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Moura, Cynthia Borges de. (2004).

Escolha profissional:
analise dos fatores pessoais e profissionais . IN. Moura,
Cynthia Borges de. Orientação profissional sob o enfoque
Profª. Msª. Giliane Cordeiro Gomes
da análise do comportamento.
ESCOLHA
PROFISSIONAL
Depende das preferências
de “quem decide”

Outros fatores
ESCOLHA FEITA POR
ADOLESCENTE
Precisa administras as mudanças corporais, psicológicas
e sociais que ocorrem em si

Os pais não sabem como ajudar, alguns fazem imposições,


enquanto outros deixam o adolescente “livre” para fazer
suas escolhas.
Terminando seguindo modismos em sua escolha, não conseguindo
tomar uma decisão baseada na análise de suas potencialidades

Informações (influência dos meios de comunicação), Experiências


e Relacionamentos ao longo da vida
SEGUNDO NEIVA (1995), UMA ESCOLHA PROFISSIONAL MADURA,
CONSCIENTE E AJUSTADA REQUER ADQUIRIR, ANALISAR E
INTEGRAR CONHECIMENTOS, DESENVOLVENDO ATITUDES E
HABILIDADES QUE PERMITAM APRENDER A DECIDIR.
DOIS TIPOS DE CONHECIMENTO SÃO IMPORTANTES

Autoconhecimento Conhecimento da realidade


Profissional

Conhecimento dos Conhecimento do esquema de


próprios valores, organização das ocupações e
interesses e habilidades do mundo de trabalho
O AUTOCONHECIMENTO E A ESCOLHA
PROFISSIONAL
Saber “quem eu sou” e “como sou” e que permite escolher “o que
fazer” e “como fazer”

E pelo processo de autoconhecimento que o adolescente pode


formular aspirações profissionais realistas e compatíveis com suas
características pessoais, interesses, potencialidades e habilidades

Auto imagem real e autêntica = aspirações profissionais coerentes


ASPECTOS QUANTO AO CONHECIMENTO DE SI
MESMO SEGUNDO LUCCHIARI (1993)
1. quem sou eu (quem fui, quem sou,.quem pretendo ser);
2. qual meu projeto de vida;
3. como me vejo no futuro, desempenhando meu trabalho;
4. expectativas da família versus expectativas pessoais;
5. quais são meus principais gostos, interesses e valores.
O QUE SÃO APTIDÕES, INTERESSES,
POTENCIALIDADES E COMPETÊNCIAS?
 APTIDÃO: uma combinação de habilidades inatas e adquiridas que
demonstra algo que a pessoa faz bem, algo que. ela tem facilidade
para fazer. Algo que a pessoa já desenvolveu.
 INTERESSES: coisas que gostamos e podem ter ou não relação com
as aptidões que possuímos.
 POTENCIALIDADE: refere-se a algo que a pessoa poderá
desenvolver
 COMPETÊNCIA: diz respeito as capacidades já desenvolvidas, a
partir de aptidões ou potencialidades
MODELO DE TOMADA DE DECISÃO DE SAMPSON,
PETERSON, LENZ E REARDON (1992).
1. Tomada de consciência sobre si mesmo (conhecimento de seus
valores, interesses, habilidades)
2. Conhecimento das opções profissionais (desde a compreensão
sobre ocupações especificas e cursos universitários até sobre como as
ocupações estão organizadas)
3. Integração desses conhecimentos com o próprio estilo de tomada
de decisão de cada adolescente e, assim, proporcionar um contexto
mais adequado a escolha.
CONHECIMENTO DA REALIDADE PROFISSIONAL
É importante saber quais profissões existem e quais estão mais
acessíveis a realidade do adolescente e podem corresponder as suas
expectativas de estudo e de trabalho futuro.

Orientação Profissional deve incluir informações sobre


profissões: o que são, o que fazem, como e onde fazem; as
possibilidades de atuação, os currículos dos cursos, o mundo do
trabalho dentro do sistema político-econômico vigente
Considerar compensação financeira X satisfação pessoal
UM CONHECIMENTO MAIS PROFUNDO DAS PROFISSÕES DE
INTERESSE DEVERÁ ABARCAR OS SEGUINTES PONTOS:
a. objetivos da profissão;
b. atividades especificas: permanentes e ocasionais;
c. curso de formação: escolas ou universidades, currículos, duração,
titulação, exigências etc.;
d. áreas de especialização;
e. mercado de trabalho: quem emprega, oferta X demanda de
emprego e faixas salariais.
AMPLIAR A COLETA DE INFORMAÇÕES SOBRE AQUELAS
PROFISSÕES QUE LHE INTERESSAM
Entrevistas com profissionais e estudantes e realização de
visitas a instituições educativas

Recolher opiniões e impressões variadas e conhecer


diferentes realidades profissionais e institucionais
propiciara a obtenção de informações específicas, a
formulação de uma opinião própria sobre as profissões e
as instituições
LEITURA COLETIVA
PÁG 26
O contato direto com [...] até
[...] dados de autoconhecimento
O USO DE TESTES EM ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL
A utilização de testes vocacionais não mais ocupa papel
central na orientação profissional. Porém, podem, ainda, em
casos específicos, com bastante cautela, serem usados em
processos individuais, dentro de um contexto em que
outros procedimentos permitam ao orientando
refletir sobre seus resultados, concordar ou
discordar e, principalmente, descobrir novas
possibilidades sobre si mesmo e seu futuro profissional.
Cabe ao orientador avaliar os riscos, as vantagens e
desvantagens e optar pela melhor forma de intervenção.