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UNIP

UNIVERSIDADE PAULISTA

INTRODUÇÃO À
BANCO DE DADOS
2º Sem / 2011

Prof.: Luiz Shigueru Seo


lushig@gmail.com

BIBLIOGRAFIA
• Sistema de Banco de Dados
Silberschatz, Korth e Sudarshan – 3ª edição – Ed. Makron Books
• Sistemas de Banco de Dados
Ramirez e Elmasri, Shamkant, Navathe – 2005 – Addison-Wesley.
• Introdução Sistemas de Banco de Dados
C. J. Date – 7ª edição – Ed. CAMPUS
• Projeto de Banco de Dados – uma visão prática
Felipe Machado e Mauricio Abreu - 2004 - Ed. Erica
• Modelagem conceitual e projeto de Banco de Dados
Cougo, P. 2004 – Ed CAMPUS
• Projeto de Banco de Dados
Carlos Alberto Heuser - 5ª edição- 2004 – Ed. Sagra Luzzatto
• Projeto de Sistemas e Banco de Dados
Emiliano S. Monteiro - 2004 – Ed. Brasport
• Banco de Dados – Conceitos, Modelos, Gerenciadores, Projeto Lógico e Físico
Valdemar W. Setzer - Ed. Edgard Blucher

2011/Sem2 ABD - Introdução a Banco de Dados Prof. Luiz Shigueru Seo 2

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Introdução à
Banco de Dados Sistemas - Conceitos

A palavra SISTEMA envolve amplo espectro de idéias.


Ex.: Sistema Solar; Sistema Empresarial; Sistema de Transporte;
Sistema de Comunicação; Sistema Biológico; Sistema
Econômico; etc.

 É um conjunto de elementos interdependentes,


interconectados de modo a formar um todo organizado.
 Conjunto de elementos, materiais ou idéias, reunidos com
sinergia em busca de um objetivo comum.
 Disposição das partes ou dos elementos de um todo,
coordenados entre si, e que funcionam como estrutura
organizada.
 Reunião de elementos naturais da mesma espécie.

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Introdução à
Banco de Dados Sistemas de Informação

Desenvolver um projeto de sistema de


informação consiste em abstrair e traduzir
Mundo um “problema” do mundo real em uma
Real solução que envolve a organização,
pessoas e tecnologia (hardware e
software).

Abstração
SOFTWARE

SOLUÇÃO
ORGANIZAÇÃO
SISTEMA DE INFORMAÇÃO

Sistema
Dados Programa
Programadede
+ de
Regras Arquivos APLICAÇÃO
aplicação
aplicaçãode
deBD
BD
PESSOAS
HARDWARE

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Introdução à
Banco de Dados Sistemas de Informação
São sistemas que, através de processos de coleta e
tratamento de dados, geram e disseminam as informações
necessárias aos objetivos dos diversos níveis
organizacionais.

Produção Fabril
Insumos Produtos
Acabados
TRANSFORMAÇÃO

Sistemas de Informação

Dados Informações
úteis

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Introdução à
Banco de Dados Sistemas de Informação

Regras de Negócios
Processos

Dados Sistemas de Informações


Informação
input output

Dados Estruturados
Armazenados

Banco de Dados

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Introdução à
Banco de Dados Empresas sem Banco de Dados

Problemas:
- implementação de vários sistemas em arquivos convencionais
- dados redundantes, exigindo maior esforço de atualização
- perda de integridade, informações conflitantes causadas por
diversidade de critérios e de sistemas
- dificuldade em consolidar os dados de diferentes fontes
- formam-se nas empresas os “donos” das informações

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Introdução à
Banco de Dados Empresas com Banco de Dados

Problemas:
Vantagens: - dados compartilhados
- dados centralizados - administração centralizada
- critérios uniformes - controle de acesso para preservar a
- informações íntegras privacidade e a segurança
- facilidade na operação - necessidade de padronização
- recursos de SW - interação entre sistemas

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4
Introdução à
Banco de Dados
Como funciona ?

PROCESSAMENTO
BATCH
Ambiente (Sem interação)
input
Operacional
Programa de output
aplicação com BD
terminais
Processamento locais
Programa de Real Time
SGBD
aplicação com BD
modem
Programa de terminais
aplicação com BD remotos
BD

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Introdução à
Banco de Dados
Importância dos SBD nas Organizações

Como podem ser classificados os Sistemas de


Informação quanto ao nível de atendimento ?
para planejar

Para cada aplicação, Sistema de Planejamento Estratégico


usa tipo diferente de Sistema de Informações Estratégicas
SBD: (Análise Multidimensional e Preditiva)
OLAP Estratégico Simulações de Cenários

OLAP Tático Sistema de Apoio à Decisão


Gerêncial (Sistema de Informações Gerenciais)
-----------------------
Tático
para executar

Sistema de Planejamento e
OLTP Controle Operacional
(Operacional)
Sistema de Processamento
OLTP Operacional Transacional e
Controles Internos

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Introdução à
Banco de Dados
Importância dos SBD nas Organizações

AMBIENTE DE APLICAÇÕES
Operacionais Apoio à Decisão - DSS
• Dão suporte às funções • Dão suporte às funções
associadas à execução do associadas à concepção do
negócio da empresa: negócio da empresa
• sistemas administrativos • Planejamento Estratégico da
• controle de estoque Empresa
• sistemas de expedição
etc Informações Gerenciais - EIS
Tático Operacional • Consolida dados transacionais e
serve para planejamento e
• Dão Apoio operacional controle das atividades
• Acompanhamento Operacional operacionais.

Executar o Negócio Planejar o Negócio

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Introdução à
Banco de Dados
Importância dos SBD nas Organizações
OPERACIONAL X ANALÍTICO

OLTP OLAP

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Introdução à
Banco de Dados
Importância dos SBD nas Organizações
AMBIENTE: OPERACIONAL OU TRANSACIONAL

 Tipo de processamento: OLTP


– baseado em transações
– mantém usualmente situação corrente
– atualizações e consultas em grande número
– trabalha com alto nível de detalhe
– Acesso a dados de uma instância
– voltado para velocidade e automação
de funções “repetitivas” (dia a dia)

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Introdução à
Banco de Dados
Importância dos SBD nas Organizações

AMBIENTE: GERENCIAL E ESTRATÉGICO


 Tipo de processamento: OLAP
– “pequeno” número de consultas “variáveis”
– consistência é fundamental
– necessidade de ver os dados sob diferentes
perspectivas: aplicações dinâmicas
– atualização quase inexistente, apenas novas
inserções
– dados históricos são relevantes
– operações de agregação e cruzamentos
– aados consolidados, acumulativos
– consultas ad hoc - não planejadas
– acessos sequenciais das tabelas
tb. chamado de “table scan”

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Introdução à
Banco de Dados
Importância dos SBD nas Organizações

MODELAGEM MULTIDIMENSIONAL

Valores Agregados
Vendas

XPTO
Produto XPTA

XPTN
Região

Mes

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Introdução à
Banco de Dados
Importância dos SBD nas Organizações

Exemplo de Avaliação de Desepenho


Utilização dos indicadores
100%
90%
80%
Porcentagem de executivos

70%
60%
50%
40%
30%
20%
10%
0%
De s e m pe nho Efic iê nc ia S a tis fa ç ã o do s De s e m pe nho Ino va ç ã o e Am bie nte e
fina nc e iro o pe ra c io na l c lie nte s do s m uda nç a c o m unida de
func io ná rio s
Incluído em revisões regulares
Utilizado para direcionar mudanças organizacionais
Atrelado a compensação

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Introdução à
Banco de Dados
Importância dos SBD nas Organizações

Modelo de Avaliação – Painel de Controle

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Introdução à
Banco de Dados
DEFINIÇÕES

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Introdução à
Banco de Dados
NÍVEIS DE ABSTRAÇÃO

(V.Setzer)

Seres, Objetos, Fatos


Mundo Real
Organismos De Negócios
Necessidades
Mundo Real

Estruturas Das Descrição Das Estruturas


Informaçoes Modelo Descritivo Relatórios Escritos Em
Informais Linguagem Natural, Inteligíveis

Estruturas Das Especificações De Manipulação


Informações Modelo Conceitual Deve Ser Formal P/ Computadores
Formais Modelo Essencial Preliminar

Modelo Operacional Modelo Essencial (Lógico)


Estrutura Lógica Plano De Soluções
Lógico
Especificações De Programas

Modelo Interno Estrutura Interna de Armazenamento.


Estrutura Física Implementação Fïsica da Solução
Implementação
Arquivos, BD, Tabelas, Programas
Física

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Introdução à
Banco de Dados
CONCEITOS – BANCO DE DADOS
 Segundo C.J. Date
Um Sistema de Banco de Dados é basicamente um sistema de
manutenção de registros por computador, ou seja, um sistema cujo
objetivo global é manter as informações e torná-las disponíveis
quando solicitadas.
Trata-se de qualquer informação considerada como significativa ao
indivíduo ou à organização servida pelo sistema.
Em outras palavras, que seja necessária ao processo de tomada de
decisão daquele indivíduo ou a organização.
 Segundo Abraham Silberschatz
Um Sistema de Banco de Dado é um conjunto de dados associados
e centralizados, que contém informações sobre uma empresa em
particular e proporciona aos usuários uma visão abstrata dos
dados.
A visão abstrata dos dados acaba por ocultar determinados
detalhes sobre a forma de armazenamento e manutenção dos dados
São projetados para gerir grandes volumes de informações.
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Introdução à
Banco de Dados
CONCEITOS – BANCO DE DADOS

 Dicionário Aurélio:
Coleção abrangente, organizada e inter-relacionada de dados
armazenados em um meio físico, com o objetivo de evitar ou minimizar
duplicidade de informação, otimizar a eficiência de seu tratamento,
permitindo o acesso, através de diversas formas, a uma grande
variedade de informações.

 Outra definição:
Banco de Dados é um conjunto ou uma coleção de dados que estão
estruturados e de alguma forma relacionados, e que são utilizados
durante as operações da empresa para manter seus processos
operacionais.

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Introdução à
Banco de Dados SISTEMA GERENCIADOR DE BANCO DE DADOS

Um SGBD é uma coleção de dados e programas de propósito geral


que facilita o processo de definir, construir e manipular bancos de
dados para vários usuários ou aplicações.
• Definir um banco de dados significa estruturar e especificar os
tipos de dados a serem armazenados juntamente com uma
descrição detalhada de cada tipo.
• Construir um banco de dados é o processo de armazenar os
dados em algum meio de armazenamento controlado pelo
SGBD.
• Manipular um banco de dados compreende certas funções
como consultar o banco de dados para recuperar dados
específicos, atualizar o banco de dados para refletir mudanças
percebidas no mundo dos negócios e produzir relatórios a partir
dos dados.

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Introdução à
Banco de Dados
SISTEMA DE BANCO DE DADOS

Usuários Programadores

Consultas Programas de Aplicação

SGBD
Software para processar
consultas ou aplicações

GERENCIADORES
Software para acessar
dados armazenados
DDL DML

Estrutura BD
do BD armazenado
(Metadados)

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Introdução à Modelos de Implementação de BD


Banco de Dados

1- Modelo Hierárquico 3- Modelo Relacional


FUNCIONARIOS

cod_func nome_func matricula cod_depto


1 Jose 1001 RH
2 Maria 2004 RH
3 João 3012 MKT
4 Carlos 4223 INF
2- Modelo em Rede (Network)

DEPARTAMENTOS

cod_depto nm_depto data_cri

RH Recursos Humanos 1/1/2001

MKT Marketing 24/2/2004

INF Informática 6/1/1969

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Introdução à
Banco de Dados
INDEPENDÊNCIA DE DADOS

Programa com • programa e dados na mesma memória


Estrutura de Dados • dependência total
Ex.: Word, Excel
dados em memória

• estrutura de dados com programa


• sistemas de arquivos
Programa Dados em
• dependência da Estrutura de Dados
Estrutura de Dados Arquivo
no Programa

Independência de Dados da Aplicação

Programa • código programa com SGBD


SGBD
variáveis Dados em • estrutura de dados independente
BD • Meta-Dados ou Dicionário de
Dados
Meta Dados ou DD • Dados Armazenados em BD
Estrutura de Dados

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Introdução à
Banco de Dados
FUNCIONALIDADES DE UM SGBD

 Controle de Redundância
 Compartilhamento de Dados
 Controle de Acesso
 Persistência p/ Objetos e Estrutura de Dados
 Inferência através de Regras de Dedução
 Definição e Manipulação de Dados
 Múltiplas Interfaces
 Cumprimento das Restrições de Integridade
 Capacidade de recuperação automática
 Desempenho

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Introdução à
Banco de Dados
FUNCIONALIDADES DE UM SGBD
CONTROLE DE REDUNDÂNCIA

 Redundância – duplicação de informações


Problemas:
 duplicação de esforço para manter os dados
atualizados
 desperdício de espaço de armazenamento
 possibilidade de inconsistência dos dados
 quebra de integridade de dados

Conta Corrente
SGBD deve ser capaz de controlar a
redundância para evitar inconsistências.
Fundo de Inves
timento
Poupança

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Introdução à
Banco de Dados
FUNCIONALIDADES DE UM SGBD
COMPARTILHAMENTO DE DADOS

 Sistemas Multiusuários
 Acessos concorrentes – para consulta
 Acessos concorrentes de atualizações pode causar
inconsistência de dados

Conta Corrente

SGBD deve prover controle de


concorrência de transações,
através de mecanismos próprios.
(LOCK)
Usuario 2
Usuario 1

Usuario 3

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Introdução à
Banco de Dados
FUNCIONALIDADES DE UM SGBD
CONTROLE DE ACESSO

 Login no Sistema Operacional


 Senhas do SGBD para usuários e para grupos de usuários
 Restrição ou Permissão de acesso a parte do banco de
dados (GRANT/REVOKE)
 Proibição de executar certas operações, por exemplo
atualização de campos restritivos
 Proibição de uso de software privilegiado, a exemplo do
software para gerência de contas de usuários.

SGBD deve prover permissões e


restrições de acessos ao BD

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Introdução à
Banco de Dados
FUNCIONALIDADES DE UM SGBD
PERSISTÊNCIA PARA OS OBJETOS E
ESTRUTURA DE DADOS

 Capacidade dos BDs de se integrarem a linguagens de


programação de alto nível de forma a permitir que as
estruturas criadas fiquem armazenadas no BDs.
(SQL permite seleção de dados criando novas
estruturadas de dados no ato da execução (SELECT dado-
1, dado-2, dado-3, dado-n, etc. , Stored Procedure).
 Objetos persistentes são armazenados em arquivos do
sistema gerenciador, fora dos programas que os utilizam,
sobrevivendo a falhas das transações e até a algumas
falhas de hardware.

SGBD deve prover condições de execução e


armazenamento de Objetos de Persistência

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Introdução à
Banco de Dados
FUNCIONALIDADES DE UM SGBD
LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO DE
BANCO DE DADOS

 DDL: Data Definition Language


- Define o esquema do BD.
- descreve as estruturas de dados do esquema, às vezes
chamada de metadados, e a armazena em um dicionário de
dados.
 DCL: Data Control Language
– Realiza controle do BD

 DML: Data Manipulation Language


– Realiza acesso ao BD para consultas e atualizações

SQL: Structure Query Language


Linguagem de programação de SGBDR que engloba:
DDL, DCL e DML.

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Introdução à
Banco de Dados
FUNCIONALIDADES DE UM SGBD
MÚLTIPLAS INTERFACES

 Um SGBD deve prover uma variedade de interfaces de


usuário, tais como:

• interfaces interativa de acesso aos dados;

• interfaces de comunicação com o S.O., redes e de


conectividade com outros SGBDs;
• ferramentas para desenvolvimento de aplicações
telas de consultas, formulários, relatórios e gráficos;

• ferramentas para administração do banco de dados.

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Introdução à
Banco de Dados
FUNCIONALIDADES DE UM SGBD
RESTRIÇÕES DE INTEGRIDADE
Restrições de Integridade mais complexas:
- unicidade de itens de dados;
- integridade referencial - uma instância de uma tabela que
referencia outra tabela
Ex. Existência de Dependentes em função de Funcionários.
- restrições derivadas da semântica dos dados
Ex.: um aluno não pode matricular-se na mesma disciplina
mais de uma vez.
- validação de dados Ex.: CPF, CNPJ, RG formatos;
data de entrega menor que data da compra.

Restrições: Forma de verificação da consistência e


Integridade dos dados no BD

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Introdução à
Banco de Dados
FUNCIONALIDADES DE UM SGBD
CAPACIDADE DE RECUPERAÇÃO
(RECOVERY)
• Backup/Restore:
responsável por assegurar que o BD seja restaurado para seu
estado anterior à falha, recuperação de incidentes.
• Load/Unload de dados:
carga/descarga de objetos do BD, a partir de arquivos de
dados.
• Recovery automático:
garante que as falhas ocorridas no processamento das
transações não sejam propagadas aos objetos persistentes
(quebra de integridade)

SGBD deve prover facilidades para restaurar o banco de dados em


caso de falha de hardware ou de software, ou mesmo falha da
aplicação.

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Introdução à
Banco de Dados
FUNCIONALIDADES DE UM SGBD
DESEMPENHO
 Desempenho = Tempo de Resposta da transação
 Eficiência no desempenho, usando para isso:
- Estruturas de Dados
- Métodos de Acesso
- Otimização de Consultas
 Novas aplicações:
- Multimídias
- Sistemas de Informações Geográficas
- Sistemas de Informações Gerenciais e Estratégicas
- Aplicações Web

SGBD deve executar as funções de acesso a Banco de Dados


de uma forma eficiente

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Introdução à
Banco de Dados
BENEFÍCIOS DO USO DE BD

 Disponibilidade de informação atualizada em tempo real

 Estabelecimento e o cumprimento de padrões de dados

 Flexibilidade nas mudanças

 Redução no tempo de desenvolvimento de novas


aplicações

 Economia de escala

 Padronização de acessos

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Introdução à DESVANTAGENS - AUMENTO DE CUSTOS
Banco de Dados

• Alto investimento inicial para aquizição de Software de BD e


possível necessidade de hardware adicional.

• Implementação ou Manutenção de Sistemas existentes para os


padrões de Banco dse Dados

• Contratação de profissionais especializados (AD e ABD)

• Treinamento e capacitação técnica aos analistas e


programadores

• “Overhead” para garantir segurança, controle de


concorrência, recuperação e integridade de dados.

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Introdução à
Banco de Dados
IMPLEMENTAÇÃO DE REGRAS DE NEGÓCIO

 Organizações possuem regras para conduzir seus negócios.


 Regras de negócio podem variar desde simples restrições de domínios de
valores a complexas políticas organizacionais.

 SI baseados em arquivos convencionais


– Todas as regras nos programas de aplicação

 SI baseados em SGBD - Cliente/Servidor ( 2 camadas)


– todas as regras no servidor de banco de dados ou
– regras mais simples, frequentes e compartilhadas no servidor de
banco de dados
– regras mais complexas e específicas nos programas de aplicação

 SI baseados em Servidores de Aplicação (3 camadas)


– regras mais simples e compartilhadas no servidor de banco de
dados
– regras mais complexas, frequentes e compartilhadas nos
componentes de Servidor de Aplicações
– regras mais específicas nos programas de aplicação
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Introdução à
Banco de Dados
ARQUITETURAS DE TRES ESQUEMAS
ANSI / SPARC
 American National Standards Institute
Standards Planning And Requirements Committee
(ANSI/SPARC) propôs, em 1975, a
Arquitetura de Três Esquemas

 Tem como objetivo separar o banco de dados físico das


aplicações do usuário, através de três diferentes níveis de
esquemas:
- Esquema de Nível Externo
- Esquema de Nível Conceitual
- Esquema de Nível Interno

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Introdução à
Banco de Dados
ARQUITETURAS DE TRES ESQUEMAS
ANSI / SPARC

Usuários Finais  NívelExterno


NÍVEL EXTERNO (Visões):
mapeamento
externo /
conceitual
Visão
Externa 1 ... Visão
Externa n
corresponde às
abstração dos
usuários.
 Nível Conceitual: decreve
toda a estrutura do BD a
nível de propriedades,
NÍVEL CONCEITUAL relacionamentos, restrições
Esquema Conceitual
mapeamento etc, sem os detalhes de
conceitual implementação física.
- Ex. MER /DER

 Nível Interno
NÍVEL INTERNO Esquema Interno (físico): descreve as
Mapeamento estruturas de acesso
físico e armazenamento do
BD

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20
Introdução à
Banco de Dados
MODELAGEM DE BANCO DE DADOS

 Modelo Conceitual:
requerem uma representação abstrata, independente dos
detalhes de armazenamento dos dados, que possa ser entendido
por usuários finais.
categoria de alto nível: próximo de como os usuários finais
percebem os dados (como negócios da empresa)
 Modelo Lógico:
categoria de nível intermediário: pode ser entendido pelos usuários
técnicos, mas não muito distante da forma de armazenamento dos
dados
 Modelo Físico:
descreve a organização dos arquivos do banco de dados e
estrutura de dados, métodos de acesso, regras de integridade , etc.

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Introdução à
Banco de Dados
MODELO CONCEITUAL

 Conhecidos como Modelos Semânticos


 Modelo Entidade-Relacionamento (Chen, 1976)
 Objetos do Modelo E-R (DER) :
- Entidades: representam objetos ou conceitos do mundo
real
- Relacionamentos: representam associações do mundo real
entre duas ou mais entidades
- Atributos: representam algumas características de uma
entidade ou de um relacionamento

1 N Forneci- N 1
Fornecedor Frn-F F-Pc Peça
mento

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Introdução à
Banco de Dados
MODELO LÓGICO

 Conhecidos como Modelos de Implementação

 Modelo Relacional ou Diagrama Relacional – (DR)

 Descrevem dados por meio de estruturas de registros

 São classificados de acordo com o tipo de estrutura e as


operações em que se baseiam.

FORNECEDOR FORNECIMENTO PEÇA

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Introdução à
Banco de Dados
MODELO RELACIONAL

cd_func nome do funcionario RG_func dt_nasc Dept

1001001 Jose da Silva 4478512-3 07/02/1975 TI

1001010 Antonio dos Santos 857463-1 28/01/1970 RH

2002015 Maria Jose de Albuquerque 9182736-6 10/04/1989 Vendas

3001234 Angela de Almeida 5748392-1 25/08/1954 Compras

• Relação de dados
• composta de linhas e colunas

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Introdução à
MODELO ENTIDADE RELACIONAMENTO - EXEMPLO
Banco de Dados

Exemplo de Modelo Descritivo:


Um Departamento de desenvolvimento de projetos está lotado de
Funcionários que possuem Dependentes. Os Funcionários podem ser
Engenheiros, Contadores e Secretárias.
Os Engenheiros são alocados em diversos projetos e apenas um deles,
com perfil adequado, pode gerenciar o projeto.
Alguns dos engenheiros, dependendo da sua categoria funcional, podem
participar de outros projetos.
Os projetos usam peças que podem ser compostos de outras peças.
As peças são fornecidas por fornecedores diversos, mas apenas alguns
deles são credenciados pelo Departamento para o efetivo fornecimento.

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Introdução à EXEMPLO DE MODELO CONCEITUAL - DER


Banco de Dados

Departamento 1 Lotação N Funcionário 1 Tem


N Dependente

1 Cat-Func

Engenheiro
Engenheiro Contador Secretária
M 1
Alocação Gerencia
N N M
Projeto M Usa
N Peça Composição
N
M P
N
Fornec.Efetivo

N M
Fornecedor Fornece
Credenciamento
N

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Introdução à
Banco de Dados
EXEMPLO DE MODELO RELACIONAL - DR

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Introdução à
Banco de Dados
ARQUITETURA DE SGBD

USUÁRIOS
FRONT END

CATÁLOGO DO SISTEMA
COMANDOS
SQL
DADOS
ERROS

BACK END
GERENTE DE TRANSAÇÕES

GERENTE CONTROLE
de ACESSO ou USER GERENTE GERENTE DE GERENTE
DE ACESSO A DE
LOGS DADOS COMUNICAÇÕES

INTERPRETADOR

OTIMIZADOR MENSAGENS
Banco
LOG de DE/PARA OUTROS
Dados SGBDS

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Introdução à
Banco de Dados
GERÊNCIA DE TRANSAÇÕES DE BD

 Estados de terminação de uma transação


SYNCPOINT (ponto de sincronismo)

ROLLBACK

UPDATE DELETE S2
INICIO COMMIT

S1 (SyncPoint
ou SavePoint) ATUALIZA
O BD

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Introdução à
Banco de Dados POSSÍVEIS FALHAS DURANTE UMA TRANSAÇÃO

 System Crash: (parada brusca provocada por fatos anormais)


- erro hardware/software
 Erro na transação ou no sistema:
- integer overflow ou divisão por zero
 Condições de excessão detectadas pela transação:
- dados não encontardos
 Garantia do controle de concorrência:
- deadlock
 Transações Concorrentes
- atualização de uma transação impacta na outra

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