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Missal Romano: Missa da Ceia do Senhor Page 1 of 8

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O Missal
Missa da Ceia do Senhor
• IV Edição Típica
TRÍDUO PASCAL
Missa vespertina da Ceia do Senhor • Promulgação

Segundo antiga tradição da Igreja, proíbe-se neste dia qualquer Missa sem povo (na
realidade habbiana, deve haver ao menos um concelebrante ou assistente). Orações de
Na hora mais oportuna da tarde, seja celebrada a Missa da Ceia do Senhor com Preparação Para a
plena participação de toda a comunidade local, desempenhando todos os Missa
sacerdotes e ministros suas respectivas funções.
Onde uma razão pastoral exigir, o Ordinário do lugar poderá permitir que se
• Orações Para a
celebre a tarde outra missa, em igrejas e oratórios públicos e semipúblicos. E, em
caso de verdadeira necessidade, também pela manhã, ou pela noite da quarta, mas Paramentação
somente onde não se possa absolutamente participar da Missa vespertina.
A comunhão só pode ser dada aos fiéis na própria Missa, mas pode-se levá-la a
qualquer hora aos doentes. Liturgia da Missa

Ritos iniciais e liturgia da Palavra • Ritos Iniciais


1. O tabernáculo esteja totalmente vazio. Para a comunhão do clero e do povo, hoje • Ato Penitencial
e amanhã, consagre-se na própria Missa a quantidade de pão suficiente.
Prepare-se, fora do presbitério, um altar, onde será colocada a reserva eucarística • Glória
para o dia seguinte. • Liturgia do dia
Use-se incenso.
2. Antífona da entrada • Liturgia da Palavra
A cruz de nosso Senhor Jesus Cristo deve ser a nossa glória: nele está nossa vida e • Credo
ressurreição; foi ele que nos salvou e libertou.
Saudação • Orações dos Fieis
Depois da incensação, dirige-se para a cátedra e, voltando-se para o povo, diz: • Liturgia Eucarística
Pres: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass: Amém. • Prefácios
Depois, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo, dizendo: • Orações Eucarísticas
Pres: A vós, irmãos, paz e fé da parte de Deus, o Pai, e do Senhor Jesus Cristo.
• Rito da Comunhão
Ass: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
• Ritos Finais
Ato Penitencial
O sacerdote une as mãos e diz:
Pres: Em Jesus Cristo, o Justo, que intercede phor nós e nos reconcilia com o Pai, Comum dos Santos
abramos nosso espírito ao arrependimento para sermos menos indignos de
aproximar-nos da mesa do Senhor. • Comum dos Santos
Senhor, que fazeis passar da morte para a vida quem ouve a vossa palavra, tende
piedade de nós.
Ass: Senhor, tende piedade de nós. Semana Santa
Pres: Cristo, que quisestes ser levantado da terra para atrair-nos a vós, tende
piedade de nós.
Ass: Cristo, tende piedade de nós. • Domingo de Ramos
Pres: Senhor, que nos submeteis ao julgamenta da vossa cruz, tende piedade de • Missa do Crisma
nós.
Ass: Senhor, tende piedade de nós. • Missa da Ceia do
Segue-se a absolvição sacerdotal: Senhor
Pres: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e • Celebração da Paixão
nos conduza à vida eterna.
• Vigília Pascal
Ass: Amém.

Hino de Louvor
3. Diz-se o Glória. Durante o canto, tocam-se os sinos, que permanecerão depois Outras Celebrações
silenciosos até a Vigília Pascal.
Ass: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele • Pontifical Romano
amados. Senhor Deus, Rei dos Céus, Deus Pai Todo-Poderoso, nós Vos • Dedicação da Igreja e do
louvamos, nós Vos bendizemos, nós Vos adoramos, nós Vos Novo Altar
glorificamos, nós Vos damos graças, por Vossa imensa glória. Senhor
Jesus Cristo, Filho Unigénito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de
Deus Pai: Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós; Vós Documentos Sobre o
que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica; Vós que estais à
direita do Pai, tende piedade de nós. Só Vós sois o Santo; só Vós, o Missal
Senhor; só Vós, o Altíssimo, Jesus Cristo; com o Espírito Santo, na
glória de Deus Pai. Amém! • Constituição Apostólica
Missale Romanum
4. Oração do dia.
• Constituição Apostólica
Pres: Oremos.
Mysterium Dominus
E todos oram em silencio, por algum tempo. Então o sacerdote, abrindo os braços
reza a oração:

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Ó Pai, estamos reunidos para a santa ceia, na qual o vosso Filho único, ao entregar- • Constituição Apostólica
se à morte,
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vida. Phor nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
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I Leitura
Leitura do Livro do Êxodo
Naqueles dias, o Senhor disse a Moisés e a Aarão no Egito:
“Este mês será para vós o começo dos meses; será o primeiro mês do ano. Falai a
toda a comunidade dos filhos de Israel, dizendo: ‘No décimo dia deste mês, cada
um tome um cordeiro por família, um cordeiro para cada casa. Se a família não for
bastante numerosa para comer um cordeiro, convidará também o vizinho mais
próximo, de acordo com o número de pessoas. Deveis calcular o número de
comensais, conforme o tamanho do cordeiro. O cordeiro será sem defeito, macho,
de um ano. Podereis escolher tanto um cordeiro, como um cabrito: e devereis
guardá-lo preso até ao dia catorze deste mês. Então toda a comunidade de Israel
reunida o imolará ao cair da tarde. Tomareis um pouco do seu sangue e untareis os
marcos e a travessa da porta, nas casas em que o comerem. Comereis a carne nessa
mesma noite, assada ao fogo, com pães ázimos e ervas amargas. Assim devereis
comê-lo: com os rins cingidos, sandálias nos pés e cajado na mão. E comereis às
pressas, pois é a Páscoa, isto é, a ‘Passagem’ do Senhor! E naquela noite passarei
pela terra do Egito e ferirei na terra do Egito todos os primogênitos, desde os
homens até os animais; e infligirei castigos contra todos os deuses do Egito, eu, o
Senhor. O sangue servirá de sinal nas casas onde estiverdes. Ao ver o sangue,
passarei adiante, e não vos atingirá a praga exterminadora, quando eu ferir a terra
do Egito. Este dia será para vós uma festa memorável em honra do Senhor, que
haveis de celebrar por todas as gerações, como instituição perpétua.”
Palavra do Senhor.
Ass: Graças a Deus.

Salmo responsorial
O cálice por nós abençoado é a nossa comunhão com o sangue do
Senhor.

1. Que poderei retribuir ao Senhor Deus por tudo aquilo que ele fez em meu favor?
Elevo o cálice da minha salvação, invocando o nome santo do Senhor.

2. É sentida por demais pelo Senhor a morte de seus santos, seus amigos. Eis que
sou o vosso servo, ó Senhor, mas me quebrastes os grilhões da escravidão!

3. Por isso oferto um sacrifício de louvor, invocando o nome santo do Senhor. Vou
cumprir minhas promessas ao Senhor na presença de seu povo reunido.

II Leitura
Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios
Irmãos: O que eu recebi do Senhor, foi isso que eu vos transmiti: Na noite em que
foi entregue, o Senhor Jesus tomou o pão e, depois de dar graças, partiu-o e disse:
“Isto é o meu corpo que é dado por vós. Fazei isto em minha memória.” Do mesmo
modo, depois da ceia, tomou também o cálice e disse: “Este cálice é a nova aliança,
em meu sangue. Todas as vezes que dele beberdes, fazei isto em minha memória.”
Todas as vezes, de fato, que comerdes deste pão e beberdes deste cálice, estareis
proclamando a morte do Senhor, até que ele venha.
Palavra do Senhor.
Ass: Graças a Deus.

Aclamação ao Evangelho
Eu vos dou um novo mandamento:
“Que vos amei uns aos outros assim como Eu vos amei”, disse o Senhor.
1.Felizes os puros em seus caminhos, os que andam na lei do Senhor.
2.Felizes os que guardam os seus preceitos e o procuram de todo o coração.
Evangelho
Diác: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Diác: + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.
Ass: Glória a vós, Senhor.
Diác: Era antes da festa da Páscoa, da Páscoa. Jesus sabia que tinha chegado a sua
hora de passar deste mundo para o Pai; tendo amado os seus que estavam no
mundo, amou-os até o fim.
Estavam tomando a ceia. O diabo já tinha posto no coração de Judas, filho de
Simão Iscariotes, o propósito de entregar Jesus. Jesus, sabendo que o Pai tinha
colocado tudo em suas mãos e que de Deus tinha saído e para Deus voltava,
levantou-se da mesa, tirou o manto, pegou uma toalha e amarrou-a na cintura.
Derramou água numa bacia e começou a lavar os pés dos discípulos, enxugando-os
com a toalha com que estava cingido. Chegou a vez de Simão Pedro. Pedro disse:
“Senhor, tu me lavas os pés?”
Respondeu Jesus: “Agora, não entendes o que estou fazendo; mais tarde
compreenderás.”
Disse-lhe Pedro: “Tu nunca me lavarás os pés!” Mas Jesus respondeu: “Se eu não te
lavar, não terás parte comigo.” Simão Pedro disse: “Senhor, então lava não somente
os meus pés, mas também as mãos e a cabeça.” Jesus respondeu: “Quem já se
banhou não precisa lavar senão os pés, porque já está todo limpo. Também vós
estais limpos, mas não todos.” Jesus sabia quem o ia entregar; por isso disse: “Nem
todos estais limpos.”
Depois de ter lavado os pés dos discípulos, Jesus vestiu o manto e sentou-se de
novo. E disse aos discípulos: “Compreendeis o que acabo de fazer? Vós me chamais
Mestre e Senhor, e dizeis bem, pois eu o sou. Portanto, se eu, o Senhor e Mestre,

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vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. Dei-vos o exemplo,
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Palavra odatráfego.
Salvação.
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Lava-pés
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5. Após a homilia, na qual se focalizam os principais mistérios celebrados por esta
Missa (a instituição da Sagrada Eucaristia e do sacerdócio, e o mandamento do
Senhor sobre a caridade fraterna), procede-se ao lava-pés, se razões pastorais o
aconselharem.
6. Os homens ou mulheres escolhidos são levados pelos ministros aos bancos
preparados em um lugar conveniente. O sacerdote (retirando a casula, se
necessário) aproxima-se de cada um, lavando-lhe e enxugando-lhe os pés, auxiliado
pelos ministros.
7. Enquanto se realiza o lava-pés, cantam-se algumas das seguintes antífonas ou
outros cantos apropriados.

1. Jesus erguendo-se da ceia


Jarro e bacia tomou
Lavou os pés dos discípulos
Este exemplo nos deixou
Aos pés de Pedro inclinou-se
Ò Mestre, não por quem és?
Não terás parte comigo
Se não lavar os teus pés.

2. És o Senhor, tu és o Mestre
Os meus pés não lavarás
O que ora faço não sabes
Mas depois compreenderás
Se eu vosso Mestre e Senhor
Vossos pés hoje lavei
Lavai os pés uns dos outros
Eis a lição que vos dei.

3. Eis como irão reconhecer-vos


Como discípulos meus
Se vos ameis uns aos outros
Disse Jesus para os seus
Dou-vos novo mandamento
Deixo ao partir nova lei
Que vos ameis uns aos outros
Assim como eu vos amei.

4. Fé, esperança e caridade


sempre em vós hão de habitar.
A maior é a caridade
porque nunca há de passr.

8. Logo após o lava-pés ou, onde foi omitido, após a homilia, faz-se a oração dos
fiéis.
Omite-se o Creio.

Preces dos fiéis (Pode-se omitir)


Pres: Irmãos e irmãs, nesta noite em que a medida do amor de Deus se revela num
amor sem medidas, rezemos apresentando nossas súplicas e louvores.
Ass: Onde o amor e a caridade, Deus ai está!
1. Oremos pela Igreja, pelo papa, pelos bispos, pelos padres, para que, instruidos na
verdade espalhem o amor de Cristo. Rezemos.
Ass: Onde o amor e a caridade, Deus ai está!
2. Oremos pela comunidade, para que, possamos juntos viver como verdadeiros
irmãos. Rezemos.
Ass: Onde o amor e a caridade, Deus ai está!
3. Rezemos pelos doentes, para que possam encontrar conforto na cruz do Senhor.
Rezemos.
Ass: Onde o amor e a caridade, Deus ai está!
4. Rezemos pelos governantes, para que, no fiel amor de Cristo possam espalhar a
justiça pelo mundo.
Ass: Onde o amor e a caridade, Deus ai está!
Pres: Pai Santo, vosso Filho Jesus veio para servir e não para ser servido. Dai-nos
crescer no serviço aos irmãos, manifestando em nossas vidas o que, no lava-pés,
nos foi ensinado. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.

Liturgia eucarística

9. Dando inicio a liturgia eucarística, poder-se-a organizar uma procissão dos fiéis
com donativos para os pobres, durante a qual se entoa o canto seguinte ou outro
adequado:

Onde o amor e a caridade, Deus aí está!

1. Congregou-nos num só corpo o amor de Cristo


Exultemos, pois, e nele jubilemos.
Ao Deus vivo nós temamos, mas amemos.
E, sinceros, uns aos outros, nos queiramos.

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2. Todos juntos, num só corpo congregados:


Pela mente
Estenãositesejamos separados!
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Cessem olutas, cessem
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Mas esteja em nosso meio Cristo Deus!
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3. Junto um dia, com os eleitos, nós vejamos
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Tua face gloriosa, Cristo Deus:
Gáudio puro, que é imenso e que ainda vem,
Pelos séculos dos séculos. Amém.

O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar,
reza em silêncio:
Bendito sejais, senhor, Deus do Universo, pelo pão que recebemos da Vossa
bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que
para nós se vai tornar Pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. O diácono ou o sacerdote
derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso
Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza
em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da Vossa
bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que
para nós se vai tornar Vinho da Salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso
sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
Se fo oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro
incensa o sacerdote e o povo.
O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.

No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote


diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que levando ao altar as alegrias e fadigas de cada
dia, nos disponhamos a oferecer um sacrifício aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu
nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas;


10. Pres: Concedei-nos, ó Deus, a graça de participar dignamente da Eucaristia,
pois todas as vezes que celebramos este sacrifício em memória do vosso Filho,
torna-se presente a nossa redenção. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.

11. Prefácio da Santíssima Eucaristia I


Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.


Pres: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças,
sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por
Cristo, Senhor nosso. Ele, verdadeiro e eterno sacerdote, oferecendo-se a vós pela
nossa salvação, instituiu o Sacrifício da nova Aliança e mandou que o
celebrássemos em sua memória. Sua carne, imolada por nós, é o alimento que nos
fortalece. Seu sangue, por nós derramado, é a bebida que nos purifica. Por essa
razão, os anjos do céu, as mulheres e homens da terra, unidos a todas as criaturas,
proclamamos, jubilosos, vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz:

Ao final, une as mãos, e com o povo, canta ou diz em voz alta:


Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do Universo!
O Céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas!
Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

Recomenda-se fortemente a Oração Eucarística I, por ter partes próprias para esta
missa. Permite-se, contudo, por fortes razões pastorais, a Oração Eucarística III ou
ainda a II.

O sacerdote, de braços abertos, diz:


Pres: Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, nós vos pedimos por
Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
que abençoeis + estas oferendas apresentadas ao vosso altar.
Ass: Abençoai nossa oferenda, ó Senhor!

O sacerdote, de braços abertos, prossegue:


Nós as oferecemos pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção,
unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra. Nós as oferecemos

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também pelo vosso servo o Papa N., por nosso Bispo N., e por todos os que
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O povo aclama:
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Ass: Conservai a vossa Igreja sempre unida!
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Memento dos vivos OBTER MAIS INFORMAÇÕES COMPREENDI
1C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N.N.
une as mãos e reza em silêncio.
De braços abertos, prossegue:
e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fidelidade e a
dedicação em vos servir. Eles vos oferecem conosco este sacrifício de louvor por si e
por todos os seus, e elevam a vós as suas preces para alcançar o perdão de suas
faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, de vossos filhos!

Infra actionem
2C: Em comunhão com toda a Igreja, celebramos este dia santo em que nosso
Senhor Jesus Cristo foi entregue por nós. E veneramos a sempre Virgem Maria,
Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo; e também São José, esposo de Maria, os
santos apóstolos e mártires: Pedro e Paulo, André, (Tiago e João, Tomé, Tiago e
Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio
e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião), e todos os
vossos santos. (Por Cristo, Senhor nosso. Amém)
Ass: Em comunhão com toda Igreja aqui estamos!

O sacerdote, com os braços abertos, continua:


Pres: Recebei, ó Pai, com bondade, a oferenda dos vossos servos e de toda a vossa
família em memória do dia em que nosso Senhor Jesus Cristo entregou aos seus
discípulos, para que o celebrassem, o mistério do seu Corpo e do seu Sangue, dai-
nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação e acolhei-nos entre os vossos
eleitos. (Por Cristo, Senhor nosso. Amém).
Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Dignai-vos, ó Pai, aceitar e santificar estas oferendas, a fim de que se tornem para
nós o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.
Ass: Santificai nossa oferenda, ó Senhor!

O sacerdote une as mãos.


Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro
e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Na noite em que ia ser entregue, para padecer pela salvação de todos, isto é,
hoje,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar,inclina-se levemente, e
prossegue:
ele tomou o pão em suas mãos,
eleva os olhos
elevou os olhos a vós, ó Pai, deu graças e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo gunuflexão para
adorá-la.

Então prossegue:
Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se
levemente, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.

Em seguida, diz:
Eis o mistério da fé!
Ass: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa
ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

O sacerdote, de braços abertos, diz:


Pres: Celebrando, pois, a memória da paixão do vosso Filho, da sua ressurreição
dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso
povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício
perfeito e santo, o pão da vida eterna e cálice da salvação.
Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!

Prossegue, de braços abertos:


Recebei, ó Pai, esta oferenda, como recebestes a oferta de Abel, o sacrifício de
Abraão e os dons de Melquisedeque.
Une as mãos e inclina-se, dizendo:
Nós vos suplicamos que ela seja levada à vossa presença, para que, ao
participarmos deste altar, recebendo o Corpo e o Sangue de vosso Filho,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.
Une as mãos.
(Por Cristo, Senhor nosso. Amém.)
Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!

Memento dos defuntos.


O sacerdote, de braços abertos, diz:
3C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N. que partiram desta vida,
marcados com o sinal da fé.
Une as mãos e reza em silêncio.
De braços abertos, prossegue:
A eles, e a todos os que adormeceram no Cristo, concedei a felicidade, a luz e a paz.

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Une as mãos.
(Por Cristo,
Este Senhor nosso.
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peito, dizendo:
4C : E a todos nós pecadores, OBTER MAIS INFORMAÇÕES COMPREENDI
de braços abertos, prossegue:
que confiamos na vossa imensa misericórdia, concedei, não por nossos méritos,
mas por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e
Estêvão, Matias e Barnabé (Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro; Felicidade e
Perpétua, Águeda e Luzia, Inês, Cecília, Anastácia) e todos os vossos santos.
Une as mãos.
Por Cristo, Senhor nosso.
Ass: Concedei-nos o convívio dos eleitos!

Pres: Por ele não cessais de criar e santificar estes bens e distribuí-los entre nós.
Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade
do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.
Ass: Amém!

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: Antes de participar do banquete da Eucaristia, sinal de reconciliação e
vínculo de união fraterna, rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha
a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no
céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas
ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não
nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:


Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela
vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os
perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:


Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu
vos dou a m)nha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa
Igreja; dai-lh%, segundo o vosso desejo,àa paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.

O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:


Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço


no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que
vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

Enquanto isso, canta-se ou recita-se:


Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de
nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga.
Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:


Pres: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e
agindo com o Espírito Santo,pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos
meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir
sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.

12. Antífona da Comunhão


Pres: Este é o Corpo que será entregue por vós, este é o cálice da nova aliança no
meu Sangue, diz o Senhor. Todas as vezes que os receberdes fazei-o em minha
memória.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz
alta, voltado para o povo:
Felizes os convidados para o Banquete nupcial do Cordeiro.
Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas
dizei uma palavra e serei salvo.

Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.


O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.

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Depois, segura o cálice e reza em silêncio:


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O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o
cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor,que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E
que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.
O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio
ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

ATENÇÃO:
13. Distribuida a comunhão, a reserva eucarística para a comunhão do dia seguinte
é deixada sobre o altar, e conclui-se a Missa com a oração depois da comunhão.

De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:


14. Pres: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram.
Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Saciados pelo vosso sacramento, nós vos pedimos, ó Deus: como pela morte do
vosso Filho nos destes esperar o que cremos, dai-nos pela sua ressurreição alcançar
o que buscamos. Por Cristo, nosso Senhor
O povo aclama:
Ass: Amém.

Transladação do Santíssimo Sacramento


15. Terminada a oração, o sacerdote, de pé ante o altar, põe incenso no turíbulo e,
ajoelhando-se, incensa três vezes o Santíssimo Sacramento. Recebendo o véu
umeral, toma o cibório e o recobre com o véu.
16. Forma-se a procissão, precedida pelo cruciferário, para conduzir o Santíssimo
Sacramento, com tochas e incenso, pela igreja até o local da reposição, preparado
numa capela devidamente ornada. Durante a procissão canta-se Vamos
todos (exceto as duas últimas estrofes) ou outro canto eucarístico.
1. Vamos todos louvar juntos o mistério de amor
Pois o preço deste mundo foi o sangue redentor
Recebido de maria que nos deu o salvador

2. Veio ao mundo por Maria, foi por nós que ele nasceu
Ensinou sua doutrina, com os homens conviveu
No final de sua vida um presente ele nos deu

3.Observando a lei mosaica se reuniu com os irmãos


Era noite, despedida numa ceia, refeição
Deu-se aos doze em alimento pelas suas próprias mãos

4. A palavra do Deus vivo transformou o vinho e pão


No seu sangue, no seu corpo, para nossa salvação
O milagre nós não vemos, basta fé no coração

17. Quando a procissão chega ao local da reposição, o sacerdote deposita o cibório


no tabernáculo. Colocado o incenso no turíbulo, ajoelha-se e incensa o Santíssimo
Sacramento, enquanto se canta Tão sublime sacramento. Em seguida, fecha-se o
tabernáculo.

5. Tão sublime sacramento, adoremos neste altar


Pois o antigo testamento deu ao novo seu lugar
Venha a fé por suplemento, os sentidos completar

6. Ao eterno pai cantemos e a Jesus, o salvador


Ao espírito exaltemos, na trindade eterno amor
Ao Deus uno e trino demos a alegria do louvor

18. Após alguns momentos de adoração silenciosa, o sacerdote e os ministros fazem


genuflexão e voltam a sacristia.
19. Retiram-se as toalhas do altar e, se possível, as cruzes da igreja. Convém velr as
que não possam ser retiradas.
20. Os que participarem da Missa vespertina não rezam as vésperas.
21. Os fiéis sejam exortados a adorarem o Santíssimo, durante algum tempo da
noite, segundo as circunstancias do lugar. Contudo, após a meia-noite esta
adoração seja feita sem nenhuma solenidade.

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