em várias aplicações no
utilizador e a palavra-passe são verificados numa âmbito de uma única aplicação controladora. Ver
lista de elementos autorizados e, se o sistema também authoring language.
detectar correspondência, o acesso é concedido, authorization autorização s. f. Em informática,
mas dentro dos limites especificados para o sobretudo em computadores remotos numa rede,
utilizador em causa na lista de autorizações. Ver é o direito concedido a um indivíduo para utilizar
também logon, password, permission, user account, o sistema e os dados nele armazenados.
user name. A autorização é geralmente configurada por um
Authenticode s. m. Função de segurança do administrador de sistema, sendo verificada pelo
browser da Microsoft, o Internet Explorer. computador com base num tipo de identificação
O Authenticode permite aos fornecedores de dos utilizadores, como seja um código numérico
código executável transferido da Web (plug-ins ou ou uma palavra-passe. Também designada por
controlos ActiveX, por exemplo) anexar privilégios de acesso, permissão. Ver também
certificados digitais aos seus produtos, para network, system administrator.

24 © McGraw-Hill
Auto PC

authorization code código de autorização s. m. Ver automatic error correction correcção automática
password. de erros s. f. No momento da detecção de um erro
auto answer resposta automática s. f. Ver answer mode. interno de processamento ou de transmissão de A
autoattendant atendedor automático s. m. Termo dados, é o processo que chama uma rotina
utilizado para descrever um sistema de concebida para corrigir o erro ou para repetir a
computadores que substitui o operador de PBX operação.
tradicional, orientando as chamadas para as automatic system reconfiguration reconfiguração
extensões correctas ou gravadores de chamadas. automática do sistema s. f. Automatização da
Os sistemas de atendimento automático podem configuração por parte do sistema, de modo a
possuir menus numéricos ou funções de aceitar uma alteração realizada no software ou no
reconhecimento de voz, para reenviar as chamadas hardware. Sigla: ASR.
para os destinos correctos. Os sistemas de Automation Automatização s. f. Adopção de um
atendimento automático são diferentes dos sistema ou ferramenta mecânica ou electrónica
sistemas de resposta por voz que de facto para executar uma tarefa automaticamente, assim
interagem com os utilizadores. Num sistema reduzindo ou eliminando a intervenção humana.
interactivo por voz, o utilizador efectua comandos Anteriormente denominada OLE Automation.
por voz que geram respostas por tom ou por É uma tecnologia desenvolvida pela Microsoft, que
reconhecimento de voz. O único objectivo do permite que uma aplicação exponha os objectos e
atendedor automático é redireccionar as suas propriedades para que sejam usados por
chamadas; não existe “diálogo” entre o computador outras aplicações por exemplo, deste modo uma
e o utilizador. folha de cálculo pode permitir que um processador
auto dial marcação automática s. f. Função que de texto apresente e manipule um gráfico.
permite ao modem abrir uma linha telefónica e A aplicação que expõe um objecto para utilização é
iniciar uma chamada, transmitindo um número de designada por servidora; a aplicação que manipula
telefone armazenado como uma série de impulsos o objecto é designada por cliente. A automatização
ou tons. pode ser quer local quer remota (num computador
AUTOEXEC.BAT s. m. Ficheiro de comandos para de outro ponto da rede). Foi concebida
uma utilização específica, contendo comandos que essencialmente para ser utilizada por linguagens
são automaticamente realizados pelo sistema de alto nível, como o Microsoft Visual Basic e
operativo MS-DOS quando o computador é Microsoft Visual C++. Ver também ActiveX controls,
iniciado ou reiniciado. Criado pelo utilizador ou OLE.
(em versões mais recentes do MS-DOS) pelo automonitor controlo automático s. m. Processo ou
sistema operativo no momento da instalação do função do sistema capaz de avaliar o estado do seu
sistema, o ficheiro contém comandos de arranque próprio ambiente interno.
básicos, que ajudam a configurar o sistema de Auto PC s. m. Sistema de informações e
acordo com os dispositivos instalados e as entretenimento para ser utilizado em automóveis.
preferências do utilizador. Desenvolvido pela Microsoft e incluindo o
auto-key repetição automática s. f. Ver typematic. Microsoft Windows CE (sistema operativo
automatic answering atendimento automático s. m. compatível com o Windows e concebido para
Ver answer mode. pequenos sistemas), o Auto PC inclui tecnologia de
automatic data processing processamento reconhecimento de voz, para permitir aos
automático de dados s. m. Ver data processing. utilizadores recorrer a comandos falados, para
automatic dialing marcação automática s. f. Ver tarefas como o acesso a uma base de dados de
auto dial. contactos (nomes, endereços, números), chamadas

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AutoPlay

de correio electrónico ou notícias do trânsito, funcionar no momento da ligação do sistema à


controlo do sistema de áudio ou obtenção de corrente, da sua activação ou de outro
direcção para o seu destino. O Auto PC cabe no acontecimento previamente estabelecido. Ver
tablier, no espaço normalmente ocupado pelo também AUTOEXEC.BAT, autorestart, boot2,
rádio. Ver também voice recognition, Windows CE. power up.
AutoPlay Reprodução automática s. f. Funciona- autotrace s. m. Função de um programa de desenho
lidade que permite ao Windows 95 iniciar auto- que desenha linhas ao longo das extremidades de
maticamente a execução de um CD-ROM. uma imagem de mapa de bits para convertê-la
Quando um CD é inserido na unidade de CD-ROM, numa imagem orientada para objectos. Ver
o Windows 95 procura um ficheiro AUTORUN.INF também bitmapped graphics, object-oriented
no CD. Se o ficheiro for localizado, o Windows 95 graphics.
abre esse ficheiro e normalmente configura uma AUX Nome de dispositivo lógico referente a um
aplicação a partir do CD-ROM no disco rígido dispositivo auxiliar. É um nome reservado pelo
do computador ou inicia a aplicação depois sistema operativo MS-DOS para o dispositivo
de instalada. Se se tratar de um CD de som, auxiliar padrão. AUX refere-se normalmente à
o Windows 95 inicia automaticamente a aplicação primeira porta-série de um sistema, também
Leitor de CD e reproduz o CD. designada por COM1.
auto-repeat repetição automática s. f. Ver typematic. auxiliary equipment equipamento auxiliar s. m.
autorestart reinicialização automática s. f. Processo Ver peripheral.
ou função do sistema que pode reiniciar auxiliary storage armazenamento auxiliar s. m.
automaticamente o sistema após a ocorrência de Qualquer meio de armazenamento, como um disco
determinados tipos de erro ou de uma falha de ou uma fita, cujo acesso não se faz directamente
corrente. através do microprocessador do computador da
autosave guardar automaticamente v. Função do mesma forma que a memória de acesso aleatório
programa que guarda automaticamente um (RAM). Estes meios são normalmente referidos
ficheiro aberto num disco ou outro meio, a como o armazenamento ou o armazenamento
intervalos predefinidos ou após um determinado permanente; e os chips da RAM, que o micropro-
número de toques de tecla, para garantir que as cessador utiliza directamente para o armazena-
alterações feitas num documento sejam mento temporário, são referidos como a memória.
periodicamente guardadas. availability disponibilidade s. f. Em termos de
autosizing dimensionamento automático s. m. processamento, é a possibilidade de aceder a um
Capacidade de um monitor para aceitar sinais a sistema de computador ou de um recurso, como a
uma determinada resolução e apresentar a imagem impressora, no que respeita à sua utilização ou à
noutra resolução. Um monitor capaz de percentagem de tempo durante o qual o uso do
dimensionar uma imagem automaticamente dispositivo se torna necessário.
mantém a relação altura/largura, mas amplia ou available time tempo disponível s. m. Ver uptime.
reduz a imagem por forma a caber no espaço avatar s. m. 1. Em ambientes de realidade virtual
disponível. Ver também monitor, resolution (como é o caso de alguns tipos de “salas de
(definição 1). conversação” na Internet), é a representação gráfica
autostart routine rotina de inicialização de um utilizador. Um avatar é normalmente uma
automática s. f. Processo pelo qual um sistema ou imagem ou animação genérica de um ser humano,
dispositivo é automaticamente preparado para uma fotografia ou caricatura do utilizador, uma

26 © McGraw-Hill
axis

imagem ou animação de um animal ou um objecto RIFF (Resource Interchange File Format) da


escolhido pelo utilizador para representar a sua Microsoft.
“identidade” em termos de realidade virtual. 2. Ver axis eixo s. m. Num gráfico ou outro sistema A
superuser. bidimensional com coordenadas, é a linha
.avi Extensão de ficheiro que identifica um ficheiro horizontal (eixo dos X) ou a linha vertical (eixo
de dados audiovisual intercalado, no formato RIFF dos Y) que serve como referência para a
da Microsoft. Ver também AVI. representação de pontos. Num sistema de
AVI s. m. Sigla de Audio Video Interleaved. Formato coordenadas tridimensional, é utilizada uma
de ficheiro multimédia do Windows, para som e terceira linha (eixo dos Z), para representar a
imagens em movimento, que utiliza a especificação profundidade. Ver também coordinate.

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B
b1 Abreviatura de binário. servidor. Ver também client/server architecture.
b2 s. m. 1. Abreviatura de bit. 2. Abreviatura de baud. Comparar com front end.
B s. m. Abreviatura de byte. back-end processor processador back-end s. m.
B: 1. Identificador de uma segunda unidade de 1. Processador servo que realiza uma tarefa
disquetes no MS-DOS ou outros sistemas especializada, como, por exemplo, permitir o
operativos. 2. Identificador de uma única unidade acesso rápido a uma base de dados, libertando
de disquete, quando usada como unidade o processador principal para a execução de outro
secundária. trabalho. Este tipo de tarefa é considerada como
backbone s. m. 1. Rede de transmissão de sendo “back-end” porque está subordinada à
comunicações que transporta o tráfego principal principal função do computador. 2. Processador
entre redes mais pequenas. As principais redes da que manipula os dados que lhe são enviados por
Internet, incluindo as portadoras de comunicação, outro processador; por exemplo, um processador
como o Sprint e o MCI, podem abranger milhares gráfico de alta velocidade que coloca imagens num
de quilómetros, utilizando repetidoras de monitor de vídeo em resposta a comandos que lhe
microondas e linhas dedicadas. 2. Redes mais são devolvidos pelo processador principal.
pequenas (comparativamente à totalidade da Comparar com coprocessador.
Internet) que executam a maior parte da background1 de segundo plano adj. Relativo a
comutação de pacotes, na comunicação da processos ou tarefas que fazem parte de um
Internet. Hoje em dia, estas redes mais pequenas sistema operativo ou de um programa e que se
consistem nas que foram originalmente desenrolam sem qualquer interacção com o
desenvolvidas para constituir a Internet – as redes utilizador, enquanto este executa outra tarefa.
de computador dos institutos de investigação e Atribui-se aos processos ou tarefas de segundo
educação dos Estados Unidos. Ver também packet plano uma prioridade mais baixa na distribuição
switching. 3. Numa rede, são os cabos que de tempo do microprocessador em relação às
transportam o principal tráfego de comunicação. tarefas de primeiro plano, permanecendo
Numa rede local, um backbone pode ser um bus. invisíveis ao utilizador, a menos que este solicite
Também designado por collapsed backbone. uma actualização ou traga a tarefa para o primeiro
back door s. f. Meio de obter acesso a um programa plano. Em geral, apenas os sistemas operativos
ou sistema contornando os controlos de segurança. multitarefa são capazes de suportar o
Os programadores incorporam muitas vezes uma processamento de segundo plano, embora alguns
back door no software em desenvolvimento, para sistemas que não suportam o modo multitarefa
que possam corrigir os erros. Se a back door se possam executar um ou mais tipos de tarefas de
tornar conhecida de outras pessoas ou se não for segundo plano, como por exemplo, a impressão. Ver
removida antes de o software ser comercializado, também multitasking. Comparar com foreground1.
representa um risco de segurança. Também background2 fundo s. m. 1. Cor contra a qual se
designada por trapdoor. apresentam caracteres e gráficos, como é o caso de
back end s. m. Numa aplicação cliente/servidor, um fundo branco para caracteres pretos. Comparar
designa a parte do programa que é executada no com foreground2 (definição 1). 2. Cores, texturas,

28 © McGraw-Hill
backup and restore

padrões e imagens que compõem a superfície do especificações de caminho do MS-DOS e do


Ambiente de trabalho ou de uma página Web, sobre Windows. Quando utilizada como primeiro
os quais se coloca texto, ícones, botões, barras de carácter, significa que a especificação de caminho

B
menu, barras de ferramentas e outros itens. Ver começa no nível mais elevado da unidade de disco
também wallpaper. 3. Condição de uma janela em questão. Ver também path (definição 3).
aberta, mas actualmente inactiva num ambiente de Backspace key tecla de retrocesso s. f. 1. Nos
janelas. Ver também inactive window. Comparar teclados IBM e compatíveis, é a tecla que move o
com foreground2 (definição 2). cursor para a esquerda, um carácter de cada vez,
background noise ruído de fundo s. m. Ruído normalmente eliminando cada carácter à medida
inerente a uma linha ou circuito, independen- que o cursor se vai deslocando. 2. Nos teclados
temente da presença de um sinal. Ver também Macintosh, é a tecla (designada por Delete, em
noise. alguns deles) que elimina o texto actualmente
background printing impressão em segundo plano seleccionado ou, caso não haja texto seleccionado,
s. f. Processo de enviar um documento para uma que elimina o carácter à esquerda do ponto de
impressora ao mesmo tempo que o computador inserção (cursor).
executa outra(s) tarefa(s). backup cópia de segurança s. f. Cópia de um
background processing processamento em segundo programa, disco ou dados, destinada a ser
plano s.m. Execução de determinadas operações, arquivada ou a salvaguardar ficheiros valiosos,
por parte do sistema operativo ou de um caso os originais sejam danificados ou destruídos.
programa, durante os momentos de baixa Uma cópia de segurança é uma cópia de garantia.
actividade da tarefa principal (de primeiro plano). Alguns programas fazem cópias de segurança de
Exemplo de processamento em segundo plano é ficheiros de dados automaticamente, mantendo a
quando um programa de processamento de texto versão actual e a versão anterior no disco. Também
vai imprimindo um documento durante o tempo designada por ficheiro de segurança.
que decorre entre os toques de tecla do utilizador. back up 1. fazer cópia de segurança v. Fazer uma
Ver também background1. cópia de um programa, disco ou dados. Ver
background task tarefa de segundo plano s. f. Ver também backup. 2. retroceder v. Regressar a um
background1. determinado estado estável anterior, como o estado
back-lit display monitor com luz de fundo s. m. em que se sabe que uma base de dados está
Monitor LCD que utiliza uma fonte de luz por trás completa e coerente.
do ecrã, para realçar a nitidez das imagens e a backup and recovery cópia de segurança e
legibilidade, sobretudo em ambientes com muita recuperação s. f. Estratégia, disponível em muitos
iluminação. sistemas de gestão de bases de dados, que permite
back panel painel posterior s. m. Painel na parte de que uma base de dados seja recuperada sob a
trás da caixa do computador, através do qual se faz forma da mais recente e completa unidade de
a maior parte das ligações às fontes de alimentação trabalho (transacção) após a inutilização da base
externas e aos periféricos. de dados devido a um erro de software ou
backplane placa principal s. f. Placa de circuito hardware. O processo começa com a cópia de
impresso ou estrutura que suporta outras placas segurança mais recente da base de dados. Depois,
de circuito impresso, dispositivos e interligações o sistema lê o ficheiro de alterações ou o registo de
entre os dispositivos, além de fornecer energia e transacções e recupera as transacções registadas.
sinais de dados aos dispositivos suportados. Ver também backup, change file.
backslash barra invertida, contrabarra s. f. Carácter backup and restore cópia de segurança e
(\) utilizado para separar nomes de directório nas restauração s. f. Processo de manutenção dos

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backup copy

ficheiros de segurança, colocando-os novamente bandwidth on demand largura de banda a pedido


no meio de origem, se necessário. s. f. Nas telecomunicações, é a capacidade de
backup copy cópia de segurança s. f. Ver backup. aumentar a produtividade de um canal, em
backup file ficheiro de segurança s. m. Ver backup. incrementos, de acordo com as exigências do canal
bacterium bactéria s. f. Tipo de vírus de em questão. Ver também bandwidth, channel
computador que se reproduz repetidamente, (definição 2), throughput.
acabando por dominar todo o sistema. Ver também bank banco s. m. 1. Qualquer grupo de dispositivos
virus. eléctricos similares, ligados uns aos outros com o
bad sector sector danificado s. m. Sector de disco propósito de serem utilizados como um único
que não pode ser utilizado para o armazenamento dispositivo. Por exemplo, é possível ligar vários
de dados, geralmente devido à danificação ou a transístores, dispostos em linhas/colunas, dentro
imperfeições no meio. Localizar, assinalar e evitar de um chip, para formar memória. 2. Secção da
os sectores danificados num disco são tarefas memória, normalmente com um tamanho que
realizadas pelo sistema operativo do computador. permita à CPU poder endereçar. Por exemplo, um
Um utilitário de formatação de discos também processador de 8 bits pode endereçar 65.536 bytes
pode localizar e assinalar sectores danificados de memória; por isso, um banco de memória de
num disco. 64 KB é o maior que o processador pode endereçar
bad track pista danificada s. f. Pista de um disco de uma só vez. Ver também bank switching, page
rígido ou disquete, identificada como tendo um (definição 2).
sector defeituoso, sendo, consequentemente, bank switching comutação de bancos s. f. Método
contornada pelo sistema operativo. Ver também para expandir a RAM disponível no computador,
bad sector. comutando entre bancos de chips de RAM que
.bak Ficheiro auxiliar, criado automaticamente ou partilham uma gama de endereços de memória, a
através de um comando, que contém a segunda qual é definida antes do início da comutação. Só se
versão mais recente de um ficheiro, tendo o mesmo pode aceder directamente a um banco de cada vez;
nome e a extensão .bak. Ver também backup. quando um banco não está activo, ele retém tudo o
band banda s. f. 1. Na impressão de imagens que nele estiver armazenado. Para que outro banco
gráficas, é a porção rectangular de um gráfico possa ser utilizado, o sistema operativo,
enviada pelo computador para a impressora. A o controlador ou o programa tem de
divisão do gráfico em bandas evita que a explicitamente transmitir um comando ao
impressora tenha de reconstruir toda uma imagem hardware, para que a comutação ocorra. Dado que
na memória antes de a imprimir. 2. Na área das a comutação demora tempo, as operações que
comunicações, é um intervalo contíguo de requerem muita memória são mais demoradas
frequências utilizado para um objectivo específico, quando realizadas com a memória comutada do
como, por exemplo, emissões de rádio ou de que com a memória principal. A memória
televisão. comutada assume normalmente a forma de uma
bandwidth largura de banda s. f. 1. Diferença entre placa de expansão, que se insere numa ranhura na
a frequência mais alta e a frequência mais baixa placa principal.
que um sistema de comunicação analógico é capaz banner faixa, banner s. f. Secção de uma página
de passar. Por exemplo, um telefone tem uma Web que contém um anúncio, com cerca de três
largura de banda de 3000 Hz: a diferença entre a centímetros ou menos em altura e a toda a largura
frequência mais baixa (300 Hz) e a mais alta da página. A faixa contém uma ligação ao Web site
(3300 Hz) que ele é capaz de transportar. 2. do anunciante.
Capacidade de transferência de dados de um banner page página de faixa s. f. 1. Página de título
sistema de comunicação digital. que pode ser adicionada a uma impressão pela

30 © McGraw-Hill
batch file

maior parte dos spoolers de impressão. Este tipo transmitem quando o canal não está ocupado.
de página costuma incluir os dados de identificação Cada mensagem é enviada como um pacote com
da conta, o comprimento da tarefa e os dados do informações sobre os computadores de origem e

B
spooler de impressão, sendo sobretudo utilizada de destino e os dados da mensagem. As redes de
para separar tarefas de impressão. Ver também banda-base operam dentro de limites curtos (cerca
print spooler. 2. Em termos de software, designa de 3 quilómetros no máximo) e a velocidades entre
um ecrã inicial utilizado para identificar um 50 Kbps e 16 Kbps. Porém, os processos de
produto e apresentar os respectivos produtores. recepção, verificação e conversão de uma
bare bones com funcionalidade mínima adj. mensagem aumentam o tempo da transmissão,
Puramente funcional; desprovido de funções reduzindo a produtividade. Ver também coaxial
suplementares. As aplicações bare bones facultam cable, multiplexing, packet (definição 2),
apenas as funções mais básicas necessárias à throughput, twisted-pair cable. Comparar com
realização de uma determinada tarefa. Da mesma broadband network.
forma, um computador bare bones inclui o baseline linha de base s. f. Na impressão e
mínimo de hardware ou é vendido a retalho sem apresentação de caracteres no ecrã, é uma linha
periféricos e apenas com o sistema operativo (mais horizontal imaginária pela qual se alinha a base de
nenhum software). cada carácter. Ver também font.
base base s. f. Em matemática, é o número de base memory memória base s. f. Ver conventional
algarismos de um determinado sistema numérico. memory.
Nos microcomputadores, utilizam-se normalmente base RAM RAM base s. f. Ver conventional
quatro sistemas numéricos designados por binário, memory.
octal, decimal e hexadecimal. Cada um baseia-se Basic ou BASIC s. m. Sigla de Beginner’s
num número de algarismos diferente: 2, 8, 10 e 16, All-purpose Symbolic Instruction Code.
respectivamente. Ver também binary, hexadecimal, Linguagem de programação de alto nível,
octal. desenvolvida em meados da década de 60 por John
base-2 de base 2 adj. Ver binary. Kemeny e Thomas Kurtz. É geralmente
base-8 de base 8 adj. Ver octal. considerada uma das linguagens de programação
base-10 de base 10 adj. Relativo ao sistema numérico mais fáceis de aprender. Ver também Visual Basic.
decimal. Basic Rate Interface BRI s. m. Ver BRI.
base-16 de base 16 adj. Ver hexadecimal. .bat Extensão de ficheiro que identifica um ficheiro
baseband de banda-base adj. Relativo a sistemas de programa batch. No MS-DOS, os ficheiros .bat
de comunicação em que o meio de transmissão são ficheiros executáveis que contêm chamadas a
(um fio ou um cabo de fibra óptica) transporta outros ficheiros de programa. Ver também batch
uma única mensagem de cada vez, sob a forma file.
digital. A comunicação de banda-base é utilizada batch lote s. m. Grupo de documentos ou registos
em redes locais, como a Ethernet e a Token Ring. de dados que são processados como uma unidade.
Ver também Ethernet (definição 1), fiber optics, Ver também batch processing.
Token Ring network. Comparar com broadband. batch file ficheiro de comandos s. m. Ficheiro de
baseband network rede de banda-base s. f. Tipo de texto ASCII com uma sequência de comandos do
rede local em que as mensagens são transportadas sistema operativo. Quando o utilizador introduz o
sob forma digital, num único canal de transmissão, nome de um ficheiro de comandos na linha de
entre máquinas ligadas por meio de cabos coaxiais comandos, os comandos são processados
ou cabos de par entrançado. Geralmente, os sequencialmente. Também designado por programa
computadores numa rede de banda-base apenas batch. Ver também AUTOEXEC.BAT, .bat.

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batch file transmission

batch file transmission transmissão de ficheiros em operacional aquando da ocorrência de um corte na


lote s. f. Transmissão de múltiplos ficheiros através corrente principal, como é o caso da alimentação
de um único comando. Sigla: BFT. do relógio e calendário do computador e da RAM
batch processing 1. processamento de ficheiros de especial que armazena as informações importantes
comandos s. m. Execução de um ficheiro de do sistema entre as sessões de utilização. Ver
comandos. Ver também batch file. 2. processamento também UPS.
em lote s. m. Prática de adquirir programas e battery meter voltímetro s. m. Dispositivo utilizado
conjuntos de dados de utilizadores, executando-os para medir a corrente (capacidade) de uma célula
isoladamente ou vários de cada vez e fornecendo, eléctrica.
em seguida, os resultados aos utilizadores. baud s. m. Uma mudança de sinal por segundo,
3. processamento em lote s. m. Prática de ordenar mais frequentemente uma medida de velocidade
transacções durante um período de tempo antes da transmissão de dados de um modem. Ver
de serem colocadas num ficheiro principal, também baud rate.
normalmente através de uma operação individual baud rate velocidade de transmissão em baud s. f.
levada a cabo à noite. Comparar com transaction Velocidade a que um modem pode transmitir
processing. dados. A taxa de transmissão equivale ao número
batch program programa batch s. m. Programa que de acontecimentos ou mudanças de sinal que
é executado sem qualquer interacção com o ocorrem num segundo e não ao número de bits
utilizador. Ver também batch file. Comparar com transmitidos por segundo (bps). Nas
interactive program. comunicações digitais de alta velocidade, um
batch system sistema batch s. m. Sistema que acontecimento pode mesmo codificar mais de um
processa dados em grupos distintos de operações bit e os modems são designados em termos de bits
previamente agendadas em vez de por segundo, que é uma designação mais exacta do
interactivamente ou em tempo real. que a designação em bauds. Por exemplo, um
battery bateria s. f. Duas ou mais pilhas numa modem de 9600 bauds funciona, na realidade,
embalagem que produz corrente eléctrica quando a 2400 bauds, mas transmite 9600 bits por
dois eléctrodos no interior desse invólucro entram segundo pelo facto de codificar 4 bits por
em contacto com um electrólito. Nos acontecimento (2400 × 4 = 9600); portanto,
computadores pessoais, as baterias são utilizadas corresponde a um modem de 9600 bps. Comparar
como uma fonte de energia auxiliar, quando a com bit rate, transfer rate.
corrente da rede principal é desligada, como uma bay compartimento s. m. Prateleira ou abertura
fonte de alimentação para computadores portáteis utilizada para a instalação de equipamento
e de bolso (são utilizadas baterias recarregáveis) e electrónico – por exemplo, o espaço reservado nas
para manter o funcionamento do relógio interno e caixas dos microcomputadores para outras
dos circuitos responsáveis pela parte da memória unidades de disco, unidades de CD-ROM ou outro
de acesso aleatório que armazena as informações equipamento. Ver também drive bay.
importantes do sistema. Ver também lead ion BBL Sigla de be back later (volto mais tarde).
battery, lithium ion battery, nickel cadmium Expressão utilizada com frequência nos serviços
battery, nickel metal hydride battery, RAM. de conversação, para indicar que um determinado
battery backup reserva de bateria s. f. 1. Fonte de participante vai abandonar o fórum de debate
alimentação accionada por bateria, utilizada como temporariamente, mas que pretende voltar mais
fonte de electricidade auxiliar na eventualidade de tarde. Ver também chat1 (definição 1).
uma falha de energia. 2. Qualquer utilização de BBS s. m. 1. Sigla de bulletin board system. Sistema
uma bateria com vista a manter o circuito de computador equipado com um ou mais

32 © McGraw-Hill
BeOS

modems ou outro meio de acesso à rede e que itens, de modo a acelerar o processo de devolução
serve como centro de distribuição de mensagens e dos dados à CPU do computador. A BEDO DRAM
de informação para os utilizadores remotos. tira partido do facto de os pedidos à memória se

B
Normalmente, os BBS concentram-se em tópicos e referirem normalmente a endereços sequenciais.
interesses especiais. Podem oferecer acesso A BEDO DRAM não funciona bem com
gratuito, um acesso baseado em pagamentos ou velocidades de barramento superiores a 66 MHz.
uma combinação de ambos. Os utilizadores fazem No entanto, uma vez acedido o primeiro endereço
a ligação a um BBS e colocam mensagens de memória, pode processar os três endereços
destinadas a outros utilizadores de BBS que se seguintes a 10 ns cada. Ver também dynamic RAM,
encontram em áreas especiais. Muitas EDO DRAM.
BBS também permitem aos utilizadores conversar benchmark1 teste de desempenho s. m. Teste
online, enviar correio electrónico, transferir utilizado para medir o desempenho do hardware
ficheiros que incluam freeware e shareware, bem ou do software. Os padrões de desempenho para
como aceder à Internet. Muitas empresas de hardware utilizam programas que testam as
software e hardware gerem os seus próprios BBS capacidades do equipamento – por exemplo,
para clientes, as quais incluem informações a velocidade a que a CPU é capaz de executar
comerciais, assistência técnica e actualizações e instruções. Os padrões de desempenho para
correcções de software. 2. Sigla de be back soon software determinam a eficácia, a exactidão ou a
(volto em breve). Expressão de estenografia velocidade de um programa na realização de uma
utilizada com frequência em grupos de discussão tarefa específica, como a actualização de cálculos
na Internet por um participante que se pretende de dados numa folha de cálculo. São utilizados os
despedir temporariamente do resto do grupo. mesmos dados para cada programa testado, de
bcc s. f. Sigla de blind courtesy copy (com cópia forma a que as classificações resultantes possam
oculta). Característica dos programas de correio ser comparadas, para ver quais os programas que
electrónico que permite ao utilizador enviar uma funcionam bem e em que áreas.
cópia de uma mensagem de correio electrónico a benchmark2 realizar testes de desempenho v. Medir
um destinatário sem informar os outros o desempenho do hardware ou do software.
destinatários desse envio. Normalmente, o benign virus vírus benigno s. m. Programa que
endereço do destinatário é introduzido num revela propriedades de um vírus, como a
campo designado por bcc: no cabeçalho da auto-reprodução, mas que não danifica o sistema
mensagem. Ver também e-mail1 (definição 1), mail informática infectado.
header. Comparar com cc. BeOS s. m. Sistema operativo desenvolvido pela
B channel canal B s. m. Abreviatura de Bearer Be Inc., que pode ser executado em sistemas
channel. Um dos canais de comunicações de PowerPC e nos computadores BeBox criados pela
64-Kbps que transporta os dados, num circuito empresa. O BeOS foi criado para suportar
RDIS. Uma linha de acesso básico RDIS tem dois tamanhos de ficheiros grandes e ter uma grande
canais B e um canal D (dados). Uma linha de capacidade de processamento de formatos digitais
acesso primário RDIS tem 23 canais B (na América e para a Internet. É um sistema operativo orientado
do Norte) ou 30 canais B (na Europa) e um canal D. por objectos e com multithreading e pode ser
Ver também BRI, D channel, ISDN. executado em sistemas de multiprocessamento
bearer channel s. m. Ver B channel. simétrico com dois ou mais processadores. Tal
BEDO DRAM s. f. Tipo de RAM dinâmica (DRAM) como outros sistemas operativos, o BeOS fornece
EDO (extended-data-out) que trata as multitarefa preemptiva, memória virtual e
transferências de memória em conjuntos de quatro protecção da memória. Também fornece

© McGraw-Hill 33
Bernoulli box

capacidades de entrada/saída de alto desempenho, bidirectional parallel port porta paralela


um sistema de ficheiros de 64-bits que pode bidireccional s. f. Interface que suporta a
suportar ficheiros até vários terabytes e um vasto comunicação paralela em duas direcções entre um
número de funções relacionadas com a Internet, dispositivo e um computador.
incluindo o correio e serviços da Web. bidirectional printing impressão bidireccional s. f.
Bernoulli box caixa de Bernoulli s. f. Unidade de Capacidade de uma impressora de percussão ou de
disco amovível para computadores pessoais, que jacto de tinta para imprimir da esquerda para a
utiliza um cartucho não-volátil e que possui uma direita e da direita para a esquerda. A impressão
elevada capacidade de armazenamento. bidireccional aumenta substancialmente a
beta1 adj. Relativo ao software ou hardware que velocidade, dado que não se perde tempo a enviar a
ainda constituem a versão beta. Ver também beta2. cabeça de impressão para o início da linha seguinte,
beta2 versão beta s. f. Produto novo de software ou mas pode reduzir a qualidade de impressão.
hardware ou produto actualizado que está pronto big red switch interruptor de ligar/desligar s. m.
para ser distribuído a utilizadores com vista a ser Interruptor para ligar e desligar o computador,
testado. Ver também beta test. considerado uma espécie de interrupção de último
beta test teste beta s. m. Teste de um software que recurso. Nos computadores pessoais IBM e em
ainda se encontra em desenvolvimento, realizado muitos outros, é grande e vermelho. A utilização
através da utilização do software pelos próprios deste interruptor equivale a uma interrupção
utilizadores. Num teste beta, o produto é enviado (interrupt) de último recurso, porque elimina
para potenciais clientes seleccionados e todos os dados na RAM e pode danificar o disco
utilizadores finais importantes (conhecidos como rígido. Sigla: BRS.
sites beta), que testam a sua funcionalidade e Biometric biométrica s. f. Ciência que mede e
notificam quaisquer erros operacionais ou de analisa as características biológicas humanas.
utilização (bugs) detectados. O teste beta constitui Em informática, a biométrica está relacionada com
normalmente um dos últimos passos do técnicas de autenticação e segurança, que se
desenvolvimento do software, antes da baseiam em marcas biológicas individuais e
comercialização do produto. mensuráveis, para reconhecer ou verificar a
betweening s. m. Ver tween. identidade de um indivíduo. Por exemplo,
Bézier curve curva de Bézier s. f. Curva impressões digitais dos dedos ou das mãos e o
matematicamente calculada para ligar pontos reconhecimento de voz podem ser utilizados para
individuais, formando curvas e superfícies permitir o acesso a um computador, a uma sala ou
regulares de forma livre, do tipo que se utiliza em a uma conta de comércio electrónico. Os esquemas
programas de desenho e modelos CAD. As curvas de segurança são organizados normalmente em
de Bézier são úteis porque necessitam apenas de três níveis: o nível 1 baseia-se em qualquer coisa
alguns pontos para definir um vasto número de que a pessoa transporta, como seja um cartão de
formas. Ver também CAD. identificação com uma foto ou um cartão
BFT s. f. Ver batch file transmission, binary file electrónico; o nível 2 baseia-se em algo que a
transfer. pessoa sabe, como uma palavra-passe ou um
bidirectional bidireccional adj. Que opera em duas código numérico; o nível 3, o mais alto, baseia-se
direcções. Uma impressora bidireccional pode em algo que faz parte da pessoa biológica ou
imprimir da esquerda para a direita e da direita comportamental, como uma impressão digital,
para a esquerda; um bus bidireccional pode o padrão das veias da retina ou a assinatura. Ver
transferir sinais em ambas as direcções entre dois também handwriting recognition (definition 1),
dispositivos. voice recognition.

34 © McGraw-Hill
BinHex

.bin Extensão dos ficheiros codificados com o e 32-126). Nos sistemas operativos modernos, um
MacBinary. Ver também MacBinary. ficheiro de texto é apenas um ficheiro binário que,
binary binário adj. Que tem dois componentes, por acaso, contém apenas caracteres passíveis de

B
duas alternativas ou dois resultados. O sistema serem impressos; mas alguns sistemas mais
numérico binário assume o valor 2 como sua base, antigos distinguem entre os dois tipos de ficheiro,
de modo que os valores são expressos como obrigando os programas a tratá-los de forma
combinações de dois algarismos, 0 e 1. Estes dois diferente. Sigla: BFT.
algarismos podem representar os valores lógicos binary number número binário s. m. Número
verdadeiro e falso, bem como numerais, e podem expresso em forma binária. Os números binários,
ser representados num dispositivo electrónico expressos pelo uso dos algarismos 0 e 1, são
pelos dois estados “ligado” e “desligado”, baseados em potências de 2. Deste modo,
reconhecidos como dois níveis de tensão. Por isso, o número binário 1101 é interpretado como
o sistema numérico binário constitui a base da a soma de 1 × 23 (ou 8), 1 × 22 (ou 4), 0 × 21 (ou 0)
informática digital. Ver também base, binary e 1 × 20 (ou 1), que equivale ao número decimal 13.
number, bit, byte, digital computer, logic circuit. Ver também binary.
Comparar com ASCII, decimal, hexadecimal, octal. binary search procura binária s. f. Tipo de
binary chop chop binário s. m. Ver binary search. algoritmo de pesquisa, que procura um item com
binary compatibility compatibilidade binária s. f. um nome conhecido, numa lista ordenada,
Portabilidade de programas executáveis (ficheiros comparando primeiro o item procurado com o
binários) de uma plataforma, ou implementação item no meio da lista. Depois, a pesquisa divide a
de sistema operativo, para outra. Ver também lista em duas partes, determina em que metade da
flavor, portable (definição 1). lista se deve encontrar o item e repete este
binary device dispositivo binário s. m. Qualquer processo até encontrar o item procurado. Também
dispositivo que processa informação como uma designada por chop binário, procura dicotómica.
série de estados eléctricos do tipo ligado/desligado Ver também search algorithm. Comparar com linear
ou alto/baixo. Ver também binary. search.
binary digit algarismo binário s. m. Qualquer dos binary synchronous protocol protocolo de
dois algarismos do sistema numérico binário, 0 e 1. comunicação síncrona binária s. m. Ver BISYNC.
Ver também bit. binary transfer transferência binária s. f. Modo de
binary file ficheiro binário s. m. Ficheiro que intercâmbio electrónico preferido para os ficheiros
consiste numa sequência de dados de 8 bits ou de executáveis, os ficheiros de dados de aplicações e
código executável, por oposição aos ficheiros que ficheiros encriptados. Comparar com ASCII
contêm texto ASCII legível por seres humanos. Em transfer.
geral, a forma dos ficheiros binários é legível binaural sound som biauricular s. m. Ver 3-D
apenas por um programa, sendo frequentemente audio.
comprimida ou estruturada de modo a facilitar a BinHex1 s. m. 1. Código para converter ficheiros de
sua leitura a um determinado programa. Comparar dados binários em texto ASCII, de modo a que
com ASCII file. possam ser transmitidos por correio electrónico
binary file transfer transferência de ficheiro para outro computador ou através de uma
binário s. f. Transferência de um ficheiro que mensagem de newsgroup. Este método pode ser
contém bytes ou palavras arbitrários, por oposição utilizado quando uma transmissão requer a
a um ficheiro de texto, que contém apenas utilização de caracteres ASCII padrão, como na
caracteres passíveis de serem impressos (por Internet. O BinHex é utilizado com maior
exemplo, caracteres ASCII com os códigos 10, 13 frequência pelos utilizadores de computadores

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BinHex

Macintosh. Ver também MIME. 2. Programa Apple de um circuito ou por um pequeno ponto num
Macintosh para converter ficheiros de dados disco, magnetizado de uma forma ou doutra.
binários em texto ASCII e vice-versa, utilizando o A quantidade de informação que um único bit
código BinHex. Comparar com uudecode1, transmite é considerada insignificante. Um grupo
uuencode1. de 8 bits, porém, constitui um byte, que pode ser
BinHex2 converter em BinHex v. Converter um utilizado para representar vários tipos de
ficheiro binário em texto ASCII de 7 bits, passível informação, como uma letra do alfabeto, um alga-
de ser impresso, ou reconverter o ficheiro de texto rismo decimal ou outro carácter. Ver também
ASCII resultante em formato binário, utilizando o ASCII, binary, byte.
programa BinHex. Comparar com uudecode2, bit density densidade de bits s. f. Medida referente à
uuencode2. quantidade de informação contida em cada
BIOS s. m. Sigla de basic input/output system unidade de distância linear ou de área de
(sistema básico de entradas/saídas). Em compu- superfície num meio de armazenamento ou em
tadores compatíveis PC, designa o conjunto de cada unidade de tempo num canal de
rotinas de software essenciais que testam o comunicação.
hardware no arranque, iniciam o sistema operativo bit depth profundidade de bits s. f. Número de bits
e suportam a transferência de dados entre por pixel atribuído ao armazenamento de infor-
dispositivos de hardware. O BIOS é armazenado na mações de cor indexadas num ficheiro gráfico.
ROM, de modo a que possa ser executado quando bit image imagem de bits s. f. Conjunto sequencial
se liga o computador. Embora seja crucial para o de bits, que representa na memória uma imagem a
desempenho, o BIOS está normalmente invisível ser apresentada no ecrã, sobretudo nos sistemas
para os utilizadores de computadores. Ver também que têm interface gráfica de utilizador. Cada bit
CMOS setup, ROM BIOS. numa imagem de bits corresponde a um pixel
BIS s. m. Ver business information system. (ponto) no ecrã. Num monitor a preto e branco,
BISYNC s. m. Abreviatura de binary synchronous cada pixel é preto ou branco, de modo que pode ser
communications protocol (protocolo de representado por um único bit. O “padrão” de 0s e
comunicação síncrona binária). Norma de 1s na imagem de bits determina, então, o padrão
comunicação desenvolvida pela IBM. de pontos pretos e brancos que forma uma
As transmissões BISYNC são codificadas em ASCII imagem no ecrã. Ver também bit map, pixel image.
ou EBCDIC. As mensagens podem ter qualquer bit map ou bitmap mapa de bits s. m. Estrutura de
comprimento e são enviadas em unidades dados na memória que representa a informação
designadas por pacotes (frames), opcionalmente sob a forma de um conjunto de bits individuais.
precedidas por um cabeçalho de mensagem. Um mapa de bits é utilizado para representar uma
O BISYNC utiliza a transmissão síncrona, através imagem de bits. Ver também bit image, pixel image.
da qual os elementos das mensagens são separados bitmapped font tipo de letra de mapa de bits s. m.
por um intervalo de tempo específico. Também Conjunto de caracteres de um determinado
designado por BSC. tamanho e estilo, no qual cada carácter é descrito
bit s. m. Abreviatura de binary digit (algarismo como um mapa de bits (padrão de pontos) único.
binário). A mais pequena unidade de informação Ver também downloadable font, outline font,
gerida por um computador. Um bit expressa um 1 TrueType. Comparar com PostScript font, vector
ou um 0 num numeral binário ou uma condição font.
lógica do tipo “verdadeiro” ou “falso”, sendo bitmapped graphics gráfico de mapa de bits s. m.
fisicamente representado por um elemento (como Grafismos representados na memória sob a forma
uma tensão baixa ou alta) num determinado ponto de matrizes de bits, que representam os atributos

36 © McGraw-Hill
black box

dos pixels individuais numa imagem (um bit por as outras para formar a totalidade da imagem. Por
pixel numa apresentação a preto e branco, contraste, numa imagem de pixels em bloco, os bits
múltiplos bits por pixel numa apresentação a cores que descrevem um determinado pixel são

B
ou em tons de cinzento). Os gráficos de mapa de armazenados de forma contígua no mesmo byte.
bits são característicos de programas de desenho, Ver também layering. Comparar com color bits.
que tratam imagens como colecções de pontos em bit rate taxa de bits s. f. Velocidade a que os algarismos
vez de formas. Ver também bit image, bit map, pixel binários são transmitidos. Ver também transfer rate.
image. Comparar com object-oriented graphics. bits per inch bits por polegada s. m. Medida de
BITNET s. f. Sigla de Because It’s Time Network. capacidade de armazenamento de dados; o
Rede alargada, operada pela Corporation for número de bits que cabem numa polegada de
Research and Educational Networking em espaço num disco ou numa fita. Num disco, os bits
Washington, D. C., utilizada para fornecer serviços por polegada são medidos com base nas polegadas
de correio electrónico e de transferência de de circunferência de uma determinada pista.
ficheiro entre computadores de grande porte, em Sigla: BPI.
institutos de educação e de investigação na bits per second bits por segundo s. m. Ver bps.
América do Norte, na Europa e no Japão. A BITNET bit stream fluxo de bits s. m. 1. Série de algarismos
utiliza o protocolo NJE da IBM em vez do TCP/IP; binários que representam um fluxo de informações
mas pode transferir correio electrónico de e para a transferidas através de um determinado meio.
Internet. O software LISTSERV para a manutenção 2. Na comunicação síncrona, é um fluxo contínuo
de mailing lists teve origem na BITNET. de dados, em que os caracteres são separados uns
bit. newsgroups newsgroups bit. s. m. Hierarquia de dos outros pela estação receptora, em vez de ter
newsgroups da Internet que reflecte o conteúdo de marcadores (como os bits de início e de paragem)
algumas mailing lists da BITNET. Ver também inseridos nos dados.
BITNET. bit transfer rate taxa de transferência de bits s. f.
bit-oriented protocol protocolo orientado para bits Ver transfer rate.
s. m. Protocolo de comunicação, em que os dados biz. newsgroups newsgroups biz. s. m. Newsgroups
são transmitidos como um fluxo contínuo de bits da Usenet que fazem parte da hierarquia biz., que
em vez de um fluxo de caracteres. Dado que os bits utilizam o prefixo biz. nos nomes e que se dedicam
transmitidos não têm qualquer significado aos debates relacionados com a área dos negócios.
inerente em termos de um conjunto de caracteres Ao contrário da maioria das restantes hierarquias
específico (como o ASCII), um protocolo orientado de newsgroups, os newsgroups biz. permitem aos
para bits utiliza sequências de bits especiais, em utilizadores publicar anúncios publicitários e
vez de caracteres reservados para efeitos de outro material de marketing. Ver também
controlo. newsgroup.
bit plane plano de bits s. m. Um dos conjuntos de black box caixa negra s. f. Unidade de hardware ou
mapas de bits que colectivamente formam uma de software cuja estrutura interna é desconhecida,
imagem a cores. Cada plano de bits contém os mas cuja função está documentada. A mecânica
valores referentes a um bit do conjunto de bits, que interna da função não é importante para o criador
descreve um pixel. Um plano de bits permite a que utiliza uma caixa negra para obter essa função.
representação de duas cores (normalmente o preto Por exemplo, muitas pessoas utilizam chips de
e o branco); dois planos de bits, quatro cores; três memória e até concebem computadores com esses
planos de bits, oito cores; e por aí adiante. Estas chips; mas normalmente apenas os criadores de
secções da memória são tratadas como se fossem chips de memória precisam de compreender o seu
camadas individuais que se empilham umas sobre funcionamento interno.

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blank

blank1 espaço (em branco) s. m. Carácter block2 1. dividir em blocos v. Distribuir um ficheiro
introduzido ao premir-se a barra de espaços. em armazenamento por blocos de tamanho fixo.
Ver também space character. 2. bloquear v. Impedir que um sinal seja
blank2 colocar em branco v. Não apresentar imagem transmitido. 3. marcar um bloco v. Seleccionar um
numa parte ou na totalidade do ecrã. segmento de texto, utilizando o rato, uma opção de
blanking supressão s. f. Breve supressão de um menu ou uma tecla do cursor, para ser de alguma
sinal de vídeo, quando o feixe de electrões de forma editado – por exemplo, para formatar ou
um monitor raster-scan é colocado em posição, na eliminar o segmento.
horizontal ou na vertical, para apresentar uma block cipher encriptação de blocos s. f. Método de
nova linha. O feixe deve ser desactivado, para evitar encriptação com chave privada que cifra dados em
que a linha que acabou de ser apresentada seja blocos de tamanho fixo (normalmente de 64 bits).
sobreposta ou que o ecrã fique marcado pelo O bloco de dados encriptados contém o mesmo
percurso de retorno. Ver também retrace. número de bits que o original. Ver também
blind carbon copy com cópia oculta Ver bcc. encryption, private key.
blind courtesy copy com cópia oculta Ver bcc. block cursor cursor rectangular s. m. Cursor no
blind search procura cega s. f. Procura de dados na ecrã com a mesma largura e altura em pixels que a
memória ou num dispositivo de armazenamento célula do carácter em modo de texto. O cursor
sem conhecimento prévio da ordem ou da rectangular é utilizado em aplicações baseadas em
localização dos dados. Ver também linear search. texto, sobretudo como ponteiro do rato quando o
Comparar com binary search, indexed search. sistema tem um rato instalado. Ver também
blink estar intermitente v. Activar e desactivar character cell, cursor (definição 1), mouse pointer.
intermitentemente. Os cursores, pontos de block device dispositivo de blocos s. m. Dispositivo,
inserção, opções de menu, mensagens de aviso e como uma unidade de disco, que move
outras apresentações num ecrã que pretendem informações por blocos – grupos de bytes – em
chamar a atenção do utilizador ficam vez de um carácter (byte) de cada vez. Comparar
intermitentes. Por vezes, a velocidade da com character device.
intermitência numa interface gráfica de utilizador block move movimentação em bloco s. f.
pode ser controlada pelo utilizador. Movimentação conjunta de uma série de itens de
bloatware s. m. Software cujos ficheiros ocupam dados para outra localização, como, por exemplo,
uma enorme quantidade de espaço de na reorganização de documentos com um
armazenamento no disco rígido do utilizador, processador de texto ou na movimentação do
sobretudo em comparação com versões anteriores conteúdo de intervalos de células numa folha de
do mesmo produto. cálculo. A maior parte das CPU têm instruções que
block1 bloco s. m. 1. Secção da memória de acesso facilmente suportam as movimentações em bloco.
aleatório temporariamente atribuída a um block size tamanho do bloco s. m. Tamanho
programa pelo sistema operativo. 2. Unidade de declarado de um bloco de dados transferido
informações transmitidas, composta por códigos internamente num computador, por FTP ou
de identificação, dados e códigos de verificação de modem. O tamanho é normalmente escolhido de
erros. 3. Colecção de bytes de dados consecutivos modo a que todos os dispositivos de hardware
que são lidos ou escritos num dispositivo (por envolvidos sejam aproveitados da melhor forma.
exemplo, um disco) como um grupo. 4. Grelha Ver também FTP1 (definição 1).
rectangular de pixels que são tratados como uma block transfer transferência em bloco s. f.
unidade. 5. Numa aplicação, um segmento de texto Movimentação de dados em blocos (grupos de
que pode ser seleccionado e editado como um todo. bytes) distintos.

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bookmark

blow up abortar v. Terminar de modo anormal, proporcionam uma oportunidade para as pessoas
como quando um programa ultrapassa um limite que trabalham na mesma tecnologia em diferentes
informático ou de armazenamento e não é capaz empresas ou instituições de investigação se

B
de gerir a situação. Por exemplo, “Tentei desenhar reunirem e trocarem impressões.
fora da janela e as rotinas gráficas abortaram”. Ver boilerplate texto padrão s. m. Texto reciclável. Um
também abort. pedaço de escrita ou de código, como a declaração
.bmp Extensão de ficheiro que identifica gráficos de objectivos de uma organização ou o código
raster-scan armazenados no formato de ficheiro de gráfico que produz o logótipo de uma empresa,
mapa de bits. Ver também bit map. que pode ser utilizado vezes sem conta em vários
BNC connector conector BNC s. m. Conector para documentos.
cabos coaxiais cuja fixação se faz inserindo um boldface negrito s. m. Tipo de estilo que torna o
conector noutro e rodando 90 graus. Ver também texto mais escuro e espesso. Algumas aplicações
coaxial cable. permitem ao utilizador aplicar um comando
board placa s. f. Módulo electrónico composto por Negrito ao texto seleccionado; outros programas
chips e outros componentes electrónicos montados requerem a incorporação de códigos especiais no
numa base plana e rígida, na qual são traçados texto, antes e depois das palavras que deverão ser
caminhos condutores entre os componentes. impressas em negrito. Esta frase está em negrito.
Um computador pessoal contém uma placa que bomb1 bomba s. f. Programa instalado
se costuma designar por placa principal sub-repticiamente, com vista a danificar ou a
(motherboard). Esta inclui normalmente o micro- destruir um sistema de alguma forma – por
processador e as ranhuras às quais se pode ligar exemplo, apagando um disco rígido ou tornando-o
outras placas mais pequenas, denominadas ilegível para o sistema operativo. Ver também
adaptadores, para expandir a funcionalidade do Trojan horse, virus, worm.
sistema principal, permitindo a ligação, por bomb2 abortar v. Ter uma falha abrupta e integral,
exemplo, a monitores, a unidades de disco ou a negando ao utilizador a oportunidade de resolver o
uma rede. Ver também adapter, card, motherboard. problema sem ter de reiniciar o programa ou o
board computer computador de placa s. m. Ver sistema. Ver também bug (definição 1), crash2
single-board. (definição 1), hang.
board level nível da placa s. m. Na detecção e bonding s. m. Sigla de Bandwidth ON Demand
resolução de problemas, é o nível que envolve a Interoperability Group. Processo de combinação de
localização de um problema na placa de circuito dois ou mais canais B (bearer) em RDIS, para
impresso do computador e a substituição dessa formar um único canal com uma largura de banda
placa. Este nível contrasta com o nível do maior do que a largura de banda padrão do canal B
componente, que envolve a reparação da placa em de 64 Kbps. O bonding de dois canais B, por
si. Ver também circuit board. exemplo, fornece uma largura de banda de 128
body corpo s. m. No correio electrónico e nos Kbps, que é quatro vezes mais rápida do que um
newsgroups da Internet, é o conteúdo de uma modem analógico a 28,8 Kbps. Estes canais de alta
mensagem. O corpo da mensagem aparece a seguir velocidade são ideais para videoconferência,
ao cabeçalho, o qual contém os dados referentes ao imagem e transferência de grande volume de
remetente, à origem e ao destino da mensagem. Ver dados. Ver também B channel, BRI, ISDN.
também mail header. bookmark marcador s. m. Marcador inserido num
BOF Sigla de birds of a feather. Reuniões de grupos ponto específico de um documento ao qual o
de interesses especiais em feiras de negócios, utilizador pode querer regressar mais tarde para
conferências e convenções. As sessões de BOF consulta.

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Boolean

Boolean booleano adj. Relativo ou característico de boot disk disquete de arranque s. f. Disquete que
valores lógicos (verdadeiro, falso). Muitas pode arrancar ou iniciar o PC e que contém os prin-
linguagens de programação suportam cipais ficheiros de um sistema operativo para PC.
directamente um tipo de dados booleano, com A disquete de arranque tem de ser inserida na
valores predefinidos para verdadeiro e falso; outras principal unidade de disquetes (normalmente,
utilizam tipos de dados inteiros para representar a unidade A:), sendo utilizada quando surge um
valores booleanos, sendo que normalmente problema com a inicialização do PC a partir do disco
(embora nem sempre) 0 representa falso e “não 0” rígido. Ver também A:, boot2, boot drive, hard disk.
representa verdadeiro. Ver também Boolean boot drive unidade de arranque s. f. Num
operator, data type. computador pessoal, é a unidade de disco que o
Boolean operator operador booleano s. m. BIOS utiliza para carregar o sistema operativo
Operador concebido para trabalhar com valores automaticamente quando o computador é ligado.
booleanos. Os quatro operadores booleanos mais Em geral, a unidade de arranque predefinida
comuns são AND (conjunção lógica), OR (inclusão corresponde à principal unidade de disquete A:
lógica), XOR (OR exclusivo) e NOT (negação nos computadores pessoais que utilizam o
lógica). Os operadores booleanos são MS-DOS, o Windows 3.x ou o Windows 95. Se não
frequentemente utilizados como qualificadores, estiver inserida uma disquete nessa unidade,
nas pesquisas em bases de dados – por exemplo, o BIOS verificará, em seguida, o principal disco
localizar todos os registos em que DEPARTAMENTO rígido, que é a unidade C:. Estes sistemas
= “marketing” OR DEPARTAMENTO = “vendas” operativos podem ser reconfigurados de modo a
AND TÉCNICA = “processamento de texto”. procurar primeiro a unidade C:, através do
Também designado por operador lógico. Ver programa de configuração do BIOS. Ver também A:,
também AND, exclusive OR, NOT, OR. BIOS, disk drive, hard disk.
Boolean search procura booleana s. f. Pesquisa em boot failure falha no arranque s. f. Incapacidade de
base de dados que utiliza operadores booleanos. um computador para localizar ou activar o sistema
Ver também Boolean operator. operativo, impedindo, assim, o seu próprio
boot1 arranque s. m. Processo de iniciar ou arranque. Ver também boot2.
reiniciar um computador. Quando o computador é boot loader rotina de arranque s. f. Ver bootstrap
ligado ou reiniciado, executa o software que vai loader.
carregar e iniciar o sistema operativo complexo do boot partition partição de arranque s. f. Partição
computador e prepara-o para ser utilizado. num disco rígido que contém o sistema operativo e
Ver também BIOS, bootstrap loader, cold boot, os ficheiros de suporte que o sistema carrega para
warm boot. a memória quando o computador é ligado ou
boot2 arrancar v. 1. Iniciar ou reiniciar o reiniciado.
computador ligando a corrente, premindo o botão boot sector sector de arranque s. m. Parte de um
Reset na caixa do computador ou aplicando um disco que está reservada para a rotina de arranque
comando de software para a reinicialização. Ver (a parte que se inicia a si própria) de um sistema
também reboot. 2. Executar a rotina de arranque. operativo. O sector de arranque contém
Ver também bootstrap loader. normalmente um programa curto em linguagem
bootable de arranque adj. Que contém os ficheiros máquina, que carrega o sistema operativo.
de sistema necessários para o arranque e bootstrap1 arranque s. m. Ver boot1.
funcionamento do PC. Ver também boot2. bootstrap2 arrancar v. Ver boot2.
bootable disk disquete de arranque s. f. Ver boot bootstrap loader rotina de arranque s. f. Programa
disk. que é automaticamente executado quando o

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bozo filter

computador é ligado (iniciado). Depois de realizar Ver também IRC, newsgroup, spam1, spambot,
alguns testes de hardware básicos, a rotina de spider.
arranque carrega e passa o controlo para uma bounce devolver v. Reenviar ao remetente

B
rotina de arranque maior, que normalmente quaisquer mensagens de correio electrónico que
carrega o sistema operativo. A rotina de arranque não possam ser enviadas.
costuma residir na memória só de leitura (ROM) bound limitado adj. Limitado em termos de
do computador. desempenho ou velocidade. Por exemplo, um
boot up arrancar v. Ver boot2. sistema limitado pela entrada/saída está
border limite s. m. 1. Em programas e ambientes de dependente da velocidade dos seus dispositivos de
trabalho que apresentam janelas no ecrã, é a entrada e saída (teclado, unidades de disco e por aí
extremidade que envolve o espaço de trabalho do adiante), ainda que o processador ou o programa
utilizador. Os limites de janelas configuram uma seja capaz de funcionar a uma velocidade mais
moldura visível à volta do documento ou da elevada.
imagem. Dependendo do programa, também bounding box caixa delimitadora s. f. Ver graphic
podem representar uma área na qual o cursor ou o limits.
ponteiro do rato assume características especiais. boutique reseller s. m. Tipo de vendedor de valor
Por exemplo, se fizer clique com o rato sobre o acrescentado (VAR, value-added reseller) que se
limite da janela, pode redimensioná-la ou dividi-la especializou em fornecer software personalizado,
em duas partes. 2. Na impressão, é uma linha ou hardware e serviços a mercados verticais ou
padrão decorativo ao longo de uma ou mais nichos. No ambiente VAR, os boutique resellers são
extremidades de uma página ou figura. diferenciados dos revendedores principais ou dos
boss screen ecrã do chefe s. m. Ecrã falso que integradores de sistemas, que oferecem uma maior
normalmente apresenta material relacionado com variedade de produtos e serviços. Ver também
a actividade profissional do utilizador para value-added reseller.
substituir um ecrã de jogos quando o patrão vai a box caixa s. f. 1. Contentor para uma peça de
passar. Os ecrãs do chefe foram muito utilizados equipamento electrónico. 2. Termo calão para o
com os jogos para MS-DOS, quando era difícil computador, mais precisamente para a unidade
passar rapidamente para outra aplicação. onde se encontra a CPU e outros componentes do
No entanto, os jogos concebidos para o Mac ou sistema. Ver também central processing unit.
para o Windows 95 não necessitam desses ecrãs, 3. Termo utilizado para descrever um processador
porque a passagem para outra aplicação é mais de entrada IBM. 4. Símbolo rectangular (ou em
rápida e mais fácil. losango), também chamado caixa de decisão,
bot robot s. m. 1. Abreviatura de robot. utilizado em diagramas de fluxo para representar
Representação de uma pessoa ou outra entidade um ponto em que um processo se ramifica em
cujas acções se baseiam na programação. mais do que um possível resultado, como numa
2. Programa que realiza uma tarefa numa rede, situação de sim/não. Ver também decision box.
sobretudo uma tarefa repetitiva ou morosa. 5. Limite à volta de uma imagem gráfica, no ecrã.
3. Na Internet, é um programa que realiza uma Ver também graphic limits.
tarefa repetitiva ou morosa, como a procura de bozo tolo s. m. Calão utilizado frequentemente na
informações em Web sites e newsgroups e a Internet, sobretudo nos newsgroups, para designar
indexação dessas informações num sistema de uma pessoa tola ou excêntrica.
registo, colocando artigos automaticamente em bozo filter filtro de exclusão s. m. Na Internet, calão
múltiplos newsgroups ou mantendo canais de IRC que refere uma função, em alguns clientes de
abertos. Também designado por robot da Internet. correio electrónico e programas de newsgroups ou

© McGraw-Hill 41
BPI

num programa utilitário, que permite ao utilizador transmissão que ocorre quando a estação
bloquear ou filtrar mensagens de correio receptora interrompe e assume o controlo da linha
electrónico ou artigos de newsgroups de ou quando a estação emissora pára a transmissão
determinados indivíduos. Em geral, estes indi- prematuramente.
víduos são pessoas de quem o utilizador não quer Break key tecla Break s. f. Tecla ou combinação de
receber mensagens, como, por exemplo, dos tolos. teclas utilizada para informar o computador de
Ver também bozo. que deve interromper a operação actual. No DOS,
BPI s. m. Ver bits per inch, bytes per inch. em PC IBM e compatíveis, se premir a tecla Pause/
bps s. m. Abreviatura de bits por segundo. /Break ou Scroll Lock/Break enquanto mantém
A velocidade a que um dispositivo, como um premida a tecla Ctrl, emite o comando de
modem, pode transferir dados. A velocidade em interrupção. Nos computadores Macintosh,
bps não equivale à taxa de transmissão. a combinação de teclas que envia um código de
Ver também baud, baud rate. interrupção é Command+ponto.
braindamaged marado adj. Que tem um breakout box s. f. Pequeno dispositivo de hardware
comportamento errático ou destrutivo. Uma que pode ser ligado entre dois dispositivos
aplicação ou um programa utilitário louco pode ter normalmente ligados por cabo (como um
as seguintes características: uma interface de computador e um modem) para apresentar e,
utilizador misteriosa ou pouco intuitiva, se necessário, alterar a actividade por meio de cada
incapacidade para reagir aos comandos de forma fio do cabo.
previsível, bloqueio da memória não utilizada, BRI s. f. Sigla de Basic Rate Interface. Serviço RDIS
incapacidade para abrir ficheiros ou utilização de que utiliza dois canais B (64 Kbps) e um canal D
elementos “reservados” do sistema operativo, (64 Kbps) para transmitir sinais de voz, vídeo e
resultando num erro fatal. Os programas loucos dados. Ver também ISDN, PRI.
também são frequentemente responsáveis por bridge ponte s. f. 1. Dispositivo que liga redes que
problemas nas redes locais. Comparar com kludge. utilizam os mesmos protocolos de comunicação,
brain dump s. m. Grande volume de informações de modo a que as informações possam passar de
desorganizadas, enviadas em resposta a uma uma para a outra. Comparar com gateway.
consulta feita por correio electrónico ou através de 2. Dispositivo que liga duas redes locais,
um artigo de newsgroup, que é difícil de digerir ou independentemente de utilizarem os mesmos
de interpretar. protocolos. A ponte funciona ao nível da ligação de
branch ramo s. m. 1. Em alguns tipos de estruturas dados (data-link) do modelo ISO/OSI. Ver também
lógicas em árvore – como a árvore de directórios data-link layer. Comparar com router.
do Windows ou uma organização de distribuição bridge router s. m. Dispositivo que suporta as
de fitas –, é o nó intermédio entre a raiz e as folhas. funções tanto da ponte como do router. Um bridge
2. Qualquer ligação entre dois elementos, como os router liga dois segmentos de uma rede local ou
nós de uma rede. alargada, passando pacotes de dados entre os
BRB Sigla de be right back (já volto). Expressão segmentos, conforme necessário, e utiliza
utilizada com frequência nos serviços de endereços de nível 2 para o encaminhamento.
conversação pelos participantes que pretendem Também designado por Brouter. Ver também bridge
comunicar a sua ausência temporária do grupo. (definição 2), router.
Ver também chat1 (definição 1). bridgeware s. m. Hardware ou software concebido
break interrupção s. f. 1. Interrupção de um para converter programas de aplicação ou ficheiros
programa quando o utilizador prime a tecla Break de dados num formato que possa ser utilizado por
ou seu equivalente. 2. Interrupção de uma outro computador.

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brute force

brightness brilho s. m. Luminosidade perceptível mensagem difundida é aquela que é distribuída a


de um objecto visível. Embora o seu valor todas as estações. Ver também e-mail1
subjectivo não possa ser medido por meio de (definição 1).

B
instrumentos físicos (uma vela no escuro parece broadcast2 difusão s. f. Na rádio ou na televisão, é
ser mais luminosa que a mesma vela sob luz uma transmissão enviada a mais de um
incandescente), o brilho pode ser medido como destinatário.
luminância (energia irradiada). O componente broadcast storm sobrecarga de difusão s. f. Difusão
brilho de uma cor difere da cor propriamente dita de rede que origina a resposta de vários sistemas
(tom) e da sua intensidade (saturação). anfitriões ao mesmo tempo, sobrecarregando a
Ver também color model, HSB. rede. Uma sobrecarga de difusão pode ocorrer
broadband de banda larga adj. Relativo aos quando se misturam antigos routers TCP/IP com
sistemas de comunicação em que o meio de routers que suportam um novo protocolo. Também
transmissão (como um fio ou cabo de fibra óptica) designada por network meltdown. Ver também
transporta várias mensagens de cada vez, cada communications protocol, router, TCP/IP.
mensagem modulada na sua própria frequência Brouter s. m. Ver bridge router.
portadora através de modems. A comunicação em browse procurar, navegar v. Procurar um item
banda larga é utilizada nas redes alargadas (WAN). específico ou simplesmente fazer uma pesquisa
Comparar com banda-base. geral numa base de dados, numa lista de ficheiros
broadband modem modem de banda larga s. m. ou na Internet. Em geral, a procura implica a
Modem destinado a ser utilizado numa rede de consulta de informação e não tanto a sua alteração.
banda larga. A tecnologia de banda larga permite a Na pirataria de computadores, o processo de
coexistência de várias redes num único cabo. procura é, em princípio, uma forma não destrutiva
O tráfego de uma rede não interfere no tráfego da de busca de informação sobre um determinado
outra, dado que a comunicação é feita em computador desconhecido, depois de se ter
diferentes frequências, de modo muito semelhante conseguido aceder ao mesmo de forma ilegal.
ao sistema de rádio comercial. Ver também browser s. m. Ver Web browser.
broadband network. BRS s. m. Ver big red switch.
broadband network rede de banda larga s. f. Rede brute force em força bruta adj. Em geral, designa
local em que as transmissões passam como sinais qualquer processo que seja necessário fazer da
de frequência de rádio através de canais maneira mais difícil. Em informática, no entanto,
individuais de recepção e de emissão. As estações força bruta refere-se a um estilo de programação
numa rede de banda larga são ligadas por meio de que se baseia mais na capacidade de
cabos coaxiais ou de fibra óptica, que podem processamento do computador do que nas
transmitir dados, voz e vídeo ao mesmo tempo por capacidades de destreza e planeamento para criar
meio de vários canais de transmissão que se ou encontrar uma solução mais elegante para o
distinguem pela frequência. problema. A programação em força bruta também
Uma rede de banda larga tem capacidade para uma ignora as informações disponíveis sobre como
operação de alta velocidade (20 megabits ou mais), situações semelhantes foram resolvidas no
mas é mais cara do que uma rede de banda-base e passado e pode depender de metodologias de
a sua instalação pode ser difícil. Também desenho desajustadas. Por exemplo, um programa
designada por transmissão de banda larga. utilizando a força bruta para descobrir
Comparar com baseband network. palavras-passe pode tentar todas as palavras de
broadcast1 difundido adj. Enviado para mais de um dicionário (o que requer uma grande
um destinatário. Nas redes e na comunicação, uma capacidade de processamento). Uma solução mais

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BSC

elegante envolveria a utilização de regras especiais, mais leve que se lhe segue e assim sucessivamente.
histórico, estatísticas e outras técnicas ou Também designada por ordenação por troca. Ver
informações disponíveis, para limitar o número e também algorithm, sort. Comparar com insertion
tipos de palavras a tentar primeiro. sort, merge sort, quicksort.
BSC s. m. Ver BISYNC. bubble storage armazenamento de bolha s. m. Ver
BTW ou btw Sigla de by the way (a propósito). bubble memory.
Expressão frequentemente utilizada para iniciar buffer1 memória intermédia s. f. Região da memória
comentários no correio electrónico e nos artigos de destinada a ser utilizada como repositório
newsgroups da Internet. intermédio, no qual os dados são temporariamente
bubble-jet printer impressora de bolhas s. f. Tipo guardados enquanto esperam para ser transferidos
de impressora sem percussão que utiliza um entre duas localizações, como, por exemplo, entre a
mecanismo semelhante ao utilizado por uma área de dados de uma aplicação e um dispositivo de
impressora a jacto de tinta para disparar a tinta entrada/saída. Um dispositivo ou o seu adaptador
por meio de bicos, formando caracteres no papel. pode, por sua vez, utilizar uma memória intermédia
Uma impressora de bolhas utiliza elementos de para armazenar dados que aguardam a sua
aquecimento especiais para preparar a tinta. Ver transferência para o computador ou o seu
também ink-jet printer, nonimpact printer. processamento pelo dispositivo.
Comparar com laser printer. buffer2 colocar na memória intermédia v. Utilizar
bubble memory memória de bolha s. f. Memória uma região da memória para manter dados que
formada por uma série de “bolhas” magnéticas aguardam a sua transferência, sobretudo para ou
persistentes num substrato de filme fino. Em de um dispositivo de entrada/saída, tais como
constaste com a ROM, é possível gravar informações unidades de disco e portas série.
na memória de bolha. Em contraste com a RAM, os bug s. m. 1. Erro na codificação ou na lógica, que
dados escritos na memória de bolha permanecem lá provoca o mau funcionamento de um programa ou
até serem alterados, mesmo quando o computador que origina resultados incorrectos. Os bugs
está desligado. Por esta razão, a memória de bolha menores, como um cursor que não reage como
tem tido alguma aplicação nos ambientes em que é devia, podem ser inconvenientes ou frustrantes,
necessário que o sistema informático sofra o mas não danificam a informação. Os bugs mais
mínimo de perda de dados em caso de falha de graves podem obrigar o utilizador a reiniciar o
corrente. A memória de bolha tem sido largamente programa ou o computador, perdendo todo o
ultrapassada pela memória flash, que é menos cara e trabalho que não tenha sido guardado. Piores
mais fácil de produzir. Ver também flash memory, ainda são os bugs que danificam os dados
nonvolatile memory. armazenados sem alertar o utilizador. Dado o
bubble sort ordenação pelo método de bolhas s. f. potencial risco para os dados importantes, os
Algoritmo de ordenação que começa no fim de programas comerciais são testados e depurados
uma lista com n elementos e que vai percorrendo a tanto quanto possível antes da respectiva
lista, testando o valor de cada par de itens comercialização. Ver também beta test, bomb2,
adjacentes e trocando-os caso não estejam na crash2 (definição 1), debug, debugger, hang.
posição correcta. O processo é repetido até que a 2. Problema físico recorrente, que impede o
lista esteja completamente ordenada, com o valor correcto funcionamento de um sistema ou
mais elevado no fim da lista. Chama-se a este conjunto de componentes em conjunto.
processo ordenação pelo método de bolhas porque buggy defeituoso adj. Relativo ao software que está
o item mais “leve” (pequeno) da lista “sobe como cheio de erros ou falhas. Ver também bug
uma bolha” até ao topo da lista; depois, sobe o item (definição 1).

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bursty

built-in check verificação incorporada s. f. Ver burst2 separar v. Separar folhas de papel contínuo
hardware check, power-on self test. pelo tracejado, resultando numa pilha de folhas
built-in font tipo de letra incorporado s. m. Ver separadas.

B
internal font. burst extended-data-out RAM s. f. Ver BEDO RAM.
bulk eraser dispositivo de eliminação em massa s. m. burst mode modo de rajada s. m. Método de
Dispositivo destinado a eliminar todas as informa- transferência de dados através do qual as
ções num meio de armazenamento, como uma informações são recolhidas e enviadas como uma
disquete ou fita, gerando um forte campo magnético, unidade numa transmissão de alta velocidade. No
que baralha o alinhamento do material ferroso que modo de rajada, um dispositivo de entrada/saída
codifica os dados armazenados nos meios. assume o controlo de um canal multiplexor
bullet marca s. f. Símbolo tipográfico – como seja durante o tempo necessário para o envio dos
um círculo preenchido ou vazio, um losango, um dados. Na verdade, o multiplexor, que
quadrado ou um asterisco – utilizado para marcar normalmente intercala a entrada proveniente de
um pequeno bloco de texto ou cada item de uma várias origens num único fluxo de dados, torna-se
lista. Ver também dingbat. temporariamente um canal dedicado às
bulletin board system BBS s. m. Ver BBS necessidades de um único dispositivo. O modo de
(definição 1). rajada é utilizado tanto na comunicação como
bulletproof à prova de falha adj. Capaz de superar entre dispositivos de um sistema informático. Ver
problemas de hardware que, noutro sistema, também burst1.
poderiam resultar na interrupção da tarefa em burst rate taxa de rajadas s. f. Ver burst speed
curso. (definição 1).
bundled software software incluído s. m. burst speed velocidade de rajadas s. f. 1. A velo-
1. Programas vendidos com um computador, cidade mais rápida a que um dispositivo pode
fazendo parte de um pacote combinado de funcionar sem interrupção. Por exemplo, vários
hardware/software. 2. Programas mais pequenos, dispositivos de comunicação (como nas redes)
vendidos em conjunto com programas maiores, podem enviar dados em rajada e a velocidade deste
para incrementar a funcionalidade ou o interesse tipo de equipamento é, por vezes, medida como a
dos últimos. velocidade das rajadas (a velocidade de
burn in queimar v. Provocar uma alteração transferência de dados durante a execução da
permanente no revestimento de fósforo rajada). Também designada por taxa de rajadas.
incorporado no ecrã, pelo facto de se deixar o 2. O número de caracteres por segundo que uma
monitor ligado, com uma imagem brilhante e impressora pode imprimir numa única linha.
estática no ecrã, durante períodos prolongados. A velocidade de rajadas não inclui o tempo que
Quando se desliga o monitor, esta imagem demora o avanço do papel ou o movimento da
permanece visível. Nos monitores mais antigos, cabeça de impressão. Normalmente, a velocidade
este efeito constituía um perigo, mas, na maioria indicada pelo fabricante corresponde à velocidade
dos novos monitores para PC, esse risco já não se das rajadas. Pelo contrário, a produtividade, o
coloca. Também designado por fantasma. número de caracteres por segundo na impressão
burst1 rajada s. f. Transferência de um bloco de de uma ou mais páginas inteiras de texto, constitui
dados de uma só vez e sem interrupção. Alguns uma medição mais prática da velocidade da
microprocessadores e buses possuem impressora em situações concretas do dia a dia.
funcionalidades que suportam vários tipos de bursty que transmite em rajadas adj. Que transmite
transferência de rajada. Ver também burst speed dados em rajadas ou jactos e não num fluxo
(definição 1). contínuo.

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bus

bus barramento (também conhecido como bus) s. m. comercial para microcomputadores também
Conjunto de linhas (condutores) de hardware engloba aplicações de contabilidade, salários,
utilizado para a transferência de dados entre os planeamento financeiro, gestão de projectos,
componentes de um sistema informático. Um bus é sistemas de apoio à decisão, gestão de recursos
essencialmente uma auto-estrada partilhada que humanos e gestão de escritório.
liga diferentes partes do sistema – incluindo o bus mastering s. m. Nas modernas arquitecturas de
microprocessador, o controlador de unidades de barramento, é a capacidade de uma placa
disco, a memória e as portas de entrada/saída – controladora de dispositivo – uma placa de rede ou
e que lhes permite transferir informações. O bus um controlador de discos, por exemplo – trabalhar
consiste em grupos de linhas especializados que com outros dispositivos para transferir dados de e
transportam diferentes tipos de informação, tais para a memória, sem passar pela CPU. Dar aos
como dados, endereços de memória onde se dispositivos o controlo temporário do barramento
localizam determinados dados e sinais de controlo. do sistema para transferir dados e controlar o
Os buses caracterizam-se pelo número de bits que barramento liberta a CPU para outras tarefas e
são capazes de transferir de uma só vez, aumenta o desempenho de tarefas como
equivalente ao número de fios que compõem o bus. reprodução de vídeo e múltiplas pesquisas a
Um computador com um bus de endereços de 32 grandes bases de dados, que requerem
bits e um bus de dados de 16 bits, por exemplo, simultaneamente o acesso a dados e
pode transferir 16 bits de dados de cada vez, de processamento intensivo. A tecnologia de acesso
qualquer localização da memória de entre 232 directo à memória (DMA, direct memory access)
localizações. A maior parte dos microcom- é um exemplo bem conhecido de bus mastering.
putadores contém uma ou mais ranhuras de Ver também Bus, Controller, Direct memory access.
expansão, às quais se podem ligar placas Comparar com PIO.
adicionais, com o propósito de as ligar ao bus. bus mouse rato de bus s. m. Rato que é ligado ao
bus extender extensor do bus s. m. Dispositivo que bus do computador através de uma placa ou porta
expande a capacidade de um bus. Ver também bus. especial em vez de uma porta série. Ver também
business graphics gráficos comerciais s. m. Ver mouse. Comparar com serial mouse.
presentation graphics. bus network rede em bus s. f. Topologia
business information system sistema de (configuração) de uma rede local, em que todos os
informação comercial s. m. Combinação de nós estão ligados a uma linha (bus) de
computadores, impressoras, equipamento de comunicação principal. Numa rede em bus, cada
comunicação e outros dispositivos destinados à nó supervisiona a actividade na linha.
gestão de dados. Um sistema de informação As mensagens são detectadas por todos os nós,
comercial completamente automatizado recebe, mas são aceites apenas pelos nós aos quais estão
processa e armazena dados, transfere informações endereçadas. Um nó defeituoso cessa a
conforme as necessidades e produz relatórios ou comunicação, mas não impede o funcionamento
impressões quando necessário. Sigla: BIS. Ver (como ocorreria numa rede em anel). Para evitar
também management information system. conflitos quando dois ou mais nós tentam utilizar
business software software comercial s. m. a linha ao mesmo tempo, as redes em bus
Qualquer aplicação concebida para uso costumam utilizar sistemas de detecção de
profissional, por oposição ao uso científico ou de colisões ou a passagem de tokens, para regular o
entretenimento. Além das conhecidas áreas do tráfego. Ver também collision detection, contention,
processamento de texto, da folha de cálculo, da token bus network, token passing. Comparar com
base de dados e da comunicação, o software ring network, star network.

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bytes per inch

bus system sistema em bus s. m. Circuitos de byte s. m. Abreviatura: B. Abreviatura de binary


interface que controlam as operações de um bus e term (termo binário). Unidade de dados,
que o ligam ao resto do sistema informático. Ver composta, a maior parte das vezes, por 8 bits. Um

B
também bus. byte pode representar um único carácter, como
bus topology topologia em bus s. f. Ver bus network. seja uma letra, um algarismo ou um sinal de
button botão s. m. 1. Elemento gráfico numa caixa pontuação. Dado que o byte representa apenas
de diálogo que, quando activado, realiza uma uma pequena quantidade de informação, as quan-
determinada função. O utilizador activa um botão tidades de memória e armazenamento em
clicando sobre o mesmo com o rato ou, se o foco computadores são normalmente fornecidas em
estiver no botão, premindo a tecla de retrocesso ou kilobytes, megabytes ou gigabytes. Ver também bit,
a tecla Enter. 2. Num rato, é uma peça móvel que é gigabyte, kilobyte, megabyte. Comparar com word.
premida para activar uma determinada função. byte-oriented protocol protocolo orientado para
Os modelos de rato mais antigos têm apenas um bytes s. m. Protocolo de comunicação em que os
botão; os modelos mais recentes têm dois ou mais. dados são transmitidos como uma cadeia de
button bomb botão bomba s. m. Botão nas páginas caracteres num determinado conjunto de
Web que apresenta a imagem de uma bomba. caracteres, como o ASCII, em vez de um fluxo de
button help ajuda através de botões s. f. bits, como num protocolo orientado para bits. Para
Informações de ajuda que são apresentadas através expressar informações de controlo, um protocolo
da selecção de botões ou ícones. As aplicações orientado para bytes utiliza caracteres de controlo,
como a World Wide Web, os quiosques multimédia a maior parte dos quais são definidos pelo
e os programas de ensino assistido por esquema de codificação utilizado. Os protocolos de
computador costumam utilizar ícones de ajuda comunicação assíncrona, normalmente utilizados
através de botões, para facilitar a navegação com modems e com o protocolo BISYNC da IBM,
no sistema. são protocolos orientados para bytes. Comparar
bypass s. m. Nas telecomunicações, é a utilização de com bit-oriented protocol.
caminhos de comunicação que não a companhia bytes per inch bytes por polegada s. m. Número de
de telefones local, tais como satélites e sistemas de bytes que cabem no espaço de uma polegada numa
microondas. pista de disco ou numa fita. Sigla: BPI.

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C
C s. m. Linguagem de programação estruturada, cable connector ficha de cabo s. f. Conector que
desenvolvida por Dennis Ritchie nos Laboratórios existe em qualquer das extremidades do cabo. Ver
Bell, em 1972. A sua estreita relação com o sistema também DB connector, DIN connector, RS-232-C
operativo UNIX, a sua enorme popularidade e a standard, RS-422/423/449.
sua normalização pelo ANSI transformaram o C cable matcher adaptador de cabo s. m. Dispositivo
naquilo que de mais próximo existe de uma que permite utilizar um cabo com um
linguagem de programação padrão no mercado equipamento que requer ligações ligeiramente
dos microcomputadores e estações de trabalho. Ver diferentes.
também C++, compiled language, structured cable modem modem por cabo s. m. Modem que
programming. envia e recebe dados por meio de uma rede
C++ s. m. Versão da linguagem de programação C televisiva de cabo coaxial em vez de linhas
orientada para objectos, desenvolvida por Bjarne telefónicas como num modem convencional.
Stroustrup nos Laboratórios Bell, no início da Os modems por cabo, cuja velocidade pode atingir
década de 80, e adoptada por uma série de 500 Kbps, podem geralmente transmitir dados
fornecedores, incluindo a Apple Computer e a Sun mais depressa do que os actuais modems
Microsystems, Inc. Ver também C, object-oriented convencionais. Ver também coaxial cable, modem.
programming. cabling diagram diagrama de cablagem s. m.
CA autoridade de certificação s. f. Ver certificate Esquema que ilustra o percurso dos cabos que
authority. ligam os componentes ou os periféricos do sistema
.cab Extensão dos ficheiros CAB (cabinet), que são informático. Os diagramas de cablagem são
vários ficheiros comprimidos num único, sendo importantes para explicar a ligação das unidades
extraídos através do utilitário extract.exe. Este tipo de disco ao controlador de disco.
de ficheiro é frequentemente utilizado nas cache s. f. Subsistema de memória especial no qual
disquetes de distribuição de software da os valores de dados frequentemente utilizados são
Microsoft. duplicados para permitir o acesso rápido. A cache
cabinet caixa s. f. Estrutura na qual estão de memória armazena o conteúdo das localizações
localizados os principais componentes do da RAM às quais se acede com maior frequência e
computador (a CPU, o disco rígido, a unidade de os endereços onde estes itens de dados são
disquetes, a unidade de CD-ROM e as ranhuras de armazenados. Quando o processador tentar ler um
expansão para os dispositivos periféricos, como o endereço de memória, a cache verifica se contém
monitor). Ver também central processing unit, esse endereço. Se for esse o caso, os dados são
expansion slot. devolvidos ao processador; senão, ocorre um
cable cabo s. m. Conjunto de fios isolados num tubo acesso normal à memória. A cache é útil quando o
de protecção utilizado para ligar dispositivos acesso à RAM é lento em comparação com a
periféricos ao computador. O rato, o teclado e a velocidade do microprocessador, dado que a
impressora são ligados ao computador através de memória cache é sempre mais rápida do que a
cabos. memória RAM principal. Ver também wait state.

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callback modem

cache card placa de cache s. f. Placa de expansão CAI s. m. Sigla de computer-aided


que aumenta a memória cache do sistema. Ver (computer-assisted) instruction (ensino assistido
também cache, expansion board. por computador). Programa educativo concebido
cache memory memória cache s. f. Ver cache. como ferramenta de aprendizagem. Os programas
cache poisoning envenenamento da cache s. m. CAI costumam utilizar tutoriais (manuais e outros
Corrupção deliberada das informações do DNS
(sistema de nomes de domínio) da Internet através
auxiliares de formação), exercícios e sessões de
perguntas e respostas para apresentar um tópico ou
C
da alteração dos dados que fazem a para testar a compreensão do aluno. São excelentes
correspondência entre os nomes dos anfitriões e os apoios para a apresentação de matérias factuais e
seus endereços de IP. Informações incorrectas para permitir aos alunos determinar o seu ritmo de
deste tipo, quando são armazenadas por um aprendizagem. Comparar com CBT, CMI.
servidor de DNS e posteriormente passadas para calendar program programa de calendário s. m.
outro servidor de nomes, expõe os servidores de Aplicação com a forma de calendário electrónico,
DNS a ataques nos quais os dados enviados de um utilizada para destacar datas e agendar
anfitrião para outro podem ser acedidos ou compromissos. Um programa de calendário/
corrompidos. O envenenamento da cache tem sido /agenda pode apresentar blocos de datas ou, como
utilizado para redireccionar os pedidos à rede de numa agenda, dias individualizados com divisões
um servidor legítimo para um Web site alternativo. horárias e espaço para fazer anotações. Alguns
Ver também DNS. programas permitem ao utilizador definir um
CAD s. m. Sigla de computer-aided design (desenho modo de aviso, para que não se esqueça dos
assistido por computador). Sistema de programas acontecimentos mais importantes. Outros
e estações de trabalho utilizado na concepção de programas podem coordenar os calendários de
modelos de engenharia, arquitectura e científicos, diferentes pessoas na mesma rede.
que podem variar desde simples ferramentas a callback chamada de retorno s. f. Esquema de
edifícios, aeronaves e moléculas. Algumas autenticação do utilizador, utilizado pelos
aplicações CAD criam objectos com duas ou três computadores que executam serviços de marcação.
dimensões, apresentando os resultados sob a O utilizador marca um número para aceder a
forma de “esqueletos” de representação em modo determinado um computador e digita um código
transparente; outras criam modelos mais de identificação e uma palavra-passe para iniciar a
substanciais, com superfícies sombreadas; e outras sessão. O computador interrompe a ligação e
ainda objectos sólidos. Alguns programas podem automaticamente faz uma chamada de retorno
ainda rodar ou redimensionar modelos, mostrar para um número previamente autorizado pelo
perspectivas interiores e gerar listas do material utilizador. Esta medida de segurança impede
necessário à construção. Os programas CAD normalmente o acesso não autorizado a uma conta,
recorrem à matemática, requerendo normalmente mesmo que o código de identificação e a
a capacidade informática de uma estação de palavra-passe de início de sessão do utilizador
trabalho de alto desempenho. tenham sido roubados. Ver também authentication.
caddy s. m. Contentor de plástico para colocar um callback modem modem de chamada de retorno
CD-ROM e inserir numa unidade de CD-ROM. s. m. Modem que, em vez de atender uma chamada,
As unidades de CD-ROM de alguns modelos de PC obriga a que o autor da chamada introduza um
mais antigos requerem a utilização de um caddy, código multifrequência e desligue, para que o
embora este elemento já não seja necessário para a modem possa devolver a chamada. O modem
maior parte das unidades de CD-ROM actuais. verifica o código do autor da chamada,

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cancel

procurando-o numa lista de números de telefone capture board placa de captura s. f. Ver video
autorizados. Se descobrir uma correspondência, capture card.
o modem marca o número e abre uma ligação para capture card placa de captura s. f. Ver video capture
a pessoa que fez a chamada originalmente. card.
Os modems de chamada de retorno podem ajudar carbon copy com cópia s. f. Ver cc.
a proteger de intrusos os dados em computador. card placa s. f. Placa de circuito impresso ou
cancel carácter de cancelamento s. m. Carácter de adaptador que pode ser ligado a um computador
controlo utilizado na comunicação com para proporcionar outras funcionalidades ou
impressoras e outros computadores, geralmente capacidades. Estas placas disponibilizam serviços
designado por CAN. Normalmente, significa que a especializados, tais como suporte do rato e
linha de texto a ser enviada deve ser cancelada. capacidades do modem, que não estão incorpo-
Em ASCII, este carácter é representado rados no computador. Ver também adapter, board,
internamente pelo código 24. printed circuit board.
cancelbot robot de cancelamento s. m. Forma card cage compartimento das placas s. m. Área
abreviada de cancel robot. Programa que fechada para a inserção de placas de circuito
identifica artigos em newsgroups, com base num impresso. A maioria dos computadores dispõe
conjunto de critérios, e que cancela a distribuição de uma área com protecção metálica e suportes de
desses artigos. Embora os critérios de cancela- fixação, destinada à instalação das placas.
mento sejam definidos pelo proprietário do robot carder s. m. Indivíduo que pratica fraudes com
de cancelamento, a maior parte desses robots cartões de crédito online. Mais especificamente,
existe para identificar e eliminar mensagens de um carder rouba os números dos cartões de
correio não solicitado colocadas em múltiplos crédito, quer para fazer compras em lojas da Web
newsgroups. Ver também spam1. (normalmente bens relacionados com
cancel message mensagem de cancelamento s. f. informática), quer para os negociar através da
Mensagem enviada aos servidores de newsgroups Internet com outros indivíduos com as mesmas
da Usenet, indicando que um determinado artigo intenções. Os carders obtêm os números dos
deve ser cancelado ou eliminado do servidor. Ver cartões de crédito através de meios convencionais,
também article, news server, Usenet. vasculhando no lixo ou telefonando para as
canned software software pronto a usar s. m. vítimas e fazendo-se passar por empregados de
Software pronto a ser utilizado, como proces- bancos. Ver também hacker (definição 2).
sadores de texto e programas de folha de cálculo. caret circunflexo s. m. Símbolo pequeno a apontar
capacity capacidade s. f. Quantidade de informação para cima (^), normalmente localizado na parte
que um computador ou dispositivo ligado é capaz superior da tecla do til, no teclado do computador.
de processar ou armazenar. Ver também computer. O circunflexo é utilizado para representar a tecla
caps maiúsculas s. f. Forma abreviada de capital Control no teclado. Por exemplo, ^Z significa
letters. Comparar com lowercase. “mantenha premida a tecla Control e prima a
Caps Lock key tecla Caps Lock s. f. Tecla de alternar tecla Z”.
que, quando activada, muda os caracteres careware s. m. Software desenvolvido por uma
alfabéticos do teclado para maiúsculas. A tecla pessoa ou um pequeno grupo de pessoas para
Caps Lock não afecta os números, os sinais de distribuição gratuita, contanto que os utilizadores
pontuação ou outros símbolos. façam uma doação a uma instituição de caridade,
capture capturar v. Na comunicação, significa caso decidam continuar a utilizar o software
transferir os dados recebidos para um ficheiro que depois de o terem experimentado. A instituição é
será arquivado ou posteriormente analisado. normalmente escolhida pelo criador do software.

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cascading style

carpal tunnel syndrome síndroma do túnel do de armazenamento em plástico. Ver também disk
carpo s. f. Forma de lesão resultante do esforço cartridge, ink cartridge, memory cartridge, ROM
repetitivo realizado pelo punho e pela mão. cartridge, tape cartridge, toner cartridge.
A execução contínua dos mesmos movimentos cartridge font tipo de letra de cartucho s. m. Tipo
pode causar inchaço e danos no tecido macio do de letra que vem incluído num cartucho de
punho, levando à compressão do nervo principal
que termina na mão. Os sintomas da síndroma do
inserção utilizado para adicionar tipos de letra a
impressoras a laser, a jacto de tinta ou matriciais
C
túnel do carpo incluem dor e formigueiro nos (de última geração). Os tipos de letra de cartucho
dedos; em casos mais avançados, os doentes distinguem-se dos tipos de letra internos, que
podem perder a funcionalidade das mãos. residem na ROM da impressora e que estão sempre
A utilização do teclado sem que o punho esteja disponíveis, e dos tipos de letra transferíveis, que
devidamente apoiado é uma causa comum da residem no disco e que podem ser enviados para a
síndroma do túnel do carpo. Sigla: CTS. Ver impressora conforme necessário. Ver também font
também repetitive strain injury, wrist support. cartridge. Comparar com internal font.
carriage return retorno do carro s. m. Carácter de cascade cascata s. f. 1. Elementos adicionais,
controlo que indica ao computador ou à impressora apresentados por uma opção de menu ou caixa de
para voltar para o início da linha actual. O retorno listagem, que o utilizador pode seleccionar de
do carro é semelhante ao retorno numa máquina de modo a poder interagir com outros elementos do
escrever, mas não avança automaticamente para o ecrã. 2. Nos artigos de newsgroups, é a acumulação
início de uma nova linha. No conjunto de caracteres de aspas (muitas vezes, parênteses em ângulo)
ASCII, o carácter de retorno do carro tem o valor adicionadas por programas de newsgroups sempre
decimal 13 (hexadecimal 0D). que um utilizador responde a um artigo. A maior
carrier 1. portadora s. f. Na comunicação, é uma parte dos programas de newsgroups integra o
frequência específica que pode ser modulada para artigo original no corpo da resposta. Após algumas
transmitir informação. 2. empresa de telecomunica- respostas, este material acumula várias aspas. Ver
ções s. f. Empresa que oferece serviços telefónicos e também article, newsgroup, newsreader.
outros serviços de comunicação aos consumidores. cascading menu menu em cascata s. m. Sistema de
Carrier Detect s. m. Ver CD (definição 1). menu gráfico hierárquico que apresenta um menu
carrier frequency frequência portadora s. f. Sinal lateral com subcategorias, quando o ponteiro do
de frequência de rádio, como os sinais utilizados rato é colocado sobre a categoria principal.
em modems e redes, para transmitir informação. Cascading Style Sheet mechanism mecanismo de
Uma frequência portadora é um sinal que vibra a folhas de estilo em cascata s. m. Ver cascading style
um determinado número fixo de ciclos por sheets.
segundo, ou hertz (Hz), e que é modulado em cascading style sheets folhas de estilo em cascata
frequência ou amplitude, por forma a possibilitar o s. f. Especificação de HTML que permite aos
transporte de informações inteligíveis. autores e utilizadores de documentos HTML
carrier system sistema portador s. m. Método de anexar folhas de estilo a esses documentos.
comunicação que utiliza diferentes frequências As folhas de estilo incluem informações tipo-
portadoras para transferir informações por gráficas sobre o aspecto que a página deve ter,
múltiplos canais de sentido único. A transmissão como seja o tipo de letra do texto. Esta
implica a modulação do sinal em cada frequência especificação também orienta a forma de
na estação emissora e a desmodulação do sinal na combinação das folhas de estilo do documento
estação receptora. HTML com o estilo do utilizador. Também
cartridge cartucho s. m. Qualquer dispositivo designadas CSS, CSS1. Ver também HTML, style
contentor que normalmente consiste numa forma sheet (definição 2).

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cascading window

cascading window janela em cascata s. f. Numa programador pode incluir uma série de lições de
interface gráfica de utilizador, uma sequência de CBT para utilizadores principiantes de uma
janelas sucessivas e sobrepostas, apresentada de determinada aplicação; um consultor pode utilizar
forma a que a barra de título de cada uma esteja um programa de CBT mais detalhado e comprido,
visível. Também designada por janela sobreposta. como ferramenta num seminário de formação em
case maiúsculas/minúsculas s. f. No processamento gestão.
de texto, é a indicação de que um ou mais cc s. f. Sigla de courtesy copy (cópia de cortesia).
caracteres alfabéticos estão em maiúsculas ou Directiva dirigida a um programa de correio
minúsculas. Um programa ou uma rotina sensível electrónico para enviar uma cópia completa de
às maiúsculas/minúsculas distingue entre letras uma determinada mensagem para outra pessoa.
maiúsculas e letras minúsculas – por exemplo, A utilização do endereçamento por cópia, por
trata a palavra gato como sendo diferente de Gato oposição ao endereçamento directo à pessoa,
ou de GATO. significa normalmente que o destinatário não
case-sensitive search procura sensível às é obrigado a realizar uma acção; a mensagem é
maiúsculas/minúsculas s. f. Procura numa base de apenas para fins informativos. A directiva cc
dados em que as maiúsculas das palavras-chave é impressa no cabeçalho da mensagem, de modo
têm de corresponder às maiúsculas das palavras a que possa ser vista pelos restantes destinatários.
contidas na base de dados. Uma procura por norte Também designada por com cópia. Ver também
e sul sensível às maiúsculas/minúsculas não e-mail1 (definição 1), mail header. Comparar
localiza a entrada Norte e Sul, numa base de dados. com bcc.
case sensitivity sensibilidade às maiúsculas/ CCITT s. m. Sigla de Comité Consultatif
minúsculas s. f. Distinção entre caracteres International Télégraphique et Téléphonique
maiúsculos e minúsculos. Ver também case. (Comité Consultivo Internacional de Telegrafia e
CAT s. m. 1. Sigla de computer-aided testing Telefonia). Também conhecido como International
(ensaios assistidos por computador). Telegraph and Telephone Consultative Committee.
Procedimento utilizado por engenheiros para Organização com sede em Genebra, na Suíça,
verificar ou analisar concepções, sobretudo as e estabelecida como parte integrante da União
criadas em programas CAD. 2. Sigla de Internacional de Telecomunicações (UIT) das
computer-assisted teaching (ensino assistido por Nações Unidas. As suas funções foram assumidas
computador). Ver CAI. pela UIT. Esta recomenda o uso de normas de
catalog catálogo s. m. 1. Num computador, é uma comunicação que sejam reconhecidas em todo o
lista que contém informações específicas, tais mundo. Os protocolos estabelecidos pela UIT são
como o nome, o comprimento, o tipo e a aplicados aos modems, às redes e à transmissão de
localização de ficheiros ou de espaço de faxes. Ver também CCITT V series, CCITT X series.
armazenamento. 2. Numa base de dados, é o CCITT V series CCITT série V s. m. Conjunto de
dicionário de dados. Ver também data dictionary. recomendações desenvolvidas pelo CCITT e
cathode-ray tube tubo de raios catódicos s. m. Ver CRT. adoptadas pela ISO e pelo Sector de Normalização
CBT s. f. Sigla de computer-based training das Telecomunicações da UIT (UIT-T), com vista à
(formação assistida por computador). Utilização normalização da concepção e funcionamento dos
de computadores e programas auxiliares modems. Segue-se uma breve descrição das
especificamente desenvolvidos para a recomendações mais relevantes, relativamente aos
aprendizagem. A CBT utiliza cor, imagem e outros respectivos modems:
recursos que ajudam a prender a atenção, sendo • V.26: modems de 2400 bps utilizados com linhas
possível utilizá-lo tanto em aplicações simples dedicadas de quatro fios; transmissão em
como em aplicações sofisticadas. Por exemplo, um full-duplex.

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CD

• V.26bis: modems de 1200/2400 bps utilizados anteriormente o CCITT, e pela ISO, com vista à
com linhas de acesso telefónico; transmissão em normalização do equipamento e protocolos
full-duplex. utilizados tanto nas redes de acesso público como
• V.26ter: modems de 2400 bps utilizados com nas redes de computador privadas. Algumas
linhas de acesso telefónico e linhas dedicadas de recomendações na série X incluem o seguinte:
dois fios; modulação DPSK; redução para 1200 • A série X.25 documenta a interface necessária C
bps; cancelamento de eco, para remover o eco para ligar um computador a uma rede de
nas linhas telefónicas; transmissão em comutação de pacotes, como seja a Internet.
full-duplex. • A série X.200 de recomendações documenta o
• V.27: modems de 4800 bps utilizados com linhas conjunto de protocolos em sete camadas,
dedicadas; equalizador manual; transmissão em actualmente generalizado e designado por
full-duplex. modelo ISO/OSI (International Organization for
• V.27bis: modems de 2400/4800 bps utilizados Standardization Open Systems Interconnection),
com linhas dedicadas; equalizador automático; destinado à normalização das ligações entre
transmissão em full-duplex. computadores.
• V.27ter: modems de 2400/4800 bps utilizados • A série X.400 documenta o formato, na camada
com linhas de acesso telefónico; transmissão em da aplicação do ISO/OSI, das mensagens de
full-duplex. correio electrónico em vários métodos de
transporte por rede, incluindo Ethernet, X.25 e
• V.29: modems de 9600 bps utilizados com
TCP/IP. É necessário utilizar portas de ligação,
circuitos dedicados ponto a ponto; transmissão
para traduzir mensagens de correio electrónico
em half-duplex ou full-duplex.
entre os formatos X.400 e Internet.
• V.32: modems de 9600 bps utilizados com linhas
• A série X.445, também conhecida como a
de acesso telefónico; cancelamento de eco, para
especificação de protocolo assíncrono
remover o eco nas linhas telefónicas;
(Asynchronous Protocol Specification), regula a
transmissão em full-duplex.
transmissão das mensagens X.400 em linhas de
• V.32bis: modems de 4800/7200/9600/12 000/ acesso telefónico.
/14 400 bps utilizados com linhas de acesso
• A série X.500 documenta os protocolos
telefónico; cancelamento de eco; transmissão em
referentes aos sistemas cliente/servidor que
full-duplex.
mantêm e acedem a directórios de utilizadores e
• V.33: modems de 12 000/14 400 bps utilizados a outros recursos no formato X.400.
com linhas dedicadas de quatro fios; síncronos;
cd Sigla de change directory (mudar de directório).
modulação QAM; multiplexagem por divisão de
Nos programas para MS-DOS e UNIX, bem como
tempo; transmissão em full-duplex.
nos programas cliente FTP, o comando que muda o
• V.34: modems de 28 800 bps; transmissão em directório actual para o directório cujo caminho
full-duplex. aparece indicado a seguir ao comando. Ver também
• V.35: modems de banda de agrupamento que directory, path (definição 3).
combinam a largura de banda de mais de um CD s. m. 1. Sigla de Carrier Detect (detecção de sinal
circuito telefónico. de portadora). Sinal enviado a partir do modem
CCITT X series CCITT série X s. m. Conjunto de para o computador associado para indicar que o
recomendações adoptadas pelo Sector de modem está online. Ver também DCD. 2. Sigla de
Normalização das Telecomunicações da União compact disc (disco compacto). Ver CD-I,
Internacional de Telecomunicações (UIT-T), CD-ROM, compact disc.

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CD burner

CD burner gravador de CD s. m. Ver CD recorder. CD-ROM s. m. 1. Sigla de compact disc read-only


CD-E s. m. Ver compact disc-erasable. memory (memória só de leitura em disco
cdev s. m. Forma abreviada de control panel device. compacto). Forma de armazenamento
Utilitário Macintosh que permite ao utilizador caracterizada pela sua elevada capacidade (cerca
personalizar definições básicas do sistema. de 650 MB) e pela utilização de ópticas laser, em
Nos computadores Macintosh que executam o vez de meios magnéticos, para a leitura de dados.
System 6, um cdev é um programa utilitário Embora as unidades de CD-ROM sejam
colocado na pasta System. Os cdevs do teclado e do estritamente só de leitura, elas são semelhantes às
rato são pré-instalados. Outros cdevs são unidades de CD-R (uma gravação, várias leituras)
fornecidos com pacotes de software e utilitários. e às unidades ópticas de leitura/gravação. Ver
No System 7, os cdevs são designados por control também CD-I, CD-R, worm. 2. Disco compacto
panels (painéis de controlo). Ver também control individual, concebido para ser utilizado num
panel, System folder. Comparar com INIT. computador e capaz de armazenar até 650 MB de
CD-I s. m. Sigla de compact disc-interactive (disco dados. Ver também compact disc, disc.
compacto interactivo). Norma de hardware e CD-ROM burner gravador de CD-ROM s. m. Ver CD
software relativa a uma forma de tecnologia de recorder.
disco óptico capaz de combinar áudio, vídeo e CD-ROM drive unidade de CD-ROM s. f.
texto em discos compactos de alta capacidade. Dispositivo de armazenamento de discos que
O CD-I inclui funcionalidades como a utiliza a tecnologia dos discos compactos. Ver
apresentação e resolução de imagens, animação, também CD-ROM, compact disc.
efeitos especiais e áudio. Ver também CD-ROM. CD-ROM jukebox jukebox de CD-ROM s. m. Leitor
CDPD s. m. Ver Cellular Digital Packet Data. de CD-ROM com capacidade para um máximo de
CD Plus s. m. Formato de codificação de disco 200 CD-ROM e que é ligado a uma unidade de
compacto que permite misturar gravações de CD-ROM num computador pessoal ou numa
áudio com dados de computador no mesmo CD, estação de trabalho. O utilizador pode solicitar
sem perigo de danificar o equipamento de som dados de qualquer um dos CD-ROM inseridos no
quando se reproduzem as secções que contêm os jukebox e o dispositivo localiza e reproduz o disco
dados. que contém os dados. Se ligar vários jukeboxes a
CD-R s. m. Sigla de compact disc-recordable (disco diferentes unidades de CD-ROM ligadas em série
compacto gravável). Tipo de CD-ROM que pode ser ao computador, pode utilizar mais de um CD-ROM
gravado num gravador de CD e lido numa unidade ao mesmo tempo. Ver também CD-ROM, CD-ROM
de CD-ROM. Ver também CD recorder, CD-ROM. drive, daisy chain.
CD-R/E s. m. Ver compact disc-recordable and CD-RW s. m. Ver compact disc-rewritable.
erasable. CDV s. m. 1. Sigla de compressed digital video
CD recorder gravador de CD s. m. Dispositivo (vídeo digital comprimido). Compressão de
utilizado para gravar CD-ROM. Dado que, nestes imagens de vídeo para transmissão em alta
aparelhos, os discos só podem ser gravados uma velocidade. 2. Sigla de compact disc video (vídeo
única vez, o gravador é normalmente utilizado em disco compacto). Videodisco de 5 polegadas.
para criar CD-ROM destinados a arquivar dados Ver também videodisc.
ou para produzir CD-ROM mestres que possam ser CD Video videodisco s. m. Ver CDV (definição 2).
duplicados com vista à distribuição em massa. cell célula s. f. Numa folha de cálculo, é a
Também designado por aparelho de CD-R. Ver intersecção de uma linha com uma coluna. Cada
também CD-ROM. linha e cada coluna numa folha de cálculo é única,
CD-R machine aparelho de CD-R s. m. Ver CD recorder. de modo que cada célula pode ser identificada

54 © McGraw-Hill
certificate authority

também de forma única – por exemplo, a célula center centrar v. Alinhar os caracteres à volta de um
B17 situa-se na intersecção da coluna B com a ponto localizado no meio de uma linha, página ou
linha 17. Cada célula é apresentada como um outra área definida. Na prática, consiste em colocar
espaço rectangular que pode conter texto, um valor texto à mesma distância de cada margem ou limite.
ou uma fórmula. Ver também align (definição 1).
cell animation ou cel animation animação de
célula s. f. Processo realizado pelo software que
central office estação central s. f. Na comunicação,
é a estação de comutação onde são feitas as
C
emula a tradicional animação de célula. Este tipo interligações entre as linhas de comunicação dos
de animação utiliza folhas de celulóide clientes.
transparentes (cuja forma abreviada é “cells” ou central processing unit unidade de processamento
“cels”) para sobrepor os elementos activos de uma central s. f. Unidade informática e de controlo do
imagem de animação num fundo estático. Nos computador. A unidade de processamento central
computadores, a animação de célula é bastante – ou microprocessador (uma unidade de
eficiente visto que as imagens podem ser rapida- processamento central consistindo num único
mente reproduzidas e manipuladas. chip), no caso de um microcomputador – tem
Cellular Digital Packet Data CDPD s. m. Norma capacidade para obter, descodificar e executar
radioeléctrica que permite a transmissão de dados instruções e para transferir informações para e de
em pacotes nas duas direcções, a 19,2 Kbps, outros recursos através do principal caminho de
através de canais de telefonia celular existentes. transferência de dados do computador: o bus. Por
Sigla: CDPD. Ver também packet (definição 2), definição, a unidade de processamento central é o
wireless. chip, que funciona como o “cérebro” do
censorship censura s. f. Acção de impedir a computador. Em algumas instâncias, porém,
circulação de material considerado polémico por o termo engloba tanto o processador como a
uma determinada entidade no sistema de memória do computador ou, ainda mais
comunicação sobre o qual essa entidade exerce abrangente, a consola principal do computador
algum poder. A Internet em geral não tem censura, (por oposição ao equipamento periférico). Sigla:
mas algumas áreas estão sujeitas a vários graus de CPU. Ver também microprocessor.
controlo. Um programa de newsgroups, por CERT s. f. Sigla de Computer Emergency Response
exemplo, está normalmente definido para excluir Team (equipa de apoio a emergências).
quaisquer ou todos os newsgroups .alt, os quais Organização (http://www.cert.org/) que presta um
não são moderados e tendem a ser controversos. serviço de consultoria na área da segurança aos
O moderador de um newsgroup ou de um mailing utilizadores da Internet, 24 horas por dia,
list moderado elimina, normalmente, qualquer oferecendo aconselhamento sempre que são
conteúdo altamente controverso ou obsceno ou descobertos novos vírus e outras ameaças à
conteúdo não relacionado com o tema do segurança informática.
newsgroup. Os proprietários de serviços online certificate authority autoridade de certificação s. f.
assumem frequentemente a responsabilidade pelo Entidade que emite certificados digitais, os quais,
conteúdo que chega ao ecrã do computador do em termos do ciberespaço, são o equivalente dos
utilizador. Em alguns países, a censura de alguns bilhetes de identidade. Uma autoridade de
Web sites políticos ou culturais tem a ver com a certificação pode ser uma empresa externa ou um
política nacional. serviço interno que tenha instalado o seu próprio
censorware s. m. Software que impõe restrições servidor para a emissão e verificação de
sobre os sites, newsgroups ou ficheiros da Internet certificados. Uma autoridade de certificação é
a que o utilizador pode aceder. responsável por fornecer e atribuir os códigos

© McGraw-Hill 55
certification

numéricos únicos que constituem as “chaves” contém aplicações externas destinadas a serem
utilizadas nos certificados digitais para efeitos de executadas por servidores HTTP através de CGI.
autenticação e encriptação/desencriptação de Ver também CGI (definição 1).
informações online sensíveis ou confidenciais. CGI script script de CGI s. m. Forma abreviada de
Sigla: CA. AC Ver também digital certificate, Common Gateway Interface-script (script da
encryption. interface de porta de ligação comum). Aplicação
certification certificação s. f. 1. Acto de externa executada por um servidor HTTP em
comprovação, por meio de um documento, da resposta ao pedido de um cliente, como seja um
competência de um informático profissional numa browser da Web. Geralmente, o script de CGI é
área específica. Alguns fornecedores de hardware e invocado quando o utilizador clica sobre um
software, como a Microsoft e a Novell, fazem elemento numa página Web, como seja uma
certificações para utilização dos seus produtos; ligação ou uma imagem. A comunicação entre o
outras organizações, como o Institute for script e o servidor é realizada através da
Certification of Computer Professionals (ICCP), especificação CGI. Embora os scripts de CGI
passam certificações mais gerais. 2. Acto de possam ser escritos em várias linguagens de
atribuição de um documento demonstrando que o programação, a linguagem mais utilizada é o Perl,
produto de hardware ou software em questão uma linguagem pequena mas robusta, bastante
cumpre uma determinada especificação, como o utilizada na plataforma UNIX. Os scripts de CGI
facto de ser compatível com outro produto. são utilizados para proporcionar interactividade
3. Emissão de um comprovativo indicando a numa página Web, incluindo funcionalidades como
fiabilidade de um determinado utilizador ou site formulários para os utilizadores preencherem,
no que diz respeito à segurança e autenticação do mapas de imagens que contêm ligações a outras
computador. A certificação é frequentemente páginas Web ou a outros recursos e ligações sobre
utilizada para Web sites. as quais os utilizadores podem clicar, para
CGI s. f. 1. Sigla de Common Gateway Interface enviarem correio electrónico para um
(interface de porta de ligação comum). determinado endereço. Ver também CGI
Especificação que define a comunicação entre (definição 1), cgi-bin, image map, Perl. Comparar
servidores e recursos de informação no com ActiveX controls, Java applet.
computador anfitrião do servidor, tais como bases chain printer impressora em cadeia s. f. Ver line
de dados e outros programas. Por exemplo, quando printer.
um utilizador envia um formulário através de um chalkware s. m. Ver vaporware.
browser da Web, o servidor HTTP executa um change file ficheiro de alterações s. m. Ficheiro que
programa (normalmente designado por script de grava as alterações transaccionais que ocorrem
CGI) e passa as informações introduzidas pelo numa base de dados, proporcionando uma base
utilizador para o programa através da CGI. Depois, para a actualização de um ficheiro principal e para
o programa devolve informações ao servidor o estabelecimento de uma pista de auditoria.
através da CGI. A utilização da CGI pode tornar Também designado por registo de transacções.
uma página Web muito mais dinâmica e pode channel canal s. m. 1. Caminho, ou ligação, através
adicionar interactividade com o utilizador. Ver do qual passam informações entre dois
também CGI script, HTTP server (definição 1). dispositivos. Um canal pode ser interno ou externo,
2. Ver Computer Graphics Interface. relativamente a um microcomputador. Ver também
cgi-bin s. m. Forma abreviada de Common Gateway bus. 2. Na comunicação, é um meio destinado à
Interface-binaries (binários da interface de porta transferência de informações. Dependendo do tipo,
de ligação comum). Directório de ficheiros que um canal de comunicação pode transportar

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character-oriented protocol

informações (dados, som e/ou vídeo) no formato um sinal indicativo da emissão de um sinal sonoro
analógico ou digital. Pode ser uma ligação física, ou do início de uma nova página. Ver também
como é o caso do cabo que liga duas estações ASCII, control character, EBCDIC.
numa rede, ou pode consistir numa transmissão character cell célula do carácter s. f. Bloco
electromagnética em uma ou mais frequências, rectangular de pixels que representa o espaço dentro
com uma largura de banda dentro do espectro
electromagnético, como no caso da rádio ou da
do qual um determinado carácter é desenhado no
ecrã. Os monitores utilizam diferentes quantidades
C
televisão. Também designado por circuito, linha. Ver de pixels para determinar as células de caracteres.
também analog, band, bandwidth, cable, digital. Porém, estas nem sempre têm o mesmo tamanho
channel access acesso ao canal s. m. Método num determinado tipo de letra. Nos tipos de letra
utilizado nos sistemas em rede para obter acesso proporcionais, a altura permanece a mesma, mas a
ao canal de comunicação de dados que liga dois ou largura varia para cada carácter.
mais computadores. Os métodos mais comuns de character code código de carácter s. m. Código
acesso ao canal são a contenção e a rede token ring. específico que representa um carácter que faz
Ver também channel, contention, token ring parte de um conjunto, como o conjunto de
network. caracteres ASCII. O código de carácter referente a
channel adapter adaptador de canal s. m. uma determinada tecla depende do facto de outra
Dispositivo que permite a comunicação entre tecla ter sido premida ao mesmo tempo, como seja
equipamentos que utilizam tipos diferentes de a tecla Shift. Por exemplo, quando prime a tecla A
canal de comunicação. sozinha, o utilizador gere, normalmente, o código
channel capacity capacidade do canal s. f. de carácter correspondente à letra a minúscula.
Velocidade a que um canal de comunicação pode Quando prime Shift e a tecla A, gera, normalmente,
transferir informações, medida em bits por o código de carácter referente à letra A maiúscula.
segundo ou em bauds. Comparar com key code.
channel hop saltitar de canal em canal v. Mudar character density densidade de caracteres s. f.
repetidamente de um canal de IRC para outro. Ver Na impressão ou na apresentação no ecrã, é uma
também IRC. medida do número de caracteres por unidade de
channel op op do canal s. m. Forma abreviada de área ou de distância linear. Ver também pitch
channel operator. Utilizador num canal de IRC (definição 1).
que tem o privilégio de expulsar participantes não character device dispositivo de caracteres s. m.
desejados. Ver também IRC. 1. Dispositivo informático, como um teclado ou
character carácter s. m. Letra, número, sinal de impressora, que recebe ou transmite informação
pontuação, símbolo ou outro código de controlo sob a forma de um fluxo de caracteres, passando
que, para o computador, representa uma unidade – um carácter de cada vez. Os caracteres podem ser
1 byte – de informação. Os caracteres não são transferidos bit a bit (transmissão em série) ou
necessariamente visíveis, seja no ecrã ou no papel. byte a byte (transmissão paralela), mas não são
Um espaço em branco, por exemplo, tanto é um movidos em blocos (grupos de bytes). Comparar
carácter como é a letra a. Uma vez que os com block device. 2. Relativamente aos monitores,
computadores têm de gerir os chamados caracteres é um dispositivo que gere texto mas não imagens.
imprimíveis, bem como a formatação e a Ver também text mode.
transferência de informações armazenadas sob character mode modo de caracteres s. m. Ver text
forma electrónica, um carácter também pode mode.
indicar uma mudança de linha ou uma marca de character-oriented protocol protocolo orientado
parágrafo num documento de texto ou pode ser para caracteres s. m. Ver byte-oriented protocol.

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character printer

character printer impressora de caracteres s. f. o cálculo do número de caracteres por polegada é


1. Impressora que imprime um carácter de cada uma tarefa simples. Nos tipos de letra
vez, tal como uma impressora matricial padrão. proporcionais, os caracteres têm larguras variadas,
Comparar com line printer, page printer. de modo que o número de caracteres por polegada
2. Impressora que não pode imprimir imagens. deve ser calculado como a média das diferentes
Este tipo de impressora apenas recebe códigos de larguras. Sigla: cpi. Ver também monospace font,
carácter do sistema controlador e imprime os pitch (definição 1), proportional font.
caracteres apropriados. Comparar com graphics characters per second caracteres por segundo s. m.
printer. 1. Medida de velocidade de uma impressora
character recognition reconhecimento de caracteres não-laser, como uma impressora matricial ou a
s. m. Processo de aplicação de métodos de jacto de tinta. 2. Medida da velocidade a que um
correspondência entre padrões às formas de determinado dispositivo, como uma unidade de
caracteres que tenham sido introduzidas no disco, pode transferir dados. Na comunicação em
computador, para determinar quais os caracteres série, a velocidade de um modem em bits por
alfanuméricos ou sinais de pontuação que as segundo pode, em geral, ser dividida por 10, para
formas representam. Dado que os diferentes tipos se obter um cálculo aproximado do número de
de letra e tratamentos de texto, como o negrito e o caracteres transmitidos por segundo. Sigla: CPS.
itálico, podem influenciar a forma dos caracteres, character string cadeia de caracteres s. f. Conjunto
o reconhecimento de caracteres não está isento de de caracteres tratados como uma unidade e
erros. Alguns sistemas apenas funcionam com interpretados por um computador como texto em
tipos de letra e tamanhos conhecidos, sem vez de números. Uma cadeia de caracteres pode
tratamento de texto. Estes sistemas atingem uma conter qualquer sequência de elementos de um
exactidão bastante elevada, mas apenas funcionam determinado conjunto de caracteres, como letras,
com texto especificamente impresso para eles. números, caracteres de controlo e caracteres ASCII
Outros sistemas utilizam técnicas sofisticadas de expandidos. Também designada por string. Ver
correspondência entre padrões, para apreender também ASCII, control character, extended ASCII.
outros tipos de letra e tamanhos, alcançando uma character style estilo de caracteres s. m. Qualquer
exactidão bastante razoável. Ver também atributo, como o negrito, o itálico, o sublinhado ou
magnetic-ink character recognition, optical as maiúsculas pequenas, aplicado a um carácter.
character recognition. Ver também font, font family.
character set conjunto de caracteres s. m. Grupo de character user interface interface de caracteres do
caracteres alfabéticos, numéricos e outros que têm utilizador s. f. Interface de utilizador que apenas
algum tipo de relação em comum. Por exemplo, apresenta caracteres de texto. Sigla: CUI. Ver
o conjunto de caracteres ASCII inclui as letras, também user interface. Comparar com graphical
números, símbolos e códigos de controlo que user interface.
compõem o esquema de codificação ASCII. chart gráfico s. m. Diagrama que apresenta dados
characters per inch caracteres por polegada s. m. ou a relação entre conjuntos de dados, sob forma
Medida relativa ao número de caracteres de um pictórica em vez de numérica.
tamanho e tipo de letra específicos que cabe numa chassis s. m. Estrutura metálica sobre a qual se
linha com uma polegada de comprimento. Este montam componentes electrónicos, como placas
número é afectado pelo tamanho do tipo de letra e de circuito impresso, ventoinhas e fontes de
pela largura das letras do tipo de letra a ser alimentação.
medido. Nos tipos de letra não proporcionais, chat1 1. conversação s. f. Interlocução em tempo real
todos os caracteres têm a mesma largura, pelo que através do computador. Quando um participante

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chroma

escreve uma linha de texto e, depois, prime a tecla checksum soma de verificação s. f. Valor calculado
Enter, as palavras desse participante aparecem nos para detectar erros que possam ocorrer quando os
ecrãs dos outros participantes, que, por sua vez, dados são transmitidos ou escritos num disco.
podem responder da mesma forma. A maioria dos A soma de verificação referente a um bloco de
serviços online suporta a conversação. Na Internet, dados é calculada através da combinação
o IRC é o sistema mais comum. Ver também IRC.
2. Chat s. m. Programa utilitário da Internet que
sequencial de todos os bytes de dados com uma
série de operações aritméticas ou lógicas. Após a
C
suporta a conversação. O IRC já o ultrapassou transmissão ou o armazenamento dos dados,
largamente. é calculada outra soma de verificação da mesma
chat2 conversar v. Levar a cabo uma conversação forma, utilizando os dados transmitidos ou
em tempo real com outros utilizadores através do armazenados. Se não houver correspondência
computador. Ver também IRC. entre as duas somas de verificação, isso significa
chat room sala de conversação s. f. Termo informal que ocorreu um erro e que os dados devem ser
para um canal de comunicação de dados que liga novamente transmitidos ou armazenados.
computadores e que permite aos utilizadores As somas de verificação não podem detectar todos
“conversar”, normalmente sobre um assunto de os erros e não podem ser utilizadas para corrigir
interesse geral, enviando mensagens de texto uns dados erróneos.
aos outros em tempo real, tal como nos canais child subordinado adj. 1. Processo iniciado por outro
facultados pelo IRC. As salas de conversação são (pelo processo principal). Esta acção de iniciação é
suportadas por serviços online e alguns BBS designada por bifurcação. O processo principal
electrónicos. Também podem ser criadas por costuma estar suspenso durante a execução do
indivíduos que possuam o software apropriado. Ver processo subordinado. 2. Numa estrutura em árvore,
também BBS (definição 1), chat1, chat2, IRC. é a relação de um nó com o seu antecessor imediato.
Cheapernet s. f. Ver 10Base2. Ver também tree structure.
check bit bit de verificação s. m. Bit adicionado a child directory directório subordinado s. m. Ver
uma mensagem de dados na sua origem e subdirectory.
analisado pelo processo de recepção para child menu menu subordinado s. m. Ver submenu.
determinar se ocorreu um erro durante a chip chip (circuito integrado) s. m. Ver integrated
transmissão. O exemplo mais simples é o bit de circuit.
paridade. Ver também data integrity, parity bit. chip set conjunto de chips s. m. Colecção de
check box caixa de verificação s. f. Controlo circuitos integrados concebidos para funcionar
interactivo, frequentemente utilizado nas como uma unidade no desempenho de uma tarefa
interfaces gráficas do utilizador. A caixa de comum. Normalmente, o termo refere-se ao
verificação é utilizada para activar ou desactivar conjunto de chips que suportam a CPU,
uma ou mais funcionalidades ou opções de entre em conjunto com a própria CPU. Muitas vezes,
um conjunto de opções. Quando o utilizador um conjunto de chips cabe num único chip. Ver
escolhe uma opção, aparece um x ou uma marca de também central processing unit, integrated circuit.
verificação na caixa. Ver também control choose escolher v. Seleccionar um comando ou
(definição 2). Comparar com radio button. opção numa interface gráfica de utilizador – por
check digit algarismo de verificação s. m. exemplo, clicando sobre um botão numa caixa de
Algarismo adicionado a um número de conta ou diálogo ou sobre um comando num menu.
outro valor de identificação que é novamente Comparar com select.
processado sempre que o número é utilizado. Este chroma cromatismo s. m. Qualidade de uma cor
processo determina se ocorre um erro aquando da que combina matiz e saturação. Ver também hue,
introdução do número. Ver também checksum. saturation.

© McGraw-Hill 59
churn rate

churn rate índice de cancelamento s. m. Índice que não necessitam de substituição, apenas de
de rotatividade de assinaturas de clientes. reposição. Comparar com surge protector.
Nas empresas de serviços online, os clientes que circuit card placa de circuitos s. f. Ver circuit board.
anulam as suas assinaturas mensais podem criar circuit-switched data circuito comutado para
um índice de cancelamento até 2 ou 3% por mês. dados s. m. Opção que pode ser especificada para
Os índices de cancelamento são prejudiciais para os canais B (bearer) de RDIS e que permite a um
as empresas, dado que a publicidade e a promoção utilizador de rede RDIS transmitir dados digitais
destinadas a atrair novos assinantes saem caras. no canal a 64 kbps, numa ligação ponto-a-ponto
CIM s. m. Sigla de computer-input microfilm dedicada durante uma chamada. Sigla: CSD. Ver
(microfilme de entrada de computador). Processo também alternate circuit-switched voice/circuit-
pelo qual as informações armazenadas num -switched data, B channel, ISDN. Comparar com
microfilme são digitalizadas e os dados (texto e circuit-switched voice.
imagens) convertidos em códigos que podem ser circuit-switched voice circuito comutado para voz
utilizados e manipulados por um computador. s. m. Opção que pode ser especificada para os
Comparar com COM (definição 4). canais B (bearer) de RDIS e que utiliza o canal
cipher cifra s. f. 1. Código. 2. Carácter codificado. para configurar uma ligação ponto-a-ponto
3. Zero. dedicada, para a transmissão de comunicações por
circuit circuito s. m. 1. Qualquer caminho que possa voz durante uma chamada. Sigla: CDV. Ver também
transportar corrente eléctrica. 2. Combinação de alternate circuit-switched voice/circuit-switched
componentes eléctricos interligados com vista à data, B channel, ISDN. Comparar com
realização de uma tarefa. A um determinado nível, circuit-switched data.
o computador consiste num único circuito; a outro circuit switching comutação de circuitos s. f.
nível, consiste em centenas de circuitos interligados. Método para abrir linhas de comunicação criando
circuit board placa de circuitos s. f. Placa de uma ligação física entre as partes emissora e
material isolador, como seja a resina epóxica ou receptora. Na comutação de circuitos, a ligação é
fenólica, sobre a qual se instalam e interligam feita numa central de comutação, que liga as duas
componentes eléctricos para formar um circuito. partes fisicamente e que mantém uma linha aberta
A maior parte das placas de circuitos modernas entre elas durante o tempo necessário. A comu-
utilizam padrões de folha de cobre para interligar tação de circuitos é geralmente utilizada na rede de
os componentes. As camadas de folha podem acesso telefónico e, em menor escala, em redes
existir num dos lados da placa ou em ambos e, privadas de comunicação. Comparar com message
em concepções mais avançadas, em várias switching, packet switching.
camadas na mesma placa. Nas placas de circuitos, CISC s. f. Sigla de complex instruction set
o padrão da folha de cobre é formado por meio de computing (computação por conjunto de
um processo de impressão como a fotolitografia. instruções complexas). Implementação de
Ver também board, printed circuit board. instruções complexas na concepção de um
circuit breaker disjuntor s. m. Interruptor que abre microprocessador, para que possam ser invocadas
e corta o fluxo da corrente, quando esta excede um ao nível da linguagem assembly. As instruções
determinado nível. Os disjuntores são colocados podem ser bastante poderosas, permitindo formas
nos pontos críticos dos circuitos, para protegê-los complicadas e flexíveis de calcular elementos como
contra danos que possam resultar de um fluxo os endereços de memória. A capacidade acrescida,
excessivo de corrente, normalmente provocado porém, tem como custo o tempo adicional que o
pela falha de um componente. Os disjuntores são microprocessador demora a executar cada
geralmente utilizados em lugar dos fusíveis, dado instrução. Comparar com RISC.

60 © McGraw-Hill
client/server architecture

Class A network rede de classe A s. f. Rede da oposição a dois cliques individuais. Ver também
Internet que pode admitir um máximo de click, double-click, mouse.
16 777 215 anfitriões. As redes de classe A são mais clickstream sequência de cliques s. f. Caminho que
adequadas para os sites com poucas redes e o utilizador toma ao navegar num Web site. Cada
inúmeros anfitriões, sendo geralmente destinadas selecção feita numa página Web acrescenta um
às grandes instituições governamentais e
educativas. Ver também host.
clique à sequência. Quanto mais o utilizador
avança na sequência de cliques sem ter localizado
C
clean boot arranque limpo s. m. Iniciar um o item procurado, mais provável se torna a sua
computador utilizando o mínimo de ficheiros de entrada noutro Web site. A análise deste tipo de
sistema do respectivo sistema operativo. padrões ajuda os criadores de Web sites a criar
O arranque limpo é utilizado como método de estruturas de sites, ligações e mecanismos de
resolução de problemas para isolar problemas procura de fácil utilização. Ver também Web site.
relacionados com o software que pode estar a client cliente s. m. 1. Processo, como um programa
chamar os mesmos recursos de sistema ao mesmo ou tarefa, que solicita um serviço proporcionado
tempo, causando conflitos que reduzem por outro programa – por exemplo, um
o desempenho do sistema, que danificam o processador de texto que chama um procedimento
funcionamento de alguns programas ou que de ordenação incorporado noutro programa.
causam a paragem do computador . Ver também O processo cliente utiliza o serviço solicitado, sem
boot1. ter de “saber” quaisquer pormenores de
clean install instalação a partir do zero s. f. funcionamento sobre o outro programa ou o
Reinstalação do software, por forma a garantir a serviço em si. Comparar com child (definição 1).
não permanência de ficheiros de aplicação ou de 2. Numa rede local ou na Internet, um computador
sistema de instalações anteriores. O procedimento que acede a recursos partilhados da rede,
evita que os programas de instalação “inteligentes” fornecidos por outro computador (o servidor).
ignorem instalações de ficheiros já existentes, Ver também client/server architecture, server.
o que pode impedir a eliminação de um problema. client error erro no cliente s. m. Problema
clean interface interface simples s. f. Interface do comunicado pelo módulo do cliente HTTP como
utilizador com funcionalidades simples e resultado da dificuldade em interpretar um
comandos intuitivos. Ver também user interface. comando ou da incapacidade para fazer uma
Clear key tecla Clear s. f. Tecla no canto superior ligação adequada a um sistema anfitrião remoto.
esquerdo de alguns teclados numéricos. Em muitas client/server architecture arquitectura cliente/
aplicações, cancela a opção de menu actual ou servidor s. f. Estrutura utilizada em redes locais
elimina a selecção actual. que tira partido da inteligência distribuída, por
Clear To Send CTS s. m. Ver CTS. forma a gerir o servidor e as estações de trabalho
click clicar v. Premir e libertar o botão do rato uma individuais como dispositivos programáveis e
vez, sem mover o rato. Esta acção é normalmente inteligentes, explorando, desse modo, toda a
levada a cabo para seleccionar ou anular a selecção capacidade de computação de cada um. Para obter
de um item ou para activar um programa ou uma esta estrutura, divide-se o processamento de uma
funcionalidade. Ver também right click. Comparar aplicação entre um cliente “front-end” e um
com double-click, drag. servidor “back-end”. O componente do cliente
clickable maps mapas clicáveis s. m. Ver image map. consiste num computador pessoal completo e
click speed velocidade do clique s. f. Intervalo autónomo (e não um terminal “estúpido”) que põe
máximo entre dois cliques do rato que, para o à disposição do utilizador toda a sua capacidade e
computador, identifica um duplo clique por funcionalidade para a execução de aplicações.

© McGraw-Hill 61
client-side image

O componente do servidor pode ser um imagens, de uso privado ou do domínio público,


computador pessoal, um minicomputador ou um que podem ser retirados da colecção e
computador de grande porte, que proporcione as incorporados noutros documentos.
tradicionais capacidades dos minicomputadores e clipboard 1. área de transferência s. f. Recurso de
dos computadores de grande porte num ambiente memória especial, utilizado por sistemas
de partilha de tempo: gestão de dados, partilha de operativos que funcionam com janelas. A área de
informação entre clientes e administração de rede transferência armazena uma cópia dos últimos
e funções de segurança sofisticadas. dados que foram “copiados” ou “cortados”. Depois,
Os computadores do cliente e do servidor uma operação de “colagem” passa os dados da área
trabalham em conjunto, o que, além de aumentar a de transferência para o programa actual. Esta área
capacidade de processamento disponível em de transferência permite transferir informações de
arquitecturas mais antigas, também determina um programa para outro, caso o segundo
uma utilização mais eficaz dessa capacidade. programa consiga ler o tipo de dados gerado pelo
A parte cliente da aplicação é normalmente primeiro. Os dados copiados através da utilização
optimizada no sentido de viabilizar a interacção do da área de transferência são estáticos e não
utilizador, enquanto que a parte servidor reflectem alterações posteriores. Ver também cut
proporciona a funcionalidade centralizada para and paste, DDE. Comparar com scrap. 2. computador
vários utilizadores. de caneta s. m. Computador que utiliza uma caneta
client-side image maps mapas de imagens no como principal dispositivo de entrada. Ver também
cliente s. m. Dispositivo de selecção de páginas clipboard computer, pen computer.
Web através do qual o utilizador pode clicar sobre clipboard computer computador de caneta s. m.
determinadas áreas de uma imagem, por forma a Computador portátil cujo aspecto e
indicar selecções num conjunto de opções, funcionamento global se aproximam do aspecto e
comparável à acção de clicar sobre o ícone da funcionamento de um quadro tradicional.
opção de menu pretendida. Os mapas de imagens Um computador de placa de transferência tem um
no cliente não transmitem as coordenadas dos monitor LCD, ou um monitor plano similar, e uma
cliques do rato ao servidor da Web para caneta para as entradas do utilizador, em vez de
processamento, mas antes realizam todo o um teclado ou rato. O utilizador trabalha com o
processamento no próprio programa cliente computador tocando com a caneta no ecrã.
(o browser da Web), melhorando geralmente a Os dados introduzidos num computador de placa
velocidade de resposta ao utilizador. Ver também de transferência são geralmente transferidos para
image map. outro computador através de um cabo ou modem.
clip recortar v. 1. Cortar a porção de uma imagem Tal como o quadro tradicional, o computador de
apresentada que ultrapassa um determinado placa de transferência é utilizado para o trabalho
limite, como a extremidade da janela. Alguns no terreno, para a recolha de dados ou em
programas gráficos também suportam o recorte reuniões. Ver também pen computer, portable
como forma de mascarar tudo menos um objecto computer.
específico, de modo a que seja possível aplicar Clipper Chip chip Clipper s. m. Circuito integrado
ferramentas de desenho, por exemplo, apenas ao que implementa o algoritmo SkipJack, um
objecto. 2. Cortar uma fotografia, desenho ou algoritmo de encriptação criado pela National
figura de uma colecção de ClipArt. Ver também clip Security Agency, que cifra blocos de dados de
art. 64 bits com uma chave de 80 bits. O Clipper é
clip art s. m. Colecção – num livro ou disco – de fabricado pelo governo dos Estados Unidos para
fotografias, diagramas, mapas, desenhos e outras encriptar dados telefónicos. Tem a característica

62 © McGraw-Hill
closed architecture

acrescida de poder ser desencriptado pelo Governo relógio é medida em megahertz ou milhões de
dos Estados Unidos, o qual tentou, sem qualquer ciclos por segundo. A velocidade do relógio
êxito, tornar obrigatório o uso do chip nos Estados determina a rapidez com que a CPU pode executar
Unidos. Ver também encryption. instruções básicas, como adicionar dois números,
clipping path linha de recorte s. f. Polígono ou e é utilizado para sincronizar as actividades dos
curva, utilizado para mascarar uma área num
documento. Quando este é impresso, apenas
vários componentes de um sistema. Entre 1981,
quando o PC da IBM foi lançado, e o final dos anos
C
aparece aquilo que se encontra no interior da linha noventa, a velocidade do relógio nos computadores
de recorte. Ver também PostScript. pessoais foi incrementada cerca de 60 vezes,
clobber v. Destruir dados, geralmente devido à de 4,77 MHz para 300 MHz ou mais. Também
gravação inadvertida de outros dados por cima dos designada por tempo em hertz. Ver também clock
primeiros. (definição 1).
clock relógio s. m. 1. Circuito electrónico no clock speed velocidade do relógio s. f. Ver clock rate.
computador que gera um fluxo constante de clone s. m. Cópia. Na terminologia da
impulsos de tempo – os sinais digitais que microinformática, é um computador que contém o
sincronizam cada operação. A velocidade do mesmo microprocessador e que executa os mesmos
relógio do computador constitui um dos factores programas que um computador de marca mais
determinantes da sua velocidade de conhecida e prestigiada e muitas vezes mais caro.
processamento global, cujos valores máximos close1 s. m. Comando FTP que informa o cliente no
dependem dos restantes componentes do sentido de terminar a ligação actual com um
computador. Também designado por relógio do servidor. Ver também FTP1 (definição 1), Web site.
sistema. 2. Circuito activado por pilha que regista a close2 fechar v. 1. Terminar a relação de uma
data e a hora no computador – não sendo o mesmo aplicação com um ficheiro aberto, de modo que a
que o relógio do sistema. Também designado por aplicação não pode aceder ao ficheiro sem antes o
relógio/calendário. abrir novamente. 2. Numa rede, significa terminar
clock/calendar relógio/calendário s. m. Circuito a ligação de um computador com outro.
independente de marcação de data e hora utilizado close box caixa de encerramento s. f. Na interface
num microcomputador para manter a hora e a gráfica de utilizador do Macintosh, é uma pequena
data correctas. Um circuito de relógio/calendário é caixa no canto esquerdo da barra de título de uma
alimentado por pilha, de modo que continua a janela. Pode fechar a janela clicando sobre essa
funcionar mesmo quando o computador está caixa. Comparar com close button.
desligado. A hora e a data registadas pelo relógio/ close button botão Fechar s. m. Na interface gráfica
/calendário podem ser utilizadas pelo sistema de utilizador do Windows 95, Windows NT e X
operativo (por exemplo, para “selar” os ficheiros Windows, é um botão quadrado no canto direito
com a data e a hora de criação ou revisão) e por (canto esquerdo no X Windows) da barra de título
aplicações (por exemplo, para inserir a data ou a de uma janela, que contém um x. Pode fechar a
hora num documento). Também designado por janela clicando sobre esse botão. Também
relógio, relógio interno. designado por botão X. Comparar com close box.
clocking sincronização s. f. Ver synchronization closed architecture arquitectura fechada s. f.
(definição 3). 1. Qualquer estrutura informática cujas
clock rate velocidade do relógio s. f. Velocidade de especificações não estão disponíveis. Este tipo de
oscilação do relógio interno de um dispositivo especificação de uso privado dificulta ou
electrónico. Nos computadores, cada oscilação do impossibilita a outros fornecedores a criação de
relógio é designado por ciclo e a velocidade do dispositivos acessórios que funcionem

© McGraw-Hill 63
closed file

correctamente com um computador de de instrução que recorre aos computadores como


arquitectura fechada. Normalmente, apenas o ferramentas educativas. Ver também CAI, CBT.
fabricante original pode construir periféricos e CMOS s. m. 1. Sigla de complementary metal-oxide
suplementos para este tipo de computador. semiconductor (semicondutor complementar de
Comparar com open architecture (definição 1). óxido metálico). Tecnologia de semicondutor em
2. Sistema informático que não proporciona que se incorporam pares de transístores de efeito
quaisquer ranhuras de expansão para adicionar de campo de semicondutor de óxido metálico
novas placas de circuitos à unidade. Comparar com (MOSFET) num único chip de silício. Geralmente
open architecture (definição 2). utilizados para a RAM e para aplicações
closed file ficheiro fechado s. m. Ficheiro que não comutadas, estes dispositivos têm uma velocidade
está a ser utilizado por uma aplicação. A aplicação bastante alta e um consumo de energia extrema-
tem de abrir o ficheiro para permitir a leitura ou a mente baixo. 2. Memória activada por pilha
edição do mesmo e, depois, deve fechá-lo. (presumivelmente baseada na tecnologia CMOS)
Comparar com open file. utilizada para armazenar a hora do relógio/
closed system sistema fechado s. m. Ver closed calendário e os valores de parâmetros necessários
architecture (definição 2). ao arranque dos PC da IBM e compatíveis, como
cluster s. m. 1. Agregado, como por exemplo, um por exemplo, o tipo de disco e a quantidade de
grupo de pontos de dados num gráfico. memória.
2. Computador de comunicação e seus terminais CMOS RAM RAM de CMOS s. f. Memória de acesso
associados. 3. Em termos de armazenamento de aleatório baseada na tecnologia CMOS. Os chips
dados, uma unidade de armazenamento em disco, CMOS caracterizam-se pelo baixo consumo de
consistindo num número fixo de sectores energia e pela alta tolerância ao ruído proveniente
(segmentos de armazenamento no disco, cada um da fonte de alimentação. Estas características
contendo um determinado número de bytes) que o tornam os chips CMOS, incluindo os chips da RAM
sistema operativo utiliza para ler ou escrever de CMOS, muito úteis nos componentes de
informações. 4. Grupo de servidores de rede hardware que são alimentados porpilha, como é o
independentes que funcionam – e aparecem caso da maior parte dos relógios de microcom-
perante os clientes – como se fossem uma única putadores e alguns tipos de memória RAM para
unidade. A utilização de clusters foi concebida para utilização temporária utilizados pelo sistema
melhorar a capacidade da rede pelo facto de, entre operativo. Ver também CMOS (definição 1), PRAM,
outras coisas, permitir aos servidores que RAM.
compõem o cluster distribuir o trabalho, por forma CMOS setup programa de configuração de CMOS
a equilibrar o volume. Ao permitir que um servidor s. m. Utilitário de configuração do sistema, ao qual
realize o trabalho por outro, a utilização de clusters se acede no momento do arranque, para configurar
também optimiza a estabilidade da rede e determinadas opções de sistema, tais como a hora
minimiza ou elimina o tempo de inactividade e a data, o tipo de unidades instaladas e a
causado pela falha na aplicação ou no sistema. configuração das portas. Ver também CMOS
cluster controller controlador de clusters s. m. (definição 2).
Dispositivo intermediário, situado entre um CMS s. m. Ver color management system.
computador e um grupo (cluster) de dispositivos CMY Sigla de cyan-magenta-yellow (turquesa-
auxiliares, como os terminais de uma rede, -magenta-amarelo). Modelo para descrever as
utilizado para controlar o cluster. cores que são produzidas pela absorção da luz,
CMI s. f. Sigla de computer-managed instruction como a tinta é absorvida no papel, em vez de serem
(ensino assistido por computador). Qualquer tipo produzidas pela emissão de luz, como acontece

64 © McGraw-Hill
cold fault

num monitor de vídeo. Os três tipos de células program. 2. Sistema de símbolos utilizado para
cónicas no olho reagem à luz vermelha, verde e converter informações de um formato para outro.
azul, as quais são absorvidas (retiradas da luz O código utilizado para converter informações
branca) pelos pigmentos turquesa, magenta e com vista a ocultá-las é frequentemente designado
amarelo, respectivamente. Por isso, é possível por cifra. 3. Conjunto de símbolos utilizado para
combinar percentagens de pigmentos, nestas cores
primárias subtractivas, por forma a obter o
representar informações.
code2 codificar v. Escrever instruções de programa
C
aspecto de uma cor pretendida. A ausência de numa linguagem de programação. Ver também
qualquer pigmento não altera o branco; a adição a program.
100% dos três pigmentos transforma o branco em codec s. m. 1. Forma abreviada de coder/decoder.
preto. Comparar com CMYK, RGB. Hardware que pode converter sinais de áudio ou de
CMYK Sigla de cyan-magenta-yellow-black vídeo nos formatos analógico e digital. 2. Forma
(turquesa-magenta-amarelo-preto). Modelo de abreviada de compressor/decompressor. Hardware
cores similar ao modelo de cores CMY, mas que ou software que pode comprimir e descomprimir
produz o preto através de um componente preto dados de áudio ou de vídeo. Ver também compress,
individual em vez de adicionar 100% de turquesa, uncompress. 3. Hardware que combina as funções
magenta e amarelo. Ver também CMY. das definições 1 e 2.
coaxial cable cabo coaxial s. m. Cabo de dois code profiler optimizador de código s. m.
condutores, consistindo num fio central dentro de Ferramenta concebida para ajudar os
uma blindagem cilíndrica ligada à terra, programadores a identificar e eliminar os códigos
normalmente feita de fio entrançado e que está ineficientes que causam congestionamentos e
isolada do fio central. A blindagem evita que os degradam o desempenho das aplicações.
sinais transmitidos no fio central afectem os Os optimizadores de código analisam uma
componentes mais próximos e impede que o sinal aplicação em execução, para determinar quer o
transportado no fio central seja afectado por tempo que demora a ser executada, quer a
interferência externa. frequência com que é chamada. A utilização de um
COBOL s. m. Sigla de Common Business-Oriented optimizador de código é um processo repetitivo,
Language. Linguagem de programação, no qual a ferramenta tem que ser utilizada depois
desenvolvida entre 1959 e 1961, em que as de cada secção de código ineficiente ter sido
instruções são escritas por extenso em inglês, encontrada e corrigida.
sendo depois compiladas. Hoje em dia, ainda coder programador s. m. Ver programmer.
desfruta de uma utilização generalizada, sobretudo cold boot arranque a frio s. m. Processo de
em aplicações profissionais executadas nos arranque que começa pela activação da corrente do
computadores de grande porte. Ver também computador. Normalmente, um arranque a frio
compiled language. envolve alguma verificação do hardware por parte
cobweb site site antiquado s. m. Web site que está do sistema, após a qual o sistema operativo é
totalmente desactualizado. carregado a partir do disco para a memória. Ver
code1 código s. m. 1. Instruções de programa. também boot1. Comparar com warm boot.
O código fonte consiste em instruções legíveis por cold fault erro de inicialização s. m. Erro fatal que
seres humanos e escritas por um programador ocorre no momento ou imediatamente a seguir ao
numa linguagem de programação. O código arranque, como resultado do alinhamento
máquina consiste em instruções numéricas que o incorrecto dos componentes do sistema.
computador reconhece e executa e que foram O processo de executar e desligar o computador
convertidas do código fonte. Ver também data, induz uma série de expansões e contracções

© McGraw-Hill 65
cold link

térmicas nos componentes internos. Com o transmissão em que os dados são recebidos de
decorrer do tempo, estas alterações nas dimensões forma ininteligível.
dos componentes podem criar uma fenda collision detection detecção de colisões s. f.
microscópica num chip ou soltar um pino numa 1. Processo pelo qual um nó numa rede local
tomada. Deste modo, o sistema “vai-se abaixo” controla a linha de comunicação, para detectar
quando ainda frio; mas o problema parece qualquer ocorrência de colisão, isto é, quando dois
dissipar-se quando a máquina já está quente. Por nós tentam fazer uma transmissão ao mesmo
este motivo, alguns utilizadores deixam a unidade tempo. Quando ocorre uma colisão, os dois nós
do sistema (mas não o monitor) permanentemente envolvidos costumam aguardar durante um
ligada, em vez de ligar o computador apenas período aleatório, antes de fazer nova tentativa de
quando necessário. transmissão. Ver também connection. 2. Processo
cold link ligação indirecta s. f. Ligação estabelecida pelo qual um jogo ou programa de simulação
após um pedido de dados. Uma vez realizado o determina se dois objectos no ecrã se tocam.
pedido, a ligação é interrompida. Da próxima vez Trata-se de um procedimento moroso e muitas
que houver necessidade de obter dados, é vezes complicado. Alguns computadores
necessário estabelecer uma ligação do cliente ao optimizados para gráficos e jogos dispõem de
servidor. Numa arquitectura cliente/servidor, as hardware especial incorporado, especificamente
ligações indirectas são úteis quando o item ligado destinado à detecção de colisões.
consiste numa grande quantidade de dados. O color cor s. f. Na física, é o componente da
DDE (Dynamic Data Exchange), utilizado em percepção humana da luz que depende da
aplicações como o Microsoft Excel, utiliza ligações frequência. Para a luz de uma única frequência,
indirectas para o intercâmbio de dados. Ver a cor varia desde o violeta, na extremidade de alta
também client/server architecture, DDE. Comparar frequência da banda de luz visível, ao vermelho,
com hot link. na extremidade de baixa frequência. No vídeo em
cold start inicialização a frio s. f. Ver cold boot. computador, a cor é produzida através de uma
collapsed backbone s. m. Ver backbone (definição 3). combinação de hardware e software. O software
collate agrupar v. Na manipulação de dados, manipula combinações de bits que representam as
significa intercalar itens de dois ou mais conjuntos diferentes tonalidades de cor que se destinam a
similares, para criar um conjunto combinado que determinadas posições no ecrã (pixels).
mantém a ordem ou a sequência dos itens nos O hardware da placa gráfica traduz estes bits em
conjuntos originais. sinais eléctricos, que, por sua vez, controlam o
collating sort ordenação por agrupamento s. f. brilho dos pontos de fósforo de cores diferentes
Ordenação realizada pela intercalação contínua de nas respectivas posições no ecrã. A visão do
dois ou mais ficheiros, com a finalidade de utilizador une a luz proveniente dos pontos de
produzir uma determinada sequência de registos fósforo para ter a percepção de uma única cor. Ver
ou itens de dados. também color model, color monitor, CRT, HSB,
collation sequence sequência de agrupamento s. f. monitor, RGB, video, video adapter.
Relação de ordem (sequência) entre objectos que color bits bits de cor s. m. Número predeterminado
deve ser estabelecida por uma ordenação por de bits atribuídos a cada pixel que definem a sua
agrupamento. Ver também collating sort. cor quando apresentado no monitor. Por exemplo,
collision colisão s. f. Resultado de dois dispositivos são necessários dois bits de cor para representar
ou estações de trabalho de uma rede que tentam quatro cores; oito bits de cor para representar 256
transmitir sinais exactamente no mesmo momento cores. Ver também pixel image. Comparar com bit
e no mesmo canal. A consequência típica é uma plane.

66 © McGraw-Hill
color scanner

color burst rajada de sincronização de cor s. f. color model modelo de cores s. m. Qualquer método
Técnica utilizada para codificar cor num sinal de ou convenção utilizado para representar cor na
vídeo composto. A rajada de cor consiste numa edição electrónica e nas artes gráficas. Nas artes
combinação de intensidades de vermelho, verde e gráficas e na impressão gráfica, o sistema Pantone
azul (utilizadas pelos monitores a preto e branco) é frequentemente utilizado. Nos programas
e dois sinais de diferença de cor que determinam
intensidades individuais de vermelho, verde e azul
gráficos de computador, as cores podem ser
descritas através de vários sistemas de cores: HSB,
C
(utilizadas pelos monitores a cores). Ver também CMY e RGB. Ver também CMY, HSB, Pantone
color look-up table. Matching System, process color, RGB.
color cycling ciclos de cor s. m. Técnica utilizada color monitor monitor a cores s. m. Dispositivo de
nos gráficos de computador para alterar a cor de apresentação de vídeo concebido para funcionar
um ou mais pixels no ecrã, mudando a paleta de com uma placa gráfica, de modo a produzir texto
cores utilizada pela placa gráfica em vez de alterar ou imagens gráficas a cores. Um monitor a cores,
os bits de cor para cada pixel. Por exemplo, para ao contrário do monitor monocromático, dispõe de
que um círculo vermelho se desvaneça, um ecrã revestido internamente com padrões de
transformando-se num fundo preto, basta que o três pontos de fósforo, que irradiam vermelho,
programa altere o conjunto de valores de sinais verde e azul quando atingidos por um feixe de
que correspondem ao “vermelho” na tabela de electrões. Para criar cores como o amarelo, o
pesquisa de cores da placa gráfica, tornando-o cor-de-rosa e o cor-de-laranja, os três fósforos
gradualmente mais escuro até corresponder ao brilham em conjunto em graus variados. Uma
fundo preto. A cada passo, a cor aparente de todo o placa gráfica que utiliza grupos de bits de grandes
círculo altera-se instantaneamente, parecendo que dimensões (6 ou mais) para descrever cores e que
se desvanece em vez de ser pintada por cima. gera sinais analógicos (continuamente variáveis)
color look-up table tabela de pesquisa de cores s. f. tem capacidade para gerar um intervalo de cores
Tabela armazenada na placa gráfica do bastante vasto num monitor a cores. Ver também
computador com os valores de sinais que color, color model.
correspondem às diferentes cores que podem ser color palette paleta de cores s. f. Ver palette
apresentadas no monitor. Quando a cor é (definição 1).
apresentada indirectamente, um pequeno número color plane plano de cor s. m. Ver bit plane.
de bits de cor é armazenado para cada pixel e color printer impressora a cores s. f. Impressora de
utilizado para seleccionar um conjunto de valores computador capaz de imprimir uma saída nas
de sinais da tabela de pesquisa de cores. Também mais variadas cores. A maior parte das
designada por mapa de cores, tabela de cores, impressoras a cores também pode produzir
tabela de pesquisa de vídeo. Ver também color, impressões a preto e branco.
color bits, palette (definição 2), pixel. color saturation saturação de cor s. f. Quantidade
color management system sistema de gestão de de uma matiz contida numa cor. Quanto maior a
cores s. m. Tecnologia desenvolvida pela Kodak e saturação, mais intensa a cor. Ver também HSB.
licenciada a muitos outros fornecedores de color scanner scanner a cores s. m. Scanner que
software que visa calibrar e ajustar as cores que converte imagens em formato digitalizado e que é
são apresentadas nos monitores de vídeo e nos capaz de interpretar cor. A profundidade das cores
monitores de computador, bem como as cores depende da profundidade de bits do scanner – a
impressas. Sigla: CMS. sua capacidade para transformar cor em 8, 16, 24
color map mapa de cores s. m. Ver color look-up ou 32 bits. Os scanners a cores de gama alta,
table. normalmente utilizados quando é necessário

© McGraw-Hill 67
color table

imprimir a saída, são capazes de codificar programas para Windows já existentes.


informação com uma elevada resolução. Os componentes COM podem ser escritos em
Os scanners a cores de gama baixa codificam a diversas linguagens. A especificação COM constitui
informação a uma resolução de 72 pontos por a base das especificações OLE, ActiveX e DirectX.
polegada, sendo normalmente utilizados para as Ver também ActiveX, DirectX, OLE. s. f. 3. Extensão
imagens a apresentar no ecrã que não se destinam reservada pelo MS-DOS para um tipo de ficheiro
a ser impressas. Ver também resolution (de progama) binário executável, limitado a um
(definição 1), scanner. único segmento de 64 KB. Os ficheiros COM são
color table tabela de cores s. f. Ver color look-up frequentemente utilizados para programas
table. utilitários e rotinas curtas. Não são suportados
column coluna s. f. 1. Série de itens dispostos na pelo OS/2. s. m. 4. Sigla de computer-output
vertical e inseridos numa estrutura – por exemplo, microfilm (microfilme de saída de computador).
uma série contínua de células dispostas de cima Microfilme capaz de gravar dados de um
para baixo numa folha de cálculo, uma linha computador.
vertical de pixels num ecrã ou um conjunto de COM1 s. f. Porta de comunicação série nos sistemas
valores alinhados verticalmente numa tabela ou Wintel. A COM1 é normalmente especificada pelo
matriz. Comparar com row. 2. Num sistema de intervalo de E/S 03F8H, está normalmente
gestão de bases de dados relacionais, o nome de associada à linha de pedido de interrupção IRQ4 e,
um atributo. A colecção de valores de coluna que em muitos sistemas, é utilizada para ligar um rato
formam a descrição de uma entidade específica é série RS-232. Ver também IRQ.
designada por tuplo ou linha. Num sistema de COM2 s. f. Porta de comunicação série nos sistemas
ficheiros não relacionais, uma coluna equivale a Wintel. A COM2 é normalmente especificada pelo
um campo de um registo. Ver também field intervalo de E/S 02F8H, está normalmente
(definição 1), row, table (definição 1). associada à linha de pedido de interrupção IRQ3 e,
.com 1. No DNS (Domain Name System) da em muitos sistemas, é utilizada para ligar um
Internet, é o domínio de nível superior que modem. Ver também IRQ.
identifica endereços operados por organizações COM3 s. f. Porta de comunicação série nos sistemas
comerciais. A designação .com aparece como Wintel. A COM3 é normalmente especificada pelo
sufixo no fim do endereço. Ver também DNS intervalo de E/S 03E8H, está normalmente
(definição 1), domain (definição 3). Comparar com associada à linha de pedido de interrupção IRQ4 e,
.edu, .gov, .mil, .net, .org.. 2. No MS-DOS, é a em muitos sistemas, é utilizada como alternativa à
extensão de ficheiro que identifica um ficheiro de COM1 ou COM2, caso estas estejam a ser utilizadas
comando. Ver também COM (definição 3). por outro periférico. Ver também IRQ.
COM s. f. 1. Nome reservado pelo sistema operativo Comité Consultatif International Télégraphique
MS-DOS para as portas de comunicação série. Por et Téléphonique s. m. Também designado por
exemplo, se um modem estiver ligado a uma porta Comité Consultivo Internacional de Telegrafia e
série e uma impressora série estiver ligada a outra, Telefonia. Ver CCITT.
os dispositivos serão identificados pelo sistema comma-delimited file ficheiro delimitado por
operativo como COM1 e COM2. s. m. 2. Sigla de vírgulas s. m. Ficheiro de dados consistindo em
Component Object Model (modelo de objectos por campos e registos, separados por meio de vírgulas
componentes). Especificação desenvolvida pela e armazenados sob a forma de texto. A utilização
Microsoft para a criação de componentes de de ficheiros delimitados por vírgulas viabiliza a
software que possam ser incluídos em programas comunicação entre sistemas de bases de dados que
ou que possam adicionar funcionalidade aos utilizam diferentes formatos. Se os dados incluídos

68 © McGraw-Hill
commerce server

num campo contêm uma vírgula, esse campo é command language linguagem de comandos s. f.
ainda envolvido por aspas. Conjunto de palavras-chave ou expressões aceites
command comando s. m. Instrução para um como válidas pelo intérprete de comandos. Ver
programa de computador que, quando emitida também command interpreter.
pelo utilizador, provoca a realização de uma acção. command line linha de comandos s. f. Cadeia de
Os comandos são normalmente escritos no teclado
ou escolhidos num menu.
texto escrita na linguagem de comandos e passada
para o intérprete de comandos para ser executada.
C
command button botão de comando s. m. Controlo Ver também command language.
em forma de botão numa caixa de diálogo da command-line interface interface de linha de
interface gráfica do utilizador. Ao clicar sobre um comandos s. f. Forma de interface entre o sistema
botão de comando, o utilizador leva o computador operativo e o utilizador, na qual o utilizador
a realizar uma acção, como, por exemplo, abrir um escreve comandos, utilizando uma linguagem
ficheiro que tenha sido seleccionado utilizando os especial. Apesar de se considerar que os sistemas
outros controlos da caixa de diálogo. com interfaces de linha de comandos são mais
COMMAND.COM s. m. Intérprete de comandos difíceis de aprender e de utilizar do que os
para o MS-DOS. Ver também command interpreter. sistemas com interfaces gráficas, são geralmente
command-driven baseado em comandos adj. Que programáveis, o que lhes proporciona a
aceita comandos sob a forma de palavras ou letras flexibilidade que não existe nos sistemas baseados
de código, os quais o utilizador tem de aprender. em gráficos, que não dispõem de uma interface de
Comparar com menu-driven. programação. Comparar com graphical user
command-driven system sistema baseado em interface.
comandos s. m. Sistema em que o utilizador inicia command mode modo de comandos s. m. Modo de
as operações através de um comando introduzido operação em que o programa aguarda a introdução
a partir da consola. Comparar com graphical user de um comando. Comparar com edit mode, insert
interface. mode.
command interpreter intérprete de comandos s. m. command processing processamento de comandos
Programa, normalmente pertencente ao sistema s. m. Ver command-driven system.
operativo, que aceita comandos introduzidos a command processor processador de comandos
partir do teclado e que realiza as tarefas em s. m. Ver command interpreter.
conformidade. O intérprete de comandos é command shell shell de comando s. f. Ver shell.
responsável por carregar aplicações e direccionar o command state estado de comandos s. m. Estado
fluxo de informações entre as aplicações. No OS/2 e no qual o modem aceita os comandos, como, por
MS-DOS, o intérprete de comandos também gere exemplo, um comando para marcar um número de
funções simples, como seja mover e copiar telefone. Comparar com online state.
ficheiros e apresentar informações sobre commerce server servidor de comércio s. m.
directórios de disco. Ver também shell. Servidor HTTP, concebido para a realização de
Command key tecla Command s. f. No teclado transacções de negócios online. Os dados são
original da Macintosh, é uma tecla identificada transferidos entre o servidor e o browser da Web,
pelo símbolo especial z, por vezes, designado por sob forma encriptada, de modo a guardar as
“propeller” (hélice) ou “puppy foot” (pata de informações, como os números de cartões de
cachorro). Esta tecla encontra-se num dos lados, crédito, com alguma segurança. Os servidores
ou em ambos os lados, da barra de espaços, comerciais são geralmente utilizados por lojas e
dependendo da versão do teclado Apple. A tecla empresas online cuja actividade comercial é
realiza algumas funções que a tecla Control realiza efectuada por meio de encomendas por correio.
nos teclados IBM. Ver também Control key. Estas lojas ou empresas apresentam os seus

© McGraw-Hill 69
commercial access provider

produtos nos respectivos Web sites e permitem aos relacionadas com a comunicação. Um controlador
utilizadores fazer encomendas directamente a de comunicação pode ser uma máquina
partir dos sites. Ver também HTTP server programável ou um dispositivo não-programável
(definição 1), Secure Sockets Layer, Web browser. concebido para seguir determinados protocolos de
commercial access provider fornecedor de acesso comunicação. Ver também front-end processor
comercial s. m. Ver ISP. (definição 2).
common carrier empresa pública de comunicações communications link ligação de comunicação s. f.
s. f. Empresa de comunicações (como, por exemplo, Ligação entre computadores que permite a
uma companhia de telefones) que fornece serviços transferência de dados.
ao público e que está regulamentada por communications network rede de comunicações
organizações governamentais. s. f. Ver network.
Common Gateway Interface CGI s. f. Ver CGI communications parameter parâmetro de
(definição 1). comunicação s. m. Qualquer definição necessária
communications comunicação s. f. Disciplina que para viabilizar a comunicação entre computadores.
engloba os métodos, mecanismos e meios de Na comunicação assíncrona, por exemplo, a
comunicação envolvidos na transferência de velocidade do modem, o número de bits de dados,
dados. Nas áreas relacionadas com a informática, o número de bits de paragem e o tipo de paridade
a comunicação envolve a transferência de dados de são parâmetros que têm de ser definidos
um computador para outro, através de um meio de correctamente, por forma a estabelecer uma
comunicação, como seja um telefone, uma estação comunicação entre dois modems.
repetidora de microondas, uma ligação por satélite communications port porta de comunicação s. f.
ou um cabo físico. Existem dois métodos Ver COM (definição 1).
principais de comunicação por computador: communications program programa de
a ligação temporária entre dois computadores comunicação s. m. Programa de software que
através de uma rede comutada, como é o caso do permite ao computador fazer a ligação com outro e
sistema telefónico público; e a ligação permanente trocar informações. Para iniciar comunicações,
ou semipermanente de várias estações de trabalho os programas de comunicação realizam tarefas
ou computadores numa rede. Ver também como a manutenção de parâmetros de
asynchronous transmission, CCITT, channel comunicação, o armazenamento e a marcação de
(definição 2), communications protocol, IEEE, números de telefone, a execução de procedimentos
ISDN, ISO/OSI model, LAN, modem, network, de início de sessão e a insistência de marcação
synchronous transmission. Comparar com data para linhas interrompidas. Uma vez feita a ligação,
transmission, telecommunications, teleprocess. estes programas também podem ser instruídos
communications channel canal de comunicação para guardar as mensagens que chegam no disco
s. m. Ver channel (definição 2). ou a localizar e a transmitir ficheiros de disco.
communications controller controlador de Durante a comunicação, estes programas podem
comunicação s. m. Dispositivo utilizado como codificar dados, coordenar transmissões para e a
intermediário na transferência de comunicações partir do computador remoto e verificar os dados
para e a partir do sistema anfitrião ao qual ele se que chegam, para ver se têm erros de transmissão.
encontra ligado. Ao realizar as tarefas de envio, communications protocol protocolo de
recepção, decifração e detecção de erros nas comunicação s. m. Conjunto de regras ou normas
transmissões, o controlador de comunicação ajuda concebido para permitir aos computadores fazer a
a libertar o tempo de processamento do sistema ligação entre si e trocar informações com o
anfitrião para a execução de tarefas não mínimo de erros possível. O protocolo geralmente

70 © McGraw-Hill
compact disc-recordable and erasable

aceite para normalizar as comunicações por communications system sistema de comunicações


computador em termos globais é um conjunto de s. m. Combinação de hardware, software e ligações
sete níveis de linhas de orientação de software e de transferência de dados que constituem uma
hardware designado por modelo ISO/OSI estrutura de comunicação.
(International Organization for Standardization Communications Terminal Protocol s. m.
Open Systems Interconnections). O termo
“protocolo” é frequentemente utilizado (por vezes,
Protocolo de terminal que permite ao utilizador
num local remoto aceder a um computador, como
C
com alguma confusão) relativamente a uma série se o computador remoto estivesse directamente
de normas referentes a diferentes aspectos da ligado ao computador por cabo. Sigla: CTERM.
comunicação, como seja a transferência de compact disc disco compacto s. m. 1. Meio de
ficheiros, o handshake e as transmissões por rede. armazenamento óptico para dados digitais,
Ver também ISO/OSI model. normalmente de áudio. Um disco compacto é um
communications satellite satélite de comunicações disco metálico não-magnético, com revestimento
s. m. Satélite posicionado numa órbita plástico para protecção e com capacidade para um
geossíncrona, que age como estação de relé de máximo de 74 minutos de som gravado de alta
microondas, recebendo sinais enviados a partir de fidelidade. O disco é lido por meio de um
uma estação em terra, amplificando-os e mecanismo de digitalização óptico, o qual utiliza
retransmitindo-os noutro frequência para outra uma fonte de luz de elevada intensidade, como seja
estação em terra. Os satélites de comunicação um laser, e espelhos. Também designado por disco
podem ser utilizados para a transmissão de dados óptico. 2. Tecnologia que constitui a base de meios
de computador a alta velocidade. Contudo, dois como o CD-ROM, o CD-I, o CD-R e o PhotoCD.
factores que influenciam este uso são o atraso da Estes meios são todos baseados em discos
propagação (o intervalo de tempo devido à compactos, mas armazenam vários tipos de
distância percorrida pelos sinais) e a questão da informação digitais e têm diferentes capacidades
segurança. Ver também downlink, uplink. de leitura/escrita. Sigla: CD. Ver também CD-I,
communications server servidor de comunicação CD-R, CD-ROM, PhotoCD.
s. m. Numa rede local, é a porta de ligação que compact disc-erasable CD apagável s. m. Avanço
traduz pacotes em sinais assíncronos, como tecnológico na área dos discos compactos, através
aqueles utilizados nas linhas telefónicas ou em do qual é possível alterar repetidamente as
comunicações em série RS-232-C, e que permite a informações contidas num CD. Os CD contempo-
todos os nós da rede aceder aos seus modems ou râneos podem ser gravados uma única vez e lidos
ligações RS-232-C. Ver também gateway, RS-232-C várias vezes, no sentido de que as informações
standard. originalmente escritas não podem ser alteradas,
communications slot ranhura de comunicação s. f. embora seja possível anexar novas informações.
Em muitos modelos Apple Macintosh, é uma Sigla: CD-E.
ranhura de expansão dedicada às placas de compact disc-interactive CD interactivo s. m. Ver
interface de rede. Sigla: CS. CD-I.
communications software software de compact disc-recordable and erasable CD regra-
comunicação s. m. Software que controla o modem vável e apagável s. m. Hardware e software
respondendo aos comandos inseridos pelo destinado a estabelecer uma interface para os
utilizador. Em geral, este tipo de software inclui a computadores que utilizam dispositivos de CD
emulação de terminais, bem como facilidades de graváveis e de CD elimináveis.
transferência de ficheiros. Ver também modem, compact disc-rewritable CD regravável s. m.
terminal emulation. Tecnologia, equipamento, software e meios

© McGraw-Hill 71
compaction

utilizados na produção de discos compactos de algumas estações de trabalho UNIX e de alguns


passíveis de serem gravados várias vezes. sistemas Apple Macintosh para executar software
Sigla: CD-RW. para MS-DOS.
compaction compactação s. f. Processo de recolha e compile compilar v. Traduzir a totalidade do código
empacotamento das regiões da memória ou do fonte de um programa, de uma linguagem de alto
armazenamento auxiliar actualmente atribuídas, nível para o código objecto, antes da execução do
num espaço tão pequeno quanto possível, por programa. O código objecto é um código de
forma a disponibilizar a maior quantidade de máquina executável ou uma variação do código de
espaço livre possível. Comparar com máquina. Ver também compiler, high-level
fragmentation. language, machine code, source code. Comparar
compatibility compatibilidade s. f. 1. Grau de com interpret.
desempenho ou de compreensão que um compiled language linguagem compilada s. f.
computador, dispositivo, ficheiro de dados ou Linguagem que é traduzida para o código de
programa possui relativamente aos mesmos máquina antes de qualquer execução, por oposição
comandos, formatos ou linguagem que outro a uma linguagem interpretada, a qual é traduzida e
computador, dispositivo, ficheiro de dados ou executada uma instrução de cada vez. Ver também
programa utiliza. Uma verdadeira compatibilidade compiler. Comparar com interpreted language.
significa que quaisquer diferenças operacionais compiler compilador s. m. Programa que traduz a
são invisíveis para as pessoas e para os programas. totalidade do código fonte de um programa escrito
2. Grau de funcionamento harmonioso entre dois numa linguagem de alto nível para o código
computadores – comunicando, partilhando dados objecto, antes da execução do programa. Ver
ou executando os mesmos programas. 3. Grau de também assembler, compile, high-level language,
conformidade de um elemento de hardware interpreted language, object code.
relativamente a uma norma aceite (por exemplo, complementary metal-oxide semiconductor
compatível IBM ou compatível Hayes). 4. Relati- semicondutor complementar de óxido metálico s. m.
vamente ao software, é a harmonia ao nível das Ver CMOS.
tarefas entre computadores e programas. complementary operation operação complementar
Os computadores considerados compatíveis com o s. f. Na lógica booleana, é uma operação que produz
software podem executar programas que tenham o resultado oposto ao de outra operação realizada
sido originalmente concebidos para outras marcas com os mesmos dados. Por exemplo, se A é
ou modelos. Os programas compatíveis podem verdadeiro, NÃO A (seu complemento) é falso.
funcionar em conjunto e partilhar dados – por complex instruction set computing computação
exemplo, diferentes programas, como um por conjunto de instruções complexas s. f. Ver CISC.
processador de texto e um programa de desenho, comp. newsgroups newsgroups comp. s. m.
são compatíveis quando ambos podem incorporar Newsgroups da Usenet pertencentes à hierarquia
imagens ou ficheiros criados no outro. Ver também comp., que utilizam o prefixo comp. nos nomes e
downward compatibility, upward-compatible. que estão dedicados aos debates sobre hardware,
compatibility mode modo de compatibilidade s. m. software e outros aspectos das ciências infor-
Modo em que o hardware ou software de um máticas. Ver também newsgroup, traditional
sistema suporta operações do software de outro newsgroup hierarchy, Usenet.
sistema. O termo refere-se, muitas vezes, Component Object Model COM s. m. Ver COM
à capacidade dos sistemas operativos avançados (definição 2).
concebidos para microprocessadores Intel para component software software por componentes
executar software para MS-DOS ou à capacidade s. m. Rotinas ou componentes de software

72 © McGraw-Hill
compressed file

modulares que podem ser combinados com outros diferente. Por exemplo, um relatório que contenha
componentes para formar um programa global. gráficos (criados numa folha de cálculo) e texto
O programador pode utilizar e reutilizar um (criado num processador de texto) é um
componente existente, sem que seja necessário documento composto. Embora o documento
compreender o seu funcionamento interno, pelo composto seja, em termos visuais, uma unidade
simples facto de saber como instruir outro
programa ou componente a chamar e passar dados
sem divisões, na realidade, é composto por
objectos (blocos de informação) distintos, que são
C
para e a partir dele. Ver também program, routine. criados nas suas próprias aplicações. Estes
componentware software por componentes s. m. Ver objectos podem ser fisicamente incorporados ou
component software. ligados ao documento de destino, embora
COM port ou comm port porta COM s. f. Forma permaneçam no ficheiro de origem. É possível
abreviada de communications port (porta de editar tanto os objectos incorporados como os
comunicação). Endereço lógico atribuído pelo ligados. Os objectos ligados, porém, podem ser
MS-DOS (versões 3.3 e mais recentes) e pelo actualizados por forma a reflectir as alterações
Windows (incluindo o Windows 95 e o Windows efectuadas no ficheiro de origem. Ver também
NT) a cada uma das quatro portas série existentes ActiveX, OLE, OpenDoc.
num PC IBM ou compatível. As portas COM compress comprimir v. Reduzir o tamanho de um
também se tornaram conhecidas como as portas conjunto de dados, como seja um ficheiro ou uma
série instaladas na CPU de um PC, onde se ligam mensagem de correio electrónico, de modo a que
os periféricos, como as impressoras e os modems possa ser armazenado em menos espaço ou
externos. Ver também COM (definição 1), input/ transmitido numa largura de banda mais baixa.
/output port, serial port. Os dados podem ser comprimidos através da
composite display ecrã composto s. m. Ecrã remoção de padrões de bits repetidos e substi-
característico dos monitores de televisores e de tuindo-os por uma espécie de resumo, que ocupa
alguns monitores de computadores, capaz de menos espaço. A restauração dos padrões repetidos
extrair uma imagem de um sinal composto implica a descompressão dos dados. Ver também
(também designado por sinal NTSC). Um sinal de lossless compression, lossy compression.
ecrã composto transporta num único fio não só as compressed digital video vídeo digital comprimido
informações codificadas necessárias para a s. m. Ver CDV (definição 1).
formação de uma imagem no ecrã, como também compressed disk disco comprimido s. m. Disco
os impulsos necessários para sincronizar os rígido ou disquete cuja capacidade aparente para
varrimentos horizontal e vertical à medida que o conter dados foi aumentada pela utilização de um
feixe de electrões atravessa o ecrã. Os ecrãs utilitário de compressão. Ver também data
compostos podem ser monocromáticos ou a cores. compression.
Os monitores compostos a cores são menos compressed drive unidade comprimida s. f. Disco
legíveis do que os monitores monocromáticos ou rígido cuja capacidade aparente foi aumentada
os monitores a cores RGB que utilizam sinais pela utilização de um utilitário de compressão. Ver
(e fios) individuais para os componentes também compressed disk, disk compression.
vermelhos, verdes e azuis da imagem. Ver também compressed file ficheiro comprimido s. m. Ficheiro
color monitor, monochrome display, NTSC, RGB cujo conteúdo foi comprimido por um programa
monitor. utilitário especial, de modo a ocupar menos espaço
compound document documento composto s. m. num disco ou outro dispositivo de armazenamento
Documento que contém diferentes tipos de do que no seu estado descomprimido (normal).
informação, cada um criado com uma aplicação Ver também installation program, utility program.

© McGraw-Hill 73
compression

compression compressão s. f. Ver data compression. valores através de sinais continuamente


compressor compressor s. m. Dispositivo que limita variáveis, os quais podem incluir qualquer
um determinado aspecto de um sinal transmitido, número de valores num intervalo limitado, em
como o volume, por forma a aumentar a eficácia. qualquer momento. Os computadores digitais –
compute computar v. 1. Efectuar cálculos. 2. Utilizar o tipo que a maioria das pessoas imagina como
um computador ou colocá-lo em funcionamento. computador – representam valores através de
computer computador s. m. Qualquer máquina que sinais distintos, sendo que os bits representam
aceita entradas estruturadas, que as processa de os algarismos binários 0 e 1. Ver também analog,
acordo com normas prescritas e que produz os digital.
resultados como saída. A lista que se segue
computer-aided design desenho assistido por
descreve as formas pelas quais se classificam os
computador s. m. Ver CAD.
computadores em categorias.
computer-aided instruction ensino assistido por
• Classe: Os computadores podem ser computador s. m. Ver CAI.
classificados como supercomputadores, computer-aided testing ensaios assistidos por
computadores de grande porte, computador s. m. Ver CAT (definição 1).
superminicomputadores, minicomputadores, computer art arte por computador s. f. Termo
estações de trabalho ou microcomputadores. abrangente que se pode referir à arte criada num
Quando tudo o resto (por exemplo, a idade da computador ou à arte gerada por um computador,
máquina) é igual, esta categorização dos sendo que a diferença reside no facto de o artista
computadores fornece alguma indicação da ser humano ou electrónico. Os artistas humanos
velocidade, do tamanho, do custo e das criam arte por computador utilizando programas
capacidades do computador. de desenho que disponibilizam várias ferramentas
• Geração: Os computadores históricos de de desenho como linhas, pincéis, formas, padrões e
primeira geração, como o UNIVAC, introduzido cores. Alguns programas também oferecem figuras
no início da década de 50, baseavam-se em pré-desenhadas e soluções de animação.
válvulas de vácuo. Os computadores de segunda computer-assisted instruction ensino assistido
geração, que apareceram nos anos 60, por computador s. m. Ver CAI.
dispunham de transístores que substituíam as computer-assisted teaching ensino assistido por
válvulas de vácuo. Nos computadores de terceira computador s. m. Ver CAI.
geração, dos anos 60, os chips substituíram os computer-based training formação assistida por
transístores. Nos computadores de quarta computador s. f. Ver CBT.
geração, como os microcomputadores, computer conferencing teleconferência por
que surgiram nos anos 70, a integração em larga computador s. f. Interacção de duas pessoas
escala permitiu a incorporação de milhares de através da utilização de computadores situados em
circuitos num único chip. Os computadores de locais diferentes mas ligados através de meios de
quinta geração combinam uma integração de comunicação.
larga escala com sofisticadas abordagens computer control console consola de controlo do
relativamente à computação, incluindo a computador s. f. Ver console, system console.
inteligência artificial e um verdadeiro computer crime crime informático s. m. Uso ilegal
processamento distribuído. Ver também de um computador por parte de um indivíduo não
integrated circuit. autorizado, por simples diversão (como no caso
• Modo de processamento: Os computadores são dos “piratas”) ou para obtenção de algum tipo de
analógicos ou digitais. Os primeiros, geralmente proveito (roubo por computador). Ver também
utilizados para fins científicos, representam hacker (definição 2).

74 © McGraw-Hill
computer literacy

computer-dependent dependente do computador referir-se à criação de gráficos e diagramas


adj. Ver hardware-dependent. comerciais; à apresentação de desenhos, caracteres
Computer Emergency Response Team s. f. Ver em itálico e ponteiros do rato no ecrã; ou à forma
CERT. como as imagens são geradas e apresentadas no
computer engineering engenharia de ecrã. Ver também graphics mode, presentation
computadores s. f. Disciplina que envolve a
concepção e as filosofias subjacentes ao
graphics, raster graphics, vector graphics.
Computer Graphics Interface CGI s. f. Norma de
C
desenvolvimento de hardware de computadores. software aplicada aos dispositivos de gráficos de
computer family família de computadores s. f. computador, como impressoras e plotters. A CGI
Termo vulgarmente utilizado para indicar um deriva do Graphical Kernel Sytem, uma norma
grupo de computadores construídos com base no gráfica mundialmente reconhecida, que
mesmo microprocessador ou numa série de proporciona aos programadores de aplicações
microprocessadores relacionados, que partilham métodos padrão para criar, manipular e apresentar
características de concepção importantes. Por ou imprimir gráficos de computador. Sigla: CGI.
exemplo, os computadores Apple Macintosh, desde Ver também Graphical Kernel System.
o Macintosh original até ao Quadra, representam computer-input microfilm microfilme de entrada
uma família concebida pela Apple com base nos de computador s. m. Ver CIM.
microprocessadores Motorola 68000, 68020, 68030 computer instruction instrução de computador s. f.
e 68040. As famílias de computadores são Instrução que um computador é capaz de
geralmente paralelas às famílias de reconhecer, agindo em conformidade.
microprocessadores, mas nem sempre é o caso. Por computer instruction ensino por computador s. m.
exemplo, os Macintosh deixaram de ser fabricados Utilização de um computador para fins educativos.
com processadores 680 × 0 e a família dos Ver também CAI.
Macintosh foi alargada para incluir outra geração: computer interface unit unidade de interface do
os Power Macs, baseados no microprocessador computador s. f. Ver interface (definição 3).
PowerPC. computerized mail correio informatizado s. m. Ver
computer game jogo de computador s. m. Tipo de e-mail1.
programa de computador em que um ou mais computer language linguagem de computador s. f.
utilizadores interagem com o computador como Linguagem artificial que especifica instruções
forma de entretenimento. A gama dos jogos de destinadas a serem executadas num computador.
computador varia desde os jogos simples de O termo abrange uma vasta gama de linguagens,
alfabeto para crianças ao xadrez, caças ao tesouro, desde a linguagem máquina binária às linguagens
jogos de guerra e simulações de acontecimentos de alto nível. Ver também assembly language,
mundiais. Os jogos são controlados a partir de um high-level language, machine code.
teclado, joystick ou outro dispositivo e são forne- computer letter carta de formulário s. f. Ver form
cidos em disco, CD-ROM, como cartuchos de jogos letter.
ou como dispositivos de arcada. computer literacy conhecimentos de informática
computer graphics elementos gráficos de s. m. Conhecimentos e compreensão relativamente
computador s. m. Apresentação de “imagens”, por aos computadores, além da capacidade de os
oposição à apresentação de caracteres alfabéticos e utilizar com eficiência. A um nível mais básico, os
numéricos no ecrã. Os gráficos de computador conhecimentos de informática implicam saber
englobam diferentes métodos de geração, como iniciar e fechar simples programas, bem
apresentação e armazenamento de informações. como guardar e imprimir informações. A níveis
Deste modo, os gráficos de computador podem mais elevados, pode envolver a manipulação de

© McGraw-Hill 75
computer-managed instruction

aplicações complexas, a programação ou computer-readable legível por computador adj.


conhecimentos especializados de electrónica e Relativo a informações que podem ser interpretadas
linguagem assembly. pelo computador, o qual pode agir em conformidade
computer-managed instruction ensino assistido com as mesmas. Existem dois tipos de informação
por computador s. m. Ver CMI. referidos como legíveis por computador: os códigos
computer name nome de computador s. m. Nas de barra, a fita magnética e outros formatos que
redes informáticas, é um nome que identifica um podem ser digitalizados de alguma forma e lidos
computador perante a rede. Um nome de como dados pelo computador; e o código máquina,
computador difere de um nome de utilizador no a forma sob a qual as instruções e os dados chegam
sentido de que o primeiro é utilizado para ao microprocessador do computador.
identificar um determinado computador e seus computer science ciência informática s. f. Estudo
recursos partilhados perante o sistema, de modo a dos computadores, incluindo a sua concepção,
que o acesso a eles seja possível. Comparar com operação e utilização no processamento de
alias (definição 2), user name. informações. A ciência informática combina
computer network rede de computadores s. f. Ver aspectos teóricos e práticos da engenharia,
network. electrónica, teoria da informação, matemática,
computer-output microfilm microfilme de saída lógica e comportamento humano. As vertentes da
de computador s. m. Ver COM (definição 4). ciência informática variam desde a programação e
computerphile adepto dos computadores s. m. a arquitectura de computadores à inteligência
Pessoa que está imersa no mundo da informática, artificial e à robótica.
que colecciona computadores ou cujo passatempo computer security segurança dos computadores s. f.
envolve a informática. Medidas tomadas para proteger um computador e
computer power capacidade do computador s. f. a informação nele contida. Nos sistemas grandes
Capacidade de um computador para realizar opera- ou naqueles que gerem dados financeiros ou
ções. Quando definido como o número de instruções confidenciais, a segurança dos computadores
que a máquina pode efectuar num determinado requer uma supervisão profissional que implica
período de tempo, a capacidade do computador é conhecimentos legais e técnicos. Num
medida em milhões de instruções por segundo microcomputador, os dados podem ser protegidos
(MIPS) ou milhões de operações de vírgula flutuante de várias formas: pela utilização de cópias de
por segundo (MFLOPS). Para os utilizadores ou segurança de ficheiros armazenadas numa
compradores de computadores, a capacidade é localização diferente, pela atribuição de
frequentemente considerada em termos da palavras-passe a ficheiros, pela definição “só de
quantidade de memória RAM da máquina, da texto” dos ficheiros para evitar a realização de
velocidade a que o processador funciona ou do alterações nos mesmos, pelo bloqueio físico de um
número de bits (8, 16, 32 e por aí adiante) gerido disco rígido, pelo armazenamento de informações
pelo computador de uma só vez. Ver também access sensíveis em disquetes guardadas em armários
time (definição 2), benchmark1, MIPS. fechados e pela instalação de programas especiais
computer program programa de computador s. m. para protecção contra vírus. Num computador
Conjunto de instruções numa linguagem de utilizado por várias pessoas, a segurança pode ser
computador, para ser executado num computador, assegurada pela solicitação de palavras-passe e
com vista à realização de uma tarefa. O termo pela restrição do acesso às informações sensíveis.
implica normalmente uma entidade auto- Ver também bacterium, encryption, virus.
-suficiente, por oposição a uma rotina. Ver também computer simulation simulação por computador
computer language. Comparar com routine. s. f. Ver simulation.

76 © McGraw-Hill
conditioning

computer system sistema de computador s. m. ecrã só de saída constituem, em conjunto, a


Configuração que inclui todos os componentes consola e representam as principais fontes de
funcionais de um computador e respectivo entrada e saída num sistema operativo MS-DOS.
hardware. O sistema básico de um concatenate concatenar v. Unir sequencialmente
microcomputador inclui uma consola ou unidade (por exemplo, combinar as duas cadeias de
de sistema, com uma ou mais unidades de disco,
um monitor e um teclado. O hardware adicional –
caracteres “bom” e “dia” numa única cadeia de
caracteres “bom dia”). Ver também character
C
os chamados periféricos – podem incluir string.
dispositivos como a impressora, o modem e o rato. concatenated data set conjunto concatenado
O software não costuma ser incluído no conceito de dados s. m. Grupo de conjuntos individuais
de sistema de computador, embora o sistema de dados relacionados, gerido como uma única
operativo que executa o hardware seja conhecido unidade a ser processada.
como software do sistema. concordance concordância s. f. Lista de palavras
computer telephone integration integração que aparecem num documento, juntamente com os
telefónica do computador s. f. Processo que permite contextos.
às aplicações responder a chamadas, apresentar concurrent concorrente adj. Relativo a uma
informações de base de dados no ecrã, à medida operação de computador em que dois ou mais
que uma chamada vai entrando, encaminhar e processos (programas) têm acesso ao tempo do
reencaminhar chamadas pelo processo de arrastar microprocessador e que, por isso, são realizadas
e largar, fazer chamadas a partir de uma base de praticamente em simultâneo. Dado que o
dados residente num computador, identificar microprocessador pode funcionar com unidades
chamadas de clientes e transferi-las para destinos de tempo mais pequenas do que a nossa
predeterminados. Ver também drag-and-drop. capacidade de percepção, os processos
computer users’ group grupo de utilizadores de concorrentes parecem ocorrer em simultâneo, mas,
computadores s. m. Ver user group. na realidade, não ocorrem.
computer utility utilitário de computador s. m. Ver condensed condensado adj. Relativo a um estilo de
utility. tipo de letra, suportado em algumas aplicações,
computer virus vírus de computador s. m. Ver virus. que reduz a largura de cada carácter e, em seguida,
computer vision visão por computador s. f. define os caracteres com uma distância mais
Processamento de informações visuais por próxima uns dos outros do que com o
computador. A visão por computador é uma forma espaçamento normal. Muitas impressoras
de inteligência artificial que cria uma descrição matriciais dispõem de uma funcionalidade que faz
simbólica de imagens, cuja origem é geralmente com que a impressora reduza a largura de cada
uma câmara de vídeo ou um sensor, por forma a carácter e imprima os caracteres mais próximos
converter as imagens em formato digital. Sigla: CV. uns dos outros, colocando mais caracteres numa
Ver também artificial intelligence. única linha. Comparar com expanded.
COM recorder gravador de microfilme s. m. Forma conditioning condicionamento s. m. Utilização de
abreviada de computer output microfilm recorder equipamento especial para melhorar a capacidade
(gravador de microfilme de saída de computador). de uma linha de comunicação para transmitir
Dispositivo que grava informações de computador dados. O condicionamento controla ou compensa a
num microfilme. atenuação do sinal, o ruído e a distorção. Pode ser
CON s. f. Nome de dispositivo lógico referente à utilizado apenas nas linhas dedicadas, em que o
consola, reservado pelo sistema operativo MS-DOS trajecto do computador emissor para o computador
para o teclado e o ecrã. O teclado só de entrada e o receptor é conhecido antecipadamente.

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CONFIG.SYS

CONFIG.SYS s. m. Ficheiro de texto especial que serviço ou na quantidade de informação à qual se


controla determinados aspectos do acede. Outros ainda baseiam os seus preços no
comportamento do sistema operativo no MS-DOS número de unidades de tempo utilizadas, na
e no OS/2. Os comandos no ficheiro CONFIG.SYS duração ou na distância envolvidas por cada
activam ou desactivam funcionalidades do ligação, na largura de banda de cada sessão de
sistema, definem limites de recursos (por exemplo, ligação ou numa qualquer combinação dos
o máximo número de ficheiros abertos) e critérios mencionados. Ver também connect time.
expandem o sistema operativo, carregando connection ligação s. f. Ligação física de dois ou
controladores de dispositivos que influem no mais dispositivos de comunicação, por fio, rádio,
hardware específico de um sistema de computador cabo de fibra óptica ou outro meio.
individual. connectionless sem ligação adj. Na comunicação,
configuration configuração s. f. 1. Relativamente a refere-se a um método de transmissão de dados
um único microcomputador, é a soma dos que não requer uma ligação directa entre dois nós
componentes internos e externos de um sistema, de uma ou mais redes. A comunicação sem ligação
incluindo a memória, as unidades de disco, pode ser efectuada pela passagem ou
o teclado, o monitor e qualquer hardware encaminhamento de pacotes de dados – cada um
suplementar, como o rato ou a impressora. Para com um endereço de origem e um endereço de
“configurar a configuração” de modo a funcionar destino – através dos nós até se alcançar o destino.
correctamente, é necessário o software (o sistema Ver também node (definição 2), packet
operativo e vários controladores de dispositivos), (definição 2). Comparar com connection-oriented.
as opções do utilizador (estabelecidas em ficheiros connection-oriented orientado para a ligação adj.
de configuração) e, por vezes, o hardware Na comunicação, refere-se a um método de
(interruptores e jumpers). Embora a configuração transmissão de dados que requer uma ligação
do sistema possa ser alterada, devido à adição de directa entre dois nós de uma ou mais redes.
mais memória ou ao aumento da capacidade do Comparar com connectionless.
disco, a estrutura básica do sistema – a sua connection pooling agregação de ligações s. f.
arquitectura – continua igual. Ver também Função de optimização de recursos do ODBC
AUTOEXEC.BAT, CONFIG.SYS. 2. Em relação às (Open Database Connectivity) 3.0 que resulta
redes, é a totalidade do hardware interligado ou a numa partilha mais eficiente de ligações a bases de
disposição de uma rede – a forma de ligação entre dados e objectos. A agregação de ligações mantém
os vários elementos. colecções (pools) de ligações abertas a bases de
configuration file ficheiro de configuração s. m. dados, que podem ser utilizadas e reutilizadas por
Ficheiro que contém especificações de operação aplicações sem a necessidade de abrir e fechar uma
legíveis por computador relativamente a um ligação para cada pedido. Isto é particularmente
determinado elemento de hardware ou software ou importante para aplicações baseadas na Web.
que contém informações sobre outro ficheiro ou A agregação de ligações permite a partilha entre
sobre um utilizador específico. diferentes componentes, maximiza o desempenho
connect charge pagamento para um serviço de e reduz ao mínimo o número de ligações inactivas.
ligação s. m. Montante que o utilizador tem a pagar Ver também ODBC.
pela ligação a um sistema ou serviço de connectivity conectividade s. f. 1. Natureza da
comunicações comercial. Alguns serviços calculam ligação do computador de um utilizador e outro
o montante do pagamento de ligação com base computador, como, por exemplo, um servidor ou
num valor fixo por período de facturação. Outros sistema anfitrião na Internet ou noutra rede. Este
cobram um montante variável com base no tipo de termo pode descrever a qualidade do circuito ou

78 © McGraw-Hill
content provider

da linha telefónica, o grau de ausência de ruído ou negócios ou comércio online –, para fornecer aos
a largura de banda dos dispositivos de utilizadores um meio de aceder a esses conteúdos a
comunicação. 2. Capacidade dos dispositivos de partir de uma única localização. 2. Em termos de
hardware ou dos pacotes de software para tecnologia push e multicasting, é um serviço que
transmitir dados entre outros dispositivos ou serve de mediador entre subscritores (“clientes”) e
pacotes. 3. Capacidade dos dispositivos de
hardware, dos pacotes de software ou de um
fornecedores de conteúdo, recolhendo e
organizando as informações para difusão através
C
computador para funcionar com dispositivos de da Internet. Os angariadores de conteúdo fornecem
rede ou com outros dispositivos de hardware, aos subscritores software de cliente, através do
pacotes de software ou outro computador numa qual os fornecedores de conteúdo difundem
ligação em rede. (push) informações através de “canais” que
connector ficha s. f. Em termos de hardware, permitem aos utilizadores escolher o tipo de
designa um acoplamento utilizado para unir vários informações que recebem e escolher quando é que
cabos entre si ou para unir um cabo a um desejam actualizá-la. Também designado por
dispositivo (por exemplo, uma ficha RS-232-C channel aggregator. Ver também push, Webcasting.
utilizado para unir um cabo de modem ao Comparar com content provider.
computador). Uma ficha macho é caracterizada contention contenção s. f. Numa rede, é a competição
por um ou mais pinos expostos; uma ficha fêmea entre as várias estações pela oportunidade de
caracteriza-se por um ou mais encaixes utilizar uma linha de comunicação ou um recurso
concebidos para aceitar os pinos da ficha macho. de rede. Num sentido, a contenção aplica-se a uma
Ver támbém DB connector, DIN connector. situação em que dois ou mais dispositivos tentam
connect time tempo de ligação s. m. Tempo durante fazer uma transmissão ao mesmo tempo, provo-
o qual o utilizador está activamente ligado a um cando uma colisão na linha. Noutro sentido, a
computador remoto. Nos sistemas comerciais, contenção também se aplica a um método de
o tempo de ligação representa um meio de calcular controlar o acesso a uma linha de comunicação, na
a facturação do utilizador. Ver também connect qual o direito à transmissão é atribuído à estação
charge. que ganha o controlo da linha. Comparar com token
console consola s. f. Unidade de controlo, como um passing.
terminal, através da qual o utilizador comunica content provider fornecedor de conteúdo s. m.
com um computador. Nos microcomputadores, 1. Em termos gerais, é um indivíduo, grupo ou
a consola é a caixa que contém os principais empresa que fornece informações para serem
componentes e controlos do sistema, incluindo, por vistas ou distribuídas na Internet, em intranets ou
vezes, o ecrã, o teclado ou ambos. Ver também CON, extranets privadas ou semiprivadas. Conteúdo,
system console. neste sentido, inclui não apenas informações mas
contact manager gestor de contactos s. m. Tipo de também vídeo, áudio, software, lista de Web sites e
base de dados especializada que permite ao informações específicas sobre produtos, como, por
utilizador manter um registo das comunicações exemplo, catálogos online. 2. Designa uma empresa
pessoais com outros utilizadores. Ver também de serviços que disponibiliza recursos de
database. informações da Internet aos utilizadores.
content aggregator angariadores de conteúdo s. m. Os fornecedores de conteúdo incluem serviços
1. Em termos gerais, é uma organização ou online, como a America Online e a CompuServe,
empresa que agrupa por tópico ou área de fornecedores de serviços da Internet (ISP) e um
interesse informações baseadas na Internet – por número crescente de empresas de comunicação,
exemplo, resultados desportivos, notícias sobre que representam as indústrias da televisão,

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context-dependent

comunicações de longa distância e publicações. apropriado. O papel costuma ter furos nas
Ver também ISP, online information service. extremidades laterais, para que possa ser puxado
Comparar com content aggregator. por um dispositivo de alimentação por tracção. Ver
context-dependent dependente do contexto adj. também pin feed, sprocket feed, tractor feed.
Relativo a um processo ou conjunto de caracteres continuous processing processamento contínuo
de dados cujo significado depende do ambiente s. m. Processamento de transacções à medida que
circundante. são introduzidas no sistema. Comparar com batch
context-sensitive help ajuda sensível ao contexto processing (definição 3).
s. f. Forma de assistência, através da qual um continuous-tone image imagem de tonalidade
programa apresenta informações ao utilizador contínua s. f. Imagem, como seja uma fotografia,
relativamente ao comando ou operação a ser em que as cores ou os vários tons de cinzento são
actualmente realizado. reproduzidos como gradações de cor em vez de
context-sensitive menu menu sensível ao contexto aglomerados de pontos ou pontos de tamanho
s. m. Menu que apresenta as opções como estando variado, como na impressão tradicional de livros
disponíveis ou não, dependendo do contexto. ou jornais. As imagens de tonalidade contínua
Os menus na barra de menu do Windows, por podem ser visualizadas num monitor analógico
exemplo, são sensíveis ao contexto; os comandos (como o monitor de um televisor), que aceita a
como Copiar e Cortar mostram-se desactivados se entrada como um sinal continuamente variável.
nada estiver seleccionado. Não podem ser visualizadas num monitor digital,
context switching mudança de contexto s. f. Tipo cuja entrada tem de ser dividida em unidades
de multitarefa. O acto de “desviar a atenção” do distintas, nem podem ser impressas em livros ou
processador central de uma tarefa para outra, em jornais. Ver também scan (definição 2), video
vez de atribuir incrementos de tempo a cada tarefa, digitizer. Comparar com halftone.
uma de cada vez. Ver também multitasking. continuous-tone printer impressora de tonalidade
contextual search procura contextual s. f. contínua s. f. Impressora que produz uma imagem
Programa de procura através do qual o utilizador utilizando níveis suaves de combinação de tinta
pode direccionar um programa no sentido de para gradações de cinzento ou de cor. Comparar
procurar um determinado conjunto de caracteres com dithering.
de texto nos ficheiros especificados. contouring delimitação de contornos s. f.
contiguous contíguo adj. Que tem um limite 1. Na informática gráfica, como nos modelos CAD,
partilhado, sendo imediatamente adjacente. é a representação da superfície de um objecto –
Por exemplo, os sectores contíguos num disco são suas saliências e reentrâncias. 2. No processamento
segmentos de armazenamento de dados de imagens, é a perda de detalhe que ocorre numa
fisicamente localizados ao lado uns dos outros. imagem sombreada, quando são utilizadas
continuous carrier portadora contínua s. f. Na área gradações de cinzento insuficientes para
das comunicações, é um sinal de portadora que reproduzir um elemento gráfico, como seja uma
permanece ligado durante a transmissão, quer fotografia. Nas artes gráficas, este fenómeno é por
esteja ou não a transportar informações. vezes designado por “posterization”.
continuous-form paper papel contínuo s. m. Papel contrast contraste s. m. 1. Grau de diferença entre
composto por folhas, cada uma ligada às folhas extremos de cor claros e escuros num monitor ou
anterior e seguinte, para utilização na maior parte numa impressão. 2. Controlo pelo qual se altera o
das impressoras de percussão ou a jacto de tinta e contraste do monitor.
outros dispositivos de impressão que disponham control controlo s. m. 1. Gestão de um computador
de um mecanismo de alimentação de papel e respectivas capacidades de processamento, por

80 © McGraw-Hill
conventional memory

forma a manter a ordem enquanto se executam não suporta a impressora ou uma das suas
tarefas e actividades. O controlo aplica-se às funcionalidades específicas. Em termos de vídeo,
medidas concebidas para garantir a execução de os códigos de controlo são enviados de um
acções sem erros, realizadas ao mesmo tempo e computador para uma unidade de visualização
pela ordem correcta relativamente a outras para manipular o aspecto do texto ou do cursor no
actividades de gestão de dados ou de hardware. Ver
também control bus. 2. Numa interface gráfica de
ecrã. Também designado por cadeia de configuração.
Ver também control character.
C
utilizador, é um objecto no ecrã que pode ser control console consola de controlo s. f. Ver console,
manipulado pelo utilizador no sentido de executar system console.
uma acção. Os controlos mais comuns são os Control key tecla Control s. f. Tecla que, quando
botões e as barras de deslocamento. premida em combinação com outra, lhe confere
control break interrupção do controlo s. f. outro significado. Em várias aplicações,
Transição em termos do controlo do computador a utilização da tecla Control (rotulada CTRL ou
que normalmente concede o controlo da CPU à Ctrl no teclado de um PC) em conjunto com outra
consola do utilizador ou outro programa. destina-se à realização de um comando para
Control-Break controlo Break s. m. Ver Break key. funções especiais. Ver também control character
control bus bus de controlo s. m. Conjunto de linhas (definição 2).
(condutores), no interior de um computador, que controller controlador s. m. Dispositivo do qual
transportam sinais de controlo entre a CPU e outros dispositivos dependem para aceder ao
outros dispositivos. Por exemplo, uma linha de bus subsistema de um computador. Um controlador de
de controlo é utilizada para indicar se a CPU está a disco, por exemplo, controla o acesso a uma ou
tentar ler a partir da memória ou a escrever nela. mais unidades de disco, gerindo o acesso físico e
control character carácter de controlo s. m. lógico à unidade ou unidades.
1. Qualquer dos primeiros 32 caracteres no control panel painel de controlo s. m. Nos sistemas
conjunto de caracteres ASCII (0 a 31 em com Windows ou Macintosh, é um utilitário que
representação decimal), cada um definido com permite ao utilizador controlar aspectos do
uma função de controlo padrão, como seja o sistema operativo ou do hardware, tais como a data
retorno do carro, o avanço de linha ou o retrocesso. e a hora do sistema, características do teclado,
2. Qualquer dos 26 caracteres, Control-A a as cores do ecrã, os movimentos do rato e opções
Control-Z (1 a 26, em representação decimal), que de rede.
podem ser introduzidos através do teclado, control sequence sequência de controlo s. f. Ver
mantendo premida a tecla Control e a letra control code.
apropriada. Os restantes seis caracteres com control strip banda de controlo s. f. 1. Ferramenta
funções de controlo, como o Escape (ASCII 27), de calibragem de equipamento utilizada para
não podem ser premidos utilizando a tecla Control. determinar as correcções necessárias para
Comparar com control code. restaurar a exactidão, comparando dados
control code código de controlo s. m. Um ou mais registados com valores conhecidos. 2. Utilitário
caracteres, que não podem ser impressos, que agrupa atalhos para itens ou informações
utilizados por um programa de computador para frequentemente utilizados, como a hora, o nível de
controlar as acções de um dispositivo, numa energia da pilha, itens do ambiente de trabalho e
operação de impressão, comunicação e gestão de programas, num local facilmente acessível. Ver
ecrãs. Os códigos de controlo são principalmente também shortcut.
empregues pelos programadores ou utilizadores conventional memory memória convencional s. f.
para controlar uma impressora quando a aplicação Quantidade de RAM endereçável por um PC IBM

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convergence

ou computador compatível a funcionar em modo • Conversão de hardware: alterar total ou


real, normalmente 640 KB. Sem recorrer à parcialmente um sistema de computador, para
utilização de técnicas especiais, a memória trabalhar com outros dispositivos.
convencional é o único tipo de RAM acessível aos • Conversão de suporte de dados: transferir dados
programas para MS-DOS. Ver também low de um meio de armazenamento para outro – por
memory, protected mode, real mode. Comparar exemplo, de um disco para uma fita ou de uma
com expanded memory, extended memory. disquete de 3,5 polegadas da Apple Macintosh
convergence convergência s. f. A convergência pode para uma disquete de 5,25 polegadas para
ocorrer entre diferentes disciplinas e tecnologias, MS-DOS.
como, por exemplo, quando a comunicação
• Conversão de software: alterar ou mover um
telefónica e a informática convergem no campo
programa concebido para ser executado num
das telecomunicações. Pode igualmente ocorrer
computador, de modo a que possa ser executado
num programa, como numa folha de cálculo,
noutro. Normalmente, isto implica algum
quando um conjunto circular de fórmulas é
trabalho (profissional) de pormenor no próprio
repetidamente recalculado (iterado), sendo que os
programa.
resultados de cada iteração se aproximam de uma
verdadeira solução. • Conversão de sistema: passar de um sistema
conversational conversacional adj. Relativo ao operativo para outro – por exemplo, de MS-DOS
modo de operação típico dos microcomputadores, para UNIX ou para OS/2.
no qual o utilizador e o sistema travam um diálogo conversion table tabela de conversão s. f. Tabela
através da inserção de comandos e de respostas do que lista um conjunto de caracteres ou números e
sistema. Ver também interactive. seus equivalentes noutro esquema de codificação.
conversational interaction interacção Exemplos comuns de tabelas de conversão incluem
conversacional s. f. Interacção em que duas ou as tabelas ASCII, que listam caracteres e os
mais entidades transmitem e recebem mensagens respectivos valores ASCII, e as tabelas de conversão
entre si. Ver também interactive processing. de decimal para hexadecimal.
conversational mode modo conversacional s. m. converter conversor s. m. Qualquer dispositivo que
Ver conversational. altera sinais eléctricos ou dados de computador de
conversion conversão s. f. Processo para mudar de um formato para outro. Por exemplo, um conversor
um formato para outro. Em termos de informação, analógico para digital traduz sinais analógicos em
é uma alteração que afecta a forma, mas não o sinais digitais.
conteúdo. Eis alguns tipos de conversão: cookie s. m. 1. Bloco de dados que um servidor
• Conversão de dados: alterar o modo de devolve a um cliente em resposta a um pedido
representação da informação – por exemplo, desse cliente. 2. Na World Wide Web, é um bloco de
alterar a representação binária para decimal ou dados que um servidor da Web armazena num
hexadecimal. sistema de cliente. Quando o utilizador regressa ao
• Conversão de ficheiros: alterar um ficheiro mesmo Web site, o browser envia uma cópia do
de um formato para outro. Outro tipo de conversão cookie de volta para o servidor. Os cookies são
de ficheiros, mais detalhado, envolve a alteração da utilizados para identificar utilizadores, instruir o
codificação de caracteres de um padrão para outro, servidor a enviar uma versão personalizada da
como no caso da conversão de caracteres EBCDIC página Web solicitada, apresentar os dados de uma
(utilizados sobretudo em computadores de grande conta ao utilizador e outros fins administrativos.
porte) para caracteres ASCII. Ver também ASCII, 3. Originalmente uma alusão ao “fortune cookie”
EBCDIC. (bolinhos da sorte), é um programa para UNIX

82 © McGraw-Hill
copyright

que apresenta uma mensagem diferente sempre que um único carácter a grandes segmentos de texto,
é utilizado. Em alguns sistemas, este programa é uma imagem gráfica ou vários ficheiros de dados.
executado durante o início de sessão do utilizador. Na maior parte dos casos, um procedimento de
cookie filtering tool ferramenta para filtração de cópia não altera as informações contidas no
cookies s. f. Utilitário que impede que um cookie, original. Ver também copy program. Comparar com
num browser da Web, reencaminhe informações
sobre o utilizador que solicita o acesso a um
cut and paste, move.
copy disk copiar disco v. Comando do sistema
C
determinado Web site. Ver também cookie operativo utilizado para duplicar o conteúdo de
(definição 2). uma disquete para outra.
cooperative multitasking multitarefa cooperativa copy holder suporte de papel s. m. Suporte
s. f. Tipo de multitarefa em que é atribuído tempo inclinado ou outro elemento de apoio destinado a
de processamento a uma ou mais tarefas de suportar folhas de papel, facilitando a respectiva
segundo plano durante os períodos de leitura à pessoa que trabalha com o computador.
inactividade da tarefa de primeiro plano, mas copyleft s. m. Ver General Public License.
apenas se esta o permitir. Trata-se do principal copy program programa de cópia s. m. 1. Programa
modo de multitarefa do sistema operativo destinado a duplicar um ou mais ficheiros para
Macintosh. Ver também background1, context outro disco ou directório. 2. Programa que
switching, foreground1, multitasking. Comparar desactiva ou ignora o dispositivo de protecção
com preemptive multitasking. contra cópias incluído num programa de
coordinate coordenada s. f. Qualquer elemento de computador, de modo a que o software possa ser
um grupo de referências a uma determinada ilegalmente copiado para outro disco, várias vezes.
localização, como seja a intersecção de uma coluna Ver também copy protection.
com uma linha. Nos gráficos de computador e nos copy protection protecção contra cópia s. f.
monitores, as coordenadas especificam elementos Bloqueio de software colocado num programa de
como os pontos numa linha, os cantos de um computador pelo programador, para impedir que o
quadrado ou a localização de um pixel no ecrã. produto seja copiado e distribuído sem o seu
Noutras aplicações de computador, as coordenadas consentimento ou autorização.
especificam células numa folha de cálculo, pontos copyright direitos de autor s. m. Método para
de dados num gráfico, localizações na memória e proteger, através da lei, os direitos do autor de uma
por aí adiante. obra criativa, como seja um texto, uma peça de
coordinated universal time format formato UTC música, uma pintura ou um programa de
s. m. Ver Universal Time Coordinate. computador. Qualquer cópia ou distribuição de
coprocessor coprocessador s. m. Processador, material com direitos de autor efectuada sem
distinto do processador principal, que realiza autorização pode estar sujeita em graves sanções,
funções adicionais ou que oferece assistência ao quer tenha sido realizada com fins lucrativos quer
processador principal. O tipo mais comum é o não. Os direitos de autor afectam a comunidade
coprocessador do tipo vírgula flutuante, destinado informática sob três aspectos: a protecção em
a realizar cálculos numéricos mais rapidamente e termos de direitos de autor do software, a situação
melhor do que os microprocessadores de utilização dos direitos de autor do material (como seja a letra
geral empregues nos computadores pessoais. Ver de uma música) distribuído através de uma rede,
também floating-point processor. como seja a Internet, e a situação dos direitos de
copy copiar v. Duplicar informações e reproduzi-las autor do material original distribuído através de
noutra parte de um documento, noutro ficheiro, uma rede (como por exemplo, através de uma
noutra localização na memória ou noutro meio. mensagem num newsgroup). A legislação que
Uma operação de cópia pode envolver dados, desde protege as informações divulgadas por meios

© McGraw-Hill 83
CORBA

electrónicos ainda está em desenvolvimento. os acentos gráficos), que são específicos de deter-
Ver também fair use, General Public License. minados idiomas. As funcionalidades
CORBA s. f. Sigla de Common Object Request normalmente consideradas como sendo
Broker Architecture (arquitectura de corretor de específicas de um país incluem a configuração do
pedidos de objectos comuns). Especificação teclado (incluindo teclas de caracteres especiais),
desenvolvida pelo Object Management Group em as convenções relativas à data e à hora, os símbolos
1992, segundo a qual determinadas partes dos financeiros e monetários, a anotação decimal
programas (designadas por “objectos”) (ponto ou vírgula) e a ordenação alfabética. Estas
comunicam com outros objectos noutros funcionalidades são geridas pelo sistema operativo
programas, mesmo que ambos os programas ou por aplicações que fornecem opções para a
estejam escritos em linguagens de programação personalização de documentos, de acordo com um
diferentes e sejam executados em plataformas determinado conjunto de convenções nacionais ou
diferentes. A CORBA está concebida para ser internacionais.
utilizada em ambientes orientados para objectos. courseware s. m. Software dedicado à instrução ou
Ver também object (definição 2), object-oriented. formação.
core núcleo s. m. Um dos vários tipos de memória courtesy copy cópia de cortesia s. f. Ver cc.
incorporados no computador antes do cpi s. m. Ver characters per inch.
aparecimento da memória de acesso aleatório. cps s. m. Ver characters per second.
Algumas pessoas ainda utilizam o termo para CPU s. f. Ver central processing unit.
referir a memória principal de qualquer sistema de CPU cache cache da CPU s. f. Secção de memória
computador, como na expressão “core dump” – rápida que liga a CPU e a memória principal,
uma listagem do conteúdo puro da memória armazenando temporariamente dados e instruções
principal no preciso momento de uma falha no de que a CPU necessita para executar comandos e
sistema. Comparar com RAM. programas recém-inicializados.
core program programa básico s. m. Programa ou Consideravelmente mais rápida do que a memória
segmento de programa residente na RAM. principal, a cache da CPU contém dados que são
coresident co-residente adj. Relativo a uma transferidos em blocos, acelerando, desse modo, a
condição em que dois ou mais programas são execução. Também designada por memória cache,
carregados na memória ao mesmo tempo. cache de memória. Ver também cache, central
correspondence quality qualidade de impressão processing unit.
s. f. Ver print quality. CPU cycle ciclo da CPU s. m. 1. A mais pequena
corruption danos s. m. Processo pelo qual unidade de tempo reconhecida pela CPU –
determinados dados na memória ou num disco normalmente, algumas centenas de milionésimos
são alterados sem intencionalidade, resultando na de segundos. 2. O tempo necessário para a CPU
destruição do seu significado. realizar uma instrução simples, como por exemplo,
counter contador s. m. Dispositivo que regista o obter o conteúdo de um registo. Também designado
número de visitas num Web site. por ciclo do relógio.
country code código de país s. m. Ver major CPU fan dissipador da CPU s. m. Ventoinha
geographic domain. eléctrica, normalmente colocada directamente
country-specific específico de um país adj. Relativo numa CPU ou no dissipador de calor da CPU, para
ao hardware ou software que utiliza caracteres ou ajudar a dissipar o calor proveniente do chip,
convenções específicos de um determinado país ou fazendo circular o ar à volta. Ver também central
grupo de países. O termo não se refere processing unit, heat sink.
necessariamente às línguas faladas, embora CPU speed velocidade da CPU s. f. Medida relativa
permita a utilização de caracteres especiais (como da capacidade de processamento de dados de uma

84 © McGraw-Hill
cross development

CPU, normalmente em megahertz. Ver também gerar um número baseado nos dados transmitidos.
central processing unit. O dispositivo emissor realiza o cálculo antes da
CPU time tempo de CPU s. m. No transmissão e o dispositivo receptor repete o
multiprocessamento, é o período de tempo durante mesmo cálculo terminada a transmissão. Se ambos
o qual um determinado processo detém o controlo os dispositivos obtêm o mesmo resultado,
activo da CPU. Ver também central processing unit,
multiprocessing.
presume-se que a transmissão foi levada a cabo
sem erros.
C
CR s. m. Ver carriage return. creeping featurism excesso de funcionalidades
cracker pirata s. m. Pessoa que quebra as medidas s. m. Processo pelo qual os programadores de
de segurança de um sistema de computador e software adicionam funcionalidades a cada nova
obtém um acesso não autorizado. O objectivo de versão de um programa, numa tentativa de
alguns piratas consiste em obter informações de melhorar as suas vantagens perante a
um computador ou em utilizar recursos concorrência, até que o programa se torna
informáticos ilegalmente. No entanto, o objectivo terrivelmente “pesado” e de difícil utilização.
da maioria é meramente conseguir entrar no crippled version versão incompleta s. f. Versão de
sistema. Ver também hacker (definição 2). hardware ou software com menos funções,
crash1 bloqueio s. m. Falha num programa ou distribuída para efeitos de demonstração. Ver
unidade de disco. Um bloqueio de programa também demo.
resulta na perda de todos os dados que não tenham critical error erro crítico s. m. Erro que suspende o
sido guardados, podendo tornar o sistema processamento até que a situação possa ser
operativo tão instável que seja necessário reiniciar corrigida pelo software ou pela intervenção do
o computador. Uma falha numa unidade de disco, utilizador (por exemplo, uma tentativa de ler um
por vezes designada por bloqueio de disco, resulta disco inexistente, uma impressora sem papel ou
na inoperabilidade do disco, podendo causar a uma falha de soma de verificação numa mensagem
perda de dados. Ver também head crash. de dados).
crash2 bloquear v. 1. Relativamente a um sistema ou crop recortar v. Nos gráficos de computador, recortar
programa, é a incapacidade para funcionar uma parte de uma imagem, como por exemplo,
correctamente, resultando na suspensão da qualquer área desnecessária ou o espaço em branco
operação. 2. Relativamente a uma cabeça à volta dos limites. Tal como na preparação de uma
magnética, é o impacte sobre um meio de fotografia destinada a ser impressa, o recorte é
gravação, com possíveis danos num dos elementos utilizado para aperfeiçoar ou limpar uma imagem
ou em ambos. gráfica para colocação num documento.
crash recovery recuperação após o bloqueio s. f. crop marks marcas de recorte s. f. 1. Linhas
Capacidade de o computador retomar o desenhadas nas extremidades das páginas para
funcionamento após uma falha desastrosa, como a assinalar exactamente onde o papel será cortado
falha de um disco rígido. Por vezes, a recuperação para formar páginas no documento final. Ver
pode ocorrer sem qualquer perda de dados, apesar também registration marks. 2. Linhas desenhadas
de que normalmente se perdem alguns, se não em fotografias ou ilustrações para indicar
todos os dados. Ver também crash1. exactamente por onde serão recortadas. Ver
crawler s. m. Ver spider, Web browser. também crop.
CRC s. m. Sigla de cyclical (ou cyclic) redundancy cross development desenvolvimento cruzado s. m.
check (verificação cíclica de redundância). Utilização de um sistema para desenvolver
Procedimento utilizado na verificação de erros programas para outro tipo de sistema,
durante uma transmissão de dados. A verificação normalmente devido ao facto de as ferramentas de
de erros de CRC utiliza um cálculo complexo para desenvolvimento de software pertencentes ao

© McGraw-Hill 85
cross hairs

sistema de desenvolvimento serem superiores às linha de pesquisa horizontal de cada vez. Para
ferramentas do sistema de destino. evitar a cintilação da imagem no ecrã, o feixe de
cross hairs cruzes s. f. Linhas de intersecção electrões actualiza o ecrã 30 vezes ou mais por
utilizadas por alguns dispositivos de entrada de segundo. A claridade da imagem é determinada
computadores para localizar uma determinada pelo número de pixels no ecrã. Ver também pixel,
coordenada x-y. raster, resolution (definição 1).
cross-hatching sombreado tracejado s. m. CRT controller controlador CRT s. m. Parte de uma
Sombreado constituído por linhas de intersecção placa de vídeo que gera o sinal de vídeo, incluindo
com intervalos regulares, utilizado para preencher os sinais de sincronização vertical e horizontal. Ver
áreas de uma imagem gráfica. também video adapter.
cross-linked files ficheiros interligados s. m. No cruise navegar v. Ver surf.
Windows 95, Windows 3.x e MS-DOS, é um erro de crunch v. Processar informações. Ver também
armazenamento de ficheiros que ocorre quando number cruncher.
uma ou mais secções (ou clusters) do disco rígido cryptoanalysis análise criptográfica s. f.
ou de uma disquete são erroneamente atribuídas a Descodificação de informações electronicamente
mais de um ficheiro na tabela de atribuição de encriptadas visando a compreensão de técnicas de
ficheiros. Tal como sucede com os clusters que se encriptação. Ver também cryptography, encryption.
perdem, os ficheiros interligados podem resultar cryptography criptografia s. f. Utilização de códigos
de um encerramento abrupto ou mal executado de para a conversão de dados, de modo a que estes
um programa. Ver também file allocation table, lost sejam legíveis apenas para um destinatário
cluster. específico, através da utilização de uma chave.
cross-platform interplataforma adj. Relativo a uma O eterno problema da criptografia é que a chave tem
aplicação de software ou a um dispositivo de de ser transmitida para o destinatário pretendido,
hardware que pode ser executado ou operado em podendo ser interceptada. A criptografia de chave
mais de uma plataforma de sistema. pública constitui um avanço significativo recente.
cross-post envio cruzado s. m. Quando se copia Ver também code1 (definição 2), encryption, PGP,
uma mensagem ou artigo de um newsgroup, tópico private key, public key.
de conferência, sistema de correio electrónico ou CSD s. m. Ver circuit-switched data.
outro canal de comunicação para outro – por CSO s. m. Sigla de Computing Services Office.
exemplo, de um newsgroup da Usenet para um Serviço de directório da Internet que relaciona
fórum da CompuServe ou de um sistema de nomes de utilizadores com endereços de correio
correio electrónico para um newsgroup. electrónico, normalmente em faculdades e
crosstalk linha cruzada s. f. Interferência causada universidades. É possível ter acesso ao serviço CSO
por um sinal a ser transferido de um circuito para através do Gopher.
outro, como numa linha telefónica. CSO name server servidor de nomes CSO s. m.
CRT s. m. Sigla de cathode ray tube (tubo de raios Recurso que fornece informações de directório de
catódicos). Constitui a base do ecrã de visualização correio electrónico através do sistema CSO. Ver
do microcomputador padrão. Um monitor CRT é também CSO.
construído com base numa válvula de vácuo com CSS ou CSS1 s. f. Ver cascading style sheets.
um ou mais canhões de electrões, cujos feixes de CSV s. m. 1. Ver circuito comutado para voz. 2. Ver
electrões varrem rapidamente e na horizontal o alternate circuit-switched voice/circuit-switched
interior da superfície frontal do tubo, a qual está data. 3. Extensão de nome de ficheiro, que é a
revestida de um material que brilha quando abreviatura de comma separated values (valores
irradiado. Cada feixe de electrões move-se da separados por vírgulas), atribuída a ficheiros de
esquerda para a direita, de cima para baixo, uma texto que contêm dados em tabelas, como os

86 © McGraw-Hill
CUSeeMe

encontrados em ficheiros de bases de dados. Como respectivo computador, para indicar que a
o nome indica, os campos estão separados por transmissão pode continuar. Comparar com RTS.
vírgulas. Comparar com TSV. CUI s. f. Ver character user interface.
CTERM s. m. Ver Communications Terminal CUL8R Forma abreviada da expressão “see you
Protocol. later” (até logo), utilizada em grupos de debate na
CTI s. f. Sigla de computer-telephony integration
(integração da telefonia nos computadores).
Internet, como fórmula de despedida, pelo
participante que pretende deixar o grupo
C
Prática de utilizar o computador para controlar temporariamente.
uma ou mais funções de telefonia e de curly quotes aspas curvas s. f. Ver smart quotes.
comunicação. current cell célula actual s. f. Ver active cell.
CTL s. m. Forma abreviada de control. Ver control current directory directório actual s. m. Directório
character (definição 2), Control key. de disco no fim do caminho de directório actual –
CTRL ou Ctrl s. m. Forma abreviada de control. o directório que é pesquisado em primeiro lugar,
Designação utilizada como referência à tecla numa pesquisa de ficheiro, e o directório no qual
Control nos teclados de computador. Ver também será armazenado um novo ficheiro, a menos que
control character (definição 2), Control key. seja especificado outro. Ver também path
Ctrl-Alt-Delete s. m. Combinação de três teclas (definição 3).
utilizada nos computadores IBM e compatíveis cursor s. m. 1. Indicador especial no ecrã, como,
para reiniciar o computador. Quando o utilizador por exemplo, um sublinhado ou quadrado
prime Ctrl-Alt-Delete, o MS-DOS executa um intermitente, que assinala a posição da próxima
arranque a quente – o computador é reiniciado, entrada de teclado. 2. Caneta (ponteiro) que
mas não é submetido a todas as verificações se utiliza com as mesas de digitalização.
internas realizadas quando o sistema é ligado 3. Nas aplicações e sistemas operativos que
(arranque a frio). No Windows 95 e Windows NT, utilizam um rato, é a seta ou outro ícone no ecrã
o Ctrl-Alt-Delete fornece uma caixa de diálogo a que se move de acordo com os movimentos do
partir da qual o utilizador pode optar por encerrar rato.
o computador ou terminar quaisquer tarefas cursor blink speed velocidade de intermitência do
actualmente em curso. cursor s. f. Velocidade a que o cursor pisca no ecrã.
Ctrl-C s. m. Atalho de teclado reconhecido por Ver também cursor (definição 1).
muitos programas (como o Windows) como uma cursor control controlo do cursor s. m. Capacidade
instrução para copiar o item actualmente que o computador proporciona ao utilizador de
seleccionado. mover o cursor para uma determinada localização
Ctrl-S s. m. 1. Nos sistemas em que se utiliza um no ecrã. As teclas dedicadas ao controlo do cursor
handshake de software entre os terminais e um incluem as teclas de seta e outras, como a tecla de
computador central, é o atalho de teclado utilizado retrocesso, a tecla Home e a tecla End. Os ponteiros
para suspender a saída. O Ctrl+Q retoma a saída também podem controlar os movimentos do
após a suspensão com Ctrl+S. Ver também cursor, ajudando o utilizador quando é necessário
handshake, XON/XOFF. 2. Atalho de teclado mover o cursor para outra localização mais
reconhecido por muitos programas como uma distante num documento.
instrução para guardar o documento ou ficheiro cursor key tecla do cursor s. f. Ver arrow key.
actual. Nos programas portugueses, ou em versão CUSeeMe s. m. Programa de videoconferência
portuguesa, costuma ser Ctrl+G. desenvolvido na Universidade de Cornell. Foi o
CTS s. m. Sigla de Clear To Send (pronto a enviar). primeiro programa a proporcionar aos utilizadores
Nas comunicações em série, é um sinal enviado, do Windows e do Mac OS a capacidade para
como, por exemplo, de um modem para o realizar videoconferências na Internet, em tempo

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customize

real; porém, requer uma largura de banda bastante cybernaut cibernauta s. m. Pessoa que passa muito
grande (pelo menos, uma velocidade de 128 Kbps) tempo online, a explorar a Internet. Ver também
para funcionar devidamente. cyberspace.
customize personalizar v. Modificar ou adaptar cyberpunk s. m. 1. Género de ficção científica do
qualquer software ou hardware, tendo em conta as futuro próximo, no qual a acção se desenrola em
necessidades e preferências do utilizador. ambientes de realidade virtual, existentes em redes
custom software software personalizado s. m. globais de computador, numa cultura mundial de
Qualquer tipo de programa desenvolvido para um alienação catastrófica. O protótipo do romance
determinado cliente ou para resolver uma cyberpunk é o Neuromancer de Williman Gibson
determinada necessidade. Alguns produtos, como o (1982). 2. Categoria da cultura popular que se
dBase e o Lotus 1-2-3, estão concebidos para assemelha às características da ficção cyberpunk.
proporcionar a flexibilidade e as ferramentas 3. Pessoa ou personagem fictícia que se assemelha
necessárias à produção de aplicações personalizadas. aos heróis ou protagonistas da ficção cyberpunk.
cut cortar v. Remover parte de um documento, cybersex cibersexo s. m. Comunicação por via
colocando-o temporariamente na memória, por electrónica, como seja através do correio electrónico,
forma a que a parte cortada possa ser inserida de um serviço de conversação ou de um newsgroup,
(colada) noutra localização. Comparar com delete. com vista ao estímulo ou à satisfação sexual. Ver
cut and paste cortar e colar v. Procedimento também chat1 (definição 1), newsgroup.
através do qual o computador age como uma cyberspace ciberespaço s. m. 1. Rede de realidade
combinação electrónica de tesoura e cola, utilizado virtual avançada, imaginada por William Gibson
na reorganização de um documento ou na sua no seu romance Neuromancer (1982). 2. Universo
compilação a partir de diversas fontes. Neste de ambientes, como a Internet, em que as pessoas
procedimento, a parte do documento é seleccio- interagem através de computadores ligados. Uma
nada, removida para armazenamento na memória característica que define o ciberespaço é o facto de
ou em disco e, em seguida, novamente inserida no a comunicação não estar dependente da distância
mesmo ou noutro documento. física.
CV s. f. Ver computer vision. cyberspeak linguagem cibernética s. f.
cyan turquesa s. m. Cor primária, subtraída à cor Terminologia e linguagem (frequentemente, calão
branca, utilizada na selecção de cores. Ver CMY. e siglas) relacionadas com o ambiente da Internet,
cybercafe ou cyber café cibercafé s. m. 1. Café ou isto é, do ciberespaço. A maior parte das palavras
restaurante que oferece o acesso a computadores com o prefixo ciber- (ou o adjectivo cibernético)
pessoais (ou outros terminais) que estão ligados à tem o mesmo significado que os termos
Internet, normalmente por um preço à hora ou ao correspondentes relativamente ao mundo real, mas
minuto. 2. Café virtual na Internet, geralmente o prefixo indica especificamente a sua utilização
utilizado por motivos sociais. Os utilizadores na cultura online da Internet e da Web.
interagem através de um programa de conversação cybrarian ciberbibliotecário s. m. Software
ou do envio de mensagens através de uma BBS, utilizado em algumas bibliotecas que permite ao
como num newsgroup ou num Web site. utilizador consultar uma base de dados recorrendo
cybercash dinheiro cibernético s. m. Ver e-money. a um motor de pesquisa interactivo.
cyberchat conversação cibernética s. f. Ver IRC. cycle power reinicializar v. Desligar e voltar a ligar
cybercop polícia cibernético s. m. Pessoa que a corrente de um computador, por forma a limpar
investiga acções criminosas cometidas online, algo da memória ou a reiniciar o computador após
sobretudo fraude e assédio. um bloqueio.

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D
DA s. m. Ver desk accessory. data aggregate grupo de dados s. m. Colecção de
DAC s. m. Ver digital-to-analog converter. registos de dados. Um grupo de dados inclui
daemon s. m. Programa associado aos sistemas normalmente uma descrição da colocação dos
UNIX que realiza funções de organização e blocos de dados e a sua relação com todo o
manutenção, sem ser chamado pelo utilizador. conjunto.
Um daemon permanece em segundo plano, sendo data bank banco de dados s. m. Qualquer conjunto
activado quando necessário, por exemplo, para substancial de dados.
corrigir um erro do qual outro programa não é database base de dados s. f. Ficheiro composto por
capaz de recuperar. registos, cada um com campos e um conjunto de
daisy chain corrente em margarida s. f. Conjunto de operações para pesquisa, ordenação, combinação e
dispositivos ligados em série. Para eliminar outras funções. Sigla: BD. Ver também flat-file
quaisquer pedidos conflituosos de utilização do database, hierarchical database, relational
canal (bus) ao qual os dispositivos estão ligados, database.
é atribuída uma prioridade diferente a cada database administrator administrador de base de
dispositivo ou, como no Apple Desktop Bus, cada dados s. m. Indivíduo que gere uma base de dados.
dispositivo supervisiona o canal e transmite O administrador determina o conteúdo, a estrutura
quando a linha estiver desimpedida. interna e a estratégia de acesso relativamente a
DARPANET s. f. Forma abreviada de Defense uma base de dados, define a segurança e a
Advanced Research Projects Agency Network. integridade dos dados e controla o desempenho.
Ver ARPANET. Sigla: DBA. Também designado por gestor de base
DASD s. m. Sigla de direct access storage device de dados.
(dispositivo de armazenamento de acesso directo). database engine motor de base de dados s. m.
Dispositivo de armazenamento de dados através Módulo ou módulos de programa que
do qual é possível aceder directamente à proporcionam o acesso a um sistema de gestão de
informação, em vez de se passar sequencialmente base de dados (database management system).
por todas as áreas de armazenamento. Por database machine máquina de base de dados s. f.
exemplo, uma unidade de disco é um DASD; por 1. Periférico que executa tarefas de base de dados,
outro lado, uma unidade de fita, onde os dados são aliviando, assim, o computador principal.
armazenados em sequência linear, não é. 2. Servidor de base de dados que apenas realiza
Ver também direct access. Comparar com tarefas de base de dados.
sequential access. database management system sistema de gestão
.dat Extensão de ficheiro genérica, referente a um de base de dados s. m. Interface de software entre a
ficheiro de dados. base de dados e o utilizador. Um sistema de gestão
DAT s. f. Ver digital audio tape. de base de dados gere pedidos de acções
data dado ou dados s. m. Item de informação. relacionadas com a base de dados, feitos pelo
Comparar com information. utilizador, e permite controlar os requisitos de

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database manager

segurança e integridade dos dados. Sigla: SGBD. 2. colecção de dados s. f. Agrupamento de dados
Também designado por gestor de base de dados. Ver através da classificação, ordenação e outros
também database engine. métodos de organização.
database manager gestor de base de dados s. m. Ver datacom comunicação de dados s. f. Forma
database administrator, database management abreviada de data communications. Ver
system. communications.
database publishing publicação de bases de dados data communications comunicação de dados s. f.
s. f. Utilização da edição electrónica ou da Ver communications.
tecnologia Internet para produzir relatórios com data compaction compactação de dados s. f. Ver
informações obtidas numa base de dados. data compression.
database server servidor de base de dados s. m. Nó data compression compressão de dados s. f. Forma
ou estação de rede que se destina a armazenar e a de reduzir a quantidade de espaço ou de largura de
proporcionar o acesso a uma base de dados banda necessária para armazenar ou transmitir
partilhada. Também designado por máquina de um bloco de dados, utilizada na comunicação de
base de dados. dados, na transmissão de faxes e na edição em
database structure estrutura da base de dados s. f. CD-ROM.
Descrição geral do formato dos registos de uma data conferencing conferência de dados s. f.
base de dados, incluindo o número de campos, Transmissão de dados em simultâneo entre
especificações relativas ao tipo de dados que pode participantes de uma reunião que estão
ser introduzido em cada campo e os nomes de geograficamente separados. A conferência de
campos utilizados. dados envolve a utilização de quadros e outro
data bit bit de dados s. m. Em comunicações software, que permitem a todos os participantes
assíncronas, é um bit de um conjunto de 5, 6, 7 ou manusear e modificar um conjunto de ficheiros
8, que representa um único carácter de dados a ser numa determinada localização. Ver também
transmitido. Os bits de dados são precedidos por desktop conferencing, whiteboard. Comparar com
um bit de início e seguidos de um bit de paridade video conferencing.
opcional e de um ou mais bits de paragem. Ver data control controlo dos dados s. m. Vertente da
também asynchronous transmission, bit, gestão de dados relacionada com o registo da
communications parameter. forma como os dados são utilizados, isto é, quem
data bus bus de dados s. m. Ver bus. os utiliza, quem tem acesso a eles, quem os pode
data cable cabo de dados s. m. Cabo de fibra óptica alterar, quem os possui e quem os comunica.
ou de par entrançado, utilizado para transferir data corruption danificação dos dados s. f. Ver
dados de um dispositivo para outro. corruption.
data capture recolha de dados s. f. 1. Recolha de data definition language linguagem de definição
informações no momento de uma transacção. de dados s. f. Linguagem que define todos os
2. Processo de guardar, num meio de atributos e propriedades de uma base de dados,
armazenamento, um registo das interacções sobretudo disposições de registos, definições de
realizadas entre um utilizador e um utilitário de campos, campos-chave, localizações de ficheiros e
informação remoto. estratégia de armazenamento. Sigla: DDL.
data carrier portadora de dados s. f. Ver carrier data description language linguagem de descrição
(definição 1). de dados s. f. Linguagem especificamente
Data Carrier Detected s. f. Ver DCD. concebida para definir estruturas e ficheiros de
data channel canal de dados s. m. Ver channel. dados. Ver também data definition language.
data collection 1. recolha de dados s. f. Processo de data dictionary dicionário de dados s. m. Base de
obtenção de documentos ou dados de origem. dados que contém as informações sobre todas as

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data-link layer

bases de dados incluídas num sistema de base de ter uma bifurcação de dados, uma bifurcação de
dados. Os dicionários de dados armazenam todos recurso e um cabeçalho. O sistema operativo utiliza
os esquemas e especificações de ficheiros e suas estas três partes na gestão e no armazenamento de
localizações. Também contêm informações sobre ficheiros. Ver também resource (definição 2),
os dados que os vários programas utilizam e sobre resource fork.
os relatórios nos quais os vários utilizadores estão data format formato de dados s. m. Numa
interessados. aplicação, é uma estrutura que se aplica aos dados,
data directory directório de dados s. m. Ver catalog, por forma a proporcionar um contexto no qual eles D
data dictionary. possam ser interpretados.
data encryption encriptação de dados s. f. Ver data glove luva de manipulação de dados s. f.
encryption. Dispositivo ou controlador de introdução de dados,
data encryption key chave de encriptação de dados sob a forma de uma luva equipada com sensores,
s. f. Sequência de dados utilizada para encriptar e que converte o movimento da mão e dos dedos em
desencriptar outros dados. Sigla: DEK. Ver também comandos. Ver também virtual reality.
decryption, encryption, key (definição 3). data independence independência dos dados s. f.
data encryption standard norma de encriptação Separação dos dados contidos numa base de dados
de dados s. f. Ver DES. em relação aos programas que os manipulam. A
data entry entrada de dados s. f. Processo de escrita independência torna os dados armazenados o
de novos dados na memória do computador. mais acessíveis que é possível.
data/fax modem modem de dados/fax s. m. data integrity integridade dos dados s. f. Exactidão
Modem capaz de gerir dados em série e fac-símiles dos dados e sua conformidade com os valores
de imagem para transmissão e recepção. esperados, sobretudo depois de serem
data field campo de dados s. m. Parte bem definida transmitidos ou processados.
de um registo de dados, como uma coluna numa data library biblioteca de dados s. f. Conjunto de
tabela de base de dados. ficheiros de dados catalogados, num disco ou outro
data file ficheiro de dados s. m. Ficheiro composto meio de armazenamento.
por dados, sob a forma de texto, números ou data link ligação de dados s. f. Ligação entre dois
imagens gráficas, diferente de um ficheiro de dispositivos capazes de enviar e receber
programa com comandos e instruções. Comparar informações, como seja um computador e uma
com program file. impressora ou um computador principal e um
data flow ou dataflow fluxo de dados s. m. terminal. O termo também pode descrever
1. Movimento de dados através de um sistema, qualquer equipamento, como seja um modem, que
desde a entrada até ao destino. 2. No proces- possa viabilizar as operações de transmissão e
samento paralelo, é uma estrutura na qual se recepção. Ver também data-link layer, DCE, DTE.
efectua um cálculo, quando todos os dados estão data link escape carácter de alteração de
disponíveis (processamento baseado em dados) ou transmissão s. m. Na transmissão de dados, é um
quando outros processadores solicitam os dados carácter de controlo que altera o significado dos
(processamento baseado em solicitações). Ver caracteres que aparecem imediatamente a seguir.
também parallel processing. data-link layer camada de ligação de dados s. f.
data fork bifurcação de dados s. f. Nos ficheiros No modelo ISO/OSI, é a segunda de sete camadas
Macintosh, é a parte de um documento referentes à normalização das comunicações entre
armazenado que contém informações fornecidas computadores. A camada da ligação de dados está
pelo utilizador, como o texto de um documento de imediatamente acima da camada física. As suas
processador de texto. Um ficheiro Macintosh pode funções dizem respeito ao empacotamento e ao

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data management

endereçamento dos dados, bem como à gestão do base de dados. Deste modo, existe um sistema de
fluxo das transmissões. É a camada mais baixa das gestão de base de dados relacional, um sistema de
três (ligação de dados, rede e transporte) envol- gestão de base de dados de rede e assim por diante,
vidas na transferência de dados entre dispositivos. consoante o modelo de dados que um sistema de
Ver também ISO/OSI model. gestão de base de dados suporta.
data management gestão de dados s. f. Controlo data network rede de dados s. f. Rede concebida
dos dados, desde a obtenção e introdução até ao para transferir dados codificados como sinais
processamento, saída e armazenamento. Por digitais, por oposição a uma rede de voz, que
exemplo, as aplicações gerem dados quando transmite sinais analógicos.
recebem e processam entradas e quando enviam data packet pacote de dados s. m. Ver packet.
os resultados para um dispositivo de saída ou para data processing processamento de dados s. m.
o armazenamento em disco. O utilizador também 1. Em termos gerais, é o trabalho realizado pelos
gere dados quando os obtém, quando organiza computadores. 2. Mais especificamente, designa a
discos, quando faz cópias de segurança de dados, manipulação de dados, para os transformar num
quando arquiva ficheiros e quando remove determinado resultado pretendido. Sigla: DP.
material desnecessário. Também designado por ADP, processamento
data manipulation manipulação de dados s. f. automático de dados, EDP, processamento
Processamento de dados através de programas que electrónico de dados. Ver também distributed
aceitam comandos do utilizador, que processing.
proporcionam formas de gerir dados e que data rate taxa de dados s. f. Velocidade a que um
informam o hardware sobre o que fazer com eles. circuito ou linha de comunicações pode transferir
data manipulation language linguagem de informações, normalmente medida em bits por
manipulação de dados s. f. Nos sistemas de gestão segundo.
de base de dados, é uma linguagem utilizada para data record registo de dados s. m. Ver record1.
inserir dados e para actualizar e fazer consultas data reduction redução de dados s. f. Processo de
numa base de dados. As linguagens de conversão de dados primários num formato mais
manipulação de dados podem, muitas vezes, útil, através de operações de dimensionamento,
realizar cálculos matemáticos e estatísticos, que uniformização, ordenação ou outros
facilitam a geração de relatórios. Sigla: DML. Ver procedimentos de edição.
também structured query language. data set 1. conjunto de dados s. m. Colecção de
data medium meio de armazenamento de dados informações relacionadas, composta por elementos
s. m. Material físico no qual se armazenam dados individuais que, em termos de gestão de dados,
de computador. podem ser tratados como uma única unidade.
data migration migração de dados s. f. Processo de 2. modem telefónico s. m. Em comunicações, é a
movimentação de dados de um repositório ou combinação de um modem e de um telefone numa
fonte, como seja uma base de dados, para outro, única unidade funcional. Ver também modem.
normalmente através de scripts ou programas Data Set Ready DSR s. m. Ver DSR.
automatizados. Muitas vezes, a migração de dados data sharing partilha de dados s. f. Utilização de
envolve a transferência de dados de um tipo de um único ficheiro por mais de uma pessoa ou
sistema informático para outro. computador. A partilha de dados pode ser
data model modelo de dados s. m. Colecção de efectuada pela transferência física de um ficheiro
tipos de objectos, operadores e regras de de um computador para outro ou, mais
integridade relacionados, que formam a entidade frequentemente, através da comunicação em rede
abstracta suportada por um sistema de gestão de ou entre computadores individuais.

92 © McGraw-Hill
daughterboard

data signal sinal de dados s. m. Informação data type tipo de dados s. m. Em programação, é a
transmitida através de uma linha ou circuito. definição de um conjunto de dados que especifica
Consiste em dígitos binários e pode incluir o possível intervalo de valores do conjunto, as
informações ou mensagens, bem como outros operações que podem ser realizadas com os
elementos, como sejam os caracteres de controlo valores e a forma de armazenamento dos valores
ou os códigos de verificação de erros. na memória. A definição do tipo de dados – por
data sink colector de dados s. m. 1. Qualquer meio exemplo, um inteiro, um carácter ou um booleano
de gravação onde seja possível armazenar dados – permite ao computador manipular os dados de D
até que sejam necessários. 2. Em comunicações, forma apropriada. Ver também variable.
designa a parte de um dispositivo DTE que recebe data validation validação de dados s. f. Processo de
dados transmitidos. aferição da exactidão dos dados.
data source origem de dados s. f. 1. Entidade que data value valor dos dados s. m. Significado literal
origina os dados de computador, frequentemente ou interpretado de um item de dados, como seja
um dispositivo de recolha de dados analógicos ou uma entrada numa base de dados.
digitais. 2. Em comunicações, designa a parte de data warehouse1 s. m. Base de dados, normalmente
um dispositivo DTE que envia dados. de grandes dimensões, acessível através de um
data stream fluxo de dados s. m. Corrente de dados servidor, que pode aceder a todas as informações
não diferenciada, em que os bytes passam um de de uma empresa. O warehouse pode ser
cada vez. distribuído por vários computadores e pode conter
data structure estrutura de dados s. f. Esquema várias bases de dados, dados de diversas origens e
organizacional, como seja um registo, que pode ser em vários formatos e dados sobre a organização do
aplicado aos dados para facilitar a interpretação ou warehouse. Apesar de toda esta complexidade, os
a realização de operações com os dados. utilizadores podem obter e analisar todas as
data switch comutador de dados s. m. Num sistema informações utilizando comandos simples. Ver
informático, é um dispositivo que encaminha para também database, server (definição 1), transparent
várias localizações os dados que chegam. (definição 1).
Data Terminal Ready DTR s. m. Ver DTR. data warehouse2 s.m. Fazer warehouse, isto é, obter,
data traffic tráfego de dados s. m. Intercâmbio de agrupar, gerir e disseminar informações recolhidas
mensagens electrónicas – de controlo e de dados – de várias origens numa única localização ou
numa rede. A capacidade de tráfego é medida em implementar uma base de dados informativa
termos da largura de banda; a velocidade do utilizada para armazenar dados partilháveis.
tráfego é medida em bits por unidade de tempo. O data warehousing é um processo de quatro
data transfer transferência de dados s. f. passos: recolher dados; gerir os dados numa
Deslocação de informação de uma localização para localização centralizada; fornecer acesso aos dados
outra, dentro de um mesmo computador (de uma juntamente com as ferramentas de interpretação a
unidade de disco para a memória), entre um análise e criação de relatórios com os dados; e
computador e um dispositivo externo (entre um produzir relatórios sobre os dados, com vista a
servidor de ficheiros e um computador de uma serem utilizados em tomadas de decisão.
rede) ou entre computadores individuais. date stamping marcação de data s. f. Funcionali-
data transfer rate taxa de transferência de dados dade de um software que insere automaticamente
s. f. Ver data rate. a data actual num documento.
data transmission transmissão de dados s. f. datum dado s. m. Um único item de informação.
Transferência electrónica de informações a partir Ver também data.
de um dispositivo emissor para um dispositivo daughterboard placa secundária s. f. Placa de
receptor. circuito impresso que é ligada a outra, como seja à

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DAV connector

placa principal do sistema (a motherboard), para dedicado ao transporte de sinais de controlo, tais
adicionar outras capacidades. Ver também como informações de comutação de pacotes; e de
motherboard. dados relacionados com os utilizadores, como os
DAV connector conector DAV s. m. Ver digital números de telefone. Uma linha de acesso básico
audio/video connector. RDIS, designada por Basic Rate Interface (BRI),
dB s. m. Ver decibel. é composta por dois canais B (bearer), que
DB BD s. f. Ver database. transportam 64 Kbps de dados cada e um canal D,
DBA s. m. Ver database administrator. que transmite quer a 16 Kbps quer a 64 Kbps. Um
dBase s. f. Linguagem de base de dados produzida acesso primário, Primary Rate Interface (PRI),
pela Ashton-Tate Corporation. é composto por um canal D de 64-Kbps e 23 ou 30
DB connector conector DB s. m. Qualquer de vários canais B a 64 Kbps. Ver também B channel, BRI,
conectores que facilitam as entradas e saídas ISDN.
paralelas. As iniciais DB (de “data bus” ou bus de DCOM s. m. Sigla de Distributed Component Object
dados) são seguidas de um número que indica o Model (modelo de objectos por componentes
número de linhas (fios) integradas no conector. distribuídos). Versão da especificação COM
Por exemplo, um conector DB-9 suporta um (Component Object Model) da Microsoft, que
máximo de nove linhas, cada uma ligada a um estipula a forma como os componentes
pino do conector. comunicam em redes baseadas no Windows. Ver
.dbf Extensão de um ficheiro de base de dados do também COM (definição 2).
dBASE. DDBMS s. m. Ver distributed database management
DBMS SGBD s. m. Ver database management system.
system. DDE s. m. Sigla de Dynamic Data Exchange
DBS s. f. Ver direct broadcast satellite. (intercâmbio dinâmico de dados). Método de
DC CC s. f. Ver direct current. comunicação interprocessual, utilizado no
DCD s. f. Sigla de Data Carrier Detected (detecção Windows e no OS/2. O DDE permite que dois ou
da portadora de dados). Nas comunicações série, mais programas em execução simultânea possam
é um sinal enviado de um modem para o trocar dados e comandos. O DDE tem sido
respectivo computador, para indicar que está largamente ultrapassado pelo OLE, que é uma
pronto para a transmissão. Também designado por extensão do DDE, e pelo ActiveX. Ver também
RLSD (Received Line Signal Detect). ActiveX, interprocess communication, OLE.
DCE s. m. Sigla de Data Communications DDL s. f. Ver data definition language.
Equipment (equipamento de transmissão de dead code código morto s. m. Procedimentos
dados). Um de dois tipos de hardware com uma desactualizados, variáveis ou outro código de
ligação série RS-232-C, sendo o outro um programa que esteja inacessível ou inutilizável.
dispositivo DTE. Um DCE é um dispositivo Embora faça parte do programa, o código morto
intermediário, que frequentemente transforma as nunca é chamado. Pode ser criado por engano ou
informações provenientes de um DTE antes de as quando as chamadas para ele são eliminadas, as
enviar para o destinatário. Um modem, por alterações ao programa o tornam obsoleto ou fica
exemplo, é um DCE que modula dados de um “coberto” por uma estrutura de controlo que
microcomputador (DTE) e os envia através de uma transfere sempre o controlo para outra parte do
linha telefónica. Ver também RS-232-C standard. programa. O código morto pode tornar mais lenta
Comparar com DTE. a execução do programa e aumentar o tamanho do
D channel canal D s. m. Canal de dados. Na programa na memória. Deve ser removido
arquitectura de comunicações RDIS, é o canal manualmente ou com a ajuda de um compilador

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dedicated line

de optimização. Também designado por grunge, decibel s. m. Abreviatura: dB. Um décimo de um bel,
software rot. unidade utilizada em electrónica e outras áreas
dead halt paragem definitiva s. f. Paragem do para medir a intensidade de um som ou sinal.
computador, sem qualquer hipótese de decimal adj. Relativo ou pertencente ao sistema
recuperação, quer seja do programa, quer do numérico de base 10. Ver também base.
sistema operativo. A única opção possível após deck s. m. Módulo de armazenamento, como um
uma paragem definitiva é reiniciar o computador. módulo de cassetes, ou um grupo destes módulos.
Ver também hang. Comparar com reboot. declarative markup language s. f. No proces- D
dead key tecla de acento s. f. Tecla utilizada com samento de texto, refere um sistema de códigos
outra para criar um carácter acentuado. Quando de formatação de texto que apenas indica que
premida, a tecla de acento não produz um carácter uma unidade de texto constitui uma determinada
visível, mas o acento que ela representa será parte de um documento. A formatação do
combinado com a próxima tecla premida. Ver documento é feita por outro programa, designado
também key (definição 1). por parser. SGML e HTML são exemplos deste
dead-letter box caixa de correio de mensagens tipo de linguagem. Sigla: DML. Ver também
devolvidas s. f. Nos sistemas de correio electrónico, HTML, SGML.
ou de mensagens, é um ficheiro para o qual são decompiler descompilador s. m. Programa que
enviadas as mensagens que não podem ser tenta gerar código-fonte de alto nível, a partir de
entregues. código em linguagem assembly ou de
deadlock bloqueio fatal s. m. 1. Situação que ocorre código-máquina. Ver também disassembler.
quando dois programas ou dispositivos estão Comparar com compiler.
ambos a aguardar resposta um do outro antes de decompress descomprimir v. Ver uncompress.
prosseguir. 2. Nos sistemas operativos, é uma decrement1 decremento s. m. Redução de um
situação em que dois ou mais processos são número. Comparar com increment1.
impedidos de continuar, enquanto cada um decrement2 decrementar v. Reduzir um número.
aguarda a libertação de recursos por acção do Comparar com increment2.
outro. decryption desencriptação s. f. Processo de
deadly embrace bloqueio fatal s. m. Ver deadlock restauração de dados encriptados no formato
(definição 1). original. Comparar com encryption.
deblock desbloquear v. Remover um ou mais dedicated dedicado adj. Relativo ou pertencente a
registos lógicos (unidades de informação um dispositivo, programa ou procedimento que
armazenada) de um bloco, muitas vezes com o está reservado para uma única tarefa ou função.
objectivo de tornar determinadas unidades de dedicated channel canal dedicado s. m. Ligação de
informação disponíveis para processamento. comunicação reservada para uma determinada
Comparar com block2 (definição 1). utilização ou para um determinado utilizador.
debug depurar v. Detectar, localizar e corrigir erros dedicated line linha dedicada s. f. 1. Canal de
lógicos ou sintácticos num programa ou em falhas comunicação que liga duas ou mais localizações de
de hardware. Ver também bug, debugger, forma permanente. As linhas dedicadas são
troubleshoot. privadas ou alugadas, em vez de públicas. As linhas
debugger depurador s. m. Programa concebido T1, utilizadas por várias organizações para a
para ajudar a depurar outro programa, permitindo ligação à Internet, são exemplos de linhas
ao programador observar o programa passo a dedicadas. Também designada por leased line,
passo, examinar os dados e controlar as condições. linha privada. Comparar com switched line.
Ver também bug (definição 1), debug. 2. Linha telefónica utilizada para uma única

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default

finalidade, como por exemplo, para receber e defragmentation desfragmentação s. f. Processo de


enviar faxes ou como linha de modem. reescrita de partes de um ficheiro em sectores
default1 predefinição s. f. Opção feita por um contíguos do disco rígido, por forma a aumentar a
programa, quando o utilizador não especifica uma velocidade de acesso e de obtenção, normalmente
alternativa. As predefinições são incorporadas realizado por um utilitário de desfragmentação
num programa, quando se torna necessário um (desfragmentador). À medida que os ficheiros são
valor ou uma opção para que o programa funcione. adicionados e eliminados do disco rígido, a
default2 predefinir v. Relativamente a um programa, quantidade de espaço disponível contíguo vai
significa escolher uma opção quando o utilizador diminuindo. Se um determinado ficheiro guardado
não especifica uma alternativa. no disco rígido for maior do que o maior bloco de
default button botão predefinido s. m. Controlo que espaço disponível, o computador divide o ficheiro
está automaticamente seleccionado quando uma por vários sectores do disco rígido. Quando os
aplicação ou sistema operativo apresenta uma ficheiros são “fragmentados” desta forma, o
janela, sendo normalmente activado pela tecla computador tem de pesquisar o disco rígido
Enter. sempre que o utilizador faça uma tentativa de
default drive unidade predefinida s. f. Unidade de aceder ao ficheiro, de modo a localizar todas as
disco que o sistema operativo lê e na qual o partes, o que torna o tempo de resposta mais lento.
sistema operativo escreve quando não existe Comparar com fragmentation.
alternativa especificada. degausser desmagnetizador s. m. Dispositivo
default home page home page predefinida s. f. Num utilizado para remover a magnetização de um
servidor da Web, é o ficheiro que é devolvido monitor ou de uma cabeça de gravador de cassetes,
quando se referencia um directório sem um nome bem como para eliminar informações de meios de
de ficheiro específico. É atribuída pelo software do armazenamento magnético, como sejam as
servidor da Web, sendo normalmente designado o cassetes e as disquetes.
ficheiro index.html ou index.htm. degradation degradação s. f. 1. Em comunicação,
default printer impressora predefinida s. f. significa uma deterioração na qualidade do sinal,
Impressora para a qual o computador envia devido, por exemplo, a uma interferência na linha.
documentos para impressão, a menos que seja 2. Nos sistemas de computador, designa uma
especificada uma alternativa. redução em termos do nível de desempenho ou de
Defense Advanced Research Projects Agency serviço. A degradação no desempenho de
s. m. Departamento governamental dos Estados microcomputadores é denunciada por tempos de
Unidos que providenciou o suporte inicial para o resposta lentos ou por pausas frequentes no acesso
desenvolvimento das redes interligadas, as quais, ao disco, dado que a memória se revela insuficiente
posteriormente, evoluíram para constituir a para suportar um programa inteiro, além dos
Internet. Sigla: DARPA. Ver também ARPANET. dados que o programa está a utilizar.
Defragger desframentador s. m. Utilitário para deinstall desinstalar v. Ver uninstall.
reunir partes de um ficheiro que ficou dejagging s. m. Suavização do aspecto irregular e
fragmentado devido a actualizações e gravações. escadeado das linhas diagonais e das curvas nas
Um desfragmentador restaura fisicamente o imagens gráficas. Também designado por anti-
ficheiro para sectores do disco rígido contíguos, -aliasing. Comparar com aliasing.
a fim de acelerar o acesso em cerca de 75 por cento. DEK s. f. Ver data encryption key.
O processo de desframentação é designado por delete eliminar v. Apagar texto, um ficheiro ou
“desfragmentar”. Ver também defragmentation, qualquer parte de um documento. A acção de
fragmentation, optimization program, optimizer. eliminação informa o computador de que os dados

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DES

ou ficheiro em causa deixaram de ser necessários. demodulation desmodulação s. f. Em comunicações,


Esta acção também costuma indicar que as é o meio através do qual um modem converte os
informações devem ser removidas de forma dados sob a forma de ondas portadoras moduladas
permanente. Em muitos casos, porém, é possível numa linha telefónica no formato digital
recuperar os dados eliminados, escolhendo o necessário para o computador, com o mínimo de
comando Anular (Undo) da aplicação em uso. Um distorção possível. Comparar com modulation.
ficheiro eliminado costuma permanecer demonstration program ou demo program
armazenado (sendo recuperável) até o sistema programa de demonstração s. m. 1. Protótipo que D
operativo voltar a utilizar o espaço que contém o apresenta o aspecto e, por vezes, as capacidades
material eliminado. Ver também file recovery. propostas para um determinado programa em
Comparar com erase, undelete1. desenvolvimento. Ver também prototyping.
Delete key tecla Delete s. f. 1. Nos computadores 2. Versão reduzida de um programa, oferecida
IBM e compatíveis, é uma tecla que remove o como ferramenta de marketing.
carácter que se segue ao ponto de inserção. denial of service attack ataque de negação de
Na linha de comandos do MS-DOS, a tecla remove serviço s. m. Assalto, normalmente planeado, com
o carácter que se encontra a seguir ao cursor. o objectivo de interromper o acesso à Web.
2. Nos computadores Apple Macintosh, é uma tecla Um ataque de negação de serviço enche um
dos teclados ADB e expandidos, que remove o servidor da Internet com pedidos de ligação que
carácter que antecede o ponto de inserção ou que não podem ser terminados. Esta situação faz com
elimina texto ou gráficos realçados. que o servidor fique tão ocupado a tentar
deletia material omitido s. m. O termo é utilizado responder ao ataque que ignora os pedidos
nas respostas a mensagens da Usenet ou de legítimos para ligações. Um tipo de ataque,
mailing lists, para indicar que algum material conhecido por SYN flood, inunda as portas de
desnecessário foi excluído da mensagem entrada do servidor com mensagens falsas. Outro,
incorporada à qual se responde. conhecido como Ping of Death, envia um ping
delimiter delimitador s. m. Carácter especial que muito grande (pacote de dados) que faz com que o
distingue ou separa itens individuais num servidor termine ou reinicie. Sigla: DOS. Ver
programa ou conjunto de dados. Por exemplo, também Ping of Death, hacker (definição 2).
neste registo de base de dados, as vírgulas servem denizen s. m. Participante num newsgroup da
como delimitadores, separando os campos (cada Usenet.
campo não-numérico é envolvido por aspas dependence dependência s. f. Situação em que uma
duplas): “Freitas”, “Rua do Cais, 18”, “Vila do entidade está dependente de um determinado
Conde”, “4000 Porto”; hardware ou software ou de eventos específicos
Ver também field (definição 1), record1. para a sua própria definição ou funcionalidade. Ver
Del key tecla Del s. f. Ver Delete key. também context-dependent, device dependence,
demo demo s. f. 1. Forma abreviada de hardware-dependent, software-dependent.
demonstration (demonstração). Versão parcial ou derived font tipo de letra derivado s. m. Tipo de
limitada de um pacote de software, distribuído letra que foi dimensionado ou modificado com
gratuitamente para fins publicitários. As “demos” base num tipo de letra existente. Ver também font.
consistem, normalmente, em apresentações Comparar com intrinsic font.
animadas que descrevem ou demonstram as DES s. f. Sigla de Data Encryption Standard (norma
funcionalidades do programa. Ver também de encriptação de dados). Especificação relativa à
crippled version. 2. Computador disponível numa encriptação de dados de computador desenvolvida
loja, para os clientes experimentarem trabalhar nele. pela IBM e adoptada como norma pelo Governo

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descending order

dos Estados Unidos, em 1976. A DES utiliza uma tampo de uma secretária. A maior parte dos
chave de 56 bits. Ver também encryption, key computadores pessoais, bem como algumas
(definição 3). estações de trabalho, são computadores de
descending order ordenação descendente s. f. Tipo secretária. Comparar com portable computer.
de ordenação que dispõe os itens por ordem desktop conferencing conferência por computador
descendente – por exemplo, com o Z a preceder o A s. f. Utilização de computadores para a
e os números mais altos antes dos números mais comunicação, em simultâneo, entre diversos
baixos. Ver também alphanumeric sort. Comparar participantes de uma reunião que se encontram
com ascending sort. separados em termos geográficos. Esta
descriptor descritor s. m. Na obtenção de comunicação pode incluir a introdução e
informação, é uma palavra, semelhante a uma apresentação de informação a partir de programas,
entrada de índice num livro, que identifica um bem como a comunicação por áudio e vídeo. Ver
assunto ou elemento importante num documento também data conferencing, teleconferencing, video
ou grupo de documentos armazenados. Esta conferencing.
palavra é utilizada como chave, em operações de desktop enhancer s. m. Software que adiciona
procura rápida ou de obtenção de informação. Ver funcionalidades a um sistema operativo baseado
também keyword (definição 1). em janelas, como seja o Windows ou o Mac-OS –
deselect anular a selecção v. Inverter a acção de por exemplo, um localizador de ficheiros, uma
selecção de uma opção, de um texto, de um gráfico Área de Transferência ou um gravador de
e por aí adiante. Comparar com select. multimédia melhorados.
desk accessory acessório de ambiente de trabalho Desktop file ficheiro do Ambiente de trabalho s. m.
s. m. Pequeno programa para computadores Ficheiro oculto, mantido num determinado volume
Macintosh e para ambientes de janela de (mais ou menos equivalente a um disco) pelo
computadores pessoais da IBM e compatíveis, que sistema operativo Macintosh para armazenar
age como o equivalente electrónico de um relógio, informações sobre os ficheiros contidos nesse
calendário, calculadora ou outros objectos volume, como sejam dados referentes às versões,
pequenos que normalmente se encontram numa listas de ícones e referências de ficheiros.
secretária. Os acessórios de ambiente de trabalho desktop publishing edição electrónica s. f. Utilização
podem ser activados sempre que necessário e, de um computador e software especializado para
depois, arrumados ou transferidos para um canto combinar texto e gráficos, com vista à criação de
do ecrã. Sigla: DA. um documento que possa ser impresso numa
desktop Ambiente de trabalho s. m. Área de impressora a laser ou numa máquina de
trabalho no ecrã que utiliza ícones e menus para composição. O texto e as ilustrações originais são
simular a zona de superfície de uma secretária. geralmente produzidos com software, como seja
Este tipo de ambiente de trabalho é característico processadores de texto e programas de desenho, e
do Apple Macintosh e dos sistemas de janela, como com equipamento de digitalização fotográfica e
o Windows. Permite aos utilizadores mover digitalizadores. O produto acabado é, então,
imagens de objectos, além de iniciar e parar transferido para um programa de paginação, o
tarefas, tal como se estivessem a trabalhar qual permite ao utilizador dispor o texto e os
directamente numa secretária física. Ver também gráficos no ecrã. Para melhorar o aspecto do
graphical user interface. documento, estes programas também costumam
desktop accessory acessório de ambiente de incluir funcionalidades de processamento de texto
trabalho s. m. Ver desk accessory. e de edição de gráficos. Sigla: DTP.
desktop computer computador de secretária s. m. desktop video vídeo por computador s. m.
Computador preparado para ser instalado no Utilização de um computador pessoal para

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dial-up

apresentar imagens de vídeo, as quais podem estar correctamente – se é que funcionam sequer – sem
gravadas numa cassete de vídeo ou num disco que os controladores de dispositivo correctos
laser, ou ainda um filme directamente a partir de estejam instalados no sistema.
uma câmara de vídeo. É possível transmitir device independence independência de dispositivos
imagens de vídeo em directo, em formato digital, s. f. Característica de um programa, interface ou
numa rede de videoconferência. Sigla: DTV. protocolo que suporta operações de software que
destination destino s. m. Localização (unidade, produzem resultados semelhantes em diversos
pasta ou directório) para onde se copia ou se move dispositivos. Por exemplo, o PostScript é uma D
um ficheiro. Comparar com source. linguagem de descrição de páginas independente
detail file ficheiro de detalhes s. m. Ver transaction de dispositivos, pelo que os programas que
file. executam comandos de desenho e de texto do
detection detecção s. f. Descoberta de uma PostScript não necessitam de ser personalizados
determinada condição que afecta o sistema do para cada impressora que possa ser utilizada.
computador ou os dados com os quais ele Comparar com device dependence.
funciona. device-independent bit map mapa de bits
device dispositivo s. m. Termo genérico para referir independente de dispositivos s. m. Ver DIB
um subsistema informático. As impressoras, portas (definição 1).
série e unidades de disco são frequentemente device name nome do dispositivo s. m. Etiqueta
referidas como dispositivos. Muitas vezes, estes através da qual um componente do sistema
subsistemas requerem o seu próprio software de informático é identificado pelo sistema operativo.
controlo, designado por controlador de dispositivo. O MS-DOS, por exemplo, utiliza o nome de
Ver também device driver. dispositivo COM1 para identificar a primeira porta
device control character carácter de controlo do série de comunicação.
dispositivo s. m. Ver control character. device resolution resolução do dispositivo s. f. Ver
device controller controlador de dispositivo s. m. resolution (definição 1).
Ver input/output controller. DHTML s. m. Ver dynamic HTML.
device dependence dependência de dispositivos s. f. DFS s. m. Ver distributed file system.
Presença ou disponibilidade obrigatória de um dialect dialecto s. m. Variante de uma linguagem ou
determinado dispositivo para que a utilização de protocolo. Por exemplo, o Transact-SQL é um
um programa, interface ou protocolo seja possível. dialecto do SQL.
A dependência de dispositivos de um programa é dialog diálogo s. m. 1. Em computação, designa o
muitas vezes considerada um inconveniente, dado intercâmbio de dados introduzidos pelo utilizador
que o programa ou está limitado a um sistema ou e das respectivas reacções do computador,
requer ajustes sempre que seja executado noutro constituindo uma “conversa” entre um computador
tipo de sistema. Comparar com device interactivo e um utilizador. 2. Intercâmbio de sinais
independence. por parte dos computadores que comunicam
device driver controlador de dispositivo s. m. através de uma rede.
Componente de software que permite ao sistema dialog box caixa de diálogo s. f. Numa interface
do computador comunicar com um dispositivo. gráfica de utilizador, é uma janela especial
Na maioria dos casos, o controlador também apresentada pelo sistema ou aplicação, solicitando
manipula o hardware, de modo a transmitir os uma resposta do utilizador. Ver também windowing
dados para o dispositivo. Muitos dispositivos, environment.
sobretudo as placas de vídeo em computadores dial-up de acesso telefónico adj. Relativo a uma
pessoais compatíveis, não funcionam ligação que utiliza a rede telefónica pública em vez

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dial-up access

de um circuito dedicado ou outro tipo de rede mais especificamente, são pessoas que estão
privada. ligadas a actividades sobre a Internet. Ver também
dial-up access acesso telefónico s. m. Ligação a uma guru, techie, wizard (definição 1).
rede de comunicação de dados através de uma rede digest s. m. 1. Artigo num newsgroup moderado, que
pública de telecomunicações. resume várias mensagens enviadas ao moderador.
dial-up service serviço de acesso telefónico s. m. Ver também moderator, newsgroup. 2. Mensagem
Fornecedor de ligação telefónica para uma rede numa mailing list que é enviada aos subscritores
telefónica pública, local ou internacional, que em vez das várias mensagens individuais que o
faculta o acesso à Internet ou a uma intranet, à digest (compilação) contém. Se a mailing list for
publicidade através de uma página Web, a serviços moderada, a compilação pode ter uma revisão
de newsgroups, à bolsa e a outros recursos. antes de ser disponibilizada.
DIB s. m. 1. Sigla de device-independent bit map digicash dinheiro digital s. m. Ver e-money.
(mapa de bits independente de dispositivos). digit dígito ou algarismo s. m. Um dos caracteres
Formato de ficheiro destinado a garantir que os utilizados para indicar um número inteiro
gráficos de mapa de bits criados numa (unidade) num sistema numérico. Em qualquer
determinada aplicação podem ser carregados e sistema numérico, o número de possíveis dígitos é
apresentados noutra aplicação, exactamente com o igual à base utilizada. Por exemplo, o sistema
mesmo aspecto com que aparecem na aplicação de decimal (base 10) tem 10 algarismos, de 0 a 9;
origem. Ver também bitmapped graphics. 2. Sigla o sistema binário (base 2) tem dois algarismos,
de Directory Information Base (base de o 0 e o 1; e o sistema hexadecimal (base 16) tem
informação de directório). Directório de nomes de 16 caracteres, os algarismos de 0 a 9 e os caracteres
utilizador e nomes de recurso num sistema X.500. de A a F.
Ver também CCITT X series. digital adj. Na computação, é sinónimo do termo
dichotomizing search procura dicotómica s. f. Ver binário, dado que os computadores familiares à
binary search. maioria das pessoas processam informações
dictation software software de reconhecimento de codificadas como combinações de dígitos binários
voz s. m. Programas de computador que (bits). Comparar com analog.
conseguem reconhecer a voz. É usado como digital audio disc disco de áudio digital s. m. Ver
alternativa ao teclado. Este software não consegue compact disc.
compreender a língua falada; só consegue digital audio tape fita de áudio digital s. f. Meio de
converter e transmitir os sons para o computador. armazenamento em fita magnética, para a
O software de reconhecimento de voz é dependente gravação de informações de áudio codificadas em
do utilizador e requer que este “treine” o formato digital. Sigla: DAT.
computador para se familiarizar com a sua voz e digital audio/video connector conector digital de
entoação; os sistemas de reconhecimento de voz áudio/vídeo s. m. Interface em algumas placas de
discretos da primeira geração necessitam que o vídeo ou de sintonização de TV de última geração,
utilizador fale devagar, com pausas entre as que permite a transmissão simultânea de sinais
palavras; os sistemas de voz contínua da próxima digitais de áudio e de vídeo. Também designado por
geração podem interpretar padrões e velocidade de conector DAV. Ver também interface (definição 3),
fala naturais. Ver também voice recognition. video adapter.
digerati s. m. População do ciberespaço que pode digital broadcast satellite satélite de transmissão
ser comparada a letrados. Os digerati são pessoas digital s. m. Ver direct broadcast satellite.
que têm ou que dizem ter conhecimentos acerca de digital camera câmara digital s. f. Tipo de câmara
assuntos relacionados com a revolução digital; que captura e armazena imagens fotografadas em

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digital photography

formato electrónico, em vez do filme tradicional. são utilizadas para representar todos os tipos de
Após a captura da imagem, esta é transferida, por informação – números, letras, grafismos, símbolos
cabo, para o computador, utilizando software e instruções de programas. este tipo de
fornecido com a câmara. Uma vez armazenada no computador, os estados de vários componentes de
computador, a imagem pode ser editada e circuito variam constantemente, para mover, editar
processada da mesma forma que uma imagem e guardar estas informações. Comparar com analog
capturada através de um scanner ou outro computer.
dispositivo de entrada semelhante. digital data transmission transmissão digital de D
digital cash dinheiro digital s. m. Ver e-money. dados s. f. Num canal de comunicação, é a
digital certificate certificado digital s. m. 1. É uma transferência de informações codificadas como
garantia de que o software transferido da Internet uma série de bits, em vez de sinal flutuante
é de uma fonte segura. Um certificado digital (analógico).
fornece informações acerca do software – como a digital display monitor digital s. m. Monitor de
identidade do autor e a data em que o software foi vídeo capaz de apresentar apenas um número fixo
registado numa autoridade de certificação (CA) – de cores ou tons de cinzento. Comparar com analog
assim como uma medida de tamper-resistance. display.
2. Cartão de identidade do utilizador ou “carta de digital DNA DNA digital s. m. Em termos gerais, é
condução” para o ciberespaço. Emitido por uma uma referência às partes que contêm informações
autoridade de certificação (CA), um certificado digitais. Especificamente no mundo dos jogos,
digital é uma credencial electrónica que autentica há uma tecnologia designada por “cibervida” que
um utilizador na Internet e nas intranets. “copia” o DNA biológico na criação e desenvolvi-
Os certificados digitais a legitimidade da mento de criaturas treináveis, conhecidas por
transferência online de informações confidenciais, Norns. Tal como o DNA real, o DNA digital é
dinheiro ou outras informações sensíveis através passado de pai para filho e determina as
da utilização de tecnologias de encriptação. características e adaptabilidade da criatura
O possuidor de um certificado digital tem duas artificial.
chaves (cadeias de números): uma chave privada, digital line linha digital s. f. Linha de comunicação
guardada apenas pelo utilizador, para “assinar” as que transmite informações apenas em codificação
mensagens enviadas e desencriptar as mensagens binária (formato digital). Para minimizar a
recebidas; e uma chave pública, para utilização de distorção e a interferência de ruído, uma linha
qualquer pessoa, para encriptar dados a enviar digital regenera o sinal regularmente durante a
para um utilizador específico. Ver também transmissão. Comparar com analog line.
certificate authority, encryption, private key, Digital Network Architecture s. f. Arquitectura
public key. multicamada e conjunto de especificações de
digital communications comunicações digitais protocolos para redes. Concebida pela Digital
s. m. Intercâmbio de comunicações através do qual Equipment Corporation, a Digital Network
todas as informações são transmitidas em Architecture (DNA) é implementada num conjunto
codificação binária (formato digital). de produtos conhecidos como DECnet.
digital computer computador digital s. m. digital photography fotografia digital s. f.
Computador no qual as operações se baseiam em Fotografia com uma câmara digital, a qual captura
dois ou mais estados distintos. Os computadores e armazena cada imagem em formato electrónico,
digitais binários baseiam-se em dois estados – em vez de utilizar a convencional película com
activado e desactivado – representados por dois base em halogeneto de prata. Ver também digital
níveis de tensão, cujas possibilidades de disposição camera.

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digital recording

digital recording gravação digital s. f. O DSS utiliza o Digital Signature Algorithm (DSA)
Armazenamento de informação em codificação para gerar e verificar assinaturas digitais baseadas
binária (formato digital). A gravação digital numa chave pública, que não é secreta, e uma
converte informação – texto, gráficos, sons ou chave privada, que é conhecida apenas pela pessoa
imagens – em cadeias formadas por 1 e 0, as quais que gera a assinatura. Uma assinatura digital serve
podem ser fisicamente representadas num meio de para autenticar quer a identidade do assinante
armazenamento. Os meios de gravação digital quer a integridade das informações transmitidas.
incluem discos e fitas de computador, discos Sigla: DSS. Ver também public key encryption.
ópticos (ou compactos) e os cartuchos de ROM digital sort ordenação digital s. f. Tipo de processo
utilizados para alguns softwares e vários jogos de de ordenação, através do qual os números dos
computador. registos ou os valores das respectivas chaves são
digital satellite system sistema digital por satélite ordenados algarismo a algarismo, a começar pelo
s. m. Sigla: DSS. Sistema de satélite de alta potência, menos significativo (o do lado direito).
com a capacidade de fornecer transmissões por digital speech voz digital s. f. Ver speech synthesis.
centenas de canais de alta qualidade directamente digital subscriber line linha de ligação digital s. f.
a receptores de televisão. Uma transmissão DSS Qualquer tecnologia de comunicação de dados de
começa como um sinal digital enviado de uma banda larga que consegue atingir altas velocidades
estação de um fornecedor de serviços para um de transmissão sobre um par de fios de cobre
satélite. Daí é direccionado para um prato (com entrançados fornecidos pelas companhias de
cerca de 18 polegadas) nas instalações do telefone. Criado para permitir redes de alta
utilizador. O prato transmite o sinal para uma velocidade e acesso à Internet, o termo DSL,
caixa conversora, que o altera para um sinal ou xDSL, reúne um vasto número de tecnologias,
analógico antes de o enviar para o aparelho de incluindo a ADSL, a RADSL, a IDSL, a SDSL,
televisão. a HDSL e a VDSL. Todas funcionam numa ligação
digital signal sinal digital s. m. Sinal, como o que é de par entrançado, mas diferem no método e
transmitido dentro de um computador ou entre velocidade de transmissão. Algumas são
vários computadores, em que as informações estão assimétricas, porque transmitem mais
representadas por estados distintos – por exemplo, rapidamente num sentido do que no outro. Outras
alta ou baixa tensão –, em vez de níveis flutuantes são simétricas e transmitem à mesma velocidade
num fluxo contínuo, como num sinal analógico. em ambas as direcções. Um dos membros mais
digital signal processor processador de sinais conhecidos do grupo, a ADSL (Asymmetric DSL),
digitais s. m. Circuito integrado concebido para a pode atingir uma velocidade de recepção de
manipulação de dados de alta velocidade, sendo 8 Mbps e uma velocidade de transmissão de 16
utilizado em aplicações de áudio, comunicações, kbps a 640 kbps, dependendo da distância até à
manipulação de imagens e outras aplicações de empresa telefónica. A tecnologia VDSL (very high
aquisição e controlo de dados. Sigla: DSP. data rate DSL), muito mais rápida, pode atingir
digital signature assinatura digital s. f. Método de uma velocidade de recepção de 50 Mbps e uma
autenticação pessoal baseado na encriptação e em velocidade de transmissão de cerca de 2 Mbps.
códigos de autorização secretos, utilizados para As tecnologias DSL simétricas, como o HDSL,
“assinar” documentos electrónicos. transmitem cerca de 2 Mbps em ambas as
Digital Signature Standard s. f. Norma de direcções. Sigla: DSL. Também designado por ISDN
encriptação de chaves públicas, emitida em 1994 (RDIS), last-mile technology, xDSL.
pelo National Institute of Standards and digital-to-analog converter conversor digital para
Technology (NIST) dos Estados Unidos da analógico s. m. Dispositivo que traduz dados
América, para autenticar documentos electrónicos. digitais num sinal analógico. Um conversor digital

102 © McGraw-Hill
DIN connector

para analógico separa uma sucessão de valores representadas num computador pelos dígitos
digitais distintos como entrada e cria um sinal binários 0 e 1. Os conversores de analógico para
analógico, cuja amplitude corresponde, momento digital são vulgarmente utilizados para realizar
por momento, a cada valor digital. Sigla: DAC. esta tradução. Ver também analog-to-digital
Comparar com analog-to-digital converter. converter.
digital versatile disc disco digital versátil s. m. Ver digitizing tablet mesa de digitalização s. f. Ver
digital video disc. graphics tablet.
digital video disc videodisco digital s. m. A próxima dimensioning dimensionamento s. m. Nos D
geração em termos de tecnologia de armazena- programas CAD, é uma forma de especificar, e
mento em disco óptico. Com a tecnologia de possivelmente controlar, as medidas e as relações
videodisco digital, os dados de vídeo, áudio e espaciais dos elementos num objecto em modelo,
computador podem ser codificados num disco como por exemplo, a utilização de linhas, setas e
compacto (CD). Um videodisco digital pode texto (isto é, medidas), para indicar o
armazenar quantidades de dados muito superiores comprimento, a altura e a espessura de cada uma
ao CD tradicional – 17 GB, no caso de um das paredes de uma assoalhada ou casa em
videodisco digital de dois lados. É necessário um modelo. Ver também CAD.
leitor de videodisco digital para ler este tipo de DIMM s. m. Sigla para dual inline memory module.
disco. Este leitor também está preparado para ler Tipo de placa de memória que, como a SIMM
tecnologias de armazenamento óptico mais (Single Inline Memory Module), de uso mais
antigas. Os partidários da tecnologia do videodisco comum, é composta por chips de RAM montados
digital pretendem substituir os actuais formatos de num circuito impresso. Os DIMM são caracteri-
armazenamento digital, como seja o disco laser, zados por um barramento de dados de 64-bits e
o CD-ROM e o CD de áudio, pelo formato digital pinos (conectores) de cada lado, que pertencem a
único do videodisco digital. Sigla: DVD. Também circuitos diferentes e respondem a sinais
designado por disco digital versátil. Ver também diferentes. Os SIMM, por seu lado, têm um
digital video disc-ROM. barramento de dados de 32-bits e os pinos estão
digital video disc-erasable videodisco digital no mesmo circuito e respondem aos mesmos
apagável s. m. Extensão proposta para o formato sinais. Os DIMM podem ser adicionados ao
de gravação do videodisco digital que permite a computador um de cada vez; os SIMM têm que ser
realização de várias gravações. Sigla: DVD-E. Ver adicionados aos pares. Ver também memory chip.
também digital video disc-ROM. Comparar com SIMM.
digital video disc-recordable videodisco digital dimmed difuso adj. Apresentado no ecrã em
gravável s. m. Extensão proposta para o formato de caracteres cinzentos, em vez de em preto sobre um
gravação do videodisco digital que permite uma fundo branco ou em branco sobre um fundo preto.
única gravação por parte do consumidor. Sigla: As opções de menu, numa interface gráfica de
DVD-R. utilizador, ficam difusas quando não estão
digital video disc-ROM DVD-ROM s. m. Versão disponíveis, devido às circunstâncias num dado
legível por computador de um videodisco digital momento – por exemplo, o comando Cortar fica
com 4,7 ou 8,5 GB de armazenamento em cada difuso quando não há texto realçado e Colar fica
lado. Ver também digital video disc. difuso quando não há texto na Área de
digitize digitalizar v. Converter qualquer fonte de Transferência para colar.
entrada (analógica) permanentemente variável, DIN connector conector DIN s. m. Conector
como por exemplo, as linhas de um desenho ou um multipinos, em conformidade com a especificação
sinal de áudio, numa série de unidades distintas da organização alemã de normalização (Deutsch

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dingbat

Industrie Norm). Os conectores DIN são utilizados direct access storage device dispositivo de
para ligar vários componentes em computadores armazenamento de acesso directo s. m. Ver DASD.
pessoais. direct broadcast satellite satélite de transmissão
dingbat s. m. Pequeno elemento gráfico utilizado directa s. m. Serviço de telecomunicações digitais
num documento para efeitos decorativos. Alguns que fornece programas de televisão através de um
tipos de letra, como o Zapf Dingbats, sistema de satélite digital (DSS). A tecnologia dos
disponibilizam conjuntos de dingbats. Ver também satélites de transmissão directa utiliza satélites de
font. Comparar com bullet. órbita geo-estacionária (GEO) para receber sinais
DIP s. m. 1. Sigla de dual in-line package (pacote digitalizados enviados por estações terrestres;
duplo em linha). Norma para empacotar circuitos depois o satélite envia o sinal, abrangendo uma
integrados, em que os circuitos electrónicos grande área (sombra) da Terra. Os subscritores
gravados numa bolacha de silício são inseridos dentro dessa área utilizam antenas com pratos
numa caixa rectangular de plástico ou cerâmica e pequenos (18-polegadas) para receber o sinal no
ligados a pinos apontados para baixo, situados nas seu descodificador. Embora tenha sido
extremidades mais compridas do chip. Esta primeiramente utilizada para emissões televisivas,
concepção não funciona correctamente com os esta tecnologia é vista como tendo potencial para
chips modernos, que requerem uma quantidade distribuir também comunicações digitais e
muito grande de ligações. Comparar com SIP, conteúdo multimédia de alta qualidade no futuro.
surface-mount technology. 2. Ver document image Sigla: DBS. Também designado por digital
processing. broadcast satellite (satélite de transmissão digital).
DIP switch comutador DIP s. m. Um ou mais Ver também digital satellite system, geostationary
comutadores pequenos, do tipo basculante ou orbit satellite, webcasting.
deslizante, contidos na caixa de um DIP ligado a direct cable connection ligação directa por cabo
uma placa de circuito impresso. Cada interruptor s. f. Ligação entre as portas de entrada e saída de
num comutador DIP pode ser colocado numa de dois computadores que utiliza um único cabo, em
duas posições – fechada ou aberta –, para vez de um modem ou outro dispositivo de
controlar opções na placa de circuito impresso. interface activa. Na maioria dos casos, uma ligação
Ver também DIP. directa por cabo requer um cabo de modem nulo.
dir s. m. Comando do MS-DOS que instrói o direct-connect modem modem de ligação directa
computador no sentido de apresentar uma lista s. m. Modem que utiliza fios e conectores
dos ficheiros e subdirectórios contidos no telefónicos normais e que é ligado directamente a
directório ou pasta actual. Se o comando for uma tomada telefónica, eliminando a necessidade
seguido de um caminho, o computador apresenta de um telefone intermédio. Comparar com acoustic
uma lista dos ficheiros e subdirectórios contidos coupler.
no directório ou pasta especificado. Ver também direct current corrente contínua s. f. Corrente
path (definição 3). eléctrica cuja direcção de fluxo não se inverte.
direct access acesso directo s. m. Capacidade de um A corrente pode parar ou mudar de amplitude,
computador para localizar e ir directamente para mas flui sempre na mesma direcção. Sigla: CC.
uma determinada localização de armazenamento Comparar com alternating current.
na memória ou num disco, por forma a obter ou direction key tecla de seta s. f. Ver arrow key.
armazenar um item de informação. Recorda-se que direct memory access acesso directo à memória
“acesso directo” não tem o mesmo significado que s. m. Acesso à memória que não envolve o
“acesso directo à memória”. Ver também random microprocessador e que é frequentemente
access. Comparar com direct memory access. utilizado para a transferência de dados

104 © McGraw-Hill
disk

directamente entre a memória e um dispositivo exemplo, um programa pode desactivar


periférico “inteligente”, como seja uma unidade de temporariamente pedidos provenientes de
disco. Sigla: DMA. dispositivos do sistema que não sejam prioritários,
directory 1. directório s. m. Catálogo para nomes de por forma a evitar interrupções durante
ficheiros e outros directórios armazenados num determinado ponto crítico de um processamento.
disco. Um directório é uma forma de organizar e Comparar com enable.
agrupar ficheiros. Dependendo da forma como o disassembler desassemblador s. m. Programa que
sistema operativo suporta os directórios, os nomes converte código-máquina em código-fonte escrito D
de ficheiro num directório podem ser visualizados em linguagem assembly. A maior parte dos
e ordenados de várias formas – por exemplo, por depuradores contém um tipo de desassemblador
ordem alfabética, por data, por tamanho ou como incorporado, que permite ao programador
ícones numa interface gráfica de utilizador. Nos visualizar um programa executável em termos de
sistemas operativos Macintosh e Windows 95, linguagem assembly, legível pelo ser humano. Ver
os directórios são denominados pastas. Ver também decompiler. Comparar com assembler.
também root directory, subdirectory. 2. Lista de disassociate desassociar v. No Windows 95 e NT,
endereços s. f. a acção de remover uma associação entre um
directory path caminho de directório s. m. Ver ficheiro e uma aplicação. Comparar com associate.
pathname. disc disco s. m. Peça de metal brilhante
directory service serviço de directório s. m. Serviço não-magnético, redonda e plana, envolvida por um
numa rede que devolve endereços de correio de revestimento de plástico, destinada a ser lida e
outros utilizadores ou que permite ao utilizador gravada através de tecnologia óptica (laser).
localizar sistemas anfitriões e serviços. Tornou-se uma prática comum a utilização da
directory tree árvore de directórios s. f. Apresen- ortografia “disc” para referir os discos ópticos e
tação gráfica de uma lista de directórios e “disk” para os restantes contextos informáticos,
subdirectórios contidos num disco rígido, em como seja a disquete, o disco rígido e o disco RAM.
forma de árvore, sendo os subdirectórios Ver também compact disc.
apresentados como ramos do directório principal. disconnect desligar v. Romper uma ligação de
Ver também branch (definição 1), directory, tree comunicação.
structure. discretionary hyphen hífen discricionário s. m.
DirectX s. m. Software do Windows 95 que Ver hyphen.
proporciona às aplicações o acesso directo às discussion group grupo de debate s. m. Qualquer
placas de som e às placas gráficas do computador. tipo de fórum online, em que as pessoas
dirty adj. Relativo a uma linha de comunicação que comunicam sobre assuntos de interesse comum.
sofre a interferência de ruídos excessivos, Os fóruns de grupos de debate incluem mailing
degradando a qualidade do sinal. Ver também lists electrónicas, newsgroups da Internet e canais
noise (definição 2). de IRC.
dirty power s. m. Fonte de alimentação que pode disk disco s. m., disquete s. f. Peça redonda e plana,
causar danos em componentes electrónicos, como de plástico flexível (disquete) ou de metal rígido
resultado dos ruídos, de picos de tensão ou de (disco), revestida de um material magnético que
níveis de tensão incorrectos. pode ser electricamente influenciado de modo a
disable desactivar v. Invalidar ou impedir a conter informações gravadas em formato digital
realização de uma acção. A desactivação é um (binário). Na maioria dos computadores, o disco é
método de controlar funções de sistema através do o principal meio de armazenamento de dados,
impedimento de determinadas actividades. Por numa base permanente ou semipermanente.

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disk access time

As disquetes têm um invólucro de protecção discos. As unidades de disquete aceitam discos


plástica; um disco rígido é envolvido numa caixa amovíveis, em formato de 5,25 ou 3,5 polegadas; as
rígida, podendo apenas funcionar em ambientes unidades de disco rígido são unidades de
isentos de pó. Os vários tipos de discos utilizados armazenamento mais rápidas e de alta capacidade,
em microcomputadores incluem as disquetes, as que estão completamente envolvidas numa
microdisquetes, os discos e os cartuchos cobertura de protecção.
amovíveis, que podem ser utilizados com algumas disk driver controlador de disco s. m. Controlador
unidades de disco rígido e unidades de de dispositivo adicionado a um sistema para
armazenamento de dados, como seja as caixas de suportar um dispositivo de disco de um
Bernoulli. Comparar com compact disc, disc. determinado fabricante. Ver também device driver.
disk access time tempo de acesso ao disco s. m. Ver disk envelope envelope de disquete s. m. Protecção
access time (definição 2). de papel destinada a conter uma disquete de 5,25
disk cartridge cartucho de disco s. m. Disco polegadas. O envelope de disquete protege as
amovível, envolvido numa cobertura de protecção. superfícies expostas da disquete em relação ao pó
Um cartucho de disco pode ser utilizado por e a outros materiais estranhos que podem riscar e
determinados tipos de unidades de disco rígido e danificar a superfície, resultando na perda dos
dispositivos relacionados, como sejam as unidades dados gravados. Ver também disk jacket.
externas de armazenamento de dados designadas diskette disquete s. f. Ver floppy disk.
por caixas de Bernoulli. disk jacket invólucro da disquete s. m. Cobertura de
disk controller controlador de disco s. m. Chip protecção plástica que envolve uma disquete.
especial e circuitos associados que direccionam e diskless workstation estação de trabalho sem disco
controlam a leitura e a gravação no disco rígido do s. f. Numa rede de computadores, designa uma
computador. Um controlador de disco gere tarefas estação que não está equipada com uma unidade
como o posicionamento da cabeça de leitura/ de disco e que utiliza ficheiros armazenados num
/escrita, a mediação entre a unidade e o servidor de ficheiros. Ver também file server.
microprocessador e o controlo da transferência de disk memory memória do disco s. f. Ver virtual
informação para e a partir da memória. memory.
Os controladores de disco são utilizados com disk operating system sistema operativo do disco
unidades de disquete e podem ser incorporados no s. m. Ver DOS.
sistema ou fazer parte de uma placa que se insere disk partition partição do disco s. f. Compartimento
numa ranhura de expansão. lógico numa unidade de disco física. Um disco
disk copy cópia de disco s. f. Processo de duplicação pode ter duas ou mais partições lógicas de disco,
dos dados de um disco de origem e da estrutura cada uma referenciada com um nome de unidade
organizacional dos dados num disco-alvo. Ver de disco diferente. Múltiplas partições dividem-se
também backup. numa partição principal (de arranque) e numa ou
disk crash bloqueio de disco s. m. Falha de uma mais partições expandidas.
unidade de disco. Ver também crash1. disk server servidor de discos s. m. Numa rede
disk directory directório de disco s. m. Índice dos local, é um nó que age como unidade de disco
ficheiros contidos num disco. Um directório de remota, partilhada pelos utilizadores da rede.
disco inclui informações sobre os ficheiros, como o Ao contrário do servidor de ficheiros, que realiza
nome, o tamanho, a data de criação e a localização as tarefas mais sofisticadas de gestão dos pedidos
física no disco. Ver também directory (definição 1). de ficheiros da rede, um servidor de discos
disk drive unidade de disco s. f. Dispositivo funciona como meio de armazenamento, a partir
electromecânico que lê discos e faz gravações em do qual os utilizadores podem ler ficheiros e no

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distributed bulletin board

qual podem guardar ficheiros. Um servidor de -padrão de tratamento de imagens, tanto para os
discos pode ser dividido em secções (volumes), ecrãs como para as impressoras. Ver também
sendo que cada secção representa um disco PostScript.
individual. Comparar com file server. display screen ecrã de apresentação s. m. Parte de
disk unit unidade de disco s. f. Dispositivo de disco uma unidade de vídeo na qual as imagens são
ou respectivo invólucro. apresentadas. Ver também CRT.
display monitor s. m. Dispositivo de saída visual de display terminal terminal de apresentação s. m. Ver
um computador, normalmente um monitor de terminal. D
vídeo baseado num TRC. Nos computadores distance learning ensino à distância s. m. Qualquer
portáteis e de bolso, tem normalmente um monitor processo ou sistema de aprendizagem ou de
de painel plano, baseado em LCD ou em plasma educação em que o professor/instrutor está
gasoso. Ver também flat-panel display, liquid separado geograficamente ou no tempo dos seus
crystal display, video adapter, video display. alunos; ou no qual os alunos estão separados de
display adapter placa gráfica s. f. Ver video adapter. outros alunos ou recursos de educação. A educação
display attribute atributo de apresentação s. m. à distância contemporânea é efectuada através da
Qualidade atribuída a um carácter ou imagem adopção de tecnologias electrónicas e
apresentada no ecrã. Os atributos de apresentação computacionais para ligar o professor e o aluno,
incluem funcionalidades como a cor, a intensidade em tempo real ou em diferido, à medida que é
e a intermitência. necessário. O conteúdo fornecido pode ser obtido
display background fundo s. m. Em programação através de grande variedade de tecnologias,
gráfica, é a parte de uma imagem que permanece incluindo satélites, computadores, televisão por
estática no ecrã, enquanto outros elementos cabo, vídeo interactivo, transmissões electrónicas
sofrem alterações – por exemplo, os limites das por linha telefónica, entre outras. O ensino à
janelas de um ecrã. distância não exclui os processos de aprendizagem
display board placa de vídeo s. f. Ver video adapter. normais; é frequentemente usado em conjunto
display card placa de vídeo s. f. Ver video adapter. com aulas presenciais ou procedimentos e práticas
display device dispositivo de visualização s. m. Ver de formação profissionais.
display. distortion distorção s. f. Alteração indesejável na
display frame fotograma de apresentação s. m. forma da onda de um sinal. A distorção pode
Imagem numa sequência de animação. Ver também ocorrer durante a transmissão do sinal ou quando
frame (definição 3). o sinal passa por um circuito. A distorção resulta,
display image imagem de apresentação s. f. muitas vezes, na perda de informações. Constitui
Conjunto de elementos apresentados de uma só vez um problema sobretudo nos sinais analógicos;
no ecrã do computador. os sinais digitais não são afectados por distorção
display port porta de apresentação s. f. Porta de moderada.
saída num computador que emite um sinal para distribute distribuir v. Fazer atribuições entre
um dispositivo de apresentação, como seja um várias localizações ou recursos, como numa
monitor de vídeo. função de processamento de dados realizada por
Display PostScript s. m. Versão estendida da um conjunto de computadores e outros
linguagem PostScript, destinada ao tratamento de dispositivos ligados em rede.
imagens independente de dispositivos (incluindo distributed bulletin board BBS distribuído s. f.
monitores e impressoras), num ambiente Conjunto de newsgroups distribuídos por todos os
multitarefas. O Display PostScript foi adoptado por computadores numa rede alargada. Ver também
alguns fabricantes de hardware como método- newsgroup, Usenet.

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Distributed COM

Distributed COM s. m. Ver DCOM. negócios onde quer que tenham sido instaladas as
Distributed Component Object Model DCOM infra-estruturas apropriadas de computação e
s. m. Ver DCOM. comunicações. Ver também SOHO, telecommute.
distributed computing computação distribuída distribution list lista de distribuição s. f. Lista de
s. f. Ver distributed processing. destinatários de uma mailing list de correio
distributed database base de dados distribuída s. f. electrónico. Pode ser sob a forma de um programa
Base de dados implementada numa rede. As de mailing list, como o LISTSERV, ou de um nome
partições dos componentes são distribuídas por alternativo num programa de correio electrónico
vários nós da rede. Dependendo do tráfego de para todos os destinatários de uma mensagem de
actualização ou de obtenção específico, a correio electrónico. Ver também alias (definição 2),
distribuição da base de dados pode melhorar LISTSERV, mailing list.
significativamente o desempenho global. Ver distributive sort ordenação distributiva s. f.
também partition (definição 2). Processo de ordenação através do qual uma lista é
distributed database management system dividida em várias partes e, depois, reorganizada
sistema de gestão de base de dados distribuída s. m. segundo uma determinada ordem. Ver também
Sistema de gestão de base de dados capaz de gerir sort algorithm. Comparar com bubble sort,
uma base de dados distribuída. Sigla: DDBMS. Ver insertion sort, merge sort, quicksort.
também distributed database. dithering composição de cores s. f. Técnica utilizada
distributed file system sistema de ficheiros em gráficos de computador para criar a ilusão de
distribuído s. m. Sistema de gestão de ficheiros tons de cinzento variáveis, num monitor ou
através do qual os ficheiros podem estar impressora monocromático, ou de cores adicionais,
localizados em vários computadores ligados num monitor ou impressora a cores. Ao tratar as
através de uma rede local ou alargada. diversas áreas de uma imagem como grupos de
distributed network rede distribuída s. f. Rede em pontos coloridos com diferentes padrões, a
que o processamento, o armazenamento e outras composição de cores tira partido da tendência da
funções são geridas por unidades individuais nossa visão para manchar pontos de várias cores,
(nós), em vez de um único computador principal. determinando a média dos seus efeitos e
distributed processing processamento distribuído intercalando-os numa única sombra ou cor.
s. m. Forma de processamento de informação A composição de cores é utilizada para adicionar
através da qual o trabalho é realizado por realismo aos gráficos de computador e para
computadores individuais ligados através de uma suavizar extremidades irregulares em curvas e
rede de comunicação. linhas diagonais a uma baixa resolução. Ver
distributed transaction processing processamento também aliasing, halftone.
de transacções distribuído s. m. Processamento de divergence divergência s. f. Afastamento ou
transacções partilhado por um ou mais separação. Nos monitores a cores, a divergência
computadores ligados através de uma rede. Sigla: ocorre quando o feixe de electrões vermelhos,
DTP. Ver também distributed processing, verdes e azuis não iluminam conjuntamente o
transaction processing. mesmo ponto do ecrã. Num programa, como uma
distributed workplace área de trabalho distribuída folha de cálculo, por exemplo, a divergência pode
s. f. Ambiente diferente de uma fábrica ou escritório ocorrer quando um conjunto circular de fórmulas
tradicionais, onde o trabalho é levado a cabo numa é repetidamente recalculado (iterado), sendo que
base regular. A flexibilidade fornecida pela os resultados de cada iteração se afastam cada vez
combinação das tecnologias de comunicação e de mais de uma solução estável. Comparar com
computação permite aos trabalhadores realizar convergence.

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document-centric

.dl_ Extensão de ficheiro que indica um ficheiro .dll texto. Corresponde à extensão predefinida dos
comprimido, utilizado num procedimento de ficheiros do Microsoft Word.
configuração do Windows. Ver também .dll. dock ancorar v. 1. Ligar um computador portátil ou
.dll Extensão de ficheiro referente a uma biblioteca de bolso a uma estação de ancoragem. Ver também
de ligações dinâmicas. Ver também dynamic-link docking station. 2. Mover uma barra de
library. ferramentas para uma das extremidades da janela
DLL s. f. Ver dynamic-link library. de uma aplicação, de modo a que seja fixada nela,
DMA s. m. Ver direct memory access. tornando-se uma funcionalidade disponível. D
DML s. f. Ver data manipulation language. docking mechanism mecanismo de ancoragem
DNA s. f. 1. Sigla utilizada como referência a um s. m. Parte de uma estação de ancoragem que liga,
certo número de tecnologias informáticas, na sua fisicamente, o computador portátil à estação.
maioria relacionadas com redes. Ver também Ver também docking station.
digital DNA, Digital Network Architecture, docking station estação de ancoragem s. f. Unidade
distributed network, Windows DNA. 2. Sigla de destinada a alojar um computador portátil ou de
Digital Network Architecture. Introduzido em bolso, com ligação à corrente, ranhuras de
1978, é o termo da Digital que abarca a sua expansão e ligações a periféricos, como seja um
arquitectura de rede empresarial baseada na monitor, uma impressora, um teclado de tamanho
DECnet. normal e um rato. A utilidade de uma estação de
DNS s. m. 1. Sigla de Domain Name System (sistema ancoragem reside na sua capacidade para
de nomes de domínio). Sistema através do qual se transformar o computador portátil ou de bolso
atribui aos sistemas anfitriões, na Internet, num computador de secretária, proporcionando
endereços de nome de domínio (como, por aos utilizadores a vantagem da utilização dos
exemplo, bluestem.prairienet.org) e endereços IP periféricos. Ver também expansion slot, laptop,
(como, por exemplo, 192.17.3.4). O endereço de peripheral, portable computer.
nome de domínio é introduzido pelos utilizadores, document documento s. m. Qualquer trabalho
sendo automaticamente traduzido para o endereço independente, criado numa aplicação, ao qual se
IP numérico, o qual é utilizado pelo software de atribui um nome de ficheiro único, se for guardado
encaminhamento de pacotes. Ver também domain em disco, através do qual é possível voltar a ele.
name address, IP address. 2. Sigla de Domain Para um computador, os dados são meramente um
Name Service (serviço de nomes de domínio). conjunto de caracteres, de modo que tanto é um
Utilitário da Internet que implementa o sistema de documento uma folha de cálculo ou um gráfico
nomes de domínio (DNS – ver definição 1). como o material produzido por um processador de
Ver também DNS server. texto. Sobretudo no ambiente Macintosh,
DNS server servidor de DNS s. m. Computador que documento é qualquer trabalho criado pelo
pode responder às consultas do serviço de nomes utilizador, guardado como um ficheiro individual,
de domínio. O servidor de DNS mantém uma base com um nome único.
de dados de sistemas anfitriões e respectivos documentation documentação s. f. Conjunto de
endereços IP. Perante o nome apex.com, por instruções fornecido com um programa ou peça
exemplo, o servidor de DNS devolveria o endereço de hardware. A documentação inclui, normalmente,
IP da hipotética empresa Apex. Também designado informações sobre o tipo de sistema de computador
por servidor de nomes. Ver também DNS necessário, instruções de configuração e sobre a
(definição 2), IP address. utilização e manutenção do produto.
.doc Extensão de ficheiro que identifica ficheiros de document-centric centrado no documento adj.
documentos formatados para um processador de Relativo ou característico de um sistema operativo,

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document file

no qual o utilizador abre ficheiros de documentos, World Wide Web, com todos os códigos visíveis, em
chamando automaticamente as aplicações que os vez da versão formatada resultante. Também
processam (como sejam os processadores de texto designado por origem, documento de origem.
ou os programas de folha de cálculo). Várias Ver também HTML.
interfaces gráficas de utilizador, como o Macintosh document window janela do documento s. f.
Finder, bem como a World Wide Web, são centradas Nos ambientes de janela, como o Apple Macintosh
em documentos. Comparar com e o Windows, designa uma janela no ecrã (área de
application-centric. trabalho delimitada), na qual o utilizador pode
document file ficheiro de documento s. m. Ficheiro criar, visualizar ou trabalhar num documento.
criado pelo utilizador que representa a saída de um domain domínio s. m. 1. Na concepção e gestão de
programa. Também designado por ficheiro de bases de dados, é o conjunto de valores válidos
dados. Comparar com program file. para um determinado atributo. Por exemplo,
document image processing processamento de o domínio para o atributo INDICATIVO-ZONA
imagens de documentos s. m. Sistema de pode ser a lista de todos os indicativos de zona,
armazenamento e obtenção de dados sob a forma com dois dígitos, dos números de telefone em
de imagens de mapa de bits resultantes de uma Portugal. Ver também attribute (definição 1).
entrada de documentos em papel, através de um 2. Relativamente ao Windows NT Server, designa
scanner, em vez do formato de ficheiros de texto e um grupo de computadores que partilham uma
ficheiros numéricos. O processamento de imagens base de dados de domínio e uma política de
de documentos utiliza mais memória do que o segurança. Cada domínio tem um nome único.
processamento electrónico de dados, mas permite 3. Na Internet e outras redes, representa a
mais facilmente a incorporação de assinaturas, subdivisão mais alta de um nome de domínio num
desenhos e fotografias e pode ser mais acessível endereço de rede, que identifica o tipo de entidade
para os utilizadores que não têm formação a que pertence o endereço (por exemplo, .com para
informática. Sigla: DIP. utilizadores comerciais ou .edu para instituições
document management gestão de documentos s. f. educativas) ou a localização geográfica do
Todo o conjunto de acções de criação e endereço (por exemplo, .fr para França).
distribuição de documentos electrónicos no O domínio é a última parte do endereço (por
âmbito de uma organização. exemplo, www.acm.org). Ver também domain
document processing processamento de name.
documentos s. m. Obtenção e manipulação de um domain name nome de domínio s. m. Endereço de
documento. Em termos do funcionamento do uma ligação de rede que identifica o proprietário
computador, o processamento de documentos desse endereço num formato hierárquico:
envolve a criação ou obtenção de um ficheiro, servidor.organização.tipo. Por exemplo,
utilizando um programa para manipular os dados www.whitehouse.gov identifica o servidor da Web
e proceder ao armazenamento do ficheiro do Governo dos Estados Unidos na Casa Branca.
modificado. domain name address endereço de nome de
document reader leitor de documentos s. m. domínio s. m. Endereço de um dispositivo ligado à
Dispositivo que digitaliza texto impresso e utiliza Internet ou outra rede TCP/IP, fazendo parte do
métodos de reconhecimento de caracteres para o sistema hierárquico que utiliza palavras para
converter em ficheiro de texto. Ver também identificar servidores, organizações e tipos, como
character recognition. seja www.logos.net. Ver também TCP/IP.
document source origem de documento s. f. domain name server servidor de nomes de domínio
Formato HTML do texto de um documento da s. m. Ver DNS server.

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dot-matrix printer

domain name service serviço de nomes de domínio TEXTO.DOC (lido “texto ponto doc”).
s. m. Ver DNS (definição 2). 2. Na computação gráfica e na impressão, é uma
Domain Name System sistema de nomes pequena mancha combinada com outras, numa
de domínio s. m. Ver DNS (definição 1). matriz de linhas e colunas, para formar um
Domain Naming System sistema de atribuição carácter ou um elemento gráfico num desenho.
de nomes de domínio s. m. Ver DNS (definição 1). Os pontos que formam a imagem no ecrã são
dongle s. m. Ver hardware key. denominados pixels. A resolução de um ecrã ou
DOS s. m. Sigla de disk operating system (sistema dispositivo de impressão é frequentemente D
operativo do disco). Termo genérico que descreve expressa em termos de pontos por polegada. Ver
qualquer sistema operativo carregado a partir de também pixel, resolution (definição 1). Comparar
dispositivos de disco quando o sistema é iniciado com spot. 3. Num endereço da Internet, é o carácter
ou reiniciado. Ver também MD-DOS, PC-DOS. que separa as diferentes partes do nome de
DOS2 s. m. Ver denial of service attack. domínio, como seja o nome da entidade.
DOS extender extensor do DOS s. m. Programa Ver também domain (definição 3), domain name.
concebido para estender a memória convencional dot address endereço com pontos s. m. Endereço IP
de 640 KB, disponível para utilização pelo DOS e em formato de quatro números separados por
pelas aplicações para DOS. Um extensor do DOS pontos. Ver também IP address.
funciona através da reivindicação de uma parte da dot-addressable mode modo endereçável por
memória reservada (memória utilizada por outras pontos s. m. Modo de operação em que um
partes do sistema, como seja a placa gráfica, programa de computador pode endereçar
a ROM do BIOS e as portas de entrada/saída). (“apontar para”) pontos individuais no ecrã ou
DOS prompt linha de comandos do DOS s. f. num carácter impresso. Ver também all points
Indicação visual do processador de comandos do addressable.
MS-DOS de que o sistema operativo está pronto a dot com ponto com s. m. Ver .com (definição 1).
aceitar um comando. A linha de comandos do DOS dot-matrix1 matricial adj. Relativo a padrões de
predefinida é um caminho seguido de um sinal de pontos que, no hardware de vídeo e de impressão,
“maior que” (por exemplo, C:>). O utilizador produzem imagens de caracteres e gráficas.
também pode conceber uma linha de comandos dot-matrix2 matriz de pontos s. f. Grelha
personalizada utilizando o comando PROMPT. rectangular ou matriz de pequenas “células”, em
DOS Protected Mode Interface s. f. Interface de que os pontos são apresentados ou impressos de
software, desenvolvida originalmente para o acordo com os padrões necessários para formarem
Microsoft Windows versão 3.0, que permite que as caracteres de texto, círculos, quadrados e outras
aplicações baseadas em MS-DOS sejam executadas imagens gráficas. Ver também dot-matrix printer,
em modo protegido do microprocessador 80286 e raster graphics.
posteriores. No modo protegido, o microprocessador dot-matrix printer impressora matricial s. f.
pode executar multitarefa e utilizar memória para Qualquer impressora que produza caracteres
além de 1 MB – capacidades de outro modo constituídos por pontos, utilizando uma cabeça de
indisponíveis para os programas concebidos para impressão com agulhas. A qualidade da saída de
serem executados no MS-DOS. Ver também uma impressora matricial pode ser tão fraca que
protected mode, real mode, Virtual Control mostre os pontos individuais ou, pelo contrário,
Program Interface. pode ser suficientemente alta para se aproximar do
dot ponto s. m. 1. No UNIX, MS-DOS, OS/2 e outros aspecto dos caracteres totalmente preenchidos.
sistemas operativos, é o carácter que separa um As impressoras matriciais são frequentemente
nome de ficheiro da respectiva extensão, como em categorizadas pelo número de pinos na cabeça de

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dot pitch

impressão – normalmente 9, 18 ou 24. Comparar downflow s. m. Um dos quatro estádios do processo


com laser printer. de data warehousing, durante o qual as
dot pitch distância entre pontos s. f. 1. Nas impres- informações armazenadas são entregues e
soras, é a distância entre os pontos de uma matriz arquivadas. Ver também data warehouse
de pontos. Ver também dot-matrix2. 2. Nos ecrãs, (definição 2), inflow, metaflow, upflow.
é a medida da clareza da imagem. A distância entre downlink ligação descendente s. f. Transmissão de
pontos de um ecrã corresponde à distância dados a partir de um satélite de comunicação para
vertical, expressa em milímetros, entre pixels de uma estação terrestre.
cores idênticas. Uma distância entre pontos mais download transferir v. 1. Na comunicação, designa
pequena significa, geralmente, uma imagem mais o acto de transferir a cópia de um ficheiro de um
nítida. Ver também CRT, display. computador remoto para o computador que faz o
dots per inch pontos por polegada s. m. Medida de pedido, através de um modem ou de uma rede.
resolução de ecrãs e impressoras, expressa como o 2. Enviar um bloco de dados, como seja um
número de pontos que um dispositivo é capaz de ficheiro PostScript, para um dispositivo
imprimir ou de apresentar por cada polegada dependente, como seja uma impressora PostScript.
linear. Sigla: ppp. Comparar com upload2.
double-click duplo clique s. m. Premir e libertar o downloadable font tipo de letra transferível s. m.
botão do rato duas vezes sem mover o rato. Conjunto de caracteres armazenado em disco e
O duplo clique é uma forma de, rapidamente, enviado (transferido) para a memória de uma
seleccionar e activar um programa ou uma impressora quando necessário para impressão.
funcionalidade. Comparar com click, drag. Os tipos de letra transferíveis são mais
double-density disk disquete de dupla densidade vulgarmente utilizados em impressoras a laser e
s. f. Disquete criada para conter dados com o dobro outras impressoras de página, embora muitas
da densidade (bits por polegada) da geração de impressoras matriciais possam aceitar alguns.
disquetes anterior. As primeiras disquetes para PC, Também designado por tipo de letra de software.
da IBM, continham um máximo de 180 KB de downsizing s. m. Na área da informática, designa a
dados. As disquetes de dupla densidade prática de passar de sistemas de computador,
aumentaram essa capacidade para 360 KB. como os computadores de grande porte e
Ver também floppy disk, microfloppy disk. minicomputadores, para sistemas mais pequenos,
Comparar com high-density disk. geralmente para economizar e para actualizar o
double-sided disk disquete de dupla face s. f. software. Os sistemas mais pequenos são,
Disquete com capacidade para conter dados em normalmente, sistemas cliente/servidor compostos
ambas as superfícies, superior e inferior. por uma combinação de PC, estações de trabalho e
double-strike dupla impressão s. f. Numa alguns sistemas legacy, como seja um computador
impressora de percussão, é o processo que permite de grande porte ligado a uma ou mais redes locais
imprimir uma palavra duas vezes, produzindo ou redes alargadas. Ver também client/server
texto com um aspecto mais escuro e pesado do que architecture, legacy system.
o normal. Nas impressoras matriciais, a dupla downstream a jusante adj. Termo aplicado aos
impressão com um ligeiro desvio pode ser dados que se deslocam de uma rede remota para
utilizada para preencher o espaço entre os pontos, um computador individual. Em algumas
produzindo caracteres mais regulares e escuros. tecnologias de comunicação relacionadas com a
down inactivo adj. Relativamente aos Internet, os dados fluem mais rapidamente a
computadores, impressoras, linhas de jusante do que a montante. Os modems de cabo,
comunicação em redes e outro hardware, designa o por exemplo, podem transferir dados a 30 Mbps a
estado não funcional. jusante; mas, a montante, suportam velocidades

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drive bay

muito mais lentas, desde 128 Kbps a cerca de o ícone do documento, no ecrã, e largá-lo no ícone
2 Mbps. Comparar com upstream. da reciclagem. Ver também drag.
downtime tempo de inactividade s. m. Percentagem DRAM s. f. Ver dynamic RAM.
de tempo que um sistema de computador ou drawing interchange format formato DXF s. m.
hardware associado permanece não-funcional. Ver DXF.
Embora o tempo de inactividade possa ocorrer drawing program programa de desenho s. m.
pelo facto de haver uma falha inesperada no Programa destinado à manipulação de gráficos
hardware, também pode ser um evento agendado, orientados para objectos, por oposição à D
como por exemplo, quando uma rede é desligada manipulação de imagens de pixels. Num programa
para efeitos de manutenção. de desenho, por exemplo, o utilizador pode
downward compatibility compatibilidade com manipular um elemento, como seja uma linha ou
versões anteriores s. f. Capacidade de um um círculo, como objecto independente, bastando
código-fonte ou de um programa desenvolvido seleccioná-lo e, depois, movê-lo. Ver também object-
num sistema ou versão de compilador mais -oriented graphics, pixel image, vector graphics.
avançada ser executado ou compilado por um dribbleware s. m. Actualizações, patches
sistema ou versão menos avançada (mais antiga). (correcções) e novos controladores para um
Comparar com upward-compatible. produto de software, que são tornados públicos um
DP s. m. Ver data processing. de cada vez, à medida que vão ficando disponíveis,
dpi ppp s. m. Ver dots per inch. em vez de serem disponibilizados em conjunto
DPMI s. f. Ver DOS Protected Mode Interface. numa nova versão do produto. Uma empresa que
draft mode modo de rascunho s. m. Modo de utilize a técnica de dribbleware pode distribuir
impressão de alta velocidade e de qualidade ficheiros novos e de substituição, em disco ou
relativamente baixa, proporcionado pela maioria CD-ROM, ou pode disponibilizá-los na Internet ou
das impressoras matriciais. Ver também numa rede privada, por forma a serem
dot-matrix printer, draft quality, print quality. transferidos. Ver também driver, patch1.
draft quality qualidade de rascunho s. f. Impressão drill down v. Começar num menu, directório ou
de qualidade inferior, gerada pelo modo de página Web de nível superior ou geral e passar por
rascunho em impressoras matriciais. A qualidade vários menus, directórios ou páginas ligadas a um
de rascunho varia de impressora para impressora, nível intermédio, até chegar ao ficheiro, página,
desde uma qualidade apropriada à maior parte das comando de menu ou outro item pretendido. Fazer
finalidades a um resultado praticamente inútil. drill down é uma prática comum na procura de
Ver também draft mode, print quality. ficheiros ou de informação na Internet.
drag arrastar v. Numa interface gráfica de drive unidade s. f. Ver disk drive.
utilizador, designa a acção de mover um objecto no drive bay compartimento de unidade s. m. Área oca
ecrã, seleccionando-o e puxando-o para outra e rectangular no chassis do computador, concebida
localização, utilizando o rato. O utilizador para conter uma unidade de disco. As paredes
posiciona o ponteiro do rato por cima do objecto e laterais de um compartimento de unidade contêm,
mantém o botão do rato premido enquanto o move geralmente, orifícios para facilitar a instalação de
para a nova localização. uma unidade de disco. Alguns compartimentos de
drag-and-drop arrastar e largar v. Numa interface unidade, como os destinados aos discos rígidos,
gráfica de utilizador, designa a realização de não são visíveis para o utilizador. A maioria das
operações que envolvem arrastar objectos no ecrã unidades está localizada na parte da frente do
utilizando o rato. Por exemplo, para eliminar um chassis, para que o utilizador possa interagir com a
documento no Mac-OS, o utilizador pode arrastar unidade.

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drive letter

drive letter letra de unidade s. f. Convenção de drum plotter plotter de tambor s. m. Plotter em que
atribuição de nomes às unidades de disco, em o papel é enrolado num tambor rotativo, com uma
computadores IBM e compatíveis. Os nomes das caneta que se move para trás e para diante no
unidades correspondem a uma letra (a começar ponto mais alto do tambor. O papel é enrolado no
pelo A) seguida de dois pontos. tambor, de modo a alinhar o ponto correcto do
drive mapping mapeamento de unidades s. m. papel com a caneta. Os tambores ocupam uma
Atribuição de uma letra ou nome a uma unidade fracção do espaço necessário nos plotters de mesa,
de disco, para que o sistema operativo ou o os quais são capazes de manipular o mesmo
servidor de rede o possa identificar e localizar. Por formato de papel. Também não têm limite quanto
exemplo, nos PC, os principais mapeamentos de ao comprimento de papel que são capazes de
unidades são A: e B: para as unidades de disquete manipular. Ver também plotter. Comparar com
e C: para o disco rígido. Ver também A:, B:, disk flatbed plotter, pinch-roller plotter.
drive, hard disk. drum scanner scanner de tambor s. m. Tipo de
drive number número de unidade s. m. Convenção scanner em que o meio a ser digitalizado, como
de atribuição de nomes às unidades de disco do seja uma folha de papel, gira à volta de uma cabeça
Macintosh. Por exemplo, um sistema de duas de digitalização estacionária. Ver também scanner.
unidades designa-as por 0 e 1. Comparar com flatbed scanner, handheld scanner,
driver controlador s. m. Dispositivo de hardware ou sheet-fed scanner.
programa que controla ou regula outro dispositivo. .drv Extensão de ficheiro referente a um ficheiro de
Um controlador de dispositivo, por exemplo, é um controlador. Ver também driver.
programa de controlo de um dispositivo, como seja dry run execução preliminar s. f. Execução de um
uma impressora ou uma unidade de disco, programa destinado a ter um efeito bastante
específico que permite ao computador utilizá-lo. sensível, como seja a formatação de um disco ou a
Ver também device driver. impressão de um livro, com esse efeito
drop cap capitular s. f. Maiúscula de grandes desactivado, de modo a evitar a formatação de um
dimensões no início de um bloco de texto que disco com dados ou o desperdício de papel.
ocupa a profundidade vertical de duas ou mais DSL s. f. Ver digital subscriber line.
linhas de texto normal. DSP s. m. Ver digital signal processor.
drop-dead halt paragem definitiva s. f. Ver dead halt. DSR s. m. Sigla de Data Set Ready (sinal de modem
drop-down menu menu de lista pendente s. m. Menu pronto). Sinal utilizado em comunicações série,
que pende da barra de menu quando chamado, enviado, por exemplo, por um modem para o
permanecendo aberto, sem qualquer acção computador ao qual está ligado, a fim de indicar
adicional, até o utilizador o fechar ou escolher uma que está pronto a funcionar. Comparar com CTS.
das suas opções. Comparar com pull-down menu. DSS s. m. Ver decision support system, digital
drop in erro de leitura s. m. Produção de dados satellite system, Digital Signature Standard.
erróneos, devido à leitura de um sinal espúrio DTE s. m. Sigla de Data Terminal Equipment
durante uma operação de leitura/escrita de dados. (equipamento terminal de dados). De acordo com
drop out perda de sinal s. f. Produção de dados a norma de hardware RS-232-C, é qualquer
erróneos, devido à perda momentânea de sinal dispositivo, seja um microcomputador ou um
durante uma operação de leitura/escrita de dados. terminal, com capacidade para transmitir
drum tambor s. m. Cilindro rotativo utilizado em informações em formato digital, através de um
algumas impressoras e plotters. Ver também drum cabo ou linha de comunicações. Ver também
plotter, laser printer. RS-232-C standard. Comparar com DCE.

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duplex

DTP s. m. Ver desktop publishing, distributed actualização do ecrã deste tipo de monitor é duas
transaction processing. vezes mais rápida do que nos monitores de matriz
DTR s. m. Sigla de Data Terminal Ready (terminal passiva padrão. Comparado com o monitor de
de dados pronto). Sinal utilizado em comunicações matriz activa, o monitor de duplo varrimento é
série, enviado, por exemplo, por um computador mais económico em termos de consumo
para o modem para indicar que está pronto a energético, mas a clareza é inferior, assim como o
receber uma transmissão. Comparar com CTS. ângulo de visualização. Ver também passive-matrix
DTV s. m. Sigla de desktop video (vídeo por display, refresh rate. D
computador). Utilização de câmaras de vídeo em dual-sided disk drive unidade de disquete de dupla
rede, para a realização de uma videoconferência. face s. f. Unidade de disquete capaz de ler ou
Ver também video conferencing. escrever informações tanto na face superior como
dual boot arranque opcional s. m. Configuração de na face inferior de uma disquete de dupla face.
computador que permite ao utilizador arrancar As unidades de disquete de dupla face têm duas
num de dois sistemas operativos num PC. Algumas cabeças de leitura/escrita, uma para cada
combinações possíveis para o arranque opcional superfície da disquete.
incluem o Windows 95/Windows NT, o Windows dumb quotes aspas direitas s. f. Aspas que têm o
NT/OS/2 e o Windows 95/Linux. Alguns sistemas mesmo aspecto (normalmente direitas, como o
operativos, como o Windows 95 e o OS/2, incluem apóstrofo e as aspas de uma máquina de escrever),
uma opção de múltiplos arranques. Os sistemas quer estejam antes ou depois do texto citado.
operativos mais antigos, como o Windows 3.x e o Comparar com smart quotes.
DOS, requerem a utilização de um utilitário de dumb terminal terminal estúpido s. m. Terminal
arranque para realizar um arranque opcional. que não contém um microprocessador interno.
Ver também boot1. Os terminais estúpidos são normalmente capazes
dual density de dupla densidade adj. Relativo ou de apresentar apenas caracteres e números e de
característico de unidades de disquete capazes de responder a simples códigos de controlo. Ver
realizar operações de leitura e escrita em também terminal. Comparar com smart terminal.
disquetes, em mais de um formato de densidade. dummy s. m. Marcador de posição, normalmente
dual disk drive de duas unidades de disquete adj. um carácter, registo ou variável, utilizado para
Relativo ou característico de um computador que reservar espaço até que o item pretendido esteja
dispõe de duas unidades de disquete. disponível.
dual inline memory module s. m. Ver DIMM. duplex1 adj. Capaz de transportar informações em
dual in-line package pacote duplo em linha s. m. ambos os sentidos, através de um canal de
Ver DIP (definição 1). comunicação. Um sistema pode ser full-duplex,
dual processors duplo processador s. m. Dois quando é capaz de transportar informações em
processadores utilizados num computador para ambos os sentidos de uma só vez, ou half-duplex,
acelerar o seu funcionamento – um processador quando é capaz de transportar informações apenas
para controlar a memória e o bus e outro para gerir num sentido de cada vez.
as entradas e saídas. Muitos computadores duplex2 s. m. 1. Comunicações em simultâneo, em
pessoais utilizam um segundo processador para ambos os sentidos, entre o emissor e o receptor.
realizar operações matemáticas mais complexas. Também designado por transmissão em duplex,
Ver também coprocessor, floating-point processor. transmissão em full-duplex. Ver também
dual-scan display monitor de duplo varrimento half-duplex transmission. 2. Papel fotográfico, em
s. m. Monitor do tipo LCD de matriz passiva, que é possível imprimir uma imagem de ambos os
utilizado em computadores portáteis. A taxa de lados.

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duplex channel

duplex channel canal duplex s. m. Ligação de dye-sublimation printer impressora por subli-
comunicação que permite a transmissão em mação de tinta s. f. Ver continuous-tone printer.
duplex (em dois sentidos). dynalink ligação dinâmica s. f. Forma abreviada de
duplex printer impressora de frente e verso s. f. dynamic link. Ver dynamic-link library.
Impressora capaz de imprimir de ambos os lados dynamic dinâmico adj. Com ocorrência imediata e
da página. concorrente. Relativamente ao hardware e software,
duplex system sistema duplex s. m. Sistema de dois o termo descreve uma acção ou evento que ocorre
computadores, um dos quais está activo enquanto quando necessário e de acordo com as
o outro permanece em espera, pronto para retomar necessidades. Na gestão dinâmica da memória, por
o processamento, caso ocorra uma falha no exemplo, um programa é capaz de negociar com o
computador activo. sistema operativo quando necessita de mais
duplex transmission transmissão em duplex s. f. memória.
Ver duplex2 (definição 1). Dynamic Data Exchange intercâmbio dinâmico de
duplicate key chave duplicada s. f. Numa base de dados s. m. Ver DDE.
dados, é o valor atribuído a um campo indexado dynamic HTML HTML dinâmico s. m. Tecnologia
num registo, que é igual a um valor atribuído ao concebida para enriquecer interactiva e
mesmo campo noutro registo incluído na base de graficamente as páginas da Web, dando-lhes a
dados. Por exemplo, uma chave composta por possibilidade de se alterarem e actualizarem
CÓDIGO POSTAL deve conter valores duplicados, dinamicamente, isto é, em resposta a acções do
se o ficheiro contiver uma série de endereços com utilizador, sem a necessidade de transferências
um único código postal. Um campo em que não constantes a partir do servidor. O HTML dinâmico
sejam permitidos valores duplicados não pode activa programas de script do lado do cliente que
servir como chave primária, dado que esta tem de afectam elementos de uma página da Web
ser única. Ver também field (definição 1), key produzidos com linguagens como o VBScript e o
(definição 2), primary key. JavaScript, para controlar e manipular elementos,
DVD s. m. Ver digital video disc. como sejam os tipos de letras e os gráficos,
DVD-E s. m. Ver digital video disc-erasable. utilizando códigos de HTML que descrevem como
DVD-R s. m. Ver digital video disc-recordable. é que a página deve aparecer no ecrã do utilizador.
DVD-ROM s. m. Ver digital video disc-ROM. Do ponto de vista do utilizador, o HTML dinâmico
Dvorak keyboard teclado Dvorak s. m. Disposição produz o tipo de interactividade e uma rápida
de teclado desenvolvida como alternativa ao velocidade de transferência semelhante aos
conhecido teclado QWERTY. O teclado Dvorak foi produtos multimédia em CD-ROM. Exemplos de
concebido para acelerar a dactilografia, colocando HTML dinâmico incluem imagens em movimento
os caracteres no teclado de modo a permitir um na página e apresentação de informações, como
acesso mais fácil às letras mais utilizadas. Ver menus ou tabelas, em resposta a movimentos ou
também ergonomic keyboard, keyboard. Comparar cliques do rato. Um certo número de fornecedores,
com QWERTY keyboard. incluindo a Microsoft e a Netscape, desenvolveram
DXF s. m. Forma abreviada de “drawing interchange as suas versões de HTML dinâmico e
format”. Formato de ficheiro CAD, originalmente submeteram-nas ao World Wide Web Consortium
desenvolvido para o programa AutoCAD com o (W3C), para uma possível inclusão na
objectivo de facilitar a transferência de gráficos especificação do Document Object Model (DOM)
entre aplicações. em desenvolvimento pelo W3C.
dye-diffusion printer impressora por difusão de dynamic keys chaves dinâmicas s. f. Técnica de
tinta s. f. Ver continuous-tone printer. encriptação, em que as mensagens são encriptadas

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dynamic Web page

de forma diferente para cada transmissão, com Sigla: DRAM. Ver também RAM. Comparar com
base em chaves diferentes, de modo a que as static RAM.
chaves se tornem inúteis se forem capturadas e dynamic random access memory memória de
desencriptadas. Ver também encryption, key acesso aleatório dinâmica s. f. Ver dynamic RAM.
(definição 3). dynamic SLIP SLIP dinâmico s. m. Forma
dynamic-link library biblioteca de ligações abreviada de dynamic Serial Line Internet
dinâmicas s. f. Funcionalidade da família de Protocol (protocolo Internet de linha série
sistemas operativos do Windows e do OS/2 que dinâmico). Acesso à Internet através do SLIP, em D
permite armazenar rotinas executáveis que o endereço IP do utilizador não é permanente,
separadamente, sob a forma de ficheiros com sendo novamente atribuído a partir de um pool de
extensões DLL, e carregá-las apenas quando o cada vez que o utilizador estabelece a ligação.
programa as solicita. Sigla: DLL. O número de endereços IP que um fornecedor de
dynamic page página dinâmica s. f. Documento serviços da Internet necessita de fornecer fica depen-
HTML que contém GIF animados, aplicações de dente do número de ligações que podem ser estabe-
Java ou controlos ActiveX. Ver também ActiveX lecidas em simultâneo, em vez do número total de
controls, animated GIF, HTML, Jave applet. subscritores. Ver também IP address, ISP, SLIP.
dynamic RAM RAM dinâmica s. f. Forma de RAM dynamic storage armazenamento dinâmico s. m.
constituída por semicondutores. As RAM Sistemas de armazenamento de informação, cujo
dinâmicas armazenam informações em circuitos conteúdo se perde quando ocorre um corte de
integrados que contêm condensadores. Dado que energia. Os sistemas RAM são a forma mais
os condensadores perdem a carga com o decorrer habitual de armazenamento dinâmico; tanto a
do tempo, as placas da RAM dinâmica têm de RAM dinâmica como a RAM estática são consi-
incluir lógica para actualizar (recarregar) os chips deradas formas de armazenamento dinâmico. Ver
da RAM de forma contínua. O processador não também dynamic RAM, static RAM. Comparar com
consegue ler a RAM dinâmica enquanto esta está a permanent storage.
ser actualizada. Apesar de ser mais lenta, a RAM dynamic Web page página Web dinâmica s. f.
dinâmica é mais comum do que a RAM, porque os Página Web com uma forma fixa, mas de conteúdo
circuitos são mais simples e a capacidade de variável, permitindo que seja ajustada aos critérios
armazenamento de dados é quatro vezes superior. de procura do cliente.

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E
EAROM s. f. Sigla de electrically alterable read-only echo cancellation cancelamento de eco s. m.
memory (memória só de leitura electricamente Técnica destinada a eliminar qualquer
alterável). Ver EEPROM. transmissão indesejável recebida num modem,
Easter egg Funcionalidade oculta s. f. Funciona- a qual constitui um eco da própria transmissão do
lidade oculta num programa de computador. Pode modem. O modem envia uma versão modificada e
ser um comando, uma animação, uma mensagem inversa da sua transmissão no caminho de
com humor ou uma lista de nomes das pessoas recepção, eliminando os ecos ao mesmo tempo que
que desenvolveram o programa. Para mostrar uma não altera os dados a receber. O cancelamento de
funcionalidade oculta, o utilizador tem de premir, eco é padrão nos modems V.32.
normalmente, uma sequência de teclas echo check verificação por retorno s. f. Em
desconhecida. comunicações, designa um método utilizado para
EBCDIC s. m. Sigla de Extended Binary Coded verificar a exactidão dos dados transmitidos
Decimal Interchange Code. Código da IBM que através da retransmissão dos mesmos para o
utiliza 8 bits para representar 256 caracteres. emissor, o qual compara o sinal de eco com o
É utilizado sobretudo em computadores IBM de original.
grande porte, enquanto que os computadores echoplex ecoplex s. m. Em comunicações, designa
pessoais utilizam o ASCII. Comparar com ASCII. uma técnica de detecção de erros. A estação
e-bomb bomba de correio electrónico s. f. Forma receptora retransmite os dados para o ecrã do
abreviada de e-mail bomb. Técnica utilizada por emissor, onde os dados podem ser apresentados
alguns “piratas”, em que se define um alvo numa para se aferir da sua exactidão.
série de mailing lists, para congestionar o tráfego e echo suppressor supressor de ecos s. m. Em
o armazenamento da rede com mensagens de comunicações, é um método utilizado para evitar
correio electrónico enviadas por subscritores de ecos nas linhas telefónicas. Os supressores de ecos
outras mailing lists dirigidas aos destinatários das inibem os sinais do ouvinte para o orador, criando
listas visadas. um canal de uma única via. Para os modems que
e-cash dinheiro electrónico s. m. Ver e-money. transmitem e recebem na mesma frequência,
ECC s. m. Ver error-correcting code. o supressor de ecos tem de estar desactivado, para
echo1 eco s. m. Em comunicações, designa um sinal permitir a transmissão nos dois sentidos. Esta
transmitido de volta para o emissor que é diferente desactivação produz o sinal agudo ouvido nas
do sinal original. As ligações de rede podem ser ligações entre modems.
testadas através do envio de um eco para o e-commerce comércio electrónico s. m. Ver
computador principal. electronic commerce.
echo2 ecoar v. Transmitir um sinal recebido de volta e-credit crédito electrónico s. m. Ver electronic
para o emissor. Os circuitos de comunicação de credit.
dados podem ecoar texto de volta para o terminal edge connector conector terminal s. m. Conjunto de
emissor, para confirmar a sua recepção. contactos metálicos largos e planos de uma placa

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.edu

de expansão, o qual é inserido numa ranhura de edit mode modo de edição s. m. Modo de um
expansão de um computador pessoal ou na ficha programa em que o utilizador pode efectuar
de um cabo de fita. O conector terminal liga a placa alterações num documento, por exemplo, através
ao caminho de dados ou bus partilhado do da inserção ou eliminação de dados ou texto.
sistema, através de uma série de linhas impressas Comparar com command mode.
ligadas aos circuitos da placa. Ver também editor s. m. Programa que cria ficheiros ou que
expansion board, ribbon cable. efectua alterações em ficheiros existentes. Um
EDI s. m. Sigla de electronic data interchange editor é normalmente menos poderoso do que um
(intercâmbio electrónico de dados). Conjunto de
normas relativas à transferência de documentos
processador de texto, faltando-lhe a capacidade de
formatação característica deste último. Os editores
E
comerciais entre computadores, como seja ordens de texto ou de ecrã inteiro permitem ao utilizador
de compra e facturas, com vista a eliminar os deslocar-se no documento utilizando setas de
documentos em papel e a melhorar o tempo de direcção; os editores de linha requerem que o
resposta. Para que o EDI seja eficaz, os utilizadores utilizador indique o número de linha referente ao
têm de acordar normas de formatação e texto a ser editado.
intercâmbio de informação, como o protocolo EDO DRAM s. f. Sigla de extended data out
X.400. Ver também CCITT X series, standard dynamic random access memory (memória
(definição 1). dinâmica de acesso aleatório com saída de dados
edit editar v. 1. Efectuar uma alteração num alargada). Tipo de memória capaz de executar
ficheiro ou documento existente. As alterações são tempos de leitura mais rápidos (além de um mais
guardadas na memória ou num ficheiro rápido desempenho global do sistema) do que a
temporário, sendo apenas adicionadas ao DRAM de velocidade comparável, pelo facto de
documento quando o programa for instruído para permitir que se inicie um novo ciclo de leitura
guardá-las. Os programas de edição proporcionam, enquanto os dados do ciclo anterior estão a ser
normalmente, protecções contra alterações lidos. Comparar com dynamic RAM, EDO RAM.
inadvertidas, por exemplo, solicitando ao EDO RAM s. f. Sigla de extended data out random
utilizador uma confirmação antes de guardar as access memory (memória de acesso aleatório com
alterações com um nome de ficheiro existente ou saída de dados alargada). Tipo de RAM dinâmica
permitindo ao utilizador atribuir uma que mantém os dados disponíveis para a CPU,
palavra-passe a um ficheiro. 2. Executar software enquanto se inicializa o acesso à memória
que efectua automaticamente alterações extensas e seguinte, resultando num aumento de velocidade.
previsíveis num ficheiro, como é o caso de um Ver também central processing unit, dynamic
linker ou de um filtro para as imagens gráficas. RAM. Comparar com EDO DRAM.
editing keys teclas de edição s. f. Em alguns EDP s. m. Sigla de electronic data processing (proces-
teclados, é um conjunto de teclas que apoia a samento electrónico de dados). Ver data processing.
edição. Localizadas entre o teclado principal e o .edu No sistema de nomes de domínio da Internet,
teclado numérico, as teclas de edição dividem-se representa o domínio de nível superior, que
em três pares: Insert e Delete; Home e End; e Page identifica os endereços utilizados por instituições
Up e Page Down. de educação com cursos de quatro anos.
edit key tecla de edição s. f. Numa aplicação de A designação .edu aparece como sufixo no final do
software, é uma tecla ou combinação de teclas endereço. Ver também DNS (definição 1), domain
predefinida que, quando premida, muda a (definição 3), .k12.us. Comparar com .com, .gov,
aplicação para o modo de edição. .mil, .net, .org.

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edutainment

edutainment software pedagógico s. m. Conteúdo placas que suportam outros periféricos. A EISA
multimédia – em software, CD-ROM ou num Web tem um caminho de dados de 32 bits e utiliza
site – que pretende educar o utilizador ao mesmo conectores que podem aceitar placas ISA. No
tempo que o entretém. Ver também multimedia. entanto, as placas EISA apenas são compatíveis
EEMS s. f. Sigla de Enhanced Expanded Memory com sistemas EISA. A EISA pode operar a
Specification (especificação de memória frequências muito mais elevadas do que o bus ISA,
expandida melhorada). Versão superior da EMS além de proporcionar uma produtividade de dados
(Expanded Memory Specification) original. muito mais rápida do que a ISA. Ver também ISA.
A versão 3.0 da EMS apenas permitia o EJB s. m. Ver Enterprise JavaBeans.
armazenamento de dados e suportava quatro electroluminescent electroluminescente adj. Que
blocos de página. A EEMS permite o emite luz aquando da aplicação de uma corrente
armazenamento, na memória expandida, de um eléctrica. Os painéis electroluminescentes são
máximo de 64 blocos de página, além do código utilizados em computadores portáteis para
executável. As funcionalidades da EEMS foram proporcionar uma luz de fundo aos ecrãs de cristal
incluídas na versão 4.0 do EMS. Ver também EMS, líquido. Ver também liquid crystal display.
page frame. electroluminescent display monitor
EEPROM s. f. Sigla de electrically erasable electroluminescente s. m. Tipo de monitor de painel
programmable read-only memory (memória só de plano utilizado nos computadores portáteis.
leitura programável e electricamente apagável). Os monitores electroluminescentes fornecem uma
Tipo de EPROM que pode ser eliminada com um imagem clara e nítida, além de um amplo ângulo
sinal eléctrico. É útil para o armazenamento de visão. Foram substituídos pelos ecrãs LCD
estável durante longos períodos sem electricidade, (monitores de cristal líquido) de matriz activa.
ao mesmo tempo que permite a sua Ver também flat-panel display, liquid crystal
reprogramação. As EEPROM contêm menos display, passive-matrix display. Comparar com
memória do que a RAM, demoram mais tempo a active-matrix display.
ser reprogramadas e apenas podem ser electronic bulletin board BBS s. m. Ver BBS
reprogramadas um número limitado de vezes, (definição 1).
acabando por ficar gastas. Ver também EPROM, electronic cash dinheiro electrónico s. m. Ver
ROM. e-money.
e-form formulário electrónico s. m. Forma electronic circuit circuito electrónico s. m. Ver circuit.
abreviada de electronic form. Documento online electronic commerce comércio electrónico s. m.
que contém espaços em branco para o utilizador Actividade comercial realizada através de
preencher com informações solicitadas e que pode computadores ligados entre si. O comércio
ser enviado à organização que solicita as electrónico pode ocorrer entre os computadores do
informações através de uma rede. Na Web, os fornecedor e do cliente através de EDI ou entre um
formulários electrónicos são frequentemente utilizador e um fornecedor através de um serviço
codificados em script CGI e protegidos pela de informação online, da Internet ou de um BBS.
encriptação. Ver também CGI (definição 1), Ver também EDI.
encryption. electronic credit crédito electrónico s. m. Forma de
EIDE s. f. Ver Enhanced IDE. comércio electrónico que envolve transacções com
EISA s. f. Sigla de Extended Industry Standard cartão de crédito realizadas na Internet. Ver
Architecture. Norma de bus relativa à ligação de também electronic commerce.
placas de suplementos à placa principal de um PC, electronic data interchange intercâmbio
como as placas de vídeo, os modems internos e as electrónico de dados s. m. Ver EDI.

120 © McGraw-Hill
element

electronic data processing processamento tipo de impressora, um tambor fotossensível, com


electrónico de dados s. m. Ver data processing. carga eléctrica, desenvolve um padrão de carga
electronic form formulário electrónico s. m. Ver e-form. electrostática na sua superfície, representando o
electronic journal diário electrónico s. m. Ver journal. negativo da imagem a ser impressa. O toner adere
electronic mail correio electrónico s. m. Ver e-mail1. às áreas do tambor com carga, este pressiona a
electronic mail services serviços de correio tinta contra o papel e, depois, o calor faz com que
electrónico s. m. Serviços que permitem aos o toner adira ao papel. Os tipos de impressora
utilizadores, administradores ou daemons enviar, variam basicamente na forma como transmitem

E
receber e processar correio electrónico. Ver carga ao tambor. Ver também laser printer, LCD
também daemon. printer, LED printer.
electronic mall centro comercial electrónico s. m. electrophotography electrofotografia s. f. Produção
Associação virtual de empresas online, que se de imagens fotográficas utilizando cargas
afiliam com o objectivo de incrementar a electrostáticas. Este método é utilizado em
exposição de cada empresa através das empresas fotocopiadoras e impressoras a laser. Também
associadas. designada por xerografia. Ver também
electronic money dinheiro electrónico s. m. Ver e-money. electrophotographic printers.
electronic music música electrónica s. f. Música electrostatic electrostático adj. Relativo a cargas
criada com computadores e dispositivos eléctricas que não fluem através de uma via
electrónicos. Ver também MIDI, synthesizer. condutora. As cargas electrostáticas são utilizadas
electronic photography fotografia electrónica s. f. em fotocopiadoras e impressoras a laser, para
Ver digital photography. manter a aderência do toner ao tambor
electronic publishing publicação electrónica s. f. fotocondutor e, nos plotters de mesa, para manter
Termo genérico para a distribuição de informação no devido lugar o meio de impressão utilizado.
através de meios electrónicos, como redes de electrostatic discharge descarga electrostática s. f.
comunicação ou CD-ROM. Descarga de electricidade estática de uma fonte
electronics electrónica s. f. Ramo da física que trata externa, como seja uma mão, para um circuito
dos electrões, dispositivos electrónicos e circuitos integrado, resultando, muitas vezes, em danos no
eléctricos. circuito. Sigla: ESD.
electronic software distribution distribuição electrostatic plotter plotter electrostático s. m.
electrónica de software s. f. Forma de distribuir Plotter que cria uma imagem a partir de um
software directamente aos utilizadores online na padrão de pontos em papel com revestimento
Internet. A distribuição electrónica de software especial. O papel é carregado com electricidade
é idêntica à encomenda por catálogo postal. estática; uma vez exposto ao toner, este adere aos
Sigla: ESD. pontos. Os plotters electrostáticos podem ser
electronic spreadsheet folha de cálculo electrónica 50 vezes mais rápidos do que os plotters de caneta,
s. f. Ver programa de folha de cálculo. mas são mais caros. Os modelos a cores produzem
electronic storefront loja virtual s. f. Empresa que imagens através de múltiplas passagens com o
apresenta os seus produtos na Internet e que turquesa, o magenta, o amarelo e o preto.
possibilita o contacto ou a realização de vendas Ver também plotter. Comparar com
online. electrophotographic printers, pen plotter.
electronic text texto electrónico s. m. Ver e-text. electrostatic printer impressora electrostática s. f.
electrophotographic printers impressoras Ver electrostatic plotter.
electrofotográficas s. f. Categoria de impressoras element elemento s. m. 1. Qualquer item autónomo
que inclui as impressoras a laser, LED e LCD. Neste num contexto mais amplo. Por exemplo, um

© McGraw-Hill 121
elevator

elemento de imagem (pixel) representa um único correio electrónico que chega em pastas ou caixas
ponto no ecrã do computador ou num gráfico de de correio com base nas informações contidas na
computador. 2. Nas linguagens de marcação, como mensagem. Por exemplo, todas as mensagens do
o HTML e o SGML, é a combinação de um conjunto Tio Zé de um determinado utilizador podem ser
de códigos, qualquer conteúdo contido entre os colocadas numa pasta designada por “Tio Zé”. Os
códigos e quaisquer atributos que os códigos filtros também podem ser utilizados para bloquear
possam ter. Os elementos pode estar aninhados, ou aceitar o correio electrónico proveniente de
dentro uns dos outros. Ver também attribute determinadas fontes.
(definição 3), HTML, markup language, SGML. embedded hyperlink hiperligação incorporada s. f.
elevator elevador s. m. Caixa quadrada inserida Ligação a um recurso incorporada num texto ou
numa barra de deslocamento, que pode ser movida associada a uma imagem ou a um mapa de
para mudar a posição do texto ou de uma imagem imagens. Ver também hyperlink, image map.
no ecrã. Também designada por caixa de embedded interface interface incorporada s. f.
deslocamento. Ver também scroll bar. Interface incorporada na unidade e placa de
ellipsis reticências s. f. Conjunto de três pontos (...) controlador de um dispositivo de hardware, de
utilizado para indicar algo incompleto. Em várias modo a que o dispositivo possa ser directamente
aplicações de janela, a selecção de um comando ligado ao bus de sistema do computador. Ver
que inclui reticências produz um submenu ou também controller, interface (definição 3).
caixa de diálogo. Ver também dialog box. Comparar com ESDI, SCSI.
e-mail1 ou email ou E-mail correio electrónico s. m. em dash travessão s. m. Sinal de pontuação (—)
1. Intercâmbio de mensagens de texto e ficheiros utilizado para indicar uma interrupção numa
de computador numa rede de comunicação, como frase. Em inglês tem a designação “em”, que
uma rede local ou a Internet, normalmente entre representa a unidade de medida tipográfica que,
computadores ou terminais. 2. Mensagem de texto em alguns tipos de letra, equivale à largura da letra
electrónica s. f.. M em maiúscula. Comparar com en dash, hyphen.
e-mail2 ou email ou E-mail enviar correio EMM s. m. Ver Expanded Memory Manager.
electrónico v. Enviar uma mensagem por correio e-money ou emoney dinheiro electrónico s. m.
electrónico. Forma abreviada de electronic money. Nome
e-mail address endereço de correio electrónico s. m. genérico atribuído às transacções de dinheiro
Cadeia de caracteres que identifica um utilizador, realizadas através da Internet. Também designado
de modo a que este possa receber correio por dinheiro virtual, dinheiro digital.
electrónico da Internet. Um endereço de correio emotag s. m. Numa mensagem de correio
electrónico consiste, normalmente, num nome que electrónico ou num artigo de newsgroup, é uma
identifica o utilizador perante o servidor de letra, palavra ou expressão envolvida entre
correio, seguido de uma arroba (@), do nome do parênteses em ângulo que, tal como o emoticon,
sistema anfitrião e do nome de domínio do indica a atitude do autor em relação ao que está a
servidor de correio e, fora dos Estados Unidos da escrever. Muitas vezes, os emotags têm códigos de
América, do código do país. Por exemplo, se a Ana abertura e encerramento, similares aos códigos de
Maria Andrade tem uma conta no computador HTML, que encerram uma expressão ou uma ou
denominado baz da Empresa Xyz, o seu endereço mais frases. Por exemplo: <piada>Não estava à
de correio electrónico pode ser ama@baz.xyz.com espera que agora seguisse uma anedota, pois
ou ama@baz.xyz.pt. não?</anedota>. Alguns emotags consistem num
e-mail filter filtro de correio electrónico s. m. só código, como, por exemplo, <sorriso>. Ver
Software de leitura que automaticamente ordena o também emoticon, HTML.

122 © McGraw-Hill
encode

emoticon s. m. Cadeia de caracteres de texto que, emulate emular v. Quando um sistema de hardware
quando visualizada de lado, representa um rosto a ou software se comporta da mesma forma que
expressar uma determinada emoção. Os emoticons outro. Numa rede, por exemplo, os
são frequentemente utilizados nas mensagens de microcomputadores emulam, frequentemente, os
correio electrónico ou nos artigos de newsgroup computadores de grande porte ou terminais, de
como comentário ao texto que os antecede. Alguns modo a permitir a comunicação entre duas
emoticons mais vulgares são os seguintes: máquinas.
:-) ou :) “Estou a rir por causa desta piada” emulator emulador s. m. Hardware ou software

E
;-) “Estou a piscar o olho e a sorrir por concebido para permitir que um certo tipo de
causa desta piada” computador ou componente aja como se fosse
outro. Através do emulador, o computador pode
:-( “Estou triste por causa disto”
executar software escrito para outra máquina.
:-7 “Estou a falar com ironia” Numa rede, os microcomputadores podem emular
:D ou :-D sorriso grande; “Estou extremamente computadores de grande porte ou terminais, de
contente” modo a permitir a comunicação entre duas
:-O um bocejo de tédio ou uma boca aberta máquinas.
denunciando espanto enable activar v. Accionar ou ligar algo. Comparar
Comparar com emotag. com disable.
EMS s. f. Sigla de Expanded Memory Specification encapsulate encapsular v. Tratar uma colecção de
(especificação de memória expandida). Técnica informações estruturadas como um todo, sem que
utilizada para adicionar memória aos PC, a sua estrutura interna seja afectada ou tida em
permitindo aumentar a memória do conta.
microprocessador Intel 80x86, no modo real, para Encapsulated PostScript PostScript encapsulado
além do limite de 1 MB. Nas primeiras versões dos s. m. Ver EPS.
microprocessadores, a EMS ultrapassou este limite encapsulation encapsulamento s. m. Na progra-
com bancos de RAM de 16 KB, cujo acesso era mação orientada para objectos, designa o
possível através do software. Nas versões mais empacotamento de atributos (propriedades) e
recentes dos microprocessadores Intel, incluindo funcionalidades (métodos ou comportamentos),
os modelos 80386 e 80486, a EMS é convertida a para criar um objecto que é como uma “caixa
partir da memória de extensão por gestores de negra” – cuja estrutura interna permanece privada
memória do software. Agora, a EMS é sobretudo e cujos serviços podem ser acedidos por outros
utilizada para as aplicações mais antigas para objectos apenas por intermédio de mensagens
MS-DOS, dado que o Windows e outras aplicações passadas através de uma interface claramente
executadas no modo protegido, nos definida (o equivalente em termos de programação
microprocessadores 80386 e mais poderosos, estão a uma caixa de correio ou linha telefónica).
isentos da limitação de 1 MB. Também designada O encapsulamento garante que o objecto que
por LIM EMS. Ver também expanded memory, fornece o serviço pode evitar que outros objectos
protected mode. Comparar com conventional manipulem os seus dados ou procedimentos
memory, extended memory. directamente e permite que o serviço de pedidos
em space espaço do “M” s. m. Unidade de medida ao objecto ignore os pormenores sobre como esse
tipográfica equivalente em largura ao tamanho de serviço é fornecido. Ver também information hiding.
um determinado tipo de letra. Para muitos tipos de encipher cifrar v. Ver encryption.
letra, isto equivale à largura da letra M em encode codificar v. 1. No contexto da segurança dos
maiúscula. Comparar com en space, fixed space. dados, significa encriptar. Ver também encryption.

© McGraw-Hill 123
encryption

2. Na programação, significa colocar algo em Em ASCII, o carácter de fim da transmissão tem o


formato de código. valor decimal 4 (hexadecimal 04). Sigla: EOT.
encryption encriptação s. f. Processo de endpoint extremidade s. f. Início ou fim de um
codificação de dados destinado a impedir o acesso segmento de linha.
não autorizado, sobretudo durante uma end user utilizador final s. m. Utilizador efectivo de
transmissão. A encriptação é normalmente um computador ou de uma aplicação na sua forma
baseada numa chave, que se revela essencial para a acabada e comerciável.
descodificação. O National Bureau of Standards End-User License Agreement Contrato de licença
(Departamento de Normalização) dos Estados do utilizador final s. m. Contrato legal entre um
Unidos criou uma norma de encriptação complexa fabricante de software e o comprador do software
(DES), a qual proporciona uma infinidade de relativamente às condições de distribuição,
formas de encriptar documentos. Ver também DES. revenda e utilização restrita. Sigla: EULA.
encryption key chave de encriptação s. f. Sequência Energy Star s. m. Símbolo aposto em sistemas e
de dados utilizada para encriptar outros dados e componentes que alerta para uma concepção de
que, como consequência, tem de ser utilizada para menor consumo energético. Energy Star é o nome
a descodificação dos mesmos dados. Ver também de um programa da Environmental Protection
decryption, encryption. Agency (Organismo de Protecção Ambiental dos
en dash traço s. m. Sinal de pontuação (–) utilizado EUA), que pretende incentivar os fabricantes de
em intervalos de datas e números, como em computadores pessoais a construir sistemas com
“1990-92”, e em determinadas palavras rentabilidade energética. Os requisitos obrigam a
compostas, como em “pré-citado”. Em inglês, que os sistemas ou monitores sejam capazes de
o traço é designado com base numa unidade de entrar automaticamente em “estado de descanso”
medida tipográfica, o espaço do “n”, cuja largura é ou num estado de menor consumo energético
metade do espaço do “m”. Ver também em space. (definido como 30 watts ou menos) enquanto a
Comparar com em dash, hyphen. unidade estiver inactiva. Os sistemas e monitores
End key tecla End s. f. Tecla de controlo que move o que cumprem estas linhas de orientação recebem
cursor para uma determinada posição, uma etiqueta ou classificação Energy Star.
normalmente para o fim de uma linha, de um ecrã engine motor s. m. Processador ou parte de um
ou de um ficheiro, dependendo do programa. programa que determina a forma como o
end mark marca de fim s. f. Símbolo que delimita o programa gere e manipula os dados. O termo é
fim de uma entidade, como seja um ficheiro ou normalmente utilizado em relação a um programa
documento de processamento de texto. específico; por exemplo, um motor de base de
End of line fim da linha s. m Ver EOL. dados contém as ferramentas necessárias à
end-of-text fim do texto s. m. Na transmissão de manipulação de uma base de dados. Comparar com
dados, é um carácter utilizado para marcar o fim back-end processor, front-end processor.
de um ficheiro de texto. O fim do texto não Enhanced Expanded Memory Specification
significa necessariamente o fim da transmissão; EEMS s. f. Ver EEMS.
outras informações, relacionadas com a verificação Enhanced IDE s. f. Forma abreviada de Enhanced
de erros ou os caracteres de controlo de Integrated Drive Electronics. Como extensão da
transmissão, podem ser incluídos no fim do norma IDE, a Enhanced IDE é uma norma
ficheiro. Em ASCII, o fim do texto é representado de interface de hardware relativa à concepção de
pelo valor decimal 3 (hexadecimal 03). Sigla: ETX. unidades de disco que integram circuitos
end-of-transmission fim da transmissão s. m. de controlo nas próprias unidades. Viabiliza o
Carácter que representa o fim de uma transmissão. suporte de interfaces normalizadas para o bus do

124 © McGraw-Hill
entry

sistema, ao mesmo tempo que proporciona en space espaço de “n” s. m. Unidade de medida
funcionalidades avançadas, como a transferência tipográfica equivalente em largura a metade do
de dados em rajada e o acesso directo aos dados. tamanho de um determinado tipo de letra.
A Enhanced IDE suporta unidades até 8,4 GB. Comparar com em space, fixed space.
A maioria dos PC tem unidades Enhanced IDE, Enter key tecla Enter s. f. Tecla utilizada no fim de
que são menos dispendiosas do que as unidades uma linha ou comando para instruir o computador
SCSI, proporcionando praticamente o mesmo tipo a processar o comando ou o texto. Nos programas
de funcionalidade. Sigla: EIDE. Ver também IDE de processamento de texto, a tecla Enter é utilizada

E
(definição 1), SCSI. no fim de um parágrafo. Também designada por
enhanced keyboard teclado avançado s. m. Teclado tecla Return.
IBM de 101/102 teclas que substituiu os teclados enterprise computing informática empresarial s. f.
PC e AT. Inclui 12 teclas de função na parte Numa empresa grande, designa a utilização de
superior, teclas Control e Alt adicionais e uma computadores em rede ou numa série de redes
secção de teclas de cursor e de edição entre o interligadas, que normalmente engloba diversas
teclado principal e o teclado numérico. plataformas, sistemas operativos, protocolos e
enhanced parallel port porta paralela optimizada arquitecturas de rede. Também designada por
s. f. Porta de ligação destinada a dispositivos sistema de rede empresarial.
periféricos, normalmente utilizada para Enterprise JavaBeans s. f. Interface de
impressoras, unidades de disco externas ou programação de aplicações (API) concebida para
unidades de fita. As portas paralelas avançada alargar o modelo de componentes JavaBean para
utilizam circuitos de alta velocidade, para permitir aplicações de servidor interplataforma que podem
uma mais rápida produtividade de dados. As ser executadas nos vários sistemas normalmente
linhas de controlo de dados e de comunicação são presentes num ambiente empresarial.
ligadas em paralelo; cada linha de dados Os Enterprise JavaBeans são definidos na
corresponde a 1 bit de dados. Os dados são especificação Enterprise JavaBean emitida pela
transferidos em todas as linhas em sincronia. Sigla: Sun Microsystems Inc. O objectivo da API é
EPP. Ver também input/output port. fornecer aos programadores meios para aplicar a
enhanced serial port porta série avançada s. f. tecnologia Java na criação de componentes de
Porta de ligação destinada a dispositivos servidor reutilizáveis em aplicações empresariais,
periféricos, normalmente utilizada para o rato e o como o processamento de transações. Sigla: EJB.
modem externo. As portas série optimizadas Ver também Java, JavaBean.
utilizam circuitos UART de alta velocidade, para enterprise network rede empresarial s. m. Numa
permitir uma mais rápida produtividade de dados. empresa grande, designa a rede (ou a série de
Os dados são transferidos numa sequência de bits redes interligadas) de sistemas de computador que
e bytes, através de um par de linhas, de forma a empresa possui, preenchendo as necessidades de
síncrona (os dados fluem apenas numa direcção) computação da empresa. Esta rede pode abranger
ou assíncrona (os dados fluem numa única diversas localizações geográficas, englobando
direcção de cada vez). Sigla: ESP. Ver também input/ normalmente diversas plataformas, sistemas
/output port, UART. operativos, protocolos e arquitecturas de rede.
Enhanced Small Device Interface ESDI s. f. Ver ESDI. enterprise networking sistema de rede empresarial
enlarge aumentar v. No Windows e outras s. f. Ver enterprise computing.
interfaces gráficas de utilizador, significa aumentar entry entrada s. f. 1. Unidade de informação tratada
o tamanho de uma janela. Ver também maximize. como um todo por um programa de computador.
Comparar com minimize, reduce. 2. Introdução s.f. Processo de introduzir informação.

© McGraw-Hill 125
environment

environment ambiente s. m. 1. Configuração de A maior parte dos meios de armazenamento


recursos disponíveis para o utilizador. O termo magnético, como a fita e o disco, é apagável.
refere-se ao hardware e ao sistema operativo nele erase apagar v. Remover dados de forma
executado. Por exemplo, o Windows e o Apple permanente de um meio de armazenamento. Esta
Macintosh são denominados ambientes de janela, acção é normalmente executada pela substituição
porque se baseiam em zonas do ecrã designadas de dados existentes por zeros ou texto sem
por janelas. 2. Em microinformática, é uma significado ou, nos meios magnéticos, pela
definição das especificações, como o caminho de alteração da disposição física das partículas
comandos, que determinam o funcionamento magnéticas, através da cabeça de apagar ou de um
de um determinado programa. íman enorme. A acção de apagar difere da acção de
EOL s. m. Sigla de end of line (fim de linha). Carácter eliminar, na medida em que a eliminação se limita
de controlo (não imprimível) que assinala o fim de a informar o computador de que os dados ou o
uma linha de dados num ficheiro de dados. ficheiro em causa deixaram de ser necessários; os
EOT s. m. Ver end-of-transmission. dados permanecem armazenados, sendo
EPP s. f. Ver enhanced parallel port. recuperáveis até que o sistema operativo volte a
EPROM s. f. Sigla de erasable programmable utilizar o espaço que contém o ficheiro eliminado.
read-only memory (memória só de leitura Por outro lado, a acção de apagar remove os dados
programável e apagável). Chip de memória não de forma permanente. Comparar com delete.
volátil que é programado após a produção. ergonomic keyboard teclado ergonómico s. m.
As EPROM também podem ser reprogramadas. Teclado concebido para reduzir o risco de lesões no
Embora as EPROM sejam mais dispendiosas do pulso e na mão como resultado do uso prolongado
que os chips de PROM, podem ser mais rentáveis ou de movimentos repetitivos. As suas
quando as alterações a efectuar são muitas. características podem incluir uma disposição
Também designada por RPROM (reprogrammable alternativa das teclas e apoios para a palma da
read-only memory – memória só de leitura mão. Ver também carpal tunnel syndrome, Dvorak
reprogramável). Ver também EEPROM, PROM, ROM. keyboard, keyboard.
.eps Extensão de ficheiro que identifica os ficheiros ergonomics ergonomia s. f. Estudo da adaptação
do tipo Encapsulated PostScript. Ver também EPS. das pessoas (suas características físicas e seus
EPS s. m. Sigla de Encapsulated PostScript modos de funcionamento) em relação ao seu
(PostScript encapsulado). Formato de ficheiro ambiente de trabalho (o mobiliário e as máquinas
PostScript que pode ser utilizado como entidade utilizadas). A ergonomia visa incorporar conforto,
independente. A imagem EPS tem de ser eficiência e segurança na concepção dos teclados,
incorporada na saída PostScript de uma aplicação, das secretárias para computador, das cadeiras e de
como um programa de paginação electrónica. outros artigos no local de trabalho.
Muitos pacotes de ClipArt de alta qualidade são error erro s. m. Valor ou condição que não está em
compostos por este tipo de imagens. Ver também conformidade com o valor ou condição verdadeiro,
PostScript. especificado ou esperado. Em informática, um erro
EPSF s. m. Sigla de Encapsulated PostScript file ocorre quando um determinado evento não ocorre
(ficheiro PostScript encapsulado). Ver EPS. de acordo com o previsto ou quando determinadas
erasable programmable read-only memory tentativas de acções impossíveis ou ilegais são
EPROM s. f. Ver EPROM. realizadas. Em comunicações de dados, um erro
erasable storage armazenamento apagável s. m. ocorre quando existe uma discrepância entre os
Meio de armazenamento que pode ser dados transmitidos e os recebidos. Ver também
repetidamente utilizado, dado que o utilizador critical error, error message, error rate, error ratio,
pode apagar os dados contidos nesse meio. fatal error, hard error, intermittent error, machine

126 © McGraw-Hill
event-driven

error, parity error, read error, recoverable error, ESDI s. f. Sigla de Enhanced Small Device Interface.
system error, write error. Comparar com fault. Dispositivo que permite aos discos comunicar com
error checking verificação de erros s. f. Método os computadores a velocidades elevadas. Em geral,
utilizado para detectar discrepâncias entre os as unidades ESDI transferem dados a cerca de
dados transmitidos e os recebidos durante a 10 Mbps, mas são capazes de duplicar esta
transferência de ficheiros. velocidade.
error-correcting code código de correcção de erros ESP s. f. Ver enhanced serial port.
s. m. Código concebido para a transmissão de e-text texto electrónico s. m. Forma abreviada de

E
dados electrónicos, que codifica os dados de forma electronic text. Livro ou outro documento baseado
a possibilitar a detecção e correcção dos erros de em texto que se encontra disponível online, num
transmissão através da análise dos dados formato electrónico. Um texto electrónico pode ser
codificados no lado do receptor. Os códigos de lido online ou transferido para o computador do
correcção de erros são utilizados pela maioria dos utilizador, permitindo, assim, a leitura offline.
modems. Sigla: ECC. Ver também modem. Ver também ezine.
error detection and correction detecção e Ethernet s. f. 1. Norma IEEE 802.3 para redes de
correcção de erros s. f. Método utilizado para contenção. A Ethernet utiliza uma tipologia em bus
descobrir e solucionar erros ocorridos durante a ou em estrela e baseia-se na forma de acesso
transferência de ficheiros. Alguns programas designada por Carrier Sense Multiple Access with
apenas detectam erros; outros detectam-nos e Collision Detection para regular o tráfego na linha
tentam resolvê-los. de comunicação. Os nós da rede são ligados por
error file ficheiro de erros s. m. Ficheiro que regista meio de cabos coaxiais, cabos de fibra óptica ou
o tempo e o tipo de processamento de dados, além cabos de par entrançado. A norma Ethernet
dos erros de transmissão ocorridos. proporciona transmissões de banda-base a 10
error message mensagem de erro s. f. Mensagem do Mbps. Ver também 10Base2, 10Base5, 10BaseF,
sistema ou programa, indicando a ocorrência de 10BaseT, baseband, bus network, coaxial cable,
um erro que requer resolução. contention, IEEE, star network, twisted-pair cable.
error rate taxa de erros s. f. Em comunicações, é a 2. Sistema de rede local de ampla utilização,
relação entre o número de bits ou de outros desenvolvido pela Xerox em 1976, a partir do qual
elementos que chegam incorrectamente durante se desenvolveu a norma IEEE 802.3.
uma transmissão e o número total de bits ou etiquette etiqueta s. f. Ver netiquette.
elementos. Para um modem de 1.200 bps, uma ETX s. m. Ver end-of-text.
taxa de erros normal situa-se em 1 por cada EULA s. m. Ver End-User License Agreement.
200.000 bits. Ver também parity, parity bit, even parity paridade par s. f. Ver parity.
Xmodem, Ymodem. event evento s. m. Acção ou ocorrência, geralmente
error ratio razão de erros s. f. Relação entre os gerada pelo utilizador, à qual o programa pode
erros ocorridos e o número de unidades de dados reagir – por exemplo, o toque numa tecla, um
processadas. Ver também error rate. clique sobre um botão ou um movimento do rato.
Escape key tecla Escape s. f. Tecla do teclado que Ver também event-driven programming.
envia o carácter “escape” (ESC) para o computador. event-driven baseado em eventos adj. Relativo ao
Em várias aplicações, a tecla Escape coloca o software que concretiza a sua finalidade reagindo
utilizador um nível acima na estrutura do menu ou aos eventos gerados por elementos externos, como
encerra o programa. Ver também Clear key. seja quando o utilizador prime uma tecla ou clica
Esc key tecla Esc s. f. Ver Escape key. com um botão do rato. Por exemplo, um
ESD s. f. Ver electronic software distribution, formulário de introdução de dados baseado em
electrostatic discharge. eventos permite ao utilizador clicar em qualquer

© McGraw-Hill 127
event-driven programming

campo, em qualquer momento, com a finalidade de execute executar v. Realizar uma instrução. Em
o editar, em vez de obrigar o utilizador a passar por programação, a execução implica carregar o
uma sequência fixa de sugestões. código-máquina do programa na memória e, em
event-driven programming programação baseada seguida, realizar as instruções.
em eventos s. f. Tipo de programação em que o executive executivo s. m. Ver operating system.
programa está constantemente a avaliar e a expanded expandido adj. Tipo de letra com um
responder a conjuntos de eventos, como seja os espaçamento maior entre os caracteres do que o
toques de teclas ou os movimentos do rato. normal. Comparar com condensed.
Os programas baseados em eventos são típicos da expanded memory memória expandida s. f. Tipo
maior parte das interfaces gráficas de utilizador. de memória, até 8 MB, que pode ser adicionada aos
Ver também event. PC da IBM. A sua utilização é definida pela EMS
exchangeable disk disco substituível s. m. Ver (Expanded Memory Specification). A memória
removable disk. expandida não é acessível aos programas para
exchange sort ordenação por troca s. f. Ver bubble sort. MS-DOS, pelo que o EMM (Expanded Memory
Excite s. m. Sistema de pesquisa na World Wide Web Manager) mapeia páginas (blocos) de bytes da
desenvolvido pela Excite Inc. Depois de efectuar memória expandida em áreas de memória
uma procura, o Excite fornece um resumo de cada acessível. Ver também EEMS, EMS, Expanded
Web site que encontrou e uma hiperligação para Memory Manager.
mais informações do mesmo tipo. exclusive OR Expanded Memory Manager s. m. Controlador que
OR exclusivo s. m. Operação booleana que produz implementa a parte do software da EMS
um resultado verdadeiro (1), se, e apenas se, um (Expanded Memory Specification) para tornar a
dos seus operandos for verdadeiro (1) e o outro memória expandida acessível nos PC da IBM e
falso (0). Sigla: EOR. Também designado por XOR. compatíveis. Sigla: EMM. Ver também EMS,
Ver também Boolean operator, truth table. expanded memory, extended memory.
Comparar com AND, OR. Expanded Memory Specification s. f. Ver EMS.
.exe No MS-DOS, é uma extensão de ficheiro que expansion expansão s. f. Forma de aumentar as
indica que o ficheiro é um programa executável. capacidades do computador, adicionando
Para executar um programa executável, quando hardware que realiza tarefas que não fazem parte
solicitado, o utilizador introduz o nome do ficheiro do sistema básico. A expansão é normalmente
sem a extensão .exe e prime a tecla Enter. Ver realizada através da ligação de placas de circuito
também executable program. impresso (placas de expansão) em receptáculos
executable1 executável adj. Relativo a um ficheiro (ranhuras de expansão) no interior do
de programa que pode ser executado. Os ficheiros computador. Ver também expansion board,
executáveis têm extensões como .bat, .com e .exe. expansion slot, open architecture (definição 2),
executable2 ficheiro executável s. m. Ficheiro de PC Card, PCMCIA slot.
programa que pode ser executado, como por exemplo, expansion board placa de expansão s. f. Placa de
ficheiro0.bat, ficheiro1.exe ou ficheiro2.com. circuito impresso ligada ao bus do computador
executable program programa executável s. m. (principal caminho de transferência de dados)
Programa que pode ser executado. O termo para adicionar outras funções ou recursos ao
aplica-se, em geral, a um programa compilado, computador. As placas de expansão típicas
traduzido para código-máquina, num formato que adicionam memória, controladores de unidades de
pode ser carregado na memória e executado pelo disco, suporte de vídeo, portas paralelas e portas
processador do computador. Ver também code1 série ou modems internos. Para os computadores
(definição 1), compiler, computer program, portáteis, as placas de expansão são fornecidas em
interpreter, source code. dispositivos do tamanho de cartões de crédito

128 © McGraw-Hill
extended memory

designadas por PC Cards, os quais são inseridos Relativamente aos ficheiros com gráficos, porém, o
numa ranhura na parte lateral ou posterior do sistema ou programa receptor tem de suportar o
computador. Também designada por placa de formato do ficheiro exportado. Ver também EPS,
extensão. Ver também expansion slot, PC Card, PICT, TIFF. Comparar com import.
PCMCIA slot. extended ASCII ASCII alargado s. m. Qualquer
expansion bus bus de expansão s. m. Ver AT bus. conjunto de caracteres atribuído a valores ASCII,
expansion card placa de expansão s. f. Ver entre o decimal 128 e 255 (hexadecimal 80 a FF).
expansion board. Os caracteres específicos atribuídos aos códigos

E
expansion slot ranhura de expansão s. f. Encaixe ASCII alargados variam entre computadores e
num computador, destinado a conter placas de programas, tipos de letra ou caracteres gráficos.
expansão, ligando-as ao bus do sistema. As O ASCII alargado adiciona capacidades pelo facto
ranhuras de expansão representam uma forma de de aceitar 128 caracteres adicionais, tais como
adicionar ou aumentar as funcionalidades e letras acentuadas, caracteres gráficos e símbolos
capacidades de um computador. Nos especiais. Ver também ASCII.
computadores portáteis, as ranhuras de expansão Extended Binary Coded Decimal Interchange
são fornecidas sob a forma de ranhuras PCMCIA, Code s. m. Ver EBCDIC.
concebidas para aceitar PC Cards. Ver também extended characters caracteres alargados s. m.
expansion board, PC Card, PCMCIA slot. Qualquer dos 128 caracteres adicionais incluídos
expert system sistema pericial s. m. Aplicação que no conjunto de caracteres ASCII alargado (de 8
toma decisões ou que resolve problemas numa bits). Ver também extended ASCII.
determinada área, como seja a área das finanças ou extended data out random access memory s. f.
da medicina, recorrendo aos conhecimentos e às Ver EDO RAM.
regras analíticas definidos por especialistas da eXtended Graphics Array s. m. Norma avançada
área em questão. Para chegar a conclusões, utiliza para a concepção do controlador de gráficos e do
dois componentes, uma base de dados de modo de visualização. Esta norma suporta uma
conhecimentos e um motor de inferência. Ver resolução de 640x480 com 65.536 cores ou uma
também artificial intelligence, inference engine, resolução de 1.024x768 com 256 cores, sendo
intelligent database, knowledge base. basicamente utilizada em sistemas ao nível da
expiration date data de validade s. f. Data na qual estação de trabalho. Sigla: XGA.
uma versão shareware, beta ou de demonstração Extended Industry Standard Architecture s. f.
de um determinado programa pára de funcionar, Ver EISA.
sendo necessária a aquisição da versão completa extended memory memória de extensão s. f. Nos
ou a introdução de um código de acesso. computadores com processadores Intel 80x86,
expire expirar v. Parar de funcionar, no todo ou em é a memória do sistema que ultrapassa o 1 MB.
parte. As versões beta de software são muitas vezes O acesso a esta memória só é possível quando
programadas para expirar na altura do lançamento existe um processador 80386 ou mais elevado em
da nova versão. Ver também beta2. funcionamento, no modo protegido ou no modo de
exploded view vista expandida s. f. Forma de emulação de 80286. Para utilizar a memória de
apresentação que mostra uma estrutura com as extensão, os programas para MS-DOS necessitam
suas várias partes separadas, ao mesmo tempo que da assistência de um software que coloque o
representa a relação entre elas. processador temporariamente no modo protegido,
export exportar v. Mover informações de um ou então da utilização de funcionalidades do
sistema ou programa para outro. Os ficheiros que processador 80386 ou mais elevado, por forma a
consistem apenas em texto podem ser exportados redefinir partes da memória de extensão como
em ASCII (formato de texto simples). memória convencional. Os programas executados

© McGraw-Hill 129
extended memory specification

no Windows, OS/2 e outros sistemas operativos, deverão ser carregadas quando se liga o
que possam ser executados nos processadores Intel computador. Ver também extension (definição 3).
e que utilizem o modo protegido do processador external command comando externo s. m.
80386 ou mais elevado, podem aceder à totalidade Programa incluído num sistema operativo que é
da memória do sistema da mesma forma. Ver carregado na memória, sendo executado apenas
também EMS, extended memory specification, quando o seu nome for introduzido na linha de
protected mode. comandos. Embora um comando externo seja um
extended memory specification especificação da programa de pleno direito, é designado por
memória de extensão s. f. Especificação que define comando porque vem incluído no sistema
uma interface de software, permitindo que as operativo. Ver também XCMD.
aplicações de modo real possam utilizar a external hard disk disco rígido externo s. m. Disco
memória de extensão e as áreas da memória que rígido autónomo, com a sua própria caixa e fonte
não são geridas pelo MS-DOS. A memória é gerida de alimentação, ligado ao computador por meio de
por um controlador de dispositivo instalável, um cabo de dados e utilizado sobretudo como
o Expanded Memory Manager. A aplicação tem unidade portátil. Ver também hard disk.
de utilizar o controlador para aceder à memória external modem modem externo s. m. Modem
adicional. Sigla: XMS. Ver também Expanded autónomo que é ligado à porta série do
Memory Manager, extended memory. computador através de um cabo. Comparar com
extended VGA super VGA s. m. Ver SVGA. internal modem.
extender board placa de extensão s. f. Ver external storage armazenamento externo s. m.
expansion board. Meio de armazenamento de dados, como seja um
eXtensible Markup Language s. m. Ver XML. disco ou uma unidade de fita, que é externo à
extension extensão s. f. 1. Conjunto de caracteres memória do computador.
adicionado a um nome de ficheiro que serve para external viewer visualizador externo s. m.
alargar ou explicar o seu significado ou para Aplicação individual, utilizada para visualizar os
identificar a categoria de um ficheiro. A extensão documentos cujo tipo não possa ser gerido pela
pode ser atribuída pelo utilizador ou pelo aplicação actual. Ver também helper program.
programa. Por exemplo, a extensão .com ou .exe é extra-high-density floppy disk disquete de
utilizada para programas executáveis que o elevada densidade s. f. Disquete de 3,5 polegadas,
MS-DOS pode carregar e executar. 2. Conjunto de capaz de conter 4 MB de dados, necessitando de
códigos suplementar utilizado para incluir uma unidade de disco especial, com duas cabeças
caracteres adicionais num determinado conjunto em vez de uma. Ver também floppy disk.
de caracteres. 3. No Macintosh, designa um extranet s. f. Extensão de uma intranet
programa que altera ou aumenta a funcionalidade organizacional, em que se utiliza a tecnologia da
do sistema operativo. Existem dois tipos: as World Wide Web para facilitar a comunicação com
extensões de sistema, como o QuickTime, e as os fornecedores e clientes da organização. Uma
extensões do Chooser, como os controladores de extranet permite aos clientes e fornecedores obter
impressoras. Quando se liga um Macintosh, as um acesso limitado à intranet de uma empresa.
extensões na pasta Extensions, contida na pasta Ver também intranet.
System, são carregadas na memória. Ver também ezine revista electrónica s. f. Forma abreviada de
QuickTime, System folder. electronic magazine (revista electrónica).
extension manager gestor de extensões s. m. Publicação digital disponível na Internet, numa
No Macintosh, designa um utilitário que permite BBS ou noutro serviço online, frequentemente
ao utilizador determinar quais as extensões que gratuita.

130 © McGraw-Hill
F
F2F adv. Forma abreviada de face-to-face. O termo é energia ou outra falha, o sistema muda automa-
utilizado no correio electrónico, para significar ticamente para o segundo servidor, com o mínimo
pessoalmente, em vez de através da Internet. de incómodo possível para os utilizadores. Ver
face1 s. f. Em trabalhos gráficos por computador, também cluster (definição 4), failback.
designa um dos lados de um objecto sólido, como, fail-safe system sistema à prova de falhas s. m.
por exemplo, a face de um cubo. Sistema informático concebido para continuar a
face2 tipo de letra s. m. Em impressão e em funcionar quando uma parte do sistema bloqueia
tipografia, é a forma abreviada de typeface (tipo ou sofre uma falha grave, sem perda de dados ou
de letra). danos nos programas. Comparar com fail-soft
facsimile fac-símile s. m. Ver fax. system.
failback reposição de recurso s. m. Num sistema de fail-soft system sistema de falha gradual s. m.
rede em cluster (com dois ou mais servidores Sistema de computador concebido de modo a que
interligados), é o processo que repõe os recursos e o seu funcionamento seja gradualmente
serviços no servidor principal, depois de terem interrompido caso ocorra uma falha num elemento
sido temporariamente movidos para um sistema de hardware ou software. Um sistema de
de segurança, enquanto se efectuavam reparações degradação progressiva termina quaisquer funções
no sistema anfitrião original. Ver também cluster não essenciais e continua a funcionar com
(definição 4), failover. capacidade diminuída até que o problema esteja
failover s. m. Colocação automática de um recurso corrigido. Comparar com fail-safe system.
ou sistema com falhas num sistema de cluster failure falha s. f. Num sistema de computador ou
(com dois ou mais servidores interligados), para dispositivo relacionado, designa a incapacidade
proteger o recurso ou sistema em causa. O failover para funcionar de forma fiável ou em absoluto.
garante ao utilizador um serviço ininterrupto Uma causa comum da falha do sistema é o corte de
apesar de detectada qualquer falha ou energia, o qual pode ser minimizado através de
funcionamento incorrecto num servidor, placa de uma fonte de segurança alimentada por bateria, até
rede, unidade de disco e por aí adiante, mudando que todos os dispositivos possam ser desligados.
automaticamente para o componente de failure rate taxa de falhas s. f. Número de falhas
segurança. Também designado por tolerância a ocorridas num determinado período de tempo.
falhas. Ver também cluster (definição 4), failback. A taxa de falhas constitui uma forma de medir a
fail over mudar de recurso v. Num sistema de rede fiabilidade de um dispositivo, como por exemplo,
em cluster (com dois ou mais servidores um disco rígido. Ver também MTBF.
interligados), significa colocar um recurso fair use utilização legal s. f. Doutrina jurídica que
sobrecarregado ou em falha, como um servidor, descreve as fronteiras da utilização legítima de
unidade de disco ou rede, no respectivo software ou outro material publicado com direitos
componente de segurança. Por exemplo, quando de autor.
um servidor num sistema de dois servidores family família s. f. Série de produtos de hardware
interrompe o processamento devido a um corte de ou software que possuem algumas propriedades

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fan

em comum, como é o caso de uma série de frequentes (FAQ) são normalmente colocadas em
computadores pessoais da mesma empresa ou de newsgroups da Internet, onde os novos
uma série de chips da CPU do mesmo fabricante participantes fazem as mesmas perguntas a que os
que utilizam o mesmo conjunto de instruções. leitores habituais já responderam por várias vezes.
fan1 dissipador s. m. Mecanismo de arrefecimento Fast Ethernet s. f. Ethernet capaz de suportar
incorporado nas caixas de computadores, 100 Mbps. Ver também Ethernet (definição 1).
impressoras a laser e outros dispositivos, para fast infrared port porta rápida de infravermelhos
evitar qualquer falha como resultado da s. f. Ver FIR port.
acumulação de calor. Os ventiladores são a fast packet pacote rápido s. m. Norma para a
principal fonte do constante murmúrio associado tecnologia de rede de alta velocidade, que utiliza a
aos computadores e a outro hardware. comutação rápida de células ou pacotes de
fan2 dissipar v. Arejar uma pilha de papel para comprimento fixo para a transmissão de dados em
impressão, por forma a assegurar que as folhas não tempo real. Também designado por ATM
estejam agarradas umas às outras, impedindo a (Asynchronous Transfer Mode). Ver também packet
possibilidade de a impressora encravar. (definição 2), packet switching.
fanfold paper papel contínuo s. m. Ver continuous- fast page-mode RAM s. f. Ver page mode RAM.
-form paper. Sigla: FPM RAM.
fan-in factor de carga de entrada/condicionalismo FAT s. f. Ver file allocation table.
de entrada s. m. Máximo número de sinais que fatal error erro fatal s. m. Erro que causa o
podem ser alimentados num determinado bloqueio do sistema ou do programa – isto é, uma
dispositivo electrónico, de uma só vez, sem correr falha abrupta, sem qualquer hipótese de
o risco de danificar os sinais. A classificação de um recuperação.
dispositivo em termos do seu factor de carga de fatal exception error erro de excepção fatal s. m.
entrada/condicionalismo de entrada depende do Mensagem do Windows que indica que ocorreu um
tipo e do método de construção do dispositivo. erro irrecuperável, um dos que faz com que o
Comparar com fan-out. sistema pare. É frequente os dados que estão a ser
fan-out factor de carga de saída/condicionalismo de processados quando ocorre o erro serem perdidos e
saída s. m. Máximo número de dispositivos o computador ter que ser reiniciado. O Windows não
electrónicos que podem ser alimentados por um provoca o erro de excepção fatal; o Windows tem
determinado dispositivo electrónico, de uma só uma rotina de tratamento de erros que informa o
vez, sem que o sinal se torne demasiado fraco. utilizador do que aconteceu. O Windows é o mensa-
A classificação de um dispositivo em termos do geiro e não o problema. Ver também error handling.
seu factor de carga de saída/condicionalismo de fat application aplicação fat s. f. Aplicação que
saída depende do tipo e do método de construção pode ser utilizada tanto nos computadores
do dispositivo. Comparar com fan-in. Macintosh baseados em processadores PowerPC
fanzine s. f. Revista distribuída online ou por como nos computadores Macintosh baseados em
correio, produzida pelos fãs e para os fãs de um processadores Motorola 680x0.
determinado grupo, pessoa ou actividade. Ver fatbits s. m. 1. Originalmente (como FatBits), era
também ezine. uma funcionalidade do programa Apple MacPaint,
FAQ s. f. Sigla de frequently asked questions em que uma pequena parte de um desenho pode
(perguntas mais frequentes). Documento que ser ampliada e modificada um pixel (FatBit) de
apresenta uma lista de perguntas frequentemente cada vez. 2. Funcionalidade similar em qualquer
colocadas, sobre um determinado tema, com as programa, que permite a modificação pixel por
respectivas respostas. As perguntas mais pixel através da funcionalidade do zoom.

132 © McGraw-Hill
fax modem

fat client cliente fat s. m. Numa arquitectura cliente/ concepção ineficaz. Também designado por
/servidor, significa que é o computador do cliente bloatware.
que realiza a maior parte ou todo o processamento, fault defeito s. m. Defeito físico, como seja uma
com pouca ou nenhuma acção por parte do ligação solta, que impede o sistema ou dispositivo
servidor. O cliente gere a apresentação e as funções de funcionar correctamente.
e o servidor gere os dados e o acesso aos mesmos. fault tolerance tolerância a falhas s. f. Capacidade
Ver também client (definição 2), client/server de um computador ou sistema operativo para
architecture, server (definição 2), thin server. reagir a um evento ou falha catastrófico, como um
Comparar com fat server, thin client. corte de energia ou falha de hardware, de modo a
FAT file system sistema de ficheiros FAT s. m. garantir que os dados não se percam e que o
Sistema utilizado pelo MS-DOS para organizar e
gerir ficheiros. O MS-DOS cria uma FAT (file
trabalho em curso não seja danificado. Esta
situação é possível pela utilização de, por exemplo,
F
allocation table – tabela de atribuição de ficheiros) uma fonte de alimentação com bateria, hardware
num disco, quando este é formatado. Quando o de segurança ou recursos no sistema operativo.
MS-DOS armazena um ficheiro num disco Numa rede tolerante a falhas, o sistema pode
formatado, coloca informações sobre o ficheiro na continuar a funcionar sem perda de dados ou pode
FAT, de modo a que o ficheiro possa ser obtido ser encerrado e reiniciado, recuperando todo o
mais tarde, quando solicitado. A FAT é o único processamento que estava em curso aquando da
sistema de ficheiros que o MS-DOS pode utilizar; o ocorrência da falha.
OS/2, o Windows NT e o Windows 95 podem fax s. m. Forma abreviada de fac-símile.
utilizar o sistema de ficheiros FAT, para além dos Transmissão de texto ou gráficos em formato
seus próprios sistemas de ficheiros. Ver também digitalizado através de linhas telefónicas.
file allocation table. As máquinas de fax convencionais digitalizam um
father pai s. m. Ver father file, generation (definição 1). documento original, transmitem uma imagem do
father file ficheiro pai s. m. Ficheiro que constitui o documento sob a forma de um mapa de bits e
último conjunto válido de um conjunto de dados reproduzem a imagem recebida na impressora.
alterados. O ficheiro pai é imediatamente As imagens de fax também podem ser enviadas e
precedido por um ficheiro avô e imediatamente recebidas por microcomputadores equipados com
seguido do ficheiro filho. Os pares pai e filho, hardware e software de fax.
principal e subordinado, independente e fax machine aparelho de fax s. m. Dispositivo que
dependente são sinónimos. Ver também generation digitaliza páginas, converte as imagens dessas
(definição 1). páginas em formato digital, em conformidade
fat server servidor fat s. m. Numa arquitectura com a norma de fac-símile internacional,
cliente/servidor, significa que é a máquina servidor e transmite a imagem através de uma linha
que realiza a maior parte do processamento, com telefónica. Uma máquina de fax também recebe
pouca ou nenhuma execução por parte do cliente. estas imagens e imprime-as em papel. Ver também
A lógica e os dados da aplicação residem no scan (definição 2).
servidor, sendo os serviços de apresentação fax modem s. m. Modem que envia (e
geridos pelo cliente. Ver também client (definição eventualmente recebe) dados codificados em
2), client/server architecture, server (definição 2), formato de fax, que um aparelho de fax ou outro
thin client. Comparar com fat client, thin server. modem descodifica e converte numa imagem.
fatware s. m. Software que monopoliza a energia e o É necessário que a imagem já tenha sido
espaço no disco rígido, devido a uma excessiva codificada no sistema anfitrião. Os documentos de
abundância de funcionalidades ou a uma texto e os gráficos podem ser convertidos em

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fax on demand

formato de fax por um software especial, feed2 alimentar v. 1. Fazer avançar o papel numa
normalmente fornecido com o modem; os impressora. 2. Fornecer meios a um dispositivo de
documentos em papel têm de ser previamente gravação, como, por exemplo, inserir discos numa
digitalizados. Os fax modems podem ser internos unidade de disco.
ou externos e podem combinar as capacidades dos feed scanner scanner de alimentação s. m. Ver
fax com as dos modems convencionais. Ver sheet-fed scanner.
também fax, modem. female connector ficha fêmea s. f. Ficha com um
fax on demand fax a pedido s. m. Sistema ou mais encaixes para a inserção de pinos.
automatizado que disponibiliza informações O número de peça da ficha fêmea costuma incluir
através de pedidos feitos por telefone. Quando é um F (female), um S (socket), um J (jack) ou um
feito um pedido, o sistema envia as informações, R (receptacle). Por exemplo, uma ficha fêmea
por fax, para o número de telefone fornecido no DB-25 pode ter a designação DB-25S ou DB-25F.
pedido. Sigla: FOD. (Embora a letra F possa denunciar uma ficha
fax program programa de fax s. m. Aplicação de fêmea, não tem esse significado no termo “ficha F”,
computador que permite ao utilizador enviar, que é um tipo de ficha coaxial.) Comparar com
receber e imprimir transmissões por fax. Ver male connector.
também fax. FEP s. m. Ver front-end processor.
fax server servidor de fax s. m. Computador em ferric RAM RAM férrica s. f. Ver FRAM.
rede capaz de enviar e receber transmissões por FF s. m. Ver form feed.
fax, relativamente a outros computadores na rede. fiber optics fibra óptica s. f. Tecnologia para a
Ver também fax, server (definição 1). transmissão de feixes de luz através de fibras
F connector ficha F s. f. Ficha coaxial, utilizado ópticas. Um feixe de luz, como os produzidos por
sobretudo em aplicações de vídeo, que requer uma laser, pode ser modulado para transportar
ligação com rosca. informações. Um único canal de fibra óptica pode
feature extraction extracção de características s. f. transportar uma quantidade de informação
Selecção dos aspectos mais significativos de uma significativamente maior do que a maioria dos
imagem de computador, para servir como linha de restantes meios de transmissão. A fibra óptica é
orientação na correspondência de padrões e no essencialmente imune à interferência
reconhecimento de imagens por computador. Ver electromagnética. Ver também optical fiber.
também image processing. Fidonet s. m. 1. Protocolo para enviar correio
Featuritis funcionalidadurite s. f. Calão para a electrónico, artigos de newsgroups e ficheiros
tendência de adicionar novas funcionalidades a através de linhas telefónicas. O protocolo teve
um programa à custa do seu tamanho e elegância origem na BBS Fido. Um dos factores do seu
originais. A creeping featuritis, também designada desenvolvimento tem sido a manutenção dos
por creeping featurism ou, mais sarcasticamente, baixos preços praticados. O Fidonet pode viabilizar
feeping creaturism, descreve o acréscimo de função o intercâmbio de correio electrónico com a
atrás de função ao longo do tempo, resultando Internet. 2. Rede de BBS, empresas privadas, NGO
num programa enorme e deselegante que é, (organizações não-governamentais) e indivíduos,
ou parece ser, uma colecção de funcionalidades que utiliza o protocolo Fidonet.
integradas. O resultado da funcionalidadurite é .fidonet.org Na Internet, é o principal domínio e
uma situação de programação conhecida como especifica que um determinado endereço está
software bloat. Ver também bloatware. localizado no Fidonet.
Federal Internet Exchange s. m. Ver FIX. field campo s. m. 1. Localização num registo onde
feed1 s. m. Ver news feed. se armazena um determinado tipo de dados. Por

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file header

exemplo, o REGISTO-EMPREGADOS pode conter file attribute atributo de ficheiro s. m. Etiqueta de


campos para armazenar o Apelido, o Primeiro restrição associada a um ficheiro que descreve e
Nome, o Endereço, o Código Postal, a Data de regula a sua utilização – por exemplo, um ficheiro
Aluguer, o Título e por diante. Um campo oculto, de sistema, só de leitura e de arquivo. No
caracteriza-se pelo comprimento máximo e tipo de MS-DOS, esta informação é armazenada na
dados (por exemplo, alfabético ou numérico) que entrada de directório do ficheiro.
nele podem ser colocados. Num sistema de gestão file backup cópia de segurança de ficheiros s. f. Ver
de base de dados relacional, os campos são backup.
designados por colunas. 2. Espaço num formulário file compression compressão de ficheiros s. f.
electrónico onde o utilizador pode introduzir um Processo que reduz o tamanho de um ficheiro, para
determinado item de informação.
field separator separador de campos s. m. Qualquer
transmissão ou armazenamento. Ver também data
compression.
F
carácter que separa um campo de dados de outro. file conversion conversão de ficheiros s. f. Processo
Ver também delimiter, field (definição 1). que transforma os dados contidos num ficheiro de
FIFO Ver first in, first out. um formato em outro formato, sem alterar o seu
fifth-generation computer computador de quinta conteúdo – por exemplo, convertendo um ficheiro
geração s. m. Ver computer. do formato de um processador de texto para o seu
fifth normal form quinta forma normal s. f. equivalente em ASCII.
Abreviatura: 5NF. Ver normal form. file extension extensão de ficheiro s. f. Ver extension
file ficheiro s. m. Colecção completa de informações (definição 1).
com uma designação, como seja um programa, um file format formato de ficheiro s. m. Estrutura de
conjunto de dados utilizado por um programa ou um ficheiro que define a sua forma de
um documento criado pelo utilizador. O ficheiro armazenamento e a sua apresentação no ecrã ou
constitui a unidade de armazenamento básica que em papel. O formato pode ser relativamente
permite ao computador distinguir um conjunto de simples, como os ficheiros armazenados sob a
informações de outro. É uma unidade coerente que forma de texto simples em ASCII, ou pode ser
o utilizador pode obter, alterar, eliminar, guardar complexo, incluindo várias instruções de controlo
ou enviar para um dispositivo de saída. e códigos utilizados por programas, impressoras e
file allocation table tabela de atribuição de outros dispositivos. São exemplos, entre outros,
ficheiros s. f. Tabela ou lista mantida por alguns o RTF (Rich Text Format), o PICT, o DXF, o TIFF
sistemas operativos para gerir o espaço em disco (Tagged Image File Format) e o EPSF
utilizado para o armazenamento de ficheiros. Num (Encapsulated PostScript Format).
disco, os ficheiros são armazenados, conforme o file fragmentation fragmentação de ficheiros s. f.
espaço o permitir, em grupos de bytes de tamanho 1. Ver fragmentation. 2. Numa base de dados,
fixo, em vez de cadeias contíguas de texto ou designa uma situação em que os registos não se
números. Deste modo, um único ficheiro pode encontram armazenados na sua melhor sequência
estar dividido em partes espalhadas por várias de acesso devido à acumulação de adições e
áreas de armazenamento individuais. A tabela de eliminações de registos. A maior parte dos
atribuição de ficheiros faz o mapeamento do sistemas de base de dados fornecem ou contêm
espaço de armazenamento em disco disponível, programas utilitários que alteram a sequência dos
de modo a poder marcar e evitar segmentos com registos, para melhorar a eficácia de acesso e para
falhas, bem como localizar e ligar as várias partes agregar o espaço disponível.
de um ficheiro. No MS-DOS, a tabela de atribuição file header cabeçalho do ficheiro s. m. Ver header
de ficheiros é vulgarmente conhecida como a FAT. (definição 2).

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file layout

file layout esquema do ficheiro s. m. No armazena- file protection protecção de ficheiros s. f. Processo
mento de dados, é a organização de registos num ou dispositivo através do qual se mantém a
ficheiro. Muitas vezes, o esquema do ficheiro existência e a integridade de um ficheiro. São
também inclui descrições da estrutura de registos. muitos os métodos de protecção dos ficheiros,
file librarian bibliotecário de ficheiros s. m. Pessoa ou desde a definição do acesso só de leitura e a
processo responsável por manter, arquivar, copiar e atribuição de palavras-passe até tapar o orifício de
providenciar o acesso a um conjunto de dados. protecção contra escrita numa disquete ou
file maintenance manutenção de ficheiros s. f. armazenar disquetes que contêm ficheiros
Processo que altera informações num ficheiro, sensíveis.
as informações de controlo ou a estrutura de um file recovery recuperação de ficheiros s. f. Processo
ficheiro ou que copia e arquiva ficheiros. que reconstrói ficheiros em disco que se perderam
file management system sistema de gestão de ou que ficaram ilegíveis. A recuperação de
ficheiros s. m. Estrutura que um sistema operativo ficheiros envolve a utilização de programas
ou programa utiliza para organizar e encontrar os utilitários que tentam reconstruir as informações
ficheiros. Por exemplo, um sistema de ficheiros em disco sobre as localizações de armazenamento
hierárquico utiliza directórios numa estrutura de ficheiros inadvertidamente eliminados. Dado
designada por árvore. Todos os sistemas operativos que a eliminação de um ficheiro disponibiliza o
têm sistemas de gestão de ficheiros incorporados. respectivo espaço em disco, mas não remove os
Produtos disponíveis a nível comercial dados, é possível recuperar os dados que ainda não
implementam funções adicionais, que fornecem foram substituídos. No caso de ficheiros ou discos
meios mais sofisticados de navegar, localizar e danificados, os programas de recuperação lêem
organizar ficheiros. Ver também file system, todos os dados que possam encontrar e
hierarchical file system. guardam-nos noutro disco ou ficheiro em formato
file manager gestor de ficheiros s. m. Módulo de um ASCII ou numérico. Em alguns casos, porém, estes
sistema operativo ou ambiente que controla a ficheiros reconstruídos contêm tantas informações
colocação física e o acesso a um grupo de ficheiros alheias ou misturadas que se tornam ilegíveis.
de programa. A melhor forma de recuperar um ficheiro é
filename nome de ficheiro s. m. Conjunto de letras, armazenando-o numa cópia de segurança.
números e símbolos permitidos atribuído a um file retrieval obtenção de ficheiros s. f.
ficheiro para o distinguir dos restantes num Transferência de um ficheiro de dados de uma
determinado directório. Um nome de ficheiro localização de armazenamento para a máquina
constitui o parâmetro identificador através do qual onde vai ser utilizado.
o utilizador guarda e solicita um bloco de file server servidor de ficheiros s. m. Dispositivo de
informações. Tanto os programas como os dados armazenamento de ficheiros numa rede local,
têm nomes de ficheiro e, muitas vezes, extensões acessível a todos os utilizadores que fazem parte
que acrescentam a indicação do tipo ou da da rede. Ao contrário de um servidor de discos, um
utilidade do ficheiro. As convenções de atribuição servidor de ficheiros é um dispositivo sofisticado
de nome, como seja o comprimento máximo e os que, não só armazena ficheiros, como também os
caracteres permitidos num nome de ficheiro, gere e mantém em ordem, à medida que os
variam de um sistema operativo para outro. Ver utilizadores solicitam e alteram ficheiros. Para
também 8.3, directory, long filenames, path gerir múltiplos pedidos – por vezes, em simultâneo
(definição 3). – um servidor de ficheiros contém um processador
filename extension extensão do nome de ficheiro e software de controlo, bem como uma unidade de
s. f. Ver extension (definição 1). disco para armazenamento. Um servidor de

136 © McGraw-Hill
filter

ficheiros é, frequentemente, um computador com compreensíveis pelos controladores das unidades


um disco rígido de grandes dimensões, dedicado de disco. Ver também driver.
apenas à gestão de ficheiros partilhados. Comparar file transfer transferência de ficheiros s. f. Processo
com disk server. que move ou transmite um ficheiro de uma
file sharing partilha de ficheiros s. f. Utilização de localização para outra, como por exemplo, entre
ficheiros de computador em redes, em que os dois programas ou numa rede.
ficheiros são armazenados num computador File Transfer Protocol FTP s. m. Ver FTP1
central ou num servidor e são solicitados, (definição 1).
analisados e modificados por mais de um file type tipo de ficheiro s. m. Designação das
indivíduo. Quando um ficheiro é utilizado por características operacionais ou estruturais de um
diferentes programas ou computadores, a partilha
de ficheiros pode requerer a conversão para um
ficheiro. O tipo de um determinado ficheiro é
frequentemente identificado pelo nome do ficheiro.
F
formato mutuamente aceitável. O acesso a um Com o MS-DOS, o tipo de um ficheiro está
ficheiro pode ser regulado de diversas formas – normalmente reflectido na extensão do nome do
pela protecção por meio de palavra-passe, por ficheiro. Ver também file format.
permissões ou pelo bloqueio de ficheiros. fill preenchimento s. m. Em computação gráfica,
file size tamanho do ficheiro s. m. Comprimento de significa “pintar” o interior de uma figura fechada,
um ficheiro, normalmente fornecido em bytes. como seja um círculo, com uma cor ou um padrão.
filespec especificação do ficheiro s. f. Ver file A parte da forma que pode ser pintada ou
specification (definição 1). preenchida com um padrão é a área de
file specification especificação do ficheiro s. f. preenchimento.
1. Caminho para um ficheiro, desde uma unidade film at 11 Expressão que se vê frequentemente nos
de disco, passando por uma cadeia de ficheiros de newsgroups. Sendo uma alusão a um breve
directório, até ao nome que serve para localizar o noticiário televisivo que promete desenvolver uma
ficheiro em questão. 2. Nome de ficheiro com notícia importante no noticiário das 11 horas,
caracteres universais que indicam quais os é utilizada com sarcasmo para ridicularizar a falta
ficheiros que são solicitados, de entre um grupo de de sensibilidade para o momento oportuno ou
ficheiros com nomes semelhantes. 3. Um para o valor de um artigo anteriormente colocado.
documento que descreve a organização dos dados Ver também newsgroup.
num ficheiro. film recorder gravador de filmes s. m. Dispositivo
file structure estrutura do ficheiro s. f. Descrição de para capturar, em filme de 35 mm, as imagens
um ficheiro ou de um grupo de ficheiros que apresentadas no ecrã do computador.
devem ser tratados em conjunto. Esta descrição filter filtro s. m. 1. Programa ou conjunto de
inclui o esquema e a localização de cada ficheiro. funcionalidades de um programa que lê um
file system sistema de ficheiros s. m. Num sistema determinado tipo de entrada, transformando-a de
operativo, designa a estrutura global na qual os alguma forma, e que, depois, escreve a saída para o
ficheiros recebem nomes, são armazenados e destino designado. Um filtro de base de dados, por
organizados. Um sistema de ficheiros consiste em exemplo, pode assinalar informações de uma
ficheiros, em directórios e nas informações determinada data. 2. Na área da comunicação e da
necessárias para localizar e aceder a estes itens. electrónica, designa o hardware ou software que,
O termo também se pode referir à parte de um de uma forma selectiva, passa determinados
sistema operativo que traduz pedidos de operações elementos de um sinal, eliminando ou
de ficheiros derivados de uma aplicação em tarefas minimizando outros. 3. Padrão ou máscara através
de baixo nível orientadas para sectores, do qual se passam dados para “filtrar”

© McGraw-Hill 137
filtering program

determinados itens. Por exemplo, um filtro de ameaças externas, como os “hackers”, provenientes
correio electrónico pode permitir ao utilizador de outra rede, como a Internet. Um firewall impede
filtrar mensagens de outros utilizadores que os computadores da rede de uma organização
específicos. Ver também e-mail filter. 4. Em comuniquem directamente com computadores
computação gráfica, é um efeito especial aplicado a externos à rede e vice-versa. Em vez disso, toda a
imagens de mapa de bits; pode, por exemplo, comunicação é encaminhada através de um
tornar os elementos da imagem transparentes ou servidor proxy exterior à rede da organização e o
distorcer a imagem. Alguns filtros são servidor proxy decide se é seguro permitir que
incorporados num programa gráfico; outros são uma determinada mensagem ou ficheiro passe
pacotes de software individuais que estão pela rede da organização.
associados ao programa. Ver também bitmapped FireWire s. m. Ver IEEE 1394.
graphics. firmware s. m. Rotinas de software armazenadas na
filtering program programa de filtração s. m. memória só de leitura (ROM). Ao contrário da
Programa que filtra informações, apresentando RAM, a ROM permanece intacta, mesmo na
apenas os resultados que correspondem às ausência de energia eléctrica. As rotinas de
qualificações definidas no programa. iniciação e as instruções de entrada/saída de baixo
find localizar v. Ver search2. nível são armazenadas no firmware. Em termos de
Finder s. m. Interface padrão do sistema operativo facilidade de modificação, a classificação do
Macintosh, que permite ao utilizador visualizar o firmware situa-se entre o software e o hardware.
conteúdo dos directórios (pastas), mover, copiar e Ver também RAM, ROM.
eliminar ficheiros e iniciar aplicações. Os itens FIR port porta FIR s. f. Forma abreviada de fast
contidos no sistema são frequentemente infrared port (porta rápida de infravermelhos).
representados como ícones, utilizando-se um rato Porta de entrada/saída sem cabo, normalmente
ou um dispositivo de ponteiro semelhante para num computador portátil, que troca dados com
manipular os itens. O Finder foi a primeira um dispositivo externo utilizando a luz infra-
interface gráfica de utilizador a ter sucesso vermelha. Ver também infrared, input/output port.
comercial. Ver também MultiFinder. first-generation computer computador de
finger1 s. m. Utilitário da Internet, originalmente primeira geração s. m. Ver computer.
limitado ao UNIX, mas actualmente disponível em first in, first out FIFO (primeiro a entrar, primeiro a
várias plataformas, que permite ao utilizador obter sair) . Método de processamento de uma fila em
informações sobre outros utilizadores que possam que os itens são removidos pela ordem de entrada
estar noutros sites (caso esses sites permitam o – o primeiro a entrar é o primeiro a sair. Este tipo
acesso por finger). Com um endereço de correio de ordem é típico de uma lista de documentos à
electrónico, o finger devolve o nome completo do espera de serem impressos. Sigla: FIFO. Ver
utilizador, indicando se o utilizador se encontra também print queue. Comparar com last in, first
actualmente ligado e outras informações que o out.
utilizador tenha fornecido como perfil. Com o first normal form primeira forma normal s. f.
primeiro nome ou o apelido, o finger devolve os Abreviatura: 1NF. Ver normal form.
nomes de início de sessão dos utilizadores cujos FIX s. m. Sigla de Federal Internet Exchange
primeiros nomes ou apelidos correspondem. (Intercâmbio Federal de Internet). Ponto de ligação
finger2 v. Obter informações sobre um utilizador entre as várias internets do Governo dos Estados
através do programa finger. Unidos e a Internet.
firewall s. m. Sistema de segurança destinado a fixed disk disco fixo s. m. Ver hard disk.
proteger a rede de uma organização contra

138 © McGraw-Hill
flatbed scanner

fixed-pitch spacing espaçamento de distância fixa flame war s. f. Debate numa mailing list, newsgroup
s. m. Ver monospacing. ou outro fórum online, que se transformou num
fixed space espaço fixo s. m. Quantidade de espaço longo intercâmbio de flames. Ver também flame1.
horizontal utilizada para separar caracteres num flash memory memória flash s. f. Tipo de memória
texto – frequentemente, a largura de um numeral não-volátil. A memória flash é semelhante à
num determinado tipo de letra. Ver também em memória EEPROM em termos de função, mas tem
space, en space. de ser apagada em blocos, enquanto que a
fixed spacing espaçamento fixo s. m. Ver EEPROM pode ser apagada um byte de cada vez.
monospacing. A memória flash é vulgarmente utilizada como
fixed storage armazenamento fixo s. m. Qualquer suplemento ou substituição de discos rígidos, em
armazenamento não amovível, como um disco de
grandes dimensões permanentemente fechado na
computadores portáteis. Neste contexto, a memória
flash é incorporada na unidade ou, o que é mais
F
sua caixa de montagem. comum, é disponibilizada sob a forma de uma PC
fixed-width font tipo de letra de largura fixa s. m. Card que pode ser inserida numa ranhura
Ver monospace font. PCMCIA. Uma desvantagem da memória flash é
fixed-width spacing espaçamento de largura fixa que a sua natureza orientada para blocos impede
s. m. Ver monospacing. que seja utilizada como memória principal (RAM),
F keys teclas de Função s. f. Ver function key. pois o computador tem de escrever na memória
flag sinalizador s. m. Em termos gerais, é um em incrementos de bytes individuais. Ver também
indicador de qualquer espécie utilizado pelo EEPROM, nonvolatile memory, PC Card, PCMCIA
computador no processamento ou interpretação de slot.
informações; é um sinal a indicar a existência ou o flash ROM ROM flash s. f. Ver flash memory.
estado de uma determinada condição. flatbed plotter plotter de mesa s. m. Plotter em que
Os sinalizadores são utilizados na área da o papel é colocado numa plataforma plana, com
comunicação e do processamento de informações. uma caneta a mover-se ao longo de ambos os
flame1 s. f. Mensagem de correio electrónico ou eixos, percorrendo o papel para desenhar uma
artigo de newsgroup abusivo ou insultuoso. imagem. Este método é ligeiramente mais preciso
flame2 v. 1. Enviar uma mensagem de correio do que o método utilizado pelos plotters de
electrónico ou um artigo de newsgroup abusivo ou tambor, mas requer mais espaço. Os plotters de
insultuoso. 2. Difundir críticas pessoais através de mesa também podem aceitar uma mais ampla
mensagens de correio electrónico ou artigos de variedade de meios, como seja o velino e o acetato,
newsgroup. dado que o material não necessita de ser flexível.
flame bait s. f. Artigo para uma mailing list, Ver também plotter. Comparar com drum plotter,
newsgroup ou outro debate online com potencial pinch-roller plotter.
para provocar flames, normalmente pelo facto de flatbed scanner scanner de mesa s. m. Scanner com
expressar uma opinião controversa sobre um uma superfície plana transparente onde se coloca a
assunto altamente emotivo. Ver também flame1, imagem a ser digitalizada, que, em geral, é um livro
flame war. Comparar com troll. ou outro documento em papel. Por baixo da
flamefest s. m. Série de mensagens ou artigos superfície, existe uma cabeça de digitalização que
exaltados, num newsgroup ou outro fórum online. percorre a área da imagem. Alguns scanners de
flamer s. m. Pessoa que envia ou coloca mensagens mesa também podem reproduzir meios
abusivas, por correio electrónico, em newsgroups e transparentes, como por exemplo, slides. Comparar
outros fóruns online, bem como em conversações com drum scanner, handheld scanner, sheet-fed
online. Ver também chat1 (definição 1), newsgroup. scanner.

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flat file

flat file ficheiro simples s. m. Ficheiro que consiste Os simuladores de voo sofisticados podem ser
em registos de um único tipo, que não contêm utilizados na formação de pilotos, simulando
informações de estrutura incorporadas para situações de emergência. O software de simulador
regular os relacionamentos entre os registos. de voo executado em computadores pessoais
flat-file database base de dados de ficheiros simples simula o voo de uma forma muito menos realista,
s. f. Base de dados que assume a forma de uma mas proporciona diversão e prática de navegação e
tabela, sendo possível utilizar apenas uma tabela de leitura de instrumentos.
para cada base de dados. Uma base de dados de floating-point processor processador de vírgula
ficheiro simples só pode trabalhar com um ficheiro flutuante s. m. Coprocessador que realiza
de cada vez. Comparar com relational database. operações aritméticas com números de vírgula
flat file directory directório de ficheiros simples s. m. flutuante (números representados por uma
Directório que não pode conter subdirectórios, mantissa e um exponente, de acordo com uma
contendo simplesmente uma lista de nomes de determinada base, por exemplo, 2,33 × 1023).
ficheiros. Comparar com hierarchical file system. A adição de um processador de vírgula flutuante
flat file system sistema de ficheiros simples s. m. ao sistema pode acelerar drasticamente o
Sistema de arquivo sem qualquer ordem processamento dos cálculos matemáticos e
hierárquica, no qual não podem existir num disco gráficos, se o software for capaz de o reconhecer
dois ficheiros com o mesmo nome, mesmo que em e utilizar. Os microprocessadores i486DX e 68040 e
directórios diferentes. Comparar com hierarchical mais elevados dispõem de processadores de
file system. vírgula flutuante incorporados. Também designado
flat-panel display monitor de painel plano s. m. por coprocessador matemático, coprocessador
Monitor de vídeo com pouca profundidade física, numérico.
baseado numa tecnologia diferente do TRC, sendo floppy disk disquete s. f. Pedaço de filme flexível
normalmente utilizado em computadores em plástico, revestido de partículas de óxido
portáteis. Os tipos de monitor de painel plano mais férrico, que pode conter um campo magnético.
comuns são o monitor electroluminescente, Quando colocada numa unidade de disquete, entra
o monitor de descarga gasosa e os monitores LCD. em rotação, por forma a passar os diferentes
flat screen ecrã plano s. m. Ver flat-panel display. sectores da superfície por baixo da cabeça de
flavor variedade s. f. Uma de entre diversas leitura/escrita da unidade, a qual pode detectar e
variedades de um sistema, com os seus próprios alterar a orientação dos campos magnéticos das
detalhes de operação. O UNIX, sobretudo, é partículas, para representar os 1 e 0 binários.
comercializado em diferentes implementações, As disquetes de 5,25 polegadas estão envolvidas
como seja o BSD UNIX ou o AT&T UNIX System V. em invólucros de plástico flexível, apresentando
flexible disk disquete s. f. Ver floppy disk. um orifício grande no centro, o qual encaixa num
.fli Extensão de ficheiro que identifica ficheiros de eixo da unidade de disquete; este tipo de disquete
animação no formato de ficheiro FLI. pode conter desde umas centenas de milhares a
flicker cintilação s. f. Flutuação rápida e visível mais de um milhão de bytes de dados. Uma
numa imagem do ecrã de computador. A cintilação disquete de 3,5 polegadas, envolvida em plástico
ocorre quando a actualização da imagem é rígido, também se designa por microdisquete.
efectuada com pouca frequência ou com Ver também microfloppy disk.
demasiada lentidão para que o olho humano floppy disk controller controlador de disquete s. m.
consiga perceber um nível de brilho estável. Ver disk controller.
flight simulator simulador de voo s. m. Recriação floppy disk drive unidade de disquete s. f.
da experiência de voo, gerada por computador. Dispositivo electromecânico que lê e escreve dados

140 © McGraw-Hill
foreground

em disquetes ou microdisquetes. Ver também pontos) ou como contornos (definidos por um


floppy disk. conjunto de fórmulas matemáticas). Ver também
flush1 alinhado adj. Com apresentação organizada bit map.
de uma determinada forma no ecrã ou em papel. font card placa de tipos de letra s. f. Ver font
Alinhado à esquerda, por exemplo, significa cartridge, ROM card.
acertado pelo lado esquerdo; alinhado à direita font cartridge cartucho de tipos de letra s. m.
significa acertado pelo lado direito. Ver também Extensão disponível para algumas impressoras que
align (definição 1). contém tipos de letra em vários estilos e tamanhos.
flush2 esvaziar v. Limpar uma parte da memória. Os cartuchos de tipos de letra, como os tipos de
Por exemplo, quando se esvazia uma memória letra transferíveis, permitem à impressora
intermédia de ficheiro de disco, o seu conteúdo é
guardado em disco e, em seguida, a memória
produzir caracteres em tamanhos e estilos
diferentes daqueles criados pelos tipos de letra
F
intermédia é limpa, para poder ser novamente nela incorporados. Também designado por cartão
preenchida. de tipos de letra. Ver também ROM cartridge.
FOD s. m. Ver fax on demand. font editor editor de tipos de letra s. m. Programa
folder pasta s. f. No Mac-OS, no Windows 95 e utilitário que permite ao utilizador modificar tipos
noutros sistemas operativos, designa um contentor de letra existentes ou criar e guardar outros tipos
para programas e ficheiros nas interfaces gráficas de letra. Este tipo de aplicação costuma funcionar
de utilizador, simbolizado no ecrã através da com uma representação do tipo de letra no ecrã,
imagem gráfica (ícone) de uma pasta de arquivo. com uma representação que pode ser transferida
Noutros sistemas, como no MS-DOS e no UNIX, para uma impressora PostScript ou outra ou com
este contentor é designado por directório. A pasta ambas as representações. Ver também PostScript
constitui um meio para organizar programas e font, screen font.
documentos num disco, podendo conter ficheiros e font family família de tipos de letra s. f. Ver typeface.
outras pastas. Ver também directory. font number número do tipo de letra s. m. Número
follow-up resposta s. f. Envio de uma mensagem através do qual uma aplicação ou sistema
para um newsgroup como resposta a um artigo. operativo identifica, internamente, um
A resposta tem o mesmo texto na linha do assunto determinado tipo de letra. Ver também font.
que o artigo original, mas precedida do prefixo font size tamanho do tipo de letra s. m. Tamanho,
“Re:”. Um artigo e todas as respectivas respostas, em pontos, de um conjunto de caracteres num
pela ordem por que foram recebidas, constituem determinado tipo de letra. Ver também point1
um tópico de conversação (thread), que o (definição 1).
utilizador pode ler utilizando um programa de footer rodapé s. m. Uma ou mais linhas de
newsgroups. identificação impressas na parte inferior de uma
font tipo de letra s. m. Conjunto de caracteres do página. Um rodapé pode conter um número de
mesmo tipo e tamanho (como por exemplo, página, uma data, o nome do autor e o título do
o Garamond de tamanho 10). O tipo define o documento. Comparar com header (definição 1).
desenho das letras, o estilo (como o itálico) e a footprint área de ocupação s. f. Área de superfície
espessura (como o negrito). Além disso, o tipo de ocupada por um computador pessoal ou outro
letra define o tamanho. Os tipos de letra são dispositivo.
utilizados pelos computadores para apresentações foreground1 de primeiro plano adj. Que detém
em ecrã e pelas impressoras para a saída em papel. actualmente o controlo do sistema e que responde
Em ambos os casos, os tipos de letra são aos comandos emitidos pelo utilizador. Ver também
armazenados como mapas de bits (padrões de multitasking. Comparar com background1.

© McGraw-Hill 141
foreground

foreground2 primeiro plano s. m. 1. Cor dos cálculo, como os que definem ser alfabética ou
caracteres ou gráficos apresentados. Comparar com numérica, o número de dígitos, a utilização de
background2 (definição 1). 2. Condição do vírgulas e a utilização de símbolos de moedas.
programa ou documento actualmente em controlo 6. Especificações relativas à colocação de texto
e que é afectado por comandos e pela introdução numa página ou parágrafo.
de dados num ambiente de janela. Comparar com format1 formatar v. 1. Alterar o aspecto do texto
background2 (definição 3). seleccionado ou do conteúdo de uma célula
fork1 s. m. Uma das duas partes do ficheiro seleccionada numa folha de cálculo. 2. Preparar um
reconhecida pelo Mac-OS. Um ficheiro Macintosh disco para ser utilizado, organizando o seu espaço
tem um fork de dados e um fork de recursos. de armazenamento numa série de
A maior parte de um documento produzido pelo “compartimentos” de dados, sendo que cada um
utilizador está contido no fork de dados; o fork de pode ser localizado pelo sistema operativo, de
recursos contém normalmente informações modo a tornar possível ordenar e obter os dados.
orientadas para aplicações, como, por exemplo, Quando se formata um disco previamente
tipos de letra, caixas de diálogo e menus. Ver utilizado, todas as informações existentes são
também data fork, resource fork. eliminadas.
fork2 bifurcar v. Iniciar um processo subordinado format bar barra de formatação s. f. Barra de
num sistema multitarefa depois de ter sido ferramentas numa aplicação utilizada para
iniciado um processo principal. Ver também modificar o formato do documento apresentado,
multitasking. como, por exemplo, para alterar o tamanho ou o
form formulário s. m. 1. Documento estruturado, tipo do tipo de letra.
com espaços reservados para a introdução de formatting formatação s. f. 1. Elementos de estilo e
informações, contendo, por vezes, codificação apresentação adicionados aos documentos através
especial. 2. Em algumas aplicações (sobretudo nas da utilização de margens, avanços e diferentes
bases de dados), designa uma janela, caixa ou tamanhos, espessuras e estilos de tipos de letra.
outro elemento de apresentação autónomo e 2. Processo de inicializar um disco, de modo a que
estruturado, com áreas predefinidas para a possa ser utilizado para armazenar informações.
introdução ou alteração de informações. Ver também initialize.
Um formulário constitui um “filtro” visual dos form factor s. m. 1. Tamanho, forma e configuração
principais dados que estão a ser apresentados, de um componente de hardware de computador.
proporcionando, em geral, as vantagens de uma O termo é mais utilizado para subcomponentes,
melhor organização dos dados e de uma maior como unidades de disco, placas de circuito
facilidade de visualização. impresso e pequenos dispositivos como os PC de
format1 formato s. m. 1. Em geral, designa a bolso. Pode ser utilizado em termos mais gerais
estrutura ou o aspecto de uma unidade de dados. para incluir o arranjo e posicionamento de
2. Disposição de dados num ficheiro que interruptores e fichas externas e outros
normalmente permite que o documento seja lido componentes do dispositivo ou pode ainda
ou alterado por uma determinada aplicação. referir-se ao design de todo o computador.
Muitas aplicações são capazes de armazenar um 2. É o termo utilizado em computação gráfica,
ficheiro num formato mais genérico, como é o caso especialmente para referir um método de
do texto simples em ASCII. 3. Esquema das áreas composição conhecido por radiosity, que divide a
de armazenamento de dados (faixas e sectores) imagem em pequenas parcelas para calcular a
num disco. 4. Ordem e tipos de campos numa base luminosidade. O form factor é um valor calculado,
de dados. 5. Atributos de uma célula numa folha de que representa a quantidade de energia

142 © McGraw-Hill
fragmentation

transmitida por uma superfície e recebida por determinado tópico, enviando mensagens e
outra, tendo em consideração condições como a respondendo a outras. Na Internet, os fóruns mais
distância entre as superfícies, a sua orientação em generalizados são os newsgroups na Usenet.
relação uma à outra e a presença de obstruções forward reencaminhar v. Em correio electrónico,
entre elas. 3. Quando utilizado para descrever significa enviar para outro destinatário uma
software, refere-se à quantidade de memória mensagem recebida, modificada ou intacta.
necessária, ao tamanho do programa, etc. forward error correction correcção dos erros de
form feed avanço de página s. m. Comando de reencaminhamento s. f. Em comunicação, designa
impressora que instrui a impressora a avançar uma forma de controlar os erros, inserindo bits
para o início da página seguinte. No conjunto de adicionais (redundantes) num fluxo de dados
caracteres ASCII, o carácter de avanço de página
tem o valor decimal 12 (hexadecimal 0C). Dado
transmitido para outro dispositivo. Os bits
redundantes são utilizados pelo dispositivo
F
que o objectivo consiste em começar a impressão receptor para detectar e, sempre que possível,
na página seguinte, o carácter de avanço de página corrigir os erros existentes nos dados.
também é conhecido como o carácter de ejecção fourth-generation computer computador de
de página. Sigla: FF. quarta geração s. m. Ver computer.
form letter carta de formulário s. f. Carta criada fourth normal form quarta forma normal s. f.
para ser impressa e distribuída por um grupo de Abreviatura: 4NF. Ver normal form.
pessoas cujos nomes e endereços são extraídos de FPD s. m. Ver full-page display.
uma base de dados e inseridos, através de um FPM RAM s. f. Sigla para fast page-mode RAM.
programa de impressão em série, num único Ver page mode RAM.
documento básico. Ver também mail merge. fractal s. m. Classe de formas caracterizada pela
formula fórmula s. f. Expressão matemática que irregularidade, mas que, de certo modo, evoca um
descreve as acções a serem realizadas com valores padrão. Os técnicos da área da informática gráfica
numéricos. A fórmula configura os cálculos, sem costumam utilizar fractais para gerar imagens da
considerar os valores reais sobre os quais deverá natureza, como paisagens, nuvens e florestas.
agir, como A + B, em que A e B representam A característica diferenciadora dos fractais tem a
quaisquer valores que o utilizador especifique. ver com o facto de serem “auto-similares”:
Através das fórmulas, os utilizadores de aplicações qualquer parte de um fractal, quando ampliada,
como os programas de folha de cálculo adquirem a tem o mesmo carácter que o seu todo. Ver também
capacidade para realizar cálculos do tipo “e se”, graftal.
alterando simplesmente os valores seleccionados e fractional T1 T1 fraccionária s. f. Ligação
instruindo o programa para recalcular os partilhada para uma linha T1, em que apenas se
resultados. utiliza uma fracção dos 24 canais T1 de voz ou de
fortune cookie mensagens da sorte s. f. Provérbio, dados. Sigla: FT1. Ver também T1.
ditado, anedota ou outra expressão escolhido fragmentation fragmentação s. f. Dispersão de
aleatoriamente de entre uma colecção deste tipo de partes do mesmo ficheiro por diferentes áreas do
itens e apresentado no ecrã através de um disco. A fragmentação ocorre à medida que os
programa. Os fortune cookies são, por vezes, ficheiros são eliminados de um disco e novos
apresentados no início e fim de sessão pelos ficheiros são adicionados. Esta fragmentação torna
sistemas UNIX. o acesso ao disco mais lento e deteriora o
forum fórum s. m. Meio proporcionado por um desempenho global das operações do disco,
serviço online ou por uma BBS para os utilizadores embora sem gravidade. Existem programas
poderem realizar debates escritos sobre um utilitários que reorganizam o armazenamento dos

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FRAM

ficheiros nos discos fragmentados. Comparar com deslocamento e de ligação a outra frame ou a outro
defragmentation. Web site. Estas capacidades podem ser utilizadas
FRAM s. f. Sigla de ferromagnetic random access independentemente de outras frames na página.
memory (memória de acesso aleatório As frames são frequentemente utilizadas para a
ferromagnética). Tecnologia de armazenamento apresentação de índices de um ou mais
em que os dados são registados de forma documentos HTML num Web site. A maioria dos
semipermanente em pequenas placas ou tiras de actuais browsers suportam frames, embora os
material revestido por uma película magnética de mais antigos não permitam esta funcionalidade.
óxido férrico. Tal como acontece nas fitas ou nos Ver também HTML document, Web browser.
discos, os dados permanecem intactos na ausência frame buffer memória intermédia de fotograma
de energia; tal como na RAM constituída por s. f. Parte da memória de vídeo do computador que
semicondutores, o computador pode aceder aos contém o conteúdo de uma única imagem no ecrã.
dados por ordem aleatória. frame grabber s. m. Ver video digitizer.
frame 1. pacote s. m. Nas comunicações série frame rate velocidade de fotogramas s. f.
assíncronas, designa uma unidade de transmissão 1. Velocidade a que as imagens individuais e
que, por vezes, é medida pelo tempo decorrido e completas são transmitidas e apresentadas num
que começa pelo bit de início que precede um monitor raster-scan. A velocidade de fotogramas é
carácter e termina com o último bit de paragem calculada como o número de vezes por segundo
que se segue ao carácter. 2. pacote s. m. Nas (hertz) que o feixe de electrões varre o ecrã.
comunicações síncronas, designa um pacote de 2. Em animação, é o número de vezes por segundo
informações transmitido como uma única que uma imagem é actualizada. Quando a
unidade. Cada pacote possui a mesma organização velocidade de fotogramas excede cerca de
básica e contém informações de controlo, como os 14 fotogramas por segundo, a animação parece
caracteres de sincronização, o endereço da estação atingir um movimento regular. Ver também
e um valor de verificação de erros, bem como uma animation.
quantidade variável de dados. 3. fotograma s. m. frame source origem dos frames s. f. Num ambiente
Imagem individual do tamanho do ecrã, que pode de frames em HTML, é um documento de
ser apresentada em sequência com outras imagens conteúdo que procura o documento com código
ligeiramente diferentes para criar desenhos para o apresentar dentro de uma frame desenhada
animados. 4. fotograma s. m. Armazenamento pelo browser local. Ver também frame (definição 7),
necessário para conter uma imagem de texto, HTML.
de gráficos ou de ambos, do tamanho do ecrã. frames per second fotogramas por segundo s. m.
5. moldura s. f. Espaço rectangular que contém um Ver frame rate.
gráfico e que define as proporções do mesmo. freenet ou free-net s. f. BBS comunitária
6. moldura s. f. A parte de uma janela no ecrã (barra fornecedora de serviços da Internet, normalmente
de título e outros elementos) que é controlada pelo operada por voluntários, proporcionando o acesso
sistema operativo, em vez da aplicação em gratuito, ou mediante uma taxa muito baixa, aos
execução na janela. 7. frame s. f. Secção rectangular subscritores da comunidade. Muitas freenets são
de uma página apresentada por um browser que operadas por bibliotecas ou universidades
constitui um documento HTML independente do públicas. Ver também ISP.
resto da página. As páginas Web podem ter .freenet.edu Na Internet, é o principal domínio que
múltiplas frames. Associadas a cada frame estão as especifica que um determinado endereço se
mesmas capacidades disponíveis numa página encontra localizado numa freenet. Ver também
Web sem frames, incluindo a capacidade de freenet.

144 © McGraw-Hill
FTP

free software software gratuito s. m. Software com friendly de fácil utilização adj. Referente a funcio-
o código-fonte completo distribuído gratuitamente nalidades incorporadas no hardware ou software
aos utilizadores, os quais, por sua vez, são livres de que facilitam a aprendizagem e utilização de um
o utilizar, modificar e distribuir, desde que todas as computador ou programa. Ver também user-friendly.
alterações estejam claramente assinaladas e que o fringeware s. m. Freeware cuja fiabilidade e valor
nome e o aviso de direitos de autor do original não são duvidosas. Ver também freeware.
sejam, de modo algum, eliminados ou modificados. front end s. m. Em aplicações, é o software ou
Ao contrário do freeware, o software gratuito está funcionalidade do software que proporciona uma
protegido por um contrato de licença. Comparar interface para outra aplicação ou ferramenta.
com freeware, public-domain software, shareware. Os front ends são frequentemente utilizados para
free space espaço livre s. m. Espaço numa disquete
ou disco rígido que não se encontra ocupado por
fornecer uma interface comum para diversas
ferramentas produzidas por um fabricante de
F
dados, num determinado momento. Ver também software. Geralmente, um front end proporciona ao
floppy disk, hard disk. utilizador uma interface mais acessível do
freeware s. m. Programa de computador oferecido utilizador do que a interface da aplicação
gratuitamente e muitas vezes disponibilizado na executada no “backend”.
Internet ou através de grupos de utilizadores. front-end processor processador front-end s. m.
Um programador independente pode oferecer um 1. Em geral, diz-se de um computador ou unidade
produto como freeware, por satisfação pessoal ou de processamento que produz e manipula dados
para avaliar a sua aceitação entre os utilizadores antes de outro processador os receber. Comparar
interessados. Os programadores de freeware com back-end processor (definição 2).
costumam reservar todos os direitos do seu 2. Em comunicação, é um computador localizado
software e os utilizadores não são necessariamente entre linhas de comunicação e um computador
livres de o copiar ou distribuir. Comparar com free principal (sistema anfitrião), cuja finalidade
software, public-domain software, shareware. consiste em aliviar o sistema anfitrião de algumas
freeze-frame video vídeo por imagens estáticas tarefas de manutenção relacionadas com a
s. m. Vídeo em que a imagem muda apenas uma comunicação (como seja a detecção de erros, a
vez a cada poucos segundos. Comparar com recepção e transmissão de mensagens e a gestão
full-motion video. das linhas existentes entre outros dispositivos).
frequently asked questions perguntas mais Por vezes, é considerado um sinónimo de
frequentes s. f. Ver FAQ. controlador de comunicação. Ver também
friction feed alimentação por fricção s. f. Forma de communications controller.
avançar o papel numa impressora em que aquele é front panel painel da frente s. m. Superfície frontal
pressionado entre o rolo de impressão e os rolos de da caixa de um computador onde se encontram os
pressão da impressora ou entre dois conjuntos de botões de controlo, os interruptores e as luzes para
rolos. A alimentação por fricção existe na maior o operador utilizar. Ver também console.
parte das impressoras que utilizam papel sem FT1 s. f. Ver fractional T1.
orifícios de alimentação. Nas impressoras que FTAM s. f. Sigla de File-Transfer Access and
também dispõem da alimentação por tractor, o Management (gestão e acesso à transferência de
mecanismo da alimentação por fricção deve ser ficheiros). Norma de comunicação para a
desactivado quando o tractor estiver a ser transferência de ficheiros entre computadores de
utilizado, para evitar tensão nas engrenagens do diferentes marcas e modelos.
tractor. Ver também platen. Comparar com pin feed, FTP1 s. m. 1. Sigla de File Transfer Protocol
tractor feed. (protocolo de transferência de ficheiros). Protocolo

© McGraw-Hill 145
FTP

utilizado para copiar ficheiros relativamente a a uma bateria, no qual a energia química de um
sistemas de computador remotos, numa rede que combustível, como o hidrogénio, e um comburente,
utilize o TCP/IP, como seja a Internet. Este normalmente o oxigénio, são convertidos
protocolo também permite aos utilizadores directamente em energia eléctrica. No entanto,
recorrer a comandos FTP para trabalhar com ao contrário das baterias, as células de combustível
ficheiros, como seja a listagem de ficheiros e não armazenam energia e nunca se esgotam nem
directórios no sistema remoto. Ver também TCP/IP. precisam de ser recarregadas, desde que o
2. ID de início de sessão comum para o FTP combustível e comburente sejam fornecidos
anónimo. Ver também anonymous FTP. continuamente. O princípio tecnológico das células
FTP2 v. Transferir ficheiros de ou para sistemas de de combustível foi descoberto há mais de 100 anos,
computador remotos, através do protocolo de mas só recentemente começou a ser utilizado em
transferência de ficheiros (FTP) da Internet. laboratórios e em viagens espaciais (nas missões
O utilizador necessita de um cliente FTP para Apollo e no space shuttle). Nos nossos dias, estão a
transferir ficheiros de e para o sistema remoto, ser desenvolvidas células de combustível de
o qual tem de ter um servidor FTP. Em geral, tamanhos diversos. que irão fornecer energia a
o utilizador também necessita de estabelecer uma dispositivos portáteis, como os computadores
conta no sistema remoto para ficheiros FTP, portáteis e telefones celulares (telemóveis),
embora muitos sites FTP permitam a utilização e substituir os motores de combustão dos
de um FTP anónimo. Ver também FTP client, automóveis.full-duplex adj. Ver duplex1.
FTP server. full-duplex transmission transmissão em
FTP client ou ftp client cliente de FTP s. m. full-duplex s. f. Ver duplex2 (definição 1).
Programa que permite ao utilizador transferir full justification justificação total s. f. Processo de
ficheiros de e para um site FTP através de uma alinhamento de texto de forma regular ao longo
rede, como seja a Internet, utilizando o protocolo das margens esquerda e direita de uma coluna ou
de transferência de ficheiros (FTP). Ver também página. Ver também justify (definição 2).
FTP1 (definição 1). Comparar com FTP server. full-motion video vídeo s. m. Vídeo digital
FTP commands comandos de FTP s. m. Comandos apresentado a 30 fotogramas por segundo.
que fazem parte do protocolo de transferência de Comparar com freeze-frame video.
ficheiros (FTP). Ver também FTP1 (definição 1). full-motion video adapter placa de vídeo s. f.
FTP program ou ftp program programa de FTP Placa de expansão para um computador, que pode
s. m. Ver FTP client. converter o vídeo de determinados dispositivos,
FTP server servidor de FTP s. m. Servidor de como seja um gravador de cassetes de vídeo, para
ficheiros que utiliza o protocolo de transferência o formato digital que um computador possa
de ficheiros (FTP) para permitir aos utilizadores utilizar, como o AVI, o MPEG ou o Motion JPEG.
transferir ficheiros através da Internet ou de Ver também AVI, Motion JPEG, MPEG.
qualquer outra rede TCP/IP. Ver também file server, full name nome completo s. m. Nome completo do
FTP1 (definição 1), TCP/IP. Comparar com FTP utilizador, normalmente consistindo no apelido e
client. primeiro nome. O nome completo é
FTP site site FTP s. m. 1. Conjunto de ficheiros e frequentemente utilizado pelo sistema operativo
programas residente num servidor de FTP. Ver como fazendo parte das informações que
também FTP1 (definição 1), FTP server. 2. Ver FTP identificam e definem uma conta de utilizador.
server. Ver também user account.
fuel cell célula de combustível s. f. Dispositivo full-page display monitor de página inteira s. m.
electroquímico, semelhante no seu funcionamento Monitor com um tamanho e resolução

146 © McGraw-Hill
FYI

suficientemente elevados para mostrar pelo menos genérico para uma rotina. 3. Em algumas
uma imagem de 8,5 por 11 polegadas. É útil para linguagens de programação, é uma rotina que
as aplicações de edição electrónica. Sigla: FPD. Ver devolve um valor. Ver também procedure, routine.
também portrait monitor. function key tecla de função s. f. Qualquer das 10
full path caminho completo s. m. Nome que inclui ou mais teclas F1, F2, F3 e por aí adiante,
todos os componentes possíveis de um caminho – localizadas no lado esquerdo ou na parte superior
a unidade, o directório de raiz, quaisquer de um teclado (ou em ambas as localizações) e que
subdirectórios e o nome do ficheiro ou objecto. são utilizadas para tarefas especiais. O significado
Ver também path (definições 2 e 3), pathname, root de uma tecla de função é definido pelo programa
directory, subdirectory. Comparar com relative ou, em alguns casos, pelo utilizador. As teclas de
path.
full-screen de ecrã inteiro adj. Capaz de utilizar ou
função são utilizadas em aplicações ou no sistema
operativo, para proporcionar um atalho para uma
F
ser apresentado na área total de um ecrã de série de instruções comuns (como chamar a ajuda
monitor. As aplicações executadas em ambientes de um programa) ou para uma funcionalidade que
de janela atribuem, normalmente, diferentes áreas de outra forma não estaria disponível. Comparar
a diferentes janelas, as quais podem ser com Command key, Control key, Escape key.
aumentadas de modo a preencher o ecrã inteiro. fuse fusível s. m. Elemento de um circuito que se
full-text search procura em todo o texto s. f. queima ou “estoira” quando a corrente que passa
Procura de um ou mais documentos, registos ou por ele excede um determinado nível. Um fusível
cadeias de caracteres baseada em todos os dados protege um circuito contra quaisquer danos
do texto, em vez de baseada num índice com um causados pelo excesso de corrente. Executa a
conjunto limitado de palavras-chave. Por exemplo, mesma função que um disjuntor, mas não pode ser
uma procura em todo o texto pode localizar um redefinido, de modo que, quando estoira, tem de
documento que contenha as palavras “os albatrozes ser substituído.
são desajeitados em terra” procurando apenas FWIW Sigla de for what it’s worth (se servir de
essas palavras nos ficheiros, sem que seja alguma coisa). Expressão utilizada no correio
necessário utilizar um índice com a palavra-chave electrónico e em newsgroups.
“albatrozes”. Ver também index1. FYI 1. Sigla de for your information (para sua
fully populated board placa totalmente preenchida informação). Expressão utilizada no correio
s. f. Placa de circuito impresso cujos encaixes de electrónico e em newsgroups para apresentar
circuitos integrados estão todos ocupados. As informações consideradas úteis para o leitor.
placas de memória, em particular, podem ter 2. Documento electrónico distribuído através da
menos do que o máximo número possível de InterNIC, como é o caso de um RFC (pedido de
circuitos integrados de memória, deixando alguns comentário), mas com a finalidade de explicar
encaixes de circuitos integrados vazios. Diz-se que uma norma ou funcionalidade da Internet aos
este tipo de placa está parcialmente preenchida. utilizadores em vez de a definir para os
function função s. f. 1. Finalidade ou acção programadores, como faz o RFC. Ver também
realizada por um programa ou rotina. 2. Termo InterNIC. Comparar com RFC.

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G
G prefixo Ver giga-. um dos conjuntos é carregado, o néon brilha onde
game jogo s. m. Ver computer game. os dois eléctrodos se intersectam, representando
game card placa de jogos s. f. Ver ROM card. um pixel. Também designado por monitor de
game cartridge cartucho de jogos s. m. Ver ROM plasma. Ver também flat-panel display, pixel.
cartridge. gas-plasma display monitor de plasma s. m. Ver
Game Control Adapter adaptador de jogos s. m. gas-discharge display.
Nos PC IBM e compatíveis, é um circuito que gated ligado por uma porta adj. Transmitido
processa sinais de entrada numa porta de jogos. através de uma porta de ligação para outra rede ou
Os dispositivos como os joysticks e os painéis de serviço. Por exemplo, uma mailing list na BITNET
controlo de jogos utilizam potenciómetros pode ser ligada a um newsgroup na Internet.
(elementos de circuito que podem ser ajustados gateway s. m. Dispositivo que liga redes utilizando
para proporcionar quantidades variáveis de diferentes protocolos de comunicação, de modo a
resistência) para representar as suas posições que as informações possam passar de uma rede
como níveis de tensão variáveis. O adaptador de para outra. Uma porta de ligação, além de
jogos converte estes níveis em números utilizando transferir informações, também as converte para
um conversor analógico-digital. Ver também um formato compatível com os protocolos
analog-to-digital converter, game port. utilizados pela rede receptora. Comparar com
game port porta de jogos s. f. Nos PC IBM e bridge.
compatíveis, é uma porta de entrada/saída, GB s. m. Ver gigabyte.
destinada a dispositivos como os joysticks e os Gbps s. m. Ver gigabits per second.
painéis de controlo de jogos. A porta de jogos é GDI s. f. Sigla de Graphical Device Interface
frequentemente incluída numa única placa de (interface gráfica de dispositivo). No Windows,
expansão com outras portas de entrada/saída. Ver designa um sistema de apresentação gráfica
também expansion board, Game Control Adapter. utilizado pelas aplicações para apresentar ou
garbage lixo s. m. Dados incorrectos ou imprimir texto em forma de mapa de bits (tipos
danificados. de letra TrueType), imagens e outros elementos
garbage in, garbage out lixo que entra é lixo que gráficos. A GDI é responsável por desenhar,
sai Axioma informático com o seguinte no ecrã, caixas de diálogo, botões e outros
significado: se os dados introduzidos num elementos, num estilo coerente, chamando os
processo são incorrectos, os dados apresentados controladores de ecrã apropriados e passando-lhes
pelo processo também serão incorrectos. informações sobre o item a ser desenhado. A GDI
Sigla: GIGO. também funciona com impressoras GDI (que têm
gas-discharge display monitor de descarga gasosa uma capacidade limitada para preparar uma
s. m. Tipo de monitor de painel plano, utilizado em página para impressão), chamando os
alguns computadores portáteis, que contém néon controladores de impressora apropriados e
entre um conjunto horizontal de eléctrodos e outro movendo a imagem ou o documento directamente
conjunto vertical. Quando um eléctrodo em cada para a impressora, em vez de o reformatar em

148 © McGraw-Hill
geostationary orbit satellite

PostScript ou noutra linguagem de impressora. tarefa informática. A realização de cada tarefa está
Ver também bitmapped font, dialog box, driver, dependente da existência do software apropriado.
PostScript. general-purpose controller controlador de uso
geek s. m. 1. Em geral, uma pessoa que gosta de geral s. m. Controlador concebido para múltiplos
actividades cerebrais (como jogos de palavras, usos. Ver também controller.
programação de computadores e a utilização da generation geração s. f. 1. Conceito utilizado para
Internet) mais do que a maioria da população. distinguir versões armazenadas de um conjunto de
Neste sentido, os geeks aceitam a palavra com ficheiros. A versão mais antiga é designada por avô,
orgulho, mas o termo pode ser ofensivo quando a versão seguinte é o pai e a mais recente é o filho.
utilizado por terceiros, sugerindo uma 2. Categoria que distingue os produtos, como os
inadequação nas relações sociais normais. computadores ou as linguagens de programação,
2. Especialista informático. Relativamente a de acordo com os avanços tecnológicos que
questões de etiqueta, veja a definição 1. Comparar representam. Ver também computer. G
com guru, techie. generic icon ícone genérico s. m. Ícone num ecrã
gender bender conversor de género s. m. Ver gender Macintosh que identifica um ficheiro apenas como
changer. documento ou aplicação. Normalmente, o ícone da
gender changer conversor de género s. m. aplicação é específico dessa aplicação e o ícone do
Dispositivo concebido para unir dois conectores documento é específico da aplicação que abre esse
que são ambos machos (com pinos) ou ambos documento. Se aparecer um ícone genérico em vez
fêmeas (com encaixes). do específico, as informações que o Macintosh
General Protection Fault GPF s. m. Condição de Finder utiliza para identificar a aplicação foram
erro que ocorreu num processador 80386 ou mais danificadas. Ver também Finder, icon, Macintosh.
elevado, executado no modo protegido (por GEO s. m. Ver geostationary orbit satellite.
exemplo, no Windows 3.1), quando uma aplicação geographic information system sistema de
tenta aceder à memória que se encontra localizada informação geográfica s. m. Aplicação ou conjunto
fora do seu espaço de memória autorizado ou de aplicações para visualizar e criar mapas. Em
quando é emitida uma instrução inválida. Sigla: geral, os sistemas de informação geográfica
GPF. Ver também protected mode. contêm um sistema de visualização (por vezes,
General Public License s. f. Contrato de licença, permitindo aos utilizadores visualizar mapas com
nos termos do qual o software é distribuído pela um browser da Web), um ambiente para a criação
Free Software Foundation. Qualquer pessoa que de mapas e um servidor para gerir mapas e dados,
possua uma cópia de um programa deste tipo permitindo a visualização online em tempo real.
pode redistribuí-lo a terceiros, podendo cobrar Sigla: GIS.
essa distribuição e serviços de apoio, mas não GeoPort s. f. Porta série rápida de entrada/saída
pode impedir esse mesmo terceiro de fazer o num computador Macintosh Centris 660AV,
mesmo. O utilizador pode modificar o programa, Quadra 660AV, Quadra 840AV ou PowerMac.
mas, se a versão modificada for distribuída, essa Qualquer dispositivo série compatível com o
versão deve estar claramente identificada como tal, Macintosh pode ser ligado a uma GeoPort, mas,
estando também sujeita à General Public License. com o hardware e software específico da GeoPort,
Um distribuidor também tem de fornecer o esta pode transmitir dados a uma velocidade
código-fonte ou indicar onde o mesmo pode ser máxima de 2 Mbps, podendo suportar a
obtido. Sigla: GPL. Também designado por copyleft. transmissão de voz, fax, dados e vídeo.
Ver também free software. geostationary orbit satellite satélite de órbita
general-purpose computer computador de uso geoestacionária s. m. Satélite de comunicações que
geral s. m. Computador que pode realizar qualquer gira à mesma velocidade que a Terra e, por isso,

© McGraw-Hill 149
get

parece fixo, ou estacionário, sobre uma o equivalente a mais do que 700 000 páginas dacti-
determinada localização. Um GEO viaja numa lografadas. Sigla: MRG (GMR). Ver também head.
órbita a cerca de 35 859,4 quilómetros acima da .gif Extensão de ficheiro que identifica imagens GIF
linha do Equador, onde o seu período de rotação de mapa de bits. Ver também GIF.
coincide com a rotação da terra. A área de serviço, GIF s. m. 1. Sigla de Graphics Interchange Format
ou sombra, de um GEO é aproximadamente um (formato de intercâmbio gráfico). Formato de
terço da superfície da Terra; por isso, é possível ficheiro gráfico utilizado para transmitir imagens
fazer uma cobertura global apenas com três rasterizadas na Internet. Uma imagem pode conter
satélites em órbita. Num sistema de comunicações até 256 cores, incluindo uma cor transparente.
por voz, o percurso efectuado de e para o GEO O tamanho do ficheiro depende do número de
demora aproximadamente 250 milissegundos a ser cores realmente utilizadas. Utiliza-se o método de
percorrido. As comunicações de dados por via de compressão LZW para reduzir o tamanho do
satélite são necessárias para fornecer opções de ficheiro. Ver também raster graphics. 2. Imagem
banda larga às áreas rurais. gráfica armazenada como ficheiro no formato GIF.
get s. m. Comando FTP que instrui o servidor a giga- prefixo Abreviatura: G. 1. Prefixo com o
transferir um ficheiro especificado para o cliente. Ver significado de mil milhões (109). 2. Nos termos
também FTP client, FTP commands, FTP server. relacionados com a informática, é um prefixo com
ghost1 fantasma s. m. Imagem secundária difusa o significado de 230 (isto é, 1024 × 1 048 576) ou
que está ligeiramente deslocada em relação à 1000 × 1 048 576.
imagem principal, num monitor (como resultado gigabits per second gigabits por segundo s. m.
da reflexão de sinais na transmissão) ou numa Abreviatura: Gbps. Medida de velocidade de
cópia impressa (como resultado de elementos de transferência de dados, como numa rede, em
impressão instáveis). múltiplos de 1 073 741.824 (230) bits por segundo.
ghost2 v. 1. Produzir um duplicado, como seja a gigabyte s. m. Abreviatura: GB. Unidade de dados
duplicação de uma aplicação na memória. equivalente a 1024 megabytes (230 bytes); por
2. Apresentar uma opção num menu ou submenu vezes, interpretada como 1000 megabytes.
de forma difusa indicando que não pode ser gigahertz s. m. Abreviatura: GHz. Medida de
seleccionada naquele momento. Ver também frequência equivalente a mil milhões de hertz ou a
dimmed. mil milhões de ciclos por segundo. Ver também
ghosting fantasma s. m. Ver burn in. hertz.
giant magnetoresistive head cabeça de GIGO Ver garbage in, garbage out.
magneto-resistência gigante s. f. Tipo de cabeça de GIS s. m. Ver geographic information system.
disco rígido desenvolvido pela IBM e baseada GKS s. m. Ver Graphical Kernel System.
numa propriedade física conhecida por efeito de glare filter filtro anti-reflexo s. m. Máscara
magneto-resistência gigante. Descoberto por transparente colocada por cima do ecrã de um
cientistas europeus nos finais dos anos 80, este monitor para reduzir ou eliminar a luz reflectida
efeito de magneto-resistência gigante, ou MRG, da sua superfície de vidro.
produz grandes variações de resistência em glitch pico s. m. Breve sobretensão na energia
campos magnéticos, quando vários materiais eléctrica.
metálicos são dispostos em finas camadas global adj. Relativo a um documento, ficheiro ou
alternadas. Quando esta tecnologia é incorporada programa na sua totalidade, em vez de apenas um
nas cabeças dos discos, permite um segmento. Comparar com local.
armazenamento de dados de alta densidade, cerca global operation operação global s. f. Operação,
de 11,6 biliões de bits por polegada quadrada ou por exemplo procurar e substituir, que afecta um

150 © McGraw-Hill
grade

documento, programa ou outro objecto, como um Gopher ou gopher s. m. Utilitário da Internet para
disco, na sua totalidade. localizar informações textuais e apresentá-las ao
global search and replace procura e substituição utilizador sob a forma de menus hierárquicos,
global s. f. Operação de procurar e substituir que a partir dos quais o utilizador selecciona
localiza e altera todas as ocorrências da cadeia de submenus, ficheiros ou documentos que podem
caracteres seleccionada em todo o documento. ser transferidos e apresentados. Um cliente Gopher
Ver também search and replace. pode aceder a todos os servidores Gopher
Global System for Mobile Communications disponíveis, de modo que o utilizador acede a um
Sistema global de comunicações móveis s. m. “Gopherspace” comum. O gopher está a ser
Tecnologia para telefones celulares digitais englobado na World Wide Web.
(telemóveis) com grande utilização na Europa, .gov No sistema de nomes de domínio (DNS) da
na Austrália, Índia, África, Ásia e no Médio Oriente Internet, é o domínio de nível superior que identifica
e em crescimento nos Estados Unidos. Originada os endereços utilizados por agências G
em 1982 por um grupo de estudo europeu governamentais. A designação .gov aparece como
designado por Groupe Spéciale Mobile, o GSM é sufixo no final do endereço. Nos Estados Unidos,
uma plataforma sem fios, baseada em TDMA apenas as agências governamentais federais não
(Time Division Multiple Access) para digitalizar os militares podem utilizar o domínio .gov. Os governos
dados; as suas funcionalidades incluem não só o estaduais dos Estados Unidos utilizam o domínio de
telefone mas também identificação, gravação e nível superior .state.us, sendo que .us pode ser
reencaminhamento de chamadas, fax, acesso à precedido pela abreviatura de duas letras do Estado
Internet e correio electrónico. O GSM funciona em em questão. Outros governos regionais dos Estados
três frequências: a 900 MHz (GSM 900), na Europa Unidos são registados no domínio .us. Ver também
e na maior parte do mundo; a 1800 MHz (GSM DNS (definição 1), domain (definição 3). Comparar
1800), em alguns países europeus; e a 1900 MHz com .com, .edu, .mil, .net, .org.
(GSM 1900, também designado por PCS 1900 ou GPF s. m. Ver General Protection Fault.
DCS 1900), nos Estados Unidos e Canadá. GPL s.m. Ver General Public License.
Sigla: GSM. Ver também SIM card, Time Division grabber s. m. 1. Dispositivo para capturar dados de
Multiple Access. imagens gráficas de uma câmara de vídeo ou outra
GMR MGR s. f. Ver giant magnetoresistive head. fonte de vídeo, podendo colocá-los na memória.
gnomon s. m. Na computação gráfica, é uma represen- Ver também video digitizer. 2. Qualquer dispositivo
tação do sistema de eixos tridimensional (x-y-z). para capturar dados. 3. Software que tira um
Good Times virus vírus Good Times s. m. Vírus “instantâneo” da imagem actualmente apresentada
imaginário do correio electrónico, referido num no ecrã, transferindo uma parte da memória de
aviso amplamente divulgado através da Internet, vídeo para um ficheiro em disco. 4. Em
bem como por fax e correio normal. O aviso afirma determinadas aplicações para gráficos, é um
que a abertura de uma mensagem de correio ponteiro de rato especial.
electrónico com o assunto “Good Times” danificará graceful exit saída elegante s. f. Conclusão
o sistema do utilizador. Actualmente, é impossível metódica de um processo, mesmo em condições de
danificar um sistema através da leitura de uma erro, que permite ao sistema operativo ou processo
mensagem de correio electrónico, embora seja principal recuperar o controlo normal, deixando o
possível incluir um vírus num ficheiro anexado a sistema num estado de equilíbrio. Trata-se de um
uma mensagem de correio electrónico. Pode comportamento normal. Ver também fail-soft
obter informações sobre este tipo de “brincadeira” system.
e sobre vírus reais através da CERT (http:// grade qualidade s. f. Em comunicações, designa o
www.cert.org/). Ver também urban legend, virus. intervalo de frequências disponíveis para a

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grade of service

transmissão num único canal. Por exemplo, teclado. Para o utilizador, um determinado item
as frequências de telefone de voz variam entre (como a barra de deslocamento) funciona da
300 Hz e 3400 Hz. mesma forma em todas as aplicações, porque a
grade of service qualidade do serviço s. f. interface proporciona rotinas de software padrão
Probabilidade de um utilizador de uma rede de para gerir estes elementos e comunicar as acções
comunicação partilhada, como é o caso do sistema do utilizador (como um clique num determinado
telefónico público, receber um sinal do tipo “todos ícone ou um toque numa tecla). As aplicações
os canais ocupados”. A qualidade do serviço é aproveitam estas rotinas, em vez de tentar
utilizada como medida da capacidade da rede para reproduzi-las a partir do zero. Sigla: GUI.
gerir tráfego, sendo normalmente aplicado num graphic character carácter gráfico s. m. Qualquer
determinado período, como seja na hora de ponta. carácter representado por um símbolo visível,
graftal s. m. Família de formas geométricas como um carácter ASCII. Comparar com graphics
semelhantes aos fractais, mas mais facilmente character.
trabalhadas em computador. Os graftais são graphic limits limite gráfico s. m. No ecrã do
muitas vezes utilizados na indústria dos efeitos computador, são os limites de uma imagem gráfica
especiais, para criar imagens sintéticas de de um programa gráfico, incluindo toda a área
estruturas, como, por exemplo, árvores e outras inserida na imagem gráfica. Em alguns ambientes
plantas. Ver também fractal. gráficos, os limites gráficos consistem no
grammar checker verificador gramatical s. m. rectângulo mais pequeno capaz de o incluir na sua
Acessório de software que verifica se o texto tem totalidade, ao qual se atribui a designação
erros de construção gramatical. rectângulo delimitador ou caixa delimitadora.
grandfather avô s. m. Ver generation (definição 1). graphics accelerator acelerador gráfico s. m. Placa
grandfather/father/son avô/pai/filho adj. Ver de vídeo que contém um coprocessador gráfico.
generation (definição 1). Um acelerador gráfico pode actualizar a
granularity granulosidade s. f. Descrição, apresentação no ecrã muito mais depressa do que
de “grossa” a “fina”, de uma actividade ou a CPU, libertando-a para a realização de outras
funcionalidade do computador (como seja a tarefas. Um acelerador gráfico constitui uma
resolução do ecrã ou a procura e a ordenação) em necessidade para o software moderno, como as
termos do tamanho das unidades que o sistema interfaces gráficas de utilizador e as aplicações
gere (pixels ou conjuntos de dados). Quanto maior multimédia. Ver também graphics coprocessor,
as peças, mais grosseira a granulosidade. video adapter.
Graphical Device Interface s. f. Ver GDI. graphics adapter placa gráfica s. f. Placa de vídeo
graphical interface interface gráfica s. f. Ver capaz de apresentar gráficos, assim como
graphical user interface. caracteres alfanuméricos. Praticamente todas as
Graphical Kernel System s. m. Norma da placas de vídeo actualmente utilizadas são placas
informática gráfica, reconhecida pela ANSI e pela gráficas.
ISO, que especifica métodos de descrever, graphics card placa gráfica s. f. Ver video adapter.
manipular, armazenar e transferir imagens graphics character carácter de gráfico s. m.
gráficas. Sigla: GKS. Carácter que pode ser combinado com outros para
graphical user interface interface gráfica de criar elementos gráficos simples, como linhas,
utilizador s. f. Tipo de ambiente que representa caixas e blocos sombreados ou sólidos. Comparar
programas, ficheiros e opções através de ícones, com graphic character.
menus e caixas de diálogo no ecrã. O utilizador Graphics Controller controlador gráfico s. m. Parte
pode seleccionar e activar estas opções, apontando da placa de vídeo VGA que permite ao computador
e clicando com o rato ou, ainda, utilizando o aceder à memória intermédia de vídeo (a memória

152 © McGraw-Hill
greeking

de uma placa de vídeo, utilizada para armazenar um polígono, que é desenhado e manipulado como
dados a serem apresentados no ecrã). Ver também uma única unidade, sendo combinado com outras
VGA. primitivas para criar uma imagem.
graphics coprocessor coprocessador gráfico s. m. graphics printer impressora gráfica s. f.
Microprocessador especializado, incluído em Impressora, como uma impressora a laser ou a
algumas placas de vídeo e que pode gerar imagens jacto de tinta, capaz de produzir gráficos pixel por
gráficas, como linhas e áreas preenchidas, em pixel e não apenas caracteres de texto. Hoje em dia,
resposta às instruções provenientes da CPU, praticamente todas as impressoras utilizadas com
libertando-a para a realização de outras tarefas. computadores pessoais são impressoras gráficas.
graphics engine motor gráfico s. m. 1. Placa de Comparar com character printer.
apresentação que gere o processamento de alta graphics processor processador gráfico s. m. Ver
velocidade relacionado com imagens gráficas, graphics coprocessor.
libertando a CPU para a realização de outras graphics tablet mesa gráfica s. f. Dispositivo G
tarefas. Também designado por acelerador gráfico, utilizado para introduzir dados relativos à posição
acelerador de vídeo. 2. Software que, com base nos dos elementos gráficos em aplicações de
comandos de uma aplicação, envia instruções para engenharia, desenho e ilustração. Trata-se de uma
a criação de imagens gráficas ao hardware que cria placa de plástico, plana e rectangular, equipada
essas imagens. Exemplos desse software são o com um puck ou estilete e com electrónica
Macintosh QuickDraw e o Windows GDI. sensorial que informa o computador sobre a
Graphics Interchange Format GIF s. m. Ver GIF. posição do puck ou estilete, sendo que o
graphics interface interface gráfica s. f. Ver computador traduz esses dados numa posição do
graphical user interface. cursor no ecrã. Também designada por mesa de
graphics mode modo gráfico s. m. 1. Em compu- digitalização. Ver também puck, stylus.
tadores como os PC IBM, é o modo de graphics terminal terminal gráfico s. m. Terminal
apresentação em que as linhas e os caracteres são capaz de apresentar elementos gráficos e texto.
desenhados no ecrã pixel por pixel. Dado que o Estes terminais costumam interpretar comandos
modo gráfico cria imagens a partir de pontos de controlo de gráficos, em vez de receber fluxos de
individuais no ecrã, os programas têm mais pixels já processados.
flexibilidade em criar imagens do que no modo de gray scale escala de cinzentos s. f. Sequência de tons
texto. Assim, o computador pode apresentar um de cinzentto, desde o preto ao branco, utilizada na
ponteiro do rato como uma seta ou outra forma, computação gráfica para adicionar detalhe às
em vez de um quadrado ou rectângulo imagens ou para representar uma imagem a cores
intermitente e pode apresentar atributos de num dispositivo de saída monocromático. Os
caracteres, como o negrito e o itálico, tal como cinzentos podem ser representados por
serão impressos, em vez de utilizar convenções verdadeiros tons de cinzento, por pontos de
como o realce, o sublinhado ou cores alternadas. meio-tom ou por composição de cores. Ver também
Comparar com text mode. 2. É um determinado dithering, halftone.
conjunto de valores de cor e resolução, greater than maior que adj. Ver relational operator.
frequentemente relacionado com uma greater than or equal to maior ou igual adj. Ver
determinada placa de vídeo, como a VGA com 16 relational operator.
cores e 640x480 pixels no ecrã. Ver também high greeking s.m. 1. Utilização de barras cinzentas ou
resolution, low resolution, resolution (definição 1). outros elementos gráficos para representar linhas
graphics primitive primitiva gráfica s. f. Elemento de caracteres demasiado pequenos para serem
de desenho, como um carácter de texto, um arco ou desenhados de forma legível no ecrã com a

© McGraw-Hill 153
greek text

resolução escolhida, como quando se visualiza o para as restantes tensões do circuito. Nas placas de
esquema da página inteira. 2. Utilização de circuito instaladas, o condutor terra está
palavras sem sentido para representar o texto de normalmente ligado ao chassis, ou estrutura
um documento na apresentação de amostras. metálica, que contém as peças electrónicas; por
O greeking não envolve a substituição do alfabeto sua vez, o chassis está ligado ao terceiro pino
romano pelo grego. (redondo) na ficha da corrente, a qual tem uma
greek text s. m. Ver greeking. ligação a um circuito de terra que está, de facto,
green PC PC ecológico s. m. Sistema informático ligado à terra. Isto é importante para evitar o
concebido para poupar energia. Por exemplo, perigo de choque eléctrico.
alguns computadores desligam a energia fornecida group1 grupo s. m. Colecção de elementos que pode
aos sistemas não essenciais, quando não se detecta ser tratada como um todo, como uma colecção de
qualquer entrada durante um determinado registos num relatório de base de dados ou uma
período de tempo, uma condição conhecida como colecção de objectos que pode ser movida e
o modo de poupança. Os PC ecológicos também se transformada como um único objecto num
distinguem pela utilização mínima de materiais de programa de desenho. Em vários sistemas
embalagem e pela utilização de consumíveis operativos de múltiplos utilizadores, um grupo é um
recicláveis, nomeadamente nos cartuchos de toner. conjunto de contas de utilizador, por vezes referidas
grep1 s. m. Sigla de global regular expression print. como membros. Se forem especificados privilégios
Comando do UNIX utilizado para procurar um ou para um determinado grupo, cada membro terá
vários ficheiros através de uma palavra-chave. esses privilégios. Ver também user account.
grep2 v. Procurar texto, sobretudo com o utilitário group2 agrupar v. Num programa de desenho,
grep do UNIX. transformar um número de objectos num grupo.
grid grelha s. f. Dois conjuntos de linhas ou Ver também drawing program.
elementos lineares criando entre si ângulos rectos. groupware s. m. Software destinado a permitir que
Uma folha de cálculo é uma grelha de linhas e um grupo de utilizadores numa rede possa
colunas; um ecrã gráfico é uma grelha de linhas de colaborar num determinado projecto. O groupware
pixels horizontais e verticais. pode proporcionar serviços de comunicação
grok v. Compreender de uma forma profunda, (como o correio electrónico), de desenvolvimento
denotando apreciação. O termo é originário do de documentos em colaboração, de programação e
romance de Robert A. Heinlein, Stranger in a de registo.
Strange Land (Um estranho numa terra estranha), guest convidado s. m. Designação vulgar de uma
onde também representa a palavra marciana para conta de acesso a que se pode aceder sem
o verbo “beber”, denotando o tipo de interesse que palavra-passe. As BBS e os fornecedores de
um nativo de Marte – habitante de um planeta serviços mantêm, frequentemente, este tipo de
seco – teria pela água. Os “piratas” costumam conta, de modo a que os potenciais subscritores
utilizar a palavra quando se referem aos possam conhecer os serviços oferecidos.
conhecimentos informáticos. GUI s. f. Ver graphical user interface.
ground terra s. f. Caminho condutor de um circuito guru s. m. Especialista técnico que está disponível
eléctrico para a terra ou para um corpo condutor para ajudar a resolver problemas e a responder a
que substitui a terra, normalmente utilizado como perguntas de uma forma compreensível. Ver
dispositivo de segurança. Ver também grounding. também techie, wizard (definição 1).
grounding ligação à terra s. f. Ligação de secções gutter medianiz s. f. Espaço vazio ou margem
de um circuito eléctrico a um condutor comum, interna entre duas páginas opostas ou entre
designado por terra, que serve como referência colunas de um documento paginado.

154 © McGraw-Hill
H
H.320 s. f. Norma da International hacker pirata s. m. 1. Adepto de computadores;
Telecommunications Union (ITU) que permite a pessoa que está totalmente envolvida na tecnologia
interligação de equipamento de videoconferência e programação de computadores ou que gosta de
de diferentes fabricantes sobre serviços de examinar o código dos sistemas operativos e
circuitos comutados como a RDIS, possibilitando outros programas para ver como funcionam.
assim a videoconferência entre equipamentos de 2. pirata s. m. Pessoa que utiliza os seus
secretária. A H.320 estabelece os formatos comuns conhecimentos informáticos para fins ilícitos,
necessários para tornar as entradas e saídas de como a obtenção não autorizada de acesso a
áudio e vídeo compatíveis e define um protocolo sistemas de computadores e a alteração de
que torna possível a um terminal de multimédia a programas e dados.
utilização de ligações para comunicações HAGO Sigla de have a good one (boa sorte).
audiovisuais e sincronização. Ver também Expressão utilizada para concluir mensagens de
International Telecommunications Union, ISDN, correio electrónico ou como despedida numa
video conferencing. sessão de conversação.
H.323 s. f. Protocolo de interoperacionalidade da hairline fio s. m. Quantidade mínima de espaço
International Telecommunications Union (ITU) visível ou a linha mais estreita que pode ser
que permite a comunicação cruzada de produtos e apresentada numa página impressa. Ver também
aplicações de multimédia sobre redes baseadas em rule (definição 1).
pacotes. Sobre a H.323, produtos de multimédia half-card placa curta s. f. Ver short card.
fornecidos por um fabricante podem trabalhar half-duplex transmission transmissão em
com os de outros fabricantes, independentemente half-duplex s. f. Comunicação electrónica em dois
da compatibilidade do hardware. Por exemplo, um sentidos, que se realiza apenas numa direcção de
PC pode partilhar sequências de áudio e vídeo cada vez. Comparar com duplex2 (definição 1),
sobre uma intranet ou Internet. As aplicações são, simplex transmission.
assim, independentes da rede, da plataforma e das half router s. m. Dispositivo que liga uma rede local
aplicações. Ver também International a uma linha de comunicação (como a linha da
Telecommunications Union, packet switching. Internet) através de um modem, controlando o
hack1 pirataria s. f. 1. Modificação no código de um encaminhamento de dados para as estações
programa, muitas vezes efectuada sem a individuais da LAN.
disponibilidade de tempo necessária para se halftone meio-tom s. m. Reprodução impressa de
encontrar uma solução engenhosa. 2. Trabalho mal uma fotografia ou outra ilustração, utilizando
executado. Ver também kludge (definição 2), pontos de vários diâmetros, com espaçamento
patch2. igual entre si, para produzir a ilusão de tons de
hack1 piratear v. Alterar o comportamento de uma cinzento. Quanto mais escuro o tom num
aplicação ou sistema operativo, modificando o determinado ponto da imagem, maior o ponto
respectivo código, em vez de executar o programa e correspondente no meio-tom. Ver também
seleccionar opções. dithering, gray scale.

© McGraw-Hill 155
handheld computer

handheld computer computador de mão s. m. em sinais transmitidos através dos mesmos cabos
Computador suficientemente pequeno para ser utilizados para transferir dados, como na comunica-
apoiado numa mão enquanto está a ser utilizado. ção entre dois modems através de linhas telefónicas.
Normalmente fabricados para a realização de hands-on prático adj. Que envolve trabalho
tarefas específicas, os computadores de mão são interactivo com um computador ou programa.
frequentemente utilizados em transporte e Um tutorial prático, por exemplo, promove a
actividades de serviços no terreno. Muitas vezes, aprendizagem (a utilização de um programa,
têm teclados especializados e limitados, em vez do por exemplo) através de sessões práticas e diálogos
padrão QWERTY, monitores mais pequenos, do tipo pergunta e resposta.
dispositivos de entrada, como leitores de códigos handwriting recognition reconhecimento de
de barras, e dispositivos de comunicação para caligrafia s. m. 1. Capacidade de um computador
enviar os dados para um computador central. para identificar um utilizador, reconhecendo
Raramente têm unidades de disco. O software é características da caligrafia, sobretudo de uma
normalmente próprio do sistema, sendo assinatura. 2. Capacidade de um computador para
armazenado na ROM. Ver também QWERTY traduzir texto escrito à mão em dados em
keyboard, ROM. Comparar com handheld PC, PDA. caracteres introduzidos no sistema. Esta
handheld PC PC de mão s. m. Computador tecnologia, que ainda se encontra em
suficientemente pequeno para caber num bolso de desenvolvimento, pode ser útil em PDA, cujos
casaco, sendo capaz de executar, por exemplo, o teclados são, por vezes, demasiado pequenos para a
Windows CE (uma versão reduzida do Windows introdução de dados, e em software concebido para
95) e aplicações para esse sistema operativo. Sigla: os países asiáticos, cujos idiomas têm tantos
HPC. Comparar com handheld computer, PDA. caracteres que o teclado se torna um meio
handheld scanner scanner de mão s. m. Tipo de incómodo para a introdução de texto. Ver também
scanner em que a cabeça de digitalização está PDA. Comparar com optical character recognition.
contida numa unidade suficientemente pequena hang pendurar v. Parar de responder. Um programa
para ser usada na mão. O utilizador passa a cabeça ou sistema de computador pendurado não reage à
de digitalização por cima do meio a ser introdução de dados pelo utilizador, mas o ecrã dá
digitalizado, como por exemplo, uma folha de a impressão de que tudo está em execução normal.
papel. Ver também scan head, scanner. Comparar O programa ou sistema podeestar à espera de algo
com drum scanner, flatbed scanner, sheet-fed – por exemplo, informações de uma rede – ou
scanner. pode ter sido terminado devido a um erro.
handle alça s. f. Um de vários quadrados pequenos Poderetomar a execução normal por si próprio ou
apresentados à volta de um objecto gráfico num pode precisar que o utilizador termine e reinicie o
programa de desenho. O utilizador pode mover ou programa ou o computador. Diz-se que um sistema
alterar a forma do objecto, clicando numa alça e de computador pendurado está bloqueado.
arrastando-a. hanging indent avanço pendente s. m. Colocação
handshake s. m. Série de sinais a confirmar que é do início da primeira linha de um parágrafo mais
possível realizar a comunicação ou transferência para a esquerda do que as linhas seguintes.
de informação entre computadores ou outros Comparar com indent1.
dispositivos. Um handshake de hardware é um hard físico, rígido, permanente adj. Permanente,
intercâmbio de sinais através de cabos especiais fixo ou fisicamente definido; inalterável pela
(diferentes dos cabos de dados), em que cada operação normal de um sistema de computador.
dispositivo indica se está pronto para enviar ou Ver também hard copy, hard error, hard return.
receber dados. Um handshake de software consiste Comparar com soft.

156 © McGraw-Hill
hardware-dependent

hard card placa de disco rígido s. f. Placa de configuração CMOS do computador. Ver também
circuito impresso que inclui um disco rígido e o CMOS setup.
respectivo controlador, que se insere numa hard error 1. erro de hardware s. m. Erro causado
ranhura de expansão e que utiliza o bus de por uma falha de hardware ou pela tentativa de
expansão para obter energia, bem como dados e acesso a hardware incompatível. Ver também hard
sinais de controlo. Contrastando com isto, um failure. Comparar com soft error. 2. erro
disco rígido no compartimento de uma unidade irrecuperável s. m. Erro que impede um programa
comunica com outra placa de controlador através de regressar ao estado de operação normal. Ver
de um cabo de fita e dispõe de um cabo directo também fatal error.
para a principal fonte de alimentação do hard failure falha de hardware s. f. Cessação do
computador. Ver também controller, drive bay, funcionamento de um componente sem qualquer
expansion slot, ribbon cable. possibilidade de recuperação, obrigando,
hard-coded adj. 1. Concebido para gerir apenas normalmente, à intervenção da assistência técnica

H
uma situação específica. 2. Dependente dos valores para corrigir a situação. Também designado por
incorporados no código do programa, em vez dos hardware failure.
valores que podem ser introduzidos e alterados hard hyphen hífen forçado s. m. Ver hyphen.
pelo utilizador. hard return quebra de linha forçada s. f. Carácter
hard copy cópia física s. f. Impressão em papel, introduzido pelo utilizador para indicar que a
filme ou outro material permanente. Comparar linha de texto deveterminar e iniciar uma nova
com soft copy. linha. Nos programas de processamento de texto
hard disk disco rígido s. m. Dispositivo que contém que quebram a linha automaticamente dentro das
um ou mais pratos inflexíveis, revestidos de margens de uma página, uma quebra de linha
material onde é possível gravar dados de forma forçada indica o fim de um parágrafo. Nos
magnética, além das cabeças de leitura/escrita, do programas de introdução de texto que não
mecanismo de posicionamento da cabeça e do dispõem da funcionalidade que permite moldar o
motor do eixo, num invólucro selado que protege texto, é necessário uma quebra de linha forçada
contra elementos de contaminação externos. Em para terminar cada linha; normalmente, são
comparação com uma disquete, o disco rígido necessárias duas ou mais quebras de linha
pode armazenar muitos mais dados, sendo o forçadas para terminar um parágrafo. Ver também
acesso também muito mais rápido. A maior parte wordwrap. Comparar com soft return.
dos discos rígidos contém entre dois a oito pratos. hard space espaço inseparável s. m. Ver
Também designado por unidade de disco rígido. nonbreaking space.
Comparar com floppy disk. hardware s. m. Componentes físicos de um sistema
hard disk drive unidade de disco rígido s. f. Ver de computador, incluindo qualquer equipamento
hard disk. periférico, tais como impressoras, modems e ratos.
hard disk type tipo de disco rígido s. m. Um ou Comparar com firmware, software.
mais números que informam o computador sobre hardware check verificação por hardware s. f.
as características de um disco rígido, tais como o Verificação automática realizada por hardware,
número de cabeças de leitura/escrita e a para detectar erros ou problemas internos.
capacidade do disco rígido. Os números referentes hardware-dependent dependente do hardware adj.
ao tipo de disco rígido estão normalmente Relativo a programas, linguagens ou componentes
indicados numa etiqueta aposta no disco e devem e dispositivos de computador que estão ligados a
ser introduzidos no computador no momento da um determinado sistema ou configuração de
instalação, normalmente através do programa de computador. A linguagem assembly, por exemplo,

© McGraw-Hill 157
hardware failure

é dependente do hardware na medida em que é HDBMS s. m. Ver hierarchical database


criada e apenas funciona com uma determinada management system.
marca ou modelo de microprocessador. HDF s. m. Ver Hierarchical Data Format.
hardware failure falha de hardware s. f. Mau HDSL s. f. Ver high-bit-rate digital subscriber line.
funcionamento de um componente físico num head cabeça s. f. Mecanismo de leitura/escrita
sistema de computador, como seja um embate numa unidade de disco ou de fita. Converte as
da cabeça do disco ou um erro de memória. alterações efectuadas, no campo magnético da
Ver também hard failure. superfície do disco ou fita, em sinais eléctricos
hardware handshake handshake de hardware s. m. alterados e vice-versa. As unidades de disco
Ver handshake. contêm normalmente uma cabeça para cada
hardware key chave de hardware s. f. 1. Dispositivo superfície que possa ser lida ou na qual se possa
de segurança ligado a uma porta de entrada/saída escrever.
para permitir a utilização de um determinado head-cleaning device dispositivo de limpeza da
pacote de software nesse computador. A utilização cabeça s. m. Aparelho utilizado para aplicar uma
da chave de hardware permite a realização de pequena quantidade de fluido de limpeza numa
cópias de segurança do software, mas impede a cabeça magnética, para remover resíduos
sua utilização não licenciada noutros acumulados.
computadores. Também designado por dongle. head crash embate da cabeça s. m. Falha do disco
2. Qualquer dispositivo físico utilizado para rígido em que uma cabeça de leitura/escrita,
proteger um sistema de computador contra o normalmente suportada por uma fina camada de
acesso não autorizado, como um cadeado na parte ar, entra em contacto com o prato, danificando o
da frente da caixa. revestimento magnético no qual os dados se
hardware profile perfil de hardware s. m. Conjunto encontram gravados. Um embate da cabeça pode
de dados que descreve a configuração e as ser causado por uma falha mecânica ou por uma
características de um determinado equipamento forte agitação da unidade do disco. Se o embate
informático. Estes dados são normalmente utiliza- ocorre numa faixa de directório, é possível que o
dos para a configuração de computadores, com disco inteiro se torne imediatamente ilegível.
vista à sua utilização com dispositivos periféricos. header cabeçalho s. m. 1. No processamento de
hardwired ligado por cabo adj. 1. Incorporado num texto ou na impressão, é o texto que aparece no
sistema através da utilização de hardware, como topo das páginas. Pode especificar-se um
por exemplo, circuitos lógicos, em vez de se cabeçalho para a primeira página, para todas as
recorrer à programação. 2. Fisicamente ligado a um páginas após a primeira, para páginas pares ou
sistema ou rede, como por exemplo, através de para páginas ímpares. Pode incluir o número da
uma placa de conector de rede e de um cabo. página, a data, o título ou outras informações
hash s. m. Em muitos programas de cliente FTP, sobre o documento em causa. Comparar com
é um comando que o instrui a apresentar um footer. 2. Estrutura de informação que precede e
cardinal (#) sempre que envia ou recebe um bloco identifica as informações que se seguem, como por
de dados. Ver também FTP client. exemplo, um bloco de bytes nas comunicações, um
Hayes-compatible compatível Hayes adj. Que reage ficheiro num disco, um conjunto de registos numa
ao mesmo conjunto de comandos que os modems base de dados ou um programa executável.
fabricados pela Hayes Microcomputer Products. header record registo de cabeçalho s. m. O primeiro
Este conjunto de comandos tem-se transformado registo numa sequência.
na norma de facto para os modems de heading título, cabeçalho s. m. Ver header
microcomputadores. (definição 1).

158 © McGraw-Hill
hertz time

head slot ranhura da cabeça s. f. Abertura oblonga ajuda da aplicação em curso. Ver também graphical
no invólucro de uma disquete, que proporciona, à user interface, help (definição 1), menu bar.
cabeça de leitura/escrita, o acesso à superfície help desk s. m. 1. Pessoal do suporte técnico que
magnética da disquete. ajuda a resolver os problemas que os utilizadores
heat pipe tubo de calor s. m. Dispositivo de têm com sistemas de hardware ou software ou que
arrefecimento que consiste num tubo de metal encaminham esses problemas para quem os possa
selado contendo um líquido e uma mecha. resolver. Os help desks são normalmente geridos
O líquido evapora-se na extremidade quente, por organizações de maiores dimensões, como
levando consigo uma parte do calor; o vapor empresas ou universidades, ou pelos fornecedores
espalha-se ao longo do tubo até à extremidade fria, das empresas, para ajudar os utilizadores dessa
onde é condensado na mecha; o líquido flui organização. 2. Aplicação de software destinada a
novamente ao longo da mecha até à extremidade localizar quaisquer problemas com hardware e
quente através da acção capilar. Os condutores de software, bem como as respectivas soluções.

H
calor têm sido utilizados em computadores helper application aplicação auxiliar s. f.
portáteis com base em processadores Pentium, Aplicação destinada a ser iniciada por um browser
cujas exigências em termos de arrefecimento são da Web quando este transfere para o computador
elevadas, dispondo de pouco espaço para os um ficheiro que não é capaz de se processar a si
dissipadores de calor convencionais. Comparar com próprio. Exemplos de aplicações auxiliares são os
heat sink. leitores de som e de filme. Em geral, as aplicações
heat sink dissipador de calor s. m. Dispositivo que auxiliares têm de ser obtidas e instaladas pelos
absorve e dissipa o calor produzido por um utilizadores; não costumam vir incluídas com o
componente eléctrico, como um circuito integrado, browser. Muitos dos actuais browsers da Web já
para evitar o sobreaquecimento. Os dissipadores de não requerem aplicações auxiliares para os
calor são normalmente de metal, dispondo, formatos de ficheiro de multimédia mais comuns.
frequentemente, de alertas que ajudam a transferir Também designado por programa auxiliar.
o calor para a atmosfera. Comparar com heat pipe. Comparar com ActiveX controls, plug-in
help ajuda s. f. 1. Capacidade de muitas aplicações (definição 2).
para apresentar sugestões e instruções sobre a helper program programa auxiliar s. m. Ver helper
utilização das suas funcionalidades, quando application.
solicitadas pelo utilizador. O utilizador pode aceder Help key tecla Help s. f. É uma tecla que o utilizador
à ajuda, por exemplo, clicando num botão no ecrã, pode premir para solicitar ajuda. Ver também
escolhendo uma opção de menu ou premindo uma function key, help (definição 1).
tecla de função. Algumas funcionalidades de ajuda help screen ecrã de ajuda s. m. Ecrã informativo,
são sensíveis ao contexto, o que significa que o apresentado quando o utilizador solicita ajuda. Ver
utilizador recebe informações especificamente também help (definição 1).
sobre a tarefa ou comando que está a tentar hertz s. m. Abreviatura: Hz. Unidade de medida de
executar. Também designada por ajuda online. frequência; um ciclo (de um acontecimento
2. Em algumas aplicações (por exemplo, em periódico, como seja uma forma de onda) por
muitos programas FTP), é um comando que segundo. As frequências nos computadores e
apresenta uma explicação sobre outro comando dispositivos electrónicos são frequentemente
indicado a seguir. medidas em kilohertz (kHz ou 1000 Hz),
Help Ajuda s. f. Numa interface gráfica de megahertz (MHz ou 1000 kHz), gigahertz (GHz ou
utilizador, é um item da barra de menu que 1000 MHz) ou terahertz (THz ou 1000 GHz).
permite ao utilizador aceder à funcionalidade da hertz time velocidade em hertz s. f. Ver clock rate.

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heterogeneous environment

heterogeneous environment ambiente heterogéneo determinado ângulo – por exemplo, a parte


s. m. Ambiente informático, normalmente numa inferior da asa de um avião visualizada por cima.
organização, em que são utilizados hardware e Ver também CAD, hidden line.
software de dois ou mais fabricantes. Comparar hide ocultar v. Omitir a apresentação da janela
com homogeneous environment. activa de uma aplicação, estando ela aberta.
hex adj. Ver hexadecimal. As janelas ocultas voltam a ser apresentadas
hexadecimal hexadecimal adj. Relativo ao sistema através do envio do comando apropriado para o
numérico de base 16. O sistema hexadecimal sistema operativo.
utiliza os dígitos 0 a 9 e os caracteres A a F hierarchical computer network rede hierárquica
(maiúsculas ou minúsculas) para representar os de computadores s. f. 1. Rede em que um sistema
números decimais de 0 a 15. Um carácter anfitrião controla um determinado número de
hexadecimal equivale a 4 bits, sendo que 1 byte computadores mais pequenos, os quais podem, por
pode ser expresso por dois caracteres sua vez, agir como sistemas anfitriões para um
hexadecimais. Por exemplo, o binário 0101 0011 grupo de estações de trabalho. 2. Rede em que as
corresponde ao hexadecimal 53. Para evitar funções de controlo são organizadas de acordo
confusão com os números decimais, os números com uma hierarquia e em que as tarefas de
hexadecimais em programas ou documentação são processamento de dados podem ser distribuídas.
normalmente seguidos pela letra H ou precedidos hierarchical database base de dados hierárquica
pelo símbolo &, $ ou 0x. Assim, 10H = decimal 16; s. f. Base de dados em que os registos são
100H = decimal 162 = decimal 256. Também agrupados de tal forma que as suas relações
designado por hex. formam uma estrutura em árvore, com
HFS s. m. Ver Hierarchical File System. ramificações. Este tipo de estrutura de base de
HHOK Sigla de ha, ha, only kidding (estava só a dados é bastante apropriada à organização de
brincar). Indicação de humor ou jocosidade informação que se divide logicamente em níveis
frequentemente utilizada no correio electrónico sucessivos cada vez mais detalhados. Neste tipo de
ou na comunicação online. base de dados, a organização dos registos deve
hidden file ficheiro oculto s. m. Ficheiro que não reflectir os tipos de acesso mais comuns, ou mais
aparece na listagem normal dos ficheiros contidos críticos em termos de tempo.
num directório, para evitar que seja eliminado ou hierarchical database management system
modificado. Os ficheiros ocultos são sistema de gestão de base de dados hierárquico s. m.
frequentemente utilizados para armazenar código Sistema de gestão de base de dados que suporta
ou dados importantes para o sistema operativo. um modelo hierárquico. Sigla: HDBMS. Ver
hidden line linha oculta s. f. Em qualquer aplicação também hierarchical model.
que represente objectos sólidos tridimensionais Hierarchical Data Format HDF s. m. Formato de
(como um programa CAD), é uma linha de um ficheiro destinado ao armazenamento de múltiplos
desenho que está (ou deveria estar) oculta, se o tipos de dados gráficos e numéricos e à
objecto for uma construção sólida. O processo de transferência dos mesmos entre diferentes tipos de
remover estas linhas numa aplicação é designado computador, juntamente com uma biblioteca de
por eliminação de linhas ocultas. Ver também CAD, funções para gerir este tipo de ficheiro de uma
hidden surface. forma uniforme. Os ficheiros HDF são admitidos
hidden surface superfície oculta s. f. Superfície de nos tipos de computador mais comuns. Sigla: HDF.
um objecto sólido tridimensional, como os hierarchical file system sistema hierárquico de
representados num programa CAD, que não está ficheiros s. m. Sistema utilizado para organizar
visível quando o objecto é visualizado de um ficheiros num disco em directórios ou pastas, onde

160 © McGraw-Hill
high memory

poderão estar contidos outros directórios e dados através de linhas de telecomunicações


ficheiros. O principal directório do disco é de cobre, por oposição às linhas de fibra óptica.
designado por directório raiz e a cadeia de Sigla: HDSL. Também designado por linha de
directórios desde a raiz até um determinado ligação digital de elevada taxa de transferência
ficheiro é designada por caminho. Ver também de dados.
hierarchy, path (definições 2 e 3), root. Comparar high-capacity CD-ROM CD-ROM de alta
com flat file system. capacidade s. m. Ver digital video disc.
Hierarchical File System s. m. Sistema de ficheiros high-data-rate digital subscriber line linha de
estruturado em árvore, utilizado no Apple ligação digital de elevada taxa de transferência de
Macintosh, em que as pastas podem ser aninhadas dados s. f. Ver high-bit-rate digital subscriber line.
noutras pastas. Sigla: HFS. Ver também hierarchy, high-density disk disquete de alta densidade s. f.
path (definições 2 e 3), root. Comparar com flat file 1. Disquete de 3,5 polegadas que pode conter
system. 1,44 MB. Comparar com double-density disk.

H
hierarchical menu menu hierárquico s. m. Menu 2. Disquete de 5,25 polegadas que pode conter
que tem um ou mais submenus. Este tipo de 1,2 MB. Comparar com double-density disk.
disposição é hierárquica porque cada nível engloba high DOS memory memória alta do DOS s. f. Ver
o seguinte. high memory area.
hierarchical model modelo hierárquico s. m. high-end de topo de gama adj. Termo descritivo
Modelo utilizado na gestão de base de dados em para algo que utiliza a tecnologia mais recente para
que cada registo pode ser o “pai” de um ou mais optimizar o desempenho. Existe, normalmente,
registos “filho”, os quais podem ter ou não a uma correlação directa entre a tecnologia de topo
mesma estrutura que o pai; um registo não pode de gama e os preços mais elevados.
ter mais de um pai. Conceptualmente, portanto, high-level language linguagem de alto nível s. f.
um modelo hierárquico pode ser – e geralmente é Linguagem de computador que proporciona um
– considerado como uma árvore. Os registos nível de abstracção da linguagem máquina
individuais não estão necessariamente contidos no subjacente. Numa linguagem de elevado nível, as
mesmo ficheiro. Ver também tree. instruções utilizam, normalmente, palavras-chave
hierarchy hierarquia s. f. Tipo de organização que, semelhantes ao inglês e são traduzidas por mais de
tal como uma árvore, se ramifica em unidades uma instrução em linguagem máquina. Na prática,
mais específicas, cada qual “dependente” da todas as linguagens de computador acima da
unidade de nível imediatamente superior. As linguagem assembly são linguagens de elevado
hierarquias são características de vários aspectos nível. Comparar com assembly language.
da ciência informática, porque proporcionam highlight realçar v. Alterar o aspecto dos caracteres
estruturas organizacionais capazes de reflectir apresentados como forma de chamar a atenção
ligações lógicas ou relações entre registos, ficheiros para os mesmos, apresentando-os em vídeo
ou peças de equipamento individuais. Por exemplo, invertido ou com maior intensidade. O realce é
as hierarquias são utilizadas na organização de utilizado como forma de apontar para um item,
ficheiros relacionados contidos num disco, de como uma opção de menu ou uma secção de texto,
registos relacionados contidos numa base de dados sobre o qual se deve agir de alguma forma. Ver
e de dispositivos relacionados (interligados) dentro também reverse video.
de uma rede. Ver também hierarchical file system. high memory memória alta s. f. Localizações da
high-bit-rate digital subscriber line linha de memória endereçadas pelos números mais
ligação digital de elevada taxa de transferência de elevados. Ver também high memory area, UMA.
bits s. f. Protocolo para a transmissão digital de Comparar com low memory.

© McGraw-Hill 161
high memory area

high memory area área de memória alta s. f. 3. Obtenção de um documento a partir de um Web
Nos PC da IBM e compatíveis, designa a gama de site, como seja uma home page.
endereços de 64 KB imediatamente acima de 1 MB. HLS s. m. Sigla de hue-lightness-saturation
Através do ficheiro HIMEM.SYS, o MS-DOS (matiz-luminosidade-saturação). Ver HSB.
(versões 5.0 e mais recentes) pode mover partes de HMA s. f. Ver high memory area.
si mesmo para a área da memória alta, holy war guerra santa s. f. 1. Debate generalizado e
aumentando, assim, a quantidade de memória acrimonioso entre profissionais de informática
convencional disponível para as aplicações. Sigla: sobre um aspecto da sua área. 2. Discussão numa
HMA. Ver também conventional memory, mailing list, newsgroup ou outro fórum sobre um
expanded memory. tópico controverso, como o aborto ou a Irlanda do
high-order language linguagem de alto nível s. f. Norte. A introdução de uma guerra santa que nada
Ver high-level language. tem a ver com o tópico proposto pelo fórum é
High Performance Serial Bus (1394) s. m. considerada uma violação da netiqueta. Ver
Interface de bus série, tanto para PC como para também netiquette.
Macintosh, que pode suportar velocidades de home posição inicial s. f. Posição inicial, como o
transmissão de 100, 200 ou 400 Mbps e que canto superior esquerdo de um ecrã para
permite a ligação em série até 63 dispositivos, de caracteres, a extremidade esquerda de uma linha
uma forma ramificada. Os dispositivos ligados de texto, a célula A1 de uma folha de cálculo ou o
desta forma podem extrair energia directamente, topo de um documento.
através da interface. homebrew produto caseiro s. m. Hardware ou
high resolution alta resolução adj. Capacidade de software desenvolvido por um indivíduo ou por
reproduzir texto e gráficos com relativa clareza e uma empresa para utilização própria, sem
nitidez de detalhe. A alta resolução obtém-se qualquer objectivo de comercializar o produto,
através da utilização de um grande número de como é o caso do hardware que foi desenvolvido
pixels (em ecrãs) ou pontos (em impressoras), pelos amadores da electrónica quando os
para criar uma imagem numa determinada área. microcomputadores apareceram pela primeira vez,
Ver também resolution (definição 1). na década de 70.
high tech alta tecnologia s. f. 1. Ciências e home computer computador doméstico s. m.
engenharia de ponta que normalmente envolvem Computador pessoal concebido para ser utilizado
computadores e electrónica. 2. Inovação técnica em casa, com um preço a condizer.
especializada, sofisticada e, muitas vezes, home directory directório inicial s. m. Directório
complexa. associado a uma conta de utilizador no UNIX.
hi-res alta resolução adj. Ver high resolution. O directório inicial é o directório actual quando o
history histórico s. m. Lista de acções do utilizador utilizador inicia a sessão, sendo possível regressar
realizadas num determinado programa, como, por a esse directório através da introdução manual do
exemplo, os comandos introduzidos numa shell de comando cd (change directory), sem especificar o
sistema operativo, os menus passados através da caminho. Os ficheiros do utilizador são
utilização do Gopher ou as ligações seguidas num normalmente armazenados no directório inicial e
browser da Web. seus subordinados.
hit resultado s. m. 1. Obtenção de dados a partir de homegrown software software desenvolvido em
uma cache, em vez do disco rígido ou da RAM, que casa s. m. Software desenvolvido por um indivíduo
são mais lentos. Ver também cache. 2. Obtenção de em casa em vez de num ambiente profissional.
um registo que corresponde a uma consulta numa A maior parte dos programas de shareware ou do
base de dados. Ver também query (definição 1). domínio público é criada desta forma.

162 © McGraw-Hill
hot docking

Home key tecla Home s. f. Na maioria dos teclados, cadeia de caracteres, consistindo numa parte local
é a tecla cuja função repõe, normalmente, o cursor e num domínio, como se vê em compxyz.eng.com.
na posição inicial de uma aplicação. Ver também O nome do anfitrião é traduzido para um endereço
home. da Internet que costuma ter uma anotação
home page s. f. 1. Documento destinado a servir composta por pontos, como seja 123.12.4.27. Um
como ponto de partida num sistema de hipertexto, único computador pode ter vários nomes de
sobretudo na World Wide Web. 2. Página inicial de sistema anfitrião, também designados por nomes
um conjunto de páginas Web e outros ficheiros que alternativos.
fazem parte de um Web site. host not responding o sistema anfitrião não
home record registo inicial s. m. Ver header record. responde Mensagem de erro emitida por um
homogeneous environment ambiente homogéneo cliente da Internet, indicando que o computador ao
s. m. Ambiente informático, normalmente numa qual se enviou um pedido está a recusar a ligação
organização, em que apenas se utiliza hardware e ou não consegue responder.

H
software de um único fabricante. Comparar com host timed out o sistema anfitrião esgotou o tempo
heterogeneous environment. Condição de erro que ocorre quando um sistema
homogeneous network rede homogénea s. f. Rede remoto não responde dentro de um período de
em que todos os sistemas anfitriões são similares e tempo razoável (alguns minutos) durante um
em que se utiliza apenas um protocolo. intercâmbio de dados através de uma ligação TCP.
hop s. m. Em comunicações de dados, é um Esta condição pode significar que o sistema
segmento do caminho entre routers, numa rede remoto está bloqueado ou que foi desligado da
geograficamente dispersa. Um hop é comparável a rede. A fraseologia da mensagem de erro que o
um troço de um percurso que inclui várias utilizador vê pode ser ligeiramente diferente. Ver
paragens entre o ponto de partida e o ponto de também TCP. Comparar com host not responding.
chegada – a distância entre cada uma dessas host unreachable o sistema anfitrião está
paragens (routers) será um hop de comunicações. inacessível Condição de erro que ocorre quando o
horizontal market software software de mercado computador ao qual o utilizador pretende fazer a
horizontal s. m. Aplicações, como processadores de ligação, através de uma rede TCP/IP, não permite o
texto, que podem ser utilizadas em todas as áreas acesso através da sua rede local, por estar
de negócio, por oposição às aplicações concebidas desactivado ou desligado da rede. A fraseologia da
para um determinado ramo de actividade. mensagem de erro que o utilizador vê pode ser
horizontal scrolling deslocamento horizontal s. m. ligeiramente diferente. Ver também TCP/IP.
Movimento para a esquerda ou para a direita no HotBot s. m. Motor de pesquisa na Internet,
documento apresentado. Ver também scroll, scroll bar. desenvolvido pela Inktomi Corporation e pela
host sistema anfitrião s. m. Computador principal HotWired Inc. Utilizando o Slurp, um robô da Web,
num sistema de computadores ou terminais esta ferramenta, como outros motores de pesquisa,
ligados através de canais de comunicação. mantém uma base de dados de documentos que
host adapter placa do sistema anfitrião s. f. pode ser comparada com as palavras-chave
Dispositivo utilizado para ligar um periférico ao introduzidas pelo utilizador. O HotBot tem muitas
computador principal, normalmente sob a forma estações de trabalho em paralelo, para procurar e
de uma placa de expansão. Também designado por indexar as páginas da Web. Ver também spider.
controlador, placa de bus do sistema anfitrião. hot docking ancoragem a quente s. f. Processo de
host name nome do sistema anfitrião s. m. Nome ligação de um computador portátil a uma estação
único que identifica um computador numa rede. de ancoragem enquanto o computador está em
Na Internet, o nome do sistema anfitrião é uma funcionamento e de activação automática do

© McGraw-Hill 163
hot insertion

monitor e outras funções da estação de ancoragem. a localização exacta afectada pela acção do rato,
Ver também docking station, laptop. como quando se clica num botão.
hot insertion inserção a quente s. f. Inserção de um hot swapping s. m. Ver hot plugging.
dispositivo ou placa enquanto o sistema está housekeeping gestão interna s. f. Qualquer de
ligado. Muitos novos modelos de portáteis várias rotinas, como a actualização do relógio ou a
permitem a inserção a quente de placas PCMCIA. recolha do lixo, concebidas para manter numa
Os servidores de topo de gama também permitem ordem de funcionamento adequada o sistema,
a inserção a quente, para reduzir o tempo de o ambiente no qual se executam os programas ou
inactividade. as estruturas de dados contidas nos programas.
hot key1 tecla de atalho s. f. Toque de tecla ou de HPC s. m. Ver handheld PC.
combinação de teclas que muda o utilizador para .hqx Extensão de ficheiro referente a um ficheiro
outro programa, frequentemente um programa codificado em BinHex. Ver também BinHex1.
TSR ou a interface de utilizador do sistema HREF s. f. Forma abreviada de hypertext reference
operativo. Ver também TSR. (referência de hipertexto). Atributo de um
hot key2 utilizar uma tecla de atalho v. Mudar para documento HTML que define uma ligação para
outro programa premindo uma tecla de atalho. outro documento na Web. Ver também HTML.
hot link 1. ligação automática s. f. Ligação entre HSB s. m. Sigla de hue-saturation-brightness
dois programas que instrui o segundo programa a (matiz-saturação-brilho). Modelo de cores em que
efectuar alterações aos dados quando ocorrem o matiz é a própria cor quando colocada numa
alterações no primeiro programa. Por exemplo, um roda de cores, sendo que 0ø corresponde a
processador de texto pode actualizar um vermelho, 60ø a amarelo, 120ø a verde, 180ø a
documento com base nas informações obtidas de turquesa, 240ø a azul e 300ø a magenta; saturação
uma base de dados através de uma ligação é a percentagem do matiz especificada que se
automática. 2. hiperligação s. f. Ver hyperlink. inclui na cor; e brilho é a percentagem de branco
hotlist lista de ligações s. f. Lista de itens aos quais o incluído na cor. Também designado por HLS, HSV,
utilizador acede com frequência, tais como matiz. Ver também color model. Comparar com
algumas páginas Web num browser, e a partir da CMY, RGB.
qual pode fazer as suas selecções. HSV s. m. Sigla de hue-saturation-value
hot plugging instalação instantânea s. f. Característica (matiz-saturação-valor). Ver HSB.
que permite ligar equipamento a um dispositivo .htm Extensão de ficheiro do MS-DOS/Windows 3.x
activo, como seja um computador, enquanto este que identifica ficheiros HTML, vulgarmente
estiver ligado. utilizados como páginas Web. A extensão .html é
hot spare sobressalente activo s.m. Nos sistemas truncada, sendo composta apenas por três letras,
RAID (redundant array of independent disks), é porque o MS-DOS e o Windows 3.x não
uma unidade sobresselente do conjunto que está reconhecem extensões de ficheiro com mais de três
configurada como cópia de segurança onde os letras. Ver também HTML.
dados podem ser reconstruídos no caso de outro .html Extensão de ficheiro que identifica ficheiros
dispositivo falhar. As unidades sobresselentes HTML, vulgarmente utilizados como páginas Web.
activas são mantidas online e não requerem a Ver também HTML.
intervenção do operador para serem activadas. Ver HTML s. m. Sigla de Hypertext Markup Language.
também RAID. Linguagem de marcação utilizada para os
hot spot ponto activo s. m. Num ponteiro do rato, a documentos da World Wide Web. O HTML é uma
posição – por exemplo, a extremidade de uma seta aplicação do SGML que utiliza códigos para
ou a intersecção das linhas numa cruz – que marca marcar elementos, como texto e gráficos, num

164 © McGraw-Hill
hue

documento, com vista a indicar a forma como o segurança. Enquanto que a versão actual do HTTP
browser da Web deve apresentar esses elementos estabelece uma ligação sempre que se efectua um
ao utilizador e responder às acções do utilizador, pedido, o HTTP-NG vai estabelecer uma ligação
como por exemplo, à activação de uma ligação (que consiste em canais individuais para infor-
através de um toque de tecla ou de um clique com mações de controlo e dados) para uma sessão
o rato. Ver também .htm, .html, SGML, tag inteira entre um determinado cliente e um
(definição 2), Web browser. determinado servidor.
HTML document documento HTML s. m. HTTP server servidor HTTP s. m. 1. Software de
1. Documento de hipertexto codificado em HTML. servidor que utiliza o HTTP para apresentar
2. Ver Web page. documentos HTML e quaisquer ficheiros e scripts
HTML editor editor de HTML s. m. Programa de associados quando solicitados por um cliente,
software utilizado para criar e modificar como um browser da Web. A ligação entre o cliente
documentos HTML (páginas Web). A maioria dos e o servidor é normalmente quebrada após a

H
editores de HTML inclui um método para inserir apresentação do documento ou ficheiro solicitado.
códigos HTML sem que seja necessário introduzir Os servidores HTTP são utilizados nos Web sites e
cada código. Uma série de editores de HTML nos sites das intranets. Também designado por
também reformata automaticamente um servidor da Web. Ver também HTML, HTTP, server
documento com códigos HTML, com base em (definição 2). 2. Qualquer computador no qual se
códigos de formatação utilizados pelo programa de executa um programa de servidor HTTP.
processamento de texto no qual o documento foi HTTP status codes códigos de estado HTTP s. m.
criado. Ver também tag (definição 2), Web page. Códigos de três dígitos enviados por um servidor
HTML page página HTML s. f. Ver Web page. HTTP, que indicam os resultados de um pedido de
HTML tag código HTML s. m. Ver tag (definição 2). dados. Os códigos que começam por 1 respondem a
HTML validation service serviço de validação de pedidos que o cliente pode ainda não ter acabado de
HTML s. m. Serviço utilizado para confirmar que enviar; os que começam por 2 indicam pedidos
uma determinada página Web utiliza um código bem-sucedidos; os que começam por 3, indicam
HTML válido, de acordo com a norma mais uma acção adicional que o cliente tem de executar;
recente, e/ou que as suas hiperligações são válidas. os que começam por 4, respondem a pedidos que
Um serviço de validação de HTML pode detectar falharam devido a um erro no cliente; e os que
pequenos erros sintácticos na codificação em começam por 5, respondem a pedidos que falharam
HTML, bem como qualquer desvio das normas do devido a um erro no servidor. Ver também HTTP.
HTML. Ver também HTML. hub s. m. Numa rede, é um dispositivo que une
HTTP s. m. Sigla de Hypertext Transfer Protocol linhas de comunicação numa localização central,
(protocolo de transferência de hipertexto). proporcionando uma ligação comum a todos os
Protocolo cliente/servidor utilizado para aceder a dispositivos que fazem parte da rede. O termo é
informações na World Wide Web. Ver também URL. uma analogia com o cubo (hub) de uma roda. Ver
HTTP Next Generation s. m. Ver HTTP-NG. também switching hub.
HTTP-NG s. m. Sigla de Hypertext Transfer hue matiz s. m. No modelo de cores HSB, é uma das
Protocol Next Generation (protocolo de três características utilizadas para descrever uma
transferência de hipertexto da próxima geração). cor. O matiz é o atributo que mais facilmente
Norma em desenvolvimento pelo World Wide Web distingue uma cor das restantes. Depende da
Consortium (W3C) que visa optimizar o frequência de uma onda de luz no espectro visível.
desempenho e permitir a adição de funciona- Ver também color model, HSB. Comparar com
lidades, nomeadamente as relacionadas com a brightness, saturation.

© McGraw-Hill 165
human engineering

human engineering engenharia ergonómica s. f. hypermedia hipermédia s. m. Integração de


Concepção de máquinas e produtos associados, de qualquer combinação de texto, elementos gráficos,
modo a corresponder às necessidades dos seres som e vídeo num sistema de armazenamento e
humanos. Ver também ergonomics. obtenção de informação, basicamente associativo,
human-machine interface interface ser através do qual os utilizadores procuram informa-
humano-máquina s. f. Limite no qual as pessoas ção passando de um assunto para outro relacionado.
estabelecem contacto e utilizam máquinas. O hipermédia pretende proporcionar um ambiente
Quando aplicado aos programas e sistemas com paralelos relativamente ao pensamento
operativos, o termo é mais conhecido como humano – isto é, em que o utilizador pode fazer
interface de utilizador. associações entre tópicos, em vez de passar
hung pendurado adj. Ver hang. sequencialmente de um para outro, como numa lista
hybrid network rede híbrida s. f. Rede construída alfabética. Se a informação estiver basicamente em
com diferentes topologias, por exemplo, em anel e formato de texto, é considerada como hipertexto;
em estrela. Ver também bus network, ring network, se a informação incluir vídeo, música, animação ou
star network, Token-Ring network, topology. outros elementos, é considerada como hipermédia.
HyperCard s. m. Ferramenta de software destinada Ver também hypertext.
à gestão de informação, concebida para o Apple hyperspace hiperespaço s. m. Conjunto de todos os
Macintosh, e que implementa vários conceitos de documentos aos quais se pode aceder através das
hipertexto. Um documento HyperCard consiste hiperligações na World Wide Web. Comparar com
numa série de cartões empilhados. Cada cartão cyberspace (definição 2).
pode conter texto, imagens gráficas, som, botões HyperTalk s. m. Linguagem de programação
que permitem mudar de cartão e outros controlos. utilizada para manipular as pilhas de HyperCard.
É possível codificar programas e rotinas como Ver também HyperCard.
scripts numa linguagem orientada para objectos hypertext hipertexto s. m. Texto interligado numa
chamada HyperTalk ou desenvolvê-los como teia complexa e não-sequencial de associações, na
recursos de código externos (XCMD e XFCN). Ver qual o utilizador pode navegar através de tópicos
também hypertext, object-oriented programming, relacionados. Os documentos de hipertexto
XCMD, XFCN. apresentados por um computador tentam
hyperlink hiperligação s. f. Ligação entre um expressar a estrutura não-linear das ideias, por
elemento de um determinado documento de oposição ao formato linear dos livros, dos filmes e
hipertexto, como uma palavra, expressão, símbolo da oralidade. Ver também HyperCard, hypermedia.
ou imagem, e outro elemento do mesmo hypertext link ligação de hipertexto s. f. Ver hyperlink.
documento, doutro documento de hipertexto, de Hypertext Markup Language HTML s. m. Ver HTML.
um ficheiro ou de um script. O utilizador activa a Hypertext Transfer Protocol HTTP s. m. Ver HTTP.
ligação clicando no elemento ligado, o qual se Hypertext Transfer Protocol Next Generation
apresenta normalmente sublinhado ou numa cor HTTP-NG s. m. Ver HTTP-NG.
diferente. As hiperligações são indicadas num hyphen hífen s. m. Sinal de pontuação (-) utilizado
documento de hipertexto através de códigos em para quebrar uma palavra entre sílabas no fim de
linguagens de marcação, como o SGML e o HTML. uma linha ou para separar as partes de uma
Estes códigos não estão normalmente visíveis para palavra composta. Os programas de
o utilizador. Também designada por ligação processamento de texto com capacidades
automática, ligação de hipertexto. Ver também sofisticadas de hifenização reconhecem vários
anchor (definição 2), HTML, hypermedia, tipos de hífenes. Os hífenes normais, também
hypertext, URL. designados por hífenes obrigatórios, fazem parte

166 © McGraw-Hill
Hz

da ortografia de uma palavra e estão sempre HYTELNET s. m. Índice de recursos da Internet


visíveis, como em “auto-estrada”. Os hífenes baseado em menus, a que se pode aceder através
opcionais, também designados por discricionários, da telnet, incluindo catálogos de biblioteca, bases
aparecem apenas quando uma palavra é quebrada de dados e bibliografias, BBS e serviços de
entre sílabas no final de uma linha; são normal- informação em rede. O HYTELNET pode
mente fornecidos pelo próprio programa de funcionar através de um programa cliente num
processamento de texto. Os hífenes inseparáveis computador ligado à Internet ou através da World
estão sempre visíveis, tal como os hífenes normais, Wide Web. Ver também telnet1.
mas não permitem a quebra de linha. Hz s. m. Abreviatura de hertz.

© McGraw-Hill 167
I
I2O s. f. Forma abreviada de Intelligent Input/ alguns anos, o IBM PC foi a primeira norma de
/Output (entrada/saída inteligente). Especificação facto na indústria informática de PC, sendo que os
relativa à arquitectura do controlador de seus clones (computadores individuais conformes
dispositivo de entrada/saída que é independente à especificação da IBM) são referidos como
tanto do dispositivo a ser controlado como do compatíveis com PC. Ver também PC-compatible,
sistema operativo anfitrião. Ver também driver, Wintel.
input/output device. IBM PC-compatible compatível com IBM PC adj.
i486DX s. m. Microprocessador Intel introduzido Ver PC-compatible.
em 1989. Além das funcionalidades do 80386 IBM PC/XT s. m. Classe de computadores pessoais
(registos de 32 bits, bus de dados de 32 bits e lançada pela IBM em 1983. O XT, forma abreviada
endereçamento de 32 bits), o i486DX dispõe de um de eXtended Technology, permitia aos utilizadores
controlador de cache e um coprocessador de adicionar às suas máquinas uma gama mais vasta
vírgula flutuante incorporados, capacidade para de periféricos do que ao IBM PC original.
multiprocessamento e um esquema de execução Equipado com uma unidade de disco rígido de
em cadeia, o que acelera o tempo de execução. 10 MB e uma ou duas unidades de disquete de
Também designado por 486, 80486. 5,25 polegadas, o PC/XT era expansível até 256 KB
I-beam cursor em I s. m. Cursor do rato utilizado de RAM na placa principal, sendo fornecido com o
por várias aplicações, como processadores de texto, MS-DOS 2.1, que suportava directórios e
no modo de edição de texto. O cursor tem forma de subdirectórios. A popularidade deste computador
traço na vertical, de onde o seu nome “em I”, indica contribuiu para a produção de clones (cópias da
as secções do documento onde é possível inserir, sua concepção por muitos fabricantes). Também
eliminar, alterar ou mover texto. Também designado por XT. Ver também IBM AT, IBM PC.
designado por ponteiro em I. Ver também cursor IC s. m. Ver integrated circuit.
(definição 3), mouse. ICE s. f. Ver Intelligent Concept Extraction.
I-beam pointer ponteiro em I s. m. Ver I-beam. ICM s. f. Ver image color matching.
IBM AT s. m. Classe de computadores pessoais, icon ícone s. m. Pequena imagem apresentada no
introduzidos em 1984, em conformidade com a ecrã para representar um objecto que pode ser
especificação PC/AT (Advanced Technology) da manipulado pelo utilizador. Mnemónica visual que
IBM. O primeiro AT baseava-se no processador permite ao utilizador controlar determinadas
Intel 80286, ultrapassando drasticamente o seu acções de computador sem ter de se lembrar de
antecessor, o XT, em termos de velocidade. Ver comandos ou de os introduzir com o teclado, os
também 80286. ícones constituem um factor significativo que
IBM PC s. m. Forma abreviada de IBM Personal contribui para o carácter “amigo do utilizador” das
Computer. Categoria de computadores pessoais, interfaces gráficas do utilizador. Ver também
introduzidos em 1981, em conformidade com a graphical user interface, user-friendly.
especificação PC da IBM. O primeiro PC iconic interface interface baseada em ícones s. f.
baseava-se no processador Intel 8088. Durante Interface de utilizador baseada em ícones em vez

168 © McGraw-Hill
image

de por introdução manual de comandos. Ver de conversão de sinais digitais em sinais


também graphical user interface, icon. analógicos. Criada para redes pessoais pela Apple
icon parade parada de ícones s. f. Sequência de Computer e mais tarde desenvolvida pelo grupo de
ícones que aparece durante o arranque de um trabalho da IEEE 1394, é considerada uma
computador Macintosh. interface de baixo custo para dispositivos como as
IDE s. f. Sigla de Integrated Drive Electronics câmaras digitais, camcorders e dispositivos de
(electrónica de unidade integrada). Tipo de multimédia e é vista como um meio de integração
interface de unidade de disco em que a electrónica de computadores pessoais com equipamento
do controlador reside na unidade em si, electrónico doméstico. Ver também analog data,
eliminando a necessidade de uma placa de IEEE.
adaptador individual. A interface IDE é compatível IFC s. f. Ver Internet Foundation Classes.
com o controlador utilizado pela IBM no .iff Extensão de ficheiro que identifica os ficheiros
computador PC/AT, mas oferece vantagens, como no formato IFF. Ver também IFF.
por exemplo, a utilização da cache por antecipação. IFF s. m. Sigla de Interchange File Format (formato
identifier identificador s. m. Qualquer cadeia de de intercâmbio de ficheiros). O IFF era mais
texto utilizada como etiqueta, como o nome que se
atribui a um disco rígido ou a uma disquete.
utilizado na plataforma Amiga, onde incluía
praticamente todo o tipo de dados. Noutras
I
Comparar com descriptor. plataformas, o IFF é mais utilizado para armazenar
idle inactivo adj. 1. Operacional, mas sem estar em ficheiros de imagem e de som.
utilização. 2. A aguardar a introdução de um illegal ilegal adj. Não permitido ou conducente a
comando. resultados inválidos. Por exemplo, um carácter
IDSL s. f. Sigla de Internet digital subscriber line ilegal num processador de texto seria um carácter
(linha de ligação digital da Internet). Serviço de que o programa não pudesse reconhecer; uma
comunicações digitais de alta velocidade que operação ilegal pode ser uma operação impossível
providencia o acesso à Internet a 1,1 Mbps, através para um programa ou sistema devido a
de linhas telefónicas normais. A IDSL utiliza uma impedimentos incorporados. Comparar com
mistura das tecnologias RDIS e de linha de ligação invalid.
digital. Ver também digital subscriber line, ISDN. illuminance iluminância, densidade do fluxo
IEEE s. m. Sigla de Institute of Electrical and luminoso s. f. 1. Quantidade de luz que recai ou
Electronics Engineers (Instituto norte-americano ilumina uma área de superfície. 2. Medida de
de Engenharia Eléctrica e Electrónica). iluminação (como, por exemplo, watts por metro
Organização de profissionais das áreas da quadrado) utilizada relativamente a dispositivos
engenharia e da electrónica, conhecida pelo como televisores e monitores de computador.
desenvolvimento de normas relativas ao hardware Comparar com luminance.
e software. .image Extensão de ficheiro referente a um
IEEE 1394 s. f. Norma de entrada/saída para Macintosh Disk Image, um tipo de armazenamento
barramento de série de alta velocidade não frequentemente utilizado nos sites de transferência
proprietária. A IEEE 1394 proporciona um meio de de software FTP da Apple.
ligação entre dispositivos digitais, incluindo image imagem s. f. 1. Descrição armazenada de
computadores pessoais e electrónica de consumo. uma figura gráfica, sob a forma de um conjunto de
É independente da plataforma, expansível e flexível valores de brilho e de cor de pixels ou sob a forma
no suporte a ligações ponto-a-ponto (ligações de um conjunto de instruções para reproduzir a
dispositivo-a-dispositivo). A IEEE 1394 preserva a imagem. Ver também bit map. 2. Duplicado, cópia
integridade dos dados, eliminando a necessidade ou representação, parcial ou total, de um disco

© McGraw-Hill 169
image color matching

rígido ou disquete, de uma secção da memória ou combinação de vários desenhos ou fotografias,


da unidade de disco rígido, de um ficheiro, de um como mapa para os recursos localizados num
programa ou de dados. Por exemplo, um disco determinado Web site. Os mapas de imagem são
RAM pode conter uma imagem parcial ou total de criados com scripts CGI. Também designado por
um disco na memória principal; um programa de mapas clicáveis. Ver também CGI script, hyperlink,
RAM virtual pode criar uma imagem de uma parte Web page.
da memória principal do computador no disco. Ver image processing processamento de imagens s. m.
também RAM disk. Análise, manipulação, armazenamento e
image color matching correspondência de cores da apresentação de imagens gráficas, cujas origens
imagem s. f. Processo de correcção da saída de podem ser fotografias, desenhos e vídeo. O
imagens, de modo a originar uma correspondência processamento de imagens pode incluir a captura
entre as cores que foram digitalizadas ou de imagens, a digitalização, o aperfeiçoamento de
introduzidas. Sigla: ICM. imagens e a compressão de dados. Ver também
image compression compressão de imagens s. f. image enhancement, video digitizer.
Utilização de uma técnica de compressão de dados imaging tratamento de imagens s. m. Os processos
numa imagem gráfica. Os ficheiros gráficos não envolvidos na captura, armazenamento,
comprimidos tendem a utilizar enormes apresentação e impressão de imagens gráficas.
quantidades de armazenamento, de modo que a IMAP4 s. m. Sigla de Internet Message Access
compressão de imagens é útil para poupar espaço. Protocol 4 (protocolo 4 de acesso a mensagens da
Ver também compressed file, data compression, Internet). A mais recente versão do IMAP, um
video compression. método que permite ao programa de correio
image editing edição de imagens s. f. Processo de electrónico obter o acesso a mensagens de correio
alteração ou modificação de uma imagem de mapa electrónico e de BBS armazenadas num servidor
de bits, normalmente com um editor de imagens. de correio. Ao contrário do POP, o IMAP permite ao
image editor editor de imagens s. m. Programa que utilizador obter mensagens de mais de um
permite aos utilizadores modificar o aspecto de computador, de uma forma eficaz. Ver também
uma imagem de mapa de bits, como uma foto POP3, Post Office Protocol.
digitalizada, utilizando filtros e outras funções. IMHO Sigla de in my humble opinion (na minha
A criação de novas imagens é normalmente levada humilde opinião). Utilizado no correio electrónico
a cabo num programa de desenho. Ver também e nos fóruns online, assinala uma afirmação que o
bitmapped graphics, filter (definição 4), paint autor pretende apresentar como opinião pessoal
program. em vez de um facto.
image enhancement aperfeiçoamento de imagens immediate access acesso imediato s. m. Ver direct
s. m. Processo que permite aperfeiçoar a qualidade access, random access.
de uma imagem gráfica automaticamente, por immediate printing impressão imediata s. f.
acção do software, ou manualmente, por acção do Processo em que o texto e os comandos de
utilizador através de um programa de desenho. Ver impressão são directamente enviados para a
também anti-aliasing, image processing. impressora, sem que fiquem armazenados como
image map mapa de imagens s. m. Imagem que ficheiro de impressão e sem a utilização de um
contém mais de uma hiperligação numa página procedimento intermédio de composição
Web. Se o utilizador clicar nas várias partes da de página ou de um ficheiro com comandos
imagem, liga-se a outros recursos, a outra parte da de configuração da impressora.
página Web, a outra página ou a outro ficheiro. IMO Sigla de in my opinion (na minha opinião).
Normalmente, é utilizado um mapa de imagens, Expressão abreviada utilizada muitas vezes no
que pode ser uma fotografia, um desenho ou uma correio electrónico, nos newsgroups e nos debates

170 © McGraw-Hill
Industry Standard Architecture

da Internet para indicar o reconhecimento do indent1 avanço s. m. 1. Deslocação da extremidade


autor de que uma determinada afirmação que ele esquerda ou direita de um bloco de texto em
tenha feito não constitui necessariamente um relação à margem ou a outros blocos de texto.
facto. 2. Deslocação do início da primeira linha de um
impact printer impressora de percussão s. f. parágrafo relativamente às restantes linhas do
Impressora, por exemplo, uma impressora mesmo parágrafo. Comparar com hanging indent.
matricial de agulhas, que acciona mecanicamente indent2 avançar v. Deslocar a extremidade
uma fita de tinta contra o papel para formar esquerda ou direita de um item de texto, como um
marcas. Ver também dot-matrix printer. Comparar bloco ou uma linha, em relação à margem ou a
com nonimpact printer. outro item de texto.
import importar v. Trazer informações de um independent content provider fornecedor de
sistema ou programa para outro. O sistema ou conteúdo independente s. m. Empresa ou
programa que recebe os dados tem de suportar, de organização que fornece informações a um serviço
alguma forma, o formato ou a estrutura interna de informação online, que faz a revenda aos seus
dos dados. As convenções como os formatos TIFF e clientes. Ver também online information service.
PICT (para ficheiros gráficos) facilitam a
importação. Ver também PICT, TIFF. Comparar com
independent software vendor fornecedor de
software independente s. m. Entidade independente
I
export. na área de desenvolvimento de software; indivíduo
inactive window janela inactiva s. f. Num ambiente ou organização que cria software de computador
capaz de apresentar múltiplas janelas no ecrã, como entidade independente. Sigla: ISV.
qualquer janela que não a actualmente em index1 índice s. m. Listagem de palavras-chave e
utilização. Uma janela inactiva pode estar parcial dados associados que apontam para a localização
ou totalmente oculta por trás de outra, de informações mais abrangentes, como ficheiros
permanecendo inactiva até ser seleccionada pelo ou registos num disco ou chaves de registo numa
utilizador. Comparar com active window. base de dados.
in-betweening s. m. Ver tween. index2 indexar v. 1. No armazenamento e obtenção
Inbox pasta ‘A receber’ s. f. Em várias aplicações de de dados, significa criar e utilizar uma lista ou
correio electrónico, é a caixa de correio onde o tabela contendo informações de referência a
programa armazena, por predefinição, apontar para dados armazenados. 2. Numa base de
as mensagens que chegam. Ver também e-mail1, dados, significa localizar dados através da
mailbox. Comparar com Outbox. utilização de chaves, como palavras ou nomes
incident light luz incidente s. f. Em programação de campos. 3. No armazenamento de ficheiros
gráfica, é a luz que recai sobre uma superfície. Ver indexados, significa localizar ficheiros
também illuminance. armazenados em disco utilizando um índice de
inclusive OR OR inclusivo s. m. Ver OR. localizações de ficheiros (endereços).
increment1 incremento s. m. Grandeza de escala ou indexed search procura indexada s. f. Procura de
grandeza unitária através da qual se aumenta o um item de dados que utiliza um índice, para
valor de um objecto, como, por exemplo, um reduzir o tempo da pesquisa. Ver também index1.
número. Comparar com decrement1. indicator indicador s. m. Mostrador ou luz que
increment2 incrementar v. Aumentar um número apresenta informações sobre o estado de um
numa determinada quantidade. Por exemplo, se dispositivo, como é o caso da luz associada a uma
um item tem o valor 10 e for sucessivamente unidade de disco, que acende sempre que ocorre
incrementado de 2, assumirá os valores 12, 14, 16, uma tentativa de acesso ao disco.
18 e por aí adiante. Comparar com decrement2. Industry Standard Architecture ISA s. f. Ver ISA.

© McGraw-Hill 171
INET

INET s. f. Forma abreviada de Internet. Ver Internet. distribuição de informação numa organização.
.inf Extensão referente a ficheiros de informação 2. Tipo de sistema informático especializado,
sobre dispositivos ou que contêm scripts utilizados dedicado às funções de obtenção de informações e
para controlar operações de hardware. de apoio à tomada de decisões. As informações
infection infecção s. f. Presença de um vírus ou neste tipo de sistema são normalmente só de
cavalo de Tróia num sistema de computador. Ver leitura e consistem em dados extraídos ou
também Trojan horse, virus, worm. transferidos de outros sistemas de produção.
inference engine motor de inferência s. m. A parte information explosion explosão de informação s. f.
de processamento de um sistema pericial. Faz a 1. O actual período da história humana, em que a
correspondência entre as propostas introduzidas e posse e a disseminação de informação suplantou a
os factos e regras contidos numa base de mecanização ou a industrialização como força
conhecimentos e, em seguida, extrai uma motriz da sociedade. 2. Rápido crescimento em
conclusão, sobre a qual age o sistema pericial. Ver termos da informação realmente disponível.
também expert system. Também designada por revolução da informação.
inflow s. m. No processo de data warehousing, é o Information Highway ou information highway
estádio durante o qual os dados são recolhidos e auto-estrada da informação s. f. Ver Information
depois preparados para transmissão para a data Superhighway.
warehouse. Antes de os dados serem transmitidos information kiosk quiosque de informação s. m.
para a warehouse, são realizadas verificações de Ver kiosk.
uniformidade para garantir as versões correctas e information management gestão da informação
que as informações estão de acordo com os s. f. Processo de definição, avaliação, salvaguarda e
construtores respectivos. Os dados que são distribuição de dados numa organização ou
capturados para o inflow podem vir de origens sistema.
internas (empresariais ou organizacionais) ou de information packet pacote de informações s. m.
externas (Internet ou correio electrónico). Ver Ver packet (definição 1).
também data warehouse, downflow, metaflow, information processing processamento de
upflow. informação s. m. Aquisição, armazenamento,
infobahn s. f. A Internet. A palavra é uma mistura manipulação e apresentação de dados, sobretudo
dos termos informação e Autobahn (uma por meios electrónicos.
auto-estrada alemã, famosa pelas altas velocidades information resource management gestão dos
a que os condutores estão autorizados a viajar). recursos de informação s. f. Processo de gestão dos
Também designada por auto-estrada da recursos, com vista à recolha, armazenamento e
informação, a Net. manipulação dos dados numa organização ou
information informação s. f. Significado dos dados sistema.
tal como se pretende que as pessoas os information retrieval obtenção de informação s. f.
interpretem. Os dados consistem em factos, que se Processo de localização, organização e apresentação
tornam informações quando examinados no de informação, sobretudo por meios electrónicos.
devido contexto, transmitindo um significado às information revolution revolução da informação
pessoas. Os computadores processam dados sem s. f. Ver information explosion.
qualquer entendimento daquilo que eles information science ciência da informação s. f.
representam. Estudo da forma como se realiza a recolha,
information center centro de informação s. m. organização, gestão e transmissão da informação.
1. Grande centro informático e respectivos Information Services Serviços de Informação s. m.
escritórios; o hub de uma instalação de gestão e Designação formal do departamento de

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initialize

processamento de dados de uma empresa. Sigla: IS. As portas de infravermelhos utilizam-se em alguns
Também designado por Processamento de Dados, portáteis, computadores de bolso e impressoras.
Processamento de Informação, Sistemas de Ver também FIR port, infrared, input/output port.
Informação, Tecnologias de Informação, Serviços .ini No DOS e no Windows 3.x, é a extensão de
de Informação de Gestão, Sistemas de Informação ficheiro que identifica um ficheiro de inicialização,
de Gestão. o qual contém as preferências do utilizador e as
Information Superhighway auto-estrada da informações de arranque sobre uma determinada
informação s. f. A Internet existente e respectiva aplicação. Ver também ini file.
infra-estrutura geral, incluindo redes privadas, ini file ficheiro ini s. m. Forma abreviada de
serviços online e por aí adiante. Ver também initialization file (ficheiro de inicialização).
National Information Infrastructure. Ficheiro de texto que contém informações sobre a
Information Systems Sistemas de Informação s. m. configuração inicial do Windows, das aplicações
Ver Information Services. para Windows e das aplicações para MS-DOS,
Information Technology Tecnologias de como, por exemplo, as predefinições relativas aos
Informação s. f. Ver Information Services. tipos de letra, às margens e ao espaçamento entre
information warehouse warehouse de informação
s. m. Ver data warehouse1.
as linhas. São necessários dois ficheiros ini,
o win.ini e o system.ini, para executar o sistema
I
information warfare guerra de informação s. f. operativo Windows na versão 3.1. Nas versões
Ataques às operações informáticas de que depende posteriores do Windows e do Windows NT,
a economia ou a segurança do inimigo. Alguns os ficheiros ini são substituídos por uma base de
eventuais exemplos de guerra de informação dados chamada Registo. Para além do Windows,
incluem o bloqueio dos sistemas de controlo do outras aplicações criam também os seus ficheiros
tráfego aéreo ou a danificação maciça dos registos ini. Dado que são compostos apenas por texto, os
da Bolsa. ficheiros ini podem ser editados em qualquer
Infoseek s. m. Motor de pesquisa na Web criado editor ou processador de texto para alterar as
pela Infoseek Corporation. O Infoseek fornece informações sobre a aplicação ou as preferências
resultados de texto completo e listas classificadas do utilizador. Todos os ficheiros de inicialização
de sites relacionados. O Infoseek Ultraseek permite têm a extensão .ini. Ver também configuration,
aos utilizadores procurar e visualizar páginas Web, configuration file, Registry, system.ini, win.ini.
newsgroups da Usenet, sites de FTP e Gopher. INIT s. m. Nos computadores Macintosh mais
infrared de infravermelhos adj. Que tem uma antigos, é uma extensão de sistema que é carregada
frequência no espectro electromagnético no nível na memória no momento do arranque. Ver também
imediatamente inferior ao da luz vermelha. extension (definição 3). Comparar com cdev.
Os objectos irradiam infravermelhos em initialization file ficheiro de inicialização s. m. Ver
proporção com as respectivas temperaturas. ini file.
Sigla: IR. initialization string cadeia de inicialização s. f.
infrared port porta de infravermelhos s. f. Porta Sequência de comandos enviada para um
óptica num computador que serve de interface dispositivo, sobretudo um modem, para o
para um dispositivo capaz de utilizar configurar e preparar para ser utilizado. No caso de
infravermelhos. A comunicação é concretizada sem um modem, a cadeia de inicialização consiste
qualquer ligação física através de cabos. numa cadeia de caracteres.
Actualmente, para que a comunicação ocorra, os initialize inicializar v. 1. Preparar um meio de
dispositivos têm de estar apenas a um metro de armazenamento, como um disco ou fita, para ser
distância e as portas alinhadas uma com a outra. utilizado. Esta preparação pode implicar um teste à

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initial program load

superfície do meio, a gravação de informações de de evitarem a necessidade de operações de


arranque e a configuração do índice do sistema de abertura de ficheiros individuais, os gráficos
ficheiros em meios de armazenamento. 2. Iniciar incorporados podem acelerar o acesso e o
um computador. Ver também cold boot, startup. carregamento de um documento HTML. Também
initial program load carregamento inicial do designado por imagem incorporada.
programa s. m. Processo de cópia de um sistema inline image imagem incorporada s. f. Imagem que
operativo para a memória quando o sistema é está incorporada no texto de um documento.
iniciado. Sigla: IPL. Ver também boot2, startup. As imagens incorporadas são comuns nas páginas
initiator iniciador s. m. Dispositivo numa ligação Web. Ver também inline graphics.
SCSI que emite comandos. O dispositivo que inoculate inocular v. Proteger um programa contra
recebe os comandos é o alvo. Ver também SCSI, a infecção de vírus registando as informações
target. características desse programa. Por exemplo, as
ink cartridge cartucho de tinta s. m. Módulo somas de verificação, no código, podem ser
descartável que contém tinta e que é normalmente novamente processadas e comparadas com as
utilizado numa impressora a jacto de tinta. Ver somas de verificação originais, armazenadas
também ink-jet printer. sempre que o programa é executado; se uma delas
ink-jet printer impressora a jacto de tinta s. f. estiver alterada, o ficheiro do programa está
Impressora sem percussão em que a tinta líquida, danificado e pode estar infectado. Ver também
através da vibração ou do aquecimento, produz checksum, virus.
uma neblina, sendo pulverizada através de input1 entrada s. f, dados s. m, introdução s. f.
pequenos orifícios situados na cabeça de Informações introduzidas num computador ou
impressão para formar caracteres ou gráficos no programa para processamento, a partir de um
papel. As impressoras a jacto de tinta são teclado ou de um ficheiro armazenado numa
concorrentes de algumas impressoras a laser a unidade de disco.
nível do preço e da qualidade de impressão, ainda input2 introduzir v. Inserir informações num
que não em termos de velocidade. No entanto, a computador para processamento.
tinta, altamente solúvel, produz uma saída menos input channel canal de entrada s. m. Ver input/
nítida em alguns papéis, ficando manchada /output channel.
quando se lhe toca pouco tempo depois da input device dispositivo de entrada s. m.
impressão. Ver também nonimpact printer, print Dispositivo periférico cuja finalidade consiste em
head. permitir ao utilizador o fornecimento de dados a
inline incorporado adj. Em código HTML, refere-se um sistema de computador. Exemplos de
aos gráficos apresentados em conjunto com texto dispositivos de entrada são os teclados, ratos,
formatado em HTML. As imagens incorporadas joysticks e estiletes. Ver também peripheral.
colocadas na linha do texto HTML utilizam o input driver controlador de entrada s. m. Ver device
código <IMG>. O texto numa imagem driver.
incorporada pode ser alinhado com a parte input/output entrada/saída s. f. Tarefas
superior, inferior ou central de uma imagem complementares de recolha de dados, para um
específica. computador ou programa processar, e de
inline graphics gráficos incorporados s. m. disponibilização dos resultados das actividades do
Ficheiros gráficos que são incorporados num computador ao utilizador ou a outros processos.
documento HTML ou numa página Web e que Os dados são geralmente recolhidos através de
podem ser visualizados por um browser da Web ou dispositivos de entrada, como o teclado e o rato,
outro programa que reconheça HTML. Pelo facto bem como ficheiros de disco. A saída é

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insert mode

normalmente disponibilizada ao utilizador através o dispositivo. As portas também podem estar


do monitor e da impressora ou ao computador exclusivamente dedicadas a entradas ou a saídas.
através de ficheiros de disco ou de portas de Também designada por porta de E/S.
comunicação. Sigla: E/S. input/output processor processador de entrada/
input/output bus bus de entrada/saída s. m. /saída s. m. Hardware concebido para gerir
Caminho de hardware utilizado no interior de um operações de entrada e de saída, para aliviar o
computador para transferir informações a partir trabalho na unidade de processamento principal.
do processador e vários dispositivos de entrada e Por exemplo, um processador de sinais digitais
saída ou para eles. Ver também bus. pode realizar as complicadas e morosas operações
input/output channel canal de entrada/saída s. m. de análise e síntese de padrões de som, sem
Caminho de hardware da CPU para o bus de sobrecarregar a CPU. Também designado por
entrada/saída. Ver também bus. processador de E/S. Ver também front-end
input/output controller controlador de entrada/ processor (definição 1).
/saída s. m. Circuitos que controlam as operações e input port porta de entrada s. f. Ver input/output
que realizam as tarefas relacionadas com a port.
recepção de entradas e a transferência de saídas
num dispositivo ou porta de entrada ou de saída.
insertion point ponto de inserção s. m. Barra
vertical intermitente no ecrã, como nas interfaces
I
Proporciona ao processador um meio de gráficas de utilizador, que assinala a localização
comunicação uniforme (interface de entrada/ onde deve aparecer o texto que se insere. Ver
/saída) com o dispositivo, libertando o processador também cursor (definição 1).
para a realização de outro trabalho. Também insertion sort ordenação por inserção s. f.
designado por controlador de dispositivo, Algoritmo de ordenação de listas que começa por
controlador de E/S. uma lista com um único item e que vai
input/output device dispositivo de entrada/saída construindo uma lista ordenada cada vez maior,
s. m. Peça de hardware que pode ser utilizada tanto através da inserção dos itens a serem ordenados,
para fornecer dados ao computador como para um de cada vez, nas posições correctas da lista.
receber dados do mesmo. Uma unidade de disco é As ordenações por inserção são apropriadas para
um exemplo de dispositivo de entrada/saída. ordenar listas ligadas. Ver também sort algorithm.
A maioria dos dispositivos requer a instalação de Comparar com bubble sort, quicksort.
controladores para permitir que o computador Insert key tecla Insert s. f. No teclado, é a tecla cuja
comunique com o dispositivo. Também designado função habitual consiste em alternar a definição de
por dispositivo de E/S. Ver também device driver. edição de um programa entre o modo de inserção
input/output interface interface de entrada/saída e o modo de substituição. Esta tecla pode realizar
s. f. Ver input/output controller. diferentes funções em diferentes aplicações.
input/output port porta de entrada/saída s. f. Também designada por tecla Ins.
Canal através do qual os dados são transferidos insert mode modo de inserção s. m. Modo de
entre um dispositivo de entrada ou saída e o operação em que um carácter digitado num
processador. A porta serve como um ou mais documento ou numa linha de comandos afasta os
endereços de memória que a CPU pode utilizar caracteres que se seguem à direita, no ecrã, em vez
para enviar ou receber dados. Hardware de os substituir. O modo de inserção é o oposto do
especializado, como uma placa de circuito modo de substituição. Em muitos programas, um
impresso suplementar, coloca os dados do toque na tecla Insert permite ao utilizador mudar
dispositivo nos endereços da memória e envia de um modo para o outro. Comparar com overwrite
os dados a partir dos endereços da memória para mode.

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Ins key

Ins key tecla Ins s. f. Ver Insert key. integer inteiro s. m. 1. Número inteiro, positivo ou
install instalar v. 1. Colocar no devido lugar e negativo, como, por exemplo, 37, -50 ou 764. 2. Tipo
preparar para o modo operacional. Os sistemas de dados que representa números inteiros. Dado
operativos e as aplicações incluem, normalmente, que os cálculos que envolvem inteiros podem ser
um programa de instalação em disco que executa realizados muito mais depressa do que outros
a maior parte do trabalho, como a verificação dos cálculos, os inteiros são amplamente utilizados na
dispositivos ligados ao sistema e a configuração do programação para fins de contagem e numeração.
programa que os utiliza, tendo o utilizador de Também designado por número inteiro.
seleccionar algumas opções, criando uma integral modem modem integrado s. m. Modem
localização para o programa no disco rígido e que está incorporado na arquitectura do
modificando os ficheiros de arranque do sistema, computador, por oposição a um modem interno,
conforme necessário. 2. Transferir uma das cópias que é instalado numa placa de expansão que pode
permitidas de um programa para um disco, ser removida. Ver também external modem,
a partir de um disco de programa protegido contra internal modem, modem.
cópias. É necessário um procedimento especial, integral number número inteiro s. m. Ver integer
visto que o método normal de cópia do programa (definição 2).
foi desactivado. integrated circuit circuito integrado s. m.
installable device driver controlador de dispositivo Dispositivo que consiste numa série de elementos
instalável s. m. Controlador de dispositivo que de circuito ligados, como transístores e
pode ser incorporado num sistema operativo, resistências, fabricado num único chip de cristais
normalmente para substituir um serviço existente de silício ou outro material semicondutor.
e menos funcional. Os circuitos integrados são catalogados pelo
installation program programa de instalação s. m. número de elementos que contêm; por exemplo,
Programa cuja função consiste em instalar outro a integração em larga escala (LSI) envolve entre
programa num meio de armazenamento ou na 100 e 5000 componentes, enquanto que a
memória. Um programa de instalação pode ser integração numa escala muito ampla (VLSI)
utilizado para orientar o utilizador através do envolve entre 5000 e 50 000 componentes. Sigla: IC.
processo, frequentemente complexo, de Também designado por chip. Ver também central
configuração de uma aplicação para uma processing unit.
determinada combinação de computador, Integrated Drive Electronics IDE s. m. Ver IDE.
impressora e monitor. Os programas de instalação Integrated Services Digital Network rede digital
são necessários para aplicações protegidas contra com integração de serviços s. f. Ver ISDN.
cópia que não podem ser copiadas através dos integrated software software integrado s. m.
comandos normais do sistema operativo. Programa que combina várias aplicações, como o
Normalmente, limitam o número de cópias que processamento de texto, a gestão de base de dados
podem ser instaladas. e as folhas de cálculo, num único pacote. Este tipo
instruction instrução s. f. Instrução de acção em de software é “integrado” de duas formas: pode
qualquer linguagem de computador, mais transferir dados entre as várias aplicações que o
frequentemente na linguagem máquina ou na compõem, ajudando os utilizadores a coordenar
linguagem assembly. Ver também statement. tarefas e a intercalar informações criadas com
instruction set conjunto de instruções s. m. diferentes ferramentas de software; e proporciona
Conjunto de instruções de máquina que um aos utilizadores uma interface uniforme para a
processador reconhece e que pode executar. Ver escolha de comandos, para a gestão de ficheiros e
também assembler. para interacção com os diversos programas. Por

176 © McGraw-Hill
intelligent database

vezes, porém, as aplicações neste tipo de pacote entretanto mudar para outra tarefa. 3. Capacidade
não oferecem tanta capacidade como as aplicações de um programa para simular o pensamento
individuais, nem o software integrado inclui humano. Ver também artificial intelligence.
necessariamente todas as aplicações que fazem 4. Capacidade de uma máquina, como um robot,
falta num determinado ambiente. responder de forma apropriada aos diversos
integration integração s. f. 1. Em informática, é a estímulos (entrada).
combinação de diferentes actividades, programas intelligent inteligente adj. Relativo ou característico
ou componentes de hardware numa unidade de um dispositivo parcial ou totalmente controlado
funcional. Ver também integrated software, ISDN. por um ou mais processadores que integram o
2. Em electrónica, designa o processo de inclusão dispositivo.
de múltiplos elementos de circuito electrónicos intelligent agent agente inteligente s. m. Ver agent
num único chip. Ver também integrated circuit. (definição 2).
integrity integridade s. f. Inteireza e exactidão dos intelligent cable cabo inteligente s. m. Cabo que
dados armazenados num computador, sobretudo incorpora circuitos com a finalidade de fazer mais
depois de terem sido manipulados de alguma do que simplesmente passar sinais de uma
forma. Ver também data integrity.
intellectual property propriedade intelectual s. f.
extremidade do cabo para outra. Por exemplo,
pode também determinar as características do
I
Conteúdo que é produto da inteligência humana, conector ao qual se encontra ligado.
considerado único e original, e que tem valor Intelligent Concept Extraction s. f. Tecnologia
comercial – e para o qual é necessário garantir registada desenvolvida pela Excite Inc., para
protecção legal. A propriedade intelectual inclui pesquisar bases de dados indexadas, de modo
ideias; invenções; obras literárias; processos a obter documentos da World Wide Web.
químicos, de gestão ou computacionais; e nomes A Intelligent Concept Extraction, ou ICE, é como as
ou logotipos de empresas e produtos. A protecção outras tecnologias de pesquisa em termos de
da propriedade intelectual está dividida em quatro localização de documentos da Web indexados,
categorias: direitos de autor (para obras literárias, relacionados com uma ou mais palavras-chave
arte e música), marcas registadas (para nomes e introduzidas pelo utilizador. Baseada numa
logotipos de empresas e produtos), patentes (para tecnologia de pesquisa proprietária, também
invenções e processos) e segredos de negócio encontra os documentos por conceito, procurando
(para receitas, código e processos). A preocupação informações relevantes, mesmo que o documento
de definição e protecção da propriedade intelectual encontrado não contenha a palavra ou
no ciberespaço levantou grande polémica nesta palavras-chave especificada pelo utilizador. Assim
área legal. a lista de documentos encontrados pela ICE pode
intelligence inteligência s. f. 1. Capacidade do incluir quer os documentos que contenham o
hardware para processar informações. Diz-se que termo especificado na pesquisa quer os que
um dispositivo desprovido de inteligência é contenham outros termos relacionados com o
estúpido; por exemplo, um terminal estúpido primeiro.
ligado a um computador pode receber dados e intelligent database base de dados inteligente s. f.
apresentar resultados, mas não pode processar Base de dados que manipula informações
informações de forma independente. 2. Capacidade armazenadas de uma forma que as pessoas
de um programa para controlar o seu ambiente e possam considerar lógica, natural e de fácil
iniciar as acções apropriadas para alcançar o utilização. Uma base de dados inteligente realiza
estado pretendido. Por exemplo, um programa que pesquisas com base, não só nas tradicionais
aguarda a leitura dos dados a partir do disco pode rotinas de localização de dados, mas também nas

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Intelligent Input/Output

regras predeterminadas que regulam associações, apresentação e utiliza um dispositivo de entrada,


relações e até mesmo inferências relativamente aos como um teclado, rato ou joystick, para fornecer
dados. Ver também database. respostas ao programa. Por exemplo, um jogo de
Intelligent Input/Output I2O s. f. Ver I2O. computador é um programa interactivo. Comparar
intelligent terminal terminal inteligente s. m. com batch program.
Terminal com memória, processador e firmware interactive session sessão interactiva s. f. Sessão de
próprios, que pode realizar determinadas funções processamento em que o utilizador pode intervir
independentemente do computador anfitrião, mais ou menos de uma forma contínua e controlar
sobretudo o reencaminhamento de dados as actividades do computador. Comparar com
recebidos para uma impressora ou ecrã de vídeo. batch processing (definição 2).
Intensity Red Green Blue IRGB s. f. Ver IRGB. interactive television televisão interactiva s. f.
interactive interactivo adj. Que se caracteriza por Tecnologia de vídeo em que o telespectador interage
um intercâmbio de entrada e saída em forma de com a programação televisiva. Algumas utilizações
diálogo, como quando o utilizador introduz uma típicas da televisão interactiva incluem o acesso à
pergunta ou comando e o sistema responde Internet, o vídeo por pedido e a videoconferência.
imediatamente. A interactividade dos interactive video vídeo interactivo s. m. Utilização
microcomputadores é uma funcionalidade que os de vídeo controlado por computador, sob a forma
torna acessíveis e fáceis de utilizar. de um CD-ROM ou videodisco, para ensino ou
interactive fiction ficção interactiva s. f. Tipo de entretenimento interactivo. Ver também interactive,
jogo de computador em que o utilizador participa videodisc.
numa história, fornecendo comandos ao sistema. interapplication communication comunicação
Estes comandos determinam, até certa medida, os interaplicações s. f. Processo de envio de
acontecimentos que ocorrem durante a história. mensagens de um programa para outro. Por
Normalmente, a história envolve um objectivo que exemplo, alguns programas de correio electrónico
tem de ser alcançado e a parte complicada consiste permitem aos utilizadores clicar num URL no
em determinar a sequência correcta das acções interior de uma mensagem. Quando o utilizador
que conduzem à concretização do objectivo. clica no URL, é automaticamente iniciado um
interactive graphics gráficos interactivos s. m. browser que acede à aplicação em questão.
Forma de interface em que o utilizador pode Interchange File Format IFF s. m. Ver IFF.
alterar e controlar as apresentações gráficas, Interchange Format s. m. Ver Rich Text Format.
muitas vezes com a ajuda de um dispositivo interconnect s. f. Ver System Area Network.
apontador, como um rato ou joystick. As interfaces interface s. f. 1. Ponto de ligação entre dois
de gráficos interactivos ocorrem em diversos elementos, de modo a que possam trabalhar um
produtos de computador, desde os jogos aos com o outro. 2. Software que permite que um
sistemas CAD. programa trabalhe com o utilizador (a interface de
interactive processing processamento interactivo utilizador), com outro programa, como o sistema
s. m. Processamento que envolve a participação operativo, ou com o hardware do computador.
mais ou menos contínua do utilizador. Este modo Ver também user interface. 3. Placa, ficha ou outro
de comando/resposta é característico dos dispositivo que liga peças de hardware ao
microcomputadores. Comparar com batch computador, de modo a que as informações
processing (definição 2). possam ser movidas de uma localização para
interactive program programa interactivo s. m. outra. Por exemplo, as interfaces como a norma
Programa que troca saídas e entradas com o RS-232-C e a SCSI viabilizam a comunicação entre
utilizador, o qual normalmente visualiza uma computadores e impressoras ou discos. 4. Uma

178 © McGraw-Hill
internet

norma de ligação em rede ou de comunicação, intermédio entre a linguagem-fonte original,


como o modelo ISO/OSI, que define formas de normalmente uma linguagem de alto nível, e a
ligação e comunicação entre sistemas diferentes. linguagem-alvo, normalmente código-máquina.
interface adapter adaptador de interface s. m. Ver Alguns compiladores de alto nível utilizam a
network adapter. linguagem assembly como linguagem intermédia.
interface card placa de interface s. f. Ver adapter. Ver também compiler, object code.
interference interferência s. f. 1. Ruído ou outros intermittent intermitente adj. Relativo a algo, como
sinais externos que afectam o desempenho de um um sinal ou ligação, que não é contínuo, que ocorre
canal de comunicação. 2. Sinais electromagnéticos a intervalos periódicos ou ocasionais.
que podem perturbar a recepção de rádio ou intermittent error erro intermitente s. m. Erro
televisão. Os sinais podem ser gerados recorrente em momentos imprevisíveis.
naturalmente, pelos raios, ou por dispositivos internal clock relógio interno s. m. Ver clock/
electrónicos, como os computadores. /calendar.
interlace scanning varrimento entrelaçado internal font tipo de letra interno s. m. Tipo de letra
(ou intercalado) s. m. Técnica de apresentação que está carregado na memória de uma
criada para reduzir tremuras e distorções nas
emissões de televisão; também é utilizado em
impressora (ROM) quando esta é comercializada.
Comparar com downloadable font, font cartridge.
I
alguns monitores de PC. No varrimento internal memory memória interna s. f. Ver
entrelaçado, o feixe de electrões do televisor ou do primary storage.
monitor repõe conjuntos alternados de linhas em internal modem modem interno s. m. Modem
varrimentos sucessivos de cima para baixo, construído numa placa de expansão, para ser
repondo todas as linhas pares numa passagem e instalado numa das ranhuras de expansão do
todas as linhas ímpares na outra. As imagens interior do computador. Comparar com external
enterlaçadas não são tão nítidas como as modem, integral modem.
produzidas por varrimento progressivo único internal sort ordenação interna s. f. 1. Operação de
pelos novos monitores de computador. ordenação que se realiza com os ficheiros que
O entrelaçamento é, no entanto, o método utilizado estão, totalmente ou em grande parte, contidos na
nas emissões televisivas analógicas. Comparar com memória em vez de em disco durante o processo.
progressive scanning (definição 1). 2. Procedimento de ordenação que produz
interlacing entrelaçamento s. m. Técnica utilizada subgrupos de registos ordenados, a serem
em alguns monitores raster-scan, em que o feixe posteriormente intercalados numa única lista.
de electrões actualiza todas as linhas de pesquisa International Organization for Standardization
ímpares num varrimento vertical do ecrã e todas ISO s. f. Ver ISO.
as linhas de pesquisa pares no varrimento International Telecommunication Union – Tele-
seguinte. O olho humano vê uma apresentação communication Standardization Sector s. f.
completa, mas a quantidade de informação Ver ITU-T.
transportada pelo sinal do monitor e o número de International Telegraph and Telephone
linhas apresentadas por varrimento correspondem Consultative Committee Comité Consultivo
apenas a metade. Comparar com noninterlaced. Internacional de Telegrafia e Telefonia s. m. Ver
interlock bloquear v. Impedir um determinado CCITT.
dispositivo de agir enquanto a operação actual Internaut internauta s. m. Ver cybernaut.
estiver em curso. internet s. f. Forma abreviada de internetwork
intermediate language linguagem intermédia s. f. (trabalho entre redes). Conjunto de redes de
Linguagem de computador utilizada como passo computador que podem ser diferentes e que são

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Internet

ligadas entre si através de portas de ligação que comercial. Comparar com Internet, Next
gerem a transferência de dados e a conversão de Generation Internet.
mensagens dos protocolos da rede emissora para Internet access acesso à Internet s. m. 1. Capaci-
os da rede receptora. dade de um utilizador se ligar à Internet.
Internet s. f. Agrupamento mundial de redes e Normalmente, o utilizador faz a ligação à Internet
portas de ligação que utilizam o conjunto de através de uma de duas formas. A primeira
protocolos TCP/IP para comunicar umas com as consiste em ligar a um fornecedor de serviços da
outras. A Internet assenta numa espinha dorsal de Internet ou a um fornecedor de serviços de
linhas de comunicação de dados de alta velocidade informação online, através de um modem ligado
entre os principais nós ou sistemas anfitriões, ao computador do utilizador. Este método é
consistindo em milhares de sistemas de utilizado pela maioria dos utilizadores em casa.
computador comerciais, governamentais, A segunda forma é passando por uma linha
educativos e outros, que encaminham dados e dedicada, como uma portadora T1, ligada a uma
mensagens. É possível desligar um ou mais nós da rede local, à qual, por sua vez, o computador do
Internet sem prejudicar a Internet como um todo e utilizador está ligado. Este método é utilizado por
sem provocar a interrupção das comunicações na organizações maiores, que têm o seu próprio nó na
Internet, dado que não existe apenas um Internet ou que fazem a ligação a um ISP que
computador ou rede a controlá-la. A génese da constitui um nó. Uma terceira forma emergente é a
Internet foi uma rede descentralizada chamada utilização de um descodificador com um TV.
ARPANET, criada pelo Departamento de Defesa Geralmente, porém, este método apenas concede o
dos Estados Unidos, em 1969, para facilitar as acesso a documentos na World Wide Web. Ver
comunicações na eventualidade de um ataque também dedicated line (definição 1), ISP, LAN,
nuclear. Mais tarde, outras redes, incluindo a modem, node (definição 2), set-top box.
BITNET, a Usenet, a UUCP e a NSFnet, foram 2. Capacidade de um serviço de informação online
ligadas à ARPANET. Actualmente, a Internet para trocar dados com a Internet, como seja
oferece grande variedade de serviços aos através do correio electrónico, ou para oferecer
utilizadores, como o FTP, o correio electrónico, serviços da Internet aos utilizadores, como os
a World Wide Web, os newsgroups da Usenet, o newsgroups, o FTP e a World Wide Web. A maioria
Gopher, o IRC, a telnet, entre outros. Também dos serviços de informação online oferece o acesso
designada por a Net. Ver também BITNET, FTP1 à Internet. Ver também FTP1 (definição 1).
(definição 1), Gopher, IRC, telnet1, Usenet, UUCP, Internet access device dispositivo de acesso à
World Wide Web. Internet s. m. Mecanismo de comunicação e
Internet2 s. f. Projecto de desenvolvimento de uma encaminhamento de sinais, que pode incluir
rede de computadores lançado em 1996 por um funcionalidades de registo de utilização e de
grupo de 120 universidades, coordenado pela facturação, para ligar múltiplos utilizadores
University Corporation for Advanced Internet remotos à Internet.
Development (UCAID). O objectivo da Internet2 é Internet access provider fornecedor de acesso à
o desenvolvimento de tecnologias e aplicações de Internet s. m. Ver ISP.
Internet avançadas, para utilização em pesquisas e Internet account conta Internet s. f. Termo
educação ao nível universitário. Embora não genérico relativo a um nome de utilizador
estejam disponíveis para utilização pública, registado num fornecedor de serviços da Internet.
as tecnologias e aplicações da Internet2 O acesso a uma conta da Internet é feito através de
desenvolvidas pelos seus membros podem um nome de utilizador e de uma palavra-passe.
também vir a beneficiar utilizadores da Internet Os serviços, como o acesso PPP à Internet e o

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Internet telephone

correio electrónico, são proporcionados pelos ISP nomeadamente uma rede local. Normalmente,
aos proprietários de contas Internet. Ver também o dispositivo é um computador dedicado a essa
username. tarefa ou um router. A porta de ligação realiza,
Internet address endereço Internet s. m. Ver normalmente, a conversão de protocolos entre a
domain name address, e-mail address, IP address. espinha dorsal da Internet e a rede, a tradução ou
Internet appliance dispositivo para a Internet s. m. conversão dos dados e a gestão das mensagens.
Ver set-top box. Na Internet, uma porta de ligação é considerada
Internet backbone espinha dorsal da Internet s. f. um nó. Ver também gateway, Internet backbone,
Uma de várias redes de alta velocidade que liga node (definição 2), router.
várias redes locais e regionais com pelo menos um Internet Protocol IP s. m. Ver IP.
ponto de ligação, onde se realiza o intercâmbio de Internet Protocol next generation Piv6 s. m.
pacotes com outras espinhas dorsais da Internet. Ver IPv6.
Cada fornecedor tem a sua própria espinha dorsal, Internet Relay Chat IRC s. m. Ver IRC.
de modo que, por exemplo, a dos centros de Internet robot robot da Internet s. m. Ver spider.
supercomputadores do National Science Internet security segurança na Internet s. f. Tópico
Foundation é independente das dos fornecedores
comerciais da Internet, como o MCI e o Sprint.
que abrange todos os aspectos relacionados com a<